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BUDDY, com Járdina e Misael

DÓDI, com Miriam e Jean

DUG, com Ronaldo

FRIDA, com sua madrinha Rosali

Setembro 2016 - Ano 1 - Nº 10 - Distribuição gratuita - Circulação mensal BELLA, com Magali Fumagali

BABUSKO, com Marion

HEIDI, com Júnior Sperandio

JACK, com Tatiane

JAY-Z, com Binha Gonçalves

KATE MIDDLETON HELDT, com Roseli

KOB, com Geovane Gregory

LESSIE, com Leonardo

LICI, com Renata Machado

LOGAN, com Michele Silva


PROTETORES

A emocionante história de Rubio peludinhos do vale

prot nh Fones: 9299.7769 9208.5042

associaçãobichinhocarente

alemdas7vidas OndaaNH Quando a aeromoça alemã Olivia Sievers, desembarcou em Buenos Aires, na Argentina, no início de 2016, não imaginou que um pequeno gesto de carinho, mudaria tanto a sua vida. A caminho do hotel em que sempre se hospedava, Olivia se deparou com um belo vira-lata, de porte médio, com uma cara prá lá de simpática, que perambulava pelas ruas, em busca de comida, amor e carinho. Ele veio de encontro a ela, que prontamente lhe ofereceu água e comida e um cobertor da companhia aérea, fez carinhos, deu-lhe atenção que ele de pronto retribuiu. Por causa disso, ele passou a segui-la por toda a cidade, até chegarem a porta do hotel onde tiveram de se separar. Olivia pensou nunca mais rever seu novo amigo. Mas no dia seguinte, pela manhã, ele estava lá, esperando em frente à porta, para um passeio que se tornou habitual. Ela então, decidiu chamá-lo de Rubio. O trabalho de Olivia fazia com que ela estivesse sempre em viagem entre Argentina e Alemanhã, mas mesmo com várias idas e vindas, ele sempre a reencontrava, pois passou a ficar sempre próximo ao hotel. Da parte dele, foi amor à primeira vista e sempre que ela voltava à cidade, lá estava ele, esperando alegremente. O afeto de Olivia pelo Rubio só crescia, mas como morava fora, resolveu encontrar uma família que ficasse com ele, que o adotasse. Entrou em contato com o grupo local de resgate animal “Mascotas Puerto Madero Adopciones Responsables”, que ajudou Rubio a ser adotado por uma família local. Final feliz? Nããão! Rubio acabou fugindo e retornando a esperá-la em frente ao hotel. Depois de vários meses, Olivia não resistiu e decidiu adotar Rubio. O mesmo grupo a ajudou a providenciar a ida dele para a cidade de Hameln, na Alemanha, onde hoje eles vivem, finalmente, felizes para sempre.

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projetopatasepelos Fones 9139.2103 9137.9865 adoção@fucuslindus.org contato@fucuslindus.org

adai ivoti Fone: 9725.8859


Cuidados com suas mascotes DICAS DE SAÚDE

MEL, com Vera Nath

LUNA, com Carol

Tem coisa melhor do que um dia maravilhoso de sol e sair a passear com seu cão? Uma roupa adequada, um tênis confortável e quem sabe um chimarrão? O cão corre feliz pela calçada e canteiros, cheirando tudo à sua volta e levantando a perna a cada três metros. Às vezes você tem de chamá-lo, pois ele quer ir sempre mais longe e você acabou de encontrar um amigo e o papo rola solto. Não há com o que se preocupar, pois ele é muito obediente. Mas, não seria melhor levá-lo na guia? Você argumenta que ele é mansinho, não briga com ninguém, é obediente, etc., etc.

Cena 1 – A tranqüilidade

Cena 3 – A conclusão

E se ele estivesse preso a uma guia? Vocês não estariam chorando e lamentando a perda de um amigão, que poderia ter sido evitada. As cenas aqui descritas chocam, é verdade. Mas é muito previsível a atenção do cão ser alertada por qualquer coisa em movimento, principalmente se for um cachorro de apartamento. Diversas situações se aplicam a um simples passeio com cães sem guia. Todas elas podem ser fatais.

Gatos

Entre um papo e outro, uma rápida olhada para o filhotão solto no gramado e o ato de encher a cuia, vocês ouvem um latido e observam o cão literalmente voar para o outro lado da rua atrás de um gato que acabou de subir numa árvore.

Cena 2 – A tragédia

Uma freada, uma batida seca e um latido de dor. Com o coração na boca, vocês se precipitam em direção ao cachorro inerte. Infelizmente é tarde e o seu amigo acabou de subir aos céus.

Você está tranqüilo com seu gato em seu apartamento. Ele está na janela, mas não há perigo, gatos são ótimos equilibristas e não caem. Certo. Mas hoje ele está entediado olhando um cachorro no pátio do vizinho, lá embaixo. Uma linda borboleta esvoaça a meio metro dele e ele, alerta, quer brincar e dá uma patada em direção do inseto, se desequilibra e... muitos metros abaixo há um gato que partiu. Histórias terríveis, não? A máxima melhor prevenir do que remediar é uma meia verdade: muitas vezes não há o que remediar.

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CURIOSIDADES

Coisas interessantes

CHARLOTTE, com Flávia Alves

Por que os gatos sempre caem em pé? Isso ocorre porque a transmissão das mensagens nervosas entre os olhos, os ouvidos, os músculos e as articulações do gato ocorre tão rapidamente que faz com que o animal tenha um grande equilíbrio. Porém, para que ele caia em pé, é necessário que a queda lhe dê tempo suficiente para retomar o equilíbrio. Quando o gato cai, os olhos e os ouvidos enviam ao cérebro uma mensagem sobre a posição da cabeça em relação ao solo. O cérebro responde com comandos para os músculos, que corrigem a postura da cabeça e alinham o corpo do animal. "Isso tudo acontece em frações de segundo e o gato chega ao solo com as patas para baixo, pronto para absorver o impacto", disse a veterinária Márcia Lima de Oliveira. Segundo ela, a elasticidade dos ossos dos gatos é apenas 1/10 menor do que a da borracha. Por isso, se um gato cair do 10º andar de um prédio, tem 90% de chance de sobreviver. Nos humanos, essa taxa cai para 10%.

Por que os mosquitos zumbem nas nossas orelhas? Nada mais chato do que um mosquito zumbindo no nosso ouvido quando estamos tentando dormir. Mas por que eles fazem isso? O biólogo e professor da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), no Rio Grande do Sul, Milton Strieder, afirma que não há explicação científica para o inseto atacar a região do corpo onde fica a orelha. "O que sabemos é que o mosquito é atraído pelo gás carbônico liberado pelo homem por meio do nariz", explica o

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especialista. Para ele, o local da picada está diretamente ligado à nossa respiração, por isso, ele pode rondar as nossas orelhas. O biólogo explicou que o inseto é capaz de encontrar uma pessoa em qualquer área de um quarto escuro por causa dessa capacidade de percepção química, seja qual for a estação climática.

Por que os cachorros ficam dando voltas antes de deitar? Isso é comum a todos os cães. Daniel Svevo, veterinário e consultor da Cão Cidadão, explica que esta atitude dos cães foi herdada de seus ancestrais, que usavam essas voltinhas como estratégia de sobrevivência. Eles giravam para sentir a direção do vento, que poderia espalhar o cheiro de seu corpo e, então, para se defender, deitavam em uma posição que permitisse perceber a aproximação de algum predador. Hoje este comportamento é apenas instintivo e já nasce com o cão. Sua genética está programada para isso, embora ele não precise mais deste artifício. Várias outras ações não apresentam função atualmente, mas são realizadas por instinto. O cachorro levanta a pata para fazer xixi, por exemplo, como forma de demarcar território e mostrar que é superior ao outro. Quanto mais alto o cão conseguir levar sua urina, mais forte ele é percebido pelos outros cães. Esse comportamento é mais comum nos machos, mas, de acordo com Daniel, algumas cadelas também podem levantar a pata ao urinar. Raspar a pata no chão é outra maneira do animal dizer "este lugar me pertence". Suas glândulas de suor se concentram nas patas. Por isso, ao rasparem determinado lugar estão reservando o espaço com o cheiro de seu corpo.

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DADY e TATA, com Déia Aguiar


Microchip: identifique seu amigo TECNOLOGIAS

MILU, com Luana Lautert

DUDI, com Juliana Wickert

A maior angústia de um humano é pensar que seu amigo de quatro patas possa se perder ou ser furtado. Pior ainda, é saber que mesmo resgatado, ninguém vai saber onde é sua casa e quem é seu responsável. Para identificá-lo, pode-se recorrer a métodos não tão seguros, como coleira de identificação ou tatuagem, este último um tanto dolorido para o nosso amiguinho. Por isso a aplicação de microchip está se tornando o método preferido de identificação permanente do animal, para um número cada vez maior de proprietários, e obrigatório em alguns países, além de ser rápido, simples e barato. O microchip é um dispositivo muito pequeno, quase do mesmo tamanho de um grão de arroz, que pode ser inserido por meio de injeção subcutânea na parte dorsal do pescoço. Esse procedimento é rápido e semelhante às vacinações de seu filhote e, uma vez inserido o chip, seu animal de estimação não notará sua presença. O chip por si só contém um código exclusivo que pode ser detectado com o uso de uma espécie de scanner manual ou leitor portátil, quando passado sobre o animal de estimação. Cada código é registrado em um banco de dados, juntamente com detalhes sobre o bichinho

e o proprietário. Ter seu animal de estimação com microchip significa que ele sempre poderá ser rastreado de volta ao seu proprietário. Se esse animal se perder ou for levado para alguma clínica veterinária, centro de resgate, posto policial ou abrigo, ele será “escaneado” para verificar a presença de algum microchip. Isso permitirá a identificação e o retorno imediato do animal a você, poupando-o da angústia de se preocupar e buscar por seu animal de estimação. Além disso, se ele tiver se machucado enquanto estava distante de você, o microchip permitirá que o veterinário saiba que ele tem um dono e entrará em contato com você imediatamente, para discutir as decisões críticas sobre o tratamento. “Garantir que seu animal de estimação possa ser identificado faz parte de uma posse responsável; assim, a aplicação de microchip oferece uma solução eficaz e confiável, trazendo a você mais tranquilidade”. Para mais informações, fale com seu veterinário. http://www.royalcanin.com.br/

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AS ORIGENS

Sphynx: origem e história da raça

No ano de 1966, uma gata deu à luz, em uma propriedade rural em Ontário no Canadá, a uma ninhada, onde um dos filhotes nasceu totalmente sem pelos. Na ninhada seguinte voltou a acontecer o mesmo. A partir daí, estes gatos deram origem a uma nova raça que começaram a ser conhecidos como Moon Cats, em seguida como Canadian naked (pelados canadenses) e finalmente como Sphynx, o nome que é adotado internacionalmente hoje em dia. A principal característica do gato da raça Sphynx, está na cara, ou melhor, na pele: seu corpo não tem pelos e a sua pele é enrugada. Na verdade, o corpo dele é coberto com uma pelagem quase que invisível o que torna esta raça uma das mais exóticos e diferenciados do mundo. Para se ter ideia, nos Estados Unidos ele foi apelidado de ET e a banda de rock Aerosmith se aproveitou desta imagem e o reproduziu em camisetas do grupo e encartes de seus discos. Devido a este visual totalmente diferente, o Sphynx está longe de agradar a maior parte das pessoas, que preferem sempre gatos mais peludos e atraentes. Por outro lado, se destaca pelo temperamento amável e carinhoso, conhecido Pelado Canadense. É ativo, leal e, sem dúvida muito inteligen-

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te. Os gatos da raça Sphynx são sociáveis, dóceis, capazes de brincar sem demonstrarem nenhum traço de agressividade. A pele desse bichano é quente e delicada ao toque, no calor ela transpira e pode sofrer queimaduras e alguns cuidados são importantes: a “escovação” diária com um pano úmido é indicada, removendo assim o suor de seu corpo. Banhos ocasionais podem ser dados, mas o excesso pode deixar sua pele oleosa. É consideravelmente saudável, mas mais suscetível a mudanças climáticas. Por causa disso, esse gato não deve sair de casa ou ficar muito tempo exposto a luz solar. A ausência de bigodes, o torna muito desajeitado, às vezes não consegue subir em lugares altos, se desequilibrando facilmente. Dizem dele, que é macaco, cão, criança e gato misturados. Ou seja, gostam de acrobacias, são leais e seguem os humanos para todo o lado, de cauda levantada e felizes da vida. Estão sempre requisitando a atenção dos donos. Nossa sugestão: você gosta de gatos, mas não simpatiza com o “pelado”? Pegue um no colo por alguns minutos. Com certeza, neste pequeno espaço de tempo você vai mudar de ideia.

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Saiba mais em: blogdogato.com.br

BOB, com Leticia de Faria Barreto


BEETHOVEN, DUQUESA, SCOOBY E DOLLY, com Henry

MILLY, com Kamila Paes

Crianças com maior maturidade motora, que andam e se movimentam com facilidade, já podem ter um animal de estimação. Quando a criança já consegue fazer isso, costuma ter também um bom grau de entendimento de regras e ordens. Pode-se dizer que a idade ideal seria a partir de quatro anos, porque as crianças já entendem melhor a situação e tratam o novo bichinho como parte da família. Se você, por acaso, já tem um animal de estimação que vai conviver com seu filho recém-nascido, então mantenha as vacinas dele em dia e não deixe os dois ficarem sozinhos no mesmo ambiente. No entanto, deixe que o bichinho conheça o novo membro da família e se acostume com seu cheiro. Quando seu filho já tiver tomado as próprias vacinas, você pode deixá-lo mais próximo do animal de estimação, mas sempre com supervisão!

E nesta relação entre a vida e a morte que o animal de estimação tem um papel muito importante, a criança aprende a lidar com a perda, com a dor.

Relacionamento

A partir da convivência com animais, a criança aprende a se relacionar com as outras pessoas, desenvolvendo a sensibilidade, a observação, a compreensão e os sentimentos de solidariedade, generosidade, zelo, afeto, carinho e respeito.

Desenvolvimento físico

Os animaizinhos também podem ser fortes aliados no desenvolvimento físico das crianças através de brincadeiras e exercícios. Os cães, por exemplo, exigem caminhadas diárias, isso pode incitar a criança a fazer passeios e jogos ao ar livre.

Saúde

Ter um animal requer cuidados e estes cuidados, orientados pelo adulto, estimulam a autonomia e a responsabilidade. Cuidar da limpeza do bichinho e do seu habitat, cuidar da sua alimentação, medicá-lo quando necessário, também favorece o desenvolvimento do vínculo afetivo e a lidar com os mais diversos sentimentos, da frustração à alegria e até a morte.

Além do afeto, os animais também podem produzir outros benefícios para a saúde. As terapias assistidas por animais são capazes de promover melhoras físicas, sociais, emocionais e cognitivas humanas. Os animais são indicados para pessoas com deficiências sensoriais (cegos e surdos), dificuldades de coordenação motora (ataxia), atrofias musculares, paralisia cerebral, autistas, portadores de Síndrome de Down, distúrbios comportamentais e outras afecções.

PINGO, com Janine Grun

PORTHOS, com Athos Arnold

Responsabilidade

TODDY, com Lucca Fröhlich

COISAS DE CRIANÇA

Qual é a idade ideal para a criança ter um PET?

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Gostou da nossa galeria? Mande a foto de seu amiguinho para nós. Vamos adorar! E-mail: bichosdeestimacao@outlook.com YAYÁ, com Franciele

THOR, com Agnes e Giovani

SPIKE, com Paula

SIMON, com Ana e Vinicius

MEG, com Cleusa e Zalo

SAORI, com Alexandre e Tatiane

RUDER, com Christofer e Patricia

PRETINHA, com Eduardo

POLY, com Richard e Carol

PITOCO, com Vô Darci

PEDRITA, com Patricia e Daniele

PANDA, com Ricardo e Rossana

PACO e DUFFY, com Lito

NINA, com Deise

MUTTLEY, com Vander

MOZART, com Cleo e Julia

MILA, com Jara e Sílvia

MENINA, com Eduardo e Carlen

Redação e imagens: Gilberto Winter Criação e Arte-final: Sandra C. Alcantara E-mail: bichosdeestimacao@outlook.com Facebook: Bichos de Estimação Fone: (51) 8456.4614 Fotos: Arquivos pessoais

BICHOS DE ESTIMAÇÃO | Ano 1 | Nº 10  

Aqui temos a continuação da Revista BICHOS DE ESTIMAÇÃO - que circulou no Vale do Sinos/RS.

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