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Vai por este céu vazio De esperança Vai minha alma regressar Para os meus ao meu lugar Este chão de todos nós Quando alguém lhe escutar Vai lembrar, vai lembrar a minha voz As preces que deixei quando parti Dando tudo pra não ir Ai, a eternidade

Donizete Galvão “Celebrar é preciso! Quem foi destinado a celebrar, Nasceu, como o minério, do silêncio da pedra...” (Rilke)

Ai, este meu grito Ai, tudo perdido Ai, a esperança o infinito. (“Bachiana Brasileira nº 5, 1ª parte da Ária, Cantilena”, letra David Nasser)

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Plaquete poemas Donizete Galvão - capa  

Plaquete feita por Ana Teresa Marques de Souza por ocasião da missa de sétimo dia do poeta Donizete Galvão.

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