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jornal da paróquia de Gueifães - Maia

informação

edição100 março2008 anoXIII


pe. Orlando Santos

Foi pela terceira vez que recebemos a visita pastoral do nosso bispo. No meu entender, foi a que melhor preparámos, e da qual se espera que venhamos a tirar os melhores frutos. Apesar de haver pessoas, mais ou menos comprometidas, que poderiam contribuir para que as acções programadas tivessem outra expressão e possam vir a ter outro alcance, julgo que esta passagem de D. João Miranda pela nossa terra não passará ao esquecimento. Primeiramente, porque movimentou muitas pessoas: - desde o encontro das famílias até à assembleia paroquial, foram muitas as que se sentiram mobilizadas para participar nas celebrações, ouvindo a voz do pastor, aproveitando a sua presença para fazer festa e exprimir a sua alegria de pertença à Igreja. Mas, ao evocar este objectivo de reunir o maior número de pessoas da paróquia para que o bispo pudesse contactar com elas, naturalmente, vem ao espírito de todos nós o que se conseguiu com o cortejo das seis antigas zonas da paróquia. Quisemos que fosse uma manifestação cultural, enquanto evocativa do passado etnológico de Gueifães, à semelhança de outras coisas do género, realizadas em anos anteriores. Depois, que se constituísse em oportunidade para a festa e para a reunião dos que aqui residem e aos quais o bispo pudesse dirigir a sua mensagem. O tempo também ajudou, mas as diversas comissões organizadoras merecem os nossos parabéns pelo esforço que desenvolveram, pela qualidade que imprimiram ao seu trabalho, pelo acolhimento que deram a quem apresentou esta iniciativa. Embora houvesse velhos do Restelo, foi um sucesso. Ouvi quem me dissesse: “ Nunca vi tal em Gueifães”. O sr. Presidente da Câmara Municipal ficou tão contente com o que viu e sentiu que, depois de nos dar os parabéns, sugeriu que constituíssemos esta festa como festa anual. Por várias razões será difícil, mas, dado o interesse que possa suscitar para reunir as pessoas e proporcionar-lhes uma forma de remontarem às suas raízes e exprimirem os seus sentimentos, é um caso a ponderar. Outra faceta que me restou destes dias é que, apesar de todas as deficiências, que sempre existirão, a nossa comunidade paroquial demonstrou uma inegável vitalidade. Agora é preciso que os membros das diversas equipas avancem mais um bocadinho, e demonstrando um sentido de Igreja mais profundo, sejam capazes de ultrapassar as areias que, naturalmente, o andar arrasta e se unam numa acção mais interdependente, solidária e co-responsável, na busca do bem da Igreja que somos. Esta definição – Igreja que somos – assim o exige. Enquanto não tivermos esta perspectiva não saberemos qual é o nosso lugar nem seremos capazes de contribuir para que ela realize a sua missão, que antes demais passa pela evangelização. A terceira nota que recordo desta visita é que a nossa paróquia tem de estar aberta e preparar-se para as novas exigências e desafios com que nos deparamos. E aqui, aponto para três aspectos que se me deparam como urgentes e fundamentais: - que a pastoral da nossa paróquia se articule mais com a de toda a vigararia, onde, no meu entender de uma forma sistemática, e por objectivos, padres e leigos têm de encontrar-se para programar e desenvolver conjuntamente as suas acções. Perdoem-me a imagem: - não é possível durante mais tempo andarmos a marcar passo na parada e em pelotões diferentes. Temos de formar uma única companhia. - o segundo é o da formação dos agentes da pastoral. Não considero que o mais importante na Igreja sejam as doutrinas, mas é preciso que as pessoas estejam suficientemente esclarecidas do que pensam e do que dizem, para o que fazem seja mais respeitado e venha a ser procurado, devido ao esforço da sua coerência pessoal. - o último é que se me apresenta cada vez mais indispensável repensarmos a nossa catequese. Não sei como, mas temos de descobrir outros caminhos. Apesar do esforço dos nossos catequistas, não estamos a conseguir o desejável, porque nos falta um apoio fundamental na educação da fé – o testemunho dos mais velhos. A fé é um dom de Deus que passa de cima para baixo, por isso, dos pais para os filhos. Na sua grande maioria, este elo da cadeia está a falhar. Como foi dito na assembleia paroquial, e em consonância com as directrizes da nossa diocese, temos de avançar com acções neste sentido, o que na história da Igreja não tem paralelo, porque nunca como hoje, se viu na família tanta crise de vida comunitária e de “transmissão”. ´ Por isso, recordo também aqui as palavras que já usei para caracterizar esta visita pastoral: proximidade – alegria e esperança. E como o tempo que estamos a viver é de preparação para a Primavera da Igreja – a Páscoa – aproveito para desejar a todos uma Feliz Páscoa. 2


Maria Inês Rocha

Gosto muito de andar de autocarro. Não gosto de esperar por ele, principalmente quando a chuva teima em cair e a paragem é a céu aberto; não gosto que ele se atrase e altere a minha vida toda; não gosto que chegue demasiado cedo, tão cedo que eu ainda não cheguei à paragem; não gosto de correr feita maluca atrás dele para ver se o motorista é simpático e deixa sua excelência entrar. Não gosto de nada disto. Mas continuo a dizer, gosto muito de andar de autocarro. Porque observar as pessoas é um dos meus passatempos favoritos. E tal como quando estamos a dormir, quando estamos sentados num banco de autocarro estamos despidos de todas as máscaras que nos cobrem no dia-a-dia. Assim como quando dormimos estamos virados para dentro, para nós próprios, e esquecemos o mundo que nos rodeia, no autocarro passa-se exactamente o mesmo. Enquanto esperamos o momento em que vamos voltar ao mundo, aproveitamos muitas vezes para esvaziar a cabeça do que está à nossa volta e para, por um momento, voltarmos o olhar para dentro. E é muito engraçado tentar descobrir cada pessoa e até mesmo a sua forma de estar na vida apenas pela expressão que traz no rosto. Uns com uma expressão preocupada, com metade do olhar posto no relógio e outro no caminho que avança lá fora, outros perdidos em pensamentos só deles, talvez a pensar como foi o dia, aquilo que aconteceu neste ou naquele momento e que fez alguma diferença, uns a recapitular tudo aquilo que têm de fazer quando chegarem a casa, outros com a cabeça vazia de qualquer pensamento, aqueles em que estes minutos são como buracos negros na sua vida. Mas os que eu gosto mais são os que de um momento para o outro soltam uma gargalhada e logo a abafam, envergonhados. Olhem, estão a pensar em coisas tão boas que nem se dão conta que estão rodeados de estranhos! É tudo isto que gosto de descobrir quando volto para casa ao fim do dia. Gosto de descobrir as pessoas. Gosto de vê-las sem máscaras e entregues a si próprias por uns momentos. Às vezes tenho a sensação de que consigo dizer se o dia correu bem a determinada pessoa apenas medindo o seu sorriso e o seu olhar. Porque como dizem tantas vezes, os olhos são o espelho da alma! E ali a nossa alma está tão a descoberto… Mas sabem? Nem todos os dias consigo observar assim as pessoas. Depende da disponibilidade com que estou naquele momento! Tantas vezes isto me passa tudo ao lado, tantas vezes eu própria vou absorvida nos meus pensamentos e nem chego a olhar para os meus “companheiros de viagem”… Cada vez tenho mais a certeza que só há uma maneira de o conseguir: é ver as coisas com olhos de quem descobre. É perceber que o outro não é apenas um estranho e que a sua vida não lhe diz respeito só a ele mas que também nos pertence a nós. Porque é só quando nos colocamos ao mesmo nível que somos capazes de perceber alguma coisa. E é aí que percebemos que no fundo somos todos feitos do mesmo, e que só somos mais se nos fizermos mais.

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Dia Mundial da Juventude

16 de Março

e é s ?" u q m e Teresa Ascensão m o jov estão a 5 jovens o c , a j e a I gr esta qu o que pensam m o locada c o c or, o i s fo s , i de m o melh tu h o n r in e d v p a Ju c dia te u comlar o Dia Mundial cdoanhecermos, um bo passado o o l n a , u u bro "Q de de sina agem! mbém que cele jectivo a de as o ob orm que ta e como a uma jovem Como f am ver uia, com r q é e ó t z r a fi a e p s s a ateque postas que no da noss n o de c a res º 7 o md tivemos ive a Igreja! e b v o jo , o m ã v irmaç ar... Desde u jovens da Conf espreit o ta s tã e n F e 17, a Vamos

"Senhor Jesus, Chama muitos de nós Para trabalhar para Ti, Para trabalhar Contigo." (João Paulo II) Tal como numa corrida de estafetas, o meu compromisso é passar o testemunho ao próximo. Nos nossos dias, alguns jovens vêem a igreja como algo distante de si, por isso vejo a minha missão como uma passagem da Palavra de uma forma mais próxima com que nós, jovens, nos identifiquemos. André Gomes, 7ºano

Bom. Vamos começar! Sou acólito, como muita gente pensa este cargo é um muito “chato”, uma seca...NÃO! É espectacular, uma pessoa tem a amizade de todos, somos todos como “irmãos”, temos convívios que também são muito bons! Por outro lado também ando no Vitae Música! Cantar faz muito bem a todos, temos um convívio óptimo e as celebrações tornam-se muito animadas! Pronto, vou deixar aqui uma pequena conclusão! Como jovem eu para a igreja pertenço a estas duas actividades que fazem com que eu cresça todos os dias, acho que é essencial toda a gente participar numa actividade paroquial e não só os jovens! Mas também como Cristãos que somos estamos ligados à Igreja, todos somos comprometidos com Deus e Jesus! Todos temos um pequeno compromisso por mais pequeno que seja! Certo? Carlos Rocha, 8ºano

O meu compromisso com a Igreja, sendo a jovem que sou é ser uma pessoa cada vez mais crente com o coração e não por obrigação, como muita gente é. O meu compromisso cada vez mais aumenta, porque a minha fé cresce todos os dias um bocadinho, e devo isso, a todos aqueles que nunca me deixaram desistir desta caminhada, que faço desde o dia do meu baptismo. Para além da catequese, tento viver de forma activa a fé, estando integrada no Grupo Vitae, dando a minha colaboração no coro das 19:15h, da celebração de sábado. Hoje sim, posso dizer que sou uma pessoa crente, comprometida, responsável e empenhada na Fé, sendo feliz assim! Daniela Moutinho, 9ºano

Ser vivo, ser aquilo que todos deviam ser, incluindo eu! Não significa apenas ser jovem "de idade", mas sim ser um espírito novo, uma pessoa livre para amar a Deus! Um coração puro e inocente como o de um jovem que ainda tem muito que aprender, ser esperançoso, inovador e feliz! Feliz pela sua possibilidade de sorrir e de amar ao lado de quem o ama e sorri consigo! Ser motivo de inspiração para os mais "velhos" que, de já muito aprenderem, se esqueceram do que é abrir o coração tanto ao mais próximo como ao mais longínquo! Rita Martins, 10ºano

Como jovem quero ser missionário da Boa Nova anunciando – mais pelos gestos do que pelas palavras. Ser de Cristo, pedra viva que vive segundo o seu projecto de amor. Ser vento que desperta mais um grão de areia para a vida crista. Ser anunciador do Reino de Deus, comprometido e feliz. 4

Rita Teixeira, Grupo do Crisma


Nazaré Marques

A pretexto da Festa do nosso Padroeiro - S. Faustino, este ano realizou-se um cortejo representativo dos diversos lugares, em que tradicionalmente, se dividia a paróquia de Gueifães: Gueimaia, Enxinhães, Mogos, Subidouro, Sra. da Saúde e Mouta. Nesse desfile, para além dos carros alegóricos, participaram os moradores das ruas correspondentes, com trajes e utensílios antigos. Foi um momento de muita animação e entusiasmo onde marcaram presença o Sr. Bispo Auxiliar, o Sr. Presidente da Câmara e da Junta de Freguesia e outras individualidades. Certos de que este foi um momento bem representativo do nosso património, estamos a trabalhar no sentido de, no próximo jornal, fazermos uma análise detalhada dos símbolos e carros aí apresentados. Até lá, podem ir vendo algumas fotografias do momento! Ricardo Ascensão

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Francisco Miranda

Dieta Mediterrânea Quem não gostaria de viver num local que fosse reconhecido mundialmente pelo facto de seus habitantes apresentarem uma vida saudável, com os menores índice de doenças crónicas? Pois, essa região é a mediterrânea! Formada por países de três continentes diferentes - Itália, Espanha, Grécia, Jugoslávia, França e Albânia (da Europa), Egipto, Líbia, Tunísia, Argélia e Marrocos (da África), Turquia, Israel, Síria e Líbano (da Ásia) - onde todos são banhados pelo mesmo Mar: o Mediterrâneo. Portugal, embora não pertencendo a este conjunto de países, seguia, até há bem pouco tempo os mesmos princípios. Apesar das inúmeras diferenças culturais, económicas e sociais entre eles, certas características geográficas (clima, temperatura, solo) influenciaram sua agricultura e, consequentemente, seus hábitos alimentares, ao longo dos séculos. A dieta dos países mediterrâneos é composta pelo alto consumo de frutas, hortaliças (verduras e legumes), cereais, leguminosas (grão-de-bico, lentilha), oleaginosas (amêndoas, azeitonas, nozes), peixes, leite e derivados (iogurte, queijos), vinho e azeite. Mas, o que a faz a diferença em relação à alimentação das outras regiões do mundo? Há um baixo consumo de carnes vermelhas, gorduras de origem animal, produtos industrializados e doces (ricos em gordura e açúcar). Analisando-se os principais benefícios provenientes dos alimentos dessa dieta, temos: Frutas e hortaliças: por conterem grande quantidade de fibras e antioxidantes (como betacaroteno, licopeno, vitaminas E e C) previnem o cancro. Cereais: são essencialmente fornecedores de energia para o organismo; mas, se forem integrais, também contribuem com vitaminas do Complexo B, vitamina E, selénio e fibras. Leguminosas: são fonte de fibras e proteínas vegetais. As fibras regulam o trânsito intestinal, evitam o cancro do cólon e recto (regiões do intestino grosso) e diminuem o nível do mau colesterol (LDL) prevenindo o aparecimento das doenças cardiovasculares. Oleaginosas: por possuírem ácidos gordos mono e polinsaturados, as oleaginosas reduzem o colesterol no sangue. No entanto, quem faz um plano alimentar, com objectivo de emagrecer, não deve exceder o seu consumo, pois apesar das inúmeras vantagens, elas são muito calóricas. Peixes: são ricos em ácidos gordos ómega - 3, dessa forma, actuam contra o aparecimento de uma variedade de doenças, incluindo hipertensão, aterosclerose, doenças do coração e cancro. Iogurtes: além de serem fonte de cálcio, contém lactobacilos (microorganismos vivos). O cálcio contribui para a prevenção da osteoporose e os lactobacilos beneficiam nossa flora intestinal, combatendo os microorganismos patogénicos que possam estar presentes nos intestinos. Vinho tinto: por possuírem uma alta quantidade de flavonóides (antioxidantes), o vinho tinto evita a formação de placas de gorduras na parte interna dos vasos sanguíneos, e por consequência, diminui o risco para o desenvolvimento das doenças cardiovasculares. De acordo com a cultura mediterrânea, o consumo do vinho tinto deve ocorrer durante as refeições e com moderação, pois a presença de alimentos ameniza os efeitos tóxicos do álcool no organismo. Azeite: é rico em fenóis (antioxidantes) e em ácido gordos monoinsaturado, actuando este último no aumento da taxa do colesterol "bom" (HDL), favorecendo o coração. Segundo o costume do povo mediterrâneo, o ideal é consumi-lo diariamente, para temperar as saladas, regar um peixe ou carne que irá assar, fazer um arroz... Mas, não podemos esquecer que o azeite, assim como qualquer outra gordura, é calórico. Portanto, seu consumo não deve ser exagerado! Podemos observar que os alimentos que compõem a dieta mediterrânea são fontes de vitaminas, minerais, ácidos gordos mono e polinsaturados, fibras e antioxidantes. Portanto, se desejamos ter uma vida longa, com saúde; devemos iniciar a introdução desses alimentos nas nossas refeições diárias e abandonarmos aquilo que os nossos jovens hoje tanto procuram: Fast Food. 6


Ricardo Ascensão (coordenador do jornal)

“É sempre motivo de grande alegria constatar algo que nasce, mas muito mais, quando há um grupo de gente nova, que espelhando em si o reflexo da vida, se dispõe a cantar-lhe um hino, nomeadamente pelo teatro, pela música ou pelo poder da informação…” Foi com esta frase que em Outubro de 1995 o nosso padre Orlando saudou o nascimento do Grupo Vitae (um mês antes) naquele que foi o primeiro número do jornal Informação Vitae. Em Maio de 1996, depois de quatro números em formato “jornal de parede”, afixados num placar à entrada da igreja, a edição nº5 do informaçãoVITAE passa a ser distribuída gratuitamente em número de 1000 exemplares às gentes da nossa comunidade. Inicialmente o principal objectivo deste jornal era o de dar destaque às actividades da catequese e do recém-nascido Grupo Vitae. No entanto, com o passar do tempo, foi-se tornando num meio de divulgação de todas as actividades da comunidade da nossa paróquia assim como num excelente meio de formação à disposição de todos. Quer, desde o início até Junho de 2003, sob a coordenação de Jorge Sousa (fundador do grupo), quer desde Outubro de 2003 até Junho de 2004 sob a coordenação de vários jovens do grupo, quer desde Outubro de 2005 até aos dias de hoje sob a minha coordenação, o informaçãoVITAE só foi sendo publicado, edição a edição, graças ao admirável empenho de várias “pedras vivas” da nossa comunidade, às quais não podemos deixar de agradecer. (coluna ao lado) Hoje, o informaçãoVITAE conta com uma equipa de cerca de 15 elementos fixos, desde a coordenação, até à Equipa de Redacção, passando pelos responsáveis pela montagem, revisão, distribuição e publicação na Internet, e não esquecendo a angariação de patrocinadores. De uma forma livre e voluntária os membros da nossa paróquia vão colaborando com artigos pontuais, trazendo desta forma uma maior riqueza para o jornal. Acredito que este nosso jornal consegue ser um meio de evangelização para a comunidade de Gueifães (e não só), assim como um meio de comunicação e partilha de tudo o que de bom se vai passando no nosso contexto paroquial e social. São estas e só estas as motivações que me fazem, mês após mês, coordenar o “andamento do motor” deste jornal de forma a chegar até todos vós, comunidade da Paróquia de Gueifães, desde o mais pequenino ao mais velhinho, um jornal atraente e “mastigável”, e, ao mesmo tempo, “comunicador” e “evangelizador”. Nesta edição numero 100 do nosso informaçãoVITAE, resta-me dizer:

OBRIGADO A TODOS OS QUE TORNARAM, TORNAM E VÃO TORNANDO ESTE JORNAL POSSÍVEL! Â Pedimos desculpa a todos aqueles que de uma forma ou de outra colaboraram com o jornal e por motivos vários não viram o seu nome na lista de agradecimento. Obrigado a TODOS!

Aires Oliveira Altina Borges Ana Cunha Ana Isabel André Silva Ângelo Aral Avelino Oliveira Bibiana Carla Carlos Saraiva Cláudio Gonzaga Clementina Vicente Conceição Lessa Cristiana Vicente Cristina Pereira Diana Seabra Eduarda Maia Eduardo Vieira Fernando Gomes Fernando Vieira Filipa Marques Francisco Miranda Hernâni Lopes Hugo André Hugo Quadrado João Nuno Lopes Jorge Moreira Jorge Sousa Jorge Teixeira José Manuel Juvenália Sanches Lígia Lopes Lígia Santos Luís Moreira Luís Pinho Luís Sousa M. C. Santos Leite Manuela Sanches Marcos Maia Maria Inês Rocha Maria Lurdes Moreira Maria Silva Mariana Maciel Mónica Barros Nazaré Marques Nuno Lopes Nuno Maia Olga Santos Orlando Santos (pe.) Patrícia Alves Pedro Graça Ricardo Ascensão Ricardo Maciel Rita Fonseca Rosa Maria Nunes Rosário Teixeira Rui Pereira Susana Leite Susana Moreira Teresa Ascensão Teresa Sousa Vânia Oliveira Â

OBRIGADO! 7


Luís Moreira

17 de Dezembro de 2007 | Inauguração da Unidade de Saúde Familiar do Lidador Registamos a inauguração de um novo posto de saúde pública. Os nossos parabéns pela qualidade que se pretende dar ao atendimento de quem está doente. Um serviço como o que vimos, até parece doutro país, porque, normalmente, as autoridades exigem muito e garantem pouco. Oxalá seja sinal de um tempo novo. pe. Orlando Santos

26 de Janeiro | Encontro de 9º e 10º anos da catequese No dia 26 de Janeiro do corrente ano, ocorreu um encontro de jovens dos 9º e 10º anos de catequese das paróquias de Gueifães, Milheirós, Nogueira e Silva Escura. O local escolhido foi o recinto dos Missionários Combonianos, na Maia, e o tema foi a "Vocação". Os jovens começaram a chegar por volta das 9h30 e, pouco depois, o encontro começou. O nosso Luís Sousa soube animar todos com canções e jogos que nos aqueceram e nos ajudaram a conhecer melhor os colegas de catequese das outras paróquias. Em seguida, reunimo-nos em grupos, onde reflectimos sobre o conceito que a palavra vocação tinha para nós. Assistimos ao filme “Molokai, história do Padre Damião”, baseado na vida do Padre Damião, nascido no séc. XIX, em Louvain (Bélgica), que parte para a ilha de Molokai (Havai) para ajudar os leprosos. Almoçámos e, logo a seguir, voltámonos a reunir para falarmos sobre o filme, sobre o que mais nos tinha impressionado e como interpretávamos a escolha deste padre em ficar no meio de toda aquela doença. Depois, todos os grupos se juntaram na mesma sala onde tínhamos visionado o filme, para saberem o que cada grupo tinha discutido. Também tivemos a oportunidade de ouvir o testemunho de vida de um Missionário Comboniano que nos contou várias missões que fez durante a sua vida, em vários países, e de saber mais sobre a caminhada da família Pérez na igreja, nomeadamente, o que têm vindo a fazer desde que chegaram ao nosso país. Estes dois exemplos de humanidade sensibilizaram todos os jovens, no geral, para o facto da catequese não acabar no 10º ano e ser, sobretudo, uma caminhada ao longo da vida. O encontro terminou com uma oração e com um lanche. Foi um dia muito alegre: cantámos, aprendemos, conhecemos outros jovens, reflectimos sobre o sentido das nossas vidas…Com certeza uma experiência para repetir e mais tarde recordar!

www.grupovitae.pt.tc

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Dulce (10º ano)


Luís Moreira

7 de Fevereiro | Formação de Catequistas da Vigararia No passado dia 7 de Fevereiro, reuniram-se na cripta da nossa igreja, cerca de uma centena de catequistas da Vigararia da Maia para um encontro de formação com o tema "Novas Correntes do Pensamento". A oradora foi M.ª Isabel Oliveira, actual directora do Secretariado Diocesano de Educação Cristã (SDEC) do Porto. O que havia a falar era muito e o tempo era pouco. Talvez tenha sido esta falta de tempo para conclusão do tema a razão do sabor “negativista” que ficou no ar, relativamente a vários aspectos da sociedade dos dias de hoje. Um próximo encontro ficou prometido. Ricardo Ascensão

15 de Fevereiro | Encontro do Bispo com as Colectividades da Freguesia A convite de D. João Miranda e da paróquia, no dia 15 de Fevereiro, reuniram-se pela primeira vez todas as colectividades da Freguesia de Gueifães. Os seus representantes puderam informar e partilhar as suas actividades e objectivos. Já que muitos precisam de conhecer melhor o que é a Freguesia de Gueifães, nomeadamente, no que toca às instituições nela existentes, aproveito para as enumerar: Nortecoope – Coopermaia – Associação Recreativa e Cultural de Gueifães – Centro Desportivo e Cultural de Gueifães – Grupo Cultural e Desportivo de Gueifães – Grupo Desportivo da Coopermaia – Asman – Banda Marcial de Gueifães. pe. Orlando Santos

16 a 23 de Março | Semana Santa e Celebrações do Tríduo Pascal A Semana Santa começa às 08.45Hs no Domingo de Ramos – dia 16 de Março, com a bênção dos ramos no Terreiro. O Tríduo Pascal celebrar-se-á: Quinta-feira Santa - às 21.30Hs Ceia do Senhor. Sexta-feira Santa – 15Hs Leitura da Paixão e acção litúrgica. Às 21.30Hs Via-Sacra. Sábado Santo - às 21.30Hs Vigília Pascal. Domingo da Ressurreição: Festa da Ressurreição às 07.30Hs e 19Hs. A Visita Pascal vai decorrer, como é habito no Domingo de Páscoa, começando às 09Hs em todas as zonas – 17 e cujo itinerário se mantém. pe. Orlando Santos

| Peregrinação à Terra Santa Está a organizar-se uma peregrinação à Terra Santa e à Jordânia, onde também existem locais de enorme interesse Bíblico. Quem quiser aproveite para encontrar informações na secretaria da igreja. pe. Orlando Santos

| Actividades da Comissão Cultural Será de ter em conta as actividades promovidas pela equipa de Cultura e Convívio da Paróquia, nomeadamente, o Rally Paper no dia 09/03 e a Exposição de Selos na Cripta, por altura da Festa da Senhora da Saúde, em que a paróquia vai editar um selo comemorativo. pe. Orlando Santos

| Formação Contínua de Catequistas da Vigararía Continuam a realizar-se os encontros mensais de Formação Bíblica no Salão Paroquial de Vermoim com o pe. Ricardo Tavares. Estes encontros têm sido de grande interesse, quer pela formação em si, quer pelo convívio final entre catequistas das diferentes paróquias da Vigararia. Os próximos realizar-se-ão nos dias 2 e 30 de Abril às 21h30. Ricardo Ascensão

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o conteúdo destes textos é da responsabilidade dos seus autores

O discípulo João Outro membro do colégio apostólico é João, filho de Zebedeu e irmão de Tiago. O nome João é tipicamente judaico, significando “ Deus é misericórdia” – “ o Senhor fez graça”. João preparava as redes, junto ao Lago Tiberíades, quando Jesus chamou o seu irmão. Com Pedro os dois constituíam um grupo restrito, que Jesus toma consigo em determinadas circunstâncias. Isto acontece em Cafarnaúm, quando Jesus entra na casa de Pedro para curar-lhe a sogra, quando vai ao Monte Tabor, quando ressuscita a filha de Jairo, chefe da Sinagoga, quando Jesus, diante da cidade de Jerusalém, anuncia o fim desta cidade e do mundo. Vemos também os três no Jardim das Oliveiras, quando Jesus se retira para rezar ao Pai, antes da Paixão. Um pouco antes da Páscoa, João e Pedro são incumbidos de preparar a sala para a última Ceia. A sua posição especial dentro do grupo dos doze torna, de certa forma, compreensível a iniciativa que a mãe tomou ao pedir a Jesus que os dois filhos (Tiago e João) se sentassem um à direita e outro à esquerda, no seu reino. Jesus responde-lhes, perguntando se estavam dispostos a beber do mesmo cálice com Ele. Assim, Jesus procurava abrir os olhos dos dois discípulos para os introduzir no mistério da sua pessoa e para lhes descortinar o futuro que os esperava, enquanto suas testemunhas até ao derramamento do sangue. Depois da ressurreição, vemos Tiago e João com Pedro e os outros discípulos numa pesca infrutífera, que se torna miraculosamente abundante, e desta forma, um sinal que levou João a reconhecer que era Jesus, a falar-lhes da margem. Na Igreja de Jerusalém, João teve uma função de destaque, a ponto de Paulo o enumerar entre as “colunas” da igreja. S. Lucas apresenta-o na companhia de Pedro para irem rezar ao templo e a comparecerem diante do Sinédrio, para testemunharem a sua fé em Jesus. Com Pedro é convidado pela igreja de Jerusalém a deslocarem-se à Samaria, a fim de aí confirmarem os que tinham acolhido o Evangelho e rezando com eles para que recebessem o Espírito Santo. Também é João que comparece com Pedro, diante do tribunal, para dizerem: “É impossível não falar do que vimos e ouvimos”. Actos, 4,20 A confissão da sua fé apresenta-se-nos como um exemplo e um conselho no sentido de estarmos preparados e decididos em pôr em Cristo a nossa fé, longe de qualquer cálculo e interesse humano. Segundo a tradição, S. João é “o discípulo amado” de Jesus, que reclinou a sua cabeça sobre o peito do Mestre na Última Ceia. Vêmo-lo ao pé da cruz e como testemunha de que Jesus tinha ressuscitado. Isto lembra-nos que, para sermos discípulos de Cristo, não basta escutá-lO e seguilO exteriormente. É preciso viver com Ele e como Ele, o que não é possível sem uma grande familiaridade, impregnada do calor de uma total confiança, como Jesus o deu a entender quando disse: “ Já não vos chamo servos, mas amigos, porque tudo o que sei do Pai, vo-lo dei a conhecer” João 15,13 A Igreja Oriental chama-lhe “ o Teólogo”, o que é capaz de falar das coisas divinas em termos acessíveis, revelando o conhecimento de Deus, através de Jesus Cristo. O culto do apóstolo João incrementou-se a partir de Éfeso onde, segundo uma antiga tradição, viveu e trabalhou durante muito tempo, e onde terá morrido com idade avançada, no tempo do imperador Trajano. Também no Oriente, muitas vezes, é apresentado em ícones, numa atitude contemplativa que convida ao silêncio. De facto, sem recolhimento, não é possível aproximarmo-nos do mistério de Deus e da sua revelação. Eis porque, por exemplo, o Patriarca Atenágoras afirmou: “ João está na origem da nossa mais alta espiritualidade”. Como ele, os “silenciosos” conhecem os misteriosos relacionamentos dos corações. Que o Senhor nos ajude a pormo-nos na escola de João para nos sentirmos amados por Cristo até ao fim. 10

pe. Orlando Santos


O “Zé Complicas” era um gajo que detestava as coisas simples! Porque adorava queixar-se, a questão era essa… E as coisas simples têm esse “senão” que é não darem para fazer dramas… Dizia de si próprio que pensava muito nas coisas… Mas era mentira. Ele matutava, que é outra coisa! Matutar é a maneira de complicarmos tudo na nossa cabeça. Quando falavam com ele, normalmente as palavras nunca eram apenas o que diziam… Via segundas intenções em quase tudo… Descobria malícia nos gestos mais espontâneos e revoltava-se imenso com a “enorme injustiça” de que era sempre vítima! Tinha pouco jeito para resolver fosse o que fosse, porque estava ocupado a “matutar”… E além disso resolver as coisas era muito perigoso porque tudo o que porventura pudesse acontecer de mal, aconteceria com certeza! Vivia cada dia como uma prova de obstáculos… Tinha muitos medos porque sempre lhe tinham dito “Não és capaz!” em relação a muitas coisas… Por isso é que complicava muito, porque deste modo tinha sempre razões para não tentar, não arriscar, não lutar… Não se sentia Feliz assim. Mas tinha a ilusão da segurança... Tinha uma enorme dificuldade em perceber “o tamanho das situações”, ou seja, interagir com cada uma segundo a verdadeira importância que ela merece. Não… Para o "Zé Complicas" tudo era enorme! Como complicava tudo, perdia a lucidez para perceber o que havia de fazer a seguir… Como matutava no que acontecera, no que podia ter acontecido, no que deveria antes ter acontecido, no que teria acontecido se tivesse acontecido o que deveria ter acontecido, no que não aconteceria se não tivesse acontecido o que afinal não aconteceu mas podia ter acontecido porque esteve por pouco para acontecer, e no que ainda vai acontecer porque aconteceu o que aconteceu e poderia vir a acontecer ainda pior se acontecesse o que afinal não aconteceu mas esteve por um triz para acontecer e ainda não se sabe se vai acontecer ou não, porque depois de acontecer o que aconteceu nem se imagina o que ainda pode acontecer como resultado do que aconteceu… Ufa… é impossível matutar sem acabar exausto! Deve ser por isso que o “Zé Complicas” anda quase sempre com ar abatido e cansado… Porque complicar dá uma trabalheira desgraçada e matutar rouba-nos uma quantidade enorme de energia que podíamos investir a transformar algumas coisas… Há uns tempos alguém lhe disse, enquanto matutava, que devia ser mais simples, que devia “pensar mais com as mãos”… Porque há coisas na Vida que basta olhar e ver! O que for além disto já complica. Não sei o que é que ele achou disto… Mas cheira-me que por esta altura deve estar lá nalgum canto do seu casulo a perguntar-se sobre o que é quereria dizer aquela do “pensar com as mãos”… Espero mesmo que ele perceba que isso significa que perde tempo demais a fazer dramas com perguntas cujas respostas estão ao alcance de uma decisão… E depois, pode ser que se decida! Afinal, é sempre tempo de nascer… Rui Santiago, cssr

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Susana Leite

“Há diversos dons... Há diversos serviços... Há diversas acções... os o mesmo Espírito.” o Jesus, todos nós que recebem Crist em o Corp só 3º ano da Catequese um os am Mas todos form

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Rita Fonseca

Olá! Como estás? Tenho pensado muito em ti, pois o Amor não me sai da cabeça. Lembras-te? Foi Dele que falámos no nosso último encontro. Hoje quero falar-te de alguém que vive por Amor no teu coração. O Seu nome é Jesus…

Jesus, filho de Maria e de José, nasceu em Belém. O pai era carpinteiro, a mãe, Maria, educava Jesus e cuidava das tarefas domésticas. Jesus brincava, foi crescendo e aprendia a profissão do pai. Era um menino atento e dedicado às coisas simples, meditava e guardava-as no seu coração. Jesus aprendeu a Amar tudo e todos e ainda hoje Vive!

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Papelaria - Tabacaria - Artesanato Informática Hardware e Consumíveis Fotocópias - Guloseimas - Senhas Livraria - Material Escolar Telecomunicações ABERTO DE 2ª A SAB. DAS 8 ÁS 20H DOMINGOS E FERIADOS DAS 8 ÁS 13H ENCERRA DAS 13 ÁS 14H

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Chocolates - Chás - Granizados Rua Ponte da Pedra, 406 - Arm. A4 Bloco A - Gueifães - 4470-108 Maia Telef: 22 960 70 56 | Telem: 91 911 9425 | Fax: 22 960 62 06 www.natfoodiberica.com - www.natfood.it - natfoodportugal@gmail.com

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HUBARCONTAS

PAPELARIA GRACIMAR, LDA.

CONTABILIDADE E GESTÃO UNIPESSOAL, LDA

LIVRARIA - BAZAR - TOTOLOTO SEDE: R. de Santana, 494 – 4465-740 Leça do Balio Tel.: 22 905 90 50 Fax 22 905 90 59 e-mail: hubarcontas@net.novis.pt

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MDA - GABINETE DE CONTABILIDADE AGÊNCIA FUNERÁRIA SECULAR CASA MOREIRA, LDA. SEDE: Rua Mestre Clara, 403 MOREIRA DA MAIA - MAIA FILIAL: Rua D.ª M.ª Ferreira da Cruz, 829 (Junto à igreja) GUEIFÃES - MAIA ARMAZÉM: Rua Padre António Costa, 359 NOGUEIRA - MAIA Tel.: 22 944 90 21 - 22 960 53 68 - Fax.: 22 940 71 25 - Tlm.: 91 727 42 14

* Aceita e recupera escritas organizadas e não organizadas * IRC-IRS-IVA-SALÁRIOS * DÁ APOIO ADMINISTRATIVO – FISCAL E DE GESTÃO * Deslocação aos clientes

Rua Patronato da Imaculada 159/88 – Gueifães – Maia Ao Pavilhão Nortecoop Tel./Fax: 22 944 0998 15


Actividades da Paróquia / Agenda Cultural

Atendimento do Pároco Terça, Quinta e Sexta 16h30 às 18h30

Março 1 Reunião de Catequistas | Dia Internacional da Protecção Civil 2 3 4 Reunião da Equipa Vicarial 5 Preparação Quaresmal 6 Preparação Quaresmal 7 Preparação Quaresmal 8 Reunião do Compasso | Dia Internacional da Mulher 9 Reunião de Acólitos | Celebração da Santa Unção - 19h00 10 Celebração Penitencial - 21h00 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21

Serviços da Paróquia

Secretaria Seg. a Sexta 15h às 19h Biblioteca Sábado 17h30 às 19h

Dia Europeu das Vítimas de Terrorismo Formação Litúrgica - Gueifães - 21h30

Bar Sábado 9h às 12h 14h às 19h

Fim do 2º Período de Catequese | Celebração Penitencial Dia Mundial dos Direitos do Consumidor Dia Mundial da Juventude

Acolhimento das Crianças Celebrações Sábado 16h30, 19h15 Domingo - 19h

Dia do Pai Quinta-feira Santa

Horário das Celebrações

Sexta-feira Santa Dia da Floresta e da Árvore | Dia Mundial contra o Racismo

22 Sábado Santo | Dia Mundial da Água 23 Páscoa 24 Dia dos Missionários Mártires | Dia Mundial da Tuberculose 25 Reunião de Leitores 26 27 Dia Mundial do Teatro 28 29 Início do 3º Período de Catequese | Concerto na Igreja Matriz - 21h30 30 31 Abril 1 Preparação para a Festa da Sra. da Saúde | Dia das Mentiras 2 Preparação para a Festa da Sra. da Saúde Formação Bíblica - Vermoim - 21h30 | Dia Internacional do Livro Infantil 3 Preparação para a Festa da Sra. da Saúde 4 Dia Internacional de Acção Anti-minas 5 Festa da Sra. da Saúde 6 Festa da Sra. da Saúde

Ficha Técnica Editorial pe. Orlando Santos

Coordenador Ricardo Ascensão

Design | Montagem Ricardo Ascensão Teresa Ascensão

Revisão Lígia Lopes

Periodicidade mensal

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Distribuição gratuita

Equipa de Redacção Cristina Pereira Francisco Miranda Luís Moreira Maria Inês Rocha Nazaré Marques Pedro Graça Rita Fonseca Susana Leite Vânia Oliveira

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700 exemplares

Publicidade Altina Borges

Impressão

2ª e 4ª feira - 9h 3ª, 5ª e 6ª feira - 19h Sábado - 16h30, 19h15 Domingo - 9h, 19h

Leituras Dominicais 2 | IV Domingo da Quaresma 1Sm 16,1.6-7.10-13 | Sl 22,1-6 Ef 5,8-14 | Jo 9,1-41 9 | V Domingo da Quaresma Ez 37,12-14 | Sl 129,1-2.3-4.6-8 Rm 8,8-11 | Jo 11,1-45 16 | Domingo de Ramos Is 50,4-7 | Sl 21,8-9.17-24 Fl 2,6-11 | Mt 26,14-27,66 23 | Domingo da Páscoa Act 10,34.37-43 | Sl 117,1-23 Cl 3,1-4 | Jo 20,1-9 30 | Domingo II da Páscoa Act 2,42-47 | Sl 117,2-4.13-15.22-24 1Pd 1,3-9 | Jo 20,19-31

"Quando ficou a sós com eles, Jesus explicou-lhes todas as suas Palavras e Parábolas..." (Mc 4, 34) www.ASosComEles.blogspot.com

Tipografia Araújo

Publicação On-line Pedro Graça

www.grupovitae.pt.tc grupo.vitae@gmail.com

Domingo a Domingo a explicação das leituras.


Jornal Vitae nº100 - Março 2008