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Stacey Rourke presents “The Conduit” Stacey Rourke is a mom, a wife and a self-proclaimed shoe addict. She graduated from college with a Bachelors of Business Administration with a marketing focus. Yet, despite her excessive student loan debts, she decided to pursue her true passion of writing. And she couldn’t be happier with that decision. The first book of this writer from Flushing (Michigan) is entitled “The Conduit” and the second volume of the series will be out this summer. Let’s meet this author and her work.

How did you come up with the idea for "The Conduit"? I knew I wanted a strong female lead, but I wanted to create an entirely new mythology behind it. A great deal of research time led me to the Gryphon (or griffin). He's a creature half lion and half eagle. I loved the idea of three siblings that each get a bit of his essence. One gets the eagle qualities, another the lion, and the Conduit is the chosen being that he channels what of his power that is necessary to. I feel it's a unique idea and I'm very proud of it! Was it hard to write "The Conduit"? It was hard NOT to! Once the story started unfolding in my mind I wanted to get it all out immediately. Which meant stopping in the middle of conversations with my hubby just so I could go jot down an idea before it fluttered away. He was not a fan of that. And what did he and your family say once the book was published? They couldn't be happier or more supportive! I'm blessed with a great support system in all my friends and family! Which character was funnier to create? Grams is a hoot to write! Her zany old lady ways are so unpredictable and fun!! I aspire to be her when I get old! After all the editing set and done, what was your next move to get your book published? I queried agents for a full year and got enough rejections to wallpaper my house. From there I focused on small, independent publishers and that's where Conduit found its home! Outer Banks Publishing I understand this is a series. When will the next book come out and what's its title? The next book is being released by Mystic Press this summer. The title is Embrace. What can we expect from "Embrace"? Be prepared for a fast-paced, high octane ride! Embrace is a funny, demon packed adventure that was so much fun to write! I am over the moon excited to share it with the world! After writing "The Conduit" and right before starting "Embrace", there was a learning process. What did you learn between the writing of the two books? Storyboard, storyboard, storyboard! Some writers can just type and let the story take them where it will. I am not one of those people. I'll ramble on endlessly, as the 110,000 first

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draft of The Conduit proved. I storyboard each scene onto note cards and pin it onto a boards so I can keep myself and the story on track. Which was the greatest compliment you got about your writing? And which was the worst thing you heard? The best compliment I got was my writing style being compared to that of Joss Whedon, who I feel is a brilliant storyteller. The worst I heard was by someone that disliked it so much the only nice thing they could find to say about it was that I punctuated it well. Ouch. What are your plans for the future? To complete this series and create a few other projects I've been working on. Plus to raise to happy and healthy little girls! That's job one.

“The Conduit” series will have four books at least, althought that’s still something to be decided. According to Stacey Rourke, “that’s still up in the air”, because she has “so many ideas for that fourth book that it may have to be split in two”. Stay tunned on this series through the following links: www.staceyrourke.com Twitter @Rourkewrites Facebook at http://www.facebook.com/pages/Stacey-Rourke/112390402191876

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Stacey Rourke apresenta “The Conduit” Stacey Rourke é mãe, esposa e uma auto-proclamada viciada em sapatos. Tem um Bacharelado em Administração de Empresas com especialização em marketing, no entanto - apesar dos excessivos empréstimos de estudante - decidiu seguir a sua verdadeira paixão pela escrita e não podia estar mais feliz com essa decisão. O primeiro livro desta escritora de Flushing (Michigan, EUA) intitula-se “The Conduit” e o segundo volume da série sairá este verão. Vamos então conhecer esta autora e o seu trabalho.

Como surgiu com a ideia para "The Conduit" (título difícil de traduzir… Basicamente, significa que a personagem canaliza os poderes de outrem)? Eu sabia que queria um líder feminino forte, mas queria criar uma mitologia inteiramente nova por detrás disso. Uma grande quantidade de pesquisa levou-me ao Grifo, uma criatura que é meio leão e metade águia. Adorei a ideia de ter três irmãos que recebem cada qual um pouco da sua essência: um tem as qualidades da águia, outro as do leão e o Conduit é o escolhido que canaliza o poder do Grifo quando necessário. Sinto que é uma ideia única e estou muito orgulhosa dela! Foi difícil escrever "The Conduit"? Foi difícil não escrevê-lo! Assim que a história se começou a desenrolar na minha mente, queria deitar tudo cá para fora imediatamente, o que significava parar no meio de conversas com o meu marido só para anotar uma ideia antes que ela se me escapasse. Ele não foi um grande fã disso. E o que disseram tanto ele como a sua família quando o livro foi publicado? Não poderiam estar mais felizes ou ter-me dado mais apoio! Fui abençoada com um grande sistema de apoio em todos os meus amigos e família! Que personagem foi mais divertida criar? A avó foi super divertida de criar! As suas maneiras são tão imprevisíveis e engraçadas para uma velha senhora! Aspiro ser como ela quando envelhecer! Feitas as correcções e acertos finais, qual foi o próximo passo para ter o seu livro publicado? Procurei agentes durante um ano inteiro e recebi rejeições suficientes para cobrir as paredes da minha casa com papel. A partir daí concentrei-me em pequenos editores independentes e foi então que “The Conduit” encontrou sua casa: a Publishing Outer Banks. Pelo que entendo, esta é uma série. Quando sairá o próximo livro e qual será o seu título? O próximo livro vai ser lançado pela Mystic Press este verão. O título é “Embrace” (“Abraço” em Português). E o que podemos esperar de "Embrace"? Estejam preparados para uma jornada que se desenrola a uma velocidade alucinante! “Embrace” é uma aventura engraçada, cheia de demónios e que foi muito divertida de escrever! Estou nas nuvens e excitada por poder compartilhá-la com o mundo! Depois de escrever "The Conduit" e antes de começar "Embrace", houve um processo de aprendizagem. O que aprendeu entre a escrita dos dois livros? 3


Storyboard, storyboard, storyboard! Alguns escritores conseguem simplesmente escrever e deixar a história levá-los onde quiser. Eu não sou uma dessas pessoas. Eu divago interminavelmente, tal como as 110 mil versões de “The Conduit” podem comprovar. Crio cada cena em cartões de nota e fixo-os em quadros para que possa manter-me a mim própria e à história nos trilhos. Qual foi o maior elogio que recebeu sobre a sua escrita? E qual foi a pior coisa que ouviu? O melhor elogio que recebi foi o meu estilo de escrita ser comparado com o de Joss Whedon, que considero um contador de histórias brilhante. O pior que eu ouvi veio de alguém que não gostou nada da história e que disse a única coisa boa sobre a mesma foi que eu a pontuei bem. Au! Quais são os seus planos para o futuro? Concluir esta série e desenvolver outros projectos em que estava a trabalhar. Fora isso, criar duas meninas felizes e saudáveis – esse é trabalho principal.

A série “The Conduit” vai ser constituída por quatro livros pelo menos, porém isso é algo que ainda está por decidir. Segundo, Stacey Rourke, “tal ainda está no ar”, uma vez que ela tem “tantas ideias para o quarto livro, que talvez tenha que ser dividido em dois”. Continue a seguir as novidades sobre esta saga através dos seguintes links: www.staceyrourke.com Twitter @Rourkewrites Facebook at http://www.facebook.com/pages/Stacey-Rourke/112390402191876

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Synopsis | Sinopse All 18-year-old Celeste Garrett wants is to head off to college and make those fun, yet illadvised, choices college kids are known for. And maybe to spend some time with the hot cameraman she just met. Instead, because of a pact her ancestors made in the 17th century with a mythical creature, she has to save the world. While normal kids are slamming energy drinks and cramming for exams, Celeste will get her adrenaline rush fighting a fire breathing dragon. She wants to meet friends in the quad to exchange lecture notes, but first she must exchange blows with a shapeshifting demon on the rooftop. Life isn’t always fair for a superhero, but at least she doesn’t have to do it alone. With her brother and sister as sidekicks, they alternate between saving lives and getting on each others’ nerves. Together the trio encounters unspeakable odds, mystical forces and comes face-to-face with an image that will haunt them forever—their grandmother in a leopard print bikini. Okay, little side note here. If a psychopathic killer asks if you want to see a trick, say no. That’s the smart thing to do. I, on the other hand, responded, “Bring it.” -excerpt from THE CONDUIT

Tudo o que Celeste Garrett (de 18 anos) quer é ir para a faculdade e fazer as divertidas, mas más escolhas pelas quais os alunos de faculdade são conhecidos. E talvez passar algum tempo com o cameraman giríssimo que acabou de conhecer. Em vez disso, por causa de um pacto que os seus antepassados fizeram no século XVII com uma criatura mítica, ela tem que salvar o mundo. Enquanto os jovens normais estão a devorar bebidas energéticas e a preparar-se intensivamente para os exames, Celeste vai ter a sua dose de adrenalina ao lutar com um dragão cuspidor de fogo. Ela quer encontrar-se com os amigos para trocar notas das aulas, no entanto primeiro tem que trocar golpes com um demónio transmutante no telhado da biblioteca. A vida nem sempre é justa para um super-herói, mas pelo menos não tem que fazer tudo sozinha. Com seu irmão e irmã, alternam entre salvar vidas e atacar os nervos uns dos outros. Junto, o trio encontra probabilidades indizíveis, forças míticas e fica cara-acara com uma imagem que irá assombrá-los para sempre: a avó num biquíni de leopardo. Ok, um pequeno aparte aqui. Se um assassino psicopata te perguntar se queres ver um truque, diz que não - essa é a coisa inteligente a fazer. Eu, por outro lado, respondi: "Venha de lá ele." -excerto de “The Conduit”

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Review | Crítica Link: http://www.goodreads.com/review/show/241036201

Acabei de ler “The Conduit” dia 26 de Dezembro de 2011 e, numa escala de um a cinco, dou-lhe 4 estrelas. Gostei principalmente das reflexões irónicas da Celeste. A história é narrada na primeira pessoa e a personagem presenteia o leitor com as suas ideias e opiniões, algumas das quais bastante hilariantes. Foi bom ler um livro que envolve elementos do paranormal diferentes, como o Grifo, a guia espiritual e os poderes que os três irmãos recebem. A história não varia no que diz respeito a alguém ser escolhido para uma missão especial, no entanto a explicação do porquê vai além do que ouvimos com maior frequência; tendo em conta que muito se repete hoje em dia, ler algo um pouco distinto é óptimo. Quanto ao que podia ser melhorado na minha opinião… achei que faltava um pouco de emoção a meio da história. Por exemplo, a relação de Celeste e Alec foi abordada apenas superficialmente (embora o final deixe implícito que ele vai estar no centro de tudo no próximo volume). O próprio Alec surgiu como uma personagem que apenas aparece quando há uma notícia e acaba por ser arrastado pelos acontecimentos. Um pouco mais de personalidade não lhe fazia mal. Fico à espera do próximo livro da série para saber o que se passa com Alec e para descobrir o que acontecerá à Celeste, até porque lhe foi dito que, quanto mais poder receber, menos humana será. Como afectará isso a sua vida?

I just finished reading "The Conduit" on December 26, 2011; on a scale of one to five, I give it four stars. I especially enjoyed the ironic reflections of Celeste. The story is narrated in the first person and the character presents the reader with her ideas and opinions, some of which quite hilarious. It was good to read a book that involves different elements of the paranormal, such as the Griffin, the spiritual guide and the powers that the three brothers receive. The story doesn’t vary in what comes to someone to be chosen for a special mission; however, the explanation of why it happened goes beyond what we hear most often. Given that much is repeated today, reading something a little different is great. As for what could be improved in my opinion... I thought it lacked a bit of excitement in the middle. For example, the relationship of Celeste and Alec was only approached superficially (although the end of the story let us guess that he will be at the center of everything in the next volume). Alec himself appeared as a character that only shows up when there are news and he ends up being dragged by events. A little more personality wouldn’t harm him. I'll be waiting for the next book in the series to know what’s going on with Alec and to find out what will happen to Celeste, because she was told that the more power she received, the less human she would be. How this will affect her life?

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Interview to Stacey Rourke  

entrevista a Stacey Rourke

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