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SU'}'AR'O Kits 2set3 L P C-CMO S 265ts Milivoltimetro CMOS paracápsulasmagnéticas 271t1s Pre-amplificador Seçãodo prineipiante 2t6t2o Bancadade serviço:Acessóriosúteis parafacilitar suasmontagens analogicos 281t2sIntroduçãoaoscircuitosde computadores

EDITORE

otaeronResporvsÁvel

B E LLO NZ ! L EONA RDO

TE CNICA C O N SUL TO R IA

Teoria,em geral 287t31Nãoestános livros! 2aarcz Como são fabricadosos circuitosimpressos,em escala in d u s t ria l 297| 41 Etapasde projetoconiamplificadoresoperacionais so1t4s A radioastronomia, essamisteriosa- 4.4parte so4t4a Novidadesindustriais soTt51 Tornandoos dispositivosCMOSmaiscompativeiscom OSTTL 3o8ts2 Noticiário

R ED AÇÃO

SeçãoPYIPX 312t56Código "Q" Audio s1sts7A técnicada biamplificação

AR TE

Engenharia flexiveis s21t6sOs circuitosimpreSsos s32t76 Pranchetado projetista

Geraldo Coen Josepn E. Blumenfelcl Juliano Ba rsa li Leonardo Bellonzi Juliano Barsali José R ob ertod a S. Ca etano Y asuhiroSa to A uro C osta C arlos W. Mala go li DevanirV. Fe rreira Joáo A ntôn io Fìa mos

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SuplementoBYTE digital 33e/83 Os dispositivosCCDno processamento 348t92Cursode linguagens- 6.alição Gursos 351/95 AlgebraBooleana - 1.alição (suplemento do cursode técnicasdigitais) 355/99 Cursode semicondutores - 5.4lição

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NOVA ELETRANICÁè umapu-

blicaçâo de propriedadede EDITELE - E dito ra Técnica Elet r ônic a Lt da. Reclaçâo, Administraçâo e Publicidade: R. Geo rgia .10 51- S, P.

TO DA CO ÂR.ES P ONDE NCIA D EVESEF ËXCtUS IV A ME N. A NOV A TE E NQ EREçADA ELETRONICA_ CX. POSTAL 30.141 - 01 00 0 - S. Paulo R E GISTROn .e9.9 49 -77P153

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a ruidos, Combaixoconsumoe altaimunidade industriais. o contadoridealparaaplicaçÕes

. Próprio para o uso em ambientes industriais, de alta presença de ruídos. . Baseado em moderna tecnologia CMOS o Imune a interferências com nível até 45% da tensão de alimentação o Baixíssimo consumo, podendo ser utilizado até mesmo em aparelhos portáteis a bateria. o Larga faixa de alimentação, não exigindo fonte altamente regulada. o Presença do acesso Blanking InPut, que possibilita a manutenção da contagem, conservando os displays aPagados.

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Procurando manter-se numa linha,gue obietiua possibílítar ao Ieítor comum a aquísição de nouas inJormações e o acompsnhamento do crescente auanço da tecnologia eletrônica. o NOVÁ ELETRÔ N I CA apr esenta ag or a um nouo môdulo contador, que empregs a tecnologia CMOS, e com isso permíte uma considerâuel redução do consumo e do níuel de ruído, alêm de uma largaJaixa de alímentação. Mais do que a simples inJormação, o NE atrauês de sua equípe têcníca facilíta o ocesso o mqis esse ap edeiç o am e nto te cn ol ó gí c o, lançando um kít com a nouo contador, de especíal interesse aos que lídam com equíPamentos - indusÍri-aís. N'OVA ELETRONICA259


Os contadores CMOS-LPC (low powercounter- contadores de baixapotência)mostramse superioresquandocomparados aos contadoresTTL comuns. como por exemploo já conhecido 7490e o decodificador 9368, utilizadosna revista12.Fazendo uma comparaçãodo consumo destes dispositivosTTL e dos n o v o s disp o siti vos CMOS , temosos seguintesresultados:

dificultamo u s o d e d is p o s it iv o s TTL convencionais.Estes possuem uma pobre rejeiçãoa ruídos e, desse modo, as interferências misturam-seao sinal, falseando d a d o s , d is p a ra n d o prematuramente ou prejudicando o funcio n a me n t po e rf e it od o circuito. Ex is t e m f a milia s d e TTL que po s s u e ma lt a imu n id a de a ruido,mas devidoà velocidade, consumo, custo total e

Ao ligarmosos respectivos displays,serãosomadosaos dados da tabelaos valorespor.eles consumidos. Teremosportanto, os valoresdo consumototal:

disponibilid a dneo me rc a d os, u a utilizaçãopráticaé bastantereduzida. P o d e ms e r a lime n t a d o sp o r Já o CMOS,com seu alto nivel de rejeiçãoa ruído,nãoapre- baterias devido ao seu baixo c o n s u moo, q u e f a c ilit as e u e m prego em equipamentosportáteis. Pelas características enumeradas,a fonte requeridaé de me n o rc o mp le x id a dee p o rt an t o -'-----"ì mais barata, que o tambemser, ve paracompensar preço o mais e le v a d od a t e c n o lo g ia CMO S. .

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c o ma lt aimu n id a d e a ru í d os . quanto Considerações à alimentação A in d a c o mp a ra n d oo T T L com o CMOS, este apresenta vantagensquantoà alimentação. O s d is p o s it iv oTs T Le x ig e mu m a a lime n t a ç ã od e 5 V t 5 % (m í n i ma4,75V e máxima5,25V),com uma baixa impedância.Com os CMOSnãohá essetipo de restrição, pois não exigemalimentação f ixa,emboradeladependao limit e má x imod e re s p o s tae m f re q ü ê n c iae a imu n id a d ea r u í dos.Podemtrabalharna faixade 3 a 1 5V , c o m c o n s u moa mé d i a s velocidadesinferiorao TTL;não requeremalta regulaçãona fonte, não produzemgrandesvariaçõesde cargae não necessitam grande número de capacitores d e d e s a c o p la me n t o e n t r e gruposde integrados.

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Ficam demonstradas assim, as vantagensoferecidaspelos contadoresLPCquantoao consumo. lmunidadea ruidos Outrofatorquetornao CMOSLPCatraente,é seu alto nivelde rejeiçãoa ruidos.Seu índicede rejeição varia de 35 a 45o/oda tensãode alimentação. lsso sign i Í i c aq u e o ci r cuitoestá imune do TTL, à interferência de qualquersinal senta as desvantagens espúrioque não excedaesse li. vistoque,co m 1 5 V d e a lime n t a mite. Essacaracterística habili- ção, pode rejeitarruídosde até ta-o a ser usadoem ambientes 6,75V. Seu custo não ê elevado. pois nessesambien- e tendea cair a in d ama is ,já q u e industriais, tes a presençade ruídoseletro- quase todos os fabricantesde eletrônicos,devido a arcos de TTLtambémo fabricam.Suafrechaveamento,interferênciade qüênciade t ra b a lh oa lc a n ç ao s RF de SCRse TRlACs,e outros 15 MHz,o que não acontecepat i p o s c om un s d e in terÍerência, ra as família sló g ic a se s p e c ia is 26oNovArrrrnorrca

RelaçãoentreÍreqüência, dissipaçãoe alimentação Pode-senotar,observandoa tabela acima, que o atraso de propagaçãoé o único parâmetro em que os dispositivosTTL superamos CMOS.Esteparâmetro g a n h a e s p e c ia l imp o rt â n c i a , quando estudamosa resposta do dispositivoem relação'àÍre-


TTL Vcc ìespostaem r e q uen cr a

5V

cMos 5V

CMO S

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10v

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45 MHz

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qüência.Mostramosacima, as estão em unidadesduplas,encaracterísticastipicas da res- quanto que os decodificadores postaem freqüência, sepaem função usados,sãoencapsulados da tensão de alimentaçãodos radamente.Nas figuras 3A/38 estão representadasas placas TTLe CMOS. Nota-se,portanto,analisan' de circuitoimpressodos contae dos dis. do os dados,que os CMOSexi' dores/decodificadores alimentação gem umatensãode maior à medida que aumentamos a freqüênciado sinal. O mesmo não acontêce com os TTL,cuja alimentaçãoé fixa e o limite máximo de freqüênciaé superior.A explicaçãoParao au' mento do consumodos CMOS estáno fatode queao se aumen' tar a freqüênciado sinal,a transição dos estadoslógicos dos transistoresinternos(videÍigura 1) é tão rápidaque duranteal' gum tempo ambos estarãoem c o n d uçã o . Co n seqüentemente haverâum aumentoda corrente sobreeles,devidoà diminuição da resistênciainternae assim, uma maiordissipaçãode Potên' cia. GURA 2 Podemostirar como conclu' plays, mostrandoa distribuição são, que os contadoresCMOS dos componentes e as respectia p r e se n tam - se praticamente faces vas cobreadas. ideaisem aplicaçõesondea fre' Essasplacas foram elaboraqüêncianão seja elevada,devido às suas caracteristicasde dasde modoque a montagemfic o n s u m o ,i m un id adea ruidose naldevaresultarnum uToformabaixo. Não do por elas. Na placa da figura custo relativamente no entanto,o 3A o único componentea ser firecomendariamos, seu empregoem circuitosde ve' xado,é o displayduplo Monsanlocidades mais altas, onde é to 6740.A face cobreadacontém necessárioum menoratrasode pontos de conexão,reservados p r o p a g a çã oe caracteristicas mais satis' freqüência/consumo I _-__J Íatórias. Montagem Na figura2,,temos o diagram a de b lo co s do contador suas representando CMOS-LPC, três partes básicas: contador, decodificadore mostradorou display. Observe que tanto os Escala1:1 contadores como os disPlaYs,

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ffií3 à uniãoposteriorcom a placada figura 38. Atenção para a colocaçãodo display,cuja pinagem você poderáverificar observand o a f ig u ra 4 . Montada a primeira placa, passeà segunda,na qual serão colocadosos outroscomponentes: contadores,decodificadores e resistores.Paraidentificação dos pinos dos Cls, utilize ASrHOgr3J:l AVOl"l

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mitadoresde corrente dos dis. plays,soldando-osà placae cortando-lheso excessodos termi. nais.Soldeos circuitosintegrados, desligandoo ferro no instante da soldagem para evitar pequenasdescargasprovenientes da rede,que poderiamdaniÍicaros Gls. Por último,conecteas duas placas,soldando-assegundoo detalheda f igura5. Após a montagemcompleta do módulo,verifiquese não houve escorrimentosde solda,que poderiamcausarcurtosou ligaçõesindesejáveis. A figura6 apresentao esquema elétricodo módulo com todas as ligações.Observeque temo s in d ic a ç õ e sd e 7 t ip os d e acessoao circuito,os quaispassamosa descrever: embalagensaté o momentode Vcc - terminal onde deve colocá-losno circuito. lnicie a ser ligadoo positivoda tensão montagemsoldandoos jumpers, de alimentação. Estapoderáser ou ligaçÕesde fios, nos lugares de 5 a 15 V. Lembramosque, indicados.Passe,em seguida,à quantomenorfor a tensãoVcc, colocaçãodos 14 resistoresli. tanto menorseráa respostaem freqüênciado circuito.Poroutro lado,com o aumentoda freqüênc ia d e v e a u me n t a ro c o n s u m o , mas sem ultrapassarjamais o valorde 500mA com os displays n o má x imob rilh o . Vss - Terminalde terra(0 V) da alimentação. fL - Latch Enãbte- Apenas memorizaa contagem dos decodificadores,mantendoestáticaa leiturano display.E ativado quando conectadoà Vss (GND);quandoligadoà Vcc,permaneceinativo. Tg - AtankingInput - Apaga os displaysmantendo-og, porém, a contagemnormal.E um acessobastanteútil quandose usa bateriaparaalimentação,já que os displays são responsá. veis por maisde 90% do consumo de potênciado circuito.Do mesmomodo que EL, é ativado quandoligadoà terra,permanecendo inativo quando conectado à Vcc. Reset1 e2 -Zeram os contadorespara iniciar nova contagem. Para sua atuação,devem

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Escala1:1

a i n d a a fi gu r a 4 . A montagemdeveser efetuada com cuidadosespeciaispara os integradosCMOS.Evitetocálos com aS mãos, devendo os mesmosser mantidosem suas

262NOVA ELETRONICA


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s e r l i g a d o sà Vcc.Duranteo P roc e s s o n o r m a ld e contagem,dev e mpe r m a n e ceàrterra. En tr ad a- Acessodestinado à i n j eçãod e sin a is.Quandoutilizados vários contadores,deve ser conectadoà saidado conta' dor anterior. Saída- Permiteo acessoà saída dos contadores.Se usados várioscontadores,deveser l i g a doà e n tr ad ad o P roximo. Atravesdessesterminaisde a c e sso , p o d e m os maniP ularo c o n t ad o rda m a neiraque nos deixac o n vie r . Na tur a l.mente, mos em suas mãos a tarefade procurara melhorformade aPro' dentrodas suasexigên' veitá-los, c i a sp a r ti cula r e s. Relaçãode Materiais 1 C l du p loco n tador45188 2 C l s d e co d ifi cadores45118 1 displayMonsanto6740 s kO %W 1 4r esistor e 1 1 olacade Cl NE30604 1 p l acad e Cl NE30608 1 me tr od e f i o r ig ido 1 m etr od e so ld a 7


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Nas muitasaplicaçÕes onde são necessáriasmediçõesabaixo de 1 volt,com a conseqüente elevada impedânciado instrumento,este circuitoé de grande ajuda,ampliandosuas possibilidades na bancada,com grande precisão.Além de ser preciso, ele é prático,pois foi projetado parater o Íormatode uma ponta de prova,que pode ser manipulada facilmente;para utilizá-lo, basta ligar seus dois plugs aos terminaisde entradade seu aparelhode medida.E, aindapor cima, tem um consumobastante baixo, podendo assim ser ali. mentadopor uma pequenabateriade 9 volts,inseridana mesma caixa,juntamentecom o circuito. CMOSadapO milivoltimetro ta-se a qualquer instrumento, porquenãopassade um amplificadorde tensão.PodeserdefiniNovA ELETRÔxtcezos


em dia, podem ser facilmente graças à introdução, recenteobtidas c o m a mo lif ic a d o re s mente,em nosso mercado,dos e x c e le n t e s a rnp l i f ic a d o r e s operacionaisintegrados. Eles forComo o circuito vai trabalhar operacionais BIFET. geraçãode opemam uma nova com tensões muito reduzidas,é importanteque sua impedância racionaisintegrados,combinando caracteristicase vantagens de entrada seja elevada, pois, dos transistores de efeito de em caso contrário,as medições (FEn e dos transistores serão pouco precisas ou total- campo bipolares comuns(casovocêdemente incorretas.Em nosso caseje obter maioresinformações so, isso não é problema,já que o sobre os BIFET, .recorraao arcircuito eletrônicooferece uma <Venha impedânciade 10 megohms tigo págs. conheceros BlFET', nas 215do n.o 8 de Nova em sua entrada;isto significa Eletrônica). que ele exigeumacorrenteminiO amplificador operacional ma paraseu funcionamento,não tendo quase influênciasobre o que utilizamosem nossokit é o circuitoonde está sendofeita a CA3130,da RCA, e possui trando, mais exatamente,como um sistores do tipo MOSFETem medição. amplificadorde alta impedância seu Tais niveisde impedânciade *'ter estágio de entrada.Parase de entrada e ganho ajustável, uma idéia da superioridade duas caracteristicasque, hoie entrada tornaram-se possiveis desse componente sobre os o p e ra c io n a is n o rma is , e m apenasum parâmetro,basta dizer que o tradicional 741 apresenta uma impedânciade somente 6 megohms,êm sua entrada,contraos 1000Mn do CA 3130. A caracteristica do ganho ajustávelnão é segredo,pois é obtida facilmentecom uma realimentaçãoadequadado amplificadoroperacional(figura1). Descriçãodo Íuncionamento Na figura2, temos o circuito completode nossomilivoltimetro CMOS. Trata-sede um amplificadorCC não inversor,realimentadode modo a exibir um ganho igual a 10, aproximada; mente.De modo a evitarproblemasque poderiamsurgir,devido à elevadasensibilidadedo circuito, colocou-seo resistorde 10 megohms (R3) em paralelo corn a entrada,reduzindoa impedânciaa essevalor.O resistor R4,em série com a entradanão inversora,limita a correnteque c irc u la ria p e la me s ma , c a s o houvesse uma sobretensãona entrada.Os capacitoresC1 e C2 proporcionamuma melhor estabilidade ao circuito, enquanto os resistoresR1 e R2 fazem parte da malha de realimentação (que produzo ganho de 10). E R5,por fim, é um trimpot,com a função de providenciaro "null offset", ou seja,zero volt na saída, quando tivermos zero volt 266NovA errrRÔllce

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na entrada; tal ajuste torna-se necessário,devido a eventuais d e s b a l an ce a m e n tosda fonte si métricade alimentação. Falandoda fonte de alimentação,é ela mesmaque aparece na parte inferiorda Íigura 2, Íormadapela bateria,um transistor e três resistores.R7,R8,R9e Q1 constituem um divisor de tensão, para transformaros + 9 V da bateria nos + 4,5 V; -4,5 V necessáriospara a alimentação do circuito;o pontode uniãoentre R7 e o emissorde Q1 foi tomado como o terminal terra do circuito. Gomojá haviamosdito, o gan h o d o cir cu itoé igual a 10, o que significa qué toda tensão aplicadaao mesmoseráampliÍicada 10 vezes. Entretanto, há uma limitaçãoquanto à tensão máximaa ser medida, que é de + 300milivolts,sem introdução de erro na leitura. A partir dos ! 350mV de entrada,o circuito entra em saturaçãoe apresenta a tensão constantede t 3,5 V na saida. Dessa forma, lembrese, quandofor utilizara sonda, de não ultrapassaresse valorde tensãode 300mV. Observação: Esse conselho tem mais o objetivoda tidelidade de leiturado que de proteção ao circuito.A sondanão serádanificada,se sua tensãode entrada ultrapassaros 300ou 350mV; na realidade, ela contacom uma boa margemde proteção,de até 200 volts. Assim, é necessário um certo cuidadoao manuseara sonda,como qualqueroutro instrumento de medida, mas ela não correrá perigos até os 200 volts de entrada. Montagemdo kit A montagemdo milivoltimetro CMOS é bastantesimples, graças aos poucos componentes envolvidos.Todoseles serão instaladossobre uma pequena placa de circuito impresso,ficando de fora apenasa bateria. Não é precisose preocuparcom p o l a r i d a d e de componentes, também; o único componente que vai exigirum poucomaisde atençãoé o amplificadoroperac i o n a l , co m o ve r emos mais

adiante. Na figura3, pode-seobservar a placade circuito impressoda sonda, em tamanho natural, e vista pelo lado dos componentes. A montagem,como regrageral, deve semprecomeçarpelos componentesmais (robustos),, ou seja, aquelesmais resistentes ao calor, e terminarcom a soldagemdos circuitosintegrados. lsto vale também para o nosso caso: inicie a montagem soldandotodos os resistoresem seuslugares.Comoestãoincluídos, nessecircuito,três resistores de precisão(1%, metalf ilm), talvezvocêtenhaalgumadificuldadeem interpretaro códigode valoresimpressonos mesmos; em caso de dúvida,consultea relação de componentes,onde há uma equivalênciacódigo/valores. A seguir,soldeos dois capacitores do circuito e, depois,o trimpot. Em seguida,instale e soldea chaveminiaturaliga/desliga. Você pode soldar o transistor, agora;para identificarseus terminais,consulte a figura 4. Os terminaisde ligaçãodevem ser soldadosa todos os pontos de entradae saida da placa de circuitoimpresso. Finalmente, chegoua vezdo circuito integrado.Ao contrário da maioriados integradosque estamos acostumadosa ver, o Cl1 tem encapsulamento metálico e os terminaisdispostosem círculo;na figura4, junto com o transistor,pode-sever a distri-

buiçãoe a localizaçãodos pinos d e Cl1 . Esse integrado,pelo Íato de pelatecnolo. ser confeccionado gia GMOS,é sensivela cargas eletrostáticas;ele possui proteção interna, que resolve esse p ro b le ma , ma s , d e q u a l q u e r modo,é convenientetomarcertas precauçõesao manipulá-lo. Essas precauçõesse resumem em não tocar demasiadamente nos pinosdo integradoe de não colocá-lo,na medida do possível, sobre superficiesisolantes e sim, sobresuperficiesmetálicas e condutoras. Caso você queiraestarseguroda integridade de Cl1 enquantoo estiversoldandoà placa,apanheum pedaç o d e f io n u , d e u n s 2 c m d e comprimento, e enrole-oem volta de todosos terminaisdo integrado, próximo à carcaça do mesmo;não esqueça,porém,de retiraro fio, depoisde ter soldado o integrado. Uma outra precauçãoa ser observadadurante a soldagem: é preferívelsoldar o integrado com o soldadordesligado,isto é, aquecê-loo suficiente,retirar

NOVA ELETRONICA26T


vem ser feitas agora e consistem em: ligaçãocom o conector da bateriae ligaçõesde entrada e saída.Elasaparecemna figura 6: o Íio vermelhodo conectorda bateriadeve ser ligadoao ponto r * r da placa, e o fio preto, ao ponto <->i os fios conectados na entradae na saídado circuito, devem ser passados pelos seus respectivos orificios, feitos na caixa da sonda,antes de seremsoldadosà placa. Uma observaçãoa respeito terminars dos fios ligadosà entradae saitipo da do circuito:elessão constitubanâna (ao multímeto) idos por um par de pontas de prova de multímetro, uma vermelhae uma preta,que não são . fornecidascom o kit; você deverâ adquirí-las separadamente. Essas pontas de prova devem ser cortadas,a 10 cm, aproximadamente, da extremidade que possuio terminalbanana(vejaa figura 6); essa metadeserá soltegrado. Terminada essa operação, dada à saida do circuito (para não é precisomais se preocupar, que os dois terminajs banana com Cll, pois ele passa a ser sejam conectados ao multímeprotegidopelo circuito da placa. tro, como se vê na foto de entraObserve,na figura 5, o aspecto da). da placa de circuito impresso A outra metade,a dos termicom todos os componentesjá nais de prova,será conectadaà instalados(massem as ligações entrada do circuito e serviiâo, externas). depoisde prontaa sonda,como Essas ligaçõesexternasde- pontasde provada mesma(visiveis,também,na foto de entrada). Dessaforma, depois de cortar as pontasde provada maneira descrita, introduza as duas metades,vermelhae preta, pelos furos apropriadosda caixa,e solde-osà placa (os fios pretos nos pontosde terrae os fios vermelhos aos pontos uA, e u8,,, como indicaa figura6).

AOS ÍERMINAIS BANANA

AOSTERMINAIS DE PROVA

Seu (plug" da tOmadae então, soldaroq pinos de Cl1; caso o soldador esfrie demais, antes que vocêtenhaconcluidoa operação,ligue-onovamente,espere que esquente,desligue-oe prossiga na soldagem. lsto é paraevitarque qualnecessár'io, quer pequena tensão, quase semprepresentenas pontasdos qoldadores,possadaniÍicaro in-

Pausaparacalibração Antes de concluir a montagem e fechara caixa,é conveniente proceder à calibração de seu milivoltimetro CMOS.Essa operaçãonão oferecediÍiculdades, pois trata-seapenasde ajustar o nnull ofÍsetu do circuito, pois,como já dissemos,devido ao fato da fonte não ser perfeitamente simétrica,a sonda poderia apresentaralgumatensãona saida, sem a presençade sinal em sua entrada;como isso po268I{ovAErrtnôuce


deria introduzirerros nas medi. das, torna-senecessárioo ajuste, atravésde um trimpot.Quanto ao ajuste de ganho, ele tornou-se desnecessário,graças ao empregode resistoresde precisão na malha de realimentaçâo do operacional. Para efetuar a calibração, proceda da seguinte maneira: primeiramente,curto-circuite os terminaisdo capacitorCl(com um pedaçode fio nu, por exemp l o ) ; e mse g u id al,i gueum multímetro à saída do amplificador, comutadoparaa escalade 3 VGC, ou menos,e ponhaa sondapara f uncionar. Observe, agora, o comportamento da agulha do instrumento(ou valor representado no odisplayo,no caso de multimetrodigital);se ele apresentar alguma leitura, gire o trimpot R5 da sonda, até que essaleituraseja iguala zerovolt. Feito isto, a sonda está calibrada; retireo curto de Cl e, se quiser,fixe R5com Umpingode cera de vela. Voltandoà montagem C o nclu in d o a montagem,

resta apenasfixar a placa à cai. xa, parafusando-se a chaveliga/ desligaà tampada mesma.A ba. teria deve ser inseridana caixa, também,ficando ao lado da placa, depoisde prontoo conjunto. No geral, o kit montado ficarâ com o aspectodo desenhoda fi-

gura7. Agora,é só Íazermediçõese maismedições,explorandoconvenientementea área das ten. sões menores de 1 volt. Bom proveito.

Relaçãode componentos Rl - 100ko' - 1% (código:1003) R2- 10kn - 1% (código:1002) R3-10Mn -S % -1 lB W R4 - 2,2Mn - 5% - 1/8W R5- 100kn - trimpotminiatura,linear R6- 1Mo - 1 % (c o d ig o : 1 0 0 4 ) R7 - 5,6kn - 5% - 1/8W RB- 39 ko - 5o/"- 1l8W Rg - 56 krr - 5olo- 1/8W C1 - 10 nF (0,01uF) pF) C2- 1nF(0 , 0 0 1 Q1 - B,C237

crl - cA 3130

81 - bateriade 9 volts CHI - chaveHH miniatura Placade circuito impresson.o3058- NovaEletr'ônica Conectorparabateria Soldatrinúcleo

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reação,quandoé feita correção nas freqüênciasmais altas ocor' { d8l re um fenômenoabsolutamente +2 0 indesejável.O que de fato acon' tece é que, uma Partedo sinal +to útil chega atenuadoem maior medidaque o ruidoque se dese' ja suprimir. o No esquemaque Propomos (vide figura 3), este Processo vem subdividido em duas Par' -1 0 tes.O sinalé primeiroamPlifica do linearmenteem relaçãoà fre' -20 qüênciae, em seguida,vem aco' plado o efeito de equalização, 500 1k 2k 20 50 100 200 resultandoque ambos, sinal e Í r equênc ia( Hz ) ruido do primeiroestágio,estão RI AA' c ur v a de gr av aç ão sujeitosa este efeito.Em conse' qüência, o ruido a freqüências também é atenuado,e elevadas decidas curvas Padrões,como RIAA (RecordinglndustryAsso- "'desse modo se obtém o funciofiguras Nas por exemplo as ditadas pela ciation of America). 'l e 2, podemos ver as curvas namento com base no assim RIAAde gravaçãoe reprodução. ChamadO "rUidO eSCUfO),, COm **** . rt ** ** ** * * * * * * * conseqüentemelhoriada rela' As aplicaçôessão várias;da-* PÉ-ampliÍicadorese Equalização ção sinal/ruido. Ì * Ïmos apdnasálgumassugestões: QuándousadascáPsulasde indicadoresÌ velocimetros, LTacômetros, reproduçãomagnética,o méto' Funcionamento pressãode óleof Xde nivelde combustivel, No esquemamostradona fido mais comum de se obterem voltimetros,medi-l I(.ili), amperimetros, gura 3, o primeirocircuito inteconde equalização efeitos os potêncla,ÍreQüen-l idores de resistência, grado é um amplificadoroperainicial no estágio criar, em siste *címetro, etc. conectadonuma monta' cional, de+Substituio tradicionalgaLï de amplificação,uma reação Com gem amplificadora,com respospendente da ÍreqÜência. tvanômetrocom a vantagemt este sistemaconsegue'seainda ta lineare ganhoprÓximoa 13. Ide não possuirPeçasmó'Ï fazercom que a ainPlificaçâoreA impedância da cáPsula q_uedesgastamcom o+ sultante seja, como de hábito, magnéticaé baixa em relaçãoà fyeis de entradado amPlisuficienteparaelevaro nivel do impedância *remoo' EffiI advalor é o motivo Pelo a um este ficador; disponivel sinal t ffi* preferível qual adotar um cir' é missivel. fisérie, PróPrio em reativo cuito qualTodavia, assim como D no menorvaS#para ruido o manter quer ruido parasita, Produzido * -EGI possivel. lor -Í * internamentepelo amPlif icador, Permitevariaçãona dispo-1 rlsicao e na escolhadas coresdos led's,o1 O sinalde entradaé aplicado não chega comPletamenteatenuado à parte onde se opera a ao pino 3 de Cl1 (entradanão-in' ïqr" totn" o circuitoversátilparaas vá-* ganho

+ quevocêimaginar. Jrias apticaçÕes + de 9 a 12VCC. l- alimentacão IpoO" Íuncionar como temporizador,t um ca-[ Ioastando pl1l_'."_t:_""t"scentar +pacitore um resístor' a

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(oet +20

+10

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-20 1k 500 Írequênci a (H z I

100 200

******************

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Vcc

(r5v-24v)

c 1 2'2yF

*lI

+

Jc2 4yÊ T2K JL

R2 10krì,

versora),através de C1, sendo Dartede um circuito reativo'ao qual tambèm Peitence R1. No terminalinversor(Pino2) estão

ov

conectados R3 e_C2, que d."Y"T fornecer a tensão necessáriaà polarizaçãoe constituem um sistemade estabilizaçãotérmi-

ca.

No pino 7 do primeirointegrado,deve ser aplicadoum Pot e n c ia l c o n t in u o , P o si t i v o

! da]l,e, atra$ados n1|1n8r0$ do n:1ao n:13

encontram-sena: ay, ipiranga,esquinacom a rua ste efigenia

s,P

"hattca dojuarEt


( + Vcd em relaçãoà terra,entre 15 e 24 volts, para alimentação oo circuito.O mesmopotencial deve ser aplicado ao pino 7 de Cl2 e os pinos 4 (de Cl1 e Gl2) devemser ligadosà terra. N o p in o 6 de Cl1, temos a saida do primeiro estágio de ampliÍicação,a qual é aplicada através de R4, ao pino 2 de Cl2,

Í (Hz) 20k 15k 10k 8k 6k 5k 4k 3k 2k 1 ,5k 1 ,0k 800 500 400 300 200 150 100 80 60 50 40 30 20 * Pontode reÍerência FIGURA

274NovA EIErRÕnrca

partede um circuito reativocuja caracteris t ic ad in â mic a v a ria com a Íreqüênciado sinal recebido. Na realidade,faz-seuso de um circuito reativo em série, constituidopor R6, R7,Ca e C4, que permite obter a curva de compensaçãonecessáriapróxima da curva RIAA.O ganhodeste estágioé iguala 1, na treqüência de 1 kHz.

Nossoprá-ampllíicador G ídBì - 20,3 - '17,8 - 13,5 -' t2 ,0 - 9,3 - 8,0 - 6,3 - 5,0 - 2,7 - 1 ,1 0 0,6 1 ,8 2,4 4,0 6 ,1 8 ,1 10,8 12,3 15,0 1 6 ,1 17,4 20,0 21,5

NormaRIAA G (dB) - 'l g,ô

- 17,2 - 13,7 - 11,9 - 9,6 -8,2 - 6,6 - 4,8 - 2,6 - 1,4 0 0,7 2,6 3,8 5,5 8,2 10,3 13,1 14,5 16,1 '17,0 17,8 18,6 19,3

O ganho total do circuito é tal que,nos permite dispor de um sinal na saidacom amplitude considerável(de 65 a 70 mV), utilizando-seda quase totalida. de do sinal fornecido por uma cápsula magnética moderna:5 mV, à velocidadede 5 cm/seg,, na freqüência de 1 kHz. ganho O do primeiroestágio pode porém, ser calculado de acordocom a sensibilidadedo transdutorde entrada,possibili. tando ainda que se reduzaa largura de banda em favor de um ganho mais alto, devido às caracteristicas de compensação interna fixa dos amplificadores operacionais 741. A figura4A é um grâficoque representaa curva tipica de equalizaçãoem função da freq ü ê n c ia , d o p ré -a mp lif i c a d o r , comparadacom a curva padrão RIAA que deve ser usadana reproduçãodo sinal.A tabelada figura 48 contém os valoresusados na construção do gráfico, sendo que os valores experimentais foram tomados sem cargana saida.Nota-sepela cur. va, que b niveldo sinal atingeo valorde 20 dB na freqüênciade 15 Hz e uma atenuaçãode -20 dB na freqüênciade 15kl-tz. Montagemdo pré-ampliÍicador O kit do pré-amplificador constitui-seapenasda placade 18


Âc|}rÔFT3l3 AVOl,t

E SCAL A- 1 :1

circuito impressoe dos resPec' tivos componentes,sem qual' quer encapsulamento ou caixa que o contenha. Desse modo, você está livre para elaborara sua própriacaixa ou incorporar o pré-amplificadorao equipamentoqueiá possui. A montagem,portanto,resume-seem soldar os componentes na placa,a qual pode ser observadapelafigura5, ondeestão superpostasas duas faces:dos componentese cobreada.

indicadas respectivamentecomo lN e OUT.As ligaçõesexternas deverãoser feitas uti cabos blindados,sendo que blindagem deve ser junto aos pontos assinal

comoterrado circuito.Os con

dutores centraisdos cabos,devem ser ligadosà entrada(aquele que provémda cápsulamagnética)e à saida(o destinadoao estágiode amplif icação). Concluindo,o nossocircuito apresentou nos testes as seg ui ntes caracteristicas: Comecesoldandoos compo70mV nentes menores,capacitorese Saida . . . . 65dB Relação . Sinal/Ruido resistores.Em seguida,identifi0,5dB RIAA que a pinagemdos Gls, com o Equalização auxilioda figura6. Note que os Lista de componentes pinos utilizadossão apenaso 2, R 1 -4 7 k n 3,4,6 e 7. Os Cls devem,sempre R 2 -1 0 k o que possivel,ser soldados por R g- 1 2 0k n último,pois são mais sensiveis R4- 3k3n à elevaçãoda temperaturae po- R5- 2k7n deriam ser danificados ao se R ô -3 9 k o z -3 k 3 o soldaros outroscomponentes. R R 8 -1 2 k o

MA1003

Fixados os componentes,o R 9 -1 2 k n os resrsÍores pré-amplificadorestá Pronto Iodos sãode 1/tde W para a ação. Observe que a en- C1- 2,2yFx25Y tradae a saidado oircuitoestão C 2 -4 y F x 2 5 V

pinoI

C a - 1 q )n Fx 1ô0V G4- 22nF x 250V Cg-2,2yFx25Y C 6 -5 0 p F x 25V ou 4 7 y F x 16V C fl e C f2 -y A 741 (ouequivalenteem plâstico) encapsulamento Diyersos.' Placade clrc Inìpr NE3o59I00x 50 mm 1 m de soldatrinúcleo.

19

MAIO23A


BANCADA DESERVTÇO:

ACeSSOrrOSUter-S -aataa

paratacilitar as suas montagens

Um dos aspectosque não deue ser menosprezadopor qualquer pessos que tenta se ínícíar na eletrôníca, ê o do conhecímento ds melhorforma de utílízação dos dÍuers_o-s ferramentas de trabalho, alíado ã boa organízação dibancada de serúíço. ' NesÍe artígo, procuraremos mostrsr aos afíccíonaìlosda eletrôníca, em especíalaos príncípíantes, díuersosíntrumentos que poderão ser uolÍososna execuçõo de trabalhos prâtícos. T . F uku ch ima, Y. Ka na y am a, M . A. de Souza. F.A. Tavares.D. HilsdorÍ e P. Zoboli.

Em qualquerprofissãoque se pretendaseguir,mesmo freqüentandoboas escolas,não é possivelque se aprendatudo principaln o sm i ni m osd e talhes, mente no que se refereà parte prática.Somentecom tempo e muita dedicaçãoé possíveldominá-lasatisfatoriamente. Com relaçãoà eletrônica,o problema nem sempre está concentrado na sua extensateoria.Explicando melhor:atravésde diagramas esquemáticose muita leitura, p o d e m os e n ten d ê-laqualquer que sejao campocom o qualestejamoslidando.A questãoprindo papel cipal,é a transposição à prática. São justamente os o b s t á cu lo s com p lementares que atrapalhambastantea exe276NOVAE|"Ernontcn

cução efetiva.E precisoconheSUPORTE cer os componentes,a técnica PARAFERRODESOLDA de soldagem,manuseiode alicaEm geral,paradescansodos tes,chavesde fenda,instrumen- Íerros de solda quandofora de tos de medição,etc. uso, existempezinhos,às vezes rudimentares,que não são verPara facilitar ao máximo o práticosnumasedadeiramente desenvolvimento da prática,se- qüênciade montagem. As indúsja numa montagem,conserto, trias, nas linhas de produção, experiência, etc., existemaces- usam tubos bem largosparatal sorios e ferramentasque ofere- fim. Entretanto,existe um sucem inúmeros recursos.Colo- porte bem simples, adequado cam mais ordemna mesade tra- para quase todas as marcas de balho,além de torná-lamais raferros oe até 50 ou 60 W. É conscional e produtiva. Permitem maior clarezanas experiências, tituidode umabasecom um certo peso paramantero equilíbrio análisese medições;mantéma (Cabeçafrescao,o que resulta e uma espiral cônica, feita de arame, que serve de bainha e num melhoraproveitamento. mantéma temperaturada ponta Em muitos casos, tratam-se do ferrosempreequilibrada. Evide apetrechosque devem ser ta-se desse modo, a perda de usados também por profissio- tempoem repousaro ferro,além naisjá tarimbados, vistoqueaju- do que,tem-seuma maiorsegudam bastantena produtividade. rança quanto a acidentes por 20

ï Y

4


queimaduras e danos materiais p o rd escu id oEm . g eral,o supor' te possuina partefrontal,um rec e p t ácu loo n d eé colocadauma e s p u m ad e b o r r a chaou P ano, q u e e mbe b id o sem águaservem para limpezada ponta do ferro ( f i g u r a1 ) . Este p r ocessorem a vantagemde não gastara Ponta (o que não ocorprematuramente r e q u an d oa m esmaé limada,lialém de man' xadaou raspada), tê-lasempreestanhada. PARAPLACAS SUPORTE IMP RE S S O D ECIR C U ITO disP ositiO utr oin ter e ssante é um v o ,d e ap lica çã og arantida, suportepara fixaçãode Placas d e c i r cuito im Pr esso.P ode ser Dresona mesa ou bancadaPor m e i o de m o r d e n te(figura2) ou p a r a f usa d on, u m modelo mais s i mp les.Os "ch ifres,)que recebem a placa,têm canaisêl'Íì<Vrr p a r af acilitaro e n caixeda mesda sua m a , i n d e p e n d e n temente e s p e ssur a .São reguláveis e mantêma Placaf irme,o que torn a o s eu m a n u se ioextremament e f á c i l e p r á ti co.EncontraaP licação nos consertos,exPeriênc i a s ,an á lise s,m e dições,etc (Íi' o desenvolvig u r a3) .Po ssib ilita m e n t ode u m atécnicade montag e m b a stan te si mP les, cuias e t a p as p o d e m ser resumidas n a ss eg u in tes: A - colocam-setodos os com' ponentesnosseusresPectivos furos; b - co m u m a e sponjabem espessaservindode almofada

FIGURA 4

NOVA ELETRONICA 277


FIGURA 6

FIGURA 5

gira-sea placaparatrás (fig u r a4 ) ; c - faz-sea soldagem(figura5); d - c o rtam - seos terminaisem e x c esso . FER R AM ENTA S PAR ADESSOL DA GE NS Ap e sard a g r a n deevolução t e c n o l o g icad a e le trônica,está

evidentequ e n ã o s e c h e g o uà perfeição; em razãodisso,os danos e cons e q ü e n t e cs o n s e rt o s são inevitáveis. Com a progressivacompa c t a ç ãeo min ia t u riz a ção dos comp o n e n t e se c irc u itos é precis oq u e , p a ra le la me n te, se apure ma h a b ilid a d ema nuale os ins t ru me n t ods e re p a -

ro, para evitar que um defeito s imp le ss e t ra n s f o rmee m a l g o irrecuperável. A re mo ç ã od e q u a lq u ecr o m p o n e n t es o ld a d oé p ro b lem á t i c a , p rin c ip a lme n t see e s t e f o r u m c irc u it o in t e g ra d oo u f i z e r p a rt ed e u m c irc u it od e d e n si d a d e e le v a d aO . c u id a d oma i o r a


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ser tom a d oé re la t iv oa o s f ile t e s condut o re sd a p la c a imp re s s a , evitandoq u e e le s s e d e s c o le m, e m t ra b a lh oa d io que res u lt a ria cional p a ra re p a rá -lo s .O u t ro problemaé, o d e imP e d irq u e a solda de rre t id as e e s P a lh eP ro vocand o in t e rlig a ç õ e simP e rceptíve is e i n d e s e já v e is . de solda Sugadores P ar a a u x ilia r n a re s o lu ç ã o dessesp ro b le ma se, x is t e mf e rrament a s a d e q u a d a s ;d e n t re elas estãoos sugadoresde solda a vác u o ,q u e P o d e ms e r ma nuaisou a u t o má t ic o sO. s ma n u ais,cuj of o rma t ole mb rau mas e váringahip o d é rmic aP,ro d u z e m cuoatra v é sd e u m P is t ã oa c io n a do por mo la ,q u a n d oe s t ae d is paradap o r u m g a t ilh o(f ig u ra6 ). o seu us oé s imp le su: mav e za rmado, c o m u m f e rro d e s o ld a derrete-seo ponto desejadoe o soldadorcom o bidispara-se co sobreo ponto,fazendoassim a sucç ã o(fig u ra7 ). Hâ d iv e rs o s taman h o sd e b ic o P a ras u g a d o res,em geralrecambiáveis. O s u g a d o r a u t o má t ic o é compo s t od a me s mas e rin g as u gadorae p o r u m s is t e mad e v á cuo mot o riz a d o u a P is t ã oG . eralmen t eé u s a d oe m in d ú s t ria s ou ass is t è n c t taé c n ic a ,q u e e x i-

gem maior rapidez. No sistema a motor, o vácuo é contínuo,sendo a sucção controladapor um disPositivomecânico. No outro, o vácuo ó Produzido por um Pistãoacionado Por meio de uma bobina eletromagnética(figura8). Dessoldadores Os dessoldadores dif erenciam-sedos sugadores,Por eles

FIGUR.A9

mesmos derreterema solda e fazerem a sucção. Existem três modelos conhecidos.Todos são constituidospor um ferro de solda providode um bico oco especial, adequadoà sucção, e uma câmara onde a solda é acumula.da.A diferençaentre os diversos modelos, está no sistema de sucção. NOVA ELETRONICA2T9


tubo de

{ 7tr r F IGURÂ I2

FIGUR.AIT

O t i p o m an u a l,possui uma b o m b i n h ad e vácu o,localizada no cabo do ferro de solda, pod e n d oestase ra p istão(figura9) o u à s er i ng ade b o r racha(figura 1 0 ) .A ca d a sug a d a,o sistema deve ser rearmadomanualment e . O f e rr one sseti pode sugador é g e r a lm e n te d e 50 a 100watts.

O dessolda d oar p e d a l,t e m o v á cuo produz id op o r u m ê mb o lo , acionadoa p e d a l,e q u e s e ma n tém içado p o r in t e rme d iod e uma mola(fig u ra1 1 ).O a u t o má tico, possu iu m s is t e mad e v á cuo a moto ro u a p is t ã o a , c io n a do porum sole n o id eid , ê n t ic oa o usaoo no s u g a d o ra u t o má t ic o

(figura 12). Acreditamos que o instrumental apresentado,tenha mostrado a você boa parte de sua utilidade e potencial de aplicação. Diante disso você realmente não deverá mais ter duvida, em incorporá-losà sua bancada de serviço.

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DECOMPUTADORES ANALOGICOS EsÍom,os uiuendo numa êpoca em que praticamente qualquer problema matemâtico pode ser resoluídopor um computador dígítal, desde a pequena calculadora de bolso, atê o grande sístema de computadores. Apesar de os computadores dígítaís terem prouado sua eficócía nesse campo, existem muítos problemas que podem ser solucíonados maís facílmente com o auxílío de um computador analógíco. Veremos, ossím, este mês, como é possíuel montar um círcuíto bâsíco de côIculo analôgico, efetuando diuísãoe multiplicaçõo, com apenss um amplificador operacíona! típo 747 e maís uns poucos componentes. 25

Este circuito, logicamente. não pretende ser tão Preciso quanto uma calculadoracomercial de bolso, mas executa bem o seu trabalho, que é o de demonstrar a operação de várias funçÕes importantes dos computadoresanalogicos. ComParemos, antes de Passarmosao clrcuito, as vantagens e desvantagens relativas dos comPUtadores analogicose digitais. Analogico x digilal Todos aqueles que iá utilizaram uma calculadora,portátil ou não. sabem que o resultado de um calculo. no (,display,.e preciso ate o ultimo digito. pelo meN O V A E L E T R O N I CA 2 8 1


n o s .A ssim ,a p r e cisãotípicade tais máquinaspodevariarde 8 a 1 6 ,o u m ais,d ígitos. O s com p u tad oresanalogicos, por sua vez, não exibem, nem de longe,tal nívelde precisão.Na realidade, o resultadode u m c á l cu lod e u m computador analogicopode apresentarum erro de ate alguns por cento. Mas, mesmosendo menos prec i s o q ue as m á q u inasdigitais, os computadores analogicospodem ser usadospara (simular,) u m p r o b le m ad o mundo real com umafidelidade muitomaior. U mc o mp u tad oar n a lógicopode, por exemplo,ser utilizadopara simularo vôo de uma aeronave o u o f l u xod e u m r io .Girando-se s i mp l e scon tr ole sno paineldo mesmo,e possívelvariarinúmeros parâmetrose receberos resultadosde imediato.O operador desse computadorteria a p o s s i b il i da d eta, m b ém,de estudaros efeitosdo vento,temperatura,chuvae outrosfenômenos atmosféricos,sobre a fumaça l a n ç a d ap o r um ach a miné,ao gique simulara r p o t en ciô m e tr os, riam a variaçãoda velocidadee direçãodo vento,precipitação e temperatura. E, ao contráriodos computadores digitais,os resultadosde um computadoranalog i c o s ã o for n e cid o sno (tempo realn,ou seja,tornam-se disponíveisi nstantaneamente. Em conclusão,poderíamos resumir as diÍerençasbásicas e n t r eo s d o isti po sde máquinas: e n q u a ntoo s com p u tadores digitais são projetadosparaprocessamentode dadosem largaescala e para exlbir uma grande precisão,os computadores anal o g i c o snã o tê m r iva lna simulaç ã o d e um com p le xoproblema matemáticoou Íísico. O aÈpliíicadoroperacional e O amplificadoroperacional o componentebásicodos comp u t a d o r e san a lo g icos.A ntigam e n t e , e r a d ifícil montar um devidoà d e s s e sam plifi cad o res, grande quantidadede compoHojeem dia, n e n t e senvo lvid o s. graças à eletrônica integrada, existem amplificadoresoperaem circuic i o n a i senca p su la d os 282NOUAr.re'r$ôNlCn

DrsPosrçÃo |NÍERNA Do 74ì EM 5EU5DOISTIPOSOE EN C APSU T AM EN IO. ( vtsTos poR ctMA )

tos integradosde apenasI pinos. Para que você compreenda melhoro circ u it oq u e v a mo se x poÍ, é convenienteque você aprenda ou re le mb re a lg u n s pontosbásicossobreos circuitos de amplif ic a d o reosp e ra c io nars: O arnpliÍicadoroperacional consistede um ampliÍicadordi. Íerencial,com duas entradas; umadelasé c h a ma d ad e e n t ra d a (-) e a outra,de entrainversora da não-inv e rs o ra (+ ). Um s in a l, aplicado à e n t ra d a in v e rs o ra , e v e rt id an, a tem sua pola rid a d in saídado am p lif ic a d o r; a p o la ridadedo sina ln ã o e mo d if ic a d a , se ele for aplicado à entrada nãoinversora.

Poroutrolado,se aplicarmos um sinal a cada entrada,simul. taneamente, teremos,na saída, a diÍerençadessesdois sinais. Exemplo:se injetarmos6 voltsà entradanão inversorae 2 voltsà entrada inversora,teremos 4 v o lt s n a s a í d a d o a mp lif ic a d o r o p e ra c io n a l. Na prática, a operaçãodo a mp lific a d o ro p e ra c io n ael m a i s complexa,pois apresentaganho, q u e a p a re c emu lt ip lic a d op e l a diÍerençade tensões,na saida. Uma f o rmu lab a s t a n t es im p l e s exprimeessarelação: Vsaida- G(Vt-V2), ondeG é o ganho,e V1 e V2 são as tensõesaplicadasàs entradas não inversorae inversora, respectivamente. E s s af o rmu lae mu it o imp o r tante,porquemostraqualo nível de tensãoque podemosesperar na saidado amplificadoroperacional, conformeos vários ganhos e tensõesde entrada.Ela mo s t ra ,t a mb e m,c o mo u m ú n i co amplificadoroperacionalpod e s e r u t iliz a d oc o mo u m mu l t i . plicador,fazendoseu ganhoser mu lt ip lic a d op e la s d if e re n ç a s de tensÕes de entrada. E p o s s í v eel mp re g aor a m p l i f ic a d o ro p e ra c io n adl a ma n e i r a d e s c rit a , u t iliz a n d o -s ea p en a s um sinal (e, portanto,apenas uma entrada),se a entradanão utilizadafor ligadaà terra.As-

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2 3 4 5 67I rrrusÃo Desaíoa (Vsoído)


s i m, con sid e r a n doo potencial de terraiguala zero,aquelafórmulateriao seguinteaspecto: Vs aíd a =G ( V1 -0)=GxV 1 E possivel,ainda,variaro ga' n h o d o am p lifi cadoroP eracional,de maneiracontroladae Previsivel,ao variaro valorde um reconecsístor de realimentação, tado entrea entradainversorae a s a i d ad o a m p lificador. J u ntan d o tud o isso, P odem o s con str uirum simP les cire divisorana' c u i t omu lti plica d or l o g i c o.

plica e di v id e . Co n s id e re ,p o r exemplo,qu e R1 s e jad e 1 o h m; multidestaforma,teriamosuma plicação:

na saidado amplificadoroperac io n a l,b a s t a lig a r u m s im p l e s voltimetro(ou multimetro,comutado para as escalasde tensãoCC)à mesma.

V saida=R2 X V e n t r. ,

Paracomeçar,você pode uti: lizar o valor de 100 quilohms, tanto paraR1 como paraR2.Ca: so você esteja usando um potenciômetroem R2,ajusteR2 e R3 na posiçãocentraldo cursor. Ligue, também,o voltimetroà saidado amplificadoroperacional,entreo pino 6 e o terra.Como e s t ec irc u it oé u m a mp l i Í i c a dor inversor.a tensãode saida.

Poroutrolado.casoa tensão de entradafosseiguala 1 volt,a tensãode saidaseriaigualaR2+ R1,assim : V s a id a =R2 / R1 , o que nãopassade umadivisão. Na figura1, o resistorR3 e a pilha 81 fo rma m u ma Í o n t e d e tensão variávelpara o circuito.

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FIGURAS

Girandoo cursorde R3,vocêPo' O circuitoPrático N a fig u r a1 , ve moso circuito de obterdesdeumapequenafrac o m ple tod o m u ltiP licador/divi-ção de volt,até a tensãototal da soranalógico.EssecircuitooPe' pilha(1,5V ). ra de acordocom a seguintefor' m u l a: Aplicandoo circuito A alim e n t a ç ã o d o c irc u it oé Vsaida- (RZx Vsn1p.) / R1 Íornecidapor duas bateriasde 12volts.Vocêpoderáutilizar,no ondeR1ê o resistorsêrie,R2é o e Ventr. lugar delas,duas bateriasde 9 resistorde realimentação volts,que são mais comuns;no é a tensãode entrada. que, entanto,assimvocêobteráuma Vocêdeveter Percebido faixamenorde tensõesna saida. nessa fórmula,o valor R2lR1e R1e R2 podemser resistores ao valorG da fórmuequivalente la anterior.Outracoisa que Po' fixos ou <trimpots>,de acordo demosver nessaformulaé a ma- com sua c o n v e n iê n c ia .P a ra n e i r ap e la q u a l o circuitomulti' "leruo resultadodas operações,

em relano pino6, seránegativa, a maneira, à terra; dessa ção pontade provapositivado voltímetrodeveráser ligadaà terrae a negativa,ao pino 6 do amplifiVocê poderá cadoroperacional. usarqualquervoltimetroque ten h a u ma e s c a lad e 1 0 a 1 5 v o l t s (ou qualquermultimetro,ajustado paraessaescala). Estando tudo conectado e em ordem,gire o cursorde R3, até que o voltimetroindique 1 volt;o circuitoestará,dessemodo, calibradoparadividirR2 por e caliR1 .Nã o h á n e c e s s id a dde braro circuitoparaeÍetuara divisão de outros valoresde R2 Nov ELETnÔNtcnzag

27


Dê asasà sua imaginação.

L U ZE S S E Q UE NCI A IS nJoguen com as corese Íormase consiga eÍeitosmaravilhosos còm estecircuito. Com ele você pode Íazer a luz (movimentar-se> da maneiraque quiser. que DeÍácilmontageme aplicações desdea iluminaçãode vitrines,animaçâo de bailes,até o que sua imaginação permitir.

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e R1;basta,simplesmente, vari. ar os valoresde R2,de 1 quilohm a 1 megohm,e ler os resultados diretamenteno voltimetro.

Sugestãode montagem Você pode dispor todos os componentessobre uma placa perÍurada, como aquelada figura 3, ou sobre uma placa de cirObVocêveráque essedivisoré cuito impressopadronizado. preciso.Na figu- serve a posição correta dos pirazoavelmente ía 2 hâ um gráÍico, resultante nosdo circuitointegrado. dos valoresobtidosao se dividir os valorêsde 1 quilohma 1 me- Conclusão gohm de R2 pelo valor de 100 Os amplificadores operacioquilohmsd e R1 , c o m u ma t e n - nais podem ser utilizadosem sãode entradade 1 volt. inúmerasoutrasfunções,no interior de computadores analogipode paO circuito ser usado ra multiplicar,variando-se o va- cos, incluindointegração,difelor de Ventr,fornecidopor 81 e renoiação,adição,subtraçãoe R3.Troqueo resistorR1 por um extração de raizes. Caso você de 1 ohm e ajusteo valorde R2 d e s e je ma io re s in f o rma ç õ e s para1 quilohm;em seguida,ajus-- s o b re t a is c irc u it o s , p roc u r e te R3,até que o voltimetroindi- bons livrossobreo assunto.em que umatensãode 10volts(isto, livrariasou bibliotecas. com bateriasde alimentação de Relaçãode componentes 12 volts).O circuito,agora,fun- R1- 1 0 0q u ilo h ms oiona como u m mu lt ip lic a d o r, R2 -t rimp o t l me g o h m ondeo va lo rd e R2 é mu lt ip lic a - R3 -t rimp o t l me g o h m do por 0,001(comprove, através Cl1 - a mp lif ic a d oor p e rac i o n a l da formulad a mu lt ip lic a ç ã o ).E t ip o7 4 1 claroque você pode variaresse B 1- p ilh ad e 1 , 5v o lt fator de-multiplicação, variando 82,83 - bateriasde 9 ou 12volts a posiçãode R3. (vertexto)

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,vÃoEsrANos LIvRoS-' SUG ESTÕESDA NOV A E LE TRONICA ultrabaixa,com 555 de sinaisde f reqüência Gerador pelasseguintes equaçÕes: os três atê23 Vcc ê determinado Usandoapenaspequenoscapacitores, 555 da figuraj, podem gerarfretemporizadores + (R5iR6)] T1 = 1,1R3.C3[2 q ü ê n cia su ltr ab a ixas, como10-rHz. e T1 e ï2, operamno modo Os temporizadores + (R5/R6)ì T2= 1,1R4.C412 e T3 operacomo um astável.Durante monoestável é: a Íreqüência e m qu ea saidade T3,pino3, estáb a ix a , Portanto o i n t e rvalo = F (Tt +T2).1 o transistorQ1 conduz,e o capacitorC3 se carrega atravésde R3 (vejaas formasde ondada f igura2). Quando Rg.Cg= R4.C4, Quandoa saídade T3 se tornaalta,Q1 é cortadoe 1 acumulada.Este Ca mantéma cargapreviamente repetecom T3 oscilandoa t e + (R5/R6)ì p ó c e ssocon tín u o,se 2,2.R9.Çgl2 quea cargade C3 atinja2l3Yçç,o que forçaráa saíA freqüênciatotalé ajustadapor R5,e o (meioD da de T1, pino 3, paraum nívelbaixoe dispararáo períodopor R3e R4.PorexemPlo, com: p i n o3 de T2 ,a u m n ívelalto,viaC2. R3 = R4 -5 0 0 k o Agoraos papéisde T1 e T2 são invertidose o C3 = C4 -2 t t F processoé repetido,com c4 se carregando atraves R5/R6= 48 de Q2e R4. então parac3 e c4 se carregarem o temponecessário F = 9.10'3Hz Vcc 5 A 15V

S A ID AÏ3

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3 b a lh aliv re me n t e a c u m u l a t ra 2 - O < rt ime ru T tensãoem C3, na formade degrausde tensão,até . n t ã oT , 1 é d is p a r a d oe 1 - Freqüênciasultrabaixaspodemser gera- q u e 2 / 3V . . s e jaa t in g id o E . c ic loc o n t in u a m e n t e das com este circuito,e apenaspequenoscapaci- C4 é c a rre g a deom d e g ra u sO se repeteentreT1 e T2. toressãonecessários. trovA ELETRÕnlcazgz


SAO FABRTCADOS COTfiO

osctRcurrosIMPREssos

EM ESCALA'íYDUSTRTAL O qu ese e n ten deporucircuito impressou?Pode-sedeÍini-lo como uma placaisolante,sobre condua q u a le stãodistr i buídos tores metálicos.Esse conjunto tem duas funções bem definid a s : p r im e ir a a, de substituir parte ou a totalidadeda Íiação d e u m cir cu ito e letrônico;segunda,a de sustentaros componenteseletrônicosdessecircuito. Os circuitos impressospod e m s erd ivid id o sem duascateg o r i a spr in cip a is: Os circuitos impressosde conÍaceúnica,que apresentam dutoresem apenasum dos lados da baseisolante; Os circuitos impressosde duplaÍace,que possuemcondutoresem ambosos ladosda base isolante;nestecaso,a contin u i d a d eelé tr i cae n treos condutores de uma face paraoutra é obtida através da metalização dos furos que interligamas faces (em outras palavras,esses furossão revestidosde material condutor). O materialda placabasedo c i r c u i to im p r e sso pode ser constituidopor folhasde PaPel i s o l a nteou fi br a d e vidro,devi' com resid a m e nteim p r e g n adas nas Íenólicasou à basede epo' xi. Taisresinassãotratadascom processosespeciais,de modoa as caracteristicas apresentarem de' mecânicase fisico-quimicas sejadas. sãoclasTaiscaracteristicas s i f i c ad a sassim : duranteo tra' a) Comportamento balho mecânico,tal como Íuração,prensagem(a frio ou a q u en te) ; e re' b ) C o n d u ti vi da d térmica e s i s t ê n cia a o s choques tér' m i c o s; NOVA ELE'I'RONTCA2BB

c) Resistência ao fogo; d) Absorçãode umidade; e)Graude adesão(peelstrength) da peliculade cobre à base isolante ; f) Característicaselétricas de isolação. o métodode Íabricação A fabric a ç ã od e u m c irc u it o impressoé c o n s t it u id ap o r t rê s diferente s e t a p a s : me c â n ic a , químicae d e imp re s s ã o . A Íase mecânicacompreende todas as operaçõesde furação,fresageme estampagem. A Íase quimicacompreende todas as operaçõesquimicase que se prestama: eletroquimicas, a) - Cobrearquimicamente os furos da placa,de forma a torná-losele t ric a me n tceo n d u t iVO S;

b) - Cobreareletroquimicamentetodaa placa(o que se denominamétodotpanel>)ou parte dela,isto é, apenasas pistas e furos(o q u e s e d e n o min amé todoupatternu). c) - Depositareletricamente, sobreas pistas,apos a fase de impres s ã ou, m me t a lo u lig a que exiba boas caracteristicas quanto à soldageme quanto à resistênciaàs soluçÕesempregadas para a corrosãoquímica do circuit o . d) - Corrosãoquimica do circuito imp re s s o (t a mb é m chamadadecapagem),que dá origem ao traçadofinal do circuito. PorÍasede impressãoeniende-se: a) * Todasas operaçõesde impressãofotogrâficaou serigráfica(silk-screen) executadas com sobreas placascobreadas, o objetivode estampar,sobreas mesmas,o desenhodo traçado do circuito ; óz


Todos certamente sabem alguma coiso a respeítoda confecçãode circuitos ímpressos e recordam, pelo menos,ãs possos bósicos do processo:a ímpressãodo traçado, por serigrafia (sítk screen)ou mêtodofotogrâfíco, a corrosõo do cobre, afuração. Mas, gual ê o processoempregado quandose quer produzir circuítos ímpressos em grande escalae còm grande precísõo?Como sõoteítos os chamados písÍas luros metalízados? E as placas com eleuada densídadede componentes,com a parlír escríto artígo, neste A tudo ísso e muíto moís o Noua Eletrôníca responde JiníssÍmos? de ums uísitaleita s uma das mois conceítuadasíndústríasdo ramo.

b) - Todasas operaçõesde nsilk-Screen)), com o objetivode aplicarsobreo circuito imPresso pronto,vernizeslimitadoras (solder de soldagem(chamadas resist"),assim como simbolos, númerose palavras. Da rápida descrição feita, que é conclui-se,basicamente, possivelempregardois diferentes tipos de revestimentoem ê cobre (npaneluou npatterp>), dois sistemasde impressão(foA escotográficoou serigráfico). lha entreos dois tipos de revestimentoe impressãoé feita em função da largura das pistas condutorasdo circuitoe do diâmetro das áreas de soldagem, em relaçãoao diâmetrodos furos. Essesdois parâmetrosdependem,por sua vez,do tipo de que a placairá recomponentes ceber(discretosou integrados). Assim,a formafinal de classificaçãodos circuitos impressos deve levarem conta.além do númerode faces,o processo e o tipo de compode fabricação nentesenvolvidos(vejaa tabela uClassificação dos Circuitoslmpressosu). Ciclo de Íabricação A Íabricaçãode circuitosimpressosdivide-se,devidoa certas diferençasbásicas,em dois t ip o sp rin c ip a is : 1) Circ u it o s imp r e s s o s simples,de uma so face e sem f urosmetalizados; NovA ELETRôxtcazeg


2) - Gircuitosimpressosde face dupla e furos metalizados, em geral. Os primeiros passam por processosmuito parecidoscom os métodoscaseirosde confecção de circuitosimpressos,co. mo impressão do traçado por nsilk.screenr, decapagempor liquidos especiais,remoçãodo veíniz,furaçãoe assim por diante. Naturalmente,sendo Íeitos em escala industrial,todos esses processossão automatizadose muitomaisprecisos.

confecçãodessetipo de circui- me io d e g u ilh o t in a se s p e c i a i s , tos impressos.Todosessespas- já em seutamanhocorreto. sos serãoexaminados maisdetiDevidoà futurapresençade damentee, durantea descrição, furos metalizados,essas placas poderemosnos referir,eventualdevemsofrer,antes de mais namente,ao diagrama. da, toda a furação necessária. Na fabricaçãode circuitos Essaoperaçãoé efetuadaem Íuimpressos,certos departamen- radeiras automáticas,que são tos devem trabalhar paralela- capazesde efetuardiversosfumente.Dessemodo, por um la- ros simultaneamente, sob o condo, o laboratóriofotográÍicore- trole de um sistemaeletrônico cebe o desenhodo traçadodo programado(figura3). Como as circuito e laz reproduçõesdo furadeirassão automáticas, seu mesmo,em u ma má q u in ac o mo sistemaeletrônicodeveser proa da figura2, onde o desenhoé gramadocom a exatalocalizaçâo fixado na tela e então fotograÍa- dos Íuros, em cada caso; a maOs circuitos impressosdo do, paraser transformadoem Ío. triz dos furos é fornecidapelo segundo tipo nos interessam tolito (reproduçãodo desenho d e p a rt a me n t o d e f o t o g r a fi a , mais,pelo fato de teremde em- sobre uma f o lh a d e c e lu ló id e , como se vê na figura1. Umavez preenderum maior númerode em positivo ou negativo, de -.alimentadocom essa matriz,o etapas,mais complexas,preci- acordocom a necessidade). Co- circuitoeletrônicocontrolaa fusas e elaboradas.DessaÍorma. mo se perc e b ep e laf ig u ra1 ,a in - radeira,para que ela execute a daquiparaa f rentenos restringi: tervençãodo laboratoriode foto- mesmadistribuiçãode Íurosem remos à descriçãodos proces- grafiaseránecessária,váriasve- quantasplacasforem necessásos de fabricaçãodos circuitos zes, ao lon g o d a p ro d u ç ã o , rias. impressosde faceduplae furos comoveremosadiante. Vencidaessa etapa,as plametalizados. Enquantoo fotolitodo traça- cas devemser remetidasà galNa Íigura 1, pode-sever um do estásendopreparado, as pla- vanização,para que seus furos diagramaque mostraa seqüên- cas cobreadasestão sendo cor- sejam metalizados.Para isso, cia de etapas exigidas para a tadas de chapas maiores,por emprega-seo método <panelr, que consisteem revestirtoda a TABELAT p la c ac o m u ma f in a p e lí c u l ad e cLAsstFrcAçÃoDAspLAcAsDEclncutro rf,tpnEsso cobre(vejao quadrooOs métoCTRCUITOSTi|PRESSOSDE UlüA FACE- Iats pfacae não re dos de metalizaçãode furosu). quêremturos metalizadose, em geral, recebemlmptessão pelo Tal operaçãoé efetuadaem um método saúerállco. Airesentam uma baixa denslàadede õonr sistemaautomáticode galvaniponentes e suas pistas não recebem rcvestlmento. O mateúalzaçáo,como o da f igura4. Nos baseda placa pode ser ienollte ou ltbra de vidro. que se vê na f igura(chatanques C'RCUTTOS IMPRESSOSDE DUPLAFACE,PARA CONFIONEN. mados célulaseletrolíticas), as IES DTSCREIOS- Apreseatam uma densldade módla de complacas tazemo papel de catodo ponentes,podendoreceber Impressãopefo método serlg,rálico. Possugm íutos metallzados e pístas com larglula mínima de e o anodoé constituidopor barO,4mm, rasde cobreeletrolítico. Os condutorest deyois le pron_too clrcultlt podem ser proteglipor uma llg,ade estanho/chumbo ou níqqel/ouro. É possíiet Na figura5, temos urn detados Inclulr, na placa, conectores reyesÍridoscom níquel/ouro.O re lh e a mp lia d od e u m f u ro met a l i yestÍmento de cobre ó geralmente executado pelo método zadoem corte. npanêla. A e t a p as e g ui n t e oÍereceduas alternativasbásictRcurTos flttpREssos DE DtJpLAFACE,PARACIRCUTTOS INTEGRADOS - Tais circuitos exibem uma elevada densidade c a s ,s e n d oq u e u mad e la ss u b d i de componentes e recebem impressão pelo método Joto4rálico. vide-seem duas outrasopções. Possuem luros metalizados e condutores com largura-mínima Trata-seda fase de impressão ser-prot94!g" poÍ umatigada èsle !,2.5.mm,pg!e?!!-este_s do traçadosobre a placa, que (Sn/PbJ tanho/chumbo ouniquellourofiAAul. pode ser feita por <rsilk-screenr Comono caso anterior, essasplacas podem ser ptovidasde conccÍores reyestidos de NilAu. O reyestínenio em cobre pode (métodoserigráfico) ou peloproser etetuado pelo método(panet' e, em a6uns cas;;;lrlr;;ê cesso fotográfico. Este ultimo, todo npatternu. por sua vez, pode ser efetuado g!!syt!g:!y!I:t_s-os DgD.tpLAFA}E,cor unA DENsh de duasmaneiras:por emulsões DADE_-ELEVADTSSTMA- Esses clrcuitos, provldos de lwos liquidasÍotossensiveisou pela metanzedos, apresentam uma densldade de componentes óasaplicaçãode uma peliculaseca íante eteyada e condutores com uma largwa mínlma de O.l3 (d ryf ilm). mm. Por tais razões, o rcvesumento em ïiaie a;i;í";ã.;;ì; mé!2tto KpattemD e a lmpressão do traçado, peto processo iote Antes de seguirmoscom a grálico., descrição,é convenientecolo2goNOvA er-ernôrrllca

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carmos uma observação,para proporcionaruma melhor compreensãodo que vai ser exposto, daqui paraa frente:o traçado que é impressosobreas placas de dupla face e furos metalizados é uma impressãoem negativo do traçadof inal,ou seja,apenas as áreasde cobre que mais tarde serãoeliminadaspela decapagemé que ficam cobertas. lsto porqueas pistasdo circuito serão depois recobertas p o r u m me t a lo uu malig am e t á l i ca,que serviráde uetchingresist" (vejao quadro uOs métodos de metalizaçãode furos>) e também de proteção ao traçado, quandoo circuitoimpressoestiverpronto. Fechandoparênteses,sigamos com os métodosde impressão: Processo serigráÍico (,,silkscreen")- Este métodobaseiase no empregode telas de serigrafia,feitasem aço inoxidável, e impermeabilizadas nas régiões formadaspelotraçadodo circuito. Assim, por intermédiodessas telas, imprime-sesobre as placaso desenhoem negativo do circuito impresso,mediante a ação de um cursor de borracha,que pressionao vernizpela tela. Essas telas são incorporadas a máquinassemi-automáticas, que elevam e abaixama moldurada tela, movimentamo cursorde borrachaao longo da me s mae p e rmit e mo a lin h a m e n -

NovA ELETRôrtcnzgt


Os métodog de metalização de Íuroe <Panebr - Por este método, toda a placa recebe um revestlmento de cobrc, depois da íuração e antee da lmpressão do baçado do clrculto. Mas, como neste tlpo de placa utlllz*se um metal ou uma lÍga metállca, e não um vernlz, no papel de aetchlng rssÍsto tmaterlal reslsÍente à corrosão, que tem a junção de prote ggero traçado, durante o processo de decapageml, temos ufita conseqüêncla gue se tona problemátlca, em alggunscaaos,' se observarrnos a seção transvercal de uma plsta desse clrcuÍto, depols de pronto, yeremos que a camada de metal qetchlng, resístr sobressaí, em rclação à camada Iníerlor de cobre; tal lenômeno receDe o nome de suôlnclsão (undercuttlng) e é multo peilgoso, em cerÍas apllcações do circulto lmpresso, pols a camada superior de metal pode rompar sc e causeÍ curto-circultos acldentalg. Além dlsso, em clrcultos com plsúas .mutto estreftas, o valor da sublnclsão é capaz de rcduzlr a larglura das rnesmas abalxo dos yaíores mínímos aceltávets.

to do traçadocom a placa(figura 6). Depoisde aplicadoà placa,o vernizdeve ser posto parasecar

em um Íornode ar quente,como tos casos onr qüê possam advlr tals aqueleque s e v ê e m p rime iro problemas, é preleúvel adotar o método plano,na f igu ra7 . rpatternu. Métodos ÍotográÍicos- Os Com este método, a es"Pattern" processosdeste tipo destinam- pessura da película de cobre é obüda em duas Íases.' uma, antes da impressão se a placas de maior precisão (como método rpanelnJ, ocasião em (degrandedensidadede compo- que se no deposlta uma camada de 5 a 8ym nentes e pistas estreitas).As de cobrc, e outra, depois da lnpressão placastornam-sefotossensiveis (apenas sobre o traçado, portantoJ, com e espêssüra deselada. mediantea a p lic a ç ã od e e mu l- a qual se attngegraça3 Dessa maneira, a ume mênor easões ou peliculasfotográficas. pcssura de cobre, na ocaslão da decapaAs primeirasse apresentam sob gêm, o lenômeno da sublnclsão terá a forma liquida,e são aplicadas seus eíeltos atenuados, assfm como às placaspor intermédiode má- todos os Inconvenlentes orlgtnados por quinasespeciais,dotadasde ci- ela. Na ÍItura ao íado, yê-se um detalhe lindros.A s p e lic u la s ,o u " d ry bastante ampliado da lunção de uma plsf ilms",sãoco n s t it u id a p s o r u ma ta de clrculto lmpresso com um iuro me fita de materialfotopolimerizá- tallzado, tomada de peúil. A porção lnle vel, sustentadapor uma fita su- rlor, mals escura, é a base Isolante do clrculto lmpresso. Oôserve que aclma defa exÍstem, ao todo, quatrc camadas de metallzação: a púmelra, Inleilor, é a película orlglnal de cobre da placa; a se gunda, também de cobre, é a metallzação etetuada antes da lmpressão, pelo método rpanel4 na tercelra, o cobre lol deposltado pelo método apatterna após a lmpressão do traçado; e a úlilma camada, Íormada por uma llga estanho/ chumbo, recobre todo o traçado do ch. culto.

292FI()VA ELËTNÔNICA

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porte,transparente; os (dry films" são aplicadosa quentesobreas placas,tambémmedianteo empregode máquinasespeciais. As placas, tornadas fotossensiveispor um dos dois métodos descritos,sãc agora sensibilizadas,por um Processode impressãopor contato,que Prevê o uso de uma reproduçãoPositivado traçadodo circuito (fornecida pelo laboratóriofotográfico) e de máquinasadequadas, que possuamduas caracteristicas básicap: a) - Que possamcriarvácuo na mesaonde a placadescansa, paraproporcionar um contatointimo entrea mesmae o desenho do traçado; b) - Que possam,dePois, sensibilizaras placas,Íazendo passarsobreelas uma lâmPada de ultravioletàde alta Potência, e a uma velo' automaticamente cidadeconstante,que irá Provoda Pelicar a fotopolimerização nos locaisonde culafotográÍica, o ttaçadopermitir.

, Feito isto,as placassensibilizadas são levadasà máquina que dissolvea pelireveladora, cula fotográficanoò locais não atingidos pela luz, através da pulverização de solventes.Após a revelação,as placasterão,sobre si ÍÌìêsÍÌìâs;um desenhodo traçadodo circuito,em negati-

vo, igual ao que é obtido pelo métodoserigráfico. Duranteos processosde aplicação da pelicula fotográfica, sensibilização e revelação, utiliza-se,nos ambientes,umailuminação especial,que não provoque a polimerizaçãoprematura das peliculas.

|ggi==tg DIGITAISDEPAINEL INSTRUMENTOS LVP002:ÂC LyP002-Dc LAP002-Àc LAP002-DCLFPOOI-AF . L F PO O I - B FL Ï P O O I - P UL T PO O ì - D FLTPOO2-DFLTPOO2-TGL C PO O I . P L L C PO O l - T P -

Voltïmetropara tensõesaÌternadas Voltínetro bara tensõescontinuas para tensõesalternadas Anrperímetro para tensõescontínuas Amperímetro. Freouencì metro para baixas frequências Frequencímetro Tacônetropara pick-up maqnétjco T a c ô m e t rooa r a d e c o d i i i c a ã o rõ t i c o Tacômetro oara decodificadorótiòo TacômetroDara taco gerador Contadorde oulsos Contadorde temDo

3 s 3 I s s q + g g 5 5

díoitos aílitos d Í o i t os dïõitos a í õ i t os aíõitos aíãi tos aíãitos oíõitos aíõi tos 0Ì qr tos drgl tos

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Font esde aì im e n t a ç ã o : l-i n h a d i d ã t i c a e l i n h a p r o f i s s i o n a l , c a i x ap a d r ã or a c k 19 " Fr eguenc í m e tdr oi g i t a l d e m e s a : -5 d í g i t o s , l 5 M H z , s e n s i h ì ì i d a {e 50 mV Sens or es de pr o x i m i d a d e: - c a p a c i t i v o i e i n d u t i v o s v ã r " i o sm o d ê l o s Cont r olador edse n í v e l p a r a s 6 ì i d o s e l i q u i d o s ( c o n d u t o r e so u i s o l a n t e s )

Rasgo no painel 68x68 mm (Padrõo DlNl

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Nos dois casos vistos (impressãoserigráfica e fotográfica), o desenhoem negativosobrea placapodeserchamadode oplating resistD,pols vai permitira deposiçãoseletivade um metal ou liga metálicasobreas pistas e furosdo circuito,conformeveremosna próximaetapa. O próximopassoconsistena Sn/Pb,ou seja, eletrodeposição em recobriras pistas e parte interna dos furos,deixadasa descobertopelo desenhoimpresso sobrea placa,com uma liga de A liga só vai estanho/chumbo. aderir onde há cobre nú, recobrindo,portanto,o traçadoexato do circuito; esse fato o torna idealparaser utilizadocomo(etching resisto(materialresistente à decapagem). Tal operaçãoé efetuadadentro de uma célulaeletrolitica,a exemploda operaçãode metalizaçâo já descrita. Essa célula podeser vista na figura8, juntamentecom algumasplacasque estão para ser mergulhadasem seu interior. Vencidamais esta etapa,toreliminaro "plana-senecessário ting resist"da placa(constituido pelavernizserigráfica ou pelicula fotográfica),para permitir a operaçãode decapagemou corrosão do cobre não protegido pelo revestimentode estanho/ chumbo. Essaoperaçãode corrosãoé executadapor máquinas especializadas(figura 9), que pulverizamsoluções corrosivas seletivas,isto é, eliminamo cobre, mas não o metal ou a liga empregada como "etching resist". Tais máquinas contêm, ainda, reservatóriosque permie solubilizatem a neutralização ção dos sais resultantesdas reapações, e outros reservatórios, ra a lavagemposteriordas placas acabadas.

A seguir,em outro conjunto os conde célulaseletrolíticas, tatos são recobertosde níquele depois,de ouro. O restanteda placanão é afetado,pois continua revestidopela fita auto-adesiva protetora;terminada essa operação,a f ita é retirada.

placa,em cobre,e depoissão revestidoscom umaligade niquel/ ouro (queexibe ótimas caracteristicasmecânicase elétricas).

ReÍusãodo revestimento de estanholchumbo Esta operaçãoé opcional,a pedidodo cliente,e consisteem criar uma verdadeiraliga Sn/Pb, do ponto de vista metalúrgico, em eliminaro excessodessaliga,sobrea placae tornara placa mais estética (pois o revestimento, após a refusão,torna-se brilhante). Nestaetapa,a placaé exposta à pulverizaçãode liquidos a q u e c id o s à t e mp e ra t u r a d e 220C, que causam a fusão e acomodaçãoda liga de estanho/ chumbo.Nessaocasião,os contatos niqueladose dourados,caso existam,deverãoser protegiredos por uma fita auto-adesiva sistenteao calor,paraevitarque gotas de metal liquido fundido sejamali depositadase causem itos. curto-circu

Se as placas em produção estiveremprovidasde contatos, este é o momentode revesti-los com essa liga especial.Primeiramente,cobre-seo restanteda placacom uma fita auto-adesiva e, em seguida,mergulha-seo Aplicação de asolder resistu e circuitoimpressoem uma solu- simbolos Aqui temos mais duas etação apropriadapara eliminaro revestimento de Sn/Pbdos con- pas opcionaise independentes tatos,deixandodescobertoo co- e n t res i; a ú n ic ac o is aq u e tê m em comumé o processode aplibre dessaárea.

Contatosparaconectores Em certas placasde circuito impresso,é necessáriaa presença de contatos, para permitir que a mesma seja inseridaem conectores,nos sistemas onde seráinstalada.Tais contatos,assim, são feitos nas bordas da 294 NOVA ELETRONICA

38


caçãoà placa,que é serigráfico. O usolderresist"é um vernizesp e c i a l , de sti na d oa limitar as soldagensaosseuslocaiscorret o s , e v i ta n d o e xcessos; tem uma coloração verde-escurae deixa a descobertoapenas as áreasem torno dos furos.Na figura 10,pode-sever um detalhe de uma placa revestidacom "solder resisto:a porção mais escuraestá recobertacom esse verniz;as regiões mais claras

são de cobre nú, que vai receber a solda;e as partesbrancassão os furospropriamente ditos. Aplicado o (solder resisto, pode-seentão imprimir,na placa,os simbolos,númerose palavras necessários,por meio de

Nos dois proces"silk-screenn. sos que acabamosde ver, a placa precisapassarpor fornos de secagemdo verniz. Controlede qualidadee laboratórioquímico Pode-seobservar.atravesda

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mentossemelhantes ao que se v e n a f ig . 1 1 . Um outro departamentode presença constante durante a produção,é o laboratórioquimico, que produze controlaa qualid a d ed e t o d o so s liq u id o su t i l i zados no processo.O laboratório possui todos os instrumentos e equipamentos necessários à experimentação e análisedesses líquidos(figura12). Ao longo do processo,existem ainda váriasoperaçõesmecânicas,efetuadasna placa,que têm a finalidadede dar o acabamentoe a formafinalà mesma.

f igura1, que ao longodo processo de fabricação,existe uma operação que entra em cena o controle de constantemente: qualidade.Esse departamento se comprometea verificar,após cada operação,a qualidadee

precisão das furações, revestimentos,decapagem,rejeitando ou aprovandoplacas, de modo que toda a produçãoseja mantida dentro dos rigidos padrões desejados.Tais operaçõessão levadasa termo com equipa-

Vimos,assim,que o avanço tecnológicona confecçãode cir. cuitosimpressos,no Brasil,está aptoa seguiro desenvolvimento constanteda eletrônica,fornecendo base segura e precisa paraa crescenteminiaturização dos componentes. rruronnllçÕesrÉcHrclscEotDAs PELA MrcRo.etetnônrca s.e.


Etapasde Proietopara Amplificadoreslnversorese Não-lnversores,

Complementando os artigos publicados nas.revistas D.o"6, 8 e 9, a respeito de parâmetros dos amplificadores operacionais, apresentaremos algumas etapas de projeto de amplifièadores inversores e não-inversores, utilizando amplificadores operacionais. A sériede artigosanteriores, pa. discutiuos maisimportantes râ m e t r os d o s a m plificadores operacionais e ofereceuum guia p a r a e sco lh e r o amplificador adequadopara uma aplicação p a r t i c ula r .Ag o r a , como este guia será transladadopara um projetopráticode amplificador? Este artigo irá apresentaralgumas etapassimplesque conduzirãaa algumasexigênciasbásicas parao projetode amplificad o r e s usa n d o am plificadores operacionais.Para melhor en41

nuaçãode 3 dB,f" - 10 kHz - A mp lit u d emá x imad o s in a l d e e n t ra d a , V l= 2 V e p CCde - Máximatensãoubffsetu - t 25 mV saída,VO(máx) de entrada,RIN= - Resistência ESPECTFíCAçOeS PARA 1 0 k n AMPLIFICADORES INVERSORES - uDriftu(flutuação, desvio)CC Primeiro,é claro,deve-seesde 0 a 70oC,[Ìq*5*y(tSmV tabeleceras especificações do Etapa1 - ConÍiguraçãodó circuito circuito, que são necessárias Usandoo circuitoda f igura1 para a aplicação.Paraesta discussão,as seguintesespecificaV O UT= -R2 = A = -9 , R2 çõesserãoassumidas: ' fl= v_ . , F1 - Freqüênciaminimacom atetendimentoé importanteo conhecimentodos parâmetros discutidos an t e rio rme n t e , a o s quaisserãofeitasreferências.

N O V A E L E T R O X I C N Zg Z


vtN

1 e 4,R2lR1Pelas3quações com um (slew rate,' operacional bastanterápidoparadar 18 VDo -9 e R1> 1 0 k o ^ ; p o rt a n t oq,u a n ã d o R1é 1 0 k n , R2 = 9 0 k O e R 3 acimade 1 0 k Hz .V e rif ic a n d o = 9 kí) . A equação3 torna-se que é nefica evidente figura3, cessárioum amplificadoroperaV6 = (1+ 9)V6g+ (90.103)l9g cionalcom A s s im, p re c is a mo sd e u m ampliÍicadoroperacionalcujos VOSe l9g dêem

R1

R3

FTGURAI

Etapa2 Respostaem íreqüência do A primeiraesPecificação amplificadoroPeracionala ser é o ganhode ten' considerada, são minimo em malha aberta, AVOL, necessárioPara conhe' cer-ás exigênciasde resPosta em freqüência,do amPlificador. lsto ê Íácil de fazerusandoo grá' fico da figura2. Desdeque R2l = 10, R 1= 9 , e n tão ( R2+ R1)/R1 (20 no eidB) 10 razáo localizea Subaaté a linha x o ( R 2+R1 ) /R 1. de 3 dB e leia no eixo verticalo 28 dB . m i n i m oAVO1r-e q uerido, Portanto,para assegurarque o não caia g a n h od o am p lifi c ador m a i squ e3 d B na f", o amP lificador operacionaldeveter um ganhoem malhaabertade

E tapa4 -Má x ima t e n s ã o (VO) "oÍÍsetnCC de saida A tensão "ofÍset,r de saida, V g,parao c irc u it od a f ig u ra1 , dadapelasequações ParaR3= 0, + lsç Rl2) Vo - [1 + (R2lR1)].Vgg Para R3= R1 em Paralehceom R2, Vs = [1 +(R2lR1)].Vgg + R2.l9g(3) nofÍset" = de onde Vgg tensão entrada;IOS= correnteooÍfset, de entrada,è lcc = correntede polarização de entrada. A menos que a tensãonoff' set, de saidaespecificadaseja muitogrande,é maiseconômico R3,do que usaruma acrescentar de entra' correntede polarização da muitobaixa,parao amplifica' dor operacional.Por exemPlo, nestecaso,R3= R1 em Paralelo com R2.Da equação3, pode ser vistoqÚeo valorde Vg serábaixo quandoR2 for pequeno;Por' tantodeveráser escolhidoo me' nor valor possivelpara R2. Para a configuraçãoinversora,a resistênciade entradaR;p é me' norque R1.P o rt a n t oe, s c o lh aR1 de maneiraque

Etapa3 - Variaçãona saida Vi sto q u e a am P litudemáxim a d o si na ld e en tradaê 2Y ro,a v a r i a çãom áxim ada tensão'de é saidaseráde 18Voo.Portanto, n e c e ssá r io um 'd mP lificador Rr)RrN >oko o

; Ê, u @

T J

= = ut o t< o 2 U F

ut o o E 2

o FIGURA 2

298 NOVAt'letnOrutCR

3() zlo 50 60

70

"'u*rRttoel

Parasimplificara procurade u m a mp lif ic a d o r o p e ra c i o n a l q u e s a t is f a ç a e s t a e x ig ên c i a , o b s e rv e p rime ira me n t ea q g e l e q u e t e m a s s e g u in t e se s P e c i f i cações:

vos( vo(max) / 1oou(25/1omV IOS(VO(máx)/9g.103 ou( 270nA Etapa5 - <DriÍt" O udrift"é dadopela

lgg são variaonde Vos ê çÕesna tensão aoffset' de en' irada e na corrente "offset' de entrada,acima da faixa de 0 a 70oCna tempêratura. SugestõesÍinaisna escolhado ampliíicador opelacionaladequado me lh o r,co m e ' E u s u a lme n t e amplificado' os descobrindo çar que satisfaçam (4) resoperacionais à s p rime irae s e g u n d ae x i g ê n c ia s ;is t o irá e limin a rmu ito sd e le s . E m s e g u id av e rif iq u eo m e lhor paraa terceirae quartaexi' gências,começandocom os de maisbaixocusto.Há,geralmen' como te, outrasespecificações, tensão e correntede alimenta' ção, correntede carga,rejeição da Íonte, etc., que deverãoser c o n s id e ra d a s .E n t re t a n t o ,o s a mp lif ic a d o re s o p e ra c i o n a i s que satisfizeremas exigências estarãonum campo de escolha ; ntão, limit a d oa a p e n a sa lg u n s e eles podem ainda ser veriÍicados parase saberse satisÍazem as especificaçõesrestantes. 42


ESPECTFTCAçOES PARA AMPLIFICADORES NÃO.INVERSORES As etapasde projetoparaos a mp li f ica d o r e snão-inversores s ã os im ila r e sà q u elasdos amplificadoresinversores. Do mesmo modoque paraaqueles,faremos r e f e r ên cia a p a r âmetros dos amplificadoresoperacionais vistos em artigosjá publicados.Para esta discussãoassumiremos as segui ntesespecificações: - G a n h o=A= 10 - Freqüênciamínimacom aten u a çã od e 3 dB,f. - 10kHz - A m plitud em áximadosinalde e n tr a d a ,Vl=2 V oo oe erït'rada, - Resistêncià RIN= = 5 M O m in - MáximatensãouoffsetoCCde saida,VO(má*)= t25 mV - uDriftuCCde Oa 70oC, ôVolmax;çl15 mv

ê ê <10 o 6 2

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r<1

(} Í tr

FIGURA 3

ioo 'sLEwRATE" lu^rsl

satisfarã o e s t a e x ig ê n c ia . A figura5 é u m b o m e x e mp loUm . amplifica d o ro p e ra c io n a lc o m um produto ganho-bandapassante de 25000(28 dB.10kHz), Íará o trabalho,supondoque o amplificad o ro p e ra c io n a lt e m apenasum polo.

ZrN=rffi

ondeZ é a impedância de entrada do amplificadoroperacional e Rg(2. O amplificadoroperacional paraeste projetodevesatisfazer à exigênciada impedânciade Etapa3 - Variaçãona saida entradaser maiorque 5 MO paUmave zq u ea a mp lit u d emá - ra freqüênciasmenoresque 10 Etapa1 . ConÍiguraçãodo circuito ximado sin a ld e e n t ra d aé 2 Y e s , kHz. Na etapa2, Íoi determina. a variaçãomáximana saidasêiá do que o amplificadoroperacioN o cir cu itoda fi gura4 de 20 Voo. Portanto precisa-se n a l d e v e t e r u m A V O L , de n ã o Vggl/V;p= (R2+ R1)/Rr= O = tO(U) de um airiplificador operacional menosque 28 dB (ou 25 V/V)na com um (slew rateobastanterá- freqüênciade 10 kHz.'Portanto, Etapa2 - Respostaem Íreqüência pidoparadar20Voo acimade 10 o amplificadoroperacional exiComo no projetodo'amplifi- kHz.Observandoã'f igura6, Íica gido deve ter uma impedância primeira cador inversor,a espe. evidenteque é necessárioum de entradaem 10 kHz, de pelc cificaçãodo amplificadoropera- ampliÍicador me n o sa s e g u in t e : operacional com cionala ser verificadaé o ganho d e t e nsão m ínim o em malha aberta, AVOL, necessáriopara satisfazeràs exigênciasde respostaem freqüênciado amplificador.lsto é fácil de fazer,usando o mesmográficoda figura2. Etapa4. Resistênciade entrada =10, loSe n d oq u e ( R2 +R1)/R1 A impedânciade entradapacalizea razâo10 (20 dB) no eixe ra a configuraçãonão-inversora FIGURA4 ( R 2 +R1 ) /R 1. Sub ana linhade 3 é dadapor dB e leia no eixovertical.o A.,..,, minimo requerido,28 dB. ÊõrÏ 3,0 tanto, para assegurarque o ganho do amplificadornão caia Ë roo m a i sq ue3 d B na fs, o amplifica. o dor operacionaldeveter um ga. <80 T nhoem malhaabertade F

J

roo = UJ o40 t< o z

Examinandoa curva de ganho em malhaabertaem função da Íreqüência,em váriosfolhetos de dadosde amplificadores op e r a cio n a is,d e terminaremos r a p i d a m e n tequ e dispositivos 43

Hzo U ô olo z õ -zo T

FIGURA 5

FR E OU E N C IA{H z)

NovA ELETnôNrcnzgs


o À

Parasimplificara busca de u m a mp liÍ ic a d o r o p e ra ci o n a l que satisfaça essa exigência, observe um que tenha aS segui ntesespecificações VOS( V91651/10ou ( 25mV/10 IOS(Vg166x/100.103ou

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( zsonR FIGURA ó

t; Das curvas,tais como as da e caPaci' figura7, de resistência tânciade entrada,conio Íunção é fácil selecionar da freqüência, u m a mp lifi cad o r oP eracional parasatisfazer o requisitode im' pedânciade entrada E t a p a 5- M á xim a tensão saida(Vg) "oÍÍset" CC de A tensãouoÍÍset,CC de saida, V6, parao circuitoda figura 4 é daclapelaseguinteequação: ParaR3- 0 + lcc.R2(7) Vg= [1+ (R2IR1)].VOS ParaR3- R1 em Paralelocom R2 = ( R1 .R 2)( /R1+ R2) + R2.lgg(a) Vg = [1+ (R2lR1)].V9g

onde Vgg = tensão uoffset"de entrada;IOS= correnteooffset" de entrada,ê lcc = correntede polarização de entrada. A menosquea tensãode saida especificadasejamuitograne ise c o n ô mide,é usua lme n t ma co adicion a R3 r d o q u e u s a ru m de corampliÍicador operacional rentede polarização de entrada muito baixa.Por exemploneste caso, R3= R1 em Paralelocom R2.Da equação8, podeser visto que o valor de Vg será baixo quandoR2 for pequeno;portanto, o menorvalorpossíveldeverá ser escor h id op a ra R2 . P e la s equações5 e 6, 1n1+R2)/ Rr-1 0 e R3 (Z Portanto, escolhaR1= 1OkO; entãoR2-90 k O e R3 = 9 k O e a equaçãoI se torna Vg = (1+ 9)V9g+ (100.103).199 A ssim,é p re c is ou m a mp lif icador operacionalcujo VOS e lgg satisfaçamà 100

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FIGURA 7

3O O NOVAEL ITRONICA

1k

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rn e o u Ê rc tr(H r)

IM

Etapa6 - "DriÍt" O odrift"ê dadopela

lgg são variaonde VOSe cõesna tensãonoÍfsetue na coriente oofÍsetode entrada,acima da faixa de temperaturade 0 a 700c. SugestõesÍinaisna escolha do ampliÍicadoroperacional adequado Da mesmaformaque parao amplificadorinversor,a escolha do operacionalcorretoparasua aplicaçãoespecifica deveobservar inicialmenteas duas primeiras exigênciasbásicas.Restrin' gindo os amplificadoresopera' c io n a is a a p e n a sa q u e lesq u e preenchegn es' êstes requisitos., c o lh a d e n t re e le s o s q u e t a m ' bém satisfizerema terceirae a q u a rt ae x ig ê n c ia s . A q u i, c o me c e p o r u t ili z a ro mesmo critério descritoanteri' ormente,ou seja, faça de seu ponto de partida os de custo mais reduzido.Não se esqueça de levarem contaas caracteriscargae ou' ticasde alimentação, tras desejadas.A sua escolha então, deverá estar limitada a u m n ú me rore d u z id od e d is p o s i ' tivos; veriÍique os que preenchem as demaisespecificações , e n c o n t ro uo a m P l i f i ' e p ro n t o já cador operacionalcerto para o seu projeto! 44


".,::- "

lar emissord e o n d a se le t ro ma g - extremamente reduzido, da ornéticas de g ra n d ein t e n s id a d e , dem de algumas dezenasde quiG ER LAN D O SC OZZA RI ao longo de urn extensoespec- lômetros. Ela seria o resultado de freqüências, com uma re- Íinal do colapso de uma estrela A d e sco b e r tado fenomeno tro gularidade p e rf e it aq u a n t oa que expulsou todos seus elét ã o p ulsa r s r em o ntaao ano de das 1 9 6 8qu , a sep o r a caso,por meio de um relo g ioa t ô mic o .Co n f o r- trons e protons, apos uma granme as teor ia sma isa c e it a sa t u a l- de explosão,causadorada cisão d e u maan á lisep r e cisade estramente,a pu ls a rs e riau mae . s t re - dos átomos. n h o s si na isvin d o sde uma dela de nêut ro n so, u s e ja ,u ma e s terminadaregiãodo espaço,exGirando a velocidades vertitrela comp o s t ae x c lu s iv a me n t e ginosas p l o r a d aco m um r a diotelescopio em torno do núcleo (alq u e o pe r a vaa um a freqüência por essas p a rt í c u la sq u e o c u - gumas pulsars exibem tempos pam o núc le od o s á t o mo s .De s d e 8 1 , 5M Hz. de rotação bern inÍerroresa um sa forma, a d e n s id a d ed e t a l segundo), esses C o mo ser iam u ito extensaa aglomerado de materiaseriatão ao seu redor um corpos criam campo magnetinarraçãode todas as fases de elevada, a p o n t od e u mau c o lh e pesquisasobreessescorposce- radauda rnesmapesaralgumas co circular, o qual emite, por uma certa região, um cone de l e s t e s,p a ssa r e m os de imediato toneladas . ondas eletromagnéticasde poa v e r a lg u m a sda s teoriasmais que a pulsar, para tência elevadíssima.Muitas pulSabe-se prol o g i c as,i nclu in d ouma do p r i o a u tor( q u eesp eranão criar emitirsina isre g u la re sd, e v eg i- sars emitem, também, ondas rarem tornod e s e u p ro p rioe ix o luminosas que variam com a p o l ê mica a s e sser e speito). a uma gra n d ev e lo c id a d els . s o mesma velocidadedos impulA pulsarseriaum corpoeste- implicaqu e s e u d iâ me t ros e ja sos eletromagneticos.A única 45

NÕvA EI-ETÍrôxlcn ac.r t


posições,periodose distâncias. com suasrespectivas Relaçãode algumasdas pulsarsmaisconhecidas,

PULSAR cP0328 cP0808 cP0834 cP0950 cP11 3 3 HP1506 cP19 1 9 PSR1749 PSR2045

(PARSEC) ASCENçÃORETADECLINAçÃO PER|ODO(S) D!STÂNCrA 268 540 23', 0,714518563 3h28m52s 58 740 42', 1,29224126 8hBm50s 128 1,2737642 8h34m22s 60 7', 30 8h50m29s 80 11' 0,2530646 49 160I' 1,187911 11h33m36s 196 15h7m50s 55041' 0,739677626 126 19h19m37s 210 47', 1,33730113 509 17h49m49s 0,5626451 -2go 6' 114 20h45m48s 1,9616633 -160 28'

As duasou três primeirasletrasindicamo localde observação: CP- CambridgePulsar HP= HarvardPulsar Pulgar PSR= simplesmente = 3.26anos-luz 1 PARSEC

delasna qual podemosobservar láctico.A CP 0950,por exemplo, da duraçãode seu imPulso.Num ambos os fenômenos(opticoe deveriaser a menor ou a mais dessesmodelos,existeaindaa de que os corpos é a chamada velozentreelas,devidoà reduzi- possibilidade eletromagnético), oGrabPulsaroou pulsardo caranguejo,localizadana nebulo' dipolos de energia sa do mesmonome,e cuja foto eletromagnética foi publicadana 3.aPartedesta série. Na prática,essesestranhos corpos celestespoderiamservir Como "faróiS, na (escuridãO', cósmica, Para as naves espa' c i a i s , qued isp o r ia m,assim,de p o n t o s d e r efer ê nciadurante fasuas viagensinterestelares, c i l me nte id e n ti ficáveise com precisostemPosde emissãode sinais. Na tabelal, foi feitaumalista de algumasdas Pulsarsmaisco' nhecidas,juntamentecom seus respectivostemPos,distâncias e suascoordenadasno Planoga-

campo magnétrco rotat ivo

dipolos de energia eletromagnética

A pul sar,no centro,tem um período cje rotação pouco . superi ora um segundoAlguposmas pulsars,errtretanto, suem periodosde váriossegundosi

eixo de rotação

oriÍícro no Plasmade uma ana branca(denominado "mancha quente")

302 IìJOVAELETNONICA

M o d e l o t i p o n f a r o l , ,p r o p c s t o p o r J .P.Or ' s i k e r :a d m i t e q u e a p u l s a r s e i a u m a u a n ã branca", ou seja, uÍna estrela extremamente densa,muito luminosae com dimensÕesquase iguais à da terra. Por raz õ e s n ã o m u i t o c l a r a s , a i n d a , a s e m i ss õ e s d e l u z e o n d a s e l e t r o m a g né ti ca s (escaparnDpor uma fenda.


luz e ondas eletro' magnéticas (impulsos mais Íracos)

.A

v -

sejam dois, e não apenasum. Essesdois corpos estariamgirandoum em redordo outro,cria n d oassima ilu sã o,por eclipse ou desvio de campos magnétic o s ,d e im p u lso sq ue são identificadoscomo vindosde uma só direção. O modelod'e pulsarque vai ser expostoa partirde agoraé, p o r a ssi m d ize r ,m enossofisti-

p. -

emissão de ondas elêtÍomagnéticas

cado, se comparadoaos já expostos.Esse modelofoi imaginado pelo autor desta série de artigos,que partiuda Crab PulsarD, a f im de desenvolvê-lo. A pulsardo caranguejoé o resultado,como haviamosdito em um artigoanterior,da explosão de uma estrelasupernova, observadaa catalogadapelos chineses.no anode 1054.Procu-

ondas elet romagnéticas e luz (segundoimpulso)

ondas eletromagnéticas e luz

plasma ondas eletromagné

zona de repulsão e lét r ica icas eletromagneít

rotação

eletromagnéticas

Íenda

Modelo proposto pelo autor. As vistas são perpendicularesao eixo de rotação: A = inv oluc r od e e l é t r o n s l i v r e s B - plas m a C = es t r elade n ê u t r o n s

Modelo tipo nfarol,: A luz e a emissão de P1 são focalizadas pelas forças gravitacionais de P2. O corpo P1 poderia ser uma anã branca, isto é, uma estrela que entrou em colapso e apresentaum tama: nho mil vezes maior que uma estrela de nêutrons. E o corpo P2 poderia ser o estágio final do colapso de uma anã branca,transÍormada em uma estrela de nêutrons. O conjunto todo seria, na realidade,o que c h a m a m o sd e o o u l s a r n .

remosentãoimaginaro tremendo colapso,na ocasiãoda explosão, e a posteriorcontraçãoda estrelaem umaesferacomposta apenasde nêutrons,girandosobre si mesma,Ora,poderiaacont e c e r q u e , p e lo e f e it o d e s s a udissociaçãoatômicar,os êlétrons que giravamem torno da novamatériaestelarfossematraidos, por efeito gravitacional, e iniciassemtambémumarotação ao redorflg ngloboude nêutrons. Toda a matéria,então, que havia sido expelida,composta por uma espessanuvemde elétrons livres, poderiacriar, por meio de camposmagnéticosreciprocose camposgravitacionais, uma compactabarreiraópticae (opacaD. eletromagneticamente Contudo,talvezdevidoa um e f e it o d in â mic o re s u lt a nt ed a explosão,ou, maisrazoavelmente, devidoa uma certa disposição dos elétrons,uma (janela,, tenhasido criada,por onde escapamas ondaseletromagneticas, geradaspelo uefeito síncroton>(ver1.apartedestasérie), p e lo s e le t ro n s ma is in t er n o s . Tais eletrons seriam ativados pela ação dos campos gravitacionaisda esferade nêutrons. Nesteponto,seriafácilexplicar como podemas pulsarsemitir sinaistão brevese precisos. Apesarde não estarbaseadaem cálculos matemáticos,fica tal sugestãocomomaisumacontribuiçãoao conjuntode hipoteses Í o rmu la d a ss o b re a s p u l s a r s , mesmo porque não é possivel chegaraté elas, por enquanto, parase confirmarou desmentir teorias. (Continua)

47

NOVAELFrnOwrCngOg

____-L


Ghlpscom controle remoto, auto'clock, entÍàdaem tecladoe saidasanalógicae digital.

TECLADO

*

6.10v+

INF RAVERM EL HO

R,C (NEìiHUMCRISTAL)

I I I I

M EIO D E TR A N S MIS S A O 31 CoMAXDOSPOSSíVEls

RF

I I I I

R ,C CRISTAL)

12-16v+ TECLAOOLOCAL

lnc., está apresen' tor 52601,o que reduzas partescontidasno equiA AmericanMicrosystems, tandoum chip conr31 comandosde controleremo' pamento,projetadoparacontroleremotovia radio' ultra'somou por meio to, entradasde teclados,osciladorese saidas re' freqüência,infravermelho, a mesma tudo sobre e.digitais, ceptorasanalógicas de fiação.Entreas aplÍcaçõesparaos dispositivos pastilha. estão:brinquedos(bonecas,brinquedosmotoriza. @onsistede um transmissorS 2600e um reoep- dos, trens e barcos),sistemasde segurançado lar,

+

rlErnôltce 304ÍìaovA

1q.

ffit # ffi


de chamadatelefônica, automáticos O transmissor32600é uma pastilhaCMOSde equipamentos controlesde estêreoe TV, e controlesde tráfego baixa potênciade dreno (dissipandoapenas20 paraveiculosde emergência. mW),com um oscilador,onzeentradasde teclados, um tecladocodificador,um shiÍt-registere controle Os AMI S2600e 52601eliminama necessidadelógico.Sua saidaé uma onda quadradade 40 kHz, de cristaisexternos;apenasum resistore um capa- que é moduladaem códigode pulso(outraspasticitor são requeridosexternamentepara uma refe- lhas usamchaveamentodâ freqüênciade deslocarênciade freqüência.O receptor52601tolerarâaci' mento,o que demandaum cristal externomuito ma de 24"/"de diferençana Íreqüênciade tempo- precisoe caro,tanto parao transmissorquantopaO circuito,entre- ra o receptor). rizaçãooperandotranqüilamente. tanto,tem uma imunidademuitoaltaa ruidosou a O receptorS2601é uma pastilhaMOS canal-P comandosespúrios. com um oscilàdor,cinco entradasde teclado,um A rejeiçãoa comandosespúrios,é conseguida sinal de entradade 40 kHz,decodificaçãológicae atravésde um sistemacodificadode comando,de onzesaidas.Umamemóriaguardaos comandosre5 bits, o qual requerque comandosidênticose. cebidose a lógica compara-oscom as últimas reapropriadossejamtransmitidosduas vezesêm su- cepções.Se os codigos não estão condizentes,o cessão,antesdo receptoremitir uma saida.Além receptorguardao últimocódigorecebidoparasua um código proximatentativade comparação. Quandodois códisso,deveser recebidocorretamente sãorecebidos, fixado(máscarapro- digosidênticossucessivos umasaide cinco bits preliminarmente da válidaé emitida. gramável).

:

iTransistoresRF de potência,paraUHF, ;são Íabricadospela Motorola. UHF de potência,classeC, Quatrotransistores estãosendoanunciadospelaMotorolaparauso em rádios móveis,cujo mercadoestá em grandeexpansão.Variandode 1 a 20 watts de saidacontinua, paraoperaçãoem FM na a sérieestá caracterizada faixade 806-947MHz,com fontesde 12,5V. O MRF838e o MRF8384,sãodispositivospara 1 watt de potência.O MRF840,fixado paraT watts e o MRF 842 para20 watts,são ambosconectados paraoperaçãoem basecomum,no encapsulamento (CQ)CS 12,de entradainternamentecasada,da Motorola.A entradacasadaé otimizadapara 100 com robusMHzde largurade bandainstantânea, tez garantidapor 100% de teste a 16 volts, com 50o/o ã mais de sinal de RF e coeficientede onda estacionáriade 20:1, com carga descasada.Os de entradae de sériedas impedâncias equivalentes saidasãoespecificadosparacondiçõesdo sinalde grandes,com ganhosde operaçãorealisticamente potênciavariandode 6 a I dB.

49

NovA.ELETRôNtcnsos


paraa digitaisaparelhados ndústriade controladoresnuméricos Finalmenteum plotter(traçadorde gráficos)diparaaplicaçõesde c o n g i t a l ,f e ito esp e cia lmente trole numérico.Com a instalaçãoda RateSlowdown Option(opçãode ritmolento),em seuplotterdigital D P- 3 ,a H ou stonInstrumentconseguiuum no v o de um largosegavanço,atendendoàs requisições m e n t oda in d ú str i ade desenho. O traçadordigitalDP-3atendeà necessidade de d e fita N/C,com sua superficievis u a l v e r i f i c açã o planade 56 cm de largurae capacidade de receber umaafimentaçãocontínuade 45,7metrosde papel. A opção de ritmo lento, ajuda o programador de controlenuméricoa visualizarseçõescriticasno incrementopor in c u r s o do gr á fi co,literalmente, c r e men too u p o le gadapor polegada.A o mes mo de aceleraratéa velocidatempo,tem a capacidade de total especificadaparao DP-3,sobreas seçÕes não-criticas.

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uma lA Centronicsapresenta

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à cozinha,sistemasde despaA CentronicsDataComputerCorp.(NYSE),re. de um restaurante cho 1 de.aeroportos e hotéis,mensagens a hospèdes c e n t e m e n teap r e sentoua Micro-impress o ra -S s f ilia is . c o m i n ter Íacee m s érie,no Mini/MicroS how e m d e h o t e le c o mu n ic a ç ãeoh t rema t riz e e A novaimpressora, auxi liao An a h ei m Ca , lifor n ia. Destacandoum interÍaceRS-232de sete bits usuárioa selecioriarritmosde baud,paridade, eo padrãoASC|l série,e um conjuntode caracteres em parada. númerode bits de produz 96, o 51 opera de 50 a 9600 bauds e copias A u nid a d eestádirigidaparaos mercados de mipapel coberto sobre um de aluminio, descarreganaparelhosdomésticose aparecroprocessadores, lhos parahobby.Estáidealmenteequipadaparao do um arco elétricoparapenetrara cobertura,que uso em sistemasde diagnóstico,como copiadoratem menosde um micronde espessura.Não são tintase f itas. automáticaparaTRC,instrumentação industriale necessárias que impressãode mensagens. Entretanto, umavez impressos, Os caracteres ao contráriodaqueles muitos terminaisde TRC requeremum interÍace resultantesde impressãotérmica,são insensiveis RS-232, a 51 deveráser vistaem freqüenteuso co- à luz,temperatura e umidade.Alem disso,a página mo uma impressora de mensagens colocadaisola- de impressãoÍinal pode ser reproduzida em qualdamente.Por exemplo,na transmissãode ordens 306 NOVA ELETRONICA

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Gomotornar oCMOS

de interli- TTL. lsto representa7+ de uma As duascondiçÕes gação remanescentessão mais unidadede carganormaldo TTL problemáticas. A saidade nivel e s ig n if ic aq u e o CMO S p o d e (PorTTL não é rigorosamente acionarapenasTTL de baixapoalto do CMOS logicos Circuitos de baixa tas, flip-floPse MSI - integra' definida.Quandocompletamen' tênciaou TTL-Schottkly potência.Ambasas familiassão garante ser qua' carregada ela te são média) escala em ção s o , m as n ã o co mP letamente' maior qve2,4V, que é exatamen- menosdisponiveise maiscaras compativeiscom TTL. Quando te a metadeda entradaminima que o TTLnormal. o uso destesdois da CMOS. A tensão de saida consideramos Há um modo simPles Para t i p o s de ci r cuitosconjuntamen- sem cargadependeda configu' estas dificuldadesdas superar em al' TTL; ração de saida do situaçõeste, quatro diferentes Usar queda de interligação. condiçÕes guns projetos uma a está e' são interligação de Possiveis de diodo abaixode V6ç, sendo umafontede 6,0V, em vezde 5,0 devemseranalisadas: - Alto nivelde TTL comandan- assimaceitávelparaa interliga- V, e operaro TTL entre + 6,0V e do umaentradaCMOS ção com CMOS.Na maioriados + 1,0 V, enquantooperamoso circuitosTTL entretanto,a que- CMOSentre +5.0 V e a terra.lscomandan' TTL nivelde - Baixo da é de dois diodos abaixode t o d á u m v o lt a ma isd e imu n i d a ' do umaentradaCMOS - Alto nivel de CMOS coman- Vçç, o que é apenas razoavel' de a ruidoquandoo nivelalto do mèhte aceitávelparaa interliga- TTLcomandaum CMOS;sacrifi' dandoumaentradaTTL es' ca-se1,0V quandoum baixoTTL coman' CMOS de ção com CMOS.Obviamente - Baixonivel te problemapodeser sobrePuja' a c io n a u m CMO S , ma s is s o é dandoumaentradaTTL Com umafontecômum,a se- do com um re s í s t odr e u p u ll-u P u , p le n a me n t e a c e it á v e l. Ai n d a gunda e a terceira condições que manteráo nivel próximoa mais importante,este arranjo n ã o con sti tu e m P roblemas.A Vç6, PoÍ exemPlo,5,6 K O . A aumentaa caPacidadede aciosaidade nivelbaixodo TTLé ga' qúártacondiçãode interligação namentodo CMOS.O ufan-out> rantidaparaser menorque0,4V, é a maisdif ic il,p o rq u ea ma io ria do CMOSé assimincrementado mesmo quandocomPletamente das saidas CMOS não fornece parapraticamenteuma unidade istodá quase2,0V de corrente bastante para acionar de cargaTTL(1,6mA). carregada; i m u nid a d ea r u id o quando co' constante me n t eu ma e n t ra d a uma outra Acrescentando'se mandandoum CMOS.A saidade TTLno estadobaixo. tensão, de fonte de PodehaverséA impedânciade saida nivelalto do CMOSé aProxima' imp lic a ç õ e s ,d e P e n d e n d o ria s razoaé dispositivo CMOS todo de tensão fonte damenteiguala e em muitoscasos positiva,com uma imPedância velmentealta,aproximadamente da aplicação, Mas,sob na entradaPróximade 1 K O , 1 K o na maioriados projetos.A pode ser impraticável. é a aProPriadas, portanto, circunstâncias pode, forfacilmente ca1azde fornecer a saidaCMOS para da o saida única pA enquanto Problema necer apenas 400 40 de correntede entrada PA Pagação TTL'CMOS. i i nterl d o ru id o a mantém a imu n id a d e TTL. entrada ra cada

Comotornaro CMOSmais compatívelcomTTL

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NOVA ELETRONICA 3O7


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Ic | c IAR oT Ic tAR Io'NgT líRIo.Ngï ro.n r DETRENSRIrmÃrs PASSAGEIROS PODEMFAZERCHAMADAS DIRETA ïTITTôNICASFORDISCAGEM

DEIìIETROLOGIA, III SEMIilARtO EQUALTDADE Ì{0RMALTZAçÃo i1{DUSTRTAT

A Secretariade Tec- No programadestacamIndustrialdo Mi- se os seguintestemas: nologia A Rede Ferroviária soa desejada.O equipa- nistéiioda Indústria e Co- Aspectos Básicos da Fe d e r al da Al em anha mento radiotelefô n ic omércio,Departamento de Normalização, NormalizaOcidental,sempresoube que efetuao serviçopro- Assuntos Universitários na Nacional Nível em ção uma tirar proveitoda tecnolo- cede da TE-KA-DE, Ene Escola de da MEC e do da Qualidade área gia eletrônicaPara me' produtorade equipamen-genharia Mauá,promove- Confiabilidade, e Sistema l h o r a r seu s se r viços. tos de comunicação,es- rãodias16e 17de maioo Metrologia. de Nacional Agorainiciou algo novo: tabelecidaem Nurem- lll Semináriode MetroloLocal:Institutode Enparcialmenteperum serviçoteleÍÔnicode berg, gia, Normalizaçãoe Quagenharia (SãoPaulo),Viatencenteà Philips.O serdestina-dutoDonaPaulina. discagemdiretapor push viço pode ser expandido lidadeIndustrial, 80.B.o engee a engenheiros do andar. para trens seus -buttons, paraoutrostiposde trem. Os interessadospode altavelo- A Rede FerroviáriaFede- nheirandosdas áreasde interurbanos civil, transpormecânica, derão obter maiores incidadee expressosTrans- ral também está aperfeiindústria automobi pelos telefotes, formaçÕes O novo serviEuropeus. çoando a malha c o m listica,quimicae elétrica. nes:34-7069 e 239-3070. ço, iniciado em janeiro, maisantenasao ladodas substitui um processo ferrovias,para os sinais por meiodo qualum em- radiofônicos.A medida OFERECE pregadoda ferroviatinha permitirá aos passagei. A MATSUSHITA PASTILHA BIPOLARPARA UMA de chamarum operador ros fazer chamadas de em umaestaçãopróxima áreasonde boasligações GoNTROLEDE SATURAçÃODE COR paracontataro individuo eram impossíveisdevido que fez a chamadaà pes- à topografia. Um circuitointegrado lha bipolarde 3,2 por 2,9 que usa o sinal de entra- mm tem 481 elementos CÂMARAE EUROPAFORNECERA da VIR (intervalode refe- dispostosem ambos os SOLARPARA rênciavertical)paracon- ladosdo circuito,lineare EQUIPAMENTO precisamente a sa- digital.Elarequerapenas trolar ESPACIAL TELESCOPIO turaçãode cor, aparecerá cerCade 60 partesperiÍeAtravésde um acordo brevementenos apare- ricas e dispensaajustes A Agência Européia do Espaço (ESA)irá su- entrea NASAe seu cor- lhos de TV japoneses.O de linhade montagem.A prir a NASAcom a câma' respondenteeuropeu,a dispositivoda Matsushi- primeirageraçãode cirVIR ra paraobjetosde Pouco câmarae seu detetor as- ta ElectronicsCo. estará cuitos controladores brilho e o equiPamentosociadode contagemde nos aparelhosPanasonic desenvolvidose usados espacialde energiasolar, fotons irão possibilitaroriginadpsda Matsushita pela GE nos EUA, têm paraa missãodo telesco- umaimagemde altareso- e nos aparelhosQuasar cerca de 180 partes,innos cluindo cinco Cls e 30 pio espacial.Programado lução,da regiãodo ultra- de suassubsidiárias paraser colocadoem Ór- violeta,passandopela re- EUAe serávendidoa ou- transistorese necessita bitaa 500km de altitude, gião visiveldo espectro, tros fabricantes.A pasti- ajustesde produção. proxiem 1983,pelo lançador até o infravermelho mo. A câmara estará apta espacial, o observatório PRIMEIRACÃMARACCDDETV A espacialcilindricode 10 a separarcorpos que esÉ MOSTNADAPELARCA CORES toneladas,irá estudaro tejam afastados por arque 1/10de universocom uma reso' cos menores Modelos montados ção Audio-Visual luçãomuitomaiordo que segundoe observarobjeNacioiamaisfoi possívelantes. tos celestes que s ã o da primeiracâmarade vi- nal dos EstadosUnidos, Em troca de sua partici- aproximadamente1 0 0 deo a cores,usandodis- em Houston,de 14 a 17 pação,os astrônomosda vezesmais fracosque os .positivosde carga aco- de janeiro.A câmara,plaESAirãopartilharde 15% atualmenteobserváveis,plada(CCD),foram mos- nejada para o mercado do tempo de observação duranteseu tempode vi- tradospelaRCACorp.na audiovisual, oferecequada previstopara 10 anos. 39." Convençãoe Exibi- tro vantagensprincipais do telescópio. 3OSNOVA ELETRONICA

52


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t |líR cT Ic I Ic | T dnIo'Ng líRIo.NoT Io.n I O último avançoem canala sermonitorado, nas pertode 1,8kg; terceira,é completamentematêriade receptoresde Duasseçõesreceptode estadosólidoe segu- televisãoa coresremota- ras são usadaspara prora; e quarta,é de baixo mente controlados,é a duziros sinaisde vídeo possibilidade de contro- in d iv id u a isO consumo. . s e gu n d o lar um segundo canal, sinalde videoé entãoinDISCOSR|GIDOSAPARECEMCOMO que estásendooferecida terpretado em doisdispoDOSDISCOS em aparelhosintroduzi- sitivosde cargaacoplada, SUBSTITUTOS dospelaBarcoEletronics,que reduzefna largurade FLEXIVEISNOSCOMPUTADORES d a B é lg ic a . bandade 5 MHz para1,6 Este ano assistire- AssociatesInc., a IBM mos ao nascimentode Corp. e duas outras firUsando dispositivos MHz.Pelaleiturado sinal um novo periféricode masmenores.Emboraos de cargaacoplada(CCD), de saidados CCDsa um computador- um sub- caminhosdos vários fa- os engenheiros da Barco ritmo três vezesmaior,a sistemade memoriapor bricantessejamdistintos projetaramum sistema largura de banda de 5 disco, com Prato rigido - algunsirão usarcabe- que insereuma imagem MHzé rearmazenada. Com aPro- ças de peliculafina ou miniatura do programa As operaçõesde renãoremovivel. membranas, enqu a n t o e m u m e emissão para a p re s e n t a d o cepção ximadamenteo mesmo outrosirãose fixarno pa- segundocanal,no canto os CCDssão sincronizatamanho de um ÍloPPY drão de tecnologiaWinsuperiofesquerdode um dos pelospulsosde camdisk padrão(disco Ílexi' chester todos têm programaque estásendo po e sincronismodo sivef)- 21 cm - ele arma' confiançano seu suces- v is t o . Um e s p e c t a d o r naldevideoprincipal. Coquesubs- simplesmentepressiona mo resultado.os dois si' zenade 10a 100megabY- so,acreditando tes, em comParaçãoa 1 tituirá os muito menos a chave de modo CCD, nais de video podemser megabyte Para os flexi- confiáveisdiscos flexi- na unidade de controle combinadose mostrados veis. Estão trabalhandoveis,auxiliandoaindana remoto,e então selecio- como um único,na tela em tal sistema,que não diminuiçãodo custo por na o númerodo segundo deTV. ocuparámaisesPaçoque bit dos sistemasde minium diskette, a Shugart computadores. SOLARPODERA sobreos modelosde vidicon, segundoa RCA. A primeira:ela nãosofrere' tardo e queima da ima' gem;segunda,PesaaPe-

NOVOSISTEMAPERMITEO DE DUAS ACOMPANHAMENTO IMAGENS,SIMULTANEAMENTE NUMATELADETV

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ENERGIA ENCONTRO POSSIBILITAR COMCOMETA

A energiasolar pode- do finalmenteparaser a rá sera fontede combus- fontede energiados lantivel f undamentalpara çadores interplanetários umanaveespacialquese a ser usadosdepois de com o cometa 1980.O acionamentoiôencontrará de Halleyem 1986.Se os nico foi escolhidoprincic ie n t is t a s d a NA S A palmenteporque é meforem bem sucedidos,a nos arriscadoe tem um energiasolar será usada potencialde desenvolvina produçãode eletrici- mento maior.A nave esdadeparamovermotores pacial acionada ionicade íons de mercúrio,que menteestaráprontapara irãofornecera verdadeiralançamento,através do (Spaforça motriz pa'a a nave- LançadorEspacial ce Shuttle),no fim de gação espacial. Os fo- 1981 principio 1982, ou de guetes de motores iôni- mas provavelmentenão cos e sistemasde avelas será usada para aplicasolaresotêm sido investi- ções maiores antes do gados por muitos anos. esperadoencontrocom o Maso padrãofoi escolhi- cometade Halley. NovA ELETRôxrcngog


KIÏS DEÃ'DIO |M-207

ESPECTFTCAçÕES

Pré-amplificador de alta fidelidade de chave seletor a,contr olesde v ol um e, P r é - a mp [Íi ca d o r-e q u a l i z adordoÌado , g r a ve s e a g u d o s, p â ra q u alquer tlpo de fonle de m ater ialde pÍogr ama ( s i nton i z a do r A M/F M, g ra va d or m agnético. toca- discos com cápsula cer âm i c a o u ma g n é ti ca ,e tc.). Pr o j el a d o p a ra u so e m conjunto com qualquer m ódulo am plificadoÍ de p o t ê n ci a ,e m p a n i cu l a Í o M - 1 504, for mando,com este últim o, um exce D c i onal a m p l i Íi ca d o r Hi -F i mo n o fônico de 50W . O k i t co mp re e n d e to d o o mateÍial,inclusive Íios e cabos, par a a m ontagem d o p r é -a mp l i fi ca d o r.U m detalhado manual de instÍuçÕesdb m ontagem fãc i l i t a a tS re Íad o mo n ta d o r, mêsm o que Ìenha pouca exper iência.

Mt-202

I Tensão nominal Tensõesopcionais I CorÌente mádia Controle de graves (20 Hz) -l reÍorço I atenuação Controle de agudos (20 kHz) -l Íeforço I atenuação l mpedânci ade carga (val or míni mo) Tensão máxima de saída Tensão máxima de salda p/gravador Distorção (p/350 mV de saÍda) Alimêntação

I

20v 12 a 46V 3,5 mA 17 dB 21 dB 16 dB 20 dB 100 k n 2V 1OmV o,15Vo

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Pré- a m p l i f i c a d o r e ste r e o fô n ico d e a lta fid e lid a d e De c a r a c t e r Í s t i ciadsê n t i ca sà q u e la sd o M .2 0 1 , e ste kit p o ssu i,a l ém dos usuais,controÌesde equilíbrioe separação.Estes controles permitem, respectivamenÌe, realizaruma variaçãoentre os volumesdos dois canais e eÍetuaruma superposição ajustávelde ambos. c o m m ó d u lo sd e p o lê n ciad e q u a lq u e rÌip o . P roj eto P ode s e r r e a l i z a d o p a r â ot im i z a d o u t i l i z a ç ãco o m d o is m ó d u lo sM - 1 5 0 A, co m o s q u ai sÍoi ma um con.iuntoestereofônicode superÌordesempenho,com potência de 50w + 5 0 w . que O M - 2 0 2 v e m a c o m p a n h a ddoe u m d e ta lh a d om a n u a ld e in str uÇ ões, Íacilitasobremaneira a montagême instalação.

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M- 150A Amplificador de 5O W possibilrta Estemódulo a construção de aparelhagens desommonoÍônicas

d e a té 5 0 W o u e ste re o fônicasde até 100W ( usando- se duas unidades ) , próprio para sonorização de grandes ambienles. Trata-se de um conjunÌo v e r s áti l , q u e p o d e se r u sado em con.iunto com qualquer pr é- am pli fi c ador d e b oa q u a l i d a d e co mo por exemplo: o M - 201 ( m onofônico) ou M - 202 ( e s t e rê o Íô n i co ). O ki t co ntém todas as pecâs necessár iasà monta gem do à m p l i fi ca d o re d a re sp e ctivâÍonte de alim entacão ( exceto o tr ansÍo m ador ) _ Um ma-nual de insÍuções Íartamente ilusÌrado simplifica ainda mais a suã execucao.

E SPECTFTCAç Õ ES 45V 4n

Tensão de alimentação l m p e d â n ci a d e ca rg a Potência com 107o de distoÍcão ( 1 k H z) Po t ê n ci a n o mi n a l C o n su mo d e co rrê n te ss m sinal Consumo de corrente referente à potência nominal Sensibilidade roferent€ ao inicio de cêifamento lmpedância de entrada R e s po sta e m Íre q u ê n ci a ( - 3 dB) B e l a çã o si n a Uru Íd o

52W 60w 15m A 1 ,6 8 A

45V 8Ít 31W 30w 15 m A 0,944

27OmV 290mV 100 kn 1 00 ko 30 Hz a 30 kHz 90 dB 90 dB

M-302 Am p l i f i c a d o r

d e 1 , 7 W co m cir cu ito

in te g r a d o

pode Íuncionarcom alimentação por pilhasou pela rede; Esteampliíicador a comutaçãode um tipo dê ãlimentaçãoparaoutroé automática.PeÍmite porÌeiroseletrônicos. de eletrolásportáteis. a construção intercomunicadores, de elevadores, etc. ou a sonorizagão salas-de-espera, etc.;podetambémser us ad oc o m o u n i d a d ed e áu d ioe m e q u Ìp a m e n tod se te le co m u n icacões, etc. Com p õ e - s de e d o i s m ó d u lo s.u m a m p lifica d oer u m a ío n te d e a limentacão estabilizada(excelo o ÍansÍormador)..O conjunto é de fácil montagem, graçasa um projetosimplese bem elaboradoe um explícitomanua'ide tnstrucoes.

E SPECTFTCAç Õ ES Tensão de alimentação J 9-Yçrq'-tgil!"-"ì | 11o1115-127-2 2 0 Vc'a' (rede) f mpe d â n c i ad e c a r g a (t,jlã:ì Potância de salda a 1 kHz (d-10%) I l:9 W Consumo de corrente (a P.-í,0 W, d-l0% e alim. pilhas) i i5 mÁ Consumo de corrente (a Po=l,7-W, d-l0% e alím. -pèlaróde) ã5 mÀ Consumo qe orrente (sem sinal) 9 mA lm pe d â n c í a - d ee n t r a d a 15 kO Sônsibilidade (a Po=50 mW) 2 mV Respostaem Írequência (3 - dB) 80 Hz a 3O kHz

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IBRAPE tú-204 P ré-ampl i f i cador estêreofôni co uni versal para a pré-amplificação Emboradestinadoespecificamente e equalização de sinaisÍornecidospor cápsulasde relutânciavariável,em coniunto com M-320 e M-350,estemódul oD ossuiuma i nfi ni da dede os amol i Íi cadores tais como, misturador,pré-amplificadorestereoÍônico outras âplacações, paramicrofoneou paragravador,etc.;seusdois canaispodem ser usados em conjuntoou separadamente.

E S P E C TFTC A çÕE S Alimentação CC C onsumo Ganho (1 kHz/250 mV) Sensibilidade (1 kHz/2õ0 mV) lmpedância d6 €ntrada Tensão máxima do entrada Tensão nomiiibl d€ saída Tensáo máxima de saída l mpedânci ade carga R€laçãosinal/ruldo DistoÍção (1 kHzl250 mV)

9e19V 0,8 a 1,3 mA 35 dB 4,3 mV 47 kO 3Oa6OmV 250 mV 2a3V l(X, ko > 80dB < 0,05 %

M-320 Amplificador estereofônaco completo de 10 W + 10 W pré-amplificador, em umasó placade circuitoimpresso, controlês. Reúne, (exceto ê fonÌedealimentação depotência o transformsdor), ampliÍicadores

Sua montagem é extremamente Íácil, pois todas as interligações estão contidas na plâca de circuito impresso. Possui chave seletora de entrada, chave mono/estéreo/estéreo invertido, controles de volume, gÍaves, agudos e equilíbrio. Pode ser usâdo com gravador alto e baixo nível, sintonizador e c áps ul a c er âm i c a; c om a adi ç ão do M - 204, pode tam bém r ec eber s i n a i s de c áps ul as de r el utânc i â v ar i áv el ( m agnéti c a) . Otima solução para sonorização de pêquenos ambientes. Um detalhado manual de instruções Íacilita a montagem, mesmo aos menos experiêntes.

E S P E C TFTC A çÕE S Potência nominal Potância al%ode distorção (1 kHz) Alto-falantes (lmpedância) Respostaem frequência dentro de 3 dB (controles em posição de resposta plana) Controlê de graves (30 Hz) I reÍorço I atenuação Controle de agudos (20 kHz) I Íeforço I atenuaçáo SaÍda para gravador

2x10W 2xB W 8Íl 2OH z a 25 k H z 19 dB 22 dB 16 dB 14 dB 1Í mV sobrel OOk O

M-350 esterêofôni co compl eto de 25 W + 25 W A mpl i fi cador e vantagensdo M-320. oÍerecendo, Apresentaas mesmascâracterÍsticas potência maior, sem aumento nas dimensões consideravêlmente oorém. do ampliÍicadorpropriamentedito, gÍâças ao empÍego de transistores de na 9aÍda.S ol uçãoi ndi cadaparaa sonori zação de ambi entes D arl i ngton tamanhomédio.

ESPECTFTCAçÕES Potância nominal 2x25 W Potência alTode dístorção (1 kHz) 2x2O W (ímpedância) Alto-falantos 8Íl Respostaem frequência dontro do 3 dB (controles em posição d€ resposta plana) 2O Hz a 25 kHz Controle de graves (30 Hz) 19 dB 1 reforço atenuação 22 dA I Controle de agudos (20 dB) reÍorço 16 dB -1 .. 14 dB I atenuaçâo 11 mV sobrel 00k O Saída para gravador


Código

ú'Q"

Seção

OAP - Estouna freqüênciaà sua disposição QRA - Nomedo operadorda estação QRX - Aguarde(ou aguardo)um pouco na freqüência

PY-PX

QRM - Interferência ou ruido QRT - Vou desligar- Parandode operaro rádio QSL - TudoOK, tudo entendido,confirmotudo. contato,conversa,diálogo OSO - Gomunicado, QS J - D i n h e iro QTH - Endereçoda estação OïR - Horas,horário QRV - Estouà sua disposição QTC - Noticiaou mensagem 73 - Abraço 88 - Beijo

#Ane,trKan' 60 De

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caixa-chassi,

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rua venceslau braz,84

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sáo eetano do sul -

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Íone: (0111441-f661 -

WaÍÍs

ep: O95OO

E NUIU|A

supórtes e manual

de instruções


BIAMPí'-IFICAçAO Hô alguns anos atrâs, a demanda pela reproduçõo sonora em altatidelíd3d9 e altos níoeíí acúsúíuostrouxe o conceíto-da biamplíficação para uma posíção de destaque entre os audíô!ílose prolissionais de som. Nos síÍuoções erytque o amplíticador,!o sístema estô-sendoleoãdoo seus límítes e o uso de amplificadores maíores pode resultar emtalhas nos alto-falantes, a bíamplíficação proporeíona um meío de se conseguir ba:xa dístorção no-som,ossím como níueís eleuadosde pressão acústica. Este ãrtígofocalízarâ casosonde a bíamplíficação ê íttíl, descreuendo algumas oantagens teõríLas e prâtícasdesse sistema, para a obtenção de níueis moís eleuadosde píessão sonora.-Diuersosexperimentos, objetíugse subietíuos,serão descrttos, expèrímenúosesses oísando detèrmínar as característícas ideaís de potência môxíma e de transíção, para o amplítïcador de potêncía. Os resultados desse trabalho lreq1ência "mostrarão porque íAiamptifrcaçõõ pode aprtmorar a qualídad-e^de u1nsísúemode som. de som, reìimplíficação de típíco um sístema serâ-descríto Fínalmente, pressão acústíca. níueis de altos para de aplícações uso em adequado

POTENCTA MUCHOW, J O HNM . L O VDAE S TE P HE N , SHUREB ROSINC. Sistemade ampliÍicadorúnico Um si ste m a convencional, compostopor um amplificador simples,alimentandoum grupo de alto-falantes,está aPresentado na figura1. A saidado amPlificadorestá ligadaa um divisor de freqüênciaspassivo,Parasi' nais de niveis elevados,que contém um filtro passa-baixas, um passa-altase, geralmente, um atenuadorde altas freqüên' cias. Em muitos sistemasresi' denciaisde alta fidelidade,ou sistemas de monitorização,em estúdios de som, encontra-se tambémum alto-falanteParafreqüênciasmédiase um filtro Pas' divisorde f reqüências. sa-Íaixas, As freqüênciasde coÌre e as rampasdessesfiltros divisores são otimizadas,de forma a (casarem-seDcom as caracteristicas acústicasdos alto-falantese para protegê-losde freqüências que poderiam ser danosas. A área de atençãomais comum, 57

MATERTAL GRAVADO

x FREQUENCíADE TRANSIçAO NovA ELEïRôlncAgrs


Sistema dê Alto.Íalantês :

Divisor de

Atenuador cle

I !

I Wè8reÍ {aguoos} I I

WooÍer { graves) a

- Sistema de ampliÍicação simples FIGUBA I

quantoà possibilidade de riscos paraos alto-falantesde alta Íreqüênciaé o pontode ressonância dos odrivers,de altas freqüências.Dependendo do material interno de amortecimento do diafragma,os sinais na região de ressonânciapoderãocau. danisar excursõesexcessivas. ficandoo mesmo. Paraminimizaresse problema, quandose tiata de altos níveis de operação,os divisores de freqüênciadas Íaixasalta e m é d i a deve m ser projetados c o m r am p a s su fi c ientemente de modoa manterema abruptas, saida acústica para o odrivero, a 20 na regiãode ressonância, dB abaixo,pelo menos,do nivel normalda bandapassante. A saida do filtro passa-altas conectadaa um é normalmente atenuadorresistivo,proporcionandoum ajustede nivelparao <tweeterD, no balanmantendo-o lsto é nedesejado. acústico ço cessário,pelo fato de os ntweemaisefi' tersrseremgeralmente de cientesque os alto-falantes freqüências baixas. A vantagembásicado arranj o c o m am p liÍi cad orúnico é a s i mp l i c id a d epo , is o amplificador e o sistemade alto-falantes são os únicoscomponentesneceçários. Existem,entretanto, consideráveis, cadesvãntagens so o sistemavenhaa ser operado a niveis elevadosde saida acústica. Em primeirolugar,os componentesdo filtro divisorde freq ü ê n c i as,in clu in d oo atenuador de altas freqüências,precisam paraoperarem ser selecionados n i v e i s ele va d o s de potência. erernOrutcn 314NovA

componentesde distorção de alta Íreqüênciaserãogerados,e suas distribuiçõesde freqüêndo graude ceicias dependerão famento. Inversamente, se i nformação de alto nivele altaÍreqüênciaestiver presenteem forma de pulsos, que leveo amplificadorao c e if a me n t o , c o mp o n e n t e s d e distorção de baixa freqüência serão gerados a freqüências mú lt ip la sd a Í re q ü ê n c ia dos pul-

Nas aplicaçõesde reamplifica- S OS . ção ou reforço sonoro, onde a regraé o equipamentoque pro- Sistemapor biampliÍicação Um s is t e mad e b ia mp l i f i c a duza picos de alta potência,os capacitoresenvolvidosdevem ção consisteem um divisorde apresentartensÕesde isolação freqüênciasde baixo nível,pasbastante elevadas (1000 V ou .sivo ou ativo,e de dois am.pliÍimais) e baixo fator de dissipa- cadoresde potência(ver figura ção (menos de 1"/", a 1 kHz). 2). O sinal de entrada,de baixo Além disso, valoresde capaci- n iv e l,é , e m p rime irolu g a r,d i v i tânciade 50 pF poderãoser ne- dido em bandasde alta e baixa cessários,se o sistema traba- freqüênciae, então, levado a lharcom alto-falantes de 4 ohms amplificadoresde potênciasee uma baixaÍreqüênciade tran- parados.Esses amplificadores são conectadosdiretamentea sição. seusalto-falantes de altae baixa Os indutoresutilizadospo- freqüência. Apesar disto nãoser derão ser tanto do tipo a (arD, uma necessidade,um sistema como de núcleo de ferro, mas corretamente projetado para nãodo tipo saturado.A bitolado uso em biamplificaçãodeverá fio de seu enrolamento deveser meiode proteçãopara grande,a fim de mantero ,,Q, ter algum os alto-falantes de altasfreqüên(fatorde mérito)elevadoe reducias.Estescircuitosauxiliarãoa zir a perdade potênciaao mini- prevenirÍalhas,devidasa: conemo. xõesinvertidasdos alto-falantes Os resistores ou reostatos de altas e baixas freqüências, utilizadospara os atenuadores aos transientesde desligamende altas freqüênciassão geral- to dos ampliÍicadores e a falhas mentede alta potência,devidoà nos amplificadores.Apesar do necessidade de redução.da sen- c u s t o d o s is t e map o r b ia m p l i f i sibilidadedo ntweetero. E possi- caçãoser maior,devidoà adição vel utilizar,nessescasos,auto- d e u m s e g u n d oa mp lif ic a d odr e transformadores dotadosde de- p o t ê n c ia , d iv e rs a s v a n t a g e n s per- resultamdestesistema. rivações,o que proporciona das muito baixas.No entanto, E m p rime irolu g a r,u maf l e x i estesprecisam,também,ser su- bilidademuito maior no projeto Íicientementegrandesparaevi- dos circuitosé obtida,porqueo tar'a saturaçãoe são mais dis- f iltrooperacom niveisbaixosde pendiososqueos resistores. sinal,e é conectadoàs altasimUma segundadesvantagem p e d â n c ia s d a s e n t ra d a s d o s está relacionada com a geração a mp lif ic a d o re s d e p o t ê n c i a . de componentesde distorção, Com um divisor passivopara a duranteo ce if a me n t o d o a mp liÍ i- biamplificação,os componencador. Considere,a principio, tes terão seu custo reduzido,e um sinalde a lt a a mp lit u d ee d e potênciasmais elevadaspodebaixafreqüência; se o sinalche- rão ser utilizadasnos amplificagar a ser s u f ic ie n t e me n t ae lt o dores.Capacitores de altosvalopara oceifa r" o a mp lif ic a d o r, res, baixas perdase alto preço


são desnecessários,devido às impedânciasmais elevadas.Se um divisoreletrônicofor utiliza' do, empregandofiltros ativos, os indutorespoderãoser elimi' O Proje' nadoscompletamente. Entr de ã udi o to com filtros ativos também permitea utilizaçãode divisores c o m r am p a s e xtremamente abruptas,quandonecessário,a um custo razoávele também razoâvelsimplicidade.Um certo - Sistema biampliÍicado circuitocomercialemPregauma FIGURA 2 n o v a i d é ia ,on d eo s inal de alta freqüênciae obtidodiretamente falantese com a seleçãoda frepela filtrageme o de baixa fre- qüênciade transição. qüência, através da diferença A pos s ib ilid a d ed e s e a li' entrea entradae os sinaisde al- mentarum n ú me roilimit a d od e a to- amplifica d o re s d e p o t ê n c ia , DesPrezando ta freqüência. lerânciados comPonentes,Po' com a utiliz a ç ã od e u m s ó d iv i' de-sedizerque as saidasde alta sor, é uma outra vantagemdo destecircuito sistemade biamplificação.Esse e baixaf reqüência se complementamexatamente arranjo torna-se possivel com na regiãode "crossover,,ou fre- amplificadores de alta imPedân' qüênciade transição.A seleção cia de entrada. da Íreqüênciade transiçãoPode E m te rmo s d e b e n e f ic io s ser conseguidacom um chaveam e n t o m ín im o d o s comP onen- acústicos,talveza mais amplamente discutida vantagemdo tes. sistemade biampliÍicaçãoseja A segundavantagemconsis' sua habil id a d ee m o b t e r n iv e is t e n a h a b ilid a d ed e dirigirdife- mais elevadosde pressãoacúsrentesquantidadesde Potência tica, sem ceifamento,em comàs diferentesfaixasde Íreqüên' paraçãoa um só amplificador, cias. Casando-sea caPacidade de igual tamanho. Considered e t e n sã od e p ico do amP lifica- mos, por e x e mp lo , u m s in a l dor de potênciacom a máxima compostopelas freqüênciasde tensãode pico permitidaParao 250 Hz e 10 kHz e suponhamos alto-falantede alta freqüência, que a componentede baixafreo s p i co s d o si na l e os de ruido qüênciaseja duas vezesmaior serãoceifadose limitadosa um quea de altaf reqüência; se esse valorseguro.Tal Proteçãoé Pro' sinal for e n t re g u ea u m a mp lif iporcionadasem a necessidade cador,com uma capacidadede o ga' 40 V de pico na saida,os sinais de se ajustarpreviamente nho nos váriosestágiosanterio- de baixae alta freqüênciapoderes ou os niveisde tensãoPre- rão atingir os níveis de 26,7 e sentes no alto-falantede baixa 13,3 V, respectivamente, antes f reqüência. de haverceifamento.EmpreganO uso de osuper"'amplifica' do, ao inv é sd is s o ,d o is a mp lif i' doresou pares"bridgêu,conec' cadores,com capacidadePara t a d o sa u m si ste m aúnicode am- tensõesde pico de 26,7e 13,3V, plificação,não pode ProPorÔio-obteriamoso mesmo nivel de nar esse fator de segurança, saída,sem distorção. Conversem circuitosexternosde Prote- tendoessastensõesem valores RMSe su p o n d ou m s is t e mad e Po' ção.Em muitasaPlicações, alto-Íalantes de 8 ohms,verifica' pode-se utilizar Pequenos rém, gue remos u m s is t e mab ia mp liÍ ipara freqüênas amplificadores cias altas, sem comprometera cado capaz de produzir55,6 W a qualidadedo sistema.ConÍorme (44,5+11, 1W), p ro p o rc io n a râ veremosmais adiante,esse re- mesmaqualidadeque um outro, quisito está relacionadodireta' comum,d e 1 0 0 W d e p o t ê n c ia mentecom a eficiênciados alto- (quandoo a mp lif ic a d o dr e b a i'

f/*::r;

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xas Íreqüênciasentra em ceifamento, a distorção harmônica produzida aparece apenas no correspondente). alto-Íalante Ainda que não existam fórmulasexatasparaespecificação dos sistemasde dos parâmetros biamplificação,parece ser evidentequea f reqüênciade transição, o tamanhodo amplificador de potênciae as caracteristicas de f reqüências do esPectro musicalprecisamser inter-relacionadas.Os experimentosseguintesforam criadosparaexaminaras relaçÕesentreestasvariáveise para determinaras li' nhas básicas para o projeto e otimizaçãode sistemaspráticos de biamplificação. Níveisde pico parabiampliÍicação Em um experimentorealizado, três tipos de programa,diferentes em seu espectro, foram a n a lis a d o s e le t ric a me n t e . O materialde programaparao experimentofoi separadode acor' d o c o m t rê s c la s s if ic a ç õ e s : grandeconteúdode baixasfre' q ü ê n c ia s ,g ra n d e c o n t e ú d od e altas freqüênciase conteúdo altas e q u ilib ra d d o e f re q ü ê n c ias e baixas.Seleçõesretiradasde discos foram utilizadasparaas distribuiçõesde baixa freqüênc ia e d e f re q ü ê n c ia se q ui l i b r a ' das, enquantoque uma gravaç ã o e m f it a ,d e v o zÍ e min i n ae, m uma apresentaçãoao vivo, foi utilizadacomo base paraa dis' tribtrição pesada de altas fre' qüências.Pelo.fato de que este material de programa poderia ser utilizadomais tarde,em um testeauditivo,todasas três fon' tes de programaforam casadas subjetivamente,para um nivel NOVA ELETRONICA3l5


maior distribuiçãode baixafreq ü ê n c iae d e d is t rib u iç ã o eq u i l i brada de freqüênciase, aproximedidor de reg posta dó pico saída dê altG madamenteem 700 Hz, para o trêq. materialde distribuiçãopesada de altas freqüências.Esses resultados parecem indicar que, parabiamplificareficientemente um programade largo espectro freqüências, utilizandoamplide ír'q' "#g:ï"Ës Íicadores de potências idênticas, um divisorcom freqüência - AparatopaÍao tesle de nivelde pico,em biampliíicação de transiçãode 300 Hz deveria FTGURA3 ser utilizado.Pode tambémser equivalente,e cuidadosamente sentama diferençanuméricaen- visto nessesgráficosque,à megravadasem fita para conveni- tre os picos de altase baixasfre- d id a e m q u e a f re q ü ê n c i ad e ência e possibilidadede repeti- qüências,expressasem decibéis; transição é elevada para 2600 ção.Antes da análise,a saidada 0 dB, no gráfico,é correspon- Hz, por exemplo,os picos de alfita foi, primeiramente, separada dente a picos iguaisde altas e tas Íreqüências estarão 6 dB por um divisor eletrônico,com .baixasfreqüências.Os valores mais abaixo.lsto indica que o . freqüênciascomutáveisde tran- em decibéisno eixo verticalre- -amplificadorde alta freqüência sição de 200,500,800, 2ô00 e presentamas tensõesou potên- utilizadopoderiaser menor,re5000Hz.A saidado sinal Íoi en- cias que seriamrequeridaspara querendoaproximadamente metão medidacom um medidorde um ceifamentouniÍormedos si- tade da capacidadede tensão picose um osciloscópiodo tipo nais das bandasde altas e bai- máxima,antes do ceifamento, memorizador,de forma a ser xas freqüências,nas várias fre- em relaçãoao amplificadorutilipossivelobservare medirvisual- qüências de transição. Essas zadoparaas freqüênciasbaixas. mente as caracteristicasde ten- tensões,ou relaçÕesde tensão, ,lnversamente, o amplificadorde são do pico de saida. As medi- supõem id ê n t ic a s s e n s ib ilid a - baixasfreqüências requerum nições da tensão de pico Íoram des e impedânciasparaãmbos vel de ceiÍamento6 dB maisalto feitasnos sinaisde saídade alta os alto-falantes. Como é espera- que o amplificadorde altas free baixafreqüência, como é mos- do, a inclinaçãoda curva,em to- qüências,para reproduzirclaratrado na figura 3. Usando este dos os casos,indicaque a ener- mente o materialde amplo esa tensãode pico, gia de pico das baixasfreqüên- pectro. Destes resultados,um equipamento, dentro de um espectroescolhi- cias é maiorque a energiade pi- minimoteóricona relaçãode aldo, podiaser medidae compara- co das altas freqüências,quan- ta para baixa freqüênciapode da em uma tabela. Representa- do a freqüênciade corteé eleva- ser determinado, em váriosponções gráficas dos resultados da. O inversoé tambémverdade, tos de transição,para um dado medidos aparecemnas figuras com o ponto de igual distribui- tipo de programa. 4,5e 6. ção localizadoaproximadamenOs resultadosdestas mediAs curvas levantadasrepre- te em 300 Hz, parao materialde çÕes podem ser interpretados como um guia para determinar . zl as potênciasdos amplificadores >l> de altase de baixasÍreqüências, E em Íunção da freqüência de o .ts N transição. Nossa experiência, + no entanto,mostrouque um ni3to o5 vel elevadode baixas freqüêno ++ ã. o quando comparadoscom cias, o t-5 altas freqüências,no ceifamenI to, é aparentementetolerável, -10 .9 +++ t sem deterioraçãoda qualidade -1 5 sonora.Estatolerânciaao ceifa€o so 20 1oo l,ooo' mento levou-nosa dois experiol to.ooo 2o.ooo ro mentos em psico-acústica,para o (Hz) Frequôncia dè transicão Ê, conseguir uma visão adicional T Predominânciade altas ÍÍêquênc.ias quanto aos requerimentosne| { Níveis dê pico igúais cessários para os sistemas de a 4 ;,Predominância de baixas ÍÍeguénciâs biamplificação. - Relação dos niveis de pico de alta (Vg) e baixa (Vg) Íreqüência com a Íreqüência A primeiradestas experiênde transição,paraum sinalcom um giandeconteudode altasÍrequências. foi projetadapara propiciar cias FIGUBA4 I

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316NovA rrrrnôuce

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i nformaçÕesque relacionassem niveisde potênciae freqüências a de transição.Um sistemade bi11 3 ts a mp l ifica çã o controlável por o + tl preparado, .9 i o meio de chaves foi ê ìt que podia o ouvinte de forma o5 E ++ compararum sinal não distorci.o o do com um sinaldistorcido,ape.: -5 f++T nas na seção de altas Íreqüêng -10 cias, ou apenasna seçãode bai,8 - 1s xas freqüências.A figura 7A o G. 10,ooo 20,ooo 1.OOO 1(}0 50 20 mostrao aparatoutilizadoparao (Hz) de transição Frequência ceifamentodas baixas freqüênt P redomi nânci ade âl tas freguônci as cias, enquantona figura 78 te+ + Níveis de pico iguais para que o Íoi utilizado o mos * { | p.s666ináncia de baixas ÍÍequências ceifamento das altas freqüên- Mesmarelaçãoda íig. anterior,paÍa um sinal de conteúdoequilibradoentre cias. baixase allas íreqüências. A e B es- FIGURA5 Os amplificadores tavam trabalhandobem abaixo potênciaentre as al- _ à medidaque a distorçãose torde seus níveis de ceifamento. relaçãode navamais severae, apenascom freqüênciasfoi tas e as baixas EstesamplificadoresPermitiam pessoa para de ceifamentoextrematensões determinada, cada a observaçãodo sistema sem mente baixas, a distorçãose torfeDiversos submetida ao teste. distorção. nômenos interessantesforam navaintolerável.EssasobservaO ponto de ceifamentodo notadosnos dadosobtidos.Em ções faziamsentidoquandose amplificadorC era variável,con- primeirolugar,a tolerânciaà dis- considerava que os sistemasde de I a 40V RMS,Por torçãopelosouvintesera muito alto-falantesde baixa freqüêntinuamente, meio de um autotransÍormador variável;algumas pessoasacei- cias tendema cortaros compovariável,conectado como ali' tavam ceifamento substancial nentesde distorçãode altasfrementaçãoCA. Antes deste tes' nos picos e faziamjulgamentos q ü ê n c ia s . E m a d iç ã o , e s s e s te, as caracteristicasde distor- ennniveismédios,somente,en- componentes de distorçãode alção desse amplificadorforam quanto que outras mostravam- ta freqüênciareproduzidossão verificadas,pata serem uniformascaradospelasaidada seção mementebaixas,Por toda a fai' se sensiveisàs menoresdiferen' de altasfreqüências. Esteefeito O amPlifica' ças. Estavariaçãofoi mais seve- d imin u iaà me d id ae m q u e a f r e xa de ajustamento. que exiqüênciade corteeraaumentada, dor D foi introduzidoparaque o ra na gravaçãoao vivo, os entre mais alta a relação bia nivelde audiçãopudesseser famas era notadopor todos,a não c i l me n te a ju stado, enquanto picose o nivelmédio.Em segun- ser no caso do ajuste de Írefossemantidoum nivelde ceifa' do lugar,com a seleçãodas fre- qüênciade transiçãoa 5000Hz. Os dois qüênciasde transiçãoa 200 ou mentopré-determinado. Considerando o grau de ceifiltros passa-baixasmostrados 500 Hz, a distorção em baixas B freqüênciasera essencialmente famentoobservadoem um oscinassaidasdos amplificadores e C, na figura7A, foramai colo' inaudivel,mesmocom os sinais loscópio,durante os testes, é uma si' substancia lme n t ec e if a d o s . O evidente que a biamplificação cadosparaproporcionar mulação da atenuação normal conteúdodos gravesdo progra- p ro p o rc io n a u m me io p s i c o das altasfreqüênciasdas seções ma diminuia substancialmente, acústico de reduçãoda distorde alto-falantesde baixas freao qüências.Este filtro tinha uma inclinaçãode corte de 6 dB Por ; 01 s * 'ã oitava,com a freqüênciade cor10 o te localizadaacimado Pontode E5 o ++ transição. õo .: Durante cada exPerimento, c5 o S ! -10 os ouvintesdo teste receberam o f.++ ceinivel de ,fi ordensde reduziro -15 o f a me n to d o am P liÍicador C, c 1().000 20'ooo I.OOO l(x) 50 20 enquantoo comparavamao amF r equênc i a de tr ans i ç ão ( H z l plificador sem ceifamento(B), .l Pr edom i nãnc i a de al tas Ír equênc i as atê que uma diferençaou au* * N ív ei s dê Pi c o i guai s fosse nota' de bai x as Ír equénc i as na distorção mento * * * PÍèdom i nânc i a FIGURA 6 do. Peiacombinaçãodos resul' - Mesmarelaçãoda Íig. anterioÍ,paraum sinatcom um grandeconteúdode Íre' qüênciasbaixas. tadosde cadaexPerimento,uma g

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NOVA ELETRONTCEETZ


GravadoÍ

Al to.Íal antê de fai x a l ar ga s i nal de al ta ÍÍeq. s em di s tor ç ão

D i vi so r d e frê q . e l e t rô n i co

saída alta fr equência saída baixa Ír equência

2OO l-lz 50O Hz 8 OO Hz 2 6 O0 l -l z 5 0 Oo H z

s i nal

Al to'tal ante dè fa i x â l aÍga

*

o^r,.o

s tnal de bai x a tr eq. ( c om ou s em c or te)

Vafiac p/ ajuste do nível dê cor te

*1

- AparatoexpeÍimentalpaÍao teste psico-acústicode ceiÍamentodas baixasÍreqüências. FIGUBA7A

As relaçõesde ção perceptível. potênciasobservadasseguiam a m e s ma lin h a g e r al que fora previamentemedida, mas as grandesvariaçÕesentre os ouvintes sugeria que uma curva média seria de pequenaajuda. Os dadospresentesnas figuras re4 até 6, oonsequëntemente, presentamuma diretriz razoâvel para determinarmosas potências relativasentreos amplifica' dores. O segundoexperimentofoi projetadopara medir a tolerância do ouvinte à distorçãopor ceiÍamento.Paraeste teste, foram repetidamenteapresentadas as mesmaspassagensmusicaise pedidasaos ouvintesrelaçõesem uma tabela,que relac i o n a v acin co cr itér iosde qualid a d eq ue i am de "m uito limpo" (não ceifado)a "muito distorcido" (ceifado).A cada vez que a passagemmusicalera repetida, o ponto de ceifamentodas baixas freqüênciasera modificado, de maneiraaleatoria,enquanto que o canal das altas freqüências se mantinhalivrede distorção. Cinco niveisde tensãode saída ceifada,espaçadosde 6 No dedB, foram selecionados. correrdo experimento,cada ní3lBNovAnrrnÕlvlcn

vel foi utilizadoduasvezes,para estabelecerse os ouvintes tinhamqualquermedidada repetição. Uma seleçãosem ceiÍamento foi reproduzida como referênciaao ouvintee foi introduzidamaistarde,em umaseqüência aleatória. Como no experimentoanterior,as opiniõesdos ouvintesvariaram grandemente,quanto à qualidadedas seleções.A habilidade de u m in d iv id u oc a s a r duas seleçõesde mesmo nivel de distorção,quando separada por um períodode tempo, era muito pequena.Haviauma tendência con s e rv a d o rad, e n o minandoas passagenslimpase de pequeno n iv e l d e d is t o rç ã o como boas,e as passagensmuito ceifadascomo mâs. Como partedo experimento, o canal não ceifadode alta freqüênciafo i d e s lig a d oe o s o u vintespuderamcompararo nivel de distorçãoaparentedo amplificador ceif a d o , s o z in h o . E m quasetodos os casos,a quantidade de distorção percebida aumentav a d ra ma t ic a me n t e quandoo sinal de alta Íreqüência, limpo, era removido.lsto proporcionava mais uma verifi-

caçãode que o sinal não distorcido nasaltasfreqüênciastrazia u m e f e it o d e ma s c a ra m e n t o benéficonos produtosde distorção,geradospelocanalceifado, em termos de psico-acústica. Esse efeito era maior em freqüênciasde transiçãomais baixas,mas continuavaa ser substancial mesmo nas mais altas freqüências de transição.Considerandoo fato de que muitos a mp lif ic a d o reds e s is t e ma sd e reforçamentosonoroestão ceifados durante grande parte do tempo,este efeito de mascaramentoê arazáoprincipalda qualid a d es u b je t iv a me n tma e io re n contradanos sistemasde biamp lif ic a ç ã oe d o s n iv e isma i s a l tos conseguidospor esses sistemas. S UMA RI O Ao se projetarsistemasde reprodução de alto nivelde pressão sonora,uma adequadaconsideraçãodos efeitosde mascara me n t oe d o s limit e sd e p ot ê n cia para as altas freqüências, produziráa desejadacombinação de baixa distorção e alta confiabilidade.Os passos seguintes deverãoser considerados. de forma a determinaros 62


Gravador

Í/n. rTi

l<vël

s i nal de bai x a ÍÍeq. sem distorção

l:l lo o,ool I

2OOHz 5OO Hz 8O0 Hz 2ôOO Hz 5OOO Hz

sinal s/corte

- ApaÍatoexperimentalpaÍa o lesle psico-acústicode ceiÍamentodas alias Íre-

qüências. FTGURA78

corretos,em sua amplificadores potência,para um sistema de b i a m plifica çã o : 1 - A freqüênciade transide potência ção,as capacidades e as sensibilidaflesdas várias deverão seçÕesde alto-falantes 4 seções de alta sercomputadas. Íreq, ligãdas em paralelo a 4 deverão figuras 6 As 2com algumadose ser revisadas, de cuidado,com respeitoao tiPo de programaa ser reproduzido. baixas fíeqBaseadasnestes pontos,as PoHz Íc = 260O tênciasde saidadeverãoser de' terminadas. 3 - A relaçãoacima deverá ser modificada,de acordoGom 2 segoes dê baixa fr eq^ l i gadas e m quaisquerdiferençasna qensibi' sêf iê que fo' lidadedos alto-falantes rem utilizados,nas diferentes seçõesde freqüências. t4 - As dimensÕesdos amplificadoresde potênciaserão então computadas,com base nas passagensespecificadas, 2 seçoes dê baixa paraa aplicação. requeridas Íreg. ligadas em s ér i e 5 - Se os requisitosde potênciaexcederema capacidade adicio' do sistema,alto-falantes nais, alto-falantesmais eficien' - Sistematipico de reampliÍicaçãoou reÍorçode som, biamplificado,paraniveis tes, ou modificaçõesnas freelevadosde SPL. qüênciasde corte, deverãoser FIGURÂ8A I

I I

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NOVA ELETRONTCA3l9


dos picos de 80 V. O sistemasonoro podefacilmenteser ampliado pela conexãode amplificaAmPlit' saída Aos alto.Íalant.s dores adicionaise alto-falantes rinha EntÍ de de baira freq. balanceade Áudio (ligadeem sóÍi'l nassaidasdo divisor. teÌra CONCLUSÕES Em sistemasconvencionais de reforçode som, de largafaixa de freqüências,onde amplificaAmdiÍsaída lnversoÍ linha dores únicos são facilmentelede Íase balanceada t6rra vados ao ceifamento,o uso da biamplificaçãopode,freqüentemente,ser benéfico.A biamplifioferece menor distorção cação - Esquemade ligaçãodo sistema"bridgeDou Ponte. requerpotênciasmenoaudivel, FIGURÂ8B nos amplificadores e oferece res para proteção maior alto-faos considerados. utilizado para programade amna distorção lantes. A redução Deveser notadoque muitos plo espectrode freqüências,a aparente,em um sistemacorresistemas de operaçãoem faixa altos niveisde pressãoacústica. tamente projetado,é em parte ampla,capazesde operaçãoem O sistemaconsisteem um divi- ' devidaà atenuaçãodas altasfrebiamplificação,foram otimiza- sor eletrônico,com freqüência qüências, pelo alto-falantede dos, em certas freqüênciasde de transiçãoúnica de 2600 Hz, baixasfreqüènciase ao mascade potêntransição e poderá ocorrer de- quatroamplificadores qual RMSde ramentodos produtosda distorcada com 28 V cia, gradaçãoda qualidadee perigo ção de baixa Íreqüênciapelo de danos fisicos,se a freqüèn- saidamáximae quatrosistemas programa "limpon de alta frede alto-falantesportáteisde 16 cia de transiçãofor alterada. qüência. ohms e faixa larga.Um amplifiA fig. 8A mostraum sistema As mediçõesdos picos do cador alimentatodas as seçÕes de reforçamentode som, tiPico, de altafreqüência, a um máximo programaindicamque a distride 50 watts cada.O nivelde alta buição da tensão de pico nas freqüênciapode ser facilmente bandasde alta e baixa freqüênajustado,utilizando-seo contro- cias de um sistemade biamplifiOs cação são aproximadamente le de ganhodo amplificador. quatroamplificadoresde baixas iguaisnasfreqüências de transifreqüências estão conectados ção entre 200 e 500 Hz. Quando paraÍormaremdois paresnbrid- a freqüênciade transiçâoé elegêr, ou amplificadoresconecta- vada,o conteúdodos picos de dos em série,sendocadapar ca- sinal, na seção de baixas frepaz de proporcionar200 watts q ü ê n c ia s , a u me n t a , e n q u a n t o (57 V RMS)a cada sistema de que na seção de altas freqüênbaixa freqüência.Um diagrama cias os picos são reduzidos.Em detalhadoda conexãoem ponte freqüênciasde transiçãomais (bridge)é mostradona figura88. elevadas,a potênciadestinada de As entradasdos amplificadores ao amplificadore alto-falante reduzida, o freqüências é altas são conectadasem paralelo e p o s s ib ilid a d d ee q u e d imin u i a defasadasuma da outra;as saidas são conectadas em série. danosaos alto-falantes. A b ia mp liÍ ic a ç ã o o f e r e c e Este arranjo proporcionao dobro da tensãode saida e quatro vantagensfora do campoacústivezesa potênciade saidade um co também,tais comoa flexibilisimplesamplificador. Ambosos dadeno projetodos divisoresde terminaisde saidaestãoflutuan- freqüência,facilidadede expando com respeitoao terra e não sãodo sistemae meiossimplifipodem ser c o n e c t a d o s a o cadosde ajustedo nivel,nos sechassis. Note que cada alto-fa- tores de baixase altas freqüênlante de baixa freqüênciapode cias. É bastanteevidenteque a recebermais potênciaque seu biamplificaçãooferece muitas respectivoalto-falantede altas vantagensdignasde séria confreqüência s , p ro p o rc io n a n d o sideração,na áreados sistemas ainda isolaçãodos ndrivers"de com niveiselevadosde pressão alta Íreqüência protegendo-os acústica. t

@ - Copydeht rcvista Audto 64


os clRculrosFlExivels À voNTADE DoBRAM-SE DOSPROIETISTAS.

IMPRESSOS AGORACOMOS CIRCUITOE CoMPETINDO PoDEM FLEXIVEIS IMPRESSOS OScIRCUITOS niCtDOS, ALEMDE PLANOS, eU DIVERSOS CONeXÕcS FORMAR E DINHEIRO. TEMPODEMONTAGEM PESO, POUPAREM

Ap6s terem estadò, durante anos, ô sombro dos círcui' tos ímpressos rígídos, os circu ítos ímpressosfexíu eis estõo saíndo de seu nícho, nas índústrías míIítares e aeroespaci' ais, e penetrando em úodos as âreas da eletrôníca, especí' almente em sistemas de computadores, índustríaís, de mercado consumídor, e em sísúemas automotíuos. Defato, deuído ô suo efícâcía como têcníca de ínterco' nexõo, ê atualmente obrigatôrío, para muítas empresas, tentar, antes de mais nada, um projeto utílizando círcuítos impressos flexíueís. JERRYLYMAN , s t rau m s is t e m am i ' A Í ig u ra1 , p o re x e mp lomo O m etod om a is comum de Íabricaçãoen v o lv e compostode folhasde cobrede pou- 'litar,que foi convertidode circuitorígidocom f iaum substrato, adesivo,e filme flexivelisolante,la- ção, para um circuito Ílexivel.Essas ÍotograÍias ca espessura, o traçado ilustramuma das principaisvantagensdos circui' minaóostodosjuntos.Apósa laminação, de seremmodelados do circuitoé gravado,no ladocobreadodo substra- tos f lexiveis- suahabilidade a um su' to. O dispositlvoresultantepoderáser utilizadoco- em maisde um planoou de se adaptarem podem ser também porte Tais circuitos para irregular. impresso o sumo uma conexão,um circuito espaço ou como umacombinaçãodobradossobresi mesmos,paraaproveitar portedos componentes, (digamos, em um pequenomódulo)e podemramifidos dois. car-seem diversasdireções,gomo é mostradona figura2' A firma sandersAssociatesInc.,de Manches' ter, criouo ci.rcuitof lexivelem 1952,quandopreci' O CIRCUITO FLEXIONANDO esta técnicaparauma aplicação sou desenvolver Uma outra vantagemdeste tipo de circuito é militar,ondeo espaçoe o pesoerampreciosos. 65

NOVA ELETRONICA 321


sua possibilidade de ser continuamenteflexiona_podemtalnbemeliminara necessidade de conectodobradaou enrolada, paã res. Uma outravantagemaindaé a resistência 9o,dg umaconÍiguração ao depoisvoltarao seu comprimentototal.essa iiràfi choque.As vibraçõese os choquesque poderiam dadecontavotosparaa popularidade dos circuiús ra c h a ru mc irc u it o imp re s s o rig id o , t e mp o u c o o u impressosf lexiveisem seu usocomoconexão,nos nenhum efeito sobreo circuitó impressóflexivel. pontos móveisdos sistemasde levantamentô Oe D_ai, porqueeste apareceem equipamentos a.r-azáo curvas(plottingboards)e de discosmagnéticos. tão diÍerentesquanto sistemaseletrônìcospara Os circuitos flexiveissão, também,extrema_mis s e ise mo d u lo sd e re ló g io s mentefinos. Sua espessuravariaentre 100e 2g0 PROBLEMAS microns,em média,e-nquanto que um circuitofígi do comum,de duplaface,tem 1600mícronsde eiE claro, os circuitos impressosflexiveistêm pessura.Tal qualidadedos circuitosflexíveis,so_ suasdesvantagens. Umadelasé que,parao traba_ madaà levezado filme isolante,implicaautomati- lho com altas freqüências, e dificil controlara im_ pedânciacaracterística camentenumadrásticareduçãode peso. das linhasde transmissão, formadaspelo sistemalaminadousadonas confiHoje em dia, muitos circuitosflexíveisestão guraçÕesflexíveis,devidoàs muitas variaçõesna substituindosistemasde interconexão completos,espessuradas camadasdé cobre,adesivo-efilme e nãoapenascircuitosimpressosindividuais. Nes_ de isolação.Também,muitos usuários tes casos,alémde pouparemespaçoe peso,elimi- tos impressosflexÍveisqueixam-sequedos circui_ namerrosde fiação,reduzemo tempode testes,as d if í c e is d e u s a r. c o m e q u ip a me n t o estes são d e in s er ç ã o correçÕes e os custosde monta$em. Vic St. Amand, automáticade cdmponentes,sem a presençade diretor de marketing da Teledyne Electro_esticadores.No entanto,a Teledyne'Electro_MeMechanisms, exemplifiõa:na caixa pretade avia- c h a n is msin s e re c o mp o n e n t e se m c irc u it o s impelosenge_pressosflexiveissem a utilizaçãode suportesestição (avionicsblackbox),redesenhadã nheirosde sua companhia, com circuitosflexivels.cadores,roti neiramente. pouparam-se129 horas por caixa em tempo de que, então,reteveo crescimento da utilização montageme reduziu-se o pesoem 2gT".Umacon_ . O versãosimilar,em outro sistemamilitar,reduziu dos circuitosimpressosflexiveis,em relaçãoàos 140horasno tempode montagemde cadaunidade circuitosimpressosrígidos,acompanhaOoè de fia_ ção?Um dos fatoresfoi a existêniiade problemas e reduziu, também,o peso,em 50%. com os materiais.Os primeirosÍilmes isolantes Se pinos,fios ou furos metalizados forem pre_eram instáveisduranteo processamento, causanvistosem suasextremidades, os circuitosÍlexíüeisdo mauscontatos,capacidade limitadaparasuporFlexiveis x rigidos- uma caixade controlede um sistemamilitar,é apresentada em suasversõescom circuitorigido(à esquerda)e com um circuitoflexivel.observecomoo encapsulamenio pàrao circuitof lexívelé menoscongestionado e desordenado'A conversão de um sistemaparaa técnicaoos óircuiiòi iÈ*ï*Ë resurtaem economía de espaço,pesoe tempode montagem.

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322NOVAerrrnÔnrcn 66

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FIGURA2 ser acoMultiplanar- Os circuitosimpressosflexiveis_podem modadosem certosespaçosondeos circuitosrígidosnãocaberiam.EstecircuitoÍlexivelé dobradoem quatroplanosdiferentes. além de exibir duas dobragenssuperpostasde 180o,que proporcionam revérsãono circuito.O objetivodo coniuntoé umacâmeraportátilde cinema.

tar dimensõesreduzidas,bem como soldagemde impressosflexiveis,émostradanafigura3' baixaqualidade.Umaoutralimitaçãoera uma falta Os materiaisbaseparaisolamentoflexivelsão de métodosde conexãoe terminaçãoparase aco- literãlmente a espinhadorsaldos e figuradamente

asoÚtras com B:1H'LHH'.,'$3;ï""'rrexiveis :lÏ:ní-mi'.mr:*:li;|::*j5ll:;"t+:: vidro,foram

o TeflonreÍorçadocom A introduçãodos laminadosde poliamida,em flon, o Kel'Fe que deixavama deseiar' e descobriu-se testados alta tempe131ufilme de 1g65,trouxeà indústriaum quatro isolantes materiais - o Kapton' o Hoje' ra, de boa soldagem,que resolveuos problem"" dominaramo Mylar e o Nomex o Dacron-epoxy' com os mateiiáis]ngorá,existemquatroiaminados Nomexe My' (Kapton, D3r9ro1t' (ver tabela). mercado f lexiveisà escolha.Em adiçãoa isto, muitosesque. Pont de NeE'l', du da registradas marcas mas de interconexãotêm sido projetadosespec;s|- lar são Del') Wilmington, & Co., mours com circúitosf lexiveis. menteparaacopJaúãÀió MATERIAIS'BASE Hoje,o maiorproblemados fabricantesde cir' peliculaà basede poliamida' uma A "Kapton"' dos engecuitosimpressosflexiveisé a resistência mais largamenteutilizada'particulara talvez' é, aos circuitosltacoqtumados nheirosprojetistas, menteem projetosespaciaise militares'Tem boa pressosrigidòs.CómoaiirmaSteveGurley,diretor estabilidade elé' dimensional'boascaracteristicas de vendase marketing da firma SheldahlInc., tricase resistência suportan' altas temperaturas' a parautili' (nossomaiorproblemaé educarpessoas 'f geradaspelasoldagem do' inclusive'temperaturas zarem.os circuitos impressos lexiveis. Muitas mais caromaterial'entre o é No entanto' ondasl a Por recusando'se companhiasestão,simplesmente, quatro' os dar uma oportunidadea uma técnicaque descope' utilizadoextensivamente O oDacron-€poXlr, nhecem>. de de f ibras pela ITT' consiste e Electric as vendastotaisdos cir- la Western Apesarda resistência, (mergulhadasD ex' Tem epoxi' resina em Poliester cuitos flexiveisforam de 128 milhõesde dólares,cêlente à alta resistência dimensional' estabilidade para de dolares, 177 milhões em 1977,ecrescerão e boas caracteristicaselétri' ruptura' à e umidade em 1980,de acordo com Steve Grossman,diretor cas' de estudos de interconexõesparaa Gnosiic con' Soldávelpelo processode ondase resistenteà õeptsInc.A divisãoentrea produçãodisponivelao tem um custopróximoao da Kapton. por circuitos dos chama, produção enôomenda, pú'Otico ea

;üitiõq:õ;ã :ü: #;;ã! ã ï: õõãiilõõ3õiõã ãõiüõõ ãã;õ iããõ;ã: ãffi'õi;õüi:i;ãããõaããã fsõE-õ-õFü õiõõ = ilõõã5sõ üiiiitããõ õããããõõããõiïõõõõõãããiã3 todos os componsn' Após os componentssteremsido colocadosem seus lugaÍes,a placaá to imp-ress'o.

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L"J$i"::."*

""b;eada

do clícuiio imprèsso'soldândoassim

NovA Etrrnôxtca gzg


substrato.O processosubtrativoremoveo cobre, peladecapagemou eliminaçãoquiseletivamente, mica. Praticamente todos os circuitosimpressos flexiveissão produzidospelo processosubtrativo, que é mostradona figura 4a, paraum circuito impressode uma so face e, na f igura4b, paraum circuito impressode duplaÍace,com furos metalizados. Como nos mostrao fluxogramada figura4a, a que resisteao banhoquimitintaou o revestimento co podetanto ser aplicadopelo processode <silkscreen)'ou pelo processofotográfico.Normalmente, para linhas e êspaçosde 300 pm, ou menos, muitosfabricantes de circuitosflexiveispassamdo 1980 FTGURAs 1977 processoosilk-screelrpâÍâaqueleque usao sisteUm mercadocÍescente- De acordocom a Íirma GnosticCon- ma Íotográfico. FLEXíVEIS PRODUçÃODOSCIRCUITOS

cepts, o 5nercadode circuitos impressosflexiveiscrescerá 38,2"/",em 1980.A produçãopor encomendairá reter a maior parceladestecampoem crescimento, principalmente em sistemasautomotivos e paràtelecomunicações.

LINHASESTREITAS Comono casodos circuitosimpressosrígidos, (NomexD, um isolantede nylone papel,é soldá- a grandemaioria'doscircuitosflexiveisé baseada vel por ondas, mas extremamenteabsorventede em linhasde 300a 500pm. No entanto,quasetodos umidade.E usadoem aplicaçõescomerciais- es- os fabricantesde circuitosflexiveispodemfornepecialmenteem câmarasfotográficase carros,on- cer circuitoscom espaçose linhascondutorasde 80 pm. Além disso,em um certo modelode engede a umidadenãoé um fatorcritico. nharia,a f irmaSandersAssociatesproduziuconduUm Íilmeà basede poliester,com boasproprietores de 30 pm, utilizandoo processosubtrativo. dadeselétricase boa estabilidadedimensionalà Circuitoscom linhascondutorasestreitas(80pm, temperatura ambiente,o Mylartem más caracterís- menos)são, ou é claro,muito mais ticas em altas tempgraturase possibilidadesde do que os circuitoscom linhas dispendiosos condutorasnorsoldagemlimitadas.E largamente utilizadoem cir- mais, porqueo processamento é mais complexo. (principalcuitosflexiveisparapaineisautomotivos Elesestãosendoutilizadosem conexÕes com camentecomo conexão), ondea soldagemé freqüen- beçasgravadoras ou diretamente em circuitos inte. t e me n tee lim in a d a . grados. Sabe-se,ainda,que uma pelíçulaisolantede Neste ponto, muitos fabricantesde circuitos baixo custo, com propriedadessimilaresàs do impressosÍlexiveisestãoapenascomeçandoa inoKapton",poderáaparecerem breve.A ExxonChe- vestigaro uso de revestimento aditivo.Somenteas micalCo.tem estadoa desenvolver tal película,fei. firmasBuckbeeMearsCo.,Nashuae a PactelCorp. já há algum tempo. têm programasparao uso do processoaditivo,enta com ácido poliparabônico, propriedades que se apro. quantoque a FlexibleCircuitsInc.combinâos pro: tem Chamada,,Tradlono, e custaapenas65 a cessos aditivo e subtrativo,para fabricaç'ãode alximamdaquelasda uKapton,), 75o/"do preçodesta.A "Tradlon"estásendoavalia. g u n sc irc u it o se s p e c ia is . da por diversosfabricantes.No entanto,a Exxon A BuckbeeMearstem um processoaditivopaestáfabricandoeste produtoapenascomo um pro. tenteado,paraadicionarcondutoresem ,,Kaptono, grama-piloto. que tem sido usadoem trabalhoscom misseis..A Pactelinstalacondutoresde cobre em finas foFABRTCAçÃO lhas de poliamidae tem supridocircuitosimpresOs circuitosimpressosflexiveis,como os cir- sos flexiveiscom 150pm de espessura,linhasde cuitosrigidos,podemserfabricadospeloprocesso 120pm e espaçosde 250 ;tm, paravários projetos aditivoou pelo processosubtrativo.No processo espaciaise militares.Tem produzidoaindacircuiaditivo,.ocobree seletivamente depositadoem um tos impressosflexíveiscom linhasde 30 pm e espanÂuernosDosMATERIAts FLExivEts tsoLANTEs Espessura

( um)

Resistência à dobragem (ciclos)

Alongamento máximo

"Kapton" R/400 Dacron-epoxi

25 100

10000 50 000

70% 15"/"

t t Nomext '

50 25

5 000 14000

10% 1OO"/"

"MylaÍ" NovA ELETRôNtcn gz+

Absorção de umidade 3o/o 1 o/o

5"/" o,o1%

Tensãode isolação

(v)

Temperatura de operação

ec)

7 000 3 100

-250a +250 -60 a + 150

600 7 000

-60 a + '120 -604 + 9 5

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i;!.

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l#ú7J##lflJd DUPLAFAÇE,COMFUROS METALIZADOS

BASE ISOLANTE

BASEDE DUPLA FACE

FURAÇAO

urulruacÃoDEBAsE METALTZAçAO IMPRESSAODO CIRCUITO (silk-screenou proc.fotograf) REPRODUÇÃO DO CIRCUITO (silk-screenou prcc.ÍotograÍ)

SENSIBILIZAçAODA PLACA RETIRADADO MATERIAL RESISTENTE A DECAPAGEM

VFSTIMENTO

LAMTNAçÃoDo REVESTIMENTO

DO "RESTST" REVELAÇÃO

DECAPAGEM

DE REFUSAO PROCESSO

APLICACÃODO REVESTIMENTO

LAMINAçÃODO REVESTIMENTO

ACABAMENTO (corte, estanhamênto,etc ) ENVIO EMBALAGEM da pelicula Tantoo processode face única Processamento utilizados comoo de duplaface(b),com furos metalizados, com os em circuitosimpressosÍlexiveis,parecem-se em circuitosrígidos.As principaisdiferençasresidemno uso e de adesivos um.substratoflexivel,de um revestimento

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ENVIO

NOVA ELETNON|CA325


VISTASUPERIOR

condut

VISTA LATERALAPOSA SOLDAGEM

meiode telas,umatinta condutora,que secaà baixa temperatura, em uma peliculade "Mylar>.Esta técnicade baixocusto está agorasendo utilizada pelaChomericsInc.,em tecladosde teleÍonesele' trônicos, em teclados para calculadorase outras aplicaçõesque combinamteclados,placasde cirsendoidealparacircuitos cuitos e interconexões, flexiveisde única Íace, em produtospara o cons u mo . E tambémpossivelimprimirresistoresna5peliculas,com o uso de telas.No entanto,o problema discretosà tinta condutiva de soldarcomponentes estáaindaparaserresolvido. a técnica,adiçãoou subtração, Nãoimportando os circuitosflexiveispodpmaparecerem três formas:de única fase,de dupla face,com furos mee de múltiplascamadas. talizados, PLACASDOBRÁVErS Os circuitogflexiveisde uma face são geralmenteutilizadobparaas mais simplesaplicãçÕes de baixocusto.A grandemaioriade circuitosf lexiveis é Íeita,hojeem dia,com duplaÍace e com fuos circuitosde ambas ros metalizados, conectando por as faces.Os furossão usualmentemetdlizados um processoaditivo,após o circuito principalter (fig.ab);no entanto, sido impressosubtrativamente já houvecasosde circuitosimpressosde duplaÍace ondeos f urosrecebiampinosou oilhoses".

A companhiaTeledyne Electro-Mechanisms, apareceucom um novo processode cqnectareletricamenteas camadasde um circuito impresso flexivelde duplaface.O pontode partidado métoé um 'circuitoflexivel completado (patenteado) ,mentepronto,de dupla face, sem qualquerconexãoentreas faces.Suponhaque um condutor;situSoldageminteÍna- A companhiaTeledyneElectro-Mechanisms utilizaeste processo,como umaalternativabarataparao méto- ado num dos ladosdo circuitoimpresso,devaser Cria-seumacavidade(a e b) entreum conectadoa umaáreacircular,situadano outro lado dos Íurosmetalizados. condutorsuperiore umaáreacobreadainÍerior.Durantea solda- do, diretamente abaixodo condutor.Umacavidade gem por ondas,a soldapreenchea cavidade(c),originandouma áreacircué criadasobocondutorsuperioresobrea conexãoentrefaces. lar,pelaremoçãodo filme isolanteentreambos(fiperaestarpreparadaparaproduzirlinhasde 15pm. guras5a e 5b).Durantea soldagempor ondas,a caAlémdisto,a Pactelutilizaseu processoaditivopa- vidadeé preenchida com solda,conectandoo conra fabricar tiras de portadorasde películas(uma dutorsuperiorcom a áreainferior(fig.5c). portadora de peliculaou (film carrier',é, na realidaA soldagemcustamenosquea metalização dos de,umasériede circuitosflexiveisrepetidos). furos. Duas outras vantagenspara o processo:as um dos últimospassosna fabrica- conexÕes Usualmente, visualmente, são 100%inspecionáveis e impressosflexiveisé o de reves- podemser reparadas dos circuitos com equipamento ção comum. tir com uma proteçãoos condutoresde cobre(vera cr RcurTos MULTTGAMADAS FLEX|VEtS figura4a).A coberturade proteçãoé uma película pontos removida nos ondeo circuito transparente, Os maiscomplexosci!'cuitosflexiveisfeitoshoprecisaser estanhado. Já há algumtempo,a Flexi- je em dia sãoos tiposde camadasmúltiplas.O proplan6s cessoparaconstrui-los ble Circuitsvinha incluindo,aditivamente, é semelhante àqueleusado ou traços de terra na camada'decobertura,para paraproduziros circuitosmulticamadas rígidos,no para o qual váriascamadassão laminadasem conjunto, atuar como blindagemde rádiofreqüência circuitoenvolvido. O terraé distribuidopor um furo ern uma grandeprensae sob calor e pressão.Os metalizadopor processoaditivo, estendendo-secircuitosflexiveistêm sido produzidos com um toportodasas camadasdo circuitoimpressof lexivel. tal de 23 camadas,mas o uso de muitas camadas MuitosfabriUm outro métodoaindade criarcondutoresem resultaem umaperdade flexibilidade. um substratoflexivelconsisteem se aplicar,por cantes coneordamque o limite para um circuito NOVA ELETRONICESZO

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Ílexivelé de cincoa seiscamadas verdadeiramente condutoras.Os circuitos flexiveismulticamadas paratrasãoconfinadosquaseque exclusivamente seu balhosmilitares,masestãoagoraencontrando também,devidoà caminhoent'reos computadores, e de comcrescentedensidadede interconexÕes ponentesem taisaparelhos, nos maisrecentesmodelos. não são simples Essescircuitosmulticamadas rigicópiasflexíveisdos circuitosde multicamadas dos. Cada camada pode ser estendidaseparadarnente,paraservircomoconexãocom algumponto do sistemae as extensõespoderãosair paradiferentesplanos.lsto permiteque os pontosdo sistema sejamconectadosa pontosespecificosde uma camadaparticular. Os circuitosÍlexiveispodemser laminadosentre as camadasde várioscircuitosrígidos,formanda ParlexCorp.,multido o sistemarigido-flexível na figura6. lsto traz a poscamadas,apresentado que se essibilidadede se fazerfurosmetalizados tendamatravésdo circuitoflexivele do circuitorígido.O circuitoimpressoflexivelservecomo uma paraconectarplacasrigidas conexãopré-moldada, individuaise o restodo sistema.Além disso,o cirduascamadascondutivas cuitof lexivelacrescenta rigida. a cadaplacamulticamadag

RiGIDA susrENTAçÃO Estacombinaçãolevou,por seuturno,a umava' po' riaçãoredutorade custos,que é especialmente pularna produçãode pequenosmódulosparains' trumentos.Um circuitoimpressoflexivelde dupla face,cornpostode váriascópiasde um circuitoele' trônicodaiJo,é laminadoern uma grandebaserigi. da,do tipo mostradona f igura7. A baserígidatem a fim de aceitaros furos realizadospreviamente, flexivel,e áreasque circuito de cada componentes ss e .!êo* serãoeliminadase correspondem posteriormente 5 * g ü. aos espaçosentreos circuitos,nas placasflexiveis. *& * do cliente,as partessão auto' Nas instalações ç maticamenteinseridasno conjuntoe entãosolda' *. t *' das por ondas.Se qualquerreparofor necessário, .* s & A seguir,as bor' ele seráfeitodurantea montagem. * - ir. das da placarigidasãoapaiadase os cirouitossão Õ, ** t i dobrados,como mostraa parteinÍeriorda figura7, sa dese- FTGURA6 ou dispostosem qualqueroutraconÍiguração jada. tem um duRigidos+ Ílexiveis- O circuitoÍlexivelapresentado são soldadosao cir' plo objetivo.Ele interligaos novecircuitosimpressosmulticaEm geral,os componentes madas,rigidos,entresi e, ao mesmotempo,seryecomoum concuito impressoflexivel.A soldagempodeser reali' junto em cadaplacamulticade duascamadasde interconexão, por por imersão, ou ondas, ou manualmente, zada madas.Os furos metalizadosestendem-seatravésde todas as Em camadas. ou por soldagemcom raios infravermelhos. aplicaçõesdo tipo portadorade pelicula,os circui- portanteter em menteque um componentepode tos integradostêm sido soldadospor temperaturaser substituídomuito menosvezesem um circuito e compressãoaos condutoresde cobre;no entan- f lexivel,do que em um circuitorigido.Porexemplo, to, os condutoresrequeremum banhode ouro es- na Gull AirborneInstrumentslnc.,um Íabricantede pecial. instrumentosparaaviação,um componentepode Em geral,antesda soldagem,é importanteco' ser substituidoapenasduasvezesem circuitoflenheceras limitaçõesde temperaturada pelicula xivef, em contrastecom a dúziade vezes,em circ.uiem circuitoflexivel, isolanteflexivele do adesivousados.E tambémim- to rígido.Soldagemexcessiva,

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circuitos Ílexíveis

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ma dos componentesque precisamsersubstituidos.A montagemdo instrumentoda figura8 é uma combinaçãode circuitoflexivelcom esticadorrigido. Soquetespara os circuitos integradossensíveisao calore paraos "displaysodos LED'smonta. dos na baserígida,permitema remoçãodos dispositivos,semque sejaprecisorecorrerà soldagem. Como foi mostradoanteriormente,o usuário agoratem muitasmaneirasde conectarseu circuito flexívelao restodo sistema.Existemnumerosos tipos de conectores,incluindoos retangulares, os cilíndricos,os conectorespelaborda,os de contato por pressão,projetadosespecificamenteparaos circuitos flexiveis.Também, muitos fabricantes soldam,por meio de ondas,ou instalampinos nos circuitosÍlexíveis,paraeliminarum conectormacho. Em algumasaplicações, as extremidades dos circuitossão estanhadase soldadasdiretamente ao maispróximo-ponto de contato,tal comoum circuito rigidoou um outrocircuitoflexivel.

UM CONECTOR "DlP" Um novo sistemade conexão,usadona Teledyne Electro-Mechanisms, é construídoem uma base de terminais,com seus terminaisexternosdistan. ciadosentresi de 1 décimode polegada. Os terminais estanhadosde um circuitoflexivelsão solda\\È dos aos terminaisinterioresda basede terminais. icador Então, os terminais externos são dobrados para baixoe inseridosnum encapsulamento plásticodo tipo ndual-in-line>. O conectorresultante, mostrado na Íigura9, podeser inseridonum circuitoimpresso rigido,num painel,ou num circuitoimpressoflexivel. Os primeiroscircuitosimpressosflexiveisen. Sustentaçãorigida- Várioscircuitosflexíveisidênilcospodem contraramaplicaçãopos sistemaseletrônicosde ser montadossobreumasustentação rígida.O conjuntorecebe misseisteleguiados. A medidaque maise maiscirentãoos componentes, sendosoldadopor ondas.Em seguida, cuitos são colocadosem espaçoscada vez menoas unidadesindividuaissão separadas, cadaqual com sua Íese o númerode conexõeseletrônipectivasustentação,paraseremdobradas,Íormandomodulos. res,a densidade cas cresceurapidamente. A GeneralDynamicCorp., podefazercom que as camadasse separemou até que trabalhouem programasde mísseisparaa Mamesmofazercom que os fios de cobre se descas- rinha norte-americanadesde 1964, rapidamente q u e m. passouparaos circuitosf lexiveis. a den"NossaÍorçadiretrizeta,principalmente, CIRCUITO CONECTÁVEL sidadedo circuitoe, em segundolugar,a confiabili. A G ull con tor n oude maneirasimpleso pr o b le -dadeo,relembraMarvinAbrams,chefe de tecnolo.

A presença dos soquetes- Estaé umacombinação circuitoimpressof lexível-sustentação rigida,usadano indicadorde combustívelde umaaeronave. A Íim de facilitara trocados circuitosintegrados, emprega-se soqúetes,que sãomontadosna sustentaçãorígidae soldadosao circuitoimpressoflexível.A placafleiíveltem as Íunçõesde circuitôimprêssoe de conexão mú l ti pla.

32BNovA El,rlRônrce


gia avançadada GD Pomona.Parachegaraos requerimentosde densidadeque cresceramde 775 condutorespor polegadaquadrada,em 1964,para em 1972,a divisãoGD co10500, aproximadamente, meçouem 1965com projetosque permitiam 825 condutorespor polegadaquadrada,com linhase espaçosde 130pm. Estesprojetosutilizavamcircuitosimpressosf lexíveisde duplaface,realizados gecom peliculado tipo "Kapton".As dimensÕes rais dos circuitosflexiveisvariavamde 130a 2500 pm de espessura, 10 a20 cm de largurae 15a 60 cm d e c o m p r im e n to. Atualmente,a GD Pomona,onde agoraa fabriestáfabricandocircuitosimcaçãoé desenvolvida, pressosde seis camadasflexiveis,condutoras, de até 87 cm de comprimento,com linhase espaços do de 650 a 250 um. Utilizadona pré-produção oStandard Missilelt>,elê permitea reduçãode um Um coneclor."DlP" - Nestã uniclade.as extremidadesestanhasubsistema,nessemissil,paraum quartodo tama- das são soldadasaos terminais internos de uma base,cujos terno uStandardminais externos estãg-aÍastadosde um décimo de polegadaennho de um subsistemaequivalente, tre si. Ao acoplarmos-o conjunto a um encapsulamento tipo M i s s i l e1 o . ndual-in-lineo, teremos um conector que se adapta a outros cirAs vantagensdos circuitosf lexíveisforamtam- cuitos, f lexiveisou rígidos. reconhecidas na aviação- uma bêm rapidamente outraáreaondeo espaçoé parâmetrode maiorim- Òo era montadoem dois circuitosimpressosrigip o r t â ncia . Na G r umman A erospace Corp . , o dos,dentrode um espaçoreduzido. pessoalestá enfrentandoagoraum novo sistema Em 1971,novos requerimentosexigiam uma de vida: uma ordem recente especificouque o maiorquantidade de componentes eletrônicose de novoequipamentotem que ser projetadocorr.cir- f iação,a seremadicionados à unidadejá existente. cuitosflexiveis,onde querque possamser empre- Ficou logo evidenteque não poderiamser acresgadose, como mais uma evidênciade sua impor- centadosmaiscircuitosimpressosrigidosao sistetância,a companhiaestá preparandoseu próprio ma. Portanto,os projetistasdecidiramcombinar manualde projetosa respeitodo assunto. todo o sistemaantigo,acrescidodo novosistema, e MichaelLaTorre,chefe do grupo de engenhei- m u m c irc u it oú n ic o ,f le x í v e l,d e d u p laf a c e ,fe i t o da GrummanAerospace,estabele-com o uKapton,.A versãofinal ficou sendo um ros p.rojetistas nE para nós que esseê um métodosupe- exemplode circuitoimpressoque somentepoderia óbvio ce: na formaflexível. ser realizado riorde interconexão.u Agora,os engenheirosda empresaestãoapliComo um exemplo,ele cita um caso em que o cando a técnicajá descrita,da sustentaçãorigida tempode montagemde um sistemaÍoi reduzidode com o circuito flexivel,para montarum pequeno para para 2 horas, a versãoconvencional, 45 horas, de potência,no qualduasplacasde f iana versãoque utilizavao circuitoimpressof lexivel. controlador paracima e colocadasnumapesão dobradas ção q u e n ae mb a la g e m c ú b ic a . POUPANDO ESPAçO Umaoutraempresade aviaçãode Longlsland,a A divisãode telefoniada InstrumentSystems Corp. tem utilizadoos circuitos flexiveisdesde G u ll A irb o rn eI n s t ru me n t su,t iliz as u a c o mb in a ç ã o 1964,em sistemaspara aviação.Os engenheirosde circuitosimpressosflexiveiscom circuitosimmecânicosdessadivisãotiveramseu primeirocon- pressosrígidos,visivelna figura8, paratrabalhar , m tato com os circuitos flexiveisquando estavam c o mo u m c irc u it oimp re s s oe u ma c o n e x ã o nu multiple x a -medidorde combustiveldigital.A combinaçãorem o n t a nd oo sistem ade entretenimento do, parao Jumbo747da Boeing.Como medidade sultouem uma poupançade custosde montagem em economiade peso,os circuitosimpressosflexiveis de até 307o,em relaçãoà montagemrealizada ao invêsde circuitosimpressosrí- circuito impressorigido. Íoramutilizados, gidos,com conectores,parainterligaros modulos Dick Holtz,gerenteda engenharia de produção do sistema.Circuitosimpressosde nKapton",de da Gull,achouser efetivamente uma poupançade umasó face,foramos principaissubstitutos. custos aplicaros circuitos impressosflexiveisa dessadivisãoga- sistemasque têm uma linhade produçãopequena, A medidaque os engenheiros nhavammais experiênciacom os circuitosflexi- como 25 unidades,e a conexõesque tenhamapeveis, foram entrandoem projetosmais sofistica-nas 10 fios. A companhiaconverteumuitasunidado sistemaele- des em circuitosflexíveis,dois anosatrás,e as fados,tais comoo das interconexÕes parainterco- lhas dos circuitos,em trabalhode campo,caíram 1011, Lockheed do da cabine trônico todo o circuitoeletrôni-paramenosde 1/t"/o. municação.Originalmente t5

NOVA ELETRONICA 329


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| ção das câmarasque se dobravamem ângulosre' ": :'.,Ëwík'mg;r.;-t,qr*,",ï,:"-É.

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d e l2 0 0 l m d _ e 9s099Ci rcu i to par ac âm er a-U m c i rc u i to Íl e x ív memóri a em di S C O,vi sta na fi gU ra 11. A O l Ong O dO

paraa câmera produzido pelasheldahl, s* sura, cursoda operaçãonormalda cãbeça,o circuiÌo po1loif.'-1',L11' paraoscircuitos interruptoeletrônicos, a alimentação distribui :::;-^. dapeticurap"r"oËiË"ãiiïà-" derá ser flexionadomais de 400 milhõesde vezes. res,motores deenroramento " vezqú"ã óârãr"ã A Rogers utilizou cobre laminado,ao invés de toda EssapeçasofreftexÕes disparador. que trabalhamelhor em abertaoufechada. cobre eletrodepOsitado, funçãoda flexão.Em adiçãoa isto, a companhia pnOOUfOSPARAO CONSUMIDOR espéciaisparatazero'circuiemËregatratamentos ÍlexÍvel' verdadeiramente to A maioráreaparao crescimentodos circuitos impressosflexiveis,nos próximosanos,seráa dos Outraáreaque se vê às voltascom a poupança sistemaseletrônicosdestinadosao públicoconsu- de espaçoé a dos instrumentosmédicoseletrônimidor.Essemétodojá encontrouseu caminhoem cos. Os circuitosflexiveistêm sido partedos maraparelhostais como câmaras,calculadoras,reló- ca-passoshá algumtempo - e a aceitaçãode uma gios, rádiosda faixado cidadão,jogos de videoe técnicaqualquerem marca-passos é testemunho Dentrodos próximospou- desuaconfiabilidade. fornosde micro-ondas. cos anos,seráencontradoem quasetodo produto A empresaFlexibleCircuitsfabricaum circuito eletrônicoparaoconsumidor' impressoflexivelque é utilizádoem outro instruA PolaroidCorp. e a EastmanKodak Co., as mento médicoaltamenteconfiável- um gravador duas principaisfabricantesde câmarasfotográfi-de eventoscardiacos.Móduloshibridosbastante cas dos EstadosUnidos,têm utilizadoos circuitos pesadossão montadossem suporteno substrato o que não é flexiveishá algumtempo.A Polaroid, em particular,de "Kaptonode 300pm de espessura, tem aplicadoeste sistemaem váriascâmaras,por usualmentefeito quando se utiliza circuitos imdo tipo da câ- pressosflexiveis;o circuito,de 97 cm de compriduas razõesdiferentes,dependendo são introduzimara. mento,e um gravadorminiaturizado que é ligadaa um cinto no dos numaembalagem, A câmaramodeloSX 70 da Polaroidfoi projeta- paciente;neste sistema,o gravadortem uma vida da paradobrar-sena formade uma embalagemex- útil média,sem falhas,de trêsanos.Somenteo circompacta.Paraconseguiristo,os pro- cuitof lexivelpodeproporcionar a embalagem dimitremamente jetistasda Polaroidselecionaram paraeste ins, um circuito im- nuta e a confiabilidade necessârias pressodobrávelfeito de nKaptonn, paraacomodaro trumento. sistema eletrônico na parte traseirada câmarae O FUTURO por trás do disparador. O circuito,que se doblg e Os circuitosflexiveisserãouma das áreasde desdobraquandoa câmaraabre e f""h3'^9.Y.liPo maiãr-crescimento no campo da fiação.Muitos de de umasó face,com 200pm de espessura(fig. 10). iàïãìrOiiãàntes prevêemumataxade crescimento próximosanos' e,,one-stepo, de25o/",nos Nas câmarasmoderos,,prontoo Uma boa parte desse crescimento ocorrerá instantâneas,da Polaroid,que não se dobram,os circuitosimpressosf lexiveisforamescolhidospor quandoestese espalharpor novasáreasdos siste33oNovAEr-rrRôuce

74


útfffiFtrHfigfry__

úW,#rtr

norEmÍormade "U" - Estecircuitointerligaumacabeçamagnética, em umamemóriade disco.Duranteas movimentações e maisda cabeça,o circuitopermanece dobradoem tormade "U", sendoflexionadomaisde 400milhõesde vezes.Processos tratamentos especiaissãoutilizadosparaa conÍecçãodestecircuitode grandef lexibilidade.

Um outro aspectodos circuitosflexiveis,que mas eletronicosdestinadosao público consumidos cir- estaráem francocrescimento,é sua utilizaçãoao dor. No campoautomotivo,as aplicaçÕes cuitos impressosflexiveisnão ficarãomais limita- ladodos circuitosirhpressosrigidos,em combina' dos à presenteutilizaçãoem painéise seuscircui- ção com os mesmos.O sistemade sustentaçaoritos; em vezdisso,novasutilizaçõesaparecerãonos gidaestáse tornandomaise máispopular,enquanparao circuitosquea indústriaestádesenvolvendo controleda ignição,injeçãode combustiveltotal- [o que aplicaçõesonde se combinamum circuito ou um circuitorigidode dupla' mente eletrônicae controlede poluição- tanto rígiàomulticamadas camada de circuitoimpressoflexi' face, com uma quantocircuitosverdadeiramente flexíveis,com os rnaisaceitas. tambêm, vel, tornar-se-ão, mesmos. soldados sobre os componentes Na tecnologiados circuitos flexiveis muitas novidadesestão por aparecér.Uma delas, trazida por pressõesno sentidode se fazeremcircuitos aindamaisdensos,e pelo uso de circuitosintegraé uma mudançageral dos sem encapsulamento, paralinhase espaçosde 80 a 100um, deixandode ladoos 250pm atuais.

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Deacordocom DavidCianciulli,gerentede marketing da divisãode Aparelhospara Conexãoda ->.haverum grandein- Ê--r HughesAircraftCo.,,,ç1svs1'á crementono uso e na fabricaçãodos circuitosim- r<*pressosflexiveis,já que os métodosde fabricação Novainente,a estão largamenteestabilizadosu. podedemandade maiordensidadede embalagem, rá ser satisfeitaapenascom a utilizaçãodos circuie tos impressosflexiveisde camadasmúltip.las p o s s ib ilid a d ed e int.:rconexãomultiplana rd o s mesmos. Umaquecedor flexivel O cobrenãoé o únicomaterialmetálicoque podeser lamina. em lâ. do em umabasef lexível.Umacertaligade niquEl-cromo, Empregando tal princi minas,é um outro materialutilizável. circuitosfle" a ÍirmaParlexCorp.,entreoutras,está produzindo xíveis para aquecedores,pela decapagemseletiva de uma de nKaptono,coberta por niquel-cromo.Assim como seus

valentes,usadospara o suportede componentes,o circui aquecedor flexível pode ser confeccionado e dobrado sob mas pouco comuns. Além disso, o calor em vários pontos do cuito pode seÍ controlado pela variaçãodo traçado dos

Paraevitarque o calorsejaaplicado rese de suaespessura. setores,a liga metálicapode ser revestida determinados cobre. Os aquecedoresci'rcularesflexíveisestão agora d'osencapsulamentos utilizadosparacontrolara temperatura em misseis. oiroscóoios,

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Traga seu PROJETO,SUA IDEIA e nós converteremos tudo isso numa realidade. Desenvolveremospara você os DESENHOS necessáriospara cada proieto ou idéia, estudaremos para você a melhor forma e a maiseconômica,ao realizar seuproieto. Faremos os FOTOLITOScorrespondentese até providenciaremos seu CIRCUITO lMPRESSO. O tempo de entrega??...Muito menor do que você imagina.^Venhanos visitar. AGORA VOCECONTACONOSCO.


ETADO PROJETISTA PRANCH

Conversorde Íeitura direta torneceindicaçõesde temperatura por JamesWilliamse ThomasDurgavich MassachusettslnstituteoÍ Technology,Cambridge,Mass. alémde proa temperatu' minao pontode disparodo unijunção, E possívelconverterprecisamente no começoe Íim de escalae equivalente,porcionarestabilidade ra em uma freqüêncianumericamente O circuito enviarumacorrenfede 1 mA parao diodosensorde paraÍins de medidao.uinstrumentação. (tipo 1 N temperatura. diodo comum um e m p r ega d escr ito aqui proporcionando O transistor2N2222e seus componentesasso914)como sensorde temperatura, 0 a 10 0 o C,ciados,por fim, estãoai parafazercom que os pulu ma r e so lu çã od e medidade 0,1oC,de com uma precisãode t0,3oC,ao longode toda a sos de saidasejamcompativeis com a lógicaTTL. faixa. o circuitofuncionacomo Quandoem operação, 301Aestáligadoco- um conversortensão/freqüência. operacional O amplificador A tensãopreseno capacitorde 150pF, conecta- te no cursordo potenciômetro mo um integrador; de 1 quilohmé intee o pino 1 do amplifica' grada,até que o pontode disparodo transistorUJT do entrea entradainversora dor, fornece compensaçãopara uma (slew rate,) seja alcançado;assim que o transistorentra em elevada. operação,provocaa descargado capacitorde 4300 O transistorunijunçãotipo 2N2646providenciapF.A Íreqüênciade oscilaçãodo sistemaestáreladevidoao diodosensor, todavezque o capacitorde cionadacom a temperatura o "resetudo integrador, 4300pF é carregadoa -10 V. O diodozeneré o res' que polarizao integrador,atravésde sua entrada A únicatensãovariávelfornecidaao ponsávelpor uma tensãode referênciaque deter' não-inversora.

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z.zrnl e .zrn .l rolenÂHcrnoe s% 1ok^J DIODO SENSOR DE TEMPERATURA

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6.1ekíi ror-enÂncra oe r:t I 8,06knl ConversortempeÍatura/ÍÍeqüência - Nestecircuito,a Íreqüênciade um osciladorde relaxaçãovariade acordocom a tensão aquãd l e p e n d e d a te mp e ra tu i a.A oi ongodaÍai xamedi dade0al 00oC ,aÍreqüênci a.estende- sede0a so b reodiodo'N914, i a tem1000Hz,linearmente, o qqe signiÍicaque um f reqüencimetro, ìigadoà saidado circuito,é capazde indicardiretamente peratura. Suaexcelenteprecisãoe baixocustoÍazemdestecircuitoum aparelhobastanteútil.

332 NOVA ELETBONICA

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integradoré o potencialpresentenesse diodo, freqüênciade saida seja 0 Hz. Normalmente,tal quedependeda temperatura (cercade -2,2mV/oC).procedimento precisaser repetidoduasou três veque zes, até os dois ajustesnãosoframmais interaParacalibraro circuito,deve-secolocaro diodo mútua. Calibrado o circuito,a regraê; a treem um ambientecom temperatura de 100oCe, en- ção qüência indica de saída um valor10 vezessuperior potenciômetro tão, girar o de 10 k, até que a freavaliada; qüênciade saidasejade 1000Hz;em seguida,colo- ao da temperatura assim,por exemplo,caca-seo diodo à temperaturaambientede OoCe so a temperatura a medirsejade 37,5oC, o freqüênajusla-seo potenciômetro de 1 k, de modo que a cimetroligadoà saidaindicará375H2.

Um divisorde ireqüência+ um amplificador operacionalproduzemuma senoideaproximada por John Taylor- NOAA,Boulder,Colo. U m gr u p ode ci r c uitosanalógicos e digitaisp o - da saidanfu. de ser combinado,de formaa produzirum tom de Essarelaçãode faseé vital nestecircuito,pois áudio,a partirde.umtremde pulsosdigital.Sabe-se aÍr e <3fnÍoremsomadas,nessas freqüências se as que, normalmente,um oflip-floprpodê produzir condiçÕes, no amplificador operacional(com peuma ondaquadradasimétrica,sem problemas; en- sos de 113e 1, respectivamente), obtém-seo cancetretanto,paracertasaplicações,séria idealter-seà lamentoda (f,),o que vai dar terceira harmônica de disposiçãoalgobempróximode umasenoide. origema uma forma de onda em degraus,de freO circuitovisto na figurapodesatisfazertal ne- qüência<fn,que é -uma aproximaçãomais fiel a cessidade.O divisorde freqüênciada entrada,for- umasenóide,em relaçãoa umaondaquadrada. madopor dois nflip-Ílops"e uma portaOu-exclusivo, aceita uma freqüênciâde valor o3fn,em onda Casosejanecessário um valormédioiguala zequadradae fornece,em sua saida,uma onda qua- ro, paraa senóide,pode-seincluiruma tensãoCC dradade freqüência,,fo.O uso de uma portaOU- na soma.E, se a aproximação obtida na saidado exclusivona entradajustifica-sepor duas vanta- amplificador operacional nãoÍor satisfatória, basta gens sobre o sistemaconvencional divisorpor 3: passaro sinal de saídapor um filtro passa-baixas primeira,a saidaresultasimétricae segunda,a en- comum,já que a harmônicamaisbaixa,a ser rejeitradau3fof ica 180odefasadada terceiraharmônica tada,é iguala 5 vezesa fundamental.

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FI LTRO PASSA -BAIXAS

Dospulsosao sinalde áudio- UmaportaOU-exclusivo, operacional um circuitodivisorde dois estágiose um ampliÍicador são utilizadosparasomara ÍreqüênciaÍundamentalà terceiraharmônicade uma ondaquadrada, de formaa produziruma aproximaoâo' em deqraus'de umasenóide' g - copyrightEtectronicstnternationat N ovA E LE TR ôw tcnsgs


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(30mA )

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Paraampllticadoresoperacionals- EsteconversorCC/CCproduzumasaidade -15V, a partirde umaalimentaçãode + 15V' re o temporizadorintegrado,conectadocomo um osciladorderelaxação,ariúeìiá um doúra'dqrde tensão.O temporizadorsof um (resetD,inibindoã saióa,casoa mesmaapresenteumaquedadè ténsão,mais negativaque -15V. A regulaçãodo circuito ë de 1o/o,paracorrentesde cargaaté 30 mA.

integradoe dobradorde tensão Temporizador Íormamum conìrersorCC/CCpor ToddGartner,MotorolaInc.

é inibidae, em conseqüêncilaçãodo temporizador cia, o sinal parao dobradoré removido,o que provocauma regulaçãochaveadada tensãode saida. O dobradormereceum pouco mais de atenção, Tal conversoré ideal paraalimentaramplifica-pois talvezseu funcionamento não seja muito evidores operacionaisem equipamentosportáteis,a dente; quando a saida do 555 torna-sepositiva,o bateria,onde só se dispõede uma tensãopositiva. capacitorC1 é carregadoatravésde D1, enquanto O circuitoforneceumatensãode -15 V, com uma D2 está inversamentepolarizado.Por outro lado, regufaçãode 1o/o,a uma correntede cargade 30 mA. quandoa saidatorna-senegativa,um poucoda carO consumodo circuito,na ausênciade carga,é de ga de C1 é transferidaparao capacitorG2,por meio 1 1m A . deD2,enquantoagoraD1 está inversamentepolariO 555 forma um osciladorde relaxaçãoe sua zado. pelosresistoresR4 e Rg freqüênciaé determinada Assim que o sinal do 555passanovamentepara e pelo capacitorC1; a saídado osciladorestá co- um valor positivo,o capacitorC3 carrega-sepor innectadaao sistemadobradorde tensão,composto termédiode C2 e D3, até 2 vezesa tensão de aliC1 a C4. mentação,aproximadamente; pelosdiodosD1a D4e peloscapacitores e na próximatransi' entreo dobra- ção do 555 paraum valor negativo,essa cargadesSema presençada realimentação dor de tensãoe a entrada<resetodo temporizador,foca-separaC,4,atravésde D4, dobrandoa tensão a saidado circuitovai f lutuarem tornodos 30 V me. de saidado temporizador.Essetipo de dobradorre' nos 4 tensõesde diodos.Gom a realimentação,o querqueo dispositivode comandopossaagirtanto divisor de tensãoformadopelos diodos D5 e DGe comoum fornecedore consumidorde corrente. pelos resistoresR1 e R2 injetamuma tensãode 0,7 A tensãode saidado conversorGC/CCseguea V na entrada(resetDdo temporizadorquandoa ten' tensãode alimentaçãocom uma precisãorazoável. são negativade saida toma o mesmovalor da ten' Se R1e R2foremsubstituidospor um únicopoten' são positivade entrada. ciômetrode 100quilohms,a tensãode saidatorna' de zeroatéo valormÍnimo(-15 V). Se a tensãode saidacairabaixode -15 V, a os- se variável, 334NovAetErnômcn


uma regulaçâomaisefici- fim, os diodosD5 e D6 são opcionais,pois estãoai Casosejanecessária da alimentação, o resistor apenaspara melhoraro rastreiÒsaida-entrada ente,contraas variações do R2 pode ser substituidopor um diodo zener.Por circuito.

Filtroredutord* rulalc parachaveameiltôde c*nstiln:te$de tümpÕ*por MartinV"Thonnas, Medieaieentcn BostonUniversiÉy C í; ruido de alta freqüênciaem um sinal, o Reduzir 25pF r R2 é algo alemda sem distorcê-loconsideravelmente, convencionais. dos filtrospassa-baixas capacidade 22k.ÍL lkír um f iltrolinearespecialé bem Paratais f inalidades, paraformasde onmais eficiente,especialmente N| e dente -f9. tais comoondasquadradas dascomplexas, I LM 31A 1n47otr de serra. ilerrn 1N 4148 O circuitoda figura 1 atingetal objetivo,com r^ c2 tendosido u t ili- tFr sinal/ruido, -'-/ u m b o m 'de se m p e nho precisa de amplitudes de 1N 4148 determinação zado na i sinalna presençade ruido.Eletira proveitodo fato i t de que, emboraa amplitudedo sinal possavariar com o tempo,a variaçãono temsignificativamente com duplovalorde conslantede tempo- NesseÍiltro' paé menore re- Filtro po do valorRMSdo ruidosuperpodto C2tem um valorelevado,B3 mantêm ra um melhordesempenho, lativamenteconstante.Assim, este filtro, normal-a estabilidadelimitandoa correntede cargae C1 evitaoscilaçõesno laçode realimentação. -mente,tem umaconstantede temporelativamente longa(T1),que dá lugqra uma de menorvalor(T2), sempreque o sinalde entradaexcedaum certo nivel minimo.Sendoassim,o circuitopermitea pas' praticamente intacsagemde grandestransientes, tos, mas f iltraas pequenasvariações(ou seja,o rui' do). As tensõesdo sinalde entradasurgemimedia' tamentena junçãodos resistoresR1e R2,de modo queo temponormalde respostado circuitoé R2C2, ou 100ys. Casoa entradasejaconstanteou de variaçãolenta,quantoà amplitude,nãohá diferençade tensãoentrea saidae a junçãodos resistores;as chegamà saidae o ruidoé redubaixasfreqüências zidopelalongaconstantede tempodo circuito. um certo diodo é ativado,se a tenEntretanto, junção a tensãode saidade 0,7 ultrapassar na são R2l(R1 + R2)volts,ou 30 milivolts,em nossocaso. do diodo é possívelgraçasao retar' O chaveamento RespostapaÍaondaquadrada- Saídaobtidano circuito,pela do na tensãode saida,produzidopelocircuitoRCe utilizaçãode duas constantesde tempo.Se o filtro utilizasse aquilo só ocorrese uma tensãode variaçãorápida somenteapenasa constantede tempomaislonga,a saidaseria Nes- umaondatriangular,resultadode umasobrefiltragem. operacional. sur:girna entradado amplificador sa situação,cria-seum caminhoadicionalde cor' com uma entradade onda quadradade 1 volt e 5 rente por R3 e a constantede tempo do circuito kHz.A ondaresultasem distorção,devidoà utilizapassaa ser iguala R3R2C2/(R1 + R2)ou 2;ls, assu' das duasconstantesde tempo.A ondatriangumindo que R3 seja bem inferiorao valor R1+ R2.ção lar o resultadona saida,casoumasó constanseria lsso permiteque o transientede alta freqüênciate de tempo(a maior)Íosseempregada. alcancea saida,quasesem distorção.Apesarde  ^, do diode tempoe o chaveamento que quatquerruido sobrepostoao sinaleË;üér ,^ l:onttante de uma certa faixa' ser variados dentro deixadopassar,nesseinstante,a retaçào"Ji;t/;,;i-91p:9"t situações'seria convenientelimitar a do médiado circuito, patatodaa o"no"ïãïiõï;b;passagem do sinalde entrada'em relação ^El.?lg.""s cias, é bem maior do que se poderia P1tl93j" --"'ao do valor da menorconstantede tempo, inverso "Jõ"iir"ãõ; circuitosconvencionais. de modo a minimizardistorçõescausadaspor Na figura 2, vê-seas saidasobtidas no filtro,(overshoot),.

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NOVA ELETROilICNgSS


8.AFEIRADA ELETRO.ELETRONICA DLEE N E R G I A 1. AF E IRAINTER N A C IO N A Alcançaramgranderepercussãoas feirasda Energiae Eletro'Eletrô' de 10a 16de abril,no ParqueAnhembi,em SãoPaulo. nica,realizadas de Energia,em sua estréia,foi a grandeinova' A FeiraInternacional Griadaem ção deste ano, atraindoo interessede milharesde peSSoaS. época oportuna,quandotodos os paises buscamfontes alternativasde energia,parasubstituiras atuais,já escassas,essa feira proporcionou, pefa primeiravezno Brasil,a oportunidadede se obsêrvaro que está sen' do feito, em nosso pais e em váriosoutros,nos diversossetoresda gerato' ção de energia,tanto parao presentecomo parao f uturo.Praticamente eólica,solar,térmica, do tipo de energiaviávelestavalá representado: geotérmica, nucleare do petróleo,alémdos váriosserviços hidroelétrica, e processoscorrelatos. em seu oitavoano,contou A já tradicionalFeirada Eletro-Eletrônica, nacionais de um grandenúmerode empresas, tambemcom a participação abrangendoquasetbdos os ramosdo setor,desdea indús' e estrangeiras, até a de grandestransformadores. tria de semicondutores, \ Estavampresentèsàs feiras,ainda,algumasentidadesgovernàmen' e a Cesp, a EletrobráS tais,ligadasao setorde energia,como a Petrobrás, Mi nas En e r g ia . das e M i ni s téri o a lé md o Haviatambémalgumaspublicaçõestécnicas,entreas quaisestavaa Nova Eletrônica,que obtevegrandeSucessoem SuaSexposiçõese pro' moções. EmboraambasaSexposiçõesestivessemmontadasno mesmo pavi' lhão(Paláciodas Exposiçõesdo Anhembi),foramsepâradasfisicamente das por um corredorcentral,o que facilitoumuitoo acessoe a localização áreasde interesse. de e a Feira Internacional Em resumo,a Feirada Eletro-Eletrônica plenamente seu obde sucesso,atingindo Energiaforamduasrealizações jetivo,que e o de atualizarconstantemente nossopaisem importantesse' torestecnológicos.


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SísÍema tetmíno,l de oídeo TTV 3216:. A quinta e últíma parte da sêrie, relerente ã montogem completa do sistemo, será publicada na ocasiõo em que o kit jâ estit)er dísponíuel aos leitores interessados. Aguordem!

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DIGITAL PROCESSAMENTO 1." PARTE

Os dispositivosde cargasacopladas(CCD- Charem apliqeu_lugar Devices)conquistaram ge Coupleid .analogicas, imagens tais como reprodução.de. õaçÕes de sinais.Firma' a Saixonivelde luz e processamento digitaisde grandecaÍâ-sê,também,como memÓrias paciciade, de ate 65 536bits. Agora,os dispositivosCCD bstãoprontosparaavançarem um camPgextremamente digitalde sinais. promièsor: o de processamento E DA V IDF. B A RB E TH O M ASZIM M E RMA N

de cargascomEssaaplicaçãode acoplamento do mundo desejáveis binatodasas caracteristicas digital,com os atributosinerentesaos CCD:baixo consumoe densidadeelevada.E oferecea possibilidadede se reunir,numamesma"pastilha",sistemas de memóriade grandecapacidadee processa' mentoscomplexosde sinaisdigitais.Tal combinade computação ção podefornecerumacapacidade bemmaiselevadaqueoutrastecnologias. A tabelaI mostraporquea tecnologiaCCDtornou-seuma granderivaldas outrasprincipaistec' nologiasdo tipo integraçãoem largaescala.Exis' tem, por outro lado, limitaçõesde velocidadeimde cargas postas pelo principiode transferência dos dispositivosCCD,que determinamo emprego de técnicasespeciais,seriadas,parapermitiruma de oPeração. maiorvelocidade Devidoa essalimitação,a tecnologiaCCDé me' lhor aplicadaem algumastêcnicas,do que em ou' do tipo tras.Certasfunçõesque são,por natureza, seriado.como a transformadarápidade Fourier,

coftiPARAçÃO DE TECNOLOGIAS Íacnalosia

I

reelster" oorta lósica I estáslo potêncla/bat "shlft velocidade Arearbit Area YêtoGloaoe (Pt2l máx. (MHz) potêncla (pl) a l MHz (pW| 0,5 320 1 1290 0,2

(r-'l

ccD VLSI de lripla diÍusão t2t

sos

3 2 5

ô450 6450 12900

100 50 100

19400 19400 48400

100 5 50

tipo de lóglca dinâmica estática estática estálica

Observações: VLSI - Very Large Scale Integration (integração em altissima escala). SpS - Silicon on Sapphire(silicio soore saÍira). lzL - lnteqrated Iniection Logic (logica de injeÇãointegrada).

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NovA ELETRôurca gsg


u' líii"i",",0. I superÍície)

aÍmazenamentode uma só porta

I

interação de v iz inhas

para deslocarcada (pacote de cargas,,indiúidual do circuitode entradaao de saída. lvz(>vr) Na prática,porém,a transferênciade cargade um local de armazenagem a outro, no dispositivo CCD,n ã oê 1 0 O %e f ic ie n t eA. p e q u e n aq u a n t i d a d e de cargaperdidade um (pacoteD, a cadatransÍerênc ia , in t ro d u zu m e f e it od e a mp lit u d ee f a s eq u e d e pendedo númerototal de transferências (N) e da portas eficiênciada transferência de cargas.

tensões de 'block"

Diagramade blocosbásico O . s h if t re g is t e rulin e a re o d is p o s it iv oC C D mais simples.Váriasestruturase organizações de memoriasdigitaisdesenvolveram-se a partirdessa f o rmab á s ic a . Uma das primeirasgeometriasutilizadaspara elevara densidadeda armazenagem de cargasfoi a organização de canalem serpentina. Nessecaso,o c a n a lCCD(s e rp e n t e iaaDo , lo n g od o s ilic io ,d e m o d o a a u me n t a a r o , má x imoo n ú me rod e lo c a i sd e memoria em uma determinadaârea.Apesar de FTGUBAI r e m o s ilí c io ,e s s e t ip o d e e s t ru t ur aé Extensão natural - Aplicando-seas tensões apropriadasa ele. a p ro v e it ab trodos vizinhos, os portadores móveis de carga serão transferi- mu it o lo n g ae s u a in e re n t ein e f ic iê n c ia d e t ra ns f e dos a locais adjacentes(a). lsto constitui a operação básica de rê n c iac, o n s e q ü e n t e me n v t ea,ie x ig iro u s od e r e g e u m ushiÍt reg iste r" (b), no qual os pac ot es indiv iduaisde ca r o a neradores de carga,que mantémo sinal no seu vasão deslocadosda entrada paraa saida. lo r o rig in a l,à me d id aq u e é t ra n s Í e rid o d e u ma s e a o u t ra d a me mo ria . O e mp re g o d e t a is c ir c u i ç ã o adaptam-semelhor à tecnica seriada.Em outras o p e r a çõ e sd ig itais,ondeo resultadode uma c o m- tos geramdois problemas:a potêncianecessária assim putaçãodeveser obtido,antesque a operaçãose- paraativá-lostorna-seum Íatorconsiderável, como aâreaque ocupam. g u i n t et en h al ug a r ,aconteceria uma drásticared u A medidaque a tecnologiafoi ,,amadurecendo', ção de velocidade,caso fosse utilizadaa tecnolog i a C C D. outrasestruturasforam desenvolvidas, para fazer Írentea essaslimitações.A organização série-paraN o en tan to,co njuntosdigitais, emprega n d olela-série (SPS), por exemplo,tira proveitoda habilidispositivosde cargasacopladas, foramprojetadosdade dos (pacotesde cargas,de se moveremao e estãosendotestadosem laboratorio. Até agora, lo n g od e d o ise ix o s ,d e a c o rd oc o m a e s t iu t u raq u e surgiramapenassomadoresde 2 palavras e 8 bits e os estivercontrolando. multiplicadores de 2 palavrase 3 bits, mas já está Esta organização aceitadados na Íorma seriaem consideração a produção,em uma únicaupastique registro da, até o de entradaestejapreenchido; por l h a " ,d e 4 m u lti plicadores 16 16,3 somado re s de 16 bits, e todasas funçõesnecessárias paraa um dos eletrodos,então,é ativado,e os dadossão execuçãoda operação"kernel"da transformada rá- deslocadosem paralelo,paraum conjuntode registoma apenaso pidade Fourier.Dadasas vantagenspotenciaisdos tros paralelos.Essedeslocamento tempo de um bit'seriado registro e o serieda entraintegrados CCDdigitais,o Íuturopromete,com cero intervateza,sistemasde grandepotênciaparao processa-da é preenchidoininterruptamente;.apos lo apropriado, o eletrodode controlepermite,novam e n t od ig ital. mente,que os dadospassemdo registrosériepara o conjuntode registrosparalelos. Tecnologia CCD O processoe repetido,com os dados sendo Os dispositivosde cargasacopladas, ou CCDs, deslocadospelos registrosparalelos,a uma fresão conjuntosde capacitores de metal-óxido-semicondutor(MOS),ao longodos quaisa cargaé trans- qüênciabem inÍeriorà do registrosérie.Os regisa umafreqüênciaigualà diviferida.Um campoelétricocria uma regiãono subs- tros paralelos,operam que funcionacomo um poten- são da Íreqüênciaseriadade deslocamentopelo trato semicondutor, cial minimo localizadoparaos portadoresmóveis númerode bits do registroserie. da carga(figura1A).Ao se aplicaras tensÕesadeParaos sistemasexternos,tudo se passacomo quadasaos eletrodosvizinhos,os portadoresmó- se a memóriaestivessefuncionandoà máximafrev e i s m a n ti do se m u m certo potencialmínimop o - qüênciaseriada;internamente, porém,grandepardem ser transferidosparauma posiçãoadjacente.te dos bits estão,realmente,sendodeslocadosa Tal propriedade é característica da organização dos mais baixafreqüênciaparalela.Já que o consumo registradores (shift-registers de deslocamento - fi- apresentadopor um dispositivoCCD é proporcio-. gura 1B),onde uclocksude duas fasessão usados nal à sua.freqüência de deslocamento, a organiza34ONOVA ELETNONICA

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Extensãologica çãoSPStem ai a sua maiorvantagem. Umaoutravantagemque ela apresentaé a sua Os circuitosintegrados de memoriasãoapenas A capacielevadarazãocapacidade-transferência. é aproximadamente igualao a e s t ré iad o s d is p o s it iv o sCCD n o mu n d od i g i t a l . dadede armazenagem produtodo númerode bits do registroseriadopelo O s c o n ju n t o ss o ma d o re e s mu lt ip lic a d o redo s tipo númerode bits em qualquerum dos registrospara- CCDjá existeme eles são a chaveque permitiráa lelos. Por outro lado,o númerode transÍerênciasconfecçãode integradosLSIque poderãoexecutar que um determinadobit deveexecutar,ao passar processamento local,na própriapastilha. p e l o r eg istr o,é simplesmente a somados bit s d o Parase executarÍunções logicasdigitais por registrosériecom os bits de qualquerum dos re- meiodo principiode transferência de cargas,é negistrosparalelos. lsto representa umarazãocapaci- cessáriohaverinteraçãocom a informaçãocontida bem superiorà do oshift regis- nos dade-transferência CCD.Essainteraçãopodeser "shift-registers" é igualao n ú - conseguida t e r r d a fi gu r a18 , o ndea capacidade de duasmaneiras:umadelasé chamasomente. merode transÍerências. porque, da "eliminadorade [ilsr (bit destructive), As maioresmemórias,a seremfabricadaspela duranteo processo,os bits originaisperdemsuas Fairchild,pelaIntele pelaTexas,serão,muito pro- identidadesindividuais.A outra,designadacomo opreservadora do tipoSPS. de bits", detectaa presençaou auvavelmente, sência de carga, sem perturbara correntede bits. de quantiOs sistemasdo futuro necessitarão Tal detecção controla o Íluxo de cargaem outro rede memoria,que exibamcaracdadessubstanciais gistro. qu e possibili d a d e s estão além das t e r i s t icas pode-sedizerque qualquerdos Generalizando, atuais,e os dispositivosCCD parecemser capamuitasdessasnecessidades zesde satisfazer ante- métodosutilizadosparase obterpontosde derivacipadas.Como são mais adequadosa aplicações ção com (pesoD,em filtros CCD analógicos,pode de memoriaseriadaque requeiramgrandesquanti- seradaptadoparauso em umaoperaçãode percepadequadaparacircuidadesde atrasoem massa,ao invésde aplicações ção de carganão-destrutiva, de bits. Em tais aplicaem tos logicosde preservação de acessoaleatório,serãomelhorempregados sistemasque exijam memóriasde grandecapaci- çÕesdigitais,os métodosde derivaçãoe atribuição de pesossão relativamente fáceisde executar,já dade.

1

2

FuÍ! com p€rrolção, Íapld.z. almpllcld.do Placr3 Í1. clrcullo lmpÍ..3o, Não lÍlnc. . pllcr. Em 2 modclo3.

1 _ PERFURADOR * 2 _ SUPORTE PARAPTAGA

4

5

Toma o manusalo dr pbcr b€m mrb liêll, rala nt mon. l!g€m, conaaÍlo, axpoÍlôncla alc,

FERRO 3 - SUPORTJPO*I

Coloca mâls ordam a sagurtnçt nr mear alo lÍtbalho. Equlp.do com âlpon . llmpadoÍr dc blco.

DC 4- FOilTEESTABITIZADA

FomocÕ lon3õo3 flxrs o durtáv.|3 de 1,5 a í2 VDC. CoÍÍ.nt. de srid. Í4. Ent]!d. 110220 VAC.

5 -

DESSOLDAD0R AUTOi|AT|GO

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DEIiSO1DADOR tlAl{UAL

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A solução p.Í. í.moção d. clÍculto! InfogÍrdos.

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matscâmponenter. Eled.ÍÍ.te ! aotdr. ao almplec o" botão|"z I sucçlo'BlcoÒspecltld' rons' lfï O mrloÍ quebÍa.gllhos do tócnlco Í.p.Íador. Loc.llza com IncÍiyól Írpldez o local do dafallo cm Íádlor, gra. vadorc!. YllÍoh3 ctc.

ctRcutro til pR.:,?Ï$"ïr::ïJ:ï,:::':ïi,::.ïiï'*jÏi,** 8- cAilErA*PARA

7

ccconômrcr d' coÍr!Ípr'Gr3 g - coRïADoR DEptAGA â"Ïï:ï.,';ïil'.'jir* * PaÍa quam lam multa pÍa3sa no 3oÍvlço. F z t 3ucçlo 10 - SUGAD0R DESOLDAAUTOil. !o.rmpr.r EmÍrov. tosuede borlo. *

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SUGADOR DE SoLDA tAÌ{UAt

1

Emvá' remoçlodequllqu.Í compon.nl..lcttônlcô. Ílo3 iamrnhoa e modcloa, PaÍr locallz!ção d. defello! am Ìidlo, Tv, g|!vrdoÍ, yltrol! olc. Funclon! c, í pllh! P€qucnt.

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-


fl t rf portas de transÍerência Íonte de portadores (junção PN n nolariza aa ) | |

Íonte de poÍtadoÍes (;unção PN polarizada)

porta CCD e poço pot enc ial

/

porta de ,/ transÍeréncia

+

porta CCD e poço de potencial

/ de

@A

U

e controle Árv

de transÍeréncia

entrada entïada

entrada+ fil

r E

porta t ransferência coleta de I | /carga(junção PN)

* iijl,Xrzou,

barreira ou controle de barreira

trl Í-1

..íi., I rLJ-r+*atillil"ru

entÍada [ll

fJ

barreira-l

\porta de t ransÍerência elemènto sensor de carga saída (Íunção El

FIGURA2 Configurações de portas - Dispondo de certo modo as portas de transÍerência,fonte de portadores e poços de potencidl, consegue-seas seguintes funções lôgicas: porta E(a),porta OU(b),porta EiOU(c)e porta OU exclusivo(d),onde essa Íunção e a f uncão E são realizadassimultaneamente.

que os valoresde derivaçãonecessários devemser rar portasOU e OU exclusivo,com uma configurae q u i v ale n tes ap e n a sa (1Dou (0D. maiscomplexa.Na f igura2C, por ção ligeiramente Os dois processoscitados encontrammuitas exemplo,os (shift registers)A e B injetamseuspaaplicações,mas há uma diferençabásica entre cotes de cargasdiretamenteno poço de potencial, de bits permiteinúmerassob a porta C. Uma outra porta, D, está irolarizada eles. O de preservação operaçõesna correnteoriginalde bits, já que a de modo a aceitar cargas,mas está separadada porta C por uma barreirade potencial,criadapor mesmanãoé destruída. de ions ou controladapor uma tensão implantação Mas, o processode eliminaçãode bits pode porta. separada de operarapenasumavezem cadacorrentede bits. Nos dois casos,a capacidade dos poçosde poNa portaE básica,construidacom lógicaCCD, portas sob as A, B, C D tencial e e a mesma;portanA e B estão to, se as portasA e B são preenchidas e vistana figura2A,os (shift registersD à sua máxiconectadosa duas portasde transferência, em sé- ma capacidade, pacotesde cargascombinaseus rie. Essasduas portas devem estar ativadas,para a capacidade da portaC. Nessecaso, que os portadoresminoritáriosmoveisalcancema dos excedem permiteque o excessode cargasejaena barreira portaâssinaladacomo "C,. Sob a formade simbo- viadoparaaportaD; mas,se apenasa portaA ou a los logicos,temos: portaB estivercarregada, a portaC serácompletaC=A .B =E mente preenchidae a porta D permanecerá vazia. porta Em a C representa conclusão, uma função OU UmaportaOU podeser construidade formase= -O U p o rt a D, f u n ç ã o e a u ma E : C A B + portas (figura 2B). As controladasde melhante D= A . B = E estãoagoraem paralelo.Pelamesma transferência Levandoa elaboraçãoum pouco mais longe, dedução,temos:C = A + B = OU c o n s e g u e -suema p o rt aO U e x c lu s iv oA. f ig u r a2 D Essesdois esquemassão do tipo (preservadormostraque a portaD contémum elementosensor de bits" e não perturbamas sériesde bits controla-de cargae controlaumadasduasportasde transfedetectadose utilidoras.Os bits sãosimplesmente paralelo,as quais controlamo Íluxo de paraoutrosregistros. rênciaemporta zadoscomocontroladores cargada C. O elementosensorde cargaperExistem,por outro lado,circuitoslogicosdes- mitiráque a cargapasseda portaC paraa portaE trutivosbastanteúteis.Com eles,é possivelelabo- somentese não houvercargasob a portaD; a Íun342 N()VA ELÉTRONICA

86


ent rada

Equaçõeslógicas: C=A+B+F D -A B + A F+ B F+ A B F G_A B F E = G+ C D

barreira *Í-l dispo sitivo sensor de carga

l-ì+Forta

!tr \

b"rreir. t ransporte

de t ransÍerência

Tabelada verdade: A B 0 0

o

o

0 0

1 1

0 0 1 1

F 0 1 0 1 0 1

0 1

c 0

GE B 000 010 010 001 010 001 001 111

Somadorcompleto - Adicionando-sealgumas portas à Íunção OU exclusivoda Íigura 2d, obtém-se um somador completo, com saídas (somaDe (transporteo.Tal circuito corresponde à tabela da verdadee à Íunção lógica apresentadas.

a cargaestocadalos devemser projetadosparacircuitoscom elevação da porta F é a de (removerD a alta densiem C, caso não tenhasido movidaparaE. Alem de das freqüênciasde dados.Entretanto, as compensalargamente se conseguiruma funçãoOU exclusivo,com a por- dadedessesdisÈositivos de tal processo. ta E, e uma função E, com a porta D, essasduas desvantagens portasformam,juntas,um meio somadorcompleLimitaçóesde projeto to, de 2 bits,com somae transporte. maximas freqüênciasde operaçãoestão O meio Somadorpode Ser expandidopara um -As constantementeelevadase' de fato' até sendg portaJãdï;;";i; somadorcompleto,com algumas o funcionamentoacimade 1 gigahefizpare(figura3).Tais portaspermitemo i":,T: máximade operação Como a fre-qüência viavel. "p"r"-"iÃ";;;;; q" e, ;ü;;il;""Ë, um outro locat de armazenagem pelo ponto é determinada ccD dispositivo um oe de umaterceiraentrada.A operaçãod"';ì;;;ii;'oãl o siperdas degradam de transferência as seia-seno fato de que a portaD terá :T 9'." pode operação digital a inaceitâveis' a,níveis ""rõ";;;;; ËïiËã*ïâ. fl se, petomenos,duasdastrês entrad"r a freqÜênciasainda maiores' pois a ga. E a portaG receberácargaapenasr""âiiorïï:::^!j"'uada não é uma limitaçãotão severaco' carga O" tradasapresentaremcarga.As equaçÕ;r-1,5õi.[!à 1"t0" analogica'onde qualquer da operação caso pJà;ï;;i"; Y q " " " T-"--:1" a tabetada verdadecorrespondente, p e rd a s in a r.A ré m d o ma i s ,a s d e r o c a i sde p o r ta,estãoincruidasnatiguràã . v e p : I g ? -s iE n iÍ ic a

trnçã (somaD EeDrepresentam Asportas Hlff:,"Ï'1il1:':'""".t"ïS,:H:liffJT:ï5lJli!1:

", Tal circ u it o g it a lq u ere p re s e n t a o c o e f ic ie nmu e ( t r an sp o r te"d o somadorcompleto. t e lt ip lic a d o r . levouà confecçãode dispositivosqueeÍetuamf,1n-- A serialização é um mal necessárioporque,enpor ouções aritmêticas.maiscomplexas,como somado-quantosoluciõnao problemade velocidade, resbináriose conjuntosmultiplicadores. tro lado ê a maior iimitaçaonos tipos de funções largaescal? Funçõesdigitais-em que os dispositivospodemelaborai.Sua utilizàção e.Íunçõeslogicas?á- derivada operaçãodo principiode transferência Além de oshiftregisterso de é possivelsinparaÍoimaruú somadordigital,por exemsicas,somadoresemultiplicadores, Algumasdessas "uro"r. tetizar qualquerfunção..digital. plolvariastransferências ocorrer de carga-devem melhorà tecnologiaCCD,d"- ãntbr que o transportedo bit mõnos significativo funçõesadaptam-se da mesma. vidoàs caracteristicas estejadisponivelcomo entradaparao pioximobit Em um somadorCCDde 16 bits, Como os sistemasCCD produzemgeralmentemaissignificativo. precisa ser repetida16 vezes,o que estruturasfuncionaisbastantedensas,eles são essaoperação interno.Em comparação, atraso a um dá origem repetitiideaispara constituircircuitosaltamente é eÍe16 bits o tran_sporte TTL de nos somadores quantidade minima de barque requeremuma vos e 40 nanossegun' 30 ou por 16 em os bits todos tuado que mátirarem o os sistemas Também, ramenios. de acoplamentodos. ximo proveitodas caracteristicas os maiseficide cargas,em "shift registers>,.serão Ao invésde aceitaros longosatrasosimpostos requer a execY-pela logicaCCD,os projetistãspodemempiegara que completo o somador entes.Já ção de uma seqüênciade eventos,antesqyg a sai- i"r;";1iaçâo,de'forma á obteremuma velocidade da torne-sedisponivel,os sistemasqLlgutilizaremaceitaveide operação.Os adendossão armazenadados e evitaremrealimentações serialização,.de dos em oshift registersoparalelos,com o atraso serãoos melhores. do bú menossignificativoao maissigaumentando as entradas,tornandoo baixa nificativo.Parasincronizar Alêm disso, a velocidaderelativamente dos registrosCCD implicaque os sistemasparale-menose o mais significativodisponiveissimultaNOVA ELETRONICA343


l-JU

I

t-

FTGURA4 Alteráveleletronicament€- Apesarde que o uso principaldo integradoaritméticoseja calculartransÍormadasde Fourier, suasÍunçóespodemser utilizadas, em seqüências selecionadas, paraa execuçãode outrosalgoritmos,o que pÍoporcionaao usuáriodiversasalternativas.

neamente, são necessários vários estágios de nizadose, portanto,são mais caros. Uma solução (shift registers,,; felizmente,tais sistemasreque- paracontornaresSeproblemae a de multiplexarno remmuitopoucoespaçona pastilhaCCD. tempo os sinaisde entrada/saida, no mesmoconjunto de pinos.Contudo,dessaÍormaa velocidade Formatomais rápido é cortadapelametade. (pipelining)permitea execuçãoConÍiguraçõesdos integrados A serialização de somas a um ritmo determinadopelo atraso em A melhormaneirade se examinaro nivelde deapenas1 bit de adição,ao invésde 16 bits;o atraso sempenhoe a complexidade funcionalobtidacom ao longodos 16 bits podechegara algunsmicros- a tecnologiaatual,é descreveralguns integrados segundos,em um somadorCGDde 16 bits. Com a GGDde processamento digitalde sinais.Apesarde utilizaçãoda serialização,as somas são obtidas a tais configuraçõesnão terem sido fabricadas,as cada200ns, nos conjuntosomad,ores e multiplica-funções dos vários componentesforam testadas doresjá existentes. em laboratório,com os projetoslevandoem conta Por outro lado,a operaçãode circuitoaritméti-as limitaçõesjá descritas. co CCD no modo seriado,de forma a se obter boas Um integradoaritméticoé o dispositivobásico, impõelimitaçõesnas funçõesrealizá-de modo que ele deve ser apl.icadode forma a torvelocidades, veis. Aquelasfunçõesde cálculoem cadeia(tais nar-seútil em muitasaplicações.Conformejá discomo a transformadarápidade Fourier,por exem- semos,a transformadarápidade Fourieradapta-se plo) adaptam-semelhor ao método seriado.Entre- muito bem aos CCDs,encontrandoempregonas tanto,em operaçõesaritméticasdigitais,ondeo re- áreasde sonar,radare processamentode comunisultadode uma computaçãodeveser obtidoantes cações e voz. Graçasà sua elevadadensidadede perde-semuito componentes,um único integradoaritméticoCCD que a operaçãotenhacontinuidade, Um exemplotípicopoderiaser uma pode proporcionaruma considerávelcapacidade em velocidade. CPUdo tipo OCD,na qual a saidacontroladorado de computação. Além disso,organizando-se cuidapasso seguintedo programafosse extremamentedosamentea Íunçãoaritméticae incluindo-sefunlenta. ao integradoa execuções de controle,permite-se Uma outra importantelimitaçãodos dispositi-ção de outras operaçõesde processamentode sivos CCD é o númerolimitadode pinos nos encap. nais, além das transformadasrápidas de Fourier sulamentosatuaisparacircuitos integrados,restri. (rRF). tos a 64 pinos, nos modelospadrão;os encapsula. O coraçãoda aritméticade uma TRF é a operamentoscom maiornúmerode pinosnãosão padro-ção central (kernel),que deve efetr,rarseis opera-

êntrada 5

Disposiçãoda memóriaTRF - Esta eÍetuaa reordenaçãorequeridaparao algoritmoda transÍorma(centralD de Fourier,apóscada

344T()VA ELETRÕNICA

88


niveis de controle

-il Fo-n-tad-õ?iiõiÌc.d-ilÌliFon-tad-õliffi ldeBbitsllsorpor5lloeguitsl I de 8 bits I FIGUNA6 óããíióuiaçaodo integradode memória- Incrementandoo atrasoem cada um dos blocos,pode-seobter uma reordenação apropïiadãcosdadosiparaas transÍormadasde Fourierem largaescala.Contadores,um divisorpor 5 e acumuladoresproporcionàma temporizaçãoe o controlenecessáriosparao integradoaritmético.Os blocoscoloridosde váriostamanhosindicam acréscimonos atrasos.

e quatro multiplicações.das em cadapasso, utiliza-seduas contagens,mas ções de soma/subtração reaise imaginários. No entanto,os circuitosde adiçãoe subtraçãosão paradesignarob componentes A organizaçãodessa memória aparece,com idênticos,pois apenasum complementológico e um transporteos diferencia. maioresdetalhes,na figura6. A Íim de se obteruma em alta velocidade,váriosblocos aritmé' operação Parauma maiorvelocidade,as quatromultiplimemóriapodemoperarem paralelo.Os e de ticos caçõessãoefetuadasem paralelo.Um únicocircuisãoexternos;nãofoi possimultiplexadores blocos pode ser operadono regime to somador/subtrator no integrado devidoao númerolimitainclui-los de partilhade tempo, de maneiraa efetuarduas vel padrão. pinos dos encapsulamentos de do duranteo tempode uma multiplicação. operações, Assim, todas as operaçõesaritméticaspodem ser e 3 somadores/Um correlatordigital executadascom 4 multiplicadores O sistemado correlatordigital podeser adapta' O diagramade blocosda figura4 persubtratores. à operaçãoem badeiacompativelcom as técnido tencea um integradoaritméticocapazde efetuara serialização,adequadasaos dispositivos cas de operaçãokernel. CCD. O correlatorda figura 7 pode ser utilizado A sua grandecapacidadede cálculo pode ser com um integradoaritmético,de modoa formarum aproveitadaparaexecutaruma sériede funçõesde filtro digitalnão repetitivo, ou umasériede conjunfiltragemdigital,atravésde sinaisde controle,por- tos de correlaçãoem cascata,adaptadosa funções de temporização. tas adicionaise seqüências de qualquercomprimento.

c_c.? %:3ll"iÏr1ãffilJ:ïj"ïãe "está J':iffï[[p#:ïf}.xï,33 r, Tetï,i? n.|fiïïïr"ï:i ilustradona Íigura 5. O acessoà 1e-m.ó1'3119i"ieï"iáéïn quadratura. "ï13: Caoasinatpodeser quantié aleatório,seguindoum.padrãoregular-E 4 bits, o que estabeleceuma capaóidade 1mrcr_-ii"ãOò tante ter em mente tal detalhe,em plo]9t9:,^"9T Jã 3ã; "rbits de ámazenagemparao integrado.Coas memoriasseriadas(taisco' Ãã"tãOo.entre cada uma das 32 amostrasde sinal CGD,pois.e-nquanto

áã. n:"ffi'JHl'^;:iï::ï'ì':i:.3Ë?"$"ìilïfti;Íi a:;"""":"í*['":**"U:;i'1"ã""ãi"'" dades. compleuma estruturaformadapor somado-r-es As duas seqüênciasde dados(A e B), são lidas produtos. 32. integração,dos ou a soma executa petal memóriaèseriadas,cada eÀtrada'ocupando!o9 inètaOedo comprimentototal da memória.Âssim Tal sistemasomatodos os 32 produtossimultanea. um númerodigital,com precisão ôuã o éinaf n move-separaa segundametadede mentee fornece que a correlação.Parase obrepresenta iãu òonjúnto,é desviad'oparao õegundobloco da de 13 bits, deve-se aceitarum certo soma simultânea, uma ter para a sememór,iáB, enquantoo siìralB carãinha gunoametádede seu conjuntoe é desviâdoparaa atraso,já que a.soma propaga'seao longo dos soprimeirametadeda memóriaA. Dessemoto, ob- Ínadoresem Serle. na seqüênciade saida. tém-seo artificionecessário A operaçãoé controladapor dois contadores.O íuturo Os resultadospráticosobtidosem dispositivos Para'uóaTRFde 256pontos,um contadorde 3 bits já existentesmostramque arltrelesde canal passos, CCD posição e um contador de nos oito indicaa I bits indicaa posiçãodentrode cadapasso.Na re- superficialoperamna Íaixade 3 a 15 MHz,enquanalidade,apena's128operaçõescentraissão eÍetua-to aquelesexperimentais,de canal imerso,alcanNovA ELETRôNrcns+s


IJu r renÌÍada de referência em Íase

' saída de I corÌelação ;. em Íase

entrada de sinal

sa ída de correlação em quadratura

entÍada de reÍerência em quadratura

saída de reÍerência em quadratuÍa

I FIGUBAZ umacorrelaçãoentreum sinale reÍerênciasem fase e em quactratura, Correlatordigital - Estabelecendo cadaum quantiÍica4 x 4 em cadaum dos 32 estágios,apóso que se eÍetuaumasomasido em 4 bits;isto é obtidoao se utilizarmultiplicadores multâneadasrnultiplicações.

quevãocontertodosos circuitos velocida- Os integrados çam as centenasde MHz.Conseguiu.se des da ordemde 1 GHz,em um "shift register)' ex- necessáriospararepresentarem uma porçãosigniperimental, o que demonstraque a tecnologiaCCD Íicativade algunssistemasde processamento de nãoestálimitadaàs faixasmenoresdos MHz. sinaispoderãorequerermilharesde bits de memóMemoriasde grandedensidade,onde cada bit riae um grandenúmerode funçõesde computação, ocupauma áreade apenas65pm2,já existem;tais tais como soma e multiplicação.Essas funções no cadensidades, entretanto, serãoelevadasaindamais, poderãoser interligadaspermanentemente, à medidaqueas técnicasmaissofisticadasde foto- so de integradosque executemsomente uma ou litografia,por feixede elêtronse raiosX, foremsen- duasÍunçõesbásicas. do introduzidas. Existemalgumasvantagensóbvias,na utilizadessescomponentes complexos: ção lsso fará com que os dispositivosCCD sejam para mobilizados outras áreas,hoje ocupadaspor Todo o esquemade interconexãoparaos sisteoutÍastecnologias, comòé o casodos dispositivosmasde processamento de sinaisseráconsideravelde bndasacústicasde superficie,usadosem altis- mente reduzido,o que vai afetar a construçãodo simasfreqüências. sistema,a confiabilidade, as dimensões,além de reduziro númerode pinosporencapsulamento. Combinaçõescom memóriae lógica A medidaque a sofisticaçãodos sistemasde Já que os integradosirão conterfunçõesinteiprocessamentode sinais é elevada,a combinação ras,os dadosde entradaserãocompletamenteprode memóriasCCD e funçõeslógicasdigitais,em cessados,antes de deixaro integrado,reduzindo, um único circuitointegradomonolitico,começaa assim, o númerode acessosde cada um deles. parecermais viável.A alta precisão(comprimentosCom um decréscimoda interação fora do integrade palavrasde 16ou 32 bits),a elevadaimunidadea do, os ritmos de cofrputaçãointernospoderãoser ruidos dos CGDs,nessescasos,além das grandes elevados.E os requisitosde potênciaserãoreduzidensidades e baixoconsumo,em comparação a ou- dos,graçasà diminuiçãodo consumode <clock>e tras tecnologias,tornam essa.alternativa bastante do Qonsumoparaativare desativaro integrado. atraente. Por outro lado, tal combinação requer Existeaindaumaoutravantagem, menosóbvia: uma maiorcomplexidade nos circuitos,cujo custo com tal poder de computação, concentrado em um seriaelevadodemais,a nãoser que um alto graude únicointegrado, novos algoritmos, mais eficientes, i ntegraçãosejaadotado. poderãoexecutaras funçÕesde processamentode Naturalmente,as <pasti Ihasndessesi ntegrados sinais.Melhoresmeios de se efetuarfunçÕesde terãode 0,2a0,3mm de lado. sistemascomplexosserãoinvestigados e as arquij

346NovA ElErnôxlcn


teturasdessessistemaspoderãomudarparaorga- umanovaaplicaçãoparaessatecnologia. nizaçõesque manipulemblocosde dadose adapGLOSSÁRIO Transformada de Fourier: Relaçãomatemátíca tem-sea um Íormatoencadeado.Tais organizações utilizarãomelhoro poderadicionalde computaçãoque proporciona uma conexão entre lntormações disponivelnos integradosLSItipo memoria/lógica.no domínioda lreqüência e no domíniodotempo. Detecção de correlaçãoz Método de detecção, Os complexossistemasmilitaresserãoos primeirosa serem beneÍiciadoscom tais simplifica-ondeum certo sinal é comparado, ponto por ponto, que a tendênciageralem com uma relerência gerada internamente. A saída ções.E óbvio,entretanto, todosos tipos de sistemassejaem direçãoà análi- de tal sístema é uma medidado grau de similaridade de entre a entrada e o sÍnaf de relerência. se complexade dadose a um processamento poder de computaçãodos dadosmaiscompleto.O O sinal de reterênciaé estabelecidode torma a dispositivosCCD levaráà introduçãode novosal- seÍ uma previsão, a cada momento, do que deverla goritmos,elaborações e Íormulaçõesparaprocedi-ser, realmente, o sinal de entrada. mentos padrão.O que, por si só, é capazde criar O CopyrightElectronicsInternational

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11 Íaixas de medição:de 2 V a 2500V 13 Íaixas de medição:de100 mV a 2000V 12 faixas de medição:de 50 uA a 10 A 10 Íaixas de medição:de 200 uA a 5 A 6 Íaixas de medição:de 1/10de ohm a 100 megohms 1 laixa de medição,de 0 a 10 Megohms

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CURSODELINGUAGE'YS FORTRAN 6.. LlçÃo

A línguagem de programação mais

utllízada para programos científicose pora câlculos ê, de longe, o

fortran, sendoutílízada em

uníuersidadese centros de esfiido.

AIêm disso,foí a prímeíra línguogem de alto níuel s se ímpor ao uso.

COEN GERALDO Históriado FORTRAN Por ter sido um dos primeiros esforços significativospara a elaboraçãode uma linguagem de alto nivel,a históriado FORTRAN é parte integranteda própria históriada programação. As priríeirasespecificaçõesparao aFORmulaTRANslatingSystem, - FORTRAN(sistema para traduçãode Íórmulas),foram publicadas em 1954,elaboradaspor um grupo de pesquisadoresda lBM, lideradospor J.W.Backus. Em 1957 surgiu o primeiro compilador para o computador I BM 7 O4 ; lo g o e m seguida, surgiu uma novaversão,melhorada, que recebeu o nome de FORTRAN ll. A aceitação do FORTRANe da própriaidéia de linguagem de alto nivel teve uma resistência,no inicio, mas acabou se impondo. Em 1963t praticamentetodos os fabricantes de computadoresjâ haviam incluido em suas linhas um compiladorFORTRAN. Aquelaaltura,o problemada compatibilidadeentre os vários compiladoresjá tinha se tornaSendoassim,o do problemática. do gocomitê de padronizaçÕes

vernoamericanopublicouespecificações para uma nova versão, chamada FORTRANlV. O FORTRANfoi a primeiralinguagem padronizadaoficialmente, em 1966. CaracterísticasÍunclonals do FORTRAN Na figura1 apareceuma lista das instruçõesde FORTRANll, tais como foram especificadas originalmente. O FORTRANtem uma notação bastante naturàl para expressõesalgébricase bem concisa,paraoutroscomandos.Nas primeiras v e rs õ e s , p rin c ip a lmente, possui instruções tipicas das máquinasparaas quais foi desenvolvida. Nas versões posteriores,procurou-seeliminar essa caracteristica,de forma alazer dela uma linguagemrealmenteuniversal.Em seu conjunto, o FQRTRANé simplese relativamentefácil de ser assimilado por um cientistaou engenhei-

ro.

Pelo fato de ter sido desenvolvidae inicialmentecontrolada por um só fabricante(lBM),o FORTRANnão tem muitos udia{ I

' 34 8 NOVAr lr r nowt c a

92

l

i


letoso,o que facilitao transporte de programasde um computadora outro. técnicas Características do FORTRAN Na figura2 temos um exemp l o d e u m pr o g r amaem'FORTRAN,que consistede umasub. rotinacom dois parâmetros: Ae B. Para cada número inteiro K entreA e B. a sub-rotinacalcula V3 K +se n K , se K for um número primo. ou então calcula W4K+ cos K' . em caso contrário.Elaimprime,também,em ca-

***** ** ** ** * * * * * * * + Se o seu casoé enriquecer o+ *som de sua ouitarra.sintetiza-* [Oor Oe instrtÍnentosm.usicaisf 1OU VOZ€S,Sem entretantO uêÍTì-*

lbrulhar> as notas, fornecendo* +um som ,,limpor,temos a solu-+ rtção. *

JotsroncEDoR "R-vil|" I MoNrA. i- vocÊMEsMo ï

Í rt rl rt

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rf rl ,t rl rt t * - timbÍeclaroe Íirmeem todasasnotas'* I - sustençãomáxima,inclusivenas pri'+ ,Í tt meirascordas. lrespostaexcelentee nitjdaà palhe-* t + tada. tt * - ausênciade RFe ruidos. para pooe na máxi-* acordes ser usado ! t ma medidaem que um distorcedor* * .Fuzz" oodeÍazê'io I nphasero nota-se] do l"nt"" o eÍeito "oro""ão maisnitidez com I "phasing".l nenhumi lMonte o kit (nãoe necessário quali'* laiuste) e comprovea eÍiciênciae l dadedo circuito. * ^

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Função intríngeca Absolute value Float Fix Transfer of sign

Deflnlção lal

Número de atgumentoe I

ConversionÍrom integer to real Conversionfrom real to integer Sign of a2times lo1|

l

Tipo de Nome simbólico argumento função ABS Real Real IABS Intcger Integer FLoAÌ Inreger Real

I

tFtx

Rcal

Intcger

2

S IGN IS IGN

R cal Intcgcr

R eal In tc ger

Real Real Real Real Rcal Real Real

Real Real Real Real Real Real Real

Função externa básica Exponential Natural logarithm Trigonometricsine Trigonometriccosine Hyperbolictangent Square root Arctangent

FunçõesFORTRAN

ea lo& (a) sin (a) cos (a) tanh (a) (a)ttt arctan (a)

ExP ÂLOG stN COS TANH SQRT ATAN

FIGURAl

da caso,o númeroK, o valorcal- veise as funçõesespeciais. culadoe informase K ê ou nãoé A seguir, temos as instruprimo.Supõe-seque existauma de controlee manipulação çÕes sub-rotina, chamadaPRIME,que de dados:o FORTRANtrabalha determin a d e K é p rimo . . com númerosinteirosou númeO FORTRAN,ao contráriode ros <Bontoflutuante,; existem linguage n sc o mo o A L G O L o u regrasprecisasparaexpressões PU1,foi definidoa partirde um com númerosde tipos diferenconjuntominimode caracteres, tes. encontradonos periféricosde A instruçãobásicado FORqualquercomputador.As variá- T RA Né a d o t ip o : A = E ,o n d e veis,em FORTRAN, têm nomes A é umavariável, com ou sem informadospor um ou mais carac- dices,e E é uma expressãoaritteres.A identificação das instru- mética.O valordessaexpressão ções, para fins de referência, é calculadoe, em sèguida,é atrinos desvios,é feita por digitos. buido.àvariávelA, cujo valoranAs variáveispodem ser indexa- tigo é substituído pelo atual. das. Exemplo:X2 = Sç1P|* 12r. As expressõesaritméticas As instruções são normalcorrespondemà notação mate- mente execuladas.uma após a máticausual,restritaa uma sô outra.Paraquebraro fluxo nordimensão.Existem.também,as mal de controle,existemvárias 4 operaçõese iTìaisa exponenciinstruções, tal como a instrução ação. GOTOK, por exemplo,que força Comose podeobservarpelo o desvioparaumaoutra,identifiexemplo,o formatode um pro- cada pelo númeroK. NessecagramaFORTRANé bastanterigi- so, pode-sedisporde umaforma do, com uma instruçãopor linha especial,do tipo GOTO(Kj, K2, e colunas fixas, lembrandoo K3, .....,Kn),l, atravésda qualõ uso de cartões perfurados,da programaé desviadoparaa insépoca em que essa linguagem truçãoKi. foidefinid a . Uma instruçãodo tipo CALL O pro g ra ma F O RT RA N ê S(A,8,...)chamaumasub-rotina, formadopor váriasdeclarações, passandoos argumentosA, 8,... que definemo tamanhodas ma- A sub-rotinaretornaao pontode trizesutilizadas,o tipo de variá- c h a ma d a c o m a in s t ru ç ã o NOVA ELETRONICA349


jAJUBROUTTNEPROBLEM(A' B} INTEGERA, B

):2*lA/21+r

2 IO 5 ó

D OIO K = J , 8, 2 T-K .EO. l) GO TO 2 rr (PRTME(K) E : SQRT(4.*T + COS(Í)I wRtT E( r , 5l K , É GO T O t 0 E: S Q RT ( 3. *T + S l N (Íl ) wRrTE(1, ó) K, E CONT I NUE FoRMAT16, 78.2,4X, 'NONP FORMAT16, t8.2, 4X, 'PRIME') REÏURN END

exemplo (Umadas maioresconRETURN. tribuiçõesdo FORTRANfoi a de ao acostumaros programadores uso sistemáticoda sub'rotinae, modular.) dai,à programação A instruçãocondicionaltem a formalF (E)K1,K2,K3.Se o va' lor da expressãoaritméticaE for negativo,haveráum desvioPara a i n s t r uçãoKl i se for iguala zero, o desvio será Paraa instru' çâo K2,e se o mesmofor positivo, paraa instruçãoK3. O controle de ciclos Pode s e r f e i to e xPl i ci tamenteP elo com instruçõeslF programador, Por e GOTO,ou imPlicitamente, meio da instruçãoDO. Estaúlti'

nlt ma tem a formaDO n i = í1,1, n3,que sign if ic aq u e o c o n ju n t o de instruçõesque se seguemao DO,até a instruçãon, é rePetido de modo que i variede n1 a n2, com incrementosiguais a n3. Assim por exemplo,se a instrução for DO 30 0l= 1 , 5 , 1 , s ig n if ica queo conju n t od e in s t ru ç õ e s , até 300, será r,epetido5 vezes, com i tomando,sucessivamente, os vafore s1 ,2 , 3 ,4 e 5 . Há, ainda,instruçõesde en' trada e saida, READ e WRITE, alémde instruçõesauxiliaresdo tipo BACKSPACEou REWIND. As instruçõesREAD e WRITE especificamqualdispositivode' ve funcionar,as variáveisque recebem os dados (entrada)ou que fornecemos resultados(sai' da). As entradas e saidas, em FORTRAN,utilizamo conceito de "formato" e uma instrução especial,denominadaFORMAT, descreveo formato dos dados, os tipos, as conversaçõesa serem eÍetuadas,os tamanhos e caracteresespeciais. Além das operaçõesaritméticas,existemno FORTRANváà disrias ÍunçÕesmatemáticas posição(vejaa f igura3). O FORTRANlV acrescenta várias extensõesàs instruções já descritas.No entanto,a estru'

turabásicaoa linguagemnãofoi alterada,tendo sido introduzidas variáveislogicas, seqüências de caracterese variáveisde p re c is ã o d u p la . A lé m d iss o , surgiramnovostipos e instru' çÕes. Contribuiçõesdo FORTRANà tecnologia O FORTRAN foi, provavel' que mente, o desenvolvimento maior impactocausousobreas técnicas de computação,Pois delea linguagemde alto at.ravés nivel firmou-se.Por ter sido a primeiralinguagema ser desen' volvida,ela pode ser considerada obsoletaem quasetodos os -seus aspectos,atualmente.Todavia,devidoà sua simPlicidade e facilidadede uso,ela se imPôs como um padrãode fato, antes de ser um padrãooficial.Ainda hoje é a mais usada,como linguagemnumérica.

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RE G A D O R B AT E R I A

lngtruçõesaritméticas,(Íórmulae arltméticase deÍiniçãode funçõesl o=b

Ingtruçóesde controle GOIOn GO IO n, (nr, n2,. , nn) ASSIGN i TO a cO TO lnr, nz, , . . , n^1, i lF (o) n r , n z , n g S E NS EL I G H Ï ' Ï il nt, ne lF (SE N S EL I G H f F (SE N S ES W I T C H i l n r, n 2 lF A CC U M U L A Í O RO V E R F L OW' n ,, ,| 2 t F Q UO T I E N TO V E R F L OW n l, n z lF DI V I D EC I I E C Kn r , n z PAUSEor PAUSEn STOP or STOP n DO n i = m l , m z o r D O ì i= m t, m 2 , m 3 CO XT I N U E CALL nomr laryuntnl lítll t E Í UR N E ND ( í t , i z , i g , l t , i s l

ll lnstruçõesdo FORTRAN

3 so N o vA r Lr t nònlc R

Instruçõesde entrada/gaída fORMAÌ (rpcciffcotion! ' REAOn , fisl REA.DINPUI TAPÊ i, n, fist PUNCH n, list PRINI n, lisl WRITE OUÍPUÍ TAPE i, n, fírl READ TAPÉ READ DRUM',i, "S' i, lirl wRlÌE ïAPE t, WRITE DRUM i, 'iíi. Itrt END F IL E REWIND ' ' I BACKSPACE

A respostaparaos Problemascom de seucarro. Cargalenta,correntede 2A te, tensãoque dependeda tensãoda ba' teria. Possui proteção interna contra de dimensÕesreduzidas curto-circuito, x 10x 10)de Íácil utilizaçâo, que vocêcarreguesua bateriaem casa.

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FIGURA3

SÂo PAUIO - Filcres lmport. e Repres LtdaRIO DE JANEIRO - Deltronic Com. de Equrp'Ltda' FORTO ALEGRE- Digital Compon' Eletn Ltda' CAMPINAS - BÍasitono BELO HORIZoNTE-Casa SinÍonia Ltda' CURITIBA-Transiente Com. Apai Eletr. Ltda' RECIFE-Barto Elêtrônica FORTALEZA-Eletrônica Apolo ESPIRITO SANTO-Casa StÍauch' BRASILIA -Yara Eletrônica Ltda. FLORIANOPOLIS-Eletrônica RadãÍ Ltda. SALVADOR-TV-Peças Ltda.

Ì ':1


ALGEBRABOOLEANA (Suplemento do Cursode TécnicasDigitais) z = (AB*ÃDXÇ+Ãc) S = € (Ç + T )

pecíal dos círA âlgebra Booleang ê a línguagem especial nâtíco para se cuiúos tô[ícos digítaís. É, um recursõ matemâtíco mui expressar, analísar e projetar círcuítos l6gícos. cos. De muítas porl formas, ê símílar ã ôlgebra conuencional, sendo, porêm, mois símples e exíbíndo algumas diferençasJundamentt Jundamentaís. le ser essen( essencíal Como ê tôcíl aprender a usâ-la e pelofato de 'os círcuítos dípara o completo entendímento e empÍego dos gítaís, dedícamos a ela uma sêríe de capítulos especít ulos especíais, onde oocê aprenderô a utíIízã-la, alêm de se tamílíarízar tamílíari ajudar' a to o ajudarã com o uso de tabelas da uerdade. Tudo isto montar círcuítoslôgícos e a compÍeendê-Ios; melhor. los no na terceíra terct Os círcuitos prâtícos serão íntroduzídos do curso. _O:r. I

F = 4BC*D€ C= A .B f ' = D *€

M = \\^, +XV+$'/XV

F = T([J+!)(T*w) 1.. LIçAO circuitoslógicos Relacionando digitais e equaçôesBooleanas A álgebra Booleana é, em principio,um sistema matemát i c o si m plifi cad o,empregado parase manipularfunçÕesbinárias.Atravésdela,pode-seexprimir as várias funções lógicas, tanto simplescomo complexas, Temde um modo conveniente. se, assim,um métodopráticode entendere projetarcircuitos lógicosdigitais. Ao se expressarmatematicam e n te a s f un çÕes lógicas, temos um meio convenientede análise e expressãode operações em circuitos digitais.Em proietos, também, a álgebra

Booleanaé de grande ajuda, pois sua aplicaçãoresultasempre em circuitos que são os mais simples, mais baratos e maisefici e n t e s . Uma expressãoBooleanaé umaequaçãoque definea saida de um circuito lógico, nos termos de suas entradas.Você foi iniciadono estudo das expressÕes Booleanasquando passamos pelaanálisede portaslógicas básicas(lições3 e 4, respectivamentenos n.os9 e 10de NE). As entradas e saídas binárias sãoexpressascomo letrasdo alfabeto,combinaçõpsalÍa-numéricas(letras+ números),abrevia-

çÕes ou palavrascurtas, denominadasmnemônicos.Naporta E da f igura1-1,por exemplo,as entradassão oAoe r<B>e a saida é "Ço,definidanos termosdas entradas.O ponto,localizadoentre

C =A' B

as letrasA e B, indicaa função ló g ic aE . E a e x p re s s ã o C=A.B lê -s e" C ê ig u a la A E B " (le m b r e se que as entradase saidasdesses circuitossão sinaisque podem assumiros estados(0Dou " 1 " b in á rio s ). NOVA ELETRONICN gST


'/,

A funçãoE estabeleceque a saida somenteseráo nivel binário n1o,se todas as entradases' tiveremno mesmonivelu1o.Ca_ so uma ou mais entradaseste' no nivel binário..0o,a saida iam -corresPondente será "0o' Consulte, para maior informação,a tabelada figura2'1,que relaciona todas as entradase saidas

2-1

possiveispara uma Porta E de duasentradas. Outras funções lógicas,tal c o m o a i nve r sã o, também podem ser escritassob a forma de expressões Booleanas.As' sim, na álgebraBooleana,a sai' da de um inversoré rePresenta' da colocando'seuma barra so' bre a variávelda entrada,QUê signiÍica inversãoou comPlemento(vejaa f igura3'1).

, -} o - n = a 3-t

caso a enExemplificando, tradade um inversorsejao nivel binários'ln,â saidaserá o nivel aQD,ê vicg-verSa.

Umaoutrafunçãológicabas' tante comum é a Íunção OU. A saida de uma PortaOU só será <1Dsê pelo menosuma das en' tradas exibir o nivel "1". Uma porta OU tiPica e a exPressão correspondentede saida apare' cem na figura 4-1;o sinal n + "

F|GUBA4rl

352NovAerrrnÔnrcn

entre as variáveisdesignaa Íunção OU. É muito imPortantesaber conslruiro diagramalógicocorrespondentea umadadaexPres' são Booleana,assim como saber escrevera equaçãoBoolea' na,a partirde um certodiagrama logico.Veremosisso maisa fun' do na próximaseção. Circuitoslógicosde construçãomaiscomPlexa Comojá vimosem liçÕesan' teriores,a saidade um circuito lógicodependedos estadosdas entradas e, naturalmente,das do própriocircui' caracteristicas to. Enquanto,Porum lado,algu' mas simplesoperaçõesdigitais podem ser representadasPor umaúnicaportalógica,em geral é necessárioutilizarvárias Portas logicas para se obter a fun' ção desejada.Quando dois ou mais elem e n t o s lô g ic o s s ã o combinados,o resultadoé co' nhecidocomo a c irc u it oló g ic o combinaci o n a lr. T a l c irc u it o possuimúltiplasentradase tan' to podeter uma única saidacode mo váriasdelas,dePendendo sua funçãoexata. Qualquercombinaçãode vá' rias portasE, OU e de inversores é designadacomo um circuito Essescir' logicocombinacional. cuitos são empregados Para executar sofisticadasfunções de tomadade decisão ao tipo cle IndiÍerentemente existem circuitocombinacional, básicasdos duasapresentações mesmos:circuitossomade Produtose circuitosProdutode so' mas. O termo (Produto',,aqui, refere-seà função E, enquanto (soma), refere-seà função ou. As expressõestiPo (soma de produtos,re "produtode somaso combinamas funções E e OU numa grandevariedadede formas. A expressãoBooleanamais comumenteusada,entreas funções complexas,é a soma de produtos.A exPressãoX = A.B * + C.D.Eê um e x e mP loe, a f ig u ra 5-'1mostra o circuito logico quedá origema ela.Nessecaso,

5-t

a porta E n.o 1 forma o Produto lógicoAB,enquantoa Portan.o2 dâ origemao ProdutoCDE;esses produtossão somadosPela portan.o3, de onde surgea ex' pressãode saida.lsto,em linhas gerais, é o que chamamosde (somade produtos". O outro tiPo de exPressão Booleanaé o Produtode somas. ComoexemPlo,temosa expres' s ã o L -(M+ N)(P + Q ), c u jo c i r cuito equivalenteestá na figura 6-1.Vê-seque as entradasM e N

L = (L+r,t,I P+oI I

são introduzidasem uma Porta OU,enquantoas entradasP e Q são injetadasem outra Portado mesmotipo. As duas somasló' gicas são introduzidasna Porta E,que produzo produtof inal. com es' Tentefamiliarizar-se se processo,pois ele Permitirá que você escreva a expressão Booleanade qualquercircuito f ó g ic o e , t a mb é m, q u e v o c ê construao circuito lógico equi' valentede umaequaçãoBoolea' na. _ Para pooer escrevera equa' ção de um circuitológicodado, comece pelas entradase escreva a expressãode saidade cada umadas portasque compõemo circuito,da esquerdaparaa di' reita,até chegarà expressãofi96

.k4


expressão Q - LM + eE; ela é do tipo somade produtos,portanto conclui-se,à primeiravista,que a portade saidado circuitoequivalenteé uma porta OU. As entradas-dessaporta são, então, LM e CE, que são, por sua vez,

F=lEC +oE

7-1

nal de saida.A figura7-1ilustra esseprocedimento: Escreve-se,primeiramente, as expressõesde saidadas duas portas E; tais expressõestornam-seas entradasda portaOU, e pode-seassim chegar à gxpressãode saidaf = RËC+ DE. Esse processo também se

L M

E O = LM +ëE

9 -1

c T E. S: E( C +T l

FIGURA IO_I

produtos originadospor duas portas E, com as entradasapropriadas.Veja o resultado,na fig u ra9 -1 . A figura 10-1mostraum des e n v o lv ime n t os e me lh a n t e ,a partir da expressãoS = E(C+ T), queé um produtode somas. Até agora,lidamoscom apenas dois niveisde lógica,ou seja, com circuitosondeas entrapor dois das são condicionadas conjuntosou niveisde portaslógicas,em cascata(portasE que caemem uma portaOU,ou vicev e rs a ). O s s is t e ma s lô g i c o s maiscomplexosempregamtrês, quatroou mais niveisde logica. A expressãoe o circuito repres e n t a d o sn a f ig u ra 1 1 -1s ã o u m exemplo,ondeos formatososoma de produtosns oprodutode somasDestãocombinados. Comoseriao circuitocorrespgndenteà exgressãoF = (A+B). .(A+ B)+ (B+ C)A? Tente construi-lo,antesde olhar o resultad o , n a f ig u ra1 2 -1 .

A B

adaptaà determinação de produtos de somas,como aqueleque se vê na figura8-1.Aqui, novamente,vocêtrabalhada esquerda paraa direita,desenvolvendo a saídade cada porta,até a formaçãoda expressão final. Poroutro lado,paraque você possaconstruiro diagramacorrespondentea uma expressão em primeiro dada,é necessário, lugar,estudara equaçãoe verificar em quaisdos dois tipos pode ser encaixada:na soma de produtosou no produtode somas. Tal verificaçãovai lhe fornecero tipq da portade saidado c i r c u i to( u m cir cu ito (soma de produtos>tem uma portaOU na saidae um circuito"produtode uma portaE). somasD,tem Feito isso. você deve trabalhar da direitaparaa esquerda, agora,a partir da saida, desenvolvendoas entradase as saídas. Considere,por exemplo,a

A

ã c à c z:íAB+Ã61(crÃcl

A B

à B

õ F={A +E }(Ã +B l +(B +õ}Ã

t2-1 NovA ELETRÕNrcnssg


l3-t

Os mesmos principios de conversãode circuito paraequação e de equaçãoparacircuito, que vocêaprendeuparaa logica de dois níveisvalemparacircuitos maiscomplexos,com múltiplosniveis. Pequenotestede revisão 1.O formatológicomaisusad o é o do ti po a - somade produtos b - produtode somas de aare <br c - combinação d -

nem <fD, l'ìêlTtab>

2. Construao circuitocorres' pondenteà expressão

n/l-vw+XY+wxv. 3. Construao circuitocorrespondenteà expressão F=T(U +V ). (T + W). 4. Escrevaa expressãoBooleanaequivalente ao circuitoda Íigura13-1 . 5. ldem,parao circuitoda fi' gura14-1. Respostas 1.(a)- somade produtos 2.Y ejaaf ig u ra1 5 -1 . 3. Vejaa f iqyra16-1. 4.T=JK +KL + M 5.F=(Ã +B)(C+ D+ E ).

u v i w r=r(u+üXÌ+wl

r6-

AL F ATRO N TC COAX',ATS CO'YECTORES

MtNtATURA,SUBMINIATURAE MICROMINIATURA PARAUHFe S.H.F.

S MA -S MB- S M C_ B NC_ N CONHEX_ NANOHEX_ KWICK_ KONNECT DE ACORDOCOMA Mrr - C 39012 A t FAï F 0 Íl I C- lM P.EXP.REPR.LTDA- Áv. ReDouças, 1498 - São Paulo - CEP O54O2 TEL, PBX 2A2-O9Í5 - 28&3520 - 280'3526 -Telex (077124317

j ) J n

s


CURSODESEMICONDUTORE A essa alhtra do curso, oocê estâ apto para qamínar um componente eletrônico estreítamente relacíonado ao diodo de junção PN que eshtdamos no capítulo antertor. Este dísposíÍÍuo ê comumente chamado de díodo zener e ê Iargamente usado por toda a índústria eletrilníca. Deuído ao Jato do díodo zener ser um componente eletrflníco de extrema ímportâncía, oocê deoerô eshtdar este capítulo muíto cuídadosamente. Procedendo dessa maneíra, estarâ tamílíarízado com mois um ímportante componente de estado sôIído e, ao mesmo têrrrpo, upandíndo seus conhecímentos de díodos semicondutores em geral. versamentepolarizado,mas eoCARACTERiSNCNS taremos preocupados,' em prinDO SDIODO SZE NE R No capitulo anterior, você cipio, com o que aconteceno aprendeuque uma junção PN ponto de ruptura.Veremos encomumse rompee conduzuma tão,como urndiodozenêré clascorrente reversa relativamente sificado de acordo com a sua alta quandoé submetidaa uma tensãode ruptura. tensão de polarização reversa Embora muito breve, esta suficiente.Estacorrentereversa discussãosobre as caracteristialta, ocorre porque uma tensão cas do diodo zeneré muito imreversaelevadaê capazdearran- portante. De d iq u e p a rt ic u la r car elétronsde valênciade seus atençãoaos novostermose simátomos originaise aumentaro bolos que serão apresentados. númerode portadoresminoritá- Você usaráestes termos e símrios presentesnas seçÕesN e P bolos por todo este capitulo. do diodo. A tensão reversaque causaa rupturaem um diodode Caracteristicastensão-corrente Umatipica curvacaracterístijunçãoPN comum,é comumende um te conhecidacomo tensão de ca V-l (tensão-oorrente) diodo zener,é mostradana figurupturado diodo. ra 1-5.Note que as característiDiodos de junção PN co- cas gerais,direta reversa, e do muns,podemser danificadosse diodo zener,são similaresàqueforem submetidos a suas res- las dos diodos de junção copectivastensõesde ruptura.lsto muns. A diÍerença principalé aconteceporquealtas correntes simplesmenteque, o diodo zereversas podem produzir mais ner é projetadoespecificamente calor do que os diodos possam paraoperarcom uma tensãode Entretan- polarizaçãoreversaque é muito dissiparseguramente. to, sãoconstruidosdiodosespe- alta,e faz com que o dispositivo ciais, que podem operara ten- atinjaa regiâode rupturae consões iguais ou maioresque os duza uma alta corrente reversa. valoresda tensãode ruptura.Es- Como se observana figura1-5,a tes diodos especiaissão deno- correntereversado diodo zener minadosdiodoszener. permanece a um valormuitobaiNós iremos examinaragora, xo até que a tensãoreversâsuba a exatarelaçãoexistenteentrea a um valorque é suficientepara correnteque flui atravésde um que o diodo atinja a ruptura.Endiodozener,e a tensãosobrees- tão, a correntê reversa através te dispositivo.Consideraremos do diodo cresce a uma propora ação que ocorrequandoo dio- ção extremamenterápida,com o do zener está diretamentee re- cresoimentoda tensão reversa 99

(5..LçÃOl

Capitulolll

o DtoDo ZENER

após o ponto de ruptura.A curva V-|,portanto,mostraque,apóso ponto de ruptura,uma grande variação na corrente reversa é acompanhadapor apenas uma pequenamudança.natensão reversa.lsto ocorreporquea resistência do diodo cai consideravelmente com o acréscimo da tensão reversaapós o ponto de ruptura.Umavezque o ponto de ruptura foi ultrapassado,diz-se que o diodo está operandoem sua região de ruptura zener ou simplesmentena regiãozener.A corrente que passa pelo diodo enquantoele está operandoem sua região zener é freqüentemente referidacomo a corrente zeneÍ e pode ser representada pelosimbololr. Se vocêexaminara figura1-5 atentamente,notaráque a ruPtura não ocorreinstantaneamente. A curvaé arredondadana proximidade do ponto de ruptura. Quandoum diodo zenertem na sua curvaurn "joelhoDcom uma extremidademuito aguda, ele atingea regiãode rupturamuito rapidamente.Entretanto,quando o "joelho" é mais arredoqdado,a regiãode rupturaé atingida a um ritmo mais lento.A importância desta consideraçãoserá explanadamais tarde, neste capitulo. Tensãozener A rupturade um diodozener pelasua resistivié determinada dade, a qual por sua vez, pode NovA ELE-rRôxtcaess


quanto50 watts.Todavia,alguns dos mais popularese mais usados dispositivos,têm valoresreCORREXTE baixos:400miliwatts, lativamente ornEïA 500miliwattse 1 watt.Um diodo zenettem seu valor de dissipa' ção de potênciadado parauma temperaturade operaçãodetermin a d a . F re q ü e n t e me n t e , o RUPTURA IEÌIER valor da potência é dado para -ïuma temperaturade 25o centi' tzÍ grados,50o centigradosou 75o I centigrados.Entretanto,o valor I oe nectÃo real da potênciaque um diodo RUPÍURA ZEilEN zenerpode dissiparseguramenI te decrescerá,se a temperatura I subiracimadestenivelespecifi' CORiENÌE l z r I REVERSA cado ou aumentará,se a tempeI I II raturacair abaixodesse mesmo t t nível. Além disso, se o diodo tem terminaisaxiais,seu valor de potênciaé especificadopara FIGURAT-5 um determinadocomprimento um valor tipico de correntere' dos terminaisou váriosvalores ser controladaPelasváriastéc' nicas de dopagemque são usa' versaque é sempremenorque a são dados para vários compridasparaconstituiro dispositivo. máximacorrentereversacom a mentosde terminais.lsso se deUm diodo zeneté feito Parater qual o diodo pode trabalharse- ve ao fato de que a capacidade um valor especiÍicode tensão guramente. de dissipaçãode potênciadòs de ruptura,o qual é comumente Assim como os resistorese diodos aumenta,à medidaque de tensãozenere é denominado capacitores,os diodos zener seus terminaissão encurtados. designadocomo V7. Os valores não podemser produzidossem' Os terminaismais curtos(quantipicosdeYTpodemvariarde al- pre com tensõesde rupturaque do soldados apropriadamente guns volts a váriáscentenasde sejamexatamenteiguaisaos va- em um circuito eletrônico)são volts.PorexemPlo,qualquerdas loresespecificados. Portanto,é mais eficazesna conduçãode unidadesmais comuns de bai' necessário especiflcarum limite calor parafora da junção PN do xas tensões,têm valoresde 3,3 minimoe um má x imod a t e n s ã o diodo. - 4,7 - 5,1 - 5,6 - 6,2 e 9,1 de ruptura,paracada disPositivolts; entretanto,valoresde ten- vo. lsto é feito,especificando'se Pgtência:curvasde temperatura são diferentestambém Podem umatolerânciana tensãode ruPParasimplificara relaçãoenÍaciImente. serencontrados tura paracadatipo de diodoque tre o máximovalor da potência é fabricado.Os padrõesde tole' de um diodozener,suatemperaE importanteperceberque rância das tensões de ruPtura tura, e o comprimentode seus quandoum diodozeneré classi- zenersão: t 20 por cento, t 10 terminais,uma curvade desvio é comuficado com uma tensão zener por cento e t 5 por cento; Po' potência-temperatura tipo fornecida com cada (V7), mente valor não esse específica rém, dispõe-sede diodoszener representaa tensão reversaque de fabricaçãoespecialcom tole- de diodo Íabricado.Uma tipica é necessáriainicialmentepara rância de ! 1 por cento. Por curva,para um diodo que tem levaro diodoà ruptura.A tensão exemplo,um diodo zenetde 6,8 uma dissipaçãode potênciade zeneré um valornominalque re- volts, t 10 por cento terá uma 500 miliwatts,à temperaturade presentaa tensão reversasobre tensão zenerdentro da faixa de 75oC,com terminaisde comprié mentoiguala 3/8de polegada, o diodo,quandoa correntezener 6,12a7,48volts. mostradana figura 2-5.Observe é um valor qualquerespecificaDrssrPAçÃoDEPOTËNCtA que três curvas são mostradas do, chamadode correntede tes. paratrês diferentescomprimenNOSDI O DO S Z E NE R te zener(lZf).A curvaV-l na f iguOs fabricantesde diodosze- tos de terminais:1/8,3/8e 1 pora 1-5mostraos valoresda tensão zener relativa(VZ)e da cor- nertambémespecificama máxi- legada.O valor de potênciaes500miliwatts,ocorre rente de teste zener (l71|-para ma dissipaçãode potênciade pecificado, um diodozenertipico.Noteque cada dispositivo.Alguns dispo- apenasquandoo comprimento estes valoresestão localizados sitivosestão classificadospara dos terminaisé iguala 3/8de poé iguala na região de rupturazener da apenasalgumascentenasde mi- legada,e a temperatura Se a temperatucurva.A correntede teste zener liwatts,enquantooutrossão fei- 75ocentigrados. (121)sim0lesmenterepresenta tos para potências tão altas ra a u me n t a ro u d imin u ir,a p o -

I I

I

356NOVA ELETRONTCA

j +


tência também irá variar,de ma1.O neira inversaa esta. Note tamb é m ,qu e u m m e n orcomprimenL= COTIPRITENTO L = 1/8'l to dos terminais(1/8")contribui o,t OOS TE R MIN A IS L =3Ê " para que o diodo dissipe mais Dtsstpapotênciasob a mesmatempera- mixrnl çÂo oe porÊrcrl o'6 L=1 tura, enquantoque um comprilwerrsl mento dos terminais(1 polegao.4 da) reduzo valor total da potência dissipada pelo diodo. Ao -\ examinara figura2-5,tenhaem S mente que estão indicadasas è rlo t e mp e r a tur a s r eais dos ter20 30 lOO 12O 1.rO 80 180 minaisdos diodos,e nãoapenas {cnruscexrícRroosl a temperaturaambiente,que é I P OLE GA D A( rr) = 25,4 mm muitas vezesmostradaem curvas menos especificas.Supõe- FIGURA2 .5 se tambémque os terminaises2 - A regiãoda curvaV-l pro- um diodo zener, sob diversas tão soldadosem uma placa de circuitoadequadoou num com- ximaao pontoondeocorrea rup- temperaturas,também podem ser determinados usandoum _ ponenteque sirvacomo dissipa- tura zener,é chamadade _' queé usualda curva. dor parao calor produzidopelo por mente miliwatts dado em dispositivo. 3 - A correnteque flui atragrau centigrado. vés de um diodo zenerque está Fatorde desvio operando em sua regiãode ruppozener de alta Se um diodo Respostas tênciaestácontidoem umacáp- tura zener.é conhecidacomo a 1.(a)Verdadeira do diodo. sula de metal ou num encapsu- corrente 2. "joelhou lamentoque pode ser acoplado 4 - Umavez que é impossi- 3. zener a um dissipador,uma curva de vef fabricardiodos zenerque se- 4. tolerância peraturapo- jam exatamenteiguaisaos valo- 5. temperatura desviopotência-tem de ser conseguida,mostrando res especificados, é necessário 6. aumentar os valoresda potênciapara di-. indicaros limit e smin imoe má - 7. encurtados versas temperaturasdo encap- ximoda tensãode ruptura,espe- 8. desviopotência-temperatura sulamento.Entretanto,em mui- cificandou ma 9. fatorde desvio tos casoso Íabricantedarásim- da tensãozenerparacada complesmenteum valorde potência ponente. LTMTTAçÕES DECORRENTE para um diodo (independenteNO S DI O DO S Z E N E R 5 - Um valorde dissipação mentedo tipo),com um determiA máxima corrente reversa potênciapara um diodo zen a d o co m p r im e ntode terminal, de q u e p o d e Í lu ir e m u m d iod oz e ou temperatura ner, é usualmentedado para n e r s e m e x c e d e ro s e u lim i t ed e encapsulamento especiÍica ambientee então,especificaráo dissipaçãode potênciaé comuque é conhecidocomo Íator de de operação. mente chamadade máximacor" desvio.O fatorde desvioé geral6 - De modo geral,a potên- rente zenere está representada mente dado em miliwatts por cia real que um diodo zenerpo- no gráfico da Íigura1-5pelosimgraucentigrado,e podeser usa- de dissiparseguramenteirá de- bolo l7y. O valorde l2y paraum do para determinarvaloresde crescerse a temperatura diodo zeneré geralmenteespepotênciadiferentesdaqueleescificadopelo fabricante.Porém, p e c i fica d o . Po r exemplo, um se este valor não foi indicado, 7 - A capacidade de um dio- ele podeser obtidodividindo-se diodozeneípodeter um fatorde desvio de 6 miliwatts por grau do para dissiparpotênciaé au- o valorda potênciapela tensão centigrado.lsto simplesmente mentadaquandoseus terminais de ruptura(tensãozener): s i g n i ica f qu eo va lorda potência são IZM= valorda potência d o d i odod im in u i6 miliwattspa8 - A relaçãoentre o valor ra cada grau centígradode acrés- máximod a p o t ê n c iad e u m d io tensãozener cimo na temperatura. do zener,sua temperatura,e o Entretanto, é melhorparao seu comprim e n t od e s e u s t e rmin a is f u n ó io n a me n t o s e g u ro ,q u e s e Pequenoteste de revisão 1 - Diodoszenersão proje- é freqüentemente expressagra- u s e o limit e má x imod a t e n s ã o tados para operar seguramente ficamentena formade uma cur- zener nos cálculos. Por exemp lo , s u p o n h aq u e v o c ê t e m u m em suasregiõesde rupturazener. va de diodocuja potênciaé de 10 wata. Verdadeira b. Falsa 9 - Valoresde potênciapara ts. com uma tensãozenerde 5,1 NOVA ELETRONICA 357


FTGURA3 -5

volts e tolerânciade ! 10 por cento.O limite máximoda tensão deveráser igualA 5,1 mais 10 por cento deste valor: 5,61 volts. A máxima corrente zener portanto,seráde: IZM= 10/ 5,61= 1,78ampères A curvaV-l da figura1-5também mostra que uma pequena correntereversaou de fuga (lp), passa pelo diodo antes que o ponto de rupturaseja atingido. Sendoque o diodozenernormal' menteé usadoem sua regiãode ruptura,esta correntenão é, de modo geral, muito importante. há certasaPlicações Entretanto, dos diodoszenerque requerem uma minima corrente de fuga antesque o pontode ruPturase' ja atingido.Dessemodo, os fa' bricantes geralmenteespeciÍi' cam o valorde lg dos diodoszener a uma certa tensão que é menorque a tensãozenerY7$a maiorparte80 por centode V7). EFEITOSDATEMPERATURA NA TENSÃOZENER O s dio d o s ze n er também têm outras caracteristicasque devemser consideradasem certas aplicações.Por exemplo,a tensãozenervaria ligeiramente com as mudançasde temperatura.A variaçãode tensãoocorrida é usualmenteexpressa como uma porcentagemde variação da tensão zener para cada grau centigradoaumentadona temperatura,e é denominadacoeÍi. ciente zenerde temperatura-tensão. Diodoszenerque têm ten358 NOVA ELETRONICA

ner em série com um diodo de junção PN comum. Entretanto, os dois diodos são conectados com polaridadescontrárias,de maneiraque o diodo comumesteja diretamentepolarizado,enquantoo zenerestá reversamente polarizado.Os zenet têm geralmentetensõeszenermaiores que 5 volts e portantotêm coeficientes de temperaturapositil7 vos. O diodo de junção comum tem no entanto,uma queda de tensãodiretade 0,6ou 0,7volt e um coeficientede temperatura negativo.Os componentesdevem ser selecionadoscuidadosamente,paraque os coeficiensejamiguais sões de ruptura de 5 volts ou tes de temperatura mais,geralmentetêm coeficien- .e opostos; assim as variações tes zenerde temperatura-tensão de temperatura serão efetivapositivos.lsto significaque suas mente canceladas.Além disso, tensões de ruptura crescem a quedade tensãosobreos dois com a elevaçãoda temperatura. dispositivosdeveráser somada No entanto, a maior parte dos paraobtero valortotal da tensão diodosque têm tensÕesde rup- d o d is p o s it iv o t e rmic a m e n t e tura abaixo ou próximas de 4 c o mp e n s a d o . P o r e x e m p l o , volts, pos s u e m c o e f ic ie n t e s quando um diodo zenerde 5,6 negativos.lsto quer dizer que volts é conectadoem série com suas tensõesde rupturadecres- um diodode junçãocomumque cem com o aumentoda tempera- tem uma quedade tensãodireta tura.Quandoas tensõesde rup- de 0,6 volts, um zenertermicatura se situamentre4 e 5 volts, mentecompensadode 6,2volts os coeficientespodemser tanto está formado.Em algunscasos, positivos q u a n t o n e g a t iv o s . mais de um diodo comum pode Exemplificando, um diodozener ser usado paraobter a compenpode ter uma tensãode ruptura sação desejada. Diodos zener de 3,9volts,com um coeficiente t e rmic a me n t e c o mp e n s a d o s zener de t e mp e ra t u ra -t e n s ã o têm coeficientesde temperatura igual a -0,025 por cento por que variamde 0,01a 0,0005por grau centigrado.Paraesse dio- cento por grau centigrado.Endo, a tensãozener irá diminuir tretanto,a melhorestabilização 0,025por cento (ou aproximada- com a temperaturaocorre em mente0,001volt) paracada grau uma,ou próximode uma,correncentigradoacrescidona tempe- te de operação que é normal. mente especificadapelo fabriratura. cante. DIODOSZENER COMPENSADOSTERMICAMENTE IMPEDÂNCNDO DIODOZENER Uma outra importantecaracE xistem d io d o s z e n e r d e construçãoespecialque são ter- teristicaque deveser consideramicamente c o mp e n s a d o s ,d e da quandose examinaqualquer modo que os valoresde suas tipo dé diodo zeneté a impedântensÕeszenetpermanecemqua- cia zener(ZZtl.Esta é determise constantescom as variaçÕes nada pela variaçãoda corrente de tenrperatura.Estes diodos zeneracimaou abaixoda correnespeciaissão comumentecha- te de teste zener especificada madosde diodos zenercompen- (171),e pela correspondentevasados termicamenteou diodos riaçãona tensão zener(VZ),code referência de tensão.Um dio- mo mostraa figura3-5.A impedânciazeneré igual à variação é do compensado termicamente Íormado conectando-seum ze- da tensão zener( VZI dividida ^ 102

Ì ?-I

I

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éÌ: l.

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pela variaçãoda correntezener ( L lz\, e variaconsideravelmente dã um diodo para outro. Alguns dispositivoscom baixos vaforesde tensãozenertêm uma Zyl de apenasalgunsohms.De modo geral,quantomenora impedânciazenet,maiora inclinação da curvana regiãode ruptura. Um baixo valor de Z7'y indica portanto,que a tensãozenervaria ligeiramentecom as alterações na correntezener.Um diodo ideal não deveriasofrervariações em sua tensãode ruptura com as mudançasda corrente zener,e assim deveriater uma impedânciazenerde zero ohm. zenerde um diodo A impedância ê tambémútil na determinação das variaçõesda tensão zener ocorridasquandoo diodoé usado com correntes maiores ou menores que 171. E um meio simplesde calcuÍarestasvariações pelo uso de um valor cozenerou nhecidoda impedância dos desviosna correntezener. Quando expressamatematicamente,a variaçãona tensão zeneré iguala: Y7= lTxZZT A mesmatécnicaemPregada para determinar271 Pode tam' bém ser usada para calcular a impedâncians rìjoelhonda curva, próximoao ponto onde ocor' re a ruptura.Esta impedânciaé comumentechamadade imPe' dância do joelho zener(ZZfl. A impedânciado joelho zenerfor' nece uma indicaçãoda inclina' ção ou agudezdo ojoelhooda curva.Os fabricantesde diodos zene( usualmente especificam a impe' ambasas impedâncias: dância zenet(ZZtl e a do joelho zener(ZZXI,paracada dispositivo.

TERXINAIS AXTAT S

{ -5 FTGUBA

metálidas em encapsulamento co parafacilitara dissipaçãode calor e/oua conexãocom dissipadores.Um tipico diodo zener de baixapotênciaé mostradona figura4-sae o seu simbolomais usado aparecena figura 4-5b. Um anelé usadoparaidentificar as posiçÕesdo catodoe do anodo. Portanto,a aparênciae o simbolo do diodo zener. são similaresa o s d o d io d o c o mu m. A únicadiferençaé que o catodo por um zigzagou é representado uma barraem formade Z, ao invésde umabarraem linhareta. Pequenotestede revisão 10 - A máximacorrentereversaque pode fluir atravésde um diodo zenersem excedero valorda potênciade dissipação deste diodo ê chamadode -

moo 21 - Os diodos zenerde baixa potência são normalmente ou em encapsulados

22 - O materialusado para encapsularos diodos zener de alta potência,a f im de facilitara dissipaçãode calor,é geralmente um do diodo. 23 - O símbolodo diodoze11 - O máximovalorda corner é semelhanteao do diodo rente reversasuportávelseguramentepor um diodozener,pode comum,mas tem uma barraem ao ou -, ser calculadodividindo-sesua Íorma de invésde umabarraem linhareta. potênciapela sua

freqüen12 - Os fabricantes tementeespecificama corrente q u e f lu i atravésde um zener,antes que ENCAPSULAMENTO seu pontode rupturasejaalcanD OSD IO D OS ZE NE R çado. Basicamente,os diodos ze13 - Um d io d oq u et e m u ma da mesma nersãoencapsulados tensão de ruptura zener de 9,1 maneiraque os diodos de jun' possui volts, um coeficientede ção PN comuns.Os dispositivos temperatura-tensão zener de baixa potência têm normalmente terminaisaxiais, e são 14 - Um d io d oq u et e m u ma montadosem cápsulasde vidro ou epoxy,enquantoas unidades tensão de rupturade 3,3 volts um code alta potênciaaparecemconti- deve ter, provavelmente, 103

eficiente de temperatura-tensão zener 15 - Quando a tensão de rupturade um diodo decresce com a elevaçãoda temPeratura, seu coeficientezenerde temPeratura-tensãoé -. 16 - Diodoszenertermica' mente compensados são formadospelaconexãode um diodo zener em série com um ou mars 17 - Em um diodozenertermic a me n t e c o mp e n s ad o , a porção zene(do dispositivoge' ralmentetem um coeficientede temperatura z e n e rd e 1 8 - A imp e d â n c ia a vidin' u m d io d oé d e t e rmin a ddi do-sesua variaçãona pelavariaçãocorrespondente na correntezener. 19 - Um diodo zener ideal deveriater uma impedânciazeo h ms . n e rd e 20 - A impedânciazenerno ujoelhooda curvaé denominada

Respostas 10.máximacorrentezener 11.tensãozener 12.reversaou de fuga 13.positivo 14.negativo 15.negativo 1 6 .d io d o sd e ju n ç ã oc o m u n s 17.positivo . 18.tensãozener 19.zero 20.impedância do joelhozener 21.epoxy- vidro 22. metal 23.2- zig-zag. NOVA ELETRONICA 359


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CADERNOrsp

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ifrH#fr/#.pffi.#$Pffi-ff#. UNGAR EQUIPAMENTOPARA SOLDAGENS Descriçãogeral: 0 conjuntoUÍ{GARmatic com controle dc temperatura proporcionauma grande capacidade de produçãona soldagem,com a temperatura controlada através de seu sistema oclosedIooPn. Suaconstruçãointeiramentemodularpermite a Íácil reposiçáoe troca de peças,dandoassim a máxima economiacom grande flexibilidade de produçáo.

POilTASACESSORIAS

I CaracterístiGas: . Fornecidoem 3 tipos com temperaturasdiÍerentes:6(XPF,7üFF e 8{l0eF. . Controlenãomagnótico. o Sistemade baixavoltagem;3 Íios à terra. . Designbiomecânico,não esquentae pnopoÍciona grande conforto ao operador,com Íio superflexívelresistenteao Íogo. o Esponiacom grandecapacidadede limpeza. . Pontasespeciaisde longaduraçâo. r ldeal para usocomcomponentessensiveis. Seleçãode temperatura: A temperaturado soldadorpodeser seleciona. do operada de acordo com as nêGessidades dor, usandcse o elementoaquecedoradequa. do, o qual terá a sua temperaturamantidaestável pelocontroladorde temperatura. Pontas: Existemváriostipos de pontas,as quaiso ope' rador selecionaráde acordocom o tipo e tama. nhodo materiala ser soldado.

CoilPtErA ESïAçÃo BASE+FERRO

93438/ 93448Memória ROM programável SCHOTTKY ISOPLANAR Descriçãogeral: A memória ROi| programável 93438193448 possui4096 bits orgbnizadosem 512 palavras de 8 bits cada, as quais diferem entre si somente no estágio de saída:a memória93438 tem coletor aberto e a 93t148tem 3 estágios de saída.Todosos estágiossão ativadosquando CS1 e GS2estão em estado LOWe GS3e GS4em HIGH. Estas memórias são Íornecidas com todos seus bits em estado "1"S" e podemser pro gramadasparaestadode lógica"0"S".

Garacterísticas: . Programadapelo usúrio. .0rganizada em 512 palavrasde 8 bits. r Goletoraberto:93f38 . 3 estágiosde saída:934t18. . Totalmentedecodificada. . Decoder,endereçadore buffer no chip. . 0 chip selecionaas entradas, dando assim umagrandeexpansãona memória. . Possibilidadede tornar o circuito oOR,atravós do ligoçõesno integrado. . Pinagem24 pinosstandard. . Linksde nlquel-cromo. . Substitui duas 256x8 PR0ts, ocupandoo mesmoesDaçocom o mesmoconsumona alimentação.

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DIÂGRATIA DE VISTA DECIüA

LOGICO DIAGRAMÂ @48

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NOTE: Tho Flatpak vorrion ha3 tha remâ pinout3 íConnoction Oiagraml as the Duãl In-Lino Packagc.

UA757 - AMPLIFICADORDE FI COM GANHO CONTROLADO. GERAk DESCRrcÃo 0 uA 757 é um ampliÍicadorduplo para estágios de Fl, que operamem Íreqüênciasdesdea Íaixa de áudioaté 25 ìlHz. Seusdois estágios podemser üsadostanto separadamentequanio em cascata.0 uA 757 áespecialmentedesignadopera uso em estágiosde Fl em recep tores de At e Ft, e tem umaêxcelentep€rformanõiquanaoüsádocomoampliÍicadorlimitador em estágiosde Fill,

ilÁXlÍilosABSOLUToS: VALORES fe n s ãodeôlim ent a ç ã o ....... + l s V teÌminal emqualqueÍ Tensão .... + 2 4 V d es aí da terminal emqüalguer Tensão +ou-12 v de AGG. emqualquer Tensão diÍerencial .. +ou-s V entrada . 670mV interna. Dissipação

+rilA oÊ@UPLE aG' acc2 cÍ{o DECoUPLE -ouÍ r

DEIESÏE GIRCUITO CARAGIER|SÏICAS: o Ganhode 70 dB em 10,7 tflHz. o Variaçãode 70 dB no AGGem 10,7 ilHz. Paramedidasem 10,7 tHz, a capacitância . Gapacidade de entradade 3lX! mV. do interestágioe da saídado segundoestágio . lmpedânciade êntradae saídaconstantes sãovariadaspor Íora do circuito. 0 pino 9 deve como AGC. ser conectadoà massa, . Ganhoêstáyêlna faixa de temperaturae tensão.

2N 29L9AMPLIFICADORDIFERENCIAL DUPLODE BAIXO NÍVELE BAIXO RUÍDO. Descriçãogeral: 0 21{ 2919 encapsuladoem capsula Ï0$9 é um düplo transistor para aplicaçõesem circuide bairo nÍvel tos amplificadorêsdaÍerencaais e baixo ruído. Valoresnominais: . 60V( illlll LV a rn.

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Valores máximos âbsolutos: têmpêrôtura deestocagem....-65 a 2ül.G dissipação: deinvólucro de25G:1,5W c/ temperatura ambientê de25'G:0,íl W c/ temperatura

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C B E EBC 1 23456

DIAGRAiIADECO]IEXÃO

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CIRCUI T O SI NT E G R AD O ST T L TIPO

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ÂUDIOPRE PC 7 6 , 0 0 46,00 CA3O76 u4733 AI'IPLIF.DIFEREÌ{CÌÂL DC AIIPLIF.LIiI. ÌF HIGHGAITI!I8 DE VIOEO 40,00 HC U4733 AI{PLIF.DIFEREÌ{CIAL 63,00 c43079 ZERoVotÍ SllIÌCH HC DE VIDTO PC 87,00 u4734 Co!,|MMD0R 156,00 CA3O8O DE ÌEilSÃo DE PREC. DC AI.|PLICADOR OPEMCIOÌ{AI 73,00 HC U4734 COiIPARADOR I5I,OO c43080 DE TEI{SÃO DE PREC. HC 70,00 TC 156,00 CA3O84 U4734 COI.'IPAMDOR DETENSÃO DEPREC. PC TRAIISISTOR ARRAY 46,00 PC 4O,OO CA3O86 U4739 PRÉ-AIi|PLIF. BAIXOCUSTO PC TMIISISïORARRAY 38,00 PC I75,OO CA3O89 UÂ740 AIiIPLIF,OPER.FÊÍ II{PUÍ HC AIfLIF. AUDIOFI.IIF LIII. DET. 54,00 PC UA74'ì AÌiIPLIF.OPER.DT FREQUÊI{CIA HC 3'I,OO cÁ3130c0s/t40soUTPUÌA0 I/ FET It{pUT HC 5Ì ,00 ì4,00 cA3l40Ai|PLIF.oPER.ALToDESEüP. UA74] AÌ'IPLTF. 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PR06MÌ'|ÃVEL TC LEDDISPIAYLINE PC 239,00 PARÂFOIITEREGULAD u4176 HC IIITEGRADO 46,00 7805UC U4777 AMPLIF.OPER.DE PRECISÃO HC 40,50 rO220 293,00 7806UC UA79] AÍiIPLIF.OPER.DE POTÊNCIA KC 40,50 10220 67,00 7808UC UÂ796 DOUBLE BAL. Ì400. DEIIOO. PC 40,50 Í0220 64,00 78t2UC u4796 HC 40,50 Í0220 75,00 78f5UC U4798 AIIPLIFICADOR OPER,DUAL HC 40,50 rO220 26,00 78f8UC u4798 TC 40,50 10220 I9O,OO 7824UC UASOI 8 BIT D/A CONVERTER PC 40,50 t0220 23O,OO 78GUìC UA8O2A 8 BIT D/A COÌ{VIRTER PC 66,00 U] '17,00 ì50,00 7810sÂr,l uA802C 8 8IT D/A CoÌ{VERTER PC T039 UA]3ìOPLL FI1STEREO DEIiIODULADOR PC ]O6.O0 78108 40,00 Ì039 106,00 uAl3lo DEI,IoDULADoR ESÌEREoFt{ HC 23,00 78126 T039 pC 1t3,00 78182 uAÌ3t2 Íit0f{oLITïIC SQ*DECoDER 40,00 T039 67,00 78112 VOLTAGE UÁI4I4 COI4PAMDOR DE TEIISÃO DIF. DUÂL PC REGULAÌORS Ì2V Í0.92 16,00 35,00 781ì5 VOLÍAGE uAt4s8AüPLIF.opER.fioNoLITllIcDUAL REGULATORS 15V TO-92 16,00 46,00 78162 VOLTAGE UA]488LINEÂROUAD R3232DRIVER PC 6,2V REGUTATORS ÍO-92 I 52,00 pC qUADRS232 43,00 78r,f05 votTQGEREGULAToRS uAl489RECEPToR 5V Í0-220 67,00 2O,OO 78f'05UC UA2Ì36FII IF LIIiIÌTÂDORDTTETOR Í0220 68,00 pC 140,00 78Ì,f20 ú2240 C0UIITER TÌUERPR06MÌ{ÃVEL to220 59,00 39,00 7Sr,fGÌzC BLOCO UA3O76 DE GANHO DE FII HC 10220 63,00 33,00 TSltGTlC ÌMNSISTORARMY UA3O86 HC Uì 38,00 78f,lGT3C u43086 DC Ut 63-00 FIiIIF LIÌ.I. DET.AUDIOPRE-AI'IPLÌF.PC 54.00 78H05UA3O89 Í03 370:00 uA330lQUAD STNGIE SUPPLY AIiTPLIFIERSPC 37;00 79O5UC REGULAOOR DETEIISÃO NEGÁÌIVA TO22O 83,00 53,00 79ì2UCREGULADOR u43302QUADVoLTCoüPAMDoR PC DE TETISÃO NEGATIVAÌ0220 83,00 AÌiIPLIF.OPER.QUAD 2O4,OO 79I5UCREGULADOR UÂ3303 PC DE TEI{SÃO I{EGATIVATO22O 83,00 63,00 79I,IGÌ2RTGULÂDOR uA4Ì35ÂÌilPLIF.oPER.QUAD PC DE ÌENSÃONEGÂTIVA 63,00 34,50 !48T24 RECEPTOR u44558ÂlilPLIF.oPER.DUALA!Ì0 DESEI4PEI{Ho PC TITIHATRIPLA 80,00 34,50 LI'I34OT-055V REGULATOR uA4558 TC 34,50 pC 67,00 LI434OT-088V RTGULATOR ircì414 coilpARADoR DIF. DUAI 34,50 153'00 Llil340T-12 ilCì437AIiIPIIFICADOR OPEMCIONAL PC REGULAoÍR Ì2v 34,50 II8,OO LIí340T.I5'I5VREGULÂTOR MCI439MPLIFTCADOR OPEMCIONAT PC ?3,00 LI434OT-I8]8VREGULATOR l4Cl458AI,,IPLIF. oPER.c/ PROÍECÃO PC 34,50 MCÌ495IíILÌIPLICAD0R 232,00 114384 PC 85,00 pC 14c3459 228,00 DRIVER QUADNt40S1.,{EÍ0Ry 95,00 ICC8O38GERADOR IiIC3OI2A}IPLIFCADOR BANDA LARGA HC DE FUNçÃO TC 363,00 Iì3,00 CA3OI3AI,IPTIFICADOR FIlFfi HC 136,00 cA3020AI4PLIF.0E PoTÊi{CIA }lB HC 93.00 CA3O3O MPLIFICADOR OPTRACIONÂL HC 2N3792 CHAUE/o VELoC.I'IEDIA S p T03 656,00 I }IANT'ISÌ(JHtsU 1t5,00 S N ios ]6,00 57,50 2NÌ990 AMPL.USOGERAL 2il3819 FEÌ 5 N T092 46,00 16.00 57,50 2N2218 BAIXAPOT"USOGERAL S N TO5 21t3896A BAIXAPoT. USoGERAL S r{ Í092 29,00 ' 167,00 2N22184AMPLIF.APLICAçÃo t5,00 GER. S N T05.',ì 2N3904 COMUTADOR USOGERAL S N Ì092 Ì4.00 15,00 GER" S il T05-l 2N3905 At'lPtIF. CoilUTADoR S p T092 42,00 2il22Ì94AI'|PLIF.APLICÂçÃo 16,00 2N22T9 COMUTADOR USOGERAT S N TO5 ì6,00 2l{3906 AI'|PLIF.E CHAVEAI'IENÌoP 42,00 16,00 USOGEML 29,00 167,00 2H22224COHUÌADOR S N ÌOì8 C0I,,|UTAD0R UHFB poT. t8,00 53,00 2N23694 S N Í0Ì8 2N4123 8. PoT, USoGERAL 7,00 5 t{ T092 p T05 USoGERÂL S N ï0Ì8 29,00 USoGERAL 2r{4234 P0TINCIA 53,00 2Ì{2476 C0Í,|UTADoR 21,00 28,00 USoGERÂL S p T039 2N4236 PoTEtiCrA 53,00 2l{2646 Ui{IJUNçÃ0 2Ì;OO 79,00 2t{4239 PoÌÊNCIA USoGERAL S N Ì092 24,00 2N2647 UNIJUNCÃo 2Ì.00 2N2894 Cor,rUïAçÃo s P Ì018 ì6,00 2N4274 B. POT.COr'tUÍÂçÃO S ri ÌOl8 8:OO ì t2,00 2N2904 BAIXAPoT" C0r,tUTÂqÃos p T05 16,00 2Í{4348 AMPLIF.PoTEI{CI S N Í03 8l,00 302.00 2N2905 BÂIXAPoT. C0Ì.tuÌÂçÃ0 s p Tos 23,00 2Ì{5038 ALTApoT. CoMUÌÂçÃO S N TO3 100:00 AI'|PLIFICÀDOR 2N29O5A I SWITCH S P TO5 16,00 2t{5039 PoT. AITA VEL0CIoADES N T03 2]9,00 2N29604AI'|PLIF.E CHAVEAIiIENTo S P T05 14,00 23,00 2N5220 BAIXAPOT.USOGERAL S N Ì092 23,00 2N2907 BArXÀP0Í" CoMUÍAÃo S p T0l8 I2,OO 'I39,OO AUDIo 23,00 2N5239 ALÌA POT.VELOCIOADÊ 29,00 2N3053 AI.|PLIF. s t{ Ì066 S N TO3 2N3055 ALTAP0TENCIA 2N5?40 P0ï. ALÍ VELoC. 23,00 S il T03 S N r03 34,50 155.00 9.50 2il5295 CoMUTAçÍÍ0 S N TOì5 S N T0220 29,00 2N3OI7 AI.IPLIF.USOGERAL 32;00 2N3493 BAIXAP0T. Uso GERAL S N Rl76A 29,00 2r{5299 ì5,00 331,00 poÌlNCrA 2N3767 ALTA POÌÊNCIA ALTA 2t{5301 N T066 35,00 S ti T03 230,00 63,00 2N377I ALTAPOTENCIA 2r,15902ALTAPoÌÊNCIA Iì5,00 S N TO3 S N TO3 ì7.00 69;00 ì45,00 2Í15303ALTAP0ÍENCIA S il T03 S N Í03 29;00 ?r{3772 AITA PoTENCIA 75,00 223.00 2N5320 Ì4t0IA poT. USoGERAL S N T039 S N TO3 16.00 2N3773 ALÌA POTÊNCIA 23:00


TRANSISTORES

M T , rol. EilcAP. tot T IPO PLICAçÃO aa( Ii'IAT.P0L.ENCAP. s N TO92 -t-,oo BC Ì69 AIXA POÌEI'ICIA S I{ TO39 20,00 BCI78 AJXAPOÍENCIA s P TOIs 8 , 0 0 S P R'I246' 5,00 8C237 NIPLIF.USOGERAL s N TO92 6 , 0 0 S P Í0'106 5,00 8C238 AIXAFREQ.USOGEMI s N T0106 6 , 0 0 S P TOIO6 5,00 8C239 I,IPLIF.UsOGÊML 6,00 N TO92 89,00 8C307 AIXAFRTq.USOGERAL 's P T0ì06 6 , 0 0 83,00 8C308 MPLIF.USOGIRAL 6,00 P TO92 48,00 8C309 I',IPLÌF.USOGEML CoiluÌÂçÃoALTAVoLT. I 4,00 EÌ'15838 s r{ T03 6,00 T0l8 P 't092 5r 52,00 BC 3l7 Rt-AÌ''tPLIF. Ì03 ALTÀVoLÌ. 87,00 tÌ'15840CollUÌACÃo s N TO92 6 , 0 0 AUDI0 SP T03 s N Ì0220 ì5,00 8C327 AIXAPOT.BAIXORUÍDO 72,00 EÌ't612ÌALTAPoÍENCIA 8,00 t{ T092 sl{ T03 AUDIODRIVER s N T0220 ì 5,00 BC328 |íPLIF'.USOGERAL s P TO92 8 , 0 0 sil r0220 17,00 E}.,!6I22 I,00 s N T0220 15,00 BC337 AIXAPOÌ. USOGERAL s N TO92 Í0220 17,00 EÌí5I23AUDIODRIVER 5P s P T0220 'Ì5,00 BC338 I4PLIF.USOGERAL s N TO92 8 , 0 0 SN t0220 t 7,00 Ti6I24 AUDIODRIVER s P T0220 'Ì5,00 8C527 [|PLIF, FT OSCILADOR 7,00 P TO92 JT 10220 17,00 EIí6Ì25AüDIODRIVER EI.I6I26AÌ4PIIF. USOGÊRAL s P T0220 19,00 8C547 6,00 SP Í0220 ì 5,00 8C557 AIXAPòT. USOGÊRAL 6,00 P Ì092 I 47,00 Et't6129 N T03 s N T0220 't8,00 8C558 6,00 I 05,00 El,l6ì30AI4PLIF:U50 GERAL tl T03 AIiIPLIF.USOGERAL s P T0220 18,00 BDI37 OúPL.SAIDAB, E. N T0126 ì 7 , 0 0 107,00 EI.I6I33 Ìi T03 s P T0220 '18,00 80138 OMPL.DE BAIXAFREQ. P T0ì26 ' Ì 7 , 0 0 I 55,00 EIí6]34AIIPLIF.SUOGERAL N T03 s N T039 14,00 t4JI 802 LÌA POÌTNCIA 130,00 8t47055üÉDIAPoTEi{CIA N TO3 127,O0 N T03 s N T0220 't4,00 ItiJ2261 I,IPLIF.DËPOTTNCIA I I 0,00 EÌ.I9I6ÌAUDIODRIVER P TO3 58,00 T03 6R,00 s N T0220 'ÌI 4,00 t'tJ4502 LTA POTIIICIA P TO3 I 33,00 EÌ46ì63AUDIODRIVIR P T03 4,00 24245 J N TO92 20,00 r T03 l4l,00 Eü9ì6? 't4,00 J 2l,00 tÌ49t65 il T092 24269 ET s P T0220 ì4,00 2SC90ì LTAPOÌTNCIA N TO3 69,00 S N Í0220 t6,00 ElIgì64ÂUDIODRIVER EìTi47 I.|EDIAPOT.ALTAÌEÌ{SÃO AUDIODRIVER s P T0220 14,00 2S0200 LTAPOT.ALTAVOLT. 69,00 N Ì03 S N Í0220 'ì7,00 EI,IgÌ66 ALÌA TEI{SÃO EÌí48 POTTNCIA DARLII{GÍON s N Ì0220 23,00 250577 92,04 ÂLTATENSÁO S N "toz?o ' Ì7,00 EIII93OO EI,IsO IIEDIAPOTENC1 s N T02?0 23,00 5E9300 ARLIlIGTON s N T0220 2 3 , 0 0 r ot , 00 EiI93OIUSOGEML ALTAVOLT. S II Ì03 EÌí359 DARLIIIGTOI{ 25,00 USO GERAL ALTA N T0220 EI.I93O2 VOLT. s 37,00 55,00 N TO3 sE9305 ARLINGTON Ì03 S N EiI4()I POTENCIA 35,00 sE9400 ARLIN6TON DARLII1GTON S N Í03 P T0220 2 3 , 0 0 52,00 EIiI93O3 EMO3 35,00 tÍitg304 0ARLIt{GÌoN S N TO3 40,00 s N Ì066 14 , 0 0 OTENCIA AUDIO TIP29A Eil4t0 38,00 TIP29B OTENClA S N TO3 N T066 15 , 0 C 53,00 IiI93O5DÂRLINGTON AUDIO Eil4Ì3 'Ì5,0c 22,00 ÌÌ 0 to a Eitg400 58,00 s N T066 OTENClA AUDIO S N T03 tÍ't431 PoÌENCIA 'ì4,0c P 10220 24,00 T IP30 OTTNC]A P Í0220 S N T0.l05 6 r00 EIí940'ìDARLIIIGTON E!'I505 SAIDADEAUDIO 25,00 P EiI94O? DARLITIGTON s 10220 15,0( (VHF) s N T066 S P Í092 AUDIO 14,00 R.F. USOGERAL 2N4'I25 iTrP30A OTTNCIA 35,00 TIP30B OTENCIA P TO3 5 P T066 ì6,0c AUDIO 13,00 EIí9403DARLIT{GTON S N T039 E!I5.|'I BAIXAPOTEIICIA 37,00 EÍí9404 DARLINGÌOI'I P TO3 P 10220 13 , 0 ( T IP3ì OTEIlCIA s N T0ì06 6,00 Fr DE Al'r/FÌ,| Er.,n002 ' 16,00 EÌ.I9405 37,00 ÍIP3'ìA OÍÊNCIA P TO3 DARLINGÍOI{ N Í066 13 , 0 t AUDIO EÌtt3t07 1 5,00 PoTENCIA Etir9433 N Ì0220 N I 5,0t T066 ÌIP3I B OTII{CIA N Ì039 ÂUDIO l6,00 EIiI3'ì08USOGEML AUDIO ' 14,00 Eil9436PoTEi{CtA P T0220 15,00 ftP32 P 10220 'ì5,0( OTÊNCIA 5 Ì{ T039 E[I3]09SAIDADEAUDIO 't 7,00 EBÌOO5 ALTA FREQ. RF/FT TO92 N 5 6 ,0c P Í066 ÌIP32A OTÊNC]A S N Í039 Ì4,00 AUDIODRIVER E!.I3IÌO 95,00 TIP32B OTÊNCIA s N Ì03 s P T066 Ì 7 , 0 ( 15,00 FT359 DARLINGTON HIGHVOLT S I{ Ì039 LINE INDUSTR. TÍ'I3439 'ì 6l POTEIICIA FT4Oì ALTA s N TO3 ,00 s N T0220 I 8 , 0 ( TIP4] OTEITCIA 5 N Ì05 5,00 II.,!3440ALTAPOTENCI s N TO3 55,00 T IP4IA OTENCIA s N T066 18 , 0 ( S Ì{ T0]05 14,00 FT41O ATTÂPOÌEIICÌA EÍiI3643USOGEML IÌ,I AUDIO 55,00 T IP4IB oTtiicrA N TO3 N Ì066 2t ,0( 28,00 FT413 ALTAPOÌTIICIA Ef,!371 5 63,00 ÍtP4? FT43I ALÌA POTTNCIA N TO3 s P t0220 2 0 , 0 ( oÍEttcïA 48,00 .FÍ60'I S P T03 SAIDADEÀUDIO EI.43790 35,00Ì TrP42A OTÊNCIA FEÌ s s P T066 2 l , 0 ( S P Ì039 ì 5,00 EI{4030 SAIDADEAUDIODRIVER s P Í0220 I 8,00 I ÌrP42B OTINCIA s P T066 2 3 , 0 ( t 5,00 FÌ2955SAIDADEAUOIO P T039 DE Eltl3l08 Eti,t403lcollPLEMEl{To SÂIDADEAUDIO N T0220 I 8,00 I TrP47 OTENCIA s N T066 18 , 0 ( ì5,00 FT3O55 Eü4032 '12;00 N TO]8 USOGEML P Ì039 t 5,00 BCIOg BÂIXAPOTINCIA ì 7,0( EII4O33USOGTML AUDIO | ÌrP48 USOGERAL s N TO39 17,00I T r P50 OTÊNCIA N T066 I 4,00 BC]4I. BÂIXAPOTENC]A Eil4034 24,0( 16,00 I T r P32C 0Ttt{cIA s P P T0220 I 8 , 0 ( ì4,00 8C160 Elí4035 P TO39 ì 4,00 I TrP30C OTENCIA USOGERAL 5 P T0220 1 7 , 0 ( P T05 2t,00 BC'I6Ì EAIXAPOTENCIA s Ell+zrs alu porÊtictl 4,00 MPFÌ02 ET N 2l ,00 BCI6i BAIXAPOTENCI S P T039 4Ì,0( N TO92 SAIDADE AUDIO EI.I4236 I CR$ APLTCAçÃo ÌIPo . cR$ TIPO APLICAçÃO cR$ I rrc236B ÌRrAc 2oov x l,zA 4o,oo APLICACÃO I ÌIPO APLICAçÃO s llncrro TRrAc 4oov x roÁ ?l'XXlrrcrrer 40662 ÌRIAC 200V X 304 4 6,00 IC 236D T R IAC400V.X Ì 2A x sA 49.00| TT IC scn soov 97,001Q2004 TRrAC200y )( 4A 40669 ÌRIÂC 400V X 8 . 230,0012Ìi4444 scR 600v x 8 200VX 20 1 0 6 , 0 0 x 8Á 60:001 253BÌR IAC400v lI'XXlrrcttou scn 6oov 400VX 404 3Ì I ,00 | T28000 TRIAC400V X 8A 2ltì602 scR 200v x 3A 299,0012ìr5445 TRTAC x ì24 42:0ol Ílczs3D TRIAC x 204 ì20,00 scn zoov li'XXìrrcrzee 2r{3896 SCR l00V X 354 r96,0012r{5446 IRIAC 500VX 404 384,001Trcì06AscR Ì00v x 5A TRIAC400v )( l0A 45,00 ;;';; I TÌc]260scR 4oovx ì 2A 57:o0l Q40Ì014 2r{3897 SCR 200V X 354 2 ì5 ,0012N5444]RIAC 200VX 404 322,001Ttcl068 scR 200v x 5A 50,00 x l 2A 56.00l 54008 soov ÌIcl 26E scR :;';; | 29,001ÌICI06 C 3 0 7 ,001 ct068l scR 200v x 4A SC R 400v X 5A 2ri3898 SCR 400V X 354 3ì ,oo T r c 2268 37:oo I x 6A TR IA2oov C ;;'à ãl TrczÌ68 40,001Ítct06F scR 399,001cl06Dl scR 400v x 4Á 2ti3899 50v x 5A 294,00 s KT ìz l 04 43:ooì 4oov x 6A TR IA C ;i ';l TIc2Ì6D 70,001 23,00| ÌICl | 68 SCR 200VX 8A D3202VDrAC 25 ã 40V 2N4442 SCR 200V X 8A 359,00 TR IA4oov C x 8A 36:00ls KT 12106 7 i ,0 01r .íAcì14TRIAC200VX l0A 76,001ÌICIì6D SCR 400V)( 8A ;i 'õõl Trc2z6D 2N4443 SCR 400V X 8A t.,3l,r ÉEl l b n zx81 5, ' , | v2 3 , 0 0 400mllCR$ TIPO 40tu1.1cR$ TIPO 400mll CR$| TIPO llll 7 8ZX46e 5,1V 27U 9'94 zx87 5, 6 V2 3 , o o ^ôl 11964 l3v 4,00 Ì0v 6,001ìÍ{4750 o,zv s,oo ì t{746 3 , 3V 4 ,0 0 11 t{7 5 3 4 ;' x;l rN 3045Ì ì0v 19,00l tH +zsr s.l v o,ooìtH czco I,5 ! 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. TrPo APLICÂçÃ0 POT.USOGTRAT 2N5322i,IÉDIA 2ri5490I'rEDrAPoT. ColrlUTAçÃo 2Ii563ì AITA POT. DEAUDIO ALÌA POTENCIA 2115684 2N5686ALÌA POTTNCIA 2N5838POTÊNCIA 2N4034RF USoGEML (UHF) 2tI5884ALTAPOTENCIA 2N5886ALTAPOTENCIA 2N6I2Ì AI4PLIF:USOGIRAL 2li6ì26 PoT. USoGEML AUDIO 2Íi6'I30AITA POTENCIA 2N6]33ALTAPOT.ÂUD]O GEML POÌENCIA USO 2N6]34 21i6250cHÂVEÂÌ'lEl{T0 211625]ALÍA POTENCIA ALTÂPOTTI{CIA 2116282 ?I{6283ALTAPOTENCIA 2N6284ALTAPOTTNCIA 2N6285ALTAPOÍTNCIA 2N6?86ALTAPOTEI{CIA 2Ii6287ALTAPOÌENCIA

Ì.IAT. POL. ENCAP. CR$ ÍtPo APLICAçÃo s.P T 0 3 9 2 3 ,0 0 EM239SAIDADEAUDIO BAIXAPOTENCIA s N Í0220 43,00 8I.I4248 LOTI IIOISEAI.,IPLIFIER s I To3 lo4,oo EÌ44?49 LOIüIIOISEAI"IPLIFIER s P Í03 224,00 EiT425O s N Í03 201,00 EÌ45038 5 2 ,0 0 Elt5039 s N

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APLICAçÃO

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_ cRs 58,00 63,00 69,00 8l ,00 92,00 8] ,00 89,00 107,00 I 47,00 20t,00 Ì 2l ,00 127,00 '137,00 226,00 277,00 '138,00 I 44,00 204,00 245,00 2t8,00 245,00 266,00 340,00 35t,00 368,00 447,00 5t8,00

E!lII]-çt!gE sK E t/oz 200vx 1A sKEl/o4 400vx lA sKEl/o8 800\/x lA X lA sK E l /12 ',Ì200v sK E Ì/ì6 l 6oovx l A X ÌA 500V sKE',Ì/ÌV

4,00 6,00 6,00 9,00 t0,00 6,00

9,oo s KE4F ì/ol R ÃP.Ìoov X Ì,4A 13,00 s KE4F l /02 R ÃP.200VX 1,44 2 o,oo R ÃP.4oov x l .4A s x E+r t7oc 29 sKE4Fl /08 RÃP.80oVX I ,44 'oo 255'00 40oV X 2oA sKiltM2o/4 RÃP. 64,00 ÂLÍ^ TEilsÃ0]SKV TV|B l"toN0FASICA loNTÊRtTlFICAD0RA 207,00 2,5Â X 800V BSKB250/220 2 t3 , 0 0 8SKB500/4452,sA X ì200V 232,00 4,04 X 1200V BSKB500/445 24,00 s KBl ,2,/04 Ì,24 X 80V 44,00 1,24 x 500v sKBB500/Cr000. 127,00 r ,4s KB500/445 l .5A X 1200V 48,00 s KBÌ,2/08 I,24 X 8oV 37,00 B40C3200/2200512,2A X 40\ 35,00 B40Cr s oo/l ooos Í ì.oA x 4ov 62,00 sKB500/c6000,6A x 500v 29,00 Ì,24 X 40V SKB40/C 1200 33,00 1,74 X 40V SKB40/C 1400 32,00 2,24 X 40U SKB40/C2200 44,00 2,24 X BoV SKB80/C2200


OPTOS - L DIS 'tAY

T I PO

COI4DIODOS EI4ISSORES NUÌ,/IERICO 7 STGI4ENTOS DELUZ INT" DEtUZ

DESCRIçÃO

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D ISPLAYS ; prsPLAYNUr'rERrCo pE FILAÌ'IENTo 0R2000 7 SEGIlENToS DR20l0 7 SEc" C/ PT0. DEC" D R 2020C /+e- l D R 2030C / + e - Ì, e PÌ0. ( .) DR2ìOO7 SEGMENTOS D R 2ÌÌ0 7 s EG. E PT o. D EC IT '4.

PREçO 3lì,00 ì73.00 236;00 53,00 53,00 53,00 5l,00 5'Ì.00 5ì,00 51.00 55;00 138,00 ì38,00 52,00 63.00 127,00 173,00 ì38,00 138,00

1rl4) 24 24 24 24 24 24

pr0p0 pELUz Er,trssoR sF5052= SF5060= sF5065= SRIO3C FPEÌOO FPE']04 FPEsOO FLVI'IO FLVIl T F LV'II8 FLV3ÌO FLV4']O t4v5754 TIL209A

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5059 VERÍ'|. C/ PR0T.DEALUf,t.20 5053 VERDE C/ PRoT.DEALUI4.20 BICoL.C/ PRoT.DEALUI4.20 5055 ITNÍE TRANSPARTNÍE 50 INFRA-VERI.,I. C/ FEIXI LARGO ÌOO C/ FEIXEESTR. ÌOO INFRA-VERI4. LUZINFRA-VERÌ.IELHA ?50 C/'OIFUSOR 20 LUZVERÌ.I. LUZVERI.4" C/ DTFUSoR 50 C / D IF . T M N SP. 50 LU ZVER I4. VERDIC/ DIFUSOR AMRELO C/ DIFUSOR VERI4ELH0 C/ SE|4I-DIF.TRANS. 20 Ì''IINIC/ DIFUSoR 40 VERMELH0

PREço 69,00 10 3 , 0 0 8l,00 69,00 104,00 104,00

t.(v) 5 5 5 5 5 5 V.( V)

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1,9 I,9 2,O I ,9 1,7

2000udc l 000udc 'l 000udc l 000udc 3200udc 8000udc l 500udc

rESDE LUZINDICADAS DEÌESÌt C0ll ACII4A SÃ0PARACoNDIçoES ÂS INTENSIDAÍ DE I,7V POR5EGMENTO. ÃNGUIO'DE DE ONA,E ÏENSÃO VISÃO CORRTNTE *GRANDE N0V0LEDNSL5056 I,7V, 20n4, ì300udc, VERI.IELHo C0l4DIFUSoR ' ÃNGULo p p Fa ô ' GRANoE !E VISÃo" yggo r0t Ic(mA) . 40,00 40 250 2N5778 FOTOCÉLULA PREçO 23,00 FPTI3ì COMLEI ÍE REDONDA 50 25 Ml0R QI.JE: 2ollohms 95,00 60 25 52,00 LDRVÌ-723ERESIST.CLÂRo:360ohms,RESISÍ.ESCURo: FPÍ5OOc0r4LErTE REDONDA RESISÍ,ESCURo: Ml0R QUE: sl'lohns 58,00 50 15 48,00 LDRVT 735ERESIST.CLARo:lsoohns, FPT560 c0f4LErTE REDONDA 'l65ohms,RESIST.ESCURo: LDR VT 737E RESIST, CLARo: MAI0R 201'lohms QUE: 58,00 48,00 cofi LEtTE CHAÍA 506 40 0,5 20,00 50 IE4NqUSR 9UEô:SU-çq 20 25 98,00 EQUIVAIENTEã FPÍsOOA ULTRASON I COS PARAALARI!,IIS 40 Kc REDoND0 M0D-14K109 l- { mA) V- íV) vr99lil4_ Ic(nA) PREço R OP T I( PREÇoCR$230,00 F C D 8 I 0e q u i va l . F C D 8 2 0e qu i va l " equival. FCD820B e qu i va l . tlLlll i l t Ì 1 3 e qu i va l "

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INFRA-VERI4ELHO RÊCEPTOR ÉMISSOR 40 TIL]39 20 OUïPUT MCASI DARLINGTON 75 FPAIOOC/ 9 ELE},IENÌOS 75 FPA1O1CI12 ELEI4ENTOS 75 FPAI03 REFLEXIVO l0 H]382

40,00 40,00 40,00 44,00 50,00

1,2 1,3 ì,4 3,0 3,0

20 30 30. 30 30

25 25 25 2 t0

2,0 1,5 1 ,25 1,25 1,25 2

7 55 20 Z0 20 25

40 I,6 ì35,00 25 I 725,00 ì6Ì0,00 25 25 ì73,00 100( nA) 206,00

N0V0sLtD 0A l,loNsANTo t4v5Ì74-B LARANJA r,,rv5274-B VERDE MV5374-BAI4ARELo PROTO BoARD - 1930,00

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DINATECH OSCILOSCOPIO Ì,{OVO' (EIXOY) VERTICAL CATIAL *IÌ|,IPEDANCIA DEENTRADA: t M , 3 PF . CALÍBRADO: "ATENUADOR 9 P0S" DE 20 l4VATE10 AJUSÍECONTIV/ CMCOI1 PO5IçUES. NUOENTRE *SE N S IB IL ID  DE : 250 i,rv / cl'l. . RESPOSÍA DE FREOUENCIA: - c c À7 r 4H z+3 D 8 . (EIXOX) HORÌZONTAL CANAL DE ENÍRADA: *II4PEDÂNCIA 100 K. *S E N S IB ÍL IDA D E . 250 tlv / cM DE FREQUÊNCIA: .RÉSPOSTA - c c à ì 00 K Hz. Xi E Xl0 C/ATENUADoR EXTERNA *ENïRA0A VARRÊDURA

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í05.FET C/ ÌRÍ{iS. FEI TII|EÍR0ELETRoNIC0; VoLT S:0,5 - 2,5- 10- 50- 250- ÌKV I - 5 - 20- 100-500- 2K v VoLTS:5- 25-50-250:1000V oHli|s. 5 : ì K,Ì00K,ì0l'1,ì000Ì'1 - 10/+30 A: ì,5V Ì63 x 108 X 67mn IMENSoES: 5809r. PR Eç 0..............c r $ 6.470,00

: 200u4ã 5A AMP:CA. Ì0 ESCALAS : O,'Ìohmã l00t.|o 6 ESCALAS OHI'15: DET. ReÂÍ. : 0 à ìol'lohms :0 â 500pF CAPAC. 6 ESCALAS voLrs cc;5 EscALAs,Á:ïv/lof (2fiV/V0L o ã o,5uF :0 ã 50KuF 4 ESCATAS AilP.CC.:6 ESCALAS: S0uA à 2.5 2 ESC/úAS: o ã 500H2 FREQ, AÌ'lP. A trr. CA.:5 L A.:3 È ESCÍILAS:250u4 5L[ÁJ:Z5UUA ã Z a 0 ã 5KHz oHÌíS:4 ESCALAS: o,lohre ã 5l 9 ESCALAS : 10v ã 2K5V VoUÌ V0UT:5 ESCÂLAS : ì,5V à IKV : -24d8 ã +70d8 dB : ]C ESCALAS 5 ESC. : +6dBa- +620b DECTBEIS: pR Eç o..c R $ 1.350,00PR Eç 0...............,C R $ 2,330,00 CAPAC,: 4 ESC,{-ÀS:25uF à 25KuF VoLTSCA. 6 ESCALAS:Ì,5V a- 1

22 ESCALAS CC(6llCÂLAS; - 4 Pt Ccl' ÌENSÃoCA;CoRRENTE P/ RESISÍENCIA,.G CA; 6 ESCALAS CORREIITE DE RESOLUçÃO. 0'05Í Ì00* 0VERMNGE; LEIÌURADIREÍA, PONÍODECIIíALAUTOIiIÃÌICO ESCALAS DE4 DÍGITOS.TODAS OISPLAY E FALHASHUI.IA'{ SOBRECARGA CONTRA PROTEGIDAS : 9 X 18 x 22,5cn DII.IENSoES pREço. . . . . . . . . , . . . . . . , . CR$I 5.213,00

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SPRII'lG-BACKED JEliEL.BEARING DÊ SOBRE CARGA A PROVA DC 20.000oHMS/V ALTASENSIBILIDADE: DC .V :0- 0.25 I 2,5 l0 50 250 500 ' ì.000V 0-s.000 atã 4.0000H!|S/V 20,000 oHI4S/V AC.V: 0-t0 50 250 ì.000v atã 8.0000H1,,ts/v 0C,A: 0-50u4 I 50 500n4l0A oHl'ls: 0-4K 400K 4i4 40MoHl'ls dB : -20 +22 +20 +36 CAPACIoADE: 250mf. a 0,02mf 0 a 5.000 HÊNRIES DlltlEt{çÃorI 50xl 06x50m INoUÌANCIA: DECARGA:0-75u4 750rú CoRRENTE ÊES0:6509 2 DI0D0E I CAPACIToR PRoTEçÃo'DE S0BRE CARGA: PREço:CR$1"863,00 22.5V( BL- oì5) xl ì .5VíUt' 1- 3) x2. B A T ERIA:

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GIRLO

INSTBUMENTOS DETESTE CHINAGLIA

GAIyEZI

CARACTERÍSTICAS GERAIs ; OEÌESTEOOLOÌ.,IITI, DINO,MJOR, AUÍO-ANALYSER, ÌACOMETRO DEÌRAI.ISISÍOR,POSSUEIí À BOBIIIA OS II,{STRUI"IENÌOS E AI{ALISADOR INOICADOR IiIOVEL E I{OCLEO INSENSÍVEL A0 CAMPo EXÍERNo,SEND0A PARTE MAGNETICo CENTRAL, ll0VELI',|oNTADA AIITI-CHoQUE. SoBRESUSPEI,IçÃo ELÃSTICA l'lINoR,r'lAJoR E Dllio usl PossuEl'l DIsPosrTIvoDt pR0ÌEçÃ0 Ì'rovEL C0NTMSoBRE-CARGA oolor.lrTrESPECIAL, D0 EQUTPAMEÌ{Ìo E D0 cIRcuIÏo DEENÌRADÂ

DÊVt00 À ERRo DE"r,rEDtçÃ0.

DINOUSI

DOLOMITIESPECIAL

GEMIS: CARACTERÍSÍICÂS CO|\,| 5 ESCALAS COLORIDAS E ESPELHO AÌ{ÌI.PARALAXE. - QUADRAÌ{TÊ ;156X 100 X 40m. - DIltlÊNSoES: - PES0:650qr. TÉCI{ CARACTERÍSTiCÂS ICAS: - PRECISÃo: 12,5X em CC, 12,5Í em CA, t2Í oHlí. 40uA- 2500ohm. - SEI{SIBILIDADE: - v .C C : 0,1 - 0,5 - '1,5 - 5 - l 5 - 50 - 150 - 50q - 1500V. ( - v .C A: 5 - 15 - 50 - 150 - 500 - 1500v . - I.C C : 5 - 50 - 500uA,5 - 50 - 500ú, 54. - LCA: 5 - 50 - 500n4, 54. - 0H l 4C C : 1 - Ì0 - l 00K ohm s ,l - l 0 - 'l 00l l ohm . - dB. - ì0/+66, PR Eç 0" 'C R 2'429'l $ r0 - v bf: 5 - 15 - 50 - 150 - 500 - l s oov . ì pilha de 9 v para consum do clrcuito eìetrônico(700u4). - ALIIiIENÌAÇÃ0: pi thas par a V 2 d€ ì,5 c i r c ui to ôhm i c o. . ËOUIPADO CO|.| INJETOR UÍ{IVERSAL DE SINÂISPARACOI{TROLE DINÃI'IICO DE RÃDIOE TV. ESTEDISPOSITIVO É,FORMDO POROOIS DE APARELHO EI.IRF. GERADORES DE SIÍ1AIS, SENDO UII EI,IAUDIO-FREQUTNCIA E O OUTRO

GERAIS: CARACTERÍSTICAS ANTI-PAMLAXE. . QUADRANÌE E ESPELHO COLORIDAS 6 ESCALAS COM 11 o0 9 . - DEFLÉXà AV 92m. DE ESCALA - LARGURA Cot'lFUSÍVELDE PR0ÌEçÃ0. - poNTÂDE PRoVAVERMELHA : 130 x 125 x 40m. - DIMENSoES - P E s o :6 0 0 q r. TÉCNICAS: CARACTERÍSTICAS

PREç'""cR$'2.t22,00 :;FË:i3ibl'l|i;,o|i|i'133'"fi'ffiú. 1,5 - 5 - 15 - 50 - 150 - s00 - ]500V. - V. C C :zOK o h ffi /v- 1 5 0 -5 0 0nV, Eú PoME - cAl'lPoDE FREQUÊNcIA - 20Hzà 20KHZ. - ú.cli c orõoos DEGÊRl4ÂNIo ' 1500v. OK S E N S IB IL IDA D2E : o h n s/V- q - Ì5 - ' 50 - Ì50 - 500 5 0 500n4,54. 5 5 0 0 u A ' 5 0 - I.cC: - I . c A . 5 - 5 0 - 5 0 0 n A ,5 A ' - o h mC C ; 5 0 0 o h re ,5 - 5 0 - 500Kohm' 5 - 50Ì4ohms - ohmCA: 5 - 50 M ohm. - v b f : 5 -'1 5 - 5 0 - ì5 0 - 5 00 - 1500V - d 8 : - 10 /+6 5 - p F : 0 , 05- 0 'su F . - Ãr l r ' r Étu çl o i 2 p i 'th a sd e Ì,5v par q.ìr cuito ôhnico' Ì Di th a d e 2 2 .5Vpar d disposìtivo de pr cteçao. r€de - lÌ0/220v p/ cabacïmtro e ohmílEtrc em cA. DE PR0TEç40 ELETRoMECÂNIC0 DE blSPÓSITIV0 PROVIDo SPECTAL: - DOtOr4ÌTt A GRANDEZA O APARELHO DESTIGANDO ELETRONICAMENTE, QUANDO COI.4ANDADO APARELHO. NOMINAT DO O VALOR DE ]OV SUPERAR MEDÌDA

MINOR GERAIS: CARACTERÍSTICAS AI'{ÌI-PARALAXE. E ESPILHO COLORIDAS . OUÂDRANÌE 4 ÊSCALAS COI.,! x : 150 80 x 40m. - DIMEtlsoES - P E S 0 :3 5 0 q r. ì.502,00 PREço...CR$ TECNICAS: CARACTERÍSTÍCAS 40uA- 2500 ohms. - SENSIEILIDADE: O ,5 e n CC , +3 1 en CA' i2' 5% ohms. - P R E CIS Ãi !2 - v . õ õ . -â o rô n rísrv . o ,i - 1 ,5 - 5 - 15 - 50 - 150 - 500 - - ìs00\i. : 20Hzà 20KHz. cAMPo DÊFREQUÊNcIA ü.õÃi ã-ôrõôos'oE'eÀÉr'rÂnto-4K ohns/v ' 7,5 ' 25 - 75 - ?50 - 750 - 2500V. 2' 54. 5 0 0 n 4, 5 0 5 5 0 u 4 , I . C C : - I . C A : .2 5 - 2 5 0 n 4 ,2 '5 - 1 2 '54. - Vbf: 7.5 - 25 - 250 - 750 - 2500V. - dB: -.Ì0l+69. - 0Hl,lcC: loK ohm, l0ü ohre. c0ì40 Ì"1ff000 CAPAcIDAoE õiiËeõir,rdÁôì ËËÀuiiÈ Á úsoron oE ELEvADA ' B A L Í ST IC O. 2 ptLHAsDE1;5v PARAclRculro oHr'llco. - Ãi-ìúËúiÀaÁo,

4M.425 AUTO.ANALISADOR GERAIS: EARACTER!STICAS . INSÍRUÌ'IENTO COI'IZIRO CENTRAI. Ì56 X Ì00 X 40m. - DI|4ENS0ES: - PESo:500qr. TÉCNICAS: cARAcÍERÍSTICAS

#ffiË{*3*:*,*,0,,, ffi CnnlCrrnfsríCÀS TECNICÂS:

i:::#;;i': :iiïi,-or.pnr*,n.,0,

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3 - l z - 30 - t20 - 300 - ì200v . cIRcuIÌo DE coÌ{pElsAçÃoÌÉRÌ',ucAcor tiTc. I.C C : 30 - 300u4,3 - 30 - 300n4,3A. LCA: 3 - 30 - 300m4,34. oHMCCt 2 - 20 - 200k0Hltls,2- 20 - 200ü ohns oHMCA: 20 - 200Ì'1ohns. Hz r 50 - 500H2,5KHz. DF: 50 - 500nF. MÂJoRUSI : EQUTPADo C0l4II{JET0RUi{TVERSAL DE SIilAts PARACONTRoLE DINÂI,|ICO g FORI,IADO DEAPARELHO DERÃDIOE TV. ESTEOISPOSITIVO PONOOISECMOONTS OÈ SINAIS,SENDO UI.IE}I AUDIOFREQU-ENCIA E O OUTRO EI.IRADIOFREQUENCIA,

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CÂRACTERÍSÍICAS Cot'tESCALAS CoI0RIDASEÌ{ SEToRES. - quADRAl{TE E DIODO. E SOQUETE DE PROVA PAM TMNSISÌOR - GARRA OOCIRCUITO. ÌESTAR O COI,IPOI{ENTE STMRETIRÃ.LO - POSSIBILITA ì56 X 100 X 40m, - DIÌ4ENSoES: - PESo:550qr . PR Eç o....C RÌ.423,00 $ tEoircAs: cnnlcrrnÍsrÌcls DACORRENTE DE POTENCIA E DÊ FUGAEIí DUASESCALAS: PARATRANSISÍOR - CONTROLÊ BAIXAPOTENCIA, DE CoRREI{TE Ell LEITURA DIRETA:FAIXASDE0 À 100 E DE0 à DEGANHo - I.IEDIDA ì000.' . CONÌROLE DODIODO. DARESISÌENCIA DIRTÌÂE IÌ{VERSA à PILHA: 2 pilhas de 1,5V. - ALIÌi|ENÌAçÃo

ELETRôNICOT72O TACôMETRO GERAIS:

- VOLTÍMETRO: DE BATERIA. E DE ELEI"IENTO DA BATERIA DETENSÃO I4EDIDA NOI'IINAL COI'ICARGA DA BATERIA DETENSÃO !.IEDIOA DE QUEDA NA PARTIDA, DA BATERIA DT TENSÃO DAQUEDA I.,IEDIDA DÉÍENS?ODODINMO. MEDIDA - AMPERÍMETRO: OUDIRETÂ, SEJAINVERSA DE CORRENTE, MEDIDA DEAUTO. AO CIRCUIÏO INERENTE P R E ç o . ,.....,.,..CR $ I.9 8 9 ,0 0

CARACTERÍSTICAS ì56 X t00 X 40m. DIÌ,,IENSoES: PÊS0:600qr. ÌÉCt{ICAS: CARACTERÍSTICAS 1500, 3000, 6000' G/Í'|IN. - TAC0METRo: E DE I ã 8 CILINDRoS. TEÌ'iPoS - pAM lroÌoREsà D0Is t QUATRo À 2, DOCME 459, 60Q, 909, Ì80e ; PARAI'OToRES - DUELL: ANGUTO 6 e I C ILIN D R oS. 'l pilha dê 9V, 2 pilhas de 'ì,5V ALII'IENTAçÃ0: PR Eç o.......C R $1.989,00

cc182 CAMCTERÍSTTCAS: ENTRADA DE VoLTAGEI4T ]00 - ì20VAC

CARACTERISTICAS 100 - lzovAc DE VoLTAGEIí: ENÌRADA (4 8 à 62Hz) 0 - ISVDC SAÍDADE V0LÍAGEÌ,1: SÂÍDADE CORRENTE: Xl d e 0 ã 2 ,5 A F Ixo X2 d e 0 ã 5 ,0 A R E GUL Ã VEL R I P P L E :2 mV m 0,021 + 4mV LIiIHADE REGULAGEM: 0,04í T 3mV 0E REGULÂGEI'I: CARGA x X 308frì 208 128 0IMEiIS0ES: P E S o :6 .3 5 K 4 6 .8 5 ì,o o cR s P R E ç o.. :... :..

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DEV0LTAGEiI: 100 - 120 VAC ENTRAD ( 48 ã 62 Hz) DE VoLTAGEM: 0 SAÍDA - 30 VDC xl de 0ã lA SAÍDADE CoRRENTE: XZde0ã24 0,0Ì% +zmv LINHADE REGULAGEII: 0,02? +=znU RIPPLE:lmvrms ARGADE REGUtAGEt',lt 0,02Í +zmv DE REGULAGEM: IíPEDÂI{CIA DE SÂÍDA: SÂÍDA: CARGA EDÃNCIA DE SAÍDA: IÌ"IRTDANCIA tift{oR QUE0,02 ohm de Dc â 100H2 ME{oRoUE0.02 ohm de DCà l00Hz 'ì00H2à 'ÌKHz MENÒR QUE0,05 ohms@ f{ENoR QUÊ0,80 ohffi de lKHz ã 100KNz MENoR PU N L fl I L 5 : QUE3,00 ohns de ì00KHzã lì{Hz DESILÍCIO cotrtP0NElirEs: SEI4ICONDUTORES OESÌLÍCIO SEÌ"II CONDIJÌORES À PROVA DECURTO-CIRCUITO A PROVA DECURTO.CIRCUITO BAIXAÍEIISÃODERIPPLE BAIXATENSÃO DE RIPPLE DE RECUPEMçÃO COI'ICARGA BAIXOTEMPO COMCARGA TRAÍiSISENÌ8. BAIXOÌEMPOOE RECUPERAçAO ÌRANSISENTE. 208 x 128 X 308 m Ìi€NS0ES: DII'!EiiS0ES: 208 X 128 X 308m :3,4K9. PESo:4,85K9 ...,......,.c R $ 4.822,00 pREço.................,....CR$ 5.3Ì1,00

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ESPECIFIcÂçoEs: FR200r1 TENSÃo DESAÍDA: a)0-200Vb) 6,3V CA CORRENTE Ì,4ÁxIM: a)0,14 b) 2 A R EGU LAç Ão: l l - 0,ìA PTRDAS: RUÍ00t'lENoR QUEì00mV ALII,IENTAçÃo | 110/220U- 50/60H2 0Il{ENsoES : 210X300Xl90m PR Eç o..........C R $10.300,00

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l90KHzã got4Hz(6 faixas) FAIXADEFREQUENCIA: INTERNA E EXTERNA IiODULACÃO (o ã 80%) ÀTENUAD0R:coNTÍNUo DUPL0 5 DEGRAUS, 2OdB/DEGRAU ERROI4ENOR QUE2U ì l0/220v4C,50/60H2 ALIMENTAçAo: MENoR coNsuÌ,,ro QUEl0ür ì.95 X 295 I l70m DllvlENS0Es: ** * * * * * * PESO:5Kg PREçO,...CR$ 4.500,00*6 pEX14*

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NOVA ELETRÔNICA nº 15 - Maio/1978  

NOVA ELETRÔNICA nº 15 - Maio/1978  

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