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Nº 200 - JANEIRO DE 2012

2012 começa pra valer no mercado de seguros

Eventos, encontros, seminários já a partir de fevereiro Os profissionais do mercado de seguros já podem se programar para participar de megas eventos relacionados ao setor, em fevereiro. Mesmo com o carnaval, não faltam oportunidades para debater temas atuais ligados ao segmento, em todas as regiões do Brasil. Para tanto as entidades, de um modo em geral, estão se articulando com os sindicatos regionais. (Veja matéria na 7)

Robert Bittar: Presidente da Funenseg

Título de capitalização Diretor-executivo do HSBC com incentivo foi assume Seguradora do Grupo destaque em 2011 Com crescimento na casa dos dois dígitos, a Brasilcap, SulaCap e Aplub Capitalização apontam os bons resultados da carteira no ano de 2011. Especificamente na Brasilcap, diz Joilson Ferreira, diretor comercial, o fechamento projetado de dezembro apontava para um incremento na ordem de 20% frente a 2010, superando a marca dos R$ 3 bilhões em faturamento. (Página 3)

Sebastian Arcuri, d i r e t o r- e x e c u t i v o d e Varejo do HSBC desde 2010, assumirá também a partir de fevereiro a responsabilidade local pelas operações da seguradora, com reporte internacional a Sylvia Coutinho, diretora do mesmo segmento para as Américas, e local a Conrado Engel, CEO da instituição no Brasil. ( P á g i n a 2 )

Faltam executivos preparados para o setor de resseguro O resseguro é o seguro do seguro, necessário em grandes apólices, como uma plataforma de petróleo ou um avião, na qual a seguradora não consegue arcar com todo o risco e por isso repassa a maior parte para resseguradoras. O mercado brasileiro se abre para o setor privado a partir do dia 17 de abril, quando a legislação que regulamenta o setor entra em vigor. Por isso, as empresas correm contra o tempo para se preparar. (Página 6)

Programa de Proteção Veicular DPVAT: Diretor geral do DNOCS diz ter se demitido não protege ninguém RETROSPECTIVA para evitar uma “crise política” 2011

Após denúncias, o ex -diretor-geral do DNOCS (Departamento Nacional de Obras Contra as Secas) Elias Fernandes, decidiu pedir demissão. A decisão foi de comum acordo entre Fernandes e seu padrinho político Henrique Eduardo Alves (RN). (Página 11)

2012. Estamos no alvorecer de um novo ano, onde procuraremos – de maneiras diversas – cumprir nossas promessas, atingir objetivos e retaliar excessos. Antes dos fogos que anunciaram a chegada desta nova etapa para todos nós, fizemos um rápido check-up do ano que passou, a fim de nos planejarmos para que as coisas boas sejam valorizadas e as ruins, descartadas. É um desejo natural do homem buscar por melhoria, crescimento, realização. Mas, infelizmente, ano após ano estamos insistindo no mesmo erro, que se agrava a cada reveillon. ( Página 10)

O Art. 765 do Código Civil é claro quando determina que tanto o segurador quanto o segurado são obrigados a guardar na conclusão e na execução do contrato, a mais estrita boa-fé. (Página 2)


Janeiro de 2012

Programa de Proteção Veicular não protege ninguém O Art. 765 do Código Civil é claro quando determina que tanto o segurador quanto o segurado são obrigados a guardar na conclusão e na execução do contrato, a mais estrita boa-fé e veracidade, tanto a respeito do objeto como das circunstâncias e declarações a ele concernentes. Via de mão dupla, a boa-fé é exigível tanto do segurado como do segurador, obrigando as partes a atuarem com a máxima honestidade desde a fase pré-contratual até a fase da execução do contrato. É importante sublinhar que a boa-fé também é um atributo que cabe ao corretor de seguros, pois ele detém o conhecimento técnico do produto seguro e tem o dever de esclarecer ao segurado quanto à importância da boa-fé na declaração espontânea a ser preenchida por ele, bem como Nésio Sousa tem a obrigatoriedade de prestar esclarecimentos sobre o contrato, independente de solicitação do segurado. Todavia, a comercialização da chamada proteção veicular – a qual já conhecemos no mercado por “seguro pirata” – vem abalando esta relação de boafé e intimidando até mesmo os profissionais mais tarimbados, que já tem sua carteira de clientes consolidada, sobretudo no aspecto da concorrência desleal. A oferta desse tipo de produto é realizada sem a apresentação de garantias de que os contratos serão cumpridos no futuro, o que, além de ser ruim para o consumidor, perturba o mercado. Ora, as pessoas já acham o seguro um produto confuso, de difícil interpretação. Daí surge esta prática fraudulenta que apenas agrava a desconfiança histórica que o consumidor brasileiro tem em relação ao produto seguro e abala a imagem positiva que os profissionais do ramo há tempos vêm construindo no mercado. Apesar das semelhanças do produto denominado Proteção Veicular com o contrato de seguro, aquele não possui natureza jurídica e sequer está regulado pela Superintendência de Seguros Privados (SUSEP). Ao contrário do que ocorre com o seguro tradicional, a proteção veicular não é regulamentada por leis ou órgãos do governo. Mas o que impressiona é que, apesar de seu caráter nebuloso, o “seguro pirata” possui atualmente grande penetração no segmento de seguro para veículos automotores, por meio de cooperativas e associações que são criadas com o objetivo de comercializar os produtos para a população em geral. Acontece que, grande parte daqueles que se associam, não consegue ser ressarcida quando ocorre um sinistro. Isto sem falar que o proprietário de veículo que se associa a uma empresa dessas perde a qualidade de consumidor, pois passa a ser um associado ou cooperativo. As empresas seguradoras estão sujeitas à aplicação do Código de Defesa do Consumidor (CDC). Mas essas associações e cooperativas, não. Empresas que praticam a proteção veicular, geralmente, não honram seus contratos a longo prazo, já que muitas fecham as portas após captar recursos dos associados. Pagar menos para ter o carro protegido pode virar um problema sério para os donos de veículos. Ingressar nessas entidades que não estão normatizadas, mas que argumentam estar amparadas pela Constituição, pode trazer surpresas desagradáveis para os beneficiários. Como estas associações não possuem suporte legal do CDC, nem registro na SUSEP, quem se sentir lesado deverá recorrer à justiça comum para cobrar os direitos previstos em contrato. A Lei 7.492/86 dispõe sobre a captação e administração de seguros sem devida autorização, que é crime. Mas o que ocorre é que estas associações não assumem o produto como seguro, e sim como rateio, proteção, mutualismo ou qualquer outra denominação a qual achem cabível a fim de não utilizarem o termo seguro. Os Sincors e a própria SUSEP acusam tais instituições de prática de crime contra o sistema financeiro. Apenas companhias de seguros podem comercializar seguros de automóveis. Essas companhias dependem da autorização da SUSEP para funcionar, têm suas práticas controladas em pormenores, especialmente em relação à constituição de reservas técnicas, solvência, balanços e cláusulas contratuais de seus contratos. Empresas que praticam a comercialização do “seguro pirata” têm oferecido um produto idêntico ao seguro, sem qualquer fiscalização ou autorização do governo, levando seus associados ao engano, que contratam algo obscuro como se fosse um autêntico contrato de seguro. Segundo à SUSEP – que firmou parceria com a Advocacia Geral da União (AGU) e que está dialogando com a Polícia Federal e o Ministério Público, além de regulamentar o mercado segurador – ações estão sendo desenvolvidas a fim de reprimir as atividades de empresas ilegais dentro do mercado de seguros e a FENACOR tem se empenhado com afinco em identificar essas empresas. Como bom exemplo de que a Justiça é o melhor caminho a ser seguido pelo mercado segurador quanto a esta questão, temos a 12ª Vara Federal do Rio de Janeiro. Esta determinou o fechamento da Associação Cristã de Proteção Patrimonial, acatando o pedido de liminar impetrado pela Procuradoria Federal junto à SUSEP. Há uma grande quantidade de ações em curso contra associações e cooperativas que estão a explorar a atividade de seguros de forma ilegítima. É mister para a classe seguradora e corretora de seguros, como a sociedade em geral, que estes trabalhos sejam realizados com presteza e que as ações sejam julgadas procedentes no âmbito administrativo e judicial, com penalizações pecuniárias rigorosas e até mesmo a decretação de encerramento das atividades dessas instituições.

Diretor-executivo do HSBC assume Seguradora do Grupo Sebastian Arcuri, diretor-executivo de Varejo do HSBC desde 2010, assumirá também a partir de fevereiro a responsabilidade local pelas operações da seguradora, com reporte internacional a Sylvia Coutinho, diretora do mesmo segmento para as Américas, e local a Conrado Engel, CEO da instit u i ç ã o n o B r a s i l . Vale destacar que Sebastian possui 20 anos de experiência no mercado financeiro e está no Grupo HSBC desde 1994. Liderou operações de Varejo em Singapura e na Coreia e foi vice-presidente de Distribuição e Premier nas Filipinas. Em 2008, foi eleito um dos "Top 50 Most Promising Young Bankers" na região do Leste Asiático e Oriente Médio pelo The Asian Banker Journal. (Redação – Agência IN) TABELA DE PRÊMIOS E GARANTIAS VIGENTE NO MÊS DE JANEIRO DE 2012, NOS TERMOS DA RESOLUÇÃO Nº 192 DE 16 DE DEZEMBRO DE 2008 DO CNSP DO MINISTÉRIO DA FAZENDA


Janeiro de 2012

Título de capitalização com incentivo foi destaque em 2011 Fonte: Revista Cobertura

Por Karin Fuchs

Com crescimento na casa dos dois dígitos, a Brasilcap, SulaCap e Aplub Capitalização apontam os bons resultados da carteira no ano de 2011. Especificamente na Brasilcap, diz Joilson Ferreira, diretor comercial, o fechamento projetado de dezembro apontava para um incremento na ordem de 20% frente a 2010, superando a marca dos R$ 3 bilhões em faturamento. “No que tange à reserva, a projeção é de um crescimento nominal acima de 7%, em 2011”, pontua. Na Aplub Capitalização, informa o vice-presidente, Ricardo Athanásio Felinto de Oliveira, o incremento foi surpreendente. “Mesmo em meio à crise internacional, o mercado de capitalização atingiu no ano passado um faturamento de R$ 13,5 bilhões, representativo de um crescimento de 15% em relação ao ano de 2010. A Aplub Capitalização, na esteira desse crescimento, teve um incremento de mais ou menos 80%, em relação ao ano anterior”, revela. Joilson Ferreira, diretor comercial da Brasilcap Ainda de acordo com ele, entre as modalidades existentes de Títulos de Capitalização (Tradicional, CompraProgramada, Popular e Incentivo), a de Incentivo apresentou o maior crescimento, dada a facilidade de se ter aprovada uma promoção comercial, com apelo de sorteio, por intermédio das Sociedades de Capitalização. “Esse resultado reflete a opção de nossa empresa em focar nos segmentos incentivo e popular, o primeiro apresentando forte crescimento pelas razões já expostas, o segundo impulsionado pela ascensão das classes C e D como novo mercado consumidor”, avalia. Já na SulaCap, a estratégia em atuar em

ações de vendas específicas para alguns nichos pouco explorados no mercado, criando produtos mais rentáveis para atendê-los, gerou ótimos resultados. “O ano de 2011 foi excelente para a SulaCap, que cresceu 23,3% em relação a 2010”, especifica Cesar Tadeu Dominguez, diretor comercial e de Marketing da SulaCap. Oportunidades e desafios Entre as oportunidades para a carteira de capitalização em 2011, analisa Ferreira, o destaque foi a comercialização do título de capitalização 'Cap Fiador', novo modelo de negócio como uma nova opção de garantia locatícia, e o produto de Incentivo, voltado a estruturação de promoções para parceiros comerciais. Já o desafio, diz ele: “foi a estruturação de uma rede de parceiros comerciais, que representem a empresa na comercialização do Cap Fiador.” Oliveira destaca que a manutenção do crescimento da modalidade incentivo é algo irreversível, pois as empresas descobriram que podem realizar suas

promoções sem os riscos e a burocracia das demais autorizadoras (CEF e SEAE). “O fortalecimento do mercado interno pela inserção econômica das classes menos favorecidas continuará gerando oportunidades para as Sociedades de Capitalização. Tanto que, em dezembro de 2011, a capitalização foi prestigiada na Resolução CNSP n.º 244, como mote para a disseminação do microsseguro, a partir da cessão do direito de sorteio do Título de Capitalização.” Ricardo Athanásio Felinto, vice-presidente da Aplub Capitalização O executivo comenta ainda que durante anos o Brasil conviveu com um sistema exclusivo, pois dada a falta de recursos de grande parcela da população, houve uma natural elitização dos produtos. “Por isso, existe uma enorme carência de conhecimento e mecanismos aptos a atender os novos consumidores emergentes. Se isso por um lado é um problema a ser enfrentado, por outro

gera um mundo de oportunidades para aqueles que se especializarem nesses mercados. A Aplub Capitalização já há alguns anos vem trabalhando com este nicho, o que em parte explica seu crescimento acima da média nacional.” Dominguez informa que na SulaCap o maior desafio foi bater e superar a meta de R$ 1 bilhão em vendas em 2010. “Para isso, os colaboradores da companhia estiveram motivados e empenhados, o tempo todo, em trazer novos negócios e atender com excelência nossos clientes e parceiros comerciais”, destaca. Perspectivas O diretor comercial da Brasilcap prevê para este ano a obtenção de um crescimento nominal de receita na ordem de 15%, conforme desempenho do segmento. “As oportunidades são a consolidação do Cap Fiador e o aumento da comercialização dos produtos de Incentivo”, ressalta. Cesar Tadeu Dominguez, diretor comercial da SulaCap “Certamente 2012 será mais um ano produtivo para o mercado de capitalização. Além disso, a fiança locatícia e a angariação de recursos para projetos sócioambientais através dos Títulos de Capitalização são tendências fortes para o ano de 2012”, conclui o vice-presidente da Aplub Capitalização. Cesar Tadeu Dominguez, da SulaCap diz que depois de atingir uma marca tão ousada como foi o R$ 1 bilhão em vendas, a companhia espera crescer no mesmo ritmo que em 2011, “inovando em seus produtos e atuando nos mercados que conquistamos, nos mantendo sempre à frente da concorrência. Afinal, esse é o nosso diferencial”, conclui.


Janeiro de 2012

VOCÊ SABIA QUE A LEI Nº 4.594, DE DEZEMBRO DE 1964, REGULA A PROFISSÃO DE CORRETOR DE SEGUROS? A fiscalização e a regulação do mercado estão integradas no Sistema Nacional de Seguros Privados, composto pelo Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), pela Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), pelas Sociedades Seguradoras, Sociedades de Capitalização, Entidades de Previdência Complementar Aberta e pelos corretores habilitados a atuar nesses segmentos. Já no Capítulo I da Lei 4.594, podemos verificar em seu Art. 1º – justamente o que trata do corretor de seguros e de sua habilitação profissional – que o corretor de seguros, seja ele pessoa física ou jurídica, é o profissional legalmente autorizado a obter e propor contratos de seguros, reconhecidos pela legislação em vigor, entre as Sociedades Seguradoras e as pessoas físicas ou jurídicas, de direito privado ou público. Ao endossar uma declaração que não reflita a verdade em contratos por ele assinados, o corretor responderá profissionalmente e civilmente, independente das medidas coercitivas que digam respeito a outros responsáveis pelo delito, como descrito no Art. 20 da Lei 4.594/64, Capítulo V, que versa sobre as penalidades e deveres da Lei. O Decreto-Lei nº 73, de 21 de Novembro de 1966, no seu Art. 126 regula os atos dos corretores de

seguros, como consta em seu Capítulo VII, que trata das Disposições Gerais: “O Corretor de Seguros responderá civilmente perante os segurados e as Sociedades Seguradoras pelo prejuízo que causar, por omissão, imperícia ou negligência no exercício da profissão.” Em sua Seção III, a que cuida da denominação social e do nome fantasia, temos no Art. 8º declarada a obrigatoriedade de constar na denominação social e/ou nome de fantasia da corretagem de seguros uma das seguintes expressões: “Corretora de Seguros” ou “Corretagem de Seguros”, independente das mesmas virem intercaladas por outras atividades. D e m o d o c o m p l e m e n t a r, encontramos na Seção V – Das Informações Cadastrais – o seguinte texto: Art. 11. É requisito fundamental, para a regularidade do Registro, que a corretora mantenha atualizadas as informações cadastrais perante à SUSEP, procedendo à entrega de todas as alterações contratuais e estatuárias, devidamente arquivadas no Registro Público de empresas Mercantis e Atividades Afins da Unidade da Federação de sua sede, no prazo de até sessenta dias, contados da data da alteração. Parágrafo único. O corretor deve comunicar quaisquer alterações dos dados cadastrais, no prazo máximo

de trinta dias, contados da data de sua ocorrência.” É importante salientar que a Circular SUSEP n° 127, de 13 de Abril de 2000, regulamenta a atividade diária do corretor de seguros e que todas as atividades do corretor de seguros realizadas em território nacional ficam subordinadas às disposições desta Circular, como expressado no Capítulo I, onde se trata da Disposição Preliminar em seu Art. 1º. Logo no Art. 2º do Capítulo II, o que versa sobre as Definições, torna-se claro que o intermediário amparado por lei para angariar e promover contratos de seguros entre as sociedades seguradoras e as pessoas físicas ou jurídicas de direito privado – devidamente registrado, conforme as instruções estabelecidas presentes na Circular – é o corretor de seguros. Para efeitos da Circular, em seu Parágrafo Único considera-se: I – corretora de seguros ou corretora – a pessoa jurídica; e II – corretor de seguros ou corretor – a pessoa física. Na Seção II da Circular SUSEP nº 127 – a que pondera sobre os impedimentos – estabelece-se que não é permitido ao corretor de seguros nem ao preposto que aceitem ou exerçam emprego em pessoa jurídica de Direito Público, como também não devem manter relações de emprego, direção ou

representação com sociedade seguradora, resseguradora, de capitalização ou entidade de previdência privada aberta. Lembrando que, como destacado no Parágrafo Único, os impedimentos do artigo aplicamse, também, aos sócios e corretores da corretora.” As responsabilidades são tratadas na Seção III, onde verificamos no Art. 24 que todo prejuízo causado por omissão, imperícia ou negligência no exercício de sua profissão às sociedades seguradoras ou segurados, será de responsabilidade civil do corretor de seguros quando este for o autor do dano. Também é importante destacar que o corretor de seguros que se omitir no cumprimento das leis, regulamentos e resoluções em vigor ou que der causa dolosa ou culposa e prejuízos às sociedades seguradoras ou aos segurados estará sujeito a responder profissionalmente perante à SUSEP, como salientado no Art. 25. Vale informar que, de acordo com as Disposições Finais da Circular SUSEP nº 127, dispostas no Art. 26 do Capítulo VII, o corretor cuja Carteira de Habilitação Profissional houver sido cancelada, nos termos da lei, não poderá ser reabilitado novamente. O importante é lutar para não lutar...


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SEGURO OBRIGATÓRIO DPVAT É UM SEGURO SOCIAL Vamos interagir todos juntos, governos Federal, Estaduais e Municipais, instituições estatais e de economia mista, imprensa escrita, falada e televisionada, sindicatos de táxi, de ônibus e de caminhoneiros, sindicatos das seguradoras e dos corretores das 27 unidades federativas, o Senado Federal, a Câmara Federal, as assembléias estaduais e as prefeituras municipais, os DETRANs estaduais, a Polícia Rodoviária Federal, as 71 seguradoras que fazem parte do consórcio DPVAT, os 70 mil corretores de seguros e todas as pessoas direta e/ou indiretamente ligadas ao sistema de trânsito e transporte rodoviário para que, de modo geral, a população brasileira seja informada de como funciona a instituição DPVAT, onde as vítimas de sinistro poderão buscar seus direitos e como se dá o recebimento das indenizações. Por esta razão, estamos convocando todos a fim de criarmos uma sinergia no intuito de informar, de transmitir o conhecimento acerca dos direitos daqueles que sofreram danos pessoais causados por veículos automotores de via terrestre, divulgando de todas as formas as prerrogativas cabíveis à pessoa vítima de acidente de trânsito, principalmente de modo verbal, no sempre tão bem sucedido boca-a-boca. Também é mister esclarecer que, apesar do Seguro DPVAT independer da culpabilidade dos envolvidos, o mesmo não invalida que um processo judicial seja aberto pela própria vítima ou por seus familiares contra o responsável pelo acidente, isto caso seja constatada após a conclusão do inquérito policial a obrigação penal do causador do sinistro e cível do proprietário do veículo responder pelos danos pessoais causados à vítima – ou vítimas – do acidente. Este assunto e todos os outros aspectos que orbitam o Seguro DPVAT precisam ser debatidos com maior frequência e seriedade, pois só assim evitaremos a fraude e haverá um maior esclarecimento a respeito dos deveres das entidades inseridas nos trâmites do Seguro DPVAT como também dos próprios condutores de veículos para com aqueles que sofreram dano físico causado por veículo automotor de via terrestre. No Estado do Ceará, procure o Sindicato dos Corretores de Seguros, Capitalização, Previdência Privada e de Empresas Corretoras de Seguros no estado do Ceará - SINCOR-CE e/ou os corretores credenciados para esse tipo de atendimento a fim de impedir que pessoas de má-fé causem dolo e lucrem com as indenizações que apenas dizem respeito às vítimas de acidente. Afinal, não há necessidade de representação através de terceiros para a abertura de um processo DPVAT, o próprio beneficiário – ou beneficiários – pode reunir a documentação necessária e dar entrada pessoalmente no processo. Manoel Nésio Sousa Presidente do SINCOR/CE. Sindicato dos Corretores de Seguros, Capitalização, Previdência Privada e de Empresas Corretoras de Seguros do Estado do Ceará RUA PERBOYRE E SILVA N° 111, Sls. 606/607 6 AND. ED. ALVORADA CEP.: 60030-200 FORTALEZA/CEARÁ/CENTRO TEL.: Fone: 3226-1328 Fax: 3226-6181 REG.M.T.E. COM O Nº 46000.01.3329/99 E-MAIL: sincorce@fenacor.com.br - sincorce@sincorce.com.br - site: www.sincorce.com.br


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Faltam executivos preparados para o setor de resseguro O resseguro é o seguro do seguro, necessário em grandes apólices, como uma plataforma de petróleo ou um avião, na qual a seguradora não consegue arcar com todo o risco e por isso repassa a maior parte para resseguradoras. O mercado brasileiro se abre para o setor privado a partir do dia 17 de abril, quando a legislação que regulamenta o setor entra em vigor. Por isso, as empresas correm contra o tempo para se preparar. Só nas resseguradoras, a estimativa é que estejam sendo criadas 700 vagas diretas. Incluindo as corretoras de resseguro, este número sobe para mil postos de trabalho. Além disso, as seguradoras que operam com grandes riscos também vêm reforçando as áreas de resseguro e estão atrás de executivos. O problema é que não existe atualmente este número de profissionais no mercado que entendam do setor de resseguro, com seus contratos milionários e complexos. "Está sendo criado um mercado novo. O setor vive um momento de ebulição", afirma Armando Vergilio dos Santos, presidente da Superintendência de Seguros Privados (Susep), autarquia que recebeu do Governo Federal a tarefa de regular e fiscalizar o setor de resseguro. O mercado deve ter um total de 130 empresas, incluindo resseguradoras e corretoras de resseguro, fora as empresas de gestão de risco e consultorias. Só nos últimos dias, a Susep aprovou a criação de seis corretoras e duas resseguradoras. Mas todo dia estrangeiros chegam na

sede da autarquia, no Rio, para entregar os documentos necessários para operar no Brasil. O país, junto com Cuba, foi um dos últimos mercados do mundo a ter o setor de resseguro monopolizado e fechado à competição. Uma das empresas que está contratando é a J. Malucelli. A seguradora paranaense vai criar uma resseguradora enxuta, porque inicialmente pretende focar no mercado de seguro garantia (apólice que garante as obras que serão concluídas dentro do prazo previsto no contrato). Terá cinco profissionais, que estão sendo procurados no mercado, segundo Alexandre Malucelli, vice-presidente da seguradora. A idéia é formar alguns executivos dentro de casa. Por isso, a JM também busca recém-formados. Para tocar as operações da nova empresa, a JM tirou da concorrente UBF Seguros o executivo Luiz Alberto Pestana, que conhece o setor de resseguros por ter trabalhado na Munich Re, segunda maior resseguradora do mundo. A Munich Re também está criando uma empresa no Brasil, que deve ter em torno de 50 funcionários. "Não há esse número de profissionais no mercado hoje", afirma Paulo César Pereira Reis, presidente da Associação Brasileira de Empresas de Resseguro (Aber). Para ele, uma das saídas será intensificar o treinamento dos executivos. Além disso, algumas resseguradoras vão trazer profissionais da matriz para começar a tocar as operações aqui.

A própria empresa onde Pereira trabalha, a Transatlantic Re, é mais um exemplo da movimentação do mercado. Com um pequeno escritório de representação no Rio, a resseguradora definiu na semana passada a sua estratégia para operar no Brasil. Terá um escritório com cerca de 25 executivos e vai atuar em todos os ramos do resseguro. Ricardo Barcelos, gerente da estrutura de seguros da Michael Page, empresa de recrutamento de executivos, diz que o movimento é intenso na busca de profissionais, mas o mercado anda "extremamente carente" de executivos. Segundo Barcelos, três movimentos ocorrem nas resseguradoras. A busca de profissionais nas áreas de grandes riscos de seguradoras ou em outros setores, como advogados (para estruturar os contratos) ou engenheiros (para a subscrição das apólices). Para posições de alto nível, executivos brasileiros que atuam em resseguradoras no exterior estão voltando. Exemplo disso é o engenheiro paulista Mauro Wassilewsky Caetano, que ficou 12 anos lá fora. Ele trabalhou por seis anos na Alemanha, nas seguradoras HDI e na Gerling, onde também fez curso de especialização em resseguro. Passou pela corretora Aon, em Londres, e também ficou dois anos nos Estados Unidos, novamente na HDI. Com experiência em grandes contratos e no mercado de resseguro aberto, Caetano voltou ao Brasil para ajudar a consolidar a área de grandes riscos da

SulAmérica e preparar a seguradora para atuar no mercado aberto. "A colocação adequada do risco será o fator mais importante e vai exigir profissionais qualificados", diz. Estão sendo criadas três tipos de resseguradora. A mais importante é chamada de "local", quando se constitui uma empresa no país. Hoje, só o IRB Brasil Re, estatal que tinha o monopólio do setor, se enquadra nesta categoria. Mas outras quatro estão em processo de constituição. Entre elas, a J. Malucelli e Munich Re já anunciaram que vão criar empresas locais. Devem ser criadas cinco empresas como estas. Além das "locais", há as "admitidas", resseguradoras estrangeiras que operam por meio de escritório de representação. Esta será a forma mais comum de atuação. A Susep projeta entre 20 e 25 resseguradoras admitidas. General Re, Transamérica Re, Paris Re, Transatlantic Re, Hannover Re figuram entre as novas empresas do segmento. Por fim, há as "eventuais", que nomeiam representantes para atuar no país. A falta de executivos qualificados acabou sendo um ponto para as estrangeiras definirem em qual categoria se enquadrar. A Scor Re, por exemplo, optou por ser "admitida", com um estrutura menor, porque via dificuldades em encontrar profissionais para montar uma resseguradora "local". Quem também procura executivos é o Lloyds of London, que terá escritório no Rio. O Lloyds é o maior mercado de seguros e resseguros do mundo. FONTE - VALOR ECONOMICO

Para conhecimento e para pensar... No final do ano passado, a Swiss Re divulgou o estudo “Insurance in emerging markets: growth drivers and profitability”.

http://media.swissre.com/documents/sigma5_2011_en.pdf O trabalho aborda aspectos distintos da evolução econômica dos seguros nos mercados emergentes. Por exemplo: · Evolução histórica desses setores · Origem de capital ou tamanho, e seus efeitos na rentabilidade das seguradoras · Influência da regulação no comportamento econômico do setor · Resistência desses segmentos (uns ramos mais do que outros) às crises econômicas · Correlação de crescimento econômico, inflação e mercado de seguros · Correlação de setores específicos com o mercado de seguros (por exemplo, frota de veículos e seguros de automóveis) · Diversos fatores (volatilidade, inovação de produtos, distribuição, etc) e a influência na evolução do setor · Recomendações estratégicas para as seguradoras etc

Todo início de ano, essas companhias apresentam as principais catástrofes naturais ocorridas no ano anterior. Nessa linha, a Munich Re acabou de divulgar o estudo “Review of natural catastrophes in 2011: Earthquakes result in record year”.

http://www.munichre.com/en/media_relations/press_release s/2012/2012_01_04_press_release_en.pdf Como o próprio título sinaliza, o ano de 2011 não foi bom em termos de catástrofes naturais, com um recorde de eventos (820), de perdas (US$ 380 bilhões) e de seguros pagos (US$ 105 bilhões). O tsunami no Japão ano foi o maior responsável por esses números. Abaixo, mapa mundial com as catástrofes, por tipo e importância. Pelas chuvas e enchentes no Estado do Rio de Janeiro em janeiro do ano passado, o Brasil é destacado.

Enfim, um estudo interessante e amplo. Em nossa opinião, o que é importante destacar é a exposição da clássica “curva S da Swiss Re”. Essa é possivelmente a curva macroeconômica mais importante do setor de seguros!! A idéia é a seguinte. No eixo dos x, coloca-se o PIB per capta dos países (em escala logarítmica) e, no eixo dos y, a penetração dos seguros nesses mesmos países (em termos de PIB). Ou seja, cada ponto representa um país. Ver, por exemplo, o gráfico abaixo, com a situação do segmento de pessoas em 2010. Para conhecimento e para pensar... Podemos dizer que essa é uma pesquisa tradicional, feita periodicamente pelas grandes resseguradoras mundiais.

Uma dica para pesquisadores (e interessados no tema em geral)... A revista “Gerência de Riscos e Seguros” é uma publicação quadrimestral especializada em seguros e gerência de riscos, sendo editada pela Fundación Mapfre. Ou seja, a sua versão original é em espanhol (por isso, a maior parte dos autores pertence àquele país). Mas a grande vantagem é que essa revista científica é traduzida integralmente para o português!


Janeiro de 2012

2012 começa pra valer no mercado de seguros

Eventos, encontros, seminários já a partir de fevereiro Os profissionais do mercado de seguros já podem se programar para participar de megas eventos relacionados ao setor, em fevereiro. Mesmo com o carnaval, não faltam oportunidades para debater temas atuais ligados ao segmento, em todas as regiões do Brasil. Para tanto as entidades, de um modo em geral, estão se articulando com os sindicatos regionais; No dia 7 de fevereiro, a Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg) promoverá o workshop “Inovação e Oportunidades em Sustentabilidade”, em São Paulo. O objetivo é discutir a aplicação de critérios socioambientais na gestão de riscos. O seminário contará com a participação de executivos do mercado para entender o que está sendo realizado e quais são os riscos e oportunidades para o setor. Ainda no evento, serão apresentados os Princípios para Sustentabilidade em Seguros (PSS), resultado de um processo consultivo global organizado pela United Nations Environment Programme Finance Initiative (UNEP FI), que serão lançados por ocasião do Rio+20, em junho. O encontro será realizado no auditório do Sindseg-SP, das 8h30 às 14h30. As inscrições podem ser feitas através do site da entidade. Funenseg A Escola Nacional de Seguros abriu a inscrição para o Curso para

fevereiro.

Robert Bittar: Presidente da Funenseg

Habilitação de Corretores de Seguros em 67 localidades. As novas turmas terão início em março. Estão abertas as inscrições para as fases Capitalização e Demais Ramos. A primeira possibilita ao habilitado comercializar títulos de capitalização, além de ser pré-requisito para as fases seguintes – Vida e Previdência e Demais Ramos. Esta última permite vender todos os ramos do seguro. De acordo com pesquisa da Escola para o CNSP, até 2009, o mercado de seguros brasileiro - incluindo assistência funeral informal, mas excluindo o seguro saúde - abrangia entre 40 e 50 milhões de pessoas, apenas 30% a 37% da população adulta. Outro dado que demonstra o potencial de crescimento do setor é a evolução do poder de compra das

classes sociais de menor renda, que, de acordo com o Ministério da Fazenda, vem evoluindo desde 2002. "Essa classe em ascensão, muitas vezes desprovida da proteção do seguro, representa uma grande oportunidade para a atuação dos corretores", acredita Maria Helena Monteiro, diretora de Ensino Técnico da Escola. Para participar das novas turmas, é necessário entrar em contato com uma das Unidades Regionais da instituição, cujos endereços podem s e r e n c o n t r a d o s n o www.funenseg.org.br., e os Sincors. Os investimentos variam entre R$ 520,00 e R$ 2.440,00, de acordo com a fase do curso e a localidade. Os Sincors de todo o Brasil também estão divulgando suas agendas para o ano que começou, já neste mês de

Abaixo, as localidades com matrículas abertas: Capitalização – Aracaju, Araçatuba, Atibaia, Barra da Tijuca (Rio de Janeiro), Bauru, Marabá, Belo Horizonte, Blumenau, Barreiras, Botucatu, Brasília, Campinas, Campo Grande (Mato Grosso do Sul), Campos dos Goytacazes, Cascavel, Chapecó, Criciúma, Cuiabá, Curitiba, Divinópolis, Feira de Santana, Florianópolis, Fortaleza, Franca, Goiânia, Guarulhos, João Pessoa, Joinville, Londrina, Maceió, Manaus, Marília, Maringá, Mogi das Cruzes, Natal, Nova Iguaçu, Osasco, Petrolina, Petrópolis, Piracicaba, Porto Alegre, Porto Velho, Pouso Alegre, Presidente Prudente, Recife, Ribeirão Preto, Rio Branco, Rio de Janeiro, Salvador, Santo André, Santos, São Carlos, São José dos Campos, São José do Rio Preto, São Luís, São Paulo, Sorocaba, Teófilo Otoni, Uberaba, Uberlândia, Umuarama, Vitória e Vitória da Conquista. Já a Sociedade Brasileira de Ciências do Seguro (SBCS) organizou o seminário “Uma Visão Geral e Atualizada sobre Microsseguro no Brasil”. Com a coordenação de Adevalgo Calegari, o evento será realizado no dia 9 de fevereiro, na sede do Sindicato dos Securitários do Estado de São Paulo. O diretor de Ensino Superior e Pesquisa da Escola Nacional de Seguros, Claudio Contador, será um dos palestrantes.


Janeiro de 2012

NOTA DE PESAR A Diretoria do Sindicato dos Corretores de Seguros, Capitalização e de Previdência Privada no Estado do Ceará – Sincor – Ceará – ainda consternado com o falecimento do Ilmo. Vice Presidente Regional Sudeste da Fenacor, Sr. Leôncio de Arruda, em nome dos corretores cearenses, expressa a tristeza da perda desse nosso valoroso companheiro, que muito fez em prol da nossa categoria, e nesse momento de dor, pedimos a Deus que a providência Divina forneça, a toda sua família, a paz e o conforto necessários. Manoel Nésio Sousa Presidente – SINCOR/CE.

AVISO - CONTRIBUIÇÃO SINDICAL De conformidade com o que estabelece o Artigo 605 da CLT, o Sindicato dos Corretores de Seguros, Capitalização , Previdência Privada e de Empresas Corretoras de Seguros no Estado do Ceará – SINCOR/CE – de acordo com o Artigo 580 da CLT, que estabelece o recolhimento da Contribuição Sindical de uma só vez, comunica aos corretores de seguros Pessoas Física e Jurídica, as datas do recolhimento da Contribuição Sindical referente ao exercício de 2012. Empregadores (Pessoa Jurídica), de acordo com o Artigo 587 da CLT, o recolhimento da Contribuição Sindical efetuar-se-á no período de 1º a 31 de janeiro de 2012. Autônomos (Pessoa Física) conforme o Artigo 583 da CLT o recolhimento da Contribuição Sindical realizar-se-á no período de 1º a 29 de fevereiro de 2012. Estamos enviando através dos Correios os respectivos boletos destinados nominalmente a cada contribuinte, com seus respectivos valores, e o pagamento deverá ser efetuado pelo código sindical da entidade beneficiada (Sincor-Ceará) expressa no referido boleto na Caixa Econômica, conforme o Artigo 588 da CLT. Fortaleza/Ce., 28 de novembro de 2011. Manoel Nésio Sousa Presidente do SINCOR/CE. Sindicato dos Corretores de Seguros, Capitalização, Previdência Privada e de Empresas Corretoras de Seguros no Estado do Ceará RUA PERBOYRE E SILVA N° 111, Sls. 606/607 6 AND. ED. ALVORADA CEP.: 60030200 FORTALEZA/CEARÁ/CENTRO TEL.: Fone: 3226-1328 Fax: 3226-6181 REG.M.T.E. COM O Nº 46000.01.3329/99 E-MAIL: sincorce@fenacor.com.br - sincorce@sincorce.com.br - site:

www.sincorce.com.br


Janeiro de 2012

Seja sócio do Sincor-Ceará O Sindicato dos Corretores de Seguros, Capitalização, Previdência Privada e de Empresas Corretoras de Seguros no Estado do Ceará– SINCOR/CE – é a entidade representativa da categoria no Estado do Ceará. A nossa entidade completará, no mês de maio de 2012, 23 anos de fundação. O Sincor/Ce faz parte, juntamente com os demais sindicatos de todo o Brasil, da Fenacor – Federação Nacional dos Corretores de Seguros Privados, de Capitalização, de Previdência Privada e das Empresas Corretoras de Seguros. O Sincor/Ce é o representante oficial dos Corretores de Seguros e das Empresas Corretoras de Seguros do Ceará, e a nível estadual, tem um papel importante no mercado de seguros. Aos corretores, empresas corretoras, seus dependentes/funcionários, a nossa entidade oferece uma série de serviços e benefícios oriundos de convênios e acordos com entidades de classe e empresas seguradoras. Para usufruir desses benefícios, o corretor deve filiar-se ao Sincor/Ce. Para nós que fazemos a diretoria do Sincor-Ce é uma honra recebê-lo como sócio do sindicato e assim podermos beneficiá-lo com toda a estrutura que a entidade dispõe e oferecer-lhe nosso esforço e solidariedade corporativista. Sendo sócio do Sindicato você estará fortalecendo a categoria e ajudando a diretoria a combater as irregularidades do mercado e a conquistar novos benefícios para a classe. Filiando-se ao sindicato, você ganha a legitimidade básica para pleitear, no futuro, funções executivas na sua diretoria, inclusive Presidente da entidade, no próximo pleito. Não perca tempo! Seja associado do Sindicato dos Corretores de Seguros, Capitalização, Previdência Privada e de Empresas Corretoras de Seguros do Estado do Ceará. Venha ao SINCOR/CE., solicitar sua Filiação Pessoa Física ou Jurídica. “Maiores informações pelo número: (85) 3226-1328 no horário de funcionamento 08:00h às 15:00h, ou pelo site www.sincorce.com.br ” Atenciosamente, Manoel Nésio Sousa Presidente do SINCOR/CE. Sindicato dos Corretores de Seguros, Capitalização, Previdência Privada e de Empresas Corretoras de Seguros do Estado do Ceará RUA PERBOYRE E SILVA N° 111, Sls. 606/607 6 AND. ED. ALVORADA CEP.: 60030-200 FORTALEZA/CEARÁ/CENTRO Fone: (0**85) 3226-1328 Fax: (0**85) 3226-6181 REG.M.T.E. COM O Nº 46000.01.3329/99 E-MAIL: sincorce@fenacor.com.br - sincorce@sincorce.com.br - site: www.sincorce.com.br

Prezados(as) Corretores(as) e Representantes de Empresas Corretoras de Seguros; Vimos por intermédio desta, divulgar o Projeto DPVAT Corretores da Centauro, projeto este que visa o atendimento as vítimas de acidentes de trânsito. O seguro é garantido a todos os brasileiros, mas muita gente, inclusive de sua cidade, não encontra atendimento na hora em que mais precisa e acaba pagando intermediários, indevidamente, para ter acesso aos benefícios. Credencie-se como corretor e ajude-as. Você vai ver que é sempre bom fazer o bem, ainda mais, quando se ganha por isso. Para maiores informações sobre o projeto, entre no link: www.centauroseg.com.br/ganhamais/index.html, ou fale diretamente com o Gerente Técnico Sr. Benedito Martins, – Tel.: (41) 3021-4487 – benedito@centauroseg.com.br; ou na secretaria do SINCOR/CE., Tel: (85) 3226-1328.

Seguro...Só com Corretor de Seguros. Toda força é fraca, se não é unida! Manoel Nésio Sousa Presidente do SINCOR/CE.

Sindicato dos Corretores de Seguros, Capitalização, Previdência Privada e de Empresas Corretoras de Seguros no Estado do Ceará RUA PERBOYRE E SILVA N° 111, Sls. 606/607 6 AND. ED. ALVORADA CEP.: 60030-200 FORTALEZA/CEARÁ/CENTRO TEL.: Fone Fax (0**85)3252-4220/ 3226-1328 3226-6181 REG.M.T.E. COM O Nº 46000.01.3329/99 E-MAIL: sincorce@fenacor.com.br - sincorce@sincorce.com.br - site: www.sincorce.com.br


Janeiro de 2012

DPVAT: RETROSPECTIVA 2011 2012. Estamos no alvorecer de um novo ano, onde procuraremos – de maneiras diversas – cumprir nossas promessas, atingir objetivos e retaliar excessos. Antes dos fogos que anunciaram a chegada desta nova etapa para todos nós, fizemos um rápido check-up do ano que passou, a fim de nos planejarmos para que as coisas boas sejam valorizadas e as ruins, descartadas. É um desejo natural do homem buscar por melhoria, crescimento, realização. Mas, infelizmente, ano após ano estamos insistindo no mesmo erro, que se agrava a cada reveillon, a cada festa de família que pode ser interrompida na próxima esquina pelo excesso de bebida, pela noite em claro, pela direção irresponsável, pela pressa adolescente. Logo nos primeiros 9 meses de 2011, houve um aumento de 42% no número de indenizações pagas pelo seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre (DPVAT) para vítimas de acidentes de trânsito no Brasil, quando comparado ao mesmo período de 2010. A maioria dos indenizados tem entre 25 e 34 anos. Mais da metade dos indenizados (54%) conduzia os veículos envolvidos nos acidentes. Nos casos de acidentes com moto, a maioria dos

que receberam seguro era de condutores. Em acidentes com automóveis, todavia, a maior parte dos indenizados é de pedestres. Os acidentes que resultaram em indenizações ocorreram, segundo números apresentados pela Seguradora Líder, entre a tarde e a noite (das 13:00 às 19:59 h), onde 29% deles envolveram motos e 11%, carros. A seguradora que administra o benefício também afirma que a maior parte das indenizações foi para vítimas entre 18 e 34 anos, predominantemente do sexo masculino, envolvidas em acidentes com motos. O mais alarmante é que as motos representam menos de 30% da frota nacional, o que não

impede que sejam elas os veículos que mais causam acidentes com lesões permanentes no trânsito. Foram as motos responsáveis por 66% das indenizações pagas pelo seguro DPVAT até setembro de 2011, onde 77% das vítimas eram do sexo masculino e destes, 54% eram os próprios motoristas. Dentre esses acidentes, 72% acarretaram invalidez permanente. Só no primeiro semestre do ano, das 72,4 mil internações de vítimas de acidentes de trânsito, 35,7 mil foram vítimas de motos, o que representa quase 50%. De acordo com dados apresentados pela Cesvi Brasil, até a Copa do Mundo de 2014 contabilizaremos em torno de 150.000 mortes por acidentes de

trânsito, além de 500.000 internações, o que significa para a economia R$ 140 bilhões em custos qualificados pelo IPEA, sendo imensurável a tragédia que se estabelece para nas famílias e na sociedade em geral. Estes números, na verdade, são muito maiores, se considerarmos que as estatísticas não oficiais sinalizam em quase o dobro o número de mortes no trânsito. É necessário que se destinem mais recursos às campanhas de educação, capacitação, projetos e pesquisas, visto a precariedade vigente no que tange nossas políticas de prevenção. Afinal o país assinou em 2011 o atestado de óbito de milhares de brasileiros, vítimas de acidentes de trânsito. No que diz respeito aos mortos e feridos em nossas estradas, é bom guardarmos o champanhe para talvez comemorarmos no próximo réveillon, caso este contradiga todas as previsões pessimistas e sinalize uma significativa diminuição de óbitos e sequelas físicas no trânsito em 2012. EMERSON BRAGA FONTES: Líder Seguradora Polícia Rodoviária Federal Cesvi Brasil


Janeiro de 2012

Diretor geral do DNOCS diz ter se demitido para evitar uma “crise política” Por: Sheyla Castelo Branco Após denúncias, o ex diretor-geral do DNOCS (Departamento Nacional de Obras Contra as Secas) Elias Fernandes, decidiu pedir demissão. A decisão foi de comum acordo entre Fernandes e seu padrinho político Henrique Eduardo Alves (RN). A situação de Fernandes era complicada, o relatório da CGU (Controladoria-Geral da União) apontou irregularidades em sua gestão, ele era acusado de desvio de R$ 192 milhões em obras tocadas pela autarquia, além de suposto favorecimento ao Rio Grande do

Norte, seu estado de origem, nos convênios para ações contra desastres naturais. De 47 projetos, o estado recebeu 37. Fernando Bezerra (Integração Nacional) e a ministra Gleisi Hoffman (Casa Civil) conversaram com o vice-presidente Michel Temer (PMDB) e avaliaram que a situação de Fernandes estava insustentável. Elias Fernandes disse que deixou o cargo para evitar uma "crise política". "Essa história (das denúncias de suposto desvio de verba) começou como uma crise administrativa que começava a virar

uma crise política. Para não incomodar as pessoas a quem eu devo confiança, decidi sair. Mas saio tranquilo", afirmou ele, que fez as declarações após a posse do diretor-geral interino Ramon Rodrigues na sede do Dnocs. O engenheiro Émerson Fernandes Daniel Júnior, expresidente da Companhia Docas

do Rio Grande do Norte, é o nome que o líder do PMDB, Henrique Alves, tentará emplacar como diretor-geral do Dnocs. O cearense Ramon Rodrigues está como interino e teria um prazo de 60 dias para arrumar a casa, Rodrigues disse que assume o órgão por um período de ''transição'' e que sua prioridade será reestruturar o planejamento das obras do Dnocs.

Ano será de defesa do seguro rural Quebra climática traz à tona importância de o agricultor contar com garantias na produção de grãos Autor: Cassiano Ribeiro e José Rocher

A quebra climática na produção de grãos registrada no Sul do país fará de 2012 um ano de discussões sobre o seguro rural. As organizações que representam os produtores de grãos – Confederação da Agricultura e Pecuária (CNA) e Federação da Agricultura do Paraná (Faep) – estão se unindo a seguradoras para financiar um estudo que possa mostrar ao governo federal, em abril, a importância da estruturação do sistema, para garantir renda ao campo e evitar que o endividamento se agrave. O agronegócio espera ampliar o

orçamento do programa de subvenção ao prêmio do seguro rural – que barateia o custo dos contratos em até 70% aos produtores – nos próximos anos. O orçamento do programa para 2012 frustrou o setor. Dos R$ 670 milhões solicitados, apenas R$ 46 milhões foram aprovados inicialmente. Depois de intensas discussões, essa cifra passou a R$ 170 milhões, ainda considerados insuficientes. Os produtores temem que, sem recursos para subvenção, as seguradoras deixem de desenvolver novos contratos,

medida chave para a transição de um sistema que garante os financiamentos de custeio para outro que ofereça garantia de renda e de produção. Em relação à safra 2011/12, que começa a ser colhida, as seguradoras estimam que apenas 45% dos contratos de financiamento para custeio de milho têm algum tipo de cobertura no Paraná. A meta era fazer com que o cereal chegasse ao patamar da soja, que tem cobertura para cerca de 80% dos empréstimos. Metade da área de cultivo de grãos,

incluindo as plantadas com recursos próprios, não tem nenhum tipo de seguro. O orçamento de 2011 para subvenções somou R$ 152 milhões e teria sido totalmente utilizado. Até que o seguro se difunda, safras como a atual representam alto risco para as seguradoras. Os contratos firmados com os produtores foram assinados num momento em que não havia garantia de recursos públicos para cobrir os prêmios, mas os contratos estão valendo e podem ser acionados em caso de perdas climáticas. . Fonte: Gazeta do Povo


Janeiro de 2012

Mercado volta a discutir produto popular A regulamentação do microsseguro traz à tona novamente a discussão em torno do seguro popular de automóveis. A Federação Nacional de Seguros Gerais (Fenseg), por exemplo, voltou a tratar essa questão como prioridade. Segundo o presidente da entidade, Jayme Brasil Garfinkel, esse tipo de seguro popular está entre os produtos que podem vir a apresentar bons resultados. “Não será tão barato, mas é possível esperar uma redução de 20% a 25% em comparação ao preço médio atual”, observa o executivo, que também é presidente da Porto Seguro. Para ele, o mais importante será a possibilidade de o mercado conseguiu aumentar a frota segurada. Jayme Garfinkel diz ainda que “seria perfeito” se houvesse a possibilidade de não se utilizar apenas autopeças novas no conserto de veículos sinistrados, o que é impedido pela legislação atual.

Para viabilizar esse produto, os seguradores apostam na aprovação de dois projetos de lei que tratam da desmontagem de veículos. O primeiro, de autoria do senador Romero Jucá, visa a substituir proposta semelhante, do ex-senador Romeu Tuma, que acabou vetado pela presidente da República, Dilma Rousseff, no começo deste ano. Na Câmara, tramita outro projeto, de autoria do deputado e presidente da Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor), Armando Vergilio dos Santos Junior, que está otimista quanto à aprovação da matéria. “Procurei corrigir na minha proposta todos os pontos que motivaram o veto da presidente Dilma Rousseff. Estou muito otimista”, revela Armando Vergilio. Diante desse cenário, a Fenseg voltou a discutir com a Susep as regras para o desenvolvimento do seguro popular para automóveis usados. Fonte: (Seguros.inf.br)

O Sincor-Ceará na pessoa do seu presidente, Nésio Sousa, vem por meio desta prestar homenagem a Câmara dos deputados e senado federal pelo trabalho prestado ao povo brasileiro ao logo desde ano de 2011. Em especial ao deputado Armando Vergilio pelo seu desempenho e dedicação a causa do corretor de seguros e as empresas corretoras de seguros. Esperamos que em 2012 pela aprovação de todas as propostas que necessitam da aprovação para consolidar as conquistas da classe do corretor de seguros. Atenciosamente Nesio Sousa Presidente do Sincor- Ceará

“Portal de Atendimento ao Corretor Previsul ganha funcionalidades Central de Corretores é lançada financeiras dos clientes em para facilitar o dia a dia desses ambiente seguro. “Com as novas profissionais funcionalidades, os corretores Com objetivo de aprimorar poderão administrar remotamente constantemente as ferramentas de suas carteiras de clientes e trabalho de seus corretores e acompanhar a situação de cada um agilizar os processos, a Previsul deles”, detalha. A n d r é i a a c a b a d e “Com as novas ressalta que, ao inaugurar no seu funcionalidades, os corretores utilizar a internet portal uma área poderão administrar no seu dia-a-dia, exclusiva para remotamente suas carteiras de o s corretores eles. Trata-se da clientes e acompanhar a agilizaram a Central de situação de cada um deles” comunicação Corretores, um com a empresa e tem acesso rápido desdobramento do Previcor, que e fácil a informações de seus dá aos corretores acesso a clientes. “Com a implantação da ferramentas desenvolvidas Central, boa parte dos documentos exclusivamente para que eles financeiros impressos e enviados possam administrar e acompanhar por correio para todo o Brasil a situação de cada segurado. deverá ser reduzida. Recibos de Andréia Araújo, gerente comissão, por exemplo, serão regional da Previsul, explica que emitidos online, o que possibilita os corretores já usavam o Portal do adotar uma postura ainda mais Corretor da Previsul para efetuar sustentável”, explica a gerente cálculos online e acessar regional da Previsul.” informações cadastrais e

Jornal sincor ceara  

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