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Agrupamento de Escolas de Lamaçães

Ricardo Matos 9º8 Nº 16 ICCR 2011/12


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Relatório da Visita de Estudo ao Visionarium

Índice Introdução .............................................................................................................3 Código.....................................................................................................................4 Códigos e Cifras ...................................................................................................4 Código de Barras ..................................................................................................5 Braille ......................................................................................................................5 Cifras.......................................................................................................................6 Criptografia ...........................................................................................................6 Telégrafo ................................................................................................................7 Código de Morse ..................................................................................................8 Conclusão ..............................................................................................................9 Bibliografia ......................................................................................................... 10

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Relatório da Visita de Estudo ao Visionarium

Introdução Este trabalho surgiu no âmbito da disciplina de ICCR que é lecionada no 9º ano da e que tem como finalidade a reflexão da seguinte questão: O Mundo Codificado e a Telégrafo? Este trabalho surgiu da realização de uma visita de estudo a um Visionarium.

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Código

Um código é simplesmente um conjunto de elementos. Um código é composto pelas palavras 0 e 1. A motivação para a utilização de códigos pode ser a mais variada, mas, estará normalmente associada a pelo menos uma das seguintes necessidades: 1) Criptografia; 2) Compressão de informação; 3) Evitar a deterioração de informação.

Códigos e Cifras Códigos e cifras sempre fizeram parte de nosso dia a dia. Atualmente, em tempos digitais, é quase impossível termos informações desprotegidas. É então que aparece a criptografia, responsável por estudar as maneiras usadas para codificar e decodificar uma mensagem enviada. O que a maioria das pessoas não sabe, entretanto, é que muitos desses códigos e processos de codificação eram inspirados em similares mais antigos. Isso não significa que os atuais criptógrafos se valem apenas de códigos antigos, mas podemos ver com clareza que mesmo os logaritmos mais modernos têm um antepassado que gerou sua atual forma complexa.

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Agora vou dar dois exemplos de códigos, como por exemplo:

Código de Barras Código de barras é uma representação gráfica de dados numéricos ou alfanuméricos. A decodificação dos dados é realizada por um tipo de scanner - o leitor de código de barras que emite um raio vermelho que percorre todas as barras. Onde a barra for escura, a luz é absorvida; onde a barra for clara, a luz é refletida novamente para o leitor. Os dados capturados nessa leitura ótica são compreendidos pelo computador, que por sua vez converte-os em letras ou números humano-legíveis.

Braille Braille é um sistema de leitura com o tato para cegos inventado pelo francês Louis Braille no ano de 1827 em Paris. O sistema de Braille aproveita-se da sensibilidade epicrítica do ser humano, a capacidade de distinguir na polpa digital pequenas diferenças de posicionamento entre dois pontos diferentes. Um cego experiente pode ler duzentas palavras por minuto.

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Cifras Criptografia é o estudo dos princípios e técnicas pelas quais a informação pode ser transformada da sua forma original para outra ilegível, de forma que possa ser conhecida apenas por seu destinatário, o que a torna difícil de ser lida por alguém não autorizado. Assim sendo, só o recetor da mensagem pode ler a informação com facilidade. É um ramo da Matemática, parte da Criptologia. Nos dias atuais, onde grande parte dos dados é digital, sendo representados por bits, o processo de criptografia é basicamente feito por algoritmos que fazem o embaralhamento dos bits desses dados a partir de uma determinada chave ou par de chaves, dependendo do sistema criptográfico escolhido.

Criptografia Criptografia é o estudo dos princípios e técnicas pelas quais a informação pode ser transformada da sua forma original para outra ilegível, de forma que possa ser conhecida apenas por seu destinatário (detentor da "chave secreta"), o que a torna difícil de ser lida por alguém não autorizado. Assim sendo, só o recetor da mensagem pode ler a informação com facilidade. É um ramo da Matemática, parte da Criptologia.

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Telégrafo A telegrafia foi inventada por Samuel Finley Breese Morse, nascido em 27 de Abril de 1791, em Charlestown, Massachusetts, Estados Unidos. Estudou no Yale College, onde se interessou por eletricidade. Em 1832, durante uma viagem de navio, participou de uma conversa sobre o eletroíman, dispositivo ainda pouco conhecido. Em 1835 construiu finalmente seu primeiro protótipo funcional de um telégrafo, pesquisando-o até 1837, quando finalmente passou a dedicar-se inteiramente ao seu invento. Em meados de 1838 finalmente estava com um código de sinais realmente funcional chamado Código Morse. Conseguindo em 1843 recursos financeiros para seu invento através do Congresso norte-americano, em 1844 foi terminada a primeira linha telegráfica ligando Baltimore a Washington, DC, quando se deu a primeira transmissão oficial cuja mensagem foi: What hath God wrought! A telegrafia foi muito utilizada pelas corporações militares. A partir da Segunda Guerra Mundial passou a ser usada em paralelo com outras modalidades de transmissão como o SSB Single Side Band, atualmente utiliza-se o rádio pacote para comunicações criptografadas mas o código morse ainda continua sendo usado em NDB que são uma espécie de rádio farol utilizado na navegação aérea e marítima. Também alguns satélites utilizam o código morse para seu sinal de identificação e localização por telemetria. Samuel Morse faleceu em 2 de Abril de 1872, em Nova York. Ainda hoje o Código Morse é amplamente utilizado no mundo inteiro pelo radioamadorismo todos os dias milhares de pontos e traços cruzam os ares através das transmissões de milhares de entusiastas deste modo de emissão.

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Código de Morse O código morse é um sistema de representação de letras, números e sinais de pontuação através de um sinal codificado enviado intermitentemente. Foi desenvolvido por Samuel Morse em 1835, criador do telégrafo elétrico (importante meio de comunicação a distância), dispositivo que utiliza correntes elétricas para controlar eletroímanes que funcionam para emissão ou receção de sinais. Uma mensagem codificada em Morse pode ser transmitida de várias maneiras em pulsos (ou tons) curtos e longos:    

Pulsos elétricos transmitidos em um cabo; Ondas mecânicas (perturbações sonoras); Sinais visuais (luzes acendendo e apagando); Ondas eletromagnéticas (sinais de rádio);

Este sistema representa letras, números e sinais de pontuação apenas com uma sequência de pontos, traços, e espaços.

Ricardo: ._. /.. /_._. / ._ / ._. / _.. / ___ CEF: _._. / . / .._. 16: .____ / _....

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Conclusão Gostei muito de fazer este trabalho que foi proposto pelo professor Daniel Pimenta de ICCR, depois de uma visita a um Visionarium em Santa Maria da Feira no Porto. Assim fiquei a saber mais sobre o que é um mundo codificado, código e cifras, código de barras, cifras, braille, código morse, telégrafo e sobre a criptografia.

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Bibliografia  http://books.google.com/books/about/O_mundo_c odificado.html?id=k8_JLWRVTxsC;  http://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%B3digo_de_barr as;  http://pt.wikipedia.org/wiki/Braille;  http://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%B3digo_morse;  http://pt.wikipedia.org/wiki/Telegrafia;  http://pt.wikipedia.org/wiki/Telegrafiahttp://pt.wi kipedia.org/wiki/Telegrafia;  http://pt.wikipedia.org/imagens.

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