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Em Órbita base do lançador ROFI (Radial Outward Firing Ignitors) era activado a T-12s e a T-8,5s tomava controlo da sequência de ignição. A ignição do motor RS-68 ocorria a T-5,5s, com o motor a aumentar de potência até 102%. Nesta altura observa-se que o foguetão é envolto em chamas à medida que o propolente percorre as condutas até ao motor, com algum hidrogénio a atingir as faíscas libertadas pelo ROFI. A válvula do oxigénio líquido no motor é aberta a T-2,2s, iniciando a queima do propolente. Nesta fase o computador verifica todos os parâmetros do motor antes de proceder à ignição dos propulsores laterais de combustível sólido e ao lançamento. O lançamento do satélite WGS-5 teria lugar às 0027UTC. O esquema e a tabela anteriores mostram as diferentes fases do lançamento.

O segundo estágio do foguetão lançador atingiu uma órbita de parqueamento às 0047:34UTC com um perigeu a 185 km, apogeu a 6.880 km e inclinação orbital de 25,6º. A segunda ignição do segundo estágio teria início às 0055:24UTC, colocando-se numa órbita com um perigeu a 439 km, apogeu a 66.900 km e inclinação orbital de 24,0º, com a separação do satélite WGS-5 a ter lugar às 0108:38UTC. Segundo Jonathan McDowell, posteriormente o satélite utilizaria os seus próprios meios de propulsão para elevar a sua órbita para um perigeu a cerca de 35.000 km, apogeu a 67.000 km, baixando a sua inclinação orbital. Mais tarde, baixaria o seu apogeu para atingir a altitude geossíncrona.

Em Órbita – Vol.12 – N.º 137 / Junho de 2013

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Em Órbita n.º 137 - Junho de 2013  

Edição 137 para o Boletim Em Órbita onde encontraremos vários artigos sobre o voo espacial tripulado, sobre os lançamentos orbitais realizad...

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