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FLOR, com Shelly e Helena

Maio 2017 - Ano 2 - Nº 18 - Distribuição gratuita - Circulação mensal VICKY e FREDY, com Nina e Maria Luíza

LUMA, com Liliam Moraes

PIG, com Elusa

DUQUE, com Rosange

BABALOO, com Camila e Silvana

NEGA, com Fabi

BELA, com Carolina Schemes

BIBIANA, com Milena

BÓRIS, om Denise

CINDY, com Cristine

PIPOCA, com Déia Aguiar

KIARA, com Stefani

LOLITA, com Karine

MANGUINHA, com Luana


Dor, frio e medo! PROTETORES

Senciência é uma palavra que (ainda) não consta no dicionário nem em alguns segmentos do ambiente científico. Segundo um dos maiores estudiosos da consciência animal, Donald Griffin, a comunidade científica parece exigir maiores evidências para aceitar os sentimentos dos animais do que em outras áreas do conhecimento. A senciência, ou a capacidade para sentir, é algo diferente, isto é, a capacidade de receber e reagir a um estímulo de forma consciente, experimentando-o a partir de dentro. Em 2015, a Nova Zelândia e a França modificaram suas legislações, conferindo aos animais o status de seres sencientes, ou seja, retirando-os definitivamente da condição de “coisa”. Alguns países, como a Alemanha, Suíça e Áustria, fazem constar em seus textos legais que animais não são objetos. Estudos comprovam que: 1. Galinhas sentem empatia pelos seus pares, são inteligentes e compreendem o seu mundo. 2. Vacas formam laços sociais e ficam estressadas quando são separadas de seus grupos próximos. 3. Bastam apenas 5 minutos para que uma vaca e o seu bezerro desenvolvam um forte vínculo. 4. Roedores sentem empatia e compaixão pelos seus companheiros, além de apresentarem arrependimento, um comportamento anteriormente pensado ser exclusivamente humano. 5. Peixes sentem dor? Sim, afirma a Ciência. 6. Caranguejos não só sentem dor, como também se lembram dela. 7. Evidências crescentes indicam que os humanos não são os únicos a sofrerem com a perda de entes queridos. O luto é vivenciado por espécies tão diversas como gatos, golfinhos e primatas. 8. Elefantes são observados em rituais funerários. 9. Animais se preocupam com o seu bem-estar, e preocupação excessiva e falta de sono e descanso podem ser nocivos. 10. Chimpanzés desenvolvem sintomas de stress pós-traumático e depressão em experiências laboratoriais. Não queremos que os animais tenham direito a voto, ou à educação, pois estes não fariam nenhum sentido para eles, os direitos fundamentais que queremos estender para todos os animais foram aqueles consagrados como os direitos humanos de primeira geração – os direitos à vida, à liberdade e à integridade física e psíquica. Os direitos animais são assim chamados, porque são direitos morais, que são relevantes não apenas para seres humanos, mas para todos os animais. Leandro Mello

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Bichos de Estimação | Maio de 2017

prot nh Fones: 9299.7769 9208.5042

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ADESTRAMENTO

Você sabe o que é Pet Terapia?

BRUXINHA, com Xaiene

Para evitar confusão, vamos esclarecer que Pet Terapia não significa um animal, cão, gato, ou qualquer outra espécie, receber algum tipo de terapia ou atendimento. Vou tentar ser bem objetivo. Vivemos em tempos difíceis? Sim! Deparamo-nos constantemente com situações desumanas, preconceituosas, desagradáveis e até violentas. Estamos nós, humanos, ficando cada vez mais, menos observadores, sensíveis, cuidadosos, respeitosos, compreensíveis, pacientes e tolerantes? Isso é bem preocupante, você não concorda? Constato então, que estes são alguns adjetivos indispensáveis para a formação de um ser humano. Então, onde se encaixa a Pet Terapia nessa constatação? Para isso vamos lembrar de algumas coisas: animais não mentem, não oprimem, não enganam, não são preconceituosos ou tampouco preocupados com o ter. Quando treinados, se mantêm focados e interessados. Possuindo estas características, entre outras, é claro, surge a ideia de usar pets (cães, gatos) como ferramentas auxiliares no tratamento de adultos e crianças em processo de terapia, e isso é fantástico. Por exemplo: um cão, quando escolhido e preparado por um profissional capacitado e experiente, deve possuir características específicas como, ser extremamente dócil, submisso, sensível e obediente (lembrando que nem todos possuem estas características juntas).

Um cão com essas características pode ser um ótimo estimulador para um adulto ou criança com dificuldades motoras, demonstrando interesse de interação (controlada), independente da condição do adulto ou da criança. Também pode ajudar muito uma criança com problemas na fala, pois os comandos e a demonstração positiva do cão em obedecer, estimula a criança a querer controlar o cão também. Outro exemplo é que ele pode ser um ótimo estimulador para uma criança cega que usando o tato poderá perceber a respiração do cão, o pelo, o nariz úmido, os dentes, o batimento cardíaco, as patas, as unhas e muitas outras coisas através de uma interação controlada. Sem falar que são ótimos companheiros a pessoas solitárias ou sozinhas, estimulando a socialização na hora do passeio. Sem julgamentos ou preconceitos e sempre dispostos a ajudar, animais com as características ideais e bem treinados, podem, em momentos difíceis, com sua pureza e alegria nos ajudar como bálsamos ou parceiros em muito problemas. Isso é Pet Terapia. Raphael Piccoli, Adestrador especialista em obediência e comportamento canino; Pet Terapeuta na APAE/ Ivoti e apresentador do programa Meu amigo é o Bicho (canal 14 da Net Vale TV) Facebook: Adestrador Raphael Piccoli Instagran: @adestradoraphaelpiccoli

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AS ORIGENS

Abissínio: origem e história da raça

TOBINHO, com Ale Kika Fleck

Apesar da verdadeira origem do gato Abissínio estar cercada de incertezas, assim como tantas outras raças de gatos, esta é uma das mais antigas raças felinas. provavelmente originária da região da antiga Abissínia, hoje Etiópia, razão para o nome da raça. Antigas lendas sugerem que a raça pode ter nascido no Egito, às margens do Rio Nilo. A lenda conta que Ramsés II, que foi o terceiro Faraó da 19ª dinastia egípcia, teria levado ao Egito um grupo de gatos ofertados pelo rei da Abissínia. Esse grupo de felinos teria então dado origem à raça. O primeiro gato Abissínio foi levado da Etiópia para a Grã-Bretanha ao final do século 19 e exibido em Londres no ano de 1871. A nova raça foi oficialmente reconhecida na Inglaterra no ano de 1882 e, através de cruzamentos seletivos com o Brittish Shorthair para o aprimoramento genético, o tipo do Abissínio moderno começou a ser fixado. A raça foi reconhecida na América somente no início do século 20, quando foi criado o Abissinian Cat Club, porém a raça sofreu um grande revés na segunda metade do século devido principalmente às duas grandes guerras e à epidemia de leucemia felina que ocorreu nos anos de 1960. Nesse período, o gato Abissínio quase desapareceu, mas após esses períodos difíceis a raça voltou a ser uma das mais conhecidas e apreciadas raças de pelo curto. Semelhante a um mini puma, possui corpo

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médio longo, elegante, firme, flexível, musculoso e esbelto. Sua cauda é longa e afilada na ponta; cabeça em forma de cunha; orelhas grandes, largas e separadas, com pontas arredondadas e com pelagem interna. Olhos expressivos, ligeiramente amendoados e bem separados; a cor dos olhos tem que ser intensa: amarelo ouro, verde ou âmbar. Possui pelagem curta, de textura fina e suave. Inteligente, aprende com facilidade o que lhe é ensinado. Afetuoso e destemido, está sempre disposto a brincadeiras; dócil, convive pacificamente com outros animais domésticos. Geralmente mia pouco e adora brincar com água.

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Informe Publicitário

Vida Animal Farmácia Veterinária de Manipulação Primeira farmácia veterinária de manipulação do Rio Grande do Sul inaugura em Novo Hamburgo, laboratório exclusivo para manipulação de citostáticos.

VITRINE

Inovadora em sua área de atuação, a Vida Animal Farmácia Veterinária de Manipulação foi a primeira a obter licença para formular medicamentos exclusivamente para animais de companhia no Rio Grande do Sul. A empresa se especializou em oferecer os melhores produtos na área veterinária, com registro do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). A Vida Animal atua desde 2004 no mercado gaúcho e nacional e é formada por profissionais farmacêuticos com experiência desde 1994 neste setor, além da prática de muitos anos no mercado para uso humano.

A estrutura da Vida Animal conta com um quadro de profissionais aptos a dar o respaldo técnico-científico ao médico veterinário, quanto à forma farmacêutica, associações de medicamentos, novas matérias-primas, entre outras necessidades. A meta é atender as solicitações dos médicos veterinários e tutores, formulando cada prescrição de acordo com a raça, peso e idade do animal. Todas estas opções podem ser realizadas com formas palatáveis para facilitar a aceitação do animal ao medicamento.

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Gostou da nossa galeria? Mande a foto de seu amiguinho para nós. Vamos adorar! E-mail: bichosdeestimacao@outlook.com BRISA, com Mauricio

FRIDA, com Amanda

CAMENA, com Kayanne Braga

ZEUS, com Rodaika e Rodrigo

EIKE, com Cristiano

LILÁ, com Lissa, Louise e Laís

LUCI, com Andressa

MAYA, com Natália e Márcio

NICKY, com Mirna e LUNA, com Lisiane

NINA, com Vinicius e Larissa

ONOFRE, com Rafael, Gabriel e Deise

SUNSHINE, com Ana Flora

THEO, com Cristiane

THOR, com Tatiana e Roberto

TRATOR, com Gabrieli e Yuri

BÓRIS, com Samuel e Liziane

PRETINHA, com Carlos

NENÊ, GURIZINHO e FIONNA, Adriana e César

Redação, revisão e fotos: Gilberto Winter Criação, redação e arte-final: Sandra C. Alcantara E-mail: bichosdeestimacao@outlook.com Facebook: Bichos de Estimação Fone: (51) 98456.4614 Fotos: Arquivos pessoais

BICHOS DE ESTIMAÇÃO | Ano 2 | Nº 18  

Aqui temos a continuação da Revista BICHOS DE ESTIMAÇÃO - que circulou no Vale do Sinos/RS­­

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