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PAG e BILI, com Dani

ATENA, com Maria Carolina

MEGHE, com Pietro e Eduarda

BLACK, com Ana Paula

BRENDA E BART, com Fernanda

BRUTUS, com Liliane e Thiago

Dezembro 2016 - Ano 1 - Nº 13 - Distribuição gratuita - Circulação mensal

BUD, com Kelly

CHICÃO, com Evinha Hernandes

CHOCOLATE, com Genesi

CHORÃO, com Maicky

FIONA, com Dóris

FRIDA, com Ângelo

GUAPO, com Daniela Friedrich

GURIZINHO, com Daniele

KATY e DANI, com Katia

LAILA, com Sofia e William

LIMÃO, com Stefan

MEG, com Lourdes e Luciano


PROTETORES

O que aprendemos com os cães: peludinhos do vale

prot nh Fones: 9299.7769 9208.5042

associaçãobichinhocarente

alemdas7vidas OndaaNH

Se um cão fosse seu professor, você aprenderia coisas como: Quando teus entes queridos chegarem em casa, sempre corra para cumprimentá-los. Nunca deixe passar uma oportunidade de ir passear. Permita que a experiência do ar fresco e do vento, na sua cara, seja de puro êxtase. Tire cochilos. Alongue-se antes de se levantar. Corra, salte e brinque diariamente. Melhore a sua atenção e deixe as pessoas te tocar. Evite morder quando apenas um rosnado seria suficiente. Em dias quentes, deite-se de costas sobre a grama, com as pernas abertas. Em um clima muito quente, beba muita água e deite-se na sombra de uma árvore frondosa. Quando você estiver feliz, dance movendo todo o seu corpo. Delicie-se com a simples alegria de uma longa caminhada. Seja fiel. Nunca pretenda ser algo que não é. Se o que você quer está enterrado... cavoque até encontrar. Quando alguém tenha um mal dia, fique em silêncio, sente-se próximo e suavemente faça-o sentir que está ali... ! Autor desconhecido

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Bichos de Estimação | Novembro de 2016

projetopatasepelos Fones 9139.2103 9137.9865 adoção@fucuslindus.org contato@fucuslindus.org

adai ivoti Fone: 9725.8859


Mitos e verdades sobre a castração

DICAS DE SAÚDE

(última parte)

PEPPER, com Lorenzo Machado

Por que castrar os machos?

Por que castrar as fêmeas?

1. Evitar fugas. 2. Evitar o constrangimento de cães "agarrando" em pernas ou braços de visitas. 3. Evitar demarcação do território (xixi

1. Evitar acasalamentos indesejáveis, principalmente quando se tem um casal de animais de estimação. 2. Evitar câncer em glândulas mamárias na

fora do lugar). 4. Evitar agressividade motivada por excitação sexual constante. 5. Evitar tumores testiculares. 6. Controle populacional, evitando o aumento do número de animais de rua. 7. Evitar a perpetuação de doenças geneticamente transmissíveis como epilepsia, displasia coxo-femural, catarata juvenil, etc.. (em animais que tiveram o diagnóstico dessas e outras doenças). Se levarmos em conta quantas vezes um animal macho terá oportunidade de acasalar durante toda a sua vida reprodutiva, é mais conveniente diminuir sua atração sexual pelas fêmeas, através da castração. O animal "inteiro" excita-se constantemente a cada odor de fêmea no cio, sem que o acasalamento ocorra, ficando irritado e bastante agitado, motivando a fuga de muitos. O dono precisa vencer o preconceito, algo que é inerente aos humanos apenas, e pensar na castração como um benefício para seu animal

fase adulta. 3. Evitar piometra (grave infecção uterina) em fêmeas adultas. 4. Evitar episódios frequentes de "gravidez psicológica" e suas consequências, como infecção das tetas. 5. Evitar cios. 6. Controle populacional, evitando o aumento do número de animais de rua. 7. Evitar a perpetuação de doenças geneticamente transmissíveis como epilepsia, displasia coxo-femural, catarata juvenil, etc.. (em animais que tiveram o diagnóstico dessas e outras doenças) É errado o conceito de que a castração só deve ser feita em cadelas de rua. Se o proprietário não tem intenção de acasalar sua fêmea, seja ela de raça ou não, é desnecessário enfrentar-se cios a cada 6 meses, riscos de gravidez indesejável e, principalmente, de doenças como câncer de mama e piometra. A castração garante uma vida adulta bastante saudável para as fêmeas e bem mais tranquila para os donos.

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AS ORIGENS

Buldogue Francês: origem e história da raça

O Buldogue Francês é uma raça de companhia de pequeno porte, oriunda da França, surgida em Paris por volta de 1880. Vivaz, brincalhão, atlético, alerta, fácil de lidar, esperto, paciente, afetuoso, sociável são alguns dos adjetivos que acompanham estas fofuras, nas cores branco, tigrado e branco, fulvo, tigrado, creme e tigrado escuro. Sua carinha engraçada e seu temperamento divertem as pessoas enormemente, então é difícil passear com um “Frenchie” e suas tão conhecidas orelhas de morcego, sem chamar atenção. Normalmente alegres, companheiros, brincalhões e muito inteligentes, necessitam, acima de tudo, de contato constante com humanos. Suas necessidades de exercícios são mínimas e variam de cão para cão. Eles têm picos de energia durante o dia, mas em geral são cães tranquilos. Os Buldogues não devem viver fora de casa, pois seu sistema de respiração comprometido não os permitem regular suas temperaturas eficientemente. O nível de energia de um Buldogue Francês pode variar de hiperativo e energético até a re-

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laxado e calmo. Mas geralmente é comum que o filhote seja mais ativo até os 12 ou 18 meses, quando se torna efetivamente um adulto e começa a acalmar. Sendo uma raça essencialmente com sangue bull e sangue terrier, não é nenhuma surpresa que problemas podem surgir quando dois cães destas raças se juntam, principalmente quando são do mesmo sexo. Se considerar adicionar um segundo cão à sua família, o conselho é escolher cães de sexo oposto e devem ser socializados desde cedo para se acostumarem. Discreto por natureza, o Buldogue Francês late pouco e, quando o faz, é em tom rouco e baixo. Só se manifesta com latidos quando chegam visitas ou diante de acontecimentos que fujam da rotina. Mesmo assim, histeria não é com ele. Dá o seu aviso e logo se aquieta novamente. Ele até escolhe um dono preferido, mas é festeiro com todos da casa. Não perde uma oportunidade de se aproximar para ganhar um cafuné. Também é de seguir os donos pela casa, oferecendo companhia em tempo integral. O Buldogue é uma sombra.

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MEL, da Juliana Nath

SUZY, com Vitor; KIARA, com Stéfani e CLARINHA, com Emelly


Seu gato precisa arranhar CURIOSIDADES

GUGA, da Ana Hauschild

FRIDA e RUDOLF, com Leandro

O ato de arranhar é uma atividade felina altamente saudável e faz parte da essência de qualquer gato. Da mesma maneira que o gato se lambe todo, no intuito de higienizar-se, ele também precisa arranhar para que suas unhas sejam aparadas. As unhas dos felinos, ao crescerem, formam uma espécie de bainha escameada. Essas películas os incomodam, portanto, a necessidade natural de arranhar, alivia a sua irritação. Como seu gato precisa e vai arranhar alguma coisa, é muito conveniente ensiná-lo, ou melhor, educá-lo a arranhar alguns objetos específicos, os arranhadores para gatos. Há uma infinidade de produtos à disposição, dos mais variados tipos e dos mais variados preços. Como regra principal, o seu gatinho tem que "gostar" do objeto escolhido, ou seja, o gato tem que ser atraído pelo arranhador. A maneira mais eficaz disso acontecer é através de um dispositivo muito prático, conhecido como CatNip, a erva do gato, que possui um princípio ativo chamado nepetalactone, que atrai os feli-

nos. É só esfregar a erva no arranhador para que o seu gato comece, imediatamente, arranhar no local desejado. Da mesma maneira que seu gato se acostuma com o local para fazer suas necessidades fisiológicas, é importante escolher um local definitivo para ser colocado o arranhador, pois quando ele precisar, vai achar facilmente... Os arranhadores para gatos não foram feitos para durarem para sempre, pelo simples motivo de que com o passar do tempo (e dos arranhões) eles se desgastam e se impregnam de sujeiras e cheiros, fazendo com que os felinos passem a repugná-los... Quando notar esse comportamento, é hora de trocar, para a felicidade e saúde de seus amiguinhos. E de sua mobílias, paredes, cortinas, carpetes, etc...

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Gostou da nossa galeria? Mande a foto de seu amiguinho para nós. Vamos adorar! E-mail: bichosdeestimacao@outlook.com ZEUS, com Márcia e Fernando

YUDI, com Valdezir

VICKY, com Maria Luiza

TOKINHO, com Cecília

GAROTO, com Rejane

TAZ, com Renata

SPIKE, com Paula

SLICK e MARLEY, com Deise

RICK, com Helena Sperafico

PRETA, com Elita e Camila

PEPPER, com Anelucy Andrade

PEDRITA, com Maria Caroline

TUCA, com Fabiani Heylmann

NINA, com Arthur e Bárbara

MENINA e BILL, com Carlen

ÁGATHA, com Kymhy e Rafael

THEODORO, com Paula Tondin

BELINHA, com Eduarda

Redação, revisão e fotos: Gilberto Winter Criação, redação e arte-final: Sandra C. Alcantara E-mail: bichosdeestimacao@outlook.com Facebook: Bichos de Estimação Fone: (51) 98456.4614 Fotos: Arquivos pessoais

BICHOS DE ESTIMAÇÃO | Ano 2 | Nº 13  

Aqui temos a continuação da Revista BICHOS DE ESTIMAÇÃO - que circulou no Vale do Sinos/RS

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