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Sexta-feira, 07 de fevereiro de 2014

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Sexta-feira, 07 de fevereiro de 2014

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Grupo dos nove impede abertura de Comissão Processante A pintura nova do Cemitério e outros prédios, que abrigam órgãos públicos, não estaria correspondendo ao que foi estabelecido na lei criada em 2011

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amarelo e o cemitério não seria bem um prédio público, pois é uma construção vertical. A lei foi criada em 2011 pelo vereador Willer Costa Mendes, juntamente com Cristina Ghizzi, vereadora na época, prevendo não onerar os cofres públicos com pinturas de cunho eleitoral. O fato que levou a Câmara a criar essa lei, foi a atitude do ex- prefeito César Perúcio de pintar os prédios públicos da cor do seu partido. Dessa forma, a lei coibi a promoção eleitoral ficando estabelecido, que os prédios públicos poderia apenas ser pintados de cores neutras, como bege e branca. Entretanto, a nova administração pública realizou no final do ano passado reformas no Cemitério Municipal, que recebeu pinturas novas na cor amarela. Essa atitude despertou a indagação do cidadão Márcio Campos, quanto a cor utilizada, pois não estaria correspondendo ao que foi estabelecido na lei.

Folha do Vale

a sessão ordinária, realizada na Câmara municipal de Itararé, no último dia 03 de fevereiro, o grupo dos nove, formado pelos vereadores da situação, assim denominado pela prefeita, impediu que a Comissão Processante que visa apurar suposta infração político administrativa cometida pela prefeita municipal, Cristina Ghizzi, não cumprindo a Lei Municipal nº 3382/11 que disciplina a pintura dos prédios públicos. Nota-se que a reunião da prefeita realizada com nove vereadores, já surtiu o efeito esperado pela mesma, uma vez que a Comissão Processante já dividiu opiniões na casa de leis. Laércio Amado, Júlio Soares, Rodrigo Fadel e Dr. Júnior se posicionaram dizendo que a lei é clara e tal atitude constitui em infração e a responsabilidade por tal apuração é dos vereadores. Já o grupo dos nove se manifestou dizendo que não há diferenças claras entre as tonalidades de bege e

Falta de água obriga creches do município a suspenderem aulas Estiagem reduz em 50% a capacidade de abastecimento de água em Itararé

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a última semana os pais de algumas creches do município se surpreenderam com a suspensão das aulas por tempo indeterminado, a alegação é a falta de água que atinge alguns bairros de Itararé. Segundo a empresa responsável pelo abastecimento de água do município de Itararé, a Sapesp, o problema vem ocorrendo devido a estiagem de quase 4 meses que na região de Itararé. De acordo com a Sabesp, o volume de água na represa do Ribeirão Três Barras e no rio Itararé está muito abaixo do necessário. A redução da capacidade já está em torno de 50%. O gerente da

Sabesp, Júlio Hernanes, explica que os dois reservatórios da cidade, que comportam juntos 2,2 milhões de litros de água estão vazios. Na estação de tratamento a situação também é desanimadora. A água que costuma transbordar está abaixo do volume ideal. Na visão do gerente da Sabesp, a região vive um momento que há tempos não se via. “Há pelo menos três meses não chove, em períodos normais, tratamos 140 litros de água por segundo, mas a barragem está com a metade da capacidade, ou seja, entre 70 e 75 litros por segundo”, explica

Hernanes. Hernanes comenta ainda, que a má notícia é que o volume de água só diminui devido à falta de chuva. Diz que o projeto seria instalar um terceiro conjunto de barragem para melhorar a vazão, mas o rio continua secando e o consumo aumentando. “Pedimos para que a população economize água, que tenha consciência que a economia nesse momento é muito importante, principalmente evitando a lavagem de carros, calçadas, quintal, piscinas, entre outros itens que consomem muita água e que podem ser evitados”, comenta.

Folhadovale pagina 3  
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