Issuu on Google+

0000000001

Edição nº 01 Ano 1 Junho/2013 R$ 14,90

Santos City Tattoo

Entrevista com o tatuador Paulinho, contando um pouco mais sobre o estúdio

Conheça a nova promessa do Surf Vitor Toledo (Vitinho) J. Randall, vocalista da Agoraphobic Nosebleed fala sobre bandas da Baixada


EDITORIAL Ignorância ou preconceito?

BEM VINDO Antes de tudo, tatuagem não é moda. Há mais de 3500 anos tatuagem surgiu como forma de expressão, as tribos se tatuavam para marcar um fato biológico, uma posição social e até mesmo para se proteger. Tatuagem é cultura e identidade. Com o passar dos anos e a extinção de tribos antigas, na Era Moderna a tatuagem foi acolhida pelos marginais. Por ser a Era mais próxima da nossa realidade, tornou-se símbolo da maldade e vadiagem. Os prisioneiros eram identificados com tatuagens, até hoje isso é usado como pretexto de rejeição. Ainda bem que os tempos, ao contrário das tatuagens, não se eternizam. Hoje em dia ela é mais aceita na sociedade e tenho certeza que algum engravatado passou do seu lado e sua pele tinham desenhos tatuados. Mas isso é mais “blá blá blá” do que qualquer outra coisa, a história e o significado da tatuagem se perdem no tempo. Por isso, ao meu ver, a tatuagem nada mais é do que um presente para si mesmo. Da mesma maneira que mulheres e homens optam por furar a orelha e colocar um brinco, diversas pessoas optam pela tinta na pele que não sai com a água. Seja uma frase, um desenho, um retrato, um símbolo. Seja old school, seja pontilhismo, seja tribal, seja oriental. Mas que não seja moda, que seja arte! Tatuadores são artistas, cada um se especializa na técnica que mais agrada ou que mais tenha facilidade. E os tatuados (ou futuros tatuados) são os quadros. Tatuagem não é para gente fraca, e não me refiro à dor da agulha, mas sim pelo peso que há na escolha. Ainda que seja estética, afinal, seria muita inocência afirmar que toda tatuagem tem uma história profunda. Mas ninguém tatua por tatuar, afinal, se a tatuagem escolhida foi a beleza, qual o problema em usufruir de uma arte para se sentir melhor? Acrescento que tatuagem, ainda que seja pra sempre (ou não, devido às novas tecnologias), mais eterno ainda é o dia em que se foi tatuado. Dih Astasio Publicitária e Colaboradora da Revista Lado B


Pág. 06 Slackline

Pág. 09 Vitor Toledo

Pág. 11 Homenagem Chorão

Pág. 14 Santos City Tattoo

Pág. 19 Mito ou verdade?

Pág. 20 O Underground

Pág. 23 Analisando Sara

Pág. 26 Exclusiva com J. Randall

Pág. 30 Eventos


E N I L K C A L S O esporte que chegou arrepiando nas praias da baixada santista. O Slackline é um esporte de equilíbrio sobre uma fita de nylon, estreita e flexível, praticado geralmente a uma altura de 30cm do chão. Sua origem vem da escalada, popularizou-se como treino de equilíbrio entre os praticantes de esportes como o surf e o skate, nos últimos anos vem se difundindo pelo mundo e agora chegou nas nossas praias da baixada santista. O Slackline iniciou-se em meados dos anos 80 nos campos de escalada do Vale de Yosemite, EUA. Os escaladores passavam semanas acampando em busca de novas vias de escalada e nos tempos vagos esticavam as suas fitas de escalada, para se equilibrar e caminhar. O Slackline, também conhecido como corda bamba, significa "linha folgada" e pode ser comparado ao cabo de aço usado por artistas circenses, porem sua flexibilidade permite criar saltos e manobras inusitadas, fato que vem cada vez mais chamando a atenção dos atletas de outras modalidades radicais, escaladores, skatistas e surfistas que praticam o Slackline como uma forma divertida de treinar seu esporte, já que os movimentos e músculos usados são semelhantes aos realizados no Slackline. A empresa pioneira que deu o primeiro passo pra disseminação do esporte foi a Gibbon, criada na Alemanha em 2006. Tudo que atletas queriam, uma maneira de esticar sua corda e praticar em qualquer lugar onde tiver duas arvores, coqueiros, postes, todo e qualquer objeto fixo que seja possível prende-la, a Gibbon permitiu isso a eles com a evolução do Slackline, tornando-o mais fácil e acessível a todos. Desenvolveu fitas especificas para a pratica do Slakeline, criando um sistema simples, pratico, rápido e eficiente de montagem, com apenas uma catraca de tensão e fita de 15 metros de comprimento e 50mm de largura facilita a montagem sem precisar de nenhum equipamento adicional. Apenas o kit de Slackline e um par de árvores você já está pronto para praticar. A slackline ganha classificações de acordo com a altura e local onde é montada e os movimentos praticados. Os termos lowline(baixa a média altura da fita), highline (montadas entre precipícios, fendas, depressões, prédios e até pontes), tricks ou freestile (acrobacias radicais), Waterline (pratica da modalidade na água) e Yogaline (slackline com movimentos do yoga) são usados para descrever tais configurações da slackline.

6

Para quem é? O Slackline é indicado para todas as idades. Desde crianças a partir de 05 anos à adultos com 80 anos. Benefícios? O Slackline possui muitos benefícios físicos e também mentais. Destacamos o equilibrio, concentração, consciência corporal, velocidade de reação e coordenação como os maiores benefícios do Slackline.


Mas não tem sido tão simples assim, em Santos houve casos em que os praticantes do esporte foram impedidos de praticar em coqueiros da orla da praia, como conta o parceiro de corda Felipe Freitas, uma das nossas apostas para o futuro do slackline, mais um dos nossos prodígios da baixada, nativo de São Vicente, que ficou em 3º lugar na categoria Amador na Copa Nacional Gibbon 2012, e mesmo assim, isso não foi motivo para ser impedido de curtir uma tarde de sábado com seus amigos.

“Estava praticando slackline no último sábado, uma porção de gente passou por mim e meus amigos, alguns pediram pra tentar uma vez, muita gente parou pra olhar, ficamos por horas lá... A polícia passou não disse nada, até que apareceu dois guardas municipais pedindo para que desmontássemos tudo, pois é proibido prender a corda nas árvores... Que estávamos infringindo o artigo tal de não sei que lei... E ainda fizeram questão de reforçar a idéia de que, o esporte não é proibido, mas deveríamos bater estacas na areia pra poder praticar... Além de ser impedido de curtir a tarde de sábado com meus amigos, o que mais me indignou foi o fato de que nosso esporte não agride a natureza, não estou derrubando ou depredando um patrimônio publico, só prendi minha corda na árvore!”

Na foto ao lado: 1º Luca Rocha (Rio de Janeiro – RJ) 2º Rafael Albuquerque ‘Frango’ (Cabo Frio – RJ) 3º Felipe Freitas (São Vicente – SP)

Esperamos que a em breve o Slackline tenha o reconhecimento que merece, para que possamos praticar livremente junto a natureza, a melhor maneira de encontrar o equilíbrio do nosso corpo e alma.

Alemão praticando Highline no Guarujá.

Leia mais sobre slackline em:

www.gibbon-slacklines.com www.slacklinebrasil.blogspot.com.br www.slacklinestamm.com.br

7


PUBLICIDADE


Vitor Toledoa arras e u q s o n de 14 a a ano t t s s i i f l r u u a S p l litora o d s a d n nas o

Vitor Toledo, 14 anos, é um dos nomes que vem ganhando destaque entre os surfistas da nova geração do litoral sul de São Paulo. Esse pequeno vem arrebentando nos campeonatos desde seus 10 anos. Local da Praia do Suarão, que fica na cidade de Itanhaém, surfando também nos picos como Praia do Sonho e “Prainha” ou também conhecida como Praia dos Pescadores, os melhores points da cidade, ele adquiriu uma linha de surf agressiva, mas sem perder aquela base clássica, uma combinação que faz bem aos olhos! Vitinho, assim chamado pelos mais chegados, vem ganhando espaço nos maiores campeonatos da região, como por exemplo, o Campeonato Tribuna de Surf Colegial que aconteceu no dia 21/04/2013, onde conseguiu chegar até uma das baterias das quartas de final, mas foi derrotado por outro prodígio do Guarujá. Mesmo com toda sua habilidade ele ainda tem muito a aprender, por conseguir um patrocínio com sua idade e morar em uma cidade que já deu frutos para o mundo do surf, como o itanhaense Binho Nunes, ele carrega muitas responsabilidades, sendo comparado a um dos seus ídolos, por conta do seu estilo e base parecida, além de que ambos vieram de São Paulo, ainda pequenos, e cresceram nas praias de Itanhaém. Tudo isso só coloca mais peso nas costas do nosso surfistinha, patrocinado pela Fruto d'água e pela OZ, que, aos 14 anos, vem sendo a grade esperança pra cidade, mas como ele mesmo diz: “ Isso não é problema quando estou fazendo a melhor coisa do mundo, é um sonho virando realidade poder correr esses campeonatos e conhecer alguns dos meus ídolos! “ Ele ainda pretende esse ano correr, além dos regionais, novamente no Circuito Paulista, o Hang Loose Surf Attack, que terá etapas em Santos e no Guarujá.

Vitinho surfando na praia do suarão.

PATROCÍNIO: Fruto D'água e OZ MANIA: Cantar enquanto surfa QUALIDADE: Esforçado DEFEITO: Não comer direito APELIDO: Vitinho MELHOR CAMPEONATO: Hang Loose Surf Attack MELHOR PICO: Camburi MELHOR TRIP: Litoral Norte de São Paulo MELHOR MANOBRA: Batida de Backside PRANCHA DOS SONHOS: AI Merrick 5'00” COMIDA PREFERIDA: Lasanha da minha Vó! COMIDA QUE DETESTA: Jiló BEBIDA: Água de coco ANIMAL DE ESTIMAÇÃO: Não ta tendo SEMPRE NO FONE DE OUVIDO: Rap nacional TIME QUE TORCE: Santos MELHOR JOGADOR DO MUNDO: Neymar PROGRAMA DE TV QUE CURTI: Os da OFF FILME DE SURF: ”Young Guns II” MINA TOP: Cleo Pires CLEO NO QUARTO OU SUEL PERFEITO: Altas ondas em um suel perfeito! MELHOR SURFISTA DO MUNDO: Gabriel Medina

SE O CONHECESSE, O QUE IA PERGUNTAR: Como ele manda aqueles aéreos! SE NÃO FOSSE SURFISTA O QUE SERIA: Jogador de futebol OS DIAS SEM ONDAS SÃO BONS PARA: Andar de skate CROWD: Chato LOCALISMO: Ridículo SE O MUNDO ACABASSE AMANHÃ: Surfaria e depois ficaria com minha família TRÊS PEDIDOS PARA O GÊNIO DA LÂMPADA: Correr o mundial, ter saúde e ser bem sucedido SURF É: Minha vida! LEIO A LADO B POR QUE: Gosto pakas!

9


PUBLICIDADE


chorão

Homenagem dos skatistas para o cantor é feita em Santos. "Foi por causa dele que comecei a andar de skate...". Foi o que o jovem José Guilherme, de 12 anos, conseguiu falar antes de dar os primeiros soluços emocionados. O garoto não parecia aceitar a morte de Alexandre Magno Abrão, o Chorão, vocalista da banda Charlie Brown Jr. Atrás de conforto, José e outros fãs do grupo em Santos, no litoral de São Paulo, decidiram prestar uma homenagem ao músico, na pista de skate criada na cidade em 2004 pelo cantor, que foi encontrado morto na quarta-feira 06/03. Em clima de luto, fãs de diferentes faixas etárias deixaram cartazes lamentando a morte de Chorão nas paredes da fachada do estabelecimento, que fica na Rua Almeida de Moraes, 54, Vila Mathias. Nas mensagens, dizeres como "Chorão Eterno", "Mais uma estrela no céu" e "Vai deixar saudades". Trechos de canções da banda também foram citadas nas homenagens. No recado deixado por José, o desenho de uma rosa e a frase: "Você me ensinou a nunca desistir, mas sim procurar evoluir". Enquanto registrava sua última mensagem a Chorão, o jovem explicou a admiração pelo músico. "As músicas mexiam comigo. Eu me identificava com as letras, não sei bem como explicar. Já falei com ele, sempre muito humilde. Comecei a andar de skate aos três anos, parei, voltei aos sete por causa dele e nunca mais parei...", contou. Não são apenas os fãs que estão atordoados com sua morte, como diz o skatista profissional e amigo de Chorão há aproximadamente 20 anos, Luciano Kid. Ele conta que os skatistas estão lamentando a morte precoce de Chorão, e que pretendem erguer um monumento na cidade de Santos. “Toda a comunidade do skate está muito chocada. Eu andava de skate com ele há 20 anos. Foi um choque, não só para o skate como para a cultura do país. Ele era santista de sangue, então seria uma ideia legal. A própria molecada está pedindo na internet para fazer um monumento em homenagem ao Chorão. Pode ser feito no píer, na Praça Palmares, que é um lugar que ele frequentava, o Emissário seria legal também. Um lugar que eternize o nome dele para a cidade, porque ele levou o nome da cidade no mundo inteiro”, afirma Kid.

“A mensagem que ele deixa para os fãs é de que nada é impossível, que quando se tem um objetivo e você tem uma coisa boa te apoiando para conquistar esse objetivo, a gente conquista. Para a molecada ele passava para não usar drogas, para não fumar e usar a música e o skate para soltar as energias nisso. Vocês não precisam de nada, vocês têm o esporte e a música para soltar as energias, ele afirmava”, relata Kid. Morte Chorão foi encontrado morto em seu apartamento na Rua Morás, em Pinheiros, na Zona Oeste de São Paulo, na madrugada de quarta-feira (06/03). Ele tinha 42 anos. Chorão foi encontrado desacordado pelo seu motorista, que acionou o Samu. A unidade de resgate constatou que ele já estava morto. A Polícia Militar disse ter recebido um chamado às 5h18 para "verificação de morte natural em um apartamento". Chorão morava no oitavo andar do edifício. O delegado Itagiba Vieira, do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), investiga o caso. "Aparentemente não foi homicídio. O IML é que vai dar a causa da morte. Aparentemente ou foi por uso de medicamento ou outra substância", disse. Segundo ele, o apartamento estava muito danificado. Itagiba acredita que os danos tenham sido feitos pelo próprio cantor, já que o corpo foi encontrado com um dedo machucado e havia marcas de sangue no local.

Segundo o atleta, Chorão tinha o espírito jovem e gostava muito de ajudar as pessoas. “Chorão era um meninão que tinha um lado revoltado como todo mundo tem, aquele lado que explode, mas era um amor de pessoa. Um exemplo que eu vi várias vezes: ele não podia ver um garoto com um skate ou tênis velho na rua. Ou ele tirava o tênis do pé e dava para o menino ou ele pegava o skate dele importado, que custava uma fortuna, e dava para o moleque. Ajudou muitas pessoas com câncer, me ajudou muito como atleta, então não tem o que falar”, afirma.

11


Perfil O cantor e letrista, que faria 43 anos em 9 de abril, liderava a banda Charlie Brown Jr, fundada por ele na cidade de santos, no litoral de São Paulo, em 1992. Em 15 anos de carreira, o Charlie Brown Jr lançou nove álbuns de estúdio, dois discos ao vivo, duas coletâneas e seis DVDs. Ao todo, o grupo vendeu 5 milhões de cópias. Além de vocalista, Chorão era responsável pelas letras do Charlie Brown Jr e pelo direcionamento artístico e executivo da banda. Em 2005, o trabalho "Tâmo aí na atividade” foi premiado com o Grammy Latino de melhor álbum de rock brasileiro, o que se repetiu em 2010 com "Camisa 10 joga bola até na chuva". No ano passado, o Charlie Brown Jr. lançou "Música Popular Caiçara", álbum ao vivo que marcou o retorno dos integrantes Marcão e Champignon à banda. Eles haviam deixado o grupo em 2005. As apresentações aconteceram em Curitiba e Santos. A produção do trabalho foi feita por Liminha e os shows contam com a participação de Falcão (O Rappa), Zeca Baleiro e Marcelo Nova. Das 15 faixas do CD, a única gravada em estúdio é "Céu azul". Chorão foi o único integrante do Charlie Brown Jr que permaneceu no grupo em todas as suas fases. Paulistano, Chorão adotou a cidade de Santos desde a juventude, onde criou a banda. Seu apelido foi dado ainda na adolescência, quando ele não sabia andar de skate e ficava apenas olhando os amigos. Um deles, então, pediu que o jovem não chorasse. Sua infância e a adolescência foram difíceis por conta da separação dos pais, que aconteceu quando ele tinha 11 anos. O músico largou a escola na sétima na série. O vocalista é também roteirista do filme "O magnata" (2007), do diretor Johnny Araújo, e do longa “O cobrador”, ainda em andamento. Como empresário, administrou marcas de skate, como a DO.CE, fundada por ele em 2009, e viabilizou a realização de grandes eventos de skate no Brasil, além de manter o espaço Chorão Skate Park na cidade de Santos desde 2006.

12

A estréia do Charlie Brown Jr aconteceu em 1997 com o lançamento do álbum "Transpiração contínua prolongada". O trabalho conseguiu o certificado de disco de platina ao vender mais de 250 mil cópias e tem como singles os sucessos "O coro vai comê", "Proibida pra mim", "Tudo que ela gosta de escutar", "Quinta-feira" e "Gimme o anel". Sempre envolvido em polêmicas, Chorão deu uma bronca no baixista Champingnon em pleno show na cidade de Apucarana (PR) no final do ano passado. "Você voltou [para a banda] por causa de dinheiro", disse, no palco. Poucos dias depois, Chorão compartilhou um vídeo ao lado do baixista comunicando que os dois já haviam feito as pazes. Em 2004, Chorão agrediu Marcelo Camelo, do Los Hermanos, na sala de desembarque do Aeroporto de Fortaleza. Ele foi detido pela Polícia Federal e, mais tarde, processado por Camelo, sendo obrigado a pagar uma indenização por danos morais ao músico carioca. O próximo show da banda estava marcado para o dia 22 de março, em Campo Grande, no Rio de Janeiro.


PUBLICIDADE


o o t t a T y it C s o t n a S


Em entrevista com a Lado B o tatuador Paulinho conta um pouco sobre a rotina e os trabalhos do estúdio, a parceria com Ivy e Urso e muito mais. Confira.

LB: Como começou a vontade de ser tatuador? P: Eu desenho desde 4 anos de idade. Quando ara adolescente via muitos amigos do bairro com tatuagens. Daí veio a ideia. Procurei um curso porem não achei. Foi ai que um amigo fabricou uma maquina artesanal. Na ocasião o único que desenhava era eu. E então comecei até me profissionalizar. Isso ocorreu no dia do meu aniversário no ano de 2000. LB: Como vocês se conheceram? P: Conheci o Urso em uma convenção em Santos. Logo nos encontramos em outras ocasiões e nos tornamos amigos. Por coincidência conheci a Ivo em uma convenção também só que em Rio Claro. Interessei-me pelo trabalho dela e fiz o convite pra tatuar na minha loja. LB: Qual o estilo de tatuagem de cada um? P: Eu me destaco no realismo humano e de animais biomecânico, etc. A Ivy em pin-up, pontilismo, old school, etc. O Urso em new school, trash pop art, cover-up, etc. Dominamos todos os estilos, porém a procura é maior nos que citei acima. LB: Quais são os tipos de tatuagem que são mais procurados pelos clientes? P: Dominamos todos os estilos, porém a procura é maior nos que citei acima. LB: Quais os cuidados especiais que se deve tomar após uma tatuagem? P: Lavar 3x ao dia e passar pomada, se manter longe do sol durante 30 dias, não comer carne de porco, fruto do mar, chocolate, amendoim e ovo durante 10 dias e alguns outros detalhes que variam conforme o trabalho. LB: Quais os prêmios que vocês já ganharam? Qual foi o mais importante? P: Eu ganhei muitos prêmios por que venho participando de convenções desde 2009. Todos foram importantes, mas com certeza o primeiro foi mais. A Ivy e o Urso estão participando a pouco tempo, na ultima que participamos eu ganhei dois troféus e Ivy um. As convenções são complicadas por conta de tempo e estrutura.

LB: Algum de vocês já sofreu preconceito por ter tatuagem ou ser tatuador? P: O preconceito parte dos órgãos públicos e se espalha pela cidade que já tem uma quantidade significativa de idosos que ainda não se acostumaram com a ideia. Sofro sempre, mas relevo. Isso só acaba com tempo. LB: Qual a tatuagem mais bizarra que já pediram pra você fazer? E qual a mais criativa? P: Tem muitas, mas bizarra não me lembro, pois não me choco mais com nada. Já criativa posso citar uma que fiz esses dias que foi um cardume de peixes que formava um tubarão e simbolizava a união de uma família, acompanhada com a frase “Together we are stronger”.

Prêmios ganhos na 2ª Convenção de Tatuagem Arte na Alma - Guarujá Paulinho - Melhor tatuagem feita no domingo. Ivy - Primeiro lugar na categoria Old School. Paulinho - Segundo lugar na categoria melhor Realismo.

LB: Qual a maior dificuldade que você já teve para fazer uma tattoo? (Desenho? Cor de pele? Tom de cor?) P: Isso ocorre no começo da carreira por falta de técnica, após um ou dois anos de experiência você perde os medos. Mas me lembro que no começo os traços finos e firmes davam mais dificuldades. LB: Qual é a sua maior inspiração no mundo da tatuagem? (um ídolo) P: Me inspiro mais em pintores do que em tatuadores, mas me inspiro em tatuadores antigos não pelo trabalho ,mas pela trajetória que passaram. LB: Qual é o estilo de tatuagem que você considera mais complicado de fazer? P: As coloridas que são feitas por etapas dão mais trabalho por que tem que esperar cicatrizar pra jogar outra cor, caso seja tom sobre tom, ai depende muito do cuidado do cliente pra poder continuar. Se não for bem tratada durante o processo, cada vez que ele vier vai ter que retocar e demora cada vez mais pra acabar.

O trio: Urso, Paulinho e Ivy (da esquerda para a direita).

15


LB: Qual a faixa etária dos seus clientes? P: De 18 a 90 anos. LB: Por ser a única garota do estúdio, vocês consideram a Ivy uma “mascotinha”? P: Nem um pouco, ela já tem autonomia de gente grande kkkkk LB: Já tatuou algum famoso? Quem? Se não, se tivesse a oportunidade de escolher algum famoso para tatuar, quem seria e por quê? P: Ainda não. Eu preferiria que algum famoso me escolhesse pelo meu talento, mesmo por que muitas vezes os famosos não tem o gosto muito apurado. Se você observar as tatuagens de alguns famosos percebe logo que não escolheram bem o tatuador. LB: Algum cliente já deu em cima de você? P: Não, mesmo por que existe uma concentração muito grande em relação a tudo que diz respeito a tattoo. Desde a escolha do desenho até a recomendação dos cuidados. Não existe um tempo durante o processo para que haja conversa do tipo. Se caso deram em cima não percebi. LB: Qual a situação mais engraçada que você já passou no estúdio? P: Quando um cliente soltou um pum durante a tattoo. LB: Qual a parte do corpo mais inusitada que você já tatuou? P: No rosto, o cliente reclamou muito. Sofreu. LB: O que você acha sobre a moda de tatuar os olhos? P: Acho perigosíssimo, por que se a pessoa piscar, por exemplo, e agulha bater na íris cega na hora. Não ofereço esse serviço

Tatuagem feita por Urso

16

T

em vezes que as pessoas querem cobrir tatuagens bem feitas e sobrecarrega o trabalho, nesse caso não faço. LB: Qual é a sua opinião sobre cobrir ou retocar o trabalho de outros tatuadores? P: No caso de salvar a pele, literalmente, acho louvável. Mas tem vezes que as pessoas querem cobrir tatuagens bem feitas e sobrecarrega o trabalho, nesse caso não faço. Tem também algumas que só de olhar da pra ver que o resultado final não agradaria, e mesmo sobre a insistência do cliente não faço porque pode comprometer o meu nome. As mais antigas e desgastadas são bem tranquilas pra cobrir. LB: Qual é a sua opinião sobre remoção de tatuagem? P: Eu acho bem maneiro quando é pequena por que o resultado atinge os 70%. Quando é muito grande não fica legal, a não ser que o cliente clareie um pouco e depois cubra com uma tattoo nova, ai sim fica legal. O interessante é pesquisar antes de fazer pra não ter tal transtorno. LB: Qual o recado que vocês deixam pra galera que quer fazer a primeira tatuagem mas não tem coragem? P: Pesquisar bem, tanto o trabalho quanto a loja. Estudar um pouco sobre o estilo dessa tattoo, pra que em um futuro mais próximo ou mais longínquo possa aumentar ela dentro do tema. Também ver se nos dias após a tattoo não vá fazer alguma atividade que comprometa o trabalho e a pele como, por exemplo, praia,


Tatuagem feita por Ivy Tatuagem feita por Ivy

Tatuagem feita por Paulinho

Ivy e Paulinho tatuando

Tatuagem feita por Urso

O estĂşdio Santos City Tattoo fica na Rua Marcilio Dias, 16 sala 14 - Gonzaga - Santos/SP Contato: (13) 3011-4402 www.fb.com/santoscitytattoo

17


PUBLICIDADE


? ?

? ? ?? Mito ou verdade ? ?

ÉÉverdade verdadeque queter tertatuagem tatuagemem emnumero numero par da azar? par da azar? Se tem ou não tatuagem, com certeza já ouviu falar que quem resolve fazer tatuagens tem uma Se tem ou não tatuagem, com certeza já ouviu falar que quem resolve fazer tatuagens tem uma preocupação a mais, que é sempre ter tatuagens em número ímpar no corpo. Você já ouviu isso. preocupação a mais, que é sempre ter tatuagens em número ímpar no corpo. Você já ouviu isso. Alguns dizem que essa lenda era tradição dos índios, que costumavam tatuar seus corpos para a Alguns dizem que essa lenda era tradição dos índios, que costumavam tatuar seus corpos para a guerra. Outros falam que a soma dos números da besta (666) é par, ou o próprio n° em si é par, guerra. Outros falam que a soma dos números da besta (666) é par, ou o próprio n° em si é par, e, portanto, deve-se fazer em número ímpar por conta disso. O número tem que ser diferente do e, portanto, deve-se fazer em número ímpar por conta disso. O número tem que ser diferente do n° da besta. Essa é realmente a mais sinistra, mas rebate as críticas de quem acha que tattoo é n° da besta. Essa é realmente a mais sinistra, mas rebate as críticas de quem acha que tattoo é coisa só de pessoas do mal. coisa só de pessoas do mal. Na realidade existem muitas versões, mas certamente essa deva ser a mais coerente. Na realidade existem muitas versões, mas certamente essa deva ser a mais coerente. Não se sabe exatamente, mas entre os séculos XV e XVII, nos mares europeus, um navio pirata Não se sabe exatamente, mas entre os séculos XV e XVII, nos mares europeus, um navio pirata naufragou e todos piratas que tinham tatuagens em número par no corpo morreram, já todos naufragou e todos piratas que tinham tatuagens em número par no corpo morreram, já todos aqueles piratas que tinham em número impar sobreviveram. Acreditam os fiéis dessa lenda que aqueles piratas que tinham em número impar sobreviveram. Acreditam os fiéis dessa lenda que tatuagens em número par dão azar. A partir daí então surgiu o mito das tatoos em número tatuagens em número par dão azar. A partir daí então surgiu o mito das tatoos em número ímpar, pois a história desse naufrágio foi passada de geração em geração. ímpar, pois a história desse naufrágio foi passada de geração em geração.

Se Seaapessoa pessoatem temtendência tendênciaaaqueloides, queloides, ela elaterá teráfazendo fazendouma umatattoo? tattoo?

A tattoo, causa uma lesão superficial na pele. Ela vai apenas até a A tattoo, causa uma lesão superficial na pele. Ela vai apenas até a epiderme. Ou seja, não causa cicatriz. Mas é necessário, que o tatuador epiderme. Ou seja, não causa cicatriz. Mas é necessário, que o tatuador seja experiente, e domine totalmente a técnica, pois é algo muito delicado seja experiente, e domine totalmente a técnica, pois é algo muito delicado e facilmente pode causar relevo na pele de qualquer pessoa. Ela tendo e facilmente pode causar relevo na pele de qualquer pessoa. Ela tendo ou não tendência. ou não tendência.

ÉÉpossível possívelcontrair contrairdoenças doençasquando quandose sefaz faz uma tatuagem? uma tatuagem? Visto que as tatuagens têm relação com agulhas e com o sangue, elas englobam Visto que as tatuagens têm relação com agulhas e com o sangue, elas englobam vários riscos. Entre eles, a transmissão de doenças como a hepatite, a tuberculose e vários riscos. Entre eles, a transmissão de doenças como a hepatite, a tuberculose e possivelmente o vírus HIV. Quando os tatuadores adotam todos os procedimentos possivelmente o vírus HIV. Quando os tatuadores adotam todos os procedimentos de esterilização e higiene, os riscos de transmissão de doença são relativamente de esterilização e higiene, os riscos de transmissão de doença são relativamente pequenos. Segundo os Centros para controle e prevenção de doenças - CDC (site pequenos. Segundo os Centros para controle e prevenção de doenças - CDC (site em inglês) não há registro de nenhum caso de transmissão de HIV por tatuagem. em inglês) não há registro de nenhum caso de transmissão de HIV por tatuagem. Contudo, os médicos alertam que práticas não-estéreis podem levar à transmissão Contudo, os médicos alertam que práticas não-estéreis podem levar à transmissão de sífilis, hepatite B e outros organismos infecciosos. de sífilis, hepatite B e outros organismos infecciosos. Por isso tome muito cuidado na hora de escolher o estúdio e o tatuador que irá fazer Por isso tome muito cuidado na hora de escolher o estúdio e o tatuador que irá fazer a sua tatuagem. a sua tatuagem.

19


E O UNDERGROUND

Conheça mais sobre o lado B da música. Underground ("subterrâneo", em inglês) é uma expressão usada para designar um ambiente cultural que foge dos padrões comerciais, dos modismos e que está fora da mídia. Também conhecido como Cultura Underground ou Movimento Underground, para designar toda produção cultural com estas características, ou Cena Underground, usado para nomear a produção de cultura underground em um determinado período e local. A Cultura Underground pode estar relacionada a produção musical, as artes plásticas, a literatura, ou qualquer forma de expressão artística da cultura urbana contemporânea. A expressão "deixou o underground", ou "saiu do underground", refere-se a artistas ou movimentos que tornaram-se populares e adquiriram notoriedade do grande público, entrando para o chamado Mainstream.

É chamado de música underground ou música alternativa aquela que desenvolveu um número considerável de adeptos, sem no entanto obter sucesso comercial. Este tipo de música de um modo geral possui pouco ou nenhum apelo de massa, visibilidade ou presença comercial. O termo também é usado atualmente para descrever música contemporânea de artistas expoentes mas que não pertençam ao mainstream musical, sendo o gênero ou estilo do artista irrelevantes para a determinação do status "underground". O termo música underground tem sido aplicado a diversos movimentos artísticos, como a música psicodélica movimento de meados dos anos 1960, punk rock e hardcore, o rock alternativo,indie rock, grunge, algumas formas de heavy metal, música eletrônica, e música experimental, além de outros mais.

VOCÊ SABE O QUE É DIY? Basicamente é uma sigla usada para denotar que determinada banda faz todo o trabalho pelas suas próprias mãos, ou seja, tudo desde a organização de concertos, gravação e produção dos álbuns, produção e venda de merchandise, marketing, publicidade, etc... é feito apenas com o suor dos seus elementos, quebrando os padrões criados pelos conceitos de um modelo e cultuando a originalidade a níveis experimentais.

20


PUBLICIDADE


ANALISANDO SARA

cONHEÇA UM POUCO MAIS SOBRE A BANDA DE ROCK EXPERIMENTAL ESPERIMENTAL DA CIDADE DE SANTOS QUE ESTA GANHANDO O MUNDO.

Analisando Sara é uma banda brasileira de Rock Experimental surgida na cidade de Santos em 2006. O Som da banda possui influências desde o rock mais pesado passando por outros diversos segmentos, conhecidos por linhas de guitarras e voz marcantes e bem diferentes do que é habitualmente visto no mercado fonográfico atualmente.

Planet Music - Rio de Janeiro/RJ - 25.05.13

22


LB: Por que o nome “Analisando Sara” ? AS: No primeiro ano da banda, lá em 2006, fizemos a promessa de que revelaríamos o significado do nome quando ganhássemos qualquer categoria no VMB. E bom, é melhor não brincar com promessa né? (risos) LB: Por que o nome do terceiro EP de vocês é «6567826968738469" ? AS: Esse é um EP conceitual, aborda nossa visão relacionada a um mundo ‘mais positivista’. Não chega a ser um material PMA (Positive Mental Attitude), pois a nossa intenção é transmitir a mensagem de que o mundo está realmente complicado, porém, existe sempre a opção de captarmos o que de melhor acontece em nossas vidas e seguirmos em frente em busca dos sonhos em que acreditamos. ’6567826968738469d significa ‘ACREDITE’, assim em CapsLock, na Tabela ASCII (Para tirar a prova basta digitar num bloco de notas em um teclado alfanumérico os números aos pares, segurando ALT e soltando no intervalo de cada par de números). A intenção desse trabalho sempre foi mostrar um lado positivo de viver de acordo com a realidade que vivemos hoje em dia, um EP nomeado “Acredite” seria mais um pedido de crença num formato antigo, fora do que temos vivido ultimamente. Um mundo que consome rápido, ligado a tecnologias, aonde a evolução muitas vezes confunde seu próprio caminho e significado. Nada melhor que uma roupagem atual para uma mensagem antiga para que nos fizéssemos ouvir! No encarte do próprio EP existe uma explicação mais abrangente em relação a escolha do nome e o conceito abordado, hoje em dia é difícil alguém dar atenção a compra de um CD devido a facilidade de baixar na net, nós convidamos você que ainda não tiver esse nosso material a adquirir pra conhecer um pouco mais sobre nós. Vendemos nos shows sempre o mais barato que conseguimos, a 5$. LB: A banda está sempre se apresentando em festivais com bandas da cena underground. Vocês já tem amizades com que bandas? AS: Com muitas! Consideramos o Underground uma grande família pois é nele que dividimos nossa esperança e nos relacionamos com outros universos que assim como o nosso, acreditam no potencial do trabalho feito de coração. Se eu tentar citar todas as bandas aqui, com absoluta certeza vou esquecer alguma (risos).

Estúdio Original - Santos/SP - 16.06.12

Pista de Skate de São Bernardo do Campo - São Bernardo/SP - 26.01.13

LB: Vocês tem algumas bandas como inspiração? AS: Diversas! Mas é uma inspiração mais em relação ao que é possivel se atingir com o som que se produz, e não de fato do som em si. Algumas das que eu sei que é de gosto geral quanto a qualidade de trabalho e som são Harvard, Circa Survive, Incubus, Dance Gavin Dance, At The Drive In e Emarosa. LB: A banda enfatiza sempre o acreditar, podemos esperar mais mensagens desse tipo no novo ep que esta sendo gravado? AS: Com certeza! Com o nome "No que você acredita?", abordaremos nesse novo trabalho diversos segmentos de crença e questionamentos que nos constroem como seres racionais dispostos a somar ou dispostos a ignorar o mundo a sua volta. Não posso revelar muito mais coisas pra não estragar as surpresas. LB: Como tem sido a aceitação dos fãs e dos críticos em relação à musica de vocês? AS: Nossos fãs com certeza são a galera que mais fazem a diferença em nossa vida e possibilitam nossa chegada a novas cidades. O nosso ultimo EP tem abrido diversas portas e criado grandes oportunidades para divulgarmos ainda mais nossa música, nossa mensagem e aprendermos cada dia a mais pra empregarmos tudo em nosso próximo material. Nosso som é diferente da grande maioria das bandas que tem rolado, acontece bastante a identificação ’8 ou 80d, a quem se identifique e valorize nosso trabalho nos enchendo de determinação e existem as críticas de quem não consegue entender a nossa proposta de som. Temos total consciência do quanto nosso som pode soar ‘torto’ e ouvidos 100% abertos a criticas e sugestões, que quando feitas com respeito, tem o mesmo valor de apoio de quem se identifica. LB: A Analisando é uma banda Independente, completamente Underground. Muitas outras bandas e artistas também estão nessa e começando a sua carreira agora. Com os 6 anos de experiência que a banda tem, quais conselhos vocês tem para dar à essas pessoas. AS: O maior conselho que podemos dar é que todos busquem se unir! Enquanto muita banda perde tempo buscando defeito na banda do amigo ou se doendo pelas conquistas de alguma outra banda da cidade, existe um mercado fonográfico que sobrevive as nossas custas de maneiras que vão muito além da musica. Independente de estilo musical, todos nós que somos artistas independentes fazemos parte de uma fatia de mercado que é completamente ignorada pelas grandes mídias por que não conseguimos aliar as forças de forma que não seja possível não nos ouvir. Todas as conquistas que vitórias que aconteceram em nossa trajetória até aqui foram com base em alianças e amizades de pessoas que acreditam no nosso trabalho e somam pra que juntos sejamos mais fortes.

23


PUBLICIDADE


26


27


28


PUBLICIDADE

INTERNATIONAL


EVENTOS:

No próximo dia 14 de junho o nosso querido Marcelo D2 sobe no palco da Capital Disco com o show do seu novo CD «Nada pode me parar». O evento conta também com o show da banda Planta e Raiz, de reggae nacional, com o seu novo projeto de CD duplo «Bora viver» e «De sol a sol».

Fundador: João Albuquerque (1910 - 1980) Editor: Carlos Gomes Conselho Editorial: Ana Carolina Velasquez (Presidente), Fabiano Lobato (Vice-Presidente), Gregório Luiz Silveira, Melissa Cavalcante, Gabriel Nunes. Presidente Executiva 4D Mídia: Leticia Machado Diretor-Superintendente: Marcelo Rocha Diretora de Núcleo: Paula Donato

Diretor de Redação: Arielli Vieira Editor: Marcus Vinicius Repórter: Rafael Nascimento Diretor de Arte: Rodrigo Oliveira Editor de Arte: Guilherme Braga Designer: Leonardo Nascimento Colaboraram nessa edição: Arielli Vieira, Guilherme Braga, Leonardo Nascimento, Marcus Vinicius, Rafael Nascimento, Rodrigo Oliveira Esta publicação foi impressa com as fontes Futura e Pricedown

No próximo dia 6 de julho vai acontecer o Slackline Para Todos na praia das Pitangueiras no Guarujá. Um dia para todos praticarem slackline e, quem não sabe, ter a oportunidade de aprender. O evento começa a partir das 9h atrás do shopping La Plage.

30

Atendimento ao Leitor: (13) 2345-6789

IMPRESSO NA GRÁFICA DREAMERS


O melhor do rock da baixada.


Revista LADO B