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COOPERATIVA DE ECONOMIA E CRÉDITO MÚTUO DOS MÉDICOS E DEMAIS PROFISSIONAIS DA ÁREA DE SAÚDE DE CAMPINAS E REGIÃO LTDA. – UNICRED CAMPINAS CNPJ nº 71.884.498/0001-40 BALANÇOS PATRIMONIAIS PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31/12/2013 E DE 2012 - (Valores expressos em R$ 1) AT IV O Circulante DISPONIBILIDADES CAIXA DEPÓSITOS BANCÁRIOS TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS RELAÇÕES INTERFINANCEIRAS CARTEIRA PRÓPRIA OPERAÇÕES DE CRÉDITO OPERAÇÕES DE CRÉDITO OUTROS CRÉDITOS DIVERSOS OUTROS VALORES E BENS BENS NÃO DE USO PRÓPRIO DESPESAS ANTECIPADAS Realizável a Longo Prazo OPERAÇÕES DE CRÉDITO OPERAÇÕES DE CRÉDITO OUTROS CRÉDITOS OUTROS CRÉDITOS Permanente INVESTIMENTOS AÇÕES E COTAS IMOBILIZADO DE USO IMOBILIZADO DE USO (-) DEPRECIAÇÃO ACUMULADA DE INSTALAÇÕES DIFERIDO GASTOS DE ORGANIZAÇÃO E EXPANSÃO (-) AMORT. ACUM. DO DIFERIDO INTANGÍVEL INTANGÍVEL ANTES 01/10/2013 (-) AMORT. ACUM.INTANGÍVEL ANTES 01/10/2013 TOTAL

31/12/2013 233.654.746 7.393.197 263.585 7.129.612 778.234 778.234 150.417.021 150.417.021 74.640.844 74.640.844 346.878 346.878 78.572 – 78.572 147.145.859 146.126.818 146.126.818 1.019.041 1.019.041 6.048.833 5.465.956 5.465.956 557.082 1.289.295 (732.213) 6.201 315.687 (309.486) 19.594 203.658 (184.064) 386.849.438

31/12/2012 206.328.305 2.127.438 95.123 2.032.315 1.766.236 1.766.236 138.308.941 138.308.941 63.723.459 63.723.459 246.332 246.332 155.899 55.000 100.899 114.336.974 113.381.754 113.381.754 955.220 955.220 5.957.134 5.465.956 5.465.956 486.130 1.344.688 (858.558) 5.048 313.811 (308.763) – – – 326.622.413

P A S S IV O Circulante DEPÓSITOS DEPÓSITOS À VISTA DEPÓSITOS SOB AVISO DEPÓSITOS A PRAZO RELAÇÕES INTERFINANCEIRAS OBRIGAÇÕES JUNTO PART. DE SISTEMAS DE LIQUIDAÇÃO Outras Obrigações SOCIAIS E ESTATUTÁRIAS FISCAIS E PREVIDENCIÁRIAS DIVERSAS Exigível a Longo Prazo Provisão para Riscos Fiscais e Trabalhistas Patrimônio Líquido PATRIMÔNIO LÍQUIDO CAPITAL SOCIAL RESERVAS DE LUCROS SOBRAS OU PERDAS

31/12/2013 323.084.062 319.604.961 54.414.333 13.622.636 251.567.992 24.129

31/12/2012 275.334.266 272.015.619 46.546.615 14.172.699 211.296.305 13.209

24.129 3.454.972 1.475.920 273.731 1.705.321 1.019.041 1.019.041

13.209 3.305.438 1.214.152 171.608 1.919.678 955.220 955.220

62.746.335 62.746.335 42.171.855 6.973.256 13.601.224

50.332.927 50.332.927 33.529.103 5.373.112 11.430.712

DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31/12/2013 E DE 2012 - (Valores expressos em R$ 1) TOTAL

386.849.438

326.622.413

As Notas Explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis. DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E DE 2012 - (Valores expressos em R$ 1) Eventos SALDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 Capitalização de Sobras Integralização de Capital Devolução de Capital (-) Distribuição Sobras Sobras do Exercício FATES Reserva Legal SALDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 Mutações no Período SALDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 Capitalização de Sobras Integralização de Capital Devolução de Capital (-) Distribuição Sobras Sobras do Exercício FATES Reserva Legal Ato não associados SALDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 Mutações no Período SALDOS EM 30 DE JUNHO DE 2013 Integralização de Capital Devolução de Capital (-) Sobras do Exercício FATES Reserva Legal Ato não associados SALDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 Mutações no Período

Reservas Capital Social Legais 26.686.404 4.028.322 6.276.739 – 905.260 – (339.300) – – – – – – – – 1.344.790 33.529.103 5.373.112 6.842.699 1.344.790 33.529.103 5.373.112 7.981.609 – 1.152.423 – (491.280) – – – – – – – – 1.600.144 – – 42.171.855 6.973.256 8.642.752 1.600.144 41.858.211 5.373.112 616.163 – (302.519) – – – – – – 1.600.144 – – 42.171.855 6.973.256 313.644 1.600.144 As Notas Explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.

Sobras ou Perdas Acumuladas 10.475.327 (6.276.739) – – (4.198.588) 13.447.897 (672.395) (1.344.790) 11.430.712 955.385 11.430.712 (7.981.609) – – (3.449.103) 16.237.980 (800.072) (1.600.144) (236.540) 13.601.224 2.170.512 6.747.895 – – 9.426.143 (800.072) (1.600.144) (172.598) 13.601.224 6.853.329

Totais 41.190.053 – 905.260 (339.300) (4.198.588) 13.447.897 (672.395) – 50.332.927 9.142.874 50.332.927 – 1.152.423 (491.280) (3.449.103) 16.237.980 (800.072) – (236.540) 62.746.335 12.413.408 53.979.218 616.163 (302.519) 9.426.143 (800.072) – (172.598) 62.746.335 8.767.117

NOTAS EXPLICATIVAS DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E DE 2012 - (Valores expressos em reais – R$) 1. Contexto operacional A COOPERATIVA DE ECONOMIA E CRÉDITO MÚTUO DOS MÉDICOS E DEMAIS PROFISSIONAIS DA ÁREA DE SAÚDE DE CAMPINAS E REGIÃO LTDA. – UNICRED CAMPINAS é uma cooperativa de crédito singular, instituição financeira não bancária, fundada em 21 de maio de 1993, filiada à Cooperativa Central de Economia e Crédito Mútuo das Unicreds do Estado de São Paulo – Unicred Central SP e componente do Sistema Unicred. A COOPERATIVA DE ECONOMIA E CRÉDITO MÚTUO DOS MÉDICOS E DEMAIS PROFISSIONAIS DA ÁREA DE SAÚDE DE CAMPINAS E REGIÃO LTDA. – UNICRED CAMPINAS possui Postos de Atendimento Cooperativo - PAC nas seguintes localidades: Indaiatuba, Valinhos, Capivari, Sumaré, Amparo, Uniodonto, Itapetininga, Tatuí e Itapeva. A COOPERATIVA DE ECONOMIA E CRÉDITO MÚTUO DOS MÉDICOS E DEMAIS PROFISSIONAIS DA ÁREA DE SAÚDE DE CAMPINAS E REGIÃO LTDA. – UNICRED CAMPINAS tem como atividade preponderante a operação na área creditícia, tendo como finalidade: (i) Proporcionar, através da mutualidade, assistência financeira aos associados; (ii) A formação educacional de seus associados, no sentido de fomentar o cooperativismo, através da ajuda mútua da economia sistemática e do uso adequado do crédito; e (iii) Praticar, nos termos dos normativos vigentes, as seguintes operações dentre outras: captação de recursos, concessão de créditos, prestação de garantias, prestação de serviços, formalização de convênios com outras instituições financeiras e aplicação de recursos no mercado financeiro, inclusive depósitos a prazo com ou sem emissão de certificado, visando preservar o poder de compra da moeda e remunerar os recursos. 2. Apresentação das demonstrações contábeis a) As demonstrações contábeis são de responsabilidades da Administração da Cooperativa e foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, consideradas as alterações exigidas pelas Leis nº 11.638/07 e nº 11.941/09, adaptadas às peculiaridades da legislação cooperativista e às normas e instruções do Banco Central do Brasil – BACEN, bem como apresentadas conforme o Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional – COSIF. Consideram ainda, no que forem julgados pertinentes e relevantes, os pronunciamentos, orientações e as interpretações técnicas emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis – CPC, tendo sido aprovadas pela administração em 31 de dezembro de 2013. Em aderência ao processo de convergência com as normas internacionais de Contabilidade, algumas Normas e suas Interpretações foram emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), as quais serão aplicadas às instituições financeiras quando aprovadas pelo Banco Central do Brasil. Nesse sentido, os Pronunciamentos contábeis já aprovados pelo Banco Central do Brasil são: CPC Conceitual Básico (Resolução 4144/12), CPC 01 - Redução ao Valor Recuperável do Ativo (Resolução 3566/2008), CPC 03 - Fluxo de Caixa (Resolução 3604/2008), CPC 05 - Divulgação sobre Partes Relacionadas (Resolução 3750/2009), CPC 10 - Pagamento Baseado em Ações (Resolução 3.989/2011); CPC 23 - Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro (Resolução 4007/2011); CPC 24 - Evento Subsequente (Resolução 3973/2011) e CPC 25 - Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes (Resolução 3.823/09). b) Para efeito de comparabilidade, as demonstrações financeiras encerradas em 31/12/2013 estão ladeadas pelas demonstrações de 31/12/2012; c) Em cumprimento à Resolução do CMN nº 3.380/06, esta instituição implantou estrutura de gerenciamento de Risco Operacional compatível com a natureza e a complexidade dos produtos, serviços, atividades, processos e sistemas da instituição, e que tem por objetivo identificar, avaliar, monitorar e controlar os riscos associados a falhas, deficiências ou inadequações de processos internos, pessoas e sistemas, ou de eventos externos. Esta estrutura contempla atualmente: a) Diretor Responsável nomeado perante órgão regulador; b) Política, Manual e Sistema de mensuração de riscos; c) Comitê de Gestão de Riscos. As descrições das estruturas estão evidenciadas no site da Unicred do Brasil, e podem ser acessadas através do endereço eletrônico: www.unicred.com.br, assim como a Política, os Manuais e os Relatórios de Risco estão disponíveis na sede da instituição; d) Em cumprimento à Resolução do CMN nº 3.464/07, esta instituição implantou estrutura de gerenciamento de Risco de Mercado compatível com a natureza e a complexidade dos produtos, serviços, atividades, processos e sistemas da instituição, e que tem por objetivo identificar, avaliar, monitorar e controlar os riscos associados a perdas resultantes da flutuação nos valores de mercado de posições detidas pela instituição. Esta estrutura contempla atualmente: a) Diretor Responsável nomeado perante órgão regulador; b) Política, Manual e Sistema de mensuração de riscos; c) Comitê de Gestão de Riscos. As descrições das estruturas estão evidenciadas no site da Unicred do Brasil, e podem ser acessadas através do endereço eletrônico: www.unicred.com.br, assim como a Política, os Manuais e os Relatórios de Risco estão disponíveis na sede da instituição; e) Em cumprimento à Resolução do CMN nº 3.721/09, esta instituição implantou estrutura de gerenciamento de Risco de Crédito compatível com a natureza e a complexidade dos produtos, serviços, atividades, processos e sistemas da instituição, e que tem por objetivo identificar, mensurar, controlar e mitigar os riscos de perdas associadas ao não cumprimento pelo tomador ou contraparte de suas respectivas obrigações financeiras nos termos pactuados, à desvalorização de contrato de crédito decorrente da deterioração na classificação de risco do tomador, à redução de ganhos ou remunerações, às vantagens concedidas na renegociação e aos custos de recuperação. Esta estrutura contempla atualmente: a) Diretor Responsável nomeado perante órgão regulador; b) Política, Manual e Sistema de mensuração de riscos; c) Comitê de Gestão de Riscos. Além da apuração gerencial do Risco de Crédito, é realizada também a apuração mensal da parcela referente ao Risco de Crédito (Pspr), parcela que compõe o PRE (Patrimônio de Referência Exigido), em atendimento à Resolução do CMN nº 3.490/07. As descrições das estruturas estão evidenciadas no site da Unicred do Brasil, e podem ser acessadas através do endereço eletrônico: www.unicred.com.br, assim como a Política, os Manuais e os Relatórios de Risco estão disponíveis na sede da instituição. 3. Principais práticas contábeis As principais práticas contábeis adotadas na elaboração dessas demonstrações contábeis estão definidas a seguir:

DEMONSTRAÇÃO DE SOBRAS OU PERDAS PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31/12/2013 E DE 2012 - (Valores expressos em R$ 1) 2º Sem. 2013 31/12/2013 31/12/2012 Ingressos da Intermediação Financeira 20.005.028 36.895.778 31.225.316 Operações de Crédito 19.960.207 36.828.910 31.132.841 Resultado de Operações com Títulos e Valores Mobiliários 44.821 66.868 92.475 Dispêndios da Intermediação Financeira (12.368.654) (22.337.835) (18.659.153) Operações de Captação no Mercado (11.748.223) (20.033.772) (16.864.151) Provisão para Operações de Créditos (620.431) (2.304.063) (1.795.002) Res. Bruto Intermediação Financeira 7.636.374 14.557.943 12.566.163 Outros Ingressos/Rec. (Dispêndios/Desp.) Operacionais 1.836.808 1.887.922 1.108.422 Ingressos/Receitas de Prestação de Serviços 299.448 399.364 198.026 Dispêndio/Despesas de Pessoal (2.938.453) (5.618.368) (4.739.021) Outras Dispêndios/Despesas Administrativas (2.957.423) (5.378.218) (5.410.320) Dispêndios/Despesas Tributárias (41.677) (65.030) (32.508) Ingressos de Depósitos Intercooperativos 8.623.043 14.926.481 13.206.897 Outros Ingressos/Rendas Operacionais 268.977 582.260 465.552 Outros Dispêndios/Despesas Operacionais (1.417.107) (2.958.567) (2.580.204) Resultado Operacional 9.473.182 16.445.865 13.674.585 Resultado Não Operacional 67.122 156.882 215.473 Res. Antes da Tributação e Participações 9.540.304 16.602.747 13.890.058 Imposto de Renda e Contribuição Social (37.866) (63.684) (61.636) Participações Estatutárias nas Sobras (184.951) (2.937.839) (2.397.710) Empregados (12.353) (301.083) (236.709) FATES – (800.072) (672.395) Reserva Legal – (1.600.144) (1.344.790) Ato não associados (172.598) (236.540) (143.816) Sobras ou (Perdas) Líquidas 9.317.487 13.601.224 11.430.712 As Notas Explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.

a) Apuração do resultado Os ingressos e dispêndios são registrados de acordo com o regime de competência. As operações de crédito com taxas pré-fixadas são registradas pelo valor de resgate, e os ingressos e dispêndios correspondentes ao período futuro são apresentados em conta redutora dos respectivos ativos e passivos. Os ingressos e dispêndios de natureza financeira são contabilizados pelo critério “pro-rata temporis” e calculados com base no método exponencial, exceto aqueles relativos a títulos descontados, que são calculados com base no método linear. As operações de crédito com taxas pós-fixadas são atualizadas até a data do balanço. As receitas e despesas são reconhecidas na demonstração de sobras em conformidade com o regime de competência. As receitas com prestação de serviços são reconhecidas na demonstração de sobras ou perdas quando da prestação de serviços a terceiros, substancialmente serviços bancários. Os dispêndios e as despesas e os ingressos e receitas operacionais, são proporcionalizados de acordo com os montantes do ingresso bruto de ato cooperativo e da receita bruta de ato não cooperativo, quando não identificados com cada atividade. b) Estimativas contábeis Na elaboração das demonstrações contábeis faz-se necessário utilizar estimativas para contabilizar certos ativos, passivos e outras transações. As demonstrações contábeis da Cooperativa incluem, portanto, estimativas referentes à provisão para créditos de liquidação duvidosa, à seleção das vidas úteis dos bens do ativo imobilizado, provisões necessárias para passivos contingentes, dentre outros. Os resultados reais podem apresentar variação em relação às estimativas utilizadas. A Cooperativa revisa as estimativas e premissas, no mínimo, semestralmente. O Comitê de Pronunciamento Contábil (CPC), criado pela Resolução do Conselho Federal de Contabilidade - CFC nº 1.055/2005, emitiu, até o término deste exercício, 45 pronunciamentos. Entretanto, o Conselho Monetário Nacional elaborou normativos direcionados para cinco destes pronunciamentos: a Resolução 3.566/2008 - Redução ao Valor Recuperável do Ativo (CPC 01), Resolução 3.604/2008 - Fluxo de Caixa (CPC 03), Resolução 3.750/2010 Divulgação sobre Partes Relacionadas (CPC 05), Resolução 4.007/2011 Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro (CPC 23) e Resolução 3.823/2009 - Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes (CPC 25). c) Caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa, conforme Resolução CMN nº 3.604/08, incluem as rubricas caixa, depósitos bancários e as relações interfinanceiras de curto prazo e de alta liquidez, com risco insignificante de mudança de valores e limites, com prazo de vencimento igual ou inferior a 90 dias. O caixa e os equivalentes de caixa compreendem:

d)

e)

f)

g) h)

i)

j)

k)

i)

Descrição 31/12/2013 31/12/2012 Caixa e depósitos bancários 7.393.197 2.127.438 Títulos e Valores Mobiliários 778.234 1.766.236 Relações interfin. - centralização financeira 150.417.021 138.308.941 Total 158.588.452 142.202.615 Operações de Crédito As operações de crédito com encargos financeiros pré-fixados são registradas a valor futuro, retificadas por conta de rendas a apropriar e as operações de crédito pós-fixadas são registradas a valor presente, calculadas “pro rata temporis”, com base na variação dos respectivos indexadores pactuados. Provisão para operações de crédito As provisões para operações de crédito foram constituídas em montante julgado suficiente pela Administração para cobrir eventuais perdas na realização dos valores a receber, levando-se em consideração a análise das operações em aberto, as garantias existentes, a experiência passada, a capacidade de pagamento e liquidez do tomador do crédito e os riscos específicos apresentados em cada operação, além da conjuntura econômica. A Resolução CMN nº 2.682 introduziu os critérios para classificação das operações de crédito definindo regras para constituição da provisão para operações de crédito, as quais estabelecem nove níveis de risco, de AA (rico mínimo) a H (risco máximo). Outros Créditos Os valores registrados em Outros Créditos se referem à importâncias devidas à Cooperativa por pessoas físicas ou jurídicas domiciliadas no País, inclusive as resultantes do exercício corrente. Investimentos Os investimentos são avaliados ao custo de aquisição. Imobilizado Equipamentos de processamento de dados, móveis, utensílios e outros equipamentos, instalações, veículos, benfeitorias em imóveis de terceiros e softwares, são demonstrados pelo custo de aquisição, deduzidos da depreciação acumulada. A depreciação é calculada pelo método linear para baixar o custo de cada ativo a seus valores residuais de acordo com as taxas divulgadas em nota específica abaixo. Diferido O ativo diferido foi constituído pelas benfeitorias realizadas nas propriedades de terceiros, e pelos softwares adquiridos, registrados pelos custos incorridos nas benfeitorias e pelo custo de aquisição, respectivamente, e classificados nessa conta conforme determinação do COSIF. Esses gastos estão sendo amortizados pelo método linear no período de 05 anos. Conforme determinado pela Resolução CMN nº 3.617/08, devem ser registrados no ativo diferido, exclusivamente, os gastos que contribuirão para o aumento do resultado de mais de um exercício social. Os saldos existentes em setembro de 2008 são mantidos até a sua efetiva realização. Intangível Correspondem aos direitos adquiridos que tenham por objeto bens incorpóreos destinados à manutenção da Cooperativa ou exercidos com essa finalidade. Os ativos intangíveis com vida útil definida são geralmente amortizados de forma linear no decorrer de um período estimado de benefício econômico. Os ativos intangíveis compreendem softwares adquiridos de terceiros e são amortizados ao longo de sua vida útil estimada. Ativos contingentes Não são reconhecidos contabilmente, exceto quando a Administração possui total controle da situação ou quando há garantias reais ou decisões judiciais favoráveis sobre as quais não cabem mais recursos contrários, caracterizando o ganho como praticamente certo. Os ativos contingentes com probabilidade de êxito provável, quando aplicável, são apenas divulgados em notas explicativas às demonstrações contábeis. Passivos contingentes São reconhecidos contabilmente quando, com base na opinião de assessores

DESCRIÇÃO 2º Sem. 2013 31/12/2013 31/12/2012 FLUXOS DE CAIXA DAS ATIVIDADES OPERACIONAIS Sobras Líquidas do Exercício 9.426.143 16.237.980 13.447.897 Depreciação (152.738) (126.345) 4.170 Amortização do Diferido 434 723 6.005 Amortização do Intangível 184.064 184.064 – Provisões de Crédito a Curto Prazo (371.615) 1.129.681 1.408.842 Geração Bruta de Caixa 9.086.288 17.426.103 14.866.914 (Aumento) das Operações de Crédito a Curto Prazo (9.406.875) (12.047.066) (13.238.712) (Aumento) de Outros Créditos a Curto Prazo – (100.546) (24.723) Redução de Outros Créditos a Curto Prazo 78.091 – – (Aumento) de Outros Valores e Bens – – (39.556) Redução de Outros Valores e Bens 113.736 77.327 – (Aumento) das Operações de Crédito a Longo Prazo (21.331.080) (32.745.064) (17.895.588) (Aumento) de Outros Créditos a Longo Prazo (29.024) (63.821) (37.686) Aumento dos Depósitos 17.847.628 47.589.342 47.340.713 Aumento de Relações Interfinanceiras – 10.920 5.659 (Redução) de Relações Interfinanceiras (87.411) – – Aumento de Outras Obrigações a curto prazo 1.788.987 149.534 1.071.138 Aumento de Outras Obrigações a longo prazo 29.024 63.821 40.722 Caixa líquido proveniente das atividades operacionais (1.910.636) 20.360.550 32.088.881 FLUXOS DE CAIXA DAS ATIVIDADES DE INVESTIMENTO (Aumento) de Investimentos (Aumento) de Imobilizado Redução de Imobilizado (Aumento) do Diferido (Aumento) do Intangível Caixa líquido proveniente das atividades de investimentos

– – 121.118 – (203.658)

– – 55.393 (1.876) (203.658)

(2.315.705) (167.081)

(82.540)

(150.141)

(2.482.786)

– –

FLUXOS DE CAIXA DAS ATIVIDADES DE FINANCIAMENTO Integralização de Capital 616.163 1.152.423 905.260 Devolução de Capital (302.519) (491.280) (339.300) Destinação para o FATES (800.072) (800.072) (672.395) Distribuição de Sobras para Cooperados – (3.449.103) (4.198.588) Resultado com Atos Não Cooperativos (172.598) (236.540) – Caixa líquido proveniente das atividades de financiamento (659.026) (3.824.572) (4.305.023) Aumento / (Redução) Líquida das Disponibilidades (2.652.202) 16.385.837 25.301.072 (+) Saldo Inicial de Caixa e equivalente de caixa 161.240.654 142.202.615 116.901.544 (=) Saldo Final de Caixa e equivalente de caixa 158.588.452 158.588.452 142.202.616 Variação Líquida das Disponibilidades (2.652.202) 16.385.837 25.301.072 As Notas Explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis. jurídicos, for considerado provável o risco de perda de uma ação judicial ou administrativa, gerando uma provável saída no futuro de recursos para liquidação das ações, e quando os montantes envolvidos forem mensurados com suficiente segurança. As ações com chance de perda possível são apenas divulgadas em notas explicativas às demonstrações contábeis e as ações com chance remota de perda não são divulgadas. m) Obrigações legais São aquelas que decorrem de um contrato por meio de termos explícitos ou implícitos, de uma lei ou outro instrumento fundamentado em lei. n) Provisões O reconhecimento é feito quando a cooperativa tem uma obrigação presente legal ou implícita como resultado de eventos passados, sendo provável que um recurso econômico seja requerido para saldar uma obrigação legal. As provisões são registradas tendo como base as melhores estimativas do risco envolvido. o) Imposto de renda e contribuição social O imposto de renda e a contribuição social sobre o lucro são calculados sobre o resultado apurado em operações consideradas como atos não cooperativos. O resultado apurado em operações realizadas com cooperados é isento de tributação. p) Demais Ativos e Passivos Circulantes e Não Circulantes Os demais ativos são apresentados ao valor de custo ou de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias auferidas. Os demais passivos são demonstrados pelos valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes encargos e das variações monetárias incorridas. q) Valor recuperável de ativos – impairment A redução ao valor recuperável dos ativos é reconhecida como perda, quando o valor de contabilização de um ativo for maior do que o seu valor recuperável ou de realização. As perdas por redução do ativo, quando aplicáveis, são registradas no resultado do período em que forem identificadas. O CPC em pauta, em conjunto com outros CPC’s, determina na essência que todos os ativos são suscetíveis a redução de valor. Em 31 de dezembro de 2013 não existiam indícios de redução do valor recuperável dos ativos. A Cooperativa não tem valor para ajustar no ativo, devido à composição dos grupos contábeis da instituição financeira. O Ativo da instituição é composto de 40,99% por Caixa e Equivalentes de Caixa, 57,44% de Valores a Receber e 1,56% de Permanente. O Permanente é pequeno e representa apenas 1,56% dos ativos totais. A maior parte dele é em investimento na UNICRED CENTRAL SÃO PAULO, sendo que tal entidade possui situação econômica e financeira estável. Os outros ativos permanentes se referem a um conjunto de centenas de itens e representam apenas 0,15% dos ativos totais, caracterizando-os como valores irrelevantes, dispensando a mensuração do valor recuperável. O Caixa e Equivalente de Caixa representa 38,88% do Ativo. O percentual de 94,85% de Caixa e Equivalentes de Caixa está concentrado em uma Central de Crédito com aplicações financeiras de perfil conservador e estável economicamente, demonstrando grande possibilidade de realização dos valores. O restante está distribuído em várias contas sem valores significativos em nenhuma delas. O grupo Valores a Receber representa 99,35% dos ativos totais. A participação de 99,35% dos Valores a Receber é em Operações de Crédito, que possuem regras específicas de valores recuperáveis através da Resolução CMN 2682/1999. O grupo Outros Valores a Receber está subdividido em diversas contas, sendo que nenhuma possui valores relevantes. r) Imposto de Renda e Contribuição Social O imposto de renda e a contribuição social sobre o lucro são calculados sobre o resultado apurado em operações consideradas como atos não cooperativos. O resultado apurado em operações realizadas com cooperados é isento de tributação. s) Eventos subsequentes Correspondem aos eventos ocorridos entre a data-base das demonstrações contábeis e a data de autorização para a sua emissão. São compostos por: • Eventos que originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que já existiam na data-base das demonstrações contábeis; e • Eventos que não originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que não existiam na data-base das demonstrações contábeis. Não houve qualquer evento subsequente para as demonstrações contábeis encerradas em 31 de dezembro de 2013. 4. Demonstração do Fluxo de Caixa Obedecendo as normas vigentes na Resolução CMN 3.604/2008, em consonância com a Resolução CFC 1.296/2010, itens 48 ao 52, registramos abaixo informações complementares a nossa Demonstração de Fluxo de Caixa: - Dentro do saldo de Caixa e Equivalente de Caixa, todos encontravam-se disponíveis para a entidade na data de 31/12/2013. - A instituição não possui linha de crédito pré-aprovada. 5. Títulos e Valores Mobiliários Em 31 de dezembro de 2013 e de 2012, as aplicações em Títulos e Valores Mobiliários da Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Médicos e Demais Profissionais de Nível Superior da Área da Saúde de Campinas e Região Ltda. – UNICRED CAMPINAS estavam assim compostas: Descrição 31/12/2013 31/12/2012 Cotas em Fundos de Investimentos – Banco do Brasil 778.234 1.766.236 Total 778.234 1.766.236 6. Relações Interfinanceiras Referem-se a depósitos efetuados na centralização financeira da Cooperativa Central de Crédito, conforme determinado no artigo 37º da Resolução CMN nº 3.859: Descrição 31/12/2013 31/12/2012 Relações Interfinanceiras 450 Centralização Financeira – Unicred Central SP 150.417.021 138.308.491 Total 150.417.021 138.308.941 continua…

6104-02 • DIARIO\bals\UNICRED CAMPINAS BAL 2013.indd • Ronaldo • Medida: DC 6X52 CMS DE ALTURA Montagem: 13/02/2014 • 2ª prova:


COOPERATIVA DE ECONOMIA E CRÉDITO MÚTUO DOS MÉDICOS E DEMAIS PROFISSIONAIS DA ÁREA DE SAÚDE DE CAMPINAS E REGIÃO LTDA. – UNICRED CAMPINAS CNPJ nº 71.884.498/0001-40 NOTAS EXPLICATIVAS DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E DE 2012 - (Valores expressos em reais – R$) 7. Operações de Crédito a) Composição por tipo de operação, e classificação por nível de risco de acordo com a Resolução CMN nº 2.682 de 21/12/1999: I – Distribuição das Operações segregadas por tipo de cliente: Descrição 31/12/2013 31/12/2012 Pessoa Física 128.468.773 102.956.348 Empréstimos 29.660.483 24.209.112 Títulos Descontados 1.892.550 1.486.623 Financiamentos 93.422.145 74.597.808 Adiantamentos a Dep. 320.938 121.438 Cheque Especial 3.172.657 2.541.367

Descrição 31/12/2013 31/12/2012 Pessoa Jurídica 98.063.569 78.783.864 Empréstimos 41.474.553 33.441.940 Títulos Descontados 919.493 1.204.482 Financiamentos 55.552.183 44.036.744 Adiantamentos a Dep. 107.976 90.698 Cheque Especial 9.364 10.000 Sub Total 226.532.342 181.740.212 (-) Provisões -5.764.680 -4.634.999 Total 220.767.662 177.105.213 As atividades econômicas das operações realizadas por pessoas jurídicas são caracterizadas por empresários e/ou entidades sem fins lucrativos de acordo com o previsto em estatuto social.

b) II – Distribuição por faixa de vencimento e nível de risco (normal e vencido): Empréstimos Títulos Cheque Especial Descontados e e Adiantamento Nível / Percentual de Financiamentos Depositante Risco / Situação 31/12/2013 31/12/2013 A 0,50% Normal 97.253.408 1.689.938 A 0,50% Vencidas 55.776 B 1% Normal 80.807.008 1.082.652 B 1% Vencidas 1.248.754 50.333 C 3% Normal 32.939.032 585.186 C 3% Vencidas 900.949 78.495 D 10% Normal 2.939.050 9.828 D 10% Vencidas 296.146 880 E 30% Normal 4.361.303 47.568 E 30% Vencidas 246.518 21 F 50% Normal 271.562 2.679 F 50% Vencidas 119.247 G 70% Normal 115.431 9.760 G 70% Vencidas 79.072 H 100% Normal 191.612 194 H 100% Vencidas 1.096.539 53.401 Total Normal 218.878.406 3.427.805 Total Vencido 4.043.001 183.130 Total Geral 222.921.407 3.610.935 Provisões Total Líquido

Total em 31/12/2013 98.943.346 55.776 81.889.660 1.299.087 33.524.218 979.444 2.948.878 297.026 4.408.871 246.539 274.241 119.247 125.191 79.072 191.806 1.149.940 222.306.211 4.226.131 226.532.342 (5.764.680) 220.767.662

Provisões 31/12/2013 (494.717) (279) (818.897) (12.991) (1.005.727) (29.383) (294.888) (29.703) (1.322.661) (73.962) (137.121) (59.624) (87.634) (55.350) (191.806) (1.149.940) (4.353.449) (1.411.231) (5.764.680)

Total em 31/12/2013 83.733.142 – 53.985.282 1.126.277 31.746.293 3.220.055 3.783.557 91.595 970.128 876.177 270.005 250.559 47.756 860.922 78.074 700.390 174.614.237 7.125.975 181.740.212 (4.634.999) 177.105.213

Provisões 31/12/2013 (418.666) (539.853) (11.263) (952.389) (96.602) (378.356) (9.160) (291.038) (262.853) (135.003) (125.280) (33.429) (602.645) (78.074) (700.390) (2.826.807) (1.808.192) (4.634.999)

c) Composição da carteira de crédito por faixa de vencimento – operações vincendas (dias): Descrição 31/12/2013 31/12/2012 Adiantamento a Depositante 451.847 235.852 Cheque Especial 3.182.021 2.551.367 Inadimplentes > 15 266.292 533.385 Inadimplentes até 15 738.155 396.283 Vincendos até 30 9.044.946 7.221.505 Vincendos 31 a 60 7.480.831 6.177.296 Vincendos 61 a 90 7.676.309 5.640.122 Vincendos 91 a 120 6.641.401 5.701.635 Vincendos 121 a 150 6.248.348 5.185.419 Vincendos 151 a 180 4.988.360 5.214.484 Vincendos 181 a 210 6.058.178 5.278.797 Vincendos 211 a 240 5.854.248 5.033.182 Vincendos 241 a 270 5.758.933 5.595.285 Vincendos 271 a 300 5.632.082 4.608.701 Vincendos 301 a 330 5.398.000 5.194.284 Vincendos 331 a 360 5.285.867 4.325.277 Vincendos 361 a 540 23.820.541 20.050.097 Vincendos 541 a 720 25.808.995 18.410.486 Vincendos 721 a 900 18.293.718 14.705.130 Vincendos 901 a 1080 14.818.938 12.280.095 Vincendos 1081 a 1260 11.611.180 9.611.498 Vincendos 1261 a 1440 9.520.241 7.727.099 Vincendos acima de 1440 42.253.205 30.597.349 Sub Total 226.832.636 182.274.628 (-) Rendas Apropriar (300.294) (534.416) Sub Total 226.532.342 181.740.212 (-) Provisões (5.764.680) (4.634.999) Total 220.767.662 177.105.213 d) Movimentação da provisão para créditos de liquidação duvidosa de operações de crédito e outros créditos com características de concessão de crédito. Descrição 31/12/2013 31/12/2012 Saldo Inicial - Janeiro 2013/2012 (4.634.999) (3.226.157) Constituições/Reversões no exercício (1.129.681) (1.408.842) Total (5.764.680) (4.634.999) e) Concentração dos Principais Devedores % Carteira % Carteira Descrição 31/12/2013 Total 31/12/2012 Total Maior Devedor 5.663.061 2,50% 4.507.550 2,48% 10 Maiores Devedores 39.234.896 17,39% 33.811.960 18,61% 50 Maiores Devedores 87.170.901 38,48% 70.954.061 39,03% f) Créditos Baixados Como Prejuízo, Renegociados e Recuperados Descrição 31/12/2013 31/12/2012 Saldo Inicial - Janeiro 2013/2012 2.437.352 2.295.096 Valor das Operações Transferidas/Recuperadas no período 771.709 142.256 Total 3.209.061 2.437.352 8. Outros Créditos Valores referentes às importâncias devidas à Cooperativa por pessoas físicas ou jurídicas domiciliadas no País, inclusive as resultantes do exercício corrente, conforme demonstrado: Descrição 31/12/2013 31/12/2012 Adiantamento e Antecipações Salariais 12.847 6.737 Adiantamento para Pagamento Nossa Conta 91.980 7.157 18.237 30.767 Cheques a Receber em Trânsito (1) 113.000 126.000 Títulos e Créditos a Receber (2) 110.814 75.671 Devedores Diversos (3) Total 346.878 246.332 (1) Cheques bloqueados de transações de cooperados os quais não foram processados no dia mesmo dia útil da contabilização. (2) Valor a receber de negociação referente à venda de terreno recebido como dação de pagamento, o qual está sendo amortizado mensalmente. (3) Devedores Diversos referem-se à valores de cobrança pagas em duplicidade e títulos não identificados, e contestação de pagamento de cartão de crédito. 9. Outros Valores e Bens Em Outros Valores e Bens estão registrados os valores referentes a aplicações de recursos, não estando sujeitos à depreciação e despesas antecipadas cujos benefícios ocorrerão em exercícios futuros. Descrição 31/12/2013 31/12/2012 Imóveis – 55.000 Despesa com seguros a apropriar 10.738 14.891 60.500 63.500 Aluguéis (1) Outras Despesas Antecipadas 6.401 22.508 IPTU 933 – TOTAL 78.572 155.899 (1) Pagamento de aluguel antecipado junto a Uniodonto e Unimed para instalação de PAC. 10. Outros Créditos – Depósitos Judiciais Descrição 31/12/2013 31/12/2012 Depósitos Judiciais 1.019.041 955.220 Total 1.019.041 955.220 Depósitos judiciais referentes a questões de PIS e COFINS, as quais estão sendo discutidas judicialmente. Estes depósitos estão sendo atualizados mensalmente para taxa SELIC. 11. Investimentos O saldo é representado por aportes de capital e o recebimento de distribuição de sobras efetuadas pela Unicred Central SP, conforme demonstrado: Descrição 31/12/2013 31/12/2012 UNICRED CENTRAL SP 5.465.956 5.465.956 TOTAL 5.465.956 5.465.956 12. Imobilizado de Uso e Intangível Demonstrado pelo custo de aquisição ou construção, menos depreciação e amortização acumulada. As depreciações e amortizações são calculadas pelo método linear, com base nas taxas abaixo: Taxa de Depreciação Descrição Amortização 31/12/2013 31/12/2012 Imobilizações em Curso 37.798 114.797 Instalações 10% 200.939 59.226 Móveis e Equipamentos 10% 394.904 329.775 Sistema de Processamento de Dados - Equipamentos 20% 448.188 423.669 Sistema de Processamento de Dados - Programas 20% – 196.551

Sistemas de Comunicação 10% 42.277 44.456 Sistemas de Segurança 10% 62.101 54.751 Veículos 20% 103.088 121.463 Intangível 10% 203.658 – TOTAL 1.492.953 1.344.688 Depreciação Acumulada (732.213) (858.558) Amortização Acumulada (184.064) – TOTAL 576.676 486.130 13. Diferido Demonstrado pelo custo de aquisição ou construção, menos amortização acumulada. As amortizações são calculadas pelo método linear, com base em taxas determinadas pelo prazo de vida útil estimado conforme abaixo: Taxa de Descrição Amortização 31/12/2013 31/12/2012 Benfeitorias 10% 296.839 296.839 Instalação e Adaptação / Outros gastos diferidos 10% 18.848 16.972 TOTAL 315.687 313.811 (-) Amortização Acumulada (309.486) (308.763) TOTAL 6.201 5.048 14. Depósitos Os depósitos à vista não são remunerados. Os depósitos a prazo recebem os encargos financeiros contratados. % Carteira % Carteira Descrição 31/12/2013 Total 31/12/2012 Total Maior Depositante 28.682.475 8,97% 24.441.120 11,08% 10 Maiores Depositantes 96.544.249 30,21% 86.185.778 39,09% 50 Maiores Depositantes 148.532.313 46,47% 132.643.637 58,83% a) Composição das operações segregadas por tipo de depósito e tipo de clientes Descrição 31/12/2013 31/12/2012 Pessoa Física 165.135.590 139.538.200 Depósito à Vista 25.359.195 22.701.899 Depósito a Prazo 139.776.395 116.836.301 Pessoa Jurídica 154.469.371 132.477.420 Depósito à Vista 29.055.138 23.844.716 Depósito a Prazo 125.414.233 108.632.703 Total 319.604.961 272.015.619 Os depósitos, até o limite de R$ 70.000,00, por CPF/CNPJ, estão garantidos pelo Fundo Garantidor de Depósitos (FGD), o qual é uma reserva financeira constituída pelas cooperativas filiadas a Unicred Central SP que aderiram ao respectivo fundo. 15. Obrigações Sociais e Estatutárias Descrição 31/12/2013 31/12/2012 FATES–Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social 800.380 691.986 FATES–Atos com Não Associados 236.540 198.215 Cotas de Capital a Pagar 439.000 323.951 Total 1.475.920 1.214.152 O FATES é destinado a atividades educacionais, à prestação de assistência aos cooperados, seus familiares e empregados da cooperativa, e é constituído pelo resultado dos atos não-cooperativos e por 5% das sobras líquidas do exercício, conforme determinação estatutária. A classificação desses valores em conta de passivo segue determinação do plano de contas do Banco Central do Brasil, denominado COSIF. 16. Outras Obrigações – Fiscais e Previdenciárias Descrição 31/12/2013 31/12/2012 Impostos e Contr. a Recolher s/Serviços de Terceiros 7.815 6.086 151.484 124.981 Impostos e Contribuições sobre Salários (1) 100.175 37.118 Impostos e Contribuições a Recolher (2) Impostos e Contribuições a Recolher s/ Lucro 14.257 3.423 Total 273.731 171.608 (1) Referem-se a impostos apurados na folha de pagamento da data-base dezembro de 2013 e sobre o 13° salário, que serão pagos em janeiro de 2014. (2) Imposto de renda e IOF sobre aplicações financeiras referentes ao 3° decêndio de dezembro de 2013. 17. Outras Obrigações - Diversas Descrição 31/12/2013 31/12/2012 Provisão para Despesa com Pessoal 278.624 223.320 Credores Diversos (1) 1.426.697 1.696.358 Total 1.705.321 1.919.678 (1) Refere-se a valores de fornecedores a pagar, valores de cheques administrativos de cooperados não compensados, e movimentação bancária em processo de regularização. 18. Outras Obrigações Diversas - Provisões para Riscos Tributários Considerando a avaliação dos consultores jurídicos quanto às chances de êxito em determinados questionamentos fiscais e trabalhistas em que a cooperativa é parte envolvida, foram constituídas as seguintes provisões: Descrição 31/12/2013 31/12/2012 Processo Judicial 8.900 8.900 PIS e COFINS 1.010.141 946.321 Total 1.019.041 955.220 A Secretaria da Receita Federal vem se manifestando que determinadas receitas financeiras obtidas pelas cooperativas de crédito, se caracterizam como atos não cooperativos e, assim, exigindo a apuração e os recolhimentos dos correspondentes tributos e contribuições, materializados nos autos de infração. A Cooperativa questiona administrativamente e judicialmente os referidos autos, emitidos entre 2000 e 2006 questionando a legalidade da inclusão de seus ingressos decorrentes de atos cooperativos na base de cálculo do PIS e COFINS. Consequentemente registrou as correspondentes obrigações referentes ao período de 2000 a 2006. Também, para garantir o andamento dos processos, a Cooperativa efetuou depósitos judiciais classificados em outros créditos, nos montantes de R$ 1.019.041, demonstrado na nota nº 10. 19. Instrumentos Financeiros A COOPERATIVA DE ECONOMIA E CRÉDITO MÚTUO DOS MÉDICOS E DEMAIS PROFISSIONAIS DE NÍVEL SUPERIOR DA ÁREA DA SAÚDE DE CAMPINAS E REGIÃO LTDA. – UNICRED CAMPINAS opera com aplicações interfinanceiras de liquidez, relações interfinanceiras, operações de crédito, depósitos à vista e a prazo, empréstimos e repasses. Os instrumentos financeiros ativos e passivos estão registrados no balanço patrimonial a valores contábeis, os quais se aproximam dos valores justos, conforme critérios mencionados nas correspondentes notas explicativas. 20. Patrimônio Líquido a) Capital Social O Capital Social é representado por cotas no valor nominal de R$ 1,00 cada. Descrição 31/12/2013 31/12/2012 Capital 42.171.855 33.529.103 Número de Associados 4.736 4.280

Srs. Conselheiros, Diretores e Associados da COOPERATIVA DE ECONOMIA E CRÉDITO MÚTUO DOS MÉDICOS E DEMAIS PROFISSIONAIS DA ÁREA DE SAÚDE DE CAMPINAS E REGIÃO LTDA. – UNICRED CAMPINAS Campinas – SP Examinamos as demonstrações financeiras individuais da COOPERATIVA DE ECONOMIA E CRÉDITO MÚTUO DOS MÉDICOS E DEMAIS PROFISSIONAIS DA ÁREA DE SAÚDE DE CAMPINAS E REGIÃO LTDA. – UNICRED CAMPINAS que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2013 e de 2012 e as respectivas demonstrações de sobras ou perdas, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para os exercícios findos naquelas datas, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.

de distorções relevantes, independentemente se causadas por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorções relevantes.

b) Destinações Legais A Reserva Legal destina-se a reparar perdas e atender ao desenvolvimento de suas atividades; O Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social (FATES) é destinado a atividades educacionais, à prestação de assistência aos cooperados, seus familiares e empregados da cooperativa; e Os resultados decorrentes de atos não cooperativos, quando positivos, são destinados ao FATES não podendo ser objeto de rateio entre os cooperados. Quando negativo deve ser levado a Reserva Legal e, se insuficiente sua cobertura, será rateado entre os associados. Conforme previsto no estatuto social, as sobras do exercício, deduzidas das parcelas destinadas à Reserva Legal e ao FATES, serão restituídas aos cooperados na proporção de suas operações, salvo deliberação contrária da Assembleia Geral Ordinária. Descrição 2013 2012 Resultado do Exercício - DRE 16.237.980 13.591.714 FATES - Resultado de Atos não Cooperativos - Art. 87 da Lei 5.764/71 (236.540) (143.817) Sobras e Perdas do Exercício 16.001.440 13.447.897 FATES–5% (800.072) (672.395) Fundo de Reserva- 10% (1.600.144) (1.344.790) Sobras e Perdas à disposição da Assembleia 13.601.224 11.430.712 21. Partes Relacionadas As partes relacionadas existentes são as pessoas físicas que têm autoridade e responsabilidade de planejar, dirigir e controlar as atividades da cooperativa e membros próximos da família de tais pessoas. As operações são realizadas no contexto das atividades operacionais da Cooperativa e de suas atribuições estabelecidas em regulamentação específica. As operações com tais partes relacionadas não são relevantes no contexto global das operações da cooperativa, e caracterizam-se basicamente por transações financeiras em regime normal de operações, com observância irrestrita das limitações impostas pelas normas do Banco Central, tais como movimentação de contas correntes, aplicações e resgates de RDC e operações de crédito. As garantias oferecidas em razão das operações de crédito são: avais, garantias hipotecárias, caução e alienação fiduciária. a) Montante das operações ativas e passivas do exercício de 2013: Montante das Operações Ativas % Em Relação à Carteira Total R$2.067.715 0,93% Montante das Operações Passivas % Em Relação à Carteira Total R$5.388.995 2,41% 22. Cobertura de Seguros Em 31 de dezembro de 2013, os seguros contratados são considerados suficientes pela Administração para cobrir eventuais sinistros relacionados à garantia de valores e veículos de propriedade da cooperativa. Campinas – SP, 31 de dezembro de 2013. PEDRO ANTUNES NEGRÃO - Diretor Presidente FREDERICO KOLAR DE MARCO - Diretor Financeiro EDMIR DEBERALDINI - Diretor Administrativo NILSO CANDIDO DE CARVALHO - Contador - CRC nº 1SP146712/O-8 RISCO OPERACIONAL Em cumprimento à Resolução do CMN nº 3.380/06, esta instituição implantou estrutura de gerenciamento de Risco Operacional compatível com a natureza e a complexidade dos produtos, serviços, atividades, processos e sistemas da instituição, e que tem por objetivo identificar, avaliar, monitorar e controlar os riscos associados a falhas, deficiências ou inadequações de processos internos, pessoas e sistemas, ou de eventos externos. Esta estrutura contempla atualmente: a) Diretor Responsável nomeado perante órgão regulador; b) Política, Manual e Sistema de mensuração de riscos; c) Comitê de Gestão de Riscos. As descrições das estruturas estão evidenciadas no site da Unicred do Brasil, e podem ser acessadas através do endereço eletrônico: www.unicred.com.br, assim como a Política, os Manuais e os Relatórios de Risco estão disponíveis na sede da instituição. RISCO DE MERCADO Em cumprimento à Resolução do CMN nº 3.464/07, esta instituição implantou estrutura de gerenciamento de Risco de Mercado compatível com a natureza e a complexidade dos produtos, serviços, atividades, processos e sistemas da instituição, e que tem por objetivo identificar, avaliar, monitorar e controlar os riscos associados a perdas resultantes da flutuação nos valores de mercado de posições detidas pela instituição. Esta estrutura contempla atualmente: a) Diretor Responsável nomeado perante órgão regulador; b) Política, Manual e Sistema de mensuração de riscos; c) Comitê de Gestão de Riscos. As descrições das estruturas estão evidenciadas no site da Unicred do Brasil, e podem ser acessadas através do endereço eletrônico: www.unicred.com.br, assim como a Política, os Manuais e os Relatórios de Risco estão disponíveis na sede da instituição. RISCO DE CRÉDITO Em cumprimento à Resolução do CMN nº 3.721/09, esta instituição implantou estrutura de gerenciamento de Risco de Crédito compatível com a natureza e a complexidade dos produtos, serviços, atividades, processos e sistemas da instituição, e que tem por objetivo identificar, mensurar, controlar e mitigar os riscos de perdas associadas ao não cumprimento pelo tomador ou contraparte de suas respectivas obrigações financeiras nos termos pactuados, à desvalorização de contrato de crédito decorrente da deterioração na classificação de risco do tomador, à redução de ganhos ou remunerações, às vantagens concedidas na renegociação e aos custos de recuperação. Esta estrutura contempla atualmente: a) Diretor Responsável nomeado perante órgão regulador; b) Política, Manual e Sistema de mensuração de riscos; c) Comitê de Gestão de Riscos. Além da apuração gerencial do risco de crédito é realizada também a apuração mensal da parcela referente ao risco de crédito (RWARPS), parcela que compõe o montante de RWA (Ativos Ponderados pelo Risco), base de cálculo para os Requerimentos Mínimos de Capital, em atendimento à Resolução do CMN nº 4193/13. As descrições das estruturas estão evidenciadas no site da Unicred do Brasil, e podem ser acessadas através do endereço eletrônico: www.unicred.com.br, assim como a Política, os Manuais e os Relatórios de Risco estão disponíveis na sede da instituição. RISCO DE LIQUIDEZ Em cumprimento à Resolução do CMN nº 4.090/12, esta instituição encontra-se na fase final de implantação da estrutura de gerenciamento de Risco de Liquidez compatível com a natureza das suas operações, a complexidade dos produtos e serviços oferecidos e a dimensão da sua exposição a esse risco, e que tem por objetivo identificar, avaliar, monitorar e controlar os riscos associados à: I - a possibilidade de a instituição não ser capaz de honrar eficientemente suas obrigações esperadas e inesperadas, correntes e futuras, inclusive as decorrentes de vinculação de garantias, sem afetar suas operações diárias e sem incorrer em perdas significativas; e II - a possibilidade de a instituição não conseguir negociar a preço de mercado uma posição, devido ao seu tamanho elevado em relação ao volume normalmente transacionado ou em razão de alguma descontinuidade no mercado. GESTÃO DE CAPITAL Em cumprimento à Resolução do CMN nº 3.988/11, esta instituição encontra-se na fase final de implantação da estrutura de Gerenciamento de Capital compatível com a natureza das suas operações, a complexidade dos produtos e serviços oferecidos e a dimensão da sua exposição a esse risco, e que tem por objetivo o processo contínuo de: I - monitoramento e controle do capital mantido pela instituição; II - avaliação da necessidade de capital para fazer face aos riscos a que a instituição está sujeita; e III - planejamento de metas e de necessidade de capital, considerando os objetivos estratégicos da instituição. PARECER DO CONSELHO FISCAL Os abaixo assinados, membros do Conselho Fiscal da Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Médicos e Demais Profissionais da Área de Saúde de Campinas e Região Ltda. – UNICRED CAMPINAS, em reunião realizada no dia 12 de fevereiro de 2014, em observância ao disposto no artigo 163, da Lei 6404/76, e no uso de suas atribuições legais e estatutárias, examinaram o relatório anual da Administração e as Demonstrações Financeiras, relativos ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2013, compreendendo o Balanço Patrimonial, Demonstrativo do Resultado do Exercício e demais documentos e informações pertinentes às operações realizadas pela UNICRED CAMPINAS. Com base nos documentos examinados, nas análises levadas a efeito e nos esclarecimentos apresentados por representantes da UNICRED CAMPINAS, e tendo em conta os relatórios e pareceres das auditorias realizadas, é de parecer que os citados documentos estão de conformidade com as prescrições legais e refletem adequadamente a posição patrimonial e econômico-financeira da Cooperativa no referido exercício social, razão pela qual opinam favoravelmente à aprovação de tais documentos pela Assembleia Geral de cooperados. Campinas, 12 de fevereiro de 2014. Dr. CLÁUDIO BIN - CPF 721.236.728-15 Dr. FERNANDO MARTINEZ SANCHEZ - CPF 257.712.858-46 Dr. MAURO SÉRGIO CAMARGO - CPF 980.683.348-15

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES

Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeiras A Administração da COOPERATIVA DE ECONOMIA E CRÉDITO MÚTUO DOS MÉDICOS E DEMAIS PROFISSIONAIS DA ÁREA DE SAÚDE DE CAMPINAS E REGIÃO LTDA. – UNICRED CAMPINAS é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil–BACEN e pelos controles internos por ela determinados como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres

Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorções relevantes nas demonstrações financeiras, independentemente se causadas por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e a adequada apresentação das demonstrações financeiras da Instituição para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para expressar uma opinião sobre a eficácia dos controles internos da COOPERATIVA DE ECONOMIA E CRÉDITO MÚTUO DOS MÉDICOS E DEMAIS PROFISSIONAIS DA ÁREA DE SAÚDE DE CAMPINAS E REGIÃO LTDA. – UNICRED CAMPINAS. Uma auditoria inclui também a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem

como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião sem ressalva Em nossa opinião, as demonstrações financeiras referidas acima apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da COOPERATIVA DE ECONOMIA E CRÉDITO MÚTUO DOS MÉDICOS E DEMAIS PROFISSIONAIS DA ÁREA DE SAÚDE DE CAMPINAS E REGIÃO LTDA.–UNICRED CAMPINAS, em 31 de dezembro de 2013 e de 2012, o desempenho de suas operações, as mutações do patrimônio líquido e os fluxos de caixa dos exercícios findos naquelas datas, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.

Belo Horizonte/MG, 08 de fevereiro de 2014.

CRC/MG 6427 “S” SP

6104-02 • DIARIO\bals\UNICRED CAMPINAS BAL 2013.indd • Ronaldo • Medida: DC 6X52 CMS DE ALTURA Montagem: 13/02/2014 • 2ª prova:

Fábio Eduardo De Almeida Bauer Contador Responsável CRC MG 077699/O “S” SP


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