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SASHA, com Eduarda e Eduarda

TOKINHO, com Carlos e Cecília

TOBIAS, com Sabrina Abreu

DODÓ, com Naielly

SNOOPY, com Rafael

VICKY, com Guilherme

Janeiro 2017 - Ano 2 - Nº 14 - Distribuição gratuita - Circulação mensal

RONALDO, com Lisete Holdefer

PIPOCA, com Manuela e Cristian

OLIY, com Gabriela e Natália

JAZZ, com Valentina

MEL, com Jéssica

LUCKY, com Nina Furtado

LARA, com Veridiana e Geison

MARIA, com Lavínia

PÉROLA, com Matheus

NEGRINHA, com Dilvânia e Otávio

THEO, com Jair e Jana

FRIDA, com Mariana


Foto: Joel Vargas/PMPA

PROTETORES

O grande retrocesso de uma cidade prot nh Fones: 9299.7769 9208.5042

peludinhos do vale

associaçãobichinhocarente alemdas7vidas

OndaaNH projetopatasepelos

A extinção da SEDA é um retrocesso sem precedentes para o município e para o país. E engana-se quem acha que é só para os animais, a Seda faz um trabalho importante junto à saúde (zoonose), para a comunidade (controle populacional), para o ser humano (apoio aos acumuladores) ... Porto Alegre foi o primeiro município do Brasil a criar uma Secretaria Especial de Defesa Animal, onde se tratou com seriedade e respeito os animais e aos protetores do município. Ao longo dos 5 anos de existência foram: 28.700 esterilizações realizadas; 18.870 atendimentos clínicos; 1.680 adoções; 8.500 cirurgias de baixa/alta complexidade. O trabalho da SEDA mostrou tanta confiança que o empresário Alexandre Grendene fez a doação de um prédio projetado para ser o primeiro hospital público veterinário do Brasil. A Unidade de Saúde Animal Victória atenderia milhares de famílias de baixa renda, bem como protetores cadastrados e animais de rua. Infelizmente, o novo prefeito de Porto Alegre não vê o assunto como realmente deveria ver, e alegando corte de verbas, contenção de despesas, fez um projeto de lei que extingue a SEDA, projeto esse que foi aprovado na Câmara de Vereadores de Porto Alegre. Estranhamente, na mesma data os próprios vereadores não aprovaram um projeto que extinguiria 30% de cargos de confiança da prefeitura, ou seja a eco-

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nomia que pretendem fazer só é feita no que os convém. É importante protetores se mobilizarem e lutarmos para que a SEDA não acabe, pois sua permanência resultará em benefícios em saúde pública e cidades inclusivas e mais respeito pela causa, trazendo auxílio aos protetores e atendimento aos animas desamparados. PLACAR DA VOTAÇÃO CONTRA A SEDA: Adeli Sell (PT), Cassiá Carpes (PP), Cassio Trogildo (PTB), Cláudio Janta (SD), Comandante Nádia (PMDB), Dr. Goulart (PTB), Dr. Thiago (DEM), Felipe Camozzato (Novo), Idenir Cecchim (PMDB), João Carlos Nedel (PP), Luciano Marcantonio (PTB), Mendes Ribeiro (PMDB), Moisés Maluco do Bem (PSDB), Mônica Leal (PP), Paulo Brum (PTB), Ramiro Rosário (PSDB), Valter Nagelstein (PMDB) A FAVOR DA SEDA: Airto Ferronato (PSB), Aldacir Oliboni (PT), Fernanda Melchionna (PSOL), Marcelo Sgarbossa (PT), Márcio Bins Ely (PDT), Mauro Pinheiro (Rede), Mauro Zacher (PDT), Paulinho Motorista (PSB), Prof. Alex Fraga (PSOL), Professor Wambert Di Lorenzo (PROS), Roberto Robaina (PSOL), Rodrigo Maroni (PR), Sofia Cavedon (PT), Tarciso Flecha Negra (PSD) ABSTENÇÃO: Alvoni Medina (PRB), André Carus (PMDB), João Bosco Vaz (PDT), José Freitas (PRB), Reginaldo Pujol (DEM).

Bichos de Estimação | Janeiro de 2017

Fonte: http://www.anda.jor.br/

Fones: 9139.2103 | 9137.9865 adoção@fucuslindus.org contato@fucuslindus.org

adai ivoti Fone: 9725.8859


DICAS DE SAÚDE

Displasia Coxofemural em cães

MICKEY, da Simone Führ

FRIDA, com Olívia Vargas Jung

A displasia coxofemural é uma doença congênita de crescimento que afeta as articulações coxofemurais e que aparece com mais freqüência nas raças de grande porte e de crescimento rápido, tais como Pastor Alemão, Labrador, Rottweiler e Terranova. Ela geralmente afeta ambas articulações. O acetábulo é mais plano e não possibilita a sustentação da cabeça do fêmur. Esta incorreção entre a cavidade e a cabeça com seus esforços não fisiológicos que são gerados, provocam diversas reações tissulares. O bordo do acetábulo se desenvolve de forma insuficiente ou se achata por transformação, concomitantemente se produz uma transformação na cabeça do fêmur, que também se achata devido á articulação incorreta. Com esta situação são criadas as condições para a sub-luxação do fêmur. Ainda não é totalmente conhecida a etiologia desta doença. Em geral, é atribuída à predisposição genética. É certo que não se trata de uma característica qualitativa determinada por um gene, cuja hereditariedade possa determinar-se pelas leis de Mendel. Porém ela seria determinada por vários genes, onde poderiam atuar também vários fatores ambientais. Segundo pesquisas, a hereditariedade seria responsável por 40% dos casos; também são considerados responsáveis fatores hormonais e de desenvolvimento insuficiente da musculatura dos quadris em relação ao elevado peso corporal e transtornos funcionais do músculo Pectíneo. A importância da displasia está no fato de redundar numa artropatia degenerativa secundária. A insuficiente estabilidade e capacidade de carga das articulações coxofemurais podem inicialmente passar despercebidas. Uma musculatura bem desenvolvida pode determinar compensações de tal maneira que alguns cães, com grandes graves lesões visíveis radiologica-

mente, não manifestem transformações funcionais, ou apenas sintomas leves por muito tempo. Por outro lado, alguns cães com este problema manifestam sintomas entre o 5º e o 9º mês, porém, todos quando a coxoartrose está presente, apresentam atrofia muscular do quadril, passo oscilante, tenso, dificuldade para levantar, sentar ou deitar, mancam logo depois de períodos de repouso. Nos movimentos passivos pode-se observar notável crepitação e a dor se produz sobretudo com a abdução. O diagnóstico é feito pelo achado radiológico, tendo em vista que o achatamento acetabular segue desenvolvendo-se durante o crescimento do esqueleto. Continua na próxima edição

Janeiro de 2017 | Bichos de Estimação

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AS ORIGENS

Oriental Pelo Curto: origem e história da raça

PAG, da Dani

A origem do gato Oriental teve inicio em 1950, na Inglaterra. Alguns criadores de felinos estavam interessados em obter gatos da raça siamês em cores diferentes das existentes, assim promoveram o cruzamento deles com os gatos: Russian Blue (azul russo), British Shorthair, e SRD de pelo curto. Os filhotes resultantes tinham as características dos siameses, exceto pela cor dos pelos. Quando cruzados novamente com siameses, obtiveram-se gatos ainda mais coloridos, mantendo o porte físico e aparência dos siameses. Ao surgir, cada cor chegou a ser classificada como uma raça diferente, porém quando se verificou que havia centenas deles, era inviável classificar cada cor como raça. Assim, todos os gatos com características de siameses, mas com cores fora de seu padrão foram chamados de oriental. O Oriental manteve as mesmas características do Siamês, com algumas pequenas diferenças. Ele possui um corpo bem fino, não chegando a ser de grande de porte, apenas longo e alto. Sua cabeça é longa, de formato levemente triangular, seu focinho fino e as orelhas largas, grandes e bem afastadas, com pontas finas. Seus olhos são de um tamanho médio, sempre

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na cor verde esmeralda ou jade, apenas os de pelo branco tem olhos azuis. Sua pelagem é fina e macia e pesa de 4 a 6 Kg. É brincalhão, afetuoso e calmo, o tipo de felino para quem gosta de brincar e interagir, gosta de miar e faz isso para chamar atenção. Muito fiel a seus donos, gosta de colo e atenção e se mostra apreensivo ou triste com a ausência prolongada dos familiares. Qualquer alteração de comportamento no Oriental, pode indicar o inicio de alguma enfermidade, que deverá ser investigada por um Veterinário.

Bichos de Estimação | Janeiro de 2017

ALEMÃO, com Lorenzo


Como treinar seu cão para andar na guia CURIOSIDADES

LAIKA, com Larissa

Premiar sempre a obediência (com agrados ou petiscos), porém, evite conversar com o cão

CHARLOTE, com Paloma Fontoura

Não há coisa mais agradável do que passear com o nosso pet. Sem duvida nehuma são ótimos companheiros, mas para que não haja transtorno, o melhor é preparar seu cãoozinho para este momento. O ideal é começar em locais de pouco movimento e com passeios curtos. Mas isso depois que você acostumou seu amiguinho com a coleira e a guia. Isso serve para a segurança

Corrija e faça o cão andar sempre com o pescoço na linha da sua perna

Se a guia se mantiver frouxa, faça carinhos breves enquanto isso

Lembre-se sempre, de premiar o comportamento e atitude conveniente, com carinho dele e sua, na rua ele deve manter-se sempre a seu lado. Para isso o adestrador Raphael Picolli dá algumas dicas. O principal é nunca gritar com seu amiguinho, dar comandos simples, e evitar ao máximo conversar com ele. Outra dica é começar com uma cordinha amarrada próximo a cabeça do cão, para que Repreenda de forele entenda bem os co- ma breve o cão, sem mandos dados. usar o nome dele

Evite ser agressivo e ignore a desobediência.

Janeiro de 2017 | Bichos de Estimação

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Gostou da nossa galeria? Mande a foto de seu amiguinho para nós. Vamos adorar! E-mail: bichosdeestimacao@outlook.com NOBRE DA ILHAPA, com Ana Paula Frota

BEL, com Alisson e Jeanne

BELA, com Eduardo Martins

BELL, com Vivian

BIJU, com Anelucy Andrade

BRANCA, com Kátia

CHIQUINHO, com Gabriel e Rosane

CINDY, com Deise

HANNA, com Sayuri Suzuki

BEBÊS, com Rosemari Lissarassa

BARTH, com Joaquim

KHALEESI, com Juliano Becker

LUCY, com Suziane

LULUS, com Priscila Forster

MICKEY, com Patrícia

TOTÓ, com Paola Miyabe

MILEIDY, GURI e BEL, com Bruna

FRIDA, com Cláudio dos Santos

Redação, revisão e fotos: Gilberto Winter Criação, redação e arte-final: Sandra C. Alcantara E-mail: bichosdeestimacao@outlook.com Facebook: Bichos de Estimação Fone: (51) 98456.4614 Fotos: Arquivos pessoais

BICHOS DE ESTIMAÇÃO | Ano 2 | Nº 14  

Aqui temos a continuação da Revista BICHOS DE ESTIMAÇÃO - que circulou no Vale do Sinos/RS

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