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Baby Bubble

o berรงo ideal

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Synectics... 01. Quebrar o problema em subproblemas 02. Listar conceitos recorrendo a formas verbais 03. Eleger um conceito-acção 04. Definir o conceito da excursão 05. 06. 07. 08. Reflexão de Daniel Rodrigues 05. 06. 07. 08. Reflexão de Daniel Silva 05. 06. 07. 08. Reflexão de Rúben Ramos 05. 06. 07. 08. Reflexão de Rui Gomes 05. 06. 07. 08. Reflexão de Teresa Teixeira 09. Seleccionar ideias de maior visibilidade / inovação 10. Apresentar solução 11. Vantagens das soluções encontradas 12. Desvatagens das soluções encontradas

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0 QUEBRAR O PROBLEMA EM SUBPROBLEMAS 4


As pipocas fazem barulho. O bebĂŠ acorda facilmente. Ouvir barulho no quarto. Necessidade das pipocas.

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0 LISTAR CONCEITOS RECORRENDO A FORMAS VERBAIS 6


Acompanhar Dormir Ouvir Estourar Incomodar

Habituar Acordar Adormecer Silenciar Insonorizar

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0 ELEGER O CONCEITO DE AÇÃO

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SHIUUUUUU UUUUUUUU UUUUUUUU UUUUUUUU UUUUUUUU UUUUUUUU UUUUUUUU UUUUUUUU UUUUUUU!!!

SHIUUUUUU UUUUUUUU UUUUUUUU UUUUUUUU UUUUUUUU UUUUUUUU UUUUUUU!!!


SHIUUUUUU UUUUUUUU UUUUUUUU UUUUUUUU UUUUUUU!!!

SHIUUUUUU UUUUUUUU UUUUUUUU UUUUUUUU UUUUUUUU SHIUUUUUU UUUUUUU!!! UUUUUUU!!!

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0 DEFINIR O CONCEITO DA EXCURSÃO

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A baby step for a kid, A big step for his parents.


COMANDO, ONDE VAMOS? ESTAÇÃO ESPACIAL INTERNACINAL (ISS). ENTENDIDO_

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, ,

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&

DANIEL RODRIGUES

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5.ESTABELECER A

ASSOCIAÇÃO ENTRE O CONCEITO-AÇÃO E A EXCURSÃO

6.SELECIONAR

UMA DAS IDEIAS

7.ASSOCIAR A IDEIA

AO PROBLEMA VIA METÁFORA

8.GERAR POSSÍVEIS

IMPLEMENTAÇÕES

5.

Na viagem à EEI, com o conceito-acção “silenciar” em mente, desvendou-se um outro derivado deste, “isolar”. Num âmbito tão tecnológico, com necessidades muito especiais surgem formas originais de colmatar problemas de silenciamento e isolação. Uso de uma mala desenhada para aquecer alimentos uniformemente e isolando-os do meio envolvente onde podiam flutuar na ausência de gravidade; Portas preparadas para separar os diferentes módulos da EEI, silenciando, isolando e prevenindo o alastramento de qualquer anomalia


como descompressão; Tecnologia de detecção áudio para identificação de fugas de oxigénio para o exterior, quebrando o isolamento. O vácuo é usado pelo cosmonauta para isolamento, conservação, geração de forças para equipamentos de manutenção física. Tendo a EEI um reduzido espaço de habitação, partilhado por todos e normalmente multiusos, os cosmonautas encontram o seu silêncio, isolamento e privacidade em pequenos compartimentos fechados, onde dormem e guardam os seus pertences mais pessoais.

6.

Todas as ideias anteriormente apresentadas são igualmente tentadoras do ponto de vista da criação de um novo produto. Contudo, a privacidade dos astronautas pareceu-me um dos fatores mais importantes, razão pela qual escolhi o habitáculo destes como como ideia principal, na esperança de transpor essa importância para uma realidade diferente.

7.

Como apaixonado por tecnologia não me poupei na minha estravagância, acabando por fazer ponte da ideia principal com ou-

tra que foram surgindo ao longo da viagem: Idealmente teríamos uma cápsula onde o bebé pudesse descansar sem ser perturbado. Esta cápsula seria fechada, alimentada de oxigénio e silenciada por via de uma camada exterior de vácuo ou um sistema de cancelamento de som.

8.

Mantendo o conceito inicial da cápsula, cheguei a duas ideias: I) Uma cápsula que pudesse reduzir significativamente o barulho proveniente de uma zona da casa, que poderia estar a afetar mais o bébé. O seu

formato deveria ser esférico de modo a reflectir melhor o som, não o absorvendo, mas aberto pois o fluxo de ar é importante. Por outro lado deveria ter um design moderno, mas mundano, gerador de conforto e segurança, valores importantes para os pais. II) Por outro lado, podia-se dar um segundo uso a este novo berço. Este é um objeto que muitas vezes é posto de lado ao fim de dois anos, porque não dar lhe um segundo uso como sofá ou puf.

Dar um se“gundo uso”

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&

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DANIEL SILVA

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5.ESTABELECER A

ASSOCIAÇÃO ENTRE O CONCEITO-AÇÃO E A EXCURSÃO

6.SELECIONAR

UMA DAS IDEIAS

7.ASSOCIAR A IDEIA

AO PROBLEMA VIA METÁFORA

8.GERAR POSSÍVEIS

IMPLEMENTAÇÕES

5.

Uma das maiores dificuldades neste processo foi desligar-me por completo do problema, mesmo em fases que não devia pensar nele. Assim, as primeiras ideias que surgiram de associação do C-A com a Excursão foram no sentido de silenciar para conseguir adormecer na ISS. Obtive: a) Usar capacete à prova de som; b) Colocar-se numa cápsula de vidro; Numa segunda fase, tentei perceber como é que se podia silenciar os ruídos que existiam dentro da ISS e vindos de fora para dentro.


Concluí por: c) Desligar os equipamentos de comunicação; d) Usar revestimentos de insonorização do meio ambiente; e) Usar sons/frequências que anulem o ruído exterior.

6.

Escolhi a opção b). Aqui a mente já não era condicionada pelo problema inicial, mas por uma possível solução. No entanto a escolha recaiu nesta opção por entender que era algo mais “futurista” e que teria maior potencialidade.

7.

Cápsula em forma de esfera transparente, a flutuar no ar, simulando ausência de gravidade, com a criança lá dentro. Os problemas desta extravagância: I. a dificuldade de colocar a cápsula a fluar; II. a não existência de ar respirável no interior; III. a dificuldade de colocar o bebé lá dentro sem uma abertura.

8.

As duas possíveis: 2) Cápsula em formato de semicírculo, erguida por um puxador, para colocar a criança dentro. A cápsula adota um revestimento tran-

parente onde seria possível a projeção de luz de cor e a decoração, para criar um ambiente para o bebé. Pontos fortes: Facilidade de implementação, transporte e resolve o problema da extravagância da colocação do bebé no interior. Pontos fracos: Não soluciona o problema da circulação de ar respirável. 2) Uma cápsula na forma rectangular, semelhante a uma encubadora, com uma abertura lateral para entrar a bebé e que se fecha em seguida. No topo da cápsula seria

colocado um painel TFT que projetaria imagens para criar um ambiente propício ao sono. Pontos fortes antevistos: solução mais tecnológica. Pontos fracos: é uma solução menos versátil do ponto de vista da instalação.

“Colocar-se

numa cápsula de vidro.” 15


&

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RÚBEN RAMOS

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5.ESTABELECER A

ASSOCIAÇÃO ENTRE O CONCEITO-AÇÃO E A EXCURSÃO

6.SELECIONAR

UMA DAS IDEIAS

7.ASSOCIAR A IDEIA

AO PROBLEMA VIA METÁFORA

8.GERAR POSSÍVEIS

IMPLEMENTAÇÕES

5.No espaço há o

vazio, não há ar, logo, não há som. Imaginemos que sou um astronauto e pretendo ouvir música.Posso escutá-la com auscultadores para não incomodar os outros astronautas ou, por outro lado, posso recostar-me nos confins da nave, com o maior número de portas possíveis para evitar que o barulho se propague. Quanto ao assistir a um filme no espaço... Talvez podesse usar uma viseira para visualizá-los... Nesta fase, alcancei


duas ideias distintas que tentam resolver o problema. a) Podia criar uma viseira que protegesse da luz e radiações solares e que, ao mesmo tempo, protegesse dos ruídos da nave. Talvez em tecido para ser confortável, que se ajustasse facilmente à cabeça e que fosse leve. b) Por outro lado, podia ser uma espécie de cápsula, como a própria nave, que protegesse da luz solar e, consequentemente, de ruídos.

Quase criar uma mininave dentro da nave, ou que podia vaguear em torno da nave mãe.

6.De ambas as

ideias, escolho a que se refere à cápsula porque me parece mais confortável, segura e funcional. Já que a viseira pode ser perturbadora, desconfortável e perigosa face ao normal desenvolvimento de uma criança recém nascida.

7.Sendo extrava-

gante, enuncio a ideia

de criar uma divisão da casa em vácuo e colocar a cápsula pressurizada no centro, onde a criança ficaria. Esta ideia é totalmente descabida visto que é extremamente difícil e dispendioso criar um espaço em vácuo total. Além disso, a tecnologia anti gravitacional ainda não está totalmente resolvida e capaz de se integrar no nosso dia-a-dia.

8.Dada esta refle-

xão, posso sugerir a

criação de uma cápsula que funcione como berço.Esta cápsula protegeria do som e luz. Talvez dar a opção para que ela possa ser opaca ou transparente consoante a necessidade. Talvez a grande desvantagem desta ideia é o espaço que o objeto ocupará... Talvez demasiado para uma casa de porporsões médias.

“Criar uma

cápsula que funcione como berço”

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&

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RUI GOMES

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5.ESTABELECER A

ASSOCIAÇÃO ENTRE O CONCEITO-AÇÃO E A EXCURSÃO

6.SELECIONAR

5.

Sendo o conceito ação o verbo silenciar e o local da excursão a Estação Espacial Internacional, as primeiras impressões passaram por perceber o que poderia provocar ruído na ISS. Assim, desde os equipamentos, passando pelos ventiladores, tudo poderia ser silenciado. De que forma? a) Usar isolamentos especiais para os ventiladores da IIE;

7.ASSOCIAR A IDEIA

b) Criar uma cápsula com sons agradáveis que contrabalançassem os ruídos exteriores;

8.GERAR POSSÍVEIS

c) Desenvolver um conjunto de panos

UMA DAS IDEIAS AO PROBLEMA VIA METÁFORA

IMPLEMENTAÇÕES


de tecido para cobrir todos os materiais, pois materiais macios, porosos e fibrosos têm mais capacidade de absorção do som. d) Arranjar uns tampões ou capacete que garantissem a inviolabilidade dos ruídos.

6.

De entre as ideias surgidas, optei por aquela que me pareceu mais sensata para o local da excursão, mas que acabou por abranger duas iniciais. Assim, a ideia avançada era: Desenvolver uma bola, toda forrada com tecidos fibrosos que per-

mitisse não só dormir como fazer refeições lá dentro, tipo “Bungalow insonorizado no espaço”. A ideia seria basicamente a de recriar um espaço intimista e se possível muito semelhante ao ambiente Planeta Terra, mas individual e muito protegido pelos tecidos fibrosos.

7.

Aqui a extravagância passou por pensar no seguinte: “Bungalow Insonorizado”, em forma de bola, que permitisse baloiçar um pouco e que tivesse um som de fundo da voz dos pais da criança a contar uma história.

O principal problema que pareceu surgir foi o de conseguir ter um ar respirável dentro do “bungalow insonorizado” e em forma de bola. Outra questão estava relacionada com o conforto do bebé, pois o aspeto arredondado do espaço poderia não ser o mais aconselhado e poderia baloiçar demasiado.

8.

Assim, cheguei a duas possibilidades: I) Bola, com base lisa, toda revestida com materiais fibrosos no exterior, tendo no interior um som de fundo da voz dos pais da cri-

ança a contar-lhe uma história; Esta bola seria apenas usada a partir do meio para cima, de modo a dar mais conforto ao bebé. A parte superior da bola sairia na totalidade. A parte inferior era para arrumações. II) Bola tipo cápsula, com sistema mecânico de baloiço, incluindo no interior um berço com colchão que massajava as costas da criança. O interior da bola cápsula seria levemente iluminado com luzes de presença que estimulariam o sono do bebé.

“Bola tipo cápsula(...) ”

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&

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TERESA TEIXEIRA

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5.ESTABELECER A

ASSOCIAÇÃO ENTRE O CONCEITO-AÇÃO E A EXCURSÃO

6.SELECIONAR

UMA DAS IDEIAS

7.ASSOCIAR A IDEIA

AO PROBLEMA VIA METÁFORA

8.GERAR POSSÍVEIS

IMPLEMENTAÇÕES

5.

O meu primeiro passo foi relacionar o que teriam em comum o conceito/acção com o contexto onde se encontrava o local da nossa excursão. O espaço parece no meu imaginário como um local totalmente desprovido de som – pela ausência de gravidade, eletricidade, aparelhos, barulhos externos. Neste ponto procurei isolar para mim as ideias/características que fazem do espaço um local naturalmente silencioso: a) Distância do Mundo - Distância em relação ao nosso mundo que potencia o silêncio;


b) Contexto isolado: estações construídas de raíz pelo homem sem interferência externa. c) Permanência em ambientes protegidos: – associação às naves, fatos especiais e cápsulas que constituem os locais de descanso no espaço num plano imaginário

6.

Neste caso a ideia que selecionei foi a relacionada com os ambientes protegidos. Como referi, a minha visão sobre o espaço não é a de um sítio que precise de ser insonorizado, mas sim de um local onde o silêncio é a nota dominante.

7.

Criação de uma câmara espacial para o bebé com dimensões de um quarto que fosse totalmente insonorizada e com ambiente protegido. A câmara poderia ser constantemente velada através de um pequeno aparelho de vigilância com som e câmara que permitisse aos pais ver constantemente a divisão e poder ajudar o filho em qualquer situação. Assim, seria possível colocar o bebé num mundo próprio completamente à prova de sons alheios, em que nada o perturbaria, mas a que os outros poderiam aceder e

8.

Para uma possível aplicação prática desta ideia da câmara espacial tive como premissa base a associação do contexto de cápsula espacial à necessidade de silenciar o ambiente e proteger o bebé. Assim, não sendo para a generalidade dos casais possível criar toda uma divisão em casa à prova de som, as ideias de aplicação prática em que pensei foram: I) Criar uma proteção/ encaixe, de vários formatos e dimensões, para os berços. Esse encaixe seria feito em material insonorizante com uma abertura que permitisse a circulação

de ar e ao mesmo tempo diminuísse substancialmente a passagem de ruído. II) Construir um berço/ cama com formato de cápsula onde a proteção já estivesse incluída. A construção do mesmo seria no mesmo material insonorizante, mas teria incorporada a opção de ajuste de luzes e mesmo de difusão de sons reconfortantes para a criança, que não só permitissem diminuir o ruído externo, mas também ajudar a conciliar o sono.

“Ambientes

protegidos ”

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0 SELECIONAR IDEIAS

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1. Criar uma cรกpsula que funcione como berรงo(...) 2. Ambientes protegidos(...) 3. Dar um segundo uso(...) 4. Bola tipo cรกpsula(...) 23 5. Colocar-se numa cรกpsula de vidro(...)


1 A NOSSA SOLUÇÃO

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Este é o Babby Bubble, o berço ideal para todos os bebés e papás.

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1 A NOSSA SOLUÇÃO

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A forma esférica do berço cria o isolamento sonoro ideal para o descanso do bebé.

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1 A NOSSA SOLUÇÃO

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A esfera de vidro pode ser reposicionada/ rodada para melhor acesso à criança.

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1 A NOSSA SOLUÇÃO Um dos problemas dos berços é o facto do seu tempo de uso útil ser baixo. Na nossa solução, criámos um berço que é reutilizável. 30


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1 A NOSSA SOLUÇÃO

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Quando a criança crescer o suficiente para deixar de usar o berço, este pode ser reutilizado com a adição de almofadas que o transformam num sofá ou puff, ótimos para a decoração da sala.

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1 A NOSSA SOLUÇÃO

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Quando o local em torno do berço é escuro, existe uma iluminação LED localizada na base que se propaga no material da bolha criando um ambiente acolhedor para o bebé.

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1

Divisão em duas semi-esferas

VANTAGENS DA SOLUÇÃO ENCONTRADA

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A cápsula é aberta em duas semi-esferas de 50mm de raio (tem em conta as dimensões típicas de uma criança até aos 3 anos) de forma a facilitar o transporte e colocação da mesma dentro do quarto da criança.

Abertura emotiva

A colocação da criança dentro da cápsula é feita por uma abertura em forma de lábios, para dar alguma emotividade ao gesto demonstrativo

do amor pais-filhos. Esta entrada permite ainda que exista circulação de ar dentro da cápsula, permitindo à criança respirar em segurança.

Base de apoio

A base de apoio, para além de um elemento de estilo, permite que a utilização da cápsula/berço seja feita de uma forma mais segura. Sendo o berço em forma esférica poderia permitir o rolamento com os movimentos da criança. Para além disso, é possível com


esta base, orientar a abertura na direcção que melhor convir ao isolamento acústico.

Transparência dos materiais

A transparência de que é feita a cápsula permite a decoração com luzes coloridas ou outras ao gosto dos pais, de forma a criar um ambiente mais acolhedor para a criança e, ao mesmo tempo, possibilita que a criança esteja sempre visível.

crescer, a cápsula/ berço pode ser reutilizada como cadeira ou sofá, usando “meia” cápsula apoiada na base, à qual podem ser acrescentadas almofadas para permitir um maior conforto ao utilizador.

Dupla funcionalidade Depois da criança

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1 DESVANTAGENS DA SOLUÇÃO ENCONTRADA 38

Apesar dos claros benefícios que na nossa opinião este projeto de “berço cápsula” apresenta, sobretudo quando temos em vista o objetivo final do mesmo que seria proporcionar um sono mais descansado ao bebé, existem também algumas desvantagens e pontos de melhoria que devem ser nomeados. O primeiro ponto a nomear é o espaço que este objeto pode ocupar: por ser de formato redondo, tem menor capacidade de arrumação no quarto, o que o

torna menos prático face aos tradicionais berços de forma retangular ou quadrada. Geralmente, um berço de forma reta é mais útil para arrumar nos quartos já que facilmente ocupam melhor os recantos, possibilitando uma melhor organização do espaço. Assim, este berço irá ocupar necessariamente uma posição mais central nos espaços, o que em algumas divisões de tamanho mais reduzidos poderá não ser tão prático e cómodo. Outro inconveniente


é a imagem moderna do berço, que pode não ser compatível/ coincidente com os gostos mais tradicionais ou típicos para a decoração de quartos de bebé. Geralmente, e embora as tendências mais modernas de design sejam cada vez mais populares, no que toca a decoração infantil a opção geral continua a ser por mobiliário de aspeto mais tradicional e acolhedor, enquanto a linha escolhida para este projeto tem um caráter marcadamente clean e moderno. Por último, a característica

principal deste objeto pode não agradar por ser muito diverso das habituais camas de criança – o facto de ser em formato cápsula e envolver o bebé pode dar uma certa sensação claustrofóbica menos consensual, mas que procuramos combater com a abertura para encaixe e com o material translúcido, que permite que em todos os momentos possamos vigiar o bebé.

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Synectics: Baby Bubble  

Projeto desenvolvido em âmbito académico. Daniel Rodrigues Daniel Silva Rúben Ramos Rui Gomes Teresa Teixeira Universidade de Aveiro, 2014