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Parte I Autora: Catalina

A água pingava no meu cabelo amarelo escuro e meio longo (eu não tinha cortado meu cabelo em anos). Ele chegava até meus ombros. Meu bigode (da mesma cor do meu cabelo) era muito largo e grosso. Minhas botas marrons e velhas me consumiam a perfeita quantidade de calor que eu precisava nos meus pés, naquela manhã fria, mas tranquila. Eu seguia escutando aquele som irritante, o som das minhas botas pisando na lama molhada e gosmenta. A minha mochila enorme e muito pesada estava puxando as minhas costas com uma força muito forte e insuportável. Eu era um comerciante pobre que vendia mercancias o dia inteiro. Mas, depois de um tempo, cheguei lá. Uma casa de campo, marrom estragado, velha e pequena. Eu entrei, fazia tanto tempo da últíma vez que eu tinha ido visitar. Eu esvaziei a minha mochila na mesa, mas peguei o meu dinheiro dentro do saco e o amarrei no meu cinto. Depois, peguei a cela de cavalo e a coloquei no meu cavalo marrom, com cabelo e cauda preta. Tranquei a porta e saí galopando. Meu trabalho tinha acabado por aquele dia. Eu decidi ter um dia de descanso. Eu queria ir visitar os meus pais e meu irmão que moravam em uma casinha de campo no reino do Princípe Felipe ll, do Rei Carlos lll e da Rainha Ana Clara l. Minha casa era uma como as outras, mas o Rei Carlos lll era um parente muito, mas muito, distante do meu pai. Cuando cheguei na casa e me reuni com minha família, a primeira coisa que fiz foi tirar o dinheiro do meu cinto e o mostrei para os meus pais. Eu tinha 18 anos e era quem se preocupava mais pela família. O meu irmão, Joaquim, de 6 anos, estava jogando com os carrinhos de madeira que eu tinha conseguido trocar em uma das minhas muitas viagens como comerciante. O meu pai, João Pedro, olhou para a minha mãe, Ana Paula, e os dois me olharam felizes. Depois de algum tempo, o meu pai disse: - Querido Antônio, tua mãe e eu estamos muito orgulhosos de você. Quero que saiba que agora que você demonstrou que sabe cuidar de vocêmesmo, nós vamos deixá-lo sair pelo mundo e ser contratado em um emprego “real”. Quatro dias depois das novidades, eu peguei as malas e saí pelo mundo. O emprego que consegui foi no castelo do Rei Carlos lll.


Eu trabalhava como um ferreiro. Eu tinha uma cabana pequena, mas com os materiais que eu precisava. Meu primeiro dia foi muito difícil e cheguei à casa muito cansado. Eu me sentei na minha cama com um colchão feito de palha e cobertor branco sujo feito de pano. Tudo estava segurado com um pedaço de madeira grossa, marrom escuro. Eu dormi depois de um tempo, minha mente já estava em um mundo diferente...


Autor: Lucas

João estava na casa dele no Rio, assistindo o noticiário das 8:23 e ouviu o jornalista falar: --...Matt , o assassino com cabelo preto e encaracolado. Ele tem olhos pretos e veste agasalho verde e bege. Ele tem tênis azul. Cuidado, se você perturbou ele uma vez... Uma voz interrompeu o jornal: --Você, João, é minha próxima vitìma! Lembra do dia 7 de Janeiro de 1992? Você derrubou Coca em mim! Você vai pagar!!! João ficou muito assustado e investigou a casa toda e achou só um papel escrito : Cinco anos se passaram e nada aconteceu. No dia 7 de Janeiro de 2002, João foi para a varanda dele as 10:46. Ela tinha grades brancas e bambas. A varanda tinha piso de madeira e tinha 20 metros de altura. Em baixo tem uma piscina do tamanho de uma sala de aula e tinha 1 metro e meio de profundidade. A piscina tinha azulejo azul escuro. Antes da piscina tinha uma areá com piso branco. William, o jardineiro, era careca e tinha olhos castanhos claros.Ele usava camisa laranja, calça azul e tenis vermelho. O homen careca era esperto, rápido e agíl. O jardineiro passava a noite inteira lá. De repente, João ouviu a porta trancar e virou para trás. Matt, o assassino, estava lá na frente dele com uma faca. A única reação do João foi pular. João estava no ar e Matt empurou ele para fora da varanda. João gritou desesperadamente: --NÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃOOOOOOOOOOOOO William ouviu isso e correu para ver o que aconteceu. No caminho ele caiu no chão. Ele era um herói!!!!!!! William desmaiou e uma hora depois descobriu o que aconteceu. João caiu em cima dele!!! Matt o assassino estava preso na varanda porque a porta estava trancada. A chave tinha caído com o João!!!. Um mês depois, ele morreu de fome!!!


A surpresa do microondas! Autora:Thereza Protasio

- Nossa! Essa foi a melhor banana com nutella que nós comemos! - exclamou Donata. Depois de ter comido três bananas com nutella (Donata e Thereza AMAM nutella!), elas ainda estavam com fome. Olhando para o microondas, Manu (uma menina de 9 anos, alta, atlética e agitada), Donata (uma garota de 10 anos, bonita, alta, cabelos castanhos claros e divertida) e Thereza (uma menina de 10 anos com cabelos castanhos, altura mediana para alta e engraçadinha) estavam pensando na mesma coisa: pipoca. Como a Manu é agitada, ela começou a gritar: - Pipoca, Pipoca, Pipoca! Donata correu para a dispensa grande, com muitos armários brancos e pegou um saco azul de pipoca cheio de milhos. Elas abriram o microondas branco, em cima da copa cinza e as garotas colocaram o saco lá dentro. Enquanto elas esperavam, resolveram ver TV. Donata com sua voz alta berrou: - Põe no canal Telecine Pipoca, tá passando um filme super legal! Um minuto depois, as meninas ouviram um barulhinho irritante. Elas sabiam que a pipoca estava pronta. Correram disparadamente ao microondas e abriram a portinha. Thereza com cuidado tirou o saco do microondas. Donata correu para o armário branco e pegou um pote porque ela era a mais alta e era a única que alcançava o armário. As meninas colocaram todas as pipocas dentro do pote. Quando elas olharam, as três ficaram surpresas. Três quartos da pipoca não tinham estourado! As meninas tinham que achar um jeito de fazer o resto da pipoca. Em conclusão a menina de dez anos com cabelos castanhos compridos, chegou a uma decisão. Então, comentou com uma voz alta: - Que tal fazer o resto da pipoca num pote de vidro? Porque tem esse tipo de plástico que não pode ir no microondas e eu não sei reconhecer esse plástico. No segundo que Thereza comentou isso, Donata respondeu: - Ótima ideia, Thereza!!!! Então elas pegaram um outro pote e colocaram os milhos lá dentro. Já que o pote que elas pegaram não tinha tampa, elas colocaram sem tampa, pois as outra tampas não cabiam. Dessa vez,


elas ficaram olhando para ver se fazia barulho. Ouviram muitos pops, então não se preocuparam. Novamente, o microondas fez o barulhinho irritante. Devagar, Thereza abriu a portinha do microondas..... Quando elas abriram a portinha, um morro de pipoca caiu em cima delas!!!!! Tinha pipoca em todo lugar no chão, no microondas e especialmente na Donata, Manu e Thereza. Estava um bagunça!!!! Antes delas falarem alguma coisa, elas só começaram a rir. Mas a pergunta era: - QUEM IRIA LIMPAR TODA ESSA BAGUNÇA????? No fim, as meninas limparam tudo. Elas tinham aprendido uma lição muito grande: NUNCA POR UM POTE SEM TAMPA DENTRO DE UM MICROONDAS!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!


O Crime Autor: Felipe J.

Eu estava na estação policial perto da Casa Branca e tinha acabado de tomar um tombo, porque tinha batido na quina da mesa octogonal. Era 2002, numa noite fria em Washington, e naquele lugar gigante, com cortinas vermelhas e uma parede cheia de diversas armas, dava até medo. Eu era um dos últimos a ir embora, já tinha acabado o meu turno quando ouvi um grito: -Tiroteio na 9 de Julho! Imediatamente, eu corri para a minha Lamborghini Veneno e fui direto para a 9 de Julho. Cinco minutos depois, cheguei na 9 de Julho e ouvi tiros, descobri por onde vinha e finalmente cheguei no segundo andar do Ed. Blue Sky. Mas era tarde demais. Tinha uma pessoa deitada no chão de madeira, do lado de um piano marrom. Era o meu amigo, o Vitor. Ele não merecia morrer, ele era amigavel e valente. “Esse matador vai morrer”, eu pensei. Tinha uma pessoa sendo entrevistada. - Por que ele está sendo entrevistado? - perguntei para a minha assistente, a Mariane. - Encontramos ele depois do tiroteio - falou Mariane. Comecei a olhar para a rosto do homem. Reconheci o rosto, mas não lembro o nome. Olhei mais um pouco e de repente surgiu na minha mente: o nome era Eduardo, o meu inimigo desde a infância. Eu pensei “É possível ter sido ele, ele sempre quis ser melhor que o Vitor, com 18 anos, o cabelo castanho estava cheio de sangue!’’ Eu olhei o local do crime e vi que o Vitor tinha caido para o lado esquerdo, então o assassino tem que ter atirado pelo lado direito. Mas o Eduardo não é canhoto? Será que ele fez aulas para aprender a fazer coisas com a mão direita? Então perguntei para o Eduardo: - Você escreve com a mão direita? - Sim - ele respondeu. Eu levei a arma para a estação policial para ver as digitais, esperei um pouco até que a máquina dar a resposta e, sim, eram do Eduardo. Então, com essas provas, ele não teve o que dizer. Ele admitiu e no próximo dia o matador foi morto na cadeira elétrica. Eu disse que o assassino iria morrer do pior jeito.


Explosão de Pipoca! Autora: Donata Buzolin Em uma tarde, na minha grande cozinha branca, depois de ter devorado três deliciosas bananas com Nutella, Thereza, uma menina de dez anos, muito legal e agitada, de cabelos longos castanhos escuros, estava na minha casa como minha convidada. Manu (minha irmã), uma menina que tinha 8 anos, muito atlética, estava brincando com a gente. - Vamos comer pipoca?- sugeriu Thereza. - SIM! - eu respondi animadamente. Fomos até minha pequena dispensa branca e agarramos o saco azul de pipoca. Colocamos ele no microondas branco e clicamos no botão “PIPOCA.” Achamos que o botão já estava programado para o tempo da pipoca estourar e ficar pronta. Mas, na verdade, era programado para sacos menores com menos pipoca... Depois de dois minutos, ouvimos um barulho agudo apitando. - Será que é do microndas? - questionou Manu. - Deve ser... - falou Thereza. Abrimos a portinha do microondas e vimos que o saco estava gordo, isso significa que a pipoca já estava pronta! - EBA! - exclamou Manu, já correndo animadamente na direção do microondas. Quando abrimos o saco, percebemos que tinha caroços que ainda não tinham estourado... - O que vamos fazer? - perguntou Thereza. - Também me pergunto..., mas não dá para colocar os caroços, pois o saco já está rasgado, não dá para colocar de volta. - eu disse pensativamente. - O único jeito agora é colocar eles em um pote descoberto. falou Manu. - Se é a única maneira, vai ter que ser assim... - Thereza explicou. Então, pegamos um pote transparente de plástico e colocamos os caroços que não estavam estourados. Programamos para o microondas apitar em três minutos. Enquanto isso, ficamos assistindo um programa na grande televisão preta que estava na cozinha. Quando apitou, o microondas nos deu uma grande surpresa...


TINHA PIPOCA PARA TODO LADO! - Que louco! - eu gritei. - Demais! - Thereza berrou. - Nossa! - exclamou Manu

- AGORA COMO VAMOS LIMPAR TUDO ISSO? n贸s falamos juntas. Finalmente, depois da bagun莽a, tentamos tirar todas pipocas do microondas e algumas comemos e alguma jogamos fora. NUNCA VAMOS ESQUECER ESSE DIA!


Autor: Matias

Em 2011, um casal se mudou para uma casa muito grande em Bahamas. Ela era um pouco velha porque uma dupla de idosos moravam lá. - Meu Deus! que casa grande - disse Laura bem feliz. - É, percebi - respondeu Marvin. A casa era branca. Tinha três quartos. O quarto de hóspedes, o quarto do Marvin e da Laura e o porão. O quarto do Marvin e da Laura era branco com um papel de parede azul e o piso de madeira. O porão era escuro, portanto não tinha muita iluminação. O piso era lilás, as prateleiras de madeira estavam carregando alguns livros e era bem grande. Como já era muito tarde, eles foram direto para a cama. Dormiram com muito conforto, pois a cama tinha um colchão muito fofinho. - Que dia lindo! - gritou Laura Eles abriram as cortinas, e o sol deslumbrante brilhava como a luz. O dia só estava começando. Quando chegou a noite, Laura e Marvin se deitaram na cama. Laura do nada começou a gritar e PUFF! ela morreu... - Nããããããããooooooo!!!!!!! - gritou Marvin. Nesse instante, Marvin chamou a QAP (Quartel de Atividade Paranronmal). Ele contratou o melhor agente dessa agência. O nome dele era Agente U. Ele tinha uma parceira chamada Axel. Axel era uma médium. Os dois se pareciam aos homens de preto. Eles usavam terno preto e óculos style. Quando receberam a ligação, rapidamente pularam para a McLaren deles e VRRRRUUUMMM! Estavam indo direto para aquela casa. Marvin agradeceu a Deus quando eles chegaram. Entraram na casa e foram direto para a cena do crime. De repente, Axel começou a sentir vibrações fortes saindo de todo o lugar, mas todo mundo estava parado!? - Meu deuses! O que é isso! - gritou Axel - AAAAAAA!!! O lugar começou a se mecher. De repente um barulho de passos estava saindo do porão. TUM! TUM! TUM! Todo mundo ficou paralizado. O Agente U foi calmamente para o porão, mas não tinha nada. Tinha só uma coisa... Agente U chegou mais perto e percebeu que era sangue. O que tinha acontecido ali? Um nome apareceu na cabeça dele. - George... - disse o Agente


Todo mundo olhou para ele com uma cara de bobo. De repente Axel captou sinais de novo. - O meu nome é George! - exclamou uma voz. Agora todo mundo estava ouvindo essa voz. Marvin olhou para onde Axel estava olhando e disse bravo: - Você matou minha mulher! Sinta a minha fúria! AAAAAAAA! E puff, o espírito desapareceu. Marvin o atacou usando uma faca que estava com ele. Depois desse momento Marvin virou maluco. Ele foi para o hospício por 5 anos. Pessoas dizem que ninguém nunca mais ouviu ele e também disseram que o espírito possuiu ele.


Autor: Felipe M

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- Toom toom toom!! Meu coração está voando! Hoje, Em Jáguariuna, 2013 ná minha fazenda, é dia de eu montar no meu cavalo novo! - exclamou Felipe Jafet. - Vamos, estou ancioso e bem tenso!! - anciosíssimo Felipe explicou. O Felipe Jafet acabou de tomar café e foi correndo pegar o fusca para ir para a cocheira dos cavalos. Lá na cocheira, o Vitão (treinador) estava esperando ele para montar no seu cavalo. Só que o cavalo era novo e muito rápido! O nome do cavalo era Diamante. Felipe passou a segunda marcha no seu fusca e foi: vuummmmmmm!! Chegou na cocheira bem rapidinho. A cocheira é cheia de baias e tem um lavador de cavalos. Tem dois quartinhos de ração e outro de feno. Também tem, uma salinha de troféus e uma TV para os treinadores e o pai e minha mãe de Felipe verem vídeos de provas de cavalos. Nesta sala tem uma mesa para anotar coisas sobre os cavalos. No meio das baias tem um gramado e no final dele tem uma entrada com duas estátuas de cabeças de cavalo. Atrás do lavador, tem um cano horizontal para amarrar os cavalos. No fundo tem muitos piquetes para soltar os cavalos para que eles comam graminha verde e corram felizes! Quando Felipe Jafet chegou na cocheira, ele deu oi para o Vitão e eles foram pegar o Diamante no piquete. Então, Felipe Jafet e Vitão estavam no meio do caminho, o Vitão apontou para um cavalo lindo, branco cor de papel, com olhos castanhos bem clarinhos. Nesse momento o vento assoprou as crinas bem claras do cavalo, Felipe Jafet disse: - É meu cavalo, com a boca aberta! Pegaram Diamante e logo Vitão colocou a sela. Felipe Jafet não conseguia parar de fazer perguntas sobre o seu cavalo: - Ele é rapido? O cavalo é ancioso? Ele é bravo? O Vitão respondeu todas as perguntas dizendo: - Fica calmo que você vai ver. Eu te garanto que você vai gostar do seu cavalo.


Felipe Jafet sentiu o seu cavalo fazendo círculos e galopou ele em volta da pista. Vitão pediu para o Felipe vir para a entrada da pista e falou que estava na hora de passar os tambores correndo. Vitão apertou a sela e o coração de Felipe estava batendo tão forte e rápido como se fosse uma corrida de Fórmula 1!! Vitão soltou as rédeas e o Diamante começou a correr tanto que os olhos de Felipe ficaram cheios de lágrima. Ele segurou no pito da sela e indicou o cavalo que virou o primeiro tambor lindamente! Correu para o segundo tambor e virou rapidamente! Chegou no terceiro tambor e quase caiuuuuu, mas virou extraordinariamente e se posicionou na sela para tocar Diamante para a reta final até a cerca! Felipe Jafet fez um tempo de 18 segundos e 800 milésimos!! Vitão ficou extremamente feliz!! Felipe começou a chorar de alegria e concluiu que fez uma lindíssima prova!!


Autora: Sofia

Dia 02/01/1987 Querido diário, estou escrevendo porque eu preciso recordar minha horrível vida. Deixe eu começar descrevendo meu quarto, um lugar sujo e barulhento, onde todas as camas são molhadas e dura. Nós não temos travesseiros e, do teto, sempre está pingando uma agua escura de esgoto. Ratos e baratas correm pelo chão. Aqui é muito frio e escuro. Nós não temos guarda roupas porque só temos uma e usamos a mesma todos os dias. Eu odeio aqui. Todas as manhãs o Capitão Mandrake nos acorda e, quem não pular da cama na hora, ele joga água gelada em cima. Ele é um sádico. Eu me lembro de uma vez em que ele jogou água na minha cama e ela ficou molhada por um mês!

Dia 05/01/1987 Querido diário, desculpe não ter continuado escrever, mas é que eu estava numa situação terríve lnesses últimos dias. O capitão Mandrake acha que eu estou escondendo alguma coisa (você) e, por isso, faz todo tipo de atividade cruel (já que ele é cruel) comigo. Como quando eu quase perdi o meu cabelo cor de palha e meu corpo magro na floresta. Um lugar escuro e assustador, onde a noite você consegue sentir todos os animais olhando para você querendo um pedaço. As árvores são tão altas e juntas, então não dá para ver a lua. Eles te deixam lá no meio e esperam que você encontre o caminho de volta e, se você não volta, ninguém liga. Continuando um bando de lobos me encontrou e me encurralou, mas o meu amigo , o menino 109, me salvou.


Dia 06/01/1987 Felizmente, o capitão parou de suspeitar de mim, já que o menino 241 jogou a água que o capitão jogou nele em cima do “precioso” mini robô de cavalo que ele sempre usa. Enrão eu, o menino 192, estou salvo. Dia 07/01/1987 Já estou aqui há dez anos, desde que fui roubado da minha família e não aguento mais. Vou fugir amanhã a noite. Eu não sei como fazer ou onde eu vou ficar, mas aqui eu sei que não vou mais ficar!

Noite, 07/01/1987 Já que eu não vou conseguir subir a muralha gigante e com arame farpado que fica em volta do quartel eu vou le a única outra saida: o lixo...

Dia 15/02/1987 Nossa! Tanta coisa aconteceu! Então, deica eu te contar. Eu consegui sair do meu quarto a meia noite e fui devagar, no escuro, para o depósito de lixo. O lugar era sujo, pequeno, fedorento e, obviamente, estava cheio de restos de lixo. Eu consegui ir para baixo e “PIMB” eu estava fora! Eu não acreditei. Todos esses anos querendo escapar e hoje, por vontade própria, eu estava fora. Saí correndo, sem caminho ou destino, só comemorando a liberdade. Até que eu pensei: “o que vou fazer agora?” E, naquele momento, veio a minha resposta. Vi uma menina de cabelos longos, pretos, com uma pele branca, olhos lindos, roxos e brilhantes vindo em minha direção. Ela me perguntou: _ Qula é o seu nome? _ Menino 192. _ Você é do Exército Jovem? _ Sim.


_ Você conseguiu escapar?! _ Sim. _ Vem comigo, eu te abrigo. _ Obrigado. Qual é o seu nome? _ Sofia. _ Bonito. _ Obrigada. Então, hoje em dia, depois dessa conversa, eu sou considerado parte da família Silva e sou muito feliz. Afinal, o que uma pessoa pode pedir mais? Dinheiro, família, felicidade e confiança. Ninguém pode pedir mais nada.


Autora: Lara

Antes que eu, a narradora, contar a história vou apresentar o cenário principal e os personagens dessa incrível aventura: o cenário é o laboratório secreto do Dr. Hare, um embaixo da terra, lugar frio enorme, com paredes cobertas com posteres de cenouras, assustador e escuro por causa da pouca luz. Ovóide é um dos personagens principais da história, ele é doido, ouve tudo ao contrário, é um motorista de ônibus que usa biquini, tem cabelos longos rosa e pinta o rosto de rosa. Dr. Hare é um coelho que hipnotiza as pessoas para trabalahrem para ele e, também, ele é do mal e é um vilão que ama cenouras. El Mustachio Grande é um vilão, tem um bigode muito grande, é do mal e aterroriza as pessoas. *** - Finalmente, eu consegui! – disse Dr. Hare para El Mistachio Grande – Eu consegui fazer uma máquina para a gente sair do Poptropica e completar ”O Plano”! - Então, ligue esta máquina logo! – gritou El Mustachio Grande. “Vupt”, e em um segundo Dr. Hare e El Mustachio Grande foram para o mundo real. No mindo real, Dr. Hare teve uma ideia e explicou para El Mustachio Grande: - Vamos para o hospício encontrar um doido para ser nosso assistente. - Tá bom. – disse El Mustachio Grande sem entuasiasmo. Quando chegaram ao hospício, Dr. Hare perguntou para a primeira pessoa que viu: - Com licença, onde fica o Adote Seu Próprio Doido?


- O que vocês precisam saber primeiro é que custa 10000000000000 (tem 66 zeros), por mês para adotar um doido e, se vocês aceitarem, eu lhe mostro quais doidos a gente tem, pois eu sou guia. El Mustachio Grande apontou sua arma para o guia e ele disse: - T-t-t-ta b-o-o-om e-e-eu d-d-deixo v-vocês adotarem um doido dde gra;ca. M-Me si-sigam. O lugar onde o quia levou Dr. Hare e El Mustachio Grande estava cheio de travesseiros de pena de ganço rasgados, as paredes riscadas com marcador permanente, a cla de ponta cabeça, resumindo: tudo estava fora do lugar! - Este é o quarto do doido mais doido que temos.Ele se chama Ovóide e é, ou era um motorista de ônibus. – disse o guia e logo depois que ele disse isso, saiu de trás daporta um homem, ou uma mulher, de biquini com cara e cabelo pintado de rosa. - Esta bem, ficamos com o Ovóide. – disse Dr. Hare já levando Ovóide para fora. - Tenah um bom dia senhores e, se vocês não gostarem deste doido, tem três dias para devolvê-lo. El Mustachio Grande fechou a porta coo “Bang”. *** Dr. Hare e El Mustachio Grande fugiram o mais rápido do hospício com Ovoíde gritando e choando igual a um bebe no colo dele. - Cala essa boca seu, seu, seu... doido – reclamou Dr. Hare e isso fez com que Ovoíde chorasse ainda mais. Meia hora depois, os três chegaram no frio, enorme, embaixo da terra, escuro com pouca luz e cheio de posteres de cenoura, o magnífico laboratório do Dr, Hare (tcham, tcham, tcham!!!). El Mustachio Grande teve de explicar “O Plano” para Ovoíde e “O Plano” era assim: _ Eu, El Mustachio Grande, e ele, Dr. Hare, fizemos um plano para fazer sabe o que com a humanidade? A gente vai transformar os humanos em ( tcham, tcham, tcam!!!) cenouras com bigodes gigantes, então nós queremos que você nos ajude, vá até o corredor, vire a direita,


esquerda, direita, esquerda, direita, esquerda e, aí, você vai encontrar uma máquina bem grande e aperte o botão verde. Simples. -Tá bom. – disse Ovóide. O que ninguém sabia era que Ovóide ouvia tudo ao contrário e seguiu as instruções completamente ao contrário! Ele foi numa sala virou a esquerda, direita, esquerda, direita, esquerda, direita e ele encontrou uma máquina bem pequena e apertou o botão vermelho. No que ele fez isso, no mesmo insatnte Dr. Hare e El Mustachio Grande desapareceram (provavelmente voltaram para o Paptropica) e o número de humanos duplicou. E foi assim que Ovóide salvou a humanidade e virou o S.O.S.P. (Super Ovóide Salvador da Pátria) e até saiu no jornal.


Autor: Baltasar

Capitulo I Como o Astrium foi parar na base 5 Meu nome é Astrium tenho o cabelo loiro-sujo, muito alto, sou o atleta mais rápido na escola, na universidade e também na base 5. Sempre estudei numa escola particular, e também porque sou rápido, quando tinha 15 anos escapei da casa de meu padrasto e da minha mãe alcoólatra que me batia . Além de tudo, passei muita fome. Então eu decidi que eu tinha que sair. Então, vou contar tudo em poucas palavras. A vida na Rússia, sem-teto, não ter uma cama não é divertido, então eu tive que encontrar um lugar para dormir. Indo para trás no tempo, eu também roubei meus pais. Eu tenho 500 dólares de cada um. $ 500 + $ 500 = US $ 1000, além disso peguei um saco e coloquei todos os tipos de coisas lá, porque estava escuro no meu quarto, eu realmente não sabia o que eu estava colocando no saco e eu também esperava que, o eu coloquei lá, poderia me ajudar de alguma forma. Então, quando eu terminei jogando coisas na minha mochila saí da casa pela da janela. Quando eu bati no chão coberto de neve eu, imediatamente, fiquei tão frio que estremeci. Eu caminhava pela rua com medo e a expectativa de me encontrar com o meu padrasto de repente. O chão e o ar estavam gelados, mas, felizmente, eu vi um bar. Tudo estava congelando na neve. Assim fui para o bar. O bar estava tão frio quanto o lado de fora. O bar era conhecido por ter 10 mesas no interior e 20 mesas no lado de fora, Sentei na parte interior junto à saída dos fundos porque não queria que os policiais ou meu padrasto me vissem. Se meu padrasto entrasse no bar, eu poderia ter tempo para escapar. Para onde? Eu não sabia. Mas uma coisa que eu sabia: quando eu estava colocando as coisas na mochila, eu escrevi uma lista do que eu estava levando e isso iria me ajudar. Lista de coisas para levar 1. Shampoo (1) 2. Dinheiro (eu tenho 1,013 dólares agora. YAY!) 3. Iphone (eu não sabia que eu tinha) 4. Livros (10) 5. Roupa 6. Mac (? Quando eu comecei isso tudo) Nota para mim: Não gaste tudo em alimentos ou jogos de vídeo Eu li o papel com atenção, quando terminei, eu vi que tinha cinco pessoas caminhando na minha direção. Um deles tinha uma barba, usava óculos e no lado esquerdo do olho tinha uma cicatriz muito ruim. Outros usavam alguns óculos caros e percebi que todos tinham uma arma. Imediatamente sabia que tinha que fugir


dali, mas por outro lado, eles tinham armas. E se eu tentasse escapar eles iriam me matar. E você poderia pensar, é claro que não vão atirar em mim. Você pode achar que isso é cruel e como eles podem ter permissão para fazer isso? As senhoras e senhores resposta -------> existia 90% de chance de que meu padrastro ter autorizado o tiroteio. E eu não queria descobrir. Assim, tive um pensamento : o que eu posso dizer? De todas as coisas que eu poderia dizer? De todas as possibilidades? Corri . Olhando para trás, nesse dia, eu vi que esse foi o maior erro que eu já fiz em toda a minha vida. Mas voltando a história... Eu sabia que não poderia fugir, mas eu não queria voltar para o meu padrastro. Ele era um homem maldito, a única razão para eu não fugir antes era por causa da minha mãe. Uma coisa que eu aprendi com isso, é que ela era o reflexo do marido.

5 anos depois...

Base 5 era a maior base em Moscou, havia comida, água e, também, era uma base militar russa. Na base tinha quatro seções: a primeira era a Base de Treinamento e Armas de Fogo; a segunda sessão era os dormitórios e todos viviam ali, menos os generais; a terceira era o Refeitório , e também uma pequena Escola ra Jovens; a quarta era o lugar onde eu morava, era a Base dos Generais e da Base dos Canais, onde todos os monstros viviam. Sempre tinha um monstro nos canais, e sempre tínhamos que jogar uma granada para matá-los. Aqueles que iam para superficie nunca voltavam. Os soldados que votavam da superfície vivos, ficavam perturbados e tinham muitos pesadelos. 3 Anos antes... - V amos lançar os mísseis em 2 horas - falou Torri. - Quando lançarmos estaremos na torre, né? - eu disse . Na sala da torre tinha até uma lâmpada que iluminava o mapa de Moscou, toda a gente sabia que e os três mísseis eram nucleares, mas era melhor o sacrifício. Porque nós não podíamos resistir para sempre com a escuridão. Em Moscou parecia que era mais um dia normal. Todo mundo fugiu da cidade com pressa. Todos. Agora só tinha 20.000 habitantes. Eram todos militares. E já estavam com uma base no Metro. - Que horas são? - perguntei. - São 1:50. Temos 10 minutos para subir na torre! - dsse Torri. Quando chegaram na base da torre, tinha uma mesa com controles que pareciam com os de Back to the Future. Olhando para os controles, eu perguntei: - O que vai acontecer se um aperto um? Mas olhando mais de perto vi que primeiro dizia: Disparar míssel e o segundo Cancelar míssel. O terceiro tinha 3 botões: Míssil decolar 1. 2. 3 O quarto dizia: Evacuação. Claramente o quarto já estava apertado, mais um clique e Moscou não existiira. O Torre disse: -Pega os controles.


Peguei os controles e coloquei no bolso. Era tão pequeno que eu pensei que se eu caisse os botões seriam apertados por engano. Mas eu tinha que ser cuidadoso. Depos na torre. Lancei os mísseis . A explocão quase me matou, mas eu tinha que sair da torre antes que a radiação me pegasse. Saindo da torre eu vi um avião caindo do céu, uma asa bateu contra um edifício, depois as outras asas explodiram, uma das partes de trás caiu, eu fiquei surpreso que o avião ainda estava voando. Depois o avião entrou na explosão dos 3 mísseis nucleares. Pensei: “esse avião nunca vai sair vivo”, eu não sentia pena porque o mundo já estava acabado. A América do Norte e do Sul eram os únicos continentes vivos e sem radiação. A Rússia também, mais tinha radiacão. Todos pensaram que as TREVAS foram derrotadas. Isso era verdade, mas tudo tem um custo. Quando disse que tudo tinha um custo era que os animais perigosos, ficram mais perigosos, a radiacão mudou a forma de como eles cresciam. Agora a superficie era perigosa. Algumas coisas que até os mais veteranos não acreditavam. Havia coisas GIGANTES e coisas pequenas que, com só um toque, você morria.

Capítulo 2 5 MESES DEPOIS Eu acordei às 9 da manhã, mas esta vez, ninguém estava na Sessão 4. Instintivamente a minha mão foi para o lado esquerdo da minha cama onde normalmente eu deixo minha arma de fogo, mas hoje não estava ali. Então tive que caminhar até os corredores desarmado. Eu decidi ir até o quarto principal, ali encontrei um general bebado chamado Hiksi. - Cade o comando?- eu perguntei -Mama Mia hihihihihihihhi. Eu sou um cavalo- Hiksi diz Ali eu a minha paciência terminou, então fiz o que todo mundo ia fazer. Bati na cabeça dele, ele ficou parado e depois caiu. Quando caiu, eu peguei a Vodka. Eu peguei uma cadeira e sentei, depois de 5 minutos ele acordou e disse: -O que aconteceu?- quando ele disse isso, ele já estava se parando. Quando ele estava parado, eu perguntei: -Cade os generais?- eu perguntei -Os generais?- Ele repetiu. - Sim- eu disse - Ah, tá bom, então... você não está na Base 5, você está na Base 7. - O quê????- eu gritei! - Às 1:00 da manhã, eles atacaram escondidos, mataram os guardas, e mais importante de tudo... mataram o Commando. E mataram todos os generais. -Então, eu sou o ultimo general? -Exatamente! Ali eu vi que nenhuma coisa neste quarto parecia como o quarto dos generais. Olhando no quarto tinha uma lâmpada quebrada e uma luz brilhante, tinha uma mesa com um papel largo, quando cheguei mais perto vi que o papel era um mapa da prisão e tambem tinha uma carta dizendo: Você é prisineiro da Red Line, a sua base foi destruida, os generais mortos, os soldados se suicidaram e, as pessoas fugiram para a superfície sem a máscara, As pessoas


com a máscaras foram mortas pelas criaturas da superfície. Você não pode escapar, aqui está a lista dos mortos: Torre Cientista ID---> 9039509 Faxsi Soldado ID--> 42896 Rictocha Commando ID-->26798135 Líder da Base 5 Base 5 destruída

Não pude acreditar, a base 5 destruída? Nunca chegou nem perto de ser destruída. Afastei esse pensamento fora da minha mente e olhei o mapa. Vendo que o mapa era escrito em ingl6Es, não podia traduZIR o que dizia, mas sabia que não importava, eu tinha que ver onde eu estava. Quando terminei de ler o mapa, um guarda entrou no quarto e disse: -Vem comigo. O guarda tinha uma camiseta com uma bandeira de Rússia com um círculo, tinha um tapa olho no olho esquerdo e usava jeans com botas. Como não tinha nenhuma escolha, eu tive que seguir o guarda. O Hiksi ficou para trás. Por quê? Não sabia. Quando saimos da prisão, eu vi que eu não era o único prisioneiro por aqui, porque quando sai tinha quatro prisioneiros junto a mim. Caminhamos até que chegamos a uma placa dizendo: Sala de interrogação. Embaixo da placa tinha uma porta enorme de ferro sólido, ai o guarda bateu na porta 3 vezes e, finalmente, a porta abriu, chegando dentro vimos que este quarto era gigante, mais não tive tempo de estudar o quarto porque me colocarem no outro lado do quarto. Esperarem um tempinho, quando pensei que nos iam matar de fome a porta abriu e uma pesoa entrou. - Bem-vindo a base 7, aqui você vai ser torturado e executado. Mais você pode ser um de nós, ser um espião, e tambem se você diz a informação você po


Autor: Thiago Num pequeno condomínio, no interior de São Paulo, viviam pessoas humildes e gentis, mas que sofrem com as dificuldades de sustentar a família. No entanto , eram pessoas alegres e que se preocupam uns com os outros. Reginaldo, o melhor pipoqueiro na opinião das crianças do condomínio, trabalhava dia e noite vendendo a pipoca dele. Porém, não ganhava muito dinheiro e estava na mesma situação que os moradores daquele condomínio. Num dia em que Reginaldo não vendeu nem um grão de pipoca, ele estava irritado, já eram 2 horas da tarde e foi surpreendido por uma voz irritada. Ele virou e viu a Sandra, uma moradora do condomínio, conhecida por seu mau humor e rabugice. - Não acredito que você está aqui de novo! Já não avisei que vender pipoca na frente do condomínio é proibido? Vai embora antes que eu chame a polícia - disse ela muito brava. Reginaldo confuso pensou e respondeu: - Desculpe, senhora Sandra, não achei que estava... Sandra o interrompeu e, sem nem prestar atenção na defesa do Reginaldo, gritou irritada: - Bom, eu avisei. Eu não quero ouvir suas desculpas! Vou ligar para a polícia! Sem pensar duas vezes, Sandra arrancou o pequeno celular do seu bolso e digitou os números 190. A polícia já tinha recebido várias queixas da Sandra, todas foram sobre problemas ridículos e sem importância como desrespeito e leis que não existiam. O policial Roger atendeu: - Aqui é a emergência, o que houve? - Oi, um pipoqueiro está vendendo pipoca - disse Sandra convencida - na frente do meu condomínio, ilegalmente. - Isso não é importante, resolva com ele, a polícia tem problemas mais urgentes para resolver, senhora. Boa Tarde. Sandra não acreditou no que tinha acabado de acontecer e isso a deixou ainda mais irritada. Tomou uma decisão. Foi até o jardim, pegou a mangueira, abriu a torneira e para a surpresa de todos os moradores do condomínio, apontou o jato de água para Reginaldo! Quando as crianças perceberam o que aquela velha rabugenta estava prestes a fazer, gritaram: - Reginaldo! Cuidado! Então todos fizeram um círculo ao redor do pipoqueiro, desafiando Sandra a continuar com a agressão. A Sandra fez uma cara furiosa, todos os meninos e condôminos achavam que a qualquer momento ela explodiria e causaria uma catástrofe. - Saiam daqui seus moleques! Vocês não tem nada a ver com esse assunto. - Como não? - disse Zezé muito preocupado - Reginaldo é nosso pipoqueiro favorito. Ele é muito gente boa e não está fazendo nada errado. - Não quero saber! Saiam da frente senão vocês vão junto!


Nesse momento, todos começaram a falar ao mesmo tempo e Sandra começou a se preocupar com a reação da multidão. Porque estavam todos contra ela? - Ele está violando as regras do condomínio! Tenho que proteger nossa comunidade - disse Sandra. Reginaldo pacientemente explicou: - Dona Sandra, só estou trabalhando, preciso sustentar minha família. Tenho certeza que qualquer pessoa não terá a mesma perspectiva do meu trabalho que você. Nesse momento, todo mundo ao redor da praça se juntou aos meninos e falou a mesma coisa. Sandra odiava não ganhar o que ela quer ou perder. Por isso ela desistiu e ficou chateada. Sandra nunca mais foi rabugenta ou fez mal a ninguém, hoje ela pensa muito antes de falar ou provocar alguém. Reginaldo ? Ele continua vendendo pipoca na frente do condomínio e ainda tem esperança de, um dia, poder oferecer um saquinho de pipoca para Sandra.


Autores: Andre e Victoria

Cristiano Posses Blau Di Bella Vergara Ronaldo JR era um jogador do Real Madrid ele era muito famoso e era o craque do Real Madrid.O filho dele é João, mas ele sumiu em 2003.Ficou sem ver o pai por 10 anos.Sumiu em um parque de diverções.O pai acha que João está morto,mas não tem prova sobre isso.E hoje vamos contar sobre essa história. A familia de Cristiano era muito unida e feliz.Todo ano viajavam e se divertiam,mas depois que o filho desapareceu misteriosamente a carreira de Cristiano decaiu e perdeu todo dinheiro tentando encontrar o João, seu filho.Ele desistiu de toda sua vida,andava pelas ruas olhando cada rosto que passava procurando sempre algo que o ajudasse a encontrar seu filho. A policia nào tinha muitas pistas, a única coisa que sabiam era que o garoto tinha um sinal de nascença na mão esquerda.Várias buscas foram feitas,mas nada do do garoto ser encontrado e a familia,enfim desistiu. Atualmente,2013, Cristiano esta aposentado e treina um time pequeno na cidade.Cristiano era um homem triste,e sempre quando via uma familia unida uma triste lembrança surgia em sua memória.Apesar de 10 anos terem se passado,ainda tinha uma esperança no seu coração. Num dia ensolarado, Cristiano fazia o seu caminho de volta para casa,quando em sua direção e disse: -Cristiano Posses Blau Di Bella Vergara Ronaldo JR! Sou o seu fã senhor.disse um rapaz que parecia de 20 anos esfendendo a mão para comprimenta-lo. Cristiano um pouco confuso, olhou para a mão do rapaz e supreso exclama: -João,meu filho finalmente...João ficou supreso ao ver aquele famoso jogador emocionado na sua frente,e sentiu algo,e uma lembrança surgiu em sm sua cabeça. -Nã não entendo- disse João confuso. -O que o senhor quer dizer??-A marca em sua mão é a mesma do meu filho perdido. Por favor venha comigo até a minha casa precisamos conversarEm silêncio os dois caminharam até a casa de Cristiano. Quando a mulher de Cristiano abriu a porta olhou para o seu marido e ele afirmou com a cabeça. E nesse momento nem uma palavra foi precisa para ela entender que o seu filho havia voltado para casa. E esta é a história de João, o filho perdido.


Vida ou Morte? Autora: Valentina

Tudo começou no ponto de ônibus da escola Graded. Os dois motoristas mais desmiolados, Valdemar e Antonio, chegaram atrasados como sempre. Ao chegar na escola António pergunta: - Porque você esta vestido de Lady Gaga? Que eu saiba, não saiu nenhuma música nova. - Amanhã vai começar o Lollapalooza e a Lady Gaga vai fazer o show de abertura às 6:00 da manhã. Vai ser um prazer ir com você. Ah! falando nisso, eu já comprei os ingressos. Gastei todo o meu salário em carne para fazer nossos vestidos e já ficaram prontos ! - Disse Valdemar pulando de alegria. António odiava a Lady Gaga e amava dormir até tarde, mas sabía como era importante para o amigo. - Acorde Antoninho acorde! - gritou Valdemar chacoalhando António. - Vamos logo eu quero ser o primeiro no show! António, desanimado, olhou para o rosto de Valdemar todo maquiado, parecia um monstro. Antonio consultou seu relógio, mas sua visão estava borrada. Virou para Valdemar e viu uma coisa medonha. Estava pronto para jogar seu relógio na direção do vestido de carne. - Boa ideia amigo, toma aqui seu vestido de carne. Ah! é melhor você se trocar aqui porque no Lollapaluza tem muitas cameras. Primeiro, Antonio estava com preguiça, mas e ele ia fazer essa caridade mesmo que tivesse que parecer um petisco de um Chiuaua Frufru. Os dois entraram no carro. Vinte minutos depois, chegaram ao show. Antonio estava com os cabelos arrepiados, igual a um cientista maluco, já que Valdemar dirigira a 150 km por hora. António estava exausto, pois percebeu que tinha acordado às 3 da manhã em um sábado. O show começou quando eles perceberam que estavam sozinhos. No primeiro acorde do baixo, uma coisa horrível aconteceu. O chão estava rachando, mas Valdemar estava tão emocionado que nem percebeu. Antonio estava correndo quando percebeu que Valdemar não estava junto dele. Logo, se tocou que ele tinha que ajudar seu amigo. António tentava empurrar Valdemar só que seu vestido o atrapalhava cada vez mais. Ele não foi ágil o suficiente para salvar seu amigo e, logo, os dois cairam em um buraco enorme. Viram que estavam flutuando só que sem ar. António estava roxo; Valdemar em coma. “Caindo, caindo”; pensava Antonio enquanto perdia lentamente a consciência. -Não! - António se levantou e se deu conta que havia caido num planeta desconhecido. Raios verdes seguidos por uma explosão azul caiam ao seu redor. Ainda carregando Valdemar, António achou uma parede enterrada no planeta, deu um salto e pulou para o outro lado da parede. Logo deu de cara com do outro lado dessa “parede” tinha uma porta, pela qual ele entrou. António ficou chocado quando viu um capacete que dizia “oxigênio”. Ele foi logo colocando o capacete em Valdemar. António estava practicamente morto quando viu um pequeno objeto: outra máscara de oxigênio.


Antonio respirou. Ele estava vivo. Será que Valdemar sobrevieu a tragédia? António aperta as mãos no peito do seu amigo tentando ressucitá-lo. Silêncio. Uma luzinha estava brilhando no final de um corredor escuro por onde eles haviam entrado. António correu em direção a luz traumatizado e cansado. O corredor estava mexendo. António olhou pela janela pequena a sua esquerda, suja e cheia de poeira, e viu duas criaturas pálidas. As duas criaturas eram idênticas: a mesma cabeca enorme, o corpo sem cor e olhos pretos como um gato. António ja tinha visto estas criaturas nos filmes e em revistas. ‘ Aliens!’, seu maior medo desde criança, estavam lá, atirando raios que explodiam justamente onde ele estava. António estava chocado. A luz se tornou roxa, depois verde e apitava mais forte a cada instante. Ele escutou uma voz através da luz. - 9990, você me escuta, 9990? Esquece ele deve estar em pedacinhos. António logo foi apertando a luzinha. -Alguém respondeu!! 9990 é você? Alô, alô? António respondeu, esperando que o sinal não caisse, pois já estava péssimo. -Alô, aqui fala o Antônio, quem é 9990? Onde estou? O homem contou que 9990 era um astronauta perdido e que António tinha que achá-lo. Foi ai que Antonio percebeu que a parede encontrada era, na verdade, uma nave espacial. - Onde estou? - perguntou Valdemar. António foi logo contando o que aconteceu. Valdemar, que era muito sábio, entendeu tudo. Os dois foram a procura do astronauta 9990. Quando a nave estava quase totalmente destruída pelos raios laser, Valdemar caiu. - Achei alguma coisa! - gritou Valdemar. -É ele mesmo?- perguntou António- É ele mesmo! Será que está morto? Valdemar o examinou. -Seu coração ainda está batendo, mas tem uma mancha azul que eu nunca vi na minha vida. António lembrou sobre os lasers que o estavam atacando. -Está acordando!- exclamou Valdemar. O astronauta estava magro, pálido e fraco. Antònio foi logo perguntando o que aconteceu em seu braço. - Um laser atingiu minha nave e fez um buraco e me acertou o braço.respondeu o astronauta. - Tem cura? - perguntou Valdemar preocupado. 9990 disse para eles procurarem na biblioteca por algum livro que pudesse ter a resposta. Valdemar foi o mais rápido possivel enquanto António cuidava de 9990 . Valdemar entrou em uma sala. As luzes demoraram em ligar mas, quando finalmente acenderam, Valdemar viu uma pilha enorme de livros todos bagunçados . Ele então olhou um por um dos livros, mas não achou nada. Fez isso 5 vezes e até que achou um livro pequeno, contendo apenas uma página, todo empoeirado. Valdemar correu para António todo feliz. - Achei! Achei! Valdemar leu a única página com muito esforco. -Diz aqui que a única cura e se alguém sacrifica sua vida chupando o veneno. Ao fazer isso todas as coisas que não funcionam, voltam a funcionar. - Então acho que 9990 não vai viver, sinto muito.- Disse António deitando -Não.


Valdemar abriu a sua boca e foi colocando no braço do astronauta e dessa vez António não conseguiu salvar seu amigo. -Não! António estava chorando abraçando au seu amigo -Me curei! - disse 9990 -É tudo sua culpa! - berrou António com os olhos vermelhos. -Ele é um bom homem fez o certo. A nave voltou a funcionar. Como só haviam dois lugares, 9990 e Antonio deixaram uma alma cheia de alegria e bondade lá, jogada no chão e sozinha. -Acorde, Antoninho, acorde ! - gritou Valdemar chacoalhando António. - Vamos logo eu quero ser o primeiro no show! António estava muito contente de ver o amigo em sua frente e percebeu que tudo foi só um sonho.


Autores: Raul e Felipe V.

Uma manhã ensolarada, Pedro se preparava para a grande final do Little 8. “Será que ganharemos ?”, ele pensa, depois de milhares de jogos lutando para chegar a final. No campo seus colegas de time estavam treinando para a grande final. Pedro estava com muita sede, então ele foi para o bebedor para tomar água. Pedro nunca foi lá antes porque ele sempre levava a sua própria garrafa de água. Então, lá no bebedor, ele achou um vendedor de pipoca, ele tava desesperado querendo pipoca, mas não era grátis. Por sorte ele achou 5 reais no bolso, ele foi lá para o carrinho de pipoca e pediu uma pipoca grande, mas custava 50 reais . O Pipocao, como era um cara muito gentil, deu desconto. Pedro, imediatamente, virou o melhor amigo dele e perguntou: - Você vem sempre aqui? - Sim. - respondeu o Pipocão Pedro falou: - Tchau, Pipocao tenho que ir treinar porque estou atrasado. Quando Pedro acabou de treinar falou tchau para o seu técnico e foi embora para sua casa. Quando amanheceu, Pedro grita de alegria: - Hoje é o dia ! Pedro foi para o campo muito alegre sabendo que seu amigo Pipocão estava lá. O jogo começou, um amigo do time de Pedro pegou a bola na frente do gol do outro time, no time oposto, um jogador veio e deu um carrinho no Bob, que se machucou muito. O técnico falou: - Bob você tem que se retirar do campo! E agora? Quem vai ser o substituto? Estamos perdidos... Bob se retirou. Pedro, imediatamente, lembra do seu amigo Pipocão. Ele foi correndo chamar o Pipocão. Ele veio e entrou no campo para jogar.O jogo estava 0 X 0. Aos noventa minutos, nos acréscimos, Pipocão, com uma baita raiva, pega a bola do meio de campo e chuta. Todo mundo estava esperando para ele fazer um gol. O goleiro dá um pulo, mas a velocidade da bola ganhou das habilidades do goleiro e saiu um grande gol. - Gooooooooooollll !!! É do Pipocão!!! Finalmente, acabou o jogo e Pedro e Pipocão voltaram chorando de alegria para a sua casa com um troféu banhado de ouro. Pedro nunca esqueceu seu amigo Pipocão.


Autores:Lucas & Victor Em um belo dia, o Milan F.C. tinha acabado de eliminar o Chelsea com uma vitória de 4 a 0 com 3 gols de Ronaldo. No último gol dele a torcida ficou tão enlouquecida que pularam, gritaram e até choraram.Também o Balotelli fez um golaço de voleio aos 3 minutos de jogo.Mas ao mesmo tempo o Bayern tinha tirado o Barça da Champions com 2 gols de Muller e 2 de João. Então, os dois times iam se encarar na final. Aí, o Milan foi a caminho da Alemanha. Durante a viagem os principais jogadores do Milan conversaram: -Nossa! Está quase no dia para nós jogarmos contra o Bayern! - falou o Ronaldo. -É mesmo - falou o Balotelli. -Eu vou encontrar um velho amigo meu chamado João.A gente estava no mesmo time na nossa infância. Nós ganhamos o campeonato com dois gols meus e dois dele. Eu quero encontrá-lo de novo e ter um bom resultado no jogo. Enquanto isso, no C.T. do Bayern, na Alemanha, o Muller e João conversaram: -Você está animado para nosso jogo contra o Milan, Muller? - perguntou João. -Sim muito, e você? - perguntou Muller. -Sim, porque eu quero encontrar o Ronaldo.Ele estava no mesmo time que eu na escola então, eu quero encontrá-lo novamente. No dia seguinte, quando o time do Milan e do Bayern estavam entrando em campo, os dois jogadores se encontraram: -Oi João, tudo bem?- perguntou o Ronaldo. -Tudo e você? Lembra quando a gente era pequeno e nós estávamos no mesmo time de futebol da escola? - lembrou João. -Claro, mas dessa vez não estamos no mesmo time. Mas, tenha um bom jogo e boa sorte.- desejou Ronaldo O jogo começou e estava super disputado, mas em pouco tempo, saiu 2 gols, um atrás do outro: um do João e um do Ronaldo. Mas,depois, não saiu mais nenhum gol no primeiro tempo. No segundo tempo, 4 gols sairam aos 78min. 1 do Muller,1 do João,1 do Balotelli e 1 do Ronaldo. Nos acréscimos o Ronaldo marcou de bicicleta. Acabou o jogo com o Milan ganhando de 4 a 3. O Milan ganhou a Champions, mas depois, fizeram uma proposta milionaria para João vim jogar no Milan. A principio, ele ficou em dúvida, mas, depois, aceitou. Então, os dois amigos ficaram juntos de novo e só ficavam ganhando e estavam super felizes.


Autoras: Sofia e Giullia

Em uma noite, em Marte, um campeonato de bravura ia começar. A arena era vermelha igual ao coliseu, mas maior e uma chuva de meteoros caia em algumas partes da arena. Kimi e Jake iam lutar na arena com polvos gigantes devoradores de pessoas [ o que era bem comum lá ] , vacas soltadoras de lazer pelas tetas e, finalmente , participar da corrida de pássaros soltadores de coco verde e gosmento como super cola. - Então vamos começar! - disse o gênio da lâmpada. Jake e Kimi entraram na arena e o juiz perguntou para o gênio quem iria começar o jogo. E o gênio disse: - Pela primeira vez na história em Marte, nós vamos perguntar para um terráquio o alfabeto na Terra. O terráquio era um cientista tentado capturar vida alienigéna em Marte( já sabia que existia, pois tinha olhado num microscópio ultramega que dava até para ver Urano). O terráqio disse: - J vem antes de K, então Jake pode começar. Jake começou e ela dançou, sambou para distrair o polvo, e ele deu um chute na cara dele e o polvo morreu. Depois, o próximo desafio, matar a vaca. A vaca começou a soltar laser das tetas, mas Jake colocou um espelho no pé para refletir o aser. Na sexta vez o reflexo funcionou e a vaca soltadora de laser morreu. Depois, Jake foi para a corrida dos pássaros. Começou: o primeiro pássaro, o mais ou menos forte, fez um coco na Jake e ela tentou cortar a cola, mas era tarde demais...Jake perdeu a corrida. AI o gênio disse: - Jake ganhou 2 de 3 desafios agora é a vez da Kimi, vamos ver se ela consegue fazer melhor que isso. Agora é a vez de Kimi. No desafio do polvo gigante, ele deu uma bocada em Kimi que perdeu o desafio.. O próximo desafio era Kimi lutar contra a vaca. Kimi achava a vaca estranha, mas continuou. Kimi deu um salto mortal e deu um chute na vaca e ela morreu. Próximo desafio era a corrida dos pássaros que soltavam bomba de coco feito de cola verde e gosmento. Kimi, então, deu um outro salto mortal e pulou dando saltos em cima dos pássaros. Kimi ganhou a corrida. -Kimi ganhou dois dos três desafios.-disse o genio da lampada para Jake e Kimi.


Pipoca e Manteiga Autoras: Manuela e Isabela

Bob era o querido pipoqueiro da escola e Mario o motorista o mais louco da escola. Isma era o nome da escola onde trabalhavam. A escola era muito famosa na cidade de São Paulo porque era para pessoas especias e muito talentosas em alguma coisa. A escola era muito bonita, de tijolo, cheio de palmeiras altas e verdes. Mario ficava no ônibus enorme, bagunçado e moderno. E Bob ficava lá fora ou lado do ônibus de Mario. -Ah, que fome!-exclamou Mario- acho que vou comprar uma pipoquinha lá fora! Então foi isso que o Mario fez. Bob simpaticamente deu um sorriso e falou: -Você gostaria de comprar uma pipoca? -É claro que sim, eu amo pipoca! Mario pensou e, quando finalmente tomou uma decisão, disse: -Eu quero pipoca pink com manteiga roxa por favor! Senhor, não temos pipoca pink e não existe manteiga roxa. -Ah, amigo, não sabia disso! -Bom, então,o que você quer realmente? -Biscoito com patê, e manteiga roxa. Mario tentando não perder a paciência, bufou e respondeu: - Não vendemos biscoito e não existe manteiga roxa. -Cara, vou te pedir pela última vez porque preciso voltar pro meu ônibus e cantar Beyonce. Eu quero pipoca pink com manteiga roxa! “ O que eu faço com essa pessoa? Ahhhhh... já sei! Vou fala que só tem pipoca pink com manteiga roxa lá nos Estados Unidos,’’ pensou Bob. -Senhor, só tem pipoca pink com manteiga roxa lá nos Estados Unidos! -Moço, eu sabia que você iria me ajudar, muito obrigada. Eu vou direto para o aeroporto comprar um passagem depois de cantar Beyonce. Então, essa foi o final da conversa que O Bob e o Mario tiveram. E, no final, todos ficaram felizes. O Mario realmente encontrou pipoca pink com manteiga roxa. E o Bob só falou um país qualquer! Bob continuou sendo o querido pipoqueiro de todos na escola de Isma!


Autora: Julia L. - Ah, lá vem a Ingradável! - resmungou Renata. Ela estava ao lado do pipoqueiro Pedro. Ingrid parou, estava quieta demais nem seus braços se moviam! Pedro conhecia Ingrid, mas nunca tinha visto ela assim. “ Ring ring “, tocou o celular de Ingrid. Ela atendeu e uma voz grossa, forçada, mas familiar, disse: - Você vai virar pedra em 5,4,3,2...... Em pânico, Ingrid ia abrir a boca quando, de repente, seus olhos pretos se transformaram em pedra, depois seu corpo inteiro ficou cinza e duro. Renata rapidamente chacoalhou Ingrid, mas era tarde demais! Pedro, o pipoqueiro, ligou para a ambulância que chegou desesperadamente para ver Ingrid, que agora era uma estátua de pedra! Cuidadosamente, a pegaram e lá se foi Ingrid para o hospital! Ao chegar lá levaram a menina para uma sala grande e velha. Chamaram o Dr.João e a enfermeira dele, Valeria. Dr João pegou a agulha mais forte e resistente do hospital! Começou a tentar furar a pele de Ingrid. - Vixi Maria! Que pelezinha dura, eu acho que nos vamos ter que pegar o bisturi elétrico.- disse Dr.João com uma voz preocupada. Logo depois de muito tentar, o doutor conseguiu quebrar a pedra do corpo de Ingrid e ela gritou: -Ai, que dor! -Desculpa, querida não queria te machucar. - disse o doutor. O doutor mandou-a para casa com Renata e Pedro. Quando chegou em casa correu ate o quarto de sua mãe e falou em voz alta: -Eu sei que foi você, mãe! Por que você fez isso comigo? Só porque eu perguntei se podia ir ao parque andar de skate? -Esse grupo do parque está mudando sua cabeca, filha. Você não conversa mais comigo e nem com seu pai. Eu falei para você não ir ao parque, mas você foi assim mesmo... -Voce está me controlando demais, mãe e isso me deixa nervosa. Eu não sou mais uma criancinha. -Eu fiz tudo isso para chamar sua atenção e ver se você muda um pouco, mas vejo que piorou tudo. Vamos esquecer disso e ir ao cinema, como mãe e filha? - Nao quero ir, mãe. - falou Ingrid. Pedro, ouvindo a conversa das duas, já queria fazer uma pipoca fresquinha para as duas. Entao disse: - Opa, gostei da ideia. Faco uma pipoca para todos e vamos assistir ao filme Harry Potter, que tal? A mãe olhou para Ingrid que olhou para a mãe. As duas falaram ao mesmo tempo: - Topamos!!!! E foram todos ao cinema e, assim, acabou a história da menina que virou pedra.


Autor: Lucca

No dia da grande final os craques, Pedro e Repeto estavam muito animados com a grande jogo que o time deles, Brasil Jr. ia jogar contra os Italianos Jr. Os times estavam se preparado para a grande final da Copa Do Mundo Jr. O Pedro e o Repeto eram velhos amigos desde criança. Eles estavam muitos animados para participar na primeira final deles. Finalmente, o juiz apitou e o jogo começou. O Brasil Jr. fez o primeiro gol com só dez minutos de partida! O jogo continuou e Repeto pegou a bola e chutou. A bola entrou rápida, rápida no gol. Todos gritaram : - Que golaço !!!!! Agora estava 2-0 , Brasil tinha que ganhar. - Beleza estamos ganhando! - o Pedro gritou O time da Itália era esperto e Bob fez o primeiro gol da Itália. O placar estava 2-1 para o Brasil, mas o italiano Giovanni fez 2-2. O jogo estava empatado e depois de um tempo o primeiro tempo acabou. No vestiário o Repeto falou: - Vamos lá time! - para dar um esforço no time. Depois de um tempo de bate bola muito bom com defesas e gols os times ficaram com o placar de 5-5 isso só podia ser uma coisa: PENALTIS!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Os penaltis terminaram e 5-4 para o Brasil Jr. Todo mundo gritou: - Brasil Jr.!!! Brasil Jr.!!! Terminou com o maravilha do goleiro. Fui boa da vitória e tudo mundo ficou contente.


O Grande Jogo Autores: Eric e José

-O Grande Jogo tá chegando!!! Corinthians Jr. contra São Paulo Jr. disse Pedro para o pai. O Pedro era um jogador do São Paulo Jr. Ele estava indo para o estádio do grande jogo. O jogo ia ser perfeito, mas o único problema era que não ia ter comida para a torcida. Sorte que o Pedro encontrou um pipoqueiro chamado Joe Bob. Eles conversaram e o Pedro descobriu que Joe era um dos alunos do pai do Pedro. -Sabia que eu vou ter um jogo de futebol hoje no estádio? Vai ser muito legal, mas o único problema e que não vai ter comida para a torcida!- disse Pedro -Que horrível! Talvez eu posso servir pipoca para todo mundo no grande jogo!- disse Joe Bob -Tá bom. Obrigado pela a ajuda Joe Bob! - Pedro respondeu. Pedro estava muito feliz porque tinha comida para todo mundo. Joe Bob se tornou o novo amigo do Pedro. Mas a historía não acabou ainda. O jogo começou e foi um belo jogo, porque o time do Pedro ganhou!!!! Eles jogaram tão bem, que o juiz decidiu dar 200 reais!!!! O time ficou tão orgulhoso como um grupo de macacos loucos para ganhar 300 bananas. Mas todo o time decidiu que o Pedro jogou melhor e que ele deveria ganhar todo o dinheiro. Infelizmente, a máquina do Joe Bob quebrou porque fez tanta pipoca que a máquina quebrou. Joe Bob ficou triste como um bebe sem a mãe. O Pedro se sentiu mal pelo o que aconteceu com Joe Bob e decidiu comprar uma nova maquina de pipoca para Joe Bob com o dinheiro.


Billy e o Bunny Autores: Mauricio e Luca -Billy- gritou sua mãe - Acorda, café da manhà! -Ta bom, já vou- disse Billy. Quando Billy estava indo pro café, seu “Nanopad” bipou. O Nanopad é um mini tablet que todo espião tem. Como você pode ver, o Billy era um espião que tinha um coelho. Ele recebeu a mensagem que tinha um coelho muito esperto que tinha desmontado uma bomba nos quartéis de sua agência! “Puxa!”, pensou Billy “Queria que meu coelho fosse assim!” Mas o que Billy NÃO SABIA era que, de fato, o coelho era seu, Fluffy! Também conhecido como agente 000Bunny, seu coelhinho saia toda manhã para uma nova aventura! "Bip" o nanopad de Billy bipou de novo. Era uma mensagem da C.I.A.B, a C.I.A do Brasil. Dizia o seguinte: Billy, Como você pode ver, estamos perdendo contra a A.S.N (Agência Sem Noção) A agência Faz Açúcar se uniu com nós. Venha para o QG imediatamente. Agente Gnuh (Ferguson) "Agência Faz Açúcar? E eu achei que Agência Sem Noção era um nome esquisito..." , pensou Billy Então pegou sua mochila-a-jato e se foi. -Agente Ouriço! - disse seu amigo Tadeu, ou agente Fruitloops -Venha conhecer seu parceiro! É aquele coelho da bomba! Conheça Fluffy, ou 000Bunny! -Fluffy?- estranhou Billy ao ver seu coelho branco de olhos vermelhos dar passos (ou melhor, pulos) em sua direção. -Billy! - respondeu Fluffy em uma voz fininha, em Português perfeito! -Você fala?- perguntou Billy -E PORQUE VOCÊ ESTÁ USANDO MEU OCULOS RAYBAN? -Estou usando um tradutor universal!- respondeu Fluffy - E também estou usando suas cuecas! -AHH, SEU...- gritou Billy, mas foi interrompido por um rugido de motor. Uma Lamborghini Vapor amarela que veio voando na sua direção. LITERALMENTE! -Zoado...- disseram Billy e Fluffy ao mesmo tempo. Billy entrou na Lamborghini com Fluffy no capuz e "FOOM" sairam em disparda Na tela do carro apareceu a imagem de Ferguson. Ele disse: -Billy, o carro pode ir até 564 mil por hora, no banco a sua esquerda tem 2 para quedas e o óculos RayBan solta lazer. -Ah, duvid...Ai !!!- guinhchou Billy por conta de um lazer no traseiro. - Hihhihihihihihhihihiihii- riu Fluffy - Vocês não podem me arranjar outro parceiro?- perguntou Billy -Bem, temos uma tartaruga...- sugeriu o holograma


-NÃO!- gritou Billy -Zona de pulo alcançada- disse uma voz fria e metálica - pegar para-quedas. -Fluffy, a voz idiotica disse pra colocar para-quedas -Não, sua cueca já tem um!- respondeu Fluffy -Ah, tá bom, mas depois não reclame que levou um cuécão!- disse Billy – Mas, de boa, minha cueca tem para quedas? -ZONA DE PULO ALCANÇADA- zuniu a voz -PULAR URGENTE!. -KALABANGA! - gritaram os dois juntos. Mas, de repente, o paraquedas do Billy pegou fogo, então ele se agarrou em Fluffy antes de cair. -Deus me livre,- gritou Fluffy com sua voz fina.- O que você anda comendo!?! ‘’RIIP’’ a cueca rasgou. -AAAHHHH- gritaram os medrosos. -Ufff! - desabafou Billy quando caiu - Sorte que eu cai em uma lama macia! Dois segundos depois.. -Uf!- desabafou Fluffy- Sorte que eu cai em alguma lama macia! -LAmA MaCiA UMA Uma OVA!-gritou Billy, ou melhor tentou. -Mas agora e só achar a bomba. - Você está sentado em cima dela.- disse Fluffy - Para de falar besteira. Pode estar na sala central,junto com as tropas... - Ou embaixo da lua-murmurou- Fluffy - Ahhh, pera aá-percebeu Billy-eu to sentado em cima dela mesmo! -Agora é so leva pro QG!! Lá no QG, todos deram parabéns para dupla BILLY e FLUFFY!!!!!!!!!!!!!!! -Muito bem agentes- Disse o seu amigo Gnuh-Fiquem com essas medalhas. As medalhas eram muito bonitas,de diamantes, ouro, rubis etc. - Ei, pera íi,- disse Billy interrompendo a glória - se agente roubou uma bomba que ia explodir lá,trouxemos pro nosso QG e esta na nossa frente, não e pra ela explodir aqui? Silêncio...

“BOOM!”


BATALHA DAS COMIDAS!! Autores: Andre e Luca Um dia, Joshy Bacon e seu irmão Romeu Salada foram para a galáxia. Espera um pouco, vamos começar pelo começo!! Em um dia simples, os dois irmãos planejando uma aventura. Joshy Bacon teve uma ideia bem legal que era pra ir para galáxia, mas Romeu Salada perguntou: -Como que a gente vai pra galáxia e explorar ela???? E Joshy Bacon respondeu com aquela voz irritante: -Sei lá! Você que é o espertão da casa, então você tem que ter a ideia. Como a mãe deles ouve bem falou: -Não fale com seu irmão mais velho assim Joshy Bacon. Eles lembraram que seu tio Fergubigódão lançava coisas para a galáxia!! E, como eles tem asas de comidas, (por exemplo, Joshy Bacon tinha asas de bacon e Romeu Salada tinha asas de salada.) Voaram sobre nuvens até a mansão de seu tio e gritaram enquanto pulavam de felicidade: -Tio Fergubigódão nos lance para a galáxia estamos implorando. E o tio falou: -Espera, vou falar com seus pais porque vocês vão precisar da permissão deles,(Mario Bife e Maria Ovo). Quando os pais deram permissão já estavam na galáxia com seu pai.Quando chegaram um homem com nariz gigante estava gritando com sua voz chata: -Sou Lord Sith (Dr. Narigovskyi) vou detonar a galáxia. Ele falou que ele era o Lord Sith porque era malvado como ele.Gritaram com medo porque viram uma tropa de ervilha atrás do Dr. Narigovkyi. Mario Bife tinha avisado eles que Dr. Narigovskyi era perigoso e sempre quis conquistar a galáxia. Romeu Salada viu a careca de Lord Sith e gritou: -Que nojo tem caca de nariz na careca dele!!!! E Lord Sith ouviu e exclamou: -Já para o comando ervilhas, prendam eles na Via Láctea!! Como eles eram lentos, conseguiram escapar correndo e Lord Sith ficou reclamando que eram burros. Então, Lord sith entrou em ação e os prendeu na prisão na Via Láctea. Mas, já que Joshy Bacon tinha um grito que até o seu tio escutava (porque ele já estava velho), ele gritou mais e Narigovskyi ouviu e ficou esperto. Foi quando Sr. Fergubigodão lançou um BÚFALO! O Búfalo engoliu metade das ervilhas e o Lord Sith! Para variar, o Búfalo engoliu a Via Láctea, mas eles sairam pelo traseiro dele porque ele deu um pum que fez eles cairem e pousaram bem nas mãos do seu tío. Romeu caiu em sua mão direita enquanto Joshy caiu em sua mão esquerda e agradeceram seu tío que o salvou do dia mais legal de suas vidas. E vocês querem escutar o que aconteceu com as ervilhas? Morreram com o cheiro do pum do Búfalo.


A Montanha Russa Assombrada Autora: Nina - Quem foi que criou a Apple TV e muitas outras coisas da Apple? - perguntou o professor muito entusiasmado. Todas as crianças da escola BFFE e do sexto ano pararam de falar e começaram a pensar. Luísa, a melhor amiga da Nina, a segunda menina mais inteligente da escola, levantou a mão e disse nervosa porque estava com medo de errar: - Steve Jobs! Bom, eu acho que foi ele! - Você acertou! Muito bem! A nossa classe vai começar a ler a biografia dele. A sua lição de casa de hoje é ler o primeiro capítulo! - ele disse já entregando os livros para a classe. - Dring! Dring! - o sino tocou loucamente. As crianças começaram a sair das classes. Aquele dia era Sexta, então a Nina já estava se preparando para ir para a casa da Luísa. Depois de 10 minutos, o motorista da Luísa veio buscar as duas super amigas. Quando elas chegaram na casa da Luísa, elas foram direto para a biblioteca porque elas tinham que fazer a lição de casa que era pesquisar palavras em um dicionário e também porque elas estavam precisando de um segundo livro para ler. - Que tal um livro de místério? - Luísa perguntou curiosa para a Nina porque ela sabia que ela gostava desse tipo de livro. - Eba! Eu achei que você fosse escolher outra biografia porque eu sei que você ama biografias. - Nina disse aliviada porque ela não gostava desse tipo de livro. As meninas começaram a procurar livros nas prateleiras gigantes só de místerio. Finalmente, Nina achou um livro chamado ''A Montanha Russa Assombrada". - Que tal esse livro? -Nina perguntou para a Luísa super animada. - Pode ser! Eu gostei do desenhos da capa!- Luísa respondeu olhando para a capa colorida. Elas abriram o livro e de repente o livro começou a sugar elas para dentro! - BOOM! - o livro se fechou e acabou deixando elas lá dentro! Elas estavam com muito medo. A Luísa começou a gritar, e a Nina começou a correr em círculos! Elas se viraram e viram que estavam em uma montanha russa mal assombrada! Lá tinha cheiro de peixe podre, os trilhos estavam quebrados, e elas viram um sinal escrito ''R.I.P aqui morreu um homem que foi envenenado por um fantasma que lhe deu um doce, tome cuidado". De repente apareceu uma fantasma alta e um pouco gorda. -Olá! Eu sou a Fantasma Fernanda -ela falou com uma voz muito fraca. -A GENTE NÃO FEZ NADA!PODE LEVAR A LUÍSA SE QUISER!? - Nina desesperada já entregando a Luísa. - Ei! Leva ela, eu não fiz nada! - Luísa super brava. - Parem de brigar, eu não vou fazer nada com vocês. Se vocês querem sair desse lugar nojento vocês vão ter que me seguir e parar de brigar. -Eu te disse que ela era do bem! - Luísa gritou. -Você não me falou nada! Vamos esquecer disso e ouvir o que a fantasma quer falar - Nina cochichou no ouvido da Luísa achando que a fantasma ia ficar muito irritada.


-O único jeito de vocês saírem daqui é andando na montanha russa. Relaxa os trilhos quebrados não estão na montanha russa, é só infeite. Vocês topam? Fantasma Fernanda exclamou apontando para a montanha russa. Quando as meninas aceitaram se desculpar, elas correram até a montanha russa e sentaram no carrinho mais inteiro que tinha. A Fantasma Fernanda apertou o botão de iniciar a montanha. Quando começou elas viram vampiros correndo, lobisomens uivando, o Fantasma da Opera cantando bem alto! Do nada os carrinhos pararam, as duas ficaram em pânico! De repente elas desceram uma descida enorme que de alguns metros dava para a casa da Luísa! Finalmente, a montanha russa tinha acabado e elas estavam de volta para a casa dela. -Voltamos!!-Luísa gritou muito feliz abraçando o gato dela chamado Spooky. Depois de 3 horas, elas foram dormir cansadas porque tiveram um dia muito longo e assustador. -Eu acho que eu vou ter pesadelos!!-as duas gritaram na noite escura.


Matt, o Perigoso Autor: Lucas João estava na casa dele no Rio, assistindo o noticiário das 8:23 e ouviu o jornalista falar: --...Matt , o assassino com cabelo preto e encaracolado. Ele tem olhos pretos e veste agasalho verde e bege. Ele tem tênis azul. Cuidado, se você perturbou ele uma vez... Uma voz interrompeu o jornal: --Você, João, é minha próxima vitìma! Lembra do dia 7 de Janeiro de 1992? Você derrubou Coca em mim! Você vai pagar!!! João ficou muito assustado e investigou a casa toda e achou só um papel escrito : Cinco anos se passaram e nada aconteceu. No dia 7 de Janeiro de 2002, João foi para a varanda dele as 10:46. Ela tinha grades brancas e bambas. A varanda tinha piso de madeira e tinha 20 metros de altura. Em baixo tem uma piscina do tamanho de uma sala de aula e tinha 1 metro e meio de profundidade. A piscina tinha azulejo azul escuro. Antes da piscina tinha uma areá com piso branco. William, o jardineiro, era careca e tinha olhos castanhos claros.Ele usava camisa laranja, calça azul e tenis vermelho. O homen careca era esperto, rápido e agíl. O jardineiro passava a noite inteira lá. De repente, João ouviu a porta trancar e virou para trás. Matt, o assassino, estava lá na frente dele com uma faca. A única reação do João foi pular. João estava no ar e Matt empurou ele para fora da varanda. João gritou desesperadamente: --NÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃOOOOOOOOOOOOO William ouviu isso e correu para ver o que aconteceu. No caminho ele caiu no chão. Ele era um herói!!!!!!! William desmaiou e uma hora depois descobriu o que aconteceu. João caiu em cima dele!!! Matt o assassino estava preso na varanda porque a porta estava trancada. A chave tinha caído com o João!!!. Um mês depois, ele morreu de fome!!!

Fim


Autor: Beck Estava frio e as luzes das ruas estavam se apagando. A esta cidade estava horrível. Entrei no prédio as paredes dos apartamentos estavam pintadas com sangue. Senti um cheiro da morte no ar, no chão vi uma faca com a ponta vermelha. Eu peguei meu casaco preto e minha faca. Abri a porta e ela fez um som de um gato morrendo. Olhei pra fora da janela embaçada. Quase chorei quando eu vi crianças mortas nas ruas e em todos os prédios, carros estavam pegando fogo e era impossivel caminhar pelas ruas. Os zumbis eram os reis das ruas. Eu tinha que fazer uma distração. Os zumbis estavam ao redor do hotel Fasano. Eu precisava fugir. Eu tinha que fazer alguma coisa, uma distração! Vida ou Morte Subi quatro andares até o teto do hotel Fasano. Cheguei no teto e eu tinha que pensar n que fazer. Em frente do hotel só tinha lojas e um banco do Itaú. Tinha só duas antenas em frente banco. Eu tive uma ideia: no beiral do hotel tinha muita borracha pra as pessoas não se machucarem, atei a borracha em duas antenas como um estilingue, peguei uma pedra no chão, botei na boracha, caminhei para trás e ZUUUM!!! A pedra foi voando e bateu na janela do banco. Fez um som de um caminhão de bombeiros muito alto. O som era tão alto que desmaiei e cai no chão. Eu acordei num helicóptero dos soldados da Califórnia e eu perguntei: -O que aconteceu? E o soldado me respondeu: -Você salvou 332 persoas que estavam em um apartamento que ia ser atacado.


Rottenburg, a cidade medieval Autor: Felipe B.

A cidade de Rottenburg é uma cidade cercada por muros antigos da era medieval. Rottenburg tem um castelo muito bonito. Lá tem ruas de paralelepípedo, as ruas são tão pequenas que nem dá para passar uma carruagem por elas. Seus templos e torres estão quase caindo aos pedaços.Tem muitas hospedarias. Nessa cidade não existia rei, pois o rei havia morrido e seu filho era muito criança e não por consequencia disso, ele não podia governar, sendo assim o cardeal Enzo era quem comandava a pequena cidade.

Ano 1256 30 /Dezembro/1256/11horas da manhã O príncipe Charles tinha 10 anos, era magro, tinha cabelo preto e era inteligente. Tinha olhos castanhos e usava óculos. No dia 30 de dezembro, Charles acordou e rapidamente foi para a sala tomar seu café da manhã. Sua mãe sempre preparava para ele um omelete ou ovo mexido. - Mãe, preciso chamar o cardeal para um plebiscito aqui no castelo - falou Charles apressado - Porque você quer chamar o cardeal? - questionou a mãe - Porque eu quero governar a cidade e eu tenho medo que o cardeal continue mandando, então vou avisa-lo que vou acompanhar todas as decisões.- falou Charles - Acho que é uma boa idéia,vou mandar chama-lo! - disse a mãe. Duas horas depois, o Cardeal que era um senhor magro, tinha cabelo preto, olhos castanhos, boca pequena, chegou todo irritado ao castelo. Charles estava esperando na porta do castelo e foram direto para a sala de plebiscito. Os dois passaram por três portas e finalmente deram entrada a grande sala de plebiscitos. A sala tinha milhares de velas em volta, uma mesa do comprimento de uma jibóia.O tapete era estampado por flores lindas. - Boa tarde - disse o Cardeal com sua voz normal - Boa tarde - responderam Charles e a mãe Os dois sentaram nas cadeiras e começaram a falar. - Qual e o problema - disse o cardeal - Meu filho quer se tornar rei - disse a mãe - Mas você concordou? - questionou o cardeal - Sim, mas eu quero que você cuide dele porque ele ainda e muito pequeno respondeu a mãe - Isso e impossível! gritou o cardeal. - Não posso cuidar dele e da cidade ao mesmo tempo! - Mas é assim que sera! Ele tem direito! afirmou a mãe. - Veremos! - resmungou o cardeal A mãe foi com Charles para o quarto e o cardeal foi embora para um almoço especial com os lordes da cidade. No mês seguinte, Charles foi dar uma volta com a mãe na cidade,pararam numa livraria e foram comprar alguns livros. Charles olhava para todos os livros só


que não achou nenhum livro que poderia comprar. De repente, Charles achou um livro antigo com capa de couro, estava escrito: “como convencer um cardeal para você virar rei” Charles gritou de felicidade e chamou a mãe! Charles pegou o antigo livro e começou a ler. -Mãe, achei um livro perfeito! - exclamou charles. - Qual livro?- questionou a mãe. Charles deu o livro para a mãe, e ela ficou com uma expressão no rosto de duvida, pensando se ela iria comprar, porque o livro era caro, mas ia dar certo. -Vou comprar - disse a mãe. - Eba! E os dois saíram da livraria e foram de volta para o castelo. Os dois voltaram para o castelo e ao chegar la no castelo encontraram sua avó e o avó sentados no sofá lendo. Charles sentou ao lado deles e começou a ler o livro, parou na pagina 17 e viu um código que estava escrito: o oticsibelp edop res odigixe odnauq revit 61 sona As letras estavam de trás para frente, Charles revisou o código ate que uma hora ele conseguiu ver o que estava escrito e escreveu embaixo. O livro era do pai dele, rei de Rottemburg. o plebiscito pode ser exigido quando tiver 16 anos. Quatro anos depois, Charles pediu o plebiscito, e a cidade inteira votou, menos o cardeal. Charles ganhou e se tornou rei! E o cardeal foi cuidar da igreja. Charles foi um rei bom, aumentou a cidade, deu dinheiro para melhorar as casas, plantações, igrejas, hospitais e escolas.


Autor: Felipe C.

-Ahh! Que chocolate quente bom!-gritou Rafael dentro do hotel. Quando terminou o seu chocolate quente, saiu do hotel e começou a andar de snowboard, ele e o irmão dele Tarik. Um dos amigos dele era um garoto chamado Sam,ele também gostava muito de snowboard. Os dois praticaram juntos e um ajudava e dava dicas para o outro. Quando os três se cansaram, eles sentaram um pouco,e quando a energia voltava eles voltavam a praticar. Quando eles queriam parar, guardaram tudo e brincaram na neve. Em 11 de Julho todos praticaram juntos, e Rafael e Tarik deram dicas para o Sam em um salto. Mas quando o Sam pulou... uma avalanche começou!!! E a neve nocauteou o Sam bem quando ele estava no ar!!! A neve enterreou o Sam vivo!!! Rafael e Tarik tentaram desenterrá-lo, mas não conseguiram.Falaram com os policiais mas eles não acreditaram. Então falaram com os bombeiros mas eles tambem não acreditaram. Então decidiram se virar. O Rafael sussurrou alguma coisa no ouvido de Tarik. Logo depois andaram do lado de um monte de policiais andando de cavalo. O Rafael aproximou-se de um policial que tinha uma arma pendurada no cavalo. Ele começou a assobiar e pegou a arma sem o policial perceber!!! Logo em seguida Tarik fez a mesma coisa e pegou uma metralhadora de um outro policial. Os dois correram o mais rapido possivel, entraram no elevador com as armas escondidas atrás das costas. Quando chegaram no quarto deles,abriram a porta bem rapido e a trancaram. Abriram a janela. Eles miraram na neve aonde o amigo Sam estava enterrado. A neve ja tinha virado gelo muito grosso. Os dois miraram para o gelo grosso e atiraram. Rafael recarregava sua arma enquanto o Tarik não precisava. Quando o gelo quebrou totalmente, eles correram para os policiais para devolver as suas armas. Chegaram bem perto e colocaram as armas do mesmo jeito que elas estavam. Correram para o Sam para ver se ele estava bem. Ele falou que estava bem. Ele correu para o hotel deixando o Rafael e o Tarik para trás. No hotel ele explicou tudo para sua mãe, e ele pediu que ela desse alguma coisa para os dois amigos. A mãe de Sam convidou os dois amigos para jantar. Foram para um restaurante muito chique, comeram uma deliciosa comida e tomaram um outro chocolate quente.


Autor:Eric

Na cidade maravilhosa de Miami, tinha uma competição de tênis. E, como sempre, o vovô ganhou, mss desta vez ele ganhou um troféu gigante de ouro! O filho do vovô, tio Cassio, perdeu de novo. Toda vez que tinha um torneio de tênis o vovô ganhava e o tio Casio perdia. Mas você não vai acreditar nisso. O troféu do vovô foi roubado! O vovô ficou tão triste que nem saia da casa. Ele só ficava sentado no quarto, olhando para a estante de madeira que tinha o troféu. “Eu presiso achar o troféu”, eu pensei. “Talvez eu posso convencer a Mariana a me ajudar”. Então eu falei: -Maria você me ajuda achar a pessoa que roubou o troféu do vovô?eu perguntei. -Tá bom, mas só porque você é meu irmão.- respondeu a Mariana. A gente foi pro quarto do vovô e olhamos na estante e investigamos. Eu vi a marca de uma mão, mas a mão tinha um dedão muito pequeno. “Tio Cassio!”, eu pensei. Ele era o único que tinha um dedão daquele tamanho. Depois descobrimos que o tio Cassio perdeu o troféu porque o dedão ele era muito pequeno então ele não conseguia segurar a raquete direito. Depois disso, o tio ele devolveu o troféu.


Vampiros Espaciais Autor: Felipe V. Era uma vez três irmãos muito unidos, mas com gostos completamente diferentes. Eles estavam em casa jogando video game, quando perceberam que era o dia da Copa do Mundo e o Abacati ficou louco pra ir ao jogo, mas primeiro tinha que deixar seus irmãos de acordo com a ideia. Todos ficaram de acordo, mas o Ronaldo queria explodir o estádio com a bazooka dele porque, na última vez que ele foi para um jogo, quebrou o braço. No caminho, do nada, 5 loucas passaram em um sinal vermelho e quase eles atropelaram umas mulheres. Quando sairam pra ver se elas estavam bem viram que estavam dentro de um ármario e, em um piscar de olhos,foram transportados para o espaço. O Alberto mencionou uma lenda de um portal no ármario. Será que tinham caido numa cilada? Logo depois dele mencionar isso ele falou sobre alguns vampiros espaciais. - AHHHHHHH !!!!!! Eu acho que eu já achei um falou Ronald, eles são peludos e com os dentes cobertos de sanque? - Sim, mas só se eles tiverem sugado o sangue de uma pessoa! - esclamou Alberto. - Espera um momento, cade o Abacati ? Logo depois encontraram o corpo dele jogado no chão. - AHHH AHHH AHH !!! - todos gritaram!!! Ainda bem que o Ronald tinha levado a bazooka dele. O vampiro espacial todo sangrento veio avançando, mas eles foram mais rápidos e explodiram ele. Só que não era o fim dessa espécie... No meio do nada, apareceram 15,000 deles na frente dos meninos e eles começaram a fuzilar e matar todos. Mas, infelizmente, veio dois deles de surpresa e CLACK!!!!!!!!!!!!! As presas dele emtram no pescoço de Albert e seu sangue foi sugado rapidamente. - Ahh,como é bom acordar de um pesadelo! disse o pai do Albert,Ronald, e Abacati. - Ainda bem que foi so um sonho.- Albert respondeu. E assim que aconteceu a maior aventura de todos os tempos (EM UM SONHO)!!!!!


Não presta atenção! Autor: Enzo

Em um campo de baseball com jogadores, técnicos inteligentes e espertos e uma torcida maluca, ativa e gritante, existe um time que tem um menino de dez anos, joga baseball muito bem, se chama Pedro, ele é o melhor jogador do time. Um dia, no treino do time para a grande final, o Pedro decidiu conversar com o amigo dele chamado Marinho, quando começou a conversa ele perguntou: - Porque você sempre olha para bola quando corre para a base. O Marinho é um menino mais alto do que o Pedro que joga baseball muito bem, mas ele é um pouco doido quando joga, respondeu para o Pedro: -Eu não sei! O que o Marinho falou fez o Pedro ficar muito bravo, mas o Marinho não se ligou na conversa e foi treinar. O Pedro pensou:”Acho que eu tenho um problema, preciso conversar com o técnico”. Ele foi conversar com o técnico João e, quando ele começou a chamar a atenção do tecnico, Pedro falou: - Você sabe quando o Marinho olha para a bola, ele corre para a outra base e esquece de parar na base certa. O João, um homem muito esperto, inteligente, que gosta de treinar crianças a jogar baseball, respondeu: - Eu estou percebendo que você tem alguma ideia para ajudar o Marinho? O Pedro olhou para o Marinho e, neste exato momento, o Marinho ia bater a bola. Pedro teve uma ideia e falou para o técnico: - E se a gente avisar a hora para o Marinho parar? O João concordou com o Pedro e combinaram o que os dois iam fazer. Foram conversar com o Marinho e começaram a treinar. No treino o Marinho obedeceu muito bem. Chegou o dia da grande final e todos os torcedores olhavam o Marinho jogar. E o Marinho conseguiu bater a bola e parar na base como ele fez no treino. O time ganhou! E todos correram para dar um abraço muito grande no Marinho e disseram: -Parabéns, você conseguiu fazer agente ganhar!


Autora: Valentina Josephina era uma menina muito talentosa especialmente quando se tratava de tocar piano. Aos dois anos de idade, tocava melhor que Beethoven e muitos outros pianistas renomados. Ela era o orgulho de sua família apesar de ser filha única. Todas as manhãs, os pais de Josephina acordavam ao som dos mais belos concertos. Uma certa manhã, os pais de Josefina acordaram e estranharam o silêncio. Eles foram correndo para a sala. Josephina não estava lá. De repente ouviram um grito vindo do quarto da menina. Eles saíram correndo para o quarto dela e viram ela sentada em sua cama com os dois punhos fechados e seus dedos completamente imobilizados. Desespero tomou conta da família. Passaram-se dois anos, vinte e cinco especialistas de 5 países diferentes, analisaram o caso de Josephina, mas nenhum descobriu o motivo da contração das mãos de Josephina, muito menos como voltar a abri-las. Depois de todos esses anos sem tocar o piano, Josephina estava desesperada e só pensava em voltar a tocar. Já não lhe importava suas mãos. Foi então que Josephina usou novamente seu talento. Josephina aprendeu a tocar o piano com os dedos do pé. Em pouco tempo e com muita dedicação, a menina já tocava o piano tão bem com os pés como com as mãos. Virou notícia internacional e foi convidada a tocar no Royal Albert Hall para a Rainha da Inglaterra. Após um concerto brilhante foi ovacionada de pé por todos que a assistiam.

A cortina se fechou. Suas mãos se abriram...


Autora: Christy

-Vamos Carolina! - exclamou a Giselle. Ela continuou: - O ônibus está chegando! Depois de alguns minutos, a Carolina saíu do banheiro usando uma roupa elegante, e maquiagem preta e bronze.O cabelo dela estava preso com um laço vermelho e branco. Ela gritou na cara da Giselle: -Você interrompeu a hora da minha maquiagem!!! A Giselle ignorou a Carolina e olhou fora da janela feita de vidro. Ela viu o ônibus e elas desceram rapidamente até a porta. Deram um simples tchau á mãe e no ônibus sentaram- se juntas. Elas estranharam alguma coisa: elas estavam sozinhas no ônibus com o motorista. Olharam para todo o lugar e estavam completamente sozinhas. Elas olharam uma para a outra e sabiam que alguma coisa estava errada. Na escola foram ao banheiro, a Carolina para terminar a maquiagem, e a Giselle para escovar os cabelos. Elas saíram do banheiro e ninguem estava por lá. As meninas não estavam atrasadas. Olharam nos banheiros, nos auditórios e no refeitório dos estudantes.Elas ficaram com um pouco de medo, porque as irmas eram as únicas na escola inteira, INTEIRA. Elas andaram solitariamente para a classe, em espera de algúem. A Carolina viu uma caixa colorida e brilhante brilhando. A Giselle abriu a caixinha sem falar nada e tudo estava normal. De repente um vento começou a girar e girar e as carteiras e as cadeiras começaram a voar para todo o lugar. -Uh oh!- declarou a Giselle preocupada. Elas tentaram sair, mas a porta estava trancada. Então abraçaram uma a outra e fecharam os olhos. De repente, elas desapareceram no escuro. Aquelas meninas de cabelos longos caíram em uma gosma rosa e nojenta. -Nossa, essa gosma gruda bem em mim!-comentou a Carolina Depois de alguns tempos elas comecaram a fundar! Salve a gente algúem!- elas gritaram até a boca quase afundou.


Uma mulher que estava chorando por aí, escutou a ajuda que as meninas precisavam e correu de pressa para a lagoa rosa. -Segurem as minhas mãos!- ela gritou nervosa. As meninas ouviram a voz da mulher,e levantaram até elas alcançaram as mãos da mulher linda.A mulher puxou elas com a maior energia que já teve, finalmente consegiu terminar o que queria. -Muito obrigado, eu não sei como agradecer!- respondeu a Carolina generosa. -Tudo bem, criancas fazem coisas estranhas! Ela falou de novo: -Meu nome é Catalina. Ela tinha olhos azuis, pele clara, e cabelos de cenoura escura. Rapidamente elas responderam: -O meu nome é Carolina, - E o meu é Giselle!-completou a Giselle. -Bom, Bem Vindo ao mundo das Comidas! a Gosma que vocês estavam presas em, era iogurte melado.- explicou a Catalina. Giselle mudou a questão, e perguntou,: -Por que que você estava chorando? -O rei, o Hulk malvado levou os meus filhos!- conversou com elas, quase chorando. A Giselle sugeriu: -Que tal eu destraío o Hulk com uma venda de biscoitos, enquanto a Carolina pega os filhos dela de volta. Gostaram da ídeia? Elas aceitaram o plano e começaram a trabalhar com as roupas e os biscoitos. Elas pegaram um cart grande para por os filhos de Catalina dentro do cart sem os guardas perçeberem. Usaram uma roupa combinando: shortes azuis, e camisas amarelas. Levaram o cart verde cheio de biscoitos de chocolate e baunilha. Agora estavam preparadas. -Vamos! Demorou 2 horas para irem até o palácio do Hulk. Quando finalmente chegaram, os guardas pegaram as armas, e apontaram as armas para as duas irmãs e perguntaram:


- De onde vocês vieram?- em uma voz sinistra. - Viemos do Sul, para vender biscoitos de baunilha e chocolate.-disseram elas felizes. Os guardas sabiam que o Hulk simplesmente adorava biscoitos e deixaram a Carolina e a Giselle entrarem. No palácio, o Hulk gritou: -Aonde está os meus biscoitos? A Giselle trouxe os 32 pacotes de biscoitos até o Hulk enquanto a Carolina foi ao “Banheiro”. Ela procurou os filhos. Eles não estavam na sala de pedras, nem na cozinha, mas amarrados em uma sala de luz. A Carolina perguntou: -Vocês são os filhos de Catalina? -Sim somos!- eles responderam. Desamarraram os filhos de Catalina, e a Carolina colocou os filhos dentro do cart. Os três dentros do cabinete de biscoitos. Quandos eles iam saír, a Carolina viu alguma coisa bem estranha. As mãos e as pernas do Hulk estavam mechendo sozinho, como se fosse uma fantasia com ar. Carolina viu isso de novo, e foi até o Hulk. -Minha majestade, tomara que goste dos biscoitos. E ela pegou a agulha dela e pinicou o braço do Hulk. De repente ar começou a saír ar do corpo interio de Hulk! A fantasia caí e rasgou, e era um homem chamado Rogério que avia sido o Hulk falso. Ele contou a história de que eram pobres, e queria ser um rei. Então ele se tornou em um Hulk, malvado e falso para ser rico e dominar o mundo. Os guardas ficaram com pena dele, e o próximo rei foi o Rogério! As irmãs voltaram a Catalina e devolveram os filhos e quando a Catalina estava agradeçendo elas, elas estavam na sala de aula do Sr. Greenfield,(O professor delas). -Nossa que estranho, será que foi um sonho ou realidade?- as duas exclamaram rindo!


Autor: Lucas N.

Era um dia frio em Nova York quando começou a nevar. A neve não parava de cuair. A neve estava tão alta que João e Luiz ficaram com medo. A neve era mais alta que uma montanha. Luiz e João se perderam na montanha e foram descendo para achar a saida. Mas Luiz se separou do João. Então, foi mais difícil. - Luiz, Luiz, Luiz. Cadê você? Ninguém respondeu, ele gritou de novo, mas nem uma resposta. Estava ficando mais frio nas montanhas e João ainda não tinha achodo seu irmão.

Ele foi correndo para muitos lugares, mas

achou. Joao era inteligente, então ele olhou pra ver se achava pegadas na neve. Ele se lembrou que Luiz sempre levava uma bola de futebol com ele e viu marcas de bola na nueve. - EEEEEEEEEEEE!! Luiz você está aqui!! Quando o verão chegou lá em cima na montanha, finalmente acharam a saida. E sempre quando a neve caia nunca saiam da casa. A mãe ficou super furiosa, mas eles aprenderam uma lição.


Autor: Victor S.

Em um belo dia quando Henrique, Rodrigo e Uni (o macaco do Henrique) estavam brincando na montanha, Henrique viu um buraco bem escuro, escondido e que também devia ser perigoso. Ele era um menino muito corajoso, então resolveu ver o que era e perguntou: -Gente, vocês querem dar uma olhada naquele buraco ali, no outro lado da montanha? -Ah não, pode ser perigoso e também a brincadeira está começando a ficar legal. Além disso, eu já ouvi falar que tem um assassino nesta montanha. Então, ele pode estar se escondendo ali, já que é tão escuro.- respondeu Rodrigo - Deixa de ser medroso, Rodrigo! É logico que não vai ter um assassino se escondendo lá dentro da caverna. Até o Uni, que é um macaquinho vai com a gente.falou o Henrique. -Tá bom então, vão vocês.-rapidamente falou o Rodrigo -Tá tchau. Fica aí sozinho no meio da montanha onde o “assassino” está. Fica.-falou Henrique Henrique foi andando curiosamente com o Uni até o buraco escuro que na realidade era uma caverna. Rodrigo pensou no que o Henrique falou, então resolveu ir até a caverna. O Uni viu uma luz bem fraca lá no fim da caverna, aí ele saiu no embalo atrás da luz e desapareceu. Henrique ficou em pânico e ainda por cima o seu amigo Rodrigo chegou para ele e sussurrou: -Não avisei que era para a gente ficar lá jogando o -Ah, sai daqui Rodrigo. Não está vendo que eu estou muito preocupado com o Uni!- gritou o Henrique. Henrique ignorou Rodrigo e, quando ele olhou para a frente, viu a luz fraca que o Uni tinha visto quando ele saiu correndo. Então o Henrique correu,correu e correu. Até que alguém segurou o braço dele, pegou uma faca e falou: -O que você está fazendo na minha caverna moleque?-perguntou o assassino. -Nada moço eu só estou procurando o meu macaquinho.-respondeu o Henrique com muito medo - Rodrigo viu a cena assustadora e teve a ideia de pegar uma pedra e jogar no homem. E foi bem o que ele fez. Ele pegou uma pedra e acertou bem na nuca do assassino que desmaiou na mesma hora. Eles chamaram a policia, que prendeu aquele malvado. Rodrigo e Henrique viraram heróis porque ajudaram a capturar o bandido que estava escondido há muito tempo na caverna. É claro que no final da história os heróis ganharam uma recompensa: o Uni de volta! Logo depois da confusão, o macaquinho apareceu e ainda trouxe um outro macaquinho que morava bem no fundo da caverna!


Autor: David Dentro da Amazonía, em um lugar silencioso e grande, morava o Tony Stark e em outro nome: Homem de Ferro, em uma mansão gigante.O Tony morava com a esposa dele que trabalhava muito, e tinha cabelo loiro.A Pepper tambem era esperta e não gostava muito do Tony.Nessa mansão tinha uma sala de estar, uma biblioteca maior que a sua biblioteca (A biblioteca em nossa escola).Na mansão deles,tinha o quarto dele e da esposa, mas, o maior quarto era o lugar onde o Tony trabalhava e fazia os costumes do Homem de Ferro. O Tony pensava que era o único na floresta com a Pepper (a esposa dele) mas no outro lado da floresta morava o Victor.O grande homen era um homem grande e forte e tinha cabelo preto como o Tony. Infelizmente o fortão era chato e era o maior inimigo do Tony nesse tempo. Ele atirava em tudo que lembrava ele do Tony. O Victor estava pagando pessoas que não gostavam do Tony para ajudar juntar um exercito para matar o Tony.Um dia, o Victor encontrou a casa do Tony e rapidamente voltou para falar isso para todo mundo. No dia do atacke, o Victor e a tropa dele foram silenciosos para a casa do Tony. O Tony na casa dele olhando para uma uma tarantula na floresta encontrou um dos homens do exercito do Victor. Rapidamente, o inventor foi correndo para o lugar onde guardava os uniformes, pegou um e entrou no costume vermelho com a cor de ouro.Foi voando para a esposa e falou para ela se esconder em um lugar seguro. No proxímo minuto BANG!! BANG!! atirava a tropa do Victor. O Tony saiu voando fora duma janela. Todo mundo atirava nele e o Tony não fez nada.Quando todo mundo na tropa do Victor acabou com tudo(Granadas e muito mais)o homem de ferro disse: -Agora é minha vezO Tony foi voando e atirando em nas pessoas da tropa do Victor com o seu laser. Depois que todo mundo estava morto menos alguns que se salvaram, o Tony encontrou o Victor no chão.O Victor bateu no Tony mas doeu muito a mão dele e depois o Tony deu um chute no Victor e levou ele para a prisão.


O mistério de Chuck Oblivion Autor: Mauricio V.

-Onde estou?- eu perguntei, abrindo os olhos com um solavanco. Olhei a minha volta. Vi apenas o mar de areia do Arizona, se expandindo no horizonte. Estava inclinado em uma rocha. Não fazia a mínima ideia de quem eu era. (essa parada de não saber quem voce é é estranho pra burro). Um caco de vidro estava a minha esquerda. Olhei meu reflexo. Eu era um homem de aproximadamente 30 anos, com um chapéu de cowboy, uma barba curtinha e espinhosa. Estava usando roupas de forasteiro velhas e rasgadas. Uma parte da minha memória voltou a minha cabeça como uma bala de revólver. Eu era Chuck Oblivion, um forasteiro do Arizona. “IHIHIHIHI” Ouvi um relincho de cavalo atrás de mim. Olhei para trás e vi um cavalo branco Lusitano. Ele olhou para mim como se estivesse dizendo : “Vamos logo, monte em mim!” Outra parte da minha memória voltou. Este Lusitano era meu leal cavalo Silver. Olhei na minha bolsinha de sela. Haviam alguns morangos e uma garrafa de whisky. Comi logo, pois não queria que estragassem. Dei um morango para Silver, que parecia estar morrendo de fome. Subi no cavalo. -EYA, SILVER!- eu disse, dando um chute na barriga do cavalo. Começamos a andar, depois a marchar, ai a trotar, e, em pouco tempo, estávamos galopando a alta velocidade. Olhando para esquerda, vi uma cruz de madeira. Parei Silver com força. Ele guinchou em desaprovação. Lembrei que alguns dias atrás, o ceifador havia levado minha mulher e o whisky levou minha casa e minha vida. Mas a coisa mais idiota era que nao lembrava como ela tinha morrido! Já era de tarde quando avistei uma cidadezinha no horizonte. Uma placa dizia:

PROSPERIDAD Amarrei Silver em um daqueles troncos de amarrar a corda do cavalo, perto de um coxo. Duvidava que, se Silver puxasse com forca, o galho velho quebraria como um palitinho de dente, mas não achava que Silver faria isso. Entrei em uma taverna e tomei uma garrafa de whisky. Durante a noite, tive pesadelos com as possíveis mortes que minha mulher poderia ter tido. Tenho que dizer, acho que isso entraria facilmente na lista dos 5 piores pesadelos que Chuck Oblivion já teve. Acordei com o som de explosões e fogo. Olhei para fora. Um grupo de bandidos estavam jogando garrafas de álcool e depois fogo em tudo quanto e lado. Fiz a primeira coisa que veio a minha mente. Me troquei, coloquei aqueles espinhos atrás da minha bota, coloquei luvas com punhos ingleses e parti para a luta. Pulei de cima da janela e cai com a traseira das minhas duas botas nos ombros de um cara com uma bandana vermelha, que rugiu com dor. A luta havia comecado.


Agarrei a pistola do bandido e sorri. Era um revólver dragon, considerado pelos índios, uma fera que respira fogo e cospe metal. Por mais que eu odiasse agressividade tive que fazer isso. Mirei em um que parecia ser o lider e

“BANG!!!” O homem caiu no chão. De repente, senti um frio na minha nuca. Um cano de revólver se apertava contra o traseiro de meu pescoço. -Esqueça, Oblivion, já acabou.- disse uma voz de um homem velho, mas grande e forte. Para minha surpresa, atrás de mim encontrei, não um bandido, mas um xerife de roupas brancas e a estrela de prata em seu peito. -S,s,senhor?- eu gaguejei, surpreso. -Seu ASSASSINO!- gritou o xerife -TENHO NOJO DE VOCÊ! -M, m, mas senhor!- protestei -A-a-aquele era um bandido! -VOCÊ SABE MUITO BEM QUE NÃO ESTOU FALANDO DAQUELE MALDITO!- ele rugiu. -N-nunca matei ninguém além dele, senhor.- eu disse. -E MINHA AVÓ ERA UMA GAIVOTA- ele trovoou -TODOS, ATÉ O TREM ABANDONADOS SABEM QUE VOCÊ MATOU SUA MULHER! -COMO É QUE É?!- eu rugi, um pouco alto demais -Sua mulher, Linda Oblivion, cabeça de azeitona- acusou ele. Ai, apaguei. A última coisa que lembro era uma forte dor no topo de minha cabeca, grossa demais para ser um tiro. Acordei em uma carruagem, amarado firmemente a um... SILVER???????? (Imagine acordar e descobrir que esta amarrado a um cavalo. Literalmente. Saquei meu canivete e, lentamente, comecei a cortar as cordas grossas. Olhei a minha volta. estava em um cemitério. Vi um pessoal cavando em algum lugar. “Ladrões de corpos!”, pensei na hora. Lentamente me aproximei. Haviam tirado minha dragon, meus espinhos e meu punho inglês, mas ainda tinha meu canivete. Reconheci instantaneamente um dos bandidos covardes. Um era Lacost Sauvaje, um mexicano famoso por atirar em seus cavalos enquanto estiver andando e te deixar com ossos quebrados perdido no meio do Arizona. Levantei minha mão e “thwup”, joguei o canivete. O canivete prendeu firmemente ao pescoço de Lacost. Agarrei a pá dele e “thunk”, bati na cabeça do que estava com minha pistola, agarrei ela e mirei ao outro. De repente, parei. Não era um homem, era um garotinho de mais ou menos 10 anos, usando as roupas mais bizarras. Ele usava calças longas e cinzas, uma camiseta branca, um casaco estranho verde de couro e , em todas elas, estavam escritas as seguintes palavras desconhecidas: Abercrombie & Fitch. Uma coisa em seu pulso mostravam uns números qualquer que ficavam mudando. O menino era moreninho, com olhos castanhos escuros e cabelo um pouco


mais claro do que a cor dos olhos. De seu bolso, sacou um retângulo esquisito, com um botão embaixo com o formato de um circulo com um quadrado no meio. O menino clicou no botão, e o retângulo ligou e emitiu luz. Uma foto apareceu na tela. O menino deu o retângulo para mim e partiu. Na foto havia um círculo com uma seta para a direita. Por instinto, toquei no círculo, e uma repetição de algo se mostrou na tela. O que estava mostrando quebrou meu coração e minha memória voltou. Lembrei que havia me embebedado e matado minha mulher, posto fogo na casa, fugido para o deserto e me batido com um caco de vidro. Agora, apenas ando por ai, sem razão de estar vivendo, procurando uma resposta para o que não pode ser respondido. Quem era aquele menino, por que ele me mostrou aquilo e, o mais importante, é claro: por que ainda mereço estar aqui?


Pele de Felipe Autor: Luca L.

Um dia, em 1989, numa casa escura, quando era noite, Felipe D. estava dormindo na cama dura, o quarto era escuro. O Slender man pegou Felipe e o levou para o seu amigo chamado Bob. Slender man pegou a pele de Felipe, rasgando, e colocou nele e ficou chamado de pele de Felipe. No próximo dia, João Pedro falou com a mãe e disse: - Onde está o Felipe? A mãe disse: Aquele monstro feio Slender man pegou felipe e matou. João ficou desesperado e foi para a loja de arma e comprou um AK47 e uma pistola e foi para a casa do Slender Man. Entrou rapidamente e atirou em Slender Man e o matou. Viu pele de Felipe ele foi matar o João. João pegou uma pistola e atirou em pele de Felipe ele caiu no chão e sangue saiu da cabeça dele e ele morreu. João ficou aliviado e foi embora.


O Empurrão Autor: Issam

Era uma noite de calor com uma lua cheia, não havia ninguém com a gente naquela noite. Eu e meus amigos Mello e Pedro estávamos jogando bola no jardim colorido da fazenda. A fazenda é muito grande,colorida e muito divertida. Mello é um garoto sorridente, feliz, legal, olhos castanhos e altura mediana , Pedro é um garoto gordinho de 7 anos. Depois ficamos com muito calor e decidimos ir para piscina cristalina da fazenda do Mello. De repente, Felipe me chamou: -Issam, vamos empurrar o Pedro na piscina? -Vamos! No três, dois, um! - eu respondi. E Pedro deu um “SPLASH” gigante na água. Eu e Felipe começamos a gargalhar. Pedro saiu furioso da água querendo matar a gente. Ele disse: - Minha mãe vai me matar! Foi muito engraçado! Nunca vou me esquecer daquela noite!


Autor: Artur

Era 2013, era uma noite escura, Jason estava na cena do crime. Era uma sala escura e úmida. Só a luz da lua estava iluminando a sala. A sala era grande, mais ou menos 150 metros quadrados e 3 metros de altura. No lado direito da sala tinha uma tv de plasma conectada a parede. Acompanhada com series de cadeiras, sofás e vasos. As paredes estavam cobertas de pinturas. As pinturas eram de pessoas, horizontes e outras coisas que pintores iam pintar. Tinha um cofre aberto, era feito de metal, estava vazio. Jason estava examinando a cena do crime. Uma faca, o corpo do Mr. Matias, sangue,e todo dinheiro sumido. O Matias era um bilionário, Playboy e superstar de futebol. Ele era dono da FIFA, Ubisoft, Coca Cola, Guaraná, Doritos, Ferrari, Lamborghini, Bugatti, Xbox e Playstation. Mas ele era muito, muito rico. Mas o cofre estava vazio. O cofre que em ele guardava todo dinheiro. De repente, Jason ouviu um barulho no teto. Ele rapidamente viu o que era. Um homem correndo no teto da casa. Ele decidiu correr atrás dele. A chuva estava atrapalhando ele. Parecia que ele estava tomando um banho gelado.O tempo parecia lento enquanto ele tocava o pé no teto molhado e duro. depois Jason deu 2 tiros e acertou. Uma bala no rosto e outra na perna. Jason foi até o corpo, mas o corpo tinha desaparecido .


Misteriosa Navaserrada Autora: Manuela

- Joãozinho, sua vez de falar um poema - Lua me lembra noite, Noite me lembra dormir, Dormir me lembra travesseiro, Travesseiro me lembra lua. - Muito bem Joãzinho, tchau classe, até amanhã, não se esqueçam que amanhã vamos para Navaserrada! No dia seguinte, quando os passarinhos cantavam e o sol brilhava, estavam todos prontos para ir para Navaserrada! Era exatamente 7 horas quando o ônibos partiu! Passaram 2 horas e, finalmente, chegaram em Navaserrada! Navaserrada era uma montanha, muito bonita! Estava no inverno, a epoca mais linda para ir lá! Ficava cheio de neve e era frio, mas muito bonito! As cachoeiras ficavam um pouco congeladas e, por isso, elas eram tão adoradas por todos. As trilhas ficavam com folhas caidas das árvores e o melhor de tudo, como nevava, as folhas ficavam lindas cheias de neve! - Vamos começar a andar disse a professora. A classe passou por rios, cachoeiras, trilhas etc. Depois pararam para comer. Eles pararam para comer não era em um lugar qualquer, não era coberto, era ao ar livre! Joãozinho e seu amigo Pedro falaram que iam pro banheiro que era justo ao lado da onde estavam. Sem eles perceberem, a classe deles foi embora. Quando eles sairam do banheiro tiveram uma surpresa... Eles viram vacas maiores do que sempre, com chifre apontando para eles. Os 2 amigos correram apavorados. Correram a montanha inteira. Passaram por rios, cachoeiras, trilhas etc. e, finalmente, chegaram no ônibus e viram sua classe! Ficaram aliviados! Pedro e Joãzinho contaram sua aventura para todos os seus colegas. -Uau, essa foi umas das aventuras mais assustadoras que eu ja ví! E essa é a história de como Navaserrada é misteriosa.


Autor: Eli

Era uma vez, no planeta terra, tudo era orgânico e cheio de vida até que um fogo apareceu e encheu a terra de invenções e população. Quando era o ano 4999, dia trinta um de dezembro, meia noite, alienigenas invadiram o planeta terra . Todos morreram, menos cinco homens e uma mulher com as armas mais poderosas e avançadas da terra. Eles eram de diferents cores para saber quem era quem. Os nomes e cores deles eram: Marina( Rosa), Mason( Verde), Matt(Azul), James(Preto), Thomas( Laranja), e Henry( Vermelho).

Henry e Matt

James

Marina

Thomas

“Dia 31 de dezembro” - Os aleligenas estão invadindo! Não temos mais armas! Eles estão vindo, eles... O que aconteceu ninguém sabe, mas o que eu sei e que o nome dele ou dela era Joey. Esta mensagem foi feita no jornal de uma pessoa de terra. O Mason tinha guardado este jornal porque era de um dos seus amigos. Eles não tinhan nenhuma descrição porque eles sempre usavam as máscaras e os trages, então nunca vou saber como eles parecem, nunca... Então, um dia, em uma planeta desconhecido, viram um cachorro em um terno preto com uma mensagem... “Este cachorro é para o James, mas tem um cachorro para todos dentro dele, todos tem a cor de todos. Disfrutem! De:um amigo” - Bom, todos peguem o seu cachorro!- disse o James. -Obrigado!-disseram todos.


Vinte anos Depois... Depois de vinte anos estavam no mesmo planeta olhando para a terra até que Mason disse: - Vou ateáa Terra, vem cachorro! - Nao!- o James gritou, mas o Mason já foi para a Terra - Eu vou! - E eu! - Todos vamos atrás de Mason!-gritou Henry e todos foram atrás do Mason com os seus cachorros. O Mason chegou com fogo mais não doeu. Quando tocou o piso fez uma explosão que alertou os alienigenas com uma alarma estranha. Esta arma era dez vezes mais alta que um avião! Isto o paralizou e ele foi para prisão. Quando os outros chegaram eles não ficaram paralizados porque o Mason não tinha proteção, entào eles mataram os alienigenas. Enquanto isso, o Mason estava na prisao, mas não sabia que os cachorros poderiam destruir qualquer coisa. Entao, o cachorro de Mason destruiu a porta dele e de Mason., mas tinha as guardas que o cachorro matou com só um golpe. - Finalmente!- todos disseram cansados. Era meia noite, a hora que os alienigenas invadiram Terra. Os alienigenas estavam mortos, mas viram. Desta vez o Mason veio saltando sobre todos e matando todos os alienigenas. -Como...? - Longa historia- disse Mason. Mas os cachorros atacam eles. eles sabiam agora como os alarmes parecem,mas tinham que saber onde Joey estava... - Muahaha!- disse Joey - finalmente está terminado agora falta alguém... No laboratório o Joey tinha um plano para destruir o universo e começar uma nova raça! O laboratório era no centro da planeta, então os humanos não sabiam onde estavam. Mas, enquanto isso, o Mason estava planejando como achar Joey e usaram tudo até que Mason decidiu separar e ver onde estava o Joey. - Eu, James e Henry vamos direita, Marina e Thomas vão para a esquerda e Matt, vai em frente. -Por que sempre estou sozinho?- perguntou o Matt. -Porque você tem a melhor habilidade de combate!- gritou o Mason. Então, todos foram com seus cachorros de combate e aos seus caminhos. O Matt estava muito assustado sem alguém ali então, o primeiro ruido gritava. O Matt sabia que não poderia porque Joey ia usar o experimento mais rápido. Ele viu o que era e viu uma pessoa dentro, essa pessoa parecia como filho de Joey. - Me deixa ir!!- gritou Matt - Já está pronto- disse Joey e foi ai que o Matt descobriu que o Joey era mulher pela voz dela. - NÃO!!!!!!- gritou o Matt.


Chegaram todos os outros, mas era muito tarde. Matt foi no fogo e o bebe Joey foi em uma bola metálica, mas eles mataram a Joey. - NÃO!!!!!!- gritou o Mason, mas Matt morreu. Teve a morte de um herói. A terra estava salva, mas por qual causa? - Este será o começo do fim!- disse Thomas. - Está decidido- disse Mason-vamos procurar o outro Joey. Então o foram para o espaço. Dez Anos Depois... Os cachorros morreram e não tinham maneira de saber onde o outro Joey estava até... -O quê!?!? Este é uma das nossas naves- disse o Henry. - Poderia ter humanos dentro- disse Mason-vamos. Este planeta eles conheciam, era a planeta de tristeza.Era chamado assim porque as coisas mais trágicas e tristes acontesiam ali.Também era chamado asim porque antes era a planeta de alagria até que um terrorista levou toda a tristeza para lá. Só uma pessoa era feliz porque esta pessoa traia toda a tristeza. E por isso foi mais fácil para encontrar o segundo Joey. Era só seguir a linha de tristeza, mas primero foram até a nave e todos, menos Mason, ajudou. Ele falou: - Eu tenho que terminar o que eu comecei. O Mason foi seguindo a linha de pessoas tristes até que chegou ao Joey... Joey foi atacando o Mason para vingar a mãe dele, mas não sabia que tinha infinito municao, então por sorte o Mason matou o Joey depois de horas e horas. Depois o Mason fez o nave funcionar para começar a raça humana outra vez.

Mason

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