__MAIN_TEXT__

Page 1


Guia médico

Revista Saúde Edição 12 | Novembro. 2018 | Criciúma e Tubarão.SC

Dra. Ana Lúcia Bertini Zarth Ginecologia e Obstetrícia CRM/SC 8534 RQE 10334

Dr. André de Luca dos Santos Clínica Médica e Cardiologia CRM/SC 11807 RQE 6844 RQE 7679

Fecondare Rua Menino Deus, 63, Sala 302 | Baía Sul Medical Center | Centro | Florianópolis/SC (48) 3024-2523

CardioClínica Rua Antônio de Lucca, 91 | Cruzeiro Sul Criciúma/SC (48) 3413-9888

Dr. André Nesi Neurocirurgia

Dr. Carlos Fernando dos Santos Moreira

CRM/SC 15764 | RQE 8934

Neurocirurgia CRM/SC 15507 | RQE 12403

Neurosul Rua João Cechinel, 168 - Centro Médico São José, Conj. 207 - Centro - Criciúma/SC (48) 3433-5158

Neurosul Rua João Cechinel, 168 - Centro Médico São José, Conj. 207 - Centro - Criciúma/SC (48) 3433-5158

Dra. Caroline de Luca Linhares Berger

Dra. Caroline Mazzucco Nesi

Oncologia Clínica e Clínica Médica CRM/SC 15139 RQE 11557 RQE 11457

CRM/SC 16500 RQE 15091 RQE 15176

Clínica Onkológica Rua Antônio de Lucca, 50 | Clínica Onkologica Pio Corrêa | Criciúma/SC (48) 3437-0878

4

Cirurgia Vascular e Cirurgia Endovascular

Rua Cel. Pedro Benedet, 505, sala 401 | Edifício Millenium Saúde Center | Centro | Criciúma/SC (48) 3045-7900 | 99192-6354

Dr. Cassiano Coral Accordi

Dr. Daniel Lupselo

Cirurgia Oncológica e Cirurgia Geral CRM/SC 12661 - RQE 6087 RQE 6088

Cirurgia Vascular e Cirurgia Endovascular

Clínicas’s Park Rua Antônio Manoel Prudêncio, 37 | Vila Moema Tubarão/SC (48) 3631-1500

Ergomed Especialidades Médicas Rua Cruz e Souza, 103 | Pio Corrêa Criciúma/SC (48) 3437-6621 | 99996-1008

Dra. Dilvania Nicoletti

Dr. Fabrício Bitencourt

Ginecologia e Obstetrícia

Cirurgia do Aparelho Digestivo e Cirurgia Geral

CRM/SC 12576 | RQE 9587

CRM/SC 9761 e RQE 11585 RQE 11584

Salus - Centro Médico Rua Augusto dos Anjos, 270 | Salus Centro Médico | Pio Corrêa | Criciúma/SC (48) 3437-7885

Clínica São Judas Tadeu Rua Santo Antônio, 629 | Clínica São Judas Tadeu | Centro - Criciúma - SC (48) 3437-7303

Revista Saúde | Novembro . 2018 | rsaude.com.br

CRM/SC 16823 e RQE 13634 RQE 14626


Revista Saúde Edição 12 | Novembro. 2018 | Criciúma e Tubarão.SC

Dra. Fernanda Dal Toé Oncologia Clínica CRM/SC 17028 RQE 14645

Clínica Onkológica Rua Antônio de Lucca, 50 | Clínica Onkologica Pio Corrêa | Criciúma/SC (48) 3437-0878

Dr. Jean Louis Maillard

Endoscopia Ginecológica e Ginecologia e Obstetrícia CRM/SC 9987 RQE 10415 RQE 11228 Fecondare Rua Menino Deus, 63, Sala 302 | Baía Sul Medical Center | Centro | Florianópolis/SC (48) 3024-2523 Av. Marcolino Martins Cabral, 2075 | Pró-Vida Medical Center | Vila Moema | Tubarão/SC (48) 3631-1515

Guia médico Dra. Gabriela Serafim Keller

Clínica Médica e Geriatria CRM/SC 16833 | RQE 12562 RQE 13659 Plenitê Clínica Rua Cel. Pedro Benedet, 333, Salas 412 e 413 | Plenitê Clínica | Metropolitan Business Center | Centro | Criciúma/SC (48) 3437-1880 | 99627-9567 Rua Cruz e Souza, 103 - Ergomed Especialidades - Pio Corrêa | Criciúma/SC (48) 3437-1880 | 99627-9567 Praça Hercílio Luz, 678 - Centro Clínico Ceretta | Centro - Araranguá/SC (48) 3524-0042

Dr. Jean Ricardo Silvestre Cirurgião Oncológico e Cirurgia Geral CRM/SC 11924 RQE 9363 RQE 6728

Clínica São Judas Tadeu Rua Santo Antônio, 629 | Clínica São Judas Tadeu | Centro - Criciúma - SC (48) 3437-7303

Dr. Jeverson Bellido Colin

Dr. João Henrique Araújo

Psiquiatra

Anestesiologista e Especialista em Dor

CRM/SC 13393 - RQE 10983

CRM/SC 15966 RQE 10795 RQE 13313

Avenida Marcolino Martins Cabral, 2075 Edifício Interclínicas | Vila Moema | Tubarão/SC (48) 3632-8334 | 99650-1020 Avenida Santa Catarina, 999 | Clínica Saúde Plena | Centro | Imbituba/SC (48) 3255-4504 | 99923-9327

Centro de Dor Criciúma Rua Vital Brasil 455 | Cruzeiro do Sul Criciúma/SC (48) 3461-6141 | 3461-6160

Dra. Juliana Althoff

Dr. Kleber Dal Toé

Cancerologia Clínica CRM/SC 12765 RQE 6239

Cancerologia Clínica CRM/SC 9789 RQE 60938

Clínica Onkológica Rua Antônio de Lucca, 50 | Clínica Onkologica Pio Corrêa | Criciúma/SC (48) 3437-0878

Clínica Onkológica Rua Antônio de Lucca, 50 | Clínica Onkologica Pio Corrêa | Criciúma/SC (48) 3437-0878

rsaude.com.br | Novembro . 2018 | Revista Saúde

5


Guia médico

Revista Saúde Edição 12 | Novembro. 2018 | Criciúma e Tubarão.SC

Dr. Luiz Henrique Locks Corrêa Cirurgia Oncológica e Cirurgia Geral CRM/SC 17824 - RQE 16096 RQE 14371 Clínicas’s Park Rua Antônio Manoel Prudêncio, 37 | Vila Moema Tubarão/SC (48) 3631-1500

Dr. Luiz Pedro Willimann Rogério Neurocirurgia CRM 17821 RQE 14899

Rua Jacob Batista Uliano, 1357 | CMD Clínica de Especialidades | Centro Braço do Norte/SC (48) 3658-6464

Neurosul Rua João Cechinel, 168 - Centro Médico São José, Conj. 207 - Centro - Criciúma/SC (48) 3433-5158

Dr. Marcelo Costa Ferreira

Dra. Mariana Desconci

Ginecologia e Obstetrícia CRM/SC 7223 RQE 2935

Cirurgia Vascular e Cirurgia Geral CRM/SC 19187 e RQE 15933 RQE 12712

Fecondare Rua Menino Deus, 63, Sala 302 | Baía Sul Medical Center | Centro | Florianópolis/SC (48) 3024-2523 Av. Marcolino Martins Cabral, 2075 | Pró-Vida Medical Center | Vila Moema | Tubarão/SC (48) 3631-1515

Ergomed Especialidades Médicas Rua Cruz e Souza, 103 | Pio Corrêa Criciúma/SC (48) 3437-6621 | 99996-1008

Dr. Matheus Reis

Dra. Milliane E. Rossafa

Cirurgia do Aparelho Digestivo Cirurgia Geral

Psiquiatria CRM/SC 21585 - RQE 13984

CRM/SC 18480 | RQE 16109 RQE 14475

Rua Antônio Manoel Prudêncio, 37 | Clínicas’s Park | Vila Moema | Tubarão/SC (48) 3631-1500

6

Clínica Unna Rua Cel. Pedro Benedet, 505, Sala 110 | Edifício Millenium Saúde Center | Centro | Criciúma/SC (48) 3433-3307

Dr. Nehad Yusuf Nimer

Dra. Paula Meneghel Guglielmi

Cirurgia do Trauma e Cirurgia Geral

Dermatologista

CRM/SC 8480 RQE 5307 RQE 4244

CRM/SC 18844 RQE 15005

Clínica São Judas Tadeu Rua Santo Antônio, 629 | Clínica São Judas Tadeu | Centro - Criciúma - SC (48) 3437-7303

Rua João Cechinel, 440 | Clínica Santé | Pio Corrêa | Criciúma/SC (48) 3443-2002 | 99127-8001

Revista Saúde | Novembro . 2018 | rsaude.com.br


Revista Saúde Edição 12 | Novembro. 2018 | Criciúma e Tubarão.SC

Guia médico

Dr. Ricardo Nascimento

Dra. Simone Anselmo Junkes

Reprodução Humana e Ginecologia e Obstetrícia

Ginecologia e Obstetrícia

CRM/SC 3198 RQE 9219 RQE 2109

CRM/SC 14830 | RQE 11181

Fecondare Rua Menino Deus, 63, Sala 302 | Baía Sul Medical Center | Centro | Florianópolis/SC (48) 3024-2523

Salus - Centro Médico Rua Augusto dos Anjos, 270 | Salus Centro Médico | Pio Corrêa | Criciúma/SC (48) 3437-7885

Dra. Tânia Lorenzoni

Dr. Vanilla Citadini Zanette

Médica CRM/SC 2488

Ginecologia e Obstetrícia CRM/SC 15991 | RQE 12284

Clínica Onkológica Rua Antônio de Lucca, 50 Clínica Onkologica | Pio Corrêa Criciúma/SC (48) 3437-0878

Salus - Centro Médico Rua Augusto dos Anjos, 270 | Salus Centro Médico | Pio Corrêa | Criciúma/SC (48) 3437-7885

Dr. Vinicius Bressiani

Dr. Vitor Hugo P. Ricci

Cirurgia Geral e Coloproctologia

Hematologia e Hemoterapia

CRM/SC 13405 e RQE 9930 RQE 11129

CRM 16000 RQE 11684

Clínica São Judas Tadeu Rua Santo Antônio, 629 | Clínica São Judas Tadeu | Centro - Criciúma - SC (48) 3437-7303

Clinigastro Medicina Integrada Rua Antônio de Lucca, 50 | Pio Corrêa Criciúma/SC (48) 3431-9999 Onkológica Clínica Médica Rua Antônio de Lucca, 50, Sala 109 Pio Corrêa/SC (48) 3437-0878

Dr. Vitor de Sousa Medeiros

Dr. Wagner Levati de Aguiar

Gastroenterologista e Endoscopia

Neurocirurgia Cirurgia Minimamente Invasiva da Coluna

CRM/SC 15982 | RQE 14512 RQE 14514

Rua Antônio Manoel Prudêncio, 37 Clínicas’s Park | Vila Moema | Tubarão/SC (48) 3631-1500

CRM/SC 21790 e RQE 12911

Clínica Harpa Rua Deputado Antônio Guglielmi Sobrinho, 15 | Cruzeiro Sul | Criciúma/SC (48) 3413-8751 | (48) 98802-5401 rsaude.com.br | Novembro . 2018 | Revista Saúde

7


Índice 10

Revista Saúde Edição 12 | Novembro . 2018 | Criciúma e Tubarão.SC

Fibrilação Atrial Dr. André de Luca Santos

31

ESPECIAL CAPA Viajar faz bem à saúde do corpo, da mente e do coração Ana Paula Svaisser

Imunoterapia: o maior avanço no tratamento do câncer nos últimos anos

12

Dra. Tânia Lorenzoni, Dr. Kleber Dal Toé e Dra. Juliana Althoff

32

ESPECIALCAPA Medo de dentista? Isso é coisa do passado!

12

Dr. Eias Manoel Ribeiro Neto

14 16

18

20

22

Laser na dermatologia Dra. Paula Meneghel Guglielmi

Varizes nos Pés

34

Dra. Mariana Desconci e Dr. Daniel Lupselo

36

Treinamento personalizado

38

Doença do Refluxo Gastroesofágico

Transtorno de Ansiedade Generalizada Dr. Jeverson Bellido Colin

Dra. Gabriela Serafim Keller

O papel do Médico Especialista em Dor Dr. João Henrique Araújo

Você conhece a Colangiopancreatografia Retrógrada Endoscópica (CPRE)?

24

A importância do pré-natal

26

Linfomas: tem cura?

30

Dr. Vanilla Citadini Zanette

40 42

Ozonioterapia na Odontologia

Revista Saúde | Novembro . 2018 | rsaude.com.br

24

Limpeza de Pele

30

Karina Silveira Amboni

Disfunção Temporomandibular e Zumbido Dra. Alessandra de Cezaro Cavaler

31

Preservação da fertilidade

44

46

Caroline de Medeiros Marcos

ESPECIAL CAPA Medicamento manipulado, feito exclusivamente para você

22

Dr. Matheus Reis

Dr. Ricardo Nascimento, Dr. Jean Louis Maillard, Dr. Marcelo Costa Ferreira e Dra.Ana Lúcia Betini Zarth

Dr. Vitor Hugo P. Ricci

Richardi Anderson Paseto Souza

8

Cristiane Cesconeto

Estou esquecido, será que é Alzheimer?

Dr. Vitor de Sousa Medeiros

28

18

Radiofrequência de lesões hepáticas Dr. Cassiano Coral Accordi e Dr. Luiz Henrique Locks Corrêa

O que é Cranioestenose?

48

Dr. André Nesi Dr. Carlos Fernando dos Santos Moreira

26 44


Expediente

Revista Saúde Edição 12 | Novembro . 2018 | Criciúma e Tubarão.SC

REVISTA TRIMESTRAL Novembro/2018 | ANO 3 | Nº 12 | Criciúma | Tubarão e Região - SC Editora Lopes e Rampani Ltda - CNPJ 07.986.256/0001-69 Franquia de Criciúma: Laura Latrônico Alvarenga - ME - CNPJ: 24.316.513/0001-74 ESCRITÓRIOS Umuarama (sede): Rua Paulo Pedrosa de Alencar, 4291 - Ed. Manhattan Garden - CEP: 87501-270 | Centro | Tel.: 44 3622-8270 e-mail: revistasaude@sempresaude.com.br - Maringá: Av. Humaitá, 452 - Centro Empresarial Dalla Costa - Sala 303 CEP: 87014-200 | Zona 4 | Tel.: 44 3346-4050 - e-mail: artemaringa@sempresaude.com.br

NOSSA CAPA CRICIÚMA

COLABORADORES

Dedicação e Transparência a Serviço do seu Bem-estar Ana Paula Svaisser | Turismóloga Richardi Anderson Paseto Souza | Farmacêutico - CRF 3635 Foto Capa Laís Latrônico Alvarenga - 48 99941-9632 laislatronico@gmail.com

LAYOUT E DIAGRAMAÇÃO: André Silva, Alison Henrique, Bruno Assunção, Dyego Bortoli, Jean Carlos, João Paulo Zequim, Marcio Garcia e Thiago Mantovani. CORREÇÃO ORTOGRÁFICA: Professora Tallis Oliveira F Resende e Professora Maria de Fátima dos Santos FOTOGRAFIAS: Láis Latrônico Alvarenga - 48 99941-9632 - laislatronico@gmail.com JORNALISTA RESPONSÁVEL: Caio Henrique dos Santos Rosa - 0011175/PR CIRCULAÇÃO: Criciúma, Tubarão e região FRANQUIAS Apucarana/Arapongas-PR - Leandro Henrique | Paula Renatha Pontim - comercial@sempresaude.com.br - 43. 9611-5553 | 43. 9611-5563 - Araçatuba/Bauru-SP - Anderson Hernandes - aracatuba@sempresaude.com.br - 18. 99740-2777 - Boa Vista-RR - Julio Graziani Carlos boavista@sempresaude.com.br - 95. 99169-4071 - Cacoal/Ji-Paraná-RO - Flávio Junior Bezerra Paixão - paixao@sempresaude.com.br - 69. 99278-5703 - Campo Mourão-PR - Rafael Morimoto - rafael@sempresaude.com.br - 44. 9911-8081 | 44. 8811-6206 - Chapecó-SC - Fábio Bortolone - chapeco@sempresaude.com.br - 49. 9916-5719 - Cianorte-PR - Paulo Paixão - cianorte@sempresaude.com.br - 44. 3269-6430 | 44. 9922-0310 - Criciúma-SC - José Carlos Junqueira Alvarenga - criciuma@sempresaude.com.br - 48. 9912-5253 - Cuiabá-MT - Cristiana L. G. Donegá - cuiaba@sempresaude.com.br - 65. 8111-2423 | 65. 9640-2423 - Foz do Iguaçu -PR - Rosana Segovia - rosana@ sempresaude.com.br - 45. 9991-2500 - Florianópolis-SC - Paulo Victor Frasson Cordeiro - floripa@sempresaude.com.br - 48. 9133-3334 | 48. 9610-5357 - Goiânia-GO - Tiago Brito - goiania@sempresaude.com.br - 62. 9951-1899 - João Pessoa-PB - José Adriano Danhoni Neves | Ednéia Tenório - joaopessoa@sempresaude.com.br - 83. 98750-7070 | 83. 98812-7080 - Joinville-SC - Ana Paula de Campos - joinville@ sempresaude.com.br - 47. 9930-6364 - Londrina-PR - Leandro Henrique | Paula Renatha Pontim - londrina@sempresaude.com.br - 43. 9611-5553 | 43. 9611-5563 - Macaé/Rio das Ostras-RJ - Andreia Garcia | Paulo Cesar Ceranto - macae@sempresaude.com.br - 22. 988475455 | 22. 98842-9166 - Maringá-PR - Paulo Paixão - paulopaixao@sempresaude.com.br - 44. 3269-6430 | 44. 9922-0310 - Natal-RN Dirceu Filho - natal@sempresaude.com.br - 83. 98788-7070 - Palmas/Araguaína-TO - Jefferson Fila de Andrade | Rafael Thomaz - palmas@ sempresaude.com.br - 63. 98503-9960 | 63. 98426-2494 - Paranavaí-PR - Paulo Paixão - paranavai@sempresaude.com.br - 44. 3269-6430 | 44. 9922-0310 - Ponta Grossa-PR - Sérgio Oliveira | Mara Megda - pontagrossa@sempresaude.com.br - 42. 9987-8180 | 42. 8418-1290 - Porto Velho-RO - Arthur Marandola | Rafael Morimoto - portovelho@sempresaude.com.br - 69. 9366-1466 | 69. 9366-1470 - Presidente Prudente-SP - Alexandre Lúcio Martins - prudente@sempresaude.com.br - 18. 98111-5145 - Ribeirão Preto-SP - Josy Vilela Le Senechal ribeirao@sempresaude.com.br - 16. 99711-7770 - Rondonópolis-MT - Marcio Costa - rondonopolis@sempresaude.com.br - 66. 9683-1899 - São José dos Campos-SP - Marcelo Piai | Verônica Venâncio - sjcampos@sempresaude.com.br - 12. 99625.8005 | 12. 99625-1005 - São José do Rio Preto-SP - Renato Dias Renovato - riopreto@sempresaude.com.br - 17. 99669-1700 - Sinop/Sorriso/Lucas do Rio Verde-MT - Luiz Carlos Rampani - rampani@sempresaude.com.br - 66. 9659-7210 | 66. 8128-9645 - Tubarão-SC José Carlos Junqueira - tubarao@ sempresaude.com.br - 48. 9912-5253 Uberaba-MG - Wander Marcio Rosada - uberaba@sempresaude.com.br - 34. 9990-2479 - Uberlândia-MG - Wander Marcio Rosada - uberlandia@sempresaude.com.br - 34. 9990-2479 - Umuarama-PR - Ueslei Rampani | Marcelo Adriano - revistasaude@sempresaude.com.br - 44. 8407-0698 | 44. 9941-9930 | 44. 3622-8270

NOSSA CAPA TUBARÃO Implantes sem medo Dr. Elias Manoel RIbeiro Neto | CRO/SC - 11842 Especialista e Mestre em Implantodontia Foto Capa Laís Latrônico Alvarenga - 48 99941-9632 laislatronico@gmail.com

DIREÇÃO GERAL

Marcelo Adriano Lopes da Silva

FRANQUEADOS DESTA UNIDADE

Ueslei Dias Rampani

José Carlos Junqueira Alvarenga

Laura Latrônico Alvarenga

Sandra Regina Latrônico Alvarenga

ENTRE EM CONTATO PARA MATÉRIAS E ANÚNCIOS Você também pode ler esta edição pelo aplicativo: REVISTA SAÚDE OFICIAL

José Carlos Junqueira: 48 99912.5253 Laura Latrônico: 48 99967.5012 Sandra Latrônico: 48 99914.0810 criciuma@sempresaude.com.br

www.rsaude.com.br

Revista Saúde Criciúma/Tubarão

As matérias e imagens veiculadas são de responsabilidade dos seus autores.

rsaude.com.br | Novembro . 2018 | Revista Saúde

9


Fibrilação Atrial A Fibrilação Atrial é um subtipo

do coração e, na maioria das vezes ir

de arritmia cardíaca muito comum,

para o cérebro, levando ao AVC, popu-

com incidência de 2,5% da população

larmente conhecido como derrame.

mundial. É a segunda maior causa de

Embora uma pessoa com fibrilação

mortes em todo o mundo. Mas para

atrial possa sentir palpitações, dores

entender essa patologia, é necessário

no peito e falta de ar, a doença pode

entendermos antes o que é a arritmia

ser assintomática e passar desperce-

cardíaca.

bida se o paciente estiver tomando algum medicamento que mascara os

Arritmia cardíaca

É uma doença silenciosa e com

sintomas.

Arritmia cardíaca é o nome dado

É uma doença silenciosa e com

ao conjunto de distúrbios elétricos

poucos sintomas específicos, dentre

do coração (Sim! Seu coração é movi-

eles cansaço, falta de ar, dor torácica,

do à eletricidade!), que podem deixar

tontura e desmaios. A idade é um dos

o coração muito lento (menos de 40

fatores de risco mais importantes,

batimentos por minuto bpm, ou muito

sendo a fibrilação atrial uma arritmia

rápido, geralmente mais de 140bpm).

muito comum em idosos. O tabagismo, a carga genética e o consumo de álcool

poucos sintomas

O que é fibrilação atrial?

específicos, dentre

A fibrilação atrial é causada pelo

O diagnóstico da fibrilação atrial é

surgimento de mais de um ponto nos

feito facilmente através do eletrocar-

átrios capaz de disparar batimentos

diograma e o tratamento da fibrilação

cardíacos. E quando isso acontece si-

atrial pode ter três linhas de ação:

eles cansaço, falta de ar, dor torácica, tontura e desmaios.

também são fatores de risco.

multaneamente, de forma caótica, os

• Reverter a fibrilação;

músculos dos átrios passam a receber

• Não reverter a fibrilação, mas

várias ordens de contração ao mesmo

controlar a frequência cardíaca;

tempo, sem tempo de descanso, o que

• Impedir a formação de coágulos

acaba por criar o que chamamos de fi-

dentro dos átrios.

brilação atrial. O fluxo anormal e turbulento do

É importante ficar atento com as

sangue no coração que, associado a

alterações da frequência cardíaca e

outras alterações, propicia a formação

procurar um profissional assim que

de coágulos (ou trombos) no coração.

perceber alguma mudança ou descon-

Esses trombos podem se desprender

forto.

DR. ANDRÉ DE LUCA SANTOS CRM/SC 11807 CLÍNICA MÉDICA | RQE 6844 CARDIOLOGIA | RQE 7679

• Pós-Graduação em Arritmologia Clínica pelo Instituto do Coração da - Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo – InCor-USP. • Proeficiência em Arritmologia Clínica e Membro da Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas - SOBRAC

10

Revista Saúde | Novembro . 2018 | rsaude.com.br

MAIS INFORMAÇÕES CONSULTE NOSSO GUIA DAS PÁGINAS 4,5,6 e 7.


Imunoterapia: o maior avanço no tratamento do câncer nos últimos anos Revolucionário na luta contra tumores, este novo tratamento foi eleito o mais promissor pela Sociedade Americana de Oncologia

Considerado o mais promissor tratamento contra o câncer nos últimos anos pela Sociedade Americana de Oncologia Clínica, a imunoterapia inspira otimismo, avança nas clínicas e acende esperança de pacientes. A nova classe de remédios basicamente utiliza o próprio sistema imunológico dos pacientes para destruir os tumores. A categoria médica que já estava animada com a descoberta recente de que muitos tipos de câncer podem ser tratados usando desta estratégia, agora comemora também a possibilidade de tratar os casos que não tinham opção, ou pelo estado avançado da doença ou porque já ela havia atingido outros órgãos. A imunoterapia provoca o organismo do paciente a identificar as células cancerosas e atacá-las, por

DRA. TÂNIA LORENZONI CRM/SC 2488 MÉDICA

12

Revista Saúde | Novembro . 2018 | rsaude.com.br

meio de drogas que modificam a resposta imunológica. Isto é, em vez de mirar o câncer, os remédios imunoterápicos estimulam as defesas do organismo para que elas mesmas detectem a doença. A maior parte dessas terapias envolve as drogas conhecidas como “bloqueadores de checkpoint”. Elas obstruem um receptor das células do sistema imunológico que é utilizado pelos tumores para se tornarem invisíveis às defesas do organismo. Nesse contexto, o sistema imunológico não percebe a doença como uma ameaça e a deixa evoluir. E é aí que entra a imunoterapia: ao bloquear esse sistema, ela faz o próprio corpo combater o tumor. A boa surpresa é que foram descobertos também cinco novos usos para os

DR. KLEBER DAL TOÉ

CRM/SC 9789 CANCEROLOGIA CLÍNICA | RQE 6093

inibidores destes pontos de verificação: câncer de cabeça e pescoço, bexiga e pulmão e linfoma de Hodgkin. Em 30 anos, por exemplo, esse é o primeiro tratamento que surge contra nódulos malignos originados na bexiga. Entretanto, há desafios ainda pela frente. Os benefícios destes medicamentos não são eficazes para todos os pacientes com estes tumores, então os estudos buscam agora identificar este público. Porém, nos casos em que a resposta é positiva, os benefícios são de longo prazo e traz efeitos colaterais menores que os da quimioterapia, principalmente entre os idosos. Na prática, são drogas injetáveis, administradas a cada duas ou três semanas. Estima-se que, quando funciona, a sobrevida do paciente é três vezes maior. Os pacientes tratados com o método não apresentam queda de cabelo, náuseas, vômitos e a fraqueza característica após os tratamentos quimioterápicos, mas podem apresentar inflamações do intestino grosso ou pulmão. Trata-se de um tratamento com menor impacto na qualidade de vida do paciente. A duração do tratamento da imunoterapia depende da eficácia das drogas no combate à doença e da reação de cada paciente ao tratamento. É comum a utilização da imunoterapia por até dois anos, não existe um período predeterminado. A utilização da imunoterapia para crianças ainda está em fase inicial de estudos, contudo, avançando com agilidade. O tratamento ainda não está disponível no Sistema Único de Saúde (SUS).

DRA. JULIANA ALTHOFF

CRM/SC 12765 CANCEROLOGIA CLÍNICA | RQE 6239 MAIS INFORMAÇÕES CONSULTE NOSSO GUIA DAS PÁGINAS 4,5,6 e 7.


Laser na dermatologia A Dermatologia foi umas das especialidades que mais ganhou com o aperfeiçoamento do laser. O tratamento é indicado para remover manchas do sol, vestígios de tatuagem, cicatrizes, suavizar rugas, rejuvenescer a pele desgastada, entre outros. O laser tem se firmado cada vez mais como um grande aliado dos tratamentos dermatológicos. Do combate a patologias da pele aos procedimentos estéticos, a tecnologia disponível está cada vez mais avançada e continua se aperfeiçoando a cada dia, fazendo com que os tratamentos a laser sejam cada vez mais eficazes, seguros e acessíveis. O que é o laser? O laser é um dispositivo que produz radiação eletromagnética utilizada com diversas finalidades. Na Dermatologia, esta forma de energia atinge determinado “alvo” na pele gerando uma modificação física, química ou biológica, promovendo um aspecto mais firme e uniforme. O laser pode atingir diversas camadas da pele dependendo do objetivo do tratamento e do tipo de laser, proporcionando resultados diferentes. O laser ablativo é aplicado sobre a pele de forma precisa e então sua energia luminosa se transforma em calor, causando a evaporação da umidade natural da derme, provocando a destruição do tecido e a remoção da camada mais externa da pele.

Como escolher o tipo de laser? O que vai definir qual laser deverá ser utilizado é a experiência do médico e quanto tempo o paciente dispõe para recuperação. Cabe ao profissional fazer a indicação ao paciente, informando ao mesmo sobre todas as opções terapêuticas disponíveis. Quais as indicações? O laser pode ser aplicado em qualquer parte do corpo e é recomendado no tratamento de uma série de problemas de pele relacionados à marcas, manchas e envelhecimento. Mas a procura maior é para: • • • • • • • • •

flacidez da Pele; rugas e marcas de expressão; olheiras; estrias; manchas na pele ocasionadas pelo sol; cicatrizes de acne; estimulação de colágeno; remoção de tatuagem microvarizes.

Nas primeiras duas semanas a pele ficará sensível e com uma coloração vermelha, durante este período, é imprescindível o uso de filtro solar, e proibido qualquer tipo de exposição solar, até que tenha desaparecido a coloração rósea. O não cumprimento destas orientações médicas pode comprometer o resultado do tratamento. Todo procedimento envolve um período próprio de recuperação. Dê tempo ao tempo, pois seu organismo se encarregará de cuidar de tudo sozinho. Procure um profissional especializado e de confiança para tirar todas as dúvidas e realizar o procedimento de forma segura e eficaz.

É importante informar que para a realização do procedimento, existe alguns cuidados específicos para a pele, que serão orientados pelo dermatologista. Quais são os cuidados pós-procedimento? Mesmo sendo um procedimento realizado no consultório e o paciente poder voltar para casa no mesmo dia, na maioria das vezes o local fica sensível e após algumas horas do procedimento realizado gera dor e desconforto na área tratada.

DRA. PAULA MENEGHEL GUGLIELMI CRM/SC 18844 DERMATOLOGISTA | RQE 15005

• Residência em Dermatologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro • Membro Titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia • Pos graduanda em Dermatocosmiatria pela Faculdade de Medicina do ABC/SP

14

Revista Saúde | Novembro . 2018 | rsaude.com.br

MAIS INFORMAÇÕES CONSULTE NOSSO GUIA DAS PÁGINAS 4,5,6 e 7.


Transtorno de Ansiedade Generalizada O que é ansiedade? Ansiedade é um termo geral usado para compreender situações em que há nervosismo, medo, apreensão e preocupação. A maioria das pessoas experimenta um estado geral de preocupação ou medo antes de enfrentar algo desafiador, como um teste, um exame ou uma entrevista. A ansiedade é considerada um problema quando os sintomas interferem na capacidade de uma pessoa para dormir ou em sua forma de agir. De modo geral, a ansiedade ocorre quando uma reação é desproporcional com o que realmente pode ser esperado em uma situação.

De modo geral, a ansiedade ocorre quando uma reação é desproporcional com o que realmente pode ser esperado em uma situação.

O que é o Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG)? O TAG é uma doença crônica caracterizada por ansiedade excessiva, duradoura e preocupação com eventos, objetos e situações inespecíficas da vida. Os portadores de TAG sentem, de forma persistente, preocupação e medo com questões de saúde, dinheiro, família, trabalho ou escola, mas têm problemas para identificar especificamente o que gera o medo e também de controlar as preocupações. Além disso, estão sempre com a expectativa de que ocorra uma falha, um problema ou até um desastre, e estas preocupações ocorrem em uma intensidade suficiente para interferir nas funções diárias, como trabalho, escola, atividades sociais e relacionamentos. SINTOMAS • Respiração curta • Tremores • Taquicardias • Irritabilidade • Baixa tolerância • Sensação de estar “a flor da pele” • Tensão muscular • Perturbação do sono, entre outros.

Como as pessoas com TAG se comportam no seu dia a dia? Muitas pessoas com TAG apresentam traços de perfeccionismo. Por isso, podem despender um tempo muito grande em uma tarefa relativamente simples, em uma tentativa de certificar-se de que eles a tenham concluído perfeitamente. Além disso, pessoas com TAG tendem a apresentar intolerância à incerteza, ou seja, sentem-se desconfortáveis quando não estão 100% seguras de si mesmas, dos outros, de suas ações e decisões, ou do seu futuro. Devido a isso, elas costumam se envolver em comportamentos cansativos e demorados projetados, para torná-los mais seguros, como pedir a opinião de outras pessoas repetidamente, checar tarefas feitas, criar listas intermináveis, adiar tarefas ou recusar-se a delegar qualquer coisa para os outros. Como é o tratamento do TAG? Vários medicamentos são aprovados para uso do TAG, que podem ser usados isoladamente ou em combinação para combater os sintomas, dar conforto ao paciente e garantir um nível ótimo de funcionalidade. A psicoterapia no TAG é um processo colaborativo, onde o terapeuta e o paciente trabalham juntos para identificar preocupações específicas e desenvolver habilidades e técnicas concretas para lidar com a ansiedade. Faz-se necessária a busca por profissionais qualificados e aptos a realizar um diagnóstico precoce, sobretudo em crianças e adolescentes, para evitar transtornos mais graves na vida adulta. A ansiedade possui tratamento e quando este se dá de forma adequada, existe a possibilidade de cura de todos os seus sintomas.

DR. JEVERSON BELLIDO COLIN CRM/SC 13393 PSIQUIATRA | RQE 10983

16

Revista Saúde | Novembro . 2018 | rsaude.com.br

MAIS INFORMAÇÕES CONSULTE NOSSO GUIA DAS PÁGINAS 4,5,6 e 7.


Estou esquecido, será que é Alzheimer? Com o envelhecimento da população, as queixas de esquecimento são cada vez mais comuns. No consultório do geriatra diariamente aparecem pacientes queixando-se de dificuldade de memória e com o grande temor: “Será que é Alzheimer? “ Atualmente, somos bombardeados diariamente com muitas informações. A televisão com seus diversos canais com jornalismo e documentários, a internet ao alcance de um clique, além das fontes de informação como jornais e revistas, hoje também disponíveis online. É muito comum, olharmos as crianças de 4 ou 5 anos, que ao pegar um telefone ou um computador pela primeira vez, instintivamente já conseguem usar sem nenhuma dificuldade, enquanto as pessoas mais velhas, muitas vezes tem que rever e refazer o mesmo ato, até conseguirem se entender com as novas tecnologias. Mas porque isso? Por que uma criança consegue se adaptar muito mais rápido a essas novas informações? Isso acontece porque quando envelhecemos ocorrem algumas alterações na memória, são as ditas alterações da senescência, que são normais com a idade. Há maior dificuldade em gravar informações novas e em aprender coisas novas, mas a capacidade continua normal. Lembramos com mais facilidade de coisas antigas, da infância ou da adolescência, pois são memórias mais consolidadas em nosso cérebro, porém, quando nos de-

paramos com uma pessoa que conhecemos recentemente ou um aparelho que nunca utilizamos, passamos por uma grande dificuldade em lembrar o nome ou o funcionamento deste, e estas alterações, esta maior dificuldade em reter novas informações, são normais. Outra queixa muito comum é a pessoa sair de um cômodo, da sala por exemplo, para ir buscar algo na cozinha, chegando neste cômodo, esquece o que foi fazer lá. Ou ao ir no caixa eletrônico para fazer algum procedimento, esquece-se a senha que foi mudada há pouco. Mas se essa dificuldade de memória é normal, o que não é normal? Algumas coisas nos levam a pensar que o paciente com queixa de memória pode estar com uma demência, como Alzheimer. Esquecer caminhos que costuma fazer diariamente, esquecer nome de pessoas com quem convive muito tempo, não conseguir mais realizar tarefas que fazia com facilidade, como por exemplo, alguém que passa café todo dia, na hora de fazer, esquece como fazer. Uma pessoa que conseguia fazer tudo sem ajuda, começa a ficar com dificuldades, utilizar roupas que não combinam com o tempo (regata no frio, por exemplo). A pessoa idosa pode ter diversas causas para perda de memória, e muitas delas são reversíveis: falta de alguns tipos de vitaminas, alterações de tireoide e infecções são causas que, se descobertas cedo, são reversíveis. Outros tipos de demência, como Alzheimer, demência frontotemporal, por doença de Parkinson não são reversíveis, mas existem tratamentos que podem ajudar a conviver e ter qualidade de vida com a doença. Por isso, em qualquer sinal de alerta, é importante buscar o Geriatra para uma avaliação e se necessário um tratamento.

A pessoa idosa pode ter diversas causas para perda de memória, e muitas delas são reversíveis: falta de alguns tipos de vitaminas, alterações de tireoide e infecções são causas que, se descobertas cedo, são reversíveis.

DRA. GABRIELA SERAFIM KELLER CRM/SC 16833 CLÍNICA MÉDICA | RQE 12562 GERIATRIA | RQE 13659

18

Revista Saúde | Novembro . 2018 | rsaude.com.br

MAIS INFORMAÇÕES CONSULTE NOSSO GUIA DAS PÁGINAS 4,5,6 e 7.


O papel do Médico Especialista em Dor Muitos desconhecem o papel do anestesiologista especialista em dor. Mas a verdade é que o trabalho do anestesista não se limita somente a sedação em cirurgias como todo mundo pensa. Atualmente essa especialidade pode proporcionar uma melhora no bem-estar e na qualidade de vida dos pacientes que sofrem com dores. De acordo com dados da Sociedade Brasileira de Estudos para a Dor (SBED), o percentual médio de pessoas afetadas por algum tipo de dor crônica no Brasil é de 15% a 40%. Mas o que é dor crônica? A dor crônica é definida como a dor que persiste ou recorre por mais de 3 meses, ou a dor associada a lesão tecidual que se espera continuar ou evoluir; alguns autores definem a dor crônica como aquela com duração de 6 meses ou mais. Acomete 1 entre 5 adultos; aumenta com a idade e atinge mais as mulheres. Como se manifesta a dor crônica? A dor crônica, quando presente, comporta-se como uma doença em si. Imobilidade, depressão, alterações do sono, problemas nutricionais, dependência de medicamentos, incapacidade para o trabalho, ansiedade, são algumas das complicações que podem acompanhá-la. Outros sintomas também relatados por pacientes são diminuição do desejo sexual e alteração do apetite. Além disso, frequentemente pode afetar a capacidade de uma

pessoa realizar tarefas associadas à vida diária, ao trabalho e à sua função como membro da comunidade. Um fator importante é que os pacientes com dor crônica podem ser relativamente não responsivos às medicações analgésicas. Quais são os tratamentos? Os tratamentos mais utilizados são: Bomba intratecal - o sistema de bomba de infusão intratecal de morfina consiste num cateter implantado na região da coluna, que libera quantidades muito pequenas de morfina junto ao líquido que envolve a medula espinhal. Este cateter é conectado a um reservatório que fica implantado na região abdominal embaixo da pele. Periodicamente, o reservatório é reabastecido através de uma pequena punção do mesmo. Bloqueio - de maneira resumida, o Bloqueio consiste em interromper impulsos sensoriais de uma região do corpo específica, diminuindo ou até eliminando por completo a dor. Geralmente são realizados com uso de um método de imagem, como raio-x ou ultrassonografia, de forma que se possa infiltrar estruturas específicas de maneira mais precisa e segura. Radiofrequência - procedimento moderno e seguro, cada vez mais utilizado no tratamento de diferentes tipos de dores, sendo considerado em muitos casos como uma alternativa a procedimentos mais invasivos. Funciona, com uma corrente elétrica de alta frequência (500.000 Hz) que é produzida por um aparelho chamado gerador de radiofrequência. A onda é transmitida através de um cabo até

um eletrodo que é colocado dentro de uma agulha. A agulha é inserida através da pele do paciente. A onda de radiofrequência, que percorre o eletrodo até a ponta da agulha, queima o nervo, impedindo que ele conduza o sinal da dor até o cérebro. Toxina Botulínica - Sabemos que os efeitos da toxina botulínica são atribuídos ao bloqueio da liberação de acetilcolina das vesículas pré-sinápticas, mas estudos recentes sugerem outros mecanismos mais complexos para o efeito analgésico da neurotoxina, que vão além do simples relaxamento muscular, mas eventuais influências indiretas nos mecanismos centrais da dor. A injeção subcutânea de toxina botulínica inibe, de forma dose-dependente, a dor de origem inflamatória, através da redução da liberação do glutamato (um aminoácido que age como neurotransmissor excitatório na resposta inflamatória) nos receptores sensoriais periféricos relacionados à percepção da dor. Conviver com a dor é extremamente desgastante. Caso identifique algumas formas de dor crônica procure um especialista que entenda a doença e faça o encaminhamento correto.

DR. JOÃO HENRIQUE ARAÚJO CRM/SC 15966 ANESTESIOLOGISTA | RQE 10795 ESPECIALISTA EM DOR | RQE 13313

• Membro da Sociedade Brasileira de Médicos Intervencionistas em Dor - SOBRAMID • Membro Titular da International Association For the Study of Pain - IASP • Membro Titular da Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor - SBED • Membro Titular da Sociedade Brasileira de Anestesiologia - SBA • Aperfeiçoamento em Tratamento Intervencionista da Dor na Singular - Centro de Controle de Dor • Estágio (Serviço de Dor) no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto/SP • Residência Médica em Anestesiologia no Hospital Nossa Senhora da Conceição de Tubarão/SC

20

Revista Saúde | Novembro . 2018 | rsaude.com.br

MAIS INFORMAÇÕES CONSULTE NOSSO GUIA DAS PÁGINAS 4,5,6 e 7.


Você conhece a Colangiopancreatografia Retrógrada Endoscópica (CPRE)? A CPRE é um exame endoscópico que tem por objetivo detectar e tratar doenças que acometem os ductos de drenagem do fígado e do pâncreas (as vias biliares intra e extra-hepáticas, e o ducto pancreático principal). As manifestações das doenças que causam lesão nos ductos biliares e pancreático são icterícia (olhos e pele amarelada), dor abdominal, febre e alterações bioquímicas nas enzimas hepáticas e pancreáticas. Esses sinais e sintomas são na maioria das vezes decorrentes de doenças benignas como cálculos (coledocolitíase), estenoses inflamatórias ou pós-cirúrgicas das vias biliares e pancreatite crônica. No entanto, neoplasias do pâncreas e vias biliares, podem abrir o quadro clínico com sintomas bastante semelhantes. Quais são as indicações? Atualmente, a CPRE é um procedimento preferencialmente terapêutico. A principal razão para esta evolução deve-se à utilização de técnicas diagnósticas menos invasivas, tais como a tomografia computorizada, a ressonância magnética e a ecoendoscopia que ajudam a selecionar os doentes que necessitam de CPRE. A CPRE está indicada especialmente quando há necessidade de drenagem das vias biliares. A indicação mais comum é a coledocolitíase, que nada mais é do que a presença de cálculo na via biliar distal, também chamada de colédoco. O cálculo pode se formar na própria via biliar, ou mais comumente, ser proveniente da descida de um ou

mais cálculos da vesícula. Alguns dados epidemiológicos dão conta de que 5 a 10% das colelitíases (cálculos na vesícula) sintomáticas e 18 a 33% das pancreatites agudas biliares, estão associadas à coledocolitíase. Como é realizado? O exame é, em princípio, realizado sob anestesia. Para isso o doente deverá ser observado previamente em consulta e realizar alguns exames complementares. Deve ser feito jejum de pelo menos 8 horas para assegurar que a cavidade gástrica não tenha líquidos ou resíduos alimentares que impeçam o procedimento ou aumentem o risco de aspiração. É utilizado um aparelho de endoscopia com visão lateral, também conhecido como duodenoscópio que é inserido na boca do paciente e passa através da garganta, esôfago, estômago e chega até a segunda porção do duodeno, local onde se visualiza a papila duodenal (Papila de Vater). Esta papila corresponde ao ponto de convergência do canal pancreático principal e do canal biliar comum (colédoco), onde são drenadas as secreções pancreáticas e biliares para o duodeno. Após observação da papila procede-se à introdução de uma cânula no ducto biliar comum ou no canal pancreático principal (conforme as indicações), obtendo-se um colangiograma ou um pancreatograma, respectivamente, que consiste na injeção de contraste radiopaco no canal para permitir a sua visualização por fluoroscopia. Este exame demora em média uma hora.

Durante o procedimento, as imagens radiológicas são interpretadas pelo médico endoscopista, que, dependendo do diagnóstico, poderá realizar complementação terapêutica (tratamento), incluindo papilotomia (secção longitudinal da papila); retirada de cálculos com balão extrator ou cesta tipo basket; drenagem de estenoses (estreitamentos) inflamatórias ou tumorais por dilatação com sonda ou por colocação de prótese endoscópica. Trata-se de um procedimento seguro, quando realizado por um profissional especializado.

DR. VITOR DE SOUSA MEDEIROS CRM/SC 15982 GASTROENTEROLOGISTA | RQE 14512 ENDOSCOPIA | RQE 14514

22

Revista Saúde | Novembro . 2018 | rsaude.com.br

MAIS INFORMAÇÕES CONSULTE NOSSO GUIA DAS PÁGINAS 4,5,6 e 7.


A importância do pré-natal A gestação é um período marcado

elevação da pressão arterial, com-

por transformações físicas e emocio-

prometimento da função renal e

nais, por isto, tanto a gestante quanto

cerebral, ocasionando

o seu companheiro têm muitas dúvi-

convulsões e coma;

por ora,

das durante este período que ante-

• Detecta problemas fetais, como

cede o nascimento. Todo casal que

más formações. Algumas delas

espera um bebê deve ter respostas às

em fases iniciais permitem o tra-

suas indagações. Quanto mais seguros

tamento intraútero que propor-

sobre todo o processo que está por vir,

ciona ao recém-nascido uma vida

melhor e mais tranquilo será o parto.

normal; • Avalia ainda aspectos relativos

Vantagens do pré-natal:

à placenta, possibilitando trata-

• Permite identificar doenças que já

mento adequado. Sua localização

estavam presentes no organismo,

inadequada pode provocar gra-

porém, evoluindo de forma silen-

ves hemorragias com sérios riscos

ciosa, como a hipertensão arte-

maternos.

rial, diabetes, doenças do coração, anemias, sífilis, etc. Seu diagnósti-

É através de um pré-natal bem re-

Todo casal que espera um

co permite medidas de tratamen-

alizado (consultas mensais, quinzenais

bebê deve ter respostas às

to que evitam maior prejuízo à

ou semanal) associado a exames de

mulher, não só durante a gestação,

imagem pontual e laboratoriais, que

mas por toda sua vida;

a relação médico-paciente se fortale-

suas indagações. Quanto mais seguros sobre todo o processo que está por vir, melhor e mais tranquilo será o parto.

• Atualiza e esclarece o calendário vacinal; • Identifica precocemente a pré-eclâmpsia, que se caracteriza por

ce e faz com que o momento do parto ( independente da via de escolha) se torne especial. Tenha seu parto com segurança.

DR. VANILLA CITADINI ZANETTE CRM/SC 15991 GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA | RQE 12284

• Graduada pela Universidade do Extremo Sul catarinense – UNESC • Residência Hospital Universitário – Florianópolis • Especialização latu senso em Colposcopia e Patologia do Trato Genital Inferior na Faculdade de Medicina do ABC Paulista - SP • Especialização em Ginecologia Endócrina ,infanto-puberal , Sexualidade e Climatério na Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) - SP

24

Revista Saúde | Novembro . 2018 | rsaude.com.br

MAIS INFORMAÇÕES CONSULTE NOSSO GUIA DAS PÁGINAS 4,5,6 e 7.


Linfomas: tem cura? Linfoma é um tipo de câncer do sistema linfático composto por uma complexa rede de vasos linfáticos, linfonodos e outros órgãos como o baço, que juntos são responsáveis pelo transporte de linfócitos (glóbulos brancos), para todas as estruturas do corpo humano. Este conjunto de estruturas é responsável pela defesa imunológica do nosso corpo. O linfoma se desenvolve nos linfonodos que são encontrados em várias partes do corpo, principalmente nas axilas, no pescoço e na virilha. Segundo informações do Inca (Instituto Nacional de Câncer), nos últimos 25 anos o número de casos de linfoma, praticamente dobrou, especialmente entre indivíduos com mais de 60 anos. Na imensa maioria dos casos, a causa do linfoma não é totalmente conhecida e seu início pode ser o resultado de alterações nos genes dos linfócitos que levam à desregulação no mecanismo de divisão ou morte celular. Em alguns casos, o aparecimento deste câncer pode estar relacionado a alguns tipos de infecções virais ou bacterianas, que afetam o sistema imunológico, principalmente a infeção pelo HIV (Vírus da Imunodeficiência Humana). Apesar de sua relação com infecções virais e bacterianas, os linfomas não são contagiosos e sua transmissão não ocorre através do contato entre o portador e o indivíduo saudável.

26

Revista Saúde | Novembro . 2018 | rsaude.com.br

Os pacientes, comumente, acabam procurando atendimento médico por perceberem aumento dos gânglios (linfonodomegalia) na região do pescoço, nas axilas ou nas virilhas.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) divide os linfomas em inúmeros subtipos diferentes e esta classificação serve para padronizar o diagnóstico deste tumor. Os mais comuns são o linfoma de Hodgkin e os linfomas Não Hodgkin e, em cada um destes tumores, podemos encontrar uma quantidade enorme de subtipos, por exemplo Linfoma Não Hodgkin difuso de grande células-B ou Linfoma de Hodgkin esclerose nodular.


exame de imuno-histoquímica. O tratamento dos linfomas varia de acordo com a condição clínica de cada paciente e do subtipo histológico da doença (Hodgkin ou Não Hodgkin). As opções terapêuticas disponíveis para tratar os linfomas são poliquimioterapia, imunoterapia, radioterapia e transplante autólogo de medula óssea. Os linfomas indolentes (baixo grau) têm caráter crônico e o tratamento, quando necessário, visa controlar doença e aumentar o tempo para nova progressão. Para os casos mais agressivos, pode ser recomendado o transplante de medula óssea, retirada do próprio corpo. Essa modalidade de tratamento vem obtendo resultados interessantes em linfomas avançados e reincidentes.

O médico hematologista é o especialista neste tipo de câncer e será o responsável pelo tratamento e seguimento destes pacientes. Os pacientes comumente, acabam procurando atendimento médico por perceberem aumento dos gânglios (linfonodomegalia) na região do pescoço, nas axilas ou nas virilhas. A presença da linfonodomegalia associada à presença de sintomas, como febre persistente (geralmente abaixo de 38,5ºC), emagrecimento de pelo menos 10% do peso corporal e sudorese profusa indicam ao médico que pode ser tratar de um linfoma. A confirmação ocorre após a realização de biópsia dos gânglios (conhecido por muitos por ínguas) e realização do

As chances de sucesso dependem de vários fatores, como idade do paciente, outros problemas médicos associados, número de tratamentos quimioterápicos ou radioterápicos previamente recebidos, além da sensibilidade da doença à quimioterapia administrada antes do transplante. Os linfomas são cânceres potencialmente curáveis, mesmo nas fases avançadas. O tipo do linfoma determina se tem maior ou menor chance de cura e o diagnóstico precoce aumenta consideravelmente a chance de curar este tumor. Os linfomas indolentes são pouco agressivos e podem conviver com o paciente por muitos anos, outros requerem tratamento imediato com quimioterapia ou radioterapia.

Recomendações

• Evite a exposição prolongada a produtos químicos, em especial aos produtos agrícolas; • Pacientes infectados com o vírus HTLV e o vírus HIV correm risco maior de desenvolver linfoma, portanto devem estar mais atentos aos sintomas; • A incidência de linfoma aumenta com a idade; por isso os idosos, principalmente os de ascendência europeia, devem redobrar a atenção; • Procure um médico se notar a presença de uma íngua (gânglio) no pescoço, axila, virilha, especialmente se ela não for dolorosa, tiver crescimento rápido, e você não apresentar nenhum outro sinal de infecção.

DR. VITOR HUGO P. RICCI CRM/SC 16000 HEMATOLOGIA E HEMOTERAPIA | RQE 11684

• Responsável Técnico da Agência Transfusional do Hospital São José – Criciúma/SC • Onco-Hematologista - UNACON • Hematologista Hospital São José • Hematologista no Hospital UNIMED • Hematologista e Hemoterapeuta - HEMOSC - Criciúma/SC • Professor de Hematologia do Curso de Medicina - Universidade do Extremo Sul Catarinense - UNESC.

MAIS INFORMAÇÕES CONSULTE NOSSO GUIA DAS PÁGINAS 4,5,6 e 7.

rsaude.com.br | Novembro . 2018 | Revista Saúde

27


Ozonioterapia na Odontologia

Um dos fatores que chama atenção pra esse método é a simplicidade da aplicação, boa tolerância dos pacientes, ausência de efeitos colaterais ou reações adversas.

A ozonioterapia é um método moderno livre de medicações utilizado para tratar diversas patologias orais, reduzindo o curso clínico das doenças, e alcançando muitas vezes resultados superiores em comparação às terapias convencionais. Este tratamento estimula a circulação sanguínea e resposta imunológica e sua aplicação local apresenta propriedades analgésicas e anti-inflamatórias. Em busca de alternativas, a ozonioterapia tem sido estudada no meio odontológico como um meio auxiliar terapêutico no tratamento de diversas doenças crônicas e agudas. O grande marco na ozonioterapia se deu em 1935, pelo cirurgião-dentista alemão Edward A. Fisch que publicou o primeiro relato de aplicações de água ozonizada utilizada como desinfetante, representando assim o início da prática clínica do ozônio na Odontologia. No mesmo ano, seu paciente o Dr. Erwin Payr, que também era cirurgião-dentista, publicou casos clínicos de tratamento de necrose pulpar, atingindo sucesso em torno de 75% dos casos. O ozônio tem a capacidade de destruir bactérias, vírus e fungos e pode ser utilizado nos seguintes tratamentos odontológicos: dentística (tratamento de cárie dental), periodontia (prevenção e tratamento dos quadros inflamatórios e infecciosos), endo-

dontia (tratamento de canal), cirurgia (contribui no processo de cicatrização), dor e disfunção de articulação temporomandibular, ATM (diminuição dos sintomas dolorosos), necrose dos maxilares (osteomielite, osteoradionecrose e necroses induzidas por medicamentos) e em lesões que acometem a cavidade oral como herpes, mucosite, candidíase, entre outros. Existem várias formas de aplicações do ozônio, porém as vias clássicas dentro da Odontologia são: aplicação do gás diretamente aos tecidos; água ozonizada e óleo ozonizado. Um dos fatores que chama atenção pra esse método é a simplicidade da aplicação, boa tolerância dos pacientes, ausência de efeitos colaterais ou reações adversas. A técnica é absolutamente segura, desde que empregada de acordo com os protocolos estabelecidos e reconhecidos mundialmente. O ozônio possui diversas propriedades biológicas comprovadas cientificamente, o que garante seu uso terapêutico. Em 2006, a Associação Brasileira de Ozonioterapia, foi criada pela necessidade de legalizar a prática de forma consciente e ética pelos cirurgiões-dentistas mediante à realização de cursos de capacitação. A prática é reconhecida pelo Conselho Federal de Odontologia (CFO), por meio da resolução nº 166/2015.

CAROLINE DE MEDEIROS MARCOS CRO/SC 15060

• Pós-graduanda em Endodontia • Habilitação em Odontologia biológica e Ozonioterapia

Rua Cel. Pedro Benedet, 505, sala 310 | MD Odontolologia Integrada | Edifício Millenium Saúde Center | Centro | Criciúma/SC | (48) 3439-9499 | 99934-8284 28

Revista Saúde | Novembro . 2018 | rsaude.com.br


Especial Capa


Especial Capa

Medicamento manipulado, feito exclusivamente para você A população brasileira em geral está acostumada com os medicamentos industrializados, que são fabricados em larga escala e com dosagens padronizadas. Contudo, a procura por medicamentos produzidos de forma mais personalizada aumentou. Os manipulados, também chamados de magistrais, diferem quanto ao método de produção, e atendem necessidades específicas dos clientes. A fabricação é realizada analisando a individualidade de cada pessoa. Ou seja: para crianças pode–se manipular uma fórmula com sabor, que facilitará a ingestão. Para idosos em sachê (pó) ou em gotas, visto que os comprimidos costumam ser mais difíceis de serem ingeridos e a absorção é diferente do corpo de um adulto. A manipulação pode beneficiar esses pacientes, preparando os medicamentos nas formas farmacêuticas mais adequadas para cada caso. Além disso, para alguns grupos com necessidades especiais, os manipulados são indispensáveis, como pessoas com intolerância ou alergia a determinadas substâncias e as que precisam de doses menores que as disponíveis em drogarias. Os recursos que a farmácia de manipulação oferece fazem a diferença em certos tratamentos. O prescritor pode associar duas ou mais substâncias em um só medicamento, dimi-

nuindo o número de remédios que o paciente precisa manejar, oferece uma gama maior de opções no que diz respeito à dose, à quantidade, à forma de apresentação (gotas, cápsulas, comprimidos, cremes etc.), à combinação de diferentes substâncias e à possibilidade de excluir da formulação itens que causem reações adversas ao paciente. Há receitas para todas as especialidades médicas, desde cosméticos a formulações de suplemento, que devem ser produzidas em estabelecimento capacitado e autorizado a preparar os produtos personalizados. E ainda, deve-se uma atenção especial ao que realmente está sendo oferecido na fórmula. As farmácias devem possuir fornecedores com procedência, os quais só vendem produtos com laudos. A ética é indispensável em qualquer área profissional bem como nos magistrais. Oferecer ao cliente o melhor produto, da melhor forma e com segurança, para que assim ele alcance qualidade de vida e obtenha sucesso no tratamento, deve ser a motivação para a farmácia.

RICHARDI ANDERSON PASETO SOUZA FARMÁCIA | CRF 3635

• Farmácia com Especialização em Bioquímica na Universidade do Sul de Santa Catarina - UNISUL • Pós-Graduação em Farmácia de Manipulação pela PUC/PR • Título de Especialista em Farmácia de Manipulação pelo Instituto Equilibra Curitiba/PR

Rua Cel. Pedro Benedet, 505, sala 07 | Térreo | Edifício Millenium Saúde Center | Centro Criciúma/SC | (48) 3443-2513


Viajar faz bem à saúde do corpo, da mente e do coração Algumas pessoas não acreditam, mas uma pesquisa realizada em 2014 nos Estados Unidos confirma: viajar faz bem para a saúde! Sair da rotina, conhecer um novo lugar, entrar em contato com uma cultura diferente, experimentar a gastronomia local, ter histórias para contar e adquirir experiências que ficam para sempre em nossas lembranças, viajar oferece muitas vantagens! Mas você sabia que curtir as férias viajando também promove diversos benefícios para a saúde? O primeiro deles é: reduz o estresse! Um estudo desenvolvido pela Clínica Marshfiel de Wisconsin apontou que as pessoas que viajavam a cada dois anos eram mais propensas a sofrer de depressão e estresse, que as que saíam de férias ao menos duas vezes por ano. Durante as viagens, as pessoas costumam esquecer, ao menos por uns dias, dos problemas. Você pode até pausar a rotina de exercícios para viajar, mas com certeza não vai ficar parado, muito menos sentado em frente ao computador, como acontece no dia a dia. Estar fora da rotina e conhecer novos lugares mantém o corpo em movimento! Durante as viagens você não precisa se preocupar com as obrigações, compromissos e tarefas diárias. Mesmo dormindo um pouco mais tarde do que o horário habitual, também poderá dormir por mais horas e acordar sem despertador ou peso na cons-

ciência. Não é novidade para ninguém que dormir bem é importante para a saúde. Tirar um tempo para você e/ou para sua família e sair da rotina, reduz seu nível de estresse, um dos responsáveis por afetar a saúde física e mental. Essa é outra razão que fazem as viagens serem responsáveis pela melhora do humor. Quem não abre um sorriso ao lembrar as últimas férias? Mas esse efeito positivo não se limita ao momento em que você está viajando e quando volta. A fase de planejamento também gera felicidade para pessoas. E é nessa fase que começamos o nosso trabalho. A nossa agência se preocupa em tornar a sua tão esperada viagem, especial do início ao fim. Valorizamos o atendimento personalizado, e planejamos juntos com os clientes a realização da viagem dos sonhos. Há 22 anos, trabalho com o Turismo, e há 8 anos com uma equipe em minha própria agência. O grande amor pela profissão me impulsiona a buscar sempre o melhor para os meus clientes. E neste ano reinauguramos a Paula Turismo, totalmente planejada para atender melhor a todos com muito conforto, amplo espaço e mais qualidade em nosso atendimento. Estamos sempre à disposição para atendê-los!

ANA PAULA SVAISSER TURISMÓLOGA

www.paulaturismo.tur.br Rua Dr. Jorge Lacerda, 76, Sala 01 | Centro | Siderópolis/SC paulaturismo@paulaturismo.tur.br (48) 3462-7699 | 99647-0605 | 99830-2140

Especial Capa


Especial Capa


Especial Capa


Varizes nos Pés

As varizes nos pés são queixa frequente no consultório médico de um cirurgião vascular, principalmente devido ao desconforto estético, edema (inchaço), dor e inclusive sangramentos abundantes que ocorrem espontaneamente ou em virtude de pequenos traumas. Nossos pés e tornozelos são regiões ricamente vascularizadas do nosso corpo, onde se encontra uma extensa rede venosa de drenagem. Coincidentemente nossos tornozelos e pés são os locais dos nossos membros inferiores submetidos a maior pressão quando ficamos em pé. Por isso, infelizmente, é local extremamente comum dos desconfortáveis vasinhos, que podem ser pequenos e dispersos, agrupados e numerosos, até varizes mais calibrosas. Quais são os tipos: Telangiectasias: veias com diâmetro menor que 1mm. São as aranhas vasculares, teias de aranha ou simplesmente os vasinhos. Corona flebectásica: numerosas pequenas veias dispostas em forma de leque, geralmente na face interna dos tornozelos e pés. Podem ser as manchas avermelhadas, ou quando mais volumosas em formato de cacho de uva. Estas podem ser um sinal precoce de doença venosa avançada. Veias reticulares: diâmetro entre 1 – 3mm. São as veias azuladas ou esverdeadas abaixo da pele.

34

Revista Saúde | Novembro . 2018 | rsaude.com.br

Veias varicosas: com 3mm ou mais de diâmetro. Geralmente são as veias tortuosas e dilatadas. Por que elas ocorrem? As varizes nos pés funcionam exatamente da mesma forma das demais regiões do membro inferior. A fragilidade das válvulas venosas geram o refluxo venoso, que com o decorrer do tempo leva a deformidade na parede do vaso. Justamente por ser o local que mais sofre com altas pressões quando estamos em pé, nosso sistema venoso nessa região tem suas paredes lesadas e deformadas com maior intensidade e frequência, gerando o aparecimento dos indesejados vasinhos e em alguns casos, varizes. Eventualmente o surgimento dos vasos pode ocorrer também após história de trauma, como por exemplo fraturas ou entorses. Estética ou doença? O surgimento de vasinhos e varizes nos pés pode sim ser um sinal de uma doença venosa mais complexa. Por isso, muito mais que uma questão de estética, se faz necessária uma avaliação completa de todo o sistema circulatório pelo cirurgião vascular ou angiologista. Muitas vezes a indesejada desordem estética está relacionada a um refluxo das veias safenas, trombose venosa profunda, insuficiência de veias perfurantes e inclusive mal-

90mm Hg

formações vasculares. Desta forma, se faz de fundamental importância a investigação e diagnóstico adequados para tratar corretamente a origem do problema e obtermos o desejado resultado estético. Além disso, por se tratar em alguns casos de uma doença circulatória, o tratamento também serve como prevenção de possíveis futuras complicações, dentre elas manchas permanentes, surgimento de úlceras, trombose, entre outros.


30mm Hg

60mm Hg

E quais são as opções de tratamento? Felizmente temos várias opções disponíveis para cada caso. Primeiro, como já falado acima, vale ressaltar que é de fundamental importância buscar a causa da desordem estética e tratá-la. Para as telangiectasias (vasinhos) dispomos de um leque de opções de tratamentos, muitas vezes combinados. Nos vasos mais fininhos e dispersos podemos utilizar o laser transdérmico e escleroterapia líquida, quando indicado, as técnicas são associadas para otimizar o tratamento, com menor número de sessões e melhores resultados. Para os vasos que são mais numerosos e agrupados, podemos lançar mão da microespuma, tratando desta forma as veias reticulares nutridoras dos vasinhos. No caso das veias mais calibrosas e dilatadas, basicamente temos duas opções: escleroterapia com es-

puma ou a cirurgia. Quanto a cirurgia, existem duas técnicas a serem consideradas, a convencional onde são realizadas micro punções para a extração das veias e a técnica mais atual com a utilização do endolaser para cauterizar a veia, sem a necessidade de cortes ou pontos. No caso da espuma o procedimento é realizado no consultório, com aplicação de uma medicação, o polidocanol, em concentração e volume específicos escolhidos pelo médico, onde se faz uma reação química na parede do vaso com sua posterior oclusão e absorção pelo organismo. Cada paciente é único e tem suas particularidades. Dessa maneira, o tratamento de cada caso é individualizado, planejado de acordo com diagnóstico, necessidades e expectativas de cada um. Procure um profissional de confiança e com a qualificação necessária para ter pés bonitos e saudáveis.

Muitas vezes a indesejada desordem estética está relacionada a um refluxo das veias safenas, trombose venosa profunda, insuficiência de veias perfurantes e inclusive malformações vasculares. Desta forma, se faz de fundamental importância a investigação e diagnóstico adequados para tratar corretamente a origem do problema e obtermos o desejado resultado estético.

DRA. MARIANA DESCONCI CRM/SC 19187 CIRURGIA VASCULAR | RQE 15933 CIRURGIA GERAL | RQE 12712

• Membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular - SBACV • Residência de Cirurgia Vascular no Instituto de Cardiologia de Santa Catarina

DR. DANIEL LUPSELO CRM/SC 16823 CIRURGIA VASCULAR | RQE 13634 CIRURGIA ENDOVASCULAR | RQE 14626

• Membro Corpo Clínico Hospital Unimed - Criciúma/SC • Residência de Cirurgia Vascular no Instituto de Cardiologia de Santa Catarina • Membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular - SBACV

MAIS INFORMAÇÕES CONSULTE NOSSO GUIA DAS PÁGINAS 4,5,6 e 7.


Doença do Refluxo Gastroesofágico

Esse refluxo pode causar irritação na parede do esôfago, gerando os sintomas característicos da doença do refluxo gastroesofágico.

Quando uma pessoa come, a comida passa da garganta para o estômago através do esôfago. Uma vez que a comida está no estômago, um anel de fibras musculares impede que o alimento se mova para trás, em direção ao esôfago. Essas fibras musculares são chamadas de esfíncter esofágico inferior (EEI). Se o esfíncter não fechar bem, tudo o que a pessoa comeu, bebeu e até mesmo o suco gástrico usado na digestão pode vazar de volta para o esôfago. Isso é chamado de refluxo gastroesofágico. Esse refluxo pode causar irritação na parede do esôfago, gerando os sintomas característicos da doença do refluxo gastroesofágico. O Refluxo Gastroesofágico (RGE) pode ocorrer em qualquer idade, e pode ser adquirido conforme os nossos hábitos, situações em nossa vida cotidiana, genética e outras mais. As principais causas do RGE são: a obesidade, refeições volumosas, alimentos com alto teor de gordura, o hábito de comer e deitar logo em seguida, erros alimentares, etc. Os principais sintomas dessa doença são: azia, dor no peito, dificuldade para engolir, tosse seca, rouquidão, dor de garganta, regurgitação, refluxo de suco gástrico, inchaço na garganta, náusea após refeições e outros. Uma pessoa diagnosticada com DRGE pode ter a sensação de que o alimento pode ter ficado preso na garganta e pode sentir os sinais da doença aumentar ao se curvar, inclinar para frente, ficar deitado ou comer. Os sin-

tomas também costumam ser piores a noite e podem ser aliviados com antiácidos. Dentre as formas de diagnóstico, estão a endoscopia digestiva alta, que consiste no exame de escolha na avaliação de pacientes com sintomas da DRGE, tendo indicação naqueles com sintomas crônicos, com idade superior a 40 anos e com sintomas de alarme, tais como disfagia (dificuldade de engolir), odinofagia (dor ao engolir), perda de peso, hemorragia digestiva, náusea, vômitos e história familiar de câncer; a manometria esofágica, usada para testar a pressão do esfíncter esofágico inferior (válvula de entrada do estômago) e a possibilidade de tratamento cirúrgico da doença; o pHmetria esofágica prolongada, método específico e sensível para o diagnóstico de refluxo gastroesofágico e sua correlação com sintomas, além de diagnosticar a presença e a intensidade do refluxo, este exame caracteriza o padrão do mesmo; e o impedancio-pHmetria esofágica, método novo e já disponível na prática clínica que demonstra os movimentos descendentes ou ascendentes do líquido dentro do esôfago. Avalia se o refluxo é líquido, gasoso ou misto, se é ácido ou não ácido. Como opções de tratamento temos disponíveis uma série de medicamentos e procedimentos que devem ser analisados de acordo com as particularidades do caso. As cirurgias podem ser uma opção para pacientes cujos sintomas não passam com mudanças de estilo de vida.

DR. MATHEUS REIS CRM/SC 18480 CIRURGIA DO APARELHO DIGESTIVO | RQE 16109 CIRURGIA GERAL | RQE 14475

38

Revista Saúde | Novembro . 2018 | rsaude.com.br

MAIS INFORMAÇÕES CONSULTE NOSSO GUIA DAS PÁGINAS 4,5,6 e 7.


Limpeza de Pele “Quem nunca se olhou em frente ao espelho e pensou “nossa preciso de uma limpeza de pele!” Atualmente homens e mulheres buscam procedimentos que proporcionem uma pele jovem, limpa, macia e com aspecto saudável. A limpeza de pele tem sido indicada por médicos dermatologistas como auxiliar nos tratamentos estéticos faciais, com intuito de otimizar seus resultados; porém, vale ressaltar a experiência e técnica profissional utilizada para a realização da mesma. Todos os tipos de pele podem ser submetidas à limpeza, as peles mais sensíveis ou as que estão sendo submetidas a tratamento medicamentoso como o uso de isotretinoína por exemplo, devem ter cuidados especiais pois já encontram-se fragilizadas. Gestantes e adolescentes também podem se submeter a tal procedimento. A frequência a qual deve ser realizada é dependente das características da pele de cada indivíduo. Peles oleosas com tendência a acne (espinhas) podem ser feitas com intervalos de 28 a 40 dias, peles normais a mistas a cada 6 meses, peles secas com intervalos maiores. Os locais mais comum em que encontramos espinhas e cravos são costas, face, pescoço e colo; regiões em que a concentração de oleosidade é maior. Quando realizada regularmente a limpeza de pele pode “auxiliar” no controle da oleosidade, prevenindo o aparecimento de manchas e inflamações em lesões já existentes. Quando você espreme uma espinha ou cisto milium você pode contaminar essa lesão dificultando o processo de ci-

catrização e ainda provocar o esmagamento da pele causando possíveis manchas em toda sua extensão. EVITE ESPREMÊ-LAS! Esse procedimento pode gerar desconforto relacionado à dor, podendo ser utilizado anestésico tópico que possam minimizar tais sintomas, lembrando que o desconforto se dá somente no processo de extração, ou seja na retirada. Etapas da limpeza: • Assepsia – higienização da pele com produtos específicos; • Esfoliação – Remoção das células mortas; • Emolientes – utilização de cremes para facilitar extração; • Vapor ozônio – equipamento favorece dilatação temporária dos poros para facilitar extração e ação antibactericida; • Extração manual – retirada de cravos e cistos de milium . Vale ressaltar que a retirada dos cistos é um procedimento invasivo podendo ocorrer pequenos sangramentos. É de extrema importância a escolha de profissional qualificado, ambiente, higienização e materiais descartáveis; • Alta frequência – aparelho ajuda na cicatrização da pele; • Máscara calmante e massagem acalmar e relaxar a pele, musculatura do pescoço e face que tencionam após a extração, finalizando com cosméticos e filtro solar. Recomendamos alguns cuidados nas primeiras 24h após procedimento: não se expor diretamente ao sol, evitar utilização de cosméticos que contenham ácidos e que sejam abrasivos, evitar quaisquer procedimento que sensibilizem a pele.

Fazer limpeza de pele com regularidade ajuda a manter os poros desobstruídos, remove as células mortas, cravos e retira o excesso de oleosidade. Com a pele limpa os cremes do dia a dia penetram melhor.

A limpeza de pele não trata peles oleosas, mas sim ajuda controlar o excesso de oleosidade e mantê-las limpas por mais tempo. Recomendamos que consulte seu médico dermatologista para prescrição de cosméticos e tratamentos específicos para seu tipo de pele. Tendo assim resultados surpreendentes e satisfatórios. Agende seu horário e comece a cuidar da pele ainda jovem, você só terá benefícios!

KARINA SILVEIRA AMBONI CREFITO 58.317-F FISIOTERAPEUTA

• Graduada UNESC – Criciúma • Pós Graduada CBES – POA

Rua Cel. Pedro Benedet, 333, Sala 1305 | Metropolitan Business Center | Centro Criciúma/SC - (48) 99933-0980 | 3437-5438 40

Revista Saúde | Novembro . 2018 | rsaude.com.br


Disfunção Temporomandibular e Zumbido Segundo a Academia Americana de Dor Orofacial, a Disfunção Temporomandibular (DTM) é definida como um conjunto de distúrbios que envolvem os músculos da mastigação, as articulações temporomandibulares (ATMs) e estruturas associadas. Os sinais e sintomas mais frequentemente relatados pelos pacientes com DTM, em geral são: dores na face, na articulação temporomandibular (ATM), nos músculos da mastigação, dores na cabeça, barulhos na ATM, como estalos e crepitação (sensação de areia no ouvido), limitação de abertura de boca e dos movimentos mandibulares, etc. Além disso, os pacientes podem relatar manifestações otológicas (no ouvido) como: sensação de plenitude auricular (tamponamento), vertigem, otalgia (dor) e zumbido. O zumbido é um sintoma que pode surgir por inúmeros motivos. E afinal, o que seria o zumbido? Zumbido é um som “subjetivo” que é percebido nos ouvidos ou na cabeça na ausência de qualquer fonte sonora externa. O zumbido é uma condição comum na população, para alguns pacientes ele não incomoda, para outros porém, sua presença pode ser incapacitante. A diminuição da tolerância ao som (hiperacusia) é um sintoma que normalmente acompanha o zumbido, esses pacientes normalmente ficam mais conscientes do zumbido durante a noite, quando os ruídos do ambiente reduzem, tornando o “som” do zumbido mais perceptível, atrapalhando muitas vezes o sono. Como fatores de risco para o aparecimento do zumbido temos: • a perda auditiva • exposição a ruídos de alta intensidade no passado • hipertensão arterial • diabetes • trauma na região da cabeça • fatores reumatológicos

• • • •

hipertireiodismo medicamentos ototóxicos excesso de cafeína/ álcool fatores psicológicos como ansiedade e depressão • patologias otológicas • tumores • DISFUNÇÃO TEMPOROMANDIBULAR. Como a perda auditiva é uma das grandes causadoras do zumbido, os pacientes que apresentam o sintoma devem ser encaminhados primeiramente ao médico otorrinolaringologista. Após serem excluídas as possíveis causas otorrinolaringológicas ou sistêmicas, e o paciente apresentar sinais e sintomas de DTM juntamente com o surgimento do zumbido, o paciente então pode ser encaminhado ao especialista em DTM, para avaliar se o zumbido é uma entidade isolada ou uma manifestação otológica da DTM. Várias teorias tentaram ao longo dos anos explicar a associação entre DTM e zumbido. A primeira foi proposta em 1934, pelo médico otorrinolaringologista J. Costen. Sua teoria, conhecida no passado como síndrome de Costen, sugeria que a ausência de dentes na região posterior da arcada dentária poderia aumentar a pressão sobre as estruturas auriculares causando sintomas otológicos. Em 1962, outra teoria surgiu afirmando que o zumbido era causado pela tração do ligamento discomaleolar ( ligamento de Pinto) pelo disco articular, ligamento esse que ligaria o disco articular ao martelo (ossículo do ouvido). Em 1964, Myrhaug sugeriu que a tensão muscular do músculo tensor do tímpano e tensor do véu palatino que se ligam ao martelo seriam responsáveis pelos sintomas otológicos. E por último a teoria aceita hoje em dia, a teoria somatossenso-

rial, onde os sintomas auditivos podem ser influenciados por alterações neuroplásticas no sistema nervoso central similar aquelas envolvidas nas dores crônicas, alterações que ocorrem com frequência em pacientes com DTM crônica. O zumbido associado à DTM é normalmente descrito através de relatos de casos e pesquisas científicas, como sendo de alta frequência (agudo), intensidade moderada, esporádico, de curta duração, descrito como o som de um apito, que segue após a plenitude auricular ( tamponamento do ouvido), e que cessa ou diminui após movimento mandibular. Mas pode haver variações destas características clínicas entre os pacientes. O tratamento do zumbido advindo de uma DTM é voltado para o controle da DTM em si, através do controle de hábitos parafuncionais como bruxismo e onicofagia, aconselhamento ( evitar comportamentos que exacerbem os sintomas de DTM), utilização de medicamentos, dispositivos interoclusais, fisioterapia, intervenção comportamental e psicossocial. Diferentes estratégias são usadas na prática clínica no tratamento das DTMs com respostas variáveis, podendo dessa forma ter um impacto positivo no controle do zumbido advindo da DTM. Sempre lembrando que existem mais de 300 causas de zumbido e uma grande quantidade de causas devem ser investigadas antes de se atribuir o sintoma do zumbido a uma DTM.

DRA. ALESSANDRA DE CEZARO CAVALER CRO/SC 4560 ODONTOLOGIA

• Graduada em Odontologia pela Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC • Especialista em Disfunção Temporomandibular e Dor Orofacial – UFSC • Membro da Sociedade Brasileira de Disfunção Temporomandibular e Dor Orofacial ( SBDOF)

Rua João Pessoa, 445, Sala 702 | Núcleo Empresarial Uno | Centro | Criciúma/SC (48) 3433-0651 | 99604-4989 - www.alecavalerrodrigojuvencio.com.br alecavaler Dr. Rodrigo Juvêncio & Alessandra Cavaler 42

Revista Saúde | Novembro . 2018 | rsaude.com.br


Preservação da fertilidade Existem muitas mulheres que por

maternidade para o momento mais

circunstâncias econômicas, laborais,

adequado, o congelamento de óvulos

de saúde, ou porque não possuem um

é uma alternativa para preservar a fer-

parceiro, decidem ou se veem obriga-

tilidade de mulheres que sofrem de al-

das a adiar a maternidade. Para essas

guma doença genética que pode levar

situações existe o congelamento de

a uma perda precoce da capacidade

óvulos, conhecido como criopreser-

reprodutiva ou que serão submeti-

vação, que preserva a qualidade das

das a uma terapia oncológica, como

células reprodutivas e oferece para

quimio e radioterapia. Pacientes com

a mulher a segurança de ter óvulos

câncer podem realizar o procedimen-

saudáveis para o futuro. Desta manei-

to, com o consentimento do oncolo-

ra, e independentemente do passar do

gista, para futuramente realizarem os

tempo, uma mulher pode experimentar

tratamentos de reprodução assistida.

cada paciente. Durante o mesmo, reali-

a maternidade com óvulos próprios que

É importante realizar o congelamento

zam-se de 3 a 4 ecografias para acom-

foram gerados na sua idade mais fértil.

de óvulos antes do início desses pro-

panhar o desenvolvimento folicular.

A mulher nasce com um número

cedimentos oncológicos.

O próximo passo após a estimula-

determinado de óvulos, e sua capa-

Para realizar o congelamento de

ção ovariana é a punção folicular, em

cidade para conceber vai diminuindo

óvulos é necessário que a mulher

que serão coletados os óvulos. A quan-

com o passar do tempo, especialmente

seja submetida a uma estimulação

tidade de óvulos maduros obtidos são

a partir dos 35 anos. Devido ao ritmo

hormonal para aumentar as possi-

congelados através da técnica de vitri-

de vida atual, cada vez mais mulheres

bilidades de êxito, já que de forma

ficação, e armazenados em containers

se encontram com um nível de fer-

natural apenas um óvulo é liberado

de nitrogênio líquido, podendo ser

tilidade mais baixo quando decidem

em cada ciclo menstrual. Este trata-

descongelados a qualquer momento e,

engravidar. Com o congelamento dos

mento visa estimular o ovário para

em seguida, fertilizados com sêmen do

óvulos, as mulheres podem alcançar

que se desenvolvam mais óvulos a

parceiro ou de banco de sêmen quan-

a maturidade sem passar por uma di-

serem congelados. O tratamento

do indicado. Os embriões resultantes,

minuição significativa de chances para

dura em média 10 a 12 dias em função

então, são transferidos diretamente

conceber no futuro. Além de adiar a

do protocolo utilizado e da resposta de

para a cavidade uterina.


Radiofrequência de lesões hepáticas A ablação por radiofrequência é um dos procedimentos mais atuais para o tratamento de alguns tumores, utilizada principalmente para tratamento de tumores hepáticos (primários ou metastáticos) e renais, sua indicação tem sido amplamente diversificada, sendo também recomendada para o tratamento de alguns tumores pulmonares e ósseos, permitindo que o paciente receba um tratamento mais conservador, que dispense a necessidade de uma cirurgia convencional. Tanto pode ser realizada como terapia isolada como também é útil associada ao tratamento cirúrgico para erradicar todos os nódulos presentes no fígado. Neste tratamento é realizada a punção do tumor por meio de uma agulha com anestesia geral ou sedação guiada por imagem (ultrassonografia ou tomografia), o tumor recebe ondas que provocam aumento da temperatura em seu interior e a lesão é destruída por corrente alternada de energia, levando a necrose coagulativa do tumor. Pode ser feita sem cortes, por laparoscopia ou por cirurgia aberta. Sua limitação é que deve ser reservada a tumores pequenos e localizados profundamente no fígado, não deve ser realizada em tumores próximos a vasos ou ductos biliares.

DR. CASSIANO CORAL ACCORDI CRM/SC 12661 CIRURGIA ONCOLÓGICA RQE 6087 CIRURGIA GERAL | 6088

• Membro Titular da Sociedade de Cirurgia Hepatobiliopancreática • Membro Titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica

46

Revista Saúde | Novembro . 2018 | rsaude.com.br

Este tipo de tratamento tem sido utilizado em conjunto com a ressecção de lesões hepáticas, aumentando assim o potencial de ressecabilidade de lesões hepáticas. No tratamento de tumores menores que 3 cm, a radioablação destes tumores tem mostrado resultados curativos similares ao da cirurgia aberta convencional. Nosso serviço tem experiência com este tipo de procedimento desde 2011, sendo que já foram realizados diversos procedimentos desse tipo em Tubarão - SC. Como é realizada com a combinação de exames de imagens, é possível realizar um controle imediato da lesão logo após encerrada a ablação, permitindo com isso avaliar a eficácia inicial do procedimento e a necessidade de complementação que se faça necessária no mesmo tempo. A ablação é mais utilizada para tumores até cerca de 3 cm de diâmetro. Para tumores maiores (3 a 5 cm de diâmetro) pode ser utilizada junto com a embolização. No caso de tumores hepáticos, a ablação desempenha um importante papel como ponte para quem espera um transplante e é portador de um hepatocarcinoma (tumor primário do fígado). No Brasil, como na maioria dos países, pacientes com uma lesão maior do que cinco centímetros ou com mais de três lesões com até três

centímetros tornam-se inelegíveis ao transplante (Critérios de Milão). Nesses casos, a ablação percutânea torna-se uma opção de tratamento, contribuindo para reduzir o tamanho dos tumores ou evitar que cresçam e excedam os critérios excludentes. As indicações dos procedimentos ablativos são bastante amplas dentro do cenário oncológico, no entanto seu emprego deve ser amparado por ampla discussão multidisciplinar entre todos os especialistas envolvidos no tratamento do câncer: oncologistas, cirurgiões, radioterapeutas e radiologistas intervencionistas.

DR. LUIZ HENRIQUE LOCKS CORRÊA CRM/SC 17824 CIRURGIA ONCOLÓGICA RQE 16096 CIRURGIA GERAL | RQE 14371

• Membro Titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica

MAIS INFORMAÇÕES CONSULTE NOSSO GUIA DAS PÁGINAS 4,5,6 e 7.


O que é Cranioestenose? No nascimento, o crânio é composto de múltiplos ossos mantidos unidos por costuras chamadas suturas. As suturas devem permanecer abertas enquanto o cérebro continua a crescer, permitindo que o crânio expanda e acomode adequadamente o cérebro em crescimento. A Cranioestenose é uma anomalia congênita causada pelo fechamento precoce de uma ou mais dessas suturas, resultando em deformidade do crânio. A Cranioestenose também é chamada sinostose ou estenose do crânio. Em casos raros, em adição a forma da cabeça anormal, cranioestenose pode resultar no aumento da pressão no interior do crânio. Oitenta a noventa por cento dos casos de cranioestenose envolve uma única sutura, no entanto cranioestenose associada a uma síndrome genética pode envolver múltiplas suturas. Nem todos os casos de múltiplos sinostoses estão associados com uma síndrome genética. Tipos de Cranioestenoses Sinostose Metópica - A sutura metópica está localizada entre a fontanela anterior e o nariz. O fechamento precoce desta sutura resulta em trigonoencefalia, ou uma cabeça em forma triangular. Os bebês, muitas vezes, têm uma crista proeminente no meio da testa, uma testa em ponta, e olhos que parecem muito juntos. Sinostose Sagital - Este é o tipo mais comum de cranioestenose. A sutura sagital está localizada entre a fontanela anterior e a posterior. O fechamento precoce desta sutura resulta em escafocefalia, que significa literalmente cabeça em forma de barco. Os bebês, muitas vezes, têm uma testa saliente, uma cabeça alongada e uma protuberância óssea na parte de trás do crânio. Sinostose Coronal - A Sinostose coronal pode ocorrer em ambos os lados, ou pode ser bilateral. A criança terá uma elevação da cavidade ocular, achatamento da órbita e deslocamento do nariz no lado afetado.

DR. ANDRÉ NESI CRM/SC 15764 NEUROCIRURGIÃO | RQE 8934

Sinostose Lambdóide - Sinostose lambdóide é rara e é comumente confundida com plagiocefalia posicional. Pode ocorrer em ambos os lados ou podem ser bilateral.

Sinostose Metópica

Sinostose Sagital

Sinostose Coronal

Sinostose Lambdóide

Quais são os sinais e sintomas de cranioestenoses comuns? O sinal mais comum de Cranioestenose é uma forma da cabeça anormal. Estudo do crânio de rotina com raios-x e tomografia computadorizada não são recomendados, como a maioria dos casos pode ser diagnosticada por um neurocirurgião com base apenas no exame físico. Os sintomas são raros, mas em alguns casos pode ocorrer dores de cabeça devido ao aumento da pressão intracraniana. Qual é o tratamento para cranioestenose? A maioria dos recém-nascidos com Cranioestenose vão precisar de cirurgia para reparar sua deformidade do crânio. Crianças com sinostose leve podem não precisar de cirurgia. Existem procedimentos cirúrgicos específicos para cada tipo de deformidade no crânio. Na reconstrução cirúrgica é feita uma incisão no topo da cabeça que é executada a partir de uma orelha à outra. Geralmente não é necessário raspar o cabelo para este procedimento. O anormal do osso é retirado e remodelado para criar uma cabeça aparecendo normal. O osso é colocado de volta no lugar com parafusos e placas que se dissolve em 12 a 18 meses. Um pequeno dreno é deixado no local por vários dias. A maioria dos pacientes terá inchaço do olho que vai resolver em 5 a 7 dias. A maioria dos pacientes vai permanecer de 3 a 5 dias no hospital. As crianças com uma síndrome genética, como Apert´s ou Síndrome Crouzon´s, precisam consultar um geneticista.

DR. CARLOS FERNANDO DOS SANTOS MOREIRA CRM/SC 15507

• Membro Titular Sociedade Brasileira de Neurocirurgia

NEUROCIRURGIÃO | RQE 12403

• Professor da Faculdade de Medicina UNESC

48

Revista Saúde | Novembro . 2018 | rsaude.com.br

MAIS INFORMAÇÕES CONSULTE NOSSO GUIA DAS PÁGINAS 4,5,6 e 7.


JEEP DAY GAMBATTO

52

A 5ª edição do Jeep Day Gambatto foi realizada no dia 21/10. O passeio teve início na Concessionária, seguindo o roteiro pelas paisagens e belezas naturais da Serra do Rio do Rastro, com destino final a cidade de Bom Jardim da Serra. Participaram deste evento aproximadamente 600 pessoas em 200 veículos da marca Jeep de Criciúma, Tubarão e região. Todos apaixonados pela marca!

Revista Saúde | Novembro . 2018 | rsaude.com.br


JEEP.COM.BR

CAC 0800 7037 150 facebook.com/jeepdobrasil

No trânsito, a vida vem primeiro.

S E U I N S T I N T O

Jeep é marca registrada da FCA US LLC.

É

J E E P

N O VA G R A D E F R O N TA L T E L A U C O N N E C T D E 8,4 ” com Apple CarPlay e Android Auto

N O V O S FA R Ó I S F U L L L E D TRAÇÃO 4X4

c om seletor de terrenos

7 AIRBAGS MOTOR 2.0

Turbodiesel com 170 cv

NOVO JEEP RENEGADE V E N H A AT É A C O N C E S S I O N Á R I A E FA Ç A U M T E S T DR I V E

Criciúma - Av. Jorge Elias de Lucca, 677 Nossa Senhora da Salete | (48) 3478-7000 Tubarão - Rua Amarildo José da Rosa, 1390 Revoredo | (48) 3632-9454


#curtas |

Revista Saúde Novembro . 2018 Criciúma e Tubarão . SC

SIMPÓSIO DE COSMIATRIA O Dermatologista Dr. Eduardo Martins participou no mês de outubro do 11º Simpósio de Cosmiatria e Laser e da 23ª RADESP em São Paulo. Atualização contínua para oferecer o melhor atendimento a seus pacientes.

CONGRESSO EM PSIQUIATRIA Dra. Milliane E. Rossafa e sua amiga Dra. Veridiana Moura participaram do Congresso Brasileiro de Psiquiatria 2018 em Brasília entre os dias 17 a 20 de Outubro.

REINAUGURAÇÃO Luísa Latrônico Alvarenga, filha dos diretores da Revista Saúde de Criciúma, esteve presente na reinauguração da Agência Paula Turismo e recebeu um brinde da Ana Paula Svaisser, proprietária da Agência.

CONGRESSO EM PORTO ALEGRE Dr. Luiz Henrique Locks Corrêa e Dr. Cassiano Coral Accordi, cirurgiões oncológicos, participaram do último Congresso Brasileiro de Cirurgia do Fígado, Pâncreas e Vias Biliares em Porto Alegre.

#estounocurtasdasaúde 54

Revista Saúde | Novembro . 2018 | rsaude.com.br


Revista Saúde Novembro. 2018 Criciúma e Tubarão . SC

| #social

REINAUGURAÇÃO PAULA TURISMO A empresária Ana Paula Svaisser reinaugurou sua agência no dia 10/09 em Siderópolis. Em um espaço moderno e amplo, recebeu clientes, amigos e familiares para comemorar o novo ambiente. Parabéns Paula, desejamos todo sucesso para você e sua equipe!

rsaude.com.br | Novembro . 2018 | Revista Saúde

55


Revista Saúde Edição 12 | Novembro . 2018 | Criciúma e Tubarão.SC

ANESTESIOLOGISTA

CIRURGIA ONCOLÓGICA

Guia de profissionais GERIATRIA

Dr. João Henrique Araújo

Dr. Jean Ricardo Silvestre

Dra. Gabriela Serafim Keller

Rua Vital Brasil 455 | Centro de Dor Criciúma | Cruzeiro do Sul Criciúma/SC

Clínica São Judas Tadeu

Plenitê Clínica

Rua Santo Antônio, 629 | Clínica São Judas Tadeu | Centro Criciúma - SC

Rua Cel. Pedro Benedet, 333, Salas 412 e 413 | Plenitê Clínica

(48) 3461-6141 | 3461-6160

CARDIOLOGIA

Dr. André de Luca dos Santos CardioClínica

(48) 3437-7303

Dr. Luiz Henrique Locks Corrêa

Rua Antônio de Lucca, 91 | Cruzeiro Sul | Criciúma/SC (48) 3413-9888

CIRURGIA DO APARELHO DIGESTIVO

Clínicas’s Park Rua Antônio Manoel Prudêncio, 37 | Vila Moema Tubarão/SC

Dr. Fabrício Bitencourt

(48) 3631-1500

Clínica São Judas Tadeu

Rua Jacob Batista Uliano, 1357 | CMD Clínica de Especialidades | Centro | Braço do Norte/SC

Rua Santo Antônio, 629 | Clínica São Judas Tadeu | Centro Criciúma - SC

(48) 3658-6464

(48) 3437-7303

Dr. Matheus Reis Rua Antônio Manoel Prudêncio, 37 | Clínicas’s Park | Vila Moema | Tubarão/SC (48) 3631-1500

CIRURGIA DO TRAUMA

Dr. Nehad Yusuf Nimer Clínica São Judas Tadeu

COLOPROCTOLOGIA

(48) 3437-1880 | 99627-9567 Rua Cruz e Souza, 103 - Ergomed Especialidades Pio Corrêa | Criciúma/SC (48) 3437-1880 | 99627-9567 Praça Hercílio Luz, 678 - Centro Clínico Ceretta Centro - Araranguá/SC (48) 3524-0042

GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA

Dr. Vinicius Bressiani

Dra. Ana Lúcia Betini Zarth

Clínica São Judas Tadeu

Fecondare

Rua Santo Antônio, 629 | Clínica São Judas Tadeu | Centro Criciúma - SC

Rua Menino Deus, 63, Sala 302 | Baía Sul Medical Center Centro | Florianópolis/SC

(48) 3437-7303 (48) 3024-2523

DERMATOLOGISTA

Rua Santo Antônio, 629 | Clínica São Judas Tadeu | Centro Criciúma - SC

Dra. Paula Meneghel Guglielmi

(48) 3437-7303

Rua João Cechinel, 440 | Clínica Santé | Pio Corrêa | Criciúma/SC

CIRURGIA VASCULAR

Metropolitan Business Center | Centro | Criciúma/SC

(48) 3443-2002 | 99127-8001

Dra. Dilvania Nicoletti Salus - Centro Médico Rua Augusto dos Anjos, 270 | Salus Centro Médico | Pio Corrêa Criciúma/SC

Dra. Caroline Mazzucco Nesi ENDOSCOPIA GINECOLÓGICA

Rua Cel. Pedro Benedet, 505, sala 401 | Edifício Millenium Saúde Center | Centro | Criciúma/SC

Dr. Jean Louis Maillard

(48) 3045-7900 | 99192-6354

Fecondare

Dr. Daniel Lupselo

Rua Menino Deus, 63, Sala 302 | Baía Sul Medical Center

Ergomed Especialidades Médicas

(48) 3437-7885

Dr. Marcelo Costa Ferreira Fecondare Rua Menino Deus, 63, Sala 302 | Baía Sul Medical Center

Centro | Florianópolis/SC

Centro | Florianópolis/SC

(48) 3024-2523

(48) 3024-2523

Av. Marcolino Martins Cabral, 2075 | Pró-Vida Medical Center

Av. Marcolino Martins Cabral, 2075 | Pró-Vida Medical Center

Ergomed Especialidades Médicas

Vila Moema | Tubarão/SC

Vila Moema | Tubarão/SC

Rua Cruz e Souza, 103 | Pio Corrêa | Criciúma/SC

(48) 3631-1515

(48) 3631-1515

Rua Cruz e Souza, 103 | Pio Corrêa | Criciúma/SC (48) 3437-6621 | 99996-1008

Dra. Mariana Desconci

(48) 3437-6621 | 99996-1008

GASTROENTEROLOGISTA

CIRURGIA ONCOLÓGICA

Dr. Vitor de Sousa Medeiros Dr. Cassiano Coral Accordi Clínicas’s Park

Rua Antônio Manoel Prudêncio, 37 | Clínicas’s Park

GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA

Dra. Simone Anselmo Junkes Salus - Centro Médico

Rua Antônio Manoel Prudêncio, 37 | Vila Moema Tubarão/SC

Vila Moema | Tubarão/SC

Rua Augusto dos Anjos, 270 | Salus Centro Médico | Pio Corrêa Criciúma/SC

(48) 3631-1500

(48) 3631-1500

(48) 3437-7885 rsaude.com.br | Novembro . 2018 | Revista Saúde

57


Guia de profissionais GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA

Dr. Vanilla Citadini Zanette Salus - Centro Médico Rua Augusto dos Anjos, 270 | Salus Centro Médico | Pio Corrêa Criciúma/SC (48) 3437-7885

HEMATOLOGIA E HEMOTERAPIA

Dr. Vitor Hugo P. Ricci Clinigastro Medicina Integrada

Revista Saúde Edição 12 | Novembro . 2018 | Criciúma e Tubarão.SC

ONCOLOGIA CLÍNICA

Dra. Fernanda Dal Toé Clínica Onkológica

Braço do Norte - Lauro Muller São Ludgero (48) 3658-2929 Pio Corrêa | Criciúma/SC

(48) 3433-5496

Dra. Juliana Althoff

Nevanir Jorge Schultz

Clínica Onkológica Rua Antônio de Lucca, 50 | Clínica Onkologica

BioVita Laboratório Braço do Norte - Lauro Muller São Ludgero (48) 3658-2929

Pio Corrêa | Criciúma/SC

Rua Antônio de Lucca, 50, Sala 109 | Pio Corrêa/SC

(48) 3437-0878

Criciúma (48) 3433-5496

Dr. Kleber Dal Toé

Katiani W. S. Della Bruna

Clínica Onkológica

BioVita Laboratório

Clínica Onkológica

Rua Antônio de Lucca, 50 | Clínica Onkologica

Braço do Norte - Lauro Muller São Ludgero

Rua Antônio de Lucca, 50 | Clínica Onkologica

Pio Corrêa | Criciúma/SC

(48) 3658-2929

(48) 3437-0878

Criciúma

MÉDICO

Dra. Tânia Lorenzoni

Pio Corrêa | Criciúma/SC (48) 3437-0878

NEUROCIRURGIA

Dr. André Nesi Neurosul Rua João Cechinel, 168 - Centro Médico São José, Conj. 207 Centro - Criciúma/SC (48) 3433-5158

Dr. Carlos Fernando dos Santos Moreira Neurosul

PSIQUIATRIA

Dr. Jeverson Bellido Colin Avenida Marcolino Martins Cabral, 2075 | Edifício Interclínicas Vila Moema | Tubarão/SC (48) 3632-8334 | 99650-1020 Avenida Santa Catarina, 999 | Clínica Saúde Plena | Centro | Imbituba/SC (48) 3255-4504 | 99923-9327

Rua João Cechinel, 168 - Centro Médico São José, Conj. 207 Centro - Criciúma/SC

Dra. Milliane E. Rossafa

(48) 3433-5158

Clínica Unna

Dr. Luiz Pedro Willimann Rogério

Rua Cel. Pedro Benedet, 505, Sala 110 | Edifício Millenium Saúde Center | Centro | Criciúma/SC

Neurosul Rua João Cechinel, 168 - Centro Médico São José, Conj. 207 Centro - Criciúma/SC (48) 3433-5158

Dr. Wagner Levati de Aguiar Clínica Harpa Rua Deputado Antônio Guglielmi Sobrinho, 15 | Cruzeiro Sul | Criciúma/SC (48) 3413-8751 | (48) 98802-5401

ONCOLOGIA CLÍNICA

Dra. Caroline de Luca Linhares Berger Clínica Onkológica Rua Antônio de Lucca, 50 | Clínica Onkologica Pio Corrêa | Criciúma/SC (48) 3437-0878

58

Criciúma

(48) 3437-0878

Onkológica Clínica Médica

(48) 3437-0878

BioVita Laboratório

Rua Antônio de Lucca, 50 | Clínica Onkologica

Rua Antônio de Lucca, 50 | Pio Corrêa | Criciúma/SC (48) 3431-9999

FARMÁCIA

Beatriz Garcia SIlva

Revista Saúde | Novembro . 2018 | rsaude.com.br

(48) 3433-5496

FISIOTERAPEUTA

Karina Silveira Amboni Rua Cel. Pedro Benedet, 333, Sala 1305 | Metropolitan Business Center | Centro | Criciúma/SC (48) 99933-0980 | 3437-5438

ODONTOLOGIA

Dra. Alessandra de Cezaro Cavaler Rua João Pessoa, 445, Sala 702 | Núcleo Empresarial Uno | Centro | Criciúma/SC (48) 3433-0651 | 99604-4989

Caroline de Medeiros Marcos (48) 3433-3307

REPRODUÇÃO HUMANA

Dr. Ricardo Nascimento

Rua Cel. Pedro Benedet, 505, sala 310 | MD Odontolologia Integrada | Edifício Millenium Saúde Center | Centro | Criciúma/SC (48) 3439-9499 | 99934-8284

Fecondare Rua Menino Deus, 63, Sala 302 | Baía Sul Medical Center

Dr. Eias Manoel Ribeiro Neto Av. Marcolino Martins Cabral, 2414

Centro | Florianópolis/SC (em frente ao Farol Shopping) Tubarão-SC (48) 3024-2523 (48) 3052-8900

FARMÁCIA

Richardi Anderson Paseto Souza

TURISMO

Ana Paula Svaisser

Rua Cel. Pedro Benedet, 505, sala 07 | Térreo | Edifício Millenium Saúde Center | Centro Criciúma/SC

Rua Dr. Jorge Lacerda, 76, Sala 01 | Centro | Siderópolis/SC

(48) 3443-2513

(48) 3462-7699 | 99647-0605 | 99830-2140


Profile for Revista Saúde

REVISTA SAÚDE TUBARÃO - EDIÇÃO 12 - 11/2018  

REVISTA SAÚDE TUBARÃO - EDIÇÃO 12 - 11/2018  

Advertisement