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ZELO Ano I nº 3 - set/out de 2007 - R$ 7,00 www.zelodigital.com.br

CIRURGIAS PLÁSTICAS

O que faz a diferença é a escolha de um bom profissional. Conheça as novidades da área

POTEIRO

ENSAIO

Histórias de vida do artista, que acaba de chegar aos 82 anos

Verão chega mais sensual e vibrante


Neilton Fernandes

ZELO Editorial úmero 3. Temos muito a comemorar e, principalmente, a agradecer, aos leitores e anunciantes, pela confiança na Revista Zelo. Agora, nosso compromisso ficou ainda maior. Trouxemos mais novidades, incorporamos novos nomes. Continuamos em nossa proposta de fazer uma revista de projeto visual diferenciado e conteúdo diversificado, com matérias sobre moda, comportamento, beleza e outros assuntos. Nesta edição, a Zelo entrevista o artista plástico Antônio Poteiro. O mestre da pintura naif, que acaba de completar 82 anos, fala das andanças que fez pelo mundo e conta belas histórias de vida. Descobrimos que o bem-estar coletivo mudou a vida da administradora Alessandra Louza, presidente do Instituto Flamboyant. Trazemos também um bate-papo com Marco Antônio Siqueira, diretor da agência AMP, que comenta sobre a situação do mercado publicitário em Goiás. Já o cirurgião plástico Carlos Alberto Calixto fala sobre os cuidados a serem tomados na hora de escolher um profissional da área. Há ainda a estréia das colunas Só para homens e Beleza. E a modelo Fernanda Leite mostra as tendências do verão em fotos de Neilton Fernandes. Com tanta novidade assim, ficou ainda mais gostoso fazer esta terceira edição. Espero que vocês também se divirtam. Rosângela Motta

BELEZA 19

N

Rosângela Motta

Kell Motta

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ARTIGO — Pablo Kossa

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ENTREVISTA — Antônio Poteiro

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POR AÍ...

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MUNDO — Londres

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ENTREVISTA — Alessandra Louza

23

DECORAÇÃO

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ENTREVISTA — Marco Antônio Siqueira

28

MODA

36

PLÁSTICA — Carlos Alberto Calixto

39

SÓ PARA HOMENS

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EVENTOS SOCIAIS

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FRAGMENTO — Max Miranda


ZELO EXPEDIENTE

QUEM FEZ ESTA EDIÇÃO Ranulfo Borges

Carol Magalhães

Ângela Motta

Kell Motta

Pablo Kossa

Carlos Sena

Paola Franco

Marcos Naves

Max Miranda

Patrícia Masan

Astero Fontenelle

Alice Galvão

César Brito

Edição geral Rosângela Motta Edição Ranulfo Borges Conselho editorial Ranulfo Borges, Carlos Sena e Rosângela Motta Edição de fotografia Ângela Motta e Kell Motta Direção comercial Ângela Motta Revisão Fátima Toledo (9928 0587) Projeto gráfico e diagramação Carlos Sena Pré-impressão e impressão Grafopel Gráfica e Editora Ltda. Colaboradores Ranulfo Borges (edição), Pablo Kossa (artigo), Carol Magalhães, Paola Franco, Patrícia Masan, Max Miranda e Alice Galvão (reportagem), Pollyanna Bosso, César Brito, Marcos Naves (coluna), Carlos Sena (diagramação), Marco Manzutti (produção de moda), Motta Editora Ltda Rua C-185 esquina com C-180, Quadra 609, Lote 10, Nova Suíça CEP 74.280.110 Goiânia-Goiás Telefone: (62) 3259-6510 Site: www.zelodigital.com.br Email: revistazelo@gmail com contato@zelodigital.com.br

BACKSTAGE Fabiana Leite (Matriz Models), fotografada por Neilton Fernandes, usa macaquinho Dona Florinda, da Psicodelic

J.M. Moraes (cenografia), André Moreira (beleza), Neilton Fernandes (fotógrafo de moda), Fabiana Leite (modelo), Micael Bezerra (assitente de produção) e Marcos Manzutti (styling) ZELO 6


ARTIGO

Caligrafia para os médicos já Pablo Kossa

pablokossa@bol.com.br

!

tire a primeira pedra quem nunca pegou uma requisição de exame ou uma receita médica qualquer e pensou: “Mas que diabos está escrito aqui?”. É realmente um absurdo que profissionais de tamanha qualificação como os médicos não consigam escrever quatro ou cinco palavras minimamente legíveis. A sociedade vai ter que encampar uma luta ferrenha pela mudança na grade curricular dos cursos de Medicina pelo Brasil: vamos introduzir dois semestres de caligrafia para que estes profissionais não tenham mais esse buraco em sua formação. Saídas estapafúrdias à parte, é claro que os estudantes de Medicina não precisam dessa disciplina no currículo acadêmico. Contudo, não dá para nós, pacientes, ficarmos expostos aos garranchos dos que trabalham de branco. Para um profissional que tem uma remuneração mediana, quase boa, como o médico, não custa nada comprar um laptop com uma impressora das mais simples e manter o equipamento no consultório. Uma pesquisa rápida na internet mostra que é possível encontrar computadores portáteis de R$ 1.099,00, divididos em 10 vezes no cartão de crédito. Para rodar um editor de textos, essa máquina está passando de boa. Uma impressora para simples receitas pode ser encontrada por até R$ 129,00. Convenhamos, não há desculpa para os médicos. Acredito que, por trás da letra horrível, encontra-se uma baita insegurança. Com medo de que o paciente

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ZELO 8

perceba que o “doutor” não domina as mais elementares regras da língua portuguesa, o médico faz questão de não escrever de forma inteligível, ocultando assim os crassos e simplórios erros de gramática. Não consigo visualizar outro motivo, já que poucas categorias são tão unidas em um ponto de tão simples solução. Alguns, disfarçados de puristas, dizem que faz parte de um charme da profissão. Essa afirmação tem ressonância até no Conselho Regional de Medicina (CRM), onde alguns membros, em conversas informais, afirmam que a caligrafia esquisita é parte da mística da profissão. Nunca ouvi tamanha blasfêmia ao meu intelecto e tamanho eufemismo para a incompetência ou desleixo. Preguiça ou falta de cultura, agora, mudou de nome. É a mais completa inversão de valores. A impressão que me passa é que depois do sacrifício tremendo para passar em um vestibular concorridíssimo, de todas as privações para formar-se em seis anos de árduo estudo e do dispêndio financeiro gigantesco para ter o diploma (gastos esses enormes mesmo se a universidade for particular), o profissional relaxa e não mais se importa com o plural, a concordância e o básico do português. Só que o médico não percebe que, ao escrever para o umbigo dele, ele desrespeita não só a última flor do Lácio, tal qual imortalizou Bilac, mas também nós, pacientes, que pagamos caro pela consulta. Z


ENTREVISTA ANTÔNIO POTEIRO Kell Motta

Mest re do pince l e da s pa la vra s

Ele já conviveu com índios, andou por 22 países e tem obras espalhadas pelo mundo, mas diz que o Paraíso fica mesmo é em Goiânia. Artista completa 82 anos de vida a pleno vapor


No sobrado amplo, com telas de mais de um metro de altura tomando as paredes, o artista plástico Antônio Poteiro mais parece um personagem extraído do universo colorido das pinturas que o levaram a representar o Brasil em 22 países. De fato, sua indefectível barba branca aparece num e noutro quadro, que ele mesmo faz questão de apontar. “Óia eu lá (sic)”, diz, mirando A Ceia no Inferno, uma de suas obras mais conhecidas e elogiadas Paola Franco

os seus 82 anos de vida – idade que completou no último dia 10 de outubro –, metade é dedicada à arte, da qual se descobriu protagonista “por acaso”. Nele, a simplicidade se mistura com genialidade, a malandragem dialoga com a verve religiosa e o desenho final se parece com um caos organizado. “Se parece”, porque é tão inútil se arriscar a definir Poteiro quanto tentar classificar sua arte. A expectativa de estar diante de um dos artistas plásticos mais consagrados do mundo é suficiente para provocar um frio na barriga, insegurança, ansiedade. Coisa de quem não conhece Poteiro. Chegar para uma conversa com ele munido de conceitos sobre arte e estética é inútil. O artista te desarma na primeira frase. Perguntas para quê? Os cumprimentos se confundem com o início da entrevista, quando ele começa a contar os causos de sua vida. Antônio Batista de Souza, nascido em 10 de outubro de 1925 em Santa Cristina da Pousa - Província do Minho (Portugal), chegou ao Brasil aos dois anos de idade. Na infância e parte da adolescência, viveu em São Paulo, Amparo (a 125 km da capital paulista), Uberlândia e Araguari (ambas em Minas Gerais). Mas esse trecho ele suprime de sua biografia. Sua vida parece ter começado aos 16, quando fugiu de casa por desavenças com o

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pai e nunca mais voltou. Não há qualquer registro fotográfico de Poteiro criança. E ele não dá a mínima. Afinal, foi por fugir de casa que pela primeira vez pisou em Goiânia, a terra onde “o povo me pôs no grau que eu tô (sic)”.

Eternidade no Paraíso

“Vou para o inferno se Deus quiser”, brinca Poteiro, ao explicar uma de suas obras mais conhecidas, A Ceia no Inferno. “A ceia no céu é aqueles véi (sic) enjoado, só rezando e fazendo penitência. No inferno não, porque olha lá. Tá vendo? Tem dinheiro bom [normalmente ele também diz que tem mulher e bebida boa, mas aparentemente ficou tímido na presença da fotógrafa e da repórter], tem tudo bom. Os reis, os governos, tão tudo lá no inferno.” Mas nessa conversa de ir para o céu ou para o inferno, Poteiro revela que sua vontade é ser imortal. E alguém duvida que ele consiga? O desejo foi verbalizado no dia em que teve a visão do Paraíso, aquele que tanto retratou em suas pinturas. Numa certa ocasião, em que estava “assim meio aborrecido”, aceitou o convite do neto Antônio para um passeio. “O meu neto me levou lá no Morro do Mendanha [de onde é possível ter uma vista panorâmica de Goiânia]. Conhece? Lá é lindo. De noite é um paraíso. Aí eu falei pro meu neto: ‘Eu não quero morrer, não!’ O Paraíso é aqui. Existe outro Paraíso? Conversa fiada. Paraíso é isso que eu tô vendo”, diz, apontando para as luzes da cidade. ZELO 11

Outro paraíso na Terra descoberto por Poteiro é a Ilha do Bananal, onde viveu por um ano com os índios Carajás. Depois de fugir de casa, vir para Goiânia, voltar para Araguari, trabalhar de padeiro, montar uma cerâmica e “quebrar” (uma das três ou quatro vezes em que isso aconteceu), Poteiro foi se refugiar com os índios. “Naquele tempo, a pessoa não podia ficar devendo, dar cheque sem fundo, senão o povo matava. Daí [depois que faliu], precisei sumir de Araguari.” A experiência traz nostalgia. “Foi a melhor fase que eu já passei na vida. De vez em quando dá vontade de ir pra lá de novo”, admite o artista. Nunca mais voltou ao convívio com os índios, porque logo se casou, descasou, se casou de novo, descasou de novo e finalmente se firmou com Maria Divina Pereira, com quem viveu ao longo de 45 anos e teve nove filhos, dos quais, somente três estão vivos. “Um foi roubado na Santa Casa e os outros morreram.” Falecida há 14 anos, a mulher que acompanhou Poteiro mesmo antes de ele ser o artista famoso que viria a se tornar permanece a rainha da casa. Ele admite que ainda tem seus namoricos, mas garante que mulher nenhuma vai morar na casa que é de Maria Divina. “Ela era doida, precisava ver. Falava assim: ‘Com você eu moro até debaixo de árvore.’ É amor demais, né?”, conta. Poteiro queria ser aviador, poeta e cantor. O destino o moldou fazedor de potes de barro e pintor de quadros que o levaram a conhecer 22 países e ser reconhecido como artista de renome internacional. Os “potinhos”, como ele carinhosamente chama os objetos que fabricava na época em que nem sabia que era artista, eram vendidos em feiras e nas ruas. “Em cada esquina, eu punha um filho pra vender. E era disso que a gente vivia. E eu também trabalhava de ‘guardanoite’. Até que apareceu uma pessoa chamada Antônio de Melo e falou que eu era artista.”


Na época em que vendia potes nas feiras, Poteiro vivia num pequeno barracão de aluguel na Vila Brasília, em Aparecida de Goiânia. Por incentivo do amigo, começou a esculpir réplicas de esculturas populares. “Ele me dava uns desenhos pra eu copiar.” Nessa época, ele sequer assinava suas obras. Até que uma outra amiga, a escritora Regina Lacerda, o aconselhou a adotar um nome artístico. “Ela me botou na cabeça que eu era artista e que devia assinar. E perguntou qual era meu nome. Eu falei: ‘Antônio Batista de Souza’. E ela disse que não servia pra ser nome de artista e me perguntou: ‘E apelido?’ Iche, eu pensei, tenho tanto apelido: Mancueba – por causa dessa minha perna aqui [aponta para a perna direita] –, Toinzim, Mazzaropi – porque toda vida eu fui esculachado – e o último, Poteiro. Aí ela falou: ‘Cê vai assinar Antônio Poteiro’.” Depois de se descobrir artista, Poteiro se juntou a outros artesãos e pintores de sua geração, com os quais fundou a Feira Hippie. Foi lá que seu trabalho despertou a atenção de um dos artistas plásticos mais conceituados hoje no mundo, o goiano Siron Franco, que resolveu apadrinhá-lo. Foi Siron quem estimulou Poteiro a se arriscar na pintura, cedendo seu ateliê e revelando aquele que viria a ser classificado como um dos gênios da arte naïf brasileira. Antônio Poteiro carrega um currículo com 22 exposições coletivas e 21 individuais no Brasil, além de 13 internacionais. Sua obra foi apresentada nos EUA, Itália, Filipinas, Romênia, França, Japão, Portugal, México, dentre outros países. O artista continua produzindo ativamente. Em seu ateliê, ele nos mostra uma tela branca, à espera do toque de seus mais de trinta pincéis e das bisnagas de tinta a óleo importadas. “Tenho tantas idéias que tem hora que embaralha tudo. A vida do artista é curta. É tanta idéia que não dá pra uma vida só.” Z

Kell Motta

Nome internacional

Principais obras de Antônio Poteiro • A Ceia no Inferno • As Cinco Ilhas Brasileiras • Adão e Eva no Paraíso • O Carnaval • Ceia dos Descamisados • Os Santos Torcedores • Deus Único • Papai Noel no Céu • O Índio no Pantanal • A Ciranda e os Pássaros

O que é arte naïf

RETRATOS Na casa de Poteiro, suas telas se misturam com dezenas de retratos feitos por artistas amigos. Uma pintura do californiano John Seed divide espaço na parede com uma do goiano José Bento. Outra mostra um “Poteiro sexual”, na qual o pênis do artista é representado por sua mão direita, que pinta uma tela. “Nessa aí estão dizendo que eu sou um tesão pra pintar”, ri Poteiro.

Naïf é a classificação que se dá ao gênero de pintura chamado de ingênuo ou primitivo, feito por artistas autodidatas que buscam inspiração nos elementos da cultura popular, folclore e religiosidade. Antônio Poteiro, Heitor dos Prazeres (1898-1966), Waldomiro de Deus (goiano) e Djanira (1914-1979) são alguns dos ícones da arte naïf brasileira. Fonte: Museu Internacional de Arte Naïf do Brasil

FRASES “Dinheiro, para mim, não vale nada. Não gosto de dinheiro. Duas coisas que eu gosto: amizade e saúde. Eu sou amigo de todo mundo” “Cada um de nós é um Deus pecador” “Nunca quis ser poteiro. E ainda fiquei com o nome de Poteiro. Acho horroroso esse apelido. E se não fechar a ponta do O fica Puteiro, né?” “Não me considero uma pessoa importante. Os outros é que falam que eu sou importante” Contatos: A obra do artista e imagens de seu acervo estão no site www.antoniopoteiro.com.br ZELO 12


Goiânia – Rua 139, nº 264 – St. Marista, Fones (62) 3241-1960/ 3942-1960 Brasília – SHIS CL QI 13, Bl. F, Lj.40, Lago Sul, Fone (61) 3033-2622


POR AÍ... ROSÂNGELA MOTTA

MODA DO CERRADO Glamour e natureza se fundem no catálogo da marca Pactus feito para a coleção de verão 2007/08. Produzido em Pirenópolis-Goiás por Renata Garcia e Flávio César, o material exibe as formas e cores do Cerrado em composição harmônica com as peças da griffe. No trabalho, a modelo Elaine Fonseca foi fotografada por Bernardo Borghetti, que dominou as possibilidades de exploração da luz natural. A beleza plástica ficou por conta de João Pedro.

Arte e Gula O Festival Gastronômico e Cultural de Pirenópolis acontece entre os dias 25 e 28 de outubro. No comando das caçarolas estão as chefs Cris Isaac, Emiliana Azambuja e Liliane Lobo, que prometem dar um ar contemporâneo à tradicional culinária goiana. A Praça da Arte e Gula ganha novo e maior espaço. Ali serão apresentados o rico artesanato de Pirenópolis e as comidas. ZELO 14

Monstros

Leo Razuk, Fabrício Nobre e Leo Bigode, da Monstro Discos, promovem entre 23 e 25 de novembro o 13º Goiânia Noise Festival, que irá reunir alguns dos maiores nomes do rock independente brasileiro e internacional. As bandas Beatles (EUA), The DTs (EUA), Perrosky (Chile), Rubin (Argentina) e Motosierra (Uruguai) já carimbaram passaporte para o Goiânia Rock City.

Carta para Alice

Maria Christina Lins do Rego Veras, filha de José Lins do Rego – escritor que tem toda a sua obra, incluindo os clássicos Menino de Engenho e Fogo Morto –, escreve sobre suas memórias de infância em João Pessoa e no interior da Paraíba neste livro destinado ao público infantil. Carta para Alice trata da diferença entre a vida na “cidade grande”, o Rio de Janeiro, onde morava, e a vida tranqüila e livre nas fazendas e engenhos.

Blue Tree

A Blue Tree Hotels acaba de chegar a Goiás e inaugura em breve seu primeiro hotel na Capital. O empreendimento será localizado no Setor Oeste, próximo à Avenida República do Líbano. A rede hoteleira está presente em 18 cidades brasileiras, operando 26 hotéis – 21 voltados para o mercado de viagens de negócios e 5 resorts.


Verão Wöllner

Fotos: Divulgação

O top estilista Maxime Perelmuter vive um grande momento de sua carreira. O filho do também estilista Georges Henri fez um badalado desfile na Espanha, no início de setembro, apresentando looks de sua marca, e a primeira coleção assinada por ele para a griffe Wöllner – verão 2008 – deixou a marca carioca mais sofisticada. Adepto do ecologicamente correto, Maxime recorreu à lona de barco à vela para criar modernas bolsas – hype da temporada.

Bonecas daminhas

JÓIA RARA

As damas-de-honra sempre dão um charme todo especial às cerimônias de casamento. Antigamente acreditava-se que crianças carregando flores traziam sorte, felicidade e prosperidade ao casal. A tradição agora surge renovada. Fernando Peixoto, loja especializada em vestir noivas e damas-de-honra, sugere que as daminhas entrem na igreja levando bonecas com o mesmo vestido que elas estão usando.

A designer Luciana Faggioni tem habilidade natural para criar com bom gosto e extrair das pedras o máximo de vivacidade e luz. Luciana segue os princípios da alta joalheria, com atenção especial à elaboração dos desenhos, qualidade dos materiais e o cuidado com a técnica.

Naturealaisspaisagens naturaraisis s a h l i v a r Ma , uma das mais b Maravilhas Natu

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CIRCUITO

 O crítico de cinema e professor Lisandro Nogueira vai assinar mostra cinematográfica do Educandário Goiás.  O Instituto Rizzo, na Rua 85-A, no Setor Sul, será inaugurado em breve. O prédio é uma réplica dos casarões da Cidade de Goiás e terá várias atividades dedicadas à educação ambiental.

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MODA CÉSAR BRITO

Fotos: M

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LISTA DE TENDÊNCIAS - VERÃO 2008

Feminino

 Cores fortes, como roxa, laranja, vermelha, rosa, azul, verde e amarelo  Modelagem fofa tipo tulipa, corte A ou o famoso trapézio  Mangas com pences, volumes, babados, repuxados, franzidos e drapeados  Os caimentos soltinhos com a cintura marcada  As calças com pernas largas ou enormes pantalonas  Vestidos drapeados e plissados continuam sendo peças-chave  Balonê continua com tudo também em 2008  Cinturas altas em calças, shorts, bermudas e saias  Sandália plataforma  Os comprimentos continuam curtos

DICAS

Jumper

Aposte nos vestidos jumpers, sem mangas, usados com alguma peça por baixo: pode ser uma camiseta, um tricô, uma peça em seda. No verão, use-os com uma regata durante o dia. À noite, use sobrepele colorida.

Masculino

 Cores vivas adicionadas a um bom jeans que tenha corte mais próximo ao corpo  Looks claros monocromáticos  Tênis Vans e All Star e variações do tema  Bolsos  Xadrez e listras

MINIBOLSAS

A carteira-bolsinha vai estourar em breve. As mulheres podem começar a se despedir das maxibolsas, que são lindas, mas, às vezes, atrapalham. Marcas internacionais, como Prada, Fendi e Dior, já começaram a mostrar essas tendências nas campanhas, exibindo minimodelos de grande sucesso.


Pontos mais fashions de Londres

Endereços da moda vão do luxo da Harrods aos brechós

Rosângela Motta

ondres é, sem dúvida, a capital da moda. Uma rápida excursão pelas ruas já é suficiente para perceber que os londrinos são vanguardistas desde quando nascem. Eles ditam moda para o resto do mundo, mas parecem não se importar muito em seguir as tendências da estação. Mesclam peças de coleções antigas e de marcas baratas com as últimas novidades das grifes famosas. Londres é também conhecida pela variedade de lojas. As ruas da capital da Inglaterra são o ambiente perfeito para quem quer torrar todo o seu cartão de

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crédito. As peças podem custar quantias enormes nas luxuosas lojas ou uma bagatela nos inúmeros brechós, mercados e feiras livres. Uma das mais famosas ruas da cosmopolita cidade inglesa é a Oxford Street. Nela está a descolada Top Shop (www.topshop.co.uk), onde você encontra peças de jovens estilistas por preços baixos. A rede fica em um prédio de cinco andares. Ainda na Oxford Street, está a Selfridges (www.selfridges.com), com sete andares recheados das maiores griffes internacionais. Outro ponto obrigatório é a New Bond Street, o endereço das mais elegantes lojas de Londres. Lá, você enZELO 17

Fotos: Rosângela Motta

MUNDO

No sentido horário: Harrods, a tradicional loja de departamentos de Londres; Portobello Road, em Notting Hill, local dos melhores brechós e antiquários da cidade; e a New Bond Street, rua com lojas de estilistas famosos

contra as marcas de estilistas conceituados, como Giorgio Armani, Hermès, Tiffany, Chanel e Versace. Quando o assunto é luxo, a Harrods (www.harrods.com), tradicional loja de departamento britânica, é o endereço certo. Situada em um sofisticado edifício Vitoriano, pode-se encontrar as melhores e mais caras griffes do mundo. Nos fins de semana, os mercados de rua são as melhores opções de compras. O Portobello Market está situado em Notting Hill e é realizado aos sábados pela manhã. Suas ruas têm charmosas lojinhas e brechós. Preparese para garimpar peças interessantes. Também é um dos melhores lugares para comprar antigüidades. O mercado Camden Market, de Camden Town, acontece todos os dias, mas prefira o domingo. Lá, é possível encontrar peças incríveis e baratas de novos designers. As liquidações ocorrem nos meses de janeiro e junho. A maioria das lojas funcionam de segunda a domingo, das 10h às 17h. Z


Fotos: Divulgação

Neilton Fernandes

ZELO

BELEZA Moda consciente A Lancôme criou sua primeira campanha beneficente, em parceria com Vik Muniz. As camisetas com imagens da série “Pictures of Junk” têm figuras mitológicas retratadas por grandes nomes da pintura. As peças estão à venda no site da marca por R$ 190. A renda é revertida ao Centro Espacial, que cuida de jovens carentes.

I’m Going Woman

A Puma lança a nova fragrância Puma I’m Going Woman. Um perfume para as jovens mulheres da “geração eu” que têm confiança e se sentem seguras de si. Puma I’m Going Woman obtém um equilíbrio de notas florais limpas e femininas, com camadas de notas florais frutais, um aroma fresco que mobiliza os sentidos.

POCKET A última novidade da Natura é investir em embalagens menores de batom sem comprometer o tamanho do produto – o que economiza espaço na necessaire. Design com espelhos acoplados na ponta da tampa, dez cores inéditas e FPS-8.

PRODUÇÃO A modelo Fernanda Leite passou pelas mãos mágicas do maquiador André Moreira para produção do editorial da Zelo número 3. André revela para os leitores os produtos usados na sessão de beleza. 1 - Base compacta: Kehoe RCMA 2 - Pó Facial: Neutral Set Colorless Face Powder by Ben Nye 3 - Corretivo: Secret Concealer 2 by Laura Mercier ZELO 18

4 - Blush: Youth Red by Kryolan 5 - Rímel: Black Telescopic Mascara by Lóreal Paris 6 - Cílios postiços by Mattése N.Y.C. 7 - Gloss: Clear lipglass by MAC 8 - Delineador: Liquidlast liner by MAC (Blue Herizon) 9 - Sobrancelhas: Light & Dark Brunette eyebrow powder by Laura Mercier e Brow Sculpting Gel by Ardell 10 - Cristais nas cores vermelha, azul e branca usados como sombra.


GESTÃO

Uma questão de cidadania

Alessandra Louza faz da responsabilidade social uma das ações prioritárias do Shopping Flamboyant Carol Magalhães

os novos modelos de gestão e negócios, a responsabilidade social tem sido encarada como prioridade. O termo se traduz na forma como uma empresa conduz suas ações, de maneira que se torne coresponsável pelo desenvolvimento da sociedade. Essa preocupação com o bem-estar coletivo mudou a vida da administradora Alessandra Louza, 25. Ela se especializou no assunto e hoje se dedica aos projetos sociais do Flamboyant Shopping Center. Filha do megaempresário Lourival Louza e da psicóloga Flávia Leão, Alessandra poderia ter escolhido qualquer carreira ou, ainda, ter optado pelo status, vivendo à margem das desigualdades sociais e fechando os olhos para o batalhão de excluídos que se formou nas grandes cidades. Mas isso nunca esteve nos planos da administradora. Desde cedo, ela aprendeu com os pais a importância de dividir, compartilhar. “Eu e minhas irmãs, Emanuele e Isadora, fomos criadas dentro dos princípios de cidadania. Desde a infância, aprendemos sobre a importância da solidariedade, tanto que nossos aniversários eram realizados em creches ou entidades filantrópicas. Isso cresceu dentro de mim e agora posso dizer que me sinto realizada em trabalhar pelo ideal de um mundo melhor para todos”, comenta. Mas ajudar ao próximo não faz bem somente para a alma. Os projetos sociais acabam por agregar valor à marca. “A sociedade cada vez mais espera dos shoppings center resulta-

Kell Motta

N

Alessandra Louza, 25, diretora do Instituto Flamboyant: “Nos orgulhamos de nossa posição de valorizar funcionários, apoiar patrimônios artísticos e sociais e respeitar o meio ambiente”

dos concretos, efetivos, capazes de fortalecer organizações e transformar pessoas carentes em cidadãos que exercitem o consumo. O que objetivamos é realizar a melhoria das oportunidades de vida das comunidades onde estamos inseridos”, explica.

FIO DA MEADA – A diretora do Instituto Flamboyant e gerente de Responsabilidade Social do Flamboyant Shopping Center relata que o compromisso com a cidadania por parte do empreendimento surgiu, em outubro de 2003, com o Stand Flamboyant Social. O projeto consiste em ceder um espaço permanente no segundo piso do shopping, por um período de 15 dias, para que uma entidade do terceiro setor divulgue e comercialize ZELO 20

seus trabalhos. “Esse projeto nos abriu a possibilidade de estreitar laços com as organizações não-governamentais”, acrescenta Alessandra. Em 2004, foi iniciado um projeto de geração de renda, em parceria com a Fundação AlphaVille, de São Paulo. Trata-se do Tecelagem, que oferece cursos profissionalizantes através do tear para mulheres que vivem nas imediações do shopping. “Além de aprender uma profissão e obter renda, elas têm atendimento psicológico, o que reforça a questão da melhoria na qualidade de vida. O projeto deve ser ampliado, no final deste ano, quando iremos inaugurar dentro do shopping uma loja de artesanato goiano”, diz. O Projeto Tecelagem, que é a “menina-dos-olhos” de Alessandra


Louza, proporcionou condições favoráveis para que fosse criado, nesse mesmo ano, o Instituto Flamboyant. Isso propiciou que as ações sociais do grupo fossem canalizadas. “Hoje, nos orgulhamos da nossa posição de valorizar funcionários, apoiar patrimônios artísticos e sociais, respeitar o meio ambiente e desenvolver projetos de cidadania”, frisa. Alessandra Louza, que já fez pósgraduação em responsabilidade social e, atualmente, cursa MBA em Gestão de Shoppings Center, em São Paulo, afirma que as ações voltadas para os colaboradores são bem vistas não somente no ambiente interno, mas também no externo. “Atualmente, oferecemos aulas de decoupagem e dança de salão para os nossos funcionários, além de balé e capoeira para os filhos destes. Em breve, iremos estender esses cursos para os colaboradores dos lojistas”, revela. A preocupação com o meio ambiente é outro ponto a ser destacado. Recentemente, o shopping doou ao município de Goiânia área de 95.300 m2 para a construção do Parque Flamboyant. Fora isso, o instituto está elaborando um plano de gerenciamento de resíduos sólidos, que visa os corretos manejo e destino dos materiais gerados pelo Flamboyant. Alessandra Louza fala ainda sobre o trabalho de coleta de latinhas de alumínio, papel, plástico e sucatas para reciclagem. De acordo com ela, toda a renda obtida com essas iniciativas é investida em projetos sociais. Casada há um ano e meio com o advogado e agropecuarista Gustavo Rezende, 29, Alessandra Louza faz a diferença no cenário goiano. A atitude, o desejo de mudança e a consciência de cidadania que ela imprime ao seu trabalho têm atraído visibilidade nacional para o Estado. Prova disso é que o Instituto Flamboyant teve, em 2006, duas importantes conquistas: o Prêmio FGV – Eaesp de Responsabilidade Social no Varejo e o Prêmio Comunitário Newton Rique. Z

Instituto Flamboyant Alguns projetos

Primeiro emprego

O Flamboyant Shopping Center destina parte de suas vagas de auditoria para jovens que ainda não tiveram a oportunidade de ter seu primeiro emprego.

Qualidade de Vida

Benefícios oferecidos aos colaboradores do shopping: Academia de Ginástica e Ergonometria; Clínica Odontológica; Espaço de Conveniência; Ginástica Laboral; Biblioteca; Cursos, Oficinas e Palestras Educativas.

Nossa Casa

São construídas quatro casas por ano, através da renda obtida da coleta de latas de alumínio – coleta esta que foi iniciada de outro projeto do Flamboyant, o Projeto CooperAção. Os beneficiários do projeto são os colaboradores do Flamboyant Shopping Center inscritos no mesmo.

Arte-educação

Em parceria com a Fundação Jaime Câmara, dá oportunidade a estudantes carentes, na faixa dos 6 aos 14 anos, por meio de atividades como Artes Plásticas e Cênicas, Música, Dança, entre outras, e capacitação profissional, através de cursos de Computação, Telemarketing, Redação Empresarial, etc.

Menor Aprendiz

Em parceria com o Osceia (Obras Sociais do Centro Espírita Irmão Áureo), o projeto destina-se a adolescentes de 14 a 18 anos, com o objetivo de integrá-los socialmente por meio da inserção no mercado ZELO 21

de trabalho. Atualmente, o Flamboyant conta com 12 menores aprendizes, além de ter efetivado quatro (que completaram 18 anos), reforçando a parceria.

Trekking Indoor – 8 Metas do Milênio

Esporte que, além da competição, envolve a prática de conceitos como cidadania, solidariedade e resp nsabilidade social. E o Instituto Flamboyant Social elaborou toda a concepção deste esporte baseado nas 8 Metas do Milênio – um pacto que estabelece oito objetivos, fixados pela ONU, a serem atingidos até 2015, visando o crescimento sustentável, a erradicação da pobreza e a preservação do meio ambiente.

Projeto Tecelagem

Promove a geração de renda para comunidades carentes situadas no entorno do Flamboyant Shopping Center e do Condomínio AlphaVille Flamboyant. O projeto funciona através do reaproveitamento de retalhos e restos de linha para confecção de tecidos, sempre visando o cooperativismo e o associativismo.

Meio ambiente

Parque Flamboyant é uma área de proteção ambiental, doada por Lourival Louza, presidente do Flamboyant Shopping Center.

Cultura

Salão Nacional de Arte. Realizado anualmente, expõe obras de artistas brasileiros, nas mais diversas categorias, trazendo para Goiânia um panorama seleto e atual da arte contemporânea.


DECORAÇÃO ASTERO FONTENELLE Fotos: Divulgação

Casa Cor Brasília

FLORES PARA VOCÊ O viveiro Garden Tamburil conta com um variado leque de flores para arranjos. São diversas espécies da flora nacional e latino-americana, como as rosas venezuelanas e as delicadas angélicas. A novidade do Garden Tamburil é a linha de móveis para jardins e áreas externas. Os produtos são fabricados com matéria-prima resistente, a exemplo das almofadas (foto) confeccionadas em aquabloq, material impermeável, ideal também para áreas de piscina.

Morar mais por menos

Acontece pela primeira vez em Goiânia a mostra “Morar mais por menos”. São 34 ambientes – todos decorados com o tema “o chique que cabe no bolso”. A mostra valoriza as soluções econômicas que fazem efeito na decoração. O público poderá conferir a Morar de 30 de outubro a 9 de dezembro, de terça a sexta, das 16 às 21 horas; e aos sábados, das 12 às 21 horas. A mostra fica na Avenida T-2, nº 3.047, Setor Bueno. ZELO 23

Em sua 16ª edição, a Casa Cor Brasília conta com 34 ambientes distribuídos nos 4,8 mil metros quadrados do edifício do Touring Club, projetado por Oscar Niemeyer ainda no início de Brasília. Um dos espaços que vêm chamando a atenção é o trailler amarelo, estilo motor-home, assinado pelo arquiteto Leo Romano. O espaço, que tem a escultura de uma porca folhada a ouro e a frase “Fomos desfeitos um para o outro”, do poeta Marcos Caiado, pretende levar o público à reflexão. Outro espaço em destaque é o Terraço, assinado por Pedro Ernesto e Leandra Mar ques. Com vista para a Esplanada dos Ministérios, o espaço agrega duas salas, home theater e cozinha. Piso de pedra portuguesa branca e cadeiras provençais dão um clima de leveza a esse que é um dos ambientes mais visitados da Casa Cor.


Fotos: Divulgação

COR E BRILHO Enfeites repletos de brilho, efeitos espelhados e cores estão na crista da onda. A combinação dos diferentes materiais com cores e texturas confere uma explosão de estilo e ousadia. O resultado é um clima todo especial para a decoração da casa.

As canecas com o brilho das cores de tinta metalizada sobre cerâmica conferem um toque de glamour

R$ 25,80

A moda dos efeitos metalizados ganha funcionalidade com o castiçal, com suas luzes refletidas pelos vidros, com verniz metalizado R$ 33,00 ZELO 24

Copos de vidro coloridos, com desenhos e transparências, dão graça aos modelos de castiçal R$ 29,00

Onde encontrar: Imaginarium, Flamboyant e Goiânia Shopping

Clássica lanterna japonesa feita de armação de bambu em formatos variados e coberta de papel ou seda R$ 22,90


ENTREVISTA MARCO ANTÔNIO SIQUEIRA

Vocação para voar alto

Sócio da AMP diz que foco da agência é o mercado regional, mas contas nacionais também estão na mira Max Miranda

reportagem da Zelo chega à Cidade Empresarial, em Aparecida de Goiânia. Depois dos portões, um lugar de empresas prósperas, bem-sucedidas. O destino da nossa conversa? AMP – Agência Multiface de Propaganda. O prédio é forte, atual. O bate-papo é com Marco Antônio Siqueira, diretor-administrativo, que atua ao lado do irmão, Paulo Augusto Siqueira, diretor de atendimento. Ambos comandam a empresa, nascida em 1992, período em que o negócio publicitário no Estado de Goiás era reservado aos anunciantes do varejo. Segundo ele, nesta época, uma pequena parte das agências locais mirava a qualidade de criação. Atualmente, a condição é quase a mesma, mas a atuação da AMP tem grande destaque dentro do cenário criativo. Marco Antônio diz que a conquista do primeiro cliente serviu como portfólio para a AMP. “Experimentamos um crescimento mode rado, sem tática feroz.” A criatividade da agência agradou a visão dos anunciantes maiores. “O boca a boca atraiu nomes como o Fujioka.” E outros clientes surgiram: além de trabalhar com a iniciativa privada, a agência atende contas governamentais em Goiás e Tocantins. Siqueira relembra momentos importantes e aponta uma trajetória vitoriosa que coloca a AMP, hoje, como voz funcional do mercado publicitário goiano. “Quando tinha 18 anos, assisti a um programa com

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três jovens criativos, que explicavam como as coisas funcionavam no ramo. O processo de criação, a produção, os objetivos. Fiquei interessadíssimo. Um ano depois, consegui um estágio de redator numa agência de Goiânia, a Melva, onde fiquei por um ano e dois meses.” Foi inevitável: “Acabei pegando experiência em todos os setores.”

Varejo

Da Melva, Marco Antônio foi para a rede varejista Novo Mundo, onde participou da criação do Departamento de Comunicação. “Durante os quatro anos, me tornei conhecido das agências, produtoras, fornecedores e veículos, até porque era responsável pela maior verba do Estado na ocasião.” Desde aquela época, ele sentiu a necessidade de uma agência que oferecesse uma produção de qualidade, e que tivesse poucos e bons clientes. E assim aconteceu... “Ao sair da empresa Novo Mundo, fui para São Paulo trabalhar como assistente de produção. Quando voltei, chamei o Paulo e montamos a agência, em agosto de 1992.” Como não é novidade para ninguém, a vida tem vários caminhos. “Em novembro do mesmo ano, a Fujioka me convidou para assumir a gerência de Marketing.” Ele ficou nas duas funções ao mesmo tempo. “Em setembro de 1993, cheguei à conclusão de que não estava me dedicando 100% a nenhuma das duas empresas e decidi ficar só na agência.”


Fotos: Ângela Motta

Confiança No começo, muito jovens ainda, Marco Antônio diz que ele e Paulo Augusto não inspiravam confiança. “Convencer um mercado varejista de que boas produções eram essenciais foi difícil. Entretanto, hoje parece que é mais difícil ainda”, e lança um sorriso. Hoje, a experiência dos irmãos leva criatividade para os escritórios em Palmas e Boa Vista, além da sede em Goiânia. “Não atendemos somente contas de governo. O nosso foco é a iniciativa privada e a criatividade dos trabalhos, que foram reconhecidos pelo Prêmio Jaime Câmara. Nos últimos anos, ganhamos três vezes como Agência do Ano”, recorda. Sobre a esfera governamental, Marco Antônio acredita que os órgãos públicos estão mais profissionais no trato com a publicidade. “Os gerentes estão buscando um trabalho melhor com uma verba menor. As secretarias com as quais trabalhamos nos dão mais liberdade na criação.” Ele explica ainda que não há concorrência com as agências nacionais ou de centros maiores, como Brasília. “Esse tipo de concorrência praticamente não existe aqui, porque as grandes agências não trabalham com clientes locais e as peças de grandes redes aqui instaladas já vêm todas prontas de fora.” Diz que gostaria de ter a possibilidade de disputar algumas contas nacionais, “pois poderíamos mostrar que, com uma verba maior, somos capazes de fazer um trabalho de melhor qualidade”. O publicitário comenta que os

Marco Antônio Siqueira:

“Comunicação tem de ser feita sempre. Fazer uma enorme campanha e depois sumir não constrói uma marca” ZELO 26

grandes anunciantes nacionais aqui instalados, como Assolan, Albany e Minuano, trabalham com agências regionais até o momento em que conseguem ampliar as redes de distribuição. Ou seja: “Enquanto a verba é pequena, o nosso trabalho é bem-vindo e, a propósito, bem-feito, como prova o próprio crescimento dessas marcas. Entretanto, na hora do filé, essas empresas vão atrás de uma agência de São Paulo”, explica. “Só há uma forma de mudar isso: mostrando a qualidade do nosso trabalho. Todavia, a impressão que tenho é a de que um anunciante grande não conhece nada do que é feito pelas agências locais.” Marco diz que é otimista. “Desde que comecei a trabalhar com propaganda, ouço que o ano será de crise. Todavia, a grande questão que levanto é a de como este mercado irá crescer. O anunciante precisa perder a mania de buscar resultados imediatos e passar a pensar em suas marcas. Se bem que devo reconhecer que aqui, em Goiânia, as agências passaram a planejar melhor os trabalhos e estão contratando profissionais com boa formação.” E mais: “Comunicação tem que ser feita sempre. Fazer uma enorme campanha e depois sumir não constrói uma marca.” O publicitário explica que, em mercados predominantemente varejistas, caso de Goiás, os anunciantes investem na oferta de produtos, em briga pelo menor preço. A fórmula, segundo ele, colocou todas as marcas em um mesmo plano, sem diferenciação, o que as impede de obter bons resultados, além de comprometer a credibilidade. Para ele, o segredo para a consolidação de uma marca e sucesso de vendas é justamente o contrário. “Ao fazer diferente, passam-se ao consumidor valores e conceitos com os quais ele se identifica. Por isso, ele preferirá sua loja à dos concorrentes, não pelo preço.” Z


ARTE

Embalagens humanas na rua

Ronan Gonçalves promove diálogo entre linguagens com performances em espaços públicos Alice Galvão

exer com o cotidiano da cidade, interferindo na sua lógica repetitiva e mecanizada. Recriar os espaços urbanos e a paisagem vista nas ruas. Este é o intuito das performances de rua realizadas por Ronan Gonçalves desde dezembro de 2006, quando inaugurou suas pesquisas em artes plásticas com a exposição “Magdalena”. A primeira manifestação do artista plástico Ronan Gonçalves teve como cenário a passarela de entrada do Museu de Arte Contemporânea – MAC, em Goiânia, local por ele escolhido para fechar seu primeiro ciclo produtivo, em dezembro deste ano. Acadêmico do curso de Arquitetura na Universidade Católica de Goiás, Ronan convida como observadores participantes artistas e profissionais de diversas áreas que servem de substrato para a confecção e desenvolvimento das exposições. São obras de arte humanas, amarradas por tecidos e inseridas em uma temática diferente a cada evento. Partindo da leitura antropológica que leva o excêntrico para dentro do ambiente familiar dos espaços

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Fotos: Divulgação

públicos, Ronan trabalha a interdisciplinaridade de linguagens. Convida a cada nova temática um fotógrafo diferente que constrói seu olhar e o transforma em exposição. São nomes como Ângela Motta, Elton Rocha, Vinicius Moreira, Aline Siqueira, Ichiro Guerra e Hugo Siqueira, dentre outros. Autor também de desenhos em papel com temas místicos, o artista plástico estabelece parcerias com colegas de profissão, como o paulista Clóvis Masson e o pernambucano Daniel Santiago, que trazem para o diálogo artístico suas próprias pesquisas. Brasília e São Paulo já foram palco das intervenções urbanas de Ronan, que confessa ter sentido no público goiano uma maior resistência à participação voluntária. “Os passantes ficam olhando, mas não entram no jogo cênico”, explica o artista, que acredita que o público goiano assume a postura de espectador e fica mais tímido para interagir. Alguns dos trabalhos desenvolvidos pelo artista foram “Conexões Urbanas”, “Santo Luxo”, “ Intervenção Humana”, “ Auto-retrato” e “Amarrados Pela Cultura”, dentre outros. Z

Ronan Gonçalves cria obras de arte humanas amarradas por tecidos e plástico

Anita Miranda P E R S O N A L

T R A I N E R

Professora da Flex Fitness Pós-graduada em Musculação - UVA Pós-graduada em exercício físico para grupos especiais - UGF

Fone: (62) 9679-7131 ZELO 27


MODA

Cores mágicas Tons vibrantes são a cara deste verão brasileiro. A roupa ainda mantém sua vocação street e a paixão por misturas, cores e volumes exagerados. Nos acessórios, pulseiras com formas geométricas em acrílico, madeira, anéis e bolsas gigantes. A maquiagem é colorida, o perfume 60´s e 80´s, o olhar para um futuro melhor! As cores otimistas são sobre ser enfeitiçada, levada por desejos de transformação mágica.

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Vestido godê com decote tomara-que-caia Pactus; colar dourado de correntes gigantes Pactus; sandália colorida Pelliccia; pulseiras geométricas Forum e Dona Florinda

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Casaco curto e calça de cintura alta em piquê branco Forum Tufi Duek; pulseiras em acrílico e madeira Forum; sapato e bolsa em verniz vermelho Pelliccia

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Vestido em malha metálica e metais Caos para Carmem Cardoso; anéis de prata e cristal da designer Luciana Faggioni; óculos máscara Dior para Carmem Cardoso ZELO 31


Macaquinho em sarja branca Dona Florinda para Psicodelic; pulseira de acrĂ­lico transparente Forum; correntes em prata ZELO 32

designer Luciana Faggioni; carteira Capordarte


Vestido em linha A, com estampa em formas geométricas Wöllner; colar em metal Wöllner e pulseira Forum

Fotografia: Neilton Fernandes Produção / Styling: Marcos Manzutti Assistente: Micael Bezerra Beleza: André Moreira Cenografia: J.M. Moraes Modelo: Fabiana Leite (Matriz Models)

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Agradecimentos: Le Touche Santa Maria esquadrias de alumínio


Eu tenho a força DESIGN GRÁFICO

Fotos: Divulgação

Final de tarde, trânsito congestionado e calor típico, avisto num outdoor apenas uma onda branca sinuosa sobre um fundo vermelho... Não precisa uma só palavra e já me lembrei da marca mais valiosa do planeta Marcos Naves odos nós temos algo em comum, uma marca que identificamos, seja de um produto, de um serviço, de uma crença, de um time, etc. Elas representam uma sociedade moderna e algumas pessoas até tornam-se seus fãs e fiéis defensores. Percebemos a importância das marcas no cotidiano, nos produtos e objetos de desejo, como as bolsas com as iniciais “L” e “V” (Louis Vuitton), roupas que levam em sua etiqueta a cabeça da medusa (Versace), os carros que trazem quatro argolas unidas (Audi) ou um tênis com um traço curvo (Nike). Esses mesmos produtos citados não teriam o mesmo valor se não ostentassem suas marcas.

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Conceito da marca Athletics - 2003 Marcos Naves

Existe uma necessidade inerente ao ser humano em identificar-se através das marcas, pois elas comunicam idéias, representam valores e conceitos. Fazem parte de nossas vidas no dia-a-dia e acompanharão as futuras gerações, e nos fazem lembrar de pessoas e momentos passados. A cruz remete a Cristo e simboliza o cristianismo. Os brasões de nossas cidades são herança dos símbolos heráldicos que representavam reinos medievais. Em Roma, arqueólogos descobriram marcas em potes utilizados nas primeiras trocas comerciais. Marcas são capazes de se transformar em verdadeiros mitos.

O novo símbolo incorpora a imagem estilizada de um ser humano em busca de equilíbrio entre saúde e bem-estar, representando alunos, professores e funcionários da academia. A nova marca expressa dinamismo e evolução. O logotipo separado do símbolo valoriza sua leitura. As letras da palavra “Athletics” foram desenhadas. A tradição da antiga marca é mantida pela cor azul e as formas diagonais. ZELO 34

Inovação é necessária Tudo que tem vida envelhece e o mesmo ocorre com as marcas. Elas representam uma informação e um estilo de determinada época, fatores que mudam com o passar do tempo, pode ser em 10, 20 anos ou mais, necessitando assim de uma atualização. Outras, por terem sido desenvolvidas sem critérios, se tornam obsoletas em menor tempo. O redesign da marca se faz necessário quando perde sua força de comunicação, ou mesmo modernizar para demonstrar evolução e também se aplica com o intuito de tornar mais bonita e atraente. Raramente o redesign terá resultado negativo, o que se constata é um aumento nas vendas e novos clientes. Alguém sente saudade da antiga marca do Bradesco, hoje considerado o maior banco privado do País? Ele teve sua marca reformulada em 1997. Dez anos se passaram e ela continua atual e forte. A apresentação de uma marca é importante, pois é através dela que o cliente tem percepções de valores quanto à qualidade, confiabilidade, vantagens e benefícios. Sendo mais do que uma ferramenta de venda, é, na verdade, a sua personalidade, tornando-se um fator decisivo junto ao mercado competitivo.

marcos naves

designer gráfico e artista plástico. contato@marcosnaves.com


De bem com o espelho PLÁSTICA

A escolha de um bom profissional faz toda a diferença para se obter bons resultados numa cirurgia plástica Patrícia Masan

ivemos em um mundo que cultiva a aparência física como um atributo desejável por todos os que têm ou almejam ter sucesso. Nunca se viu uma procura tão grande por técnicas que façam melhorar a aparência física: academias de ginástica, clínicas de estética, cabeleireiros e, é claro, cirurgiões plásticos. A própria cirurgia plástica sofreu um avanço considerável nas últimas décadas. As técnicas hoje deixam o mínimo possível de cicatrizes aparentes e os resultados podem ser visualizados antecipadamente com precisão. Tal segurança, aliada ainda à “popularização” e acessibilidade dos preços, atrai uma legião de pessoas que querem ficar mais bonitas e se sentir melhores consigo mesmas. Na olimpíada da beleza, o Brasil é prata. Somos o segundo país no mundo em cirurgia plástica e em aplicação de botox. Só perdemos para os Estados Unidos. Fatores como estabilidade econômica influenciam, mas é fato que o brasileiro optou por ser feliz buscando na cirurgia plástica a melhora da auto-estima. O problema é que médicos oportunistas se intitularam “cirurgiões plásticos estéticos” sem ter título de especialistas. Clínicas de “estética” proliferam em todas as cidades do Brasil anunciando novos produtos e milagrosos efeitos. Por isso, seja qual for a cirurgia, tem de ser muito bem pensada, pois ninguém está longe de riscos, que podem variar desde infecções hospitalares, até um médico incompetente. O conselho vale para todos: se é para investir, que seja no melhor. Todo cuidado é pouco na es-

Ilustração: Sena

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colha daquele que vai opinar e realizar qualquer tipo de procedimento estético ou cirúrgico. Procurar um especialista e excelente clínica ou hospital são quesitos primordiais.

Queixas

De acordo com Dr. Carlos Alberto Calixto, presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica – Seção Goiás, são mais de 3 mil cirurgiões plásticos habilitados no País, exercendo a profissão com a habilidade que se adquire em cinco anos de especialização após a conclusão do curso médico. “O número de queixas que chegam até a entidade, de pessoas que foram operadas por falsos cirurgiões plásticos, é muito grande. E o mais alarmante é que, na maioria dos casos, o erro é de difícil correção. Por isso, a busca de informações sobre a qualificação profissional do médico é o primeiro e mais importante passo a ser dado por quem almeja uma cirurgia. A dica é observar o conceito do cirurgião no meio profissional, porque ninguém melhor do que um médico para dar referência de outro médico. No site da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (www.cirurgiaplastica.org.br), e do Conselho Regional de Medicina, também é possível checar referências”, alerta. É claro que a escolha do cirurgião cabe ao paciente, mas este também deve estar muito consciente do que quer, para não criar falsas expectativas. A primeira consulta é um momento especial na relação médico-paciente. “Na primeira avaliação, o médico deve estar atento para entender as expectativas do paciente. Porque se elas não


Ângela Motta

Novidades Pernas

Carlos Alberto Calixto: médico diz que cirurgia plástica é para aumentar a auto-estima forem alcançadas, isso pode gerar frustração no pós-operatório, o que é péssimo, já que o mesmo paciente não vai te indicar para outras pessoas. É por isto que, às vezes, é preciso dizer não”, salienta. O cirurgião conta que, em alguns casos, se recusa a colocar prótese em mulheres. “Digo à cliente: ‘Não é por que é moda que você tem de colocar. O tamanho dos seus seios é perfeito’. Nesses casos, cabe o bom senso, a franqueza de quem está avaliando. A cirurgia plástica é para suavizar os traços e aumentar a auto-estima. Mas sem exageros ou modismos”, diz.

Sem medo do bisturi

A cirurgia plástica no Brasil é referência mundial devido à excelência na formação de seus profissionais. A Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica é a segunda maior entidade do gênero no mundo. “Não gosto do uso, por meio da imprensa, do termo “popularização” da cirurgia plástica. Porque vivemos a consagração da cirurgia plástica. Temos de ter respeito por esta especialidade. O Brasil, em cirurgia estética, é superior aos EUA. Somos vicecampeões em quantidade, porque lá as cirurgias reparadoras recebem subsídios por parte do governo. Agora, quanto à questão científica, os estrangeiros é que vêm para os nossos congressos para aprender novas técni-

cas. A cirurgia de face no Brasil é altamente qualificada. Hoje nós exportamos tecnologia. Claro que isto se deve a pioneiros como Dr. Ivo Pitanguy”, afirma o cirurgião. Vinte, trinta, quarenta, cinqüenta ou sessenta anos. O sonho de realização de uma cirurgia não tem idade. Para Dr. Calixto, a idade ideal é a idade que incomoda. “Desde um minilift, para tratar problemas como flacidez na face, ou uma lipoaspiração, para tirar excesso de gordura, até uma prótese para quem teve atrofia da glândula mamária pode se tornar uma ferramenta importante para o resgate da auto-estima. A prótese mamária e lipoaspiração são as cirurgias campeãs. Chegam a 30% do total, seguidas das de face. E os homens estão cada vez mais adeptos. No mês de agosto e setembro deste ano, 30% das cirurgias de face marcadas foram para o sexo masculino”, ressalta. Para os curiosos de plantão, a novidade é o implante na região glútea. A paixão nacional agora ganha reforços com o avanço de tecnologias de prótese. “É uma técnica moderna, com um procedimento seguro e rápido, que não dá aspecto artificial e nem sofrimento pós-operatório. O resultado é um bumbum muito natural. Esta cirurgia está sendo cada vez mais realizada. Mas um detalhe: quem fez não conta que fez, é claro”, revela Calixto. Z ZELO 36

Livre das pernas finas. É feito um corte de 3 centímetros na dobra atrás do joelho (para colocar a prótese na panturrilha) e/ou de 5 centímetros na virilha (se for aumentar a coxa). A vantagem é que, como as próteses são resistentes, não há risco de rompimento nem é preciso trocá-las.

Vacina do emagrecimento

Trata-se de uma milésima parte do hormônio da placenta que é aplicado em doses homeopáticas no paciente. Em poucos dias, a sensação de fome diminui muito. Esta vacina age diretamente no órgão, eliminando a gordura e ganhando em massa muscular.

Plaquinha, ou polímero do ácido láctico

Através de cirurgia, ela é colada ao osso na altura das têmporas. A pele é esticada e encaixada nos ganchos oferecidos pela peça. Depois de seis meses, o material é absorvido pelo organismo e a pele ainda continua esticada. É um botox mais aperfeiçoado que não deixa o rosto paralisado, sem expressão.

Vaser

Um aparelho de ultra-som seletivo que não compromete vasos e nervos. Ele só aspira a gordura. Este aparelho começou a ser negociado nos Estados Unidos em julho de 2002. No Brasil, apenas o cirurgião Ewaldo Bolívar, de São Paulo, que possui o equipamento. A segunda máquina está sendo adquirida por um cirurgião plástico do Rio de Janeiro. Fonte: Agência MBPress


CARROS ASTERO FONTENELLE Lisboa-Dakar 2008

A 30ª edição do rali Lisboa-Dakar será realizada entre 5 e 20 de janeiro de 2008. São 670 equipes que disputarão uma das mais tradicionais provas do mundo, entre motos, carros e caminhões. A 30ª edição do rali Dakar passará por Portugal, Marrocos, Mauritânia e Senegal.

Tóquio

O 40º Salão do Automóvel de Tóquio será realizado a partir do dia 27 de outubro, no Centro de Exposições Makuhari Messe, na Província de Chiba, no Japão. A exposição contará com 168 novos modelos, sendo 71 estréias mundiais e outros 97 lançamentos exclusivos do mercado japonês. O foco, como no Salão de Frankfurt, será a questão ambiental.

Smart

Sucesso na Europa entre os jovens, mulheres e até executivos, está chegando agora no mercado americano o Smart Car. Pequeno em estatura, mas grande na economia, o Smart (tem esse nome porque foi feito para duas pessoas) é fabricado pelo grupo Mercedes. O veículo tem somente 2,5 m de comprimento e menos de 1,5 m de largura. O Smart Fortwo está pronto para ser lançado em 2008.

GM na Casa Cor Brasília General Motors do Brasil participa do evento Casa Cor em Brasília, com a grande atração do Vectra GT no ‘Espaço Garagem’. O evento segue até o dia 28 de outubro, no prédio do Touring Club do Brasil, na Esplanada dos Ministérios. Durante os 40 dias do evento, outros modelos estarão disponíveis para avaliação do público.

Versão de luxo A Citroën lançou no Salão de Frankfurt, maior evento da indústria automotiva mundial, a versão Lounge da minivan C4 Picasso. Revestidos em couro preto, os bancos são como verdadeiras poltronas. O automóvel possui telas para reprodução de DVD com head-phones individuais. Mesas pequenas, tipo avião, com apoiadores de copo e controle de ar-condicionado por zona, dão ao C4 Picasso um ar de primeira classe.

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Prêmio Von Martius

A Volkswagen Caminhões e Ônibus é uma das patrocinadoras do Prêmio Von Martius de Sustentabilidade 2007. A premiação foi criada pela Câmara Brasil-Alemanha para reconhecer projetos que promovam o desenvolvimento do meio ambiente. A cerimônia de premiação acontecerá no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM), no dia 7 de novembro.

Novo presidente da GM

O colombiano Jaime Ardilla é o novo presidente da GM do Brasil e Mercosul. Ardilla traz grande experiência em outras unidades do grupo na América Latina. Ele comandou a GM argentina entre 2001 e 2003, além de Equador, Colômbia. O novo presidente assume a gestão do canadense Ray Young, marcada pela volta à lucratividade.

Fotos: Divulgação


Fotos: Divulgação

SÓ PARA HOMENS Bem-estar Os produtos de beleza deixaram de ser artigos exclusivamente femininos. O cuidado com o corpo já não se restringe mais ao corte dos cabelos. O homem moderno leva em consideração o seu bemestar. Prova disso é o constante crescimento do mercado de produtos de beleza para o público masculino.

Narciso na campanha da Sean John

Perfumaria masculina

BATE-BOLA CASUAL Inspirado no chique sem compromisso, Ricardo Almeida lança novo catálogo. Produzidas no Parque Vila Lobos, em São Paulo, as fotos mostram modelos bem vestidos, batendo uma bolinha, num happy hour diferente. A idéia era passar para o público a sensação de conforto das roupas de alfaiataria de Ricardo Almeida. As fotos são pelo hypado Gui Paganini.

“As madeiras estão renascendo com grande destaque na perfumaria masculina mundial. O Patchouli evidencia uma faceta fresca e aromática, trazendo conforto e bom equilíbrio ao perfume.” A dica é de Verônica Kato, perfumista da Natura. A nova fragrância masculina da marca, Sintonia Ideal, segue essa tendência.

O modelo paulistano Fábio Luiz, que já desfilou para Diesel, Jean Paul Gaultier e John Galliano, assume ares de narciso no catálogo e na campanha da griffe de urbanwear Sean John. Com criação e arte de Ton Lo Bianco, o catálogo explora a relação do homem consigo mesmo. Em alguns momentos, surgem leves reflexos de sua imagem no cenário. E, como Narciso, ele se admira.

Hypnôse Homme Como viver mais A Lancôme lançou seu novo perfume Hypnôse Homme. Entre os ingredientes, âmbar e menta misturados harmonicamente. O frasco com 75ml custa R$ 234 e pode ser encontrado no site da marca: dhttp://www.lan come.com.br/a. ZELO 39

Cristiana Arcangeli lançou seu segundo livro, Como Viver Mais e Melhor - Só Para Homens. A obra é a primeira no mundo voltada só para o público masculino. Dicas de treinamento, saúde, dietas e principalmente beleza e bem-estar. Tudo de um jeito prático, simples e objetivo, como são os homens.


Primavera

EVENTO A empresária Deli Sebba recebeu convidados para apresentação da coleção Primavera/Verão 2008 das griffes Mabel Magalhães, Print, Barbara Bella Les Amis, Luna Piena e Maison Saad Fotos: Ângela Motta

Mirella Santana

Eva e Laura de Araújo

Lucilene Dutra e Wanira Godói

Sarah de Castro

Agda Leão

Deli e Ângela Sebba

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Aline Sena Barcellos, Daiane Jaime e Sonilda Sena


EVENTO Fotos: Ângela Motta e Fábio Lima

Tana, Auro e Cristal Jayme

Aniversário de Cristal, Tana e Auro

Carolina, Sara Vaz, Tana, Henrique Freitas, Lorena Gontijo, Tulio Ribas, Renata Ribas, Pedro Vargas e Cristal Jayme

Suelana e Thales Jayme

Cristal, Tana e Auro Jayme comemoraram mais uma primavera juntos. A festa, comandada por Liliane Lobo e pelo advogado Thales Jayme, levou 1.200 pessoas até a Fazenda Sardinha, em Pirenópolis. O evento começou com um almoço às 11 horas e se prolongou até as 23 horas. A ferveção ficou por conta da dupla Carlos Eduardo e Renato e do grupo Brazuka. Confira alguns flashes da festa

Yara Jayme

Renata, Mário Mello e Liliane Lobo

Milena Salles, Elisa Guião, Cristal Lobo e Mariana Costa

Ricardo Jayme e Diane

Lane Lobo e Glaucia Lobo

Rosely Gerais e Geraldo Gomes

Ma r ia n a L o y o l a , T h a le s J a y m e , F e r n a n d a F e r e s i n e Ar i el l a C ar v al h o

Pedro Henrique, Helder, Tana, Marcos, Rodrigo, Daniel e Cristal

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EVENTO Fotos: Ângela Motta e Kell Motta

Tiná Thomé, Júlia Prudente, Priscila Prudente e Maíra Thomé

Adriana Prudente, Maria Helena Tolentino e Adriana Lima

Neusa Baiocchi

Gustavo Veiga Zani e Andréia Brito

Liz Mirella Fonseca

Luana Katheryne Dantas

Vanessa Patrício e Thiago Dahás

Lançamento

Ruth Cavalcanti, Adriana Lima, Silvana Bueno e Mena Marangone

As empresárias Adriana Lima, Adriana Prudente e Maria Helena Tolentino receberam a imprensa e clientes vips para brindar o lançamento da coleção Primavera-Verão 2008 das griffes Valentina e Âme


Dress to Kill

EVENTO Cláudia Carvalho recebeu convidados para a inauguração da franquia carioca Dress to Kill, no Shopping Bougainville. O DJ François Calil comandou o som. Já os quitutes ficaram por conta de Liliane Lobo. O coquetel rolou em clima superdescontraído Fotos: Ângela Motta, Fábio Lima e Kell Motta

Rodrigo Braga, Tatiana Amorim, Cláudia Carvalho e Aristênio de Sá

Bruno Rocha e Aline

Kolontay de Sá e Anselmo Pereira

Priscila Alves Medeiros

Andrea Karla Rodrigues

Ariella, Cláudia e Caio Carvalho


EVENTO Fotos: Ângela Motta

Miriam Andrade, Mariana Telles e Daniele Abreu

Festival Alemão

Concurso de Chopp

Concurso da Salsicha de Metro

A 2ª edição do Festival Gastronômico e Cultural Alemão ocorreu entre os dias 4 e 7 de outubro, na Rua 23, no Setor Oeste. No cardápio, comidas típicas alemãs. O evento contou com apresentações da Banda Die-Lumpen, de Munique (Alemanha), do Grupo Folclórico Germânia, de Santa Catarina, e de concursos de chopp e salsicha de metro Geyza Porto

Joelho de porco

Lúcia Vânia e Rosa Alzira

Leopoldo Veiga, Iris Rezende e Bernhard Knorr William Leyse e Jens Wagner

Grupo Folclórico Germânia, de Blumenau, Santa Catarina

Kleber Adorno e Waldomiro Dall’Agnol ZELO 45


EVENTO

Via Condotti

A empresária Dominique Torminn recebeu 200 convidados para apresentar o novo conceito da Via Condotti, criado pela editora de estilo da Revista Vogue, Clarissa Schneider. Entre as novidades, um grande painel de flores desenhado pela designer de interiores Mauren Françoise. Os convidados levaram para casa um CD especialmente gravado por Ângelo Martorell para a Via Condotti Andréia Torminn

Dominique Torminn

Naiana Caiado, Luiza Tormim e Juliana Torminn

Fotos: Ângela Motta

Michele Nogueira e Augusto Tomé

Bethania de Sá e Fernanda Rocha

Ana Paula Moraes e Virgínia Naves

Gisele Maciel e Mônica Ávila

Clarissa Schneider

Marcos Patti e Eliane Mendonça

Júnior Roriz e Márcia Albiéri Celana Andrade, Adriani Matos e Vera Torminn

Luciana Sebba e Ana Cláudia Rocha

M a r c í li o L e m o s , L u d m il a A m a r a l, P e d r o P a u lo e E d m a ra C a v a l c a n t i

Cláudia Oliveira, Túlio Cimini e Dione Lopes

Eliane Martins, Fátima Mesquita, Mauren Françoise e Wania Alves ZELO 46


EVENTO Fotos: Ângela Motta

Guilherme, Valéria Junqueira e Eduardo Oliveira Luciene Mello e Rogério Ranulfo

Valéria Junqueira

Alessandro Bianchi e Lívia Carla

A Índia, com suas cores, formas e sabores exóticos, foi o tema da festa de aniversário da decoradora Valéria Junqueira. O clima de alto-astral envolvia os convidados, que, logo na entrada, se encantavam com a decoração assinada pela aniversariante. A gastronomia típica foi servida pela chef Liliane Lobo. No fim da noite, as amigas receberam um xale com a frase “Sinta-se abraçada por mim”. Mais chique, impossível!

Cristina Lopes, Selvo Afonso e Viviane Brum

Karla Rattes

Marcelo, Marly Siqueira e Roberto Andrade

Luiz Carlos Lopes e Luciana Finholdt ZELO 47

César Brito, Rosângela Motta, Paulo Chaves e Rogério Garcia


Carná

EVENTO Considerado o mais importante nome da House Music do País, o DJ Felipe Venâncio fez a alegria dos convidados do Camarote Vip Jovem Pan/Café Cancun, na 14ª edição do Carnagoiânia, no Autódromo Internacional de Goiânia

RodrIgo e Izabela Coutinho

Alessandro Junqueira

Carlos Rosemberg

Amigos

DJ Felipe Venâncio e Marcela Andrade

Severino de Souza, chefe de gabinete da Secretaria da Indústria e Comércio, comemorou seu aniversário com festa na residência do casal de amigos Valéria Junqueira e Eduardo Oliveira Fotos: Ângela Motta

Severino de Souza e Ridoval Chiarelotto

Marilane Correntino e Nicholas

Valéria Noleto

Kadu, Severino de Souza e Anderson Panciéri

Cida Cavalcanti

ZELO 48

Renata Balduíno

Maroca Perilo Luís Otávio e Mônica Quinan


EVENTO Fotos: Kell Motta

Max Miranda

Gilmar Camilo e Rossana Jardim

Babidu e Nancy Melo

Sementes

Ulisses Aesse e Carlos Brandão

O artista plástico Max Miranda agitou o Museu de Arte Contemporânea, no edifício Parthenon Center, com a mostra Sementes no Olhar César, Ana Paula Pascoal e Ivan Grande

Barbosa Neto e Iruena de Paula Gabriel Pascoal

Happy hour

Marco Machado e Márcia Pinheiro

A arquiteta Ana Paula recebeu um grupo de amigos para comemorar a inauguração de sua nova cobertura, no Setor Bueno ZELO 49


Bares da vida

José Guilherme Schwam comemorou os 14 anos do Programa Pelos Bares da Vida ao lado de centenas de amigos. A festa aconteceu no Máster Hall, onde o jornalista homenageou os parceiros de longa data. O buffet Imperial, de Waléria Schwartz, assinou o cardápio da noite

Marcos, Marluce e Márcia Marques ao lado de José Guilherme Schwam

Carlos Sena e Patrícia Gomes

Fotos: Via Foto Digital

Marcelo Almeida e Eloisa Almeida

Jô Almeida

Vanda e Tony Ragonesi

Moema Tavares

Rosângela, José Guilherme Schwam e Ângela Motta


Belas artes

Coquetel de inauguração da Marcos Caiado Galeria de Arte fez ferver a Rua 1.136, no Setor Marista. O acervo reúne obras de Siron Franco, Ana Maria Pacheco, Antônio Poteiro, Daniella Gouthier, Juliano Moraes, Selma Parreira, Frei Confaloni, DJ Oliveira, Pitágoras, Hélio Teles, Roos, Marcelo Solá, Sandro Gomide, entre outros. Artistas e empresários marcaram presença no concorrido evento Fotos: Kell Motta

Marcos Caiado

Ronaldo Bufaiçal, Rogério Borges e Renata Sabatine

Daniela Gouthier

Hélio Teles

Júnior Roriz e Nila Branco

Laura Gouthier e Alberto Santini

Fabíola Moraes

Antônio Poteiro

Vivi Domingues, Adriano Bittar e Shell Júnior

Vinicius de Castro

Sandro de Lima e Vera Bicalho

Cristiano Lemos e Neusa Baiocchi ZELO 51

Jean Begerot


FRAGMENTO

O poder atribuído ao homem o levará à extinção? Assim sendo... Hiato. Quanto ao extermínio das gentilezas: portais livres, filosofias apaixonadas e a graça de existir se perdem num pomar. Frutos colhidos? Deixados. Guardados no vácuo, no vazio e no nada dos minutos? Repensam queixas, reviram idéias, explodem néctares: a abelha nasce ali, no doce-olhar da história. Asas, cores, girassóis que enlouquecem amores. Gozos e pólens. Amar elos. Aéreos aromas. Jardins colocados. Dizer que o pensamento vaga no espaço não-preenchido dá pena. Pensar e poucas palavras bastam: a clareza escorre no dilúvio de qualquer matéria sólida, líquida, plasma, escura. Dizer. Saber. Dizer que há vida diversa e o mundo passa a ponta da língua no céu de uma boca seca. Aquecimento. Esquecimento. Tijolos e cimento. Miolos crus. Sem poesia, o ar nada nas asas escorregadias dos dias, movendo-se pelo infinito, quase sufocante. A poesia molhada e a cor viva amadurecem silenciosamente e o campo elétrico, magnético, gra vitacional, de luz, ondas e raios criam o chão. Este caminho é corpo, é mente: passagens cheias de sistemas de força. Força. O vazio não existe na mente? Este não-lugar não pode dar ambiente à forma da ignorância. No tempo da Terra, o primordial espaço é do saber, do pensar. Pensar a vida. Pensar as conjugações. Liberar representações mentais do nada não muda nada. “O pensamento muda”, diz positivamente definidas as estações. Estar com a paz e o bem, ou o inverso disso tudo, matematicamente, não equivale ao conjunto vazio. É. E um esboço de filosofia ocupa um espaço: Pensamento! ZELO 52

Max Miranda


MUNDO

Melhor de Nova York está em Hoboken

Cidade vizinha a Manhattan oferece tranqüilidade, vistas privilegiadas e um roteiro de variadas opções de lazer Pollyanna Bosso

ocê pode até chamar a cidade de Hoboken, no Estado de Nova Jersey, de subúrbio da cidade de Nova York, mas isto não vem ao caso. Na verdade, esta cidade compacta, de uma milha quadrado, fica do outro lado do Hudson River (aquele rio que divide NY e NJ), está abarrotada de colarinhos brancos nova-iorquinos fugitivos da turbulência pesada da grande metrópole. Não é uma questão de economia morar por aqui, e, sim, de qualidade e estilo de vida. Nova York está carregada de bares, restaurantes, shoppings, salão de beleza, academias de ginástica. Hoboken, onde se encontra de tudo e todos, é considerado o melhor lugar para se encontrar um bom partido!! Lá, não importa qual a opção de transporte – barco, carro ou metrô –, você está somente a cinco minutos de distância de Manhattan. E Hoboken não pára por aí. Foi lá que surgiram o baseball, o zíper e a casquinha de sorvete. Também é famosa por ser a cidade natal de Frank Sinatra. Dizem até que, se Sinatra visse hoje como está Hoboken, ele provavelmente iria parar de espalhar a notícia sobre “New York, New York”. Com enormes parques, as pessoas fazem cooper e correm de ponta a ponta. Pela costa do rio, tem-se a vista maravilhosa de Manhattan. De pessoas bonitas a fofos cachorros, parece até um desfile pelas ruas da cidade. Não há mo-

V

de Nova York pollyannabosso@hotmail.com

Steve Flood

Pollyanna Bosso e o chefe de cozinha salvadorenho Ricardo Cardona, com vista de Manhattan ao fundo. Acima, ruas de Hoboken

ZELO 53

tivos para não sair de casa, nem que seja para andar pela Washington St. (rua principal) e tomar um gostoso sorvete. A gastronomia é mais um forte atrativo. Mistura estilos que vão da culinária mexicana, indiana e italiana à japonesa, entre outras. Grande destaque para o Lua Restaurante (www.luarestaurant.com), que tem nome português, mas os donos são italianos. O chefe de cozinha Ricardo Cardona, nascido em El Salvador, é especializado em cozinha latina. Ele faz e inventa uma mistura maravilhosa, uma fusão latina; é como um tour pela Espanha, Brasil, Peru e Portugal. Você não sabe por onde começar. Mas não deixe de experimentar Ceviches (frutos-do-mar marinados com ervas e limão), Tamale (espécie de pamonha que vem servida com molho de frutosdo-mar), tartar de atum, e por aí vai... O Lua tem os melhores drinques: Mojitos (caipirinha cubana que tem rum, limão e menta, e de vários sabores, como maracujá, lyche), caipirinhas de goiaba, blueberry. Além da culinária e das bebidas, o Lua Restaurante oferece uma vista única para o edifício do Empire State, tornando-se o número um desta bela cidade. Hoboken é isso e muito mais: gente bonita, excelentes opções de lazer e uma vista toda exuberante de Manhattan. Uma cidade que você não pode deixar de visitar quando estiver em Nova York. Z


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Zelo 03  

Terceira edição da Revista Zelo

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