Issuu on Google+


L a nç a m o s um we b site c o m um a nov a im a ge m ! Ago r a p o d e f ina lm e nte se g uir a s no ssa s p isa d a s, v e r p o r o nd e já a nd á m o s, a s r e g iõ e s q ue já tê m d o c um e ntá r io s p r o d uz id o s e m a is. . . a s r e g iõ e s o nd e e sta m o s a p r o d uz ir m a is d o c um e ntá r io s. F iq ue a te nto e p a r ta c o nno sc o à d e sc o b e r ta d a inc r ív e l b e le z a na tur a l d o no sso p a ís!


-estruturas fora dos centros urbanos e recursos bastantes limitados em relação a equipamento que dispúnhamos, apesar de tudo, a ajuda e hospitalidade que fomos encontrando em cada canto da ilha, contribuíram para que tenhamos atingi do os nossos objectivos.Uma vez que não dispúnhamos de informação sobre a localização tanto de espécies como dos melhores locais para recolher imagens, a nossa estratégia consistiu em recorrer a ajuda das populações locais. Normalmente chegávamos a uma povoação, procurávamos falar com o as pessoas mais velhas ou com o chefe da aldeia (uma vez que são os mais velhos que melhor falam por tuguês) e depois de explicarmos o que estáv a m o s a f a z e r, r e c o l h í a m o s a i n f o r mação e muitas vezes foram estas pessoas que nos guiaram quer aos locais, quer ao encontro das espécies que procurávamos. Aconteceu por diversas vezes estas pessoas convidarem-nos a ficar nas suas próprias casas sem cobrar nada. O que foi sempre um óptima ajuda para recarregar baterias a todos os níveis. O documentário produzido é então o fruto de uma expedição de 1 mês e meio em território timorense que ainda que com poucos meios pretendeu fazer uma primeira abor dagem ao universo natural deste pais!


O abutre preto, o britango ou a águia imperial são alguns dos residentes. Já há algum tempo que escolheram este local para construir a sua “casa” e ali permaneceram rodeados por uma das melhores vistas de Por tugal. À medida que vamos explorando o parque, deambulando pela rosmaninho, pelo alecrim ou por outras plantas silvestres, recebemos mais visitas, desta vez dos veados que r a p i d a m e n t e s e a p r e s s a m e m f u g i r, n ã o e s perando ter vizinhos. A verdade é que numa área de 26.000 hectares, não contando com o lado espanhol, têm muitos sítios onde podem estar consigo próprios, concentrados na sua existência. Infiltrados num local que não nos per tence, vamos sendo surpreendidos pelas pintinhas coloridas a voar no céu, as colónias de Abelharucos que nos observam atentamente. O Picanço Barreteiro que nos segue com o seu olhar r asgado, esper ando que não lhe espantemos a sua r efeição. A Poupa que na copa de um sobreiro balança de traz para a frente a sua arranjada e impecável crista, num canto teatral e majestoso para encantar a sua adorada, encantando-nos a nós também. Um vale encantado de um enorme valor cénico, que nos tr anspor ta par a o antigamente, e que nos faz pensar como seria o Por tugal Selvagem de outror a. No entanto, o Te j o I n t e r n a c i o n a l d o p r e s e n t e c o n t i n u a sublime, com cenários que falam por si só, merecedor de uma visita responsável para que a magia permaneça e seja guardada nos nossos corações.


O seu voo é lento, com batidas das asas pouco profundas, pelo que não d e m o n s t r a g r a n d e l e v e z a a v o a r. N o entanto, a ausência de bar ulho durnate o seu voo é absolutamente fascinante. É um dos verdadeiros misteriosos caçadores nocturnos! Alimenta-se maioritariamente de pequenos roedores, podendo por vezes alimentar-se de algumas aves. Localiza as suas presas através do som que emitem no silêncio e no escuro da noite. O Bufo distribui-se por quase todo o território por tuguês, de Nor te a Sul do país, incluindo os Açores. Está também presente durante todo o ano, pelo que, quem gosta de desafios pode sempre par tir à sua descober ta. Nesta altura, por estarmos em plena primavera e na sua época de nidificação, os Bufos preferem locais arborizados como bosques ou florestas que contenham clareiras. No inverno deambulam um pouco por todo o lado, sendo obser vados muitas vezes em locais sem nenhuma árvore.



teste