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Boletim da Fraternidade Espírita Cristã

Lisboa - Portugal A divulgar a Doutrina Espírita desde 1928

“A questão mais aflitiva para o espírito no Além é a consciência do tempo perdido.” Chico Xavier

Promover a regeneração da Humanidade fundamentada na modificação das disposições morais para o BEM, o BELO e o BOM Recursos espirituais existem e, efectuam-se com base na Fé, na disciplina, na oração e na vigilância. No âmbito da Campanha Plante uma Semente de Luz o lema para este ano lectivo, é: VIDA EM FAMÍLIA – PLANTE A SEMENTE DA PAZ! Interferem nos desígnios do Criador e praticam conscientemente e sem necessidade de sobrevivência o aborto, o homicídio e o suicídio até mesmo na forma de eutanásia. Ano XXVI - Nº 107 - Trimestral - Outubro|Novembro|Dezembro |2010


Por: M.Emília Barros “Não cuideis que vim trazer a paz à Terra; não vim trazer a paz, mas a espada.”- Jesus “Inúmeros leitores do Evangelho, perturbam-se ante esta afirmativa do Mestre, porquanto o conceito de paz, entre os homens, desde há muitos séculos foi visceralmente viciado. (...) Jesus, (...) trouxe consigo a luta regeneradora, a espada simbólica do conhecimento interior (...)” Xavier, Francisco Cândido – pelo Espírito Emmanuel; Caminho, Verdade e Vida, 7ª Edição, FEB, 1978, Cap.104

Para algumas pessoas esta passagem do Evangelho é um tanto ou quanto perturbadora, porque sendo Jesus o príncipe da paz e tendo vindo à Terra ensinar e exemplificar o amor, a renovação do homem e da sociedade, como é que esse mesmo Mestre, vem utilizar uma expressão tão forte como essa de ter vindo trazer a espada? Grande parte dos ensinamentos de Jesus utiliza imagens muito fortes para os homens despertando-os para os valores de ordem espiritual. Esta espada é o símbolo da grande batalha que cada um de nós deve realizar em si próprio, para que haja uma renovação verdadeira, sincera, para que em contacto com o Evangelho sejamos capazes de anular todos os aspectos negativos da nossa personalidade através da construção dos bons pensamentos, das boas acções, dos bons sentimentos. Todo o processo de renovação exige um esforço muito grande, uma vez que teremos que empunhar a espada da fé, da confiança em Deus, para construirmos os bons sentimentos, através da prática do Amor ao próximo, crendo que Deus continuará a fortalecer-nos nos propósitos de servir. Jesus apresentou a proposta para a renovação da humanidade, sustentado da paz sublime para todos os homens bons e sinceros, e diz-nos Kardec que “somente o progresso moral pode assegurar aos homens a felicidade na Terra, refreando as paixões más, somente esse progresso pode fazer que entre os homens reinem a concórdia, a paz, a fraternidade”. (A Génese, Cap. XVIII, ponto 18) A Lei da Evolução é divina, e a evolução não se faz só na ciência, também se faz na consciência dos homens, se ainda existem criaturas a fazer o mal, existem também criaturas devotadas ao bem, e que espalham à sua volta o amor e a caridade desinteressada. Está na hora de divulgarmos o bem que nós sabemos que se faz um pouco por todo o mundo. Está na hora de estarmos atentos para as coisas boas que cada um de nós é capaz de fazer, e reformular outros que ainda nos envergonham. É hora de divulgar, de chamar a atenção para os bons sentimentos dos nossos companheiros e as suas boas acções. Está na hora de usarmos palavras de alento, que ajudarão almas amarguradas, a ganhar forças novas para se renovarem e seguirem confiantes. À medida que assim formos agindo, estaremos já a utilizar a espada da Fé que remove montanhas de imperfeição e promove a regeneração da Humanidade fundamentada na modificação das disposições morais para o BEM, o BELO e o BOM.


Por: Paula Alcobia Graça “Ah!...Mas quem sou eu senão uma formiguinha, das menores, que anda p e l a Te r r a c u m p r i n d o a s u a obrigação!” (Francisco Cândido Xavier) Se é verdade, que é agradável estabelecer na nossa vida um período de descanso e mais serenidade, também é verdade, que reiniciar as nossas tarefas é igualmente recompensador e aprazível. Por isso, é sempre com muita alegria que reiniciamos mais um ano lectivo, retomando todas as nossas actividades e, simultaneamente, comemorando o octogésimo segundo aniversário da Fraternidade Espírita Cristã. Esta comemoração será celebrada em dois dias diferentes. A primeira actividade será desenvolvida no dia 28 de Setembro mas, será orientada especificamente para os trabalhadores da FEC. Posteriormente, no dia 3 de Outubro, domingo, realizaremos uma outra actividade – que é uma surpresa! – desta vez dirigida a todos os frequentadores do Centro. Contamos, como sempre, com a presença de todos! O X Encontro Fraterno da União Espírita da Região de Lisboa realizar-se-á no dia 17 de Outubro de 2010, na Sede da Federação Espírita Portuguesa, contando com a participação de vários centros espíritas da Região de Lisboa. Como já é hábito, a manhã será dedicada ao DIJ Regional de Lisboa e a tarde ficará sob a responsabilidade do Centro Espírita Perdão e Caridade e do Centro Espírita Comunhão que nos brindarão com uma apresentação relacionada com a temática da mediunidade – fruto, uma vez mais, da participação no Curso de Capacitação em Leiria. Gostaríamos de reforçar que o Encontro Fraterno da UERL é dirigido a todos os trabalhadores e frequentadores dos Centros que, ao participar neste evento, contribuirão de forma activa no fortalecimento dos laços de união entre todos os Espíritas, independentemente, da casa Espírita que frequentam. O Estudo da Doutrina Espírita, já o afirmámos muitas vezes, será sempre uma das grandes apostas da FEC, já que esse estudo, sério e responsável, contribui para a melhoria da nossa vida, potenciando inúmeros valores e forças internas que nos tornarão capazes de enfrentar as situações mais complicadas fazendo, simultaneamente, as melhores escolhas. Por isso, renovamos, uma vez, mais, o convite para estarem presentes nas sessões de Estudo Doutrinário (4ª feiras) e para se inscreverem nas aulas de Estudos Espíritas (2ª feiras). Ambas as actividades recomeçarão nos dias 4 e 6 de Outubro, respectivamente. Como sabemos o conhecimento é um dos recursos mais valiosos que a Doutrina Espírita nos oferece, por isso, não deixe de se inscrever e de participar! O 6º Congresso Espírita Mundial, promovido pelo Conselho Espírita Internacional e com o apoio da Federação Espírita Espanhola, realizar-se-á de 10 a 12 de Outubro de 2010 no Centro de Eventos da Feira de Valência, em Espanha. O tema central será “Somos Espíritos Imortais”. As inscrições poderão ser efectuadas através do site e estão abertas a todos os interessados. Para mais informações consulte www.congressoespirita.com.br


Por: Sílvia Almeida

Teve início, no dia 4 de Outubro, um novo ano lectivo para as actividades do DIJ. Crianças e Jovens foram recebidos em ambiente de festa, neste reencontro depois das férias de Verão. Para tal, o DIJ preparou uma actividade especial, no âmbito da Campanha Plante uma Semente de Luz 2010-11, cujo lema para este ano lectivo, é: VIDA EM FAMÍLIA – PLANTE A SEMENTE DA PAZ! Entre abraços e sorrisos recebemos os nossos “meninos” e, no final, cada um levou consigo uma pasta colorida onde poderá guardar os trabalhos realizados ao longo do ano. Os mais pequenos levaram também balões com as formas de flores e animais. Tendo por base o mesmo lema comemorou-se, no dia 20 de Novembro mais um aniversário DIJ – o 24º. Desta forma, reunimos pais e filhos, em momentos de cooperação em família, dos quais resultou um produto criado em conjunto, que foi apresentado aos restantes participantes. Os objectivos foram: promover o companheirismo, o espírito de entre-ajuda e equipa e proporcionando momentos de cumplicidade e diversão em família. Foi também nosso propósito desafiar a criatividade e permitir a descoberta em conjunto dos talentos individuais que necessariamente se complementaram.


Por:IGina Ferreira

96-Pelas ruas da cidade correm as criaturas de estabelecimento em estabelecimento à procura de ofertas. De quando em quando param para apreciar as iluminações e ouvir as melodias alusivas à época, mas depressa voltam aos seus afazeres e quando olham para os sacos, repletos de presentes envoltos em belos papéis e enfeitados com belos laços, depois de fazerem pequenos cálculos mentais, exclamam: ainda bem que o Natal é só uma vez por ano. Mas no Lar Espírita, o Natal é permanente. Ao longo de 365 dias, passam pela Casa Espírita, muitas criaturas carentes de amor, de consolo, de conhecimento e de bens materiais. E a todas elas a Casa Espírita tem de socorrer, divulgando a Doutrina Espírita, para que novas Verdades se expandam, criando trabalhos de atendimento, onde aqueles que sofrem possam ser confortados. Diariamente, as suas portas abrem-se e, todos podem encontrar força para reerguerem-se, podem encontrar a esperança e a certeza, podem sentir o abraço energético dos Amigos do Mundo Espiritual Recursos espirituais existem e, efectuam-se com base na Fé, na disciplina, na oração e na vigilância permanente, recursos humanos também estão garantidos, são o grupo de voluntários que, conscientes das suas necessidades, doam o que de melhor existe nos seus corações a favor de todos, dando de graça o que de graça receberam, os recursos matérias são os que se conseguem com a sua participação. Ame esta Casa, que também o ama; colabore para que possamos ajudar todos aqueles que aqui vêm. Colabore para que possamos fazer o Natal durante 365 dias.


Por: Cláudia Lucas Conhecemos o Sr. Rogério a 26 de Fevereiro de 2008. Reformado, com 71 anos, residia sozinho há 6 anos, desde a morte da mãe. Tinha sido casado; tinha duas filhas e até já tinha netos, mas mantinham pouco contacto. Sabíamos que, por “dentro”, ele sofria com esse distanciamento. O corpo forte, enérgico, e extremamente bonito deu lugar à doença, à artrite reumatóide, a um AVC, etc. E o jovem destemido de outra época transformou-se num idoso, curvado, com mobilidade lenta e de aspecto envelhecido. Uma vez que a sua capacidade de locomoção era bastante reduzida já raramente saía à rua. Contava com a ajuda de um vizinho que lhe fazia as compras, tratava do pagamento das contas, etc. Começámos a visitá-lo semanalmente levando-lhe simultaneamente a nossa companhia e o apoio alimentar de que necessitava dada a baixa reforma. Quando começou a beneficiar do Serviço de Apoio Domiciliário da SCML pensámos que dispensaria as nossas visitas. Mas, passou-se exactamente o contrário. Por esta altura já tinha estabelecido connosco uma relação de confiança (aceitando a nossa colaboração na resolução de certos assuntos), esperando sempre a nossa visita. Com o tempo foi-se tornando mais “aberto”, mais à vontade, contando com gosto as histórias da sua vida. Sempre nos recebeu bem, embora não fosse homem de “abraços e beijinhos”. Exprimia o seu afecto por nós à sua maneira, de forma profundamente respeitosa, com um aperto de mão forte e seguro e até com um telefonema sempre que ficava algum tempo sem ver uma de nós e sempre que sabia que não estávamos muito bem de saúde (mesmo que se tratasse de uma simples constipação). Não era pessoa de exprimir os sentimentos, mas estes gestos falavam por si. Foi sempre absolutamente correcto connosco; nunca queria incomodar nem dar trabalho. Contou-nos as suas tropelias e aventuras enquanto jovem. De facto, a sua vida nem sempre foi um exemplo de correcção, a juventude trouxe determinados desaires. Mas não importava, o nosso dever enquanto voluntárias da AAA era dar o melhor de nós, dar sobretudo a Amizade, pura, sincera, dedicada, sem julgamentos nem juízos de valor. Era portador de uma memória e lucidez espantosas. Frágil era o corpo, não o Espírito. Pessoa decidida, senhor de si, personalidade forte que em jovem não permitia que ninguém o “pisasse”, conforme contava. Provavelmente, a doença que lhe fragilizou o corpo e lhe limitou os movimentos, encarregou-se também de lhe “amaciar” o feitio. Sabemos que, a seu favor, tem a coragem com que lidou com a sua situação, sobretudo nos últimos anos de vida. Além disso, sabemos que cuidou da mãe durante vários anos e que, agora, sozinho, nunca se revoltou, nunca se desesperou. Nunca lhe ouvimos uma palavra contra a vida, contra Deus, um lamento ou uma queixa. E isso impressionava-nos positivamente, era um exemplo. Nunca lhe ouvimos sequer uma palavra contra os entes queridos, embora nos relatasse algumas situações que o magoavam. Depois de nos conhecermos, voltou a montar a sua pequena árvore de Natal, colorida, luminosa, na época devida, dois anos seguidos. Talvez o tenha feito a nosso pedido ou porque também ele voltou a ter o conforto de não estar tão só e de voltar a sentir o Natal em sua casa. Enfim, criámos uma verdadeira relação de afecto que esperamos que, espiritualmente, também o tenha ajudado. Para nós, foi sempre um prazer visitá-lo. No dia 25 de Agosto de 2010, após 2 anos e meio de visitas semanais, o Sr. Rogério desencarnou na sua residência, antes de o levarmos ao hospital (tal como tinha ficado combinado na véspera).


Histórias do Rolinha

O Mundo Mágico dos Animais “Deus não dá só uma oportunidade às Suas criaturas” Recordações do Rolinha Todos os meninos se orgulhavam de ter numa gaiola um grilo ou um passarinho. Ainda não era o “Rolinha”, pois esta alcunha veio mais tarde, mas já gostava de passarinhos tal como todas as crianças. É um fascínio que nunca compreendeu, pois hoje, com 63 anos, continua a ser seduzido por ele, embora com um sentimento diferente, não o de posse e poder de então, mas o de protecção dos animais, mas sempre com a dúvida de que estes sejam mais felizes protegidos e presos, ou livres e sujeitos a todo o tipo de predadores e caçadores, sobretudo os humanos. Esse fascínio levou-o a pedir ao tio António um pintassilgo, ave comum no nosso país e que pela beleza da plumagem e do canto, se torna apetecível aprisionar. Depois de muito procurar, o tio António descobriu um ninho dessas lindas aves, lá bem no alto e de difícil acesso. Foram acompanhadas todas as fases evolutivas dos ovos, desde a postura até ao choco e ao eclodir dos filhotes, sem dar a perceber aos pais o risco que corriam de perder a ninhada pois eles rejeitariam os ovos e abandonariam o ninho. Nascidos os novos pintassilgos passaram a ser vigiados até estarem quase prontos para abandonar o ninho, já com boa


plumagem e asas fortes que lhes permitissem o voo e a procura de subsistência na companhia dos progenitores. O tio António preparou a gaiola, subiu à nogueira e meteu o ninho dentro da mesma, mas suerpresa das surpresas, só conseguiu apanhar um pintassilgo, já que os outros ao vê-lo aproximar-se, saltaram do ninho e voaram para as árvores mais próximas. Era o mais pequeno e mais frágil, por isso, não voou. O tio António trouxe-o para oferecer ao sobrinho, dentro da gaiola e com o ninho feito de palhinhas para se poder aquecer. Uma latinha de conserva vazia, foi cheia de alpista e outra igual com água, seriam o suporte alimentar do pintassilgo. Passados dois dias, a ave nada tinha comido nem bebido, pois não aprendera a comer sozinha já que se alimentava de comida regurgitada pelos pais. O sobrinho chorava porque o passarinho ia morrer e o tio, em vão, tentava com todo esforço, empurrar a alpista pelo bico da ave, mas sem resultado. Resolveu então o tio António levar a gaiola com o pintassilgo e pendurá-la num ramo da nogueira, onde inicialmente foi construído o ninho e ficou de vigília para ver se os pais iriam alimentar o filhote. O pequerrucho piou, piou e os pais apareceram, reconhecendo o piar da cria. O tio António ficou feliz, foi para casa e disse ao sobrinho que esperasse mais uns dias até que o pintassilgo comesse sozinho e então iria trazer-lho já bonito e a cantar. Foram dias de angústia, ansiedade e expectativa até que o tio e sobrinho resolveram ir buscar a gaiola com a ave. O tio António subiu à nogueira e ao ver a gaiola ficou petrificado, o pintassilgo estava morto. Como era possível? Animou o sobrinho, dizendo-lhe que morrera de fome e que no ano seguinte apanharia outro. O sobrinho chorou, chorou de desgosto, com pena do passarinho, mas sobretudo porque não podia mostrar aos outros meninos o seu troféu. Mais tarde o tio soube que ao retirar a ave do seu ambiente e ao devolvê-la ao convívio dos pais, passado algum tempo estes activarão o instinto de percepção de que a cria não tinha condições de sobrevivência por estar presa e não os acompanhar. Não se sabe se procuraram um insecto venenoso ou se eles próprios criaram o veneno necessário para dar à cria e praticar a eutanásia na mesma. Na Natureza, tudo o que acontece tem permissão de Deus e visa a evolução dos seus seres, ao contrário do que acontece na condição humana, onde a inteligência, a razão e o livre arbítrio interferem nos desígnios do Criador e praticam conscientemente e sem necessidade de sobrevivência o aborto, o homicídio e o suicídio até mesmo na forma de eutanásia. Hoje Rolinha é feliz, os passarinhos têm confiança nele, fazem os ninhos à altura da sua cabeça, ele utiliza a gaiola para proteger as ninhadas dos lagartos, das cobras e das ratazanas e depois deixa-os partir. Agradecidos eles voltam todos os anos, com os seus cantos alegres e cheios de segurança fazem os ninhos, não no alto das árvores, mas à altura dos seus olhos. JOTA TÊ


Livros

Livros

espiritodolivro.com

DVD Pinga-Fogo com Chico Xavier Título: Pinga-Fogo com Chico Xavier (Caixa com 2 DVDs) Título Original: Pinga-Fogo com Chico Xavier Ano de Produção: 1971/ Duração: 497 minutos Este pack especial com 2 DVDs resgata os históricos programas Pinga-Fogo com Chico Xavier, um verdadeiro marco do jornalismo no Brasil, e traz mais de duas horas de extras, entre depoimentos, documentários e especiais. Nas noites de 28 de julho e 21 de dezembro de 1971, a TV Tupi Canal 4 de São Paulo apresentou, em seu programa jornalístico Pinga-Fogo, o médium espírita Chico Xavier, respondendo perguntas dos jornalistas.

O Novo Testamento

www.fec.pt

Novo Testamento, Haroldo Dutra Dias Conselho Espírita Internacional

Pela primeira vez, surge um projeto de tradução do Novo Testamento, diretamente dos manuscritos gregos, com foco na linguagem, mas sem menosprezar as questões culturais, históricas e teológicas. A Libertação Pensando e integralmente executado em língua portuguesa, o projeto se distingue pela riqueza de suas notas. Expressões idiomáticas, palavras enigmáticas, tradições religiosas, questões culturais e históricas, arqueologia, crítica textual são abordadas de forma direta e sucinta favorecendo o entendimento do texto. O objetivo da obra é transportar o leitor ao cenário no qual Jesus viveu, agiu e ensinou, a fim de que escute suas palavras seus ensinamentos como se fosse um morador daquela região. Ouvir a voz do Mestre Galileu em toda a sua originalidade, vigor, riqueza cultural, para compartilhar com ele a pureza genuína dos sentimentos espirituais superiores.


A Sinfonia do Amor Título: A Sinfonia do Amor Orquestração e Direção: Plínio Oliveira Ano de Produção: 2010 / Duração: 90 minutos A Sinfonia do Amor homenagem aos 100 anos de Chico Xavier Obra Musical de Plínio Oliveira. A Obra:1. Abertura;2. O Arco-Íris;3. Maria João deDeus;4. Parnaso;5. Emmanuel;6. A Falena;7. Nosso Lar; 8. Amor Puro;9. Deixa o Barco Correr; 10. O Paraíso;11. As Rosas Falam; 12. Um Cisco.

Chico Xavier, o Obreiro do Senhor e Castro Alves o Ap.Liberdade Autor(a):MARTA ANTUNES DE MOURA Editora: FEB Género: Científico Formato: 14 x 21 Páginas: 440 Há Espíritos de transcendem a época e o meio em que renasceram. Independentemente das condições de vida e dos desafios existenciais a que foram submetidos, jamais se desviam dos princípios superiores que lhes norteiam a jornada evolutiva, revelando-se fortes na adversidade e humildes no recebimento dos louros e aplausos. Este livro fala-nos do trabalho literário de dois valorosos Espíritos, inesquecíveis personalidades da história brasileira: um, Francisco Cândido Xavier, descortina o mundo espiritual e demonstra que a vida continua pujante em outra dimensão. Por meio de sua abençoada mediunidade, de irrestrita fidelidade a Jesus e a Kardec, transforma-se em Obreiro do Senhor, exemplo vivo de sabedoria e moralidade. O outro, António Frederico de Castro Alves, merecidamente cognominado Apóstolo da Liberdade, é o bardo do Brasil, a nossa ave condoreira que, por onde plaina, marca a sua presença de ardoroso defensor da liberdade humana.


A Libertação  

Boletim informativo da Fec

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