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Editorial – pág.03 Compreenda o assunto o da revista e saiba a opinião da equip quipe

O curso Entenda o curso de ecolog ologia e saiba quanto tempo é a sua duração

O que é a profissã fissão? Descubra que a Ecologia gia na n verdade vai muito além do que todos tod pensam

Entrevista com um Profissional Pro Conheça o Professor Ferna ernando Catarino e o seu amor pela Ecologia logia

Quais são as faculda culdades? Veja as poucas faculdades ades que oferecem o curso de Ecolo cologia

Campanha presente te consciente co Conheça essa campanha ha que q promete agradar e salvar o futuro! ro!


Ecologia é uma ciência que estuda os seres Eco res vivos e suas rela relações com o meio ambiente onde vivem. em. Esta revista foi confeccionada c para mostrar que esta ciê ciência tem uma gran importância no planeta, pois com seu estudo, os grande ecólogos podem planejar jar ações a que evitem a destruição da naturez tureza. Hoje em dia, o trabalho do ecologis logista é desvalorizado, porém, é muito impo mportante, pois estamos vivendo uma época épo em que o desmatamento e a extinção nção de várias espécies estão em andame amento. Participar da construção ão d dessa revista foi uma experiência ótima, a, pois p pudemos perceber o impacto que e esse es trabalho tão pouco notado e valorizad rizado tem nas nossas vidas. Além de mostrar mos as pessoas que tinham interesse e na ecologia cada detalhe e esclarecer cer suas dúvidas, nosso objetivo também foi outro: Queríamos mostrar que e o ecólogo é um dos mais importantes profissionais prof na atualidade, pois, exercend endo sua profissão, eles mostram que com om pequenos p atos conseguiremos, aos os poucos, p salvar o futuro do Planeta Terra. rra. Esperamos ter atingido o nosso no objetivo de mostrar que o estudo o da Ecologia merece tanta atenção (se não mais!) quanto qualquer outro. Ass pessoas pe tem que se conscientizar de e que qu cuidar do meio ambiente é fundament ental para garantir a nossa sobrevivê vivência, isto é, a sobrevivência da vida humana... hum Nós dependemos dele, não o contrário. c

Ana Laura, Sarah Carvalho lho e Thaís Ayres.


O Curso de ecologia logia volta-se para a análise a dos impactos ambientais tais gerados pelas atividadess humanas, indicando as soluções ões para cada problema e desenvolvendo dese estratégias que impeç peçam ações nocivas ao meio ambie mbiente, como as causadas pelas las mudanças demográficas, pela ela utilização intensiva e desorde ordenada de recursos naturais is e pela poluição. Os cursos de gradu raduação em ecologia duram quatro atro anos. Nos primeiros três anos os do curso, estão presentes ass seguintes matérias: biologia, a, estatística, geologia, matemática tica e química. Em aulas prátic ráticas nos laboratórios, aprende de-se a fazer análises biológicas e químicas q e a manipular medidores ores de dados ambientais. O quart uarto ano é focado no estudo estu de ecossistemas aquá quáticos e

terrestres, nas com comunidades e poluição, com o estágio e sendo obrigatório. Cerca de 40% das aulas deste curso são práticas, cas, e boa parte delas acontece dura durante visitas a parques, áreas de preservação p e estações ecológic lógicas. Nesses locais, os alunos aprenderão a manipular equipa uipamentos de medição de dados dos ambientais e a identificar problem blemas da flora e da fauna em seu u habitat. ha Para realizar este trabalho é necessário que o interessado tenha capacidade de de análise e observação, tenha enha habilidade para lidar com questões inusitadas, saiba a trabalhar t em equipe, e, é claro, aro, deve possuir interesse pelas ciên ciências, plantas e animais. Além disso, o profissional deve e conhecer co muito bem as estruturas ras e o perfil dos ecossistemas.


O ecologista estuda a estrut estrutura e o funcionamento dos os e ecossistemas florestais, aquáticos e urba urbanos. Analisa também o impacto das atividades humanas (instalação de indústrias, construção de condomínio mínios, etc.) sobre o meio ambiente, procura ocurando soluções para diminuir e evitar itar d desequilíbrios ecológicos através da el elaboração de planos para a proteção ção d dos recursos ambientais. Para melhor lhor rrealização do seu trabalho, necessita ssita da realização de pesquisas de campo em longas estadas em áreas selv selvagens. Por isso, são chamadoss de “hippies” e “ecochatos” por pessoas soas d desinformadas. Apesar de viver no meio do mato não ser para muitos, a verdad erdade é que um ecólogo também trabalha alha muitas vezes usando terno e gravata. vata. Em laboratórios e escritórios, fazem m pe pesquisas com espécies vegetais e anima animais e estudam o efeito de produtoss quím químicos sobre a fauna, a flora e a saúde humana, utilizando oss ma mais modernos recursos tecnoló cnológicos, como computadores, radaress e sa satélites. No mercado do de trabalho, os ecólogos atuam avalian valiando possíveis riscos e impact mpactos ambientais, fiscalizando empreend reendimentos que possam vir ir a alterar e causar estragos no mei meio ambiente, solucionando do p problemas em áreas devastadas, etc... etc Mas, ao contrário do o que a maioria das pessoas pensa, a Eco Ecologia não se resume somen omente a isso. Os profissionais também ambém lecionam, desenvolvem em pe pesquisas e promovem palestras oferecen recendo educação ambiental em fa faculdades e escolas. Além disso, realiz realizam trabalhos variados, que ue vã vão desde ser guia de turismo em parque arques e reservas ecológicas,, até assessorar importantes empresass e governos na conservação ão da natureza.


Ao longo de 30 anos, o professor Ferna ernando Catarino ensinou ecologia na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. Com o seu profundo prof e vasto saber e com um entusiasmo singular, sing cativou centenas de jovens no domínio da ecologia. O Professor Catarino foi ainda diretor etor do Museu, Laboratório e Jardim Botânico e o primeiro presidente da Sociedade Portuguesa esa de Ecologia (SPECO). Confira a seguir uma entrevist evista com ele.

O que acha que mudou mais na ecologia durante estes últimos 15 anos? anos F. C.: Mudei eu! Não quero ro ser s demasiado pessimista, mas com toda a franqueza fran perdi um pouco da minha fé! Claro que qu a ecologia foi sempre um objetivo de vida ida para mim, uma síntese, ou pelo menos foi desta des forma que se foi formando na minha cabeça, eça, e no fundo era reconfortante. Há 20 anos, era claro para mim o que era fazer ecologia. Agora, ora, quando vejo os acontecimentos a esta distância ância, pergunto-me se a ecologia foi na verdade o que qu esperávamos, se veio a ser o que era prometi metido nessa altura.

Como era fazer ecologia a há 20 ou 30 anos? Era preciso ter coragem e ser aventureiro, ser muito determinado para pode oder “desperdiçar o nosso tempo” na observação ão d da variedade de plantas e de animais, nas saídas ídas de campo. Mas havia tempo... Esse tempo que é fundamental para observar, compreenderr e interpretar, sem pressas ou correrias. Ao mesm esmo tempo, era muito mais difícil. Imagine o que qu é não ter um computador portátil ou sensor nsores que parametrizam as condições ambientais ntais de uma forma automática e rotineira. No o fundo fu o que eu quero dizer é que era provavelmente prov mais “desafiador” do que nos dias ias de d hoje. Era, também, muito mais descritivo.. A ccapacidade atual de predizer, de modelar os fenômenos f e as interações dos organismoss com co o seu meio ambiente é algo fantástico. Por isso, continuo a ter um gosto especial em pegar egar na natureza!

Que momentos considera ra mais m relevantes, ao longo da sua carreira? Na verdade, o meu entendimen imento do que é a ecologia vem de vários marcos os que q tive ao longo da minha carreira, como profe rofessor e como ecólogo. Desde logo com o Prof. of. Carlos C das Neves Tavares que abordava a autoecologia auto e o modo como os organismos reagem reag aos fatores ambientais, bem como a ecologia ecol das populações - estes foram ensinament entos que só mais tarde viria a compreender.. Ou Outro marco importante, este talvez como profess fessor, foi o Odum, com a compreensão ao nível el dos d ecossistemas, com uma visão integrada das interações entre organismos/comunidades e fatores fat ambientais. Nessa altura, quando surgiram giram estas noções, alguns dos meus colegas disco iscordavam e minimizavam a sua influência. Hoje je sabemos sa que esta é uma área fundamental da a ecologia, eco que tem avançado muito na última décad cada. No entanto se me perguntarem agora como omo encaro a ecologia, eu diria que sofro nesta altura de um “desencanto”. Então como per perdi a fé? Não é verdadeiramente perder a “fé”, ”, mas m verificar que muitas das dúvidas de há décadas déca atrás se mantêm e que de algum modo o a ecologia não se tornou no “sonho” que se adivinhava adiv há 20 ou 30 anos. Hoje, se calhar, há á outras ou facetas que devemos explorar e estou cada vez mais, estou convencido de que é fundamen mental ter uma boa formação de biologia básica, ca, forte f e segura. Outro grande marco foram os meus m alunos! Fui professor de muitas fornadas das e fui responsável por várias gerações de alunos. aluno Ao longo do tempo fui tendo oportunidade ade para me distanciar e sempre que revejo esses esse momentos, é verdadeiramente com prazer zer que observo o percurso que muitos deles fizeram; fize percursos brilhantes, com sucesso, muito uito melhor do que eu! Este prazer único afasta a mu muitas das minhas


dúvidas sobre as minhas has qualidades e o meu sucesso pessoal noutr outras áreas; é sem dúvida o que de melhor or se s pode esperar como professor!

E a SPECO, como o e encara a sua evolução ao longo do dos últimos 15 anos? Ocorre-me uma analogia: ia: uma lâmpada! A ecologia funcionou para ra mim m como uma lâmpada. Uma lâmpada da precisa p de estar ligada, não continuamen mente, mas muito frequentemente, caso con contrário não tem sentido a sua existência. ia. A SPECO foi uma ideia excelente, mas ao fim de muito pouco tempo, percebi bi q que tendo sido fundada um seio de um m grupo gr restrito que teve imensa dificuldade e em sair de Lisboa, por exemplo. Na verdad dade, no início da formação da sociedade, e, tive ti muito receio de que a ideia, que eu sempre sem neguei, de que a ecologia não é mais ma do que uma “ideia romântica e bonita” ita” prevalecesse em dano do que eu achava que e era er a sua vocação natural: uma sociedade científic tífica, com objetivos que privilegiassem a ciência ia ecológica. e O nosso medo, quando a SPECO nasceu, nasc era, “vamos ser colonizados pelos ‘verdes’ des’”, mas isso não aconteceu porque nesse aspecto aspe ficámos um pouco fechados. Este fato to a acabou por criar algum receio da minha parte, pa e dos que colaboravam na Direção da a SPECO SP nos primeiros tempos. Acabei por compre preender que estes meus receios não tinham razão de ser. A sociedade “vingou” com os objetivos tivos que ainda hoje se mantêm e que em minha a opinião, op são muito atuais.

Que papel deve ter a SPECO PECO, atualmente? O papel que sempre teve: o de um fórum científico, com especialistas e com m pessoas pe que estão interessadas em desenvolver er o os conceitos e a ciência ecológica, nunca esquecen ecendo que estando num mundo global, cada vez ez mais m fará sentido estreitar relações com outrass soc sociedades.

Que aspectos da sua vida ida como ecólogo gostaria de ter alterado o ao longo da sua vida? Só faria uma coisa: Ter nascido nasc 30 anos mais tarde! De resto não muda udava nada. Se eu nascesse nos anos 60, a “máq máquina” estaria montada com equipamentos, meios mei técnicos, que me permitiriam maior aprofund fundamento como ecólogo.

Qual a mensagem que deixa eixa aos ecólogos que iniciam agora a sua carreira? carr Que continuem a ser capazes es de d se encantarem com as coisas simples e que e tenham te a ambição de viver em ciência e para a ciência. ci A atividade científica e a investigação têm muitas rotinas, muitas coisas chatas, mas quando qua a dita “lâmpada” está acesa, ela abre-se e pa para um caminho. Agora imagine o que é manter nter esta lâmpada acesa toda uma vida? Não façam am da d vida um peso! Eu não entendo muito bem porque po é que as condições na América vos podem odem impedir de se deslumbrarem com a simplicida licidade de uma descoberta, por mais simples ou importante imp que ela seja.


À medida que os problema lemas ambientais aumentam, cresce a procu rocura por profissionais capazes de entender e as questões ambientais de mane aneira sistêmica como o ecólogo, capazes zes de d minimizar e evitar impactos ambientai ntais. Com o objetivo de regulam ulamentar a profissão de ecólogo no país, s, em 1991 foi fundada a Associação Brasileira Bras de Ecólogos (ABE). Por não serr uma um profissão regulamentada, não há á um salário fixo ou regular para os ecólogos ogos. O presidente da ABE, Décio cio LLuís Semessatto Júnior, afirma que oss ecólogos ec presentes no mercado gan ganham, em média, R$ 2.500,00.

Por não ser uma profissão ssão não muito conhecida nem compreendida dida, existem poucas instituições de ens ensino no Brasil que oferecem o curso de e graduação gr em Ecologia. Podemos citá-las las a seguir:

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UNESP (Universidade de Estadual E Paulista “Júlio de Mesquita Filho” ilho”) UNIDAVI (Universidade dade para o Desenvolvimento do Alto Vale le do Itajaí) UCPel (Universidade e Católica Ca de Pelotas) UFRN (Universidade e Federal Fe do Rio Grande do Norte) UFPB (Universidade e Federal Fe da Paraíba) UNI-BH (Centro Univer iversitário de Belo Horizonte)


Entre nessa sa o onda e, na hora de presentear algué lguém, não dê somente obje objetos que no futuro serão apenas um monte de lixos sem utilidade. utilid Adira a essa campanha e presenteie pre a quem você ê ama, am pensando no futuro do nosso so planeta! p


Equipe: Ana Laura Collyer – nº 02 Sarah Carvalho – nº 38 Thaís Ayres – nº 41 Série: 9ª Turma: D Turno: Manhã


Ecologia