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Interview to Karin Cox “Cage Life” is a book from Karin Cox I read last March. I really enjoyed the author’s writing style, so I decided to find out more about her and her work. Here’s a small interview, straight from Australia.

What feedback did you get about that one? It was published by New Holland Publishers here in Australia and the feedback was very positive at the time. It was first published back in 2004, and is now out of print. Roma Blair, the subject, had a fascinating life so it was very easy to write with poignancy and realism. What was the worst thing you ever heard? The worst thing I've ever heard is the news—just about everyday. I don't want to repeat the worst thing I've ever heard on there, because it still gives me nightmares. The worst thing I've ever heard about my writing is that it was "miserable". What’s the best advice you were given in what comes to writing? Just keep writing, and keep learning the craft. Read as many books about writing as you can, work with an editor or book appraiser (who will give you helpful tips), and also learn to trust your "voice" and your instincts as a writer. Good writing comes with time, learning, practice, and patience.

Hi, Karin! When did you start writing? I have been writing since I was a kid, mostly poetry and short stories, but despite that I see myself as a novelist in waiting. Most of the books I've had published have been non-fiction, but I have many novels that I need to finish or rework; I'm prevented from doing so only by time, too many ideas, and my own insecurities! What was the first book you wrote? The first book I wrote that could be classified fiction (but is actually creative non-fiction) was "Roma: From Prison to Paradise," the life story of an Australian model who became a prisoner of war in the Dutch East Indies in World War II.

As a writer, do you have any ritual you like to follow? Not really. My background is in editing, so I find it hard to just let go and write and not edit as I go alone. Editing as they write can stifle some authors; others find it is the only way they can write. Authors need to do what works for them. Coffee is about the only thing that works for me. Or wine. About Cage Life, how did you come up with both stories? The two stories in Cage Life were written in different years. The first was written long before I had children, and I'm not sure I could write a story like that now. It would seem like I might jinx myself. The


second was written for a short story competition here in Brisbane. It didn't win, but I still liked the story. I think both have something to say about restrictions in our lives and about freedom and gratitude, hence putting the two together.

Are you currently writing something? I am currently writing several things. The first is a paranormal romance about a female sphinx and a male Cruxim (dark angel) set in Barcelona. The second is adystopian young adult novel set in Australia. The third is a romance novel set in the UK. And the fourth is a series of YA fantasy novels that I've been ruminating over for six years now and am still not happy with. I am an "ideas" person but the time has come to just finish them all! Where can readers follow your work? They can follow me on Goodreads: http://www.goodreads.com/author/sh ow/4124910.Karin_Cox Follow my blog www.karincox.wordpress.com Facebook www.facebook.com/KarinCox.Author Twitter: @Authorandeditor Or Amazon: http://www.amazon.com/KarinCox/e/B005DD2XNQ/ref=ntt_athr_dp _pel_1


Entrevista a Karin Cox “Cage Life” é um livro de Karin Cox que li em Março passado. Gostei bastante do estilo de escrita da autora, por isso resolvi saber mais sobre ela e o seu trabalho. Aqui fica uma pequena entrevista, vinda diretamente da Austrália.

um modelo australiano que se tornou prisioneiro de guerra nas Índias Orientais Holandesas na Segunda Guerra Mundial. Que feedback recebeu sobre o mesmo? Foi publicado pela New Holland Publishers aqui, na Austrália, e o feedback foi muito positivo na altura. Foi publicado pela primeira vez em 2004, e agora está fora de catálogo. Roma Blair, o sujeito, teve uma vida fascinante por isso foi muito fácil escrever com pungência e realismo. Qual foi a pior coisa que lhe disseram? A pior coisa que ouvi são as notícias quase todos os dias. Não quero repetir a pior coisa que já ouvi por aí, porque ainda me dá pesadelos. A pior coisa que me disseram sobre a minha escrita foi que era "miserável".

Oi, Karin! Quando começou a escrever? Escrevo desde criança, principalmente poesia e contos; apesar disso, vejome como uma romancista em espera. A maioria dos livros que publiquei foram não-ficção, porém tenho muitos romances por terminar ou para trabalhar; estou impedida de o fazer apenas por causa de falta de tempo, muitas ideias e as minhas próprias inseguranças! Qual foi o primeiro livro que escreveu? O primeiro livro que escrevi poderia ser classificado de ficção (mas na verdade é não-ficção criativa). Chama-se "Roma: From Prison to Paradise" e trata a história de vida de

Qual o melhor conselho que lhe foi dado no que concerne à escrita? Continuar a escrever e a aprender o ofício. Ler tantos livros quanto possível sobre como escrever, trabalhar com um editor ou avaliador de livros (que lhe dará dicas úteis), e também aprender a confiar na própria "voz" e instinto de escritor. A boa escrita vem com o tempo, a aprendizagem, prática e paciência. Enquanto escritora, tem algum ritual que goste de seguir? Nem por isso. A minha formação é em edição, por isso acho difícil deixar-me ir e escrever, e não editar enquanto escrevo. Editar enquanto se escrever pode sufocar alguns autores; outros acham que é a única maneira como conseguem escrever. Os autores precisam de fazer o que funciona para eles. O café é a única coisa que funciona comigo. Ou o vinho. Sobre “Cage Life”, como surgiram as duas histórias?


As duas histórias de “Cage Life” foram escritas em anos diferentes. A primeira foi escrita muito antes de eu ter filhos; não sei se conseguiria escrever uma história dessas agora. Pareceria que estava a fintar-me a mim mesma. A segunda foi escrita para um concurso de contos aqui, em Brisbane. Não ganhei, mas gostei da história. Penso que ambas têm algo a dizer sobre as restrições nas nossas vidas e sobre a liberdade e gratidão, daí tê-las juntado.

Está a escrever alguma coisa? Atualmente estou a escrever várias coisas. A primeira é um romance paranormal sobre uma esfinge fêmea e um macho Cruxim (Anjo Negro), que tem lugar em Barcelona. A segunda é um romance adystopian para jovens adultos que decorre na Austrália. A terceira é um romance situado no Reino Unido. E a quarta é uma série de romances de fantasia YA que estou a “ruminar” já há seis anos e ainda não estou satisfeita. Sou uma pessoa de ideias, mas chegou o momento de terminar todas as histórias! Onde podem os leitores seguir o seu trabalho? Podem seguir-me no Goodreads: http://www.goodreads.com/author/sh ow/4124910.Karin_Cox O meu blogue www.karincox.wordpress.com Facebook www.facebook.com/KarinCox.Author Twitter: @Authorandeditor Ou Amazon: http://www.amazon.com/KarinCox/e/B005DD2XNQ/ref=ntt_athr_dp _pel_1


“Cage Life” BLURB This collection of short stories by Karin Cox explores the choices and compromises we make in love, and how they can trap or liberate us depending on our mindset. Each story comes with an unexpected twist that makes reading all the way to the end imperative. In "Cage Life," first published by [untitled] magazine in 2010 as "Still Life," a young mum feels like a prisoner in her own home. Her decision to escape the bonds of marriage and motherhood, just for a few hours, has unexpected consequences that force her to a reevaluate what it really means to be loved, to be married, and to be free. In "The Usurper," unconditional love is explored within the boundaries of age and longing. Basil is in his eighties, with an illustrious career in law enforcement behind him, when he meets Carla — a beautiful, energetic and much younger mistress. But when Simon appears on the scene, can Basil keep her or does she, in fact, keep him? SINOPSE Esta coleção de contos de Karin Cox explora as escolhas e compromissos que fazemos por amor, e como podem prender ou libertar-nos de acordo com a nossa mentalidade. Cada história vem com uma reviravolta inesperada que torna a leitura imperativa até ao final. Em "Cage Life", publicado pela primeira vez na revista [sem título] em 2010 como "Still Life", uma jovem mãe sente-se prisioneira na sua própria casa. A sua decisão de escapar aos laços do matrimónio e da maternidade, apenas por algumas horas, tem consequências inesperadas que irão forçá-la a reavaliar o que realmente significa ser amado, estar casado e ser livre. Em "The Usurper", o amor incondicional é explorado dentro dos

limites da idade e da saudade. Basil está na casa dos oitenta e deixou para trás uma carreira brilhante no cumprimento da lei. É então que conhece Carla - uma amante bonita, energética e muito mais jovem. Mas quando Simon aparece em cena, poderá Basil mantê-la ou, na realidade, é ela que o mantém? REVIEW I read it during the marathon of March 25, 2012 and I rate it four stars. "Cage Life" is combined with another short story entitled "The Usurper". I liked the first one better, because it was more emotional. I think the author conveyed very well the feelings that plagued the characters. It is a dramatic story and the end left me craving more. If it was explored any farther (in the sense of becoming a more extensive and detailed narrative), it could turn into a book in the style of Nicholas Sparks. And it would not stay behind any of his books, since the author is a quite gifted writer. CRÍTICA Li durante a maratona de 25 de Março de 2012 e atribuo-lhe quatro estrelas. “Cage Life” surge combinada com outra história intitulada “The Usurper”. Gostei mais da primeira, pois era mais emotiva. Creio que a autora transmitiu bem os sentimentos que afligiam as personagens. É uma história dramática e o final deixou-me a ansiar por mais. Se fosse bem explorada (no sentido de se tornar uma narrativa mais extensa e aprofundada), daria um livro bem ao estilo de Nicholas Sparks e não lhe ficaria atrás, dado o talento que a autora tem para a escrita. Link: http://www.goodreads.com/review/sh ow/212635615


Interview Karin Cox