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Pensar junto com Pessoa


Escola Secundária Albufeira

Fig.1

 Ana Rita Bernardo  Débora Gargaté

12ºB

 Ekaterina Nazarenko

 Professora: Fernanda Lamy

30 de Novembro de 2013

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Índice  Introdução ………………………………………………………………..pág.4  Biografia de Fernando Pessoa……………………………………………pág.5  Fotobiografia de Fernando Pessoa……………………………………….pág.7  Antologia…………………………………………...…………………….pág.10  Lista Bibliográfica……………………………………………………......pág.16  A Época de Fernando Pessoa……………………………………………pág.18  Pessoa visto pelos outros…………………………………………..........pág.21  Escrever sobre Fernando Pessoa:  Entrevista a Fernando Pessoa…………………………………...pág.23

 Conclusão………………………………………………………………pág.26  Webgrafia……………………………………………………………....pág.27

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Introdução O Dossier “pensar junto com Pessoa” é um trabalho feito como uma tentativa de se aproximar ao Património Cultural (literário) Português, assim como aprofundar os conhecimentos sobre um dos maiores poetas, Fernando Pessoa, e a sua criação literária. No âmbito da disciplina de Português, este trabalho é um meio para desenvolver várias competências como escrita, planificação e organização das tarefas, criatividade e autonomia entre outros. Para elaboração deste, recorremos às informações que se apresentaram mais verdadeiras e exatas, tendo em conta os cuidados linguísticos e a seleção das fontes. É verdade que a construção do Dossier (…) levou um esforço de cada membro do grupo de trabalho – a pesquisa, decoração e organização do tempo foi o que mais nos dificultou a criação do mesmo – o que não impediu a sua realização.

Fig.2

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Biografia de Fernando Pessoa Fernando Pessoa nasceu a 13 de Junho de 1888 em Lisboa (em frente ao teatro São Carlos). Em 1893, muda-se para África do Sul (Durban). Pessoa frequentou várias escolas, recebendo uma educação Inglesa, em 1894 criou o seu primeiro. Regressou a Portugal em 1905, em Lisboa, matriculou-se no Curso Superior de Letras (que abandonou em 1907), criou vários heterónomos e assinando as suas obras de acordo com a personalidade de cada heterónimo. Pessoa publicou enquanto vivo apenas um livro “A Mensagem”, dirigiu revistas como “Orpheu” e “Atena”e foi considerado um grande modernista. Em 1935 a 30 de Novembro (47 anos) Pessoa faleceu.

Fig.4

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Fotobiografia de Fernando Pessoa

Fig.5-Pessoa com 2 anos e meio

Fig.7 -Pessoa com 10 anos

Fig.6- Pessoa com 6 anos

Fig.8-Pessoa com 7 anos

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Fig.9-Pessoa com 17 anos

Fig11 -Pessoa com 40 anos

Fig.10 -Pessoa com 20 anos

Fig.12-Pessoa com 26 anos

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Antologia AUTOPSICOGRAFIA O poeta é um fingidor. Finge tão completamente Que chega a fingir que é dor A dor que deveras sente.

O menino da sua mãe No plaino abandonado Que a morna brisa aquece, De balas trespassado - Duas, de lado a lado –, Jaz morto, e arrefece.

E os que lêem o que escreve, Na dor lida sentem bem, Não as duas que ele teve, Mas só a que eles não têm.

Raia-lhe a farda o sangue. De braços estendidos, Alvo, louro, exangue, Fita com o olhar langue E cego os céus perdidos.

E assim nas calhas de roda Gira, a entreter a razão, Esse comboio de corda Que se chama o coração. Fernando Pessoa ISTO Dizem que finjo ou minto Tudo que escrevo. Não. Eu simplesmente sinto Com a imaginação, Não uso o coração.

Tão jovem! que jovem era! (Agora, que idade tem?) Filho único, a mãe lhe dera Um nome e o mantivera: “O menino de sua mãe.”

Tudo que sonho ou passo, O que me falha ou finda, É como que um terraço Sobre outra cousa ainda. Essa cousa é que é linda. Por isso escrevo em meio Do que não está ao pé, Livre do meu enleio, Sério do que não é. Sentir? Sinta quem lê! Poema cantado: http://www.youtube.com/watch?v=_LVpM wi9YL4 Fernando Pessoa

Caiu-lhe da algibeira A cigarreira breve. Dera-lhe a mãe. Está inteira E boa a cigarreira. Ele é que já não serve. De outra algibeira, alada Ponta a roçar o solo, A brancura embainhada De um lenço... Deu-lho a criada Velha que o trouxe ao colo. Lá longe, em casa, há a prece: “Que volte cedo, e bem!” (Malhas que o império tece!) Jaz morto, e apodrece, O menino da sua mãe. Fernando Pessoa

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Se, depois de eu morrer...

Hoje de manhã saí muito cedo

Se, depois de eu morrer, quiserem escrever a minha biografia, Não há nada mais simples. Tem só duas datas --- a da minha nascença e a da minha morte. Entre uma e outra todos os dias são meus.

Hoje de manhã saí muito cedo, Por ter acordado ainda mais cedo E não ter nada que quisesse fazer...

Sou fácil de definir. Vi como um danado. Amei as coisas sem sentimentalidade nenhuma. Nunca tive um desejo que não pudesse realizar, porque nunca ceguei. Mesmo ouvir nunca foi para mim senão um acompanhamento de ver. Compreendi que as coisas são reais e todas diferentes umas das outras; Compreendi isto com os olhos, nunca com o pensamento. Compreender isto com o pensamento seria achá-las todas iguais. Um dia deu-me o sono como a qualquer criança. Fechei os olhos e dormi. Além disso fui o único poeta da Natureza. Alberto Caeiro

Não sabia que caminho tomar Mas o vento soprava forte, varria para um lado, E segui o caminho para onde o vento me soprava nas costas. Assim tem sido sempre a minha vida, e Assim quero que possa ser sempre Vou onde o vento me leva e não me Sinto pensar. Alberto Caeiro

O amor é uma companhia O amor é uma companhia. Já não sei andar só pelos caminhos, Porque já não posso andar só. Um pensamento visível faz-me andar mais depressa E ver menos, e ao mesmo tempo gostar bem de ir vendo tudo. Mesmo a ausência dela é uma coisa que está comigo. E eu gosto tanto dela que não sei como a desejar. Se a não vejo, imagino-a e sou forte como as árvores altas. Mas se a vejo tremo, não sei o que é feito do que sinto na ausência dela. Todo eu sou qualquer força que me abandona. Toda a realidade olha para mim como um girassol com a cara dela no meio. Alberto Caeiro

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Para ser grande, sê inteiro Para ser grande, sê inteiro: nada Teu exagera ou exclui. Sê todo em cada coisa. Põe quanto és No mínimo que fazes. Assim em cada lago a lua toda Brilha, porque alta vive Ricardo Reis Segue o teu destino Segue o teu destino, Rega as tuas plantas, Ama as tuas rosas. O resto é a sombra De árvores alheias.

Amo o que Vejo Amo o que vejo porque deixarei Qualquer dia de o ver. Amo-o também porque é. No plácido intervalo em que me sinto, Do amar, mais que ser, Amo o haver tudo e a mim. Melhor me não dariam, se voltassem, Os primitivos deuses, Que também, nada sabem. Ricardo Reis

A realidade Sempre é mais ou menos Do que nós queremos. Só nós somos sempre Iguais a nós-próprios. Suave é viver só. Grande e nobre é sempre Viver simplesmente. Deixa a dor nas aras Como ex-voto aos deuses. Vê de longe a vida. Nunca a interrogues. Ela nada pode Dizer-te. A resposta Está além dos deuses. Mas serenamente Imita o Olimpo No teu coração. Os deuses são deuses Porque não se pensam. Ricardo Reis

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Poema Todas as cartas de amor são Ridículas. Não seriam cartas de amor se não fossem Ridículas. Também escrevi em meu tempo cartas de amor, Como as outras, Ridículas. As cartas de amor, se há amor, Têm de ser Ridículas. Mas, afinal, Só as criaturas que nunca escreveram Cartas de amor É que são Ridículas. Quem me dera no tempo em que escrevia Sem dar por isso Cartas de amor Ridículas. A verdade é que hoje As minhas memórias Dessas cartas de amor É que são Ridículas. (Todas as palavras esdrúxulas, Como os sentimentos esdrúxulos, São naturalmente Ridículas). Álvaro de Campos

O que há em mim é sobretudo cansaço O que há em mim é sobretudo cansaço Não disto nem daquilo, Nem sequer de tudo ou de nada: Cansaço assim mesmo, ele mesmo, Cansaço. A subtileza das sensações inúteis, As paixões violentas por coisa nenhuma, Os amores intensos por o suposto alguém. Essas coisas todas Essas e o que faz falta nelas eternamente -; Tudo isso faz um cansaço, Este cansaço, Cansaço. Há sem dúvida quem ame o infinito, Há sem dúvida quem deseje o impossível, Há sem dúvida quem não queira nada Três tipos de idealistas, e eu nenhum deles: Porque eu amo infinitamente o finito, Porque eu desejo impossivelmente o possível, Porque eu quero tudo, ou um pouco mais, se puder ser, Ou até se não puder ser... E o resultado? Para eles a vida vivida ou sonhada, Para eles o sonho sonhado ou vivido, Para eles a média entre tudo e nada, isto é, isto... Para mim só um grande, um profundo, E, ah com que felicidade infecundo, cansaço, Um supremíssimo cansaço. Íssimo, íssimo. íssimo, Cansaço... Álvaro de Campos

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Não, não é Cansaço... Não, não é cansaço... É uma quantidade de desilusão Que se me entranha na espécie de pensar, E um domingo às avessas Do sentimento, Um feriado passado no abismo... Não, cansaço não é... É eu estar existindo E também o mundo, Com tudo aquilo que contém, Como tudo aquilo que nele se desdobra E afinal é a mesma coisa variada em cópias iguais. Não. Cansaço por quê? É uma sensação abstrata Da vida concretaQualquer coisa como um grito Por dar, Qualquer coisa como uma angústia Por sofrer, Ou por sofrer completamente, Ou por sofrer como... Sim, ou por sofrer como... Isso mesmo, como... Como quê?... Se soubesse, não haveria em mim este falso cansaço. (Ai, cegos que cantam na rua, Que formidável realejo Que é a guitarra de um, e a viola do outro, e a voz dela!) Porque oiço, vejo. Confesso: é cansaço!... Álvaro de Campos

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Lista Bibliográfica Duarte, Lelia Parreira. (2011). Potência e Negatividade em Fernando Pessoa (1ªed). Brasil: Vendas & Cenários Cavalcanti Filho, José Paulo. (2012). Fernando Pessoa - Uma quase autobiografia. Porto: Porto Editora Castro, Ernesto Manuel de Mello e (2012). O paganismo em Fernando Pessoa - e sua projeção. (1ªed).Coimbra: Annablume Martins, Fernando Cabral (2008). Dicionário de Fernando Pessoa e do Modernismo. Alfragide: Editorial Caminho Pais, Améria Pinto (2009). Fernando Pessoa, o menino da sua mãe. (1ªed). São Paulo: Companhia das Letras Pizzaro, Paulo C. (2011) Cartas Astrológicas de Fernando Pessoa. Lisboa: Editora Bertraland Abreu, Estela dos Santos. (2013). Poesia de Fernando Pessoa para todos. Porto: Porto Editora

Moisés, Carlos Felipe. (2007). Conversa com Fernando Pessoa.(1ªed). São Pulo: Àtica

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A época de Fernando Pessoa

Fig.14-1910, Implantação da Republica

Fig.15-1914, começo da 1ªGuerra Mundial

Fig.16 -1922, início do mandato de Stalin

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Fig.17 -1939, começo da 2ªGuerra Mundial

Fig.18 -Final da 2ªGuerra Mundial

Fig.19 -1946,plano Marshal (países membros)

Fig.20 -1968, protestos estudantis

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Pessoa visto pelos outros “Era um homem que sabia idiomas e fazia versos. Ganhou o pão e o vinho pondo palavras no lugar de palavras, fez versos como os versos se fazem, como se fosse a primeira vez. Começou por se chamar Fernando, pessoa como toda a gente. Um dia lembrou-se de anunciar o aparecimento iminente de um super-Camões, um camões muito maior que o antigo, mas, sendo uma pessoa conhecidamente discreta, que soía andar pelos Douradores de gabardina clara, gravata de lacinho e chapéu sem plumas, não disse que o super-Camões era ele próprio. Afinal, um super-Camões não vai além de ser um camões maior, e ele estava de reserva para ser Fernando Pessoas, fenómeno nunca visto antes em Portugal. Naturalmente, a sua vida era feita de dias, e dos dias sabemos nós que são iguais mas não se repetem, por isso não surpreende que em um desses, ao passar Fernando diante de um espelho, nele tivesse percebido, de relance, outra pessoa. Este Fernando Pessoa nunca chegou a ter verdadeiramente a certeza de quem era, mas por causa dessa dúvida é que nós vamos conseguindo saber um pouco mais quem somos.” José Saramago

Almada Negreiros, retrata Fernando Pessoa sentado à mesa do restaurante Irmãos Unidos. Aqui, onde os pormenores decorativos do espaço refletem a imposição de um modernismo sentida também ao nível das artes decorativas tão ao gosto de Almada, o artista apresenta uma construção cénica que se reveste de intencional carga simbólica.

Fig.21-Quadro de Almada Negreiros

http://www.youtube.com/watch?v=SnfuPStGwnk – Opinião de Jerônimo Pizarro sobre

Fernando Pessoa

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Entrevista a Pessoa Nós, representantes da turma do 12ºB, temos a satisfação de apresentar em primeira mão, a entrevista ao célebre Fernando Pessoa um grande poeta português. Antes de começar-mos esta entrevista temos de referir que a obra de Pessoa aborda magistralmente a complexidade psíquica, metafísica e ontológica do ser humano. Boa tarde Sr. Fernando Pessoa, seja bem-vindo a Albufeira. Repórter: Para começar, queria-lhe perguntar se a sua inspiração tem alguma fonte especial? Procura-a ou é espontânea? Fernando Pessoa: Bem, posso afirmar com certeza que as vezes é tudo o fruto do meu estado do espírito! Mas na maioria das vezes escrevo tendo já planeado o assunto do poema e o que pretendo transmitir com tais versos… A situação é completamente diferente com Alberto Caeiro, este é o mais afetado com as mudanças do seu estado de espírito escrevendo assim de modo espontâneo! Repórter: Em que altura da sua vida começou a dedicar-se à escrita? Fernando Pessoa: Hum, tudo tem a ver com a morte do meu pai… Este acontecimento trágico já não me causa dor, por isso recordo-me com facilidade que ao fim de um ano e pouco de ele ter falecido, tinha eu 5 anos, criei o meu primeiro heterónimo e também foi nesta altura que escrevi o meu primeiro poema, era um simples verso curto. Mudei-me para África de Sul devido ao segundo casamento da minha mãe e foi ai que cresci enquanto literário. Repórter: Vou -lhe fazer agora uma pergunta sobre uma de suas obras, o que quis produzir nos leitores ao escrever “o poeta é um fingidor”, no poema “Autopsicografia”? Fernando Pessoa: Muitos pensam que fingir é mentir, esconder a realidade, mas na verdade não é bem assim! A senhora não consegue sentir o que eu sinto. Eu mesmo não consigo sentir o que senti a uma hora atrás. Daí a necessidade de “fingir” pois, tudo o que escrevo nos meus versos é uma impressão do que senti no momento da inspiração. Até posso afirmar que uma certa parte do fingimento contribuiu para a minha divisão em múltiplos heterónimos… Enfim, tentei explicar aos leitores que aquilo que eles lêem é o produto da racionalização daquilo que senti. Repórter: Chegámos à última pergunta da nossa entrevista. Diga-me, todas as suas obras foram escritas em português. Fernando Pessoa: É verdade que os meus primeiros poemas foram escritos em inglês, por simples facto de eu estar mais familiarizado com este do que com a nossa língua. Das minhas quatro obras publicadas, apenas uma foi em português, chama-se “Mensagem”. No entanto aquilo que escrevi em português, é muito importante para mim. Chegamos assim ao fim, muito obrigada Sr. Fernando Pessoa pelo tempo que nos dispensou e, sobretudo, pela beleza, sentimento e grandiosidade apresentado em todas as suas obras.

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Podemos assim concluir, que Fernando Pessoa é o mais universal poeta português sendo possuidor de múltiplas personalidades. Vídeo; http://www.youtube.com/watch?v=tcNA_ScyHSQ&feature=youtu.be

Fig.22

Fig23.

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Conclusão Concluindo, entendemos que todas as obras do nosso poeta demonstram uma fragmentação da sua personalidade o que nos leva a poemas bastante enigmáticos e sentimentais. De facto, o Fernando Pessoa revelou que foi uma pessoa extremamente importante para os movimentos tanto literários como culturais, impulsionando avanços para o seu país. Não há ninguém igual a ele. Esse facto contribuiu bastante para o nosso entusiasmo intenso de conhecer melhor as suas obras e as mensagens que pretendeu a transmitir com os poemas tão distintos uns dos outros. Os pormenores biográficos, a evolução na escrita, o contexto em que Fernando Pessoa viveu tudo é importante para decifrarmos minimamente uma personalidade tão complexa. Tudo isto foi nosso objeto de estudo.

Fig.24

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Fonte das imagens Fig.1.http://1.bp.blogspot.com/TEaxe3vUX4g/TzwJ8cnnlzI/AAAAAAAAFYs/DKdoA0RdZ5U/s1600/ 1310211382babel.jpg Fig.2.http://saltofportugal.files.wordpress.com/2012/01/rbdfernandopessoa.jpg Fig3.http://1.bp.blogspot.com/PunR5A5UeRc/TpwH2uy4m8I/AAAAAAAAA6g/3RVrILFG2WM/s16 00/Fernando+pessoa+1.jpg Fig.4.http://www.cfh.ufsc.br/~magno/pessoa04.jpg Fig.13.http://2.bp.blogspot.com/-sR0JzaLmtM/UBkJGgXA5iI/AAAAAAAAAAU/Opeq3B5AOR0/s1600/pessoa .jpg Fig.14.http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/2/20/Estremoz1 3.jpg Fig.15.http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/8/88/Lancashire _Fusiliers_trench_Beaumont_Hamel_1916.jpg Fig.16. http://historoda.com/wp-content/uploads/2013/04/Stalin-posesad-demagod-WW2-Propaganda-Poster.jpg Fig.17. http://www.oshonews.com/wp-content/uploads/2010/11/adolfhitler1.gif Fig.18. http://blogholocausto.zip.net/images/holocausto-copia.jpg Fig.19.http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/d/dc/Mar shall_Plan.svg/454px-Marshall_Plan.svg.png Fig.20. http://3.bp.blogspot.com/-sMZbzsURUg/TgzBWC8YLUI/AAAAAAAAA9Q/EMdBb3rr_Ew/s640/L%25 C3%25ADder+Vladimir+Palmeira%252C+Movimento+Estudantil%252 C+Rio+de+Janeiro%252C+1968..jpg Fig.22. http://2.bp.blogspot.com/-cxqVcrueTKg/Tk5au_J44I/AAAAAAAAEw8/Q1NOlDW-6uo/s1600/BrancaFernandoPessoa.jpg Fig.23. http://euliricoeu.files.wordpress.com/2011/08/fernandopessoa.jpg Fig.24. http://1.bp.blogspot.com/DHMWxZigeME/T6wHct9Os3I/AAAAAAAAAB4/xLl34rCdOA/s1600/fp+3.jpg

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Webgrafia  22 de novembro de 2013,Fernando Pessoa. Recuperado a 3 de Novembro de 2013, de, http://pt.wikipedia.org/wiki/Fernando_Pessoa  CML/DCI. Casa de Fernando Pessoa, Fotobiografia. Recuperado a 3 de Novembro,2013, de, http://casafernandopessoa.cmlisboa.pt/index.php?id=4287  Fundação Saramago (2008), Sobre Fernando Pessoa. Recuperado a 7 de Novembro, 2013, de http://caderno.josesaramago.org/4841.html ;  (2008), Retrato de Fernando Pessoa. Recuperado a 7 de Novembro, 2013, http://www.museudacidade.pt/Coleccoes/Pintura/Paginas/Retratode-Fernando-Pessoa.aspx  (2004),Livros sobre Fernando Pessoa. Recuperado a 8 de Novembro, 2013, de http://www.suapesquisa.com/biografias/livros_fernando_pessoa.htm  Spiess, A. Thiago (2008). Principais acontecimentos do século XX. Recuperado a 13 de Novembro, 2013, de http://oitavadopotencial.blogspot.pt/2008/08/principais-acontecimentosdo-sculo-20.html  Alves, José .Fernando Pessoa Antologia Poética. Recuperado a 13 de Novembro, 2013, de, http://www.homeoesp.org/livros_online/FERNANDO%20PESSOA%20%20ANTOLOGIA%20PO%C3%89TICA.pdf  Fernando Pessoa e seus heterónimos. Recuperado a 15 de Novembro, 2013, de, http://users.isr.ist.utl.pt/~cfb/VdS/pessoa.html

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Pensar junto com pessoa