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Unidade curricular: Práticas Pedagógicas em Elearning Docente: José Mota Autor: Rui Páscoa Atividade: Conceção de um curso online de curta duração (entre 3 a 4 semanas), com fundamentação das estratégias de ensino implementadas e das práticas pedagógicas adotadas Março de 2012

EVTux - Ferramentas Online Para EVT 1. Fundamentação 1.1. Criada há mais de vinte anos (1989) e resultante da fusão entre as disciplinas de Trabalhos Manuais e Educação Visual, a disciplina de Educação Visual e Tecnológica (EVT) integra o currículo nacional do 2º ciclo do ensino básico, com uma carga letiva que varia v entre três a quatro tempos semanais. Encarada, no início, com uma mistura entre as duas disciplinas que lhe deram origem, a EVT, ao contrário das outras disciplinas curriculares, tem um programa aberto e potenciador de diversas abordagens por parte dos do professores, permitindo que os conteúdos sejam abordados e lecionados de uma forma integradora, em contexto de projeto. O método da resolução de problemas, com as suas bem conhecidas fases que integram a situação ituação (problema), investigação,, projeto, resolução resolu e avaliação, permitem uma contextualização das aprendizagens que ultrapassa a mera abordagem dos conteúdos separados do seu contexto. É comum que diversos conteúdos, como por exemplo a cor e o movimento, sejam tratados em conjunto nas suas vertentes visuais visuais e tecnológicas. tecnológicas A sensibilidade estética e ambiental, a criatividade, a motrocidade fina, o rigor, o pensamento crítico são, a par de outras, competências trabalhadas e desenvolvidas na EVT que ajudam as crianças desta faixa etária a prosseguir com sucesso o seu percurso escolar e pessoal. Além disso a EVT, como já foi referido, possui um programa aberto e de conteúdos vastos o que lhe permite articular com quase todas, senão todas, as outras disciplinas que constam da estrutura curricular do 2º ciclo ciclo do ensino básico. A título de exemplo, referimos a geometria em articulação com matemática, a noção de escala em articulação com geografia, os movimentos artísticos em articulação com a história e a quase permanente articulação com a língua portuguesa nas mais diversas atividades. É esta riqueza, quer no seu conceito quer na operacionalização, que faz da EVT uma das disciplinas de maior sucesso educativo.


1.2. A generalização dos equipamentos informáticos nas escolas do ensino básico e secundário tem gradualmente permitido que a maioria das salas de aula, nas escolas portuguesas do ensino básico e secundário, estejam apetrechadas com, pelo menos, um computador e um videoprojetor sendo, em muitos casos, este equipamento complementado com um quadro interativo. Uma grande maioria de escolas conta ainda com espaços, de acesso livre, dotados com diversos computadores e ligação à Internet. Por outro lado, a evolução das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC), quer a nível tecnológico quer a nível de utilização, cada vez mais generalizada, vulgarizou o uso dos computadores entre a sociedade. O setor da educação, como é habitual (e desejável), tende a apropriar-se das novas tecnologias em seu benefício, introduzindo-as nas instituições e pondo-as ao serviço dos processos de ensino e aprendizagem. Foi assim com o telefone, com o retroprojetor, com os leitores e gravadores de aúdio e vídeo e, mais recentemente, com os computadores e com as TIC. A conjugação dos fatores atrás enunciados, juntamente com algumas orientações superiores no sentido de as TIC serem uma competência transversal aos currículos tem contribuído, em larga escala, para a sua crescente utilização nas escolas portuguesas, com todos os atores educativos, especialmente professores e alunos, a encararem o seu uso como algo perfeitamente vulgar. Há, no entanto, perspetivas e utilizações diferentes, consoante o contexto. A par da utilização da Internet para pesquisa, recolha e seleção de informação, o uso recorrente às aplicações do tipo office suite é algo natural, quer na preparação de aulas, fichas de trabalho ou apresentação de conteúdos e unidades didáticas (professores) quer na apresentação de trabalhos escolares (estudantes). Entretanto, salvo raras exceções onde predominam as disciplinas mais técnicas, os professores do ensino básico e secundário raramente saem da sua zona de conforto e arriscam usar, com os seus alunos, aplicações específicas que diversifiquem a atividade pedagógica e que permitam melhorar não só as aprendizagens mas também a relação professor/aluno. Currículos dilatados e prazos apertados, burocracia e falta de formação impedem, a par com outros fatores circunstanciais e na esmagadora maioria das vezes, arriscar a inovação. 1.3. O esboço, o desenho expressivo ou rigoroso, a pintura, a preparação das superfícies para o desenvolvimento dos projetos e a construção de artefactos com a consequente manipulação de materiais e ferramentas, são exemplos de atividades onde a EVT se assume como uma disciplina onde a manualidade é uma componente obrigatória e essencial na abordagem dos conteúdos e no desenvolvimento das competências. Nalgumas destas atividades é difícil substituir o papel e o lápis, o prego e o martelo, a argila, as tintas. Há, no entanto, espaço para a introdução de ferramentas digitais no ensino da EVT, assim como no ensino da Educação Visual e da Educação Tecnológica, disciplinas que integram a estrutura curricular do 3º ciclo do ensino básico. E por ferramentas digitais entenda-se, neste caso, aplicações específicas para a lecionação de conteúdos e desenvolvimento dos projetos. Este tipo de aplicações, algumas com uma componente mais lúdica que outras, são cada vez mais abundantes e de acesso gratuito.


O EVTux1 é uma distribuição GNU/Linux2, construída com base no Ubuntu3, e que inclui as ferramentas digitais listadas e integradas no projeto do EVTdigital4, que pode ser instalada em qualquer computador (em dual boot) ou usar sem instalar, em modo live5. Esta compilação de ferramentas digitais direcionadas para o ensino das artes pode permitir a utilização das TIC como ferramenta cognitiva e como estratégia pedagógica diferenciada. Além disso, será uma mais valia no combate à info-exclusão e ao desenvolvimento acompanhado de competências tecnológicas diversificadas. 2. Objectivos Este curso tem como objetivo principal dotar os professores das competências básicas para a utilização do de ferramentas digitais em sala de aula, permitindo-lhes encarar as TIC para além da perspetiva do processamento de texto, da folha de cálculo, da apresentação eletrónica, do correio eletrónico, das plataformas de gestão de aprendizagens ou da pesquisa na Internet. As sessões, de cariz teórico/prático, deverão permitir aos formandos: • • •

compreender a importância das Tecnologias de Informação e Comunicação na Educação; conhecer e manusear as ferramentas digitais passíveis de serem utilizadas no ensino da EVT; enquadrar pedagogicamente a utilização dessas ferramentas.

3. Competências No final desta curso o formando deverá conseguir: • • • • •

Identificar o papel das tecnologias no ensino da EVT; identificar conteúdos programáticos passíveis de abordagem com recurso a ferramentas digitais; dominar um conjunto de aplicações selecionadas; desenvolver atividades pedagógicas com recurso às ferramentas analisadas; adotar um espírito crítico e inovador que conduza a uma prática docente integradora do digital no currículo.

4. Público alvo • •

1

Professores do 1º ciclo do ensino básico. Professores de Educação Visual e Tecnológica (2º ciclo do ensino básico), Educação Visual e Educação Tecnológica (3º ciclo do ensino básico).

http://evtux.wordpress.com http://www.gnu.org 3 http://www.ubuntu.com/ubuntu 4 http://evtdigital.wordpress.com 5 http://evtux.wordpress.com/2011/05/25/o-que-e-o-evtux 2


5. Conteúdos • • • • • • •

Análise e debate de artigos científicos e/ou de opinião As Tecnologias de Informação e Comunicação na educação Integração de ferramentas digitais no ensino das artes e das manualidades Campos temáticos, áreas de exploração e conteúdos da Educação Visual e Tecnológica EVTux - ferramentas digitais para o ensino da Educação Visual e Tecnológica Elaboração de uma unidade de trabalho para aplicação em sala de aula Reflexão crítica das aprendizagens

6. Metodologia 6.1. O curso, totalmente online, desenvolve-se numa plataforma moodle acessível através do endereço http://1fish.info/moodle/course/view.php?id=398 e tem a duração de 5 semanas. Estima-se que o conjunto de atividades ocupe os formandos durante 45 horas, distribuídas pela leitura e pesquisas de textos, reflexão individual ou em grupo, debate e troca de opiniões e elaboração dos produtos. Além do tempo normal de cada atividade existirá, para cada uma delas, uma tolerância de 2 dias. Contudo, esta tolerância não deverá prejudicar as atividades nas quais é necessária a interação regular entre os formandos e entre os formandos e o formador. Aconselha-se a consulta diária da plataforma e a leitura, também diária, das mensagens colocadas nos fóruns de apoio às atividades. As atividades têm como objetivo, por parte dos formandos, o desenvolvimento de cada uma das competências atrás enunciadas e o alcance dos objetivos gerais do curso. As atividades são desenvolvidas individualmente e/ou em grupo, com apoio do formador e dos recursos disponibilizados na plataforma. Toda a comunicação, assíncrona, entre os intervenientes no curso - formador e formandos - é realizada através da plataforma, num fórum geral e em fóruns específicos para cada atividade. Em casos excecionais os formandos poderão contatar o formador por outros meios, nomeadamente o correio eletrónico. Cada atividade será objeto de instruções detalhadas e, nas atividades em que o produto final vá para alem das mensagens colocadas nos fóruns de discussão, esse produto será igualmente pelos formandos, na plataforma, em locais específicos e devidamente identificados. No final do curso, todas as atividades estarão disponíveis para consulta. Pretende-se assim a maior transparência nos processos formativos e avaliativos e a partilha integral das experiências realizadas. Os fóruns são inicialmente de inscrição obrigatória para que os participantes possam consultar as mensagens através do correio eletrónico e, caso desejam, as possam arquivar para consulta posterior. Contudo, é dada aos formandos a possibilidade de anulação da inscrição. Note-se que, neste caso, é fundamental a consulta regular do ambiente de trabalho.


É previsto, no início do curso, um módulo de introdução e ambientação à plataforma moodle, para que os formandos se adaptem ao ambiente de trabalho e, posteriormente, não sintam inibições na realização das atividades. 6.2. Pretende-se um processo de formação colaborativo e participado onde a reflexão e a partilha têm um papel fundamental. Aos formandos cabe a tarefa de promover e partilhar as reflexões, colocar questões e interagir com os colegas e com o formador. Recomenda-se um espírito aberto e simultaneamente crítico. Encoraja-se a discussão ativa com observância pelas mais elementares regras de conduta: cordialidade, bom-senso e participações com significado para os temas em debate, com a quantidade a dar lugar à qualidade. Sendo este um curso inteiramente online, com os formandos dispersos geograficamente e com reduzida possibilidade de contacto presencial, encoraja-se a sociabilização no espaço dedicado ao efeito. Os formandos devem agir e pensar não somente em termos individuais mas em grupo (turma), exatamente como, por norma, encorajam os seus alunos a agir. A solidariedade e o espírito de entreajuda são fundamentais para o sucesso coletivo. Ao formador cabe o papel, numa perspetiva sócio-constutivista, assumindo-se mais como um guia e até mesmo um parceiro, mais preocupado em planificar e estruturar as atividades e em promover os contextos de aprendizagem. O processo é mais importante que o conteúdo e a interação é um meio privilegiado para atingir os objetivos. Cabe ao formador intervir nas discussões quando achar necessário, encorajar os formandos, responder a todas as questões e dúvidas que lhe sejam colocadas, apontar pistas e sugerir novas pesquisas. Exige-se ainda, ao formador, domínio absoluto do ambiente de trabalho e das competências pedagógicas e específicas, nomeadamente ao nível dos conteúdos trabalhados, que permitam dinamizar o curso com sucesso, levando os formandos a atingir os objetivos previstos e a alcançar as competências esperadas. 7. Recursos • • • • •

Guião para edição do perfil de utilizador (disponível na atividade) Guião para participação nos fóruns (disponível na atividade) Comunidade Moodle Portuguesa http://moodlept.net.educom.pt/ Netiqueta http://pt.wikipedia.org/wiki/Netiqueta MACIEL, R. (2010). Inovação tecnológica e o ensino em artes visuais. In Convergências, Revista de Investigação e Ensino das Artes, Nº 6. Disponível em http://convergencias.esart.ipcb.pt/artigo/95 Miranda, G. (2007). Limites e possibilidades das TIC na educação. Sísifo, Revista de Ciências da Educação, Nº 3. Disponível em http://sisifo.fpce.ul.pt/pdfs/sisifo03PT03.pdf


• • • • • • •

POLATO, A. (s/d). O uso de recursos digitais para ensinar arte. Disponível em http://revistaescola.abril.com.br/arte/pratica-pedagogica/usorecursos-digitais-ensinar-arte-476020.shtml Programa de Educação Visual e Tecnológica (Vol. I). http://www.apevt.pt/pdf/Programa_de_EVT_vol_1.pdf Programa de Educação Visual e Tecnológica (Vol. II). http://www.apevt.pt/pdf/Programa_de_EVT_vol_2.pdf EVT Digital - Lista temática completa. http://evtdigital.wordpress.com/lista-tematica-completa/ Manual de exploração e instalação do EVTux. http://evtux.files.wordpress.com/2011/10/manual_evtux_final.pdf O manual dos manuais do EVT Digital. http://evtdigital.files.wordpress.com/2012/02/manual_dos_manuais_evtdigital.pdf Significado de reflexão crítica http://www.osignificado.com.br/reflexao-critica/ Reflexão crítica / Ensaio http://www.drearaguaina.com.br/progestao/ensaio_reflexao_critica.doc

8. Avaliação A avaliação do curso é expressa numa escala quantitativa entre 0 (zero) e 10 (dez) valores, tendo em conta o somatório das avaliações obtidas em cada atividade. À avaliação quantitativa corresponde uma avaliação qualitativa de acordo com os seguintes parâmetros: • • • • •

Excelente - de 9 a 10 valores Muito Bom - de 8 a 8,9 valores Bom - de 6,5 a 7,9 valores Regular - de 5 a 6,4 valores Insuficiente - de 0 a 4,9 valores

Cada atividade, de natureza diferente, terá critérios de avaliação diferenciados e detalhados. 9. Roteiro e calendarização 9.0. Ambientação Esta atividade tem como objetivo a adaptação dos formandos ao ambiente de trabalho e a familiarização com a plataforma moodle. A atividade de ambientação não é sujeita a avaliação.


9.0.1. Duração • •

5 dias (de 2ª a 6ª feira) Tempo estimado para a realização da atividade: 5 horas

9.0.2. Tarefas (instruções detalhadas) • • • • •

Acedar ao curso através do endereço http://1fish.info/moodle/course/view.php?id=398 Criar uma conta na plataforma e inscrever-se no curso Editar o perfil e inserir uma foto Observar atentamente a página de entrada do curso e aceder ao fórum. Interagir com os colegas e com o formador, respondendo a algumas mensagens e iniciando outras.

9.0.3. Recursos • • • •

Guião para edição do perfil de utilizador (disponível na atividade) Guião para participação nos fóruns (disponível na atividade) Comunidade Moodle Portuguesa http://moodlept.net.educom.pt/ Netiqueta http://pt.wikipedia.org/wiki/Netiqueta

9.1. Atividade I Pretende-se que os formandos, através da leitura e do debate, compreendam a importância das TIC na educação e da inclusão das ferramentas digitais na EVT. Apesar das contribuições individuais, esta é uma tarefa colaborativa pelo que os formandos são encorajados a refletir em conjunto sobre os conteúdos da atividade. 9.1.1. Duração • •

5 dias (de 2ª a 6ª feira) Tempo estimado para a realização da atividade: 10 horas

9.1.2. Tarefas (instruções detalhadas) • • •

Explorar os recursos indicados e pesquisar novos recursos que sejam considerados úteis para a atividade. A partir duma questão inicial lançada pelo formador, comentar, no fórum indicado, os recursos analisados. Além da análise dos recursos os formandos devem contribuir com ideias próprias sobre o tema em debate e comentar as opiniões dos colegas.


O fórum é auto-moderado e os formandos são livres de iniciarem novas discussões que sejam pertinentes para a atividade. O formador poderá intervir com comentários ou questões que ajudem na orientação do debate. No final da atividade o formador fará um resumo comentado das intervenções.

9.1.3. Recursos •

MACIEL, R. (2010). Inovação tecnológica e o ensino em artes visuais. In Convergências, Revista de Investigação e Ensino das Artes, Nº 6. http://convergencias.esart.ipcb.pt/artigo/95 Miranda, G. (2007). Limites e possibilidades das TIC na educação. Sísifo, Revista de Ciências da Educação, Nº 3. http://sisifo.fpce.ul.pt/pdfs/sisifo03PT03.pdf POLATO, A. (s/d). O uso de recursos digitais para ensinar arte. http://revistaescola.abril.com.br/arte/pratica-pedagogica/uso-recursos-digitaisensinar-arte-476020.shtml

9.1.4. Avaliação A atividade tem um peso de 2 valores na avaliação final do curso. Os critérios de avaliação incidem sobre a clareza e relevância das participações e nas contribuições que suscitem o debate. São ainda consideradas o número de contribuições, no mínimo de quatro mensagens. Não se pretendem, contudo, contribuições sem significado para a discussão ou contribuições demasiadamente repetitivas duma mesma posição. 9.2. Atividade II Os formandos, através da leitura, pesquisa e reflexão, deverão identificar um conjunto de conteúdos programáticos e um conjunto de ferramentas digitais adequadas para o desenvolvimento dos conteúdos identificados. A tarefa deverá ser desenvolvida preferencialmente a pares. Excecionalmente serão permitidos grupos de três formandos. 9.2.1. Duração • •

5 dias úteis (de 2ª a 6ª feira) Tempo estimado para a realização da atividade: 10 horas

9.2.2. Tarefas (instruções detalhadas) • •

Explorar os recursos indicados e pesquisar novos recursos que sejam considerados úteis para a atividade. Utilizar o fórum de apoio à atividade para colocar questões e esclarecer dúvidas.


O fórum é auto-moderado e os formandos são livres de iniciarem novas discussões que sejam pertinentes para a atividade. O formador poderá intervir com comentários ou questões que ajudem na orientação do debate. Cada grupo de formandos deverá ainda:  colocar na wiki de apoio à atividade uma listagem de conteúdos, num mínimo de 3 e num máximo de 5;  justificar a escolha e indicar uma ferramenta digital adequada para cada um dos conteúdos listados. No final da atividade o formador fará um resumo comentado dos contributos de cada grupo de formandos.

9.2.3. Recursos • • •

Programa de Educação Visual e Tecnológica (Vol. I). http://www.apevt.pt/pdf/Programa_de_EVT_vol_1.pdf Programa de Educação Visual e Tecnológica (Vol. II). http://www.apevt.pt/pdf/Programa_de_EVT_vol_2.pdf EVT Digital - Lista temática completa. http://evtdigital.wordpress.com/lista-tematica-completa/

9.2.4. Avaliação A atividade tem um peso de 3 valores na avaliação final do curso, com a seguinte distribuição: 1 valor para o debate no fórum e 2 valores para a listagem de conteúdos, ferramentas indicadas e respetiva fundamentação. No debate os critérios de avaliação incidem sobre a clareza e relevância das participações e nas contribuições que suscitem a discussão. São ainda consideradas o número de contribuições, no mínimo de duas mensagens. Não se pretendem, contudo, contribuições sem significado para a discussão ou contribuições demasiadamente repetitivas duma mesma posição. A avaliação dos conteúdos e ferramentas incide sobre o número de conteúdos identificados (mínimo de 3, máximo de 5), na adequação das ferramentas digitais indicadas para cada conteúdo e na fundamentação das escolhas. 9.3. Atividade III Os formandos, deverão desenvolver uma proposta de trabalho (para aplicação em sala de aula) com recurso às ferramentas da distribuição EVTux. A distribuição pode ser utilizada em modo livre ou, em alternativa, instalada no computador (em dual boot). A proposta deve incluir, para além do ano de escolaridade a que se destina, o campo em que se enquadra, a área ou áreas de exploração e os conteúdos abordados, de acordo com o programa de EVT. Devem ainda ser considerados, entre outros aspetos que o formando entenda, os seguintes


itens: objetivos, recursos (com indicação das ferramentas digitais), calendarização, avaliação e possível articulação com outras disciplinas. Esta atividade é desenvolvida individualmente, sem prejuízo da utilização do fórum de apoio à atividade para a colaboração entre formandos. 9.3.1. Duração • •

7 dias (de 2ª feira a domingo) Tempo estimado para a realização da atividade: 16 horas

9.3.2. Tarefas (instruções detalhadas) •

• •

• • •

Fazer o download do EVTux, disponível numa das seguintes localizações: http://glua.ua.pt/mirrors/evtux; http://erte.dgidc.min-edu.pt/publico/softlivre/evtux/. Gravar a distribuição EVTux num DVD. Utilizar o fórum de apoio à atividade para colocar questões e esclarecer dúvidas. O fórum é auto-moderado e os formandos são livres de iniciarem novas discussões que sejam pertinentes para a atividade. O formador poderá intervir com comentários ou questões que ajudem na orientação do debate. Conceber uma proposta de trabalho, para utilização em sala de aula e com recurso às ferramentas EVTux. Fundamentar e descrever detalhadamente a proposta de trabalho. Publicar a proposta de trabalho no espaço indicado para o efeito (glossário).

9.3.3. Recursos • • •

• •

Programa de Educação Visual e Tecnológica (Vol. I). http://www.apevt.pt/pdf/Programa_de_EVT_vol_1.pdf Programa de Educação Visual e Tecnológica (Vol. II). http://www.apevt.pt/pdf/Programa_de_EVT_vol_2.pdf Download da distribuição EVTux. http://glua.ua.pt/mirrors/evtux http://erte.dgidc.min-edu.pt/publico/softlivre/evtux/ Manual de exploração e instalação do EVTux. http://evtux.files.wordpress.com/2011/10/manual_evtux_final.pdf O manual dos manuais do EVT Digital. http://evtdigital.files.wordpress.com/2012/02/manual_dos_manuais_evtdigital.pdf


9.3.4. Avaliação A atividade tem um peso de 4 valores na avaliação final do curso. Os critérios de avaliação incidem, na globalidade, sobre a conceção da proposta de trabalho de acordo com os parâmetros indicados no ponto 9.3. e na fundamentação da proposta que deve indicar a metodologia seguida para a aplicação do projeto em sala de aula. 9.4. Atividade IV Esta atividade pretende levar os formandos a refletir sobre o trabalho realizado ao longo do curso e sobre a potencialidade da adoção de ferramentas digitais no ensino da EVT, com as consequentes vantagens e desvantagens. A atividade é realizada individualmente, sem prejuízo de troca de opiniões no fórum de apoio à atividade. 9.4.1. Duração • •

3 dias (de 4ª a 6ª feira) Tempo estimado para a realização da atividade: 4 horas

9.4.2. Tarefas (instruções detalhadas) • • •

Rever os recursos utilizados e refletir sobre as tarefas realizadas. Elaborar um texto com a reflexão, entre 400 a 500 palavras. Publicar a reflexão, em formato pdf, como anexo a uma mensagem no fórum.

9.4.3. Recursos • • •

Todos os utlizados nas atividades anteriores e outros que os formandos considerem úteis para a reflexão. Significado de reflexão crítica http://www.osignificado.com.br/reflexao-critica/ Reflexão crítica / Ensaio http://www.drearaguaina.com.br/progestao/ensaio_reflexao_critica.doc

9.4.4. Avaliação • •

A atividade tem um peso de 1 valor na avaliação final do curso. Os critérios de avaliação incidem, na globalidade, sobre os propósitos enunciados na atividade: reflexão crítica acerca do curso e potencialidades da integração de ferramentas digitais no ensino da EVT, com a necessária justificação.


Curso EVTux - Ferramentas Online para o ensino da EVT  

Curso online concebido na unidade curricular de Processos Pedagógicos em Elearning, do Mestrado em Pedagogia do Elearning da Universidade Ab...

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