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ANGRA, com Renata Machado

APOLO, com Isabel e Anderson

AYSHA, com Sara Kunzler

BIA, com Rafael, Habitzreiter

BIBA, com Daniel

BISCOITO, com Iraci

Julho 2016 - Ano 1 - Nº 8 - Distribuição gratuita - Circulação mensal

BONI, com Cássia Almeida

BRUNO, com José Barros

CHANNEL, com Camila e Jeison

CIÇA, com Elodir Stacke

CRISTAL, com Deise e Raissa

DARA, com Caroline Richardt

DOROTHY, com Viviane Lauck

DRISS, com Lucas Bolico

DYLAN,, com Mário Pedroso

GUCCI, com Joice Schuler

HINATA, com Aline Borosky

JORGE, com Isadora Garcia


PROTETORES

Dia 20 de julho: dia do amigo!

PAULINHO CAFÉ MAYZENA PASSARINHO, com Marciano Schmitz

O Dia do Amigo é comemorado em três datas distintas. Há quem comemore a data no dia 18 de abril, outros no dia 30 de julho, o Dia Internacional da Amizade, designado pela Assembleia Geral das Nações Unidas em 27 de abril de 2011. Porém, foi em 20 de julho de 1969, no auge da Guerra Fria, quando o homem finalmente conseguiu aterrissar na Lua, que o médico argentino Enrique Ernesto Febbraro decidiu se mobilizar para a criação da data. Febbraro enviou cerca de quatro mil cartas em diversos idiomas para amigos de todo o mundo, dizendo que a conquista do espaço era "um feito que demonstra que se o homem se unir com seus semelhantes, não há objetivos impossíveis". Mas nada mais clássico nos vem à mente, quando o assunto é amizade e lealdade, do que os nossos adoráveis bichos de estimação. Eles

são, muitas vezes, nossos amigos mais próximos e fiéis. Sabemos por isso, que eles são e estão bem amparados. Mas que tal aproveitar a data para fazer uma visita ou doação para estes amiguinhos que não tem um humano para chamar de seu? Você pode levar para eles, além de carinho, doações de roupinhas, ração, caminhas, jornais ou um brinquedinho. Com certeza você será bem recebido e terá a gratidão destes pequenos que tanto precisam da nossa cooperação. Procure uma ONG que precisa de ajuda permanente. Se não souber, contate as que estamos divulgando no rodapé desta página.

A compaixão pelos animais está intimamente ligada à bondade de caráter. Quem é cruel com os animais não pode ser um bom homem. Arthur Schopenhauer prot nh Fones: 9299.7769/ 9208.5042 projetopatasepelos

peludinhos do vale

associaçãobichinhocarente alemdas7vidas

Fones 9139.2103/ 9137.9865 adoção@fucuslindus.org / contato@fucuslindus.org

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Bichos de Estimação | Julho de 2016

OndaaNH

BELINHA, com Eliana Weber


Perdi meu cão! E agora, o que fazer? DICAS

VÉIA, com Cassiane Chazan

Não há medo maior para um humano do que a perda ou o desaparecimento de seu cão, gato ou qualquer que seja seu amigo de estimação. E isso não é uma coisa impossível de acontecer. Por isto, a importância da Identificação para eles. O jeito mais barato e eficaz de fazer isso é através de plaquinhas de identificação penduradas na coleira. Gravando na placa o nome e o telefone do proprietário, fica bem fácil devolver um cão/gato perdido. Há outros métodos, microchipagem ou tatuagem, mas este continua sendo o modo mais fácil. Mas, se você achou um animal perdido... Quando o animal não tem identificação fica mais difícil, e às vezes impossível, o seu retorno para casa. Quem acha um cão perdido deve comunicar às clínicas veterinárias e pet shops das imediações, pois o cão provavelmente será

cliente de uma delas. Outra alternativa é fazer uma foto e postar nas redes sociais, informando onde e quando você encontrou o animalzinho perdido. Se possível com um fone de contato, caso ele esteja sob sua custódia.

Quem perdeu Contate todas as clínicas veterinárias e pet shops do bairro e redondezas. Quem acha um cão perdido normalmente se dirige a um desses lugares para deixar o animal, obter informações ou tratá-lo, em caso de acidentes (atropelamentos, p.ex.). Faixas, cartazes em locais públicos como bares, supermercados e bancas de jornal, são um bom caminho para que a pessoa que achou o cão possa saber como devolvê-lo. Também aqui, uma alternativa, são as redes sociais. Avise seus contatos da perda do seu pet, divulgue fotos e pesquise em páginas específicas sobre animais perdidos. Importantíssimo: Jamais esqueça o portão de sua casa aberto, nem saia de casa com seu cão sem prendê-lo na guia. Quem ama seu cão, cuida!

Julho de 2016 | Bichos de Estimação

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AS ORIGENS

Gato Exótico: origem e história da raça

Exotic Shorthair

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longos períodos de tempo se divertindo com os seus brinquedos, mesmo sozinhos. Mas fique tranquilo, na hora de relaxar e deitar na cama, ele também estará ali, do seu lado. Silenciosos, eles quase não miam, sendo bons para a vida em apartamento. Assim como acontece com o persa, o exótico pode apresentar uma série de problemas respiratórios, bem como roncar bastante, não apenas quando dorme, mas também quando há variações de temperatura, por exemplo. Este tipo de ocorrência é bem mais comum naqueles que possuem um focinho menos alongado, mais próximo aos olhos. De manutenção bem mais fácil do que o seu parente persa, seu pelo requer apenas escovação duas vezes por semana para a retirada dos pelos mortos. Esta raça chegou no Brasil nos anos 1980, e é considerada, de certa forma, rara, já que não existem muitos exemplares. warrenphotographic

O gato exótico, também chamado de gato exótico de pelo curto, possui a aparência do gato persa, mas com os pelos curtos.É dócil, carinhoso e simplesmente ama brincar. É um gato bastante bonito e vistoso. Pesa entre 3,5 e 7 kg, sua pelagem é lisa e macia e sua expectativa de vida é relativamente curta, de 8 a 15 anos. Surgiu nos Estados Unidos, na década de 1960, a partir da mistura entre gatos persas, americanos pelo curto e ingleses pelo curto. A ideia original era obter animais com uma pelagem média, que demandasse menos cuidados do que o persa, mas que tivesse seu temperamento dócil e calmo. Em resumo, os criadores acreditavam que nasceriam gatos com cores de American Shorthair, mas como uma pelagem mais cheia. O que aconteceu, porém, foi a criação de um persa de pelo curto, muitas vezes até arredondado, podendo lembrar um gato cuidadosamente tosado. Meigo, dócil e muito afetivo, costuma ser uma excelente opção para a família – já que gosta de estar perto de seus entes queridos, principalmente crianças. Eles têm várias das características do gato persa, porém tendem a ser mais ativos. Sendo assim, eles preferem conviver em lares animados. Da mesma forma, eles não gostam de ficar sozinhos por muito tempo e não são indicados para famílias que passam o dia inteiro fora de casa. Por conta da sua personalidade divertida, se dá bem com outros animais, sejam eles gatos ou cachorros. Adoram brincar e podem passar

Bichos de Estimação | Julho de 2016

ASTRID, com Dulce


Hierarquia canina CURIOSIDADES

GORDA, com Ana Paula Frota

FRANCISCO, da Marister Kunst

Os primeiros animais a serem domesticados pelo homem foram os lobos, ancestrais dos cães. Eles vivem em alcatéias, onde sua força aumenta e são considerados os mais complexos grupos, na sua forma de organização social entre animais não primatas. Compõem-se de um casal líder de reprodutores, chamados de alfa. Há uma hierarquia própria para machos e fêmeas. Como têm a capacidade de estabelecer ligações afetivas, isso talvez tenha feito com que seus descendentes sejam os melhores amigos do homem. Devido a esta descendência, para os cães não existe um nível de igualdade entre os componentes da matilha. Existe um líder, que não é necessariamente o cão mais forte, mas sim o mais justo. É ele quem vai decidir a hora de caçar, atacar, comer, descansar e, principalmente, é ele quem vai manter a ordem e a paz na matilha. Ele está sempre atento e alerta a qualquer movimento estranho. Essa hierarquia começa a se formar nas brincadeiras dos filhotes. O cãozinho que fica por cima demonstra que é mais forte (dominante), enquanto o mais fraco (submisso) expõe o pescoço e a barriga. Cabe ao dono dos animais reforçar a liderança do atual líder (a não ser que ele já esteja velhinho e/ou aceite que outro fique com a liderança). Para o cão, a família humana é a matilha, seu grupo social, e ele tentará ser o membro dominante – mesmo que seja uma fêmea. O cão irá testar todas as pessoas que vivem com ele, exibindo comportamentos dominantes que muitas vezes não são percebidos. O dono tem que fazer a sua parte, agindo com firmeza, para que a matilha viva em paz. Deve respeitar sempre a seguinte hierarquia: primeiro o dono, depois todas as pessoas da família, o cão mais dominante e por último o cão mais submisso. O dono sempre será o líder da matilha,

não permitindo desafios. Nunca deve deixar que o cão ganhe disputas, especialmente as físicas. Cedendo uma vez, o dono certamente terá muitos aborrecimentos. Estudos de comportamento dos lobos e cães selvagens indicam que a agressão e a violência são exceções; brigas acontecem somente em último caso. Porém, brigas por liderança podem machucar seriamente.

Comportamentos que o dono não deve permitir ao cão: - que o cão, em passeios, ande na frente dele; - que “puxe” a guia; - que coloque as duas patas dianteiras sobre o dono – isso não é um “abraço”, é um desafio: na matilha - subir em outro cão com as patas da frente é um sinal de desafio; - rosnar para o dono ou para os outros membros da família/matilha; - ficar deitado e impedir que o dono passe; - apoiar-se ou colocar a pata sobre o dono; - qualquer atitude agressiva: rosnados ou latidos para qualquer membro da família/matilha; - desobedecer a comandos; - disputar liderança com outro cão.

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Gostou da nossa galeria? Mande a foto de seu amiguinho para nós. Vamos adorar! E-mail: bichosdeestimacao@outlook.com JULIE, com Gabrielle Souza

LADY, com Adrian e Karina

LAILA, com Susi Nascimento

MARGOT, com Mauricio e Mainá

MAYA, com Cassiano e Verônica

MIÁ, com Bruna Martins

MOCINHA, com Sônia e Sérgio

NEGÃO do seu Jonas, com Fernanda

NERO, com Dudu Torres

NINA, com Aline Steffen

PEGGY, com Veridiane Machado

PIPOCA, com Aline

PRETINHO, com Joice

PRETO, com Paula

PRINCESA, com Leandro Meireles

SNOW, com Mari Vaccari

TOBI, com Alexandre Kono

VITÓRIA, com Dalana Pereira

Redação e imagens: Gilberto Winter Criação e Arte-final: Sandra C. Alcantara E-mail: bichosdeestimacao@outlook.com Facebook: Bichos de Estimação Fone: (51) 8456.4614 Fotos: Arquivos pessoais

BICHOS DE ESTIMAÇÃO | Ano 1 | Nº 8  

Aqui temos a continuação da Revista BICHOS DE ESTIMAÇÃO - que circulou no Vale do Sinos/RS.

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