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JORNAL - COLECIONISMO CERVEJEIRO

EDIÇÃO 8 – ABRIL 2010

JORNAL INFORMATIVO DO COLECIONISMO CERVEJEIRO NOTICIAS DE CERVEJA EM PORTUGAL BARES E CAFÉS

MENSAL – GRATUITO

Neste número: NOTICIAS COLECIONISMO ACCP / ENTREVISTA / EVENTO / BARES E CAFÉS / PAINEL DE PROVADORES / NOVIDADES CERVEJEIRAS / GASTRONOMIA / ENCICLOPÉDIA FICHA 4


EDITORIAL Rui Avilez Valente Director executivo COLECIONISMO CERVEJEIRO... PORQUE NÃO

O destaque deste mês (criação da ACCP). Viagem realizada pelo colecionador Alberto Fernandes (fotos e texto), ao evento onde esteve presente na Alemanha de colecionadores de caricas. Bares e cafés visita ao (Bar - Beer n' Beer) em Espinho, onde se realizou a primeira prova de cervejas (Painel de Provadores). Mais um colecionador entrevistado “Tiago Jardim”. Noticias da cerveja em Portugal, gastronomia e a fechar a enciclopédia IN LOCO MUNDO DA CERVEJA com a ficha colecionável nº 4.

ESTE JORNAL É UMA PUBLICAÇÃO INTERNA DO SITE: www.inlocomundodacerveja.com

Colaboraram nesta edição Rui Avilez Valente Luisa Marques Alberto Fernandes Redacção e revisão Luisa Marques

As opiniões emitidas nos artigos são da responsabilidade de quem os assina, não representando necessariamente a opinião deste jornal. A reprodução total ou parcial é autorizada desde que seja citada a fonte.

ENTREVISTA A MINHA OPINIÃO Este mês este espaço vai servir para colocar aqui alguns erros publicados no numero anterior deste jornal. Em primeiro quero pedir desculpa ao amigo e colecionador Pedro Silva, por não ter referido o nome dele em relação ao apoio e duvidas colocadas no que diz respeito às bases e pelo envio de algumas das fotos de bases de Portugal. O erro em relação à base da MAGNERS, por informação do nosso amigo e presidente do CELCE (Enrique Solaesa), informo que a mesma não é cerveja mas sim cidra, aqui fica então reposta a verdade. A idade do amigo e colecionador Mauro Oliveira é de 27 anos, e não 32 anos como foi referido na entrevista, as minhas desculpas ao Mauro, afinal és mais novo do que eu pensava, a cerveja conserva. Pedimos desculpa aos leitores pelos pequenos erros de ortografia nos textos, vamos tentar ser mais rigorosos na correção dos mesmos, por vezes a falta de tempo e o cansaço faz com que alguns passem despercebidos.

Este espaço é seu, coloque a sua questão e nós respondemos.

Rui Avilez

ESTE MÊS FAZEM ANOS Dia 1 - Victor Oliveira - Sócio nº 9 - ACCP Dia 4 - Fernando Rui Silva – Sócio nº 8 - ACCP Dia 14 - António Borges – Sócio nº 19 - ACCP Os votos de um Feliz Aniversário 1


NOTICIAS COLECIONISMO

ACCP – Associação de Colecionismo Cervejeiro de Portugal Depois de muito ter pensado e depois da publicação de algumas das entrevistas dos colecionadores, resolvi por mãos à obra e avançar com a criação da ACCP. Contactei com dois colecionadores e criámos uma comissão instaladora. Comissão essa composta por mim “Rui Avilez Valente, Pedro Silva e Francisco Ferreira”, com o objectivo de levar a cabo a elaboração dos estatutos e a legalização da ACCP. Ao mesmo tempo criei o site da ACCP, que pode ser visitado no link: www.accp.com.pt, aproveitei a onda e criei um fórum http://accp.forumsclub.com/ ligado ao colecionismo cervejeiro que se encontra inserido no site da ACCP e com ligação nos sites dos colecionadores sócios da ACCP. Para ajudar os colecionadores foi criada a Loja ACCP http://www.accp.com.pt/zzlojaaccp.htm, onde os mesmos podem vender e comprar itens para as sua coleções.

ENTREVISTA

O objectivo da ACCP é criar um espaço onde se encontrem inscritos todos os colecionadores cervejeiros nacionais e estrangeiros que assim o desejem, assim como as empresas cervejeiras nacionais. Procurando desta forma uma mais estreita colaboração entre as empresas e o colecionismo, o que já acontece com uma das empresas cervejeiras nacional a SCC (Sociedade Central de Cervejas e Bebidas) http://www.centralcervejas.pt/default.asp?s=12190 em associação com o site proprietário deste Jornal

www.inlocomundodacerveja.com. O colecionismo cervejeiro Português ganha uma nova dimensão neste ano de 2010 a nível nacional e internacional, depois da realização do sonho da grande maioria dos colecionadores Portugueses que era a criação da ACCP uma mais valia na divulgação do colecionismo nacional além fronteiras assim como da promoção e divulgação do que melhor se faz em Portugal a nível cervejeiro. Rui Avilez

Informação: encontra-se aberto o concurso para a criação do logo da ACCP,, mais informações visitem www.accp.com.pt

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Tiago Jardim, residente na Ilha da Madeira. Coleciono copos e saca caricas desde 2003 Entrevista conduzida por: Rui Avilez

Como surgiu o seu interesse pelo colecionismo cervejeiro? Surgiu em tom de brincadeira, após guardar algumas peças surgiu a ideia.. Que coleciona? Copos de cerveja, coca-cola, fanta e sprite. Tem site da sua colecção? Sim. http://www.copos.com.pt/ Ainda se lembra da primeira peça? Sim, um copo de 0,5 l de Erdinger Essa foi a sua primeira colecção ou já colecionou outro tipo de peças, tais como calendários, moedas ou outros objectos? Já colecionei selos, moedas e cromos Existe um mercado físico ou virtual para a compra/venda deste género de artigos? Feiras de velharias, ebay, leilões net e no meu próprio site. Como é que armazena e expõe a sua colecção? Tenho copos portugueses expostos num estabelecimento e estou a tratar de expor o resto. Toma alguns cuidados especiais na conservação da sua colecção? Sim. Cuidado apenas para não os partir.

Qual a sua opinião à criação de um clube de colecionismo cervejeiro em Portugal? Acho uma boa ideia, desde que haja um bom numero de pessoas inscritos no mesmo. Actualmente ainda somos poucos, mas futuramente seremos muitos. Nota se, aliás, um aumento de coleccionadores. Mudando um pouco de assunto, podemos falar da cerveja em Portugal e das empresas cervejeiras. O apoio das marcas Portuguesas em relação ao colecionismo, como o define? O apoio é nulo, talvez por falta de um organismo/clube que contacte directamente com os fabricantes e vendedores. Mas isto está a mudar. Ano 2010 com boas perspectivas graças ao trabalho excelente do nosso amigo Rui! É consumidor de cerveja? Qual a sua preferida? Raramente consumo cerveja, a minha preferida é qualquer uma desde que misturada com groselha ou 7up (risos) Depois há as cerveja estrangeiras, algumas doces e que já provei e gostei bastante (Timmermens, Kastel, Gouden Carolus, etc) Qual o momento do dia perfeito para si para degustar uma cerveja? Ao almoço, jantar ou pela noite dentro rodeado de boa companhia. As vezes durante a tarde no verão nos dias de calor também sabem bem! (risos)

Qual o artigo que mais gostaria de ter na sua colecção? Copos Portugueses que não tenho neste momento.

Em relação ao mercado cervejeiro em Portugal, acha suficientes as marcas e tipos de cerveja existentes? Como se sabe, actualmente a oferta é maior que a procura.

Já fez alguma loucura para comprar algum artigo? Algumas licitações malucas e viagens enormes para estar presente em alguns encontros..

Gostaria de ver produzida em Portugal, algum tipo de cerveja em especial? Indiferente.

Esteve presente no 1º Encontro IN LOCO Colecionismo Cervejeiro? Qual a sua opinião? Infelizmente não, mas sei que foi um sucesso.

As cervejas Gourmet, gosta e costuma acompanhar as refeições com a mesma? Provei apenas uma vez, mas é raro consumir nas refeições.

Acha que é uma iniciativa a repetir? Sim, sem duvida.

Para terminar uma última pergunta. Este tipo de iniciativas, a criação de um Jornal para dar destaque ao Colecionismo e à Cerveja Portuguesa, acha bem? É uma ideia fantástica!! Bom trabalho e iniciativa do nosso amigo Rui! 3


EVENTO

EVENTO 7º Encontro anual de Kronkorkenforum 2010 Realizou-se nos passados dias 5 a 7 de Março, o 7º encontro anual de coleccionadores de caricas organizado pelo Kronkorkenforum, o qual teve lugar na pequena cidade de Seifhennersdorf, (Saxónia) situada a poucos quilómetros das fronteiras com a Republica Checa e Polónia. Neste evento estiveram presentes coleccionadores de vários países da Europa, nomeadamente Áustria, Bélgica, Bielorrússia, Bulgária, Dinamarca, Eslováquia, Espanha, Estónia, França, Holanda, Hungria, Itália, Lituânia, Polónia, Republica Checa, Rússia, Suécia, Suíça, alem de muitos da Alemanha, e eu próprio de Portugal. Foi o meu primeiro encontro internacional, o meu segundo no que respeita a encontros de coleccionadores de artigos cervejeiros e posso afirmar que excedeu as minhas expectativas. O ambiente que rodeou o mesmo foi óptimo, muita camaradagem, imensas trocas, as 700 caricas que levei esgotaram-se muito depressa e regressei a casa com mais de 2000, pois as cervejarias patrocinadoras, assim como as fábricas produtoras das mesmas ofereceram imensos exemplares e ainda foi possível contactar com muitos coleccionadores que alem das trocas, também me ofereceram muitos exemplares. Um outro pormenor interessante, foi o de aquando as trocas, se realizadas a contento de ambas as partes, o proponente trazia uma cerveja para degustar, tendo eu retribuído com cerveja nacional que levei. Para este encontro, tive apoio das duas maiores empresas cervejeiras do nosso país, a Sociedade Central de Cervejas e da Unicer, sendo esta ultima a que melhor entendeu o espírito do encontro, tendo-me fornecido imensos artigos que distribui pelos visitantes do evento, sendo de longe os mais procurados e que lamentavelmente duraram pouco… pouco mais de 1 hora ! ( os meus agradecimentos à Dra Isabel Frias da SCC e ao Dr Nuno Noronha da Unicer). Um pouco menos duraram os pack’s de cerveja nacional que levei ( Sagres, Superbock, Cristal e Tagus), muito procuradas pelos amantes do nobre liquido e que me ofereceram em troca cervejas de outros países e de acordo com os meus colegas coleccionadores que a degustaram o feedback foi excelente ( penso que não as elogiaram apenas para serem simpáticos) Regressei a Portugal carregado de caricas (alem de outros coleccionáveis) para acrescentar à minha já extensa colecção composta por mais de 12.000 exemplares, todos diferentes, quase todos de cerveja, pois também colecciono os de bebidas maltadas, muito apreciadas nos países Africanos e das Caraíbas … esperando desde já a edição do próximo ano. Texto e fotos: Alberto Fernandes

Eu com o Siep e o Kees

Richard Pantzier e Jurgen

Gacka, Bernardo e Ludmil

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EVENTO

7ยบ Encontro anual de Kronkorkenforum 2010

Trocas sala 2

Trocas e baldrocas

Trocas sala 1

Trocas e baldrocas

Mesa do Herman

Trocas sala 1

Site do Alberto: http://picasaweb.google.pt/caricastirsense 5


BARES E CAFÉS O Jornal Colecionismo Cervejeiro esteve em Espinho, mais propriamente num dos bares da moda “BEER N' BEER”, aberto a partir das 18 horas. Um espaço com uma decoração muito especial para todos os colecionadores e amantes de Cerveja. No rês do chão (bar) um espaço decorado com centenas de peças ligadas a cerveja e não só, a coleção de copos e canecas deste nosso amigo colecionador e proprietário pode ser vista no 1º andar na sala que se encontra preparada para receber festas de aniversário e outros inventos. Uma boa aposta para realizar a sua festa de aniversário, não se esqueça de pedir a lista das cervejas e acompanhe a sua refeição com uma cerveja Belga, Checa, Holandesa ou Alemã. Terminado o jantar desça até ao rés do chão e fique por ali conversandoo e ouvindo boa musica, aproveite e deguste algumas das cervejas existentes (e não são assim tão poucas) até às 3 da manhã. Em Espinho BEER N' BEER a nossa seleção. Texto e fotos: Rui Avilez

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PAINEL DE PROVADORES PAINEL PROVADORES (Mês Março) Victor Oliveira – 42 anos

O nosso painel de provadores será composto por pessoas sem nenhuma ligação a empresas cervejeiras e que são amadores nestas andanças. As provas são realizadas às cegas e cada um dará a sua classificação. Cada provador terá de dar de 1 a 4 ponto por cerveja, o somatório dos pontos atribuídos por cada provador a cada cerveja é somados e é atribuída a classificação de cada uma delas. Serão 4 as cervejas por mês degustadas e votadas pelo nosso painel.

Daniela – 22 anos Super Bock (Portugal) Teor alcoólico: 5,4% Tipo: Lager

Super Bock (Portugal) Teor alcoólico: 6,4% Tipo: Abadia

Pontuação: 10

Pontuação: 15

Guinness (Irlanda) Teor alcoólico: 8,6% Tipo: Stout

Carlsberg (Dinamarca) Teor alcoólico: 5% Tipo: Lager

Mauro Oliveira – 27 anos

Luis Mosa – 54 anos

Pontuação: 8

Pontuação: 10

Estas provas foram realizadas na cidade de Espinho no Bar

“Beer n' Beer” Classificação:

Agradecimentos:

1 – 4 Pontos 5 – 8 Pontos

Ao António Marques propriétario do Bar: “Beer n' Beer” na cidade de Espinho. Pela disponibilidade em nos aturar e pela oferta da cerveja para a prova.

9 – 12 Pontos 12 - 16 Pontos

Agradeciamos às empresas cervejeiras que queiram contribuir para este painel de provadores, o envio de 4 garrafas ou latas de cada uma das cervejas por si fabricadas ou distribuidas. Rui Avilez Valente (Jornal colecionismo cervejeiro) Rua Conde de Avelar nº 95 r/c 2460-642 S. Martinho do Porto

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NOVIDADES CERVEJEIRAS

Promoção da Sagres Barril 5L “Faz a tua Festa promopack” A grande inovação 2009 da Central de Cervejas e Bebidas – SagresBarril de 5L – eleito, pelos consumidores Portugueses, Produto do Ano, na Categoria Cervejas, lança agora uma promoção original. Vamos oferecer a todos os consumidores Portugueses, sem acréscimo de preço, tudo o que precisa para degustar a Sagres em festa com os amigos. Sob o lema "Leva já tudo o que precisas“ o pack promocional é constituído por 1 Barril Sagres 5 L, 25 copos de plástico e amendoins. Este pack vai estar em todo o mercado de Hipers e Supers, durante o mês de Março.

A Diageo e a Sociedade Central de Cervejas e Bebidas (SCC) concordaram em renovar o contrato de Distribuição Exclusiva das marcas Guinness e Kilkenny em Portugal A Diageo e a SCC renovaram o seu Contrato Exclusivo de Distribuição das Marcas Guinness e Kilkenny para Portugal, Continental e Açores, quer para o canal Horeca, quer para o da Distribuição Moderna. Desde 2007, que a SCC é a Distribuidora Exclusiva das Marcas Guinness e Kilkenny, as quais estão disponíveis em diferentes embalagens: Barril, Guinness Draught em lata e Guinness Extra Stout em garrafa. A Guinness e a Kilkenny reforçaram a sua presença no Mercado, através da penetração em novos Estabelecimentos de Restauração e Bebidas, fora da zona Algarvia, historicamente onde a Guinness tem maior presença, e aumentando a sua disponibilidade no canal da Distribuição Moderna através de novas oportunidades. A Distribuição e Activação continuarão, no futuro, a ser o foco desta Parceria, apoiando o crescimento sustentado das Marcas. Alberto da Ponte, CEO da SCC, declarou: “Ter a Guinness no nosso portfolio de Marcas Internacionais é um activo único que nos permite responder a todos os segmentos de mercado, particularmente, para os consumidores que preferem esta Cerveja”.

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Central de Cervejas ajuda comunidade do Concelho de Vila Franca de Xira A Sociedade Central de Cervejas e Bebidas (SCC) renovou, no âmbito da sua política de Responsabilidade Social Corporativa, para o presente ano, o seu protocolo com a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira (CMVFX), com enfoque, à semelhança de 2009, no apoio às Famílias mais Carenciadas do Concelho, e que no ano passado contemplaram cerca de 290 agregados familiares. Este ano, por decisão conjunta da SCC e da CMVFX, e ao abrigo deste protocolo, será ainda atribuída uma verba aos Bombeiros Voluntários de Vialonga para a aquisição de uma nova ambulância. O valor global do protocolo será de 130 mil euros. A SCC decidiu este ano novamente canalizar prioritariamente o seu apoio para as Famílias mais Carenciadas do Concelho de Vila Franca de Xira, reafirmando a iniciativa do ano passado. A SCC tudo fará para continuar a ajudar o Concelho de Vila Franca, onde a nossa Fábrica de Vialonga se integra, em prol do desenvolvimento económico e social da região”, sublinhou o Presidente da Comissão Executiva da SCC, Alberto da Ponte, à margem da assinatura do protocolo, realizada no dia 28 p.p., com a Presidente da CMVFX, Maria da Luz Rosinha, na Fábrica da SCC em Vialonga. Nesta cerimónia compareceram, para além da Presidente da Câmara Municipal de Vialonga e restante Vereação, Juntas de Freguesia envolventes, Representantes das Estruturas Sociais Locais, Misericórdias e outras, que canalizaram o apoio recebido para as Famílias Carenciadas. A caminho da 16ª edição, o Super Bock Super Rock volta a inovar - SUPER BOCK SUPER ROCK assume-se como grande Festival de Música de Verão Primeiros nomes confirmados: EMPIRE OF THE SUN | CUT COPY | THE NATIONAL | PALMA’S GANG | RITA REDSHOES | LAURENT GARNIER 16, 17 e 18 de Julho, Herdade do Cabeço da Flauta, Meco O novo formato do Super Bock Super Rock incorpora aquilo a que o festival português de maior continuidade sempre se propôs – inovar, criar, mas acima de tudo estar atento e ir ao encontro daquilo que o público amante de festivais de Música procura. Materializa e consolida ainda os valores que sempre pautaram a filosofia da marca que dá nome ao festival. Música, Verão, férias, praia, convívio e diversão são temas fortemente associados ao consumo de cerveja e caracterizam o novo conceito do festival. E é assim que, para a 16ª edição, serão introduzidas novas componentes quer na programação quer na organização: Três espaços de programação: o palco principal, um palco para novas tendências e um terceiro espaço inteiramente dedicado às sonoridades electrónicas. A comunicação da 16ª edição do Super Bock Super Rock será apoiada de uma forte campanha publicitária cujo conceito criativo será apresentado brevemente. Os artigos aqui publicados referentes à Sociedade Central de Cervejas são-nos amavelmente enviadas pela SCC, Relações Institucionais - Nuno Pinto de Magalhães a quem agradeço a sua colaboração. Em relação aos artigos referentes a outras empresas cervejeiras nacionais os mesmos são retiradas do site das marcas ou de publicações online. Continuamos a solicitar às empresas cervejeiras que nos enviem noticias referentes à sua actividade. 9


GASTRONOMIA Carne na cerveja com batatas e cenoura Ingredientes: 500 g de coxão mole ou músculo 2 cebolas 4 cenouras 300 g de batatas 30 g de manteiga 1 copo de caldo de carne 1 lata de cerveja escura sal e pimenta do reino Preparo: Corte 2 cenouras em rodelas e 2 em bastões, as batatas em pedaços iguais - para que não escureçam, mergulhe-as em uma tigela com água gelada na panela de pressão, doure a cebola, cortadas em rodelas, com a manteiga. Junte a carne e doure por alguns minutos. Regue com cerveja, deixe reduzir à metade e, então, acrescente o caldo de carne. Tampe a panela e depois que chiar, abaixe o fogo e cozinhe por 25 minutos. Desligue o fogo, tire todo o ar, abra a panela e acrescente as batatas, cenouras, sal e pimenta. Cozinhe por cerca de 15 minutos.

Pão rústico de cerveja e tomate seco Ingredientes: 3 chávenas e meia de chá de farinha 1 c. de chá de sal 1/2 c. de chá de bicarbonato de sódio 1 c. de chá de fermento em pó 1 ovo ligeiramente batido 1 garrafa de cerveja branca (20cl) 1/2 chávena de chá de tomate seco picado 1/4 de chávena de chá de pimento vermelho picado farinha q.b. Preparação: Numa tigela larga junte a farinha, o sal, o bicarbonato e o fermento. Abra uma cova ao meio e deite nela o ovo, a cerveja, o tomate e o pimento. Misture tudo com as mãos até os ingredientes estarem combinados. Amasse um pouco e forme uma bola. Tape com um pano, reserve num local aquecido (dentro do forno por exemplo) e deixe descansar meia hora. Passado o tempo retire a massa da tigela e coloque-a num tabuleiro polvilhado com farinha. Com a mão, achate um pouco o pão e leve a cozer em forno moderado durante aproximadamente 40 minutos. Receitas retiradas do site: http://pt.petitchef.com/

Quando você bebe... seu tempo de reação fica menor. 10


ENCICLOPÉDIA IN LOCO MUNDO DA CERVEJA


COLECIONISMO CERVEJEIRO – FICHA 4 Latas (b) A sua história: 1929, as empresas Anhueser-Busch e Pabst, realizaram os primeiros estudos com a finalidade de criarem uma forma de enlatarem a cerveja, mas devido aos custos envolvidos o projecto foi deixado, Só em 1933 e finda a proibição de bebidas alcoólicas na América, a Gottfried Krueger Brewing, iniciou a produção de uma cerveja em lata, embora numa edição muito limitada. Passados alguns anos esta mesma empresa com a cerveja Kruegeris Special resolveu encher duas mil latas destinada a consumo privado, o êxito foi de tal forma que em 1935 a empresa resolve lançar mais duas marcas em lata, no espaço de onze meses os Estados Unidos viram aparecer no mercado vinte e três marcas de cerveja em lata. Por volta do ano 1936 aparecia na Europa a primeira cerveja em lata pela mão da marca Felinfol no Reino Unido, somente a partir final do ano 1950 é que a cerveja em lata viria a ser uma realidade para a grande maioria dos países europeus Tipos de latas: As primeiras eram conhecidas por latas de tampa lisa e era necessário fazer duas aberturas opostas com um abre-latas fabricado com essa finalidade. De seguida e devido à marca Continental Can apareceram as latas de pescoço, parecidas com as garrafas. Devido a terem a parte de cima cónica e fecharem com uma cápsula idêntica as usadas hoje nas garrafas. Tinham a grande vantagem de poderem ser enchidas nas linhas de enchimento das garrafas. Em relação à sua estrutura, as primeiras latas em fabricadas em três peças: base, copo e tampa. Além das características estruturais, o material usado no seu fabrico e usado até à poucos anos era o ferro laminado e estanhado, conhecido por folha-de-flandres. Inicialmente lineares, passaram a ter rebordo curvo e actualmente são moldadas e fabricadas em alumínio. Lata rectilínea / banda larga – Lata de três peças, base, copo e pescoço. O copo é rectilíneo a banda de soldagem longitudinal é larga.São as latas mais antigas. Lata curva / banda larga – A diferença em relação à anterior é o copo que termina num pequeno rebordo curvo, tanto na base como na tampa. Antigas Lata curva / banda estreita – Em relação à anterior, é a banda de soldagem ser estreita, sendo o espaço decorado maior. Antiguidade média Lata moldada / pescoço largo – Latas feitas em duas peças, pois a base e o copo são uma única peça. A soldagem não existe. Latas modernas. Lata moldada / pescoço estreito – Parecida com a anterior mas com a tampe mais pequena,o que faz com que o pescoço seja mais estreito. Recentes mas pouco usadas. Lata moldada / pescoço muito estreito – A tampa é ainda mais pequena do que na anterior, o que torna o pescoço mais estreito. É a lata actualmente utilizada. Latas no colecionismo Embora o seu colecionismo tenha se iniciado de uma forma tímida e de forma isolada, somente passados uns anos começaram a aparecer os clubes de colecionismo de latas. É de referir que os primeiros modelos (Krueger) são os mais valorizados devido á sua antiguidade e pouca produção. As latas devem ser guardadas vazias, devido ao produto se deteriorar e se deformarem. Como já falamos mais atrás alguns colecionadores preferem furá-las por baixo sem destacar a anilha, que valoriza a lata no colecionismo.Em relação ás latas muito antigas as mesmas são aceites em qualquer estado de conservação devido ao pequeno número. Deve-se procurar manter as latas arrumadas em locais pouco húmidos para não criarem ferrugem. Em relação à sua classificação, o mais usual é agrupá-las por países, de seguida por marcas e antiguidade. Pudesse também optar por agrupá-las por critério temático da mesma.

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HISTÓRIA E CULTURA DA CERVEJA – FICHA 4 A rota do norte partindo da Inglaterra, se estendia pelo mar do Norte e Báltico, alcançando a Rússia e a Escandinávia. Seus principais centros eram as cidades de Bruges (Flandres) Londres (Inglaterra) e Lubeck (Alemanha), movimentando cereais lã, sal, vidro, armas, ferro, chumbo, corantes e vinho. A rota mediterrânea que ligava as cidades italianas aos portos do norte da África (de onde chegavam caravanas árabes do interior do continente, trazendo marfim, ouro em pó, peles e plumas) e do Mediterrâneo oriental, Alexandria e Bizâncio (de onde chegavam especiarias e produtos vindos da Índia e da China). Estes importantes pólos comerciais estavam interligados por rotas terrestres e fluviais, através dos Alpes e pelos rios Ródano, Reno, Danúbio, Mosa, Vistula e Dnieper. Ao longo desses caminhos se estabeleciam às feiras medievais, locais onde, em determinadas semanas do ano, se reuniam mercadores vindos das diversas regiões com seus produtos variados: especiarias orientais, lãs da Inglaterra, sedas de Bagdá, brocados de Damasco, peles, cereais, madeira, cobre, ferro, estanho, alúmen, sal, cerveja, vinhos, mel, azeite, tintas, etc. As maiores feiras (Lagny-sur-Marne, Bar-sur-Aube, Provins e Troyes) estavam localizadas no condado de Champagne, no nordeste da França, região estrategicamente situada entre a rota do norte e a mediterrânea. Os condes de Champagne, para aumentar seus rendimentos, contribuíram para o desenvolvimento das feiras, dando protecção e salvo-conduto aos mercadores, facilitando o armazenamento de mercadorias, isentando-os do pagamento de impostos e perseguindo os desonestos. As cidades italianas actuavam no comércio, de maneira independente umas das outras, havendo mesmo rivalidade entre elas. Mas, ao norte, surgiu uma grande associação reunindo cerca de 90 cidades alemãs, denominada Liga Hanseática ou Hansa Teutônica. Sob a liderança de Lubeck, a Hansa passou a dominar e monopolizar o comércio no mar Báltico e no mar do Norte impedindo a entrada de mercadores estrangeiros nessa região. Por volta do século XIII, Gênova, Veneza e as cidades da Liga Hanseatica, fugindo dos perigos das rotas terrestres, criaram uma via marítima directa, passando por Lisboa, Londres e Bruges. No século XIV, com a fixação dos mercadores em determinados centros como Londres, Paris, Bruges e Flandres as feiras entraram em declínio. "O modesto comércio medieval, limitado na Alta Idade Media (séculos VI ao X) às vias fluviais, ao desenvolver-se lentamente ao longo das rotas terrestres entre os séculos XI e XIV e ao aventurar-se aos mares, de Alexandria a Riga, pelas rotas do Mediterrâneo, do Atlântico, do canal da Mancha, do mar do Norte e do Báltico, preparava a expansão comercial da Europa moderna". É nos séculos XV e XVI que surgem as primeiras vodcas polonesas à base de batatas, o uísque escocês de malte, a bagaceira italiana feita a partir do bagaço das uvas. Inventa-se também o rum, o gim e o calvados. O mundo descobre a delícia e a multiplicidade dos destilados. Mas são as bebidas fermentadas, vinho, cerveja e sidra, que atiçam a imaginação, o paladar e a economia dos europeus. O vinho é o combustível do comércio do continente. Os vinhos de então, muito açucarados, são instáveis, mal acondicionados, e não suportam longas viagens ou armazenagem. Avinagram-se com frequência e devem ser bebidos logo depois de sua produção. Mesmo assim é uma bebida de classe, de nobres. Ao povo, resta a cerveja, que muitas vezes, por ser feita de cereais fermentados, substitui o pão na dieta do camponês. É comum crianças se embebedarem. Tem-se notícia de que ricos comerciantes holandeses importavam uma cerveja de luxo, com alto teor alcoólico, de Leipzig, na Alemanha. Mas é uma bebida da ralé. Há relatos de que camponeses da Polónia e da Alemanha tomavam, em média, três litros da bebida por dia. Na Antiguidade usava-se para a elaboração da cerveja uma variedade imensa de ingredientes para aromatizar o produto, como folhas de pinheiro, cerejas silvestres e variadas ervas. Para regularizar o processo de fabricação da cerveja, o Duque Guilherme IV da Baviera, decretou em 1516, a Lei da Pureza. Essa lei, a mais antiga e conhecida do mundo, determina que os ingredientes que podem ser usados na fabricação de cerveja são: cevada, lúpulo e água. A levedura de cerveja ainda não era conhecida e, somente mais tarde foi incluída na lei.


DESGUSTAÇÃO DE CERVEJA – FICHA 4 Garrafas com levedura (f) Para terminarmos esta secção, vamos falar da cerveja em garrafa as chamadas cervejas especiais, em que é colocada levedura na própria garrafa com o objectivo de ai se processar uma nova fermentação. Existe um procedimento que se deve ter em conta com este tipo de cerveja, deixe repousar a garrafa na posição vertical durante pelo menos 24 horas, de seguida deve ser servida muito devagar e deixe sempre um pouco de cerveja no fundo da garrafa de forma a que a levedura não se levante. Para aqueles que optarem por ingerir a levedura existente na garrafa, depois de servida a cerveja agite o que ficou no fundo da garrafa e despeje o mesmo sobre a cerveja que está no copo.

A Cerveja de barril (6) À muitos anos a Cerveja era guardada em ânforas de barro, que eram frágeis e se partiam com muita facilidade. De tal forma que se tornava necessário encontrar-se um sistema de armazenamento que permitisse não só a segurança do armazenamento mas também de fácil transporte, sem que alterasse a qualidade da mesma. Foi na Idade Média que esse sistema atingiu o seu apogeu devido ao desenvolvimento dos Grémios, os mesmos começaram a expandir-se pela Europa na tentativa de dar resposta à enorme procura de vinhateiros e cervejeiros. O barril de madeira foi durante muitos séculos o rei do armazenamento da cerveja. O séc XX viria a ser a a época da mudança já que todos os barris foram substituídos por cubas e barris metálicos (alumínio e aço inoxidável). O Barril era dirigido principalmente aos estabelecimentos que consomem grandes quantidades de cerveja a copo. Com o passar dos anos os fabricantes verificaram que existia outro mercado para o barril, as casas particulares e assim nasceram os barris mais pequenos em média de 5 litros e com sistema de tiragem incorporado.. Funcionamento do barril (a) Existem três sistemas para fazer funcionar um barril. O mais usual consiste em fornecer a pressão à cerveja em forma de gás, essa pressão além de carbonizar a cerveja fá-la circular e atravessar a chamada serpentina que a arrefece e que vai fazer com que a cerveja saia pela torneira à temperatura ideal de consumo. De seguida temos o sistema mais utilizado em Inglaterra, embora mais simples requer uma maior assistência. Uma vez cheio o barril, colocasse uma dose de açúcar e um agente clarificador natural que serve para filtrar até ao fundo os detritos e a turvação. Em algumas cervejas também se adiciona um pouco de lúpulo com o objectivo de se obter um aroma extra. Sistema esse conhecido por “lupulagem extra”, Uma vez o barril preparado, o mesmo é levado para o local de destino para consumo, onde deve ficar dois ou três dias numa cave ou armazém a uma temperatura média de 13ºC para que se realize um amadurecimento da cerveja, neste espaço de tempo o guardião deve furar o barril com o objectivo de evitar o excesso de pressão. Desta forma obtêm-se se aquilo que designa por “amadurecimento da cerveja de barril” ou “amadurecimento inglês”. O resultado final é uma cerveja mais cremosa com menos carbono. O terceiro e último sistema é o utilizado em certas zonas da Alemanha e que consiste em deixar que a cerveja caia com o seu peso. Neste caso o barril continua a ser de madeira de carvalho e deve ser colocado a um nível mais elevado em relação à torneira.por onde vai sair a cerveja.


ESTILOS DE CERVEJA – FICHA 4 Märzenbier: É uma cerveja cor de cobre avermelhada, muito maltada, condimentada e seca, com um teor alcoólico um pouco acima dos 5% de volume. Mild Ale: As mild ale são cervejas de alta fermentação e de origem Britânica. Antigamente consumidas apenas pelos trabalhadores do campo, hoje em dia conhecidas pela maioria dos apreciadores deste tipo de cerveja devido à sua qualidade e prestígio. Oud Bruin: Estilo originário de Oudennarde, pequena localidade da Flandres belga oriental, carateriza-se pelo seu aroma complexo e frutado e pelo seu escasso amargor. Porter: A cerveja Porter apresenta uma fermentação alta. O seu inconfundível sabor torrefacto e o seu corpo ligeiro são a razão de cativarem quem a consome. Pale Ale:As cervejas pale ale distinguem-se pela sua cor muita característica e pelo seu leve sabor a noz que tem origem na torrefação especial do malte. Saison: Antigamente a inexistência de técnicas de produção de frio obrigava a que a cerveja para ser consumida no verão fosse elaborada apenas em determinadas épocas do ano. Esta a origem das Bières de saison, ou cervejas sazonais. Sparkling Ale: De origem Australiana é também conhecida como a ale espumosa de Adelaide. Elabora-se com cevada da península de Iorque e caracteriza-se pelo seu aroma algo intenso e frutado. Trapista: Estilo que é fabrica em seis abadias Belgas e uma Holandesa, todas elas residências de monges da ordem cisterciense de Trapa. Muito frutada e aromática, passa por uma fermentação secundária na garrafa. Weizenbier: Com quase dez séculos de história, as weizenbier ou cervejas de trigo da Baviera são um dos estilos mais antigos do mundo. Witbier:Designa um estilo de trigo belga da região do Brabante. Embora tenha estado esquecido muitos anos, hoje em dia goza de excelente reputação entre os apreciadores de cerveja.

As características da cerveja Ale : Fermentação: Alta Levedura: Saccharomyces cerevisiae Guarda: Não necessitam, admitem geralmente o seu envelhecimento em garrafa Composição: A maioria elabora-se com malte de cevada. Existindo vários estilos onde se utiliza trigo cru ou maltado. Existe um estilo em concreto que se elabora com malte de aveia Cor: Toda a gama, desde o pálido ao preto Aroma: Frutado e seco Sabor: Quase sempre complexo, embora muito variado, segundo o estilo e as variações dos locais Espuma: Geralmente apresentam uma boa coroa de espuma

Estilos de cerveja da família Lager (5) Bock : Cerveja lager forte, por vezes m intenso sabor a malte e um toque mais ou menos adocicado. Doppelbock: Literalmente significa Bock Dupla. É um dos mais complexos estilos alemão, O estilo surgiu no século XVIII dentro de um mosteiro na Baviera, era o famoso pão líquido dos monges. Eles tradicionalmente preparavam esta cerveja para o período de quaresma. Dortmunder Export: Tornadas populares no século XIX em Dortmund, na Alemanha, essas Pale Lagers douradas exigem um clássico caráter limpo com notas abiscoitadas de malte. O amargor é semelhante ao de uma Pilsner alemã com um olfato aromático. Eisbock: Este estilo, prende-se com as práticas ancestrais dos mosteiros medievais germânicos, locais onde se produzia uma cerveja forte e nutritiva que ajudava os monges a suportar os períodos de jejum, já que durante essas épocas apenas seria proibido ingerir comida sólida. Kellerbier :Estilo genuíno que a cervejeira Alemã St. George Bräu divulgou por todo o mundo e que se transformou numa referencia para todas as empresas cervejeiras do sector que o reproduzem com êxito. Lager: As suas origens remontam à Baviera do século XIX, local onde os mestres cervejeiros tinham por hábito guardar os seus produtos em caves muito frias de modo a lhe darem uma certa maturação. Lager Americana: Lager americana que se destaca devido interessante aroma, bela aparência e gosto suave com notas bem inseridas de malte, lúpulo e um bem leve adocicado cativante resultando num conjunto bem equilibrado. Maibock: É um estilo recente de Bock, se comparado aos demais membros da família. São feitas para serem servidas especificamente associadas à primavera (no hemisfério norte) e ao mês de Maio. Esta cerveja tem forte aroma de malte. Sua cor varia do dourado forte a âmbar.


CERVEJA NO MUNDO – FICHA 4

População: 21.450.000 hab. Área: 7.741.220 km2 Nº Empresas Cervejeiras: +/Nº Cerveja diferentes: + de Produção cerveja anual: Consumo anual por habitante: 109.9 l

Austrália: País de uma extensão enorme, mas pouco habitado. Esta realidade é

um factor pouco atraente para as industrias cervejeiras, o que justifica uma aproximação entre as empresas cervejeiras Austríacas de forma a incrementarem a sua produção. Foi realizada uma fusão de empresas de tal forma que actualmente existem duas grandes empresas que controlam o mercado a Carlton & United Breweries Ltd e a Lion Nathan. Estas empresas por outro lado tem actuado de forma a aumentarem as suas exportações. A grande maioria da população da Austrália é de origem Britânica o faria com que a grande maioria das cervejas consumidas fossem de origem Britânica, o que não acontece pois as cervejas que dominam o mercado são o tipo louras lager. Embora se saiba que a primeira cerveja produzida neste país foi uma Ale e que foi produzida durante os anos 20 e 30, mas a primeira cerveja a obter sucesso a nível mundial foi uma lager produzida a partir do ano de 1887 pelos irmãos Foster, e que eram imigrantes provenientes dos Estados Unidos da América. Falamos pois da Foster's uma cerveja mundialmente conhecida no mundo e a rainha das cervejas Austríacas. O seu sucesso deve-se ao facto de ser uma cerveja que se bebe fresca e devido ao clima quente da Austrália. A grande diferença entre as lager Austríacas e as restantes lager. É serem produzidas com uma variedade de lúpulo (pride of ringwood) bastante amargo, razão essa que nas garrafas se pode ler o termo bitter, sinónimo de amargo, mas que nada tem a ver com o estilo Inglês. Sector cervejeiro Austríaco São dois os grandes grupos que controlam o sector, Carlton (com doze fábricas) e Lion Nathan grupo inicialmente formado na Nova Zelândia que possui cinco da grandes cervejeiras Austríacas. A Carltin com sede em Melbourn foi fundada em 1907 e podemos citar as principais marcas que possui: a Carlton Brewery, a Foster's e a Victoria Brewery e produz mais de cinquenta marcas de cerveja de estilo Inglês (stout e bitter) e Alemão (weizenbier) e como não podia deixar de ser as lager, entre elas a famosa Foster's. A Lion Nathan com sede em Brisbane tem como principal empresa a Castlemaine Perkins, produz principalmente uma lager que recebe a designação de bitter e uma stout de baixa fermentação. Em relação a outras fábricas independentes, embora existam em largo número, apenas duas são conhecidas internacionalmente. A Coopers Brewery, uma cervejaria de carácter familiar que produz cervejas cervejas de estilo Inglês, lager dourada e uma especialidade Austríaca a sparkling ale. De seguida podemos falar da J. Boag &Son, que fabrica uma lager muito amarga a James Boag's Premium Lager, assim como outras cervejas de alta fermentação bastantes amargas. Sendo a Ilha de Tasmânia o primeiro produtor de lúpulo (pride of ringwood) razão essa para as cervejas amargas.


COLECIONISMO PORTUGAL – BASES UNICER (ficha A) UNICER Marcas actuais: Super Bock (branca, stout, abadia, green, s/alcoól) Cheers, Cristal, Marina Marcas antigas já não fabricadas: Clok, Nautic

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COLECIONISMO PORTUGAL – COPOS E CANECAS UNICER (ficha A) UNICER Marcas actuais: Super Bock (branca, stout, abadia, green, s/alcoól) Cheers, Cristal, Marina Marcas antigas já não fabricadas: Clok, Nautic

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ÍNDICE – COPOS E CANECAS UNICER - (FICHAS – A / B) UNICER – 1

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Altura – 13,5 cm Diâmetro – 6,4 cm Capacidade - S/M Ano - S/D

Altura – 14,5 cm Diâmetro – 5,4 cm Capacidade - S/M Ano - S/D

Altura – 12,5 cm Diamêtro – 5,6 cm Capacidade - S/M Ano - S/D

Altura – 13 cm Diamêtro – 6,7 cm Capacidade - S/M Ano - S/D

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Altura – 11.5 cm Diâmetro – 6,4 cm Capacidade - S/M SCC Ano --19 S/D

Altura – 11,5 cm Diâmetro – 6,4 cm Capacidade – 20cl Ano - 1989

Altura – 14,5 cm Diâmetro – 5,9 cm Capacidade - 20cl Ano - 1992

Altura – 14,5 cm Diâmetro – 6 cm Capacidade - 20cl Ano - 2002

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Altura – 14,5 cm Diâmetro – 6 cm Capacidade - 20cl Ano - 1999

Altura – 14,5 cm Diâmetro – 5,9 cm Capacidade - 20cl Ano - 1992

Altura – 14,5 cm Diâmetro – 5,9 cm Capacidade - 20cl Ano - S/D

Altura – 17 cm Diâmetro – 6,2 cm Capacidade - 30cl Ano - 1994

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Altura – 17 cm Diâmetro – 6,2 cm Capacidade - 30cl Ano - S/D

Altura – 17 cm Diâmetro – 6 cm Capacidade - 30cl Ano - 1994

Altura – 12 cm Diâmetro – 5,6 cm Capacidade - 20cl Ano - 2002

Altura – 12 cm Diâmetro – 5,5 cm Capacidade - S/M Ano - 2004

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Altura – 12 cm Diâmetro – 5,5 cm Capacidade - 20cl Ano - 2001

Altura – 12 cm Diâmetro – 5,5 cm Capacidade - 30cl Ano - 2008

Altura – 10 cm Diâmetro – 5,7 cm Capacidade – 15cl Ano - 2008

Altura – 16 cm Diâmetro – 8,1 cm Capacidade - 40cl Ano - 2004

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Altura – 12,5 cm Diâmetro – 6,5 cm Capacidade - 20cl Ano - 2007

Altura – 17 cm Diâmetro – 6,3 cm Capacidade - 20cl Ano - 2001

Altura – 19 cm Diâmetro – 6,6 cm Capacidade - 25cl Ano - 2004

Altura – 17 cm Diâmetro – 6,5 cm Capacidade - 20cl Ano - 2008

S/M – Sem medida

S/D – Sem data


COLECIONISMO PORTUGAL – CARICAS UNICER (ficha A) UNICER Marcas actuais: Super Bock (branca, stout, abadia, green, s/alcoól) Cheers, Cristal, Marina Marcas antigas já não fabricadas: Clok, Nautic

UNICER - 1

UNICER - 2

UNICER SCC -3 -3

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Edição nº 8