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Challenge Manual do Professor

› Conteúdo programático

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› Apresentação

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› Notas por unidade

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› Referências bibliográficas

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Esta obra destina-se ao estudo de inglês no Ensino Médio das escolas brasileiras. O material é composto de um Livro do Aluno, um Livro do Professor, um CD com gravações de textos e atividades de compreensão auditiva e um CD-ROM com material suplementar e testes. O Livro do Aluno traz uma seção de abertura dividida em duas partes: o Grammar Diagnostic Test e os Grammar Diagnostic Files. Esse material possibilita ao professor conhecer melhor o nível de proficiência dos alunos e, ao aluno, realizar uma autoavaliação e superar dificuldades preexistentes. As 24 unidades que compõem a obra trabalham as quatro habilidades da aprendizagem de um idioma: compreensão auditiva, produção oral contextualizada, leitura com compreensão e prática escrita, com diferentes ênfases. Além disso, há também:

As situações apresentadas são representativas da vida real, capacitando os alunos a pensar sobre propostas de intervenção na comunidade à qual pertencem. Assuntos como reciclagem, alimentação e relacionamentos interpessoais propõem o contato com o mundo fora da sala de aula por meio do questionamento acerca de problemas reais. Essas discussões estimulam a troca com o outro e novas experiências de inter-relação. É sabido que o aprendizado de uma língua estrangeira expande a percepção globalizada do mundo, favorece o intercâmbio cultural, facilita a migração de camadas sociais quando aumenta o rol de competências do indivíduo e permite-lhe ascender a outros patamares no mercado de trabalho. O aluno, por meio desse processo de inserção social, constitui-se cidadão, sendo capaz de interferir e promover mudanças no seu entorno.

› Job Corner – A cada duas unidades, um material de leitura que coloca o aluno em contato com situações específicas do mundo do trabalho.

Nesse sentido, Challenge desempenha seu papel educacional e social ao instigar o aluno a observar não só as páginas do livro, os elementos que as compõem e as curiosidades sobre a formação das mais diversas palavras, mas também a observar seus companheiros de sala, sua cidade e o mundo e, a partir dessa leitura, opinar sobre eles.

› Apêndices – No final do livro, existem ainda apêndices com: Extra Readings (textos adicionais), Glossary, Irregular Verbs List e Referências bibliográficas.

O desenvolvimento de competências

› Extra Practice – Ao final de cada duas unidades, um conjunto de atividades de revisão composto por exercícios de gramática e vocabulário.

O Livro do Professor, além das usuais respostas dos exercícios e especificações das estratégias de leitura e dos itens gramaticais das unidades, contém um manual e seções com informações importantes para o professor: Procedimentos gerais (explicação das diferentes partes do livro e das unidades, bem como os objetivos e procedimentos para a utilização de cada parte), e Notas por unidade (sugestões específicas para a abordagem dos diferentes textos e diálogos, além da tradução dos textos e da seção Off the Record, com notas diversas apresentadas após os textos, que podem enriquecer o trabalho do professor em sala de aula). Challenge aborda perspectivas de aprendizagem e de formação humana, levando em conta as dimensões afetivas, relacionais, cognitivas e sociopolíticas do aluno. A leitura e a interpretação de textos com temas relevantes e os espaços de discussão de ideias propiciam uma vivência crítica, argumentativa, mudanças de pontos de vista e expansão da capacidade de representação do mundo.

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Apresentação

Introdução

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Segundo o Documento Básico do ENEM (2000, p. 8), “competências são as modalidades estruturais da inteligência, ou melhor, ações e operações que utilizamos para estabelecer relações com e entre objetos, situações, fenômenos e pessoas que desejamos conhecer. As habilidades decorrem das competências adquiridas e referem-se ao plano imediato do ‘saber fazer’. Por meio das ações e operações, as habilidades aperfeiçoam-se e articulam-se, possibilitando nova reorganização das competências.”. De acordo com o professor Celso Antunes (2002), competência é a faculdade de mobilizar um conjunto de recursos cognoscitivos – saberes, habilidades, informações e, é claro, inteligências – para avaliar e solucionar com eficácia e pertinência situações novas. Este livro preocupa-se em desenvolver no aluno competências imprescindíveis à sua formação integral, como a capacidade de expressar suas ideias, de debater sobre determinado assunto,

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de compreender e interpretar textos de diferentes gêneros e em diferentes suportes, de construir argumentação acerca de um tema, de trabalhar em grupo de forma cooperativa, de ser coautor de seu percurso de aprendizagem, de lidar com a diversidade, de reconhecer e respeitar outras culturas, de refletir sobre questões da vida real e buscar soluções para problemas concretos. Quando o aluno começa a fazer algo produtivo com aquilo que aprendeu, está desenvolvendo uma competência.

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neira que permita ao aluno acompanhar suas próprias hipóteses a respeito de seu aprendizado. Em outras palavras, uma determinada nota consegue expressar todo o esforço do aluno, suas superações e retrocessos ao longo de um período letivo? Embora a prova escrita seja um instrumento importante, não é suficiente para se ter ideia de como anda o processo de aprendizagem do aluno, não devendo, assim, ser o único instrumento de avaliação. Jussara Hoffmann (2003) sugere o conceito de “avaliação mediadora”, que propõe:

Avaliação

› oportunizar aos alunos muitos momentos de expressar suas ideias;

No ambiente escolar, o termo “avaliação” é muitas vezes entendido como sinônimo de prova, teste ou, então, como as próprias notas atribuídas ao aluno pelo professor. Nesse sentido, a avaliação é vista como um instrumento para quantificar o que os alunos aprenderam, classificá-los e selecioná-los. Contudo, as provas e notas servem muito mais como instrumentos de controle do professor sobre o aluno no que se refere à disciplina em sala de aula do que para uma verdadeira avaliação do seu processo de aprendizagem. Apesar disso, esse controle parece não servir como garantia de um ensino de qualidade que se deseja, uma vez que as estatísticas oficiais em relação à realidade das escolas brasileiras são alarmantes.

› oportunizar discussões entre os alunos a partir de situações desencadeadoras;

No contexto desta obra, avaliação deve ser entendida como um processo de reflexão e análise das várias manifestações do aluno por meio da escrita, da fala ou de outras produções, de tal ma-

› realizar várias tarefas individuais, menores e sucessivas, investigando teoricamente e procurando entender razões para as respostas apresentadas pelos estudantes; › em vez do certo/errado e da atribuição de pontos, fazer comentários sobre as tarefas dos alunos, auxiliando-os a localizar as dificuldades e oferecendo-lhes oportunidades de descobrir melhores soluções; › transformar os registros de avaliação em anotações significativas sobre o acompanhamento dos alunos em seu processo de construção do conhecimento. Talvez essa seja a maneira mais adequada para trabalhar em sintonia com o que é proposto pelas Orientações Curriculares para o Ensino Médio.

As unidades Ao longo das unidades, procura-se trabalhar competências que, além de aperfeiçoarem o potencial linguístico do estudante, também enriqueçam sua formação global. Os textos selecionados podem ser autênticos ou autorais, estão relacionados às áreas de interesse dos alunos dessa faixa etária e apresentam uma linguagem acessível dentro de um contexto real de comunicação. Além disso, apresentam um caráter interdisciplinar, uma vez que tratam de assuntos ligados a diferentes áreas de conhecimento e englobam os temas transversais descritos nos Parâmetros Curriculares Nacionais. Em cada unidade são trabalhadas funções da língua, estratégias de leitura, estudo de itens gramaticais e expansão

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de conteúdo lexical. Os alunos são incentivados a lançar mão de diferentes modalidades de aprendizagem, como resumir, buscar informações, fazer inferências, questionar, interpretar imagens, conceituar, construir regras, analisar situações, debater, argumentar, etc. Esta obra busca ainda criar oportunidades para que os alunos desenvolvam seu potencial socioafetivo quando os convida a trabalhar em grupo ou em pares, promovendo atividades cooperativas. As unidades subdividem-se em seções claramente sinalizadas, possibilitando aos alunos compreender o objetivo de cada uma delas.

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Partes das unidades: descrição e procedimentos básicos Language in Context O objetivo desta seção é apresentar situações reais em que a língua é falada para que os alunos identifiquem as pessoas envolvidas nesses atos de fala, o contexto em que eles ocorrem, a motivação implícita e explícita, etc. A produção oral não é o foco da atividade. O que se espera é que os alunos sejam capazes de entender aspectos das comunicações apresentadas. Três atividades compõem essa primeira seção da unidade: compreensão auditiva, discussão com a classe sobre o que foi ouvido e um exercício de dedução que funciona como transição para a seção de gramática (Language Practice). A primeira atividade atua como um quebra-gelo, ativa o conhecimento prévio dos alunos sobre o assunto do diálogo, enquanto os prepara para a atitude de atenção que será necessária em toda a seção. Antes de tocar o CD, prepare os alunos para a conversa que vão ouvir. Isso deve ser feito com os livros fechados e por meio de perguntas sobre o contexto em que ocorre a conversa. Veja em Notas por unidade orientações específicas sobre as perguntas a serem feitas em cada uma das unidades.

As questões devem ser vistas como um estímulo para que os alunos compartilhem suas ideias com os colegas.

Think about it Esta etapa realiza a transição da compreensão auditiva para a seção de gramática. O objetivo é fazer com que os alunos raciocinem sobre as frases apresentadas e acostumem-se a deduzir seu uso, significado, forma, etc. › Leia o enunciado do exercício e as frases que foram baseadas na conversa. › Leia cada questão e estimule os alunos a respondê-las. › Aceite quaisquer conclusões que sejam pertinentes. Os alunos verificarão a qualidade de suas conclusões/deduções na seção de gramática.

Language Practice Esta seção traz quadros explicativos contendo os itens gramaticais fundamentais para a consolidação do conhecimento sistêmico do aluno. Dois momentos compõem esta seção: a apresentação do item gramatical (teoria) e exercícios destinados à prática e fixação das estruturas apresentadas. › Explique cada quadro, apresente mais exemplos, se necessário, e esclareça dúvidas.

› Com os livros fechados, toque o CD pelo menos duas vezes. Pode-se orientar os alunos para tentarem identificar quantas pessoas participam da conversa, quem são elas, onde elas estão e qual é o assunto abordado.

› Leia o comando de cada exercício e esclareça o que deve ser feito.

› Com os livros abertos, peça a eles que analisem as ilustrações/fotos e ouçam a conversa mais uma vez.

› A correção pode ser feita oralmente.

› Leia o enunciado do exercício A e peça que identifiquem as informações solicitadas.

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› Promova a correção e o esclarecimento de dúvidas. Obs.: Os exercícios podem ser feitos individualmente ou em duplas.

Reading Give your opinion A atividade realizada neste momento possibilita aos alunos expressar suas opiniões independentemente do nível de conhecimento que tenham do idioma estrangeiro. › Leia as questões do exercício B e estimule os alunos a expressar suas opiniões. › Qualquer resposta pode ser aceita nesta etapa, uma vez que se trata da opinião de cada aluno.

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Ler é construir significados. A leitura é um processo mediante o qual se compreende a linguagem escrita, sendo o leitor um sujeito ativo, que interage com o texto. A habilidade de ler, entender e usar informações contidas em textos é fundamental para o sucesso da aprendizagem do aluno. Para isso, ele precisa não só ter um repertório de estratégias, mas também saber a qual delas recorrer nos mais diversos contextos.

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O objetivo desta seção é expor os alunos a diferentes tipos e gêneros de textos e a um amplo leque de atividades de compreensão leitora; propor e explicitar estratégias de leitura que possam auxiliá-los a se tornar melhores leitores; propor atividades que estimulem sua participação como cidadãos, expondo suas opiniões e socializando seus conhecimentos.

O objetivo desta seção também é expor os alunos a textos representativos das comunidades que se expressam na língua estrangeira. O que se espera é que eles sejam capazes de entender aspectos das comunicações produzidas.

Três momentos compõem a seção Reading de cada unidade: as atividades de pré-leitura, a leitura e as atividades de pós-leitura.

› Toque o CD ou leia o texto ao menos duas vezes.

Before Reading (atividades de pré-leitura) Esta seção prepara os alunos para o texto que vão ler. Traz questões que objetivam despertar sua curiosidade e seu interesse pela leitura, ativar seus conhecimentos prévios (activate the schemata), levantar discussões sobre o tema do texto, levá-los a fazer previsões ou a questionar e/ou emitir suas opiniões sobre o assunto e esclarecer itens de vocabulário. O Livro do Aluno traz as questões e o vocabulário adequados a cada texto. Esta é uma etapa importante para o sucesso da leitura. Ela pode ser modificada segundo sua conveniência, mas não deve ser ignorada. Este é um momento de descontração, que deve ser percorrido rapidamente.

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› Leia o comando de cada exercício e esclareça o que deve ser feito. › Faça a correção oralmente e esclareça dúvidas. Veja em Notas por unidade mais sugestões sobre a abordagem de cada texto e notas culturais.

Reading Leitores eficientes usam estratégias antes, durante e após a leitura para entender o texto. Bons leitores sabem que aquilo que leem deve fazer sentido. Quando isso não ocorre, inconscientemente, eles usam estratégias como a releitura, questionamentos, raciocínio, reflexão, dedução, inferência, etc. É nesta seção que os alunos vão aprender a elaborar hipóteses, a utilizar palavras e estruturas conhecidas, a deduzir o significado de palavras ou expressões desconhecidas, a inferir a ideia global, a discernir quais são as partes relevantes do texto, a perceber a necessidade de consultar o dicionário e a identificar padrões nos textos.

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› Peça aos alunos que façam uma leitura “visual” da página do texto: imagens, tabelas, gráficos, títulos, listas, etc.

› Durante a primeira leitura, diga aos alunos que eles podem sublinhar palavras desconhecidas por eles. › Durante a segunda leitura, faça uma pausa após cada parágrafo e elabore perguntas básicas que possam auxiliar os alunos na compreensão do parágrafo. › Oriente-os a fazer uma terceira leitura sozinhos e a esclarecer dúvidas consultando o glossário ou o professor. › Voluntários podem socializar um resumo do que entenderam. Estratégias e técnicas de leitura Quando lemos, realizamos uma grande quantidade de operações mentais a fim de continuar a leitura. Essas operações não se desenvolvem inconscientemente. A construção do significado de uma leitura é feita por meio de experiências de aprendizagem, vivências e diferentes situações. Quando o leitor não é capaz de controlar tais operações, ele se perde e a leitura torna-se uma atividade frustrante. Jensen (1998) explica que investigações sobre leitura feitas no campo da psicologia, da aprendizagem e da neurologia demonstram que podemos tornar esse percurso menos penoso. A orientação sistemática da leitura pode ser uma valiosa contribuição para melhorar o desempenho do aluno. Para tanto, temos que recorrer às técnicas e estratégias de leitura já consagradas. Cognatos Cognatos são palavras de significado e grafia semelhantes em duas línguas. Pesquisadores descobriram que os alunos se beneficiam ao usar o conhecimento dos cognatos de uma língua para entender outro idioma. À medida que o conhecimento do aluno evolui, ele pode ser apresentado a cognatos mais sofisticados. Alguns cognatos são cha-

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mados de “falsos cognatos”, porque, embora apresentem grafias semelhantes, têm significados diferentes. Skimming Este procedimento envolve uma rápida leitura do texto para se obter uma ideia geral sobre o assunto tratado e saber como ele está organizado. Skimming é um “passar de olhos” pelo texto; é feito a uma velocidade mais rápida do que a leitura normal. Scanning É uma forma de o leitor localizar detalhes. É frequentemente usado quando procuramos por um nome em uma agenda ou por uma palavra em um dicionário. Não requer a leitura do texto como um todo. O leitor concentra-se em encontrar uma resposta em particular: números, datas, nomes, etc. Significado pelo contexto O aluno tenta apreender o significado de uma palavra desconhecida com base no restante da frase. O contexto pode dar uma indicação do sentido das palavras. Relacionando à ideia principal Quanto mais o aluno souber sobre o tema do texto a ser lido, mais fácil se torna a leitura. Assim, identificar o assunto e trocar ideias sobre ele com os colegas auxilia na compreensão. Quanto mais informações o leitor reúne antes de ler um texto, melhor será o seu entendimento. Previsão e conhecimento prévio Fazer previsões significa antecipar o que vai acontecer, “adivinhar” o que o texto traz antes mesmo de lê-lo (geralmente após fazer um skimming e um scanning do texto). Com esse procedimento, a leitura será mais significativa, e o leitor será capaz de perceber detalhes. Além de ativar conhecimentos relevantes que possui sobre o item abordado, o aluno constrói um propósito para a leitura: confirmar ou rejeitar sua previsão. Além disso, cria-se a oportunidade para que o aluno faça uma conexão entre o conhecimento antigo e o novo. Características textuais O conhecimento prévio necessário à leitura não se resume ao conhecimento do assunto tratado pelo texto, pois envolve também o que se sabe acerca da linguagem e da própria leitura.

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Saber como os textos se organizam e que características têm, saber para que servem os títulos e perceber que não é preciso conhecer o significado de todas as palavras para compreender uma mensagem escrita é tão importante para a leitura quanto ter intimidade com o conteúdo tratado. O gênero, o autor, o título e muitos índices nos informam o que é possível encontrar em um texto. Inferência Inferências permitem captar o que não está dito no texto de forma explícita. São conclusões baseadas tanto em pistas dadas pelo próprio texto como em conhecimentos que o leitor possui. Boa parte do conteúdo de um texto pode ser antecipada ou inferida em função do contexto: portadores, circunstâncias de aparição ou propriedades do texto. As técnicas e estratégias aqui apresentadas estão indicadas neste manual em Notas por unidade e foram utilizadas para a construção dos exercícios de leitura.

After Reading (atividades de pós-leitura) As atividades de pós-leitura estimulam o aluno a voltar ao texto para rever ou procurar informações de forma eficiente, a questionar/reconstruir o que entendeu, a refletir sobre as mensagens lidas, a relacionar o que leu com suas próprias experiências e conhecimentos, a expandir sua aprendizagem de forma crítica e consciente, a compartilhar descobertas, a opinar e a trabalhar de forma colaborativa.

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› Leia o comando de cada exercício e explique o que deve ser feito. › Faça a correção oralmente e esclareça dúvidas. Tradução dos textos A tradução dos textos é apresentada no manual apenas para um conforto maior do professor. Exceto por uma ou outra frase, desaconselhamos firmemente o professor a pedir a tradução do texto para os alunos. A tradução é uma competência em si, diferente da competência que se procura desenvolver no aluno do Ensino Médio. Off the Record Os textos da seção Off the Record são oferecidos como recursos adicionais para o professor – uma carta na manga. Os textos em

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português podem servir como estímulo à pesquisa sobre um determinado assunto, para o embasamento de discussões ou como curiosidade. Os textos em inglês podem ser usados como uma oferta de leitura adicional para os alunos com maior conhecimento do idioma; podem também ser utilizados como material para a preparação de avaliações ou de qualquer outra forma, dependendo das possibilidades e dificuldades da turma. › As informações contidas em cada texto podem ser apresentadas como curiosidade. Nesse caso, uma forma agradável de fazer isso é comentar a curiosidade como quem conta uma história. › Se decidir ler o texto para os alunos, tenha o cuidado para não o fazer de forma monótona e pouco expressiva.

Reading and speaking (produção oral a partir de texto base)

Prepare os alunos para o texto que eles vão ler. Isso pode ser feito por meio da observação das imagens e informações sobre o assunto do texto (ver boxes Off the Record em Notas por unidade). › Leia o comando e o exemplo e explique aos alunos o procedimento. › Usando as palavras indicadas, peça a eles que, em duplas ou pequenos grupos, pratiquem diálogos sobre o tema explorado no texto. › Se o tempo disponível não for suficiente, o exercício A pode ser feito oralmente pelo professor e os alunos. Veja em Notas por unidade mais sugestões sobre a abordagem de cada texto e notas culturais.

Vocabulary Expansion Esta seção objetiva fixar e expandir o conteúdo lexical por meio de atividades variadas, que fornecem, de forma gradativa, elementos importantes para a compreensão e a prática da leitura por meio de exercícios com falsos cognatos, sinônimos, antônimos, prefixos, sufixos, etc. › Leia o comando de cada exercício e explique o que deve ser feito. › Faça a correção oralmente e esclareça dúvidas.

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Language in Use O objetivo desta seção é propor aos alunos uma atividade de produção textual, prioritariamente na forma oral, expondo-os a diversos temas sobre os quais devem conversar e estabelecer relações com o mundo à sua volta. Três atividades podem compor esta seção: diálogo (perguntas e respostas) a respeito de um texto apresentado, conversas pessoais decorrentes desse texto e produção escrita.

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Now it’s your turn! (exploração das informações)

› Leia o comando e explique o procedimento. › Os alunos, em duplas ou grupos, devem produzir diálogos valendo-se do tema e do vocabulário apresentados no texto base.

Writing Esta atividade deve ser feita, de preferência, individualmente ou em duplas. Os alunos devem produzir um texto sobre o tema proposto. Não havendo condições para a correção de todos os trabalhos, selecione alguns a cada vez que recolhê-los, de forma que, ao longo do tempo, possa ter uma noção da produção escrita de cada aluno. Outra possibilidade é fazer a correção oralmente. Para isso, pode-se pedir a voluntários que leiam suas produções para a classe.

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Demais partes do livro Grammar Diagnostic Tests and Grammar Files O objetivo desta seção inicial é fazer um diagnóstico da competência do aluno em relação a alguns itens que consideramos fundamentais para a continuidade harmoniosa da aprendizagem da língua inglesa no Ensino Médio. Os itens abrangidos neste diagnóstico podem ser vistos como pré-requisitos para a etapa que ora se inicia. Espera-se, com isso, proporcionar ao professor uma visão geral da sua turma e, ao aluno, uma ideia de como está a sua competência quanto a alguns aspectos da língua inglesa. Mais do que apontar possíveis falhas, esse diagnóstico deve servir para que o aluno perceba o quanto já aprendeu até o momento. › Inicie informando aos alunos a finalidade do teste. › Os alunos devem fazer o teste recorrendo aos Grammar Diagnostic Files, se necessário.

mada Extra Practice, é possibilitar ao aluno a verificação do que foi assimilado do ponto de vista das estruturas linguísticas trabalhadas e do que ainda necessita de um pouco mais de prática. › Explique o que deve ser feito. › Incentive os alunos a fazer os exercícios em casa. › Faça a correção oralmente e esclareça dúvidas.

Job Corner Além de informações objetivas acerca de algumas profissões, esta seção permite aos alunos refletir sobre o mundo do trabalho, a questão da empregabilidade e outros pontos correlatos. › Incentive os alunos a ler os textos em casa. › Esclareça dúvidas quando solicitado.

› Faça a correção oralmente e esclareça dúvidas.

Apêndices

› Incentive os alunos a recorrer aos Grammar Diagnostic Files no decorrer do curso para sanar dúvidas de itens básicos.

Os apêndices constituem uma oferta adicional de material de trabalho a que os alunos podem recorrer como um apoio ou uma complementação de suas atividades de aprendizagem na sala de aula ou em casa. Compõem-se de:

Extra Practice Uma vez que entendemos a avaliação como um processo de reflexão não apenas sobre o aprendizado, como também sobre o ensino, é justo imaginar que tanto o aluno quanto o professor tenham momentos em que parem e verifiquem o que foi trabalhado em um determinado período. Por esse motivo, criamos uma seção de revisão a cada duas unidades. O objetivo dessa seção, cha-

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› Extra Reading (13 textos adicionais);

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› Glossary (espécie de dicionário bilíngue que contém, além de palavras e expressões, ilustrações temáticas); › Irregular Verbs List (lista de verbos irregulares); › Referências bibliográficas (lista de livros, filmes e sites sugeridos).

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Challenge manual do professor