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photography by: guy bourdin jr. duran robert capa bob wolfenson

ALFA photography


saopaulopt.cowparade.com


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GUY BOURDIN

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JR. DURAN

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ROBERT CAPA

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Imagem: Revista Vouge a. Fonte: MSN - http://msn.lilianpacce.com.br/portfolio/guy-bourdin-portfolio/

II. Imagem: Revista Vouge b. Fonte: Catraca Livre - http://catracalivre.folha.uol.com.br/2009/08/fotos-da-moda/ III. Imagem: Cauã Reymond -18ª edição da Revista Poder c. Fonte: Wikipedia - http://pt.wikipedia.org/wiki/Jr._duran IV. Imagem: Soldado II Guerra Mundial d. Fonte: Wikipedia - http://pt.wikipedia.org/wiki/Robert_Capa V. Imagem: Vouge Brasil e. Fonte: http://www.welovemodels.com/?p=28567

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GUY BOURDIN: TUDO O QUE VOCÊ TEM QUE SABER Ele influencia nomes “Vogue“ francesa para For You” (sobre o unicomo David LaChapel- rechear as páginas da re- verso criativo do artista e le, Nick Knight e David vista com seu imaginário sua parceria profissional Lynch. Até Madonna se pra lá de erótico. com a modelo Nicolle rendeu a sua linguagem As páginas pra Bour- Meyer, também autora e foi processada pelo din eram duplas, reche- da publicação) – a sinherdeiro Samuel por adas de sexualidade e gularidade do trabalho copiar fotos do pai em violência, fugindo do dele está “na composiseu clipe “Hollywood”, óbvio nas cenas cotidia- ção, cores, jogo de real e de 2004. Contemirreal, mistério e surporâneo de Helmut “Enquanto todos os realismo: “Enquanto Newton, Guy Bouranúncios são iguais, todos os anúncios são din é menos pop que iguais, ele explora o ele explora o olhar o colega mas muito olhar através de uma mais cult. O fotógra- através de uma fecha- fechadura”. dura” fo e ilustrador francês Guy Bourdin se nasceu em 1928, em tornou referência em Paris, e foi abandonado nas. Como desenhista, publicidade através dos pela mãe um ano de- tinha total liberdade anúncios da marca de pois. Viveu no Senegal, para criar. Pensava exa- sapatos Charles Jourdan, recrutado pelo exército tamente no peso de cada pra quem contribuiu francês, onde começou elemento e fazia inúme- durante 14 anos. a ter aulas de fotografia. ros rascunhos antes de Sua identidade é tão Voltando a Paris, virou fotografar. Para Shelly forte que é impossível pupilo de ninguém me- Verthime, especialista no alguém ter passado pelos nos do que Man Ray e artista – e uma das auto- anos 70 sem notar suas logo foi escalado pela ras do livro “A Message campanhas.

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SURREALISMO REGISTRADO COM LUZ Bourdin passou boa parte de sua juventude vivendo o pós-guerra em Paris. Em 1954, entrou para a Vogue francesa, onde trabalhou por mais de 30 anos. Nos anos 1970, o fotógrafo já aparecia nas páginas das principais revistas de

moda do mundo. Trabalhou também para a Harper´s Bazaar e fotografou campanhas publicitárias para as marcas Chanel, Issey Miyake, Emanuel Ungaro, Gianni Versace, Loewe, Pentax e para a loja de departamento Bloomingdale´s.


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B i o g r a f i a J r . D u r a n Josep Ruaix Duran, conhecido como J.R. Duran, (Barcelona, 22 de julho de 1952) é um fotógrafo brasileiro nascido na Espanha. No Brasil desde 1970 e com estúdio montado em São Paulo, a partir de 1979, começou a fotografar para revistas de moda como Vogue e Elle Brasil . Ao mesmo tempo começou a trabalhar para agências de publicidade como DPZ, McCann, Thompson, Talent para clientes como Johnson & John-

son, General Motors, Volkswagen, Souza Cruz, British American Tobacco e outros. Em 1984 realizou sua primeira exposição, Beijos Roubados, na Galeria Paulo Figueiredo, em São Paulo. Ganhou sete prêmios Abril de Jornalismo. Foi capa da edição na-

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cional da Veja em janeiro de 1988, com o titulo O Mago das Lentes. Tem ensaios a respeito de seu trabalhos publicados nas revistas Forum (alemã), Zoom (edições francesa, italiana e japonesa), Man (espanhola) e Photo (francesa). Em 1989 mudou-se para os Estados Unidos, onde trabalhou para Harper’s Bazaar USA, Elle (edições francesa, inglesa, italiana e espanhola), Mademoiselle, Glamour, Tatler, Vogue (alemã), assim

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como para agências de publicidade como Grey Advertising, Saatchi & Saatchi, DDB e outras. Em 1994 realizou sua segunda exposição, Passageiro Distante, na Galeria São Paulo. Em 1995 voltou a viver no Brasil. Publicou os livros As melhores fotos e 18 Fo-

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tos. Em 2000 lançou o romance Lisboa. No Brasil, realizou campanhas para Intelig, cigarro Charm, cerveja Kaiser, Embratel, Telesp, Banco do Brasil, cigarro Free, Antarctica, Martini, Motorola, Lojas Riachuelo, Credicard, Hering, Banco Real, Banco do Brasil, Banco Itaú, Telefonica, Sadia, McCafé. No mesmo ano inaugurou a exposição de fotografias JRDURAN, no Museu de Arte Brasileira da FAAP. Atualmente reside em São Paulo.


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GUERRA, LUZ

pa-se na organização da estrutura, partindo em seguida para o “terreno”. Robert Capa fotografou a Guerra Civil Espanhola, onde tirou a sua mais famosa foto (“A morte do soldado legalista”), a Guerra Civil Chinesa e a II Guerra Mundial com lentes normais, o que fez com que ele se tornasse um dos mais importantes fotógrafos europeus do século XX. Capa morreu na Guerra da Indochina, em 25 de maio de 1954, ao pisar sobre uma mina terrestre. Seu corpo foi encontrado com as pernas dilaceradas. A câmera permanecia entre suas mãos.

E SOMBRAS DE ROBERT CAPA A sua carreira de fotógrafo começa no fim do ano de 1931, uma vez que aparece a fotografar Leon Trótski, no meio de múltiplas dificuldades, durante um congresso em Copenhaga. O aparecimento do nazismo e a religião judaica de Robert fazem com que em 1932 ele tenha que deixar Berlim, dirigindo-se para Viena e depois, Paris. Em 1934 encontra Gerda Taro, e no ano seguinte ambos criam o personagem Robert Capa, repórter mítico de nacionalidade estado-unidense, pelo que André Friedmann se declara associado a Gerda Taro, sua primeira namorada, também fotógrafa-produtora. O nome de Robert Capa de repente fica célebre e, logo que se descobre que ele se serve de um pseudônimo, a notoridade do repórter está assegurada. Em 1936, Capa e Gerda Taro partem em reportagem para o meio da Guerra Civil em Espanha, onde Gerda encontra a morte no ano seguinte. Em Junho de 1944 participa no desembarque da Normandia, o Dia D. Depois da guerra, com David Seymour, Henri Cartier-Bresson e George Rodger, funda a Agência Magnum (constituída oficialmente em 1947). Nos primeiros tempos, ocu-

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B O B W O L F E N S O N

julho 2013 Iniciou a carreira ao 16 anos como assistente de fotografia na Editora Abril onde permaneceu por quatro anos. Em 1974, passou a trabalhar como free-lancer, fazendo algumas revistas técnicas da Editora Abril, como Químicos e Derivados, Máquinas e Metais. As fotos eram de empresários – o famoso boneco, na linguagem jornalística.

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Em 1978, montou seu primeiro estúdio e estudou Ciências Sociais. Em 1982 mudou-se para Nova Iorque, trabalhou como assistente do fotógrafo norte-americano Bill King. De volta ao Brasil, sua carreira tomou novo rumo e, a partir de 1985, começou a fazer editoriais para diversas revistas. A consagração como fotógrafo veio após a exposição Jardim da Luz, em 1996, no Museu de Arte de São Paulo. Foi responsável por vários ensaios para a Playboy e diversas capas

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e editoriais de moda. Em 2004 realizou a exposição Antifachada - Encadernação Dourada no Museu de Arte Brasileira da Fundação Armando Álvares Penteado, e suas fotos passam a pertencer a diversas coleções, museus e instituições de arte. MAB - FAAP Atualmente é considerado por muitos como um dos maiores fotógrafos da América Latina. Bob Wolfenson fotografou dezenas de top models, fez muitas campanhas publicitarias importantes apesar de ser essencialmente um artista. Atualmente Bob Wolfenson é co-editor da revista da qual ele mesmo é co-criador, a S/N (lê-se Sem Número).



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