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ALPHAVIDA

Alphaville Maringá traz uma seção própria que mostra um pouco sobre seu conceito de moradia: além de uma maneira própria de ver o mundo, o condomínio traz um estilo de vida que não se encontra em qualquer outro lugar.


ALPHAtênis

No tênis a grande sacada é não ficar parado. Um esporte de velocidade, concentração e disciplina, ideal para quem quer acelerar o ganho de saúde e a perda de calorias. Para ter um bom desempenho em quadra, ter preparação física e uma alimentação balanceada é fundamental.


O surgimento do tênis se confunde com as histórias dos antigos jogos de bola praticados por egípcios, gregos e romanos. Passeando pelos séculos e nações, o tênis que conhecemos hoje tem grande semelhança com o “jeu de paume” (jogo da palma), popular na França do século XII. Por lá o jogo era a diversão preferida dos Reis Luís XI, Luís XII, Luís e lá vai bolinha... Estudos do historiador inglês Erick Hobsbawm sobre as origens sociais dos esportes mostram que o século 19 foi o período de consagração das modalidades praticadas atualmente, e com o tênis não foi diferente. O berço que difundiu o esporte também não é atípico, a Inglaterra. O oficial britânico Walter Clapton Wingfield patenteou em 1873 um “kit” com o regulamento, detalhes do jogo, quatro raquetes, a rede e as bolas. Esse kit se tornou indispensável para a nova burguesia que atingiu através do tênis uma necessidade social por status, por um novo estilo inglês de vida. Depois do grande passo de Weingfield, o esporte evoluiu e aprimorou as regras rapidamente. Hoje, as pás primitivas de madeira foram substituídas por raquetes leves, confortáveis e cheias de tecnologia. As bolas antes feitas de areia, terra ou giz, são bolinhas de borracha revestidas por feltro e pesam pouco mais de 50 gramas.


Benefícios para a saúde

Com um saque é iniciado o jogo e os inúmeros benefícios que o tênis proporciona para o corpo e mente do atleta. Trata-se de uma atividade intensa que exige preparo físico prévio do jogador, que durante uma partida coloca o corpo todo em movimento. Por isso, é essencial uma alimentação balanceada, que garanta suporte para o corpo responder ao esforço que o esporte exige. Por trabalhar os principais grupamentos musculares como bíceps, costas, pernas e abdômen, o tênis é uma ótima opção para melhorar a capacidade respiratória, cardiovascular, a flexibilidade e resistência muscular. Além disso, a atividade exige movimentos rápidos, melhorando a coordenação motora, os reflexos e a concentração do jogador. O tênis é um esporte de explosão, que faz o atleta gastar muita energia pelos movimentos ágeis e flexibilidade exigida. Por isso, a atividade também é uma grande aliada na perda de peso. A cada hora praticada, é possível gastar 500 calorias. No fim das contas, o bem-estar físico reflete diretamente no bem-estar mental, que aumenta a disposição, e diminui a ansiedade e o estresse.


Do pó da terra, a quadra ideal

Em partidas individuais, a medida tradicional das quadras é 23,77 m de comprimento por 8,23 m de largura, e para duplas, a largura do retângulo aumenta pouco mais de 2 m. O tênis pode ser jogado em diferentes tipos de quadra: asfalto, grama, carpete, mas a mais usada em circuito profissional é a quadra de saibro, famosa “terra batida”. As duas quadras de tênis do Alphaville foram construídas visando explorar todas as vantagens de uma quadra de saibro. O resultado final é para nenhum tenista botar defeito. A quadra de saibro conduz para um jogo mais lento, pois as partículas de terra diminuem um pouco a velocidade da bola. O saibro é ideal para os jogadores que pretendem ter longevidade no esporte, pois o impacto às articulações do corpo é bem menor na quadra de terra. Desta forma, o tenista que joga em quadra de saibro está menos sujeito a lesões. Manter uma quadra de saibro é praticamente um artesanato, cuidados especiais são tomados diariamente para deixá-la ideal para a prática do esporte. A resposta para todo esse cuidado é unanime: o saibro é o tipo de quadra favorita dos tenistas brasileiros e é palco dos torneios mais importantes do mundo, como Monte Carlo, Roma e Roland Garros.


ALPHANADO

Antes mesmo de chegar ao mundo, lá na barriga de nossa mãe, já estávamos nadando. Nos desenvolvemos em um meio aquático e em longos nove meses firmamos uma íntima relação com a água. Quando nossos bracinhos e perninhas vão espichando e a “piscina” materna fica pequena: é a hora de dar braçadas lá fora! Manter o hábito da natação em todas as fases da vida é como renovar as energias e a vitalidade através do efeito terapêutico e de relaxamento que o nado nos proporciona.


Se até mesmo no chuveiro, depois de um “bom banho”, podemos sentir o bem estar que a água nos proporciona, imagine só os benefícios que os exercícios praticados na água podem trazer para o nosso corpo. As atividades em meio aquático amortecem os impactos, e o risco de lesões musculares e ósseas nesses exercícios são bem menores. Por isso, a natação é indicada para todas as idades: bebês, crianças, adultos, idosos e até grávidas usufruem das maravilhas da água. Na água é eliminada a força da gravidade e isso torna nosso corpo mais leve e disposto a se exercitar. A água mais ou menos na altura do ombro faz o corpo se sentir 90% mais leve. O resultado do efeito “pluma” proporcionado pela água diminui a sobrecarga nas pernas e braços, por isso é indicada para pessoas que sofrem com doenças articulares e que pretendem se recuperar de lesões ou mesmo abandonar o sedentarismo e entrar em forma. As braçadas na água surtem efeitos para além da musculatura, pois otimizam o funcionamento de órgãos vitais. As atividades aquáticas melhoram a capacidade circulatória e cardiorrespiratória, aumentam a resistência e imunidade, promovem equilíbrio e coordenação motora, melhoram o raciocínio e até auxiliam na recuperação de movimentos. E os benefícios da água não se estendem apenas ao corpo, a mente também usufrui dessa terapia. Os exercícios físicos em meio líquido massageiam o corpo, proporcionando bem estar e combatendo o estresse. A natação é um dos esportes mais completos, que exercita todos os grupos musculares simultaneamente. Para desfrutar das vantagens da natação é indicada uma frequência de no mínimo duas e no máximo cinco vezes por semana. A prática contínua e a exploração de diversos estilos e velocidades são importantes para o melhor aproveitamento do exercício, e quanto mais precoce for a iniciação à natação, maior ainda serão os resultados.

Nadando de alegria

A importância do contato com a água desde os primeiros meses de vida influencia muito no desenvolvimento físico e mental dos bebês. Por estarem acostumados com o ambiente aquático no ventre materno, eles se sentem à vontade para realizar atividades na água e têm a liberdade de ousar nos movimentos sem os traumas de um tombo. Dentro da piscina, os bebês aprendem os primeiros limites de forma lúdica e recreativa, desenvolvem o sentimento de confiança e afeto com seus pais. Sem contar que a natação auxília no desenvolvimento neuro-motor, psicosocial, cognitivo, de coordenação motora e também de um sistema respiratório mais resistente. Além de gerar resultados visíveis como o incremento no apetite dos pequenos, e induz a um sono mais calmo. Com a idade, os benefícios da natação só aumentam. Entre mergulhos, saltos e flutuação a criançada se diverte ao mesmo tempo que ganha noções básicas de conhecimento do seu próprio corpo e inteligência. Crianças em idade pré-escolar que praticam natação têm mais facilidade no processo de aprendizagem e desenvolve habilidades com mais desenvoltura.


Um mergulho no quintal

Ter uma piscina semi-olímpica ao lado de casa afunda a preguiça e manda a falta de disposição para bem longe. Os 25 m² de comprimento divididos em seis raias são um convite para relaxar e praticar exercícios com liberdade. Para as crianças se divertirem com segurança, uma piscina também foi feita especialmente para elas. Praticar esporte em contato com a natureza sem dúvidas é mais estimulante. Da piscina, uma vista panorâmica inspira momentos de bem-estar ao lado da paisagem verde das árvores e do campo de golfe. Junto à piscina, está toda a estrutura do Clube Alphaville, que dispõe de um amplo espaço para confraternizações e também de um bar para curtir momentos de descontração na beira da piscina.


ALPHAGOLFE

Lembra daquela música do Zeca Baleiro que diz “Venha provar meu brunch. Saiba que eu tenho aproach...”? Se o golfe fosse um samba, seria esse “Samba do Aproach”, o ritmo perfeito para começar novos relacionamentos sociais e comerciais. Esse aproach, em português “aproximação”, em golfe significa “tacada que leva ao Green”, a área onde fica o buraco. Trocando em miúdos, aproach no golfe é tudo.


ANÚNCIO


A paternidade do golfe não é unânime. Escócia, Holanda e Inglaterra reivindicam até hoje quem foi o real genitor do esporte. O fato é que o nome provém do inglês “golf”, que por sua vez, vem do alemão “kolb”, que significa taco. Miscigenações léxicas a parte, o esporte se popularizou lá pelo século 19, e se tornou símbolo da elite inglesa. Quem praticava golfe era a burguesia. Quem tinha um taco na mão certamente não era um operário, e essa distinção era clara. Esse estereótipo burguês propositalmente engendrado na história do golfe viajou até o Brasil, mais especificamente em São Paulo no fim do século 19, pelas mãos de integrantes da colônia britânica. Engenheiros escoceses e ingleses que construíam uma estrada de ferro na região, pleitearam junto aos monges beneditos parte do Mosteiro São Bento para a construção de um campo de golfe. Hole-in-one!* Com a benção dos monges, os ingleses construíram o primeiro campo de golfe do Brasil, na região atualmente situada entre a Estação da Luz e o rio Tietê. A benção do primeiro campo se multiplicou sobre as terras tupiniquins e hoje já somam cerca de 120 campos e 25 mil golfistas. Convergindo com o crescimento do esporte no Brasil, esforços têm se concentrado em popularizar o golfe – assim como o futebol, que lááá longe também já foi um esporte restrito à elite – e fazer ele cair definitivamente no gosto dos brasileiros.

Tacada de mestre

Na última década o país abriu os olhos para o forte potencial turístico do esporte e se transformou em um novo oásis de resorts com campos de golfe. De norte a sul, o turismo de golfe é visto com otimismo pelos empresários, tendo em vista que o gasto médio de um golfista em viagem é de 30% a 50% superior a de um turista comum. A cada viagem, um novo campo. A cada campo, um novo desafio, um novo adversário que atrai novatos e veteranos que, entre uma tacada e outra, fecham grandes negócios e estreitam relações sociais. O próximo “Hole-in-one” do golfe brasileiro já tem data e lugar marcados. Depois de 100 anos, o golfe volta a ser um esporte Olímpico e a reestréia em grande estilo vai ser nas Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro. Até lá, a tendência é que o número de campos e praticantes cresça na velocidade de uma bola de longa distância.

Exercício e contemplação

O campo de golfe é o desafio e o deleite dos jogadores. É o próprio oponente e também um dos responsáveis pelo bom desempenho de cada um. O conjunto formado por nove ou 18 buracos soma um percurso que tem em média 6 km de extensão em linha reta. Esse caminho é entrecortado por obstáculos artificiais ou naturais (árvores, água,

areia) que põe em cheque as habilidades do jogador. Durante esse percurso o golfista arrasta uma pequena bola pelo campo com auxílio de tacos especiais. O objetivo é acertar um dos buracos – estrategicamente localizados em diferentes pontos do campo – com o mínimo de tacadas possível. A distância percorrida representa horas de exercício físico que movimenta todo o corpo, o que proporciona a melhora da força muscular, queima de calorias e aumento da eficiência pulmonar e cardíaca. Além da atividade física, outra particularidade que atrai cada vez mais adeptos ao golfe é a paisagem privilegiada dos campos. Localizados em meio a áreas verdes, montanhas, desertos ou regiões costeiras, fazem das horas dedicadas ao esporte momentos de contemplação e bem-estar.

Tacada de estreia

São 6.300 m de orgulho para os golfistas maringaenses. O campo do Maringá Golf Club, localizado no Alphaville, é considerado um dos campos mais técnicos do Brasil e anualmente reúne profissionais e amadores de várias partes do país e também da América Latina para o Torneio Aberto. O projeto paisagístico foi desenvolvido pelo arquiteto americano Dan Blankenship, responsável por projetar milimetricamente o desafio de cada um dos 18 buracos.

*Hole in One: acertar a bola no buraco com uma única tacada. Quando um jogador realiza um Hole in One em competições profissionais é comum que recebam prêmios especiais, e nas competições amadores é de praxe oferecer uma festa aos amigos para comemorar.


Mesmo para os leigos no assunto, o campo dispensa explicações: além das árvores e lagos, é possível encontrar animais silvestres, como capivara, cotia, jacaré. O campo é a simbiose perfeita entre esporte e natureza, por si só, já é um exercício de contemplação. “O contato com essa natureza viva, com som dos pássaros, com essa paz que a gente encontra aqui não dá para explicar.” Carlos Alberto dos Santos é um advogado bem sucedido, mas golfista arrependido. Arrependido por não ter começado a praticar golfe antes. Há dez anos ele e mais um grupo de investidores fundaram o Maringá Golf Club. Por mais contraditório que possa parecer, Carlos Alberto demorou mais de cinco anos para dar a tacada de estreia no campo. Ele apenas acompanhava o filho, que aos 13 anos não ficava um final de semana sequer sem treinar. “O golfe fez muito bem pro meu filho, ele era muito ansioso, hiperativo e aprendeu a ser mais calmo, mais tolerante.”

Vício saudável

Demorou, mas o pai seguiu os passos do filho. Quando começou a jogar, Carlos Alberto confessa “não consegui mais parar, é viciante”. É um vício saudável, que entre os dias de estresse e muito trabalho, aparece para relaxar e renovar as energias. No final de semana, Carlos Alberto deixa o lado ‘advogado bem sucedido’ no armário: troca o paletó e gravata por uma bermuda e um par de tênis, o trânsito estressante pelos passeios no carrinho de golfe, e a pasta de documentos por uma mochila com os tacos. Nessa mochila, uma referência clara ao grande golfista da atualidade: entre as capas que protegem os tacos, uma delas se destaca pelo formato de tigre de pelúcia. “Admiro muito o Tiger Woods, por 10 anos ele esteve no topo do

ranking mundial. É um atleta obcecado pela perfeição, por alcançar o objetivo”. Não a toa que o grande ídolo de Carlos Alberto é um americano. Nos Estados Unidos são inaugurados cerca de 500 campos por ano: “nos Estados Unidos o golfe é passado de pai pra filho, é uma coisa impressionante. Golfe lá é igual futebol aqui”. Depois que descobriu o paraíso do golfe, Carlos Alberto e os amigos viajam anualmente para os Estados Unidos em busca de campos desafiadores e paisagens inusitadas. Na última experiência eles conheceram os campos do Arizona, que ficam no meio do deserto. “Lá golfe é um negócio, pra nós ainda é um esporte”. As novidades que eles vêem lá fora trazem para Maringá: “Nós estamos investindo bastante, fazendo irrigação automatizada em todo o campo”.

Plantando conquistas

Carlos Alberto comemora os cinco anos como jogador de golfe, mas não pensa em sair do campo até os próximos 30 ou 40 anos. Modesto, ele se considera um jogador mediano, e quer saber qual sua grande meta no esporte? Plantar mais árvores no jardim do Alphaville. Árvores? Isso mesmo, os golfistas que conquistam um Hole In One, grande façanha no esporte, além de promoverem uma festa em comemoração, também plantam uma árvore, que fica enraizada para a posteridade. O fundador, e agora presidente da Maringá Golf Club, planta as conquistas no esporte e constrói a paisagem que os netos verão daqui uns anos. Ter uma casa do lado do campo, ou um campo do lado de casa. Tanto faz, morar no Alphaville é um deleite tanto para o lado advogado, quanto para o lado golfista. “É muita reunião, muito trabalho, vez ou outra eu mato o serviço e venho pra cá, esse lugar é uma válvula de escape”.


ALPHAPERFIS

Retratos que mostram um pouco das vidas, histรณrias e como cada um escreveu seu roteiro para vencer os desafios e construir carreiras de sucesso. Estes sรฃo proprietรกrios de terrenos no Alphaville Maringรก.


Foto: Museu da Bacia do Paraná

ALPHAPERFIS

Antonio Almir dos Santos

Responsável por trazer o traço modernista dos anos 1970 para o norte paranaense, ele fez obras que são marcos na paisagem de Maringá; a personalidade da cidade também é de autoria dele e de sua genial engenharia, como a Catedral Nossa Senhora da Glória. Já se passaram 93 anos desde que desembarcaram em costa brasileira, no mesmo navio, dois imigrantes portugueses, que só foram se conhecer já em terras tupiniquins. Eles se tornaram os pais de Antonio Almir dos Santos, nascido em 1928, a quem nós devemos a construção de obras que são até hoje marcos na paisagem da cidade de Maringá. Ele, que pode ser considerado uma memória testemunhal de Maringá, chegou à cidade quando ela não passava de uma menina. Foram anos de visitas, com paradas obrigatórias no então luxuoso Hotel Bandeirantes, até o dia em que deixou para trás sua raiz carioca para construir uma vida em Maringá. Era 1961. “Tenho saudade do Rio de Janeiro daquela época, hoje não troco Maringá por nenhum outro lugar do mundo”. Engenheiro de formação, Almir chegou ao norte paranaense porque seus tios, à época proprietários de uma distribuidora de caminhões e máquinas agrícolas, viviam aqui. Seu pai tinha uma fazenda em um município próximo, e Maringá era parada obrigatória para os forasteiros. Aqui encontrou uma cidade em plena expansão, sedenta de profissionais do desenvolvimento. Almir abocanhou a oportunidade e fundou a

Empresa Norte Paranaense de Construções. Ele foi responsável por trazer o traço modernista dos anos 1970 para a cidade, e fez obras que ajudaram a construir ambientes urbanos mais agradáveis, dando à engenharia o status de contemplação, modernidade, desenvolvimento... Em outras palavras, a personalidade de Maringá também é obra de Almir. Este pioneiro é autor de genialidades da engenharia, que vão desde os mais antigos prédios da av. XV de Novembro a nada menos que o cartão postal da cidade, a Catedral Nossa Senhora da Glória, um projeto do arquiteto José Augusto Balucci. Este, que é o décimo monumento em altura no mundo e o segundo na América Latina, consumiu 30 mil sacos de cimento, 600 toneladas de ferro, quase 6 mil toneladas de areia e 16 grandes vitrais de autoria de Lorenz Osterroht. O resultado, um cone de 50 metros de diâmetro por 124 metros de altura, sendo 10 metros da cruz que, segundo Almir, foi concretada diretamente no topo da construção. A Catedral, em toda sua majestade, é uma obra financiada pelo povo. Alguns anos após o seu início, em 1959, o dinheiro faltou e a obra ficou parada por muitos anos, até que em 1969 se iniciou um movimento para


Da esquerda para a direita: praça Dom Pedro II no início da construção da Catedral em 1961, ano da chegada de Almir dos Santos na cidade; vista parcial da Catedral em construção no final da década de 1960; Catedral a passos de finalização no início da década de 1970; Catedral pronta e com seus 124 metros de altura Fotos: Museu da Bacia do Paraná

levantar a Catedral, quando foi formada uma comissão cujo Almir fazia parte. Ele conta com saudade que o pioneiro Joaquim Fontes, tesoureiro da comissão, conseguiu arrecadar junto à população todo o dinheiro necessário para a finalização da obra. Foram mais 10 meses de trabalhos, iniciados em 1971. “Lembro da dificuldade de alinhar a cruz perfeitamente com a avenida Duque de Caxias”. Sobre o cone, essa forma peculiar para a engenharia, ele fala do grande desafio de posicionar o topo exatamente no centro geográfico da base. “A locomoção vertical das paredes foi nosso maior desafio.” “Era uma cidade com 30 mil habitantes, não tinha asfalto.” Na verdade, só o que tinha era a força de vontade de um grupo de pioneiros dispostos a fazer da cidade uma grande metrópole. O grande legado de Almir na construção da bela Maringá está em obras essenciais — como as primeiras pavimentações asfálticas, obras de saneamento básico, reservatórios para captação, tratamento e distribuição de água — e obras que dão contorno à paisagem da cidade, viaduto Pioneiro José Carlos Rosas, os edifícios Três Marias, Flamboyant, Bouganville e muitos outros. Décadas depois, os sonhos dos pioneiros da cidade se converteram em realidade.


Maringá cresceu, virou ponto turístico obrigatório para quem passa pelo norte do Paraná. É uma cidade arborizada, com vias fluídas e muitos espaços de lazer, e o desenvolvimento não para: Maringá está sempre se renovando. Por onde se passa é possível ver prédios e prédios em construção. Sobre este crescimento desenfreado e dos projetos do chamado “novo centro” Almir tem opinião formada: “os prédios são muito juntos, é uma perda para a gente, de espaço, de verde, de visual também”. É um espaço atual, mas que não segue a tendência contemporânea pelo bem estar e qualidade de vida que só encontramos em espaços amplos, verdes e naturais de uma antiga Maringá. Também por isso que Almir já garantiu alguns terrenos no Alphaville Maringá, um local que integra o verde com amplas áreas de lazer e ótima infraestrutura. Aos 83 anos Almir não vive o júbilo da aposentadoria, tem até hoje um escritório localizado em região mais que estratégica: simbólica. Da janela atrás de sua escrivaninha, no 14º andar de um edifício comercial próximo à Duque de Caxias, suas vistas ficam no mesmo nível do mirante da Catedral.


ALPHAPERFIS

SYLVIO FRANCO

Definição de homem completo: do triátlon ao equilíbrio espiritual; da saúde emocional aos desafios de comandar uma distribuidora do maior grupo siderúrgico do planeta; segue tudo isso à grande responsabilidade de ser pai. Na cidade de Maringá, a definição mais próxima do que poderíamos considerar um “homem em busca do equilíbrio” certamente está em Sylvio Franco. Empresário, pai, ele acredita que sua vida profissional e pessoal precisa dele na íntegra: “da parte física, emocional, espiritual e o mais importante, a família”. Isso, que ele chama de quatro pilares, é levado a sério, e muito! Todas as manhãs se antecipa ao nascer do Sol para fazer seu exercício diário antes de um dia de trabalho. Tamanha sua dedicação e condicionamento que já participou duas vezes da gigante das provas de resistência, a Ironman. São 3.8 km de natação, 180 km de ciclismo e mais 42.2 km de maratona em exaustivas 13 horas de prova sob a bela paisagem de Florianópolis. “O que eu sinto quando faço esporte é que estou vivo.” Sylvio confessa que sua paixão pelo esporte é quase uma neura. “Você consegue montar uma mala sem colocar uma escova de dentes? Não dá! E eu não consigo montar sem levar meu tênis.” Mas como não só de músculos é feito um homem, tem sob seu comando a empresa Companhia do Aço que está a 23 anos no mercado e atualmente é distribuidor da ArcelorMittal, o maior grupo siderúrgico do planeta e a única produtora integrada de aços planos inoxidáveis e elétricos da América Latina. “Conquistamos a distribuição pela seriedade de nosso trabalho, empenho da equipe e busca constante da qualidade.” A empresa surgiu de uma oportunidade, quando em 1989 um parente o convidou para abrir uma filial em Maringá da empresa que já tinha em

Londrina e outras cidades. Após quatro anos Sylvio comprou a sua parte da empresa. Maringá, a essa altura, já tinha se tornado sua cidade de coração. “A gente trabalha em cima da visão e da missão da empresa. A missão é ser referência na distribuição de metal e aço na região, para ser referência temos que ser os melhores.” Sylvio acredita que a vida tem altos e baixos, mas diz que o segredo para se dar bem é uma filosofia Darwiniana: “não é a espécie mais forte nem a mais fraca que vai sobreviver, é a que se adapta ao ambiente. A ideia é essa, quando vai passando crises você vai ficando mais experiente”. O pilar que, para ele, é o mais importante também tem quatro bases: a esposa, duas filhas pequenas e o filho Kauê, que é orgulho do pai. “Com 23 anos de idade, já assumiu o cargo de diretor de suprimentos com responsabilidade e visão de futuro. Conheço empresários e pais que não tiveram essa sorte, mas é uma satisfação como pai ter um filho que resolve tocar o mesmo negócio da família”. A ideia é pegar toda a família e se mudar para o Alphaville Maringá. Sylvio já conhecia o conceito Alphaville de São Paulo e Londrina e assim que chegou à cidade garantiu o seu espaço. “Maringá é uma cidade muito segura, mas agora acredito que é o momento certo para investir em qualidade de vida e em segurança, fora o espaço verde e o lazer que temos dentro do condomínio, é um local maravilhoso!” Competente, super motivado e até vaidoso. Aos 47 anos Sylvio se considera tudo isso, porém... “se eu tivesse que colocar um crachá no peito com meu lema, este lema seria determinado.”


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ANA LUIZA CELIDÔNIO

Ela deixou para trás o conto de fadas da menina que tinha tudo na vida e decidiu escrever sua própria história de sucesso. O pai era corretor de valores que respirava o frenesi paulista como se fosse o mais agradável dos ares. A mãe, uma brasileira de coração italiano, para Ana Luiza a própria mulher-maravilha, e que não admitia que reduzissem o nome da filha no dissílabo “Ana”: “Minha filha, avisa para os seus amiguinhos que o seu nome é muito bonito, e é Ana L-u-i-z-a”. Nascida em berço de ouro da tradicional sociedade paulista na década de 70, Ana Luiza, para os íntimos Analu, foi criada na “mise en scène” de princesa, com direito a vestido engomado e sapatinho de boneca: “eu vivia em um ‘mundinho’, por que a vida não é acordar e ter motorista, empregada, ir ao Jockey Clube e frequentar as melhores escolas”. E completa: “Fui criada em meio a muito amor, tive um excelente exemplo de caráter e fé vindo dos meus pais, mas se esqueceram de me mostrar o lado ‘feroz’ da vida. Pela primeira vez vi que por amor e excesso de proteção também se erra”. O conto de fadas chegou ao fim aos 15 anos, quando Ana Luiza se deparou com o primeiro velório de sua vida. Lá foi velada sua heroína, a mulher-maravilha. Nessa hora o clichê “papai-mamãe-filhinha” chegou ao fim, obrigando Ana Luiza a reescrever seu próprio roteiro, com seus próprios personagens reais. Analu queria constituir uma família, ter uma filha era praticamente um sonho. Casou-se e depois da inesquecível lua-de-mel na Itália, o sonho que estava dentro dela ganhou vida e nome: Natalia. Após a alegria do nascimento da primogênita, uma sucessão de perdas: “em um ano exterminaram toda a minha família, e não precisou de nenhuma metralhadora para fazer isso.” A perda da sogra, do pai e dos avós paternos foi uma passagem irônica e cruel na vida de Ana Luiza e seu esposo. Em Maringá o casal chegou em busca de novos ares. Aqui, o casal se deparou com a qualidade de vida que não conheciam lá em São Paulo. O ano era de 1998, Maringá já dava passos largos rumo ao desenvolvimento, mas nada comparado ao ritmo veloz e caótico da terra natal, São Paulo. Levando em conta as diferenças culturais e até a dificuldade para se acostumar com a falta de restaurantes abertos após

as dez da noite, não foi difícil se adaptar à tranquilidade. Em São Paulo Ana Luiza se formou em pedagogia, e atuava como ceramista, mas foi com a especialização em administração que encontrou afinidade. Em Maringá foi além da parceria matrimonial, virou parceria de negócios. “Lá em São Paulo, embora a gente pensasse da mesma maneira, e fizéssemos investimentos juntos, cada um tinha seu negócio. Aqui em Maringá nos demos conta de que sozinhos podíamos fazer muita coisa, mas juntos faríamos ainda mais.” Além do casamento, Analu e o marido, Douglas Ortiz, descobriram uma nova forma de se completar: “nossa parceria nos negócios é fantástica; pensamos da mesma maneira, somos verdadeiros parceiros e juntos vamos atrás do mesmo objetivo”. No momento em que só tinham um ao outro, eles se fortaleceram, e mergulharam de cabeça no setor de transporte marítimo, atividade que Douglas já exercia em São Paulo. Passaram por uma fase — daquelas que todo mundo já passou ou vai passar alguma vez na vida — onde o escritório se tornou a primeira casa. Vários anos se passaram, o casal já não atua nesta área, mas continuam investindo juntos e colhendo bons frutos. Ela deixou para trás o conto de fadas da menina que tinha tudo na vida e decidiu escrever sua própria história de sucesso, andar com as próprias pernas e afirmar categoricamente: “sobrenome não mostra o caráter de ninguém”. Hoje, Ana Luiza, mãe de duas meninas, não perdeu o romantismo, conta que dentro de si ainda existe aquela menina de vestido engomado e sapato de boneca, mas a visão de mundo é outra. A realidade que encontrou fora da redoma de privilégios foi muito diferente do que esperava. “Com meu próprio exemplo vi que não quero isso pra vida das minhas filhas. Quero que elas sejam felizes não pelo que têm, mas pelo que são. Minhas filhas são princesas, mas princesas do mundo real.” Um real mundo de sucesso porque para Analu “a vida é algo precioso e devemos desfrutá-la da melhor maneira possível”.


ALPHAPERFIS

ROBERTO IANTORNO

Quando questionado sobre o segredo do sucesso, a resposta foi taxativa: “está sempre vinculado a alguma atitude, ao trabalho, à seriedade, muita organização e inovação”. “Curitibano de origem, maringaense de coração.” São palavras de um empresário que nos recebeu em um dia agitado de trabalho, na sede de sua construtora, a Vale Azul. Entre uma reunião e outra Roberto Iantorno fez questão de apresentar toda a empresa. As surpresas foram muitas! A começar pelo lago artificial nos fundos, cheio peixes muito bem tratados. Sim, porque para além do que podemos ver (uma cascata e lindos peixes laranjas) existe uma bomba que cria uma correnteza em túnel ideal para a procriação daquela espécie. Outra bomba leva água em velocidade e volume perfeitamente calculados até o interior de um reservatório onde lâmpadas UV eliminam as algas que prejudicariam a saúde dos peixinhos e tiram a transparência da água. Um orquidário de 60 metros de extensão e cerca de 300 plantas completa o cenário da empresa. “Eu venho pra cá e fico mexendo nas minhas orquídeas.” Aqui é a sua segunda casa? “Essa é a minha casa!” Outro detalhe que não pode passar despercebido são os três casais de cães Golden Retriever. Os três machos têm os nomes Arquimedes, Pitágoras e Bhaskara, três grandes matemáticos da história. Quando pergunto o porquê desta referência, Iantorno surpreende e pergunta para a cadela Parsa, mãe dos filhotes: “quanto é 3 mais 2?”, e imediatamente a cachorra late 5 vezes. “Qual é a raiz quadrada de 81?”, e o cão late 9 vezes. Por fim pede para o fotógrafo da equipe falar um número, o escolhido foi 4 e igualmente a cachorra Parsa late 4 vezes. Descobrimos que Iantorno é tudo isso mesmo, um homem atento aos detalhes, organizado, bem-humorado e de sucesso nos negócios. Durante o “tour” pela empresa ele nos mostrou com orgulho, e amor, desde pás de mais de 20 anos de estrada, até máquinas sofisticadas que lhe renderam inclusive o prêmio de Empresa Inovadora da América Latina pela revista estadunidense “Construction Equipment”, por ser o primeiro brasileiro a trazer estes equipamentos para o país. O prêmio foi

recebido na cidade de Las Vegas. Iantorno também é um empresário visionário. Em uma edição de 1996 da revista ACIM, escreveu um artigo em que fala sobre o temor dos empresários brasileiros de estarem sobre a pressão do Dumping* trazida pelas multinacionais estrangeiras, e esclarece que, na verdade, o que a economia vivia na época era apenas o reflexo da abertura de mercado. Após 15 anos, quando nem se falava em China, as premissas apontadas para superar o pesadelo das companhias estrangeiras continuam válidas: “analisem suas empresas, façam adequações, melhorem a produtividade e, principalmente, produzam produtos que executem serviços com mais qualidade”. Formado em engenharia civil pela PUC de Curitiba desde 1981, o que o trouxe a Maringá foi uma oportunidade. O amigo Paulo Francisco Tripoloni o presenteou com o contrato de uma obra, também emprestou os caminhões, materiais e todos os equipamentos necessários. A foto que representa esse marco na história da construtora está no mural da empresa: Iantorno abraçado com um senhor que na ocasião foi contratado para roçar o terreno onde foram construídas as canaletas de acesso ao antigo clube aquático Vale Azul (está aí o porquê do nome). Iantorno conta com orgulho que com seus próprios braços trabalhou lado a lado com o velho senhor que está no mural da empresa. Hoje, Roberto Iantorno tem dois filhos, futuros engenheiro e arquiteta; investimentos na cidade, incluindo alguns lotes no Alphaville; e uma simplicidade sincera. Quando pergunto o segredo, Iantorno diz que está em olhar para dentro de si mesmo. “Se você cobiça as coisas dos outros, deixa de viver a sua vida e vive a vida do outro, você se torna um escravo!” E completa: “o sucesso vem primeiro de uma crença, acreditar que você pode e depois acreditar que existe Aquele que pode te ajudar e, mais do que isso, fazer acontecer”.

*Dumping é uma prática comercial que consiste em uma empresa se instalar em um país estrangeiro e lá vender produtos, mercadorias ou serviços por preços extraordinariamente abaixo de seu valor justo, visando eliminar os concorrentes locais e depois praticar preços altos.


ALPHAVIDA: SOCIAL

Com o objetivo de estreitar os laços de amizade entre os proprietários e amigos do Alphaville e também aproximá-los da magnífica estrutura oferecida pelo condomínio, aconteceu no dia dos namorados uma grande feijoada, que mostra um pouco do que é (e pode ser) a vida em Alphaville.


Sob decoração com uma aconchegante cara de “almoço de domingo” os convidados se reuniram no super salão de festas, de dois pisos, para uma tarde muito agradável.


As crianças também tiveram espaço para curtir as férias. Com tranquilidade, deramse os encontros e reencontros.


NinguĂŠm dispensa uma boa cobertura da imprensa: antes da sobremesa ser servida, Dani Luz veio para prestigiar o estilo e o bom espĂ­rito do evento.


ficha técnica Feijoada Solidária Organização: Hamilton Mariano


ALPHAVILLE: MODO DE USAR

São um milhão e quinhentos mil metros quadrados de área para se morar com conforto e qualidade de vida: isso é possível. Isso é Alphaville. A seguir, uma descrição da estrutura do modelo de condomínio que já é, hoje, um futuro possível para o conceito de morar bem.


ALPHAVIlle: Meio ambiente O projeto paisagístico tem mais de 1.500.000m2 de áreas verdes preservadas e reflorestadas com espécies nativas, parques e lagos com peixes ornamentais. O contato com a natureza está em toda a parte.


ALPHAVIlle: infraestrutura A vida em Alphaville não se limita à sua casa: um clube completo está à disposição dos moradores. Portaria, piscina adulto e juvenil, quadra poliesportiva, quadra de tênis, campo de futebol, Fitness Center by Reebok, playground, sacadas, salão de eventos e bar, bar exclusivo da piscina, salão social interno com lareira e muito mais. Preocupando-se não só com a vida saudável que o conceito de morar bem deve proporcionar, o Alphaville oferece uma capela, ou templo ecumênico, para que a vida espiritual e religiosa do morador também possa ser exercida.

Acima, da esquerda para a direita: Piscina no entardecer e Salão Social. Abaixo, da esquerda para a direita: o salão, com lareira, o bar da piscina e academia.


Lazer e Segurança: 24h por dia Dispondo de várias opções de lazer, o Alphaville possui campo de futebol, quadras de basquete, tênis e demais esportes. Além disso, conta com um templo ecumênico, portaria e portão de acesso 24h, proteção perimetral, muros, grades e um plano diretor de segurança, tudo para manter o Alphaville um lugar pacífico, que atende as necessidades dos moradores e é seguro para se viver.


Localização A locação é privilegiada, seguindo a direção do desenvolvimento futuro da nossa região: a apenas 15 minutos do centro de Maringá, na Rodovia PR 317, Km 81.

maringá Golf club Um convênio exclusivo com o Maringá Golf Club permite que os moradores do Alphaville, mediante uma taxa preferencial, tenham acesso ao clube e sua estrutura. Um dos esportes que mais crescem no Brasil, o golfe agora pode ser parte da sua vida cotidiana.

Serviços especiais O Alphaville oferece serviços que nenhum outro condomínio oferece: vans para levar e buscar as crianças na escola, de manhã e à tarde, por exemplo é um deles. Agende uma visita para saber sobre todos os serviços: é nossa filosofia oferecer tudo para que a vida do morador seja mais completa.

contatos (44) 3248 1395 www.alphaville.com.br/maringa



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