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Aulas para a vida. Valores para sempre.


Primeira Impressão

A oração do

amigo

Recentemente encontrei em uma oração a seguinte prece: “Senhor, faça com que eu partilhe a vida com meus amigos. Que eu seja tudo para cada um deles. Que a todos dê minha amizade, minha compreensão, meu carinho, minha simpatia, minha alegria, minha solidariedade, minha atenção, minha lealdade. Que eu os aceite e os ame como são. Que eu seja um refúgio poderoso e um amigo fiel. Faça com que permaneçamos unidos, pela nossa eternidade. Que essa amizade floresça sempre como um belo jardim, para que nós possamos nos lembrar com gratidão. Que sejamos todos cúmplices de bons e maus momentos. Que eu possa estar presente sempre que precisarem, mesmo que seja só para dizer: “Oi, tudo bem com você?” Senhor! Eu peço que continue a nos guiar, amparar e proteger.” Esta edição de nossa revista Em Família é dedicada a um dos sentimentos que mais marcam a vida das pessoas. Um sentimento que as tornam cúmplices, que as apoiam em seus mais variados desafios e que faz delas seres humanos na sua essência: a amizade. A este, podemos relacionar ainda outros valores: fraternidade, justiça, solidariedade, empatia, etc. Percebe-se hoje em nossa sociedade, onde a mudança é uma constante, a retomada destes princípios que acompanham a humanidade de longa data e que, por vezes, são colocados em segundo plano. Grandes empresas passam a constituir departamentos voltados a questões éticas deixando claro para toda a organização que tais valores são essenciais até mesmo entre instituições que visam somente ao lucro. Deixam clara a importância que o ser humano tem para suas instituições. Valorizar o ser humano em todas as suas dimensões é o que se busca hoje. Este foi o desejo do Padre Champagnat quando

iniciou seu projeto de construir uma instituição voltada à educação de crianças particularmente necessitadas. Iniciou assim a Instituição Marista. Para ele, ser marista é comprometer-se com virtudes e valores que transcendem a lógica utilitarista, ou seja, ultrapassam a concepção de que o ato de fazer as coisas é guiado pelas vantagens obtidas. Os valores maristas lembram que educar é estar presente, é amar tudo o que se faz, é realizar as ações com um espírito que nos lembra a nossa própria família, de forma simples e transparente. A oração que a criança faz a Deus traz à nossa reflexão valores fundamentais e que, como Colégio Marista, se busca transmitir a todos os seus alunos. Isso é diferencial: valorizar as pessoas que tornam possíveis seus objetivos. O professor que prepara bem suas atividades, o colega que anseia por acompanhá-lo na saída da sala de aula, o zelador que não mede esforços para deixar o ambiente adequado para a aprendizagem, o diretor que faz de tudo para estar presente nas atividades educacionais de sua escola, o pai e a mãe que não medem esforços para exigir de seus filhos e de toda a sociedade condições que possibilitem o melhor para seu aprendizado. Estas são as atitudes de educadores e educandos que dão e recebem uma educação de qualidade. Ser amigo é isso, buscar, em tudo o que se faz, o bem daquele que está ao nosso lado. Algo que não se consegue compreender, apenas admirar, pois surge do coração humano que está verdadeiramente conectado a um Alguém maior que só quer o nosso bem.

No alto, detalhe da ilustração da artista Nina Pandolfo/Muro do Colégio Marista Nossa Senhora da Glória

Ir. Paulinho Vogel Diretor Executivo da Rede Marista de Colégios


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Giro

Amigos de fé e de

ação

PJM é momento de se voltar para a espiritualidade e para o protagonismo juvenil Nos últimos anos, um movimento tem unido os jovens do Instituto Marista em torno da espiritualidade cristã e do desejo de viver a fé do “jeito de Maria”. É a Pastoral Juvenil Marista (PJM), que acolhe alunos a partir dos 9 anos em um processo de formação que prevê atuação fundamental no protagonismo juvenil e intervenção na sociedade. Com seus encontros animados e seus debates mais que atuais a PJM é uma proposta educativo-evangelizadora que busca, em parceria com os próprios jovens, dar respostas autênticas e consistentes aos anseios e necessidades fundamentais da evangelização das juventudes. As etapas de formação A PJM está organizada de forma que dialogue com os processos pelos quais os próprios adolescentes e jovens passam de acordo com as faixas etárias em que estão. Os cinco momentos (conheça cada um deles no quadro ao lado) são um espaço de tempo considerado ideal para o desenvolvimento do processo de formação integral proposta especificamente para cada faixa etária. “É um tempo propício para a descoberta da identidade pessoal e de grupo e para a vivência de experiência da fé, da personalidade, da afetividade, da solidariedade, destaca o documento Caminho da Educação e Amadurecimento na Fé – Mística da Pastoral Juvenil marista. Ainda que seja necessário dividir, didaticamente, estes momentos, vale destacar que eles são dinâmicos e em todos há uma interrelação. Experiências Formativas O convite para participar da PJM é feito a todos os jovens. Durante o tempo de

participação nos grupos, os adolescentes e jovens engajados têm a oportunidade de participar de algumas experiências de formação. Na Província Marista do Brasil Centro-Sul, são organizados em âmbito regional ou microrregional eventos como Desafio juvenil Marista (DJM), que visa ao despertar para o protagonismo juvenil, à vivência dos valores de Amizade e Partilha e ao aprofundamento e ao conhecimento de si e do outro através dos desafios propostos. O Curso de Lideranças Maristas (CLIMA) é uma das atividades realizadas com os jovens para que possam aprofundar e assumir o ministério da liderança nos diferentes espaços dos quais participam. Há também a Missão Solidária Marista (MSM), uma semana dedicada à realização de atividades educativas e gestos concretos de caráter educativo e espiritual, objetivando desenvolver em todos os participantes senso de solidariedade, por meio da imersão em uma determinada comunidade. E para proporcionar momentos de reflexão e vivência, pessoal e comunitária, para o aprofundamento sobre as relações, potencialidades e limites, a PJM promove o Retiro de Projeto de Vida (RPV). Congresso Para celebrar os os cinco anos de caminhada nacional, a União Marista do Brasil realiza no Colégio Marista Santa Maria, em janeiro do próximo ano, o 1º Congresso Nacional da PJM. O evento possibilitará aos jovens participantes a convivência intercultural, a partilha das experiências formativas, a discussão de temas juvenis e a proposição de ações de protagonismo juvenil.

As fases na PJM Pastoral tem cinco momentos especiais, divididos por faixa etária

1º Momento: Descoberta do caminho comunitário 9 a12 anos (aproximadamente)

2º Momento: Descoberta do grupo 13 a 14 anos (aproximadamente)

3º Momento: Descoberta da Comunidade Ensino Médio

4º Momento: Descoberta da questão social acima de 18 anos

5º Momento: despertar da vocação e o amadurecimento do projeto de vida. (Acima de 18 anos, ex-alunos)


Uma nova juventude As Diretrizes Nacionais da Pastoral Juvenil Marista diz: “Ao contemplar os horizontes da Pastoral Juvenil Marista sonhamos com uma juventude solidária, protagonista, com valores evangélicos, comprometida com a cidadania e com o conhecimento científico, inserida na realidade, portadora de esperança e transformadora da sociedade”. (DNPJM, 368 – pag. 137)


6 Destaques das edições locais da revista Em Família nos 15 colégios da Província Marista do Brasil Centro-Sul

• ARQUI

Colégio Marista Arquidiocesano (SP) realizou em setembro a 24ª edição da OLIARQUI, o maior evento esportivo realizado entre colégios de São Paulo. Alunos de mais de 49 colégios estiveram presentes.

• MARISTINHA Por toda admiração que sentiam pelo fundador do Instituto Marista, a família Boaventura colocou em um de seus filhos o nome de Marcelino Champagnat. Para conhecer a história desta família, conversamos com o próprio Marcelino Champagnat, que hoje é pai marista.

• MARISTÃO Com o Projeto de Estudos

• MARINGÁ Alunos do Marista de Maringá participam da discussão de políticas públicas para as crianças e os adolescentes de Maringá e Região.

• PARANAENSE Leandro e Juliana viram suas tarefas diárias quadriplicarem do dia para a noite quando descobriram que quadrigêmeos estariam por vir. Hoje Luísa, Otávio, Ricardo e Leonardo estudam no Infantil 3 do Marista Paranaense (Curitiba-PR).

• PIO XII Para os alunos do Infantil do Marista PIO XII (Ponta Grossa-PR), cozinha experimental é coisa séria.

Cooperativos e Solidários (ECS), alunos do Maristão (Brasília-DF) compartilham o saber em grupos de estudos mais que especiais. Em resumo: alunos com melhores notas apoiam os quem tem mais dificuldades.

• CASCAVEL Está comprovado: definir metas e estratégias aumentam o rendimento escolar. Por isso, o Marista de Cascavel (PR) propôs o “Plano Estratégico do Aluno”, com o objetivo de desenvolver a autonomia e otimizar os estudos. • CRICIUMA No Marista de Criciúma, projeto trabalha superação do racismo com as crianças do Infantil.

• FREI ROGÉRIO Marista Frei Rogério (Joaçaba-SC) aposta na educação ambiental como a principal forma de salvar o planeta.

• GLORIA Bons resultados escolares legitimam programa de bolsa de estudos entre o Colégio Marista Glória e escolas públicas.

• LONDRINA Alunos do Marista de Londrina arrecadaram mais de 45 toneladas de alimentos e roupas com a 27ª Gincana Champagnat.

• RIBEIRÃO Equipe da Biblioteca Marista de Ribeirão Preto orienta sobre a importância do hábito da leitura.

• SANTA MARIA Ampliado do Marista Santa Maria (Curitiba-PR) é espaço para proposta pedagógica de vanguarda.

• SÃO FRANCISCO Ex-alunos e professores falam sobre os 50 anos de educação e desenvolvimento do Colégio Marista São Francisco (Chapecó-SC).

• SÃO LUIS Colégio Marista São Luis (Jaraguá do Sul) incentiva pesquisa desde a Educação Infantil.


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Sala de Visitas


Os gêmeOs A arte urbana dos irmãos que cresceram no bairro Cambuci conquista espaço e admiradores Mara Cavalcante Quem anda pelo Cambuci, em São Paulo, já deve estar acostumado com os grafites pelos os muros e vielas. O que muitos não sabem, é que o bairro já acolheu grandes pintores como Alfredo Volpi. Outra importante revelação artística do bairro são os irmãos Gustavo e Otávio Pandolfo, internacionalmente conhecidos como Os Gêmeos. Os trabalhos da dupla mais famosa do grafite nacional estão presentes em diferentes cidades dos Estados Unidos, Inglaterra, Alemanha, Grécia, Cuba, entre outros países. Os temas vão de retratos de família à crítica social e política e são presença constante em galerias estrangeiras como na fachada da famosa Tate Modern, em Londres, e no Castelo de Kelburn, na Escócia. Em 2007, O Colégio Marista Glória teve o muro da Rua Lavapés grafitado por eles. Foi um presente para o Colégio e para o bairro. O muro recebeu, ainda, as assinaturas de Nina Pandolfo, que recorre a temas infantis e femininos e de Nunca, outro artista que também está na Tate Modern. Os Gêmeos, que são tios da aluna marista Mariana Alves, conversaram com a Revista Em Família e falaram um pouco sobre arte e reconhecimento.

MSN... coisas do tipo, ainda mais com a cidade cada vez mais violenta”. Inspiração “Buscamos inspiração nos sonhos, na vida, nas pessoas e acontecimentos, momentos, nos problemas sociais, nas dificuldades, no cotidiano, no amor, na amizade, na família, em Deus e suas criações, na natureza, na música, na mente brilhante das pessoas que acreditam e fazem da arte seu instrumento musical colocando um pouquinho de vida e sonho nos olhos daqueles que ainda estão ‘cegos’ ou que não querem ver”.

Arte de rua nas galerias “Iniciamos nas ruas, pintando em lugares abandonados deteriorados, sem vida, sujos, vias e avenidas onde as pessoas passam sem se perceber, sem pretensão de expor nosso trabalho em uma galeria. Tudo foi acontecendo naturalmente na nossa vida com a simples preparação de Deus (sempre acreditamos em Deus e em nosso trabalho). Só queríamos pintar e mais nada; não tínhamos noção da grandeza, da força que a rua tem, que isso um dia fosse nos levar a conhecer o mundo todo através de nossa arte, que fôssemos expor e vender um trabalho no melhor museu do mundo. Hoje somos realizados e felizes de poder viver da nossa arte, coisa que não era nada  fácil naquela época , de ter uma família maO início “Em 1986, no Bairro do Cambuci, a cultura ravilhosa que sempre nos deu força e acreditando Hip Hop era muito forte. Éramos pequenos e ví- em nosso trabalho.” amos os caras mais velhos dançando “break” na frente da nossa casa e fazendo grafite. Já desenhá- Quem se identifica com o grafite... “Pessoas que sentem vontade de transformar, vamos e foi fácil apaixonar por este movimento. A cultura Hip Hop era um movimento em alta nos de dizer algo que jamais foi dito, de questionar, anos 80 e muitos se tornaram adeptos, forman- reivindicar. Há aquele também que, quando está do assim o “Fantastic break” do bairro. Na época, dirigindo, ao invés de olhar para o trânsito olha vivíamos brincando na rua, inventando, improvi- para as paredes”. sando com pouco e isso fez com que despertásMara Cavalcante é Assistente de Marketing semos também o lado criativo. Hoje já não se vê do Colégio Marista Nossa Senhora da Glória isso; os jovens estão nos computadores, Ipods,


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Intervalo

Um novo olhar

Mudanças no ENEM apontam para um novo tempo na educação. Mas é apenas o começo.

O Novo ENEM é mais uma etapa no sentido de deixar para trás o vestibular tradicional. De acordo com o Ministro da Educação, Fernando Hadad, “o novo exame será uma prova que combina as virtudes do Enem com as virtudes do vestibular criando um novo conceito”. Para Isabel C. Michelan Azevedo, da Diretoria Executiva da Rede de Colégios Maristas, a mudança na avaliação é um bom começo, mas para que tenhamos alunos e profissionais melhores “é preciso mudar a concepção de ensinoaprendizagem que sustenta as práticas pedagógicas tanto das escolas quanto das faculdades e universidades”. Quais são as características da Educação Marista que permitem dizer que os colégios da Rede estavam no caminho certo? Marcelino Champagnat, fundador do Instituto Marista, há quase 200 anos, considerava que a educação cumpre o papel de transformar as pessoas, de possibilitar experiências pessoais que serão importantes por toda a vida, por isso afirmava ter o objetivo de “formar bons cristãos e virtuosos cidadãos”. Durante todo esse tempo, Irmãos e Leigos vêm se esforçando por concretizar esse ideal, por meio de ações educativas de qualidade, marcadas pela responsabilidade de garantir a formação integral de crianças e jovens e voltadas para o desenvolvimento de cada um como agente de transformação social (MEM – Missão Educativa Marista, documento oficial do Instituto, 2000, p. 39). A proposta de um Enem menos preocupado com a memorização de conteúdos e mais direcionado à mobilização de conhecimentos para resolver situações-problema e/ou para entender a diversidade existente nas relações hu-

manas e sociais, visando ao desenvolvimento de competências, é algo que combina perfeitamente com os objetivos educacionais maristas. Como tem sido a atuação da Rede de Colégios com relação às mudanças? O esforço, desde a criação do ENEM, tem sido o de garantir bons resultados dos alunos como consequência de um trabalho pedagógico de excelência, por isso os alunos não são selecionados para participar do exame, pelo contrário todos são incentivados a realizarem a prova objetiva e a redação, e os alunos não são “treinados” para o teste, como sabemos que acontece em vários outros colégios. O novo modelo contribui para tornar a passagem da educação básica para a educação superior menos traumática e estressante para o aluno? Se durante todo EM o trabalho for realizado no sentido de desenvolver competências e habilidades e os cursos de graduação tiverem como preocupação, desde os módulos básicos, a formação dos alunos para enfrentarem os desafios da sociedade contemporânea, poderemos afirmar que o processo seletivo constituído pelo novo Enem diminuiria a transição da educação básica para a educação superior. Com isso quero dizer que não basta mudar um único exame, é preciso mudar a concepção de ensino-aprendizagem que sustenta as práticas pedagógicas tanto das escolas quanto das faculdades e universidades, para que possamos entender os níveis de ensino dentro de uma progressão que favoreça o desenvolvimento das pessoas.

A proposta de um Enem menos preocupado com a memorização de conteúdos e mais direcionado ao desenvolvimento de competências é algo que combina perfeitamente com os objetivos educacionais maristas.


BRASÍLIA

EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL

Um ano de realizações

Seu futuro financeiro: você é o maior responsável A sua vez Contador de histórias Rádio 100% FM

Inovações na cultura

E criança tem direitos? Galeria 1,2,3 ação! Top 5 Saudades do Maristinha Um grande homem, um grande pai


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Diário

Um ano de

realizações Ir. Valter Zancanaro - Diretor Geral

Mais um ano repleto de desafios está chegando ao fim. 2009 foi abençoado com várias realizações, conquistas e principalmente muito trabalho. Na 4ª edição da Revista Em Família queremos compartilhar com todas as famílias os acontecimentos e projetos que realizamos, pensando no bem-estar das crianças e jovens que são a razão de sermos Maristas. São artigos interessantes que falam sobre a importância dos pais na educação dos filhos, a importância de inovar e, também, um desafio para as famílias: falar de educação financeira com os filhos. As atividades extracurriculares também são destaques nesta edição, como por exemplo, o xadrez, em que os profissionais da área enumeraram os benefícios da prática, além de ressaltar que é uma atividade que pode promover a união de pai e filho, por meio de um jogo de raciocínio e entretenimento. Além disso, chama a atenção de todos para a saúde do corpo e da mente, deixando-nos atentos do quanto é importante praticar atividades físicas, independentemente do esporte: dança, natação, artes marciais, esportes coletivos ou outros; o importante é movimentar o corpo. Temos outros destaques como o aluno João Lucas Vale, que é escritor e possui duas publicações. Ele divulga seu trabalho em Brasília e Goiânia e também participará do Prêmio de Literatura Marcelino Champagnat, que será no final do ano. Outra ‘personalidade’ do Marista é o Sr. Marcelino Champagnat Boaventura, que nos fala um pouco de sua vida e da admiração pelo fundador do Instituto Marista. Tenho certeza de que vocês irão adorar esta nova edição. Boa leitura!

Queremos compartilhar com todas as famílias os acontecimentos e projetos que realizamos, pensando no bemestar das crianças e jovens que são a razão de sermos Maristas

O m undo é um lugar p er i goso de se v i v er n ã o po r

causa daque les que faz em o m a l, m as sim po r causa daque les que obser vam e de i x am o m a l aconte cer. Albert Einstein

ERRATA - Revista Em Família 3ª edição - Os créditos publicados na pág. 30 - Gente Nossa, da Revista Em Família (Ano 2 - 1ºsemestre/2009), que destacam a Sra. Silvana C. Daniel como autora da publicação, estão equivocados. Os créditos corretos são para a Sra. Wanessa Ferreira de Souza, que na oportunidade ocupava o cargo de Agente de Pastoral do RIVAT.


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Educação

Inovações na

educação

Novo tempo pede flexibilidade, inovação, criatividade, autonomia... Luiz Ricardo O’Donnell Timm

Muitos colégios estão envolvidos na busca de caminhos que contemplam o processo educativo dos alunos da escola básica neste novo século. As discussões e reflexões são permeadas por dúvidas frente a um novo perfil de aluno: Interativo, plugado nas novas tecnologias, usuário de MSN, Orkut, Youtube, enfim, um aluno que não “cabe” mais nas escolas às quais estamos acostumados, ou seja, com o conhecimento desvinculado da realidade, grade curricular engessada, espaços e tempos inadequados. Uma escola que até então cumpriu com as exigências de outrora, mas que está se tornando obsoleta para esta nova geração. Algumas escolas já estão tentando modificar seus espaços e tempos, inserindo novas tecnologias, arriscando propostas de currículos mais inovadores, entretanto, frente às provas de admissão ainda impostas pelas Universidades e a carência de vagas na rede pública, a maioria delas não avançou e continuam competindo para ganharem o ranking nos vestibulares. Tendo em vista essas constatações, surgem perguntas de como mudar, para que mudar, em que mudar? Essas são apenas algumas questões que estão sendo levantadas, principalmente, porque os padrões que hoje regem a sociedade se modificaram. Não temos mais o certo ou errado delimitados. Estamos vivendo sob a égide do imprevisível, do pode ser que sim, pode ser que não. O novo tempo pede flexibilidade, inovação, criatividade, autonomia... Por outro lado, os educadores foram formados por meio de modelos tradicionais, não experimentaram outras formas de aprender. E, ainda hoje, durante sua graduação, os novos alunos, que serão professores, também assimilam os moldes de ontem.

É importante que as instituições de ensino permitam que os alunos deixem o ambiente escolar de forma que possam se sentir capazes a enfrentar os novos desafios da vida

Nesse vai-e-vem sucessivo, o que fazer? O Colégio Marista busca, continuamente, uma educação de qualidade, tanto em excelência acadêmica como humana, por meio de metodologias que visem formar pessoas autônomas, que tenham iniciativa, responsabilidade, compromis-

so e, acima de tudo, que visem uma vida espiritual plena. Enfim, adultos que sejam capazes de interagir no mundo com posturas solidárias e fraternas. Para que essa formação seja concretizada, o Colégio Marista conta com educadores que permitem aos alunos ser criativos, pensantes e agentes na construção do conhecimento. Além disso, a reflexão e a pesquisa são companheiras permanentes dos educadores, pois estão sempre atentos ao aperfeiçoamento do processo de ensino e aprendizagem dos alunos. É importante que as instituições de ensino se preocupem com o currículo pedagógico e permitam que os alunos deixem o ambiente escolar de forma que possam se sentir capazes a enfrentar os novos desafios da vida, e também felizes, tendo boas lembranças do colégio. A boa percepção do aluno é aquela em que se sinta preparado para todas as provas da vida, de forma humana, prazerosa, ao mesmo tempo em que, suficientemente, rígida.


Seu futuro financeiro: você é o maior

responsável Prof. M.Sc Leonardo Nunes Ferreira

Ao analisarmos os índices de inadimplência das entidades responsáveis pelo acompanhamento do crédito no Brasil, pode-se verificar que dentre os vários motivos para a incapacidade de honrar os compromissos, consta a ausência de planejamento financeiro. Assim sendo, vale perguntar: em qual momento de nossas vidas fomos educados financeiramente? O processo de educação financeira deve ser iniciado na infância, com duas atitudes simples, porém eficazes: a primeira é a inserção do assunto no seio familiar, a fim de que a família tenha a consciência de que se deve poupar com sabedoria e gastar com prudência; a segunda, de cunho simbólico, é presentear nossos filhos com um objeto que, aparentemente, está fora de moda: o “cofrinho”. Objetivos O planejamento financeiro pessoal deverá ser elaborado levando-se em consideração alguns pressupostos. O primeiro, consubstancia-se na necessidade da adoção de objetivos claros, uma vez que sem eles você age como um barco sem rumo. Assim, é fundamental que listemos nossas necessidades de consumo, para que, em seguida, estabeleçamos as prioridades; no passo seguinte, deve-se estabelecer (avaliar), para cada prioridade, o volume de recursos necessários. Poupança O segundo pressuposto revela que não há investimento sem poupança. Dessa forma, em muitas ocasiões não disporemos, de imediato, dos recursos

demandados. Logo, verifica-se a necessidade de se desenvolver a habilidade de poupar. Poupar não significa tão-somente guardar dinheiro; significa, também, por exemplo, ter um padrão de vida compatível com os ganhos e saber estabelecer um valor mensal para a formação de reservas a serem utilizadas nos projetos que já temos ou nos eventos emergenciais. Controle O terceiro pressuposto, um dos mais difíceis de ser adotado, é o controle da impulsividade. Destaca-se, aqui, o comportamento de consumir simplesmente por consumir, e é nesses momentos que consumimos os itens supérfluos, em vez de perguntarmos: Será que consigo ir ao shopping e resistir às tentações de uma vitrine? Será que de fato tenho que comprar mais um par de tênis? Será que só me sinto bem se estiver usando uma roupa de marca? Em grande parte dos casos de desequilíbrio no orçamentário familiar o principal motivo e a cessão aos impulsos e dizer sim, quando se deveria dizer não. O quarto, e último pressuposto, é o conhecimento dos limites. Assim, gastar mais do que se ganha ou endividarse sem qualquer controle é o caminho mais rápido para tornar a vida, sob a ótica financeira, um caos. Por fim, tenham em mente os seguintes ensinamentos:

quem guarda tem, olhe para depois de amanhã e dê sentido à sua poupança. Se você já planeja seu futuro financeiro: parabéns. Continue e seja persistente. Se não: comece ontem. Prof. M.Sc Leonardo Nunes Ferreira é Diretor de Administração da Universidade Católica de Brasília


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Educação

A sua vez A família tem um importante papel de educadora permanente das crianças Ana Carolina F. Cabral

Educar os filhos frente às diversidades do mundo atual é o grande desafio dos pais. Um fator que causa muita ansiedade e angústia é a demanda da sociedade competitiva que impõe que o sujeito seja o melhor no que faz, para conseguir “vencer na vida”. Diante dessa exigência os pais, muitas vezes, tomam medidas equivocadas na educação dos filhos. Frequentemente convivem com uma expectativa e até uma cobrança para que a criança

É preciso que esse ambiente familiar incentive a criança a criar uma rotina diante de suas obrigações, onde ela encontre limites, afeto e segurança frente a esse processo de aprendizado e desenvolvimento constante.

tenha um bom desempenho escolar, produto, muitas vezes, de uma comparação com o desempenho dos próprios pais quando eram crianças, dos irmãos, primos, vizinhos e de outras crianças da mesma faixa etária. O momento do acompanhamento escolar dos filhos pode trazer muita insegurança para a família, principalmente quando o filho apresenta alguma dificuldade de aprendizagem. Ao tentar ajudar, os pais sentem-se impotentes, pois não sabem exatamente o que fazer; desco-


nhecem a forma como a escola ensina, não têm paciência em ensinar, acreditam que o conteúdo de hoje é diferente do que eles estudaram, ou percebem alguma dificuldade específica (orgânica, emocional ou social) que prejudica a aprendizagem do filho. Sabemos que, na maioria das vezes, os pais acreditam estar ajudando os filhos, contudo, a cobrança exagerada pode acarretar na criança sérios problemas na aprendizagem. O principal deles, do ponto de vista psicopedagógico, é quando se cria um estigma de fracasso relacionado ao desempenho da criança. O rótulo negativo sobre a aprendizagem pode bloquear o desempenho, criando sentimentos de frustração, baixa autoestima e inferioridade, fazendo-a acreditar que não é capaz de aprender. Processo ativo Dessa forma, o primeiro passo para se ter uma postura que promova a aprendizagem da criança é compreender que o desenvolvimento humano é um processo ativo por meio do qual as pessoas, a partir das estruturas disponíveis em cada momento, se apropriam da cultura do grupo social em que estão imersas. Isto é possível devido às interações sociais estabelecidas entre o indivíduo e os diferentes agentes que atuam como mediadores da cultura – pais e docentes. Desse modo, o aprendizado está relacionado ao desenvolvimento. É o aprendizado que possibilita o despertar de processos internos de desenvolvimento que, se não fosse o contato do indivíduo com o ambiente cultural que o cerca, não ocorreriam. Portanto, a aprendizagem é o processo pelo qual o indivíduo adquire informações, habilidades, valores, a partir do contato com a realidade, com o meio em que vive e com as outras pessoas. A interação do indivíduo com o meio social é essencial para a aprendizagem. É por meio das interações físicas e sociais,

que o indivíduo se transforma, se constitui e se desenvolve como sujeito. Assim, percebe-se que o sujeito não é apenas ativo, mas interativo - constrói e transforma conhecimentos. Outro aspecto a ser destacado é que a escola é apenas um dos lugares que promovem o desenvolvimento e a aprendizagem do ser humano. O indivíduo não deixa de se desenvolver se estiver fora da escola, ele só deixará de construir determinadas práticas ou conceitos. Isto porque o desenvolvimento é um processo contínuo que se inicia muito antes da entrada da criança na escola. Assim, sabe-se que o ambiente doméstico exerce um importante papel para determinar o tipo de aprendizagem da criança. As que recebem um incentivo afetuoso durante toda a vida tendem a ter atitudes positivas, tanto sobre a aprendizagem quanto sobre si mesmas.

É preciso lembrar sempre de respeitar o ritmo da criança e não querer cobrar respostas corretas imediatas. O erro pode ser uma alavanca para a aprendizagem, é só saber respeitá-la. Tudo isso reflete uma postura que traz tranquilidade e assertividade, estando os pais conscientes do papel de educadores permanentes e de que a família é um espaço de partilha de experiências que impulsionam o desenvolvimento de todos os envolvidos. Desse modo, é preciso que esse ambiente familiar seja positivo, sem rótulos, sem cobranças exageradas e que incentive a criança a criar uma rotina diante de suas obrigações, onde ela encontre limites, afeto e segurança frente a esse processo de aprendizado e desenvolvimento constante. Ana Carolina F. Cabral é Pedagoga, professora Marista e Especialista em Psicopedagogia Clínica e Institucional

Hora de crescer

Atividades lúdicas cotidianas podem contribuir para o desenvolvimento seguro das crianças.

O “brincar” tem um importante papel na formação de conceitos no dia a dia da criança e proporciona sua emancipação. Além de brincadeiras e jogos, momentos como ir às compras e pedir a ajuda da criança para trazer uma quantidade exata de frutas ou comparar os preços; organizar um álbum de fotografias, levando em conta a ordem cronológica dos fatos; pedir que o ajude a fazer o caminho de casa até a escola enquanto dirige; incentivá-la a mandar cartas ou e-mail para parentes e amigos; todos esses são também exemplos de atividades que promovem o desenvolvimento.


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Inspiração

Contador de

histórias

Com dois livros e muitos personagens na cabeça, João Lucas é um exemplo para os colegas Por Fernanda Lages

João Lucas Vale tem 12 anos e dois livros no mercado editorial. O primeiro lançado em agosto de 2006, na Feira do Livro de Brasília, traz as seguintes histórias: As crianças e o Jardim dos Sonhos e A família polvo. O segundo, Os pontos malucos, conta a história de um furacão e é um livro didático que ensina as crianças a pontuar corretamente as frases. João conta que desde pequeno faz suas próprias historinhas, ilustra e cria personagens. “Eu gosto muito de ler. Um dia tive a ideia de ver como os outros autores fazem seus personagens e, a partir deles, fui fazendo histórias”. Diz ainda que tem muitas histórias escritas e ilustradas, mas que prefere publicá-las aos poucos, para que possa sempre ter novidades e que também pretende conseguir algum incentivo ou parceria, no futuro, pois, atualmente, a produção dos livros é independente.

Meu primeiro pedido ao Papai Noel foi um livro

Fã de leitura, desde muito pequeno, escreveu seu primeiro livro aos seis anos, e antes mesmo de conhecer o alfabeto ou saber dar os primeiros passos já acompanhava a mãe nas livrarias e bibliotecas, descobrindo o mundo dos livros, mesmo que esses fossem de plásticos – específicos para bebês. “Meu primeiro pedido ao Papai Noel foi um livro”, diz o escritor mirim. E o pequeno não para, está sempre escrevendo novas histórias, criando no-

vos personagens e pensando no próximo livro. Sempre convidado para autografar em escolas, o escritor estará presente no Prêmio de Literatura Marcelino Champagnat no final do ano no Maristinha. João Lucas é um menino calado, sério, centrado, gosta muito de ler e tem uma grande paixão por revistas em quadrinhos. Suas histórias têm uma característica muito peculiar que é a ilustração, sempre muito colorida e espontânea. Outro hobby são as aulas de teatro que auxiliam na expressão corporal e aguçam a imaginação na hora de criar. Contador de histórias, o escritor mirim fez curso para aperfeiçoar o conhecimento e levar a arte para outras crianças, no intuito de alegrá-las. Hoje, participa de grandes eventos e feiras, não apenas autografando os livros, mas falando um pouco sobre sua vida, contando suas histórias e utilizando toda a arte de escritor e de contador de histórias em prol do entretenimento e da cultura.


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Aprendiz

Radio100%

FM

Ação proporciona aos educandos conhecimento e interação Inaugurada em grande estilo, a Rádio Marista 100% FM é uma atração do Centro Social Marista Ir. Rivat. Trata-se de um projeto articulador, em que os alunos foram convidados a serem protagonistas da própria história. Sua criação foi em decorrência do Projeto ECA, que tem como objetivo propiciar aos educadores e educandos conhecimentos necessários que motivem os alunos para uma ação escolar de protagonismo e participação. De posse dessa gama de informações, as crianças precisavam de um instrumento que permitisse a divulgação para todos os segmentos e coletividade educacional. Com isso, os alunos da 4ª série, uniram esforços e, juntamente com os educadores, fundaram a Radio Marista 100% FM, descobrindo o quão prazerosa é a veiculação de notícias e músicas populares nacionais. Repertórios Em consequência dessa união, a aula de Português também se tornou dinâmica e aderiu ao projeto, estu-

dando com as crianças a interpretação textual de letras de música de compositores brasileiros famosos, como Chico Buarque, Caetano Veloso, dentre outros. Assim, os educandos começaram a perceber e a conhecer a diferença

entre os repertórios musicais, além de apresentarem uma mudança de postura como cidadão e ser humano. Divulgam para toda a comunidade escolar acontecimentos variados, mergulham nos caminhos da comunicação de massa e buscam informações referentes ao contexto escolar, bem como da cidade de Samambaia, trazendo a realidade para dentro da escola e fazendo um paralelo com o projeto ECA. A ação viabiliza para essas crianças o reconhecimento de que a rádio é um meio de comunicação coletivo, eficaz e de fácil acesso, além disso, desenvolve nos educandos o sentimento de pertença à comunidade, aguça a visão crítica, e principalmente, demonstra para as crianças o poder da mídia e sua influência nos dias atuais.


E criança

tem direitos?

Projeto aproxima crianças das discussões sobre limites, direitos e deveres Renata Sayão A Missão Marista tem como base formar bons cidadãos. Com isso, desejamos proporcionar uma reflexão sobre TER DIREITOS e saber usá-los de forma a promover uma convivência social sadia, onde todos são respeitados em suas especificidades e saibam se relacionar sem agredir a outro, respeitando também o DIREITO DO OUTRO. Assim, as discussões, em sala de aula, sobre o que é ter direito e se existe a garantia de direitos para todas as crianças são fundamentais para o reconhecimento do espaço de cada um, além de ser de grande importância no desenvolvimento do cidadão. Estudar a Declaração Universal dos Direitos das Crianças - UNICEF e o Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA é o primeiro passo para iniciar essa reflexão com as crianças. No contexto do Maristinha, os Direitos da Criança foi o subtema escolhido pelas turmas de 1º ano matutino, para

trabalharem o projeto da Campanha da Fraternidade. É um tema relevante que mostra realidades contrastantes, dentro e fora do universo escolar, e que, principalmente, favorece o crescimento pessoal das crianças. A partir de descobertas do próprio cotidiano, o vídeo “Direitos do Coração” foi apresentado em sala, mostrando que toda criança tem direito de brincar. Porém, essa não é a realidade de todas, pois algumas estão trabalhando, o que não é dever da criança. Outra reflexão importante é a adequação das brincadeiras, em que a violência e o desrespeito ao colega não podem estar no contexto. A alimentação saudável foi outro ponto estudado nas aulas, em que se integrou o lanche da escola com a atividade do projeto. Refletiu-se sobre o desperdício e também a respeito da realidade de crianças que, infelizmente, não tem o que comer, mostrando o quanto é importante valorizar o alimento que temos em casa.

E assim, prosseguimos dizendo que a Declaração Universal dos Direitos das Crianças nos mostra que a criança deve crescer em um ambiente saudável e que promova o bem-estar. O tema foi explorado nas diversas linguagens, tais como: oral, escrita e artística. Além disso, realizou-se um trabalho multidisciplinar em que se desenvolverão várias habilidades da criança. Foi um aprendizado com muito dinamismo que incentivou as crianças a exercerem qualidades de bons cidadãos. Aos poucos, todos os conhecimentos adquiridos e reflexões feitas pelas crianças foram transformados em arte - poesias, textos, livros, pinturas, música e teatro. O Marista, em sua matriz curricular, se propõe a uma prática educacional formadora de cidadãos conscientes, críticos, dinâmicos e atuantes, capazes de promover contextos mais justos. Renata Sayão é professora do 1º ano C


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Galeria

Aranha Popô pela paz A Campanha da Fraternidade de 2009 traz como lema “A paz é fruto da justiça”. Pensando nisso, os alunos trabalharam, durante todo o ano, com temas ligados à campanha, de acordo com o ano em curso. Os alunos do 1º ano E, G e H, sob a coordenação das professoras, analisaram as ações que promovem a paz nas relações a partir do Projeto: Mensagens dos desenhos infantis. Para facilitar a aproximação das crianças ao tema,

Dia do Estudante

buscou-se a Aranha Popô, que é um personagem em quadrinhos criado pelo cartunista J. Anderson (Cartoonshow), que busca a paz e harmonia nos ambientes. O projeto foi desenvolvido com várias ações e, dentre elas, a produção de tirinhas que trouxeram para o cotidiano das crianças situações reais vividas tais como: pequenas discussões entre amigos e competições esportivas, em que a Aranha Popô é a conciliadora e mostra para os amiguinhos ações adequadas e inadequadas à construção da paz. Além disso, também foi desenvolvido um desenho animado e realizada uma vídeoconferência entre as crianças e o criador das tirinhas, que explicou todo o processo de criação e animação dos personagens.

O dia 11 de agosto foi uma data escolhida, em 1927, para homenagear os estudantes e, com isso, o Maristinha sempre prepara uma surpresa para os alunos do 6º ao 9º no intuito de que esse momento seja lembrado com muita alegria, e principalmente, que dê energia e muito entusiasmo, para que os estudantes continuem nessa caminhada com perseverança e garra. Porém, este ano, a surpresa foi atípica em relação ao que os alunos já conheciam. Objetivando um crescimento pessoal e maior participação nas atividades, foram propostas para o dia do estudante oficinas esportivas, circenses e também atrações de entretenimento. Uma grande novidade contagiou todos, proporcionando a integração de professores e funcionários com os alunos, principalmente, dando a oportunidade de os alunos participarem das diversas atividades que foram oferecidas. Estátuas vivas, oficina de perna de pau, xadrez e muitos jogos ocuparam quase toda a manhã dos alunos. Não podemo-nos esquecer da banda de Pop rock que agitou durante todo o evento com músicas jovens e animadas.


Monitoria

O Maristinha oferece aos alunos do 6º ao 9º ano um acompanhamento diferenciado que é a atividade de monitoria, conhecida popularmente entre os alunos como Plantão de Dúvidas. Trata-se de uma possibilidade de aprofundamento e retomada dos processos cognitivos vivenciados pelos alunos, em sala de aula, priorizando suas debilidades e dúvidas em busca de uma completa abstração e compreensão dos conteúdos apresentados. Os plantões ocorrem no contraturno escolar, com horários e salas previamente especificados, sendo essas informações disponibilizadas no portal ou mediante circular, para que os discentes possam escolher entre as várias disciplinas a que mais se ajusta às necessidades: Português, Matemática, Produção de texto, Inglês, História, Geografia e Ciências. Vale destacar que o quadro de monitores é formado por graduandos de instituições conceituadas em Brasília, como UNB e UniCeub.

Prêmio de Literatura “A palavra é meu domínio sobre o mundo” (Clarice Lispector). Em consonância com o pensamento desse ícone literário, o Colégio Marista de Brasília prepara para a comunidade educativa o 1º Prêmio de Literatura Marcelino Champagnat. O evento busca valorizar as produções de texto dos alunos do 6º ao 9º ano, em diversos gêneros textuais. Todo esse material, produzido e aprimorado com os alunos, fará parte de um livro. Nossos escritores participarão de uma noite de autógrafos, deixando a própria marca registrada para amigos e familiares. Além disso, os estudantes concorrerão a diversas categorias premiadas por uma estatueta literária, sob o glamour de um Oscar, sendo prestigiados por todos os presentes. A grande noite será no dia 27 de novembro, no Maristão, e contará com a presença de alunos, pais, professores, corpo diretivo e demais funcionários. Aguardem esse grande evento!

Espaço de descobertas

O ensino da Ciência, muitas vezes, prioriza a transmissão de informações com pouca ou nenhuma relação com a vida do aluno, dificultando o entendimento de uma situação-problema. A aula prática é uma estratégia de ensino que pode contribuir para a motivação na aprendizagem. Nesse contexto, o Laboratório de Ciências vem aproximar alunos da Ed. Infantil até o 9º ano do mundo prático, motivando-os e tornando as aulas mais interessantes. Com a inauguração do Complexo Marista, em 2009, os alunos ganharam um espaço novo, equipado e que permite aulas experimentais, trabalhos com maquetes e esqueletos do corpo humano. A descoberta do corpo é algo trabalhado pela Ed. Infantil, que se diverte com a assimilação dos sentidos e com a higienização dos dentes. Por outro lado, os alunos do fundamental fazem o reconhecimento do solo e ousam nas experimentações. Enquanto outros conhecem as etapas da “conservação de alimentos”, dando os primeiros passos no mundo da Química, Física e Biologia.


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Esporte e Cultura

1, 2, 3

ação!

Rossana Machado G. Marazi

Onde tudo começa... A chegada de um bebê é a primeira manifestação da importância do movimento na vida do ser humano. Isso porque, um dos momentos mais apreciados pela família é quando se dão os emocionantes “chutes”, ainda dentro da barriga da mãe. Do mesmo modo, cada novo movimento aprendido, seja ele de engatinhar ou andar, é motivo de alegria, também pela certeza de que o desenvolvimento da criança está ocorrendo da maneira correta. O aprendizado de gestos motores cada vez mais complexos representa, portanto, o crescimento e amadurecimento das crianças e torna o movimento algo essencial na infância. Grandes Benefícios... A prática de atividade física, além de promover o desenvolvimento motor básico da criança, tem o papel de fazer com que ela se integre, descubra sobre o mundo em que vive, entenda seu corpo e seus limites, melhorando a autoestima, autoconfiança e expressividade. Em termos fisiológicos reduz os riscos ligados ao sedentarismo, como a pressão alta e doenças do aparelho respiratório, ao mesmo tempo em que auxilia na constituição óssea, reduz a gordura corporal, melhora a capacidade cardiovascular e incentiva o crescimento e a maturação corporal. Você ainda acredita que o esporte atrapalha o crescimento? Existem muitos “mitos” de que al-

guns esportes prejudicam o desenvolvimento da criança. É o caso do basquetebol que deixa as pessoas grandonas ou a mais comum das dúvidas: “É verdade que a Ginástica Artística deixa as crianças baixinhas?”. Ora, se a prática de atividade física estimula o crescimento, como poderia esportes tão completos e dinâmicos como a ginástica e o basquetebol prejudicar seus praticantes? Fato é que na Ginástica, assim como no basquetebol e em outros esportes, ocorre uma seleção natural que paulatinamente vai levando ao alto nível aqueles que possuem determinadas características físicas, fazendo com que os atletas de destaque sejam mais baixos do que a média, quando nos referimos à Ginástica ou mais altos quando nos referimos ao Basquetebol. O que realmente pode interferir negativamente no crescimento da criança é a prática equivocada de atividade física, como impacto exagerado, má alimentação, entre outros; por isso é fundamental observar o profissional que orientará as aulas, para que este seja preparado para ministrar tais atividades. Ação! Na atualidade, onde videogame e


jogos de computador, aliados à excessiva jornada de trabalho dos pais e à violência urbana inibem as antigas brincadeiras de rua e outras atividades físicas; é de suma importância que os pais mantenham viva a alegria do movimento, incentivando a participação dos filhos em atividades orientadas e estimuladas, como as promovidas na escola. No Colégio Marista, a criança tem a oportunidade de manter o corpo em movimento, participando de diferentes atividades físicas – esportivas ou artísticas por meio do Núcleo de Atividades Complementares, em que se propõe ensinar muito além do gesto técnico. As atividades são direcionadas à faixa etária, visando não somente desenvolvimento motor, mas também à consciência corporal e à socialização em um ambiente saudável, motivador e de grande variabilidade motora. E como novidade o Maristinha traz atividades para toda a família, como a Natação e Hidroginástica, em que os pais e filhos podem desfrutar do movimento em um só ambiente. Venha conferir! Rossana Machado G. Marazi é Professora de Ginástica Artística

Os benefícios do

xadrez

Wellington Aguiar

Dentre os jogos de tabuleiro, o Xadrez é um dos mais antigos e praticados, sendo também um dos que mais proporciona benefícios à criança, pois além do desenvolvimento psicológico, integração social, organização do pensamento e formação do caráter, é uma atividade que apresenta um poder interdisciplinar incomensurável. No Xadrez, pode-se abordar a História, quando se apresenta o próprio desenvolvimento do jogo, ou a Geografia, ao contar sobre sua disseminação pelos continentes. O estudo de seu tabuleiro relaciona-se a conteúdos de Matemática e Geometria, tornando ensino dessas disciplinas mais prazeroso e eficaz. Os benefícios de sua prática iniciam-se quando a criança passa a conhecer e dominar o tabuleiro, o que resulta em ganhos para a noção espaço-dimensional. Logo após, são apresentadas as peças, cada qual com suas características físicas, movimentos e papel no jogo, auxiliando o desenvolvimento da memória e da concentração. O desenvolvimento do jogo, com a integração das peças e o cálculo das jogadas exercitam o raciocínio lógico e a imaginação, assim como a escolha do próximo lance que valoriza a iniciativa, a autonomia e tomada de decisão. Vale também ressaltar que o xadrez é uma atividade extremamente recomendada para o contexto educacional, pois trabalha a melhora na autoestima dos alunos, pois sua iniciação não requer pré-requisitos (características físicas, sociais, idade, sexo, etc.). Ciente de todos esses benefícios do Xadrez, o Maristinha oferece aos alunos, por meio do Núcleo de Atividades Complementares (NAC), aulas todas as segundas e quartas-feiras, no Laboratório de Matemática, localizado no piso da Piscina. Venha e faça uma aula experimental, assim você irá desenvolver sua memória e a concentração, além de aderir a uma prática saudável e muito benéfica. Wellington Aguiar é professor de Xadrez


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top5

Acolhida

Cinco coisas que você deve saber sobre o Marista

As acolhidas são momentos, no início de cada turno, que têm por objetivo recepcionar de forma calorosa aqueles que chegam e, também, promover a integração das pessoas envolvidas na instituição. Durante a entrada, ocorrem a oração, os parabéns aos aniversariantes e algum tema formativo escolhido pela equipe de pastoral. Além disso, buscase um caráter formativo, educando os alunos para o silêncio, postura corporal, atenção, etc. O intuito das acolhidas é favorecer o ambiente para que ele se torne acolhedor, alegre e festivo, de modo que todos possam se sentir estimados, valorizados e que saibam valorizar o outro.

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DDA – Dia da Amizade

O Dia da Amizade, também conhecido como DDA, é um momento de atividades de socialização, com ênfase no relacionamento entre os colegas. Os alunos saem do ambiente escolar e vão para um outro espaço de interação e reflexão do Marista, que é a Chácara Manacá. Ambiente ao ar livre, propício a brincadeiras, jogos e à conquista de novos amigos, pois os alunos são incentivados a interagirem de maneira agradável e espontânea com os outros colegas. O dia da Amizade é previsto no calendário escolar como dia letivo e ocorre em datas diferentes para cada série e turma. Participam crianças da Educação Infantil e do ensino fundamental I do (2º ao 5º ano). Ocorre ainda, uma vez ao ano, o DDA da família em que aluno e família são convidados a participar de uma manhã de lazer, interagindo com toda a comunidade escolar e outras famílias maristas.


Respeito ao meio ambiente

Meio ambiente é preocupação cada vez mais evidente em nosso dia a dia. Pensando nisso, o Maristinha oferece em seu currículo uma série de ações voltadas para a educação ambiental, como a identificação dos principais problemas ambientais causados pelo homem. Além disso, o colégio também oferece o sistema de coleta seletiva de lixo e a coleta de materiais potencialmente tóxicos, como pilhas e baterias. Os funcionários também são instruídos a separar materiais recicláveis, que são posteriormente recolhidos pela equipe de manutenção. O exemplo é essencial para a eficiência na aprendizagem dos educandos.

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DAPS

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Manhã de Formação

É parte de um programa do Plano Provincial de Pastoral que busca assegurar a fidelidade ao carisma e a solidificação da missão educativa marista; um espaço educativo que envolve estudantes e educadores. Visa reconhecer os valores humanos e cristãos em um clima fraterno e de formação. São encontros semestrais que oportunizam o estudo e reflexão sobre temas em evidência na realidade dos educandos, despertando-os para o exercício da cidadania e da responsabilidade social. O encontro também valoriza convivência entre os educandos em espaços destinados ao lazer.

Desenvolvimento Acadêmico Pessoal e Social (DAPS) é uma disciplina que tem por objetivo ajudar o aluno na construção de valores éticos e morais, assim como reconhecer a necessidade do empenho nas atividades escolares desenvolvidas dentro e fora da escola. A disciplina aborda conteúdos que ajudam o discente a entender melhor o mundo que o cerca para tornar-se agente transformador, compreendendo a importância das relações interpessoais. Os conteúdos são separados por ciclos, conforme a faixa etária do educando e são temas de dimensão acadêmica, social e pessoal. No Ensino Fundamental II do (6º ao 9º ano), 3º e 4º ciclos, são trabalhados temas como ética, justiça, solidariedade, postura diante da sexualidade, Estatuto da Criança e do Adolescente, técnicas de estudo e outros assuntos que ajudem na construção de um aluno protagonista no exercício da cidadania. Prof. Ana Paula Monteiro


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Diz aí

Saudades do

Maristinha

Pois é, tudo na vida é assim. Chega uma hora em que as despedidas são inevitáveis. Que bom quando o colégio deixa marcas tão significativas a ponto de se tornar inesquecível. Para as turmas do 9º Ano, este segundo semestre já está com um gostinho de saudade. No final do ano eles deixarão o Maristinha, mas levarão para sempre os valores e as suas lembranças.

“ Nunca me esquecerei dos professores e funcionários e dos inúmeros amigos que fiz durante os nove anos que passei no colégio. Vivenciei momentos inesquecíveis, desde o meu primeiro dia de aula até hoje. Não é fácil deixar o lugar que me deu tantos valores, que colaborou com meus ensinamentos e onde amadureci como pessoa.”

Mateus Torres 9º C

“Inúmeros momentos e recordações, amizades para uma vida inteira e ensinamentos de quem acreditou em nós e também nos amou. Tudo que é bom quando acaba, deixa saudade. Só quem estudou aqui uma vida quase inteira e foi imensamente feliz, sabe a falta que isso tudo vai fazer!”

Yasmim Perna 9º D

“Eu estudo desde 1999 no Maristinha, então, sentirei saudades dos pequenos e grandes momentos no colégio. Os amigos que se mudam. Os professores que ficarão. A paciência e a didática da prof. Ilda, como também, toda a simpatia e descontração da prof. Chiquinha. O momento que mais me marcou foram as viagens do “Aluno destaque”, em que descobri novos amigos e ampliei minha rede de relacionamentos. O Maristinha me deixa valores e reforça a minha identidade.”

“ O Maristinha significa união para mim. Aqui eu fiz muitos amigos, inclusive, posso dizer que aqui conquistei sete amigas perfeitas. Sentirei muitas saudades das viagens do basquete, dos trabalhos em equipe e dos professores. Os momentos que mais me marcaram foram os eventos da Biamar, em que eu desfilei e pude contar com o apoio de todos os meus amigos no momento de maior nervosismo, e também da GICMA, que representa a união de vários colegas, além de conhecermos muita gente nova.”

Rafael Tannure

Carolina Ribeiro

9º C

9º A


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Gente Nossa

Champagnat

entre nós

Pai de aluna tem orgulho de ser homônimo do fundador dos maristas

Colaboração de Rubens de Oliveira

Todos os anos, no dia 6 de Junho, o Instituto Marista celebra o Dia de São Marcelino Champagnat. Homem humilde que lutou por uma educação justa e igualitária para crianças e jovens. Por toda admiração e devoção que sentiam por aquele santo que lhes trouxe muitas alegrias na vida, a família Boaventura, no interior de MG, colocou em um de seus filhos o nome de Marcelino Champagnat. Para conhecer a história da família Boaventura, conversamos com o próprio Marcelino Champagnat, que hoje é pai marista. Tudo começou há muitos anos, quando seu pai estudou em um Colégio Marista e passou para toda sua família valores, conhecimentos e uma sabedoria que está na essência de ser Marista.

Conhecendo a história de São Marcelino e toda a história que envolve a escolha de meu nome só posso agradecer meus pais por esse nome.

O Fundador do Instituto Marista também se chama Marcelino Champagnat. Qual a história por trás de seu nome? Tem alguma relação com o fundador? Meu pai estudou no Marista de Mendes – RJ, em regime de internato de 1939 até 1945. Ele contava que demorava quatro dias para chegar ao Colégio. Morava na cidade de Rio Paranaíba – MG, e precisava viajar dois dias de trem e dois dias a cavalo. A primeira vez que voltou a cidade natal conheceu minha mãe e se casou com ela. O Irmão Marista Clóvis sempre passava na cidade buscando novos alunos e novas vocações e se hospedava em minha casa. Em uma dessas visitas, soube que minha mãe tinha dificuldades para gerar filhos, e então pediu que ela rezasse pedindo ao São Marcelino Champagnat. “Peça para São Marcelino que ele vai te ajudar!” dizia o Ir. Clóvis. E assim minha mãe fez e teve cinco filhos. Sua filha estuda no Marista. Essa escolha tem algo a ver com seu nome, ou com a tradição da escola? Meu pai estudou no Marista e sempre me falava coisas boas a respeito da instituição. Ver minha filha sorrir, com entusiasmo, e principalmente, trazendome muitas alegrias, me faz ver o quanto fui feliz em minha escolha. O Marista é uma escola tradicional, mas a influência surgiu de meu pai.

Você se sente bem com esse nome? Afinal, é um santo bem famoso no universo marista. Sinto-me honrado. Conhecendo a história de São Marcelino e toda a história que envolve a escolha de meu nome só posso agradecer meus pais por esse nome. Na adolescência, tinha certo preconceito, hoje, tenho orgulho. Em setembro desse ano, foi realizado em Roma o 21º Capítulo Geral dos Irmãos Maristas que é uma reunião para rever a história do instituto e dar novos rumos. É como se Marcelino Champagnat escrevesse mais uma parte da história do seu instituto. Se fosse você reescrevendo essa história da educação marista, o que pensaria ser essencial para a educação nesses novos tempos? Penso que devemos ter um trabalho de evangelização mais concreto. Hoje, as crianças são bombardeadas de informação, é preciso falar de Deus para elas. Incentivar os valores cristãos católicos. Além do nome, o que o senhor traz de São Marcelino Champagnat em sua vida? A educação que meu pai recebeu foi muito severa, ele apanhava muito e isso marcou a história dele. Quando estudou no Marista percebeu que podia ter uma educação diferente, baseada em valores, e isso ficou na educação que recebi dele.


Capa

o Marista Amizades d tempo e resistem ao à distância

metti Fernanda Jaco

ra. a qualquer ho m e b i a v o ig Um bom am les que nos e u q a d é se a E melhor aind ue basta um q o p m te to n conhecem a ta os sentindo. m a st e e u q o er ? olhar para sab amizade assim a m u r a iv lt u c is Mas como as tão especia o ss e p r a tr n o E onde enc Geralmente s? ra v la a p m ncia que dispensa a na adolescê d in a m e c re a ao elas ap que resistem s e d a iz m a m e forma Marista tem O . ia c n tâ is d à tempo e bre para contar so s a ri tó is h s a it mu ber o melhor é sa e s e d a iz m a boas nte, muitas a st in to a x e e se que hoje, nest ão surgindo e st e s e d a iz m a outras jovens alunos. s o e tr n e o d n fortalece


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Capa

Y

ara Achoa, da turma dos formandos de 1984 do Colégio Marista Arquidiocesano, de São Paulo fazia parte de um inseparável grupo de quatro amigas. Faziam trabalhos juntas, uma ia à casa da outra e conversavam sobre todos os assuntos... Depois de formadas cada uma seguiu seu rumo. Uma estudou Educação Física, outra Pedagogia, Yara, Comunicação Social, e assim por diante. Casaram-se, tiveram filhos, montaram o próprio negócio, mudaram de cidade e, assim, os anos foram passando. Apesar de todas as mudanças, os laços que as uniam mantiveram-se vivos e graças ao orkut se reencontraram. “Voltamos a nos falar com mais frequência”, conta Yara. Depois de algum tempo, surgiu a oportunidade de Yara visitar uma de suas amigas, a Leila, que mora no Rio de Janeiro. “A gente não podia imaginar o que seria uma da outra, mas percebemos que temos muito em comum, somos fortes e temos muita personalidade”. Em uma amizade de mais de 25 anos, as conversas ultrapassam as questões do dia-a-dia e retomam histórias importantes que fizeram parte do desenvolvimento de cada uma. “Você resgata coisas da adolescência, dos paqueras, das bagunças. Vi que somos muito parecidas

Quando você se identifica com alguém, a amizade extrapola um dos setores da vida e passa a fazer parte do todo.

com o que éramos na época do colégio”, diz. Segundo Yara, os Maristas ofereceram condições para a criação dos vínculos de amizade. Ela cita o estímulo para fazer trabalhos em grupo, para a prática de esportes e o valor às relações humanas transmitidos no colégio. “Quando você se identifica com alguém, a amizade extrapola um dos setores da vida e passa a fazer parte do todo”, completa. Nos negócios Os 12 anos no Marista São Luis, de Jaraguá do Sul, deram a Vinícius Salai Floriano, de 24 anos, amigos que, mais tarde, tornaram-se parceiros de negócios. Formado em Direito, Vinícius trabalha no escritório de contabilidade e auditoria de sua família e diz que muitos de seus atuais clientes já foram colegas de escola. “É uma oportunidade de crescimento para ambos”, diz. Além disso, a amizade traz segurança às duas partes. “Você conhece a índole da pessoa e ela te conhece. Queremos o melhor tanto para o empresário como para o amigo”, complementa. O Orkut, assim como no caso de Yara, o ajudou a retomar contatos. “Temos uma comunidade com mais de 700 pessoas dos exalunos do São Luis”, conta.


Nova geração “A escola é campo fértil para sementes de amigos, onde se reúnem e convivem gerações: crianças, adolescentes, pais, avós, educadores. A escola é período áureo para encontros belos e profundos para toda a vida”. O belo pensamento é do Ir. Lauro Darós, Diretor Geral do Colégio Marista de Cascavel. De lá vieram os personagens da capa desta edição. Mayara Letícia Quadri, Gabriel Almeida Tavares, Caio Augusto Maistrovicz Gomes da Silva e Alana Gabriela Bandeira.. Para eles, que estão no Ensino Médio e já conhecem o Marista há um bom tempo, nada é mais forte no Colégio que o espírito de família. “É isso que faz com que a gente dê mais valor para as amizades. Sabemos que aqui somos valorizados por todos”, conta Caio, apoiado pelos colegas. É bom saber que a história continua e seja qual for a próxima invenção do homem após o Orkut e as redes sociais, é muito bom saber que os amigos sempre estarão se reencontrando e lembrando dos bons tempos em que estudavam juntos para as provas ou dividiam o lanche no recreio.

Mais que amigos

A escola é campo fértil para sementes de amigos, onde se reúnem e convivem gerações: crianças, adolescentes, pais, avós, educadores. A escola é período áureo para encontros belos e profundos para toda a vida.

o médio, em Quando Alessandra Rayes estava no 2° ano do ensin a seria seu 1986, nem imaginava que um de seus colegas de turm antes e logo futuro marido. Ela havia entrado no Colégio um ano acabo fazendo formou seu grupo de amigos. “Sou muito falante e amizade fácil”, explica. escola fizeram Os trabalhos, as brincadeiras e os encontros fora da esposo virasse com que no 3° ano a amizade entre ela e seu atual namoro e 15 de namoro. De lá para cá, são 22 anos juntos: oito de casamento. na vida do Dos amigos do colégio, quatro estão sempre presentes na, viajam juntos casal. Encontram-se praticamente todo fim de sema Alessandra. e um deles foi, inclusive, padrinho de casamento de filhos deles. É uma “Nossas duas filhas acabaram ficando amigas dos e sabemos que relação muito próxima, é como se fossem da família são pessoas em quem podemos confiar”, diz.

Irmão Lauro Darós


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Você Repórter

Esporte

em família

Os Hemmig encontraram no taekwondo uma forma de estarem sempre juntos Marcela Francisca Ideta Cavalcante Hemmig Depois do nascimento dos filhos, minha rotina era da típica mulher do século XXI. Trabalhar, cuidar dos filhos e cuidar do casamento. Tudo em seu tempo, mas não seguia, necessariamente, uma ordem. E o pior: com o atropelo das horas, muitas vezes eu acabava deixando alguma das tarefas em segundo plano. E é quando estamos mais ausentes que os problemas começam a aparecer. Certa vez, orientados pela equipe da escola, eu e meu marido, Ismael, levamos Marcelo (nosso filho mais velho, hoje com 11 anos) para sua primeira aula de taekwondo. De personalidade forte, ele andava um pouco “rebelde” nos estudos, com algumas briguinhas com os colegas de turma e atitudes em casa que também não estavam de acordo com a educação que primamos. Acho que muitos dos meninos, nesta fase, ficam assim. Então concordamos que um esporte que trabalhasse a mente e o corpo poderia ajudar. Na primeira semana pensamos que não daria certo, pois ele não queria fazer o que o instrutor pedia, brincava a todo o momento e não levava a sério o esporte. Mas para a nossa surpresa ele foi muito bem estimulado e nas semanas seguintes ele queria estar no tatame em todos os horários de treino. Mesmo assim, continuei acompanhando. Senti que ele precisava da minha presença para perseverar. Depois de um tempo de treino ele começou a se destacar nas competições. A família toda estava orgulhosa e isso também o estimulava. Foi aí que o “feitiço virou contra o feiticeiro”. De tanto ver os treinos, passei a querer frequentar as aulas. Porém, como não tinha turma para minha idade, movimentei um grupo de mães e conseguimos abrir um horário. Parece fábula, mas hoje nós dois já ganhamos muitas medalhas, temos um espaço em casa onde elas ficam expostas e aumentam a cada campeonato. Ismael, que nos levava para lá e para cá em treinos e competições, passou de torcedor a juiz. Fez cursos na área de arbitragem do taekwondo e hoje faz parte da comissão técnica da Federação Paranaense. Para não contrariar o ditado (Filho de peixe, peixinho é...), nossa caçula Isabella, de 7 anos, passou este ano a praticar o esporte. Hoje treinamos juntos e viajamos juntos. A união da família se fortaleceu por intermédio do esporte. Agora, nossa rotina é estar juntos, unidos e incentivando uns aos outros. Marcela Francisca Ideta Cavalcante Hemmig é artesã e mãe dos alunos Marcelo e Isabella, do Colégio Marista de Cascavel/PR


pais ativos. crianças mais ainda!

Itamar Vicente Ribeiro Virou bordão dizer que as crianças não brincam mais na rua devido à falta de segurança nas cidades e que a diversão está sendo substituída pelos videogames. Afirmações que infelizmente são fatos e se transformaram em problema mundial. Porém, não podemos nos esquecer de que o exercício físico é um ingrediente essencial para a vida, tanto dos pequenos quanto dos mais crescidos. Então, por que não unir o útil ao agradável e começar a mexer o corpo junto com seus filhos? Isso sim é que é dar exemplo. E, quem diria comprovado cientificamente. Uma pesquisa feita na Universidade de San Diego, Califórnia, concluiu que filhos de mães ativas têm duas vezes mais chances de serem ativos do que os de mães sedentárias. Essa probabilida-

de salta para três vezes e meia quando se trata de o pai ser o cheio de energia e para quase seis quando ambos praticam atividades físicas. Mais do que servir de referência, quando os pais também entram na brincadeira estão agarrando a oportunidade de passar mais tempo com os filhos, de conversar, rir e superar dificuldades juntos. O que só faz o relacionamento ganhar em força e cumplicidade. É legal reservar um horário para praticar atividades juntos e dizer: “a partir de agora, todo sábado vamos jogar futebol, praticar ‘taekwondo’, ou todo domingo vamos andar no parque”. Com isso, você acaba criando uma tradição na família. Itamar Vicente Ribeiro é professor de Educação Física, mestrando em Ciências Médicas e Consultor Comportamental


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Qualidade de vida

Lanche sem

estresse

Como fazer as melhores opções na hora da alimentação dos filhos? Antes de começar a ler essa matéria, é preciso lembrar que alimentação saudável, seja em casa ou na escola, não é um assunto apenas para as crianças. “Nada de impor regras só para alguns na casa, afinal de contas, o problema é sério e alimentação saudável e atividades físicas fazem bem a todos. Com frequência, só a mãe

está disposta a encarar o problema”, destaca o Dr. Fabiano Lago, médico endocrinologista e ex-aluno Marista. Ao mesmo tempo em que nossa cultura supervaloriza e até idolatra a magreza e a beleza, promove e estimula os meios para que engordemos cada vez mais. Portanto, é preciso fazer das calorias o inimigo número um da sua

família. Na hora de preparar o lanche para o seu filho ou mesmo de pensar na refeição da família, o ideal é adotar novas atitudes aos poucos, sem stress e sem cobranças excessivas. “Alimentação deve ser sempre um assunto agradável e para isso um diálogo positivo é fundamental”, ensina o médico.


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No ponto A alimentação das crianças e dos adolescentes deve ser reflexo da forma como a família encara a qualidade de vida

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cal da Determine um lo , não casa para comer . Quer em frente a TV que está comer? Pare o é a mesa. fazendo e vai at

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Faça uma limpeza no armário da cozinha, nada de ter em casa toneladas de doces, chocolates ou bolachas recheadas. Reserve chocolates para situações esporádicas, como ir ao cinema, etc.

Nada é proibido, mas tem que ter a hora certa. Procure estimular o consumo de frutas e saladas. Como? Oferecendoas sempre fresquinhas e a vista, respeitando as preferências individuais de cada pessoa.

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Seja sensível, porém firme. Os novos hábitos adquiridos devem ser duradouros. Mantenha certa vigilância. Cuidado com idas muito freqüentes a lanchonetes de fast-food, elas devem ser exceção e não regra.

4Alimente a criança

com frutas ou lanchinhos pouco calóricos a intervalos freqüentes, para “matar a fome” antes de “morrer de fome”. Sem tanto apetite, ela terá mais chance de fazer as escolhas corretas nas refeições maiores.

6 Converse sempre com o profissional que acompanha a família, sobre como a situação está indo, procurando ser criativo na hora da alimentação.

Por que comer frutas? Elas têm grandes fontes de vitaminas, como a vitamina C, beta caroteno, potássio, fibras, além de serem altamente nutritivas e de fácil digestão. Contém também bioflavonóides, que protegem contra o câncer e outras doenças e nos fornece energia rápida, pois a fonte de açúcar é natural. Também são muito saborosas. Podem ser servidas sozinhas ou com outros pratos, adicionando sabor e visual. São muito consumidas no verão, pois são leves e refrescantes.


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Rede BRASÍLIA

Colégio Marista de Brasília - Educação Infantil e Ensino Fundamental SGAS 609 CONJ A Bairro Asa Sul - Brasília - DF 70200-690 Fone: (61) 3442-9400

Destaque: Mayara Letícia Quadri, Gabriel Almeida Tavares, Caio Augusto Maistrovicz Gomes da Silva e Alana Gabriela Bandeira Foto: João Borges

A Revista Em Família é uma publicação da Rede Marista de Colégios, com distribuição dirigida a pais, funcionários e colaboradores.

Presidente da Mantenedora Ir. Dario Bortolini Vice Presidente da Mantenedora Ir. Davide Pedri Superintendente ABEC / UCE Aleksandro Mroczek Comunicação e Marketing Patrícia Cobra Costa Silvia S. Tateiva Pollyana Nabarro Kelen Y. Azuma Alexandre L. Cardoso Patricia L. Egashira Katsuk Suemitsu Rede de Colégios Ir. Paulinho Vogel Valdemar Donizeti Bassetto Isabel Cristina Michelan Azevedo

Diretor: Ir. Valter Pedro Zancanaro Dir. Educacional: Cláudia Regina P. T. Pinto Gerente Administrativo: Orivaldo Pincinato Comunicação e Marketing: Fernanda Lages Colégio Marista de Brasília - Ensino Médio SGAS 615 CONJ C Bairro Asa Sul - Brasília - DF 70200-750 Fone: (61) 3445-6900 Diretor: Ir. Valter Pedro Zancanaro Dir. Educacional: José Leão da Cunha Filho Gerente Administrativo: Orivaldo Pincinato Comunicação e Marketing: Luana Mendonça Dias dos Santos

CASCAVEL

Colégio Marista de Cascavel Rua Paraná, 2680 Centro - Cascavel - PR - 85812-011 Fone: (45) 3036-6000 Diretor: Ir. Lauro Darós Dir. Educacional: Everton Lozano Gerente Administrativo: Zeneide Grapegia Comunicação e Marketing: Juliana Dotto

CHAPECÓ

Edição: Luís Fernando Carneiro Textos: Fernanda Jacometti Projeto Gráfico: Paulo Schiavon Fotografia: João Borges Publicidade: Francine Junqueira

Para anunciar: 41 3018-8805 info@editoraruah.com.br Rua Casimiro José Marques de Abreu, 706 Ahú - Curitiba/PR www.editoraruah.com.br Todos os direitos reservados. Proibida a reprodução sem autorização prévia e escrita. Todas as opiniões são de responsabilidade dos respectivos autores.

Colégio Marista São Francisco Rua Marechal F. Peixoto, 550L Chapecó - SC - 89801-500 Fone: (49) 3322-3332 Diretor: Ir. Nilto Squersato Dir. Educacional: Liane P. Danieli Gerente Administrativo: Leurete Bonissoni Comunicação e Marketing: Renato Angelino Darui

CRICIÚMA

Colégio Marista de Criciúma Rua Antonio de Lucca, 334 Criciúma - SC - 88811-503 Fone: (48) 3437-9122 Diretor: Jairo Rambo Dir. Educacional: Tania Burigo Gerente Administrativo: Giselle Vieira Comunicação e Marketing: Samira Dutra

CURITIBA

Colégio Marista Paranaense Rua Bispo Dom José, 2674 Seminário Curitiba - PR - 80440-080 Fone: (41) 3016-2552 Diretor: Elemar Menegati Dir. Educacional: Mario J. Pykocz Gerente Administrativo: Maurício Tourinho Comunicação e Marketing: Bruno Bonamigo Colégio Marista Santa Maria Rua Prof. Joaquim de M. Barreto, 98 Curitiba - PR - 82200-210 Fone: (41) 3074-2500 Diretor: Valentin Fernandes Dir. Educacional: Gerson Carassai Gerente Administrativo: José Valdeci Melo Comunicação e Marketing: Bruna F. Gonçalves

JARAGUÁ DO SUL

Colégio Marista São Luís Rua Mal. Deodoro da Fonseca, 520 Centro Jaraguá do Sul - SC - 89251-700 Fone: (47) 3371-0313 Diretor: Ir. Evilázio Tambosi Dir. Educacional: Vivian Roberta S. Lawin Gerente Administrativo: José Luís Finguer Comunicação e Marketing: Dinara Fabiane Picinini

JOAÇABA

Colégio Marista Frei Rogério Rua Frei Rogério, 596 Joaçaba - SC - 89600-000 Fone: (49) 3522-1144 Diretor: Ir. Roque Brugnara Dir. Educacional: Daví Antonio Ceron Gerente Administrativo: Suzana Darold Comunicação e Marketing: Luiz Domingos Guzi Neto

MARINGÁ

Colégio Marista de Maringá Rua São Marcelino Champagnat, 130 Centro - Maringá - PR 87010-430 Fone: (44) 3220-4224 Diretor: Ir. Pedro Danilo Trainotti Dir. Educacional: Yandara de Sá Gomes Gerente Administrativo: José Roberto Facco Comunicação e Marketing: Mayara Muller

PONTA GROSSA

Colégio Marista Pio XII Rua Rodrigues Alves, 701 Jardim Carvalho - Ponta Grossa - PR 84015-440 Fone: (42) 3224-0374 Diretor: Ir. Vanderlei Siqueira dos Santos Dir. Educacional: Ude Hasselmann Gerente Administrativo: Sergio Giacomozzi Comunicação e Marketing: Otávio Oliveira

RIBEIRÃO PRETO

Colégio Marista de Ribeirão Preto Rua Bernardino de Campos, 550 Higienopólis - Ribeirão Preto - SP 14015-130 Fone:(16) 3977-1400 Diretor: Ir. Paulo Antonio Forster Ramos Dir. Educacional: Pedro Armando Fossa Gerente Administrativo: Carlos Cesar Vieira Comunicação e Marketing: Mayara do Amaral Haudicho

SÃO PAULO

Colégio Marista Arquidiocesano Rua Domingos de Moraes, 2565 Vila Mariana São Paulo - SP - 04035-000 Fone: (11) 5081-8444

Colégio Marista de Londrina Rua Maringá, 78 Jardim dos Bancários - Londrina - PR 86060-000 Fone: (43) 3374-3600

Diretor: Ir. Benê Oliveira Dir. Educacional: Ascânio João (Chico) Sedrez Gerente Administrativo: Wilson Ermerick de Souza Comunicação e Marketing: Fabiana Mustafci

Diretor: Acádio João Heck Dir. Educacional: Marize Rufino Gerente Administrativo: Aguinaldo Guerreiro Comunicação e Marketing: Tatiana Stoicov

Colégio Marista Nossa Senhora da Glória Rua Justo Azambuja, 267 Cambuci São Paulo - SP - 01518-000 Fone: (11) 3207-5866

LONDRINA

Diretor: Ir. Benê Oliveira Gerente Administrativo: Amélia Orui Comunicação e Marketing: Mara Cavalcante


Foto: Luis Prado

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REDE MARISTA DE COLÉGIOS DISTRITO FEDERAL | Brasília • PARANÁ | Cascavel, Curitiba, Londrina, Maringá e P o n t a G r o s s a • S A N T A CATARINA | Chapecó, Criciúma, Jaraguá do Sul e Joaçaba • SÃO PAULO | Ribeirão Preto e São Paulo

Colégio Marista de Brasília EF - Em Familia 04  

Revista da Rede Marista de Colégios com conteúdo da Rede e do Colégio Marista de Brasília EF - Brasília

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