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Velhas Técnicas Novos Conceitos

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Identificação Nome: Velhas técnicas Novos Conceitos (VTNC) Autores: Mestre Zacarias, Mestre Xico Tarefa, Maria da Conceição Gaivão “Concha”, Mafalda Costa, Artevida, Teresa Branquinho, Helena Loermans, Hélder Cavaca e EVOL. Distribuição Geográfica: Município de Fronteira, Alto Alentejo – Portugal. O projecto teve também presença na HauteGreen ’07, em Nova Iorque e em Barcelona no Design+. Data de implementação: 2004

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Levantamento Motivação: O Município de Fronteira vem, desde há largos anos, dando passos no sentido do desenvolvimento das Artes e Ofícios, sendo esta actividade um dos eixos estratégicos de valorização e desenvolvimento do território. O município iniciou esta caminhada há cerca de 10 anos com o objectivo da criação da Aldeia Academia das Artes e Ofícios Tradicionais, entendida como um espaço de criação de riqueza, radicada na capacidade para utilizar conhecimentos tradicionais. As artes tradicionais surgem como uma alternativa à uniformização dos produtos globalizados, promovendo a cultura e a identidade regionais. O objectivo deste projecto passa pela valorização dos produtos artesanais, pela promoção da troca de experiências entre os profissionais e, sobretudo, pelo aumento da qualidade e competitividade do artesanato local.

Apresentando o design soluções sofisticadas e primando pela valorização dos materiais, tal resulta no brotar de uma nova vida para o artesanato, afastando-o da galeria dos “souvenirs” e elevando-o a um lugar de destaque que é seu por natureza. Impacto: > social: valorização e reconhecimento do património cultural e humano local. > económico: a curto prazo não se verificou impacto económico, no entanto a valorização do território e das suas gentes, dos valores culturais e saberes locais observado neste projecto, despoletou a validação das capacidades necessárias para o desenvolvimento de outros projectos que contribuem para desenvolvimento local. > ambiental: valorização das matérias-primas locais, como o barro vermelho característico da região.

O elo que se pretende entre o trabalho do designer Especificidades: e do artesão deve ser visto como a construção de uma linha de produtos que culmina para o artesão Este projecto apresentou-se ao público principalmente como uma experiência. Através de meios na qualificação e reconhecimento do seu trabalho. de comunicação desenhados especificamente para 3


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panhar a concepção dos produtos e a realização dos respectivos protótipos. A equipa de trabalho pretendeu dar a conhecer, não só os resultados, mas também todas as etapas que levaram à obtenção destes. A possibilidade de comunicar o desenvolvimento dos produtos advém da confiança na qualidade da equipa, nos objectivos traçados e nos resultados finais, valorizando-se assim, acima de tudo, a experiência. Como factor unificador de todo o projecto foram apresentadas soluções de design adaptadas a uma identidade regional vincada. Os objectos finais não são meros “contentores” de técnicas artesanais e matérias-primas regionais, são principalmente “embaixadores” de uma região que se quer desenvolvida, num espaço de equilíbrio entre a preservação de um património cultural e a constante inovação e qualificação da riqueza presente no Alto Alentejo.

produtos do projecto VTNC < 4


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As Capuchinhas de Montemuro

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Identificação Nome: As Capuchinhas de Montemuro - Cooperativa Capuchinhas CRL. Autores: Ofélia, Henriqueta, Ester, Engrácia, Isabel e a estilista Paula Caria. Distribuição Geográfica: Aldeia de Campo Benfeito, Concelho de Castro Daire, Distrito de Viseu. Douro Litoral e Beira Alta – Portugal. Em 2007, a aldeia tinha apenas 53 habitantes. Os produtos têm presença em feiras de artesanato em Lisboa, Porto e Coimbra. Também estão representados na Suécia. Data de implementação: : 1987

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Levantamento

pessoal e criatividade.

Motivação: Na sequência de um trabalho de anima- Este curso permitiu ao grupo definir-se como iniciação social (1983/84) e de um Curso de Formação Pro- tiva empresarial (em 1987) de confecção de roupa e fissional de Corte e Costura (1985) promovidos pelo artigos de têxtil lar inspirados nas tradições (cores, Instituto de Assuntos Culturais (ICA), 5 jovens (17 a padrões, materiais e tecnologias tradicionais locais). 22 anos) e a mestre costureira (69 anos) decidem As Capuchinhas tornam-se assim num ícone do Moncontinuar a trabalhar em conjunto tendo como prin- temuro, pela força dos saberes antigos, criatividade, design moderno e iniciativa empreendedora destas cipais objectivos: Mulheres. > não serem forçadas a abandonar as aldeias (como o tinham feito todos os irmãos e irmãs mais velhos); Impacto: > realizarem-se profissionalmente, fazendo um trabalho que lhes agrade; > garantir uma remuneração regular (impossível de outra forma nas aldeias). Para estas mulheres trabalhar em conjunto não significava criar uma empresa. Esta era uma ideia abstracta e sem qualquer tradição local. Em 1986 participaram num curso de formação realizado no Porto e dirigido a mulheres para a criação de iniciativas com vocação empresarial em artesanato. Incluiu como áreas de formação a gestão geral, a gestão comercial, o design e concepção de produtos, desenvolvimento 6

> social: a cooperativa tem uma boa percepção intuitiva e pragmática das lógicas institucionais dos organismos de apoio. Esta capacidade tem-lhes permitido gerir apoios de diversos organismos públicos e privados, portugueses, americanos, suecos. Estes apoios, apesar da sua diversidade, mostraram-se adequados porque fizeram um esforço de articulação e de respeitar a autonomia do grupo de mulheres.. > económico: a divulgação dos produtos faz-se de boca a boca, ou através da participação em feiras de artesanato e na Rede de Comercialização no Porto (promovida pela Comissão para a Igualdade e Direitos das Mulheres - CIDM/ e pela cooperativa SEIES).


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Desde o inicio toda a comercialização é assegurada pelas mulheres jovens. Uma parte da produção é exportada para Suécia através da IM Sueco. A evolução do volume de vendas tem sido gradual e constante. de outros projectos que contribuem para desenvolvimento local. > ambiental: valorização das matérias-primas locais, como a lã, o linho e o algodão; assim como os tintos naturais feitos a partir de líquenes (musgo) de carvalho, amoras silvestres, fetos, urtigas, folhas de nogueira e ruiva (espécie de raiz).

conhecidas por todo o País. Estas peças recuperam os antigos materiais e inovam em novas formas e feitios criando valor acrescentado. A cooperativa produz por a volta de 100 peças por mês entre vestidos, calças, túnicas, camisolas saias e camisas, blusas, vestidos, e até vestidos de noiva, que complementam com chapéus, bolsas e malas, bem como, flores de burel, e pequenos acessórios. Os preços das peças de vestuário variam entre os 30 a 160 euros.

O seu trabalho foi distinguiu com o Prémio Internacional de “Criatividade para Mulheres em Meio A Cooperativa Capuchinhas do Montemuro CRL dedi- Rural”, instituído pela Women’s Summit Foundation, ca-se a manter vivo a arte tradicional de tecer no tear fundação com sede em Géneve e criada na sequêno linho e o burel. São cinco mulheres que trabalham cia da Conferência de Pequim sobre a Mulher. diariamente, responsáveis por criar peças de roupa original, elegante, sofisticada e acima de tudo, únicas As Capuchinhas são hoje o “fiel depositário” do patcom uma identidade característica do meio que as rimónio de Montemuro que, por via das peças que fazem, renasceu e tem assegurado uns longos anos envolve. de vida, enquanto o Inverno for frio e o sol de Verão O vestuário é desenhado exclusivamente para as Ca- inclemente. puchinhas pela estilista Paula Caria apresentando todos os anos uma colecção. Criam peças contemporâneas de linho, lã e burel, Especificidades:

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peças da colecção primavera/verão’11 <

alguns dos teares têm mais de 200 anos < 8


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Penhas Douradas Food

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Identificação Nome: Penhas Douradas Food - PDF. Autores: Isabel Costa e João Tomás. Distribuição Geográfica: Penhas Douradas (Manteigas), Serra da Estrela. Distrito da Guarda – Portugal. Data de implementação: Outubro de 2009

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mais tradicional na indústria de lanifícios local, agora utilizado de uma forma muito diferente e inovadora. Motivação: PDF é uma marca da empresa Saberes e Acreditou-se nos saberes e fazeres da Vila, em recriar Fazeres da Vila, que nasceu com o objectivo de revi- o passado, tornando-o presente para e sempre. talizar o valor das nossas riquezas tradicionais, para que não fossem esquecidas mas reinventadas de Impacto: forma dinâmica e inovadora. Os principais objectivos > social: os habitantes da região recuperaram os seus são: postos de trabalho e viram reconhecido o seu conhe> Valorizar os habitantes de Manteigas, que perderam cimento nas tradições e saberes locais. em grande número o seu emprego devido ao encerramento das fábricas de lanifícios que desde sempre > económico: a criação do projecto permitiu, para além da criação de novos postos de trabalho, revitalicaracterizaram esta região; zar a região de forma sustentável. Os produtos são > Valorizar as matérias-primas que esta região ofer- comercializados em diversas lojas gourmet do país e ece, nomeadamente as diversas plantas, ervas e fru- começam a ser reconhecidas internacionalmente. tos características da Serra da Estrela > ambiental: são utilizados os ingredientes naturais > Valorizar os saberes da Serra, património único que e tradicionais que existem e se produzem na região não pode desvanecer no tempo, mas antes renovar da Serra da Estrela, como são exemplo as urtigas, a em algo novo e surpreendente, gerando nova vida, feijoca, o zimbro, entre outros. dimensão e significado. Especificidades: A marca PDF – Penhas Douradas Food é um novo conceito de produtos gourmet em que é dado a con- Receberam o prémio IADE Invest, Atribuído pelo Inhecer o que de melhor há na Serra. Foi criada na últi- stituto de Artes Visuais, Design e Marketing. ma fábrica de lanifícios da Vila um espaço de design Levantamento

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Há um nome associado a técnicas gastronómicas inovadoras, o de Luís Baena. O chefe aceitou o desafio e deu o seu contributo no relançar destes saberes e fazeres. Coube depois à designer Inês Brito, criar as embalagens e vestir a tradição com criatividade. E, convínhamos, com diversão. Experimente-se barrar as torradas ou as tostinhas com uma geleia de zimbro que verte de uma bisnaga. Ou desenroscar uma embalagem de chutney de abóbora que nos recorda um pequeno boião de creme. Isto com a possibilidade de introduzir a personalização de rótulos para empresas. O que encontramos na Saberes e Fazeres da Vila não traz um carimbo industrial. Tem a impressão digital das pessoas da terra, dos que fornecem e dos que, depois, produzem. O projecto criou emprego local, isto numa população que perdeu um grande número de postos de trabalho devido ao encerramento das fábricas de lanifícios.

produtos alimentares PDF < 11


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I OWE YOU

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Identificação Nome: I OWE YOU - IOU. Autores: Kavita Parmar. Tecelões, artesãos ou empresas têxteis, e consumidores/embaixadores online (Trunk Show Host) Distribuição Geográfica: Estado indiano de Tamil Nadu, no sul da Índia; Roménia e Itália. Sede em Madrid – Espanha; os produtos são comercializados no mundo inteiro. Data de implementação: Maio de 2011

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Levantamento

e com isso ganhar também dinheiro pela divulgação feita dos produtos. Economicamente todos ganham.

Motivação: Pensar globalmente, agir localmente. > são utilizadas as matérias-primas e técnicas artesaEsta premissa tem vindo a ganhar terreno e muitos nais dos locais onde residem os tecelões. Mais de 20 publicitários, gestores, empresários online e consum- milhões de famílias indianas dependem do negócio da tecelagem e estas, em conjunto, conseguem urdir idores adoptaram esta maneira de fazer negócios. 50 milhões de metros de tecido por dia, 250 milhões Num mundo de roupa made in China, num mundo de por semana e mil milhões por mês. produtos baratos e descartáveis, que trazem pouca ou nenhuma recompensa para os verdadeiros produ- Especificidades: tores das matérias-primas, dos quais nada se sabe, o projecto global IOU (I Owe You) pretende mudar este Depois de fabricados (no estado indiano de Tamil Nadu, no sul da Índia), as grandes faixas de algodão processo. viajam até à Europa - Roménia ou Itália - onde são cortadas e cosidas, até se transformarem em roupa. Impacto: Cada artigo é original. Não há duas peças iguais, com > social: existe uma cadeia global, transparente e o mesmo padrão, garantem os mentores do projecto totalmente acessível acerca da criação e comercial- IOU. ização dos produtos. O projecto é justo para todos, desde os tecelões aos clientes que queiram divulgar Os artigos só podem ser adquiridos através do site do IOU, apesar de, futuramente, se esperar que os os produtos. artigos possam ser vendidos nas lojas e, nessa altura, > económico: os tecelões recebem o valor justo cada interessado poderá apontar o seu smartphone pelo seu trabalho, para além de partilharem a sua para a etiqueta e ver o vídeo da viagem feita pela história e cultura locais. Os clientes poderão tornar- peça, a partir do produtor. se embaixadores das peças, através de redes sociais 13


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Não passando os artigos pela cadeia de retalhistas habitual, os tecelões e os artesãos recebem mais dinheiro. Neste aspecto o projecto aproxima-se das iniciativas “comércio justo”.

> processo de comercialização

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Tok&Stok

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Identificação Nome: Tok&Stok Autores: Régis e Ghislaine Dubrule. Distribuição Geográfica: Brasil. Data de implementação: Fevereiro de 1978

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Levantamento

Impacto:

Motivação: A Tok&Stok preocupa-se cada vez mais em exercer o papel de empresa socialmente responsável através de valores, de seu código de ética e do desenvolvimento de ações que já representam um considerável valor de investimento social.

> social: a empresa promove a relação com artesões locais através de projectos de criação de novos produtos e em parceria com designers. Esta relação contribui para o desenvolvimento local e para a preservação das técnicas artesanais de cada território de incidência.

A empresa tem se empenhado em desenvolver o tema da responsabilidade social internamente numa perspectiva sistémica e abrangente, procurando incorporar o assunto nos seus processos de gestão e fazendo com este que seja tratado como parte das estratégias de negócio e de planeamento. Um exemplo é o esforço para o desenvolvimento e viabilização comercial de produtos produzidos por várias comunidades do Brasil, valorizando as expressões artesanais da diversidade cultural brasileira.

> económico: os artesãos envolvidos recebem um valor justo pelos produtos criados (cerca de 30%). A Tok&Stok também contribui economicamente para a criação de programas/projectos de design sustentável que visem a criação de novos produtos artesanais que promovam as matérias-primas e técnicas locais. > ambiental: são utilizadas as matérias-primas e técnicas artesanais dos locais de incidência de cada projecto, como são exemplo as fibras de piaçava e capim dourado.

A Tok&Stok quer manter um compromisso com a ética e com a sustentabilidade social e ambiental do planeta, procurando fazer o que está ao seu alcance Especificidades: para ajudar a construir um mundo melhor para toA Tok&Stok procura incentivar o design brasileiro dos. apoiando diversas exposições e eventos, patrocinando filmes e peças teatrais e promovendo concursos e Impacto: prémios culturais. 16


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Esse incentivo ao design brasileiro é uma forma de mostrar a preocupação da empresa, em relação ao desenvolvimento de produtos adequados à realidade social, cultural e tecnológica do Brasil. Os eventos, exposições e concursos que recebem apoio da Tok&Stok estão sempre alinhados aos ideais da empresa.

produtos criados pelos artesãos em capim dourado > 17


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Slow Food

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Identificação Nome: Slow Food Autores: Carlo Petrini. Distribuição Geográfica: Sede em Bra – Itália. Presença no mundo inteiro. Data de implementação: 1986.

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Levantamento

Impacto:

Motivação: Bom , Limpo e Justo é o lema da Slow Food, criada com o objectivo de promover uma maior apreciação da comida, melhorar a qualidade das refeições e uma produção que valorize o produto, o produtor e o meio ambiente.

> social: incentiva à educação do sabor, ajudando as pessoas a redescobrirem o prazer de alimentar-se e compreenderem a importância de entender de onde a sua comida é proveniente, quem faz e como é feita. > económico: promove a ligação entre produtores e co-produtores. A Slow Food organiza feiras, mercados e eventos locais e internacionais onde consumidores podem encontrar os produtores, além de provar alimentos de excelente qualidade.

A Slow Food defende a necessidade de informação do consumidor, protege identidades culturais ligadas a tradições alimentares e gastronómicas, protege produtos alimentares, processos e técnicas de cultivo e de processamento herdados por tradição, defende igualmente as espécies vegetais e animais, > ambiental: promove o apoio à preservação da biodiversidade defendendo a excelência dos alimentos; domésticas e selvagens. em conjunto com esforços para proteger os diversos Reunindo mais de 80 membros ao redor do mundo, grãos, vegetais, frutas e produtos animais tradicionaa rede de membros do Slow Food é organizada em is que estão a desaparecer devido ao facto de prevalgrupos locais, que sob a coordenação dos líderes, ecer a produção massiva de alimentos. A Slow Food organizam periodicamente uma série de activi- pretende assim, proteger o património alimentar e dades como degustações, cursos, jantares e turismo para tal criou a Fundação Slow Food para a Biodiverenológico e gastronómico, assim como apoiam cam- sidade. panhas lançadas pela associação internacional. Especificidades: Críticos do movimento alegam que como a Slow Food é contra alimentos produzidos em larga escala, 19


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Especificidades: Críticos do movimento alegam que como a Slow Food é contra alimentos produzidos em larga escala, monoculturas ou alimentos industrializados, o movimento estaria a desencorajar o uso de alimentos mais baratos. A Slow Food responde que trabalha em prol da qualidade dos alimentos. O movimento defende a produção e consumo locais, o uso de alimentos tradicionais e a compra directa aos produtores, acções que tornam os alimentos mais baratos por depender menos de transporte e de produtos químicos para conservação e também por se tratar de uma cadeia de consumo mais curta. A Slow Food discute de modo mais aprofundado qual é o real custo do alimento, questionando por exemplo, qual o custo ambiental dos alimentos produzidos em escala industrial, ou qual o custo para a saúde de quem consome alimentos industrializados. Para além disso, defende que os agricultores e produtores devem ser bem remunerados pelo seu trabalho. produtores locais > 20


mestrado em design | dpdsnp | rute jo達o | 43098


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