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O conjunto é agora formado pelo estágio ESC-A, pelo adaptador Sylda-5 e pelo satélite Hylas-2. Logo após a separação do Intelsat20, procedia-se à estabilização do conjunto e iniciava-se o procedimento de orientação em preparação da separação do adaptador Sylda-5 que ocorria a T+33m 3s. De seguida (T+33m 13s) iniciava-se a manobra de orientação e estabilização para a separação do satélite Hylas-2 que ocorria às 2224UTC (T+34m 18s). Com os dois satélites agora em órbita, era tempo de colocar o estágio ESC-A numa órbita segura e afastada dos satélites. O estágio era orientado para a manobra de separação a T+34m 32s e colocado com uma rotação de 45º/s a T+38m 43s. O tanque de oxigénio era colocado em modo passivo a T+39m 59s e o início do modo passivo para o ESC-A dava-se a T+44m 22s. A separação dos satélites teve lugar numa órbita com um apogeu a 35.960 km de altitude (apogeu alvo de 35.934 km), perigeu a 249,9 km de altitude (perigeu alvo de 249,5 km) e inclinação orbital de 5,99º (inclinação orbital alvo de 6º). Após a separação ambos os satélites utilizariam os seus próprios meios de propulsão para atingir a órbita geossíncrona.

O lançamento do 50º foguetão Ariane-5ECA

Em Órbita – Vol.12 – .º 127 / Agosto de 2012

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Em Órbita n.º 128 - Setembro de 2012  

Edição do Boletim Em Órbita para Setembro de 2012. Nesta edição podemos encontrar um artigo sobre a missão Shenzhou-9 e um outro sobre a mis...

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