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tags: tecnologia, pead, sacola, biodegradável,

e deve entrar em vigor até o fim do mês de outubro. Segundo Rossi, a idéia é substituir o plástico pela sacola biodegradável, uma versão que se decompõe em até 180 dias. Visualmente, a sacolinha biodegradável tem a mesma aparência que a de plástico e pode ser usada da mesma forma. A diferença está na composição: a matéria-prima da biodegradável pode ser de origem vegetal, como amido de milho, ou ser uma mistura de petróleo e um aditivo responsável por quebrar as moléculas do plástico em partes menores que servem de alimento aos microorganismos. No fi-

nal, da sacolinha só resta dióxido de carbono, água e biomassa. Outra opção é a sacolinha oxibiodegradável que, diferentemente da biodegradável, não depende da ação de bactérias ou fungos para se decompor. Através da ação do oxigênio, temperatura e luz solar, elas se dividem em milhares de pedacinhos até virar pó. Apesar de também se decompor mais rapidamente, alguns especialistas alertam que esse resíduo pode contaminar rios e chegar até o lençol freático. Seja qual for a forma que você escolher, o impacto no meio ambiente é quase inevitável, afinal tudo um dia se torna lixo. Que tal deixar as sacolinhas de lado e comprar ou fazer uma ecobag?

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Revista Tag #5  

Edição 5 da Revista Tag

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