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Ano 3 • # 15 • Setembro/Outubro de 2010 • Distribuição Gratuita Acesse: www.ubatubaemrevista.com.br

batuba U em revista

Expedição Massaguaty Cinco amigos, cinco caiaques e 280 km de aventura, natureza e superação. por Luis Pavão

Lighting designer DOS GRAVETOS

GRUTA QUE CHORA

MISTERIOSA

RATAMBUFE

ESPECIAL UBATUBA 373 ANOS

O BOI DE CONCHAS

INFOGRÁFICO HISTÓRICO

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EDITORIAL

direto da redação

Ubatuba em Revista Ano 3 • #15 • 2010

Direção GERAL Andreza Pavão Luis Pavão

COMERCIAL Fernando Moreno

Editora Chefe e Jornalista Responsável Ana Maria Pavão • MTB: 54599 ana@ubatubaemrevista.com.br

CAPA André Silva

Revisão Maria Rita Zahra

Contatos (12) 3833-9035 / (12) 7814-8701

COLABORADORES: Heyttor Barsalini, Julinho Mendes, Regina Teixeira, Carlos Rizzo, Rodrigo Carlos A. Silva, Nick Zahra, Fernanda Mayumi, Silvio César Fonseca, Edson Silva, Fábio Chiappetta, João Corbisier, Celso Teixeira Leite

TIRAGEM 10.000 exemplares - Auditados pela ACIU

Tão perto. Tão distantes.

Duas cidades, dois potencias. Juntas, um convite para o sucesso.

Mudanças.

Como não poderia deixar de ser, elas são necessárias e previstas. Vivemos em uma cidade que, apesar de ser um paraíso dos trópicos, como bem descrevem os aventureiros da Expedição Massaguaty (nossa capa), é também uma cidade que depende do turismo para sobreviver. Muitas mudanças ainda devem (ou ao menos deveriam) acontecer para termos um crescimento significativo na qualidade do turismo e, consequentemente, na qualidade para o turismo, que a cidade recebe e oferece, e nós, da Ubatuba em Revista tentamos, a cada edição, mostrar pontos fortes da cidade e, por que não, pontos em que a cidade poderia mudar e melhorar, como o que propõe a matéria sobre o Ubatuba C&VB (Convention & Visitors Bureau). Temos, afinal, a nossa vizinha Paraty que, aqui tão perto, nos mostra um nítido exemplo de sucesso que um C&VB pode proporcionar. Por falar em Paraty, ela é uma cidade que, apesar de estar em outro estado, tem mais a ver com Ubatuba do que qualquer outra da vizinhança. Ubatuba e Paraty poderiam ou deveriam ser “Cidades-Irmãs”. Mas questões políticas à parte, o que muitas pessoas poderiam ver como uma rivalidade entre cidades, o especialista em turismo Paulo Sézio explica como uma necessidade turística. “Nenhum destino se faz sozinho, pois o turista flui na região, e quanto mais distante for sua residência, mais ele irá transitar pela região que está visitando. Isto é fato.”

O que não podemos deixar de perceber é como Ubatuba e Paraty se parecem e, ao mesmo tempo, se diferenciam, realmente complementando uma à outra e, com isso, proporcionando ao turista, em menos de uma hora de distância, conhecer duas cidades com atrativos diferenciados, mas surpreendentes, e ter, ao mesmo tempo, natureza exuberante, praias maravilhosas, ilhas paradisíacas, vida cultural intensa e noites badaladas. Cada cidade tem muito a oferecer, uma à outra e, por isso, a união poderia trazer o crescimento que às vezes é tão difícil de alcançar individualmente. Entendido esse ponto de vista, estará compreendida a próxima mudança da Ubatuba em Revista. Comunicamos, oficialmente agora, que esta é a última edição da Ubatuba em Revista como você conhece. A partir de novembro, ela não será apenas a “Ubatuba em Revista”. Será também a “Paraty em Revista”. Duas revistas em uma! E não é só. As duas revistas, em dois idiomas, unindo o que de melhor cada cidade pode oferecer. E se apenas falando de Ubatuba já tínhamos assuntos excelentes e intermináveis, imagine agora, com essa união mais que perfeita. Ou melhor, não imagine, Ana Maria Pavão veja! E se surpreenda! Nos Editora Chefe vemos em novembro.

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A Ubatuba em Revista é uma publicação bimestral da Sapere Editora. É distribuída gratuitamente nas cidades: Ubatuba, São José dos Campos, Taubaté, Campinas, Itu, São Paulo e Paraty. Lista detalhada dos pontos no site: www.ubatubaemrevista.com.br


CARDÁPIO

as novidades do mês

08 • Varanda 11 • Que história é essa? 12 • Boi de Conchas 14 • Infográfico histórico 18 • Expedição Massaguaty 24 • 1ª Noite Cultural Ubatuba em Revista 28 • Ubatuba Conventions & Visitors Bureau 30 • Lighting designer dos gravetos 32 • Bijupira - O rei dos mares 34 • Harmonização de cervejas 36 • A arte imita a vida 38 • É primavera 40 • Aventura e perigo no Atlântico 42 • A Gruta que Chora 44 • Um pouco de sal 46 • Peres e Lázaro 48 • Pilates 50 • Guia de Hospedagem 52 • Livros 54 • Cinema 56 • Para visitar e preservar 58 • Guia

SETEMBRO/OUTUBRO 2010

ba Ubatu em revista

7


VARANDA CAIÇARA

por LUIS PAVÃO

Cargo quase vitalício É quase toda uma carreira dedicada à mesma delegacia. Dr. Fausto Geraldo Moro Cardoso entrou para Academia de Polícia em 1986, chegou para trabalhar na delegacia de Ubatuba em 1989, iniciando como auxiliar do Dr. Jose Arthur Esteves Pinto, assumindo como titular em 1990. Desde então, não deixou mais o cargo. Antes de prestar concurso para delegado, cursou 3 anos de engenharia na faculdade Mackenzie, mas logo percebeu que sua vocação era outra e acabou concluindo o curso de Direito. Trabalhar em Ubatuba não foi imposição, foi uma escolha. “Já possuía casa, frequentava e adorava a cidade; foi unir o útil ao agradável”, relembra o Dr. Fausto. Durante os 22 anos trabalhando em Ubatuba, só esteve ausente por 7 meses, para prestar serviços na Delegacia Seccional, fato que já deve ser um recorde, pois não é comum a permanência de um mesmo delegado na mesma delegacia por tanto tempo. Em geral, as cidades do litoral sofrem por falta de efetivo e constante troca de delegados. Mesmo realizando seu trabalho com prazer, Dr. Fausto fica feliz que seu cargo não seja vitalício, e lembra que a aposentadoria já está por vir. Resta saber se teremos algum substituto à altura...

Responsabilidade ambiental

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Há 10 anos trabalhando no mercado de impressão, Eduardo Russo, da Inteligraph, manteve uma política ambiental desde a fundação da empresa e esteve sempre preocupado em utilizar somente produtos originais e ecologicamente corretos. E não poupou investimentos ao adquirir uma impressora de última geração, que difere totalmente das demais, pois utiliza uma nova tecnologia de impressão digital a Látex. O resultado é que ela não polui o ar, pois a tinta utilizada não é a base solvente. O local de trabalho fica saudável, não gera riscos aos funcionários e livra o ambiente externo de contaminação de seres como líquens, pássaros e outros insetos importantes na biodiversidade. Toda e qualquer sobra do material de impressão é solúvel em água e biodegradável (segundo a HP, fabricante da tinta), evitando a contaminação de efluentes e solos. Eduardo acredita na sustentabilidade de tudo o que se compra, produz e vende, e vem desenvolvendo no seu trabalho uma séria e inteligente conduta de responsabilidade social. É sem dúvida um grande exemplo a ser seguido.


20 anos para comemorar! Parece que foi ontem que a oceanógrafa Berenice Gallo começou a cuidar das tartarugas marinhas nas praias de Ubatuba. O trabalho prosperou e, neste ano, o Projeto Tamar comemora 20 anos de existência em Ubatuba. Berê, como carinhosamente é conhecida, esteve sempre à frente desta importante Instituição e quando verificamos os números é que, realmente, enxergamos a dimensão deste trabalho. Uma equipe formada por 52 pessoas é responsável por mais de 10.000 registros de tartarugas marinhas no banco de dados, sendo mais de 8.000 destas marcadas e devolvidas ao mar. Mais de 100.000 pessoas visitam por ano o Centro de Visitantes. Aproximadamente 100 pescadores colaboram com o projeto e cerca de 100 tartarugas são reabilitadas por ano.

O fotógrafo Edson Endrigo acaba de lançar o livro: Aves - Estado de São Paulo

“Onde a natureza vira arte.”

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Foi um trabalho de 10 anos, sendo boa parte realizado aqui em Ubatuba, que resultou em um livro de 172 páginas, com fotografias, informações científicas e comportamento de 174 espécies de aves, algumas já ameaçadas de extinção. Para capa foi escolhido o Tangará , uma ave símbolo de Ubatuba. Edson espera que as pessoas se sensibilizem com estas belas imagens e que, a partir daí, estejam mais alertas na preservação do meio ambiente e das aves que nos cercam. Mais informações no site www.avesefotoseditora.com.br


CURIOSIDADES PERSONALIDADE

Envie sugestões para essa coluna: curiosidades@ubatubaemrevista.com.br

ATUALIDADES, HISTÓRIA , CULTUR A

Sabe onde fica?

TEXTO: ANA MARIA PAVÃO FOTO: PEDRO ORABONA

Estátua Jacques-Yves Cousteau

Uma estátua localizada a 10 metros de profundidade, na Ilha Anchieta, Praia do Leste, foi ali colocada em 15 de novembro de 1997, para homenagear o grande navegador e oceanógrafo Jacques Cousteau, falecido a 25 de junho do mesmo ano. A estátua tem 1,80m de altura e pesa cerca de 300kg. A Ilha também abriga um antigo presídio, hoje desativado, mas que conta com uma história impressionante e ainda serve de cenário para um belo passeio. U

Nobre beleza

Memória

TEXTO: GABRIEL DUARTE FOTO: JOÃO MOREIRA

Belas, imponentes, majestosas e alinhadas de forma a emoldurar a paisagem. As palmeiras que circundam a Praça da Igreja da Matriz encantam quem passa e deixam a dúvida: “quando e como elas vieram parar aqui?”. As primeiras mudas de Palmeiras do tipo Imperial chamavam-se “Real”, numa alusão à realeza, pois vieram para o Brasil a bordo do navio que trazia a corte portuguesa em 1808, fugida das invasões Napoleônicas. É certo que essas mudas sofreram um bocado numa viagem que levou meses para findar, mas resistiram e a primeira muda foi plantada por Dom João no Jardim Botânico do Rio de Janeiro. por HEYTTOR BARSALINI Em 1875 alguns espécimes descendentes destas primeiras palfoto LUIS PAVÃO meiras foram trazidos para Ubatuba por intermédio de Francisco Pires Nobre, então Intendente (prefeito), e resistiram ao solo pouco propício graças aos esforços dispensados em fazê-las vingar. Depois de plantadas as mudas da Praça da Matriz, Francisco resolveu e da narrativa de quem os conta. Por isso, a chaplantar outras cinco mudas em frente ao solar de sua residência, mada “história oficial” nem sempre corresponde à realidade do que ocorreu, mas aos interesses onde hoje estáidsituada Esteves da Silva. Infeade sea Escola Estadual Dr.político-econômicos de quem a conta. Na contramão dessa tendência, e com total interesse na an não umestas h e d a r lizmente, resistiram à ação de raios. a e r b a a s “P e u fidelidade dos registros, está um ubatubano respeitado pela pesquisa que desenvolve ao longo de em q de 130tá anos de araexistência, as Palmeiras Imperiais da cer tmais p e s conheCom e décadas: Edson da Silva. como perduram Praça pois necessitam o, Matriz ar certa dificuldade, trcom s e veida o m Filho do pescador e vereador Antonio Atanázio da Silva, Edson teve seu interesse despertado ondde o s i c e r p constante limpeza e cuidados especiais contra pragas e até mes” e vai. É mo está ainda criança, ao voltar os olhos para os muitos documentos e fotos que seu pai recebia dos muohomens c ondmo r e v contra a ação dos que nelas amarram arames e fincam a par mo erapara pendurar faixas e outras tralhas. nícipes. A partir desse material, começou a estudar a história de Ubatuba, como quem monta um copregos quebra-cabeça e, ainda na escola, seu conhecimento superava o de seus professores. “Houve Felizmente, depois de tantos anos, as centenárias palmeiras não ocasiões em que um aluno perguntava algo sobre a história da cidade e o professor respondia: perderam seu poder de encantar os visitantes e moradores de nossa pergunte ao Edson.” belíssima cidade. U

Que história é essa? A história é feita de fatos

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SETEMBRO/OUTUBRO 2010

ba 11 Ubatu em revista

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Em meio a tantos registros de seu arquivo, chamam à atenção aqueles que dizem respeito a detalhes da vida do caiçara, como a foto que registra o “peixe do santo” – o maior peixe da rede era levado para ser vendido em frente à igreja matriz e o dinheiro obtido com essa venda era doado ao vigário da época. Ou ainda, fotos da arquitetura das casas de taipa, das grelhas de madeira para assar peixe, montadas na areia da praia, da primeira viagem de jardineira realizada na cidade, um estudo sobre a presença da “ubá” nos brasões de Ubatuba – o que, para ele, reforça a explicação de que o nome Ubatuba tem o sentido de sítio, local, plantação de ubá – nada tendo a ver com canoas, como também explica uma outra versão: “Ubá é uma planta típica dessa região, uma planta da família da cana. Antes da criação da vila, existiam muitas “ubatubas”, porque essa planta cresce em vários lugares do litoral. Era uma designação indígena para um local onde houvesse essa vegetação. Essa versão que liga o nome da cidade às canoas é fantasiosa.” Edson é, antes de tudo, um apaixonado por sua atividade: “Para a humanidade se conhecer tem que saber de onde veio, como está e para onde vai. É preciso mostrar como era para ver como está”. Uma das suas gratificações é a emoção de quem visita seu acervo. Algumas vezes pessoas se emocionaram com suas fotos: “Uma vez fui visitado por um morador que não conheceu o pai. Ele veio aqui e me perguntou se eu teria uma foto do pai dele. Mostrei a foto e, só aí, ele pode conhecer a imagem do pai. Foi muito emocionante para ele. Para mim também, pela possibilidade de proporcionar esse momento.” Quando perguntado sobre o momento atual da história de nossa cidade, Edson se queixa da perda da identidade cultural que havia por aqui – consequência inevitável da vinda de muitos migrantes – e responde mostrando uma frase, de sua autoria, que faz parte da sua exposição itinerante: “Com poucos vestígios de seu passado histórico, Ubatuba é hoje o retrato de uma cidade submissa às influências externas. No decorrer de seu crescimento, a fisionomia urbana da cidade foi se moldando às aspirações do “progresso”, que não admitiam a presença de “coisas velhas e antigas”, compreendidas erroneamente como imagens da decadência. Desprezando sua própria história e fases de apogeu econômico, a cidade, no entender de muitos, perdeu sua personalidade, mesclando-se de tendências e padrões estéticos importados de centros urbanos maiores”. Frase certeira que reflete a dinâmica dos movimentos históricos de uma cidade. Afinal, a história é viva. U

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CULTURA “Eu estava tocando minha viola na beira da praia, quando apareceu aquele vulto branco. O bicho veio ao som da minha viola, veio vindo, veio vindo e ficou diante de meus olhos, no lagamá. Eu vi! O bicho era todinho coberto com conchas. Brilhava com a florescência da argentai.” Palavras do pescador, Vovô Lindolfo

A Lenda do

BOI DE CONCHAS por Julinho Mendes

“Ratambufe! Isso mesmo, você vai se chamar Ratambufe! Esse mugido tá parecendo o som de um ratambufe. Você nasceu no dia de São Pedro Pescador, não é? Vou levá-lo para conhecer o mar! Você vai ver que beleza que é o mar. Está ouvindo, Ratambufe?”

O recém-nascido bezerro fitava a promessa do Ve-

lho Cipriano. Ratambufe era um boizinho quase que inteiramente branco. Cipriano era um tropeiro do Bairro Alto de São Luiz do Paraitinga, que comercializava em Ubatuba. Descia e subia a serra semanalmente, trazendo e levando mercadorias. Ratambufe foi crescendo e ouvindo as promessas de seu dono que iria lhe mostrar o mar. O que seria o mar? O que seriam as gaivotas, as conchas, os peixes, os guaruçás, que Cipriano sempre falava? Ratambufe cresceu ouvindo falar do mar. “É amanhã, Ratambufe! Amanhã você vai conhecer o mar!” Mas essa história de mar era conversa pra boi dormir. Cipriano, como bom comerciante que era, levaria o boi para o matadouro. E, ao final, o boi teria seu fim em um abate.

A descida da serra foi tranquila, por entre grutas e cachoeiras, sob as sombras de brecuíbas e manacás, ao som de arapongas e tangarás. O animal, fascinado e ansioso, fazia a tropa acelerar os passos. Ao chegar em Ubatuba, o boi que iria para o matadouro foi direto para a praia. Chegando perto do mar, ficou contemplando o horizonte. Parecia que estava ouvindo um som, algum canto diferente. Foi então que o boi caminhou e entrou no mar. E o que se sabe, é que nunca mais apareceu. Dizia Cipriano que foi efeito da maresia; já os pescadores diziam que era o canto das sereias. U

O BOI DE CONCHAS foi uma aparição aos olhos de Vovô Lindolfo e a muitos outros pescadores. Para Vovô Lindolfo, o boi aparecia toda vez que ele dedilhava sua viola aos pés da amendoeira da praia do Cruzeiro.

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Para comemorar os 373 anos de Ubatuba, preparamos esse infográfico especial. Uma linha do tempo com alguns dos principais acontecimentos da cidade. Confira.

INFOGRÁFICO

Quadro de Benedito Calixto

por LUIS PAVÃO e EDSON SILVA fotos ARQUIVO EDSON SILVA

1600 - Inocêncio de Unhate, Belchiol Couqueiro, Miguel Gonçalves, Gonçalo Correia de Sá e seu irmão Martim de Sá, iniciam a colonização da aldeia Yperoig.

1500 - 22 de abril, os portugueses chegam ao Brasil.

1610 - A Donatária da Capitania, Mariana Sousa Guerra, a Condessa de Vimieiro, doou a concessão das terras à Dona Maria Alves, que, não podendo colonizar, passou o registro para Jordão Albernaz Homem da Costa.

1500

1650 1637 - 28 de outubro, Yperoig é elevada à categoria de Vila e passa a se chamar Vila Nova da Exaltação à Santa Cruz do Salvador de Ubatuba.

1563 - 05 de maio, Padre Anchieta chega à Yperoig, vindo na embarcação comandada pelo genovês José Adorno. - 09 de maio, celebrada a 1ª missa nas terras de Yperoig. - 14 de setembro, formalizado o “Armistício de Yperoig” ou “Paz de Iperoig”, o 1º Tratado de Paz do Brasil.

Quadro de Benedito Calixto

1555 - O Cacique Cunhambebe, líder dos Tupinambá, organiza a Confederação dos Tamoios, com o objetivo de defender suas terras dos invasores.

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1870 - 2ª Decadência – Com a construção da ferrovia Santos-Jundiaí, as exportações pelo porto da cidade entraram em declínio.

1789 - 1ª Decadência - O Governador da Capitania de São Paulo, Bernardo José Maria Lorena e Silveira, determina que “toda e qualquer exportação só poderá ocorrer no Porto de Santos”.

1875 - Inauguração do Gabinete de Leitura Ateneu Ubatubense, a 1ª escola de Ubatuba.

1790 - Carta ao cap. Mor de Ubatuba, solicitando o início da construção da nova Igreja Matriz.

1880 - Dr. Esteves da Silva passa a morar em Ubatuba. 1886 - 29 de maio, inauguração do Sistema de Abastecimento e do Chafariz de Pedra na Praça Nóbrega. 1890 - Início da construção da Estrada de ferro Norte de São Paulo, a Ferrovia Taubaté-Ubatuba, período de apogeu econômico, em que a arrecadação de Ubatuba chegou a superar a da cidade de São Paulo. A obra nunca foi concluida, por falência do Banco Taubaté.

1869 - 20 de Junho, nasce Gastão Madeira, pioneiro da aviação.

1700

1900

1800

1798 - 28 de novembro, Governador Antonio Manuel de Melo Castro e Mendonça, sucessor de Bernardo, concede a “Liberdade de Comércio e Livre Exportação”, aquecendo a economia de Ubatuba novamente.

1828 - Em meados do séc. XIX ocorreu a construção em pedra e cal da Fazenda Bom Retiro, pelo engenheiro fançês João Agostinho Stevenné, um dos primeiros proprietários da Lagoinha. Atuais "Ruínas da Lagoinha". 1854 - Fundação da 1ª Santa Casa de Ubatuba, instalada na esquina das Ruas Salvador Correia com Dom João III. 1855 - Se tornou Comarca de Ubatuba.

1846 - Construção do Sobradão do Porto pelo fazendeiro, plantador de café e armador português Manoel Baltasar da Cunha Fortes.

1896 - 18 de julho, fundação do Grupo Escolar Dr. Esteves da Silva. - Lançamento do Jornal Echo Ubatuba, pelo Dr Esteves da Silva. O 1º jornal de Ubatuba.

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1936 - Washington de Oliveira (Seu Filhinho) é eleito Prefeito de Ubatuba. - 26 de dezembro, realizada a 1ª viagem de ônibus Ubatuba-Taubaté.

1902 - Construção da Cadeia Velha por Euclides da Cunha.

1933 - 21 de abril, inauguração da estrada Ubatuba-Taubaté, e chegada do 1º automóvel na cidade. Presidiários da Ilha Anchieta trabalharam na obra. - 16 de julho, o avião francês faz pouso forçado na Av. Iperoig. O ocupante foi confundido com Saint- Exupéry

1908 - Ernesto Gomes de Oliveira é eleito o 1º Prefeito de Ubatuba. - É construída a "Colônia Penal Porto da Palmas", o Presídio da Ilha Anchieta.

1900

1940 - Ainda em decadência econômica, Ubatuba tinha apenas 3.227 habitantes.

1920

1940

1934 - Nasce "João Alegre", o cantador de Ubatuba. 1936 - No Sobradão do Porto funciona o Hotel Budapest.

1906 - Inauguração do “Núcleo Colonial Conde do Pinhal”, conhecido como Horto Florestal. 1912 - 28 de agosto, um grande incêndio destruiu totalmente a 1ª Santa Casa. 1929 - 06 de janeiro, inauguração do serviço de iluminação elaborado pelo alemão Gustavo Stach.

1937 - 28 de outubro, inaugurado o Obelisco do III Centenário, por ocasião das comemorações do 3º Centenário da criação de Vila de Ubatuba. Localizado na Praça Exaltação à Santa Cruz. - Criação do Brasão de Armas.

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1941 - Organização da colônia de pescadores Z10, para dar início à construção da 1ª fábrica de gelo. 1972 - Aquecimento da economia - Construção da rodovia Rio-Santos - BR-101. 1964 - 14 de outubro, Francisco Matarazzo Sobrinho foi eleito Prefeito da Cidade.

1975 - O Sobradão do Porto é tombado pelo CONDEPHAAT. 1977 - Criação do Parque Estadual da Serra do Mar e do Parque da Ilha Anchieta – PEIA. 1979 - Amácio Mazzaropi grava em Ubatuba seu penúltimo filme, “Banda das Velhas Virgens”. 1981 - A ONG MDU (Movimento Pela Vida e Pela Paz em Defesa de Ubatuba) foi fundada para impedir a construção de uma fábrica de material bélico, Avibrás, em Ubatuba.

1950

1960

2010 1990 - Início do Projeto Tamar em Ubatuba.

1943 - Início dos trabalhos para construção do Aeroporto. 1955 - O Presídio da Ilha Anchieta é extinto pelo Governador Jânio Quadros.

1944 - Ubatuba foi elevada a condição de Estância Balneária.

1952 - 1º automóvel chega pela rodovia UbatubaCaraguatatuba (SP-55). - 20 de junho, a grande rebelião no Presídio da Ilha Anchieta

1957 - Inaugurada a 1ª Rádio de Ubatuba – a Rádio Iperoig AM 1.540 Khz - Circula a notícia de que um OVNI, explodindo no céu, foi avistado por banhistas na praia das Toninhas. - Em dezembro é inaugurado o Cine Iperoig. - Banco “Vale do Paraíba” (o 1º da cidade) ja funciona em Ubatuba. 1959 - O Sobradão do Porto é tombado pelo IPHAN.

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2008 - Ubatuba recebe primeiro navio de Cruzeiro em 09 de Janeiro. 2008 - É publicada a 1ª edição da Ubatuba em Revista.

1968 - Criação da Bandeira de Ubatuba - O Banco Novo Mundo assume o Banco Vale do Paraíba.


CAPA

Expedição Massaguaty Cinco amigos, cinco caiaques e 280 km de aventura, natureza e superação. por Luis Pavão fotos ANDRÉ SILVA

Um desafio encantador. Um projeto que une, ao mesmo

tempo, natureza, esporte, e responsabilidade ambiental. Trata-se da Expedição Massaguaty. Uma ideia de 5 amigos, que começou de forma despretensiosa, a partir do sonho de contemplar trechos do litoral brasileiro, a bordo de caiaques, serpenteando, por 11 dias, quase 300 km de litoral. Marcelo Liochi, Gustavo Nogueira, Eduardo Standerski, Carlos Marcondes e João Almeida, são os idealizadores da aventura. Dos cinco remadores, três trabalham com comunicação e os outros dois com tecnologia e meio ambiente.


“É quase que indescritível a beleza de cada praia, da areia branca de cada ilha, dos detalhes de cada pedra.”


“A cada remada, temos a certeza de estarmos trilhando um dos trechos mais bonitos do litoral brasileiro (e, por que não, do mundo?).”

CAPA

O grupo partiu em junho da praia de Massaguaçu, em Caraguatatuba, com o destino de percorrer todo litoral de Ubatuba e finalizar na encantadora Paraty, região sul fluminense. Os aventureiros, que estavam no meio do percurso durante a publicação dessa matéria, ao final terão passado por mais de 100 paraísos tropicais, desbravando, segundo eles, um dos trechos mais belos do litoral brasileiro. “É quase que indescritível a beleza de cada praia, da areia branca de cada ilha, dos detalhes de cada pedra. Nos sentimos extremamente privilegiados de termos oportunidade, em um único projeto, de passar por tantos lugares mágicos e inesquecíveis que esse trecho de nosso litoral nos propicia.” relataram.

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Etapas da Expedição Perna 1 – Massaguaçu até a praia da Lagoinha em Ubatuba, 23,3 Km. Perna 2 – Lagoinha até a famosa praia do Lázaro, 23,5 km Perna 3 – Lázaro até a praia das Toninhas, 24,5 Km Perna 4 – Toninhas até a praia do Félix, 26,1 Km Perna 5 – Félix até a praia de Picinguaba, 21,71 Km Perna 6 – Picinguaba até a praia do Cepilho, 27 Km Perna 7 – Cepilho até a praia Martin de Sá, 31,22 Km

Perna 9 – Grande da Cajaíba até a praia de Mamanguá, 7,5 Km Perna 10 – Mamanguá até a praia de Paraty Mirim, 8,1 Km Perna 11 – Paraty Mirim finalizando na cidade de Paraty, 38,5 Km

No total são 11 dias, 280,22 Km e mais de 100 praias paradisíacas.

Os elogios não pararam por aí. A cada atualização do diário de bordo, o encantamento com a beleza da região é evidente. “A cada remada, temos a certeza de estarmos trilhando um dos trechos mais bonitos do litoral brasileiro (e, por que não, do mundo?). É sempre bom saber que, apesar de tudo, a natureza ainda encontra seus refúgios e continua encantando com sua beleza àqueles que a ela têm acesso.” Já a vida da fauna que cerca e habita o litoral é uma atração à parte, sempre comentada pelo grupo. “Entre a Praia da Justa e Ubatumirim, vimos uma enorme tartaruga da espécie cabeçuda. A princípio parecia uma pedra no meio do mar. Arraias também surgiram pelo nosso caminho. Durante o contorno da Ilha do Mar Virado, fomos surpreendidos por uma revoada de fragatas que se destacavam no céu azul”. O grupo também se referiu à presença de golfinhos e, muito constantemente, à de tartarugas. “Uma boa surpresa foi a quantidade de tartarugas que surgiam sempre próximas às pedras. Consequência, muitíssimo provável, do excelente trabalho realizado pelo Projeto Tamar!” Inclusive, a exemplo do Projeto Tamar, a preocupação com o meio e a responsabilidade ambiental também embarcaram nessa expedição. O grupo se comprometeu por toda a emissão de carbono feita durante a realização das etapas. Tudo que for gerado de CO2 com os deslocamentos de carros da equipe, e com a fabricação dos equipamentos utilizados, será neutralizado através do plantio de árvores feito pelos membros da expedição. “É um compromisso do Projeto Massaguaty”, comentaram. O grupo também levanta denúncias contra a depredação do litoral. Em um dos relatos de bordo, informaram que, apesar do alívio de constatar que muitas praias em nosso litoral ainda não foram tomadas pelo comércio irresponsável, é com tristeza que se deparam com uma grande quantidade de lixo vagando pelo mar. “Sacolas plásticas, isopor, latas, sacos de salgadinho... Uma infinidade de tranqueira que diariamente é lançada ao mar por indivíduos que ainda não entenderam os danos que uma simples tampa de garrafa pode causar ao nosso ecossistema.” SETEMBRO/OUTUBRO 2010

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“É sempre bom saber que, apesar de tudo, a natureza ainda encontra seus refúgios e continua encantando com sua beleza àqueles que a ela têm acesso.”

Não só responsabilidade ambiental, aventuras e belezas fazem parte deste projeto, mas, principalmente, um objetivo nobre, que nasceu junto com a ideia da expedição. “Mais importante do que viver bons momentos é divulgar as belezas deste canto do Brasil.” Foi a partir desse ideal, que resolveram retratar toda a paisagem do litoral como parte da missão. “A intenção é servir de exemplo para que mais pessoas possam aproveitar as belezas desta região, de forma sustentável e segura sem que, para isso, seja preciso ser atleta ou militar. Basta a vontade de realizar um sonho”, comenta o publicitário Gustavo Nogueira, um

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dos idealizadores do projeto. O objetivo final é documentar todas as praias da costa e das ilhas do percurso. “Em quase todas as saídas, faremos reportagens sobre a cultura caiçara, meio ambiente e outras curiosidades. O Brasil e o mundo precisam conhecer melhor a exuberância deste litoral”, explica o jornalista João Almeida, outro aventureiro do Massaguaty. E, realmente, esse projeto já é um sucesso, pois passear pelo site da expedição, visualizar as belíssimas fotos realizadas, ou ler o relato de bordo do grupo, com certeza, deixa um gostinho de “eu também quero!”. U

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Mais Informações sobre a Expedição Massaguaty você encontra nos sites: www.massaguaty.com.br   www.massaguaty.blogspot.com A Expedição conta com o Patrocínio da Bardahl e da fabricante de caiaques Brudden Náutica, além dos apoios da Pet Show, Fundart de Ubatuba, Projeto Tamar e da Prefeitura de Paraty.

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ACONTECENDO

Os mestres de cerimônia que apresentaram e divertiram o evento, Fernando Moreno e Marilena Cabral

fotos Luis Pavão

1ª Noite Cultural Ubatuba em Revista Um evento cultural uniu, em uma só noite, teatro,

música, circo e dança. Essa foi a proposta da 1ª Noite Cultura Ubatuba em Revista, que aconteceu em 05 de agosto, no Espaço Coletivo Arte, em Ubatuba. A programação emocionou e animou a noite de quem estava disposto a uma overdose cultural. As apresentações se iniciaram com a banda Ao Som da Madeira, juntamente com a 1ª Trupe Circense de Ubatuba, que recepcionou o público com palhaços e malabaristas. 1ª Trupe Circense de Ubatuba

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No tecido, Michele Mozena, da 1ª Trupe Circense de Ubatuba e no palco, banda Razambru.

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A programação seguiu, comandada pela dupla excepcional de cerimonialistas, Fernando Moreno e Marilena Cabral, com danças e músicas folclóricas, com o grupo O Guaruçá, número cômico, com o diretor teatral Heyttor Barsalini, divertidas esquetes teatrais, com o grupo Abençoados por Cunhambebe e o grupo teatral da Fundart, diversas apresentações de danças, incluindo jazz, flamenco e dança do ventre e, encerrando com chave de ouro, uma encantadora apresentação de acrobacias no tecido, com Michele Mozena, ao som do Jazz da melhor qualidade da banda Razambru, que deixou o público animado até o final. O evento, em sua primeira edição, aconteceu esse ano em comemoração ao aniversário de 1 ano da Ubatuba em Revista Virtual, essa publicação que une cultura, arte, turismo e meio ambiente. Já nossa versão impressa, esta que você lê, está para completar 3 anos. Então foram muitos motivos para comemorar! O evento foi uma parceria entre a Ubatuba em Revista e o Coletivo Arte de Criação, Formação e Produção Cultural. Segundo Ana Maria Pavão, a editora chefe da publicação, a revista e o evento têm muito em comum. “Nossa proposta, como revista, é divulgar, além dos atrativos naturais de nossa cidade, os diversos atrativos culturais, que são muitos por aqui. Arte e cultura são o espírito da Ubatuba em Revista e, com certeza, é desse espírito que nasceu a ideia do evento, uma parceria fantástica de uma revista com um Coletivo de Arte e Produção Cultural”. Segundo Ana, a ideia é que essa seja a primeira de muitas edições do evento, que deve vir para somar ainda mais no repertório cultural de Ubatuba. U

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OPINIÃO

por CARLOS RIZZO fotos DIMITRI MATOSZKO - ITAMAMBUCA ECO RESORT

Conventions Conventions && Visitors Visitors Bureau Bureau por Luis Pavão

Ubatuba possui as mais belas praias, uma

natureza intocada e exuberante, excelente gastronomia e boa estrutura de hotéis e pousadas. O clima durante o ano é muito agradável, e não existe aquele excesso de pessoas do verão. Então, o que falta para atrairmos turistas de qualidade o ano todo? A resposta pode estar na criação de uma entidade, que depende da união entre os empresários, entidades e governo, e esta união chama-se Ubatuba Convention & Visitors Bureau. Convention & Visitors Bureau – C&VB é uma entidade apolítica, sem fins lucrativos, com a missão de promover e ampliar o potencial turístico da região, aumentando o fluxo de turistas de negócios ou de lazer. É mantida pela iniciativa privada, através da mensalidade dos associados e pela cobrança facultativa do roon-tax nos hotéis associados. Sua atuação pode ser facilmente observada nas cidades turísticas de sucesso. Muitos eventos, congressos e feiras são atraídos ou organizados nas cidades, graças ao trabalho e apoio dos C&VB. A principal missão do CVB é captar eventos e divulgar os atrativos turísticos da cidade, mas pode atuar também efetuando parcerias e trazendo programas de treinamento e capacitação da mão-de-obra local.

Para enfrentar a grande concorrência no turismo nacional e internacional, é necessário elaborar uma série de ações durante todo ano. Definir uma estratégia de marketing, alugar estandes e participar das Feiras ligadas ao Turismo, que ocorrem no Brasil e Exterior. Preparar um material de qualidade para divulgação da cidade, como folhetos guias e até um Showcase é essencial. A captação de eventos como feiras e congressos é, sem dúvida, uma certeza de atrair um grande número de visitantes durante todo ano,melhorando o movimento nos períodos de baixa temporada. Realizar estes eventos é possível mesmo antes de estar concluído o Centro de Convenções, pois temos como exemplo o recente Congresso Internacional de Educação em Ubatuba, e os diversos eventos que Paraty realiza, inclusive a Flip, sem possuir um Centro de Convenções. Por mais que a Prefeitura faça sua parte, a iniciativa privada deve contribuir com sua parcela de trabalho e principalmente com toda sua experiência. Estamos a menos de quatro anos para receber a Copa do Mundo no Brasil, o trabalho tem que começar já! A criação do Ubatuba Conventios & Visitor Bureau será o início de um trabalho que só trará melhorias para nossa Cidade. U

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DESIGN

Lighting designer dos gravetos por HEYTTOR BARSALINI fotos LUIS PAVÃO

adotou Ubatuba desde 1993. Depois de ter trabalhado em inúmeros empregos, na condição de funcionário, num dia de tristeza, há dez anos, decidiu trabalhar com seu potencial criativo e ser seu próprio patrão: “Eu não imaginava que um patrão trabalhasse tanto. Para criar minhas peças, chego a trabalhar 17 horas seguidas, quando há prazo para a entrega.” Ele é o que se denomina lighting designer . Mas, diferentemente

LUZ&OBJETO

de seus colegas de profissão, sua arte é única: cria e monta luminárias (de teto ou com base no chão) em estruturas metálicas revestidas de gravetos de eucalipto e sisal - gravetos que precisam ser de um tipo específico de eucalipto, devido à flexibilidade e durabilidade que apresentam. O interesse pelo material veio de sua ligação com a Natureza, muito estimulado pela vida em Ubatuba: “Sempre surfei e, desde que vim pra cá, meu contato com a natureza é muito forte. Por isso, escolhi esse material para minhas criações.”

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Cláudio Marcello Ribeiro é um paulistano que


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A primeira peça que criou foi motivo de chacota entre seus familiares, que a compararam com uma arapuca. O episódio foi fundamental para o desenvolvimento do artista que tomou a brincadeira como um desafio para aprimorar seu trabalho. Hoje, suas peças são criadas sob encomenda para residências e ambientes especiais, como o Restaurante Donana, que tem três luminárias de teto e sempre expõe alguma novidade do designer. Ao contrário de artistas intuitivos que moldam figuras e composições visuais, manipulando o material, sem prévio estudo da obra, Marcello faz esboços de linhas e proporções. Sua criação começa no papel e só toma forma depois que ele já tem domínio sobre as dimensões do que pretende realizar. Um método que mistura intuição, conhecimento e racionalidade. U

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PESCA

Bijupira o Rei dos Mares

texto e foto: NICK ZAHRA - www.nickzahra.com.br

Nós, da Ubatuba em Revista

, resolvemos inovar, levando a vocês relevantes informações e curiosidades sobre as espécies mais nobres e esportivas que habitam nossas águas e, considerando que estamos no ápice da temporada de pesca da “mais rara e cobiçada espécie marinha” que encabeça o rol de desafiadores peixes esportivos de Ubatuba, falaremos sobre o BIJUPIRÁ - espécie que se faz presente em nossas baías, lajes e parcéis, entre os meses de maio a outubro. Enfatizo com imenso orgulho que, por um capricho divino, estes maravilhosos peixes pelágicos (espécies que nadam e se alimentam por toda a coluna d’água) adotaram em seu extenso roteiro migratório (acompanham as correntes marítimas da Costa dos Estados Unidos até o Sul de nosso país e retornam, ano após ano) com exclusividade, as águas de nosso encantador litoral. É isso mesmo, somos privilegiados. O bijupirás não se fazem presentes no Litoral Norte de uma maneira em geral, são vistos e capturados apenas em Ubatuba. Recebo, com frequência, pescadores vindos de Ilhabela, São Sebatião, Caraguatatuba, Laranjeiras, Paraty, Rio de Janeiro, entre outros lugares, ávidos por conhecer e duelar com os nossos preciosos e exclusivos peixes. São elegantes, vigorosos, resistentes, saborosos e com muita disposição para desafiar todo e qualquer Pescador Esportivo. Bijupirá vem do tupi-guarani e significa: saboroso (biju) e peixe (pira). Conhecido também por beijupirá, cação-de-escamas (por seu formato semelhante ao de um tubarão), peixe-rei, pirabiju, parambiju, em inglês, cobia e em japonês, sugi. O bijupirá – Rachycentron canadum, pertence à família Ra32

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chycentridae. Este nome Rachy (lê-se “ráqui”) se deve ao fato desta espécie possuir espinhos que se armam, ficando expostos, como se fossem prolongamentos da espinha dorsal. Rachycentron: espinha dorsal exposta no centro. Seu formato alongado de torpedo lhe confere uma excelente agilidade e suas enormes nadadeiras e cauda, o impulsionam com muita força e vigor! São desprovidos de bexiga natatória e se alimentam por toda a coluna d’água. Entre seus alimentos preferidos estão as lulas, polvos, caranguejos, tainhas, sororocas, carapaus, etc. Os machos atingem a maturidade sexual aos dois anos e as fêmeas aos três anos de idade. De acordo com as informações que obtive em minhas pesquisas, atingem a idade máxima de 13 a 14 anos, atingindo 2 metros e pesando cerca de 70 kg. São vistos acompanhando jamantas, grandes tartarugas e tubarões, em grupos de 3 a 200 exemplares. Para complementar a descrição desta adorável espécie, citarei sua tenra e deliciosa carne. Branca, sem espinhas, com finas camadas de gordura entre seus deliciosos gomos, como a do salmão. Uma posta de bijupirá grelhada, ou uma saborosa moqueca elaborada com sua delicada carne, são iguarias inesquecíveis, mas lembrem-se: muito mais saborosa e inesquecível que sua carne, é a divertida batalha que esta valente espécie proporciona, ou seja, “Capture e liberte”. Embora pelágicos, os bijupirás frequentam sempre os mesmos pesqueiros em nossa região, e quando você retira alguns exemplares, o cardume fica arisco e muda de habitat. U

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GASTRONOMIA

Primeiros passos para harmonização de cervejas

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por FÁBIO CHIAPPETTA

Um indivíduo que queira se lançar

no mundo da harmonização entre cerveja e comida, precisará, antes de qualquer coisa, entender o que é cerveja, quais são seus principais tipos e os seus ingredientes. Cerveja é uma bebida normalmente fabricada a partir de cereais maltados, água, levedura e lúpulo (e/ou outras especiarias). Os cereais utilizados podem ser os mais diversos, por exemplo: arroz, cevada, trigo, aveia, centeio, milho, sorgo, etc. O cereal malteado mais utilizado na produção da cerveja é a cevada. A água corresponde a 90% da cerveja. Sua qualidade, portanto, é muito importante para se obter um bom produto. Lúpulo é uma planta tipo trepadeira originária da Europa. Sua função, originalmente, era a de conservação da cerveja, mas hoje suas variedades têm funções específicas, ora para conferir aromas, ora para dar sabor. Os aromas variam do herbal ao floral propiciando, por vezes, nuances frugais ou de condimentos. Já o sabor varia do mais ao menos amargo. A levedura (Fermento) é responsável por converter a molécula de açúcar em álcool, e também divide as principais famílias de cerveja. As principais famílias de cervejas, divididas pelo modo de fermentação, são: Ale - são produzidas por um processo onde o fermento necessita de temperaturas mais altas para trabalhar (entre 16 e 24°C). Método conhecido por alta fermentação. Estas cervejas, normalmente, apresentam mais intensidade de subprodutos de fermentação,


“As harmonizações entre cerveja ocorrem da mesma forma que com os vinhos, ou seja, por semelhança ou contraste de características.”

como notas frutadas e picantes. Nas do tipo Lager, o fermento trabalha em temperaturas mais baixas (entre 8 e 12°C), e produz cervejas conhecidas como de baixa fermentação, resultando em cervejas mais suaves, às vezes com menos complexidade de aromas e sabores. A cerveja Lager mais conhecida é a Pilsen, de origem tcheca. Nas Lambic, também conhecidas como cervejas de fermentação espontânea, não existe adição de fermento, mas sim leveduras existentes no ar. A técnica, de origem belga, resulta em cervejas bastante ácidas, com toques acéticos, muito complexas, podendo trazer adição de frutas, como cereja e framboesa. Alguns elementos encontrados na cerveja ajudam muito nas harmonizações. O gás carbônico presente na grande maioria das cervejas é um grande aliado, pois as suas bolhas limpam as papilas gustativas, deixando-as livres para assimilar os sabores a cada nova “garfada”. Outra característica encontrada nas cervejas é o amargor. Ele é um grande estimulante

de apetite, cortando a gordura de pratos que a contenham em excesso, também com a propriedade de “limpar” as papilas gustativas. Isso sem falar na diversidade de aromas e sabores encontrados nas cervejas, que possibilitam o casamento com uma enorme variedade de ingredientes. As harmonizações entre cerveja ocorrem da mesma forma que com os vinhos, ou seja, por semelhança ou contraste de características. Inicia-se identificando o aspecto principal do prato escolhido. Após esta tarefa, se busca uma cerveja que se adeqúe ao prato.   As melhores harmonizações valorizam as principais características da cerveja e do alimento, buscando não sobrepor nenhuma característica da cerveja para com o prato, mas de forma a equilibrá-los ou valorizá-los. Portanto, para pratos leves, cervejas leves, e para pratos complexos, cervejas complexas. Harmonizar é um exercício prazeroso e sem fim e, apesar de existirem regras básicas, elas têm exceção, por isso a gama de novas opções e combinações é infinita. U

Agora que você já conheceu um pouco de harmonizações entre cerveja e gastronomia que tal botá-las em pratica? Conheça algumas harmonizações eficientes: Bananas Grelhadas: Weizenbock Filé Grelhado: Pale Ale, Alt, Bitter. Caviar: Pilsen Bacalhau: Strong Golden Ale, Weiss Hambúrguer: India Pale Ale, Brown Ale Frango Assado: Dunkel, Bock, Pale Ale, Dubbel Ostras: Dry Stout Paella: Strong Golden Ale, Bière de Garde, Bitter Frutos do Mar: Weiss, Kölsch, Strong Golden Ale Carne de Porco: Dunkel, Dubbel, Märzen Salmão: Weiss, India Pale Ale, Pilsen Sushi: Weiss, Kölsch, Champenoise


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por FERNANDA MAYUMI

Uirá Martins, artista plástico de Ubatuba, retrata seu cotidiano em forma de arte.

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mais verossímeis clichês desses tantos que cercam nosso dia a dia. Destacam-se então aqueles que conseguem retratar seu cotidiano, seus referenciais e experiências de maneira particular, pessoal e intransferível. Uirá, artista plástico, natural de Ubatuba sempre valorizou a impressão de sua personalidade, de sua vida e valores em seu trabalho. Sua trajetória pode, perfeitamente, ser ilustrada por seus desenhos e, em cada desenho, pode-se enxergar traços e formas que conferem a ele sua “identidade” artística. Em sua mais recente linha de trabalho, o artista traz o surf, uma de suas grandes paixões, como protagonista, e utiliza diversos materiais e mecanismos para compor o conjunto da obra. Telas, pranchas e camisetas servem de pano de fundo para tintas, canetas e muito talento entrarem em ação. Uirá valoriza a diversidade de técnicas e materiais. Desenha com carvão, tinta acrílica, óleo e aquarela; canetas; utiliza recursos de web design e a lista não deve parar por aí, já que sua criatividade não conhece limites. Telas, lambe-lambe, customização de móveis e objetos, ilustrações, enfim, toda e qualquer superfície possui potencial de obra de arte nas mãos desse artista. U

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É Primavera por CARLOS RIZZO fotos DIMITRI MATOSZKO - ITAMAMBUCA ECO RESORT

Dos tempos e estações

de cada ano, atingimos agora a época da magia e do encantamento. Estamos na primavera. A primeira verdade da vida e da natureza, prima e vera. Época de árvores e flores em exuberância. Época de tempos e temperaturas propiciando vida. Época de encontros festejando a continuidade das espécies e exibição de seus melhores rebentos. Sobrevivemos aos extremos do verão, permanecemos incógnitos espelhados pelo indefinido outono, saímos agora das agruras do inverno. Eis que chega a primavera! Nenhuma outra estação se oferece tão acalentadora à vida, à continuidade e à multiplicação dos nossos melhores sentimentos tanto quanto nos oferece a primavera. Eis que chega o momento de festejar a vida na sua melhor expressão. Abra as janelas dos olhos e do coração, se ofereça incondicional ao melhor da vida, olhe as flores, ouça o canto das aves, acalente os filhotes indefesos e sedentos de vida e expressão. Venha saborear a natureza de Ubatuba. Sentir seu sabor e seu ar. Sabor e ar que poucos lugares podem oferecer com tanta intensidade e desprendimento quanto Ubatuba oferece para você. Venha para o nosso Festival de Observação de Aves. Mais de 500 espécies e razões de beleza e encantamento. V Festival de observação de Aves em Ubatuba. Nós fazemos a nossa parte, faça a sua, venha nos visitar. U

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Aventura e perigo no Atlântico Pinguins em busca de alimentos enfrentam a ameaça da presença humana. por: Regina Teixeira

Eles são aves que não voam, mas nadam

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e mergulham com grande perfeição. Ao todo são 16 espécies, encontradas somente no hemisfério sul. Uma delas é o pinguim-de-magalhães, que faz a alegria das crianças – e adultos – visitantes do Aquário de Ubatuba. Natural da Patagônia Argentina e das Ilhas Malvinas, a espécie age ao contrário do famoso pinguim-imperador: foge do rigor do inverno! De junho a setembro, esses pinguins aproveitam as

correntes frias e viajam em grupo pelo Atlântico, em busca de alimentos. Costumam ir longe, já tendo sido vistos do Rio Grande do Sul ao Rio de Janeiro. Suas visitas ao Brasil não são recentes, tanto que estão registradas até por sambaquis. “O que tem chamado à atenção este ano é o número de animais mortos”, conta a bióloga Carla Beatriz Barbosa, do Aquário de Ubatuba. Trabalhando com reabilitação de animais marinhos desde 1999, o Aquário recebe chamados, para resgatar pinguins, de São Sebastião a Angra dos Reis. Dos 130 indivíduos


registrados até meados de agosto, 100 já estavam sem vida. A causa das mortes ainda está sendo identificada, mas já se sabe Essa alegria João passou para seus filhos. Conversando que a maioria dos exemplares analisados havia ingerido lixo. um pouco com essa família de “alegres”, fica-se contagiado “A maior parte é lixo de lazer, como canudinhos e embalagem pelo riso constante. para“Um elesdos seanimais transforma bom de chicletes”, revela aTudo bióloga. fora em enforcado humor. Histórias do pai, lembradas com muitas risadas, como por um buquê de fitilho, desses usados em arranjos de flores”, quando ele exigiu que as filhas, ainda crianças de 10 ou 11 indigna-se. anos, fizessem os “backing vocals” de suasmais canções, obriganA aventura pelo oceano esconde ainda ameaças, algumas quais são enfrentadas com devido singularàssabedoria. A cor do asdas meninas a ensaios infrutíferos risadas consda ave é Ou umaquando delas. No orcas,dofocas leões marinhos nem tantes. se mar, lembram jeitoedistante do pai ser sempre distinguem o branco da barriga do pinguim da claridacarinhoso. “Ele não era de pegar, abraçar, beijar. Mas sempre de do céu. E as gaivotas rapineiras costumam confundir estava atento às nossas necessidades. Sempre estavao preto por das suas costas com a tonalidade escura do mar. perto e cuidando para que as coisas estivessem bem. Esse Mas como se defender dos perigos introduzidos pelo hotipo de carinho, a gente só entende depois de adulta”, explimem? Se não bastasse o lixo, muitos animais são encontrados cam.vestígios de óleo. Proveniente de derramamentos ou da lacom Joãodetinha umade tradição ritualística. umdas filhopevagem tanques navios,meio o óleo provoca Quando a colagem ou neto estava com seus ou 11responsável anos, fazia questão de lenas, dissolve a camada de 10 gordura pelo isolamento varEssa a criança para ensinarpara as coisas que sabia do mato, João passou seus filhos. Conversando térmico ealegria prejudica alhe flutuabilidade do animal, que passa a sentir eadorava pode de hipotermia, quando ocorre uma dimijá frio que caçar e pescar. sobre ascontagiado árvores e um pouco commorrer essa família de Ensinava “alegres”, fica-se nuição excessiva da temperatura normal do corpo. A ave ainda seus riso frutos, o pio dosTudo pássaros sobre ter sucesso na pelo constante. para eeles se como transforma em bom corre o risco de morrer ao limpar caçada. humor. Histórias do pai,intoxicada, lembradas pois com ingere muitasóleo risadas, como a plumagem o bico. Quando sua filha Ginaasmudou-se paracrianças um sítio de perto quando elecom exigiu que filhas, ainda 10de ouSão 11 A limpeza, à base de detergente e água quente, é um dos traLuiz do Paraitinga, ela acreditou que algumaobrigandistânanos, fizessem os “backing vocals” dehaveria suas canções, balhos do Centro de Reabilitação do Aquário, desenvolvido em cia no contato familiar. “Achei que ficaria um pouco longe dos do as meninas a ensaios infrutíferos devido às risadas consparceria com o Instituto Argonauta para a Conservação Costeira de casa mas meu pai ia todo fim-de-semana prá lá; qualquer tantes. Ou quando se lembram do jeito distante do pai seros e Marinha. Outra tarefa, bastante dispendiosa, é alimentar pretexto era bom: um peixe que havia pescado e queria me lecarinhoso. “Eleum nãoconsome era de pegar, beijar. pinguins: cada cerca abraçar, de 1 kg de peixeMas porsempre dia! Convar, conferir seem estava tudoonecessidades. bem comigo, meu meus estava atento às nossas Sempre por siderando que, média, Aquário recebe de marido 10 aestava 15eanimais filhos...” perto e cuidando para que as coisas bem. Essede por temporada, pode-se concluir que éestivessem grande a quantidade pescado. bastante simbólico de que,depois nas poucas fotos de fatipoÉ de carinho, a genteosófato entende de adulta”, expliO índice de sobrevivência dos animais reabilitados é de apromília em que aparece, ele está sempre perto de alguma criancam. ximadamente 60%, mas nemmeio todos satisfazem os critérios para ça,João comotinha quem cuida, atento, da ritualística. criação do pequeno. uma tradição Quando um filho aou soltura e são obrigados a viver em cativeiro. Daí a decisão João Alegre foi umseus catalisador alegria e bom humor neto estava com 10 ou 11deanos, fazia questão de na le-do Aquário de investir em um novo pinguinário. condução da vida. talvez seja a maisque importante var a criança paraEssa, lhe ensinar as coisas sabia doheranmato, Até março de 2009, o trabalho de reabilitação dos pinguins ça que deixou paras seus filhos e netos. A prática da vida fajá que adorava caçar e pescar. Ensinava sobre as árvores em Ubatuba era mantido por uma grande empresa. Agora, edemiliar, em harmonia e repleta de alegria. Essa prática se manseus frutos, o pio dos pássaros e sobre como ter sucesso na pende da dedicação e sacrifício da equipe. O Aquário já vendeu tém, mesmo depois que ele, como diz Rolando Boldrin, “viajou caçada. um carro para continuar a missão de salvar essas aves, que foraQuando do combinado”. sua filhaeGina mudou-se paraandar um sítio perto de São e encantam crianças adultos com seu desengonçado melhor poema que escreveu, sua melhor arte, naos LuizO do Paraitinga, ela acreditou que haveria alguma distânparecem implorar com seu olhar de vítimas: não sujemestá mais U U um pouco longe dos nossos mares! Ruano dos Nazarenos, num lar alegre. cia contato familiar. “Achei que ficaria

de casa mas meu pai ia todo fim-de-semana prá lá; qualquer batu ba 2009 pretexto era bom: um peixeDEZEMBRO que havia pescado e queria me le-9 ba SETEMBRO/OUTUBRO 2010 Ubatu U emrevista revista 41 em var, conferir se estava tudo bem comigo, meu marido e meus

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Foto: Luis Pavão

Pinguins no Centro de Reabilitação do Aquário, recebendo os cuidados necessários para poderem voltar com saúde ao meio ambiente.

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TURISMO

A Gruta que Chora texto e fotos RODRIGO CARLOS ANDRADE SILVA


Este belíssimo atrativo de Ubatuba se

encontra na Praia da Sununga, muito frequentada por praticantes do skinboard, popularmente conhecido como “Sonrisal”. Seu acesso é feito pela primeira entrada da Praia do Lázaro, no km 63,5 da Rodovia Rio-Santos, sentido Ubatuba-Caraguá, num dos trechos que já contam com uma boa infraestrutura turística: hospedagem, gastronomia, náutica, ecoturismo, entre outros. A Gruta que Chora realmente é envolvente e mística. Sua entrada mais parece uma caverna que se encontra de frente à praia da Sununga. A Gruta abriga diversas lendas e mistérios, mas, cientificamente, suas paredes são de origem vulcânica, porosas e permeáveis, que vertem água constantemente sob um grande impacto vibracional de sons emitidos dentro e fora de sua cavidade; este fenômeno acontece de modo quase ininterrupto, em função dos constantes estrondos provocados pelas ondas do mar e pelas águas que arremetem na costeira rochosa. As águas que caem da rocha na Gruta, segundo os geólogos, provêm de alguma nascente no interior da formação vulcânica, mas ainda poucos estudos comprovam esta nascente. O passeio é muito interessante e agradável, principalmente pelas diversas histórias contadas pelos caiçaras, frutos da simplicidade, crendice, criatividade e, acima de tudo, de uma grande sabedoria para explicar o fenômeno natural rodeado de energia, que atrai muitos turistas. Para quem não conhece, vale a pena visitar esta linda gruta e a maravilhosa praia da Sununga! U

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• Cristalização • Revitalização da pintura • Lavagem a seco

A lenda da Gruta que Chora Diz a lenda que, nesta gruta, habitava um monstro que se transformava em homem todas as noites. Havia por ali uma linda jovem que se apaixonou por este homem, permitindo que ele entrasse em seu quarto todas as noites. Logo, sua mãe percebeu que havia algo estranho já que a jovem Iracema sentia sono durante o dia. Conversou com seu esposo sobre tal desconfiança. O pai de Iracema resolveu então que iria investigar. Ao cair a noite, este ficou espionando até que viu tal rapaz entrando no quarto de Iracema. Espantado, o seguiu e viu quando ele entrou na gruta e se transformou em um monstro horrível com cabeça de dragão e corpo de serpente. Sem saber o que fazer ele procurou Frei Bartolomeu, que estava na região em homenagem ao centenário do Padre José de Anchieta. O Frei e a comunidade vieram até o local e jogaram ali água benta, expulsando o tal monstro que se foi para nunca mais voltar. Iracema, que apaixonada já não seria feliz sem seu amado, adentrou a gruta. Segundo antigos moradores, o espírito de Iracema continua lá até hoje e chora a cada vez que ouve vozes, porque pensa que pode ser seu amado que volta para buscá-la, na esperança de viverem eternamente um lindo amor. Muitos visitantes vêm em busca destas lágrimas que acreditam estarem misturadas à água benta deixada pelo Frei Bartolomeu. Já outros dizem que estas lágrimas de Iracema são capazes de realizar sonhos românticos. Fonte : Ubatuba, lendas & outras histórias, de Washington de Oliveira

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HISTÓRIA

Um pouco de sal por João Corbisier - Chefe padeiro

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, o sal foi alvo de muitas disputas. Em alguns países europeus, a exploração e o armazenamento de sal foram delegados a monastérios. A mina de Wielickzka, na Polôna, uma das mais antigas do mundo, é considerada patrimônio cultural da humanidade, pela ONU.  No Brasil, a questão política sobre o sal começou cedo. Como Portugal possuía salinas, tratou de exportar seu sal para as colônias e de proibir não apenas a extração local, como o aproveitamento das salinas naturais. Os brasileiros, que tinham acesso a sal gratuito e abundante, foram obrigados, em 1655, a consumir o produto caro da metrópole. No final do século XVII, quando a expansão da pecuária e a mineração de ouro aumentaram demais a demanda, a Coroa, incapaz de garantir o abastecimento, permitiu o uso do sal brasileiro, desde que comercializado por contratados da metrópole portuguesa. Um dos primeiros registros de que as salinas naturais do Nordeste brasileiro chamaram à atenção dos portugueses é o relato de um capitão-mor, Pero Coelho, em 1627. Derrotado por piratas franceses numa batalha na serra de Ibiapaba, no Ceará, Coelho recuou suas forças para o litoral, e encontrou – na região onde se localiza hoje o município de Areia Branca – extensões de sal suficientes para abarrotar muitos navios. O sal foi introduzido no Brasil pelos portugueses e seu emprego como conservante influiu decisivamente na ocupação do território brasileiro.  Até então, os indígenas brasileiros não conheciam o sal. Seus temperos eram as pimentas, e seu método de conservação era o moqueio – defumação lenta sobre braseiro de folhas e gravetos. Onde até hoje é utilizado na conservação de carne e peixes, modo que é consumido em grande escala no Brasil. 44

ba Ubatu em revista

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18 anos se passaram e o rei continua majestoso!

Em Ubatuba não temos nenhuma extração de sal, mas o mar azul e lindo nos salga de alegria e prazer, mostrando que essa riqueza está sempre presente e se fazendo necessária em nosso dia a dia, afinal, o sal não pode faltar na mesa brasileira. Usado de diversas formas, essa mistura de minerais dá sabor e requinte a diversos tipos de comidas e pratos especiais. U

Até hoje é grande o número de superstições em torno do sal. Confira algumas de duas curiosas utilizações: Nos rituais O sal está presente em rituais religiosos de diversas épocas e civilizações. Foi usado por gregos, romanos, asiáticos e árabes. Mas talvez nenhuma tradição lhe tenha dado tanto destaque quanto a judaico-cristã. O Antigo Testamento menciona o sal com frequência, ora no contexto da vida prática, ora simbolicamente. Sal significa, por exemplo, pureza e fidelidade. No Novo Testamento, a menção ao sal torna-se mais metafórica. Jesus diz a seus apóstolos - “Vós sois o sal da terra”. Nas bruxarias Nas crenças populares ele é um ingrediente obrigatório para afastar demônios pelas feiticeiras. No Brasil, senão uma prática, o banho de sal grosso é uma expressão comum para designar proteção contra o mau-olhado. Recipientes com sal e uma cabeça de alho podem ser vistos com freqüência, não apenas em casas, mas também em lojas e escritórios.

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suas histórias se confundem Estava marcada a entrevista

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Peres e Lázaro por CELSO TEIXEIRA LEITE

com Antonio Peres para a segunda quinzena de julho. Apesar da enorme simpatia e nenhuma resistência em receber a gente para conversar, o velho Peres alegou motivos de força maior para ausentar-se e foi embora, atendendo pedido do Criador. A entrevista foi cancelada. Rebusquei meus arquivos e achei um texto publicado em dezembro de 2005, com do ilustre morador da .6informações 0 praia do Lázaro, aos 95 anos de idade. “Isso aqui era como uma aldeia indígena, longe de tudo. Ninguém entrava nem saía. Por que não estudei? Naquele tempo não tinha escola no bairro. A gente ia do bairro até a cidade a pé, as crianças morriam de ataque de bicho (verminose) e os mortos eram carregados na rede até o cemitério do centro”, diz. Sempre tranquilo, esbanjando lucidez e, no intervalo da conversa, dando ordens para empregados e interrompido pelo carinho dos netos, fala de sua vida como uma pessoa satisfeita com tudo que conseguiu. “Não tenho do que reclamar, tudo que construí foi com dificuldades, pois não havia dinheiro. Aos 18 anos fui para Santos trabalhar na lavoura de banana. Era a única opção de emprego e para lá ia a moçada de Parati, Ilhabela e São Sebastião. Durante a Segunda Guerra a exportação de banana foi suspensa e o pessoal foi despedido. Voltei para o Lázaro para viver da pesca. O lugar da casa e do comércio (bar e pousada) era posse da minha mãe. A pesca era principalmente ao sol para secar. O peixe salgado, ten.laderocação, tilvtdeixado .www prato mais típico da culinária caiçara, fazia sucesso tanto na mesa do morador como do turista. A maioria das pescarias era LAAnchieta. NAC Por que com rede de arrasto na Praia Grande8da1Ilha tão longe?” “Lá tinha mais peixe”, diz. “Tivemos ‘redada’ com 5 toneladas de corvina e não é história de pescador.” Peres fala das pescarias à noite na ilha, a beleza do luar, estrelas e os causos de assombração com lobisomem no papel principal. Seu pai, Manoel Peres, nasceu na Ilha Anchieta e, quando foi iniciada a construção do presídio, no final do século passado, recebeu

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Foto Peres: Paulo Zulu - Foto praia do Lázaro: Emílio campi

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“Peres dignificou a vida e por ela foi dignificado. Foi aí que firmei ainda mais a idéia de que a vida tem sempre que ter duas mãos, isto é, quando é algo que vale a pena. Ela, a vida, exige sempre parceria boa. Aí ela se completa. É essa coisa de dar e receber, com sabedoria. É quando ela é grande. “Seo Peres” ou, simplesmente, o Peres, não foi enterrado. No dizer de Saint Exupéry, pessoas especiais “são semeadas”. Eu acrescentaria: não se despedem; ficam entre nós, para sempre, aqui e ali, dentro do melhor de nossas lembranças.” Pedro Paulo Teixeira Pinto

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uma pequena indenização para deixar a ilha e morar na Praia do Flamengo. Festeiro de primeira hora não perdia o bate-pé (chiba e outras danças) das festas de Santo Antonio, São José, São Pedro, Folia de Reis e Espírito Santo. O antigo bar, hoje restaurante, permitiu conhecer pessoas e construir amizades. Cita o deputado Hamilton Prado, jogadores como Rivelino, Careca, Zetti e o ex-prefeito Ciccilo Matarazzo que passaram por ali e ficaram amigos. Lembra, em especial, do comerciante Silvino Teixeira Leite e as viagens de fusca que ambos faziam até São Sebastião, com direito a medos e desafios da estrada para, finalmente, chegar até a agência do Banco do Brasil. Pela narrativa parece que a viagem era muito divertida. Nascido em 3 de abril de 1910, na Praia do Lázaro, autodidata, casado com Maria Thomé, teve 7 filhos: Antonio, Osmar, Ademir, Ruth, Josué, Edson e Carlos, além de 22 netos. Sua história é a história do Lázaro. No final do ano, quando as praias brilham com a queima dos fogos de artifício, lembra que o Lázaro foi o pioneiro neste tipo de comemoração. “Tudo começou quando a gente queimava pistolões e foguetes defronte ao nosso bar. Depois da primeira vez não parou mais”, afirma. Pode deixar, Seu Peres, a gente vai ver sua cara alegre e iluminada pelos fogos toda virada do Ano Novo. U


QUALIDADE DE VIDA

Pilates

Atividade para corpo e mente

por FERNANDA MAIUMY

O pilates foi criado pelo alemão ,

lutador de boxe profissional, Joseph Hubertuc Pilates, no fim da 1ª década do século passado. A técnica foi primeiramente chamada de contrologia, uma vez que seu criador entendeu que o corpo passa a funcionar melhor quando tratado do centro para as extremidades, ou seja, o pilates parte da coluna, trazendo mobilidade para a mesma e para o resto do corpo. A atividade é, ao mesmo tempo, física e mental, não possui nenhuma restrição física ou de idade, seus movimentos são lentos e concentrados e podem ser realizados com auxílio de aparelhos, com bolas ou sem qualquer outro recurso que não seja o corpo. Segundo o fisioterapeuta João Rafael Rocha da Silva, a principal função do pilates é preparar o corpo para a prática de esportes, visto que todo esporte é lesivo, seja pela exigência física ou pela repetição movimentos. A técnica é tão eficaz que atletas de alta performance, como jogadores do futebol europeu, vêm usando o pilates para preparação do corpo para suas temporadas. Ou para atividades cotidianas como, por exemplo, para evitar dores em quem passa o dia sentado em frente ao computador. Porém, a prática da atividade também traz benefícios como aumento da flexibilidade, correção postural, resistência física e é um forte aliado para quem está com sobrepeso. A combinação de exercícios aeróbicos, alimentação equilibrada e pilates,

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possui grande eficiência na perda de peso. João lembra ainda que é de extrema importância que o pilates tenha o acompanhamento de um bom profissional, e que a prática da atividade deve ser individualizada já que cada um possui seus próprios limites. U

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Feminino, Masculino e Infantil

Na foto ao lado, o criador do pilates Joseph Hubertuc Pilates

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Roteiros de RADAR Mergulho Dicas de leitura

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A última música

Mais uma vez Nicholas Sparks nos porque éTrilhas considerado o mestre em 2008mostra o programa de São Paulo, do romance moderno e porque seus de lipela Secretaria de Meio Ambiente do Estado, com a proposta vros são adorados por leitores de todo incentivar as pessoas a se aproximarem da natureza e assim se o mundo. a tradição de sensibilizarem com a importância deSeguindo sua preservação. O seus lema romances, ele agora nos deste programa é “Conhecermais para belos Conservar”. O projeto acabou apresenta uma comovente história tendo tanto sucesso, que surgiu a demanda para a criaçãosode amor, amadureum modelo específico para obre mar,família, com oamizade, nome Passaporte Azul, cimento e especialmente como o qual irá destacar os tesouros escondidos nestesobre ambiente. perdoar e recomeçar. Aos dezessete SerãoAutor: apresentados roteiros para mergulho, em cinco das áreas marinhas protegidas no litoralanos, norteVerônica de SãoMiller, Paulo.ou simplesmenNicholas Sparks te Ronnie, vê sua de cabeça O Passaporte Azul é uma ferramenta vida paravirar que todos para baixo, quando seusNas paisUnidades se divorconheçam e desfrutem do ecoturismo náutico. ciam e seu pai decide ir para a praia de de Conservação Marinhas (APAs) o projeto visa também um Wrightsville, na Carolina do Norte. Três maior entendimento da vida marinha e todo o seu entorno. anos depois, ela continua magoada e Alguns dos roteiros de mergulho de Ubatuba estão inseridos distante dos pais, particularmente do neste guia. Os atrativos contemplados são os arquipélagos da pai. Entretanto, sua mãe decide que seria melhor os filhos passarem as ba JANEIROférias 20 Ubatu 2010de verão com o pai na Carolina em revista do Norte.

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Autora: Elizabeth Gilbert

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Durante quase um ano a autora do best-seller Comer, Rezar, Amar estudou a instituição do casamento. Elizabeth Gilbert descobriu, por exemplo, que entre as mulheres hmong - pequena tribo da Tailândia, não existe a ilusão, tão comum entre as mulheres ocidentais, de que seus maridos serão a fonte principal da felicidade. Ela descobriu também que o casamento romântico, com vestido branco e véu, é uma novidade criada pela rainha Vitória em 1840, e que até 1215, na Europa, para duas pessoas casarem, bastava que fossem adultos e trocassem votos em voz alta e por vontade própria. Mas o que é o casamento hoje, por que nos atrai, e como podemos fazer as pazes com essa instituição conturbada e vital? É o que revela Gilbert, em Comprometida, seu novo livro.

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O amor é para os fortes

Teoria Das Janelas Quebradas

Autor: Drauzio Varella

A teoria das janelas quebradas traz uma amostra dos interesses do médico oncologista que há muito tempo superou as paredes de seu consultório para penetrar no mundo amplo da cidadania. Para começar, muitas crônicas têm o delicioso tom de conversa de botequim. Nelas, Drauzio demonstra mais uma vez seu domínio da narrativa curta, criando em traços rápidos uma situação e concluindo de forma imprevisível. São histórias de traições amorosas reveladas por homens simples, que o autor conta sem fazer julgamentos de valor, mas com a graça, a simpatia e a compaixão que costumam caracterizar seus escritos.

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Autor : Marcelo Cezar

O Amor é para os Fortes, nos ensina que não existe a relação perfeita, mas sim, a relação possível. Edgar é um jovem romântico, apaixonado por sua esposa Denise, que não o ama e está emocionalmente envolvida com Leandro, um bem sucedido executivo carioca, casado com Letícia, que só se relaciona com Denise em busca da intimidade que não existe mais em seu casamento. Por meio de uma história envolvente, passada nos tempos atuais, o romance retrata as ilusões afetivas na busca de uma relação perfeita, e mostra que é na relação possível que a alma vive as experiências mais sublimes, decifra os mistérios do coração e entende que o amor é destinado tão somente aos fortes de espírito.

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“Este filme sobre um garoto ferido pela perda e determinado a provar seu talento nos toca profundamente”, opina Anthony Quinn, do jornal “The Independent”. Uma verdadeira e emocionante história real, nunca antes contada. O filme “O Garoto de Liverpool” narra a infância e adolescência de um dos maiores gênios da música mundial e o início de uma das bandas mais inesquecíveis de todas, os Beatles. John Lennon, vivido por Aaron Johnson, é um garoto de 15 anos como muito outros. Um jovem inteligente e solitário. Ainda criança, aos 5 anos, John é abandonado por sua mãe e acaba sendo criado por uma tia autoritária (Kristin Scott Thomas). Vivendo pelas ruas da agitada Liverpool, John, ressentido pelo abandono e determinado a provar seu talento, sonha em um dia ser como Elvis Presley, seu ídolo. A música é a sua válvula de escape e, quando quando conhece Paul (Thomas Sangster), sua vida dá uma guinada incrível. ]

O filme recebeu sete indicações ao BAFTA, considerado o Oscar do cinema britânico, nas categorias de Melhor Roteiro Original, Melhor Maquiagem, Melhores Efeitos Sonoros, Melhor Figurino, Melhor Trilha Sonora, Melhor Ator e Melhor Atriz Coadjuvante.

]

Foi baseado no livro Imagine This: Growing Up With My Brother John Lennon, escrito por Julia Baird.

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Quem nunca teve vontade de arrumar as malas e pegar um voo para uma terra distante? Fugir do mundo, refletir sobre a vida e resgatar sua alma dos “fast foods” modernos, carreiras agitadas e namoros apressados. Baseado no livro de memórias, sucesso de vendas, o filme conta a viagem de um ano de Gilbert pela Itália, Índia e Indonésia, onde ela busca novos horizontes através de grandes porções de massas, reza e orientação de um curandeiro de Bali. Enquanto filmes de Hollywood de alto orçamento são geralmente criados a partir de fantasias, as estrelas de “Comer, Rezar, Amar”, Julia Roberts e Javier Bardem, dizem que o filme é diferente, porque é real. E, de algumas formas, ajudou a mudar suas próprias vidas. “Todos nós já pensamos em deixar tudo e fazer uma viagem para outro lugar”, disse Bardem, que interpreta Felipe. “O filme fala sobre pessoas que estão tentando enfrentar dúvidas, medos, inseguranças e isso fala com todo mundo”, disse ele. U

O Último Exorcista Um dos filmes de terror mais esperados do ano, “The last exorcism” promete cenas horripilantes sobre uma garota possuída pelo demônio. Dirigido pelo alemão Daniel Stamm, o filme tem enredo semelhante ao do cult “O exorcista” (1973): um padre tem sua fé colocada à prova quando um espírito demoníaco se apodera do corpo de uma adolescente. No entanto, há um tempero moderno no longa. O exorcista em questão é o reverendo Cotton Marcus (Patrick Fabian, da série “Amor imenso”), famoso entre os católicos por sua “eficácia” no combate a forças malignas. Até o dia em que ele resolve fazer um documentário sobre uma de suas sessões de exorcismo. A “possuída” escolhida para as filmagens é a garota Nell (Ashley Bell). Ao chegar à fazenda da família para filmar o exorcismo, o padre se defronta com o demônio mais assustador que já enfrentou. U SETEMBRO/OUTUBRO 2010

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não pode deixar de conhecer o Centro de Visitantes do Projeto Tamar. Num espaço agradável e muito acolhedor, o visitante se encanta com as tartarugas marinhas, animais apré-históricos conviveAinda hoje, em Ubatuba, dança-do-boiqueousa aparam com os dinossauros e quase foram extintos dos mares recer: o “Boi de Conchas”, do Grupo Guaruçá, encanta e oceanos do planeta. E para reverter esta ameaça em nosso crianças, adultos e idosos, juntamente com ooPrograma Festival país foi criado, em 1980, pelo governo brasileiro, de Marchinhas Carnavalescas e o Carnaval Histórico. Nacional de Conservação de Tartarugas Marinhas, o Projeto Em Paraty os “mascaradinhos” e Tamar. Atualmente, são 23 bases deseguram operaçãoadotradição Tamar ao depois escurece esforçam-se criardesde medo 1990, e por longo do que litoral brasileiro e a Base de para Ubatuba, razão na brincadeira. ainda o impressionante Bloco vem atuando na proteçãoHá e preservação desses animais. Os Centros de Visitantes das bases do Tamar também da Lama. Paraitinga tem seu Carnaval na rua ao somsão de conhecidos como “Museu a Céu músicas de compositores da Aberto cidade.da Tartaruga Marinha” e desempenham fundamental natrouxe divulgação ativiA influência papel do Carnaval carioca paradas o Vale e dades conservacionistas do Projeto. Nesses Centros, o Tamar Litoral Norte as escolas de samba, cujos enredos eximantém alguns exemplares de tartarugas marinhas em tangem montagens onerosas. Roupas, adereços, alegoria, ques, painéis fotoexplicativos, exposições, réplicas no tamainstrumental, em variedade grande parte patrocinados recurnho natural e uma de recursos, todos por usados na sos das prefeituras. As montagens a cada ano mais amconscientização de comunidades locais, estudantes e turisbiciosas e osde recursos, menores, provaram decadêntas. Visitantes diferentes lugares do país e dodamundo vêm em várias cidades. aocia, Tamar em busca de lazer e conhecimento, e Por Ubatuba falta de são um vínculo expressivo Em mais de cultural 100 mil mais visitantes a cada com ano, principalmente na temporada de verão, finais de semana o samba, os eventos que ao longo do ano arrecadariame férias escolares. de visitação é acompanhado fundos para porTodo em opécircuito os enredos não sensibilizam supor monitores. Em área de 2.100m², o complexo de tanques, ficientemente as comunidades e comprometem a saúde com mil litros de água do mar, exibe 30 tartarugas madas200 escolas. rinhas, desde pequenos filhotes até animais de mais de 100 No Rio de Janeiro a coisa é outra. Além dos “bicheiquilos. O destaque fica para o tanque com uma praia artifiros” queopatrocinam escolas, a imagem turística que a cial, onde visitante pode observar as tartarugas submersas “Cidade Maravilhosa” precisa sustentar e vender para o através de visores panorâmicos. Há ainda o Museu Caiçara, mundo, temsala no de Carnaval a carta principal playground, recreação e a Loja Tamar.do seu baralho. sabe o carnaval Paraitinga, o Boi de Conchas AQuem novidade agora são os de eventos que acontecem no Casco e as Marchinhas de Ubatuba, os mascaradinhos ParaAcústico, espaço para shows montado nos principaisdeCentros dety,Visitantes do Tamar, inclusive no de Ubatuba. Diversos shows tenham resistido até aqui para sutilmente dizerem musicais comnaartistas de renome e gruposedea músicos que está, singeleza, a essência verdadelocais, para incentivados pelo projeto. Considerada criativa e inovadora,

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preservar essa iniciativa procura valorizar as tradições artísticas locais, além de promover e divulgar o trabalho de conservação das tartarugas marinhas através de programas culturais, inclusive de música, que é importante ferramenta de sensibilização, alcançando um público de todas as idades. U

SERVIÇO Projeto Tamar-ICMBio – Base de Ubatuba/SP Rua Antonio Athanásio, 273 - Itaguá Tels: 12 3832 7014 e 3832 6202 e-mail: tamaruba@tamar.org.br Horários de funcionamento: Domingo, 2ª, 3ª e 5ª feira: 10 às 18 horas 6ª feira e sábado: 10 às 20 horas SETEMBRO/OUTUBRO 2010

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