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JOCKEY, com Ana Paula

LAIKA, com Ivone Silvestrin

LANA, com Carlos e Flávia

AS TRIGÊMEAS, com Diandra Saldanha

Outubro 2016 - Ano 1 - Nº 11 - Distribuição gratuita - Circulação mensal SHEIK, com Rafael e Eduarda Orsi

PIRATA, com Rafaela

MARLEY e LADY, com Dici

MEL, com Ana Paula

DUQUE, com Henry

CANECO e BIBI, com Rejane Wendling

REX e MEG, com Mona Mello

SCOOBY LOO, com David

SPIKE, com Ramona Staudt

THOR, com Ana e Odair

TINA, com Sabrina

TOBI, com Ione Hess

TRUDDY MONK, com Luisa

XIXA, com Lara


O que é ser protetora? PROTETORES

Por Antonia Sousa

peludinhos do vale

prot nh Fones: 9299.7769 9208.5042

associaçãobichinhocarente

alemdas7vidas OndaaNH Ser protetor é viver com o coração na mão todo dia, é ter que muitas vezes fechar os olhos, é chorar baixinho diante de uma situação que não temos como reverter, é viver pedindo ajuda pros amigos, é viver endividado nas clinicas e agropecuárias.... mas é ter uma sensação inexplicável quando a gente vê aquele rabinho abanando quando nos vê e sente que ali ele vai encontrar um pouco de amor e atenção. Mas a situação é muito difícil, pois o ser humano é cada vez mais irresponsável e o número de animais abandonados só aumenta. Lares temporários é um grande problema que nós protetores enfrentamos, por exemplo em Ivoti, cidade linda e prazerosa com aproximadamente 22.000​habitantes, onde temos apenas dois la-

res temporários, isso é triste divulgar para uma comunidade que prega o amor por igual. Me perguntaram o que a gente faz para ser protetor, respondi a gente ama incondicionalmente assim como os animais nos amam.

Fones 9139.2103 9137.9865 adoção@fucuslindus.org contato@fucuslindus.org

adai ivoti Fone: 9725.8859

Caso você queira ser um lar temporário, para estes cãezinhos à espera de um humano para chamar de seu, basta ter um espaço fechado, para que não haja perigo de fuga, um tempinho para cuidar de seu hóspede (alimentar e dar remédios quando necessário) e um CORAÇÃO ENORME QUE QUASE NÃO CABE NO PEITO, entre em contato com as ONGs de proteção e se voluntarize. A ração e os medicamentos correm por nossa conta.

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projetopatasepelos

Bichos de Estimação | Outubro de 2016


(parte 1)

TÁZ e LIMÃO, com Arthur

PAG, com Dani

A castração ainda é um assunto bastante polêmico para os proprietários de animais de estimação. Está associada à imagem de cães e gatos gordos e letárgicos, "cirurgia cruel", "mutilação do animal", etc. É preciso desvendar o que há de falso e verdadeiro sobre a castração e entender bem quando ela é recomendada. "A castração deixa o animal gordo" Falso. A castração pode causar aumento do apetite, mas se a ingestão de alimento for controlada e o dono não ceder às vontades do animal, o peso será mantido. Observa-se que animais castrados quando jovens, antes de completar um ano de vida, apresentam menos sinais de aumento de apetite e menor tendência a se tornarem obesos. A obesidade pós-castração é causada, na maioria das vezes, pelo dono e não pela cirurgia.

DICAS DE SAÚDE

Mitos e verdades sobre a castração

"A castração deixa o animal bobo" Falso. O animal ficará letárgico após a castração apenas se adquirir muito peso. Gordo, ele se cansará facilmente e não terá a mesma disposição. A letargia é consequência da obesidade e não da castração em si. Os animais na fase adulta vão, gradativamente, diminuindo a atividade. Muitos associam erroneamente esse fato à castração. "A castração mutila o animal, é uma cirurgia cruel!" Falso. A cirurgia de castração é simples e rápida e o pós-operatório bastante tranqüilo, principalmente em animais jovens. É utilizada anestesia geral e o animal já está ativo 24 horas após a cirurgia. Não há nenhuma consequência maléfica para o animal que continua a ter vida normal. (Continua na próxima edição)

Outubro de 2016 | Bichos de Estimação

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CURIOSIDADES

Foto: Eva Hernandes

Histórias de gatos

BICHANO, com Euclides Bolognese

Freya e Freyr deuses da fertilidade nórdica

Os gatos eram vikings? Quem observar a imagem de Freya, deusa nórdica do Amor, vai notar que sua carruagem é puxada por dois gatos. Isso só vem a confirmar o que o maior estudo genético de fósseis felinos até agora descobriu. O estudo é da Universidade de Oxford, na Inglaterra, e analisou os DNAs dos fósseis de 209 gatos que viveram entre 15 mil e 3.700 anos atrás - encontrados em sítios arqueológicos da Europa, do Oriente Médio e da África. Alguns foram achados em tumbas do Egito antigo, de cerca de 9.500 anos. Mas alguns dos ossos foram descobertos em um antigo acampamento viking na Alemanha. Analisando o genoma dos gatinhos, os cientistas reconstruíram boa parte da história deles, que iniciou no Oriente Médio, junto com o início da agricultura, onde gatos selvagens, ancestrais dos bichanos, se aproximaram das fazendas atraídos pelos ratos que estavam atrás dos grãos das colheitas. Com o tempo, depois de domesticados, os felinos passaram a fazer parte da tripulação dos navios de mercadores, onde desempenhavam a mesma tarefa: caçar roedores. Quando atracavam, alguns deles saíam e acabavam cruzando com outras espécies de felinos locais, por vezes selvagens, o que gerou filhotes menores e menos agressivos. Milhares de anos depois, com os vikings, os gatos - já muito parecidos com os de hoje em dia - teriam a mesma tarefa: matar ratos a

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bordo dos navios de guerra, além de servir de companheiros dos soldados durante as longas e tediosas viagens. Esses gatos já eram uma espécie completamente diferente daquela inicial, e continuaram com o mesmo DNA de lá para cá. E olha que estamos falando do século 8 aqui - isso mesmo: seu gato tem o DNA dos vikings (ou, pelo menos, dos gatos vikings).

Por que os gatos gritam quando acasalam? Quando uma gata entra no cio, para atrair machos da espécie, ela começa a emitir um miado característico para chamar atenção, afirma o professor Ricardo Vilani, professor da Faculdade de Medicina Veterinária, da Universidade Federal do Paraná (UFPR). A partir daí, o volume de barulho só cresce, acrescenta o professor. Os machos atraídos miam em resposta e se concentram em torno da gata. Inicia-se, então, uma disputa pela fêmea, o que leva os machos a produzirem miados específicos de confronto. Eles são mais ativos à noite, horário que aumentam suas atividades sociais, como a defesa de território e o acasalamento. E é na hora do acasalamento que a sinfonia felina chega ao seu ápice, com os gritos de dor da fêmea, provocados por pequenas estruturas semelhantes a "espinhos" presentes no pênis dos gatos machos. Esses espinhos têm a função de estimular a ovulação da gata no momento certo, aumentando as chances de fecundação.

Bichos de Estimação | Outubro de 2016

AMY, da Márcia Armbrust


Yorkshire Terrier: origem e história da raça AS ORIGENS

PEPPER e BRUMA, da Claudia Laux

GEMA, da Inês Grin

TONINHO, com Norma Reis

Originário da Inglaterra, mais precisamente no condado de York, é resultado do cruzamento entre outros terriers: o Dandie Dinmont e o Skie Terrier – além de ter, possivelmente, alguma intervenção do Maltês. Foi primeiramente batizado de “Terrier Escocês Anão de Pêlo Longo”. Foi criado com o intuito ser um cão bem pequeno e de grande instinto caçador, que fosse ágil e capaz de entrar em tocas para buscar os roedores. Suas características de caçador foram diminuindo com o tempo, no entanto, mesmo não sendo mais um cão de caça, essa espécie já havia conquistado a todos e se popularizado na Inglaterra, até ter seu nome mudado para Yorkshire Terrier e levado para vários outros países. Pelo seu porte, adapta-se a pequenos espaços, são independentes, exigindo pouca companhia, porém tem muita energia. Momentos de descontração com brinquedos e bolinhas já são suficientes e necessários, pois eles estão sempre procurando algo para fazer, podendo se tornar destruidores ou latir muito. Tem sua atenção e sentidos apurados que o fazem perceber qualquer movimentação anormal, e buscar a atenção dos seus donos para o ocorrido. É um cão extremamente amigável com

crianças e pessoas desconhecidas, mas precisa de paciência e treino para se dar bem com outros animais. Ele costuma pesar entre três e cinco quilos. Infelizmente, alguns criadores procurem vender o que chamam de Yorkshire “mini/ micro”, que costumam pesar menos de 2 quilos. Geralmente esses animais, ditos menores do que o padrão, costumam sofrer de problemas genéticos que podem influenciar sua audição, visão, ou ainda os tornar suscetíveis a diversas doenças. Sua pelagem ideal é lisa, macia, longa e muito brilhante. A cor padrão é bicolor – azul aço com peito, pernas e cabeça loiras. Evite ficar muito tempo com o York no colo, porque além dos inconvenientes de acabar danificando o posicionamento da coluna do pet, o cachorro se sente superprotegido e torna-se anti-social, ou seja, um cachorro sem educação, que adora latir sem parar, incomodando todos em sua volta e tornando-se agressivo com estranhos (cães e humanos). O melhor a fazer é deixar o cão passear a maior parte do tempo pelo chão, para que possa viver normalmente, andando, correndo, pulando, brincando, vivendo uma vida normal, o que o fará muito feliz.

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Gostou da nossa galeria? Mande a foto de seu amiguinho para nós. Vamos adorar! E-mail: bichosdeestimacao@outlook.com MARGÔ, com Tanara e Everton

PRETA, com Xaiene e Carlos

GURI, com Saraí Pereira

GUAPO RODOLFO, com Guilherme

GIL, com Dinora Brouwenstyn

FRIDA, com Maiko e Geraldine

FLOR, com Farla e Cláudio

FIVE, com Lidiane Paris

FILÓ, com Gustavo

PEPA, com Thais Deparis

DINHO, com Edite

CHEIK SULTÃO, com Eroni

CHARLENE, com Cláudia

BUD, com Jaque Fuchs

BRAD, com Márcia

BIGODE, com Clarissa Bischoff

BIA, com Daiana Sander

BAUNILHA, com Laura Píffero

Redação e imagens: Gilberto Winter Criação e Arte-final: Sandra C. Alcantara E-mail: bichosdeestimacao@outlook.com Facebook: Bichos de Estimação Fone: (51) 8456.4614 Fotos: Arquivos pessoais

BICHOS DE ESTIMAÇÃO | Ano 1 | Nº 11  

Aqui temos a continuação da Revista BICHOS DE ESTIMAÇÃO - que circulou no Vale do Sinos/RS.

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