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Guest Post: Kelly Moran Thanks so much for having me today, Rute! I'll give away one eBook copy of You Never Have to Remember the Truth to a commenter.

about the lies and secrets long buried. That Bembenek knew more about the murder than she professed, and that the prison escape involved coconspirators, including a retired Milwaukee police officer. The truth is coming, told by the only man who knows it all. Follow us on Facebook facebook.com/thetruthiscoming

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To tell you a little about me and the book, here's my Dear Reader page from the book. I'd love to answer any questions you have!

BLURB: It was one of the most sensational murder cases in U.S. history. Lawrencia "Bambi" Bembenek, a former Playboy waitress and exMilwaukee police officer, was arguably railroaded and convicted of murder. When all hope of proving her innocence seemed lost, she planned a daring escape from prison with her boyfriend, and together the lovers slipped into Canada under assumed names. Now, nearly twenty years after the escape, Dominic Gugliatto wants to set the record straight. The man who laid it all on the line tells a different tale — one of deception and betrayal. For the first time, Gugliatto speaks out

ÂŤDear Reader, Awhile back I got a call from an old friend and colleague asking me some publishing questions. As I've always wanted to be a writer, and I spent the better part of ten years researching the industry, this wasn't unusual. Imagine my surprise when she tells me it's about writing a book for Dominic Gugliatto! I was four years old at the time of Christine Schultz's murder, five when Lawrencia Bembenek was found guilty, and thirteen when Dominic helped Lawrencia escape prison. Though I was young, I remember Wisconsin's outcry and the media blitz, and the eventual world-wide pandemonium this case created. Ergo, I was interested in talking about a book with Dominic. In saying that, I'm also a romance and children's book writer. I deal with fiction and happily ever afters, not dates and facts and figures. So I was reluctant, as I didn't know if I could give Dominic the book he deserved. I was also concerned about the possible emotional toll that writing a book like this might have on my family. So over dinner one night with my husband and then three-year-old twin boys, I


discussed the project. Well, the twins discussed Toy Story, my husband, Darren and I discussed the book. Halfway through my spiel, my husband lifts his hand to stop me and says, "Do it." My response was somewhere along the lines of, "Huh?" He said, "Do it. It's a great opportunity and it can help your career."

Now that really got my brain churning. It could help my writing career, open doors, and challenge me. After getting back on the phone with Dominic however, I knew this book and my agreement to write it would never solely be about my career. There were many reasons for me to do and not to

do this, and one why I should-- It was the right thing to do. It's about telling his story, the one no one's ever truly heard, and giving him some closure. For weeks we met in person and over the phone. I watched this guy sitting on my couch, torn and upset even after all these years, and I saw what was inside the man behind the media craze. He's loyal, compassionate, forgiving, and strong beyond any means I can literate. I stayed objective, pouring over information to make sure we got this right the first time. Dominic and his family kept nearly every document, letter, and article ever written about this case. And he kept it in an old luggage case I now refer to as "The Suitcase From Hell." It took me weeks to go through all of it. Once I had the facts, I added Dominic's story. And what a story it is. I'm glad we became friends through this process, Dominic and I. And I honestly can say I'm a better person for having known and met him. I can only wish the same for those reading this book, but then again, I feel that's pretty much a given. Sincerely, Kelly MoranÂť


Guest Post: Kelly Moran Muito obrigado por me deixares passar por aqui hoje, Rute! Vou oferecer uma cópia do eBook You Never Have to Remember the Truth a uma das pessoas que deixarem comentário.

as mentiras e segredos há muito enterrados. Revela que Bembenek sabia mais sobre o assassinato do que dizia, e que a fuga da prisão envolveu co-conspiradores, inclusive um agente aposentado da polícia de Milwaukee. A verdade está a chegar, contada pelo único homem que sabe tudo. Siga-nos no Facebook, facebook.com/thetruthiscoming

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Para falar um pouco sobre mim e sobre esta história, aqui está minha página “Dear Reader” que consta do livro. Adoraria responder a quaisquer perguntas!

SINOPSE: Foi um dos casos de assassinato mais sensacionais da história dos EUA. Lawrencia "Bambi" Bembenek, uma antiga empregada da Playboy e exagente da polícia de Milwaukee, foi tendenciosamente condenada por assassinato. Quando toda a esperança de provar sua inocência parecia perdida, ela planeou uma ousada fuga da prisão com o namorado, e juntos escapuliram-se para o Canadá sob nomes falsos. Agora, quase vinte anos após a fuga, Dominic Gugliatto quer revelar a verdade. O homem que arriscou tudo conta uma história diferente - uma de deceção e traição. Pela primeira vez, Gugliatto fala sobre

«Caro leitor, Há algum tempo atrás recebi um telefonema de uma velha amiga e colega a perguntar-me algumas coisas sobre publicação. Como sempre quis ser escritora, passei grande parte dos últimos dez anos a pesquisar sobre a indústria; não é algo raro. Imagine a minha surpresa quando ela me disse que as suas dúvidas eram sobre como escrever um livro para Dominic Gugliatto! Eu tinha quatro anos de idade na época do assassinato de Christine Schultz, cinco anos quando Lawrencia Bembenek foi considerado culpada, e 13 quando Dominic ajudou Lawrencia a fugir da prisão. Embora fosse jovem, lembro-me do clamor em Wisconsin, a excitação dos media e o eventual pandemónio mundial que este caso criou. Eu estava interessada em falar com Dominic sobre um livro. Escrevo romances e livros infantis. Lido com ficção e finais felizes para sempre, e não datas, factos e números; por essa razão estava relutante, pois não sabia se poderia dar ao Dominic o livro que ele merecia. Também estava preocupada com possível dano emocional que podia causar à minha família escrever


um livro como este. Assim, uma noite ao jantar com meu marido e na altura os gémeos com três anos de idade, discutimos o projeto. Bem, os gémeos discutiram “Toy Story”, e o meu marido, Darren, e eu discutimos o livro. No meio da minha lengalenga, o meu marido levanta a mão para me parar e diz: "Faz isso". A minha resposta foi algo do género "Hein?". Ele disse: "Faz isso. É uma grande oportunidade e pode ajudar a tua carreira."

Isso deixou o meu cérebro a mil. Poderia ajudar a minha carreira de escritora, abrir portas e desafiar-me. No entanto, depois de voltar a falar ao telefone com Dominic, percebi que este livro e o meu compromisso em escrevê-lo nunca iria ser exclusivamente por causa da minha

carreira. Havia muitas razões para o fazer e não o fazer, e uma porque deveria ir em frente – por ser a coisa certa a fazer. Trata-se de contar a sua história, a que ninguém nunca realmente ouviu, e dar-lhe algum “encerramento”. Durante semanas, encontrámo-nos pessoalmente e falámos por telefone. Vi este tipo sentar-se no meu sofá, dilacerado e chateado mesmo após todos estes anos, e vi para além do homem por detrás da loucura mediática. Ele é leal, compassivo, clemente e forte, muito além de qualquer termo que eu possa escrever. Optei por ser objetiva, inclinando-me sobre as informações para ter certeza de que isto saía bem à primeira. Dominic e a sua família guardaram quase todos os documentos, cartas e artigos escritos sobre este caso numa velha mala de viagem a que me refiro como "A Mala do Inferno". Levei semanas a ler tudo. Uma vez na posse dos factos, adicionei a história de Dominic. E que história! Fico feliz que nos tenhamos tornado amigos neste processo, o Dominic e eu. Posso dizer honestamente que sou uma pessoa melhor por tê-lo conhecido. Só posso desejar o mesmo para aqueles que leiam este livro, mas sinto que isso é praticamente um presente. Atenciosamente, Kelly Moran »


Guest Post by Kelly Moran