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O conjunto é agora formado pelo estágio ESC-A, pelo adaptador Sylda-5 e pelo satélite MSG-3. Logo após a separação do Echostar17, iniciava-se o procedimento de orientação do conjunto em preparação da separação do adaptador Sylda-5 que ocorria a T+31m 17s. De seguida (T+31m 27s) iniciava-se a manobra de orientação e estabilização (T+32m 42s) para a separação do satélite MSG-3 que ocorria às 2210UTC (T+34m 11s). Com os dois satélites agora em órbita, era tempo de colocar o estágio ESC-A numa órbita segura e afastada dos satélites. O estágio era orientado para a manobra de separação a T+35m 16s e colocado com uma rotação de 45º/s a T+42m 16s. O tanque de oxigénio era colocado em modo passivo a T+44m 27s e o início do modo passivo para o ESC-A dava-se a T+49m 2s. A separação dos satélites teve lugar numa órbita com um apogeu a 35.923 km de altitude, perigeu a 249,4 km de altitude e inclinação orbital de 6º. Após a separação ambos os satélites utilizariam os seus próprios meios de propulsão para atingir a órbita geossíncrona.

Em Órbita – Vol.12 – .º 127 / Agosto de 2012

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Em Órbita n.º 127 - Agosto de 2012  

A edição do Boletim Em Órbita referente ao mês de Agosto de 2012 com vários artigos sobre os lançamentos orbitais não tripulados do mês de J...

Em Órbita n.º 127 - Agosto de 2012  

A edição do Boletim Em Órbita referente ao mês de Agosto de 2012 com vários artigos sobre os lançamentos orbitais não tripulados do mês de J...

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