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DEZ FEV


QUANDO O ROMÂNICO SE TRANSFORMA EM PALCOS

Propriedade Rota do Românico | Palcos do Românico Coordenação Geral Rosário Correia Machado Direção Artística Mundo Razoável Fotografia Alberto Plácido (Entre Espadas e Cruzadas; A Visita; Vozes do Românico), Comédias do Minho (Catabrisa), Ensemble Vocal de Freamunde (Um Monumento, um Concerto), Hugo Lima (Do Natal aos Reis), Jangada Teatro (A Boca do Inferno) e Ulisses Costa (Torre da Pena) Design e Paginação Atelier d’Alves A entrada nos espetáculos é gratuita, mas limitada aos lugares existentes. Por motivos de força maior, as datas e os locais dos espetáculos poderão sofrer alterações.

Rota do Românico Praça D. António Meireles, 45 4620-130 Lousada 255 810 706 910 969 705 | 910 375 891 palcosromanico@valsousa.pt www.rotadoromanico.com

Antes de subirmos ao(s) “Palcos”, deve dizer-se que o “Românico” surgiu em Portugal no século XI. “Namorou” com a primeira dinastia de Portugal e está ligado às ideias da fundação da nacionalidade e à formação de uma identidade enquanto nação, que representa o denominador comum na unificação do território. Os “Palcos do Românico” serão representações vivas de uma história cuja dimensão espácio-temporal nos faz representar no palco do presente o regresso ao passado. A Rota do Românico coordena o(s) “Palcos” e tem como principal objetivo o desenvolvimento regional feito das pessoas para as pessoas, bem como a ambição de uma mudança de mentalidades e da qualidade de vida de todos os que residem na região. A identidade, a riqueza do património construído e imaterial, e a importância histórica do território justificam a existência da “Rota” e também do “Palcos”. A Cultura será a alavanca essencial à promoção do património e da geografia onde se insere. A programação foi concebida para envolver o património cultural do território e estendeu-se o convite aos que nele vivem, para serem atores e agentes transformadores. Envolver a comunidade, integrando os indivíduos que a compõem nos coletivos artísticos, e ambicionar a observação participante dos demais enquanto espetadores é outro desígnio. Fazer da iniciativa uma oportunidade cultural e de negócio? Sim, o turismo e o comércio locais agradecem. A gratuitidade no acesso aos espetáculos será benéfica para a mobilização. Os “Palcos” possuem essa espécie de lema, o de abrir o património a todos e para todos. Tirar bilhete?! Nem por isso, é só embarcar à boleia dos Palcos… Rosário Correia Machado Diretora da Rota do Românico


DEZ. 2013 FEV. 2014

DEZEMBRO

JANEIRO

FEVEREIRO

ENTRE ESPADAS E CRUZADAS / TEATRO 06 MOSTEIRO DE ANCEDE BAIÃO 08 IGREJA DE VALADARES BAIÃO 13 IGREJA DE S. C. DE NOGUEIRA CINFÃES 15 IGREJA DE TAROUQUELA CINFÃES 20 MOSTEIRO DE CÁRQUERE RESENDE 22 IGREJA DE BARRÔ RESENDE

DO NATAL AOS REIS / MÚSICA 04 MOSTEIRO DE MANCELOS AMARANTE 05 IGREJA DE RIBAS CELORICO DE BASTO 12 MOSTEIRO DE PAÇO DE SOUSA PENAFIEL 25 MOSTEIRO DE FERREIRA PAÇOS DE FERREIRA

CATABRISA / DANÇA 01 CENTRO CÍVICO DE FERREIRA PAÇOS DE FERREIRA 21 IGREJA DE GONDAR AMARANTE 22 IGREJA DE GONDAR AMARANTE

UM MONUMENTO, UM CONCERTO / MÚSICA 21 IGREJA DE ESCAMARÃO CINFÃES

A VISITA / TEATRO 11 IGREJA DE VILA VERDE FELGUEIRAS 12 IGREJA DE VILA VERDE FELGUEIRAS 18 IGREJA DE ENTRE-OS-RIOS PENAFIEL 19 IGREJA DE ENTRE-OS-RIOS PENAFIEL

DO NATAL AOS REIS / MÚSICA 28 IGREJA DE S. M. DE MOUROS RESENDE

A BOCA DO INFERNO / TEATRO 17 MUSEU MUNICIPAL PENAFIEL VOZES DO ROMÂNICO / MÚSICA 26 AUDITÓRIO MUNICIPAL LOUSADA CATABRISA / DANÇA 31 CENTRO CÍVICO DE FERREIRA PAÇOS DE FERREIRA

VOZES DO ROMÂNICO / MÚSICA 02 AUDITÓRIO MUNICIPAL LOUSADA A VISITA / TEATRO 08 IGREJA DE SOBRETÂMEGA MARCO DE CANAVESES 09 IGREJA DE SOBRETÂMEGA MARCO DE CANAVESES 15 ERMIDA DO VALE PAREDES 16 ERMIDA DO VALE PAREDES A BOCA DO INFERNO / TEATRO 23 AUDITÓRIO MUNICIPAL CASTELO DE PAIVA 28 AUDITÓRIO DO CINETEATRO DOS BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS CELORICO DE BASTO


ENTRE

TEATRO

ENTRE ESPADAS E CRUZADAS TEATRO DO MONTEMURO

ESPADAS E CRUZADAS

O românico. A inspiração do projeto criado pelo Teatro do Montemuro, em parceria com grupos da comunidade local. Um coro de monges prepara-se para ensaiar. Três deles vagueiam pelo espaço. Um escriturário sentado no canto vai escrevendo no seu costumeiro como que ninguém desse por ele. De vez em quando espirra para se fazer sentir. Um arquiteto mais o seu mestre-de-obras entram analisando a obra. Vão falando sobre as alterações que foram feitas ao projeto inicial e as dificuldades que o senhor abade tem tido em compreendê-las. Pedem a um dos monges que vagueia pelo espaço para o ir chamar. Os ânimos exaltam-se entre o arquiteto e o prior. Ouve-se um som, é anunciada a chegada do aio do rei. O aio vem confrontar o arquiteto, perguntando-lhe por que motivo esta obra ainda não está concluída. O arquiteto defende-se dizendo que o único culpado é o senhor abade, que não aceita as novas alterações no projeto. O prior defende-se, alegando que as alterações feitas vão contra o acordado no projeto. O aio do rei diz: “a obra tem de ser aprovada e apenas o rei tem poderes para decidir”.

6 DEZ. 21H00 MOSTEIRO DE ANCEDE BAIÃO 8 DEZ. 16H00 IGREJA DE VALADARES BAIÃO

13 DEZ. 21H00 IGREJA DE S. C. DE NOGUEIRA CINFÃES 15 DEZ. 16H00 IGREJA DE TAROUQUELA CINFÃES

20 DEZ. 21H00 MOSTEIRO DE CÁRQUERE RESENDE 22 DEZ. 16H00 IGREJA DE BARRÔ RESENDE

Criação e encenação Coletiva Direção musical Carlos Adolfo Figurinos e adereços Sandra Neves Assistência a figurinos e adereços Carlos Cal e Maria da Conceição Almeida Interpretação Abel Duarte, Eduardo Correia e Paulo Duarte (Teatro do Montemuro), Carlos Adolfo, Grupo de Danças e Cantares “Os Moleiros” (Resende), Grupo Coral de Ancede (Baião) e Rancho Folclórico de São Cristóvão de Nogueira (Cinfães) Produção Paula Teixeira Colaboração Abílio Pereira de Carvalho Agradecimentos Banda Filarmónica de Mões e Párocos responsáveis pelas igrejas/mosteiros envolvidos no projeto Parceiro Município de Castro Daire A companhia Teatro do Montemuro é uma estrutura financiada pelo Governo de Portugal - Secretário de Estado da Cultura/Direção-Geral das Artes.

M/6 anos Duração aprox. 1h


MÚSICA

UM MONUMENTO, UM CONCERTO

UM MONUMENTO, UM CONCERTO ENSEMBLE VOCAL DE FREAMUNDE “Um monumento, um concerto” pretende proporcionar aos seus ouvintes um concerto que reforçará a compreensão da dimensão artística da música coral atual.

“Um monumento, um concerto” visa essencialmente reforçar o gosto pela música coral, criar novos públicos, mas também divulgar, dignificar e dinamizar o património da Rota do Românico. O concerto do Ensemble Vocal de Freamunde é multifacetado estilisticamente, contemplando diferentes compositores e épocas de origem, destacando-se nomes como Claudio Monteverdi, Antonio Lotti, Edvard Grieg, Edward Elgar, Franz Biebl, Eurico Carrapatoso, Giedrus Svilainis, Eric Witacre, entre outros. A prática do canto coletivo é uma atividade de síntese, na qual se vivem momentos de profunda riqueza artística e de bem-estar. Neste contexto, é objetivo do Ensemble Vocal de Freamunde contagiar o público com vivências sonoro-musicais capazes de contribuir para a valorização deste tipo de realização cultural. O momento musical servir-se-á também de diferentes orientações estéticas, conferindo uma compreensão mais profunda da dimensão artística da música coral atual.

21 DEZ. 21H00 IGREJA DE ESCAMARÃO CINFÃES

Direção musical Sílvio Cortez Percussão Ricardo Moreira Sopranos Catarina Martins, Filipa Brandão, Inês Pinto, Joana Moreira, Marina Marques, Marlene Cortez, Raquel Pedra e Sofia Martins Altos Joana Merino, Liliana Rocha, Madalena Carneiro, Nini Barbosa, Paula Coelho e Sílvia Gomes Tenores André Cruz, Bruno Bessa, Cristiano Brandão, Daniel Ferreira, Daniel Gomes, Ezequiel Carvalho, João Marques e Ricardo Sousa Baixos André Rodrigues, Carlos Azevedo, Daniel Gonçalves, Hugo Morais, José Pedra, Nuno Soares e Pedro Ribeiro M/3 anos Duração aprox. 1h


DO

NATAL

AOS

REIS

MÚSICA

DO NATAL AOS REIS ANDARILHOS Uma visita à Rota do Românico sob o signo do Natal. Ciclo de concertos, evocando tradições musicais da quadra natalícia, numa abordagem criativa.

Um ciclo de concertos, evocando as tradições musicais da “Quadra Natalícia”. Cinco municípios dos vales do Douro, do Tâmega e do Sousa acolhem a iniciativa. Uma abordagem criativa ao vasto espólio musical e literário de transmissão oral deste extenso território. Uma oportunidade única para visitar mosteiros e igrejas da Rota do Românico. Fruir de uma musicalidade singular em espaços arquitetónicos seculares, plenos de aspetos esculturais e decorativos profundamente enquadrados no espírito da quadra. Espera-se que cada concerto adquira uma singularidade diferente, pela participação ativa das comunidades envolventes. As gentes, os aspetos paisagísticos, a oferta hoteleira e a gastronomia da quadra são também ingredientes primordiais para esta visita à Rota do Românico sob o signo do Natal.

28 DEZ. 21H00 IGREJA DE S. M. DE MOUROS RESENDE 4 JAN. 21H00 MOSTEIRO DE MANCELOS AMARANTE

5 JAN. 16H00 25 JAN. 21H00 IGREJA MOSTEIRO DE DE RIBAS CELORICO DE BASTO FERREIRA PAÇOS DE FERREIRA 12 JAN. 16H00 MOSTEIRO DE PAÇO DE SOUSA PENAFIEL

Direção geral João Paulo Borges e Vasco Monterroso Produção Andarilhos Direção artística Vasco Monterroso Desenho de luz Mário Jorge Maia Músicos Joana Ribeiro (voz), João Paulo Borges (viola braguesa e gaita de fole), Luís Pina (baixo), Pedro Fernandinho (voz e cavaquinho), Névio Silva (saxofone soprano e teclados), Paulo Loureiro (percussões tradicionais portuguesas), Pedro Costa (bateria), Rui Santos (acordeão e piano), Tânia Queirós (voz), Vasco Monterroso (voz, guitarra, viola amarantina e flautas) e convidados Parceiro Antena 1 M/3 anos Duração aprox. 1h


A

TEATRO

A VISITA DE MARGARIDA GONÇALVES

VISITA

Uma apaixonada em história da arte tem como missão partilhar a “verdade”, e algo mais, sobre os monumentos românicos. A sua missão é partilhar esta paixão! Acompanhados por uma guia apaixonada pela história da arte e pelas histórias das gentes, os visitantes serão testemunhas de acontecimentos insólitos. Estes acontecimentos pretendem ser um prolongamento imagético relacionado com o monumento ou com histórias que ele carrega como elemento arquitetónico do período românico e como elemento de identidade de uma região. Pretende-se provocar no visitante alguma estranheza quando assiste a esta visita. O objetivo é criar uma nova forma de ver o espaço em que entrou e despertar a curiosidade pelos factos reais. Que este interesse suscite uma verdadeira pesquisa da história, criando-se um espaço físico que ganha uma outra identidade que não apenas a da sua origem real.

11 JAN. 17H00 IGREJA DE VILA VERDE FELGUEIRAS 12 JAN. 15H00 IGREJA DE VILA VERDE FELGUEIRAS 18 JAN. 15H00 IGREJA DE ENTRE-OS-RIOS PENAFIEL

19 JAN. 15H00 IGREJA DE ENTRE-OS-RIOS PENAFIEL 8 FEV. 17H00 IGREJA DE SOBRETÂMEGA MARCO DE CANAVESES 9 FEV. 15H00 IGREJA DE SOBRETÂMEGA MARCO DE CANAVESES

15 FEV. 17H00 ERMIDA DO VALE PAREDES 16 FEV. 15H00 ERMIDA DO VALE PAREDES

Criação, encenação e interpretação Margarida Gonçalves Apoio à criação/ encenação Cecília Laranjeira Assistente de encenação Tobias Monteiro Figurinos e adereços Cecília Laranjeira Vídeo e sonoplastia Tiago Martins Produção Rita Lima Parceiros Teatro Bruto, Teatro Viriato, Kind of Black Box, Livraria Ler Devagar – LX Factory (Lisboa) e Carlos Mário Duarte – Sociedade Unipessoal, Lda. M/6 anos Duração aprox. 1h


TEATRO

A

A BOCA DO INFERNO JANGADA TEATRO

BOCA DO INFERNO

Poderá a história ser falsificada? Será que a história foi mesmo reescrita e reescrevendo-a recuperaremos a versão original? D. Afonso Henriques nasceu frágil, nunca tendo conhecido o pai, que morreu prematuramente. D. Teresa, viúva de D. Henrique, dá largas às suas aventuras amorosas. Afonso Henriques, entregue aos cuidados de Egas Moniz, transforma-se num garboso mancebo, resultante do milagre ocorrido após a passagem pela água milagreira da pia batismal. Esta é uma história de Portugal, a qual se terá fundado sobre uma fraude. O nosso país é fértil em episódios entre o burlesco e o trágico e plenos de teatralidade.

17 JAN. 21H00 MUSEU MUNICIPAL PENAFIEL 23 FEV. 16H00 AUDITÓRIO MUNICIPAL CASTELO DE PAIVA 28 FEV. 21H00 AUDITÓRIO DO CINETEATRO DOS BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS CELORICO DE BASTO

Texto António Torrado Encenação José Carretas Interpretação Bruno Martins, Cláudia Berkeley, Luiz Oliveira, Patrícia Ferreira, Vítor Fernandes e Xico Alves Figurinos Margarida Wellenkamp Cenografia José Carretas Desenho de luz Nuno Tomás Produção Jangada Teatro Coprodução Rota do Românico e Município de Vila Nova de Famalicão Apoio Município de Lousada Parceiro Município de Fafe A companhia Jangada Teatro é uma estrutura financiada pelo Governo de Portugal - Secretário de Estado da Cultura/Direção-Geral das Artes.

M/12 anos Duração aprox. 1h


MÚSICA

VOZES

VOZES DO ROMÂNICO NORTE DO SUL Um projeto coral que (re)une um conjunto de grupos e indivíduos do território da Rota do Românico, que têm como interesse comum a voz e o canto.

DO ROMÂNICO

O projeto “Vozes do Românico” visa a potencialização dos grupos e movimentos comunitários, reunindo as pessoas em torno de interesses, projetos e manifestações culturais convergentes, nomeadamente através da música e da voz. É um projeto constituído por coros que residem na área geográfica da Rota do Românico e que, para além do seu património cultural já constituído, trabalham um repertório comum a toda a estrutura. O programa do concerto é constituído por temas populares portugueses, interpretados por cada um dos grupos participantes, sob a direção dos seus maestros. Serão interpretados, por todos os grupos, composições originais de Fernando Lapa – com textos de Teixeira de Pascoaes – e conta, para isso, com a especial participação dos Drumming. Este é, assim, o primeiro “retrato” de um projeto que reúne hoje uma grande família de vozes: as “Vozes do Românico”.

26 JAN. 17H00 AUDITÓRIO MUNICIPAL LOUSADA 2 FEV. 17H00 AUDITÓRIO MUNICIPAL LOUSADA

Coordenação, direção musical e artística Magna Ferreira e Cantarolês Composição Ângela da Ponte e Fernando Lapa Músicos convidados Drumming - Grupo de Percussão (dir. Miguel Bernat) Coros Atípica Orquestra (dir. Tiago Rodrigues), Coro Litúrgico de Penafiel (dir. Tobias Carvalho), Coro Paroquial de Tarouquela (dir. Fernando Vieira), Grupo Coral da USOL - Universidade Sénior Ocupacional da Lixa (dir. Óscar Maia), Grupo Coral de Fornos (dir. Rita Vieira), Grupo Coral de Vila Caíz (dir. Raquel Janeiro), Grupo Coral Juvenil de Santa Maria Maior (dir. Clara Magalhães), Grupo de Alunos do Conservatório do Vale do Sousa (dir. Sílvio Cortez) e Oficina Coral do Barracão da Cultura (dir. Magna Ferreira) Produção Norte do Sul Produção executiva Amélia Carrapito M/3 anos Duração aprox. 1h15


DANÇA

CATABRISA COMPANHIA INSTÁVEL “(…) é um exercício de precisão coreográfica, entre a dança, o circo e o teatro que nos deixa rendidos desde o início (…).” Tiago Bartolomeu Costa

CATABRISA

Um menino, em tudo igual a todos os meninos, vive as maiores aventuras de sempre: a aventura da curiosidade, do desejo, da descoberta, do espanto, da invenção, de quem nasce e cresce com o corpo e a mente aos rodopios. Do livro Catavento (editado pelas Edições Eterogémeas), nasceu um espetáculo: Joana Providência encenou e coreografou, Manel Cruz musicou, Luís Mendonça desenhou cenografia e figurino, Emílio Remelhe escreveu e Filipe Caldeira interpretou. Juntos criaram um espaço de ideias em forma de sensação, um lugar de sensações em forma de gesto, um sítio de gestos em forma de som, um mapa de sons em forma de sombra, um mundo de sombras em forma de história para todos. Para todos verem, ouvirem, sentirem e pensarem com a forma de ver, ouvir, sentir e pensar de cada um.

31 JAN. 10H00 / 15H00 CENTRO CÍVICO DE FERREIRA PAÇOS DE FERREIRA 1 FEV. 10H00 / 15H00 CENTRO CÍVICO DE FERREIRA PAÇOS DE FERREIRA

21 FEV. 10H00 / 15H00 IGREJA DE GONDAR AMARANTE 22 FEV. 10H00 / 15H00 IGREJA DE GONDAR AMARANTE

Texto Eugénio Roda, a partir do livro Catavento (Edições Eterogémeas), de Gémeo Luís e Eugénio Roda Conceção e direção coreográfica Joana Providência Dramaturgia Eugénio Roda (Emílio Remelhe) Criação, cenografia e figurinos Gémeo Luís Interpretação Filipe Caldeira Música Manel Cruz Direção técnica Ricardo Alves Produção executiva Companhia Instável Uma encomenda Maria Matos - Teatro Municipal Coprodução Centro Cultural Vila Flor, Cinema-Teatro Joaquim D’Almeida, Comédias do Minho, Companhia Instável, Fundação Casa da Música, Fundação Lapa do Lobo e Maria Matos - Teatro Municipal. A Companhia Instável é uma estrutura financiada pelo Governo de Portugal - Secretário de Estado da Cultura/Direção-Geral das Artes.

M/6 anos Duração aprox. 50 m


PALCOS PARALELOS TORRE DA PENA: SALVAGUARDAR O PATRIMÓNIO CONSTRUÍDO, DEVOLVER ATRATIVIDADE AOS ESPAÇOS RURAIS ULISSES COSTA

EXPOSIÇÃO

Dar a conhecer a intervenção do património arquitetónico como elemento fundamental das culturas e da vida das sociedades. Esta exposição tem como objetivo principal divulgar o património construído, pouco conhecido atualmente, dinamizando os monumentos e edifícios com valor histórico, à semelhança do que tem sido o caminho percorrido pela Rota do Românico. Pretende-se expor o desenvolvimento de ações de salvaguarda, conservação e valorização do património arquitetónico no que concerne à sua imagem e condições de uso, enquanto ação orientada por bases que consideram as especificidades do edificado e contribuem para a conservação responsável do valor cultural a que está interligado. Simultaneamente, a ideia subjacente é também dar conta de um novo entendimento do espaço rural, compreendendo a sua revalorização ao permitir obter o oposto da artificialidade e do ritmo da vida citadina. O património rural e cultural é colocado à disposição do público em geral, mantendo o testemunho histórico, tornando expectável uma transmissão do bem cultural às gerações futuras.

11 JAN. A 8 JUN. CENTRO DE INFORMAÇÃO DA ROTA DO ROMÂNICO – TORRE DE VILAR LOUSADA

SEX. A DOM. 10H00 – 13H00 14H00 – 17H00 A visita à exposição é gratuita, mas sujeita a marcação prévia através dos contactos: 255 810 706 | 910 969 705 910 375 891 palcosromanico@valsousa.pt


ROTA DO ROMÂNICO PALCOS DO ROMÂNICO A Rota do Românico, que agrega 12 municípios – Amarante, Baião, Castelo de Paiva, Celorico de Basto, Cinfães, Felgueiras, Lousada, Marco de Canaveses, Paços de Ferreira, Paredes, Penafiel e Resende –, tem representado para o território do Tâmega e Sousa um grande desafio, enquanto projeto de desenvolvimento regional, aproveitando um importante património constituído por 58 monumentos românicos. Este projeto visa, assim, constituir-se como uma estratégia dinamizadora para uma nova economia social regional, designadamente nas áreas do turismo, da conservação e salvaguarda do património, da produção de conhecimento científico, da educação patrimonial e da cultura. Implementar um programa cultural que contribua para o desenvolvimento do território da Rota do Românico, potencializando os objetivos gerais e a missão deste projeto, assume-se como propósito último do programa a que designamos de “Palcos do Românico”. Com o “Palcos do Românico” pretende-se valorizar, de forma sustentada, o nosso património imaterial - contos, lendas, músicas, danças -, dando-lhe uma nova vitalidade e significado. Este extraordinário recurso, memória e identidade mais profunda da nossa comunidade, constitui a matéria-prima

sobre a qual se deseja intervir e a partir da qual se pretende produzir novos bens culturais e criativos, com relevante valor social, cultural e económico. Por outro lado, a utilização do património edificado, transformando-o em “palco” de criações artísticas, permite uma valorização do mesmo, aumentando a sua visibilidade e o conhecimento das comunidades e visitantes. A comunidade do território da Rota do Românico é também um elemento fulcral deste processo que é o “Palcos do Românico”. Num programa que assenta, fundamentalmente, em novas criações artísticas, ligamos profissionais a amadores, residentes a não residentes, nacionais a locais. Pelo seu envolvimento intrínseco e pela sua participação ativa nesta construção coletiva, a comunidade local merece um lugar de destaque neste “palco”. O “Palcos do Românico” põe, assim, em evidência o papel deste território na nova produção cultural e exprime um modelo que se diferencia da abordagem convencional, pela utilização de valores e tradições locais ao serviço da criatividade contemporânea.


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Palcos do Românico PROGRAMAÇÃO DEZ 2013/FEV 2014  

Edição impressa da programação do PALCOS DO ROMÂNICO de dezembro de 2013 a fevereiro de 2014.

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