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Escola Bรกsica 1ยบ Ciclo do Tovim

PIEC Projeto Inventar, Escrever e Criar

Ano Letivo 2011/2012


Aos meus Alunos...

... que aceitaram o desafio de participarem neste projeto, manifesto a minha gratidão pelo esforço, empenho e criatividade que revelaram ao longo das tarefas. No próximo ano poderemos dar continuidade a este projeto, fazendo uma nova viagem, sonhando e criando novos textos e muitas outras histórias. Porque escrever é sonhar, é inventar e recriar novos mundos, então aceitem a vossa imaginação e caminhem sem medo e fazendo cada vez mais e melhor! Professora Carmen Cruz


My English Biography

Afonso Martins My name is Afonso. I´m 9 years old. I live in Coimbra. My eyes are brown. My hair is brown. My favourite colour is blue.

Álvaro Monteiro My name is Álvaro. I´m 9 years old. I live in Coimbra. My eyes are brown. My hair is brown. My favourite colour is green.

Ana Assis My name is Ana. I´m 8 years old. I live in Coimbra . My eyes are brown. My hair is black. My favourite colour is blue.


Ana Beatriz Santos My name is Ana. I´m 10 years old. I live in Coimbra. My eyes are brown. My hair is brown. My favourite colour is blue.

Ana Sofia Cardoso My name is Ana. I´m 9 years old. I live in Coimbra. My eyes are brown. My hair is brown. My favourite colour is red.

Beatriz Simões My name is Beatriz. I´m 8 years old. I live in S. Martinho do Bispo. My eyes are brown. My hair is brown. My favourite colour is purple.


Bruno Loureiro My name is Bruno. I´m 10 years old. I live in Coimbra. My eyes are brown. My hair is brown. My favourite colour is red.

Eduardo Soares My name is Eduardo. I´m 9 years old. I live in Coimbra. My eyes are brown. My hair is brown. My favourite colour is blue.

Inês Silva My name is Inês. I´m 9 years old. I live in Coimbra. My eyes are brown. My hair is brown. My favourite colour is green.


João Santos My name is João. I´m 8 years old. I live in Coimbra. My eyes are brown. My hair is brown. My favourite colour is red.

Maria Inês Pichel My name is Maria. I´m 8 years old. I live in Cantanhede. My eyes are brown. My hair is brown. My favourite colour is purple.

Maria Mulaza My name is Maria. I´m 8 years old. I live in Coimbra. My eyes are black. My hair is black. My favourite colour is pink.

Rodrigo Cruz My name is Rodrigo. I´m 8 years old. I live in Casal do Lobo. My eyes are brown. My hair is brown. My favourite colour is red.


Ruben Soares My name is Ruben. I´m 11 years old. I live in Coimbra. My eyes are brown. My hair is brown. My favourite colour is red.

Sofia Antunes My name is Sofia. I´m 9 years old. I live in Coimbra. My eyes are brown. My hair is brown. My favourite colour is purple.

Tiago Medina My name is Tiago. I´m 8 years old. I live in Coimbra. My eyes are blue. My hair is brown. My favourite colour is red.


ESCOLA BรSICA 1ยบ CICLO DO TOVIM

AFONSO CERCA 4ยบ ANO

Ano Letivo 2011/2012


Eu chamo-me Afonso Cerca Martins, tenho 9 anos. Moro em Coimbra, na rua Fernando Namora. Sou filho de Maria Manuela Caldeira Proença e Cerca e de António Eugénio Alves Martins. Nasci em 2002, no dia 17, no Porto. Tenho cabelo castanho claro e os olhos também. Sou magro e pequeno. Sou lindo, querido e fofo. Tenho um aspecto franzino. Estudo e aprendo na escola do Tovim e o meu melhor amigo é o Álvaro. Gosto muito de trabalhar no computador. Ando no 4º ano do 1º ciclo. Gosto muito dos professores e funcionários. A minha fruta favorita é a cereja e gosto muito de lasanha. Às vezes sou teimoso, mas gosto de mim assim mesmo.


A entrevista à bruxa No dia das bruxas, eu vi na televisão, uma entrevista a uma bruxa no Zig Zag. A primeira pergunta foi: Porque veio a esta entrevista? -Porque é dia das bruxas e eu sou uma! E mais, porque vocês me convidaram. -Muito bem, esta era para testar. Vamos à segunda pergunta: - Porque é que o seu amigo fantasma não veio? -Porque ainda se está a vestir, para assustar. -Ah, ah, ah, que engraçado! Vamos à última pergunta. - Porque é que no Club Pinguim escolheu o filme: “ Noite de trenó zombie”? -Porque achei assustador, para o dia das bruxas. -Mas eu acho que é demasiado assustador para todos os pinguins. -Para mim não............................ porque sou uma bruxa!


A escola dos meus sonhos A escola dos meus sonhos é onde eu sou popular e podemos fazer jogos e ver filmes. Nesta escola, são todos amigos e não há violência nem traição. A escola chama-se: Escola dos Bonitos. A escola é muito bonita e alegre. As aulas são calmas e não há problemas. A escola também tem uma cantina. A comida é deliciosa, e a sobremesa, se estiver calor é gelado, se estiver frio é fruta da época ou gelatina. A escola é parecida com a do Tovim, mas o Tovim tem uma professora melhor, a professora Carmen.


Era uma vez uma planta com três folhinhas, que vivia num jardim colorido. Ela vivia triste e tinha ciúmes das outras plantas com flores. Um dia, quando houve uma tempestade, choveu muito e houve muito vento, mas era preciso para a planta se desenvolver. Ela estava finalmente contentíssima! Desabrocharam as suas primeiras flores. Certo dia, a mãe disse-lhe que ela era uma rosa. Num outro dia, ela encontrou uma outra flor: -Olá – disse a rosa. - Olá, és uma rosa, certo? – disse a outra flor. - Sim, sou uma rosa, e tu és uma margarida. Prazer em conhecerte – disse a rosa. Vendo a margarida tão viçosa perguntou: - Já nasceste há muito tempo? - Sim, eu vi-te nascer agora. Estás a gostar do mundo? -Sim, e parece que podemos ser amigas. -Claro! – diz a margarida Entretanto, ouvindo o jardineiro, a mãe roseira avisa: - Preparem-se para o banho! Vão ficar mais frescas e apetitosas. E assim, o botão de rosa e a margarida tomaram o seu primeiro banho juntas.


Amigo precisa-se

Olá, eu preciso de um amigo chamado Eduardo Henrique Soares. Ele é fixe, e é por isso, que quero ser amigo dele. Vou colocar este anúncio, no correio da Escola do Tovim em Coimbra. Destinatário: Eduardo Henrique Soares Ligue-me para sermos amigos.


Um dia decidi ir de férias num cruzeiro. Três semanas de férias! Fomos pelo Oceano Atlântico. Foi muito agradável, apesar de eu ir vomitando, mas bebi muita água e comecei a sentir-me bem. Foi divertido, tivemos muitas atividades até chegar à terra. Chegámos a uma ilha desconhecida, onde havia habitantes, por isso, achei que era os Açores e todos concordaram. Continuámos a viagem. Íamos andando... Passado uns dias, chegámos à Índia para os capitães descansarem. No regresso, baixámos as velas do barco porque ia haver uma tempestade. Remámos, remámos e não naufragámos.... agora aqui estamos....em terra! Ah, que pena! Foi um sonho! Não passou de um sonho!


O meu animal preferido O meu animal preferido é uma cadela muito querida que gostava muito de mim. Chamava-se Tchufa. Era branca, com manchas negras. Era pequena e magra como eu. Quando eu ia ter com ela, sorria e vinha logo ter comigo. Só que um dia a Tchufa desapareceu. Tentei chamá-la, mas não valeu a pena. Nunca mais voltei a vê-la.


Chama-se Rodrigo, tem 9 anos e nasceu em 2003, no dia 26 de Maio. É filho de Dite e de Beto. Anda no 3º ano. Tem cabelos castanhos e os olhos também. É magro, forte, giro e alto. Mede 1,49m e gosta de jogar futebol. A sua fruta preferida é o coco e a comida favorita é frango. Porta-se mais ou menos bem, pois bate um pouco nas pessoas.


Uma página do livro que eu sou… Há oito anos atrás nasci e os meus pais chamaram-me Afonso. Nasci em 17 de Outubro de 2002, às 16 horas, na Maternidade Júlio Dinis, no Porto. Os meus olhos eram cinzentos, a minha altura era 50 cm e o peso era 2,990 kg. O meu médico foi desde esse dia, o meu amigo, Filipe Almeida. Dormi sempre muito bem e por isso deixava descansar os meus pais. Rapidamente percebi que tinha um irmão e gostei logo dele. Apesar de ter só oito anos, a minha vida já deu algumas voltas. Vim do Porto para a Guarda, onde fui muito acarinhado pelos meus avós, pais e primos. Em Agudela, passei uns anos de férias. Depois vim recambiado para a Guarda, para me inscrever no infantário. Passado uns anos vim para Coimbra onde também tenho tios. Sou muito feliz! Estas são algumas páginas do meu livro de vida!


A minha mãe tem 51 anos e chama-se Maria Manuela. Nasceu em 1960, no dia 4 de Setembro. Usa óculos e não é nada velha. Tem olhos e cabelos castanhos claros. É magra e tem uma altura média. É querida, fofa e muito linda.


Quando eu nasci, eu vi que tinha um irmão e era meu gémeo. Deram-lhe o nome de Jaime. Tinha olhos verdes e o cabelo era da cor do meu. Era meio gordo e era um pouco mais forte do que eu. Hoje a altura é de 1,27 metros. Era um miúdo bom e amável, gostava de mim e brincava comigo muitas vezes. A sua comida preferida era pescada e a fruta era maçãs. Ele também gostava de si mesmo.


O rato vadio e o gato abandonado

Era uma vez um gato maltês, tocava piano e falava francês. Era muito feliz! Um dia os donos tiveram que se mudar para um prédio, onde era proibido entrar animais e portanto, decidiram abandoná-lo na floresta. Entretanto este encontrou um rato, mas em vez de o caçar, pediu ajuda, pois sentia-se só, muito triste e abandonado. O rato que estava habituado à floresta e a temer gatos, achava que era um acontecimento estranho e levou-o para casa. Quando o gato chegou, viu um montão de ratos e pensou que poderia lá ficar a viver com os ratos e, desde esse dia, nunca mais comeu ratos.


Era uma vez um senhor chamado ´´ Jeo Jones `` que adorava aventuras. Uma vez, foi à procura de um tesouro perdido na América do Sul. Ele era professor e levava um chapéu, uma pistola e um chicote nas suas aventuras cheias de perigo. Tinha quatro amigos, mas fugiram quase todos, menos um, por causa dos perigos. Ele entrou numa gruta, com perigos estranhos e esqueletos assustadores. Mas encontrou um grande tesouro. Tirou-o de onde estava e pôs lá um saco com um pouco de areia. Depois começou tudo a tremer e a desmoronar. Começaram a correr e chegaram à saída onde estava um homem para roubar o tesouro, e o Joe fez-lhe a vontade. Cheio de medo entregou o achado, mas conseguiu escapar. Por fim, voltou para a escola da sua terra para ensinar o que aprendeu nesta aventura.


Se eu fosse um caderno e se um menino me comprasse, eu seria grosso e muito grande. Eu não gostava que me pusessem ou colassem autocolantes. Eu seria um caderno de casa e merecia ser bem tratado com carinho e amor. Eu gostava de ser um caderno de caligrafia. Eu explico o porquê: Porque as minhas páginas têm linhas que parecem estradas, que guiam os meninos, com letra feia ao caminho da letra bonita. Os cadernos de duas linhas são pequenos, normalmente, mas eu gostava de ser um caderno grosso, que é fantástico e muito mais apreciado. Gostava de ser de papel reciclado, porque assim gasto menos árvores e não faço mal ao ambiente.


Se eu fosse um mágico… Se eu fosse um mágico, eu fazia magia em casa, para parar o tempo e chegar mais cedo à escola. Assim com magia eu não teria de fazer os trabalhos de casa, porque a minha mão faria isso com a minha magia, e assim eu seria famoso em todo este Portugal, principalmente em Coimbra. Agora se fosse mágico, não podia ir para uma escola normal, teria que ir para uma escola de magia em Londres, mas só se tivesse dinheiro. Não ia mesmo para a cidade, mas para uma aldeia, onde existe essa tal escola de magia. Mas em Londres, ainda teria de comprar os livros e outros materiais. Os feitiços que aprenderia se fosse um mágico, eram ingleses. O meu desejo é mesmo este e é mesmo o que eu queria fazer!...


AFONSO O melhor guarda da cidade

Se eu fosse um polícia… Se eu fosse um polícia, ia à escola do Tovim assinar umas coisas para os quadros interativos e para a internet. Depois ia para a rotunda do Dr. Fernando Namora para ver se estava tudo a correr bem e a seguir ia à prisão, para ver se algum ladrão tinha escapado. Após ter cumprido o meu trabalho, ia para casa dormir uma soneca até receber um telefonema. Se não recebesse nenhum, ia para a esquadra para ver se nada tinha acontecido... nada de mau... mas infelizmente… - Fugiu um ladrão! Ia logo para a minha moto persegui-lo e conseguia apanhá-lo! Fiquei desta vez bem satisfeito e até ganhei uma medalha de “o melhor guarda da cidade”.


Guarda é fria Fria é essa cidade Cidade nova de Coimbra Coimbra é onde eu vivo Vivo num prédio Prédio onde vivem tios Tios dão-me alegria Alegria para eu viver Viver para sonhar Sonhar para aprender Aprender na escola Escola chamada Tovim Tovim é uma escola bonita Bonita é a professora Professora ensina-nos Ensina-nos para deixarmos a infância.


ESCOLA BรSICA 1ยบ CICLO DO TOVIM

ANA MARGARIDA ASSIS 3ยบ ANO

Ano Letivo 2011/2012


Olá! Eu chamo-me Ana Margarida Fernandes Assis. Tenho oito anos. Nasci a 7 de Julho de 2003. Sou filha de António Luís Gomes Assis e de Conceição Clotilde Fernandes Pereira Assis. Sou baixa, tenho olhos castanhos-escuros, cabelo castanho e sou magra. Tenho uma voz fina. Gosto de correr e de aprender na escola. Adoro dançar e fazer composições.


Hoje vai haver uma entrevista a uma bruxa! -Olá, senhora bruxa! Sabe que hoje vai ser entrevistada? -Sei! A entrevista pode começar. -Como se está a sentir por estar pela primeira vez na TV? -Bem, estou contente mas um bocadinho nervosa. -Gosta da sua vida como bruxa? -Adoro a vida de bruxa na questão de ser difícil... apesar de também ter experiência. -Então é difícil, mas gosta dela? -Sim, é difícil mas ao mesmo tempo é divertida e gosto. -Porque é que escolheu ser bruxa? -Eu decidi ser bruxa, porque pensei ter uma casa só para mim....ter um sítio de magia, fantasia, de diversão e espetáculo!


Num belo dia de sol, uma flor que estava sozinha num jardim disse: -Que dia tão lindo! O sol está brilhante... A flor estava animada. Foi dar um passeio e viu uma planta sozinha. E falou-lhe: -Então porque não vais dar um passeio? A planta aproximou-se e disse com tristeza: -Eu não posso, gostava muito de ir contigo... -Mas eu posso ajudar-te! - Disse a flor. -Como? – Pergunta a planta sem perceber nada. -É fácil! É só saíres daí e vires comigo e aproveitares este dia fabuloso. - Mas e se o meu dono me apanha?- Perguntou a planta com medo. -Não tenhas medo vai correr tudo bem... - Respondeu a flor confiante. A planta continuava com medo, mas depois viu o dono a sair e disse: -Agora já não tenho tanto medo...vou contigo! A flor e a planta lá foram pelo jardim...saltaram, correram e conversaram sobre a sua liberdade. Abraçaram-se fortemente e a partir daí tornaram-se grandes amigas.


Era uma vez uma borracha, que estava em cima da mesa da Beatriz. Estava tudo em silêncio até que o lápis disse: - Estão, estás sozinho em cima de mim, estás com cara de caso! E disse a seguir a borracha: - Então, estou normal! Só sou usada quando a Beatriz faz um erro ou se a professora me pedir! - Respondeu a borracha sozinha e desanimada. - Olha, eu estou cansado de escrever! Tens sorte e ainda te queixas! – Indagou o lápis. - Mas tens de compreender que foste comprado para isso! – Respondeu a borracha. -Olha, trabalha tu! Estás ai especada! – Reclamou o lápis já cansado. - Podes-te calar um bocado, já me estás a irritar! - Pediu a borracha. A professora pediu silêncio e alguns segundos depois a borracha disse: - Estás chateado? Não fiques, eu só te pedi para fazeres silêncio para ouvir a professora! – Retorquiu a borracha. -Disseste de uma maneira agressiva e eu fiquei ofendido com as palavras que disseste! – Indagou o lápis. - Pronto, não te queria ofender! Desculpa pela minha má educação e falta de respeito.


Olá! Eu gostava de ser um caderno da escola. Iria ser feliz? Se eu fosse um caderno da escola gostava de ser bem cuidado e respeitado. Gostava de ter uma pessoa que fosse bem comportada, que não batesse comigo na mesa, que não me deitasse ao chão e que me enfeitasse. Será que ser um caderno da escola é fácil ou difícil? Podia ser difícil, pois ia estar muito tempo na mochila. Podia ser fácil, se eu fosse como agora sou... Este é o meu sonho e será que se pode realizar?


Sou um livro de histórias. Falo de muitos animais bonitos, com cores brilhantes, com castelos muito antigos e feitos de pedra, com heróis que salvam o mundo, com meninas comidas por monstros verdes e feios. Eu sou bem tratado e sou útil para fazer os meninos rirem. Estou na biblioteca da escola há muitos anos e vivo bem e feliz. Tenho uma capa azul, umas imagens muito giras, com cores vivas e toda a gente gosta de mim. Há um menino muito mau que anda a rasgar os livros da biblioteca. Já rasgou o meu irmão e o meu primo, mas a mim não me toca, porque a menina Mariana, que me lê todos os dias, não deixa que o menino mau, que se chama Pedro, me rasgue! Gosto muito de ser um livro, pois já conheci muitos meninos e meninas, e alguns já são pais ou avós! Gosto muito de mim!...


Eu sempre tive um sonho que era saber, como viver noutros planetas. Para mim, os outros planetas eram um mistério que eu gostava de desvendar. O primeiro planeta que eu gostava de conhecer era Marte. É um dos planetas onde eu sonho ir. Gostava de ir a Marte de nave e ver o espaço. Como será Marte? Será como o planeta Terra? Terá as coisas que eu penso que tem e poderei realizar os meus sonhos? Um dia quando estava no meu quarto pronta para me deitar, pus-me a ler um livro sobre planetas e adormeci e tive um sonho. Nesse sonho, fiz uma viagem a Marte e quando lá cheguei, percebi que não existiam seres vivos, flores, árvores, animais e casas… Era tudo muito vazio e sombrio! De repente acordei e percebi que era tudo um sonho... mesmo a vontade de um dia, poder realmente ir a Marte . Será igual ou diferente daquilo com que eu sonhei? Não sei, mas um dia vou descobrir.


Sou um gigante e tenho medo do vento. Hoje à noite não vou sair à rua, porque está vento e eu tenho medo. Um dia o vento veio bater à porta. -Porque não vais dar um passeio?- Disse o vento preocupado. -Eu tenho medo de ti, não vou! – Respondi-lhe a tremer... -Não tenhas, eu sou só o vento que faz barulho e frio- Disse o vento. -Eu prefiro não arriscar, é melhor para ti e para mim. -Mas porque tens tanto medo de mim? Que mal é que eu te fiz? – Disse o vento triste. -Não me sinto confortável a andar pela rua sabendo que estás por perto! - Disse o gigante. -Ok. Mas fica sabendo que gostava que fosses meu amigo e que pudesse confiar em ti... -Oh, vento! Amanhã se vieres ter comigo, eu prometo que saio de casa e vou dar um passeio contigo! - Respondi-lhe. -Então está bem, fica combinado e espero que cumpras a tua palavra. Até amanhã! Dorme bem!


Eu tenho uma cadela que se chama Lili. Ela tem um ano de idade e é bemeducada. É preta e tem olhos castanhos, que brilham como o sol. Gosta de roer ossos e de brincar com a sua corda. Ela é magra e tem muito pêlo. Não gosta de água nem de tomar banho.


Venho ao Tovim Tovim é lindo Lindo é o jardim Jardim com flores Flores amarelas Amarelas são as margaridas Margaridas estão no jardim Jardim com rosas Rosas vermelhas Vermelhas com a pintura dos olhos Olhos brilham como o sol Sol é amarelo como o dia Dia de natal Natal é alegria Alegria na neve Neve é fria.


Estava um barco a navegar, até que embateu num pedregulho e se partiu ao meio. O barco encheu-se de água e afundou-se. Poucos marinheiros sobreviveram. Estes nadaram até uma ilha deserta com muitas árvores de fruta exótica: azul, verde, enfim de milhares de cores e feitios. O capitão olhou para aquela paisagem e disse-nos: -Toca a colher frutos para comermos e materiais para fazermos uma cabana para podermos ficar! Os marinheiros começaram a correr para dentro do imenso matagal escuro e misterioso. Quando ao final do dia já tínhamos construído tudo, no meio de dois coqueiros gigantes, um marinheiro reparou apavorado numa cara branca e balbuciou: -Antes! Antes! Antes! Ficámos a pensar que estava doido, mas quando nos aproximámos é que percebemos... -Gigante! Gigante! Gigante!-Gritámos todos. Começámos a correr como formigas doidas quando vimos a tal criatura feiosa, grande e mal cheirosa. Ficámos quietos, para que não visse que estávamos ali. Ainda comeu alguns marinheiros, os outros foram salvos por um barco que passou!


Era uma vez, um rato e um gato que se conheceram nas ruas. O rato era muito esperto, estava habituado a andar nas ruas sozinho e a afastar-se dos perigos. O gato era o oposto do rato. Era um gato de casa, tinha sempre o que queria e não estava habituado a andar sozinho. Um dia, o gato como não sabia andar na rua ia tendo um acidente. O rato, nesse mesmo momento, ia a passar na rua e reparou que o gato ia a passar mesmo à frente de um carro. Ao reparar que ele ia ser atropelado, gritou: -Cuidado! Olha o carro… O gato apercebeu-se do perigo e conseguiu fugir do carro. O rato aproximou-se dele e disse-lhe: -Tens de ter mais cuidado ao andar na rua porque há sempre muitos perigos. Ao que o gato respondeu: -Obrigada, sabes, estive sempre dentro de casa. Era raro vir à rua. Agora, de repente os meus donos abandonaram-me. O rato viu a imensa tristeza que ia no olhar no gato e, de repente, disse-lhe: -Queres vir comigo? Se quiseres podemos ser amigos e eu ajudo-te sempre que precisares... e tu a mim. O gato respondeu: -Claro que sim! E assim foram embora os dois juntos pelas ruas da cidade. Apesar de tudo, nasceu uma bonita amizade. Tornaram-se bons amigos.


Era uma vez uma rapariga que não tinha família. Ela não tinha dinheiro para comprar comida, então, decidiu encontrar um tesouro para ganhar dinheiro. Entrou num barco e sem se aperceber, o barco começou a andar, até que foram parar a uma ilha. Nessa ilha encontrou uma caixa com um tesouro. Pegou nele e voltou para a sua terra. Quando lá chegou, vendeu o tesouro e ficou com muito dinheiro. Teve dinheiro para comprar comida, para criar uma família e tornou-se famosa.


A minha companheira preferida é a Maria Inês. Ela tem 8 anos. Tem o cabelo castanho claro, olhos castanhos e tem uma voz fina. Ela gosta de dançar, cantar, correr, brincar e fazer composições. Também gosta de usar lenços, botas, leggins, pulseiras e boinas. O verniz preferido dela é azul-claro e rosa. Ela gosta de colares e às vezes usa anéis. O comportamento dela é correto. Mora em Cantanhede/Coimbra. A mãe dela chama-se Sandra e o pai António.


Olá, eu gostava de ser mágica, como aquelas que vejo na televisão! Mas eu não sei fazer aqueles truques que são difíceis (não é difícil nem fácil é uma questão de experiência e aprendizagem). Ainda por cima, tenho vergonha de entrar na TV. O meu irmão diz que eu nunca vou ter capacidade para ser mágica. Mas é esse o meu sonho desde pequena: “ser mágica”. E eu tenho de enfrentar o que é difícil! Se eu fosse uma mágica iria ter imaginação, fantasia e alegria. Adorava ser mágica!


ESCOLA BรSICA 1ยบ CICLO DO TOVIM

ANA BEATRIZ SANTOS 3ยบ ANO

Ano Letivo 2011/2012


A minha companheira preferida é a Margarida. Ela é baixa, tem olhos castanhos-claros, é magra e tem o cabelo castanho-claro. Nasceu no dia 7 de Junho de 2003. Ela gosta de fazer composições, dançar, cantar e correr. As cores preferidas da Ana Margarida são o azul, o verde-claro e o verde-escuro. A rua da Ana Margarida é a rua Poço de Água. O nome da mãe é Conceição e o nome do pai é António. O desporto preferido da Ana Margarida é fazer exercício, correr, saltar à corda e também ouvir música. O estilo da Ana Margarida é usar bandolete e botas. As botas são pretas com salto. Também usa leggins e portase muito bem nas aulas.


A pessoa que é mais próxima de mim é a minha mãe e ela chama-se Pureza e tem 35 anos. Ela tem o cabelo e os olhos castanhos. Às vezes castiga-me e bate-me com a colher de pau, mas também me trata muito, mas muito bem!


ESCOLA BÁSICA 1º CICLO DO TOVIM

BEATRIZ SIMÕES 3º ANO

Ano Letivo 2011/2012


Eu chamo-me Beatriz e tenho 8 anos. O meu pai chama-se Paulo Fernando Fabião e a minha mãe chama-se Ângela Maria Simões. Vivo em São Martinho do Bispo e a minha morada é Quinta das Relvas. Sou portuguesa e nasci no dia 22 de outubro de 2003. Tenho olhos castanhos-claros, cabelos castanhos e louros, a minha pele é morena. Sou magra e alta. Gosto de ler e de matemática. Gosto de comer massa com bife, sopa passada e batatas fritas com sal. Gosto de coca e de fanta, são as minhas bebidas preferidas. A minha fruta preferida é a manga.


No dia 30 de Março, duas meninas nasceram no hospital. Eram duas meninas bebés. A mãe chamava-se Rosa e o pai Fernando. O pai e a mãe chamaram a uma das meninas Alice e a outra Alícia. O tempo foi passando e a Alice estava no 5º ano, como a sua irmã. Já tinham 10 anos. O tempo que passou foi tanto, que elas já estavam no 10º ano. Finalmente chegaram à Universidade. Mas a Alice coitada chumbou e teve de fazer outra vez o 12º ano. A irmã já estava com a carta de condução. A Alice, triste, zangada, e com vergonha disse à mãe: - Mãe, eu também quero ter a carta de condução. A mãe disse: - Querida, desculpa mas não podes! Ainda és muito nova. - Oh, bolas! Então plano B! Vou roubar a carta de condução à minha irmã – diz a Alice. Mas de repente, viu uma sombra e era a sua irmã: - O que estás aqui a fazer? O que tens na tua mão? - Nada - diz a Alice. Quando a Alicia viu que ela tinha a carta de condução, ralhou tanto que até a mãe e o pai foram ver o que se passava. Os pais ficaram aborrecidos e começaram logo a ralhar. Por fim, calaramse. Então a Alice disse: - Plano C!... O Plano C era tirar a carta de condução. A Alice teve sorte, calhou tão bem, que parecia de verdade. Ela foi à sala onde estava toda a gente: - Pai, mãe, irmã já tenho a carta de condução! A Mãe disse: - Alice, roubaste a carta de condução, outra vez? - Não, mãe! Não roubei! - Ah! A nossa filha mais nova está a crescer.


Há muito, muito tempo, uma flor de todas as cores do arco-íris começou a nascer. Entretanto, começou a crescer. Quando as flores iam passando por ali, diziam: - A flor dos parabéns é a mãe da flor do arco-íris. A flor dos parabéns protegia a flor das cores do arco-íris e todos os dias a flor do arco-íris ia crescendo. Mas de repente, ouviu um barulho esquisito debaixo da terra. Começou a nascer uma planta de cor amarela, rosa, cor de laranja, lilás, verde e azul. Quando a planta abriu os olhos pela primeira vez, viu a flor das cores do arco-íris. A flor do arco-íris disse-lhe: - Olá, eu sou a flor das cores do arco-íris! Mas a planta só olhou para as folhas verdes. A mãe olhou para a planta e disse: - Ah, descobri o que ela quer, a folha verde! Mas espera, a flor do arco-íris adora a cor verde. A planta ao olhar para a folha verde, disse: - Olá! Olha, posso tirar essa folha verde? - Ah… não! – Respondeu a outra. - O quê? Mas disseram-me que eras simpática! E a mãe disse: - Nem penses em tirar a folha verde. A planta começou a arrancar as suas belas folhas. A mãe andou a fugir com a sua flor. Por fim, depois de tanto andar, a raiz partiu-se. Sem querer, as duas folhas da planta caíram em cima da mãe e da filha. Nisto, a filha teve uma ideia: - Vou ficar com ela para sempre, para me lembrar. Por sorte, a folha verde caiu em cima da flor do arco-íris.


Um animal com o qual partilho brincadeiras O meu animal preferido é o Golfo, que é o meu gato. É do sexo masculino. Nasceu em 10 de Fevereiro de 2003. Gosta de brincar. O Golfo dorme sempre ao meu lado. Partilho as brincadeiras com ele e ele adora brincar comigo. O Golfo é branco e está sempre limpo. Não toma banho todos os dias, porque não gosta. Ele gosta muito de mim, mas quando ele faz alguma asneira eu ralho. Ele fica triste, mas quando o vejo assim, só me apetece dar-lhe um abraço.


Há muito, muito tempo, quando eu era pequena, o meu pai foi passar férias nas Ilhas do Sul. Dizem que, para ir à ilha da Madeira temos de passar por um grande oceano. O meu pai andou em muitas coisas, andou de caravela, numa canoa, num barco à vela e, por fim, num navio. Quando o capitão começou a ver o mapa, não viu nenhuma ilha. O capitão foi tomar chá mas, como estava tudo branco, quando veio, ouviu um barulho. - Pum! Pum! Pum!? - O que é isto!? O capitão olhou para a frente e viu um iceberg que embateu contra o barco. Em vez de ter ido para o Sul, foram para Norte. Ninguém ficou vivo. O meu pai morreu. Mas eu, Alicia, eu quero ser uma pirata. A minha mãe dizia para ter cuidado com o mar, mas eu disse-lhe isto: - Mãe, quando eu e os meus amigos tivermos dezanove anos, vamos ter um barco e queremos ser piratas e viver muitas aventuras. - Ok Alicia!... O tempo foi passando, fiz os dezanove anos e lá fomos nós. No segundo dia, apanhámos uns piratas espanhóis, lutámos e ganhámos e lá fomos para a ilha da Madeira. Na nossa terceira aventura, para chegar à ilha da Madeira, não conseguimos, porque houve dois tsunamis. No primeiro, nós aguentámos, mas no segundo o barco naufragou. Bem, acho que este é o meu fim!


A viagem a Marte Olá, eu sou astronauta, chamo-me Maria, nasci em Abril, no dia 25 de 1910, tenho 36 anos e a minha missão é ir a Marte. A Maria ia para Marte na 6º-feira às 9:10h. Ela vestiu-se, tomou o pequenoalmoço, pegou no carro e lá foi ela. Ela entrou no foguetão. Passaram pela Lua e por Mercúrio. Por fim, chegaram a Marte, que era quente e parecia azul e vermelho. A Maria adorou e também levaram uma pedrinha e puseram no “Museu Planeta”.


Era uma vez uma menina que se chamava Alicia. Ela adorava o menino Jesus. Era Natal na terra dela, que se chamava Olivais. Ela adorava o Natal, porque Jesus estava perto dela. A primeira prenda que recebeu foi um livro que se chamava “Dicionário por imagens da Bíblia” e ela adorou. Os pais disseram-lhe: - Bom Natal Alicia! - Oh, obrigado pai e mãe - disse a Alicia! A Alicia começou a ler e a tratar tão bem o livro. Fezlhe uma casa com legos, que ficou muito gira. O livro era médio e tinha imagens de Jesus e do Egito. - Não gostei nada de estar naquela loja quieto! - Disse o livro. O livro pensa que é útil e está a pensar muito bem. A menina aprendeu tanto com ele e já tem 15 anos. E graças a ele, é a melhor de todas, na turma. O livro volta a pensar e diz: - Aqui é o meu sonho, nem penses que vou para a loja, eu aqui sinto-me importante! A menina, que agora já é uma mulher pensa em silêncio: - Eu adoro o meu livro, passei todos estes anos com ele, e agora já sou mãe! Tive gémeos e uma menina. O primeiro gémeo chama-se Tiago, o outro gémeo chama-se Pedro. A menina tem 1 ano e chama-se Francisca. O Pedro e o Tiago nasceram na Quinta das Flores, dia 22 de Janeiro. A Francisca nasceu na Quinta do Mel, no dia 23 de Abril. Por fim, decidiu o que fazer: dar o livro aos filhos para que possam aprender com eles, tal como aconteceu com ela! E assim aconteceu!


Era uma vez um gigante que se chamava Jesus. Num dia de sol, o gigante resolveu dar um passeio. Quando ia para uma quinta cheia de flores coloridas encontrou a sua amiga Joaninha. - Olá Joaninha! Queres ir dar um passeio comigo? - Diz o gigante. - Desculpa gigante, não posso! Vou para casa. – Diz a Joaninha. - Mas está um lindo dia de sol para passear! - Oh! Tu não sabes que vai chover e fazer vento? – Diz a Joaninha. - Oh não, e eu que tenho medo do vento... – Diz o gigante. - Olha, vai começar a chover, então adeus! – Diz a Joaninha. O gigante fez rodas, rodas e mais rodas, contou até três: - 1,2,3 fuu, fuu...! Parecia um carro de corridas, correu e correu e finalmente chegou a casa.


Se eu fosse polícia... Num belo dia, a minha amiga Mariana acordou muito cedo. Ela acorda todos os dias muito cedo, porque é polícia. Todos sabem, que ser polícia é muito difícil, porque tem de apanhar os ladrões e pô-los na prisão. Mas há mais coisas a fazer, quando nós somos polícias. E nesta história vais aprender mais coisas de polícias. A minha amiga Mariana vigia os carros e as estradas. O amigo dela, que é o João, fica a vigiar de dia os prisioneiros que estão dentro das prisões. Mas hoje, ela só tem trabalho de manhã, e à tarde ela vem a minha casa contar histórias de polícias. - Troc! Troc! - Quem será? - Pergunta a minha mãe. - Mamã, eu vou abrir a porta. - Mariana! - Digo eu. - Olá, Joana! Hoje tenho uma história de aventuras. - Então, vamos começar: “ Era uma vez uma menina que tinha 19 anos e era polícia. Ela gostava de passear de cavalo pela rua. Um belo dia. . . Pum! Pum! Pum! Eram tiros de pistola a matar alguém. Logo à entrada, escondia-se o bandido atrás da porta. Apanhei-o! Mas não o levei logo para a prisão, primeiro perguntei-lhe porque fez aquilo. Se for mau, vai para a prisão, paga 1000 euros.” - Adorei esta história, Mariana! - Eu sei que é fixe, mas agora tenho de ir para casa. - Oh! Bem, então adeus! A Joana já tem hoje 19 anos, e ainda se lembra da história que a Mariana que lhe contou. Um dia ela disse-me: - Eu agora sou polícia, e já sei o que os polícias fazem, porque a Mariana ensinou-me tudo.


Há muito, muito tempo, havia uma pirata, que se chamava Pirata Caraíbas. Essa pirata queria o tesouro, que era uma arca cheia de peças valiosas. - Oh! Que seca, estou aqui quieto! Sabem onde eu estou? Na ilha mais perigosa! Esta ilha chama-se a “ Ilha dos Piratas”. Mas há muito, muito tempo, esta ilha ficou com uma maldição de um monstro. Assim quem fosse ali, primeiro tinha de passar pelas maiores ondas do mundo e era terrível! Quem fosse, era engolido pela onda, morria e ia ter ao fundo do mar. Lá, encontrava o monstro da Terra! Em cima da torre, na ilha dos piratas havia um símbolo que simbolizava o mar, a terra, o ar e o fogo. Os símbolos protegiam todo o planeta. Naquela época, os piratas queriam esse tesouro, mas quem o tirasse, destruía o mundo para sempre. - Por sorte ninguém me vai roubar, porque estou protegido pelo mar, pelo ar, pela terra e pelo fogo! – Assim pensava o tesouro.


Tovim é uma escola linda Linda sempre a estudar Estudar é giro Giro são as flores do jardim Jardim é como um arco-íris Arco-íris por cima de nós Nós e a escola Escola linda Linda como uma rosa Rosa Vermelha Vermelha não é a escola Escola azul bonita Bonita como nós Nós todos Todos somos iguais Iguais como o meu beijo que vou dar agora Agora é um grande beijo para a escola Escola adeus Adeus e um beijo

Beijo maior do que o espaço Espaço é gigante como tu Tu és grande como o abracinho Abracinho, adeus e até já.


É Natal, é natal! Começou a amizade e o amor de Jesus. Cantar... E estou a cantar para Jesus e para ti! Tem calma que eu gosto de toda a gente. Não empurres porque, isso eu não gosto, mas agora eu vou cantar para ti, esta canção para tu acalmares Estas são as minhas estrelinhas e as tuas estão ali. Vão dançando, cantando. O Jesus está aqui, então porta-te bem. E agora ele está a rir comigo e contigo também. Agora faz tu, porque foi divertido e agora estou é a rir. Porque o Natal chegou!


ESCOLA BรSICA 1ยบ CICLO DO TOVIM

ANA SOFIA CARDOSO 3ยบ ANO

Ano Letivo 2011/2012


Olá, eu chamo-me Ana Sofia Cardoso. Tenho 9 anos de idade e faço anos no dia 7 de Fevereiro. Vivo na rua do poço de água. O meu pai chama-se António José Cardoso e a minha mãe Ana Teresa Rodrigues. Sou alta, com cabelos castanhos-claros e grandes. Também tenho olhos castanhos-claros. A minha pele é morena. Sou um bocado gordinha. A minha comida preferida é: sopa de feijão e pizza ou carne com batatas grelhadas e arroz. Às vezes, sou um bocadinho teimosa. Gosto de aprender, trabalhar e cantar.


Certo dia, uma linda flor, jovem e grande, passeava pelo seu lindo jardim. Enquanto passeava no jardim, disse para ela própria: - Já sei, vou ter com a minha amiga planta, Rosa! E assim foi! Quando chegou perto, perguntou a uma flor: - Sabe onde mora a Rosa? - Sei, sou vizinha dela e somos muito amigas! Ela mudou-se há pouco tempo… - Pois eu ainda não sei onde ela mora - Disse a flor. - Dou-lhe um conselho, siga as placas a dizer Lisboa, depois siga para o Anjo e por último siga para o Laço! - Disse uma outra flor. - Muito obrigada! - Não tem nada de agradecer, é o meu trabalho! Disse a flor. A flor seguiu o seu caminho, e fez o que a outra flor lhe disse. Passado algum tempo, a flor chegou a casa da planta Rosa, bateu à porta e disse: - Abre a porta, Rosa! Sou eu a tua irmã! Ela veio logo a correr, quando ouviu aquilo. - Olá como vão as coisas por aqui? -Vão bem e por lá? -Vão como sempre, é sempre a mesma coisa! - Pois, é como aqui. - Olha, tiveste ajuda, perguntaste a alguém? - Perguntei a uma vizinha tua, a meio do caminho… porquê? - Só estou a perguntar! - Olha, pensei numa coisa. Já que tu vives num jardim, e eu vivo noutro, tu podias ir viver comigo? - Não sei! - Porquê, assim podemos estar acompanhadas! - Está bem, eu faço-te essa vontade. - Fixe, ainda bem! Mas não és obrigada! - Não, deixa estar, não é de má vontade! Ficamos juntas! Assim foi, elas ficaram juntas, foram felizes para sempre e tornaram-se as melhores amigas.


Chamo-me Ana Sofia e preciso de um amigo. Quero menina de 8 ou 9 anos e que seja meiga e amiga. Posto: na rua do Tovim e na escola.


Era uma vez, uma borracha que se encontrou com um lápis, numa escola. -Olá, amigo lápis, tudo bem? - Perguntou a borracha. - Sim, tudo contigo? – Indagou o lápis.

bem,

e

-Sim, está tudo bem, eu só vim dar uma voltinha enquanto a minha dona está no intervalo - Disse a borracha. E continuou a falar: -Queres ir dar uma voltinha? - Inquiriu a borracha. -Sim, está um óptimo dia, podemos ir passear -Retorquiu o lápis. -Mas espera só bocado! - Reclamou o lápis.

um

-Porquê? - Perguntou a borracha. -Porque vou uma coisa. - Disse o lápis.

adiantar

-Fica aqui! - Pediu a borracha. E assim foi! Eles foram dar uma volta e voltaram depois do intervalo.


Olá, eu sou um livro. Sou um livro escolar! Fui feito para poder ensinar as crianças no tempo escolar. O meu tempo de vida depende da forma como as crianças me tratam. Mas ainda sou um livro jovem! Vivo numa estante, onde o meu dono cuida de mim. O meu dono vem ver todos os dias, se tenho pó ou não. Se eu tiver pó, ele limpa-me. Ele é muito asseado! Acho que vale a pena ser livro, porque sou muitas vezes usado. Também acho que sou útil e também me sinto útil. Passado alguns dias, o livro começou a ir para a escola e começou a fazer amigos: a borracha, o lápis, o porta-minas e a caneta. Começou também a conhecer a mochila e gostou de conhecer outros livros, que se tornaram seus amigos. Ele fez muitos amigos e brincaram muito nos seus tempos livres!


Era uma vez um gigante que tinha medo do vento. Esse gigante era como os outros, mas tinha medo do vento, de quem não lhe fazia mal. Um dia estava muito calor, e ele queria abrir a janela para dar ar à casa. E assim foi! Ele chegou a abrir a janela, mas o vento veio e ele começou a ficar com medo, então foi logo fechar a janela. Depois ficou um bocado desiludido. Nessa mesma altura, veio um grupo de crianças que lhe disseram ao mesmo tempo: -Não fiques triste, senhor gigante! Nós vamos-te treinar para não ficares com medo. E ele disse logo a seguir: -Ok, quando é que começamos? -Agora mesmo. Primeiro, começaram pela ventoinha e depois pela janela. -Não é difícil! - Disse o gigante. -Vou tentar! Então ele tentou e… ficou lá. Depois foi à janela. - É a tua vez de tentar! - Disseram os meninos. Ele foi, mas ficou com medo, e disse: -Estou com medo, não quero fazer mais! - Vá lá, tenta outra vez, tu consegues! -disseram as crianças. -Vou tentar! Consegui, consegui! Obrigada, assim já não tenho medo do vento!


Chamo-me Teresa e fui de férias no meu barco. Quando fui de férias, vi muitos animais marinhos: golfinhos, peixes, baleias, caranguejos e camarões. Gostei dos golfinhos, das baleias e dos camarões. Agora vou para a praia, vou apanhar banhos de sol. Tenho de aproveitar enquanto não vou para a minha casa, porque só falta uma semana. Passou uma semana e ela foi para casa no seu lindo barco. Enquanto ia para casa, encontrei uma baleia que estava a pensar que o barco, era um barco de pessoas más, que lhe

queriam caçar o filho dela, mas não era nada disso. Então como a baleia pensava que era isso que se passava, causou um naufrágio. Bateu com a calda no barco 10 vezes e este explodiu todo! Todas as pessoas que lá estavam morreram. Sabem

quantas foram? Dez pessoas! Mas a Teresa foi salva. Ela foi salva pelos golfinhos, eles gostavam muito dela! Então como os golfinhos a ajudaram, e a levaram para uma ilha onde havia madeira, a Teresa aproveitou para fazer uma canoa. E assim, com os golfinhos e com ajuda do vento,

empurraram a canoa e a Teresa foi para casa. A Teresa foi feliz para sempre!


Era uma vez um rato vadio e um gato abandonado. O Rato vadio arranjou uma casa velha para viver e o Gato abandonado vivia na rua e comia restos de comida. Um dia, o rato vadio encontrou o gato e perguntou-lhe: -Olá

gatinho,

os

teus

antigos

donos

abandonaram-te? -Sim, eles foram de férias e não tinham espaço para mim -respondeu-lhe o gato. -Então gatinho, queres vir para a minha casa velha? – O Gato respondeu-lhe: -Ah, obrigado! Claro que quero muito! É melhor do que dormir na rua. E assim foi! Eles partilharam a casa e a comida.


Quando entrei em casa fui para a cozinha e estava lá um extraterrestre. -Um extraterrestre na cozinha? E ele respondeu: -Sim, tive um problema na minha nave espacial. Disse o extraterrestre. - Falas Português!? - Sim… -Fiquei a falar português, quando tive um problema. -Ok, eu posso ajudar-te para voltares para o teu planeta! - A sério?!- Disse o extraterrestre. - Sim… - És uma pessoa muito amável! - Obrigada! -Vamos! E então foram, e conseguiram arranjar a nave espacial. Assim ele voltou para o seu planeta e contou todas as suas aventuras aos seus amigos.


Menina pequenina Pequenina como um bebé Bebé vai crescer Crescer é bom Bom para não ser doente Doente é mau, devemos ficar melhor Melhor para ser curado Curado para ter saúde Saúde para ser feliz Feliz para não lhe baterem!


ESCOLA BรSICA 1ยบ CICLO DO TOVIM

EDUARDO SOARES 4ยบ ANO

Ano Letivo 2011/2012


Sou o Eduardo Soares, tenho cabelos castanhosclaros e olhos castanhos-escuros. Tenho 9 anos, nasci a 24 de Abril de 2002. Vivo em Pinhal de Marrocos. Sou filho de Clemente dos Santos Soares e de Gabriella Gomes de Carvalho. Ando no 4º e estudo na escola básica do Tovim. Gosto

de

jogar

World

of

Warcraft,

Raze,

Darkorbit, Ninja Saga, Futebol, gosto de ler e brincar. O meu melhor amigo é o Ruben Ivan Oliveira Soares. Quando sou contrariado, fico zangado e por vezes amuo. A minha professora fica triste mas diz que gosta muito de mim.


O adulto mais próximo de mim é a minha mãe, porque eu passo mais tempo com ela do que com meu pai. A minha mãe é loira, tem uma tatuagem e é alta.


Amigo precisa-se

Para ida ao cinema e tardes de convĂ­vio, preferencialmente em Coimbra.

Nome: Eduardo Email:Eduardohenriquecs@gmail.com


O meu melhor amigo é o Rúben Ivan Oliveira Soares. Ele tem olhos e cabelos castanhosclaros e é alto. Ele anda no 4º ano e gosta de jogar 4 Story, Divine Souls, Metin, Ninja Saga, Espadas e Sandalias e Dragon Fable. A cor preferida dele é o vermelho. Socialmente

o

Rúben

comporta-se mais ou menos, pois por vezes conversa nas aulas.


Escola de Bruxos e Duendes

Era uma vez uma escola situada em Ogrimmar. Nela estudavam elfos, bruxos e duendes. Lá estudavam 400 alunos. Ela chamava-se Ogrimmar Escola de Magia. Lá, eles ensinavam todo o tipo de magia, poções, transformações, feitiços, histórias de magia e feitiços de defesa. No dia-a-dia, os alunos comem o pequeno-almoço. A seguir, há uma aula que dura até à hora do almoço. Depois do almoço, eles fazem um intervalo que dura uma hora e a seguir têm a última aula do dia. Depois eles vão descansar para os seus quartos, que são partilhados por oito pessoas. Houve um dia, em que a primeira aula era de poções e eles viram escrito no seu livro a poção que iriam fazer.

Poção de Invisibilidade

Ingredientes: 4 Quilos de aranhas mortas 2 Litros de sangue de cobra 1 Quilo de moscas 2 Olhos de sapo 2 Quilos de fígado de vaca 3 Quilos de camaleões 4 Caracóis mortos.

Preparação: Juntar as aranhas e os olhos de sapo num caldeirão, misturar durante 1 minuto e juntar tudo com folhas mortas e deixar a aquecer, durante 37 minutos.


Eu sou um livro de aventuras, de capa preta, apenas com o título na capa. Eu tenho 15 anos de vida e vivo numa livraria muito grande, à espera de ser comprado. Todos os dias várias crianças pedem às mães para me comprar, porém as mães dizem que não têm dinheiro. Sou muito bem tratado por crianças e adultos, que todos os dias, depois de me lerem, me arrumam numa prateleira com muitos outros livros da mesma coleção que eu. Eu sirvo para a diversão de crianças e adultos, pois passo conhecimento a todos os que me lêem. Para mim, é muito bom ser livro, pois sou muito importante para todas as pessoas que me lêem e gosto que me estimem, para que me possam ler mais tarde.


O rato vadio e o gato abandonado Um dia, um gato muito habituado a ser bem tratado, com comida muito boa, uma cama muito boa e uma casa muito acolhedora, foi abandonado pelo dono, que não tinha condições para criá-lo. Quando ele estava a procurar comida, conheceu um rato vadio, que o ajudou a viver na rua. Eles, a partir desse dia, tornaram-se muito amigos e passaram a ajudar-se muito. Procuravam comida e abrigo juntos. Os outros gatos diziam ao gato para comer o rato, mas ele sabia que o rato era um verdadeiro amigo. Um dia, enquanto os dois dormiam, um casal encontrou-os e quis levá-los para sua casa.


O meu animal é um dragão azul, muito grande, com quem eu voo muito na minha imaginação. E mesmo não sendo verdade, eu já vivi muitas aventuras com ele.


Eu sou um polícia que desvenda mistérios e trabalho num grupo chamado I.S.A (Intelligent Secret Alliance). Sou o que manda no grupo. O meu melhor amigo, o Rúben, é o meu ajudante. A minha amiga Inês é a médica e o meu amigo Afonso é o escrivão. Uma vez houve um mistério em que várias pessoas alegaram ter visto um O.V.N.I (objecto voador não identificado) a cair do céu e nós tivemos de ir lá investigar. Colocámos uma fita de isolamento para ninguém entrar, mas nem era preciso, pois era um lugar isolado e muito escuro. Nós vimos logo o tal O.V.N.I e tivemos de abri-lo para ver se lá dentro havia um extraterrestre e logo encontrámos um! Quando chegamos à base, a Inês abriu o extraterrestre ao meio e encontrou dentro dele órgãos que não eram de humano. Dois dias depois nós encontrámos mais um! Era um O.V.N.I e então, todos nós decidimos procurar vida como a da Terra. Eu filmei tudo e vimos um ET roxo. Fiquei muito triste quando voltámos para a Terra, mas teve de ser. Esta não foi a minha única missão, mas foi uma das melhores de todas que eu tinha para contar, para quem lesse esta história.


Era uma vez, uma caneta que era muito usada, para fazer cópias e composições. Um dia ela foi perdida pelo seu dono. Ele procurou-a, por todos os sítios da escola, onde ele tinha ido no dia em que a tinha perdido mas, não a encontrou. Porém,

quando

a

caneta

acordou,

ela

misteriosamente estava num celeiro onde estavam também alguns lápis de cor, um corretor, uma borracha, um lápis de carvão e uma afiadeira. - Como é que eu saio daqui? - Perguntou a caneta. - Fazendo um quadro que fique neste celeiro para sempre - Respondeu a borracha. - Então porque é que nunca o fizeram? -

Perguntou a caneta. - Porque nos faltava um elemento, tu. - Agora já o podemos fazer. - Respondeu o corretor. Eles fizeram o quadro e todos foram embora, para seus estojos.


Quando eu fui a Marte Um dia, fui até Marte. Quando lá cheguei, percebi que não podia tirar o capacete. Todos os dias tinha de encher uma garrafa de água. Passei horas em silêncio, até que conheci alguém com quem conversar, pois eu conheci um outro astronauta que se chamava Rúben. Nós ficávamos horas e horas a tentar desvendar os mistérios do planeta, até que um dia encontrámos uma estátua e tirámos-lhe várias fotos. Começámos a preparar tudo para partir para terra, mas não sabíamos como fazer a viagem. Entretanto apareceu um extraterrestre que nos guiou pelo planeta. Quando caminhávamos para ir embora, vimos que as nossas naves estavam partidas e não conseguíamos reconstruir as naves de novo. Decidimos por isso habitar o planeta para sempre. Foi assim, que fomos os primeiros habitantes de Marte. Passaram-se anos e até achámos que tínhamos enlouquecido e começámos a tentar construir as naves. Já tinham passado dezoito anos, desde que chegámos em Marte. Estávamos prontos para partir e despedimo-nos do extraterrestre que ficou muito triste, por ver que regressávamos para o nosso planeta natal. Nós ficámos também muito tristes, por termos de ir embora e dissemos- lhe: -Desculpa meu amigo, mas temos de partir. Mas sempre que pudermos, de dois em dois anos, viremos visitar-te. Agora, adeus! E partimos sem dizer mais nenhuma palavra, de tanta tristeza que tínhamos no coração. Quando chegámos à nossa cidade, começamos a ver fotos nossas em placas que diziam “Perdidos no Espaço”. Fomos a correr para as nossas antigas casas que deveriam já ter sido vendidas, mas por sorte eu ainda tinha as chaves de casa. Mal eu entrei em casa tive uma surpresa, pois ela ainda não tinha sido vendida. Mas quando voltei para o local onde trabalhava, encontrei o Rúben parado logo à porta da entrada, à minha espera. Agora o que antes tinha sido o meu trabalho e o do Rúben, era uma espécie de Museu. Nós entrámos no Museu e logo vimos que quem lá trabalhava eram as mesmas pessoas com quem nós trabalhávamos antes. Vimos a nossa amiga Carmen Cruz quem outrora tinha tido a ideia da minha viagem para Marte, e supostamente a do Rúben também. - Olá meus amigos marcianos, eu e todos os outros aqui, julgávamos que vocês estavam, totalmente perdidos no espaço - Disse ela. - Por uns anos nós também pensámos o mesmo, mas não falemos nisso. O que é que aconteceu por aqui?- Perguntei. - Eu não sei, mas agora o nosso chefe está a planear que vocês façam uma viagem à lua.- Disse ela. - À Lua! Quase nos perdemos no espaço. A criação do mundo é um problema que muito naturalmente, desperta a curiosidade do homem, seu habitante. Os antigos pagãos que não dispunham das informações de que dispomos, procedentes das Escrituras, tinham a sua própria versão sobre o acontecimento.


ESCOLA BÁSICA 1º CICLO DO TOVIM

INÊS SILVA 4º ANO

Ano Letivo 2011/2012


Olá! Eu chamo-me Inês Sofia Duarte Nunes Serra da Silva. Tenho 9 anos, tenho cabelos compridos castanhosclaros e olhos castanhos-claros. A minha pele é muito clara, uso óculos. Nasci no dia 25 de Junho de 2002. Vivo no Tovim de cima. Os meus pais chamam-se Maria Cecília Cordeiro Duarte e António Rui Nunes Serra da Silva. Ando na Escola Básica do Tovim, no 4º ano. Sou simpática, sou trabalhadora e um pouco teimosa. Gosto de Estudo do Meio. Sou envergonhada. Gosto de morangos. Gostava de ser educada e adoro a professora Carmen.


A Escola das Bruxinhas e Duendes fica situada numa floresta mágica. O lugar é tão mágico! É só bater as mãos e temos tudo o que queremos. Lá existem coisas inacreditáveis. A escola é grande e por fora é toda amarela e tem muitos jardins cheios de flores. Os duendes, no primeiro tempo do seu dia vão ao ginásio, no segundo tempo vão tomar o pequeno-almoço, no terceiro vão dar um passeio, no quarto vão almoçar, no quinto vão brincar e no sexto vão jantar com as Bruxinhas. Por fim, vão às aulas aprender e por último vão para a cama. As Bruxinhas estão quase todo o dia a conversar sobre a Escola e só param para tomar o pequeno-almoço, para irem às aulas e para dormirem. Os ingredientes para o antídoto são: ½ De um sapo 1 Caneca de azeite 1 Raspa de lima 2 Lebres 3 Esquilos 5 Flores 20 Morangos 1 Pote e meio de aveia 1L de água Materiais: Batedeira Forma de preparação: Meter a ½ do sapo no caldeirão, uma raspa de lima, uma caneca de azeite, 3 esquilos, 20 morangos, 1 pote e meio de aveia, 1 l de água e 5 flores. No fim, bater com a batedeira 6 minutos. E esta é a fórmula da amizade! Convido os alunos e os feiticeiros. Às 9:00 horas. Dia 31 de Janeiro, no nosso colégio.


Numa bela noite, um agricultor criou duas romãzeiras. Começaram as duas a crescer saudáveis e fortes. Passado alguns dias, as plantas fizeram amizade. Começaram a falar uma com a outra, a saber mais uma sobre a outra, até pensaram em fazer um livro sobre o dia-a-dia. O tempo passou e cresceu o fruto, a romã. Enquanto todas as plantas iam envelhecendo dia a dia, elas duas continuavam a crescer. Todos os dias iam escrevendo um pouco de si, no livro, cujo título era “As flores”. Elas também iam envelhecendo, mas mesmo velhas eram bonitas e felizes. Um dia escreveram o seguinte: -Vamos escrever sobre nós as duas. Que nós somos muito bonitas. Quando temos fruta, somos as rainhas da fruta, porque cada um dos nossos frutos tem uma coroa e somos muito, mas muito rosadinhas! - Disseram elas e a flor ficou a rir. Assim foi crescendo uma amizade longa, bonita e com muito amor e carinho. O agricultor pegou nelas e pousou-as num vaso com terra e um bocadinho de água para as vender, pois já tinha muitas romãzeiras. Por fim, o agricultor desistiu da ideia de as vender. Queria guardar as duas juntas, pois elas cresciam muito mais rapidamente juntas.


A minha irmã gémea chama-se Madalena e tem 9 anos. Fisicamente é magra, tem olhos esverdeados, cabelos compridos e sempre apanhados com fitinhas rosa. A cor de pele é muito clara. Os seus lábios são grossos e o seu nariz é comprido. Ela é muito irrequieta, anda sempre em correrias e a deitar tudo ao chão. É muito minha amiga, ajuda-me a tirar as minhas dificuldades porque é muito inteligente. Embora seja irrequieta e muito simpática com todas as pessoas, é educada. Gosta também muito de animais, porque ela é muito carinhosa e bondosa. Se ela passar por um pobrezinho, que não tenha nada para comer, ela oferece parte do seu lanche. Eu brinco muito com a minha irmã Madalena, porque nos compreendemos bem, nunca andamos às turras e relacionamo-nos muito bem uma com a outra. Quando a minha irmã não está, eu fico triste, porque só gosto de brincar com ela.


Precisa-se de uma amiga, para ajudar nos momentos, menos divertidos.

Precisa-se de uma amiga, que não seja egoísta.

Contactar com INÊS - 4ºano.


Coimbra, 23 de fevereiro de 2012

Querida Escola do Tovim,

Olá! Como estás? Eu estou bem instalada em ti. Agora estás extraordinária! Estás toda modificada. Aposto que estás deslumbrada, com o trabalho que te fizeram. Estou aqui instalada há 4 anos, antigamente esta escola era velhota. Tu tens muitas plantas, todas arranjadinhas e bonitinhas. Espero que ninguém te estrague. Um abraço da tua querida aluna, Inês Silva


Era um belo dia e ainda estava tudo por acontecer. Eu estava no meu navio e o navio começou a afundar. Estava no Oceano Atlântico. Muitos golfinhos cercavam o meu navio. Estava aflita e desci as escadas do meu navio. Os golfinhos levaram-me para o sítio mais seguro, para a ilha do Faial. A ilha do Faial era muito povoada. Eu estava alegre porque era uma náufraga que estava viva. Eu tentei pedir ajuda para voltar para Portugal. Então como ninguém me podia ajudar, tive a ideia de pôr imensas pedras e com elas escrever “Socorro, preciso de voltar para Portugal”. No dia seguinte, quando eu acordei, estava um avião a passar e olhou cá para baixo, viu-me e içaram-me com um cabo. Correu bem e levaram-me para Portugal.


O rato vadio e o gato abandonado Era uma vez um gato muito trapalhão, que vivia com os seus donos. O gato era muito feliz e brincava com as crianças. Um dia, o seu dono foi passeá-lo com o objectivo de o abandonar, tal como aconteceu. Estava um rato na rua à procura de comida que entretanto encontra o gato. Em pouco tempo, o gato e o rato tornaram-se amigos e foram os dois felizes, procurar comida juntos. A seguir a esse belo dia, os dois passaram a dormir juntos, andavam de um lado para o outro. O gato foi com o rato dormir para o esgoto. No dia seguinte, acordaram e logo começaram a falar sobre eles. O rato foi o guia do gato. Passado um ano, tinham construído uma bela amizade. Cresceram muito e faziam tudo juntos. Faziam todas as tarefas em conjunto. Era uma amizade muito forte e com muito amor. E assim ficaram o rato vadio e o gato abandonado!


O tesouro Era uma vez, um baú cheio de rubis, diamantes, ouro, prata e coroas. O baú era mesmo importante, mas precisava de uma chave para ser aberto. Havia uma pessoa que tinha a chave. Era um homem chamado Orlando. O Orlando tinha um homem que andava atrás dele, à procura da casa onde estava o tesouro. Mas ninguém sabia disto. Então o Orlando, quando estava a fugir desse homem, teve que entregar a chave a uma criança, que estava dentro de um carro. Ele entrou no carro e entregou a chave a uma menina. Passado 13 anos a tal menina já tinha uma filha chamada Filipa que foi crescendo. A avó da Filipa morreu, mas antes de morrer, deu à neta a tal chave que tinha guardado e que abria o baú do tesouro. A Filipa queria encontrar esse tal tesouro, mas a mãe da Filipa mandou-a para um campo de férias. Aí encontrou várias pessoas e fez amizade com cinco: a Teresa e a Luísa que são gémeas, o Chico, o Pedro e o Francisco. Foram os cinco procurar o tesouro! Começaram pela casa da avó, que estava assombrada. Passado cinco meses de muitas buscas, eles encontraram uma passagem secreta. Ao passarem pela passagem, encontraram finalmente o tesouro. Junto ao tesouro, a Filipa ouvia vozes e nessas vozes ouvia a da avó. A Filipa teve tanta coragem que quando tocou num diamante a avó apareceu… e sempre que tocasse no diamante a avó aparecia! A casa, que era uma casa assombrada, com o passar dos anos mudou de dono e é hoje o Museu dos Tesouros.


Há muitos anos atrás, eu era uma borracha. Era muito gorda, redonda, verde e azul. Eu tinha vinte anos. O meu dono chamava-me Apaga Folhas, porque eu deixava a folha num brinco. Vivia num barracão com o meu dono, e com os seus cinco animais. Eram tantos, que o meu dono não sabia o nome deles todos. Eu era muito triste, porque toda a gente se ria de mim, porque eu era diferente de todas as outras. Mas, o meu dono um dia disse-lhes: - Se vocês se metem outra vez a rir da minha borracha, vou dizer à professora. Mas querem saber uma coisa? Eu gosto da minha borracha! Eu andava sempre no bolso da mochila. Servia sempre para apagar os testes do meu dono, ele dizia que eu lhe dava sorte. Mas eu nunca mais me vou esquecer de um sítio da escola: o baloiço, o escorrega e das experiências. Eu adorava quando parava o baloiço e podíamos brincar no escorrega, porque escorregávamos os dois mais os outros meninos. As experiências! Porque toda a gente gostava de mim, mas não se importavam que eu fosse diferente do meu dono. O que interessava é que ele gostava de mim, do fundo do coração. Eu sei que o meu dono gostava de mim como eu era. Eu estava tão cansada que parei de ser uma borracha …tinha sido um sonho… era uma pessoa!


Se eu fosse um caderno, queria ser bem estimado. Para ser bem estimado, os meninos tinham que andar sempre com as mãos limpas e não dobrar as minhas páginas. Gostava que fizessem lindas composições e as ilustrassem com lindas gravuras, para que eu estivesse sempre como o mais bonito e apresentável. Quando escrevessem nas minhas folhas gostava que fossem sempre meninos que soubessem estimar bem as coisas, para que fosse o mais limpo e o mais procurado. Eu odiaria ver as minhas folhas rasgadas, sujas e muitas vezes apagadas. Felizmente toda a gente me trata muito bem e eu sinto-me feliz. Eu sou um caderno de Português onde todos os alunos e professores mexem. Gosto muito que os meninos me admirem e me procurem. Adoro viver na escola!


Se eu fosse um mágico transformava toda a minha casa num castelo, com o chão de cristais para poder passar. Transformava alguns dos meus criados em belos cavalos, para poder andar pelos arredores. Transformava também, alguns dos meus cavalos em barcos, para poder andar a navegar. Eu gostava de ser mágico, para ser famoso e poder fazer muitos truques no circo e nos aniversários das crianças. Gostaria de estar em todos os espetáculos de magia, para as pessoas ficarem a saber o que é a magia. Poderia fazer aparecer tudo o que eu quisesse. Seria tão divertido ser mágico! Mas para se ser mágico é preciso muita habilidade.


ESCOLA BÁSICA 1º CICLO DO TOVIM

MARIA INÊS PICHEL 3º ANO

Ano Letivo 2011/2012


A entrevista à bruxa Olá, eu sou a Maria e trabalho para o jornal “ As feiticeiras “. Podemos começar a entrevista? Bruxa - Sim. Maria - Como se chama? Bruxa – Chamo - me Pancrácia. Maria – Há quantos anos descobriu que era bruxa? Bruxa – Descobri há nove anos. Maria – Que feitiços gosta mais de fazer? Bruxa – Gosto mais de transformar sapos em príncipes. Maria – E que partidas gosta mais de pregar? Bruxa – Gosto muito de assustar crianças. Maria – Como é o dia-a-dia de uma bruxa? Bruxa - Já não faço muito, pois já assustei muita gente e as pessoas já não têm medo e não acreditam em nós. É uma profissão que está a acabar.


Era uma vez uma planta, que estava num lindo jardim, quando apareceu uma linda flor. A planta perguntou à flor: - Ó flor, queres ser minha amiga? – A flor disse que sim. Então, as duas foram passear e encontraram outra planta e outra flor. Elas as duas disseram-lhes: - Vocês querem ser nossas amigas e ir para o nosso jardim? Se aceitarem, vamos passear e ver se encontramos uma dona para nós, que trate muito bem de nós. Uma dona que possa dar-nos todos os dias água e para ficarmos cada vez mais crescidas e mais bonitas. Depois passado algum tempo, elas arranjaram uma dona muito bonita que se chama Vera Fernandes. As plantas e as flores ficaram muito felizes e a dona tratou muito bem delas e tudo ficou bem. Mas houve um dia, que a dona não podia tratar mais das flores e das plantas porque teve que se ir embora, foi ter com os seus pais. Elas as quatro ficaram muito tristes e tiveram que ir para a rua dizer às pessoas se elas queriam ser suas novas donas. Veio uma dona também muito bonita que se chama Sofia Carvalho que as tratou muito bem...e ficaram felizes e muito grandes!


O rato vadio e o gato abandonado

Era uma vez um gato e um rato. O gato tinha sido abandonado por uma menina, que tinha comprado um cĂŁo. O rato era vadio hĂĄ muito tempo. Certo dia, o gato e o rato encontraram-se. O rato pensava que o gato o queria comer, mas o gato sĂł queria um amigo para brincar. Depois de muito conversarem, eles tornaramse grandes amigos. O rato ensinou ao gato como era viver na rua. Passaram por muitas aventuras e ficaram amigos para sempre.


Há muitos, muitos anos havia um cavaleiro, que vivia num castelo. Ele tinha o sonho de descobrir uma espada mágica. Um dia, ao passar no rio encantado, apareceram dois anões que lhe disseram: - Amigo cavaleiro, existe uma bruxa que não quer que tu realizes o teu sonho!... O cavaleiro, muito triste, respondeu-lhes: - Meus amigos, sendo assim, preciso da vossa ajuda. Conhecem alguém que tenha poderes mágicos mais fortes que os da bruxa? Os amigos anões, depois de muito pensarem, disseram-lhe: - Amigo cavaleiro, o duende Martingalo é muito poderoso. Nós vamos falar com ele. E assim foi! O duende Martingalo, com os poderes mágicos, pegou no cavaleiro e juntos voaram à torre mais alta do castelo. Quando lá chegaram o cavaleiro arregalou os olhos e gritou: - A minha espada…ai a minha espada! Com esta eu sou um cavaleiro de verdade! Meu dito, meu feito, este conto saiu perfeito.


Era uma vez um pirata, que tinha de ir ao fundo do mar, porque estava lá uma peça preciosa...um tesouro...um caixote cheio de dinheiro. O pirata tinha de ir buscá-lo, para dar dinheiro aos pobres, para eles viveram bem. O pirata também queria ficar cheio de dinheiro, para o país ficar bem. Todos ficariam felizes e não haveria mais pobres na terra. Um dia, o pirata conseguiu tirar o tesouro. Ninguém soube e ele resolveu ir comprar um carro para andar, por aí fora, a ver se encontrava alguns pobres. E assim fez. Comprou o carro, começou a andar por aí e encontrou na selva muitos pobres e disse-lhes: - Oh, senhores que estão aí! Venham cá para o meu carro, para eu vos dar dinheiro. Ele distribuiu o dinheiro por eles, que ficaram felizes para sempre e não houve mais pobres naquela terra.


Eu fui passar férias à Suíça. Eu e os meus tios fomos comprar roupa para mim. Quando chegamos a casa, estava em cima da mesa um extraterrestre, assustei-me e gritei. Não me lembrei como se chamava e perguntei: -Como te chamas? -Eu chamo-me Extraterrestre. -E tu como te chamas? -Eu chamo-me Maria Inês. Queres ser meu amigo? - Claro que quero ser teu amigo. E ficaram amigos.


Tovim é lindo Lindo como o sol Sol é esperteza Esperteza é aprender Aprender com a professora Professora é bonita. Férias são em Castelo Branco Castelo Branco onde eu morava Morava lá Lá em Castelo Branco Castelo Branco é bonito Bonito como o céu Céu é azul Azul é bonito Bonito é diversão Diversão é brincar Brincar com amigos Amigos são especiais Especiais como nós Nós somos todos bonitos.


ESCOLA BรSICA 1ยบ CICLO DO TOVIM

MARIA MULAZA 3ยบ ANO

Ano Letivo 2011/2012


A entrevista à bruxa

- Olá, senhora bruxa! - Olá, como está? - Bem, que vai comer hoje? - Sopa de sapo. - Como se faz? - Primeiro uma pepita de baba de sapo. Depois um pouco de sal e uma pimenta. - Onde é que a senhora bruxa encontra o sapo? - Faço uma magia! Agora vou voar na minha vassoura. Vou voar até as estrelas. - Mas senhora bruxa, isso é impossível! - Eu vou conseguir. Adeus!


A minha irmã gémea

A minha irmã gémea é como eu: é negra, tem olhos negros, gosta de usar vestidos e saias, eu gosto de calças e sapatos de cor-de-rosa. Ser gémea não é bom, quando vamos na rua confundem-nos totalmente.

A minha irmã chama-se Mara e eu Maria. Ela gosta de cantar e dançar como eu. Tem um aspecto franzino.


A planta e a flor Há muito, muito tempo, num certo dia, uma planta, que vivia ao lado de uma flor disse: - Eu vou tentar apanhar sol! E a planta disse: -Eu gosto que me chamem pereira, porque dou pêras. - Eu gosto que me chamem girassol, porque giro como o sol. Mas hoje não há sol, é por isso que eu não giro, mas não faz mal, eu só preciso de água - disse a planta. - Nós vivemos num jardim cheio de rosas e de relva verde, e uma piscina. Num belo dia cheio de sol, a dona delas tinha vendido a pereira. Felizmente, a senhora não gostou muito e devolveu-as e elas viveram felizes para sempre.


O gigante que tinha medo do vento Era uma vez um gigante, que tinha

muita

força,

mas

tinha

muito medo do vento. Um dia, quando soprava muito, o gigante não conseguia parar de mexer as pernas e de agitar os dentes. O frio deu voltas e voltas, o que fez o gigante ficar com força para

combater

este

vento.

O

gigante ficou com muita coragem e ficou sem medo. O gigante ficou a adorar o vento e até falava com ele. Era tão lindo!


O naufrágio do meu barco

Era uma vez um barco, que se perdeu há muito tempo e todos ficaram tristes. O barco afundou, bem lá no fundo, mas uma pessoa sobreviveu. O pirata e o resto estavam perdidos numa ilha. E foi numa terça-feira. E foi num lugar deserto. E foi tudo tão bom. A vida estava muito complicada. Sem comida sem nada. Só agua, depois eles chegaram a terra e tudo voltou ao normal.


ESCOLA BรSICA 1ยบ CICLO DO TOVIM

RODRIGO CRUZ 3ยบ Ano

Ano Letivo 2011/2012


Era uma vez um homem que tinha uma galinha muito especial. Em vez de pôr ovos comuns com gema e clara, ela punha ovos de ouro maciço. Todas as manhãs, o homem ia verificar se a galinha tinha posto e encontrava sempre no ninho um lindo ovo reluzente. O homem passava as noites a contar e a acariciar as suas riquezas. Pouco a pouco, ia juntando um tesouro, graças aos ovos de ouro da galinha. Porém, um dia o homem começou a pensar que dentro da galinha devia haver uma máquina de fazer ovos de ouro. Se conseguisse pôr as mãos na máquina, ele próprio faria os ovos e ficaria rico mais depressa. A ideia de ficar tão rico deixou o homem maluco. Certa manhã, dirigiu-se ao galinheiro, disposto a tudo. Sem pensar duas vezes e sem qualquer remorso, matou a galinha que todos os dias, sem falta, lhe tinha dado um ovo precioso. Sem perder tempo, o homem depenou a galinha e abriu-a, à procura da máquina que o tornaria rico. “Vou abandonar a quinta e viver num palácio”, pensava ele. Todavia, a sua desilusão foi enorme. Por dentro, a galinha era igual a todas as outras. Como conseguia pôr os ovos de ouro? Mistério… O homem ambicioso ficou com cara de tacho. Por causa da sua ganância, acabou por perder a galinha dos ovos de ouro.


A Planta e a Flor

Há muitos anos, um homem muito mau vivia num bosque. Ele tinha inveja das outras pessoas, porque viviam em casas. Um dia viu uma planta e uma flor a comer o seu bolo. Ele ficou tão mau, que deitou uma árvore abaixo. Depois correu a planta e a flor à vassourada até que a planta disse: - Porque é que és tão mau? Passado dois dias, o homem comprou um gato especial que falava. Passados quatro meses, o homem ficou muito bom e deu o seu bolo à planta e à flor. Passados quatro anos, vivia num castelo muito grande, vivendo feliz para sempre.


Edison Thomas Edison mostrou, desde muito novo, uma curiosidade extrema pela razão de ser das coisas. Era uma criança curiosa, decidida e trabalhadora. Com apenas nove anos, montou um laboratório em casa. Aos doze anos, conseguiu um trabalho como vendedor de jornais num comboio, por isso, percorria diariamente 800 quilómetros. Dessa forma, ganhava algum dinheiro por dia, entregando uma parte à mãe e gastando o resto em livros e instrumentos para o seu laboratório. Com catorze anos decidiu editar o seu próprio jornal. Aos vinte anos inventou o telégrafo e com esse seu primeiro invento ganhou uma pequena fortuna que lhe permitiu criar mais inventos. Aos trinta anos, já tinha inventado mais de duzentos inventos. No fim da sua vida registava mil e trezentos inventos, dos quais figuravam a lâmpada elétrica, o fonógrafo, o cinematógrafo, o comboio elétrico, o microfone, entre outros.


Q

uando eu fui a Marte levei o meu amigo João. Lá em Marte estava muito frio. Eu e o João tivemos de ir com quatro casacos e duas calças e

com o fato de astronauta. Quando lá chegámos, tirámos 14 fotografias, mas só se via água e gelo. Depois cruzámo-nos com uma pessoa muito estranha. Estávamos na presença de um extraterrestre. Eu e o meu amigo assustámo-nos, mas depois tentámos ser amigos. Ele cumprimentou-nos de uma forma estranha. Brincámos, tirámos fotografias e depois chegou a hora de partir, mas nunca nos iremos esquecer das brincadeiras que partilhámos.


O Dia do Pai Às vezes o meu pai viaja Diz adeus e vai embora Ou então vai para o trabalho Eu sei que ele não demora. Mas inventei um barquinho Todo feito de saudade, Navega devagarinho E chega a qualquer cidade. É nesse dia de alegria Para o pai no meu barquinho, Eu ponho um grande beijo Um abraço e um carinho.


O Gigante que tinha medo do Vento Estava um lindo dia, com bastante sol, quando surgiu um contratempo, no cimo do monte, onde vivia um gigante que metia medo às pessoas. Naquela tarde, o vento soprava com muita força e o gigante refugiava-se em sua casa, porque o vento atirava-o ao chão. Dentro de casa, o gigante estava sempre a olhar para o telhado com medo que o vento o deixasse sem teto. As pessoas passavam os dias a rezar para que o vento soprasse com força para que o gigante não viesse à rua fazer-lhes mal.


O meu cão

Eu gostava de ter um cão que se chamasse Neco. Teria olhos pretos e o pêlo de 4 cores. Teria muita força e dentes afiados e correria imenso. Seria bem comportado.


Eu gostava de ter um irmĂŁo para brincar comigo. Gostava que o meu irmĂŁo tivesse

olhos

azuis,

cabelo

castanho, pele branquinha e lĂĄbios vermelhinhos. Gostava que ele fosse alto e magro.

E

queria

que

fosse

bonzinho, meigo e ternurento.


O meu pai

O meu pai

O meu pai tem olhos castanhos é moreno. Tem muita força e corre imenso. É alto, pesa 80 quilos e é normal. Vive no Bairro São José. Os pais do meu pai chamam-se Lucinda e Álvaro. Gosta de comer frango com batatas fritas. O seu desporto preferido é o futebol. Porta-se bem.


N

um dia de sol, fui ao mar andar de barco, até que se ouviu um barulho enorme. Era um tsunami! Eu tentei sair do barco grande para um barquinho, com os meus homens. Passado algum tempo vimos um tubarão enorme de 14 metros. Era tão grande que tivemos de remar para muito longe, seguindo um mapa.

Passado 1 mês, o mapa caiu ao mar e perdi-me. Fui ter a uma ilha com bichos mansinhos e estava a trovejar muito. Eu e os meus homens vimos um senhor a vender mapas e logo resolvemos comprar um. Com esse mapa novo regressámos a casa.


Carro – caixa retangular em cima de quatro bolas com orifícios de vários tamanhos que leva os seres vivos, de um lado para o outro, da forma mais rápida.

Escola – caixa gigante, de onde não se pode sair, com orifícios de vários tamanhos e formas.

Jogos de futebol – palermas a correrem atrás de um círculo.

Noite – é quando o sol está a dormir, fica tudo escuro, e há coisinhas a brilhar no céu.

Floresta – sítio sombrio ou resplandecente, onde há coisas castanhas, verdes e/ou vermelhas.


O meu grande tesouro está situado numa pequena aldeia, próxima de Coimbra. É no bairro de São José, em Casal do Lobo, dentro de quatro paredes, onde eu habito. Sabem qual é que é o meu tesouro? É a minha

família

: a minha mana e os meus pais, pois é com eles que partilho os meus momentos, tanto de alegria, como às vezes uns pouco tristes.


O meu amigo preferido é o João, que é aluno do 3º ano. Tem olhos castanhos. Tem força e corre imenso. É alto, pesa 30 quilos e é magro. Vive na rua São Miguel. Os pais dele chamam-se Augusto e Carla. Gosta de comer sapateira, caracóis e camarão. O seu desporto preferido é o futebol. Porta-se bem.


Se eu fosse um polícia Se eu fosse um polícia tinha respeito por toda a gente, ajudava os idosos, prendia os ladrões e fazia-lhes perguntas, como: - Onde esteve? E tem como provar? Comandava o trânsito e quem tivesse

explosivos

no

carro,

dinheiro roubado, jóias e pistolas, eu prenderia. Também tinha de controlar os assaltos e responder às coisas que me perguntavam.


Se eu fosse um caderno… …gostava de ser comprado por um menino que me tratasse bem. Eu gostava que escrevessem em mim com um lápis, mas que não me apagassem muitas vezes. Os meus companheiros iriam ser a caneta preta, azul, verde, e vermelho, os lápis de cor, os marcadores, o lápis de carvão, a borracha, o estojo, os livros e claro, a mochila. Eu iria gostar de ter longas conversas com livros de aventuras e sonhar que era eu o protagonista dessas aventuras.


TOVIM Venho ao Tovim Tovim é o local da minha escola Escola tão bonita Bonita como a professora Carmen Carmen é a minha professora Professora bonita Bonita como a minha escola Escola onde eu aprendo Aprendo mesmo muito Muito gosto da professora Carmen.

Eu sou do Casal do Lobo Lobo é que não me dou Dou com a minha família Família tão grande Grande e cabem todos no meu coração.

Sou um rapaz Rapaz, sim sou eu Eu, um rapaz, jogo futebol Futebol é muito fixe Fixe como estudar De estudar gosto muito

.


ESCOLA BรSICA 1ยบ CICLO DO TOVIM

SOFIA ANTUNES 3ยบ ANO

Ano Letivo 2011/2012


Chamo-me Sofia e tenho 8 anos. Nasci no ano 2003, no dia 24 de Fevereiro. O nome da minha mãe é Rute Sofia Granadeiro Ferreira e o nome do meu pai, Carlos Manuel Fernandes Domingues Antunes. Sou alta, gordinha, tenho olhos castanhos, cabelo comprido e uso-o sempre solto. Gosto de partilhar ideias, adoro os meus amigos, gosto das professoras, dos professores e das funcionárias. Gosto de ler, de brincar, de dançar e de cantar. O meu sonho é ser uma dançarina profissional.


A escola das bruxinhas e dos duendes situa-se no Alentejo. Essa escola é maravilhosa, tem um laboratório com poções mágicas. Os alunos no seu dia-a-dia estudam, fazem poções e alguns até andam de vassoura.

A poção é: Pimenta Açúcar Preparação:

Sal Limão Laranja e magia

Junta-se 10 colheres de sal numa taça com açúcar. Junta-se pimenta e limão. Depois mexe-se bem e magia.

Serve para transformar as bruxas e os duendes em invisíveis.

Convido-vos para o jantar das bruxas e dos duendes no dia 31 de Janeiro no Tovim!

Não faltem! De: Sofia


Olá, eu chamo-me Sofia e hoje fui às compras com a minha mãe. Fomos ao Jumbo e comprei: arroz, alface, fruta, farinha e açúcar. Cheguei a casa, fui à cozinha e encontrei um extraterrestre: Sofia - Ah! Quem está ai? ET - Tem calma! Eu também estou assustado! Sofia – Desculpa! Mas como te chamas? ET - Que cabeça a minha, eu chamo-me Filipe e tu ? Sofia – Eu chamo-me Sofia! De onde vens? Filipe - De Marte! Podes explicar onde estou? Sofia - Estás na Terra. Filipe - Queres ser minha amiga? Sofia - Claro! Queres lanchar? Filipe - O que é lanchar? Sofia - Lanchar é comer. Filipe – Quero! Sofia – Gostas de biscoitos? Filipe – Gosto! Sofia – Com canela e chocolate? Filipe - Sim! Sofia – Vou preparar! Depois de uns minutos, os biscoitos ficaram prontos. Sofia – Então gostas? Filipe – Gosto muito! Obrigado Sofia - De nada! Filipe – Quem me dera conseguir ir para Marte! Sofia – E porque não vais? Filipe – Não tenho mapa! Sofia - Eu dou-te um...toma! Filipe - Obrigada! Por tudo! Adeus! Sofia – Adeus! Boa viagem!


O naufrágio do meu barco Houve um dia em que eu vivi uma grande aventura. Vou agora contar-vos a minha grande aventura. Era um dia calmo, mas muito aborrecido. Então eu e os meus amigos decidimos ir para um submarino. Levámos o motor, mapas, comida, binóculos e os sacos cama. Mas, de repente, houve uma enorme tempestade no mar. O barco tanto abanou que acabou por se partir. Eu agarrei-me muito bem a uma bóia que flutuava no mar, agarrei os meus amigos e depois fomos parar a uma ilha, que parecia estar deserta. Quando acordámos, caminhámos, caminhámos até que encontrámos uma rapariga que, enquanto caminhava, cantava: - Adoro a minha ilha e os meus amigos golfinhos. Apesar dela ser deserta, gosto muito dela. Eu perguntei-lhe: - Desculpe, sabe onde estamos? - Sim sei, na ilha distante! - Sabe como podemos voltar para casa? É que perdemos o nosso submarino! - Eu posso ajudar-vos! - Mas como? - Fácil, peço aos meus golfinhos. - Obrigado! E lá fomos todos para casa felizes.


Preciso de um amigo e vou pôr um anúncio na televisão: “Preciso de um amigo”. E consegui uma grande amiga, tornou-se a minha melhor amiga. Chegou a uma altura que coloquei, outra vez, um anúncio: - Caros espetadores, tenho uma novidade: vendo carros, roupas, etc...Tudo a um preço baixo... bem baratinho! Só têm de ligar o número 100 200 300, e ainda, se for um dos primeiros a ligar o nosso número de telefone 100 200 300, pode ganhar 70.000 euros. Este anúncio foi espetacular. Até que veio uma cliente que me perguntou: - É este o tal anúncio? - Sim! Mas já se esgotou a mercadoria! - A sério? - Sim! Então até logo! - Até logo! E foi assim que tudo aconteceu!


Olá! Eu chamo-me Sofia e vou contar-vos mais uma das minhas histórias. Houve um dia em que tudo estava calmo, mas tinha sido um dia aborrecido! Então, eu decidi ir viajar! Pensei, pensei, até que tive uma ideia: - Já sei, vou viajar até Marte! Mas eu não estava sozinha, tinha a Matilde e ela respondeu de imediato: - Óptima ideia! Então foi assim. Mas eu pensei e disse: - Temos que ter uma nave e um fato especial! Fomos vestir o fato, preparar a nave, fomos em direcção a Marte. Estava muito frio, estavam 400 graus negativos. Não dava para respirar. Encontrámos muita areia vermelha. Eram 4 horas, tínhamos que voltar para casa. Mas pelo caminho, encontramos o Sol, que estava a arder! Tínhamos que ir rápido para Terra!


Se eu fosse um livro... Olá! Eu sou um livro da magia, sou grande e colorido! Dentro de mim há muita magia. Vivo há muito tempo, talvez desde o tempo dos meus avós. Vivo numa escola, onde sou tratado com muito carinho, por todas as crianças. Sirvo para elas poderem sonhar e encontrar o mundo da fantasia, pois em mim tudo é alegria. Vale a pena ser um livro, assim posso ensinar todas as crianças a ver o mundo mais bonito. Sou útil ao ver, que quando uma criança olha para mim triste, consigo transmitir alegria e a magia de viver. Sinto-me importante, quando a criança me vai folheando e o seu sorriso vai aumentando. Quando chega ao fim, fecha o livro e sorri!


Se eu fosse um mágico, seria um dos melhores mágicos do mundo. Faria truques mágicos ideais para crianças, jovens e adultos. Todos me adorariam. No Natal iria dar um espetáculo. Teria uma varinha, um chapéu, uma capa e umas luvas brancas. Como mágico, acho que mereceria uma prenda e gostaria de ter uma capa nova. Se eu fosse um mágico adoraria partilhar o Natal com os outros mágicos. Estaria perto de amigos e não ficaria sozinho. Se eu fosse um mágico tinha que ter algum sítio para os meus espetáculos geniais. Se eu fosse um mágico seria um mágico que trabalhava no circo para divertir as crianças. Se eu fosse um mágico seria trabalhador, divertido, simpático e empenhado. Seria engraçado e risonho para não assustar as crianças, mas para elas se divertirem. Iam-me dizer obrigado e iam-me aplaudir.


Se eu fosse um polícia faria o que alguns polícias não fazem, que é controlar o trânsito. Vigiava ruas e ajudava as pessoas. Ainda podia ser outro tipo de polícia, por exemplo, um polícia que vigia as ruas. Ser um bom polícia exige muito trabalho: apanhar criminosos, vigiar as ruas, ajudar crianças perdidas e controlar o trânsito. Se eu fosse um polícia, faria isso tudo, mas não imagino como iria ser! Não conseguia controlar tudo. Os polícias são ótimos a resolver mistérios e crimes muito complicados e misteriosos. É uma confusão, não sei como é que eles aguentam, não sei mesmo! É mesmo muito complicado! Mas ganham dinheiro! Se eu fosse um polícia, faria isso tudo para o bem das cidades e dos países.



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