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o c i r a t l a S O

ANO XVI - 2000 / 2001

N.º 2

ESCOLA E.B. 2,3 DE LAMEGO

TRIMESTRAL

A Biblioteca da Escola

Editorial E cá estão de novo os nossos “saltaricos” a dar asas à sua imaginação e a pôr naquilo que escrevem o melhor de si mesmos. Nada escapa a estes pequenos escritores; o mistério e a fantasia espreitam ao virar de cada página e a vida de todos os dias, o humor e a poesia aparecem quando menos se espera. São actividades realizadas com prazer que lhes dão a possibilidade de descobrir e de criar,

proporcionando-lhes

momentos

de

expressão de sentimentos e emoções. Que esta caminhada seja o pretexto para muitas e consistentes aprendizagens e que os

Os livros mais lidos nos meses de Dezembro e Janeiro foram: “O dia do terramoto” e “Uma Visita à corte do rei D. Dinis”, respectivamente. Estes livros são de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada. Como informaram os seus leitores, ambos são muito interessantes. O livro “O dia do terramoto” dá a conhecer melhor o terramoto de 1755 e o livro “Uma Visita à corte do rei D. Dinis”, fala de outras épocas da nossa história. Se quiserem lê-los, devem requisitá-los na biblioteca da nossa escola. Boa leitura!

Leitores do mês de Dezembro

ajude a crescer e formar como seres humanos interessados e críticos, face às realidades que os rodeiam. Rui Filipe - 5.º 1

Teresa Taveira

António José - 5.º 1

Ana Pinto - 6.º 6

Leitores do mês de Janeiro

Neste número: Clubes

Páginas 2 e 3

A Escola em Acção

Páginas 4 a 6

A Escola e o Meio

Página 7

O Cantinho do Poeta e do Leitor Páginas 8 a 10 Em Destaque

Página 11

O que eles dizem e sonham

Páginas 12 a 15

À nossa volta

Página 16

Página do Francês

Página 17

Curiosidades

Página 18

Passatempos

Páginas 19 e 20

Bebiana Teixeira -5.º 1

Cátia Lopes - 5.º 10

Marisa Monteiro - 6.º 6

Ana Pinto - 6.º 6

Marta Coelho - 6.º 6

Livros do Mês Dezembro

Janeiro Ana Isabel Pinto

6.º 6


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Clubes Projectos

O Clube da Matemática

Com o objectivo de proporcionar aos alunos novas aprendizagens e um enriquecimento curricular diversificado, que permita desenvolver a criatividade e o espírito de cooperação, recriaram-se espaços na Escola onde funcionam as seguintes oficinas e clubes: - Biblioteca - Jornal Escolar - Clube da Matemática - Clube do Ambiente “LAMEGUEIRO” - Cantinho da Arte “MAQUETES” - Cantinho da Arte “FOTOGRAFIA E VIDEO” - Grupo Coral e Instrumental - Clube de Informática - Clube de Banda Desenhada - Clube dos Pequenos Inventores - Clube do Desporto Escolar

Na nossa escola existem espaços extra - curriculares onde nos podemos inscrever voluntariamente. Entre eles, os chamados clubes, referentes a diferentes áreas. O clube da Matemática é um dos clubes existentes na nossa escola. Nele podemos jogar diversos jogos dos quais se destaca o “jogo do 24”. Como é hábito, todos os anos se realiza uma concentração onde são aplicadas tácticas de jogo e onde o raciocínio rápido é fundamental. O ano passado, eu fui uma das participantes, juntamente com a Nádia, a Carina e o Fábio; todos frequentávamos este clube. Uma aluna da escola, a Nádia, foi à final, conseguindo assim ficar em quarto lugar, a nível distrital. Além deste jogo, muitos mais existem. No final do ano realizam-se campeonatos. Tu também podes ser um vencedor. Junta-te a nós, diverte-te, desenvolve as tuas capacidades aqui, no clube da Matemática. A Matemática é tua amiga, vem conhecê-la melhor e obterás melhores resultados.

Manuela Mariano

Clube do Jornalismo O Clube do Jornalismo é uma actividade extracurricular que começou a funcionar este ano lectivo. Estamos a aprender a ser pequenos jornalistas. Em actividade de grupo ou individualmente, recolhemos informações sobre o que acontece, redigimos artigos, fazemos ilustrações, preparamos entrevistas e organizamos tudo isso para o Jornal Escolar. Esta actividade ajuda-nos a desenvolver a nossa expressão escrita, capacidades de organização, de colaboração e a nossa criatividade. Este clube é muito divertido e todos nós gostamos de frequentá-lo. Pedro Loureiro

Joana Correia

6.º 5

6.º 6

Com a ajuda dos restantes colegas deste clube

Joana Correia

6.º 5

FICHA TÉCNICA Propriedade: Escola E.B. 2, 3 de Lamego, Rua de Fafel, 5100 - 143 Lamego, Telefone 254 612 023 Coordenação: Lídia Valadares e Adriano Guerra Conselho Editorial: Professores e Alunos da Escola Composição, montagem e paginação: António Alfredo Lourenço e João Nuno Carvalho Periodicidade: Trimestral

Março 2000


Clubes Luísa Costa e Marta Pereira

Clube do Lamegueiro Lamegueiro foi o nome escolhido na nossa escola para a criação de um clube de protecção ao ambiente. Estou integrado num grupo de quinze alunos e temos a orientação da professora Maria José. Começámos por debater em grupo algumas tarefas que podíamos realizar no clube, de modo a que a mãe natureza, o ambiente que nos rodeia, possa ser melhor. Além de debates temos construído alguns objectos e instrumentos que ajudam a cuidar os espaços verdes da nossa escola. Entre outras coisas, já construímos um jogo de damas e xadrez, uma televisão, fizemos bonecos, uma mesa de ténis em miniatura, reciclámos papel e, com ele, fizemos cartões, que nos identificam, e marcadores para livros. Como o objectivo é cuidar do nosso planeta, eu incentivo e apelo para que vós, os leitores deste jornal, reflictam sobre a poluição, a separação do lixo, papel e vidro, falem disto aos vossos pais, amigos e familiares e não contribuam ainda mais para a destruição da camada de ozono, que é tão importante para a "filtragem" do raios ultravioleta. João Pedro

6.º 7

Clube de Fotografia

No clube de fotografia, como é natural, aprendemos a tirar fotografias, a revelá-las, a fazer filmagens e preparamos os produtos das revelações: revelador, fixador e neutro. Para se revelar fotografias, só podemos ficar com uma luz vermelha. Fica um ambiente misterioso!... O espaço onde trabalhamos é pequeno e nós somos muitos, mas, como gostamos do que lá fazemos, até nos esquecemos desse aspecto.

3 6.º 5

Clube de Xadrez No xadrez praticamos uma actividade muito criativa que nos faz desenvolver a capacidade cerebral. E sabem que mais? Durante o período vai havendo torneios. Aquilo é muito giro! Devias tentar aprender e ganhar as tuas próprias taças, para chegares ao topo nacional. O professor que está a tomar conta deste desporto é o Sr. Professor Toni. Junta-te a nós e ganha a tua experiência. Nesta modalidade do desporto escolar jogamos das 12:30 h às 14:30 h. Tenta, vais achar “fixe”! Tiago Afonso 6.º 6

Entrevista aos Membros do Clube da Informática Elementos do Clube do Jornal Escolar foram entrevistar alguns membros do Clube da Informática. Clube do Jornal Escolar: - Boa tarde. Fazemos parte do Clube do Jornal Escolar. Poderiam interromper a vossa actividade, por breves minutos, para responder a algumas questões? Clube da Informática: - Está bem, desde que não demorem muito tempo. - Gostam de lidar com computadores? Porquê? - Sim. Porque achamos que os computadores têm muitas coisas para nos ensinar e lá podemos pesquisar. - Há quanto tempo existe este clube? - Há dois anos lectivos. - O que é que costumam fazer neste clube? - Pesquisar na Internet temas propostos por algumas disciplinas. - Costumam fazer trabalhos para o Jornal Escolar? - Não. Não costumamos fazer. - Já estavam habituados a lidar com computadores? - Já. Alguns têm computadores em casa. - Gostam desta nova experiência? - Sim, gostamos muito. O tempo aqui passa rapidamente e há sempre coisas novas para fazer. João Neto, Maurício e Egídio Pina

6.º 5


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A Escola em Acção Henrique António Maio

A violência nas escolas Hoje em dia há cada vez mais casos de violência nas escolas. Nas escolas, por vezes, surgem situações de violência, como por exemplo: agressão física e verbal nos recreios, corredores e nas salas de aula a alunos, professores e funcionários. Em algumas escolas, os professores e alunos têm medo de ir às aulas, pois podem ser afectados por esta onda de violência. Por tudo isto, é necessário procurar soluções para resolver este problema. Na minha opinião, é preciso desenvolver nos jovens, regras elementares de trabalho, convivência e vida social, realizarem -se campanhas de sensibilização contra a violência, estimular nos alunos valores de compreensão, de solidariedade e de tolerância. Em casos mais difíceis, acompanhamento de um psicólogo. Evitemos, porém, estas situações de conflito e sejamos pacíficos, amigos, calmos, procurando um envolvimento total na escola, não só aprendendo as matérias, mas também aprendendo a respeitar os outros e a ser cidadãos com futuro. Eu quero também referir que, na nossa escola, não há casos de violência muito graves e ainda bem.

O Ano Novo Para mim, o Ano Novo é o começo de uma vida nova. Gosto do entusiasmo que une muita gente nos momentos que o antecedem: a contagem decrescente, as 12 passas, tudo é emocionante. É bom comer os doces típicos desta época: as filhós, os sonhos, o bolo rei, as rabanadas, a aletria. Tantas delícias que consolam os mais gulosos!... Penso sempre que a minha vida vai mudando devagarinho, tornando-se melhor. É uma folha do livro da minha vida que se vai enchendo e virando. O ano é como uma flor que se vai abrindo, pétala a pétala, e que precisa de ser tratada com atenção, cuidado, carinho... O Ano Novo traz-nos novas esperanças e novos desejos que queremos realizar. É uma altura de alegria, em que a família se reúne com frequência e aproveita para festejar o início de uma nova etapa, fazendo votos de felicidades. Eu também quero desejar a todos um

“ Bom e Feliz Ano Novo”. Tiago Afonso

6º6

6.º 12

Visita ao Museu A turma do 6.º 6 e outras, nos finais de Janeiro, foram visitar o Museu de Lamego Eu vou contar a visita do 6.º 6, a minha turma. Acompanhados pela senhora Professora Isabel Costa, saímos da escola eram 14.45 h; fomos pela estrada nova, junto à piscina municipal e chegámos ao museu ás 15.00 h. Ao entrarmos, vimos muitos livros num “expositor”. Subimos umas escadas onde a guia nos explicou a história do museu e passámos para uma sala onde vimos quadros pintados por «Grão Vasco» (Vasco Fernandes). Esse artista pintou vinte quadros para o Bispo de Lamego, dos quais só restam cinco. Passámos para outra sala e lá vimos uns tapetes muito grandes sobre os quais a guia nos contou uma história acerca de um rei grego, história essa que neles se encontra representada. Fomos para um corredor onde está uma capela em talha dourada, em estilo barroco. A seguir, a funcionária mostrou-nos umas capas em seda muito fina com diamantes e ouro, do Bispo. Ao lado, numa outra sala, vimos peças em prata dourada. Passámos para outro corredor e lá estava outra capela em talha dourada, mas maior que a anterior. Noutro compartimento vimos uma cómoda em estilo barroco e um quadro no mesmo estilo. Noutro espaço estavam os coches e reparámos num pormenor: alguns tinham um buraco nos bancos para a gente que os utilizava fazer as “necessidades”!... No fim, vimos um brasão de Manuel de Vasconcelos Pereira. O meu amigo Paulo Carvalho colaborou neste trabalho, deixando que eu escrevesse nas suas costas, enquanto tirava apontamentos no museu.


A Escola em Acção

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XI.ª Corrida para a Saúde Realizou-se no passado dia 19 de Dezembro de 2000, a XIª Edição da Corrida para a Saúde - "CortaMato da Escola", actividade promovida pelo Grupo de Educação Física da Escola. Esta corrida contou com a presença de 385 atletas da nossa Escola, distribuídos pelos escalões de Infantis A e B, Iniciados e Juvenis, Femininos e Masculinos. Os nossos brilhantes atletas tiveram um comportamento irrepreensível, superando todas as expectativas. Parabéns a todos! Relação dos seis primeiros classificados de cada escalão que representarão a nossa Escola no Corta-Mato do C.A.E. Douro-Sul a realizar no dia 23 de Fevereiro de 2001, em Vila Nova de Foz-Coa: Infantis A Femininos: 1.ª Catarina Soares - 5.º 1 2.ª Diana Duarte - 5.º 2 3.ª Ana Guedes - 5.º 2 4.ª Cátia Moura - 5.º 7 5.ª Márcia Filipa - 5.º 11 6.ª Daniela Santos - 5.º 8

Infantis A Masculinos: 1.º Rui Veigas - 5.º 7 2.º Hélder Cardoso - 5.º 7 3.º José Ferreira - 5.º 12 4.º Tiago Casimiro - 5.º 9 5.º Pedro Laranjo - 5.º 8 6.º Heitor Peixoto - 5.º 7

Infantis B Femininos: l.ª Mariana Santos - 6.º 8 2.ª Carla Santos - 6.º 1 3.ª Joana Araújo - 6.º 4 4.ª Janete Santos – 6.º 5 5.ª Joana Correia - 6.º 5 6.ª Daniela Oliveira - 6.º 8

Infantis B Masculinos: 1.º Francisco Marinho - 7.º 2 2.º Leandro Brilhante - 6.º 12 3.º Tiago Teixeira - 6.º 2 4.º Luís Correia - 7.º 1 5.º Rui Figueiredo - 6.º 8 6.º Telmo Vaz - 6.º 10

Iniciados Femininos: l.ª Sílvia Ribeiro - 8.º 2 2.ª Maria Alzira - 5.º 4 3.ª Juliana Neves - 6.º 12 4.ª Joana Fernandes - 8.º 2 5.ª Andreia Constante - 8.º 2 6.ª Daniela Pereira - 6.º 1

Iniciados Masculinos: 1.º André Pimenta - 8.º 2 2.º Fernando Simões - 6.º 8 3.º Rui Diogo - 8.º 1 4.º Lino André - 5.º 5 5.º Paulino Antunes - 5.º 4 6.º Luís Carlos - 9.º 2

Juvenis Femininos: l.ª Tatiana Martins - 6.º 10

Juvenis Masculinos: 1.º Valter Moreira - 9.º 2 2.º André Brilhante - 6.º 3 3.º Marino Fonseca - 9.º 2 4.º Paulo Jorge - 6.º 3 5.º Carlos Manuel - 5.º 5 6.º José Manuel - 5.º 4

Uma palavra de reconhecimento à Polícia de Segurança Pública de Lamego, aos Bombeiros Voluntários de Lamego, ao Conselho Executivo, a todos os Colegas e Funcionários da Escola, bem como ao grupo de Estagiários de Educação Física, cujo empenhamento contribuiu para o êxito da XI.ª Corrida para a Saúde. O Coordenador do Desporto Escolar Joaquim Ribeiro


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A Escola em Acção A Corrida para a Saúde

Como já vem sendo tradição, realizou-se na nossa escola, no dia 19 de Dezembro, pelas 8:30 da manhã, a “Corrida para a Saúde”. Os alunos inscritos dirigiramse para o local de partida, onde se prepararam para correr. Quando um dos professores deu início à partida, muitos alunos atrapalharam-se e acabaram por cair, escorregando e tropeçando uns nos outros. Felizmente ninguém se magoou. No final da corrida, no pátio da escola, houve uma largada de balões. Cada turma lançou dois balões que libertavam no ar bonitas mensagens da autoria dos próprios alunos. De seguida reuniram-se diversas turmas no refeitório e corredor da escola para um pequeno lanche de confraternização, terminando em ambiente de festa esta bonita iniciativa. Com este tipo de eventos, tem pretendido a nossa escola sensibilizar a população lamecense para a importância do Desporto na Saúde de todos, isto é, adultos, jovens e crianças. Egídio e Maurício Pina, Bruna Raquel e Liliana Patrícia

6.º 5

A visita de estudo ao Museu No dia 24 de Janeiro a nossa turma foi a uma visita de estudo ao Museu de Lamego. Esta visita foi muito interessante. Quando entrámos no museu, houve uma senhora que nos guiou e explicou o que íamos ver. Entrámos numa sala e fomos até ao seu fundo ver alguns quadros do séc. XVI. Estes quadros foram pintados por um grande pintor chamado Grão Vasco. Os quadros tinham um grande realismo, cores vivas, e havia um que tinha tridimensionalidade. De seguida fomos ver as tapeçarias Belgas. Estas tapeçarias eram muito valiosas; até havia uma que valia cerca de um milhão de contos. Todas as tapeçarias representavam uma história. Uma delas era a história de Édipo que acabava em tragédia. A seguir fomos ver coches, liteiras e cadeirinhas. Logo a seguir fomos ver um brasão.

E esta foi a nossa visita de estudo ao museu de Lamego. Rui Cardoso e Catarina Gomes

6.º 4

O Senhor “Barrô” é notícia Embora a chuva teimasse em cair, no dia 9 de Dezembro, as duas futuras jornalistas, Joana e Cristina, lá foram, pela rua do Castelo acima, à procura do famoso senhor Manuel da Fonseca, mais conhecido por “Barrô”. Este antigo trolha dedica-se à construção de miniaturas de monumentos da bela cidade de Lamego. Tem imenso gosto em fazê-lo, pois é uma das maneiras de passar os seus momentos de ócio. Ele sente orgulho em saber que os turistas que o visitam apreciam o seu trabalho. “ É tão bom saber que os outros gostam do que fazemos!”. Fez minuciosos trabalhos, entre os quais se destaca a Nossa Senhora dos Remédios, em que se empenhou muito... Foi com imensa tristeza que soubemos que a Câmara Municipal de Lamego não lhe faz um pavilhão para expor aquilo que tem feito e o que tem em mente, mas o senhor Manuel da Fonseca continua a construir estas miniaturas, esperando que a Câmara se resolva a cumprir aquilo que prometeu (segundo ele afirma). Dedica-se a este trabalho há cerca de cinco anos. Propusemos-lhe a realização de uma exposição na escola. Disse-nos que gostaria de ver o seu trabalho exposto, mas dar-lhe-ia imenso trabalho transportar todas as suas peças. Também nos confessou que adoraria que a sua filha se dedicasse a esta actividade, mas ela não gosta... A ideia de construir estas miniaturas surgiu na altura em que foi operado e, como não tinha nada para fazer, iniciou uma pequena construção, passando assim melhor o seu tempo. Embora um pouco resfriadas, devido ao mau tempo, sentimos um calor imenso nos nossos corações...


A Escola e o Meio A Nossa Cidade

Sande

Lamego é zona de vinhas e hortas; é também uma das cidades mais antigas da Península Ibérica e que mais duramente ganhou a paz dos justos – foi ocupada por Romanos, Suevos, Visigodos e Árabes. O Bairro de Almacave é o núcleo mais antigo de Lamego. Com ocupação humana desde a proto - história, o castelo foi edificado sobre um castro. Lamego cresceu muito nas Invasões Germânicas. Lamego foi sucessivamente conquistado e perdido pelos Cristãos. Naquele tempo, os Cristãos eram conhecidos pelo povo dos sinos. O sino era, para o Cristão, a única forma de sentir o tempo e de ordenar o Mundo. Almansor, o famoso mouro, ao perceber que o ponto fraco dos Cristãos eram os sinos, decidiu roubar os sinos da maior catedral da Hispânia. Foi para os Cristãos a humilhação suprema. Deixá-los no chão da Mesquita de Córdova servindo de braseira, foi o último vexame. Os Cristãos, claro, não desistiram enquanto não foram transformar a Mesquita em Catedral. É daqui que nasce a lenda do Sino Dourado. A lenda era que uma pastora de Lamego tinha achado na escuridão de um profundo buraco rochoso, um sino dourado milagroso, que tinia da forma mais melódica e encantadora que alguma vez se tinha ouvido. Foi imediatamente içado à torre da catedral de Lamego. E um dia desapareceu sem deixar rasto . Isto é um dos muitos mistérios de Lamego. Rui Jorge Almeida

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6.º 10

Retirado da obra: “Portugal passo a passo - Trás-os-Montes e Alto Douro” Página: lamento não o poder informar porque as páginas da obra não estavam numeradas.

A minha terra é um lindo povoado situado na estrada Lamego-Régua. Implantada num grande rochedo, dá a ideia de um presépio e, por essa razão, é conhecida como Presépio da Beira Douro. A sua grande riqueza está na agricultura. Cultivase a videira que dá origem ao famoso Vinho do Porto e a oliveira que dá o mais puro dos azeites. Na minha opinião, Sande é uma terra simpática e acolhedora, sentindo-me lá muito bem. É uma terra que tem crescido muito pois, o número de novas habitações tem aumentado bastante nos últimos anos. Porém, uma coisa que me dá uma grande tristeza é muitas vezes as pessoas não serem mais cuidadosas com o asseio e limpeza da sua terra, lançando o lixo fora do sítio ou no ribeiro. Mas, a minha terra é muito linda e eu gosto muito dela. António José Ferreira

6.º 2

Parece impossível... Perto de minha casa, na Preguiça, passa um rio muito poluído e malcheiroso - o rio Coura. Felizmente que as últimas cheias conseguiram arrastar na fúria das águas muito do lixo depositado no leito e os maus cheiros perderam intensidade. Porém, é sol de pouca dura, porque em pouco tempo retorna o mau aspecto anterior. Pessoas, sem qualquer respeito pela natureza e pelos outros, lançam-lhe toda a espécie de lixo e aquele lugar que poderia ser tão agradável torna-se o nojo e vergonha da cidade. Acho que em tudo isto há também grande responsabilidade da Câmara Municipal porque todo o saneamento da cidade é lançado no rio sem qualquer tratamento. Seria bom que se encontrasse uma solução para este problema, melhorando assim a vida das pessoas e tornando a cidade mais bonita. André Saraiva

6.º 2


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O Cantinho do Poeta e do Leitor Um amigo É como um bombom Tão docinho Nunca amargou.

O amigo é como um irmão. Ajuda-nos a passar todos os momentos, Os difíceis, os complicados e os bons. Um amigo para ser verdadeiro Tem que gostar de nós, Ajudar-nos em tudo e ser compreensivo. Um amigo pode ter muitos defeitos, Mas é sempre um amigo.

Um amigo É como um livro Está sempre disponível Quando é preciso.

José Miguel Amaral

Um amigo É como uma flor Deve-se regar com Muito amor. Joana Santos

5.º 2

Amigo é aquele, Que por nós está sempre a esperar. É como o Sol que aquece Como a flor na Primavera, É como a Lua que aparece quando anoitece. Um amigo se for de verdade, Dura uma eternidade. Se estiveres triste, Se quiseres desabafar Vai ter com ele, Ele te esperará. Mónica Santos

5.º 2

Amigo é verdade É simpatia e felicidade Ter um amigo é confiar; Amar e tolerar Um amigo vale por muitos. Dá confiança e faz sorrir, Dar as mãos e brincar, À volta da terra a girar. Diana Duarte

Amigo é aquele que ajuda e estima, que não tem ódio nem inveja. De olhar meigo e profundo, faz de mim seu aliado. Diana Marado

5.º 2

Um dia de Verão Num dia quente de Verão, ia eu perto de Feirão, quando um rio avistei, e com mil rãs me deparei. Corri para elas contente e elas muito sorridentes coaxaram em sinfonia, para me mostrarem a sua alegria por viverem num mundo sem grades. Diana Marado

5.º 2

Acróstico

5.º 2

É bom ter um amigo É um companheiro agradável Brinca sempre contigo Ele é muito amável. Vanessa Iolanda

5.º 2

5.º 2

Vamos lá a estudar Ai como é bom saber Nada me há-de faltar E boa aluna hei-de ser Saberei amar Saberei ler A todos saberei respeitar Vanessa Iolanda

5.º 2


O Cantinho do Poeta e do Leitor Dia de S. Valentim

Uma andorinha

Olá amor Olá paixão, Quando penso em ti Bate o meu coração!

Sou uma andorinha Voando no alto ar Viajo, Viajo Sem parar Sou uma andorinha Do alto ar.

Estou sem abrigo No meio da paixão, No fundo do coração Quero estar sempre contigo! Rosana Oliveira

5.º 2

Meu amor, meu amor, Eu te ofereço esta flor E o canto do cantor Que tu mais gostas de ouvir. Eu te posso garantir, Pois tu não me vais impedir De um beijo te dar E um abraço te ofertar O que significa que é bom amar!

Filipe Marado

5.º 8

QUADRAS SOLTAS

Mas que beldade, que beldade!!! Por favor diz-me toda a verdade. Tens ou não tens namorado? Se tiveres deixa lá, eu fico desolado, Mas continuo a lutar Por um lugar a teu lado.

Os Amigos Eu gosto dos meus amigos. Uns são novos, outros antigos Brincamos todos na escola Levamos os livros na sacola. 5.º 2

Os Cães Os cães são muito bonitos São os amigos do homem Abanam os seus rabitos Quando bebem ou comem.

O Amor A uma rapariga dou uma flor Uma rapariga a quem tenha amor Os meus pensamentos vão decidir Se em namoro a vou pedir

O Computador O computador ajuda a trabalhar Todos podem saber Todos podem aprender A com ele lidar.

Sempre que penso nela um novo sol desperta em mim Quanto mais o tempo passa mais me parece um jasmim Filipe Marado

Viajo por Moçambique, Angola e Guiné à procura de menos guerra e de mais fé. Ando sempre a viajar e nunca vou parar... até encontrar um lugar onde possa ficar.

Dia de S. Valentim

Diana Duarte

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5.º 8

Nuno Lobão

5.º 2


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O Cantinho do Poeta e do Leitor Ao Infante D. Henrique

Acróstico sobre o Dia da Floresta

Vós, Infante D. Henrique Foste muito corajoso Ensinaste a navegar Enfrentaste o mar tenebroso.

Trata das plantas Recorda este dia Acaricia uma flor Tenta plantar com alegria A árvore sente o teu amor!

Armaste navios, arranjaste marinheiros Ajudaste a descobrir Tantas terras, que nem consigo contar Enfrentaste o misterioso mar.

Bela é uma árvore Estimar é um dever Muita coisa podemos aprender!

Quantas balelas se contavam Do que haveria para lá do mar Mas tu não lhes ligavas Só te interessava navegar.

A folhagem frondosa Sombra maravilhosa! Árvore é um tesouro Relíquia da natureza Verdadeira beleza Olha, decora estas palavras Respeitar Estimar Segredo para guardar!

Sem saberes que deixavam Mulheres, filhos, tudo, enfim Continuaram pelo oceano A descobrir novas terras Que conquistámos, por fim.

Ana Isabel Pinto

A alcunha "Navegador" Não vos foi feita ao acaso Quantos perigos tu correste Quantas terras conquistaste Pelo caminho do mar Que tu tão bem enfrentaste ? Quantos povos se uniram Graças à nossa coragem Por navegarmos assim... Numa aventura sem fim !.... Luísa Sarmento

Poemas 6.º 5

Acróstico

Um dia um anjinho Encontrou um ninho E com o seu amor Pousou num girassol que é uma flor Um dia um passarinho Fez seu ninho Mas não tinha par E então foi passear E pelo caminho Encontrou um anjinho E começou a conversar Esquecendo o seu ninho e par

Rosto oval, Olhos sem igual, Semelhança caridosa Ai que formosa! Namorar? Nem pensar... Agora só penso estudar. Rosana Oliveira

6.º 6

5.º 2

Ana Pina

5.º 8


Em Destaque

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No concurso “Poemas de Natal”, promovido pela Biblioteca Municipal de Lamego, no mês de Dezembro, foram distinguidas com os primeiros lugares, em escalões diferentes, as alunas Luísa Sarmento e Ana Raquel Samões, da Escola E.B. 2,3 de Lamego, com os seguintes trabalhos:

É

Natal

Natal

Sempre que o Homem Segue Jesus, O Natal acontece Com espírito e luz. Seguir o Messias Não é só venerá-lo, É dar e dar-se No fundo, imitá-lo. Sempre que se dá Ao doente um sorriso, Ao pobre uma refeição, Ao carente um amigo Ou ao mendigo um tostão, O Natal acontece, Renasce das cinzas, Ilumina tudo e todos Com sua luz abrangente E salva os Homens. O Natal não é só uma data; É o estado dum espírito Que sempre se retrata Por ter o coração aberto Para aqueles que maltrata, Quando não sente o Natal. Então, A verdadeira mensagem É aquela que faz a viagem Da cabeça ao coração E que incessantemente repete Paz, paz, paz! Ana Raquel Samões

É Natal, Quando alguém sorri E espalha a felicidade Para quem está triste. É Natal, Quando alguém estende a mão E ajuda seu pobre irmão Disposto a pensar nos outros. É Natal, Quando a paz chega Para os países em guerra Para as crianças com fome. Seria lindo e bom Que fosse assim todos os dias Sem rancor nem ódio Sem mal e hipocrisias. Porque Natal é a festa Do nascimento de Jesus Que viria dar à terra Mais alegria, mais luz. Mas nem todos têm Natal Pois é bem triste de ver Que enquanto a gente bem Está ao lume a comer À soleira da porta Está um menino a tremer... 9.º 1

Luísa Sarmento

6.º 5


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O que eles dizem e sonham

A poesia é muito importante na vida dos Homens. Sem ela as pessoas não eram capazes de ultrapassar certas dificuldades. Este tipo de poesia pode ser interpretada de várias formas: desde que ajudemos as outras pessoas, desde que algo de amizade, de carinho ou de amor aconteça nos nossos pensamentos, nos olhares dos amigos ou familiares e, até mesmo, nos sons que a Natureza nos transmite. Mara Sofia

Quando uma criança nos sorri, quando um idoso nos pede ajuda, quando encontramos um animal ferido ou outra coisa qualquer e tentamos ajudar os outros, é poesia. Na minha opinião, quando nós adolescentes estamos a caminho da maturidade, tentamos dar carinho, amizade, amor, afecto, tentamos ajudar os nossos amigos a partilharem tristezas e alegrias. Se no Mundo não existisse poesia, a vida não tinha beleza e não era um arco-íris multicolor.

8.º 2 Sílvia Diana

A poesia poder-se-ia designar, simplesmente, por rimas ou por versos dedicados a algo ou a alguém, mas é muito mais. Ela ecoa nos ouvidos, balança ao som ritmado e exprime os sentimentos, cada qual o mais íntimo. Os homens jamais deixarão de ter problemas se não houver poesia ao seu lado, pronta para ser lida, olhada ou requisitada. Cada vez que um homem está com problemas e abre um livro de poesia, esta afunda-o, afunda-o até às profundezas do mar, onde pode sonhar com Sereias e Adamastores ou então leva-o até aos confins do universo, onde mil estrelas cantam para ele adormecer e o embalam até quase os problemas esquecer. Mas, por fim, o livro acaba e de novo a realidade ameaça ribombar e trovejar na consciência, voltando, de novo, a afundar-se, mas desta vez afunda -se num monte de papéis para assinar, de contas para pagar e de folhas em branco para discursos preparar. Quando acaba a batalha do trabalho às 7, às 12 ou às 5 horas da matina, as portas dos sentimentos abrem-se, cada pormenor que aparece pode tornar-se intocável como um sorriso alegre e inocente de uma criança ou como uma folha verde caída de uma árvore, que rebola ao som dos uivos do vento, que roça no banco vazio do jardim e continua a sua viagem ao longo das ruas, ruas essas compridas, estreitas, largas, de todas as maneiras e feitios. Todos os dias os homens deveriam pegar num poema e saborearem a leitura até à ultima letra e em cada verso renascer, mil e um sentimentos. Ana Fátima Amorim

8.º 2

Em todos os cantos do Mundo existe poesia, num jardim, numa flor, mesma numa simples aula.

8.º 2

Se uma pessoa for sensível, descobre a poesia em tudo aquilo que vê. A minha poesia é imaginar a vida que eu vou viver, pensar que vou ser feliz, saber que vou amar. Olhar nos olhos as crianças e sentir a alegria que eles sentem, a vivacidade que têm, o amor que sentem... A poesia não é só um monte de letras que formam textos imaginativos ou trágicos, é tudo aquilo que os nossos olhos vêem, alcançam e o que o coração sente. Se nos perguntarmos qual foi a nossa maior poesia, não podemos responder, pois se olharmos para o passado, vemos que tudo foi uma poesia escrita por Deus e está impressa nas nossas memórias.

Dia de Reis - É Janeiro, é dia seis! - E porquê tanta alegria?! - Ora essa! São os Reis! - Olha, eu já me esquecia!...

Em alegres melodias Vamos assim desejar Em todas as moradias Um bom ano nesse lar.

Vamos todos ensaiar Uma bonita canção Para irmos logo cantar Além, àquele portão.

As pessoas, agradecidas, Vêm à porta trazer Moedas, doces, bebidas Qualquer coisa para oferecer.

Com vozes bem afinadas Vamos a noite aquecer E às estrelas apagadas Uma luz vamos trazer.

E são assim as Janeiras Mantenha-se a tradição Música nas brincadeiras Carinho numa canção. Ana Isabel Pinto

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O Inverno

O que eles dizem e sonham

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Ana Isabel Pinto, Tiago Afonso

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Dia dos Namorados Joana Rebelo 6.º 5

Ana Isabel Pinto

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O Inverno já começou e veio bem decidido e rigoroso, este ano... É uma época um bocado triste, devido aos temporais que tem havido e que têm causado vários danos materiais e sacrificado algumas vidas. Por toda a comunicação social, ouvem-se, infelizmente, notícias desastrosas devido ao mau tempo. Esperemos que tudo isto melhore... Entretanto, a Natureza sofre uma autêntica mudança. As árvores ficam sem folhas e alguns animais hibernam. O frio começa a apertar e as pessoas vestem roupas mais quentes. As crianças esperam ansiosamente a neve para nela poderem brincar e divertir-se. Nessa altura a paisagem muda de cor, tornando-se mais branca. Parece que veio um pintor, com a sua paleta e tinta branca, pintar todos os campos, telhados de casas, etc. A neve torna tudo lindo, diferente, e é tão bom pisar aquele delicioso manto branco!... Também é a época da chuva, do vento, do granizo e da geada que torna tudo um bocado triste, mas é bom ouvir o “chap, chap”, ao caminharmos, e o “ping, ping”, da chuva ao cair. É assim o Inverno: frio, chuvoso, mal humorado, às vezes, castigador, mas necessário ao equilíbrio da Natureza. Resta-nos pedir-lhe que abrande a sua fúria, para não causar mais danos.

O Dia dos Namorados celebra-se no dia 14 de Fevereiro. Diz a velha lenda que, no século II, um senhor de nome Valentim foi condenado à morte por praticar o cristianismo. Conta-se que uma sua amiga plantou, na sua sepultura, uma árvore que dava lindas flores vermelhas. O hábito depressa alastrou para uma grande parte do mundo pois o amor é um sentimento muito bom. Crianças e adultos escrevem a pessoas amigas ou amadas, demonstrando assim, o seu carinho e afecto. Oferecem flores, corações, cartas de amor, bombons, presentes, lembranças, tudo depende da imaginação de cada um. Quando falamos de amor, referimo-nos não só ao amor que sentimos pelo nosso apaixonado secreto, (pois todos sentimos um fraquinho por alguém em especial), mas também ao carinho que sentimos pelos familiares, pelos amigos, por todos com quem convivemos. São diferentes tipos de amor, mas eles podem existir sempre no nosso coração, mesmo quando formos bem velhinhos. Amar alguém vale a pena, porque a vida sem amor não faz sentido. Joana Correia e Luísa Sarmento

Joana Correia

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O que eles dizem e sonham No dia de Carnaval

entregou-a ao irmão. Estava tão perfeita que até ele ficou admirado. Felicíssimo, abraçou-se ao Luís com tanta emoção que quase chorava. Vestiu-o logo e ficava-lhe na perfeição. Ao fim do dia, não deixou o fato e até dormiu com ele. Nunca mais se separou do seu irmão tão querido chamado Luís que fez tudo para o alegrar e para lhe proporcionar um Carnaval feliz, maravilhoso, fantástico, espectacular... José Pedro Guerra

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Mara Pinto, Marisa Monteiro e Ana Pinto 6.º 6

Existia, numa aldeia, um casal com sete filhos. Todos eles eram invejosos, malcriados e, ainda por cima, não eram nada inteligentes. Mas um deles era o contrário dos seus irmãos. Era o único que sabia quanto dava 5+5 e era muito simpático e prestável. Este rapaz chamava-se Luís e os irmãos eram o Ermelindo, o Zezinho, o Jacinto, o Florindo, o Agostinho e o Adalberto. Já perto da época do Carnaval, os pais dos sete rapazes tentavam arranjar os fatos, mas era tarde demais para os comprar. Só tinham conseguido cinco fatos e faltavam ainda dois para o Adalberto e o Luís. Como não havia fatos que chegassem, os pais tentaram fazer um para algum dos dois irmãos. Então, foi assim que os sarilhos começaram, neste caso, recomeçaram, porque não era a primeira vez que isto acontecia. Todos os outros irmãos estavam do lado do Adalberto e, rindo-se do Luís, diziam que ele não iria ter um fato como todos os outros. Quando a mãe acabou de fazer o tal fato, os seis irmãos já não sabiam se seria o Adalberto a ficar com ele ou se, pelo contrário, seria o Luís. Tinham a certeza absoluta de que aquele fato era horrível, cheio de trapos, desfiado e que, para o Carnaval, não prestava. Claro que murmuraram os seis, tentando descobrir o dono. Mas não houve discussões, os pais entregaramno ao Luís. Contudo, o seu irmão ficara profundamente triste por não ter fatiota e, como o Luís era bondoso e amigo de todos, até ao Carnaval, acordava de noite para fazer um fato. Fazia sempre por volta de meio metro, porque já era pouco o tempo até chegar à época carnavalesca. Era véspera do Carnaval e Luís via-se aflito para acabar a fatiota. Acabou-a à meia noite em ponto e, de manhã, quando estava a tomar o pequeno almoço,

A minha Autobiografia! Eu chamo-me Débora Marlisa, nasci no dia 4 de Outubro de 1990, no hospital de Lamego, mas resido na freguesia de Penude, com a minha família, onde tive sempre muitos amigos para brincar e fazer algumas traquinices como todas as crianças fazem na minha idade. Quando tinha 4 anos, entrei para o jardim infantil. Nos primeiros tempos não estava habituada a conviver com um número tão grande de crianças, fechadas dentro de uma sala com uma educadora, mas rapidamente me adaptei. Depois, quando chegavam aquelas festas que se realizam na escola - o magusto, o Natal, o Carnaval e a Páscoa - era muito divertido. Mas esse tempo passou rapidamente, e então passei para a escola primária de Sucres, onde aprendi as primeiras letras, onde aprendi a ler, a escrever e a fazer muitas outras coisas. Passados quatro anos, conheci uma nova escola, a Escola E.B. 2,3 de Lamego. Então aí encontrei um método diferente. Já não era só um professor a ensinar, mas sim um para cada disciplina. Também encontrei uma grande diferença, pois tenho uma aula em cada sala. Além destas diferenças encontrei muitas mais: uma biblioteca para os tempos livres, um refeitório para almoçar, um bar para comprar alguma coisa quando tiver fome, não esquecendo a maior diferença - os novos colegas, porque já não são todos da minha freguesia, mas sim de várias freguesias do concelho de Lamego. E foi assim que a minha vida se passou até ao dia de hoje! Sucres, 24 de Novembro de 2000 Débora Pereira

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O que eles dizem e sonham A Minha Avó Os elementos fundamentais da família, para mim, são os meus pais, mas como seria injusto falar de um e não de outro, falo da minha avó paterna que, para mim, também foi uma pessoa muito importante. A minha avó vivia numa aldeia chamada Gouviães. Lembro-me, quando era pequena, que eu e a minha avó íamos para a cozinha fazer pão. Ela deixava-me mexer na massa e fazer os meus bolinhos. Ensinou-me a falar com as outras pessoas quer fossem de mais idade ou não e, ainda hoje, toda a gente da aldeia me conhece e gosta de falar comigo. Ensinou-me, também, a ter respeito pela natureza e como cuidar das plantas. A minha avó foi muito importante para a minha formação e, ainda hoje, recordo com grande satisfação os ensinamentos que ela me deu. Ana Marta

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O meu avô foi preso político O meu avô foi várias vezes preso porque era contra a política do SALAZAR. O máximo de tempo que esteve preso foi dez meses e o mínimo foram oito dias e duas semanas. O meu avô esteve preso no Porto, na Casa da Reclusão. Os prisioneiros eram todos muito mal tratados. Uma vez em que o meu avô esteve preso, estava numa cela onde a água chegava até ao meio das canelas. De todas as vezes que o meu avô foi preso, foi a P.I.D.E. que o apanhou. João Miguel Costa

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O menino e o livro Rui era um rapaz pobre que tinha 11 anos e morava na rua das Laranjeiras. A mãe era costureira e o pai já tinha morrido. Certo dia, numa linda manhã de sol, Rui foi passear no jardim. Encontrou dois meninos rebeldes, que atiraram um livro para o chão.

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Rui correu a avisar o rapaz mais velho que tinha deixado cair o livro. - Ó rapaz!- chamava ele. - O que foi?- questionou o rapaz de uma forma mal educada. - Deixaste cair o livro!- avisou o Rui. - Oh! Não me digas! O livro é feio e, se quiseres, fica tu com ele. - disse o rapaz com ar de troça. Rui levou o livro com ele. Quando chegou a casa, limpou-o e ficou horas a olhar para ele. Era o primeiro livro que ele tinha na vida! Leu-o muitas vezes e até parecia que o livro dizia a sorrir: - Obrigado, por teres cuidado de mim! És um bom amigo! A partir daí, sempre que vinha da escola «conversava» com o seu amigo livro.

Dia da Árvore Minha árvore, hoje é o teu dia! Chegou o vinte e um de Março, Que grande alegria! Hei-de dar-te um abraço! É o teu dia, Uma árvore vou plantar, Será a tua companhia, Para poderes «conversar». Quero vê-la crescer, Dar mimos quando precisar! E aprender, Que as árvores são para tratar! Não é só neste dia, Que devo lembrar: Percam a mania De te maltratar! Dás uma sombra de encantar, Tens uma beleza maravilhosa, O oxigénio para respirar, Uma fruta deliciosa! És um bem da natureza, Um bem para preservar. És uma verdadeira beleza, Prometo-te estimar! Ana Isabel Pinto

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À nossa volta Tragédia na minha aldeia

Numa triste sexta-feira invernosa, aconteceu uma tragédia em Alvações do Corgo, que é a minha terra. Ao fim da tarde, duas crianças e sua mãe perderam a vida. Estavam na cozinha, provavelmente a lanchar ou a ver televisão, quando foram surpreendidos por um desmoronamento de terra enlameada que se abateu sobre a casa onde moravam, não lhes dando hipótese de fugirem. A população ficou em estado de choque, a tristeza é muito grande... A pronta intervenção dos bombeiros não foi suficiente para os salvar, demorando muitas horas para encontrar os corpos, devido às “milhares” de toneladas de terra que foi preciso remover, até os encontrar. Na aldeia, nunca se tinha visto e vivido uma tragédia assim: paredes a caírem, a todo o momento e por todo o lado. As máquinas a tentarem limpar, aqui e ali, as estradas, durante toda a noite, para as ambulâncias poderem circular. A confusão aumentou, quando por volta da meianoite caiu um muro em frente de uma casa, deixandoa pendurada. A população gritava por todo o lado ... temia-se o pior... o pânico caiu sobre a aldeia. Ninguém conseguiu dormir, com medo de mais tragédias. Na aldeia os prejuízos são incalculáveis, muitas paredes caídas, muitas vinhas destruídas, e o pior... uma família desfeita. A tragédia deixou-me em lágrimas, pois três mortes, ou uma que seja, magoa muito o meu coração e certamente o de toda a gente... Daniela Carvalho 5.º 8

Crime Subtil No passado dia 4 de Janeiro, Manuel Subtil acompanhado pelas actual e ex-esposa e mais duas filhas, barricou-se numa casa de banho do edifício da RTP. Para além dos familiares, Subtil fez-se acompanhar de uma arma, de uma garrafa de gasolina e de “verylights”. Ameaçando explodir uma alegada bomba, ele pediu cem mil contos para que isso não aconte-

cesse. Tudo isto se deu por causa de uma reportagem feita pela RTP há dez anos, sobre o tipo de negócio que Manuel tinha e - pessoalmente, não sei porquê - o obrigou a fechar. Entretanto, isto foi para tribunal. Passados sete anos a vitória foi atribuída a Manuel Subtil, mas a RTP recorreu da sentença e o caso Subtil ainda hoje anda nos tribunais.

Opiniões Apesar de haver quem o chame herói, há outras pessoas que acham Manuel Subtil perturbado, dado a atitudes um tanto ou quanto duvidosas, como: arrombar portas e apoderar-se de uma loja em Quarteira, e escândalos nas embaixadas e alfândegas portuguesas e agora este. Acho também que não era caso para tal, pois na justiça há casos bem piores, onde os envolvidos não fazem que ele fez. João Pedro Monteiro

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O duelo dos irmãos Sequeira Um dia, dois irmãos que eram muito amigos tiveram uma discussão. Eles ficaram zangados, mas mesmo muito zangados. Eles tinham um terreno que tinha pessegueiros que era dos dois, mas um deles quis dividi-lo e outro não. Então, passados alguns dias, um disse para o outro uma coisa disparatada, que era sacarem de armas e o outro não aceitou. Eles andavam sempre a discutir por causa do terreno e dos pessegueiros. Então eles aceitaram sacar de armas. Eles estavam mesmo com tanta raiva um do outro que chegaram ao ponto de fazer aquilo. Os pais tentaram acalmá-los, mas ninguém os fazia parar. Combinaram o dia do duelo. E assim foi: pegaram nas suas caçadeiras e foram para o sítio combinado. Combinaram que quem morresse deixava tudo ao outro e assim foi. Foi como nos filmes de cowboys. Sacaram das armas e o irmão mais novo matou o mais velho e de seguida matou-se a si próprio. Vítor Pacharo

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Página das Línguas Les Proverbes Français Connaissez-vous les proverbes français? C’est facile! Regardez! 1. Après la pluie, le beau temps. 2. L’habit ne fait pas le moine. 3. Faute de grives, on mangera des merles. 4. Il faut qu’une porte soit ouverte ou fermée. 5. Il faut battre le fer quand il est chaud. 6. Ne dîtes pas: “Fontaine, je ne boirai pas de ton eau”. 7. Il ne faut pas vendre la peau de l’ours avant de l’avoir tué. 8. Paris ne s’est pas fait en un jour. 9. Tous les chemins mènent à Rome. 10. Les petits ruisseax font les grandes rivières. 11. Mieux vaut tard que jamais. 12. Vouloir, c’est pouvoir. 13. Des goûts et des couleurs, il ne faut pas discuter. 14. Plus on est de fous, plus on rit. 15. Il n’y a pas de fumée sans feu. Trabalho colectivo do 6.º 12

Voilà le français... Quelques phrases idiomatiques... Avoir bon bec! – Falar pelos cotovelos! Rire aux éclats! – Rir intensamente; rir com vontade! Elle est très fleur bleue! – Ela é muito romântica! Tomber du ciel! – Cair das núvens! Un froid de canard! – Um frio de rachar; muito frio! C’est tout bête! – É simplicíssimo! Il a la tête près du bonnet! – Ter os nervos à flor da pele! Arriver comme mars en carême! – Vir mesmo a propósito! Avoir une face de carême! – Ter uma cara de enterro; estar pálido! À bon chat, bon rat! – Quem vai à guerra dá e leva! Écrire comme un chat! – Escrever de maneira ilegível! Entre chien et loup! – Ao crepúsculo; ao cair do dia!

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Remuer ciel et terre! – Mover céu e terra; socorrer-se de todos os meios! Être franc comme l’or! – Ser muito sincero! Parler français comme une vache espagnole! – Falar pessimamente francês! Être à la page! – Estar ao corrente; estar actualizado! D’après “Français – phrases idiomatiques” MARIAGRAZIA, Dominici (1997) Lisboa: Editora Replicação Ldª. Trabalho de pesquisa de alunos do 5.º 12: Ana, Daniela, José António e Paula

Arlequim’s story Once upon a time, a very rich countess lived in a big and beautiful castle, in Venice. Every year, at Carnival, she organised a mask ball for everyone in the city. But the countess demanded all quests to dress up. At the party, she elected the best fancy dress. All mothers tried to make beautiful fancy dresses for their children. But Arlequim couldn’t go to the party. He was very poor and his mother didn’t have money to make him a fancy costume. His friends wanted to help him and gave him what they had – pieces of their old clothes. With those pieces, Arlequim’s mother made a beautiful costume for him. She cut them into little pieces and she combined the different colours. With that costume, Arlequim could go to that party. But do you know what happened? Arlequim was the winner. He won the prize for the most beautiful and original costume. And when the countess asked him how he had made such a beautiful costume, he said: – It was made with the kindness of my friends and the good heart of my mother. In CARDOSO, F. (1993) Novas Flores para crianças. 24ª edição. Portugalmundo, traduzido pág. 136/7

Estagiárias do 6.º 4


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Curiosidades O Começo do Universo

Há muitos milhares de milhões de anos, mesmo antes do sol se ter formado, existiram no universo várias gerações de estrelas resultantes de uma explosão inicial, a qual se chamou Big-Bang. Cada uma dessas estrelas continham elementos químicos que se iam transformando o que levava as estrelas, no final da sua vida a explodirem, espalhando esses elementos por todo o universo. Essas explosões fizeram com que elementos leves, poeiras e gases formassem conjuntos de corpos celestes chamados galáxias. Numa dessas galáxias, de estrutura espiral, uma nublosa começou a condensar-se, por acção da gravidade. Esta nublosa foi -se tornando mais quente e espessa e sob o efeito da sua contracção gravitacional atraiu para o centro o aglomerado da matéria, enquanto o resto do gás e da poeira iam adquirindo progressivamente a forma de um disco achatado em rotação. Há cerca de 5 mil milhões de anos na parte central dessa nublosa, a mais quente e densa, começou a condensar-se uma estrela, o Sol. Sucessivas reacções nucleares ocorridas no centro dessa massa solar libertaram substâncias, diminuíram a luminosidade e arrefeceram a matéria. Deste modo, formaram-se pequenas partículas sólidas. Mais tarde, por acreção ( captura de matéria por um astro sob o efeito da gravidade ) as pequenas partículas agregaram-se originando planetóides que podiam atingir dimensões quilométricas e orbitaram continuamente em torno da massa central, o Sol. Estava em formação o Sistema Solar. E os outrora pequenos agregados de matéria transformaram-se em embriões planetários cresceram e deram origem aos planetas do Sistema Solar, ainda hoje a orbitarem em torno do Sol. Bibliografia: “ A Terra e o Sistema Solar “ Porto Editora Multimédia Miguel José Vaz

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fim de malharem, apanhavam as espigas para dar ao gado. Hoje em dia bastam quatro pessoas, que são: a primeira para deitar os sacos para cima do tractor; a segunda para cortar as guitas aos sacos; a terceira para despejar os sacos para o buraco e a quarta para apanhar as espigas, para dar aos animais. Hugo Lourinho

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LUDWIG VAN BEETHOVEN (1770-1827) O pai de Beethoven, cantor da capela do príncipe, queria que o seu filho fosse músico. Ele mandou-o aprender a tocar piano, órgão e violino.

O senhor Beethoven acordava o filho para que ele estudasse violino.

Ludwig deu o seu primeiro concerto quando tinha oito anos.

Depois, tocou órgão e violino com a orquestra da corte.

Após tornar-se músico da corte, Beethoven teve que se vestir de forma elegante.

Até Mozart admirava o talento de Beethoven, na época com dezasseis anos de idade.

Beethoven compôs uma sinfonia em honra de Bonaparte.

A Malha do Milho Antigamente, para malhar o milho, juntavam-se algumas pessoas em volta de um monte de espigas de milho e começavam a separar o milho das espigas. Depois, a quem calhava o milho-rei tinha de pagar um garrafão de vinho a toda a gente (coisa que hoje não se faz, porque há máquinas mais modernas). Ao

Beethoven tinha muito sucesso. Infelizmente, ficou surdo.

Beethoven já não podia tocar piano. Ele compôs até ao dia em que ficou doente, depois de ter apanhado uma gripe.


Passatempos

Palavras cruzadas

Completa os crucigramas:

1

19

1

1

2

1 N

L

3 2

4

3

2 A

5

D

J

O

3

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4

T

N

7 8

5

1- Rei da segunda dinastia (muito pouco tempo). 2- Feito português desde 1415 até 1500. 3- Nome de um dos descobridores da Madeira. 4- Nome da palavra atrás de Tordesilhas. 5- Ilha Portuguesa. 6- Nome de uma classe social. 7- Uma feitoria (local de comércio). 8- Terra descoberta pelos Portugueses no reinado de D. Manuel I.

A

HORIZONTAIS: 1- sinónimo de importante; 2- sinónimo de esfarrapado; 3- antónimo de cá; 4- antónimo de normal, 5 - antónimo de preguiçoso. VERTICAIS: 1- nome de festa; 2- antónimo de artificial; 3- o mesmo que vaidoso. 2

2

5 E

Pedro Loureiro

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1 3

Adivinha a seguinte mensagem descobrindo as respectivas letras correspondentes aos símbolos: CÓDIGO:

1 I

M

R

H

Z

2

3

4

R

A

VERTICAIS: 1- dá pinhas; 2- nome da cidade onde nasceu Jesus; 3- cidade do Norte de Israel onde viveu Jesus.

É Egídio e Maurício Pina 6.º 5

MENSAGEM:

Descobre o nome das terras portuguesas, através deste desenho.

Cristina Saavedra e Joana Correia 6.º 5

HORIZONTAIS: 1- difundir luz; 2- nasceu em Belém; 3- caverna natural ou artificial; 4- sinónimo de adorar; 5- animal que aqueceu Jesus.

Luís Miguel Sousa 6.º 6


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Passatempos Vê se sabes....

Um passeio à Serra da Estrela? Excelente ideia! Mas antes de calçares as luvas e as botas, tenta, primeiro, acertar nas respostas correctas a estas perguntas. E vê lá se não “escorregas”... 1 - A Serra da Estrela é a montanha mais alta de Portugal? a) Depende. Porque no Verão, a neve derrete toda e a serra fica mais baixinha. b) Sim. Até é mais alta que os Himalaias. c) Não. O Pico da Ilha do Pico (Açores) é ainda mais alto. 2 - A Serra da Estrela deu também o seu nome a: a) Um dos utensílios de carpintaria. b) Uma galáxia situada a grande altitude. c) Uma raça de cães. 3 - Uma das mais belas povoações da região da Serra da Estrela é: a) Manteigas. b) Margarinas. c) Iogurtes simples. 4 - A neve é apenas: a) algodão proveniente do pólo norte. b) água congelada que cai em flocos. c) raspas de gelo que os esquimós atiram para o ar quando ficam zangados. 5 - A Serra da Estrela fica situada: a) no centro de Portugal. b) ali para os lados do Massachussets. c) depois de passar o primeiro cruzamento é sempre em frente até aos semáforos. A seguir, vira-se na segunda rua à esquerda e segue-se sempre em frente, depois á direita e novamente á esquerda e ... é por aí. 6 - Quem for à Serra da Estrela, no Inverno, deve precaver-se com: a) roupa quente e impermeável. b) rações de combate. c) barcos salva-vidas. 7 - Por vezes, os montanhistas, quando sobem uma montanha, atam cordas uns aos outros para: a) ninguém poder fugir sem pagar ao guia. b) se uma pessoa cair, as outras a segurarem. c) brincar aos índios e cowboys, logo que chegarem ao topo. 8 - Na Serra da Estrela, podes praticar alguns desportos divertidos, como por exemplo: a) pesca submarina. b) esqui. c) tiro aos queijos. 9 - E, por falar em queijos, como se chama o famosíssimo queijo desta região? a) queijo da Serra. b) queijo fresco. c) Mousse de chocolate. 10 - Na Serra de Estrela, nasce ainda o maior rio de Portugal, que é o: a) Amazonas. b) Mondego. c) Nilo azul. Luís Miguel Osório 6.º 6


Número de Abril de 2001