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Ano 19 | Número 154 | 2019

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RANKING

De 96 mercados analisados, Índice Global de Seguros Potenciais mostra o Brasil - na 8ª posição - como uma das nações com maior oportunidade para o setor


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Carta ao Leitor

Perspectivas econômicas favoráveis para 2020 “Na medida em que avançamos para o final do ano, cresce a percepção de que ocorre aceleração do PIB. A expansão do PIB 2019 passou a ser projetada no patamar de 1%. Melhor ainda é a expectativa de continuidade dessa aceleração do PIB em 2020. A pesquisa FOCUS (Banco Central) indica revisão das projeções de 2,0% para 2,17% em 2020. Confirmada essa trajetória, o impulso na “recuperação cíclica” da economia poderá elevar o PIB para patamar de 2,5% a 3,0% até 2021. Contudo, depois da frustração do 1º semestre 2019, é preciso monitorar riscos internos e externos, ficar atento na tramitação de reformas estruturais no Congresso e riscos políticos. Os principais vetores e riscos dessa retomada na economia são: inflação em declínio e estável em baixo patamar, entre 3,5% e 3,0% pelo menos até 2020; juros nominais, taxa SELIC, de 5,0% atualmente e provável redução para 4,5% em dezembro 2019, e 4,25% em 2020 na projeção recente do FOCUS e juros reais (descontada inflação do período) em patamar histórico mínimo; processo de “transformação do SFN” incentivado pelas ações do Banco Central do Brasil, que tem resultado em importantes mudanças no sistema de pagamentos, ampliação da oferta de crédito, maior competição, redução de custos, melhor atendimento e produtos financeiros para o consumidor, e maior difusão e esforço de educação financeira da sociedade em geral; continua, embora gradual, recuperação no emprego de carteira assinada (CAGED) e queda do desemprego informal (PNAD) pela busca de alternativas de renda a partir de “micro empreendorismo” e criação de pequenas empresas, gerando um “efeito formiga” que amplia o fluxo de atividade na economia, propiciando melhora das expectativas e da confiança com reflexo na retomada do consumo, ampliado pela maior oferta de crédito; vendas do comércio varejista tem confirmado aceleração neste quarto trimestre 2019 (“black friday” e também estima que este será o melhor Natal dos últimos anos); a construção residencial ganhou escala ao longo do ano, motivada pela crescente oferta de crédito imobiliário com taxas decrescentes, gerando reaquecimento das contratações de trabalhadores da construção civil. Nada indica que nos próximos meses essa trajetória de melhores expectativas e retomada econômica seja revertida. Mas, devemos ficar atentos para precificar esse otimismo crescente. Devemos monitorar algum importante risco inesperado, tanto internacional como doméstico”. Fonte/Reprodução - ACREFI (Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento) O Editor

EXPEDIENTE Editor-Executivo: João Carlos Labruna labruna@revistaseguradorbrasil.com.br brasilempresarial@uol.com.br Comercial: Mauricio Dias (mauricio@revistaseguradorbrasil.com.br) Paula Merigo (paula@revistaseguradorbrasil.com.br) Diagramação: Propósitto Soluções Visuais (rodrigo@propositto.com.br)

ANO 19 | NÚMERO 154 | 2019

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Capa

Brasil ocupa o oitavo lugar entre os países com maior potencial de seguro China lidera o ranking nos segmentos Vida e Não Vida de um total de 96 mercados analisados 2008 a 2018 e indica que países da Ásia e da África apresentam o maior potencial para seguros e importância relativa no contexto global. De acordo com o Serviço de Estudos, o GIP aumentou em comparação com os valores da década 2007-2017, o que é explicado principalmente pelo desenvolvimento ainda incipiente do produto Vida em países emergentes como o Brasil. O estudo conclui que o potencial de seguro é bastante concentrado, independentemente de se tratar de um mercado desenvolvido ou não, e que permanece semelhante nos últimos anos.

Reprodução

A atualização do Índice Global de Seguros Potenciais (GIP), elaborado pelo Serviço de Estudos da MAPFRE, mostra o Brasil como uma das nações com maior oportunidade para o setor. No ranking, que analisou 96 mercados, o país ocupa o oitavo no lugar no segmento Vida, subindo uma posição em relação à edição anterior divulgada em março, e também no de Não Vida, em que se manteve estável. Lançado no começo deste ano, o GIP é a primeira métrica internacional que apresenta os países com mais possibilidades de crescimento para a indústria seguradora em médio e longo prazo. O levantamento teve como base o período de

Fonte: “Índice Global de Potencial Segurador”, Serviço de Estudos MAPFRE, publicado pela Fundación MAPFRE

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Arquivo SB

“Sabemos do enorme potencial do Brasil para o desenvolvimento do negócio de Vida, e também já percebemos que o consumidor tem demonstrado maior preocupação em ter uma proteção para si mesmo e suas famílias, no caso de um evento não programado” Fernando Pérez-Serrabona, CEO da MAPFRE Regional Brasil e representante da Fundación MAPFRE no país O diretor Geral de Serviços de Estudos da MAPFRE, Manuel Aguilera, afirma que as expectativas de reaquecimento econômico colaboraram com o ganho de uma posição no ranking de Vida. “Tempos de crises trazem importantes aprendizados em relação à economia e finanças pessoais. Neste sentido, apresenta-se uma valiosa oportunidade para o mercado segurador brasileiro, que possui um vasto campo a ser explorado pelas companhias que melhor se posicionarem e adaptarem seus produtos à realidade local”, observa. Entenda o GIP-MAPFRE O índice desenvolvido pelo Serviço de Estudos da MAPFRE se baseia em estimativas da Estimativa da Abertura de Proteção do Seguro (BPS), que representa a diferença entre a cobertura de seguro economicamente necessária e benéfica para a sociedade e o valor dessa cobertura realmente adquirida, e modifica-se em função do crescimento econômico e da população de um país, assim como do surgimento de novos riscos. No caso do Brasil, essa diferença alcançou 314,5 bilhões de reais ou o equivalente a 86 bilhões de dólares. Para o cálculo do GIP-MAPFRE, além da BPS, outras variáveis são levadas em consideração, como penetração

(prêmios / PIB), tamanho da própria economia ou nível populacional, entre outras. Em resumo, oferece uma pontuação que ordena cada país de acordo com sua contribuição para diminuir o déficit global de seguros. 5


Artigo

Liberdade econômica é impulso estratégico para o mercado de seguros no Brasil Lei 13.874/2019 prioriza a intervenção mínima do Estado e a autonomia das vontades, adequando os contratos de seguros à nova realidade do mercado

por José Marciano Neto (*) Após a sanção da lei de Liberdade Econômica, espera-se que o mercado segurador brasileiro passe por mudanças estruturais, valendo destacar a alteração no papel desempenhado pelos órgãos reguladores, como a Superintendência de Seguros Privados (Susep) e o Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), responsáveis pelo controle e fiscalização do mercado de seguro, previdência privada aberta, capitalização e resseguro. O artigo 36, “c” do Decreto 73/66, que regula as atividades de seguros privados no Brasil, determina que cabe à Susep fixar condições de apólices, planos de operações e tarifas a serem utilizadas obrigatoriamente pelo mercado segurador nacional. Já a Lei 13.874, de 2019, prioriza a intervenção mínima do Estado e a autonomia das vontades. Ou seja, contando com uma maior flexibilidade, os contratos de seguro poderão ser elaborados de uma maneira mais clara aos próprios consumidores, sendo 6

Os contratos de seguro poderão ser elaborados de uma maneira mais clara aos próprios consumidores, sendo mais adequado à nova realidade do mercado e às novas tecnologias

raria concorrência de mercado mais justa, competitiva e igualitária. A Susep e o CNSP, a partir da lei de Liberdade Econômica, deverão redirecionar o seu foco aos aspectos de solvência e liquidez das seguradoras, gerando, consequentemente, uma menor intervenção nos produtos securitários disponíveis no mercado, fomentando, consequentemente, a inovação e o surgimento de novos produtos. As práticas atuais perpetradas pela Susep refletem a pouca diversidade demonstrada dos produtos securitários comercializados no Brasil, em comparação com outros mercados. Em países mais desenvolvidos, por exemplo, as seguradoras já contam com maior flexibilidade de atuação e para a elaboração de contratos, com menor intervenção do Estado sobre novos produtos e sua comercialização.

mais adequado à nova realidade do mercado e às novas tecnologias. Desta forma, podemos prever parâmetros mais objetivos no que tange a interpretação das cláusulas contratuais, que poderão ser demonstradas às partes com maior clareza, sejam elas seguradoras, corretores e segurados. Isto, com maior flexibilidade frente à agência reguladora. A lei da Liberdade Econômica determina que a iniciativa privada deva ter mais liberdade para atuar, o que (*) José Marciano Neto é advorenova as expectativas do mercado gado e integra a equipe de Direito segurador em obter maior autonomia, mantendo-se alinhado com a Securitário do escritório Rücker Curi vida cotidiana atual. Em tese, isso ge- Advocacia e Consultoria Jurídica


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Expo ABGR 2019

Consagrada pelos participantes que lotaram as 12 palestras, além de uma feira de negócios composta por 21 expositores do mercado de risk management e seguros, o evento EXPO ABGR 2019 (XIII Seminário Internacional da ABGR), realizado em São Paulo, registrou este rastro: o gerenciamento de riscos em seus diversos aspectos mostrou que a atividade no Brasil ganha a merecida projeção e virou alvo das corporações. No discurso de abertura, Cristiane França Alves, presidente da ABGR (Associação Brasileira de Gerência de Riscos), pontuou a importância da gerência de riscos e a constante luta para criar a cultura de seguros no Brasil. A palestra “Diversidade aliada à sustentabilidade nas organizações”, realizada na manhã do segundo dia 8

da EXPO ABGR 2019, discutiu a importância de cultivar a diversidade e a inclusão dentro das empresas. A mesa foi mediada por Marcia Ribeiro, diretora executiva da Associação das Mulheres do Mercado de Seguros (AMMS), e contou com Maristella Iannuzzi, digital executive da CMI Business Transformation, Roberta

Nascimento, risk manager da NOV, Francisco Vidigal Filho, presidente da Sompo Seguros, Camila Calais, advogada e sócia do grupo Mattos Filho Advogados, e Simone Vizani, vice-presidente da AMMS. A nova Lei da Liberdade Econômica, em vigor no Brasil desde o ano passado (nº 13.974, de 20 de setembro de 2019), também foi tema de plenária. A palestra abordou questões relevantes no sentido de impulsionar o mercado segurador para uma mudança de mindset, como a simplificação da atual regulamentação e a despadronização de produtos para possibilitar o desenvolvimento de novos negócios. Com moderação de Walter Polido, sócio da Polido e Carvalho Consultoria em Seguros e Resseguros, contou com a participação de Cristina Tseimatzidis, head of surety and financial line da Lockton Brasil, João Di Girolamo Filho, head of surety Brazil da Swiss Re Corporate Solutions, Karini Madeira, superintendente de acomDivulgação

Divulgação

Futuro de progresso na gerência de riscos no Brasil


panhamento técnico da CNseg, e Marcelo Mansur, sócio da Mattos Filho, Veiga Filho, Marrey Jr. e Quiroga Advogados. No painel que discutiu os “Benefícios e impactos da reforma da Previdência”, Marcelo Rossetti, superintendente Executivo da Bradesco Vida e Previdência, chamou a atenção para as mudanças demográficas. “Sem a reforma, em 2045, o Brasil gastaria 20% do PIB”, disse. Para Filipe Nicodemus, diretor de Benefícios na MDS Brasil, a previdência privada poderá ser utilizada nas empresas como um meio de garantir renda para os trabalhadores que permanecerem mais tempo trabalhando. Antonio Penteado Mendonça, sócio titular da Penteado Mendonça e Char Advocacia, disse que a população mais pobre não terá renda para comprar planos de previdência.

Setor Logístico

Saúde O painel “Saúde e Gestão de Riscos” foi composto por Lenise Secchin, chefe de gabinete da Presidência da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), Rodolfo Petrait, risk manager da Bosch, Heitor Augusto, diretor técnico e de relacionamento com clientes Saúde e Odonto da SulAmérica, Gustavo Quintão, vice-presidente de Saúde e Benefícios da MDS Brasil, e mediada por Josafá Ferreira Primo, CEO da Salagah Gestão em Contratos de Seguros. Na fala dos palestrantes, a transparência e a disponibilização de dados na área de saúde foram valorizadas. “Transparência é pilar para gestão de riscos”, afirmou Lenise Secchin, citando exemplos como a Lei de Acesso à Informação (LAI), que tem “acesso como regra, sigilo como exceção’’. Christian Mendonça, Head of Insurance Brazil and South America da Norsk Hydro Brazil, mediou o painel “Transportes, Logística e Gerenciamento de Riscos”, com a presença de Letícia Toral, gerente de Seguros da LDC, Marconi Peixoto, coordenador de Gerenciamento de Riscos e Logística da Willis Towers Watson, e Valdo Alves, diretor de Transportes da Tokio Marine Seguradora. O debate levantou questões relacionadas às boas práticas e dinamismo da cartei-

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Logística 4.0, Internet das Coisas, uso de drones, transportes autônomos, Blockchain e Big Data com aplicação na área de logística e Digital Twins foram as principais tendências abordadas na palestra “O Futuro e Tendências do Setor Logístico”, com mediação de Luciano Póvoa, gerente de riscos em transportes RCG da Herco Consultoria de Riscos.

Guilherme Brochmann, diretor de gerenciamento de risco LATAM da DHL, Luiz Carlos de Andrade, superintendente técnico da Lockton Brasi,l e Paulo Robson Alves, head of marine da AXA XL, também fizeram avaliação sobre a atuação do segmento na área de seguros, pontuando a necessidade de reinvenção frente aos novos riscos, processos de inovação e uso de tecnologia, incluindo a busca de alternativas que superem os desafios de infraestrutura no Brasil, como a falta de polos logísticos de qualidade, ferrovias inacabadas e as péssimas condições das estradas. Poucas empresas possuem área de prevenção de perdas, segundo Carlos Cortés, Head Risk Engineering da Zurich. “A maioria tem apenas áreas de política de segurança e saúde ocupacional”, disse ele durante o painel que abordou o tema “Engenharia de Riscos e Loss Prevention”. Cesar López, gerente da área de Engenharia de Riscos na Mapfre Global Risks, destacou a importância do engenheiro para a avaliação de risco. “Porque o interesse é comum com as seguradoras”, disse. Empresas que investem em loss prevention oferecem maior retorno aos acionistas, segundo levantamento da Aon, apresentado por Alexandre Botelho, diretor da Aon Brasil.

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Reprodução

Mudanças climáticas A palestra “Mudanças climáticas e agronegócio” também fez parte da programação da EXPO ABGR 2019 e discutiu se a pecuária e a agricultura podem ser consideradas vilãs para o meio ambiente. Para Carlos Branco, gerente regional de Seguros da Cargill Agrícola, ‘“somos todos corresponsáveis’ pelas mudanças de clima no mundo”. Compuseram a mesa, ainda, Gabriel Lemos, head agro da Swiss Re Corporate Solutions, Miguel Almeida, head of agriculture do IRB Brasil RE, e Paulo Vitor Rodrigues, superintendente de Agronegócios da Lockton Brasil. A mediação foi feita por Cristina Weiss Tessari, coordenadora de Seguros Corporativos da CPFL Energia. 10

Rodrigo Ávila, gerente de Riscos e Seguros na Suzano e vice-presidente da ABGR, disse que a política de seguros nas empresas deve contemplar todas as normas de contratação do seguro até como atuar em caso de sinistro. “Isso dá mais conforto ao gestor de riscos”, disse. Sobre os salvados, Julia Santoro, sócia da DR&A Advogados, destacou que para a segurado-

ra servem para minimizar os efeitos do sinistros na carteira. Já o lucro com a venda de salvados pertence ao segurado, segundo ela. Sheila Garcia, diretora de Sinistros na Aon Brasil, contou que um segurado preferiu não reclamar o sinistro e vender o salvado, porque era mais vantajoso. Com mediação de Camila Calais, advogada e sócia da Mattos Filho, o Divulgação

ra, com highlights relevantes do ponto de vista do subscritor de risco do transporte e o papel em comum entre embarcadores e transportadores, que deve ser pautado pelo cuidado em relação à transferência de responsabilidade.


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painel “Cyber risks e LGPD’’ discutiu privacidade e mercado de seguros cibernéticos. Os palestrantes foram Alberto Bastos, sócio da Módulo S/A, Claudio Macedo, fundador da Clamapi Seguros Cibernéticos, Marta Helena Schuh, head cyber insurance da Marsh Brasil, Fernando Saccon, superintendente de Linhas Financeiras da Zurich, e Flavio Sá, gerente de linhas financeiras da AIG Seguros. Segundo Macedo, é necessário investir em segurança independentemente da Lei Geral de Proteção de Dados entrar ou não em vigor: “O risco operacional é maior do que a multa da LGPD”.

Property & Casualty Rodrigo Ávila mediou o painel “P&C - Property & Casualty e a nova maneira de encarar os desafios”. Os desafios da gestão de riscos para a carteira foram apresentados pelos especialistas em recortes específicos como, por exemplo, processos de avaliação de riscos e quais cenários devem ser considerados; evolução de ambientes econômicos e, com isso, o surgimento de novos riscos relacionados ao uso

O evento foi promovido pela Associação Brasileira de Gerência de Riscos (ABGR), entidade sem fins lucrativos dedicada ao desenvolvimento, aprimoramento e divulgação da Gerência de Riscos no Brasil. Congregando em seu quadro associativo empresas compradoras de seguros de todos os segmentos produtivos, tem como principal objetivo defender os seus interesses junto ao mercado segurador e entidades governamentais. Além de manter representações em vários Estados do país, é parceira internacional das mais importantes organizações de risk management do mundo, transmitindo as mais recentes tecnologias e tendências do mercado global (coberturas, novos produtos etc.) aos seus associados.

da tecnologia; adoção de melhores práticas e processos de inovação em tratamento de riscos, entre outros. Participaram Carla Karwacka gerente de Riscos e Seguros - Claro S.A., Daniel Kaneko, superintendente de P&C da Lockton Brasil, Florian Lauebli, head CUO Office & Leader Platform Solutions da AXA XL; e Sidney Cezarino, diretor de Property, Riscos de Engenharia, Riscos Diversos e Energy - Tokio Marine. Katia Papaioannou, superinten-

dente de RC e Ambiental na Marsh Brasil, destacou a confusão que as empresas fazem ao contratarem a cobertura de poluição súbita na apólice de RC Geral. “Pensam que todos os riscos ambientais estão cobertos, mas não estão”, disse ela no painel que discutiu “Seguro e Risco Ambiental”. Para Ilan Kajan, diretor de Riscos Corporativos na Alper Consultoria em Seguros, o corretor deve atuar como consultor no seguro ambiental. “Ele deve se especializar nessa área”, disse.

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Expo ABGR 2019

Swiss Re reforça sua expertise global no mercado brasileiro Gabriel Bruno de Lemos

Adib Fraxe

Luciano Calheiros

A Swiss Re Corporate Solutions marcou presença na EXPO e no XIII Seminário Internacional da ABGR realizados no WTC, em São Paulo. A seguradora participou dos painéis “Lei de Iniciativa e Liberdade Econômica” e “Mudanças Climáticas e Agronegócio” e recebeu clientes e parceiros em seu stand. “A EXPO ABGR é o fórum mais relevante para o setor de gerenciamento de riscos no Brasil e América Latina. Fazemos questão de participar deste evento com presença relevante no stand e trazendo nossos profissionais para contribuir com as discussões no seminário e debater com nossos clientes e corretores as tendências do setor. Neste ano, inclusive, compartilhamos nosso stand e participação no seminário com a Bradesco Seguros, nosso sócio estratégico no Brasil, reforçando a participação oficial conjunta entre nossas companhias”, comentou Guilherme Perondi, diretor Comercial da companhia.

Luciano Calheiros, CEO da Swiss Re Corporate Solutions Brasil, também compareceu ao evento que contou com mais de 4.000 participantes, entre seguradoras, resseguradoras, corretores, clientes e reguladores. “Estamos muito satisfeitos em promover a expertise global da Swiss Re Corporate Solutions e a joint venture que firmamos com a Bradesco Seguros no principal evento de grandes riscos do País. Trata-se de uma grande oportunidade para dialogarmos com o mercado e pensarmos em novas estratégias para tornar o Brasil mais resiliente”, ressaltou Luciano Calheiros.

João Di Girolamo

Seminário internacional João Di Girolamo, Head de Garantia, foi um dos participantes do painel “Lei de Iniciativa e Liberdade Econômica. “Os EUA, por tradição, possuem processos mais simples, comparado ao nosso histórico jurídico burocrático. 13


Neste cenário, a Lei de Livre Iniciativa de Liberdade Econômica abre um caminho para que possamos discutir como melhorar as transições do dia a dia, ou seja, como podemos criar um melhor ambiente de desenvolvimento de negócios, não só no mercado de seguros, mas em diferentes setores que impactam a economia nacional”, ponderou João.

Gabriel Bruno de Lemos, Head de Agro, falou sobre o papel do agricultor e do pecuarista no combate às mudanças climáticas no painel “Mudanças Climáticas e Agronegócio”. “Pesquisas mostram que a emissão de gases de efeito estufa se intensificou com a chegada da industrialização. Os maiores emissores destes gases não estão somente na agricultura/pecuária,

mas este setor reconhece sua parcela e cada vez mais adota ações para contribuir com a diminuição da emissão de CO2 no meio ambiente. Recuperação de pastagens degradadas e áreas reflorestadas, além de práticas mais sustentáveis de produção, como o plantio direto na palha, são exemplos claros deste movimento. Precisamos valorizar mais o produtor brasileiro.”, explicou Gabriel.

IRB Brasil RE apresenta iniciativas inovadoras

O IRB Brasil RE apresentou dois projetos que está desenvolvendo durante a Expo ABGR. Um para acelerar o pagamento de indenizações e outro para tornar a precificação de seguros ainda mais precisa. Batizadas de Falcon e Cat Hazard, as soluções apostam na tecnologia blockchain e no monitoramento de redes sociais, respectivamente. Ideias que nasceram a partir de um programa pioneiro que une estudantes de diversas carreiras e profissionais do setor e têm como cenário o laboratório de inovação de uma universidade carioca. Desde 2018, o Insurtech Innovation Program, parceria de 14

open innovation com a Mongeral Aegon e PUC-Rio, estruturou mais de 40 soluções propostas por mais de 80 participantes. “O Insurtech e seus projetos são exemplos da nossa capacidade de gerar inovação. Buscamos um diferencial desenvolvendo melhores serviços, afinal vendemos serviços ao cliente e não produtos. Muitas empresas focam a maior parte do tempo no desenvolvimento de portfólio, e a experiência do cliente acaba ficando esquecida. O IRB tem seu foco no suporte completo ao cliente e não só no produto, adotando assim como inovação a centralidade

no cliente”, destaca o diretor de Inovação e Estratégia do IRB, Lucas Mello. A proposta do Falcon é gerenciar seguros paramétricos por blockchain e, com isso, agilizar o pagamento de sinistros, facilitando o dia a dia da seguradora. O sistema utiliza os contratos inteligentes do blockchain para armazenar dados e pode ser adaptado a qualquer produto que pague indenização por meio de parâmetros, como seguros rurais. A plataforma, de forma automática, recebe os valores de parâmetro, valida as informações do contrato, detecta o sinistro e notifica a seguradora. O outro projeto, chamado de Cat Hazard, pretende monitorar eventos catastróficos por meio de redes sociais. A varredura promovida pelo sistema identifica o volume de palavras ligadas a fenômenos como furacões e o local, garantindo maior precisão e permitindo utilizar esses dados na análise de risco. A plataforma possibilita tanto verificar o histórico de eventos em determinadas áreas, como emite alertas em tempo real sobre possíveis catástrofes, agilizando a confirmação de sinistros.


Giro

EZZE investe no mercado de seguros massificados “Estamos felizes com a chegada do Diego como Sócio e Vice-Presidente de Massificados e Digital. Todo seu conhecimento em seguros massificados e a sua recente experiência como Head da América Latina de seguros em uma empresa líder e referência no business digital irá contribuir para estratégia digital da EZZE”, acrescenta Richard. Além de explorar o ramo de massificados, a companhia se prepara para contemplar outros produtos nos segmentos de vida, previdência, acidentes pessoais e riscos, nos ramos elementares e de benefícios, tornando-se uma seguradora multilinear e multicanal, com aproximadamente 40 novos produtos.

MBA Executivo em Seguros semipresencial em cinco cidades A EZZE Seguros, seguradora com capital 100% nacional, que iniciou suas atividades no início de outubro na modalidade de linhas financeiras, a partir de dezembro passa a ofertar produtos no segmento de massificados. De acordo com dados do FenSeg - Federação Nacional de Seguros, esse mercado teve taxa de crescimento acima da média nos últimos dez anos. A nova modalidade chega para somar aos demais produtos já comercializados pela seguradora, como de seguro garantia. Richard Vinhosa, presidente da empresa, esclarece que a expectativa é que esse segmento cresça e se diversifique ao longo do tempo. “É uma gama de produtos diferenciados que precisam ser explorados e por isso entendemos ser um excelente mercado. Nosso objetivo é conhecer e proporcionar uma experiência que integre toda a cadeia de serviços, tanto aos novos canais de vendas, quanto para contemplar diferentes perfis de clientes”, pontua. Para integrar a equipe, a EZZE Seguros trouxe do mercado o experiente executivo Diego Azevedo (foto), que assume a posição de responsável não só pelo segmento de massificados, mas também da estratégia digital da empresa. Azevedo, que ocupará o novo cargo a partir de dezembro, conta com experiência de mais de 20 anos no mercado de seguros, com passagens por importantes empresas como AIG Seguros, Itaú Unibanco, Zurich e Uber.

Com o aumento de 11,5% na arrecadação do setor de seguros entre janeiro e agosto de 2019, a cada dia se torna mais importante a capacitação de profissionais com nível superior. Para aqueles que almejam atuar em cargos de gestão no mercado de seguros, a ENS oferece o MBA Executivo em Negócios de Seguros nas modalidades online e semipresencial. Diferente dos demais programas oferecidos no mercado, o curso permite que, no último dos cinco módulos ministrados, o aluno escolha a área de especialização que pretende seguir. Dessa forma, obtém formação direcionada para a área do seguro mais adequada. Na modalidade online, todo o conteúdo é acessado integralmente em plataforma digital, possibilitando personalização do ritmo, local e horário de estudos. Já na versão semipresencial, com a aplicação de conteúdos de nivelamento na plataforma digital, o curso se torna mais dinâmico ao garantir mais tempo para troca de conhecimentos em sala de aula, sobre assuntos específicos do setor. O formato semipresencial tem vagas disponíveis em Belo Horizonte (MG), Manaus (AM), Porto Velho (RO), Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP), e início das aulas entre 10 de fevereiro e 22 de junho de 2020. Já a modalidade online terá período letivo iniciando em 3 de fevereiro de 2020. 15


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O uso de teste epigenético como tendência para o seguro Ao revelar a idade biológica dos indivíduos, pode ser uma oportunidade para as seguradoras prevenirem riscos

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Alma Vera: um jovem pode ter uma idade biológica maior que a sua idade cronológica e alguém mais velho pode ter idade biológica menor que a sua idade real

Ricardo di Lazzaro Filho: o mapeamento genético feito por teste revela desde a ancestralidade até a tendência para a obesidade, calvície e doenças, como o Alzheimer

“O impacto de testes genéticos em seguros de Vida”. De acordo com os especialistas, diversos países possuem legislações que proíbem o uso de testes genéticos em seguros, para evitar qualquer tipo de discriminação. No entanto, com a evolução da genômica, surgiram os testes epigenéticos, que podem ser úteis ao seguro na medida em que definem a idade biológica dos indivíduos. O tema foi apresentado em almoço promovido pelo CVG-SP em parceria com a RGA. A análise do tema foi realizada pelos médicos Alma Vera, gerente sênior de Subscrição da RGA LatAm, e Ricardo di Lazzaro Filho, cofundador e CEO do laboratório Genera. De acordo com Alma Vera, a epigenética revela as modificações na expressão dos genes causadas por fatores externos, como exposição a produtos químicos, doenças virais, uso de taba18

co, álcool etc. Segundo ela, um jovem pode ter uma idade biológica maior que a sua idade cronológica e alguém mais velho pode ter idade biológica menor que a sua idade real. A especialista acredita que não haverá restrições legais para uso de testes epigenéticos em seguros e que o seu melhor aproveitamento será na prevenção de doenças e melhoria do bem-estar das pessoas. Embora os testes sejam um importante preditor de mortalidade, seus resultados podem ser alterados com a mudança de estilo de vida. Por isso, ela enxerga como uma oportunidade para as seguradoras prevenirem riscos e orientarem seus clientes a terem uma vida mais saudável. O presidente do CVG-SP, Silas Kasahaya, concordou. “Os testes genéticos não podem ser usados na subscrição de riscos dos seguros de pessoas.

Mas, o teste epigenético pode ser utilizado pelas seguradoras para melhorar a qualidade de vida de segurados por meio da oferta de planos de assistência que se adequem ao seu estilo de vida, evitando o surgimento de doenças e, consequentemente, o agravamento de risco”, disse. Na abordagem do tema “A Nova era da Genômica”, Ricardo di Lazzaro Filho informou que os custos dos testes genéticos caíram na proporção de sua evolução. Os testes direct-to-consumer (diretamente ao consumidor) já foram realizados por mais de 26 milhões de pessoas nos Estados Unidos. No Brasil, o laboratório Genera é o primeiro a oferecer o teste por um custo abaixo de R$ 500. O mapeamento genético feito pelo teste revela desde a ancestralidade até a tendência para a obesidade, calvície e doenças, como o Alzheimer.


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Seguro de pessoas

Crescimento do seguro de vida individual acima do coletivo Silas Kasahaya: “O mercado cresceu e está investindo mais em captação e comercialização”

Divulgação

de 60% ao ano, em dois anos ultrapassará o seguro de vida coletivo. “É um cenário real, em que as seguradoras têm trabalhado para melhorar o desempenho do vida individual e o resultado está aparecendo”, disse.

Tendências De acordo com a análise de Silas Kasahaya, presidente do CVG-SP, se o seguro de vida individual continuar crescendo acima de 60%, em dois anos deverá ultrapassar o seguro de vida coletivo Com dados de desempenho do ramo de seguro de pessoas nos últimos três anos, Silas Kasahaya observou que o melhor resultado foi registrado neste ano, de janeiro a agosto, quando o crescimento alcançou 14,5% em relação ao mesmo período de 2018. Ele apresentou o tema “Overview do mercado segurador”, no evento “Seguro de Vida”, no auditório do Sindseg-SP , organizado pelas seguradoras Prudential e Mongeral Aegon. Por outro lado, os sinistros também cresceram, atingindo 10,6%, e as despesas de comercialização, na mesma proporção, alcançaram 14,4%. “Isso significa que o mercado cresceu e está investindo mais em captação e comercialização”, disse. De acordo com

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os dados apresentados, o ramo vida representa 40% do volume de R$ 28,5 bilhões arrecadados pelo mercado de seguro de pessoas neste ano. O seguro prestamista representa 32% e o ramo de acidentes pessoais, 14%. Na avaliação de Kasahaya, o prestamista, que cresceu bastante no período de farta oferta de crédito, permanece com bom desempenho, tanto que neste ano cresceu 22,9%, superando o vida coletivo (3,7%). “Isso significa que o prestamista tomou a ponta do market share do ramo de pessoas”, disse. Mas, o desempenho que mais chamou a atenção de Kasahaya foi o do seguro de vida individual, que cresceu 65,5% nos oito primeiros meses do ano. O seguro doenças graves vem em seguida no ranking, com 37%, à frente do funeral e do seguro viagem, que cresceram na casa dos 26%. Ele analisa que se o seguro de vida individual continuar crescendo na média

O presidente do CVG-SP dedicou parte de sua palestra à análise das tendências do mercado, destacando o uso de novas tecnologias. O Big Data, por exemplo, segundo ele, deverá ser utilizado na distribuição de seguros e também para identificar o comportamento do consumidor. O blockchain, em sua visão, trará mais segurança à comercialização de seguros. Já a Inteligência Artificial, a tendência é que também seja mais utilizada na distribuição de seguros. Kasahaya acredita que as novas tecnologias deverão acelerar os processos subscrição. A gamificação, outra tendência, terá mais espaço, por exemplo, no monitoramento da qualidade de vida do segurado. Já o robot advisor será importante para o consumidor ao realizar simulações de produtos. “A principal tendência é que a tecnologia facilite o desenvolvimento de produtos exclusivos para o consumidor”, afirmou.


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Balanços

Lucro líquido do Grupo Bradesco Seguros cresce 20,1%

Arquivo SB

Vinicius Albernaz, Grupo Bradesco Seguros: transformações estruturais O Grupo Bradesco Seguros apresentou lucro líquido de R$ 5,53 bilhões de janeiro a setembro de 2019, nos segmentos de Seguros, Capitalização e Previdência Complementar Aberta. Esse resultado, que representa expansão de 20,1% em relação ao obtido em igual período de 2018, foi influenciado, entre outros fatores, pelo crescimento das Operações de Seguros, Previdência e Capitalização, melhora dos principais indicadores de desempenho do Grupo Segurador, em especial dos Índices de Sinistralidade e Combinado, aumento do Resultado Financeiro, de 11,5% no período, e redução de 4,0% das despesas administrativas. O Retorno sobre o Patrimônio Líquido Médio foi de 23,6%. “O mercado de seguros brasileiro vem passando por grandes transformações estruturais, que incluem desde o perfil demográfico de uma população que envelhece em ritmo acelerado até a revolução tecnológica

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e digital que impacta os modelos de negócios. Temos investido de maneira crescente em inovação e tecnologia para capturar os novos padrões de consumo, precificar mais adequadamente nossos produtos, aceitar melhor o risco, que é a nossa principal matéria-prima, habilitar novos canais de distribuição e, principalmente, proporcionar aos nossos clientes experiências cada vez mais positivas e inspiradoras”, destaca o presidente do Grupo Bradesco Seguros, Vinicius Albernaz. O Resultado das Operações de Seguros, Previdência e Capitalização do Grupo Segurador atingiu R$ 10,9 bilhões de janeiro a setembro de 2019, o que representou crescimento de 13,7% na comparação com igual período de 2018. Entre os indicadores de desempenho, o Índice de Sinistralidade consolidado do Grupo registrou melhora de 1,9 ponto percentual nos primeiros nove meses de 2019, em relação

ao mesmo período do ano passado, ficando em 71,8%. Vale ressaltar, ainda, o crescimento de cerca de 4% da carteira de segurados, participantes de planos de previdência e cliente de capitalização do Grupo Segurador.

MAPFRE tem aumento de lucro no Brasil A MAPFRE Brasil apresentou um lucro de R$ 307,4 milhões nos primeiros nove meses de 2019, um crescimento de 82% em relação ao mesmo período no ano passado. O desempenho foi impulsionado pela evolução dos negócios de Auto e Seguros Gerais, com melhora significativa de mais de 12 pontos percentuais do índice combinado, que ficou em 91,1%. O ROE (Retorno sobre Patrimônio Líquido) também melhorou em mais de três pontos, chegando a 8,9%. O volume de prêmios subiu 5%, totalizando 13,6 bilhões de reais. O


Giro segmento de Vida cresceu 18% na comparação com os primeiros nove meses de 2018, com resultado muito positivo no negócio de Vida Risco 20%. Os prêmios de Seguros Gerais tiveram incremento de 7%. Já no segmento de Auto, houve uma redução de 15%, o que se justifica pela estratégia aplicada de maior controle técnico na área e pelo reposicionamento de taxas, permitindo que o índice combinado (soma dos índices de sinistralidade e índice de despesas) continuasse melhorando em 14 pontos, para 107,4%.

Porto Seguro lucra R$ 335,2 milhões no 3º trimestre A Porto Seguro informou, segundo a veiculação Valor Online, que seu lucro líquido foi de R$ 335,2 milhões no terceiro trimestre de 2019, com alta de 5,3% na comparação com o mesmo período do ano passado. A receita total cresceu 2,7%, a R$ 4,6 bilhões. Os prêmios auferidos aumentaram 2,7%, a R$ 3,9 bilhões. A sinistralidade total subiu 2,6 pontos porcentuais, a 53,1%. O índice combinado da seguradora - que mede a eficiência operacional e, quanto menor, melhor - subiu 2,3 pontos, a 94,0%, segundo a publicação.

Previsul lança central de atendimento exclusiva para corretores

A Previsul Seguradora apresenta mais uma novidade para facilitar a vida dos corretores de seguro. A central de atendimento Previsul Soluciona foi criada para que as dúvidas operacionais sejam sanadas com ainda mais agilidade e mais eficiência. Segundo o presidente Renato Pedroso, esse lançamento é mais um movimento da Previsul buscando oferecer as melhores soluções aos seus parceiros, os corretores de seguros. “Isso significa se reinventar sem perder a nossa essência de ser a seguradora digital e

Seguros Unimed registra crescimento em carteira de RC para profissionais de saúde

BB Seguridade tem lucro ajustado de R$ 1,081 bilhão

Também conforme o Valor Online, a BB Seguridade teve lucro ajustado de R$ 1,081 bilhão no terceiro trimestre de 2019, uma alta de 21,3% na comparação com o mesmo período do ano passado. O lucro líquido subiu para R$ 3,401 bilhões, com um salto de 289,3%, em função da venda da fatia da seguradora no IRB. O lucro do negócio de risco e acumulação foi de R$ 567 milhões, enquanto em distribuição o lucro ficou em R$ 489 milhões.

completa do corretor”, afirma. “Temos uma equipe comercial dedicada ao relacionamento e fomento de novos negócios. E as dúvidas e necessidades operacionais do corretor precisam ser tratadas com agilidade. Por isso, implementamos esta central para atendimento exclusivo, visando facilitar o dia a dia do corretor. Assim, nossa equipe comercial pode se dedicar integralmente em oferecer as melhores soluções de negócios aos nossos parceiros”, afirma Andréia Araújo (foto), diretora de Negócios e Marketing. A central é exclusiva para atendimento ao corretor já cadastrado na Previsul e resolverá dúvidas operacionais, como parcelas de prêmios em aberto, status de cotação, recibo e pagamento de comissão, emissão de apólice, alteração de alíquota, relatórios de sinistralidade, recibo de pagamento de sinistro, entre outras.

A Seguros Unimed oferece há cinco anos em seu portfólio de produtos o Seguro de Responsabilidade Civil Profissional (RCP). Atualmente, são 35 mil profissionais protegidos, caso ocorra um evento adverso evitável. A modalidade garante proteção, tranquilidade e segurança ao patrimônio dos médicos, dentistas e outros profissionais liberais da área da saúde. Segundo a gerente de Negócios de Ramos Elementares da Seguros Uni-

med, Patrícia Barros, o mercado registrou um crescimento entre 20% e 25%, entre 2017 e 2018, enquanto a Seguros Unimed apresentou um aumento de 37%. “Termos o DNA médico é um grande diferencial. Por sermos uma empresa formada por estes profissionais, construímos um produto que atende a sua necessidade. Desenvolvemos coberturas que os atendem de forma mais abrangente. E estamos preparando cada vez mais inovações”, frisou. O número de demandas contra profissionais de saúde cresceu 300% na última década, de acordo com Conselho Regional de Medicina (CRM). 23


Planejamento

Reprodução

Como os seguros podem se tornar ferramentas de educação financeira? Estudo sobre o nível de conhecimento das pessoas a respeito de conceitos financeiros, o índice de respostas corretas obtidas no Brasil foi de 58%. Parece um número razoável. Mas não se compararmos com a média mundial, de 78%. Isso mostra a dificuldade que os brasileiros têm sobre o assunto, o que compromete a capacidade de planejamento futuro (*) Pedro Pereira de Freitas Falar em educação financeira no Brasil nem sempre é uma tarefa simples. Há várias décadas precisamos lidar com a inflação, por exemplo, e fazer verdadeiros exercícios com o orçamento familiar para sobreviver. Apesar desse ser um tema superimportante, o conhecimento, infelizmente ainda é baixo. De acordo com um estudo feito pela Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) em 30 países, sobre o nível de conhecimento das pessoas a respeito de conceitos financeiros, o índice de respostas corretas obtidas no Brasil foi de 58%. Parece um número razoável. Mas não se compararmos com a média mundial, de 78%. Isso mostra a dificuldade que os brasileiros têm sobre o assunto, o que compromete a capacidade de planejamento futuro. Uma questão importante é que muitas pessoas sequer sabem o conceito de educação financeira. Para 24

uma boa parcela, significa apenas saber matemática, quando na realidade engloba uma série de fatores e comportamentos. Além disso, é importante destacar que a cultura brasileira, especialmente nos últimos anos, com o estímulo ao crédito, tornou as pessoas muito mais abertas ao consumo sem estimular na sociedade conceitos importantes de consumo consciente e planejamento, seja ele individual ou familiar. Dados dessa mesma pesquisa realizada pela OCDE mostram que apenas 30% dos brasileiros são poupadores ativos (têm alguma reserva financeira), o que justifica a situação da maior parte das famílias em períodos de crise econômica: com o desemprego e a falta de reservas, as contas começam a se acumular e em pouco tempo as dívidas atingem valores impensáveis para aquela família. O começo de uma consciência para a educação financeira pode estar nesse momento que vivemos. Es-

sas famílias vão precisar, de alguma maneira, negociar essas dívidas que só cresceram em período de desemprego. Com alguma orientação, boa vontade e disciplina, talvez possam passar a trilhar um caminho diferente e de mais consciência quanto ao que fazer com o dinheiro. Os seguros são ferramentas interessantes para esse tipo de aprendizado. Nessa hora alguns podem achar que a ideia é uma loucura, afinal, quando falamos em seguros os primeiros que vem à cabeça são os seguros de automóveis, que costumam ser mais caros, dado o valor do bem. Porém, o que muitas pessoas ainda desconhecem é que há seguros no mercado para atender a população e também alguns nichos específicos, que normalmente cabem no bolso. Caso dos seguros de vida para motofretistas, para portadores de diabetes, para profissionais da aviação, outros para pessoas que já chegaram à terceira idade, para portadores de doen-


ças graves etc, que podem ter custo a partir de R$ 25,00 por ano. Imagine o caso do seguro para portadores de doenças graves. Infelizmente, todos estamos suscetíveis, seja pelo estilo de vida ou pelo histórico familiar – ou ainda pela combinação desses e outros fatores - de, em algum momento, passar – ou ver um familiar passar – por um AVC, ou por uma insuficiência cardíaca ou renal, ser acometido por um câncer, ter que fazer uma angioplastia ou um transplante de algum órgão. Imagine poder fazer um seguro para resguardar familiares no caso de diagnóstico de um desses problemas? Inimaginável que isso seria possível, não é mesmo? Mas é assim que começa uma educação financeira ou um planejamento financeiro. Claro, não preci-

samos ir a um extremo como esse. Podemos pensar de maneira genérica em um seguro de vida ou mesmo em um seguro residencial, por exemplo. Ao assinar uma apólice e adquirir um seguro, o cidadão realiza mensalmente o exercício de poupar uma quantia pré-definida para um fim específico. O compromisso está firmado. Ao final de um período ou quando houver necessidade por ocasião de um sinistro, a pessoa não estará desamparada. Por mais complicada que esteja sua situação financeira, conseguirá reunir recursos para um período. No caso de um problema com a casa, para uma reforma ou reconstrução. No caso de acidente ou morte de um familiar segurado, a certeza de contar com um recurso para situação emergencial. Pensando assim, porque não to-

mar os seguros como exemplos de ferramentas para a educação financeira e aplicar esse conceito para redesenhar o planejamento do orçamento familiar, por exemplo? Que tal pensar nisso? (*)Pedro Pereira de Freitas é CEO da American Life, tradicional seguradora brasileira com mais de 20 anos de mercado, reconhecida por apostar em nichos de mercado

Giro

Campanha de incentivo da Icatu Seguros entra na reta final

O Prêmio Antonio Carlos de Almeida Braga 2019, campanha nacional de vendas da Icatu Seguros, está entrando na reta final. Todos os corretores cadastrados e ativos em vendas de produtos Icatu podem participar da ação, que

vai até 31 de dezembro de 2019. A campanha é dividida em seis categorias: Previdência Individual; Vida Individual; Capitalização e Previdência – Aportes; Previdência Empresarial; Vida em Grupo – Angariadas e

Vida Empresarial. Os vencedores são segmentados pelas sete regionais do Brasil - viajam os dois primeiros colocados de cada categoria, sendo um total de até 84 corretores premiados. Destinada a corretores nos segmentos de Seguro de Pessoas, Previdência e Capitalização, este ano a iniciativa conta com um prêmio especial: uma viagem para Miami, nos Estados Unidos, com direito a acompanhante e uma programação feita sob medida para os premiados. “Com a viagem, mais do que estar próximo do corretor, queremos reforçar o sentido de parceria. A premiação é uma das formas que temos de reconhecer a importância fundamental desse profissional para a companhia”, comenta Rafael Caetano (foto), diretor de Marketing da Icatu Seguros. 25


PONTO FINAL LEILA NAVARRO

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Empreendedorismo & Inovação

Chegamos num tempo em que aprender, desaprender, reaprender, inovar e empreender são condições imprescindíveis na capacitação do profissional do futuro. Pensar além do que se sabe, desconstruir modelos antigos, rever estratégias e pensar fora da caixa são atualmente condições exigidas no mercado de trabalho que contribuem diretamente na criação, melhoramento e execução de estratégias empresariais. Alguns pontos são muito pertinentes se o seu objetivo é estar em constante aprendizado. Veja o que levar em consideração para se tornar um profissional do futuro: • Empreendedorismo Esteja presente e consciente na busca por aquilo que te considera uma pessoa empreendedora. Ouse sair da caixa. Veja as coisas por outro prisma. • Encarar competências e talentos como pérolas que devem ser lapidadas Ninguém nasce sabendo de tudo, para isto existe o aprendizado. Talentos são descobertos. Você usa os desafios que encontra ao longo do caminho como combustí26

vel para vencer? • Mente disruptiva: a importância de inovar e se reinventar O mundo está mudando rapidamente, porém muitas pessoas ficam presas em modelos mentais antigos. Inovar é extrair algo repaginado que faça sentido para você e para os demais. Esteja aberto e pense grande. Depende única e exclusivamente de você. Aproveite as oportunidades e acompanhe o ritmo das mudanças. Ir para frente é o caminho, o que passou, é passado. Pense nisto! Leila Navarro é palestrante motivacional há 20 anos. Top 5 na categoria “Palestrante” no Top ofMind de RH 2019. Autora de 16 livros, especialista em comportamento humano, influenciadora motivacional e atitudinal.


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CRO/SP nº 13666 | RT: Marcio Mitsuo Ohashi - CRO/SP nº 66050.

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Revista Segurador Brasil Edição 154  

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