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Introdução A conjuntura que atravessamos exige de nós uma maior criatividade ao nível das soluções. Impõe contenção em despesas não produtivas e uma aposta clara dos orçamentos municipais nas áreas sociais e em projetos com comparticipação comunitária, o que pretendemos para o próximo quadro 2014-2020.

Santarém tem de ser um concelho atrativo para investir, viver, trabalhar e visitar. E todas estas componentes agregam-se em torno das pessoas. A política faz sentido apenas quando é desempenhada a pensar nas pessoas, no bem comum e no interesse coletivo.

Está na hora de, uma vez por todas, existir uma gestão responsável dos recursos públicos, com exigências de transparência, rigor e, principalmente, boa escolha das prioridades.

Consideramos que não podemos passar todas as nossas mensagens, por meio físico escrito aos eleitores. Definimos as prioridades, assentes em cinco eixos estratégicos. O programa desenvolvido pode ser consultado em www.ricardogoncalves2013.pt.

A afirmação de Santarém no contexto regional, como concelho com capacidades para liderar uma estratégia de desenvolvimento, a todos os níveis, para a região do Ribatejo, articulando com a grande Lisboa e a região Centro, constituirá a nossa missão.

“Ser escalabitano é olhar para o nosso concelho e…ter ambição, ter vontade e ter um projeto.” Ricardo Gonçalves, 15.06.2013, Apresentação da candidatura.


CUIDAR DOS QUE MAIS PRECISAM, DAS CRIANÇAS AOS MAIS VELHOS A INTERVENÇÃO NA ÁREA SOCIAL COMO A PRINCIPAL MISSÃO DE UMA AUTARQUIA

A conjuntura atual, com diversas famílias a atravessarem problemas de índole económico-financeira, tem de influenciar fortemente qualquer programa eleitoral autárquico. As pessoas são o centro da atuação política, a dignidade da pessoa humana tem de ser o expoente máximo da intervenção pública. Cuidar de Santarém tem de começar por cuidar dos que mais precisam de nós. E muito temos feito nos últimos tempos nesta área. Desde as cantinas sociais em parceria com a Segurança Social e as IPSS, os apoios concedidos para a construção de lares e centros de dia, o recente programa “quarto crescente” que junta os idosos aos jovens estudantes combatendo o isolamento e exclusão social dos idosos, passando por todas as iniciativas que recentemente temos desenvolvido para envolver idosos e crianças, a teleassistência que implementámos no nosso concelho, o gabinete de apoio à vitima, o apoio aos arrendamentos, a habitação social, são tudo exemplos de que estamos muito atentos a esta área e que, políticas à parte, continuará a ser a nossa maior prioridade. Neste domínio apresentamos as seguintes propostas: Projeto “Balcão Único Social”: Finalização do projeto em curso, no âmbito do Modelo de Intervenção Integrada, pretende-se o atendimento social integrado por todas as instituições com competências na matéria, evitando duplicações de contactos, ausências de respostas sociais, maximizando os recursos e disponibilizando um melhor serviço aos munícipes;

Linhas Estratégicas Prioritárias

Programa “Censos Social de Santarém”: Promover, em conjunto com os parceiros sociais do CLASS, um diagnóstico social, com inquéritos a todas as famílias, como forma de conhecer as necessidades mais ocultas, a pobreza envergonhada e os problemas sociais sem encaminhamento, para uma intervenção mais direcionada e eficaz;


Programa “Espaços para Todos”: Construção de espaços de convívio para idosos, em parceria com as IPSS e coletividades. A intervenção social passa, em grande media, pelo combate à exclusão. A construção de infra-estruturas é importante, mas outros espaços de encontro, de vivência – aproveitando infra-estruturas existentes - são essenciais para promover o encontro inter-geracional, entre idosos e crianças e jovens em idade escolar; Projeto “Troca de Afetos”: Promover a conjugação entre as instituições de apoio aos idosos e as escolas, em que os idosos podem colaborar na ocupação dos tempos livres das crianças e estas na animação dos primeiros; Projeto “Manuais para ti”: Promoção de um programa municipal de troca de manuais escolares e oferta de material aos alunos mais carenciados, em parceria com as Juntas de Freguesia, IPSS e coletividades; Projeto “Estamos aqui”: Desenvolvimento de projeto pedagógico interinstitucional para sensibilização das crianças e jovens, nas escolas, sobre os problemas de violência, toxicodependência e outros fenómenos de exclusão social; Projeto “Santarém Acolhe”: Criação de Casa de Acolhimento a vítimas de violência doméstica; Programa “Escolas Escalabitanas”: Promoção da melhoria das condições das escolas do concelho, quer ao nível das instalações, quer dos equipamentos pedagógicos, recorrendo às novas tecnologias para o ensino; Programa “Complemento”: Implementação de programa de ocupação de tempos livres de crianças em idade escolar, envolvendo os agentes públicos e privados, colmatando os horários não cobertos pelo Ministério da Educação, bem como as férias escolares. Projeto “Jogos Concelhios”: Programa de concertação de atividades desportivas, desenvolvido em parceria com clubes e associações do concelho, potenciando a prática desportiva de crianças, jovens e idosos de todas as freguesias;

Programa “Sou sócio”: Apoio aos clubes desportivos e associações culturais e recreativas do concelho, aproveitando as condições preferenciais do município, através da oferta de mailings de cobrança de quotas com pagamento por multibanco e realização de reuniões de captação de mecenato desportivo, com empresários; Programa “Espetáculo!”: Integração das associações desportivas e culturais nos eventos municipais, como protagonistas de espetáculos e animações a decorrer no concelho; Programa “Espaços Desportivos”: Reforço e requalificação das infra-estruturas desportivas do concelho; Projeto “Escola Ativa”: implementação de um programa de promoção de estilos de vida saudáveis destinado a crianças e jovens,que envolve as áreas da saúde, da educação e da sociedade civil. Preconiza consultas de vigilância médica, apoio de nutricionistas, avaliação da Aptidão Física, formação de professores e Encarregados de Educação e acompanhamento sistemático das atividades físicas da criança. Projeto “Caderneta do Praticante”: Criação de um programa destinado a potenciar o número de praticantes e a combater o sedentarismo, em especial na população juvenil e idosa. Preconiza uma apropriação de hábitos de exercício físico, através da criação de caderneta, com guia de prática desportiva e objetivos a concretizar, os quais serão aferidos e comprovados através de selos ou carimbos; Projeto “Bolsa do Voluntariado Desportivo”: Captação de cidadãos voluntários que auxiliarão os clubes desportivos nas suas diversas tarefas e na organização de provas desportivas; Projeto “Desporto na Rua”: Dinamizar atividades desportivas informais, em espaço público e/ou equipamentos municipais nos finais de tarde e fins-de-semana. Concertação de atividades com clubes, ginásios e coletividades como forma de promoção de estilos de vida saudáveis; Projeto “Cheque Educação”: Atribuição de bolsas para estudantes, dos diferentes graus de ensino, residentes no concelho, na modalidade de material escolar, apoio a propinas, apoio ao estudo, ponderando o mérito com os rendimentos familiares. Este capítulo estende-se, naturalmente, nos seguintes, uma vez que todos os projetos e propostas têm como fim as pessoas, o seu bem-estar e qualidade de vida.


CUIDAR DO ESPAÇO PÚBLICO E ACESSIBILIDADES A INTERVENÇÃO PLANEADA E CONSTANTE NA MELHORIA DO ESPAÇO PÚBLICO, DAS ACESSIBILIDADES E TRANSPORTES

O espaço público, os jardins, as ruas, os parques são o coração das cidades. É neles que as pessoas se encontram, convivem e desfrutam dos seus tempos de lazer. Nos últimos anos, a autarquia investiu, com o recurso a fundos comunitários, centenas de milhares de euros na requalificação do espaço público no concelho. Muitos foram os jardins da cidade e de outras freguesias que foram recuperados para a utilização coletiva. Muitos quilómetros de condutas de saneamento básico foram espalhadas pelo concelho, alcançando-se, neste momento, uma cobertura próxima dos 100%. A aposta na construção e requalificação dos espaços de jogo e recreio, levou a que a autarquia tivesse intervencionado 56 espaços desta natureza, nos últimos 8 anos.


Neste domínio propomos: Continuação da manutenção e pavimentação de estradas em todo o concelho, como forma de melhorar as acessibilidades entre lugares e destes com a cidade; Conclusão das obras de saneamento, com o asfaltamento das estradas intervencionadas e marcação dos pavimentos, bem como a ligação de todos os fogos ao sistema municipal; Conclusão das obras em curso, já adjudicadas, de intervenção em espaço público e equipamentos: i) Rua 31 de janeiro e Jardim de S. Bento, dotando esta via de melhores condições de trânsito de veículos, peões e bicicletas; ii) Centro Escolar do Sacapeito; iii) Requalificação e repavimentação da Estrada da Estação; iv) Loja do Cidadão; Projeto “Espaço Público Sobre Rodas”: Constituição de equipa multidisciplinar para intervenção em Espaço Público nos domínios da limpeza de ruas, cortes de ervas, arranjos em iluminação, sinalização e mobiliário urbano. A equipa será afeta a esta única função, como forma de não existirem sobreposições com outros trabalhos e alcançar-se uma maior eficácia; Programa “Santarém Limpa”: Dissuasão por publicidade como forma de denunciar e pressionar os proprietários de imóveis que não procedem à respetiva limpeza de ervas e obras de conservação que põem em causa a segurança e saúde pública. Será criado um gabinete com esta exclusiva função, com recursos internos da autarquia, que após não cumprimento da ordem municipal para limpeza ou obras, afixará no imóvel, em edital e em placas, a respetiva identificação, denunciando publicamente o desrespeito pelas normas e regulamentos. A autarquia substituir-se-á aos proprietários faltosos, quando a lei o permita, e afixará de novo o valor gasto e a dívida, com nova identificação do faltoso e devedor;

Criação da “Bolsa do Voluntariado Público”: Captar voluntários para proceder à identificação de necessidades de pequenos arranjos e obras em espaço público, que devem propor soluções e até proceder à intervenção a par dos serviços municipais; Intervir junto da concessionária de transportes urbanos para a criação de novas rotas, promovendo a ligação de todas as zonas urbanas e da cidade com as freguesias, com mais trajetos e diminuição de espaço entre partidas. Uma boa rede de transportes reduz as assimetrias dentro do concelho e ajuda as famílias no seu dia-a-dia, reduzindo igualmente a utilização das viaturas particulares com consequentes ganhos ambientais; Promover uma educação ambiental e diminuir a “pegada ecológica” da atividade municipal, o que faremos com: ações de sensibilização junto das escolas e dos cidadãos em geral, e através de um controlo apertado das deslocações em viaturas municipais, evitando trajetos e deslocações desnecessárias; através da conclusão do processo de gestão documental que eliminará o papel nos processos internos de informação, despacho e deliberação e através da conclusão do processo de gestão de iluminação pública, que permitirá a diminuição de consumos de energia na iluminação pública e nos edifícios municipais, com recurso, sempre que possível, às energias renováveis.


CUIDAR DOS NOSSOS JOVENS E DAR-LHES OPORTUNIDADES A CRIAÇÃO DE OPORTUNIDADES AOS NOSSOS JOVENS PASSA, ESSENCIALMENTE, POR CAPTAR EMPRESAS, FOMENTAR O EMPREENDEDORISMO E A CRIATIVIDADE EMPRESARIAL COMO FORMA DE COMBATER O DESEMPREGO E AQUI FIXAR AS FAMÍLIAS.

Uma das principais prioridades desta candidatura passa pela captação de investimento, de novas empresas, que criem emprego e aqui fixem pessoas para viver. Santarém tem condições geográficas ímpares para se afirmar na disputa regional com outras cidades da zona peri-urbana de Lisboa e da zona centro. A confluência em Santarém de excelentes acessibilidades nacionais, situando-se a poucos minutos dos grandes centros e entrepostos, constituem uma riqueza com enorme potencial que urge aproveitar e dinamizar. Não poderemos esquecer a aposta na educação e formação, colaborando nestes processos, como forma de ajudar os nossos jovens na sua preparação pessoal e profissional.


Neste domínio queremos: Apoiar a criação e melhoria dos espaços para instalação de empresas, com a intervenção urgente na Zona Industrial de Santarém, Pernes e Alcanede, e apoio ao desenvolvimento da nova ALE dos Parques de Negócios do Vale do Tejo; Potenciação do recém-criado “Centro de Inovação Empresarial”, espaço de excelência para a incubação de novas empresas, com prestação de apoio à criação de negócios criativos e inovadores, desenvolvendo Santarém como cidade criativa; Promover formação específica de quadros, envolvendo a comunidade escolar e académica, utilizando os docentes do concelho na preparação dos jovens em matérias específicas e de empregabilidade, maximizando os recursos existentes no fortalecimento das competências e na procura de emprego; Potenciar as ligações entre os empresários e as suas associações e o ensino regular, técnico-profissional e superior do concelho, potenciando a empregabilidade, a investigação e o desenvolvimento tecnológico; Promover o “Fórum da Empregabilidade”, espaço facilitador do encontro entre a oferta e procura de emprego, e conceder benefícios, através de regulamento, às empresas que promovam estágios profissionais e oferta de 1.º emprego no concelho; Constituição da Equipa “InvestSTR”: Profissionalizar a captação de novas empresas para o concelho, através da constituição de uma equipa multidisciplinar, com recursos internos, com a exclusiva missão de captar empresas, acompanhar os seus processos de licenciamento e investimento e articular os apoios concedidos por outras entidades públicas;

Concluir a Revisão do PDM, prevendo os espaços preferencialmente destinados à instalação de empresas e permitindo uma nova definição de aglomerados urbanos, que possibilite a construção aos jovens que pretendem continuar a viver na sua freguesia natal; Desenvolver programas de estágios profissionais e formação de ativos e desempregados, nos serviços municipais e empresas, em parceria com o IEFP; Criação do Prémio “Melhor Empresa do Concelho”: Forma de divulgar as boas práticas de empresas e premiar o seu mérito, valorizando a sua intervenção no concelho, na criação de emprego, melhor local para trabalhar, na melhoria ambiental, no mecenato e outras mais-valias para Santarém.


CUIDAR DO NOSSO PATRIMÓNIO E COMÉRCIO LOCAL;


CENTRO HISTÓRICO: UM NÚCLEO COM ELEVADO POTENCIAL QUE URGE DINAMIZAR DE FORMA INTEGRADA

As propostas:

Queremos intervir de forma planeada e integrada no Centro Histórico, no Património Cultural, no Turismo e na Reabilitação Urbana.

Criação do “Gestor do Centro Histórico”, trabalhador da autarquia que terá como única missão a gestão do centro histórico, em estreita colaboração com as associações de comerciantes e empresários e com a Junta de Freguesia da Cidade, nos domínios da limpeza, intervenções em espaço público, eventos, promoção de programas de divulgação de novos negócios, modernização comercial, captação de fundos comunitários para apoio ao comércio e reabilitação, entre outros objetivos comuns da autarquia e comerciantes;

Estas matérias, pela sua grande importância para Santarém, têm de envolver os diferentes agentes e entidades que têm responsabilidade nas respetivas áreas, desde a nova Entidade Regional de Turismo, o Estado, a Igreja, a Misericórdia, os comerciantes e outros privados. O nosso Centro Histórico está a sofrer do mesmo mal de tantos outros centros pelo país fora e até no estrangeiro. O estado da economia afeta o pequeno comércio, impossibilita a reabilitação dos imóveis pelos seus proprietários, afasta o turismo. E este não é um mal exclusivo de Santarém. Queremos um centro histórico com vida, habitado, onde exista divertimento e onde as famílias tenham gosto de passear. Não queremos lojas vazias, património degradado e os turistas a passarem de fugida. Vamos propor a gestão integrada de todo o património, como chave para a reabilitação urbana do nosso centro histórico, ganhando massa crítica, aproveitando fundos de regeneração, que possam permitir a reabilitação dos imóveis comerciais e habitacionais e também do nosso precioso património cultural e histórico. Queremos tornar Santarém numa cidade de referência nos roteiros turísticos nacionais e internacionais. Queremos entrar na rota das cidades portuguesas que todos visitam. Porque temos um património histórico notável, uma paisagem natural de uma beleza única, temos uma gastronomia maravilhosa e festas e tradições ligadas ao toiro e ao cavalo que nos distinguem de todas as outras regiões.

Concluir a implementação do projeto de “internet wireless gratuita” em todo o Centro Histórico; Criar um protocolo de “Gestão Integrada do Património Municipal”, confluindo as vontades e os meios do estado, da igreja, da misericórdia e dos privados, para a reabilitação, manutenção e intervenção em todo o património cultural, religioso e turístico da nossa cidade; Criação da “Incubadora de Artes”: Sedear no Centro Histórico os agentes culturais do concelho, nas mais variadas expressões, oferecendo espaço para as suas sedes e trabalho, em troca de animação constante do centro histórico e orientação para o acompanhamento de novos artistas; Criação de roteiros internos que fidelizem os turistas religiosos, criando, com a hotelaria e restauração, as condições para autonomizar o destino Santarém nas visitas de turismo religioso, potenciando o nosso património como um todo, alicerçado no Santíssimo Milagre, mas acrescentando os demais monumentos; Promover a integração de Santarém nos roteiros turísticos de Lisboa e do Oeste, complementando os destinos da capital, de praia e golfe com o nosso turismo cultural, religioso e gastronómico;


A reabilitação urbana será uma prioridade. Esta tem de ser integrada, olhando para a Ribeira de Santarém e para o Centro Histórico como um todo. O executivo continuará a pressionar – na senda do que tem feito e que levou o Secretário de Estado das Obras Públicas a comprometer-se, há poucos dias em Santarém, com a inscrição da obra de estabilização das barreiras no orçamento de estado em 2014 – o Governo para a obra de estabilização das barreiras e a deslocalização da linha férrea do Norte. Estas duas condicionantes emperram a profunda reabilitação que se impõe, da zona ribeirinha ligada com o planalto (2 ARU’s já definidas no âmbito da SRU Intermunicipal). Prosseguiremos com a reabilitação, de forma integrada com as demais entidades públicas e os privados, criando programas de apoio aos proprietários (projetos, financiamento, encontro com a procura de compra e arrendamento) para que se inicie uma profunda alteração do edificado urbano do Centro Histórico; Concluir o projeto de requalificação do Mercado Municipal: Acrescentar valências de restauração, lojas de arte, com espaço polivalente para manifestações culturais, a par da continuidade, em espaço redimensionado do mercado tradicional. Esta proposta visa preservar o património qualificado, potenciando a utilização turística e de lazer; Promover o programa de arrendamento jovem “Jovens ao Centro”, para o centro histórico, em parceria com os proprietários e entidades bancárias, em que as rendas serão bonificadas, através de uma intervenção nos imóveis por parte dos arrendatários, mediante empréstimo a longo prazo, que permita criar boas condições de habitabilidade, com rendas baixas; Promover o programa “Nova Loja”, com benefícios e isenções de taxas municipais para instalação de novo comércio no centro histórico, em que a autarquia reunirá os proprietários do espaços comerciais, influenciando o abaixamento dos valores de arrendamento, com períodos de carência ou bonificação de renda de 6 meses, para a criação de novos espaços comerciais de negócios em franchising ou inovadores, e a utilização das montras de lojas devolutas para aproveitamento por outros espaços em funcionamento;

Reforçar a segurança no Centro Histórico: A vivência do Centro Histórico pode trazer mais segurança ao espaço. No entanto consideramos urgente mobilizar os meios municipais para, em parceria com as autoridades, potenciarem, imediatamente, maior segurança no Centro Histórico; Criação da figura do “Guia Turístico Municipal”, que intervirá ativamente junto dos operadores turísticos, fazendo a recepção às visitas programadas, procurando influenciar a visita aos monumentos e ao comércio tradicional do Centro histórico; Implementação do projeto “Esplanada 365”, criando, com a colaboração de privados, a manutenção das esplanadas de cafés e restaurantes o ano inteiro, com proteções e aquecimento, potenciando o usufruto do espaço público e o divertimento diurno e noturno da nossa cidade;


CUIDAR DAS NOSSAS FREGUESIAS E COLETIVIDADES AS FREGUESIAS E AS COLETIVIDADES COMO OS PARCEIROS CERTOS E FORTES PARA O DESENVOLVIMENTO DO CONCELHO

Sempre defendemos a descentralização de competências para as freguesias. Nos últimos 8 anos tivemos as Juntas de freguesia e as coletividades como parceiros ativos, respeitando-as, atribuindo-lhes competências e meios. Acreditamos na sua capacidade de gestão, no potencial de fazerem mais por menos. E queremos que assim continue, reforçando sempre as suas competências e meios.


Propomos: Reforçar as competências das Juntas de Freguesia nas áreas de intervenção em espaço público, intervenção social e realização de investimentos locais; Atribuir os meios financeiros necessários para a prossecução das competências delegadas, sem atrasos e de forma rigorosa, sem distinguir o partido pelo qual o executivo foi eleito, aplicando e prosseguindo os princípios da transparência e igualdade; Ouvir e dar voz às freguesias em projetos estratégicos para o Concelho, porque para nós o concelho é composto por todos os lugares e vilas, e queremos uma participação cívica ativa em todo o território; Apoiar as coletividades nas suas atividades e investimentos. São elas as promotoras de programas nacionais e municipais e defendem as tradições do concelho dentro e fora dele; Potenciar o desenvolvimento de programas e eventos de dimensão nacional e internacional pelas nossas associações desportivas e culturais; Privilegiar as associações na aquisição de serviços para o Município que possam por elas ser desenvolvidos, potenciando a manutenção da riqueza no concelho e possibilitando que os benefícios possam ser utilizados na prossecução do objeto de cada associação; Privilegiar a atuação dos artistas locais na programação cultural dos equipamentos municipais e nas manifestações culturais das freguesias;

Envolver as Juntas de Freguesia e as coletividades na valorização do “Património Cultural Gastronómico”, criando as condições para a reconversão da Casa do Campino em “Museu Nacional da Gastronomia”, com espaço de formação e experimentação; Continuar a afirmar Santarém como “Cidade Tauromáquica”, enraizando estas tradições na cultura de Santarém, promovendo palestras, visitas, corridas de touros, picarias e outras manifestações durante todo o ano e descentralizadas pelo concelho, sempre que possível;


PARA TANTO:


Para a concretização destes e doutros conteúdos programáticos, aqui necessariamente resumidos, queremos promover uma cultura de excelência organizacional na Câmara Municipal. Queremos continuar a modernizar o funcionamento dos serviços da autarquia, melhorando os tempos de resposta e permitindo que mais serviços possam ser disponibilizados a partir da página da internet do município. Vamos promover a máxima transparência, permitindo que, em tempo real, todos os munícipes possam fiscalizar a utilização dos dinheiros públicos, publicitando diariamente no sitio de internet todas as adjudicações, a evolução da dívida da autarquia, as aquisições postas a concurso e os tempos médios de resposta a pedidos, requerimentos e licenciamentos. Grandes passos foram dados nestes campos nos últimos anos, mas a modernização administrativa está em constante mutação e desenvolvimento, sendo imperioso o acompanhamento da Câmara Municipal de Santarém das melhores práticas e procedimentos em matéria de procedimento administrativo. Para que a sociedade civil possa contribuir ativamente na melhoria da autarquia, propomos criar o Conselho Consultivo, aberto a representantes de entidades públicas e privadas, cidadãos de reconhecido mérito e aos jovens. Queremos uma Câmara Municipal próxima dos cidadãos, de atuação transparente. Estas linhas programáticas são necessariamente complementadas pelos programas das Juntas de Freguesia a apresentar por cada uma das candidaturas. O nosso Programa está em aberto. Aqui estão as linhas estratégicas. Nos próximos dias, iremos continuar a receber os contributos de todos os munícipes que queiram dar ideias para o melhorar. Diariamente publicaremos no nosso sitio na internet da candidatura (www.ricardogoncalves2013.pt) as sugestões que nos cheguem, com a identificação do seu autor. Quem queira participar deve remeter as suas propostas para o email: ricardogoncalves2013@outlook.pt.


Equipa Ricardo Gonçalves, 38 anos, casado e pai de uma filha, nasceu e cresceu no concelho de Santarém. Estudou nas salas do Liceu Sá da Bandeira e da Escola Dr. Ginestal Machado. Licenciou-se em Economia, tendo iniciado a sua vida profissional como gestor de empresas. Tem participado ativamente na vida do seu município, cidade e freguesias. Foi presidente da Junta de Freguesia de Azoia de Baixo, entre 2002 e 2005. Desde 2006 exerceu responsabilidades de vereador em diversos pelouros, assumindo a presidência da autarquia em 2012.

Susana Pita Soares, 41 anos, licenciada em Línguas e Literaturas Modernas pela Universidade de Coimbra e em

Direito pela Universidade Lusíada de Lisboa, pós graduada em Direito da Comunicação e Ciências Jurídico Criminais e mestranda em Direito. Foi assessora na Secretaria de Estado da Cultura, membro do Conselho Executivo da Escola Fernando Casimiro Pereira da Silva, em Rio Maior, assessora da Cultura na Câmara Municipal de Porto de Mós, Diretora do Centro de Emprego de Santarém, chefe de gabinete na Câmara Municipal de Santarém.

Luís Sousa Farinha, 45 anos, natural do Vale de Santarém, licenciado em arquitetura, pela Universidade Lusíada de Lisboa. Desenvolve atividade na ONEUAU, atelier de arquitetura e urbanismo, no qual assume a coordenação de projetos em áreas como a Habitação, Equipamentos, Planeamento e Design. Exerceu funções no Gabinete Técnico Local (GTL) da Câmara Municipal e, posteriormente, no Gabinete de Planeamento Municipal. Em 1994, inicia atividade como Profissional Liberal, colaborando em vários Gabinetes de Arquitetura e Engenharia. Durante alguns anos foi também Assessor do Programa Operacional da Cultura do Ministério da Cultura.

António Melão, 44 anos, licenciado em Gestão de Empresas, especializado em Atividade Seguradora pela Universidade Católica Portuguesa. Iniciou a sua atividade profissional como quadro de seguradora, tendo posteriormente exercido funções como administrador de empresas do setor automóvel. Atualmente regressou à atividade de seguradora, sendo profissional de seguros. No âmbito da atividade desportiva e social, é presidente da Associação Académica de Santarém, desde 2010. Manuel Maria Pedroso, 24 anos, estudante de Mestrado Integrado em Engenharia Mecânica, na Universidade Nova de Lisboa - Faculdade de Ciências e Tecnologias. Presidente da Juventude Social Democrata da concelhia de Santarém. É ainda deputado na Assembleia Municipal de Santarém e na Assembleia Inter-Municipal da Lezíria do Tejo. Foi fundador e presidente da Associação de Estudantes da Escola Básica Mem Ramires, representante dos alunos no Conselho Pedagógico na Escola Secundária Dr. Ginestal Machado e membro do projeto inserido na área das escolas associadas da UNESCO, a nível europeu.

Emília Daniel Leitão, 68 anos, licenciada em Silvicultura, pela Universidade de Lourenço Marques. Foi Técnica da Direção de Agricultura e Florestas, em Moçambique; Assistente no Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores; Assistente de Investigação na Estação Zootécnica Nacional – Fonte Boa, Santarém; Chefe da Divisão de Proteção e Conservação Florestal, na DRARO, em Santarém. Exerceu ainda funções de Vice-Presidente da Direção do Lar de Santo António da Cidade de Santarém e de secretária da Mesa Administrativa da Santa Casa da Misericórdia de Santarém. Ao nível da educação participou nas Associações de Pais das Escolas Dr. Ginestal Machado, Alexandre Herculano e Sá da Bandeira e leciona, ainda, na Universidadeda Terceira Idade de Santarém. Fernando Azinheira, 58 anos, natural de Alcanede, aposentado das Forças de Segurança. É membro do conselho de administração da Empresa Nunicipal Águas de Santarém, Vice--Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Alcanede, Vice--Presidente da Associação dos Bombeiros Voluntários de Alcanede e colaborador da JJ Louro Pereira, SA.

Inês Barroso, de 48 anos, licenciada em Educação Física e Mestre em Ciências do Desporto.

Atualmente é docente na Escola Secundária de Sá da Bandeira e técnica na coordenação nacional do Desporto Escolar, em Lisboa. Tem exercido diversas funções no sistema educativo, quer no ensino secundário,quer no ensino superior, mas é no Desporto que regista maior palmarés. A nível associativo, e nomeadamente na modalidade Basquetebol, foi treinadora de clubes e de seleções regionais e nacionais, formadora de cursos, árbitro e ainda diretora técnica regional. Entre 2009 e 2012, integrou o Conselho de Administração de Scalabisport, Empresa Municipal de Desporto de Santarém.

Joaquim Saramago, 68 anos, aposentado da função pública. Exerceu funções nas Repartições de Finanças de Coruche e Santarém. Desde 2002 é presidente da Junta de Freguesia de Achete, Presidente da Assembleia Geral do Centro de Desporto e Cultura do Verdelho, há duas décadas e Presidente da Adega Cooperativa de Alcanhões.

Programa Eleitoral  
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