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Revista

GRATUITA Ano IV - No 29

Beer Tour

Passeio criado pela cervejaria Petrópolis recebe visitantes de todo o Brasil em suas fábricas.

BELEZA

Esmalteria inova com criativdade para suas unhas

Especial

Dois casais da Cidade Vicentina provam que o amor não tem idade

ALONGAMENTO:

técnica utilizada para melhorar a mobilidade articular e a flexibilidade das estruturas musculares.


www.revistatouche.com.br www.facebook.com/ revistatouche Editora- Chefe: Mônica Tozetto editora@revistatouche.com.br Jornalista responsável: Mônica Tozetto - MTB: 33.120 Coordenação de Marketing: Fernanda Pedrosa fernanda@revistatouche.com.br Artes: Equipe Revista touché! Editora Laser Press de Comunicação Integrada Diagramação: Alexandra Torricelli Tiragem: 10.000 exemplares Audiência Média: 40 Mil Pessoas Distribuição: Em Jundiaí e região, nas melhores bancas, comércios cadastrados, condomínios horizontais e verticais de alto e médio padrão. Display no Mercadão da Cidade, Mercadão da Vila Arens, Unit Mall e no Bulevar Beco Fino. Entre em contato conosco: mkt@revistatouche.com.br

Revista

Endereço: Dino, 202 - Ponte São João- Jundiaí- SP Fone: 11 4587-6499

Longe é um lugar que não existe

A

nossa região parece fonte inesgotável de surpresas. Por isso, uma das tarefas da redação da equipe touché! é vasculhar destinos próximos de Jundiaí, revelando ao leitor aquilo que muitas vezes está tão perto, ainda que não M ô n i c a T o z e t t o , e d i t o r a pudéssemos imaginar. Foi assim que mostramos em editora@revistatouche.com.br edições passadas Atibaia, praticamente colada a nossa cidade, Monte Alegre, um refúgio há 60 minutos, entre outros destinos descolados e próximos. Na touché! tem Nessa edição revelamos o beer tour, um passeio Sim o amor inusitado que percorre as entranhas de uma das 06 pode dar certo maiores cervejarias do país – a Petrópolis. A cervejaria, encravada na cidade de Boituva, responde por rótulos Alongamentos como a popular Cristal, a invernal Petra e a premium 09 Enamorados Weltenburger Kloster, cuja receita data do ano de 1050 e o lúpulo utilizado na fabricação é comprado no Benefícios da 13 hidratação da pele mesmo fornecedor da original alemã. O passeio incrível termina naturalmente com uma generosa degustação. Outro destaque dessa edição são as entrevistas 20 Feira de Offertas especiais realizadas na Cidade Vicentina, um local de amparo para aqueles que chegaram na terceira idade. Bem vindo ao fantástico Com revelações surpreendentes do dia a dia do local, os 21 mundo da cerveja casais entrevistados nos dão uma verdadeira. E falando em casa, a touché ainda traz outras novidades, como a Revitalização no 26 Aeroporto de Viracopos saudável prática de alongamentos. O que é melhor, para ser realizados a dois. Tem ainda gastronomia, estilo de Colunistas exclusivos vida, boa mesa e muita cumplicidade com você, leitor. 32 da touché! Aproveite a touché!. Aproveite a Vida.


Especial

Sim, o amor pode dar certo Mas, para se transformar num sentimento profundo, será preciso contornar inúmeras pedras e obstáculos. Senão, ele fracassa e morre. E é você quem vai ditar os caminhos

N

ão tem jeito. Primeiro, são os rodamoinhos, correntezas, transbordamentos, tempestades. Se passar por tudo isso, o amor se torna mais estável e tranquilo. Como o inesperado faz parte da existência, o ideal é não lutar contra a maré. Viver plenamente significa aceitar. A vida sempre tenta nos virar do avesso e nos estimular com novos começos, ultrapassando o desconhecido. A dor da vida começa no nascimento. Mas, ao lado dela, experimentamos presentes e recompensas. O amor também é assim. Para termos acesso ao deslumbramento, temos que ultrapassar as fases difíceis. Uma das lições de escritores e fi-

lósofos é que Eros, o deus do amor, é lindo, traz novas cores para o cotidiano, desperta alegrias internas arrebatadoras. Nos coloca repletos de brilho. Mas também é fonte de raiva, insegurança e ciúme. E é desse caldo que pode nascer o milagre do amor. Sempre que chegamos aos relacionamentos, trazemos conosco a carga de ensinamentos, valores sociais e culturais de nossos pais. O campo de influência de nossos antepassados é muito grande. O problema é que nosso parceiro também traz sua multidão de conhecimentos, totalmente diferente dos nossos. Muitas vezes, quando a coisa emperra, a questão pode não ser apenas pessoal e imediata, mas causada por esses fatores. Para nos livrarmos da bagagem que não é nossa, o caminho ideal é o do autoconhecimento. Precisamos olhar para

cada pedacinho e ver se servem ou não para nós. Nosso amor deve começar por nós, pela nossa autoestima, antes de se estender ao outro. Alguns indícios de que o relacionamento não vai bem das pernas é quando criticamos demais o outro por pequenas coisas. Também quando ficamos pedindo conselhos a qualquer um com respeito ao nosso relacionamento. O amor exige entrega, parceria, aceitação. É inútil permanecer em histórias que nos dilaceram. Provando que o amor não tem idade, credo ou convenções, conversamos com dois casais da Cidade Vicentina que acreditaram e investiram numa relação. Sabem que nada é perfeito e que os obstáculos fazem parte do caminho. Porém, com carinho, sabedoria epaciência, é possível saltar todos eles e viver uma vida feliz ao lado do parceiro.

Sugestão de leitura Não comi, não rezei, mas me amei – Gisele Rao – Matrix Editora. A escritora reproduz os textos de seu site, onde fez um raio-x da sua vida e dos seus relacionamentos.

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Dona Claudete conheceu seu Romualdo num ônibus que seguia para Itajubá, Minas Gerais. Ele, aos 27 anos, era motorista e ela, aos 19, uma jovem encantada com a vida. O namoro não demorou a começar, mas durou pouco. Desistiram logo depois. Mas, como o ser amado está traçado em nossos destinos, seu Romualdo enviou a Dona Claudete uma foto, para que ela se lembrasse dele. Um ano depois, estavam casados. Extremamente ciumenta, Dona Claudete aprontou poucas e boas nos primeiros anos de casada. Rasgou fotos de viagens de seu Romualdo e num acesso extremo, picou as fotos do casamento. Sobraram apenas duas. Ele, muito tranquilo, saia para dar um passeio nesses momentos de tormenta. “Quando eu voltava, ela já tinha esquecido tudo. Ela tem um bom coração”. Dona Claudete e seu Romualdo tiveram dois filhos. Um morreu de câncer há

Especial

quatro anos. O casal vive na Cidade Vicentina há quatro anos. Ele, aos 83 anos, passa seus dias tranquilamente, sob os cuidados de Dona Claudete e dos médi-

cos. Ela, aos 75 anos, agitada, está sempre passeando e conversando. Juntos, eles lembram dos filhos e saboreiam docemente as recordações de outros dias.

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Especial

Transbordando de energia, Dona Áurea chegou há nove anos na Cidade Vicentina. Logo começou a trabalhar como ajudante na lavanderia, depois rouparia e finalmente, como costureira. Seu Jura chegou pouco depois e trazendo também na mala grande dose de vitalidade. Como passasse frequentemente em frente à casa de seu Jura, um dia ela foi abordada por ele, que pedia se dona Áurea poderia lavar sua garrafa térmica. Solícita, concordou prontamente. Eram fincadas nesse momento as raízes de um sólido relacionamento. O casal passou a frequentar a missa e a passear pela Cidade. Sempre com todo respeito, nem se davam as mãos. Conversavam sobre tudo e queriam estar juntos a todo momento. A história do relacionamento chegou aos ouvidos do padre, que abençoou o casal. “No começo foi muito difícil, enfrentamos antipatias e preconceitos. Mas superamos tudo em nome do nosso amor”, contam.

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Hoje, Dona Áurea e seu Jura vivem num simpático aposento, decorado pelos dois. Ela, com as habilidades em costura e agulhas, fez cortinas, tapetes e outros enfeites. Ele, com jeito pra madeira, reformou e pintou móveis velhos, que ficaram com cara de novos. O dia a dia de dona Áurea e seu Jura transcorre de uma maneira doce. Conversam, ouvem música, assistem TV, vão ao supermercado, a festas, saem para passear. Desfrutar da companhia um do

outro é o passatempo preferido do casal. As brigas, quando acontecem, ficam para a história. Segundo ele, dona Áurea é ciumenta e faz “tromba” sem motivo. Mas, de acordo com ele, seu Jura, charmoso, chama a atenção das mulheres. Puro charme dos dois, que sabem cuidar como ninguém de seu relacionamento, depois de terem fracassado em outros. “Um dia a gente tem que acertar. E agora, acertei”, completa dona Áurea sob o olhar assertivo de seu Jura.


Exercício

Feliz Mês dos Namorados

Agradecimento especial ao casal Andréa e André

s o d a r o m a n E s o t n e Alongam Aproveite o momento a dois também para colocar o relaxamento em dia. Invista nos alongamentos sugeridos pelas fisioterapeutas da Clínica ITC Fisioterapia. O alongamento muscular é uma técnica utilizada para melhorar a mobilidade articular e a flexibilidade das estruturas musculares. Os exercícios, quando realizados de forma adequada, promovem benefícios como a redução de lesões, correção postural, aumento da agilidade, coordenação motora, melhora da circulação, prevenção de cãimbras e dores musculares, relaxamento e

bem estar. Além de preparar para as atividades físicas antes e depois evitando lesões, junto com seu par promoverá um estímulo para realizar atividades físicas. É importante lembrar que o alongamento deve ter a duração de 30 segundos para sua eficácia. Deve-se respeitar o limite de cada pessoa, não ultrapassando a fronteira da dor ou desconforto, não fazer contrações musculares

durante o alongamento, mantendo-se relaxado e respirando lenta e profundamente na execução. Atenção: pessoas que possuem patologias de coluna, não devem realizar esta atividade sem a supervisão de um fisioterapeuta. A seguir escolhemos alguns alongamentos que você poderá realizar a dois:

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Exercício

Alongamento Lateral de Tronco e Braços

Alongamento Posterior de Pernas e Coluna Lombar

Alongamento de Antebraços e Panturrilha

Alongamento Anterior de Coxas

Alongamento de Peitorais

Alongamento Posterior de Pernas e Coluna Vertebral

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Exercício Ela: Alongamento anterior de coxa, abdominais, peitoral e antebraços; Ele: Alongamento de Coluna Vertebral

Alongamento de Glúteo

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Exercício

Alongamento de Interno de Coxas e Coluna Vertebral

Alongamento de Interno de Coxas e Coluna Vertebral

Alongamento de Cervical

Alongamento de Interno de Coxas e Coluna Vertebral

Carolina Cruzeiro e Carolida Macedo Fisioterapeutas da Clínica ITC Vertebral de Jundiaí SP

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Rua São Lázaro, 197 - Jd. Brasil - Jundiaí - SP Tel: (11) 4521.2437 / (11) 97090.4410


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Galeria touché!

CDL e Sincomércio fazem promoção

Tudo o que acontece em Jundiaí e região você vê aqui, na nossa Galeria touché!. Participe. Sustentabilidade no SENAC Em junho, o Senac realizou a Semana de Sustentabilidade. O evento aconteceu simultaneamente em 21 unidades do Estado. Em Jundiaí, uma programação diversificada, entre 4 e 7 de junho, contou com temas múltiplos e grande presença de público.

No início de junho, a CDL Jundiaí e o Sincomércio de Jundiaí e região realizaram um evento na praça da Matriz com várias atrações. Entre elas, uma promoção para tocar o coração do ser amado, em parceria com o canal 25, com mensagens de 15 segundos.

Meio Ambiente Autoridades e convidados participaram do plantio de mudas de árvores, no Parque da Cidade, organizado pela DAE, em comemoração ao dia do Meio Ambiente.

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Novo Mc na cidade

Feirão A FA Oliva participou mais uma vez do Feirão da Caixa. Na foto, Tobias Muzaiel Jr, do JJ, Carlos Pellegrino, presidente da Proempi, Henrique Parra Parra, superintendente regional da Caixa e Márcio Vioti, administrador da FA Oliva.

Inaugurado em 24 de maio, o novo restaurante McDonald’s Drive-Thru está na Avenida 9 de Julho, 100. O prédio segue o atual conceito arquitetônico mundial da rede, aconchegante e personalizado. Atende também clientes com deficiência.

Fique ainda mais bonita

Semana de Museus

Participe do sorteio do salão Paulo Freitas e concorra a corte + escova + nutrição. É muito fácil: acesse a fanpage e veja as condições. https://www.facebook.com/paulofreitashairstudio

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Até 10 de agosto, no Museu Histórico e Cultural de Jundiaí (Rua Barão de Jundiaí, 762 – Centro, conheça a exposiçãoo “Jundiaí, mostra África: memória e cultura como formas de resistência, que reúne diversos segmentos organizados da cidade ligados a manifestações da cultura afro-brasileira.


Beleza

Devecchi Esmalteria cuida das suas unhas com criatividade

Esqueça tudo que você conhece sobre unhas e esmaltes. A Devecchi chegou em Jundiaí com novos conceitos e cuidados dobrados. Com mais de 400 cores de esmaltes – entre importados e nacionais – a Esmalteria aposta nos cuidados com a saúde. Prova disso é que todos os itens usados são descartáveis e a auto-clave (máquina de esterilização) é de última geração.

Para o público teen As meninas mais novas que adoram (e a maioria adora) colorir as unhas, encontram na Devecchi o lugar certo. A Esmalteria oferece hidratação e esfoliação, evitando a retirada das cutículas. E há novidades, como unha de pelúcia ou caviar, além de inúmeras outras.

Para um cuidado extra, a Devecchi criou o spa das mãos e pés, que utiliza argila preta, proporcionando uma ultra hidratação.

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Personalização

Beleza

Cardápio A Devecchi oferece as últimas tendências em matéria de unhas. Artísticas, postiças, inglesinha, francesinha invertida, italianinha, borda nails… É novidade que não acaba mais.

A máquina My Nail Club permite que você seja exclusiva. Além de imprimir em sua unha inúmeros motivos (são mais de 500), é possível estampar a foto do seu ídolo, do namorado ou do que você preferir.

Pacote: consulte preços especiais para pacotes

Venha conhecer e se encantar:

Rua Graciliano Ramos, 558 – Jd. Rio Branco – próximo ao Maxi Shopping Telefone: 4587-3145

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Negócios

Primeira Feira de Offertas de Jundiaí acontece em agosto Organizada pela CDL e Sincomércio de Jundiaí, a Feira de Offertas vai reunir, em apenas um lugar, produtos de qualidade com ótimos preços. Ao consumidor, vai proporcionar a oportunidade de escolher produtos com preços reduzidos, além de ser mais uma opção de lazer. A Câmara dos Dirigentes Lojistas e o Sincomércio de Jundiaí se uniram para realizar a primeira Feira de Offertas da cidade. O evento acontece entre 15 e 18 de agosto, no Parque Comendador Antonio Carbonari (Parque da Uva), das 10 às 20 horas. De acordo com o presidente das duas entidades, Edison Maltoni, a feira é uma forma de oferecer ao comerciante mais uma ferramenta de vendas. “Além do fortalecimento das marcas do nosso comércio e serviços”, salientou. Maltoni reforçou, também, que estão sendo esperados os mais variados produtos e segmentos, como roupas,

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calçados, óticas, brinquedos e bebidas. “Sem esquecer da área de alimentação, onde provavelmente traremos as entidades sociais”, disse. O presidente falou ainda que o consumidor vai encontrar os mesmos produtos oferecidos nas lojas participantes, mas em condições especiais de compra. “É uma oportunidade, para o comerciante de desovar seu estoque e se preparar para a troca de coleção, repondo o caixa e girando o capital, mas a qualidade será mantida”. Quem for visitar a feira, vai ganhar na economia. “Os participantes vão operar com valor diferente das suas lojas, oferecendo um ganho real”, afirma Maltoni. Além de pagar menos, o

público vai encontrar um ambiente familiar e agradável, num espaço que vai reunir gastronomia, diversão e cultura. Ao lado dos produtos, a primeira Feira de Offertas vai oferecer palestras e treinamentos de capacitação e qualificação para empresários. “Com certeza, esse projeto deve marcar uma nova era na cidade”, pressupõe Maltoni. Para ele, mais do que proporcionar bons preços, diversão e cultura, o comerciante da cidade evita a concorrência externa. A primeira Feira de Offertas de Jundiaí tem o apoio da Prefeitura do Município (através da SMDECT), SENAC, SESC, SEBRAE-SP, CEF, FECOMÉRCIO.


Destino

Bem vindo

ja e v r e c a d o d n u m o ic t s tá n ao fa Se você é apaixonado por cerveja - e mesmo se não é - a Beer Tour, passeio criado pela cervejaria Petrópolis, tem recebido visitantes de todo o Brasil em suas quatro fábricas: Boituva/SP, Petrópolis/RJ, Teresópolis/RJ e Rondonópolis/MT). Os visitantes - na grande maioria funcionários de revenda e estudantes da área de alimentos e indústria - são colocados em contato direto com as surpreendentes fases da produção de chope e cerveja. Em Petrópolis, no Rio de Janeiro, o Beer Tour faz parte do roteiro de pontos turísticos. O programa é gratuito e acontece de terça a sábado. O agendamento é feito pelo telefone (24) 2103-8000.

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Destino

Depois de credenciados, o grupo é encaminhado ao Bar Petrópolis, onde é recepcionado pelo guia, fica por dentro das normas de segurança e recebe os equipamentos de proteção individual. Assiste também a um vídeo sobre a cervejaria.

No passeio é possível conferir de perto todo o processo de fabricação da cerveja e do chope. Nas diferentes etapas, o ênvase, rotulação e encaixotamento.

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Produção em Boituva

Destino

• 6 linhas de ênvase • Linha chope - 1.700 barris por semana (30 e 50 l) • Linha 1 - 60.000 latas por hora • Linha 2 - 120.000 latas por hora • Linha 3 - 13 mil garras (1 litro) por hora • Linha 4 - 50 mil garrafas (600ml) por hora • Linha 5 - 62 mil garrafas (600 ml) por hora • Linha 6 - 78 mil long necks por hora • Produção anual - 10.000.000 hl = 1 bilhão de litros de cerveja (1hl = 100 litros)

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Destino

O grupo

No final do percurso, os sedentes participantes seguem novamente ao Bar Petrópolis, mas desta vez para degustar o chope Itaipava na sua forma mais pura.

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Fundado em 1994, o Grupo Petrópolis é atualmente a segunda maior cervejaria do Brasil e a única grande empresa com capital 100% nacional do setor. Dono das marcas Crystal, Lokal, Itaipava, Black Princess, Petra e Weltenburger, do energético TNT Energy Drink, do isotônico Ironage, das vodkas Blue Spirit Unique, Blue Spirit Ice e Nordka, também é a maior companhia brasileira de bebidas. Com quatro fábricas em operação e mais duas em construção, o Grupo é responsável pela geração e manutenção de 16,7 mil empregos, entre diretos e indiretos. Além disso, patrocina atletas brasileiros profissionais e amadores e promove ações ambientais por meio do Projeto AMA.


Viracopos

Aeroporto de VIRACOPOS

e t e m o r p e o ã ç a z li a it v passa por re o iã g e r a d s io c ó g e n s o is a incrementar ainda m Com um investimento de R$ 9,5 bilhões, a Aeroportos Brasil Viracopos vai ampliar e modernizar seu complexo aeroportuário durante os 30 anos da concessão Com a promessa de se tornar o maior e mais moderno aeroporto internacional da América Latina, Viracopos, ao longo dos 30 anos de concessão e um investimento de R$ 9,5 bilhões, será preparado para receber 80 milhões de passageiros/ ano. Esse foi o compromisso firmado com a concessionária Aeroportos Brasil Viracopos. O primeiro ciclo de obras teve início em agosto do ano passado. O novo aeroporto de Viracopos foi concebido a partir do conceito de “aeroporto cidade”. Sua expansão prevê hotéis, shopping center e centro de convenções. O projeto tem uma preocupação sustentável, com destaque para a cobertura do telhado que portará células fotovoltaicas para captura da energia solar e sistema de reutilização da água de chuva. Privilegia também o conforto do passageiro e tem um design compacto, prático de construir,

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fácil de se ampliar e com forte identidade arquitetônica. Investimentos Durante os 30 anos de concessão, serão cinco ciclos de investimento. O primeiro deles, concluído recentemente e teve um investimento de aproximadamente R$ 2,06 bilhões, foi a construção de um novo terminal de passageiros com capacidade para o transporte de 14 milhões de passageiros/ano. O novo terminal terá uma moderna estrutura de concreto, aço e vidro e contará ainda com 28 pontes de embarque, sete novas posições remotas de estacionamento de aeronaves e um edifício-garagem com 4 mil vagas. A ampliação das pistas de taxiamento está prevista para ser concluída até maio de 2014. Entre as intervenções previstas, o edifício-garagem destaca-se por sua harmoniosa integração com o novo terminal de pas-

sageiros. Conectado ao terminal por uma ponte coberta, o edifício-garagem contará com restaurantes, loja de aluguel de carros e escritórios dos órgãos públicos federais. Além disso, a estrutura estará preparada para uma expansão vertical futura, onde poderão ser construídos escritórios comerciais e um hotel. A Aeroportos Brasil Viracopos destaca ainda que o novo terminal e as intervenções previstas no primeiro ciclo de investimentos do MasterPlan foram concebidas de forma a interagir com os prédios atualmente existentes no complexo durante o período de obras, sem o comprometimento das operações do aeroporto até 2014. Para cumprir todo o planejamento previsto no primeiro ciclo, o trabalho de engenharia será realizado no regime fast track, em que as execuções de engenharia e de construção seguem no mesmo ritmo.


Ciclos de investimento

Viracopos

Após a primeira etapa de investimento, até 2014, a Aeroportos Brasil Viracopos investirá mais R$ 7,46 bilhões no processo contínuo de expansão e modernização do complexo aeroportuário. Os outros quatro ciclos de investimento estão distribuídos da seguinte maneira: 2º ciclo: 22 milhões de passageiros, com início das intervenções projetado para 2018; 3º ciclo: 45 milhões de passageiros, com início das intervenções projetado para 2024 e destaque para a construção da terceira pista; 4º ciclo: 65 milhões de passageiros, com início das intervenções projetado para 2033 e destaque para a construção da quarta pista; 5º ciclo: 80 milhões de passageiros, com início das intervenções projetado para 2038.

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Viracopos

A Aeroportos Brasil Viracopos ressalta que as datas previstas para os ciclos de investimento levam em consideração uma projeção da demanda de passageiros, podendo ser antecipadas para manter o nível de qualidade e conforto necessários à operação do aeroporto.

Raio-X do aeroporto Nome: Aeroporto Internacional de Viracopos / Campinas Prazo do contrato de concessão: 30 anos Área total atual do aeroporto (m²): 8,3 milhões m² Área total prevista do aeroporto (m²): 25,9 milhões m² Área do terminal de passageiros (m²): 30 mil m² Área do pátio de aeronaves (m²): 86.978 m² Número de passageiros (2011): 7,5 milhões Número de passageiros (2012): 8,8 milhões Volume de carga transportado (2011): 290 milhões de toneladas

Investimentos previstos

ü As obras estão totalmente dentro do cronograma. São 4.000 funcionários trabalhando na obra do novo terminal de passageiros, que será inaugurado em maio de 2014 e terá capacidade para 14 milhões de passageiros/ano. ü As obras de construção do novo terminal de passageiros se iniciaram em 31 de agosto de 2012. Lembrando, conforme no release em anexo, que estão previstos cinco ciclos de obras no aeroporto nos 30 anos de concessão. ü O novo terminal de passageiros terá 3 píeres, além do prédio do terminal e um edifício garagem, com capacidade para 4.000 veículos.

• R$ 2,06 bilhões entre agosto de 2012 e maio de 2014; • R$ 7,46 bilhões nos outros quatro ciclos de investimentos da concessão.

Luiz Alberto Küster Engenheiro civil formado pela Universidade Federal do Paraná em 1978, o diretor-presidente da Aeroportos Brasil Viracopos S.A. possui mestrado pela Universidade do Colorado (EUA). Iniciou sua atividade profissional na Centrais Elétricas do Sul do Brasil S.A. – Eletrosul e acumula uma experiência de mais de 30 anos no setor. Desde 1998, Küster atua em Conselhos de Administração de concessionária de serviço público constituídos como sociedade de propósito específico. Participou dos projetos de implantação das usinas de Machadinho (RS), Dona

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Francisca (RS), Campos Novos (SC) e Itiquira (MT). O empresário exerceu também a função de diretor de Construção da Inepar – Indústria e Construção S.A., onde era responsável pela coordenação do processo de fabricação, montagem e comissionamento de equipamentos das usinas de Tucuruí, Porto Primavera, Guaporé e Mascarenhas de Moraes. Coordenou, no continente africano, a implantação de diversos projetos de sistemas de Saneamento Básico e Distribuição de Água, programas estes financiados pelo Banco Mundial. Küster também foi diretor geral do

Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná – DER. Lá era responsável pelo programa de privatização de rodovias no chamado Anel de Integração. Exerceu ainda a função de diretor regional de Vendas da empresa General Electric para a América Latina.


Receitas O chef Paulo de Luna preparou para o mês de junho duas receitas deliciosas e sofisticadas, que trazem uma mistura inusitada de sabores. Lentilhas e aspargos completam a sutileza do badejo. Como sobremesa, a irresistível Torre de Frutas seduz pelo sabor e beleza. O chef Paulo de Luna

gos

ar p as e as lh ti n le m co o ej d ba e d é Fil Ingredientes para 4 pessoas ü 4 filés de badejo sem pele ü 200 g de lentilhas secas ü 1 l de caldo de legumes ü ½ cebola picada finamente ü 1 tomate sem semente picado em pequenos cubos ü 8 aspargos ü Salsa picadinha ü Sal e pimenta-do-reino branca moída na hora ü Molho de pimenta ü Azeite de oliva extravirgem

Preparo Cozinhe as lentilhas no caldo de legumes até que fiquem bem macias e o líquido tenha reduzido pela menos à metade. Coe e reserve, separadamente, a lentilha e o caldo do cozimento. Em uma panela com azeite, em fogo médio, salteie a cebola, a seguir acrescente o tomate, a lentilha e metade do caldo ou mais se for preciso para que a mistura tenha alguma consistência (não deixe muito líquida). Acrescente a salsa picada e tempere com sal e molho de pimenta. Reserve. Branqueie os aspargos em água e sal por 3 minutos e coloque a seguir em água gelada para parar o cozimento. Separe a parte superior para este prato. Você pode aproveitar o restante para fazer outro prato, como um creme de aspargos por exemplo. Tempere os filés de badejo com sal e pimenta-do-reino. Aqueça uma frigideira antiaderente, coloque um fio de azeite e grelhe os filés de todos os lados, até que fiquem dourados.

Montagem No prato de serviço coloque primeiro a lentilha, por cima o filé de badejo e ao lado 2 pedaços da parte superior dos aspargos.

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Receitas

Torre de frutas vermelhas Ingredientes para 4 pessoas Para os crepes ü 1 ovo ü ½ copo de leite integral ü ½ copo de farinha de trigo ü ½ colher (chá) de açúcar ü ½ colher (sopa) de azeite ü 10 gts de aroma de baunilha ü ½ colher (chá) de fermento em pó

Frutas vermelhas Para o creme pâtisserie ü 1 copo de leite integral ü ¾ xícara (chá) de açúcar ü 2 colheres (sopa) de manteiga sem sal ü 2 gemas ü 2 colheres (sopa) de amido de milho ü 1 colher (café) de aroma de baunilha

Preparo

Amoras, cerejas, morangos, framboesas, mirtilos, etc.

1. Frutas: escolha 3 tipos de frutas de sua preferência lave-as e corte-as em cubos idênticos. Reserve. 2. Creme: bata todos os ingredientes no liquidificador. Passe para uma panela aquecida em fogo médio e mexa sem parar até atingir uma consistência cremosa. Reserve e deixe esfriar. 3. Crepes: Bata todos os ingredientes no liquidificador. Aqueça uma frigideira antiaderente com um diâmetro de 10 cm e coloque uma porção da massa, de modo a formar uma camada fina. Quando estiver cozida vire para dourar do outro lado. Retire e recorte com um aro de 8 cm. Reserve. Repita esta operação até finalizar a massa.

Montagem No centro de um prato de serviço coloque primeiro um crepe, faça uma coroa de frutas vermelhas na borda e preencha o centro com o creme. Cubra com outro crepe, repetindo a operação, finalize com um crepe.

Decoração 1ª opção: cubra o último crepe com açúcar de confeiteiro e decore com algumas frutas e uma folha de hortelã 2ª opção: cubra o último crepe com açúcar cristal e use um maçarico de cozinha para caramelizar. Decore com folhas de machê, ou manjericão. Na hora de servir regue com azeite. Junho/Julho 2013

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Viver Bem

Lugares especiais, pessoas de branco e expectadores da vida.

E

u estava na rua Anchieta, no início do ano, dentro do carro esperando a Claudia. Enquanto ela percorria um pequeno trecho a pé, tentando encontrar o endereço de um laboratório de análises clínicas, eu ficava a contemplar o considerável número de pessoas que passavam por ali. Por estar dentro do carro, isolado de todos e sem interferir no contexto, me sentia um privilegiado expectador. Toda aquela movimentação me atraiu e despertou! Como era início da manhã, toda aquela gente se dirigia ao trabalho. Não pareciam mal humorados, mas compenetrados. Por estar próximo aos hospitais, clínicas e laboratórios, havia muita gente com roupas brancas. Mulheres e homens com seus sapatos, calças e camisas totalmente alvos conferiam àquela cena linda um algo especial, diferente de tudo oque eu tenha vista ou me lembre de outros lugares em Jundiaí. Alguns caminhavam solitariamente. Outros em grupos de três ou quatro. Quase ninguém falava. Brincando com a imaginação era possível pensar que se estava em um filme do futuro. Todas aquelas pes-

Fernando Balbino Graduado em Educação Física pela UNESP de Rio Claro, mestre em Filosofia da Educação pela UNIMEP, doutor em Ciências Sociais pela PUC de São Paulo. viverbem@revistatouche.com.br

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Junho/Julho 2013

soas eram seres evoluídos, padronizados e monocromáticos. Como no filme Oblivion, de Tom Cruise. Seres de uma sociedade supostamente mais evoluída, com seus sentimentos controlados e pensamentos serenos e previsíveis. Ou, talvez, a explicação para tanta gente de branco fosse algo celestial. Seriam aqueles seres de branco ligados ao divino, etéreos, fluidos, misteriosos e com poderes inimagináveis? Teriam sido enviados para ajudar a humanidade a resolver seus problemas? Juro que fiquei a imaginar tudo isto, a brincar com as ideias no início do meu dia! E se pensarmos que naqueles quarteirões muitas vidas são cuidadas ou salvas, a brincadeira acaba assumindo um tom sério e com certo sentido... Aliás, aquela rua é deveras especial. Há muito tempo fico observando suas árvores frondosas. Dezenas de tipuanas plantadas dos dois lados da rua formam um corredor verde, escurecendo o local e se confundindo com a paisagem das belas casas e pequenos prédios construídos por alí. Dão a impressão que ao menos naquela rua a natureza venceu a força do concreto. Quando as folhas caem no outono, é possível observar

galhos imensos, retorcidos, cheios de musgo e parasitas, avançando para o meio da rua, deixando a descoberto fachadas antes bem escondidas. Um espetáculo! Que somente pode ser visto nesta rua. Estava distraído pensando nisto tudo. Pensando como eu pudera passar por aquela rua milhares de vezes e não ter percebido aquelas coisas todas, as pessoas de branco, alguns seres anônimos com seus poderes, as diferenças, a beleza e a força da natureza. Avaliava, naquele momento, o quanto a idade ou o tempo que se vai vivendo, nos permite parar para “enxergar” coisas que estão em nossa frente tanto tempo e jamais foram vistas. Afinal, as características daquela região permanecem as mesmas há anos. Talvez o tempo vivido permita contemplar, olhar ao redor e fazer novas inferências. Precisamos nos distanciar um pouco mais da vida cotidiana para enxergar a beleza de tantos detalhes que nos rodeiam. Mas, por ora, a Claudia voltara para o carro. Fechei a janela do carro e dei a partida. Precisei me concentrar novamente nas tarefas do dia. No entanto, lá fora do carro, por sorte, os seres celestes continuavam suas jornadas inalteradas.


“INVASÃO JAPONESA”

Taste

A trajetória da cultura japonesa é marcada por inúmeras batalhas, quer por questões puramente militares, ou por conquistas territoriais, ou ainda por protecionismo político de povos ameaçadas. O certo é que antes da segunda guerra mundial eles estavam sempre guerreando. Após a rendição do império japonês aos aliados, em 15 de agosto de 1945, a “invasão japonesa” deixou seu arsenal bélico e passou a usar outras “armas”. Agora são outras as motivações.

A

primeira metade do século passado foi marcada pela tentativa japonesa de ampliar seu território imperialista. Foi com esse objetivo que entre 1904 e 1905 ocorreu a guerra Russo-japonesa, uma tentativa de conquistar a Coréia e a Manchúria por parte dos dois países. Em 29 de agosto de 1910 a Coréia foi oficialmente anexada ao território japonês, domínio que durou até a rendição incondicional do Japão às tropas aliadas. O dia 13 de dezembro de 1937 ficou conhecido como o dia do Massacre de Nanquim, um ataque genocida japonês à capital da china na época, após a cidade ter sucumbido ao ataque nipônico. Esse massacre, também conhecido como o Estrupo de Nanquim, durou cerca de seis semanas. Outros exemplos desta época podem ser listados, como a guerra Sino-Japonesa, ocorrida no período de 1937 a 1945, entre o Japão e a China. Apesar do conflito entre os dois países já existir desde 1931, a guerra tomou corpo a partir de 1937. Também, após o ataque a Pearl Harbor, dezembro de 1941, o império japonês ocupou as Filipinas, permanecendo por lá até 1945. Atualmente, as “invasões japonesas” são bem menos conflitantes, destacando-se posições marcantes na moda, na tecnologia, nas artes Godofrêdo Sampaio plásticas, e principalmente na culiMédico, escritor nária. Há trinta anos alguém podee aficionado por ria imaginar que comer peixe cru vinhos, charutos e seria moda entre nós? A culinária boa mesa. Membro japonesa já é a comida de prferêne ex-presidente cia de muitos brasileiros. Calculada Academia se que já existam mais restaurantes Jundiaiense de Letras. japoneses que churrascarias em São E-mail: bonvivant@ Paulo, o que serve de inferência para revistatouche.com.br algumas cidades do interior.

A popularização desta culinária pode ser explicada por vários fatores: inicialmente o preço mais baixo que qualquer outra cozinha internacional; soma-se a isso, o melhor aproveitamento da matéria-prima fresca, com inclusão de peixes, e menor quantidade de sal e gordura, que “surfa” na onda da comida saudável. Outro fator importante é a grande possibilidade da culinária japonesa fazer fusion com outras culturas, como por exemplo, a utilização de sakê para fazer caipirinha, além do uso recíproco de vários ingredientes, como o é o caso do molho de soja, amplamente usado em nosso meio. É uma culinária regida por um cerimonial de grande expressão simbólica, com preocupação desde a manipulação dos ingredientes, até com a forma como são servidos e consumidos. Esse rito contracena com os fast-foods, mas mesmo assim, houve uma adaptação para atender esse público, muitas vezes apressado e desatento. Foi nessa direção que a culinária japonesa invadiu o ocidente, incorporando elementos gastronômicos locais e

adaptandr-se aos costumes de outras culturas. Essa “invasão” é notada por todos; não conheço um Shopping Center que não tenha um fast-food japonês. São inúmeros os pratos ofertados (niguiri, gunkan. sushi, uramaki, chirashi, sashimi, nimono, oden, tisukemono, tempura), além de várias pastas e caldos (gohan, misashiru, dashi, karee, moti, mandiu, missô, etc), que certamente a pessoa encontrará algo que lhe agrade. O negócio ficou tão grande que já tem até o dia do sushi (1º de novembro). Nas grandes cidades, a presença de restaurantes de todos dos níveis é um ponto marcante. Deste os simples, até os mais sofisticados, tem pra todos os gostos e bolsos. Ainda tem as temakerias, uma invenção brasileira que ganhou muitos adeptos, como pode ser comprovado por uma rede de franquia que só em Campinas possui 12 lojas. São restaurantes, deliverys, anúncios de pratos feitos sob encomendas, enfim, estão por todos os lugares, invadindo espaços, marcando posição como verdadeiras trincheiras gastronômicas.

Calcula-se que já existam mais restaurantes japoneses que churrascarias em São Paulo, o que serve de inferência para algumas cidades do interior.

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