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Hidrocidadania no rodeio  A participação da água nas vaquejadas  PDF 781   

  Imagem:  https://www.google.com.br/search?q=vaquejada+politicos&biw=1242&bih=606&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ved=0ahUKEwicn4KhtsvQAhWFQ5AKHYkXCl YQ_AUIBygC#tbs=isz:l&tbm=isch&q=gado+pasto&imgrc=aquxrCa9geB9WM%3A 

  Já  faz  tempo  que  o  termo  hidrocidadania  é  um  domínio  público.  Basta  fazer  uma  investigada  na  internet.  Um  domínio  público  sob  o  ponto  de  vista  do  direito,  como  a  propriedade  intelectual,  e  um  domínio  do  ponto  de  vista  da  natureza,  sendo  o  homem  um  produto  dela.  E conforme o texto anterior  Sobre  água  e  cidadania:  Hidro+água  =  Hidrocidadania *   podemos  chegar  na  questão  das  vaquejadas,  onde  procuram  dar  o  título  de  expressão  cultural  de  um  povo,  mas  não  justifica  a  sua  permanência,  como  a  prática  de  um  esporte,  admitindo  uma  prática e uma contínua existência. Assim  como  a  luta  em  arenas,  lugares  onde  prisioneiros  eram  jogados  ao  leões,  devem  estar  apenas  na  literatura,  são  coisas  do  passado.  Torturas  e  ditaduras  permanecem  na  história,  sendo  inadmissíveis  suas   continuidades   e  perpetuações.     Os  animais  criados,  citados  como  atividades  agrícolas  e  pecuárias  para fins econômicos, são animais  condenados  a  uma  prisão  perpétua,  com  direito  a  água  e  uma  ração  diária,  terminando  em  pena  de  morte,  sujeitos  aos  maus  tratos  durante  suas  existências.  Já  existem  animais  rastreados,  do  seu  nascimento  às  carnes  em  cortes,  expostas  em  bandejas  dos  supermercados,  onde  é  possível  conhecer   suas   vidas   e  suas   histórias,   pagando   seu   preço. 


E  homens  bem  apresentados,  de  terno  e  gravata,  sem  sinais  de  suores  na  testa,  ou  manchas  no  suvaco  (a  vulgarmente  conhecida  axila).  Com  serviço  de  água  é  café.  querem  em  ambiente  fechado  com  ar  condicionado, protegidos do sol e da chuva, decidir o que é e o que não é cultura, o que deve e  o  que  não  deve  ser  preservado  como  cultura de um povo. Não querem deixar suas zonas de conforto,  ao  ficarem  sentados  definindo  e  criando  as  leis,  sem  olhar  suas  posturas.  Querem  se transformar em  ícones  folclóricos.  Alguns  com  o  rabo  preso  por  luvas  dotadas  de pregos, já não tem mais como fugir,  ou  se  jogam  ao  chão  ou  se  entregam  aos  que  mandam  no  jogo,  com  argumento  de  cultura  e criação  de  empregos,  que  aumentam  suas  fortunas.  Com  a  falta  de  competência  de  criar  leis  que  produzam  empregos,   entregam   suas   rédeas,   admitindo   os   seus   cabrestos,   de   pessoas   ocultas. 

  Hydrocidadania  acontece  desde  as  primeiras  viagens  do  homem,  a  partir  do  momento  que  passa  ser  nômade.  E  apontamos  o  primeiro  exemplo  na  Bíblia,  quando  Adão  e  Eva  foram  expulsos  do  paraíso.  Com  o  castigo  de  Deus,  o  casal precisou encontrar água e alimento, teve que sair em busca de outras  terras  para  procurar  um  abrigo.  Assim  como  na  caverna  de  Platão,  o  casal  do  Éden  precisou  ver  e  entender  o  que  acontecia  do  lado  de  fora.  Fora  da  caverna,  fora  do  paraíso,  e  em  uma  linguagem  atual,  fora  da  zona  de  conforto,  E  assim  aconteceu  com Noé, mudou de lugar levado pelas águas das  chuvas.  Em  sua  arca  havia  um  conhecimento.  Um  conhecimento  de  animais  que  em  casais  procuraram  abrigo  da  chuva.  E  com  casais,  Noé  pode  dar  continuidade  ao  seu  conhecimento,  promovendo  novas  crias,  uma  nova  criação,  preservando  famílias. Noé com uma arca embarcou seus  parentes,  promovendo  a  primeira  hidrocidadania,  escrita  na  história,  protegendo  seu  grupo,  ao  sabor  das  águas  das  chuvas  .  A  anterior  foi  a  de  Deus  oferecendo  o  Éden para Adão e Eva, surgindo como  um  primeiro  exemplo,  podendo ser copiado. Deus não cobrou sua autoria intelectual e arquitetônica do  jardim   criado.   Um   local   fornecedor   de   conhecimento.    No  Tratado  de  Arquitetura  de  Vitrúvio,  já  eram  estudados  e  conhecidos  os  usos  das  águas:  As  melhores  condições  de  localização  das  cidades;  a  importância  dos  materiais  e  suas  potencialidades;  exposições  ao  frio  e  ao  calor;  a questão da salubridade; as interferências da arborização no ambiente;  o  avanço  das  construções;  lugares  de  um  poço;  o  planejamento  das  casas  e  das  cidades;  os  benefícios  dos  banhos.  Enfim  um  tratado  de  arquitetura  e  urbanismo,  bem  antes  de  Cristo  (27  a.C.),  supostamente   dedicado   a  um   imperador,   um   governante   do   povo.    Com  a  instalação de cidades, o homem precisa de um local para produzir alimentos e alimentar os que  moram  na  cidade.  E  animais  são  criados  com  a  finalidade  de  servir  de  alimentos.  Uma  herança  da  igreja  que  fazia  experimentos  com  animais, sobrando cadáveres e carcaças. E assim foram criados os  açougues,   como   uma   alternativa   de   dar   fim   as   carnes   de   animais   que   serviam   de   experiência.     Nota:  Um  fato  citado  de  um  livro,  poderia  requerer  uma  citação  da  fonte,  livro  e/ou  autor;  data  da  publicação  e  etc.  Mas  quando  o  conhecimento  se  incorpora  ao  conhecimento  de  outro,  passa  a fazer  parte  do  seu  conhecimento  adquirido, não requer mais citação. A não ser que o texto seja colocado na  íntegra.  A  citação  é  muito  exigida  em  artigos  científicos  para  que  outros  possam  avaliar  o  conhecimento  do  autor  e  criticar  suas  fontes.  A  linguagem  científica  não  passa  de  um  estilo  literário, 


criando  regras,  para  que  autores  não  sejam  esquecidos  .Perpetuando  o  que  é  chamado  de  conhecimento  científico.  Até  uma  simples nota deveria seguir regras de diagramação e de formatação,  como  tamanho  da  fonte  e  recuo  do  texto.  Regras  que  determinam  um  poder  sobre  a  intelectualidade  de   outro.    Uma  experiência  antiga,  citada  na  Bíblia,  ao  oferecer  um  sacrifício  a  Deus.  Experiências  para  identificar  as  condições  do  ambiente,  em  relação  a  permanência  do  homem,  segundo  Vitrúvio.  E  o  homem  aprendeu  a  consumir  carne.  A  carne  que  sobrava  dos  sacrifícios,  dos  animais  imolados.  Portanto  não  justifica  causar  sofrimentos,  enquanto  a  carne  está  viva,  se  ela  tem  uma  finalidade  que  justifique  uma  vida.  Não  se  justificam  vaquejadas,  touradas,  rodeios,  farras  de  bois,  e  outras  práticas  denominadas  como  culturas  ou  esportes.  O  homem  é  inventivo,  e  inventou  danças  e  músicas  folclóricas,   que   lembram   a  presença   do   boi.    Aos  olhos  de  Deus  o  animal  pode  ser  um  alimento,  não  devendo  sofrer  sacrifícios  para  um  divertimento.  Aos  olhos  do  espiritismo  e  da  psicologia.  o  divertimento  pode  causar traumas e karmas,  influenciando  aquele  solo,  dotado  de  karma, manchado de sangue; pode transmitir pela genética e por  comportamentos.  Aos  olhos  da  ciência,  isto  não  é  atitude  de  um  povo  evoluído  e  civilizado.  Seriam  cenas  e  comportamentos  de  povos  primitivos,  ainda  muito  longe  de  promover  uma  civilização.  E  aos  olhos  da  medicina  veterinária  e  da  tecnologia  da  indústria  de  alimentos,  sabe­se  dos  hormônios  e  ácidos  distribuídos  na  carne,  na  musculatura,  em  momentos  de  stress.  Aos  olhos  do  direito,  a  sociedade  e as leis devem sempre evoluir, sem haver retorno de ideias primitivas. O primitivo do direito  é   o  direito   à  vida,   a  preservação   das   espécies.     Os  rodeios  e  as  vaquejadas  só  produzem  lucros  e  divertimentos para grupos pequenos e específicos.  Já  foi  o  tempo  que  usava­se  as  olimpíadas  para  treinamentos  de  guerras.  E  as  vaquejadas  como  disputas  para  um  treinamento,  para  lançar  e  pegar  o  gado  no  pasto,  em  grandes  áreas  abertas.  Crianças  assistindo  e  participando,  tem  a  oportunidade  de  preservar  os  atos.  A  modernidade  já  tem  saber  e  conhecimento  para  fazer  criações  em  áreas  cercadas,  com  informação  e  tecnologia.  Sem  a  necessidade  do  laço,  das  esporas,  dos  arreios e dos cabrestos. Basta saber tocar do gado, e sem uso  da   eletricidade   com   espetos   energizados.    A  partir  do  momento  que  o  homem  causa  ou  provoca  uma  devastação ou uma alteração no ambiente  nativo,  ele  cria  uma  dívida  com  a  natureza.  A dívida de providenciar alimentação e abrigo aos animais  que  naquele ambiente viviam. Para criação de gado, grandes áreas são desmatadas para produção de  milho  e  soja,  transformada  em  ração.  Um  gado  em  pé  representa  um percentual de área devastada e  um  grande  consumo  de  água.  Outros  países  com  falta  de  água  e  ausência  de  espaço  são  grandes  incentivadores  da  agricultura  e  pecuária,  economizando  seus  espaços.  Aumentando seus lucros, com  implementos  e  defensivos  agrícolas;  vitaminas  e  nutrientes  adicionados  à  ração.  Ao  final  impõem  regras  para  exportação,  e criam novas raças. E podem estar envolvidos na permanência de vaqueiros,  que  lidam  com  o  gado  e  se  divertem  como  bichos.  Os  políticos  brasileiros  estão  sempre  em  países  estrangeiros,  para  fazer  seus  conchavos,  com  dinheiro  produzido  com o suor do povo. Nunca se sabe  o   que   acontece   em   portas   fechadas,   podem   vender   o  país   com   porteira   fechada.  


O  homem  é  o  único  animal  que  não  se  insere  na  natureza,  excetuando­se  os  índios  que  convivem  e  fazem  parte  dela.  Ao  mudar  de  ambiente  e  modificar  o  ambiente,  o  homem  procura  água  e  alimento.  Os  saberes  e  os  sabores  que  aumentam  o  seu  conhecimento.  O  mundo  já  aponta  uma  nova  direção  com  mudanças  de  hábitos  para  recuperar  o  planeta,  salvar  sua  própria  vida.  as  regras  do  momento.  São  a  reciclagem  e  aproveitamento  melhor  do  que  está  disponível,  como  a  redução  do  consumo  de  água,  preservando  ela  limpa.  A  água  onde  começa  a  vida.  Redução  de  produtos  poluentes,  contidos  em  defensivos  agrícolas,  que  contaminam  o  ambiente,  as  plantas  e  os  animais, objetivando um lucro.  E   no   final   ainda   vendem   remédios,   para   promover   curas   das   doenças   adquiridas.    Os  chineses  tão  criticados  por  seus  produtos,  já partiram na frente criando indústrias de produtos com  baixa  qualidade  e  menores  durabilidades.  Produtos  que  até  podem  promover  maiores  lucros,  mas  estão  em  um  ponto  de  proximidade  da  natureza,  para  que  possam  ser  mais rápido deteriorados, com  menores  tempos  de  que  produtos  antigos,  que  tinham  maior  durabilidade.  Mas  em  compensação  podem   levar   muito   mais   tempo   para   serem   desintegrados,   retornando   de   volta   à  natureza.     A  sociedade  é  soberana,  tem  mais  poder  que  o  estado.  E  os  governantes precisam ter discernimento  para  enxergar  o  futuro.  Não  dá  para  enxergar  a  cidade  em  gabinetes  fechados  e  carros  com  vidros  escuros.   Precisam   voltar   a  Kant   para   entender   o  espaço.    (*)   http://digestaodainformacao.blogspot.com.br/2016/11/sobre­agua­e­cidadania.html?spref=fb      Em 28/11/2016   No paquiderme norteriograndense,   lembrando o Elephante de Shiva e a Batalha na Avenida Roberto Freire   

Roberto   Cardoso   (Maracajá)  Reiki Master  Karuna Reiki Master  


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