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Professor Pablo Lourenço Fernandes Especialista e Mestrando em Radiologia Oral e Professor do curso de especialização em Radiologia - UFRJ


RADIOLOGIA


08 de novembro de 1895


08/11/1895 WILHELM CONRAD ROENTGEN ( ALEMANHA ) 

Professor de Física da Universidade de Wuzburg, Bavária, fazendo experiências com descargas elétricas em ampola de CROOKES-HITTORF, observou que a radiação emanada do tubo tornava fluorescente uma placa de platino cianeto de bário.


NOVO TIPO DE RADIAÇÃO

28 / 12/ 1895 => PRIMEIRA COMUNICAÇÃO DE ROENTGEN À SOCIEDADE DE FÍSICA MÉDICA.


“Não sei ainda que espécie de raio é o X. Mas sei que vai operar milagres” WILHELM CONRAD RÖENTGEN (1845 – 1923)


NOVO TIPO DE RADIAÇÃO

23 / 01/ 1896 => É QUE FOI DIVULGADO PARA O MUNDO A NOVA DESCOBERTA.


Radiografia da mรฃo do Professor Kรถlliker


1897 - “ Ultimas observações sobre o novo tipo de radiação”. comunicação de Roentgen à Real Academia Prussiana de Berlim.  1- atravessam os corpos opacos a luz.  2- provocam fluorescência em certas substâncias.  3- são diferentes dos raios Catódicos, mas não podem ser medidos, por isso chamamos de Raios X. 


EXAME

EXAME

LABORAT.

CLÍNICO

DIAGNÓSTICO FINAL

EXAMES RADIOGRÁFICOS


LIMITAÇÕES DAS RADIOGRAFIAS PROJEÇÃO DE SOMBRAS REGISTRA APENAS VARIAÇÕES DE PERMEABILIDADE


LIMITAÇÕES DAS RADIOGRAFIAS


IMAGEM RADIOGRÁFICA Radiografia Imagem bidimensional gerada pela interação dos raios x com os tecidos, que possuem variações no tipo e natureza da estrutura (número atômico, densidade e espessura) e ausência de cor


Princípios e conceitos Feixe de raios-x

Filme

Radiopaco

Radiolúcido


RADIOLOGIA tecidos duros - impregnados de sais de

Ca

e

densidades

gama de contraste.

diversas,


•Qual o lugar que a mulher tem mais cabelo enroladinho? •Qual lugar da mulher que cheira bacalhau?

•Se você entra num trem, ele começa a andar, você está parado ou em movimento?


Vista frontal

Vista lateral

Vista superior


PA

LATERAL

Whaites

mesmo tamanho

tamanhos diferentes


lateral

superposição

Whaites


LOCALIZAÇÃO – 3 DIMENSÕES


LOCALIZAÇÃO – 3 DIMENSÕES


REDUÇÃO DE EXPOSIÇÃO

3


A

B

A

B

C

C

mesmo material - gesso

di창metros diferentes

D

D


A U M E N T O D E

ď Ź

3

D E N S I D A D E Whaites


FATORES AFETANDO A ABSORÇÃO DOS RAIOS X

MATÉRIA

espessura do objeto espessura absorção qualidade fótons de baixa energia atenuados quantidade (número de fótons) deflexão e absorção nas várias camadas


FATORES AFETANDO A ABSORÇÃO DOS RAIOS X

MATÉRIA

número atômico do objeto número atômico absorção energia do fóton energia de ligação do elétron da camada K (K-edge) ejeção do e-


A

C

B

A-gesso

B-plĂĄstico

C-metal

D-madeira

D


A

B

A-gesso B-plĂĄstico

C

C-metal D-madeira

D


FATORES AFETANDO A ABSORÇÃO DOS RAIOS X

MATÉRIA

densidade do objeto quantidade de matéria por unidade de matéria (g/cm3)  número de e- disponíveis na matéria para interação absorção diferença de densidade entre os tecidos Z= 7,4 ar e tec. mole(d773x>)


A

densidade

B

C

D

cilindros de gesso

variação do desenho interno


A

densidade

B

C

D

cilindros de gesso

variação do desenho interno


mesmo material-gesso formas diferentes Whaites


formas diferentes-espessura imagens radiogrรกficas diferentes

Whaites


OBJETO objetos finos e simétricos sem variações estruturais internasaparências radiográfica e visual similares objetos com profundidade variadaaspecto radiográfico varia de acordo com a face do objeto mais próxima ao filme


Brocklebank

objetos sem profundidade

prĂłximos ao filme ď‚ť visual


objetos com profundidade

face pr贸xima ao filme

Brocklebank


ALTERAÇÃO NA POSIÇÃO DO OBJETO EM RELAÇÃO AO FEIXE


FORMAS IGUAIS PARA OBJETOS DISTINTOS


ALTERAÇÕES DE FORMA OBJETOS SEMELHANTES ALTERAÇÃO NA POSIÇÃO DA FONTE


ALTERAÇÕES DE FORMA OBJETOS SEMELHANTES ALTERAÇÃO NA POSIÇÃO DA FONTE


ASPECTOS PERCEPTUAIS NA INTERPRETAÇÃO  ILUSÕES DE ÓPTICA  CAMUFLAGEM  SOBREPOSIÇÃO  CONTRASTE

 FIGURA E FUNDO  ORGANIZAÇÃO SENSORIAL


Quem é quem?????


DIMENSÕES DAS ESTRUTURAS ADJACENTES


ILUSテグ DE WUNDT

Maior facilidade de movi/ H faz c/ q a vert pareテァa \>


organização alternativa


organização alternativa


organização alternativa


figura impossĂ­vel


EFEITO DA IMAGEM PARCIAL


EFEITO DA IMAGEM PARCIAL


EXAMINADOR  CONHECIMENTO DA ANATOMIA RADIOGRÁFICA NORMAL E SUAS VARIAÇÕES, NAS DIVERSAS TÉCNICAS  CONHECIMENTO DOS ASPECTOS PATOLÓGICOS  MOVIMENTOS CONTÍNUOS DOS OLHOS


INTERPRETAÇÃO CONDIÇÕES IDEAIS PARA VISUALIZAÇÃO ambiente tranqüilo ambiente escuro ou com pouca iluminação negatoscópio limpo (luz homogênea, difusa e bem distribuída- regulável) lupa- 2 a 4x máscara negra


MASCARAR AS IMAGENS FUNDO CLARO

luz excedente contrai a pupila, que passa receber menor quantidade de luz através da radiografia prejudicando detalhes e contrastes radiográficos


MASCARAR AS IMAGENS FUNDO ESCURO


RADIOGRAFIA PERFEITA REPRODUÇÃO FIEL DA REGIÃO ATRAVESSADA PELOS RAIOS X


RADIOGRAFIA TECNICAMENTE PERFEITA máximo de nitidez


RADIOGRAFIA TECNICAMENTE PERFEITA mínimo de distorção


RADIOGRAFIA TECNICAMENTE PERFEITA grau médio de contraste baixo


RADIOGRAFIA TECNICAMENTE PERFEITA grau médio de contraste alto


alteração angulação horizontal


alteração angulação horizontal

•Agulha cálcica no 15 •Cárie no 13


alteração das angulações vertical e horizontal


PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS PARA A INTERPRETAÇÃO

RADIOGRÁFICA


PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS PARA A INTERPRETAÇÃO RADIOGRÁFICA

a região a ser interpretada deve aparecer totalmente na radiografia e na(s) incidência(s) que melhor a reproduza – Técnica adequada – Radiografias combinadas


PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS PARA A INTERPRETAÇÃO RADIOGRÁFICA

a radiografia deve abranger não

somente os limites da região suspeita, mas também mostrar tecido ósseo normal circundante


enquadramento com mesma técnica

verificação de expansão de tábua óssea


LIMITES DA LESテグ


PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS PARA A INTERPRETAÇÃO RADIOGRÁFICA

é necessário o conhecimento  estruturas anatômica  variações da imagem radiográfica de entidades patológicas.


PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS PARA A INTERPRETAÇÃO RADIOGRÁFICA

Sempre que se inicia um tratamento odontológico, há necessidade de um levantamento completo das arcada dentais e/ou regiões edêntulas.


PROTÉSE EM IMPLANTE LESÃO EM DENTE ADJACENTE


desdentado total – maxila cisto residual


desdentado total


ANÁLISE DA RADIOGRAFIA PERFIL DO PACIENTE gênero idade origem étnica cuidado com a saúde bucal dieta


IDADE ESPAÇO DE BLACK

TAMANHO DA CÂMARA PULPAR


ETNIA/GÊNERO DISPLASIA CEMENTÁRIA PERIAPICAL


SAÚDE BUCAL


ANÁLISE DA RADIOGRAFIA buscar observar a região da queixa

varrer a radiografia com os olhos exame sistemático de toda radiografia


ANÁLISE DA RADIOGRAFIA simetria margens: continuidade e largura consistência óssea- trabeculado dentição: número fase de irrupção morfologia condições


ANÁLISE DA RADIOGRAFIA suporte ósseo: local: dente porção alveolar: pericoronária periradicular periápice basal outros ossos extra- ósseo


ERROS DE INTERPRETAÇÃO FAMILIARIDADE

RECENTIDADE IMPULSO


• Itens necessários: Ambiente calmo, penumbra e confortável; Negatoscópio, lupa e máscara negra; Livros, atlas e apostilas; Controle e padrão de qualidade.


calcificações pulpares

material restaurador e cárie


reabsorção descontinuidade

externa

da lâmina dura

reabsorção

interna


Burn-out


LESÕES PERIAPICAIS


dens in dente

hipercementose

dilaceração radicular


DENSIDADE RADIOGRÁFICA

RADIOLÚCIDA

ameloblastoma MISTA

TOA PADRÃO ALTERADO

RADIOPACA

Odontoma Complexo

talassemia


LESÕES UNILOCULARES

GEOGRÁFICO

Cisto dentígero PERMEATIVO

Displasia fibrosa ROÍDO DE TRAÇA

Lesões malígnas


LESÕES MULTILOCULARES

FAVO DE MEL

ameloblastoma

BOLHA DE SABÃO

ameloblastoma ARANHA

ameloblastoma


LESÕES MULTILOCULARES

RAQUETE DE TÊNIS

mixoma odontogênico

RECORTADO

ameloblastoma


LIMITES

ESTREITA E CORTICADA

cisto radicular

cisto residual

LARGA E Nテグ CORTICADA

Cisto テウsseo traumテ。tico


ESTRUTURAS SUPORTES

ESPAÇO PERICEMENTÁRIO

Esclerodermia OSSO ALVEOLAR

talassemia

LÂMINA DURA

hiperparatireoidismo


EXPANSテグ DE CORTICAIS

IRREGULAR

Osteomielite de Garrテゥ

REGULAR

cisto radicular


REAÇÕES PERIOSTEAIS

LAMELAR AUSENTE

cisto radicular

Lesão central de células gigantes


REAÇÕES PERIOSTEAIS

infecção crônica

CASCA DE CEBOLA

RAIOS DE SOL

sarcoma osteogênico


REAÇÕES PERIOSTEAIS

ESPÍCULAS IRREGULARES

Osteomielite supurativa crônica

CABELO EM PÉ

talassemia


ALTERAÇÃO DAS ESTRUTURAS DENTÁRIAS E ANATÔMICAS

hipercementose reabsorção radicular estruturas suportes dos dentes – flutuantes ou mergulhados relação lesão - estruturas vizinhas


HIPERCEMENTOSE

doenรงa de Paget

DENTE FLUTUANTE

doenรงa periodontal


PROCESSOS BENIGNOS x MALÍGNOS  OSTEOSCLEROSE REATIVA

 DISTINÇÃO DAS MARGENS  REMANESC. TRABECULAR  LOCALIZAÇÃO E GENERALIZAÇÃO

Langlais, Langland, Nortjé


ALTERAÇÃO DAS ESTRUTURAS DENTÁRIAS E ANATÔMICAS

dentes impactados – lesões menos agressivas- odontoma dentes deslocados – odontoma ameloblático e fibro-odontoma dentes montados – cisto ósseo solitário


DENTE IMPACTADO

odontoma complexo DENTE DESLOCADO

fibro-odontoma

DENTES MONTADOS

CISTO ÓSSEO SIMPLES

Langlais, Langland, Nortjé


REABSORÇÃO RADICULAR

Langlais, Langland, Nortjé


REABSORÇÃO RADICULAR

FIO DE NAVALHA

MULTIPLANAR


Quem n達o sabe o que procura n達o interpreta o que acha


É o meio usado para registrar a imagem radiográfica depois de ter sido exposto a Radiação X e processado em soluções adequadas

Constituição: - Base de Poliéster

Coberta em ambos os lados com gelatina impregnada de sais halogenado de prata, formando a parte sensível do filme e sobre este a capa protetora


CONSTITUIÇÃO


BASE

Deve ser constituída de um material rígido, para ser manipulada pelo operador. Constituído de plástico ( Vidro, Nitrato de celulose, Acetato de celulose, Poliester (atualmente) - Fina - Transparente - Plana - Azulada ou esverdeada


CAMADA ADESIVA 

Tem a função de fixar a emulsão na

base de poliester


EMULSÃO

É colocada em ambos os lados do filme proporcionando alta sensibilidade, um processamento e secagem no menor tempo possível. A gelatina que forma a emulsão é impregnada por diminutos cristais de sais Halogenados (brometo) de prata. A gelatina em água não dissolve, mas se intumesce e absorve água, deixando penetrar em seu interior os produtos químicos que modificam os cristais de prata expostos aos Raios X. Após o processamento, ao secar, a gelatina se contrai. Brometo (halogeneto) de prata: Os halogenetos de prata são sensíveis a radiação eletromagnética Estes sais são compostos de prata e um halógeno que pode ser: cloro, bromo ou iodo


CAPAS PROTETORAS Tem a finalidade de proteger a emulsão do contato com as forças mecânicas durante a manipulação do filme, e são constituído de uma fina camada de gelatina


EMBALAGEM Um papel preto, opaco à luz, envolve o filme radiográfico intrabucal e na sua parte de trás uma lâmina de chumbo. Este conjunto está contido em um envelope branco (plástico) à prova de luz e água, para impedir a saliva. Uma fina lâmina de chumbo (1mm) colocada na parte de trás do filme, para proteger da radiação secundária


EMBALAGEM Filme

Papel preto opaco a luz

Lâmina de Chumbo

Envelope plástico


CLASSIFICAÇÃO - Quanto a utilização - Quanto ao tamanho - Quanto a sensibilidade - Quanto a quantidade


Intrabucais - Colocados no interior da cavidade bucal 1) Periapicais: Destinados ao exame periapical 2) Interproximais: ContĂŠm uma asa de mordida 3) Oclusais: Destinados a ĂĄreas mais extensas


FILMES INTRA-ORAIS


Extrabucais - Permanecem fora da cavidade oral 1) Screens: Para uso em chassi com placas intensificadoras 2) No-Screens: Para uso sem intensificadores


FILMES EXTRA-ORAIS 

ECRAN


FILMES EXTRA-ORAIS


Dosimétricos - Filmes radiográficos especiais que servem para medir a exposição dos operadores aos Raios X Em laboratório é feito a leitura de sua densidade em um fotodensitômetro


FILMES DOSIMÉTRICOS


TAMANHO

DIMENSÃO TAMANHO

DIMENSÃO

PERIAPICAL INFANTIL

2X3

A

13 X 18

PERIAPICAL

3X4

B C

18 X 24 24 X 30

OCLUSAL

5X7

D

30 X 40

E

15 X 30

PANORÂMICO


Corresponde a eficácia do filme radiográfico durante a exposição. Ela é chamada de velocidade, que, em particular, se refere à sua capacidade de produzir imagens com maior ou menor quantidade de radiação. As sensibilidade foram estandardizadas – vão de A até o F. Atualmente em odontologia se utiliza o grupo D equivale à película ultra-rápida e o grupo E extra-rápida. Quanto maior o grão de brometo de prata, maior a velocidade do filme, menos radiação para o paciente, maior a sensibilidade e menor nitidez.


A sensibilidade dos filmes intra-orais é indicada por uma letra, designando um grupo particular. Somente filmes dos grupos D, E e F são apropriados para radiologia odontológica

(GOAZ; WHITE, 1994; GEIST; BRAND, 2001; PRICE, 2001; VERDONSCCHOT; DUIJSINGS, 2001).


Sensibilidade: Capacidade do filme em formar imagem radiográfica com menor tempo de exposição (radiação).

Detalhe / Definição: Fidelidade e clareza de observação de todas as estruturas.


Quanto a Sensibilidade Sensibilidade dos Filmes Intra-Bucais – Grupo A – 1,5 a 3,0 R* – Grupo B – 3,0 a 6,0 R* – Grupo C – 6,0 a 12,0 R* – Grupo D – 12,0 a 24,0 R* • Kodak Ultra-Speed DF-58, AGFA Dentus M-4 – Grupo E – 24,0 a 48,0 R* • Kodak Ekta-Speed EP-21, AGFA Dentus M-2 – Grupo F – 48,0 a 96,0 R • Kodak Insight IP-21


Velocidade “D” Velocidade “E”

Velocidade “F”

QUANTO A SENSIBILIDADE


QUANTO A QUANTIDADE SIMPLES ou DUPLOS


A radiografia é o registro de uma imagem pela radiação X, que passando através de um objeto chega à uma película fotográfica produzindo o que chamamos de IMAGEM LATENTE.


IMAGEM LATENTE 

É a imagem virtual presente na superfície do

filme após a exposição, sendo visibilizada

somente após o processamento A formação da imagem radiográfica depende das propriedades dos Raios X: • Sensibilizar sais halogenados de prata • Penetrar em corpos opacos à luz • Fluorescer certas substâncias


Nem toda a radiação que penetra no objeto, o atravessa. Algumas são absorvidas pelo objeto, e aquelas conseguem ultrapassá-lo formam a imagem radiográfica. O grau de absorção dos Raios X é função dos seguintes fatores -

Comprimento da onda da radiação ionizante Composição do objeto Espessura do objeto Densidade do objeto


Imagem Radiográfica Radiografia – Registro da imagem pela Radiação X Objeto, sensibiliza a película – Imagem Latente Processamento

- Material sensível - Soluções processadoras - Aparecimento da Imagem - Tornam-se permanentes


IMAGEM LATENTE Cristais de Prata

Absorvem F贸tons

Pel铆cula de Prata cada cristal remanescente

parte da prata total do cristal

Forma original Filme processado


Fatores que influenciam na Imagem 1) Densidade (mA) Grau de escurecimento obtido por um filme radiográfico após seu processamento Exposto Denso

Fatores que influenciam na densidade - Miliamperagem - Tempo - Distância - Quilovoltagem - Espessura


2) Contraste (KvP) É a diferença entre os diversos graus de preto e branco (cinza)

- Alto contraste: Grande diferença entre o branco e o preto e tons de cinza kV

- Baixo contraste: Possui maior grau de variação de cinza entre o branco e preto kV

Fatores que influenciam no contraste - Quilovoltagem - Tempo de exposição - Miliamperagem


3) Detalhe Definição, nitidez que a radiografia reproduz o objeto. efeito composto da: granulação do filme, poder de resolução e processamento.

Fatores que influenciam na nitidez - Fatores energéticos - Fatores do objeto (absorção) - Fatores de movimento - Fatores devidos às características do filme - Fatores de formação do véu - Fatores devido aos écrans intensificadores - Fatores de processamento - Fatores geométricos de formação da imagem radiográfica


1- O tamanho do ponto focal deve ser o menor possĂ­vel


1- O tamanho do ponto focal deve ser o menor possĂ­vel F

O

PF

I


1- O tamanho do ponto focal deve ser o menor possĂ­vel F

O

SF

I


EFEITO BENSON


PRINCÍPIO DO FOCO LINEAR


ASSOCIAÇÃO DE TÉCNICAS Associação C. Curto C. Curto C. Longo C. Longo Técnicas => BISSETORA Paralelismo Bissetora Paralelismo º

1 Princ. 2º Princ. º 3 Princ. º 4 Princ. º 5 Princ. TOTAL

+

+

+

+


2- A distância Foco-Objeto deve ser måxima


2- A distância Foco-Objeto deve ser máxima F

O PF2

PF1

α

I2 β

α<β

I1


Ponto Focal a 20 cm de dist창ncia


Ponto Focal a 40 cm de dist창ncia


Comparação entre distâncias de 20 cm e 40 cm do ponto focal


ASSOCIAÇÃO DE TÉCNICAS Associação C. Curto C. Curto C. Longo C. Longo Técnicas => BISSETORA Paralelismo Bissetora Paralelismo º

1 Princ. 2º Princ. º 3 Princ. 4º Princ. º 5 Princ. TOTAL

+ -

+ -

+ +

+ +


3- A distância Objeto-filme deve ser mínima


3- A distância Objeto-filme deve ser mínima F2

F1

O

PF

I1

I2


ASSOCIAÇÃO DE TÉCNICAS

Associação C. Curto C. Curto C. Longo C. Longo Técnicas => BISSETORA Paralelismo Bissetora Paralelismo º

1 Princ. º 2 Princ. º 3 Princ. 4º Princ. º 5 Princ. TOTAL

+ +

+ -

+ + +

+ + -


4- O Raio Central deve passar pelo centro do objeto


4- O Raio Central deve passar pelo centro do objeto F

O

α

PF

β

α =β

I


4- O Raio Central deve passar pelo centro do objeto F

O

D1 α

PF

I

β

α <β D 1 < D2

D2


ASSOCIAÇÃO DE TÉCNICAS

Associação C. Curto C. Curto C. Longo C. Longo Técnicas => BISSETORA Paralelismo Bissetora Paralelismo º

1 Princ. º 2 Princ. º 3 Princ. 4º Princ. º 5 Princ. TOTAL

+ + -

+ +

+ + + -

+ + +


5- O plano guia do Objeto e o plano do Filme devem ficar paralelos


5- O plano guia do Objeto e o plano do Filme devem ficar paralelos


Técnica Paralelismo

X

Técnica Bissetriz


ASSOCIAÇÃO DE TÉCNICAS

Associação C. Curto C. Curto C. Longo C. Longo Técnicas => BISSETORA Paralelismo Bissetora Paralelismo º

1 Princ. º 2 Princ. º 3 Princ. 4º Princ. º 5 Princ. TOTAL

+ + 2

+ + + 3

+ + + 3

+ + + + 4


Ortodontia smile