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FESTA DE Sテグ PEDRO EM

JURUJUBA

Patrimテエnio Cultural

RICO MELLO


FESTA DE Sテグ PEDRO EM

JURUJUBA


Jurujuba , Niter贸i - R J, Brasil - Foto : Di Monteiro


FESTA DE Sテグ PEDRO EM

JURUJUBA

Patrimテエnio Cultural

RICO MELLO


Copyright © 2013, Rico Mello. Todos os direitos reservados. A reprodução não autorizada desta publicação, no todo ou em parte, constitui violação de direitos autorais (Lei 9.610/98). Este livro é um projeto acadêmico único, de tiragem limitada, orientado pelo Prof. Dr. Ricardo Arthur Pereira Carvalho e também pelo Prof. Msc Almir Mirabeau Fonseca Neto, não é permitida sua reprodução com fins lucrativos. Pesquisa e Textos: Rico Mello, Fernanda Schmidt e Daniel Morim. Revisão, diagramação, projeto gráfico, capa e produção: Rico Mello. Algumas imagens utilizadas no projeto foram adiquiridas na internet, no site www.flickr.com, no acervo do Globo.com e também no acervo do Instituto Moreira Salles, os créditos estão devidamente registrados em cada foto. Este livro foi produzido com impressão a laser em papel internacional super 90g/m2 para o miolo e revestimento da capa, esta última ainda foi acrescida de papel paraná de 1 mm de espessura como base para a capa dura. Além disso , pro miolo, é utilizada a encadernação japonesa. A tipografia utuilizada é a Adobe Garamond Pro em todas as suas variações ( regular, Bold, Italic e Bold Italic).


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JURUJUBA

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FESTA DE SÃO PEDRO e PROCISSÃO MARÍTIMA

Localização e Geografia / 7 Histórias e Toponímia / 9 População industria e Comércio / 11 Praias / 13

O Santo / 15 OFestejo / 17

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IMAGENS DO FESTEJO

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FATOS HISTÓRICOS

A Fortaleza e os Fortes /39 Fortaleza de Santa Cruz /41 Forte Barão do Rio Branco /45 Forte São Luiz ou do Pico /79

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52 REFERÊNCIAS

SUMÁRIO


Jurujuba

Foto : Hannah Cardoso


Localização e Geografia: Jurujuba está localizado na Zona Sul de Niterói, à menos de 10 Km da Estação do pedágio da Ponte Rio-Niterói, 7 km do Centro da Cidade e a 3 km da estação dos catamarãs na praia do Preventório. Limita-se por terra com Charitas e com Piratininga, pela linha cumeada do Morro dos Ourives. Situado a leste da Baía de Guanabara, o bairro é uma península cercada pelas águas do Oceano Atlântico e da própria Baía. Na área há o predomínio do morros que variam suas altitudes de 39m á 263m.

Foto : Emerson R. Zamprogno

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Foto : Marc Ferrez/Coleção Gilberto Ferrez/Acer vo Instituto Moreira Salles

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Histórias e Toponímia¹: Seus primeiros moradores foram os índios, seguidos no período colonial, pelos sesmeiros e os jesuítas. Naqueles tempos Jurujuba foi importante na extração de madeira. A origem do nome Jurujuba se deu quando os franceses invadiram a Baía da Guanabara, os índios viram pela primeira vez os franceses com aquele pescoço longo e barba ruiva, começaram a gritar: “Iuru e Iuba! Iuru e Iuba!...” – Iuru, na língua Tupy Guarani, significa pescoço longo, e Yuba significa barba ruiva. Então o índio Araribóia batizou o nome deste Paraíso Terrestre de “Jurujuba” A topografia e a localização de Jurujuba explicam a função desempenhada pelo lugar na História da cidade e do país, destacando-se o estabelecimento de uma colônia de pescadores e a criação de um sistema de defesa para proteger a Baía de Guanabara das invasões que viriam a ocorrer á partir do século XVI.

1 -Toponímia é a divisão da onomástica que estuda os topónimos, ou seja, nomes próprios de lugares, da sua origem e evolução; é considerada uma parte da linguística, com fortes ligações com a história, arqueologia e a geografia.

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Foto : MaurĂ­cio Ruffino Santos

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População, Indústria e Comércio: O bairro apresenta uma densidade demográfica baixa o que o caracteriza como vila de pescadores e a tendência é que permaneça assim devido a grande área militar que ocupa seu território, além da falta de áreas planas. A população ainda desenvolve atividades ligadas a pesca. Na praia do Cais a Colônia Z8 é servida por pequeno entreposto para carga e descarga do pescado que é vendido para o mercado de São Pedro ou para o Seasa no Rio de Janeiro. No mesmo local funciona a fabrica de gelo e óleo para as embarcações. Ainda na praia do Cais, na rua Lauro Sodré, funciona o pequeno comércio da região e na Praça do Cais foi fundada em 1921 a Federeção Brasileira dos Escoteiros do Mar. Considerada uma das enseadas mais lindas do país, Jurujuba, é reverenciada por sua gastronomia, entre suas especialidades estão os frutos do mar, a maioria dos restaurantes funciona a mais de 30 anos. Também funciona no bairro a Associação de Moradores (AMORJ), Associação dos Pescadores de Jurujuba, a Associação Livre de Maricultores de Jurujuba e o Iate Clube Jurujuba.

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Foto : Luiz Henrique - Praia de Ad達o

Foto : B. Wilby - Praia de Jurujuba

Foto : Frank Mesquita - Praia da Eva

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Praias Praia de Jurujuba: Possui 300m de extensão, margeada por estreita calçada, onde há ipês e amendoeiras. Suas águas são escuras e calmas. A colônia de pescadores ali tem sua sede. A enseada de Jurujuba é cenário da Festa de São Pedro dos Pescadores, realizada anualmente em 29 de Junho. Além da Igreja de São Pedro dos Pescadores, na orla há vários restaurantes típicos de frutos do mar e bares. Seu aspecto é bastante rústico e seu nome significa: Papagaio Amarelo. Praias de Adão e Eva: Duas praias gêmeas, a primeira tem 250m e a segunda 150m. Águas calmas e de coloração esverdeada, com areias claras e finas, localizam-se bem próximo à entrada da Baía de Guanabara e dão acesso à Fortaleza de Santa de Cruz. Decreto 6106/91 - Tomba no contexto eco-pasagístico as praias de Adão e Eva, em Jurujuba.

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Festa de S達o Pedro

Foto : Dyogo Rodrig ues


O Santo Segundo a Bíblia, seu nome original não era Pedro, mas Simão. Nos livros dos Atos dos Apóstolos e na Segunda Epístola de Pedro, aparece ainda uma variante do seu nome original, Simão. Cristo mudou seu nome para Kepha (Cefas em português, como em Gálatas 2:11), que em aramaico significa "pedra", "rocha". A mudança de seu nome por Jesus Cristo, bem como seu significado, ganham importância de acordo com a Igreja Católica em Mt 16, 18, quando Jesus diz: "E eu te declaro: tu és Kepha e sobre esta kepha edificarei a minha Igreja e as portas do inferno não prevalecerão nunca contra ela." Jesus comparava Simão à rocha. Antes de se tornar um dos doze discípulos de Cristo, Pedro era pescador. Teria nascido em Betsaida e morava em Cafarnaum. Era filho de um homem chamado João ou Jonas e tinha por irmão o também apóstolo André. Simão e André eram "empresários" da pesca e tinham sua própria frota de barcos, em sociedade com Tiago, João que mais tarde também seriam escolhidos por Cristo como apóstolos, daí provêm o título de “ Padroeiro dos Pescadores” e a a grande devoção dos pescadores e suas familias pelo Santo. Na Cultura popular muitas vezes São Pedro é retratado como o guardião do céu, controlando as suas portas com as chaves do Reino dos Céus concedidas por Cristo. Também quando chove se costuma brincar, rogando por Pedro para que a chuva continue ou pare.

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Foto : Dyogo Rodrig ues

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O Festejo Este Festejo não se sabe ao certo quando iniciou, mas é certo que começou à mais de 100 anos e inicialmente era feito exclusivamente por terra desde que a igreja de São Pedro de Jurujuba era apenas uma modesta capelinha. O formato atual consiste em uma alvorada festiva às 6h da manhã com salva de tiros no dia 29 de junho, dia do Santo, como forma de saudação, às 9h acontece uma missa solene , hoje ao ar livre devido ao grande número de devotos, logo depois a imagem do Santo é levada em procissão por terra até o ancoradouro de Jurujuba, de lá é embaracada e segue pela famosa procissão marítima, sempre com estimativa de mais de 100 barcos, passando pelos bairros à beira-mar de Charitas, São Francisco, Icaraí, Boa Viagem e Centro. No total são 4 dias de festejo no bairro, com estimativa de 30 mil pessoas por dia, e diversas atrações, com missas para o Santo, shows e barraquinhas de comidas típicas, ao fim queima de fogos e os pescadores se lançam ao mar pedindo pescarias mais pródigas e menos acidentes e os devotos pedindo suas bençãos.

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Imagens do Festejo

Foto : Janaira Cunha


Foto : Cristianna Fernandes

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Foto : LĂ­via Villas Boas

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Foto : Larissa Lima

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Foto : Marcelo Moreno

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Foto : Marcelo Moreno

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Foto : Marcelo Moreno

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Foto : Marcelo Moreno

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Foto : Rafael Moraes

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Foto : Joyce Caetano

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Foto : Dyogo Rodrig ues

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Foto : Dyogo Rodrig ues

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Foto : Elaine Carlsson

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Foto : Rafael Moraes

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Foto : Rafael Moraes

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Foto : Rafael Moraes

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Foto : Dyogo Rodrig ues

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Foto : Rafael Moraes

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Foto : Ney

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Foto : Rafael Moraes

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Fatos Hist贸ricos

Foto : Paulo Xang么


A Fortaleza e os Fortes O sistema de Defesa, onde atualmente funciona o 8º GACosM (Grupo de Artilharia de Costa Motorizado) é composto pela Fortaleza de Santa Cruz e pelos Fortes: Barão do Rio Branco, Imbuí e São Luiz. Todo este sistema protegeu a entrada da Baía, é de grande importância histórica e arquitetônica, destacando-se a Fortaleza Santa Cruz.

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Foto : Paulo Xang么

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Fortaleza Santa Cruz: Em 1555, o Almirante francês Nicolau Durand de Villegaigon montou duas bocas de fogo no pequeno promontório localizado à direita de quem entra na barra do Rio, controlando o canal, e alcançando com fogo os Fortes de Copacabana, Laje, São João e Imbuí. Estava instalada a fortificação que seria dominada em 1567 pelo Governador Geral Mem de Sá e elevada, no mesmo ano, à categoria de Bateria, por Salvador de Sá, que lhe deu o nome de Bateria de Nossa Senhora da Guia. Em 1599 impede-se, da fortificação, a entrada na baía de Guanabara da esquadra do corsário holandês Oliver Van Noorth. Já em 1612, contando então com vinte bocas de fogo, passa a ser chamada de Fortaleza de Santa Cruz da Barra, tendo seu regimento aprovado em 24 de Janeiro de 1613 por D. Álvaro Silveira e Albuquerque Governador da cidade, que foi o responsável pela ordem de construção de cinco celas na rocha, com dois metros de altura e sessenta centímetros de largura, destinadas a presos políticos. Durante todo o século XVIII e até o início do século XIX à Fortaleza é mantida em completo e permanente estado de guerra. Em Dezembro de 1831 passa a funcionar como presídio político, contando com câmara de tortura e praça de enforcamento. Esta situação perdura até 1911 e a Fortaleza volta a ser presídio do Exército em 1968. No século XIX, década de 60, as instalações são ampliadas: constroem-se duas ordens de casamatas (vinte no 1º andar e vinte e uma no 2º) e uma bateria com canhões de maiores calibres, erguem-se as muralhas,

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é concluída a reconstrução do paiol de pólvora e, ao lado do paiol de pólvora e, ao lado do paiol grande, é construído um salão com mais de 200 m², com teto de pedras de granito abobadadas, talhadas a mão e ligadas com óleo de baleia, cal e mariscos triturados. Em 1882, a Fortaleza é dotada de enfermaria, farmácia e iluminação a gás carbônico. A Fortaleza de Santa Cruz, com seu complexo arquitetônico imponente e grandioso, causa ao observador o impacto do susto e o apaziguamento da beleza. As celas de prisioneiros, a lembrança das câmaras de tortura, as grades impenetráveis que miram a antiga forca vigiada por guarita interna, as marcas de fuzilamento no paredão, falam de tempos remotos e até mais recente que devem ser documentados para não serem repetidos; a capela de Santa Bárbara, em estilo colonial, a visão do mar e do céu em eterno encontro e a presença da força do homem em construção que desafia a natureza, são elementos representativos da esperança de que a Fortaleza seja, para sempre, apenas isto: um documento histórico da capacidade humana, um lugar em que se encontre a possibilidade de reverenciar o encontro da produção cultural, artística e artesanal com o mundo natural. Local: Estrada Eurico Gaspar Dutra, s/nº- Jurujuba - Niterói - RJ Tel.: 3611.1209 / 2710.2354 / 2711.0725 Funcionamento: De terça à sexta das 12h às 17h. Sábados, Domingos e Feriados das 9h às 17h.

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Foto : Roberto Netto

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Forte Barão do Rio Branco: Na Praia de Fora, hoje conhecida como praia do Forte Rio Branco, foi criado em 1555, um Observatório que, em 1567, é armado e transformado em Bateria, com a construção das primeiras bocas de fogo. Essa Bateria derrota, em 1596, a esquadra holandesa chefiada por Van Noorth e, em 1710, a expedição francesa de Duclerc. Em 1863, na Ponta do Imbuí, teve início a construção da fortificação nascida com o nome de Forte D. Pedro II, a cargo do engenheiro militar niteroiense Henrique de Beaurepaire Rhoan, encarregado pelo Imperador da execução de um plano de melhoramento das fortificações do litoral fluminense. O projeto inicial previa a ligação por terra à Bateria da Praia de Fora, criando-se, assim, a necessidade de construção de um segundo forte, inicialmente chamado Forte da Praia de Fora. Em 1893, esse Forte passa a denominar-se Forte Marechal Floriano Peixoto, em virtude da posição tomada pelas guarnições militares sediadas naquela região em defesa do Presidente. A 25 de Novembro de 1938, passa a chamar-se Forte Barão do Rio Branco, em homenagem ao diplomata. À frente de seu portão de entrada estão os dois canhões que abriram fogo contra Duguay Trouin, na invasão francesa de 1711.

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A construção da fortificação mais tarde denominada Imbuí ficou paralisada por alguns anos, tendo sido reiniciada em 1893, por ocasião da Revolta da Armada. São então colocadas as cúpulas de ferro e níquel importadas da Alemanha, instalados os canhões alemães Krup e construídas as torres para os canhões. O construtor da época utilizou cantarias de pedras retiradas da própria costa e cimentadas com óleo de baleia, cal de conchas e mariscos. Finalmente, a 24 de Maio de 1901, são inauguradas as instalações do Forte, então denominado Forte do Imbuí, que está desativado há vinte e um anos. Os dois fortes são ligados por pequena estrada cercada de árvores e praias e compõem, com o Forte do Pico, um conjunto localizado numa área de três milhões e duzentos mil metros quadrados, dos quais 2.800.000 m² são áreas preservadas de Mata Atlântica, com manifestações zoológicas. Local: Av. Marechal Pessoa Leal, 265 - Jurujuba - Niterói - Rj Tel.: (21) 3611.1207 / 2711.0366 Visitação: Sábados, Domingos e Feriados das 09 às 16h

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Foto : Ademilde Sartori. Acer vo Projeto Fortalezas Multimidia . - 1999

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Forte do Pico ou de São Luiz: A 230 metros de altura, no morro do Pico, com entrada pelo Forte Barão do Rio Branco, estão plantadas as ruínas do conjunto arquitetônico que, no século XVIII, abrigou as fortificações do Pico ou São Luiz. Em 1715, dá-se início à construção do Forte do Pico, que tem suas instalações inspecionadas, em 1762, pelo Marquês do Lavradio, considerando-se o Forte em condições de funcionamento em 1770. Em 1775 é fundado, sob ordem do mesmo marquês, o Forte de São Luiz, que tem sobre o portão de entrada, o seguinte dístico: "Josepho I. Imperante, Fidel.mo Portugaliae Rege, Provident.mo Príncipe, Arx Haec, Divo Aloisio Sacrata. Fundata est. 1775".Em 1891, na mesma época da desativação das fortificações brasileiras, os dois fortes são ligados, passando a constituir um único conjunto, hoje denominado Forte do Pico ou de São Luiz, indiferentemente. Essa fortificação, dada sua altura e localização, protegia a entrada da barra, toda a Baía de Guanabara e a Fortaleza de Santa Cruz de possíveis ataques. Sua ação militar mais conhecida, entretanto, ocorre já na República, por ocasião de rebelião liberada pelo 2º Sargento Silvério Macedo, em 1º de Janeiro de 1892, com o objetivo de restituir o governo a Deodoro da Fonseca. As tropas rebeladas tomam a Fortaleza de Santa Cruz, libertam os prisioneiros, tomam posse dos canh��es e de todo o armamento e prendem os oficiais, passando a atirar contra a Fortaleza de Laje. Do Forte do Pico saem dois batalhões que dominam os revoltosos, já bombardeados, por mar, pelos navios comandados pelo próprio

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Ministro da Marinha, Almirante Custódio de Melo. Mais tarde, este Almirante lidera a Revolta da Armada, sendo derrotado exatamente pelas tropas da Fortaleza de Santa Cruz e Forte do Pico, que se mantiveram fiéis ao governo republicano de Floriano Peixoto. Em 1918, sendo Presidente da República Wenceslau Braz, foi concluída a construção de outra fortificação, na parte mais elevada do morro, contando com modernos e eficientes obuseiros de 280 milímetros, importados da Alemanha, mas considerados, já em 1965, obsoletos, tendo sido o Forte desativado. Atualmente, as construções do Pico ainda preservam com imponência e grandiosidade guaritas e muros de pedra já cobertos de vegetação, dois imponentes portões de acesso, corredores, galerias e túneis carregados de mistério e largos pátios rochosos. Do alto do Pico, avista-se, de um lado, Fortaleza de Santa Cruz, o Morro da Urca e o Pão-de-Açúcar, e de outro, o Forte do Imbuí e a infinitude atlântica, numa visão absolutamente deslumbrante. Local: Acesso pelo Forte Barão do Rio Branco. Tel.: 2711.0462 / 2710.7840 Visitação: Sábados , domingos e feriados das 09h às 16h.

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Nota Os dados sobre o festejo e algumas peculiaridades de Jurujuba foram coletados com os organizadores do evento que são moradores do local e outros que lá vivem. por isso não há referência bibliográfica sobre o assunto, a não ser em jornais antigos que usaram como base o mesmo tipo de depoímento, o que se explica por ser uma tradição que passa de pai pra filho assim como o ofício da pesca muito comum na região em questão.

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Referências Bibliográficas: DUARTE, Luiz Fernando Dias. As redes do suor; a reprodução social dos trabalhadores da produção do pescado em Jurujuba. Dissertação (Mestrado em Antropologia Social) - Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social, Universidade Federal do Rio de Janeiro, 1978. JORNAL O SÃO GONÇALO, “Tudo Pronto para a festa do Padroeiro de Niterói”, Niterói, Domingo 29 e Segunda 30 de junho de 2003. JORNAL EXTRA, “Procissões em Niterói para Festejar o Santo Padroeiro”, Niterói, Domingo 29 e Segunda 30 de junho de 2003. JORNAL O FLUMINENSE, “Viva São Pedro!”, Niterói, Domingo 29 e Segunda 30 de junho de 2003. JORNAL O SÃO GONÇALO, “E Viva São Pedro”, Niterói, Domingo 27 de junho de 2004. JORNAL O FLUMINENSE, “Dia de São Pedro”, Niterói, Quarta feira, 30 de junho de 2004. JORNAL O GLOBO, “Procissão de São Pedro leva mais de 150 barcos à Baía de Guanabara”, Quarta feira, 30 de junho de 2004. Sites: FUNCEB,Fundação Cultural do Exército Brasileiro http://www.funceb.org.br/espacoCultural.asp?materia=257

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Festa de São pedro em Jurujuba