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Índice 12 13 16

O Transtorno da Autolesão na Adolescência!

Transtorno do Espectro Autista: Quando suspeitar?

O que você precisa saber sobre Varizes Dr. Thiago Peres Alves

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TheraSuit - Método que vem se destacando na reabilitação neuromotora de crianças e adultos

Dr. André Luiz Coelho Thomé

Aline Borges Rabelo Maurício Romão Batista

DISLEXIA: O Transtorno de aprendizagem relacionado à leitura e escrita. Entenda melhor os sinais e as formas de tratamento Kariny Garcia

Como ajudar crianças e adolescentes com Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) Marina Guimarães de Macêdo

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Dr. Glauco Prado Silva

Alinhadores Transparentes

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Hérnia de Disco Lombar

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Gestante X Viagens Aéreas >Efeitos Tromboembólicos

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Dr. Alaor Faria Miguel

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Larissa Farah Afiune

Prótese de quadril necessita de troca?

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Revista Saúde Edição 13 | Março . 2019 | Goiânia/Anápolis . GO

Dra. Alessandra Meireles

Ana Paula Godinho Naíma Marinari

Planejamento Virtual de Cirurgia Ortognática Dr. Luis Gustavo Jaime Paiva

Revista Saúde | Março . 2019 | rsaude.com.br

Síndrome do Pânico & Ansiedade: Tratamento Hipnoterápico e Hipnose Condicionativa.

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Especial Capa Instituto Imuno-alergo

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Dieta Paleolítica Low Carb e Jejum Intermitente

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Você sabia que existe ortopedista especialista em mãos?

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Dra. Lorena de Castro Diniz

Microfisioterapia Dr. Igor Vilela Junqueira

Varizes Pélvicas: causa, sintomas e tratamentos

Fibromialgia

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Dr. Luiz Otavio Corrêa

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Dr. Henrique Bufaiçal

Tosse, um sintoma não silencioso!

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Dr. Pedro Leão

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Dra. Gabriela Dourado Maranhão

Dra. Paula Menezes De Aquino Ramos

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Lentes de Contato Cerâmica Realidade Atual! Profa Dra. Paula Cardoso

Intolerância a Lactose: na infância Dra. Ana Paula Queiroz de Padua

A Pressão Intraocular Alta pode causar Glaucoma, saiba mais sobre esse assunto:

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Dr. Fábio Daga

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Dor no ombro? Pode ser lesão do Manguito Rotador

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“Espinhas” no couro cabeludo, o que pode ser?

A Vida sem Óculos! Dr. Júlio Cesar Daher Arantes

Dr. Regis Vieira de Castro

Dr. Humberto Cícero Fonseca Araújo

Dr. Daniel Labres Da Silva Castro

Seguros que proporcionam Proteção Financeira

Osteopenia e Osteoporose

Dr. Thiago Barbosa Caixeta

Dra. Lorena Dourado

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Bem-Estar: Conquista Diária

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Ronco, fique atento!

Dra. Heloise Medeiros

Dr. Daniel Novaes

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Expediente

Revista Saúde Edição 13 | Março . 2019 | Goiânia/Anápolis . GO

REVISTA TRIMESTRAL Março/2019 | ANO 04 | Nº 13 | Goiânia/Anápolis.GO Editora Lopes e Rampani Ltda - CNPJ 07.986.256/0001-69 ESCRITÓRIOS Umuarama (sede): Rua Paulo Pedrosa de Alencar, 4291 - Ed. Manhattan Garden - CEP: 87501-270 | Centro | Tel.: 44 3622-8270 e-mail: revistasaude@sempresaude.com.br - Maringá: Av. Humaitá, 452 - Centro Empresarial Dalla Costa - Sala 303 CEP: 87014-200 | Zona 4 | Tel.: 44 3346-4050 - e-mail: artemaringa@sempresaude.com.br COLABORADORES LAYOUT E DIAGRAMAÇÃO: Alison Henrique, André Silva, Bruno Assunção, Dyego Bortoli, Jean Carlos, Marcio Garcia, Thiago Mantovani, João Paulo Zequim CORREÇÃO ORTOGRÁFICA: Tallis O. F. Resende, Maria de Fatima dos Santos FOTOGRAFIAS: Hevelyn Gontijo - 62 3920 0070 JORNALISTA RESPONSÁVEL: Caio Henrique dos Santos Rosa - 0011175/PR CIRCULAÇÃO: Goiânia, Anápolis e região FRANQUIAS Apucarana/Arapongas-PR - Leandro Henrique | Paula Renatha Pontim - comercial@sempresaude.com.br - 43. 9611-5553 | 43. 9611-5563 - Araçatuba/Bauru-SP - Anderson Hernandes - aracatuba@sempresaude.com.br - 18. 99740-2777 - Boa Vista-RR - Julio Graziani Carlos boavista@sempresaude.com.br - 95. 99169-4071 - Cacoal/Ji-Paraná-RO - Flávio Junior Bezerra Paixão - paixao@sempresaude.com.br - 69. 99278-5703 - Campo Mourão-PR - Rafael Morimoto - rafael@sempresaude.com.br - 44. 9911-8081 | 44. 8811-6206 - Chapecó-SC - Fábio Bortolone - chapeco@sempresaude.com.br - 49. 9916-5719 - Cianorte-PR - Paulo Paixão - cianorte@sempresaude.com.br - 44. 3269-6430 | 44. 9922-0310 - Criciúma-SC - José Carlos Junqueira Alvarenga - criciuma@sempresaude.com.br - 48. 9912-5253 - Cuiabá-MT - Cristiana L. G. Donegá - cuiaba@sempresaude.com.br - 65. 8111-2423 | 65. 9640-2423 - Foz do Iguaçu -PR - Rosana Segovia - rosana@sempresaude. com.br - 45. 9991-2500 - Florianópolis-SC - Paulo Victor Frasson Cordeiro - floripa@sempresaude.com.br - 48. 9133-3334 | 48. 9610-5357 - Goiânia-GO - Tiago Brito - goiania@sempresaude.com.br - 62. 9951-1899 - João Pessoa-PB - José Adriano Danhoni Neves | Ednéia Tenório - joaopessoa@sempresaude.com.br - 83. 98750-7070 | 83. 98812-7080 - Joinville-SC - Ana Paula de Campos - joinville@sempresaude. com.br - 47. 9930-6364 - Londrina-PR - Leandro Henrique | Paula Renatha Pontim - londrina@sempresaude.com.br - 43. 9611-5553 | 43. 9611-5563 - Macaé/Rio das Ostras-RJ - Andreia Garcia | Paulo Cesar Ceranto - macae@sempresaude.com.br - 22. 98847-5455 | 22. 988429166 - Maringá-PR - Paulo Paixão - paulopaixao@sempresaude.com.br - 44. 3269-6430 | 44. 9922-0310 - Natal-RN - Dirceu Filho - natal@ sempresaude.com.br - 83. 98788-7070 - Palmas/Araguaína-TO - Jefferson Fila de Andrade | Rafael Thomaz - palmas@sempresaude.com.br - 63. 98503-9960 | 63. 98426-2494 - Paranavaí-PR - Paulo Paixão - paranavai@sempresaude.com.br - 44. 3269-6430 | 44. 9922-0310 - Ponta Grossa-PR - Sérgio Oliveira | Mara Megda - pontagrossa@sempresaude.com.br - 42. 9987-8180 | 42. 8418-1290 - Porto Velho-RO - Arthur Marandola | Rafael Morimoto - portovelho@sempresaude.com.br - 69. 9366-1466 | 69. 9366-1470 - Presidente Prudente-SP - Alexandre Lúcio Martins - prudente@sempresaude.com.br - 18. 98111-5145 - Ribeirão Preto-SP - Josy Vilela Le Senechal - ribeirao@sempresaude.com.br - 16. 99711-7770 - Rondonópolis-MT - Marcio Costa - rondonopolis@sempresaude.com.br - 66. 9683-1899 - São José dos Campos-SP - Marcelo Piai | Verônica Venâncio - sjcampos@sempresaude.com.br - 12. 99625.8005 | 12. 99625-1005 - São José do Rio Preto-SP - Renato Dias Renovato - riopreto@sempresaude.com.br - 17. 99669-1700 - Sinop/Sorriso/Lucas do Rio Verde-MT - Emerson do Carmo - rampani@sempresaude. com.br - 66. 99994-2442 | Luiz Carlos Rampani - rampani@sempresaude.com.br - 66. 9659-7210 | - Uberaba-MG - Wander Marcio Rosada uberaba@sempresaude.com.br - 34. 9990-2479 - Uberlândia-MG - Wander Marcio Rosada - uberlandia@sempresaude.com.br - 34. 9990-2479 - Umuarama-PR - Ueslei Rampani | Marcelo Adriano - revistasaude@sempresaude.com.br - 44. 8407-0698 | 44. 9941-9930 | 44. 3622-8270

NOSSA CAPA Instituto Imuno-Alergo Dra. Lorena de Castro Diniz CRM/GO 10999 Alergia e Imunologia RQE: 6163 Pediatria RQE: 5306

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DIREÇÃO GERAL

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FRANQUEADOS DESTA UNIDADE

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Tiago Brito (Diretor)

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O Transtorno da Autolesão na Adolescência! O comportamento de autolesão é explicado pela literatura como uma prática de violência autodirigida que implica a participação de modo repetitivo em alguma atividade de caráter perigoso, havendo ou não a intencionalidade de suicídio. A prática de autolesão é percebida historicamente em diversas culturas, vinculando-se a um caráter social e às vezes religioso. É comum o uso de materiais cortantes como lâminas, facas, cacos de vidros ou espelhos para fazer cortes na pele, geralmente nos pulsos, braços e coxas; queimar-se; bater-se; atritar objetos contra a pele, impedir cicatrização de ferimentos e derramar materiais corrosivos sobre o corpo. Estudos apontam que a autolesão geralmente tem início entre os 11 e 15 anos de idade e pode se estender por décadas, sendo recorrente entre adolescentes e mulheres jovens. Algumas pesquisas atestam que a prática da autolesão tem crescido em razão de sua disseminação na esfera online, isto significa que atualmente é possível observar uma “onda autolesiva” entre adolescentes. A autolesão é um comportamento de extrema complexidade: é instaurado e mantido por meio de diversos fatores de caráter social, psicológico e biológico. Para compreender tal conduta, faz-se necessário ter um olhar

global correlacionando o indivíduo com sua história de vida, seu momento atual e seu contexto. Nesse sentido, a Gestalt-terapia como abordagem psicológica, especialmente por sua visão holística, pode fornecer subsídios na compreensão da autolesão. O comportamento de autolesão pode ser encontrado em pessoas que sofreram negligência e/ou violência na infância, pessoas com diagnóstico de algum transtorno (como o transtorno de alimentação, pós-traumático, de personalidade “borderline”, e de ansiedade) e também em população não-clínica. A conduta autolesiva relaciona-se com os vínculos que o indivíduo estabeleceu ao longo de sua vida nas diversas extensões – física, afetiva, intelectual, social, cultural e espiritual. Alguns autores afirmam que este comportamento é um meio de suplantar dores de cunho emocional que o indivíduo não soube processar de forma saudável. Os ferimentos podem ainda ter a intenção de aliviar o sentimento de culpa ao significarem um sacrifício de uma parte do corpo. A autolesão, desse modo, possui diferentes funções e justificativas para quem a pratica. O atendimento psicológico para indivíduos que praticam a autolesão funciona como espaço de acolhi-

mento e expressão de subjetividades. O trabalho do psicoterapeuta deve estar pautado em estabelecer um vínculo com o paciente, de forma que ele possa criar diferentes formas de expressão.

A psicoterapia, desse modo, deve priorizar o contato e a relação dialógica, tendo em vista a compreensão do sintoma e o que ele está encobrindo, propiciando ao paciente a reflexão e, por consequência, a descoberta de novas formas de lidar com o meio externo.

LARISSA FARAH AFIUNE PSICOLOGIA CRP 09/6784

• Graduação em Psicologia pela PUC/GO; • Especialista em Psicanálise Infantil; • Especialista em Psicologia do Trânsito; • Especializando em Gestalt-Terapia; • Terapeuta Certificada EMDR; • Certificada em Educação Emocional Positiva.

Clínica Serene: Rua Antônio de Souza Ramos, nº150, Jundiaí - Anápolis/GO (62) 9.9968-5628 www.facebook.com/larissaafiunepsicologa/ @larissaafiune.psicologa 12

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Transtorno do Espectro Autista: Quando suspeitar? mas de alimentação são frequentes, podendo se manifestar pela recusa a se alimentar ou gosto restrito a poucos alimentos. Quanto mais cedo for feito o diagnóstico melhor, pois poderão ser iniciadas as intervenções que visam reduzir os prejuízos funcionais trazidos pelo transtorno, melhorando o prognóstico e o processo de adaptação.

O Transtorno do Espectro Autista - TEA é um distúrbio do desenvolvimento que se caracteriza por alterações presentes desde idade muito precoce, com impacto múltiplo e variável em diversas áreas, tais como comunicação, interação social, aprendizado e capacidade de adaptação.

Não há uma idade fixa a partir da qual o autismo pode ser diagnosticado. Em casos mais graves, as alterações podem ser vistas antes dos 12 meses de idade. Se os sintomas forem mais sutis, é mais comum de serem observados a partir dos 24 meses. Normalmente, o que chama a atenção dos pais, inicialmente, é que a criança é excessivamente calma e sonolenta ou então que chora durante prolongados períodos de tempo. Outra queixa frequente é que o bebê não gosta do colo ou rejeita o aconchego.

O TEA não tem cura, mas com o tratamento adequado, o indivíduo consegue amenizar os sintomas e levar uma vida mais independente e com melhor qualidade, a depender da intensidade do quadro.

Mais tarde os pais notarão que o bebê não imita e não aprende a se comunicar com gestos, como acenar as mãos para cumprimentar ou despedir-se. Quase sempre, estas crianças evitam o contato “olho no olho” ou o mantêm por um período de tempo muito curto. Também é comum o aparecimento das chamadas estereotipias, que podem ser movimentos repetitivos com as mãos ou com o corpo, a fixação do olhar nas mãos por períodos longos e hábitos como o de morder-se, morder as roupas ou puxar os cabelos. Proble-

A abordagem deve ser multidisciplinar, feito com profissionais diferentes (psicólogo, psiquiatra, fonoaudiólogo, fisioterapeuta, terapeuta ocupacional etc.), no intuito de potencializar a melhora do paciente. Não há, até o momento, nenhuma medicação ou trate o autismo em si. Contudo, frequentemente são prescritos fármacos para melhora de sintomas alvo, tais como agressividade, ansiedade e insônia. Somente o profissional médico que poderá indicar a necessidade e o tipo de remédio a ser utilizado.

Mais Informações

DR. ALAOR FARIA MIGUEL MÉDICO - CRM/GO 20125

• Graduado pela Universidade Federal de Goiás; • Associado Aspirante da Sociedade Brasileira de Psiquiatria. rsaude.com.br | Março . 2019 | Revista Saúde

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O que você precisa saber sobre Varizes Qual o melhor tratamento para as varizes?

Essa é uma das perguntas mais comuns no consultório do cirurgião vascular e angiologista. Entretanto, para sabermos como respondê-la, precisamos entender um pouco mais sobre a formação das varizes e compreender que cada tratamento é individualizado.

Você sabe o que são varizes?

As varizes são veias dilatadas, tortuosas e alongadas, encontradas principalmente nos membros inferiores, e por terem seu formato alterado, deixam de exercer de maneira eficiente sua função de transportar o sangue de volta ao coração.

Como se formam?

As varizes surgem devido ao enfraquecimento da parede venosa e o mal funcionamento das válvulas no interior das veias. Para que o sangue retorne das pernas para o coração, essas válvulas se abrem para a passagem do sangue e se fecham impedindo que ele retorne. Portanto, quando as válvulas não funcionam, o sangue fica “preso” nas pernas. Esse acúmulo de sangue gera dilatação e deformação nas veias devido ao aumento da pressão, formando-se assim as famosas varizes!

Como prevenir?

Os principais fatores de risco para o surgimento das varizes são: predisposição genética, sedentarismo, obesidade, gravidez, uso de anticoncepcionais, reposição hormonal e permanecer longos períodos em pé ou sentado. Portanto para preveni-las devemos investir em uma alimentação saudável e no controle do peso, praticando atividades físicas regularmente, e de preferência exercícios que trabalhem a musculatura das panturrilhas. Além disso, devemos evitar ficar muito tempo em pé ou sentado e alternar períodos de caminhadas no decorrer do dia sempre que possível.

Dicas de exercícios para estimular a Como tratar as varizes? Atualmente existem vários trata- circulação:

mentos para varizes e microvarizes (“vasinhos”). Dentre os principais estão: a crioescleroterapia, a microcirurgia, o laser endovenoso, o laser transdérmico, a espuma densa eco-guiada e a cirurgia convencional. Uma avaliação criteriosa para definir qual o melhor tipo de tratamento deve ser realizada levando em consideração o tipo, o tamanho e a localização das varizes, além do tom de pele e tempo de evolução da doença. Portanto, procure sempre um especialista!

Sentado: • Dobrar e estender os dedos dos pés; • Separar e juntar as pontas dos pés. De pé: • Ficar na ponta dos pés; • Caminhar sobre os calcanhares. Mais Informações

DR. THIAGO PERES ALVES CIRURGIA VASCULAR CRM/GO 17089 | RQE 11095

• Membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular; • Capacitação em Ecografia Vascular: Faculdade de Tecnologia em Saúde - FATESA/EURP Ribeirão Preto – SP; • Preceptor do Programa de Residência Médica do Serviço de Angiologia e Cirurgia Vascular do Hospital Santa Casa de Misericórdia de Goiânia; • Membro da Equipe de Angiologia e Cirurgia Vascular do Hospital Santa Casa de Misericórdia de Goiânia; • Membro da Equipe de Angiologia e Cirurgia Vascular do Centro de Reabilitação e Readaptação Dr. Henrique Santillo (CRER); • Residência Médica em Cirurgia Vascular: Hospital Santa Casa de Misericórdia de Goiânia; • Residência Médica em Cirurgia Geral: Hospital Santa Casa de Misericórdia de Goiânia; • Formação Médica: Universidade Federal de Goiás - UFG.

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Prótese de quadril necessita de troca? A artroplastia total de quadril é o procedimento de substituição da articulação desgastada do quadril por um implante. Os resultados da intervenção têm sido tão excelentes que a destacaram como a cirurgia do século 20. O índice de satisfação supera a marca de 90%, o que acabou elevando muito o número de procedimentos. Mas, após certo tempo é necessária a troca dessa prótese?

Infelizmente para alguns casos sim. Ao mesmo tempo em que a evolução das técnicas cirúrgicas e dos materiais utilizados estenderam a vida útil das próteses, o aumento do número de artroplastias de quadril também fez crescer a necessidade de troca. A definição do momento certo para realizar a artroplastia e a escolha da prótese determinam a necessidade de troca. Para pacientes jovens, com idade abaixo de 60 anos, incentivamos investir na prótese, aumentado a chance de não necessitarem de uma cirurgia de troca posteriormente. Pacientes com idade acima de 70 anos dificilmente necessitarão substituir a prótese. Quanto mais jovem, maior deve ser o cuidado após a cirurgia para preservar e prolongar a durabilidade do implante. O objetivo de escolher uma opção de alta qualidade é sempre evitar ou reduzir o número de revisões que o paciente possa necessitar. Após a cirurgia, o acompanhamento com o cirurgião ortopedista é fundamental para identificar quando a prótese começa a falhar e intervir de maneira precoce. Quando o diagnóstico é tardio, a correção pode se tornar um grande desafio para o médico. Por isso, é de extrema importância seguir as recomendações médicas antes da cirurgia, durante a recuperação e também as orientações após o procedimento. Mais Informações

DR. ANDRÉ LUIZ COELHO THOMÉ ORTOPEDIA E TRAUMATOLOGIA CRM/GO: 12990 | RQE: 7552 • • • • • • •

Graduação em Medicina pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul – UFMS; Residência em Ortopedia e Traumatologia no Hospital da Clinicas da Universidade Federal de Goiás – HC-UFG; Especialização em Cirurgia do Quadril no Hospital Geral de Goiânia – HGG; Membro Titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia – SBOT; Membro Titular da Sociedade Brasileira de Quadril - SBQ; Preceptor da residência médica de Ortopedia e Traumatologia do HUAPA; Preceptor da residência médica de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Goiás – HC-UFG; • Preceptor da residência médica de Ortopedia e Traumatologia do Instituto Ortopédico de Goiânia - IOG.

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TheraSuit - Método que vem se destacando na reabilitação neuromotora de crianças e adultos O Método TheraSuit foi criado em 2002 nos EUA por um casal de fisioterapeutas, Izabela e Richard Koscielny, e aplica-se a crianças, jovens e adultos. A base para o desenvolvimento do método foi uma veste composta por: boné, colete, calção, joelheiras, acessórios de sapatos e bandas elásticas. O TheraSuit é um programa terapêutico intensivo, realizado em módulos com frequência média de 3 horas/dia, 5 dias por semana, durante 4 semanas; podendo se estender conforme a necessidade de cada paciente. Conforme estudos na área neurológica é possível gerar novos neurônios e mudar a própria estrutura e funcionamento corporal em resposta a uma atividade. Durante o treinamento, a primeira resposta observada é a adaptação neural, para depois o fortalecimento muscular. A implementação do método é planejada de acordo com as necessidades do paciente, e tem por objetivo estabelecer padrões de movimento funcionais.

A técnica engloba a combinação de diferentes recursos: Suit (veste)

É uma órtese dinâmica, macia e proprioceptiva, que auxilia no alinhamento biomecânico corporal dando maior estabilidade ao tronco e facilitando a coordenação das extremidades.

Unidade Universal de Exercícios (Gaiola)

Utiliza um sistema de polias, cordas e pesos que podem eliminar a ação da gravidade, isolar o movimento e o grupo mus-

• Promover a correção dinâmica da marcha; • Influenciar no sistema vestibular; • Controlar movimentos involuntários; • Desenvolver as habilidades motoras finas e grossas; • Melhorar o equilíbrio, a coordenação dentre outros.

cular a ser trabalhado, permitindo o ganho de amplitude de movimento, alongamento e fortalecimento muscular, prescritos especificamente para cada paciente.

Spider

Consiste em um sistema de suspensão vertical e horizontal dinâmico através de cordas elásticas, acopladas à gaiola e ao paciente, que podem aumentar ou diminuir a carga e dificuldade da atividade, de acordo com a necessidade. O Spider permite um treino assistido das habilidades funcionais, um trabalho dinâmico em posturas antigravitacionais, englobando a integração sensorial, coordenação e equilíbrio.

O TheraSuit é patenteado nos EUA, registrado no FDA e também aprovado pela ANVISA.

Público Alvo:

• Crianças, jovens e adultos.

Indicações

• Paralisia Cerebral; • Síndrome de Down; • Atraso no desenvolvimento neuropsicomotor; • Pós-traumatismos cranianos; • Pós-acidente vascular encefálico (AVE); • Discinesias; • Espasticidade; • Hipotonia; • Danos na medula espinhal; • Disfunções neuromusculares.

Benefícios:

• Fortalecer a musculatura; • Proporcionar o reaprendizado do Sistema Nervoso Central; • Diminuir contraturas; • Adequar o tônus muscular;

O atendimento é individual e realizado por Terapeutas formados no método. Faz-se necessário uma avaliação inicial para se verificar a indicação ou possível contraindicação da técnica. ALINE BORGES RABELO FISIOTERAPEUTA - CREFITO11/67.090-F • Graduação em Fisioterapia pela PUC-GO; • Especialista em Análise e Terapêutica do Movimento Humano pela UEG-GO; • Especialista em Fisioterapia Pediátrica e Neonatal – da UTI à reabilitação neurológica pela PUC-GO; • Therasuit Básico, Prático e Avançado; • Bobath Básico e Avançado; • Kinesio Taping Fundamentos e Avançado (KT1 e KT2); • Formação em Hidroterapia ( Bad Ragaz, Halliwick, Watsu); • PNF I e II, The Hanen Program, Atendió e outras.

MAURÍCIO ROMÃO BATISTA FISIOTERAPEUTA - CREFITO11/24.868-F • Especialista no conceito Boboth Pediátrico e Avançado de manuseios e integração sensorial; • Especialista em Autismo pela Fundação Universa (SP); • Therasuit básico e avançado; • Walliwick Basic course, Anéis de Bad Ragaz e Watsu (hidroterapia); • Formação I e II em Facilitação neuromuscular proprioceptiva (PNF); • Formação em Psicomotricidade; • Pediatric Therapeutic Taping (aplicação de bandagens funcionais -Kinesiotaping, Fabrifoam, theratogs e bandagens rígidas).

(62) 9 9921-5094 |

(62) 9.8135-4565 - rehabneurogyn@gmail.com |

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DISLEXIA:

O Transtorno de aprendizagem relacionado à leitura e escrita. Entenda melhor os sinais e as formas de tratamento A Dislexia é um transtorno específico relacionado as habilidades de leitura e escrita, que se manifesta no período da alfabetização, acarretando em baixo desempenho escolar e dificuldades severas da apropriação destas competências. De acordo com o novo DSM-V (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais), classifica a Dislexia como um distúrbio de aprendizagem específica (DEA), apresentando alteração no neurodesenvolvimento que comprometem habilidades básicas acadêmicas específicas como ler e escrever. Muito presente em sala de aula, a escola acaba sendo de suma importância ao identificar os sinais apresentados pelos alunos que supostamente sejam disléxicos, devido às diversas dificuldades apresentadas no período da alfabetização, que persistem, caso não seja diagnosticado e acompanhado na forma adequada. Quais os sinais apresentados pelo Disléxico na idade escolar? Os sinais apresentados pela criança são um conjunto de dificuldades específicas na área da linguagem, sendo manifestado em sua maioria como: • Dificuldade na decodificação de palavras simples; • Dificuldade na associação de fonema/grafema, ocorrendo em trocas de letras como: (p/b), (b/d), (f/v), (t/p); • Omissões de grafemas na escrita; • Confusão de letras assimétricas; • Inversão parcial ou total de sílabas; • Desatenção;

• Confusão entre letras e sílabas que apresentam semelhança na forma de escrever; • Escrita espelhada; • Dispersão; • Dificuldade em copiar de livros e lousa; • Leitura silabada sem consciência fonológica; • Dificuldade em compreender aquilo que foi lido; • Baixa autoestima. Os sinais podem manifestar parcialmente ou em sua totalidade dependendo do indivíduo, sendo que nestes casos, deverá ter uma atenção direcionada para que seja realizada uma investigação através de testes específicos com profissionais habilitados. Como é feito o diagnóstico? Para um diagnóstico conclusivo é necessário que seja realizado por uma equipe multidisciplinar sendo constituída por um neuropsicólogo, um fonoaudiólogo, um psicopedagogo e um médico neuropediatra. É importante salientar que quanto mais rápido for realizado o diagnóstico, menores serão os prejuízos encontrados pela criança, pois ela terá condições através de intervenções adequadas e direcionadas superar suas dificuldades. Como é feito o tratamento?

No caso de dislexia não cabe o uso de medicamentos, e sim, de adaptações pedagógicas e intervenções individualizadas. Após a conclusão do diagnóstico, a equipe multidisciplinar auxiliará a equipe escolar no atendimento especializado através de adaptação nas atividades pedagógicas e orientações específicas com o propósito de facilitar o processo de aprendizagem. O Psicopedagogo(a), profissional especializado no tratamento dos prejuízos relacionados aos aspectos pedagógicos, tem um papel importante que é propiciar á criança meios alternativos que facilitem o processo de aprendizagem como recursos mais visuais, alfabetização com método fonovisuarticulatório, recursos multissensoriais, recursos auditivos e aplicativos específicos. Cada caso tem um plano de intervenção direcionada ao nível de dificuldade de cada indivíduo, sendo que o tempo de resposta apesar de ser mais lento comparado aos das crianças típicas, pode ser potencializado com reforço realizado em casa. É importante o conhecimento, a compreensão e o apoio da família sobre todas as particularidades da criança, porque são fundamentais para o seu pleno desenvolvimento e eficácia nos tratamentos necessários juntos aos profissionais e equipe escolar.

KARINY GARCIA PSICOPEDAGOGA CLÍNICA E COACH KIDS

• Formação em Pedagogia; • Especialização em Psicopedagogia Clínica e Institucional; • Formação Internacional de Coach Infantil pela CEO KIDS; • Mediadora do Método Teacch para Autismo; • Alfabetizadora pelo Método das Boquinhas.

Ed.Buena Vista Office Design - Av. T-4, 619 - Sala 607. St. Bueno, Goiânia/GO, (62) 98581-6244 Kariny Garcia - Psicopedagoga Clinica e Coach Kids @karinygarciapsicopedagoga 20

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Como ajudar crianças e adolescentes com Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) Você já parou para pensar como conseguimos aprender? Cada um de nós tem um jeito de aprender, tem gente que aprende rápido e impressiona pela facilidade com que aproveita suas experiências para responder aos mais diversos problemas do cotidiano. Outras pessoas precisam se esforçar mais. Então, de onde vêm essas diferenças individuais? Simplificando, seu jeito de aprender dependerá tanto de habilidades que nasceram com você quanto de habilidades que precisam ser ensinadas, fazendo com que o valor que a educação tem em sua cultura e suas oportunidades de ensino sejam fundamentais para sua aprendizagem. O acolhimento e o apoio emocional dos pais e educadores nos primeiros anos de vida também são fundamentais. Além da capacidade cognitiva e das oportunidades de aprendizagem a motivação individual tem alto potencial para influenciar o jeito de cada um aprender. Um transtorno de aprendizagem pode ser específico, fazendo com que o estudante tenha dificuldade apenas em alguns aspectos particulares do seu funcionamento. Algumas crianças apresentam dificuldade específica de leitura, mas vão bem em matemática e vice-versa. Por isso são chamados de transtornos específicos de aprendizagem e incluem a dislexia e a discalculia do desenvolvimento. Esses transtornos específicos estão dentro de um grupo mais geral, chamado transtornos

do neurodesenvolvimento. Eles são no neurodesenvolvimento porque desde muito cedo afetam a capacidade da criança de ter um desempenho semelhante ao de outras crianças em diversas áreas do cotidiano. Muitas crianças e adolescentes são desatentos ou muito agitados sem que isso seja um problema, mas para cinco em cada 100 é fundamental ter ajuda. Dificuldades mais frequentes: • Baixo desempenho escolar; • Dificuldade para se relacionar com os colegas; • Problemas para respeitar regras; • Lentidão para aprender conteúdos e realizar as tarefas escolares; • Dificuldade de organizar e planejar os passos necessários para cumprir suas tarefas; • Baixo estado de alerta; • Dificuldade de sustentar a atenção durante uma atividade mental prolongada; • Imediatismo; • Dificuldade para lidar com o tempo, estabelecer prioridades, cumprir prazos, concluir suas tarefas; • Dificuldade de aprendizagem da leitura e da matemática. Em casa: como ajudar? Seja assertivo! Ou seja, coloque limites, mas sem ser excessivamente autoritário; promova a autonomia da criança, mas não permita que faça tudo “só porque a criança quer”.

Crie regras simples e diretas, “filho, você tem que se preparar para dormir”. Isso ajuda a criança a entender que sua ordem tem que ser levada a sério. Mantenha a calma! Preste atenção se você não tende a reagir agressivamente ao mau comportamento da criança. Argumentar não ajuda. Quanto mais estrutura, melhor! Use calendários, circule as datas importantes e escreva o que tem que ser feito para aquela data. Mantenha visíveis as regras importantes. Converse com os professores da criança e/ou do adolescente e veja dicas sobre como fazer a tarefa de casa. Evite forçar o bom comportamento através do medo. Foque nos bons comportamentos positivos, assim ela saberá o que deve fazer e não só o que não deve. Crie um espaço tranquilo para o estudo. Mantenha a criança e o adolescente ativos, atividades motoras são ótimas. Exercícios que tenham como foco o autoconhecimento e a disciplina são indicados. Tenha regras claras Crianças e adolescentes com TDAH podem melhorar muito, principalmente na escola, com tratamento especializado. O melhor tratamento varia para cada caso. Não deixe de procurar um profissional se a desatenção ou o mau comportamento do seu(sua) filho(a) tem atrapalhado muito em casa, na escola ou no relacionamento com os colegas.

MARINA GUIMARÃES DE MACÊDO PSICÓLOGA CRP 09/3771

• Psicóloga Clínica; • Gestalt - terapeuta; • Neuropsicóloga; • Mediadora de grupo psicoterapêutico - para Jovens Adultos com Síndrome de Down; • Psicóloga do “Vem com a Gente!” - Grupo Terapêutico para Jovens Adultos com Síndrome de Down e seus Familiares.

Rua 104-C, n 47, Setor Sul, Goiânia/GO - (62) 3101-3100 | (62) 99263-9892 mgmacedo31@gmail.com | psiconeuromarinaguimaraes 22

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Gestante X Viagens Aéreas >Efeitos Tromboembólicos

Conhecido popularmente como Síndrome da Classe Edonômica, o tromboembolismo venoso é um dos distúrbios mais comuns do aparelho circulatório, compreendendo duas manifestações clínicas – a Trombose Venosa Profunda (TVP), que acontece quando um coágulo ou trombo obstrui as veias das pernas, e em casos mais críticos, a Embolia Pulmonar, situação em que o trombo se desprende e migra para os pulmões.

Na gravidez, o tromboembolismo venoso ocorre em cerca de 1 para cada 100 gestações, e já no puerpério (pós parto) em torno de 1 para cada 1.000. Dentre as causas mais comuns podemos citar fatores relacionados à idade (maior que 35 anos), sobrepeso, parto cesáreo, trombofilia e histórico pessoal ou familiar de tromboembolismo venoso, e quando se associa mais de um fator como tabagismo e sedentarismo, a incidência pode ser ainda maior. A Trombose venosa profunda (TVP) na gestação e no período pósparto cresce consideravelmente a morbimortalidade materno fetal, colocando em risco as duas vidas. Atualmente, muitas companhias aéreas já fazem observações sobre cuidados que se deve ter durante viagens, fundamentadas em “senso comum”, e algumas advertem a todos os passageiros que procurem o seu médico para avaliação do risco individual de trombose antes do voo. Portanto, na era da globalização,

em que as viagens aéreas são muito comuns, “analisar as espécies de saúde do viajante antes da viagem, sobretudo grávidas, crianças, idosos, pessoas com enfermidades crônicas sob medicação, entre outros”, tem sido um papel muito importante do medico, para aconselhar e indicar medidas preventivas a fim de evitar danos e consequências.

O que se pode concluir é que:

A TVP na gestação é de baixa incidência, entretanto eleva admiravelmente a morbidade materno fetal, tornando a gravidez de alto risco; Em voos de longa distância, a trombose pode ocorrer por conta de a gestante ficar um longo período sentada, e ainda, de ocorrerem variações de pressão atmosféricas pela mudança de altitude. Medidas gerais, como deambular, realizar flexão e extensão dos pés e pernas e usar meias antitrombóticas, são indicações feitas não só as gestantes mas também a toda população.

DR. GLAUCO PRADO SILVA GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA CRM/GO 11559 | RQE 6093

• Médico Especialista em Ginecologia/Obstetrícia e em Colposcopia do Trato Genital Feminino pelo Hospital das Forças Armadas (HFA) de Brasília-DF; • Graduado em Medicina pela Fundação Educacional Serra dos Órgãos (FESO); Faculdade de Medicina de Teresópolis-RJ.

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Alinhadores Transparentes Existe hoje na ortodontia uma nova tecnologia em relação aos aparelhos ortodônticos que chegou para agregar maior comodidade, precisão, ganho de tempo e facilidade no tratamento, são os alinhadores transparentes. Dentre eles vamos falar sobre o Invisalign, que é o sistema mais avançado do mundo. O tempo de tratamento reduz em até 50%, sendo mais rápido em seus resultados devido aos avanços tecnológicos do software incluindo o material Smart Track, que tem uma camada única de 0,030 polegadas em forma de moldeiras que são confeccionadas com o processo de impressão de ponta. Serão fabricadas quantas moldeiras forem necessárias para realizar o alinhamento dos dentes do inicio ao fim e o paciente fará o uso das mesmas diariamente com trocas semanais acompanhadas pelo ortodontista, evoluindo assim o tratamento. É uma ortodontia personalizada, pois o aparelho será con-

feccionado para cada paciente em especial, no maior e mais avançado processo de escaneamento digital do mundo onde será feito uma análise rápida e precisa, tendo um planejamento do caso do início ao fim com prévia do novo sorriso. Após a conclusão da fabricação dos alinhadores, os mesmos serão encaminhados ao ortodontista, que passará para o paciente, instruíndo-o em como usar e os cuidados necessários. Conferindo também se estão encaixando bem nos dentes.

O acompanhamento será feito no consultório do profissional semanalmente até a finalização do tratamento onde será entregue as moldeiras de contenção final.

Desfrute de suas comidas favoritas e tenha mais conforto e comodidade no seu tratamento ortodôntico e as pessoas podem nem notar que você estará usando os alinhadores. Eles se encaixam na sua vida!

DRA. ALESSANDRA MEIRELES CIRURGÃ DENTISTA CRO/GO: 5851

• Especialista em Harmonização Orofacial (Botox e Preenchimentos) pela ABO/GO; • Membro da Equipe de Pós-graduação da Faculdade UNIP de Goiânia/GO; • Pós Graduada em Ortodontia pela UNINGA - (Orthoway Goiânia); • Graduação em Odontologia pela UNIBE – Uberaba/MG.

(62) 3926-1717 |

Rua P -13, 106 sala 02 e 03 Setor dos Funcionários Rua 03, 800, Sala 502, ED. Office Tower, Setor Oeste (62) 98203-8168 | @draalessandrameireles | Alessandra Meireles rsaude.com.br | Março . 2019 | Revista Saúde

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Hérnia de Disco Lombar

A hérnia de disco lombar é o diagnóstico mais comum dentre as alterações degenerativas da coluna lombar (acomete 2 a 3% da população). A hérnia discal lombar consiste de um deslocamento do conteúdo do disco intervertebral - o núcleo pulposo através de sua membrana externa, o ânulo fibroso, geralmente em sua região posterolateral. Dependendo do volume de material herniado, poderá haver compressão e irritação das raízes lombares, comumente conhecido como nervo ciático, e do saco dural, representadas clinicamente pela dor conhecida como ciática. A hérnia discal ocorre principalmente entre a quarta e quinta décadas de vida (idade média de 37 anos), apesar de ser descrita em todas as faixas etárias. Estima-se que 2 a 3% da população possam ser afetados, com

prevalência de 4,8% em homens e 2,5% em mulheres, acima de 35 anos. Por ser tão comum, chega a ser considerada um problema de saúde mundial, em decorrência de incapacidade que gera. Apesar de se atribuir ao tabagismo, exposição a cargas repetidas e vibração prolongada, que proporcionam um risco aumentado de hérnia discal, estudos mostram que a diferença é pequena, quando a população exposta a esses fatores é comparada com grupos controle. O fator que desencadeia a dor ciática é a compressão mecânica da raiz nervosa pela hérnia discal. Em decorrência desta, há isquemia e fenômenos que sensibilizam/irritam a membrana à dor.

Quadro Clínico

O quadro clínico típico de uma hérnia discal inclui lombalgia inicial, que pode evoluir para lombociatalgia (dor irradiada para os membros inferiores) em geral, após uma semana e, finalmente, persistir como ciática pura. Mas devido às inúmeras possibilidades de apresentação de formas agudas ou crônicas, deve-se estar atento a formas atípicas de apresentação e preparado para fazer um apurado diagnóstico diferencial. O que é importante enfatizar é que a história natural da ciática por hérnia de disco é de resolução acentuada dos sintomas em torno de quatro a seis semanas. Por essa razão é que o tratamento inicial deve ser sempre conservador, explicando ao paciente que o processo tem um curso favorável, daí a importância da avaliação clínica e radiológica por profissional MÉDICO habilitado.

Diagnóstico por Imagem

O exame de eleição é a ressonância magnética (RM). Na RM, a hérnia é classificada segundo sua forma.

Protrusão é quando a distância da altura da hérnia é menor que a distância da base em qualquer um dos planos. Extrusão é quando a distância da base é menor que a altura da hérnia, e sequestro, quando não há continuidade entre o material herniado e o disco intervertebral.

Tratamento

A hérnia de disco lombar é uma condição que apresenta natureza benigna; a finalidade do tratamento é aliviar a dor, estimular a recuperação neurológica, com retorno precoce às atividades da vida diária e ao trabalho. O tratamento conservador inclui fisioterapia, principalmente através de exercícios e alongamentos, sempre associado à utilização de analgésicos e anti-inflamatórios. Uma alternativa para ajudar o tratamento conservador é o bloqueio da raiz afetada com anestésico e corticoide, que atua diretamente sobre a hérnia, reduzindo seu volume, e sobre a raiz, reduzindo a sua resposta inflamatória e conseqüentemente, redução da dor. O objeto do tratamento cirúrgico é a descompressão das estruturas nervosas. As indicações do tratamento cirúrgico são: Absolutas: Síndrome de cauda equina – lesão por compressão neural grave que cursa com dor lombociatica grave, perda de controle vesical e intestinal e anestesia da região perineal ou déficit neurológico – perda de força de membros inferiores. Vale ressaltar que hoje disponibilizamos a cirurgia de hérnia de disco tradicional (microdiscectomia e a cirurgia minimamente invasiva) discectomia endoscópica da coluna, que permite retorno precoce às atividades diária e alta hospitalar precoce no mesmo dia da cirurgia.

DR. DANIEL LABRES DA SILVA CASTRO ORTOPEDISTA CIRURGIÃO DE COLUNA CRM/GO 12.999 | RQE 7.551

• Titular em Ortopedia e Traumatologia pela Sociedade Brasileira de Ortopedia - SBOT e Sociedade Brasileira de Coluna - SBC; • Formação em Ortopedia pela Universidade Federal de Goiás; • Fellowship em coluna pelo Hospital Geral de Goiânia e Instituto de Ortopedia da USP- São Paulo.

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INFORME PUBLICITÁRIO

Seguros que proporcionam Proteção Financeira Acidentes e imprevistos não marcam dia e hora para acontecerem. Independente de todo cuidado e zelo, estamos sujeitos a ‘surpresas’ capazes de minar nossas economias e desestabilizar a estrutura financeira da família. Isso se torna ainda mais problemático para autônomos, como eu. Um desses imprevistos aconteceu há 3 anos, quando em uma brincadeira com meus filhos, sofri uma luxação de tornozelo associado a uma fratura. Esse evento me afastou por 30 dias do meu trabalho. Ou seja, um mês sem renda. Depois dessa desagradável experiência, pesquisei sobre seguros que pudessem me resguardar em uma nova eventualidade. Por fim, procurei as profissionais Naíma Marinari e Ana Paula Godinho, e após uma consultoria personalizada fiz o seguro de renda protegida da Mongeral Aegon – uma decisão que se mostrou correta quando sofri um grave acidente de carro, em dezembro de 2018. Neste acidente, dos três veícu-

“A nossa missão é conscientizar e auxiliar as pessoas a se tornarem responsáveis pelo próprio futuro financeiro, através de uma completa e personalizada consultoria financeira que respeita a individualidade e necessidade de cada cliente”.

Dra. Ludmila Gomide Pereira Reis Médica Emergencista

los envolvidos, dois tiveram perda total. Fiquei afastada do meu trabalho por 20 dias, devido lesões associadas à colisão. Assim que possível, eu contactei a consultora Naíma, que me deu o passo a passo para resgatar a indenização de minha apólice. Sendo sempre solícita e objetiva, orientou-me quanto à documentação necessária e seu preenchimento. A montagem do processo de sinistro se mostrou simples, com o preenchimento de formulários com linguagem de fácil compreensão. Após a entrega do mesmo à seguradora, fui indenizada em 3 dias úteis. Foi uma experiência pouco burocrática, mais rápida do que esperava, contando sempre com a assistência e honestidade da minha consultora. Pensava que a seguradora poderia colocar impedimentos para me indenizar – um preconceito que caiu por terra.

CONSULTORAS FINACEIRAS

ANA PAULA GODINHO

(62) 9.8151-3151

NAÍMA MARINARI

(62) 9.8154-0684

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A Vida sem Óculos! É importante ressaltar que 70% da nossa relação com o mundo se dá através do sentido da visão. Portanto, não enxergar bem, inevitavelmente diminui a qualidade de vida, acarretando consequências sociais, psicológicas e econômicas para o indivíduo e a sociedade. Para isso, uma grande parcela da população necessitará de correção óptica, que pode ser feita através do uso de óculos, lentes de contato ou um procedimento cirúrgico. O uso de óculos de grau divide opiniões. Algumas pessoas gostam muito, outras são neutras em relação ao seu uso, e uma parcela da população não gosta nem da ideia de ter que usar óculos. O fato é que o número de usuários de óculos vai aumentar consideravelmente nos próximos anos, seja pelo uso abusivo de celulares e computadores, ou pelo aumento da idade média da população brasileira.

Descrevo abaixo sobre as novidades e opções disponíveis para quem não deseja ser refém do uso dos óculos: Lentes de contato

É uma opção para aquelas pessoas que não querem depender dos óculos, mas ainda não tem indicação cirúrgica

ou não desejam operar. São alternativas práticas e fáceis para a correção dos vícios de refração (miopia, hipermetropia e astigmatismo). As lentes mais utilizadas atualmente são lentes gelatinosas, normalmente de silicone-hidrogel, material que aumenta sua segurança e conforto, possibilitando o uso em adolescentes e adultos. Atualmente existem também lentes de contato multifocais, que permitem as pessoas com mais de 40 anos utilizem lentes de contato no dia a dia ou em eventos sociais.

Cirurgia Refrativa

É indicada para o tratamento de miopia, hipermetropia e astigmatismo quando a opção é por um método definitivo, sendo um procedimento cirúrgico a laser que visa a mudança da refração dos olhos e consequente correção dos vícios refrativos. A indicação para cada paciente é individualiza e dependerá de fatores como a espessura da córnea, o erro de refração (grau) e a idade do paciente.

a possibilidade do uso dessas lentes consideradas premium.

A importância da visão intermediária

Essa visão intermediária é fundamental, principalmente para aqueles que, em sua rotina, são cercados por aparelhos eletrônicos, sobretudo computadores e smartphones. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia de Estatística (IBGE), o número de pessoas com mais de 50 anos que se conectam à internet com frequência por meio de computadores aumentou 222,3% entre 2005 e 2011. Portanto, nos dias atuais, não basta boa visão de perto ou longe, os aparelhos eletrônicos já alcançaram todas as idades e a distância intermediária passou a ser fundamental.

Implante de Lente Intraocular

O implante de lente intra-ocular é utilizado sempre que se realiza a cirurgia de catarata, existem lentes intra-oculares trifocais que permitem que o paciente tenha visão de perto, longe e intermediário após a realização da cirurgia de catarata, podendo eliminar ou diminuir a necessidade de óculos após a cirurgia. O médico oftalmologista ao avaliar o paciente e suas expectativas irá orientar sobre Mais Informações

DR. JÚLIO CESAR DAHER ARANTES OFTALMOLOGIA CRM/GO 12.328 | RQE 7612

• Graduado em Medicina pela Universidade Federal de Goiás (UFG), Goiânia-GO • Especialização em Oftalmologia no Centro de Referência em Oftalmologia (CEROF) do Hospital das Clínicas da Hospital Federal de Goiás (HC/UFG), Goiânia-GO (2008 - 2010); • Subespecialização em Córnea e Doenças Oculares Externas, no Centro de Referência em Oftalmologia (CEROF) do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Goiás (HC/UFG), Goiânia-GO (2011 - 2012); • Subespecialização em Catarata, no Centro de Referência em Oftalmologia (CEROF) do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Goiás (HC/UFG), Goiânia-GO (2011 - 2012).

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Planejamento Virtual de Cirurgia Ortognática A Cirurgia Ortognática é um pro-

mordida aberta), horizontais (mandí-

delos virtuais dos dentes superiores

bucomaxilo-

bula para trás - retrognatismo, man-

e inferiores (obtidos após escane-

facial que busca proporcionar uma

díbula para frente – prognatismo) e

amento dos modelos de gesso dos

harmonia entre os ossos da maxi-

transversais (mordida cruzada). A

maxilares), permitindo a visualização

la (dentes superiores) e mandíbu-

correção cirúrgica dessas deformi-

la (dentes inferiores) que sofreram

dades deve implicar na análise do

distúrbios no crescimento durante

crescimento esquelético em todas

o desenvolvimento, resultando em

as direções. Para tal, utilizamos, em

deformidades

dentoesqueléticas

nosso consultório, softwares para

comprometedoras da função masti-

planejamento cirúrgico virtual tridi-

gatória e estética facial.

mensional (3D).

cedimento

cirúrgico

dos resultados em vista tridimensional, podendo corrigir quaisquer assimetrias através de cirurgias realizadas previamente no computador. Essa previsibilidade de resultados implica, ainda, em melhor prognóstico

As deformidades dentoesqueléti-

O planejamento virtual da cirurgia

pós-operatório, minimizando riscos e

cas podem ser verticais (face longa,

ortognática associa o uso de imagens

complicações decorrentes dos proce-

sorriso gengival, sorriso envelhecido,

tomográficas, fotos da face e mo-

dimentos cirúrgicos.

Agende uma consulta com o Dr. Luis Gustavo Jaime Paiva e tire todas as suas dúvidas sobre esses e outros assuntos relacionados à cirurgia bucomaxilofacial e implantodontia.

DR. LUIS GUSTAVO JAIME PAIVA CIRURGIÃO BUCOMAXILOFACIAL CRO/GO 11757

• Graduado em odontologia pela Faculdade de Odontologia da Universidade Federal de Goiás; • Residência em Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial pelo Hospital de Clínicas da Universidade Federal de Uberlândia; • Especialista em Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial pelo Colégio Brasileiro de Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial; • Mestre em Implantodontia/Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial, pela Faculdade de Odontologia da Universidade Federal de Uberlândia; • Doutorando em Implantodontia/Cirurgia Bucomaxilofacial, pela Faculdade de Odontologia da Universidade Federal de Uberlandia; • Professor da área de Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial da Universidade Paulista – UNIP Goiás; • Professor da especialização em Implantodontia UNIP Goiás e do Curso de aperfeiçoamento em cirurgia oral da Associação Brasileira de Odontologia – ABO Goiás.

Hospital Unique: Av. T-03 c/ T-53, n.2199, St. Bueno - Goiânia/GO | 62 3089.9082 | 9 8166.2896 32

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Osteopenia e Osteoporose

O que é Osteopenia? O osso é constituído por três tipos de células que são responsáveis pela formação, regulação e reabsorção da estrutura óssea. Os osteoblastos são células novas que formam a estrutura óssea, os osteócitos são células maduras que regulam a quantidade de minerais (Cálcio) no tecido ósseo e os osteoclastos reabsorvem as células “gastas e velhas”. Um osso saudável apresenta equilíbrio entre estas três células e consegue manter sua estrutura forte para absorver impacto e a carga que nosso corpo necessita para realizar as suas funções. Entretanto existem fatores que podem interferir neste equilíbrio, quando isto ocorre atingindo a função dos osteócitos pode levar a uma diminuição considerável na quantidade de Cálcio do osso, recebendo o nome de osteopenia. A osteopenia não é doença e pode ser corrigida. Se permanecer por longo período, pede evoluir para a osteoporose. A osteopenia é, portanto a diminuição de massa óssea, causada pela perda de cálcio, podendo ter, como consequência, a osteoporose.

Fatores de Risco De acordo com o Guarniero e Oliveira (2004) e o Ministério da Saúde (2002:515), vários fatores de risco estão associados à osteopenia e consequentemente com a osteoporose, como a idade avançada (65+ anos), história prévia de fratura, imobilização prolongada, o baixo peso, o sexo feminino, a hereditariedade caucasiana, os fatores genéticos, os fatores ambientais (consumo abusivo de álcool, cafeína, tabagismo e drogas) além da baixa ingestão de cálcio, do estado menstrual (menopausa precoce, menarca tardia ou amenorreias) e as doenças endócrinas. Métodos propedêuticos para avaliação da Osteoporose: • Radiologia; • Densitometria óssea; • Tomografia computadorizada; • Marcadores biológicos do metabolismo ósseo.

forço em demasia respeitando as características desta população que, em breve, será a maioria.

Outro fator importante na terapia da osteoporose é a introdução de exercícios adequados e a exposição ao sol como terapia adjuvante. Não se deve proibir o portador de osteoporose de andar, caminhar, tomar sol pelo medo da fratura, mas adequar sua vida e reduzir seus riscos.

Tratamento para Osteopenia e Osteoporose: Medicamentos específicos que aumentem a absorção do cálcio e sua deposição nos ossos, suplementação de cálcio, vitamina D. Na osteoporose instalada é importante que sejam adotadas medidas simples para se evitar quedas, tais como retirar tapetes, disposição adequada de móveis, evitar o uso indiscriminado de tranquilizantes. Hoje em dia está nascendo uma nova arquitetura para pessoas da terceira idade que evita a queda e o esMais Informações

DR. REGIS VIEIRA DE CASTRO ORTOPEDIA E TRAUMATOLOGIA CRM/GO: 12014 | SBOT: 12995 | RQE: 8128

• Graduado em Medicina pela Universidade de Cuiabá - UNIC; • Residência Médica em Ortopedia e Traumatologia pela Universidade Federal de Goiás - UFG; • Treinamento Avançado em Cirurgia de Quadril - Hospital Albert Rassi - HGG; • Pos-graduando em Doenças Osteometabólicas; • Membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia-SBOT; • Membro da Sociedade Brasileira de Quadril-SBQ; • Membro da Associação Brasileira Ortopédica de Osteometabolismo - ABOOM; • Membro da Associação Brasileira para o Estudo em Infecções e Implantes Osteoarticulares-AsBIO.

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Síndrome do Pânico & Ansiedade: Tratamento Hipnoterápico e Hipnose Condicionativa.

A síndrome do pânico é um tipo de transtorno de ansiedade no qual ocorrem crises inesperadas de desespero e medo intenso de que algo ruim aconteça, mesmo que não haja motivo algum para isso ou sinais de perigo iminente. Quem sofre do Transtorno de Pânico sofre crises de medo agudo de modo recorrente e inesperado.

Além disso, as crises são seguidas de preocupação persistente com a possibilidade de ter novos ataques, e as consequências desses ataques, seja dificultando a rotina do dia a dia, vai por medo de perder o controle, enlouquecer ou ter um ataque no coração, o indivíduo vai criando medo do medo. O transtorno do pânico pode provocar uma tristeza muito grande, que muitas vezes é confundida com depressão, o que não é o caso, a causa da Síndrome do Pânico ou Transtorno do Pânico é a ansiedade, que começa mais cedo e pode ir se agravando com o decorrer do tempo e evoluir para quadros mais complicados como Claustrofobia (medo de lugares fechados) e a Agorafobia ou Fobia Social (medo de estar publico), podendo ter variantes. O transtorno da ansiedade, por sua vez, se torna um mecanismo psicossomático e o indivíduo que o sofre pode acumular diversos transtornos. Quanto a Ansiedade, pode haver diversas causas, desde problemas de formação psicológica no berço familiar a traumas ocasionados desde a infância, e também pode surgir de momentos de menor impacto na vida do indivíduo, onde a momentos em que a ansiedade pode crescer, dependendo das condições de vida desse indivíduo. Tratamento para Síndrome do Pânico e Ansiedade muitas vezes não é rápido, porém, é um tratamento que

quanto antes iniciado maior a chance de sucesso, quanto mais jovem iniciado, maior a chance de controle da ansiedade. O tratamento pode consistir associado à Hipnoterapia com Fitoterapia (medicamentos naturais), utilizando-se da hipoanálise podemos verificar em Regressão de linha do tempo possíveis causas traumáticas para o surgimento da ansiedade, e por sua vez a busca da solução. Além da Hipnoterapia podemos trabalhar com a Hipnose condicionativa associada a Fitoterapicos que promovem bem estar, facilitando o processo de ressignificação de traumas. A Hipnose condicionativa pode prever o evento do pânico e criar uma dispersão do quadro, mesmo em vigília. A Hipnose condicionativa permite a instalação de gatilhos emocionais pós-hipnóticos prevendo o evento e minimizando sua sensação até o controle completo. Em muitos casos severos, no controle feito com Hipnose já se percebe um bom resultado nas primeiras sessões, sendo um alívio muito grande para o paciente que vem sofrendo com os sintomas há muito tempo. Diversos outros sintomas não citados aqui também podem fazer parte da sintomologia da Ansiedade, como: disfagia, insônia, parurese, incontinência urinaria, disfunções gastrointestinais, dores gerais, etc.

DR. HUMBERTO CÍCERO FONSECA ARAÚJO HIPNÓLOGO CRT/GO 48448 | PSICANALISTA CRTP/GO 26703

• Doutorado em Teologia e Psicanálise Transpessoal; • Mestre em Psicanálise Transacional; • Hipnólogo Especialista em Ansiedade e Depressão; • Psicanalista e Terapeuta.

Corpo & Mente - Clínica Integrada: Av. Cora Coralina, nº48, Setor Sul - Goiânia/GO 62 3645-1209 | 9.9923-4619 Equilibrium Centro Integrado de Saúde: Av. São Francisco, nº 1075, Jundiaí – Anápolis/GO 9.9130-9581 | www.humbertopsicanalista.com 36

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Dieta Paleolítica Low Carb e Jejum Intermitente

Paleolítico é o período anterior à agricultura, portanto, a dieta paleolítica é a dieta de nossos ancestrais. Eles alimentavam-se daquilo que estava disponível, a depender da região: pesca (litoral), caça (savana), vegetais, frutas silvestres, raízes, insetos, larvas e coco (mais da metade das calorias diárias dos homens das ilhas do pacífico). Assim, não há um único cardápio na dieta paleolítica.

No mundo atual, essa dieta baseia-se em carnes, ovos, bacon, castanhas, azeite, vegetais, legumes, raízes e frutas (percebam que não é uma dieta da proteína). Sobre as frutas, existe a quantidade ideal para cada pessoa, e há frutas melhores que outras. São proibidos: grãos, açúcar, laticínios e alimentos processados. O conceito low carb advém do fato de que os carboidratos eram escassos durante 99,5% da nossa evolução. O que nunca foi um problema, já que podemos sintetizar todo o carboidrato necessário a partir de proteínas e triglicerídeos. Nossos ancestrais não comiam três refeições por dia, não faziam lanches, nem comiam a cada 3 horas, eles comiam tudo que podiam, quando tinham a oportunidade. Por isso, os defensores da dieta paleolítica geralmente também defendem o jejum intermitente, que nada mais é que alternar períodos de fartura (comer o que puder, seguindo os princípios da dieta paleolítica low carb) com períodos de jejum (mínimo de 14 horas e máximo de 72 horas).

As grandes preocupações com o jejum intermitente são a possibilidade de perda de massa magra e a redução do metabolismo. Há inúmeros estudos que mostram que, desde que a pessoa pratique musculação, não há perda de massa magra, nem redução da taxa metabólica. O metabolismo não depende muito do que você come ou deixa de comer, e sim de sua quantidade de músculos. Por isso, a restrição calórica, quando associada à musculação, não leva à perda de massa muscular. O que a ciência mostra é que o jejum reduz riscos de doenças cardiovasculares, o risco de desenvolver diabetes, protege o cérebro de doenças degenerativas, melhora o sistema imunológico, auxilia no tratamento do câncer, aumenta os níveis de cortisol, reduz a insulina basal, reduz a pressão arterial e melhora o rendimento físico. Obs.: O jejum só é indicado para pessoas saudáveis ou que a patologia esteja controlada. Consultem sempre um médico e um nutricionista antes de mudar seus hábitos alimentares!

DR. PEDRO LEÃO CRM/DF 20275

• Graduação em Medicina pela Universidade Católica de Brasília; • Pós-graduação em Endocrinologia pelo IPEMED; • Treinamento em Anti-Aging pelo Grupo Longevidade Saudável; • Membro da SOBRAF; • Membro da WOSAAM; • Membro da IHS; • Membro da ABOZ; • Sócio Graduado da SBEM.

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Você sabia que existe ortopedista especialista em mãos? Estamos tão acostumados a pegar algum objeto pequeno com o movimento de pinça, abotoar um botão ou até mesmo digitar no celular que não reparamos nos movimentos das nossas mãos e dedos. Em cada uma, são 27 ossos trabalhando em harmonia, somando 54 nas duas. Isso sem contar nos diversos ligamentos, nervos, tendões e músculos que se unem aos ossos para compor toda a estrutura complexa de movimento que precisamos para realizar tarefas ao longo do dia. Muita coisa, não é mesmo? Por causa de sua complexidade e importância, as mãos ganharam uma especialidade dentro da Ortopedia: a Cirurgia de Mão. Para se tornarem habilitados os médicos passam por uma residência adicional com duração de dois anos. Mas o que faz o especialista em mãos? Basta experimentar qualquer dor ou limitação para escovar os dentes ou levar uma xícara de café até a boca para entendermos porque a especialidade é necessária. Esse ortopedista é responsável por reparar e reconstruir lesões nas mãos e nos punhos, que podem ser de origem óssea,

tendinosa, ligamentar, nervosa, muscular ou cutânea (nas camadas da pele). Além das lesões causadas por acidentes (de trânsito, de trabalho ou explosões de fogos de artifício), esse especialista também atua no tratamento de doenças degenerativas ou deformidades congênitas. Recentemente, estive em viagem ao Vietnã, onde pude participar de um mutirão de cirurgias de mão para pacientes carentes com doenças congênitas nas mãos. Ao lado de médicos de destaque de diversos países, as cirurgias proporcionaram não apenas uma experiência profissional enriquecedora, mas também um crescimento pessoal incrível. Doenças comuns que podem demandar cirurgia Muitas doenças degenerativas que surgem nas mãos demandam tratamento em função de seus sintomas dolorosos, limitação de movimentos ou até mesmo deformidades. O especialista em mãos é o médico mais indicado para avaliar e indicar o tratamento mais adequado, que pode incluir cirurgia. Dentre as que mais surgem no consultório, destaco abaixo as principais e seus sintomas. Artrose: Desgaste da articulação causado por infecções, trauma, degeneração ou doenças inflamatórias (como artrite reumatoide). Seus sintomas são dor na mão, rigidez nas articulações, inchaço dos dedos e dificuldade para escrever ou pegar um objeto. Em estágio avançado, podem surgir nódulos no meio ou na base dos dedos.

Síndrome do túnel do carpo: É uma doença do sistema nervoso (neuropatia), provocada pela compressão do nervo mediano no carpo, estrutura localizada entre a mão e o antebraço. A doença geralmente está associada a algumas condições como tendinites, traumas, e doenças reumáticas. Mulheres grávidas também podem desenvolver a síndrome. Os sintomas que merecem atenção são as dores e dormências e formigamentos noturnas. Outro fator que merece a atenção é a atrofia da região tenar da mão, onde ficam os músculos da base do polegar. Se esse nervo fica apertado dentro do túnel do carpo pode também ocorrer atrofia dessa musculatura e essa condição é um sinal de gravidade. Dedo Em Gatilho ou Tendinite dos Flexores: O dedo em gatilho é uma inflamação do tendão que permite o movimento de dobrar o dedo. Quando afetado, o dedo fica sempre dobrado, mesmo quando se tenta abri-lo, causando dor intensa na mão. Os sintomas são dor na base dos dedos ou na palma da mão, inchaço e endurecimento do dedo. Além disso, quando a inflamação é crônica, ao tentar esticar o dedo, ele produz um estalido doloroso parecido com um gatilho.

DR. HENRIQUE BUFAIÇAL CRM/GO 11627 CIRURGIA DA MÃO - RQE 7911 ORTOPEDIA E TRAUMATOLOGIA - RQE 7921

• Especialista em Cirurgia da Mão e Microcirurgia; • Graduado em Medicina na Universidade Federal de Goiás - UFG; • Residência em Ortopedia e Traumatologia no Hospital das Clínicas – UFG; • Residência em Cirurgia da Mão no Hospital Ortopédico de Belo Horizonte/MG; • Fellow em Cirurgia na Mão e Microcirurgias pelo Institut Européen de la Main França/Luxemburgo; • Chefe do Serviço de Mão do CRER.

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MICROFISIOTERAPIA revelando os segredos do seu corpo e promovendo uma qualidade de vida plena através dos toques O corpo tem uma memória que começa a ser formada quando ainda estamos em desenvolvimento dentro do útero, quando ainda somos embriões. Cada experiência de vida, boa ou má, fica registrada em nossas células, e é assim que o nosso organismo cria o que os cientistas chamam de “memória biológica”. As experiências agradáveis registradas na nossa “memória biológica” ajudam a dar plenitude e saúde ao nosso corpo, já as experiências traumáticas criam bloqueios, traumas somatoemocionais, posturas erradas, tensões musculares que impedem o livre fluxo da energia vital em nosso organismo. E foi a partir deste conceito que nasceu a microfisioterapia, uma técnica manual francesa que utiliza toques sutis, denominados de micro-palpações, para acessar a nossa “memória biológica”. É através destes toques que é possível encontrar as tensões deixadas em nosso corpo pelas experiências traumáticas. As posturas e hábitos incorretos, os traumas físicos, emocionais, ambientais e tóxicos é que deixam ao longo da vida estas marcas, como pequenas cicatrizes que enfraquecem a capacidade de reação do organismo. A microfisioterapia atua de forma precisa e benéfica, o diferencial desta técnica é que, além de tratar o sintoma e a origem da queixa apresentada pelo paciente, ela vai investigar a causa primária da doença, ou seja, a origem mais profunda, aquilo que deu

início a tudo e que está memorizado nos diferentes tecidos do corpo. O fisioterapeuta palpa diferentes zonas do corpo a fim de verificar se os ritmos são normais, e se eles estiverem ausentes ou fracos, significa que existe ali uma “cicatriz”, podendo ser o sinal de uma disfunção naquela região ou em outro local do corpo. Assim, depois de localizar e identificar as cicatrizes, o fisioterapeuta usa as palpações sutis para “mostrar” ao organismo a presença daquele bloqueio, pra que o próprio corpo identifique a memória do trauma e trabalhe para reestabelecer sua normalidade.

Efeito da Microfisioterapia

“A principal vantagem da técnica é que independente do motivo pelo qual o paciente procura o tratamento, o restabelecimento das funções vitais do organismo como um todo promove uma melhora na função de todos os órgãos, gerando uma melhor qualidade de vida”. Com isso, embora a técnica não seja para fins estéticos, os resultados podem ser satisfatórios desde que a causa primária seja decorrente de bloqueios em glândulas ou órgãos es-

pecíficos que estejam em disfunção, beneficiando, por exemplo, pacientes com problemas de sobrepeso e edemas (retenção de líquidos). Em alguns casos, como no tratamento de distúrbios psicológicos, o tratamento com a microfisioterapia é indicado de forma complementar ao tratamento médico, psicológico ou psiquiátrico e é recomendado para todas as pessoas, independente da idade ou do estágio em que a doença se encontra.

As sessões

O tempo de duração da sessão é de aproximadamente uma hora, com intervalos de 30 ou 60 dias, dependendo da necessidade de cada paciente.

Principais indicações:

Lesões desportivas - Dores físicas (lombalgias, ciatalgias, cervicalgias, cervicobraquialgia, tendinites), LER e DORTs - Traumas físicos (entorses, contusões e luxações) - Problemas somatoemocionais – Enxaquecas – Fibromialgia - Fadiga Crônica - Doenças Autoimunes.

DR. IGOR VILELA JUNQUEIRA FISIOTERAPEUTA | CREFITO-9 104785-F

• Graduação em Fisioterapia pela UNIC - Universidade de Cuiabá/MT; • Formação em Microfisioterapia P9; • Formação Internacional em Leitura Biológica; • Formação Internacional no curso Memórias Ciclos de uma Vida; • Formação Internacional em Posturoterapia Neurosensorial; • Formação Internacional em Terapia Integrativa; • Formação Internacional em Homeopatia Detox pelo Método Ton Jansen.

Espaço Vilela Saúde: Av. T-04, Qd 123 Lt 06, Salas 05 e 07 - Setor Bueno - Goiânia/GO (65) 98427-6001 | 98163-0000 @drigorvilela | Igor Vilela Junqueira 46

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Varizes Pélvicas: causa, sintomas e tratamentos Pesquisas indicam que um terço das mulheres já sentiu ou irá sentir algum tipo de dor pélvica.

Considerada uma importante causa de dor pélvica crônica, as varizes pélvicas são veias dilatadas que surgem principalmente ao redor do útero, trompas e ovários. Estas veias contêm válvulas e são de extrema importância para a drenagem venosa da pelve. Quando elas se tornam insuficientes, irão resultar na formação das dilatadas e dolorosas Varizes Pélvicas. O surgimento de varizes provoca um represamento do sangue, criando uma congestão venosa, causando dores crônicas na pelve, região do períneo e bacia.

Além da dor crônica pélvica, os sintomas das varizes pélvicas na mulher podem incluir: • Intensas dores/cólicas abdominais; • Dor durante e após relação sexual; • Sensação de peso e queimação na região perineal; É de suma importância que médico e paciente estejam atentos aos sintomas, para que se tenha um diagnósti-

co preciso, possibilitando ao paciente o tratamento adequado para retornar a uma vida normal e sem dores. Existe um alto índice de confusão entre outras doenças da pelve feminina e a Congestão Pélvica, e muitas pacientes são submetidas à tratamentos, sem melhora significativa. A gravidez é um dos principais fatores que induzem o aparecimento, ou piora, das varizes pélvicas. O diagnóstico desta doença é simples, sendo utilizado para isto, além da consulta e exame físico, uma ultrassonografia doppler transvaginal, que deve ser realizada por um profissional experiente no assunto. Este exame avalia o fluxo de sangue nas veias pélvicas.

A Embolização como tratamento para varizes pélvicas:

As varizes pélvicas podem ter seus sintomas controlados através de medicamentos. O uso de medicamentos orais ajuda a diminuir a dilatação das veias e melhora os sintomas, mas nem sempre é efetivo e duradouro. A intervenção cirúrgica apresenta-se como um procedimento de alta complexidade e alto risco, sendo praticamente abandonada para esta doença.

A embolização das varizes pélvicas é uma excelente alternativa para as pacientes que sofrem com este problema. É um procedimento minimamente invasivo, realizado com anestesia local, através de uma pequena punção na região da virilha, sem corte, onde é inserido um cateter, o qual segue até as veias ovarianas dilatadas, e aí são injetados agentes embolizantes (molas e espuma) que bloqueiam o fluxo sanguíneo, evitando o refluxo nas varizes pélvicas, sem comprometer o restante da drenagem pélvica. A paciente permanece menos de 24h no hospital. Este procedimento tem apresentado excelentes resultados, em geral o tratamento é eficaz com apenas uma sessão de embolização, onde as melhoras dos sintomas são relatadas já nas primeiras semanas. Todo o processo pré e pós Embolização das Varizes Pélvicas, deve necessariamente ser feito em equipe, formada por Ginecologista e o Radiologista Intervencionista.

DR. LUIZ OTAVIO CORRÊA RADIOLOGIA INTERVENCIONISTA CRM/GO 12048 | RQE 8290

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• Faculdade de Medicina do ABC SP/SP; • Especialista pela Sociedade Brasileira de Radiologia Intervencionista; • Especialista em Cirurgia Geral e Vascular pela Santa Casa de São Paulo; • Especialista em Cirurgia Endovascular pela Beneficência Portuguesa de São Paulo; • Especialista em Radiologia Intervencionista pelo Dotter Interventional Institute, na Oregon Health & Science University, de Portland, nos Estados Unidos. rsaude.com.br | Março . 2019 | Revista Saúde

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Tosse,

um sintoma não silencioso! A tosse é um sintoma muito comum e o que mais ouvimos nas emergências e consultórios é: ‘‘Doutor(a) preciso de um xarope para a tosse.’’ No entanto o que poucos sabem é que não existe essa medicação milagrosa. É um sintoma de reflexo do organismo, mostrando que algo não está bem, e na tentativa de expelir o agente causador produzimos esse som que incomoda a todos.

• Resfriados: tosse mais secretiva, que vem acompanhada de outros sintomas; • Coqueluche: é a chamada tosse comprida principalmente em bebês que deve ser tratada rapidamente; • Laringite: é a famosa tosse de cachorro; • Infecções como: Tuberculose, Pneumonias e Sinusites.

Então como fazemos para tratar a tosse? Precisamos entender qual a doença que está gerando esse sintoma para podermos fazer um tratamento específico e eficaz. Na criança a tosse é a segunda maior queixa na emergência (febre está em primeiro lugar) e pode ser causada por várias doenças, por exemplo: • Asma: muitas vezes pensamos na asma como a criança com falta de ar, mas algumas vezes o único sintoma é a tosse, que piora quando a criança faz atividade física, piora na madrugada, piora com exposição ao frio; • Rinossinusite: tosse do gotejamento pós-nasal, com sintomas durante o dia e piora noturna, sendo aquela criança sempre com congestão nasal associada; • Refluxo: tosse que piora quando se deita;

Essas são somente algumas das inúmeras doenças que podem causar esse sintoma tão comum, e cada uma delas possui o seu tratamento específico. Ás vezes essa missão do diagnóstico não é tão fácil e necessita da intervenção de um especialista, principalmente quando a queixa já está crônica. Geralmente vemos sacolas de medicamentos na tentativa de cessar esse grande incômodo, e ouvimos sempre as mães dizerem “Essa criança tosse toda noite, tosse até vomitar, melhora um período e piora novamente, não aguento mais ver meu filho tossir”. Sabemos que a maioria das causas são preveníveis, seja ela por alergia respiratória, refluxo, infecções, entre outras, portanto, o mais importante é a investigação para não apenas amenizar o sintoma e sim tratar de vez o problema.

Por esses motivos a consulta com o médico especialista é muito importante para melhorar a qualidade de vida das famílias.

DRA. GABRIELA DOURADO MARANHÃO PEDIATRIA - ALERGIA E IMUNOLOGIA PEDIÁTRICA CRM/GO 14.840 - RQE 9940 | 10009

• Residência Médica em Pediatria no Hospital Regional Ceilândia DF; • Residência Médica em Alergia Pediátrica no Hospital Materno Infantil de Brasília DF; • Graduação em Medicina FACIPLAC-DF.

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Fibromialgia Considerada uma das enfermidades reumatológicas mais frequentes, ao lado das Osteoartrites, Osteoporose e Artrite Reumatoide, a Fibromialgia (FM) é mais comum nas mulheres e costuma surgir entre os 35 e 50 anos de idade. É definida como uma síndrome clínica que se manifesta com dor no corpo todo. Na maioria das vezes, fica difícil dizer se a dor é nos músculos ou nas articulações. Junto com a dor, surgem sintomas como cansaço (fadiga), insônia, sono não reparador, rigidez matinal, ansiedade, formigamentos, depressão, tontura, distúrbios intestinais e problemas de memória e concentração. Uma das características principais da Fibromialgia é a grande sensibilidade que os pacientes têm ao toque e à pressão de vários pontos do corpo. Muitas vezes, ela se associa a outras enfermidades reumatológicas.

Causas da Fibromialgia:

Embora seja uma enfermidade há muito tempo reconhecida, as causas da doença ainda permanecem obscuras. Evidências atuais relacionam a sensibilização inadequada do sistema nervoso central da dor como a origem da FM. Alterações nos mecanismos centrais de controle de dor (modulação e amplificação) levaria a um distúrbio de neurotransmissores. Este quadro pode ser influenciado em maior ou menor grau por fatores psicológicos, sociais e comportamentais.

Diagnóstico e Tratamento:

O diagnóstico da fibromialgia é exclusivamente clinico, ou seja, anamnese e exame clínico muito bem feitos. Eventuais exames podem ser solicitados para o diagnostico diferencial de outras doenças. O plano de tratamento deve ser elaborado pelo médico em conjunto com o paciente e a família. Trabalhar o estilo de vida, focando os aspectos emocionais, alimentação e as atividades físicas (compatíveis com a idade e a intensidade das dores) são medidas primordiais. Recomendamos drogas antidepressivas e outros neuromoduladores para tratar especialmente o componente doloroso. Estas por sua vez também melhoram e estabilizam o componente emocional. Analgésicos e relaxantes musculares são muitas vezes úteis, pois diminuem a intensidade da dor. Dependendo do perfil do paciente, a acupuntura, a fisioterapia e a massoterapia podem ser boas alternativas. Porém, a participação ativa do paciente é fundamental para o resultado do tratamento, pois ele é o principal protagonista, tendo atitude e vontade de seguir a orientação médica.

DRA. PAULA MENEZES DE AQUINO RAMOS REUMATOLOGISTA CRM/GO 13041 | RQE 7997 Mais Informações

• Graduação em Medicina pelo Centro de Ensino Superior de Valença; • Professora do Centro Universitário de Anápolis; • Membro da Sociedade Brasileira de Reumatologia; • Residência em Clínica Médica pela Santa Casa de Misericórdia de Goiânia; • Residência em Reumatologia pelo Hospital Geral de Goiânia. rsaude.com.br | Março . 2019 | Revista Saúde

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Lentes de Contato Cerâmica Realidade Atual! 1

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Essa nova era na odontologia é confiável e longeva? Longevidade está relacionada à duração da vida e, por mais que os resultados estéticos e funcionais fiquem excelentes imediatamente após a instalação das lentes de contato e facetas cerâmicas, o mais importante é que as restaurações tenham resultados que perdurem pelo maior tempo possível. Sempre que possível, diante da especificidade do caso, é essencial que se preserve o máximo de estrutura dental, mantendo esmalte, para o máximo de previsibilidade e longevidade. Segundo a Profa. Dra. Paula Cardoso, a durabilidade das facetas/lentes de contato cerâmicas parece ser de, em média, 15 anos de acordo com estu-

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dos clínicos importantes, demonstrando a excelente manutenção da estética, alta satisfação do paciente e ausência de efeitos adversos sobre a saúde gengival. O aumento da sobrevida dessas restaurações está diretamente ligado à rigorosa manutenção, que consiste em manter um acompanhamento clínico-radiográfico periódico dos trabalhos instalados e adequada rotina de higienização. Dra. Paula Cardoso, autora de livros sobre o assunto e Professora da Equipe Dentística responsável por uma casuística de mais 13 mil lentes/facetas cerâmicas instaladas nesses últimos 9 anos, recomenda retorno anual aos pacientes que foram submetidos a esse tipo de tratamento. Figuras- (1) Situação inicial com presença de diastemas e escurecimento generalizado e fisiológico. (2) Aspecto final após realização das lentes de contato cerâmicas sem necessidade de preparo do elemento dental. Caso confeccionado em parceria com Laboratório Dentística Lab. Existe a necessidade de desgastar os dentes? Inicialmente, vale ressaltar que Lentes de Contato Cerâmica são lâminas confeccionadas em cerâmica e cimentadas sobre estrutura dental com mínimo ou nenhum desgaste, fortemente unidas ao esmalte dental. Já,

as Facetas são peças também confeccionadas com o mesmo material, mas que exigem a confecção de preparos da estrutura dental. A decisão pela a instalação de lentes de contato ou facetas cerâmicas passa a ser pautada por critérios clínicos e resultado desejado, apresentando aspecto de naturalidade e não tão somente pela facilidade de execução ou desejo de não desgastar os próprios dentes. O erro desse passo clínico gera resultados artificiais e impõe riscos biológicos severos ao longo do tempo, sob pena de desenvolvimento de recessões gengivais, resultados opacos e artificiais e volume dental desproporcional aos conceitos básicos de naturalidade. Vale ressaltar que, quando necessário, todo cirurgião dentista PREPARA o elemento dental e não DESGASTA! Dentre as situações que necessitam de preparo, destaca-se para os dentes escuros que necessitam ser preparados para se obter o resultado estético desejado. A falta de avaliação desses critérios individuais gera a execução das lentes de contatos com ZERO de desgaste de forma generalizada gerando resultados artificiais como se tem observado nas MÍDIAS SOCIAIS. Figuras- (3) Fotografia lateral inicial (4) Final, após cimentação das lentes de contato cerâmicas. Caso confeccionado em parceria com Laboratório Dentística Lab.


Intolerância a Lactose: na infância A alimentação adequada é um fator importante para o crescimento e desenvolvimento da criança desde o primeiro dia de vida. Quando necessário, a substituição do leite materno pelo leite de vaca, deve ser realizada com cuidado, pois além de não suprir as necessidades do lactente, o leite de vaca pode desencadear o aparecimento de situações clínicas que exijam a suspensão parcial ou mesmo total desse alimento. Dentre essas situações, a intolerância à lactose é uma das mais comuns. A intolerância à Lactose é um distúrbio gastrointestinal caracterizado pela dificuldade parcial ou total do organismo em digerir o açúcar encontrado no leite e nos derivados. É uma produção reduzida da “Lactase”, uma enzima encontrada no intestino delgado, responsável por digerir a “lactose”. Pode acometer todas as idades, e ocorrer de forma persistente ou temporária, como nos casos de diarreia prolongada ou doenças inflamatórias do intestino. 

Essa produção reduzida da enzima faz com que a Lactose chegue de forma intacta no intestino grosso, levando a uma maior fermentação desse substrato pelas bactérias normais do organismo. Essa fermentação faz com que tenha maior retenção de água e formação de gases, levando à cólicas e diarreia. Os sintomas podem variar de acordo com a produção da enzima em cada paciente, e a quantidade de leite e derivados ingeridos. É importante estabelecer diferença entre Alergia ao Leite de vaca e Intolerância à Lactose. A alergia é uma reação adversa à proteína do leite. O quadro clínico é bem  variado e pode ter manifestações gastrointestinais, respiratórias e cutâneas. O paciente pode apresentar reações  independente da quantidade de

Como os sintomas podem ser bem semelhantes nas duas patologias, é muito importante uma boa história clínica feita pelo pediatra, e em alguns casos o acompanhamento do especialista Gastropediatra.

proteínas ingeridas.

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DRA. ANA PAULA QUEIROZ DE PADUA GASTROENTEROLOGIA PEDIÁTRICA CRM/GO 14396 | RQE 9237 | RQE 9238

• Graduação em Medicina pela Universidade Federal de Goiás (UFG); • Residência Médica em Pediatria pelo Hospital das Clínicas da UFG; • Residência Médica em Gastroenterologia e Hepatologia pediátrica pelo Hospital das Clínicas USP Ribeirão Preto; • Endoscopista Pediátrica pelo Hospital das Clínicas da USP de Ribeirão Preto.

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A Pressão Intraocular Alta pode causar Glaucoma, saiba mais sobre esse assunto: 1- Quais são os sintomas de pressão alta nos olhos? Isso é sinal de Glaucoma?

Infelizmente, a maior parte dos pacientes com hipertensão ocular, ou seja, pressão alta nos olhos, não apresenta qualquer sintoma. Por isso, o exame preventivo é essencial, principalmente para aqueles com histórico de glaucoma na família. Vale frisar que apenas a medida da pressão ocular no exame de rotina não é suficiente, visto que uma determinada pressão pode ser boa para uma pessoa, mas ruim para outra. Mesmo os pacientes com glaucoma, aqueles em que a pressão elevada já lesou o nervo óptico, em sua maioria, não referem qualquer sintoma relacionado a perda do campo visual ou até fases mais avançadas da doença. Por fim, em poucos casos, pode ocorrer aumento mais significativo da pressão ocular, levando ao embaçamento visual, visão de halos coloridos, dor e vermelhidão nos olhos.

2- Qual a pressão do olho normal, sem Glaucoma?

Geralmente, os olhos saudáveis, sem glaucoma, apresentam pressão entre 10 a 21 mmHg. Porém, muitos pacientes com pressão “normal”, de 16 mmHg por exemplo, podem desenvolver glaucoma. Depende da sus-

ceptibilidade de cada um. Portanto o exame adequado deve incluir, além da pressão, avaliação detalhada do fundo de olho (nervo óptico e camada de fibras da retina) e do campo visual. A pressão ocular elevada atualmente é considerada apenas um fator de risco e há alguns anos deixou de fazer parte da definição do glaucoma.

4- O que causa a pressão ocular alta?

O olho produz constantemente no corpo ciliar um líquido conhecido como humor aquoso, o qual preenche a sua parte anterior. Esse líquido é drenado para uma região chamada ângulo da câmara anterior, localizado na junção entre a íris e a córnea, gerando assim um ciclo contínuo de equilíbrio entre produção e escoamento. Quando o escoamento torna-se menor do que a produção do humor aquoso, a pressão intraocular se eleva e passa a lesar o nervo óptico, comprometendo gradativamente a visão. Esse é o principal mecanismo da origem do Glaucoma.

5- O que posso fazer para diminuir a pressão ocular?

Basicamente existem 3 alternativas para redução da pressão intraocular: uso de colírios, laser e cirurgia. Existem várias opções tanto para os

colírios quanto para os procedimentos a laser e/ou cirúrgicos. A indicação do tratamento mais apropriado depende do tipo de glaucoma, do estágio da doença, do nível da pressão intraocular e da idade/condições clínicas do paciente.

6- Quem tem pressão alta ocular corre o risco de perder a visão?

Sim, é a principal causa de cegueira irreversível no mundo, atingindo aproximadamente 80 milhões de pessoas. Mas é importante frisar que nem toda pessoa com pressão ocular alta tem glaucoma. Essa pessoa pode ser apenas um hipertenso ocular, e muitas delas nunca irão desenvolver glaucoma. Isso vai depender de outros fatores de risco. Logo, é importante o exame com especialista para uma avaliação completa.

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DR. FÁBIO DAGA OFTALMOLOGISTA CRM/GO 22.410 | RQE 11596

• Graduado em medicina pela Universidade Federal do Paraná - UFPR; • Residência em Oftalmologia pela Irmandade Santa Casa de Misericórdia de São Paulo - ISCM/SP; • Especialização em Glaucoma pela Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP; • Especialização em Catarata e Cirurgia Refrativa pela Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP; • Doutorado na Universidade da Califórnia em San Diego – UCSD; • Doutorado no Duke Eye Center, da Duke University; • Glaucoma, Catarata e Cirurgia Refrativa pela Unifesp; • Membro da Sociedade Brasileira de Glaucoma, da Sociedade Brasileira de Catarata e Cirurgia Refrativa, da American Glaucoma Society, e da American and European Societies of Cataract and Refractive Surgery. rsaude.com.br | Março . 2019 | Revista Saúde

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Dor no ombro? Pode ser lesão do Manguito Rotador O manguito rotador é o nome que damos ao conjunto de 4 tendões com seus respectivos músculos que se localizam no ombro. A integridade desses tendões é fundamental para o bom funcionamento do ombro. É o manguito rotador que nos permite levantar objetos, rodar o braço, arremessar uma bola e realizar diversas atividades da vida diária com os membros superiores. A lesão do manguito rotador é a causa mais comum de dor no ombro. As lesões do manguito rotador podem acontecer de duas maneiras: por traumatismos ou acidentes, ou por degeneração. Esta última é a principal causa de lesão dos tendões, uma vez que, com o envelhecimento, ocorre um enfraquecimento natural dos tendões. Fatores genéticos e hábitos/ antecedentes pessoais, tais como tabagismo, esforços repetitivos pelo trabalho ou esporte, diabetes, reumatismos, podem levar a um maior enfraquecimento do tendão, causando sua ruptura ou lesão. O principal sintoma desta lesão é a dor. Frequentemente localiza-se na região mais lateral do ombro e irradia-se para o braço, piorando com a movimentação do ombro. A dor pode ser mais intensa à noite, ao deitar na cama. Pode, ainda, irradiar para a parte de trás ou para frente do ombro. A perda de força e movimentação do ombro também podem ocorrer em lesões maiores. Em muitos casos, se a dor localiza-se mais próxima ao pescoço, a origem do problema pode

estar na coluna cervical, e não no ombro, sendo esta dor causada por irradiação de uma hérnia de disco ou de uma artrose cervical, por exemplo. A ressonância magnética é o melhor exame para o diagnóstico da lesão do manguito rotador. Permite avaliar a presença ou não da lesão, seu tamanho e localização, auxiliando na definição do tratamento mais adequado. A ultrassonografia também permite o diagnóstico destas lesões,

porém com acurácia inferior à ressonância magnética, pois é dependente da experiência do médico radiologista. O melhor tratamento destas lesões depende de uma série de fatores, tais como idade do paciente, intensidade da dor, perda da função, número de tendões acometidos, se a lesão é parcial ou completa. Ressalta-se, ainda, que as lesões dos tendões não cicatrizam sozinhas. No entanto, nem todas as lesões necessitam de cirurgia. As lesões parciais do manguito rotador são geralmente de tratamento não-cirúrgico. Utilizam-se medicações antinflamatórias, repouso, gelo e está indicado o tratamento fisioterápico com o objetivo de reduzir a dor, melhorar o alongamento e fortalecer a musculatura ao redor do ombro. Apesar das lesões dos tendões não cicatrizarem, os sintomas podem diminuir e assim permanecerem por longo

período. A cirurgia é indicada quando o tratamento conservador com reabilitação, realizado adequadamente por 3 a 6 meses falhar, ou seja, o paciente persistir com dor e disfunção. Para lesões acometendo menos que 50% da espessura do tendão, o tratamento não cirúrgico é muito eficiente. O fortalecimento da musculatura poupa a solicitação dos tendões do manguito rotador, permitindo que a lesão não progrida. Para lesões maiores que 50%, muitas vezes, o tratamento fisioterápico pode não ser eficaz. Nas lesões completas ou transfixantes, a regra é o tratamento cirúrgico para a maioria dos casos. As lesões completas podem progredir de tamanho ao longo do tempo e quando isto ocorre, pode tornar-se irreparáveis, ou seja, mesmo com a cirurgia, o tendão pode não retornar ao seu local de origem ou mesmo ter um risco altíssimo de nova rotura. O tratamento não cirúrgico é reservado para pessoas com baixa utilização dos ombros (idosos não ativos) ou pessoas com contraindicações clínicas para esta modalidade de tratamento. No entanto, se o paciente tem pouca ou nenhuma dor, a conduta pode ser conservadora, realizando-se reabilitação adequada, evitando-se movimentos com o braço elevado e realizando um seguimento médico periódico para avaliar se há progressão da lesão ou piora dos sintomas. Atualmente, a maioria das lesões do manguito rotador é reparada por artroscopia (cirurgia por vídeo). Normalmente, o paciente permanece internado no hospital por menos de 24 horas. O tratamento cirúrgico apresenta bons resultados na maioria dos casos, com melhora da dor e função.

DR. THIAGO BARBOSA CAIXETA ORTOPEDIA E TRAUMATOLOGIA CRM/GO 13291 | RQE8070 Mais Informações

• Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia do Ombro e Cotovelo; • Membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia; • Preceptor do Serviço de Treinamento Avançado em Cirurgia do Ombro e Cotovelo do Hospital das Clínicas - UFG; • Responsável pelo Serviço de Cirurgia do Ombro e Cotovelo do Centro de Ortopedia Especializada - COE.

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“Espinhas” no couro cabeludo, o que pode ser? “Se você pretende ter cabelos saudáveis e bonitos por longo tempo, é necessário que conheça alguns dos problemas que podem surgir no couro cabeludo”, explica a Dra. Lorena Dourado Alves, Dermatologista com Título de Especialista pela Sociedade Brasileira de Dermatologia e com Formação em Tricologia (ciência que estuda o cabelo) pela Faculdade de Medicina do ABC e pela USP. Segundo a Dra. Lorena Dourado, um problema comum no couro cabeludo é a foliculite, que é uma inflamação no folículo piloso. Uma espécie de “espinha” que fica avermelhada com pús e dor no local. Pode aparecer isoladamente, com poucas lesões ou várias simultaneamente. Quando aparecem isoladas, podem ser apenas uma manifestação de um couro cabeludo mais oleoso, ou surgir por efeito de algum produto que estiver aplicando, ou ainda, ser a manifestação de alguma doença do couro cabeludo. A Dra. Lorena explica que as doenças mais comuns que se manifestam com lesões que lembram espinhas no couro cabeludo são a foliculite decalvante, a foliculite dissecante e o líquen plano pilar. FOLICULITE DECALVANTE A foliculite decalvante é uma doença que começa com lesões de foliculite, mais comuns na região do vértex (topo) da cabeça e no processo de cicatrização das lesões, evolui com falhas no cabelo de aspecto cicatricial,

onde não há mais o nascimento de cabelos no local e com formação de “tufos” de cabelo, como se vários fios se unissem formando um grande “buquê de fios” (mais de 8 fios saindo do mesmo local, sendo que nas pessoas sem essa doença saem, geralmente, até 4 fios do mesmo local). É uma doença que embora ainda não tenha cura, deve ser tratada para atingir um controle e evitar a piora das lesões, informa a Dra. Lorena Dourado. FOLICULITE DISSECANTE A foliculite dissecante, também conhecida como foliculite abscedante, é uma doença que é mais comum em homens. Caracteriza-se por lesões de foliculites com acúmulo maior de pús e queda de cabelo no local. Conforme explica a Dra. Lorena, “Junto com as espinhas, ela faz parte de um grupo de doenças, que apresenta formação de abscessos que são grandes coleções de pús. Esse pús localiza-se mais profundamente no couro cabeludo, dessa forma, com o tratamento, é possível que o cabelo volte a nascer novamente no local afetado”. LÍQUEN PLANO PILAR O Líquen Plano Pilar é uma doença autoimune em que seu próprio

organismo ataca seu cabelo, gerando um processo inflamatório em que há a destruição dos folículos do local, formando falhas no cabelo de aspecto cicatricial. É uma doença que se manifesta também com foliculites, geralmente com saída de menos secreção purulenta ou sangue que nas doenças citadas anteriormente e pode ser associada à coceira no local. Nela, também pode haver a formação de tufos de cabelo, porém com menos fios que na foliculite decalvante. É uma doença que também tratamos buscando atingir um controle, já que por ser autoimune não possui cura, ressalta a Dra. Lorena Dourado. Se você apresenta um couro cabeludo sensível, com dor, coceira, descamação, foliculite ou outros problemas, procure um dermatologista com título de especialista pela sociedade brasileira de dermatologia para que este faça seu diagnóstico e inicie seu tratamento da forma mais adequada às suas necessidades clínicas. “Lembre-se que não só seus cabelos mas também seu couro cabeludo merece atenção e cuidados constantes para os cabelos ficarem sempre bonitos e saudáveis”, conclui a Dra. Lorena Dourado.

DRA. LORENA DOURADO DERMATOLOGIA CRM/GO 11663 | RQE 7207

• Especialista em Dermatologia pela UFG (MEC) e pela SBD; • Formação em Tricologia (ciência que estuda o cabelo) pela Faculdade de Medicina do ABC e pela USP; • Dermatologista Responsável pelo Ambulatório de Cabelos da UFG.

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Bem-Estar: Conquista Diária Muito se fala sobre o bem-estar, porém o que seria esse conceito e porque é tão difícil alcançá-lo nos dias de hoje?

O bem-estar envolve um conceito global de saúde, que versa sobre os pilares que regem nossa existência, que ao contrario do que a maioria pensa não envolve apenas ter uma saúde biológica adequada, mas também um equilíbrio entre as inúmeras áreas da vida, que são sociabilidade, lazer, trabalho, sono, saúde sexual, família, saúde mental, dieta e a prática de exercícios físicos, que juntos e em equilíbrio interferem de forma positiva sobre o modo como nos sentimos. Uma vez que uma área dessas desequilibra, as outras tendem a apresentar problemas em cascata, uma vez que vai desregulando a saúde física e mental. É muito importante saber detectar quando uma área não vai bem, para que sejam tomadas as providências antes que haja impactos nas outras áreas. Um erro muito comum é investir demais em uma dessas áreas e esquecer-se de outras, levando a um desequilíbrio global do corpo, que pode levar a doenças graves a médio/longo prazo. Devemos nos lembrar de que é importante ler os sinais que o corpo nos envia, como uma dor de cabeça todo final de tarde ou uma dor nas costas que incomoda quase que diariamente, ou até mesmo, uma irritabilidade excessiva que pode estar funcionando como um alerta de que não estamos tratando alguma área

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do nosso funcionamento corporal como deveríamos. Por esse motivo não devemos ignorar as pequenas pistas que o corpo e a mente podem nos dar, de que algo pode estar saindo dos trilhos, pois, quando há um real desequilíbrio o sofrimento pode ser maior. Não é clichê falar em dieta e exercício físicos, pois é isso que move a máquina chamada corpo humano, se não dermos o combustível adequado a ele podemos ter consequências graves, assim como deixa-lo parado sem o mínimo de estímulo adequado. Buscar bem-estar é cuidar do nosso corpo e alma, que são nossos bens mais preciosos, fazendo bem tanto a nós mesmos, como aos que nos rodeiam. Sempre é tempo para cultivar hábitos que elevem nosso bem-estar, e devemos criar metas para que haja

uma caminhada rumo ao aumento progressivo desse bem. Não precisa ser complicado, pode ser devagar desde que o objetivo seja cuidar de você, pode começar dormindo uma hora a mais por noite e tendo um período de lazer com os amigos por semana. Mas nunca devemos nos esquecer da importância de consultar profissionais habilitados com frequência, ao menos semestralmente para avaliar a saúde como um todo e detectar pontos a melhorar. Seja seu maior incentivo!

DRA. HELOISE MEDEIROS MÉDICA CRM/GO 14810

• Graduada em Medicina pela Universidade de Ribeirão Preto; • Pós-Graduada em Nutrologia pela Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN). rsaude.com.br | Março . 2019 | Revista Saúde

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Ronco, fique atento! Quando existe um estreitamento ou obstrução das vias respiratórias superiores durante o sono, a passagem do ar durante a respiração produz uma vibração das paredes deste espaço produzindo um barulho que chamamos de ronco.

Quando existem grandes vibrações o ruído torna-se tão intenso a ponto de prejudicar não só quem dorme no mesmo quarto, mas também a própria pessoa que ronca. Isto porque nestes casos, o ronco pode ser um sinal da Síndrome da Apnéia Obstrutiva do Sono (SAOS). Esta síndrome é caracterizada por paradas respiratórias (apneia) que ocorrem pelo fechamento do espaço por onde o ar passa depois que entra pelo nariz (faringe) quando a pessoa está dormindo e roncando. Estes episódios de paradas respiratórias têm como consequência uma menor oxigenação do sangue que podem causar danos ao organismo. Alguns fatores contribuem para o surgimento da apnéia e do ronco como queixo curto, sobrepeso, uso de álcool e alguns tipos de medicamentos, amígdalas e adenóides muito grandes, entre outros. Os pacientes com a síndrome da apneia obstrutiva do sono podem

apresentar além do ronco, sono agitado, sensação de sufocamento ou engasgamento, suor intenso durante o sono, sensação de dormir e acordar cansado frequentemente, sonolência excessiva durante o dia, cefaleia no período da manhã, dificuldade de concentração e memória, depressão e irritabilidade, e em casos mais graves podem surgir hipertensão arterial e pulmonar, doença cardíaca isquêmica, arritmias cardíacas, entre outros. O diagnóstico é feito com base nos dados coletados na história clínica e exame físico, na polissonografia do sono e nos exames de imagem como tomografia e fibrolaringoscopia. O tratamento deve ser feito de forma multidisciplinar e pode ser comportamental, clínico e cirúrgico. Entre os tipos de tratamentos cirúrgicos, a Cirurgia Ortognática tem se mostrado como uma excelente opção terapêutica para tratamento da SAOS por promover aumento da via aérea superior. Nesta cirurgia, é feito um avanço de alguns ossos da face (mandíbula, maxila e mento) e toda a musculatura inserida nestes ossos também acompanha este movimento, o que resulta em um alargamento do espaço de vias aé-

reas superiores, criando assim espaço suficiente para que o ar passe durante a respiração. A SAOS, quando não diagnosticada e tratada adequadamente, conduz a longo prazo à importantes alterações cardiovasculares e neuropsicológicas podendo ser causa de múltiplas complicações cujos efeitos podem projetar-se negativamente a nível pessoal, familiar e social. Assim, sempre que houver suspeita ou presença de alguns dos sinais e sintomas, um especialista deve ser procurado.

DR. DANIEL NOVAES CIRURGIÃO E TRAUMATOLOGISTA BUCOMAXILOFACIAL - CRO/GO 12395

• Residência em Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial – Hospital de Urgências de Goiânia; • Treinamento e Credenciamento em Artroscopia Cirúrgica da ATM – Miami Anatomical Research Center (EUA); • Cirurgião e Preceptor da Residência em Cirurgia Bucomaxilofacial do Hospital de Urgências de Goiânia – HUGO; • Cirurgião e Preceptor da Residência em Cirurgia Bucomaxilofacial do HUGOL; • Farmacêutico e Bioquímico.

Centro Médico Marista: Rua 1128 nº 256 Setor Marista - Goiânia/GO Clínica Contemporânea Odontologia: Avenida Mangalô nº 803, St. Morada do Sol Dr. Daniel Novaes | @drdanielnovaes 62 3517 1082 | 62 99249 3941 58

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Traga seu filho, venha se divertir conosco e tenha lembranças maravilhosas do seu coelhinho Os ensaios são limitados e serão agendados entre os dias 08 e 20 de abril. Mais informações no site www.tresnos.com.br/pascoa ou no telefone

62 98265-1313.


#curtas |

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VIAGEM PARA FLORIANÓPOLIS Consultoras financeiras, Naíma Marinari e Ana Paula Godinho, aproveitaram alguns dias de descanso no resort Costão do Santinho em Florianópolis - SC

PALESTRA EM SÃO PAULO Durante os dias 14 e 18 de Janeiro, ocorreu em São Paulo o Curso de Imersão em Tricologia, no qual a Dra. Lorena Dourado palestrou. Na foto, além da Dra. Lorena Dourado, estão também as demais palestrantes do curso.

VILA NOVA FC Em Janeiro, parte da equipe de jogadores do Vila Nova esteve no COE passando por avaliação física. Na foto, o Dr. Julio Simas, Dr. Thiago Caixeta e o Fisioterapeuta Danilo, membros do departamento médico do Vila Nova FC.

OFICINA DAS EMOÇÕES Facilitadora da Jornada das Emoções em Goiânia, a Psicopedagoga Heidi Amadeu realizou no dia 02 de Fevereiro, a primeira Oficina das Emoções deste ano, com atividades lúdicas e muitos aprendizados sobre as emoções. Pela carinha das crianças, conseguem perceber qual das emoções teve destaque nesse dia? Com certeza, a Alegria!

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FÉRIAS NO LA TORRE RESORT A Dra. Lorena de Castro Diniz, seu esposo Dr. Fábio Chacur Pascholati e os filhos do casal, João Pedro e João Victor, estiveram de férias no La Torre Resort em Porto Seguro – BA, neste mês de Janeiro, onde puderam curtir incríveis momentos em família.

TREINAMENTO NA N. SAAD RELOJOARIA A Equipe da na N. SAAD Relojoaria unidade do Shopping Plaza D’oro, neste mês de Fevereiro, na busca ineterrupta por aprimoramento de sua equipe, passou por treinamento em atendimento ao cliente. Na foto, a atendente Maria Gabriela e o relojoeiro e ourives João Wictor.

GRUPO PSICOTERAPÊUTICO PARA JOVENS ADULTOS COM SÍNDROME DE DOWN As psicólogas e mediadoras Luara Fernandes Monteiro e Marina Guimarães de Macêdo desenvolvem um Grupo Psicoterapêutico para jovens adultos com Síndrome de Down. O grupo acontece duas vezes ao mês na segundafeira às 14hs no SOLUS- Instituto de Desenvolvimento Humano. Contato: (62) 98165-4300 e (62) 99263-9892.

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IMERSÃO EM PREPARO ORTO CIRÚRGICO No dia 9 de fevereiro, no Hospital Unique, foi realizado pelo Dr. Luis Gustavo Jaime Paiva, com a presença do professor Renato Parkesian Martins, a Imersão em Preparo Orto Cirúrgico.

VIAGEM À ITÁLIA “Simplesmente impressionante! Viajar é se permitir viver momentos que presenteia o amor, a amizade, a cumplicidade e a vida” Frase da Dra. Paula sobre a viagem no fim de 2018 para Itália, com o marido Rafael Decurcio e o casal Lúcio Monteiro e Cassia Luzia Monteiro.

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LANÇAMENTO PHYTO PARIS No dia 13 de Março ocorreu o lançamento da Phyto Paris em Goiânia, marca que neste ano completa 50 anos, sendo que, está há 2 anos no Brasil e acaba de chegar a nossa cidade. Para comemorar esta ocasião receberam seus convidados, Dermatologistas e Empresários do setor de beleza para um coquetel que aconteceu no Decorado Opus Acqua, no setor Marista. 64

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GASTRO & GOSTO – ENCONTRO DE GASTROENTEROLOGISTAS No dia 12 de março, o presidente da Sociedade Goiana de Gastroenterologia, Dr. Luiz Henrique de Sousa Filho, recebeu os colegas da classe para uma aula com o Dr. Fernando Henrique Porto sobre Enteroscopia por Cápsula nas Doenças Gastrointestinais. O evento foi realizado no apartamento decorado do Opus Acqua e contou com um coquetel para o momento de confraternização e troca de experiências. rsaude.com.br | Março . 2019 | Revista Saúde

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PREMIAÇÃO GALO DE OURO Entre os dias 14 a 16 de Fevereiro, no Sofitel Guarujá Jequitimar, foi realizada a premiação do Galo de Ouro 2018, onde a Mongeral Goiânia em mais este ano, levou seus destaques. O evento contou com a presença do Tadeu Schmidt como mestre de cerimônia. 66

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AÇÃO SOCIAL POR 1 SORRISO! A Profa. Dra. Paula Cardoso e seu filho mais velho Leonardo, estiveram no sertão da Bahia nos dias 19 a 23 de fevereiro, representando a Equipe Dentística, juntamente com as alunas Luiza Taveira, Bruna Mendonça e Malba Maciel. Lá, participaram da ação social Por 1 Sorriso, idealizada pelo dentista Felipe Rossi, em parceria com Seja Semente. Parabéns por fazerem a diferença na vida das pessoas! rsaude.com.br | Março . 2019 | Revista Saúde

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VEM COM A GENTE O “Vem com a gente!” grupo terapêutico, aberto e que reúne jovens adultos com Síndrome de Down e seus familiares. O objetivo é discutir e refletir questões como autonomia,independência,relacionamentos afetivos, mercado de trabalho além de ser um espaço para partilhar experiências. Os encontros acontecem na penúltima quarta-feira do mês às 19hs no SOLUS - Instituto de Desenvolvimento Humano. Vem com a gente! 68

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DELL ANNO GOIÂNIA A Dell Anno Goiânia, recebeu seus parceiros do ramo de Arquitetura e Design de Interiores para um workshop seguido de um delicioso café da manhã, onde promoveu uma ação em prol da saúde e qualidade de vida desses profissionais. O evento contou com mediação da empresa i9P² – Aceleradora de Talentos, através da especialista em RH Renata Maia, bem como palestra da médica Nathany Barbosa, promovendo um momento bastante aprazível a todos os presentes. rsaude.com.br | Março . 2019 | Revista Saúde

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ANIVERSÁRIO DE 3 ANOS Os médicos, Dra. Heloise Medeiros e Dr. Benjamin Milhomem, receberam familiares e amigos para comemorar o aniversário de 3 anos do filho Carlos. Parabéns Carlos!

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CIRURGIA BUCOMAXILOFACIAL

FOTOGRAFIA

Dr. Daniel Marques Novaes

Hevelyn Gontijo

Centro Médico Marista:

IMAGEBUZZ Filmes

R. 1128, nº 256, St. Marista - Goiânia/GO 62 3212.8020

Dr. Luis Gustavo Jaime Paiva Hospital Unique: Av. T-03, nº 2199, St. Bueno - Goiânia/GO 62 3089.9082 | 62 98166.2896

ESPORTE

62 3920.0070

ODONTOLOGIA

Dra. Alessandra Meireles Rua P-13, nº 106, Salas 02 e 03, Setor dos Funcionários - Goiânia/GO 62 3926-1717 | 62 98203-8168

Go Winner Tennis

Dr. João Felipe Quirino da Silva Jr.

Av. C-197, Qd. 498-a Lt.7, Jardim Améria - Goiânia/GO

Odonto Excellence:

62 3991.2310

TECFIT - Academia Sim Pesos Rua 1129, nº 234, St. Marista - Goiânia/GO 62 3609.1661 | 62 99844.0909

FISIOTERAPIA

Dra. Aline Borges Rabelo Re Hab Neuro:

Rua 86, nº 815, St. Sul – Goiânia/GO 62 3996.3871 62 99357.2331

Dra. Mirian Maurícia Mota de Oliveira Odonto Excellence: Rua 86, nº 815, St. Sul – Goiânia/GO 62 3996.3871 62 99357.2331

62 9921.5094

Profa. Dra. Paula Cardoso

Dr. Igor Vilela Junqueira

ICEO Odontologia:

Espaço Vilela Saúde:

Rua 3, nº 677, St. Oeste - Goiânia/GO

Av. T-04, Qd 123 Lt 06, Salas 05 e 07 - Setor Bueno - Goiânia/GO

62 3215.8900 | 62 98222.0178

62 3594.5549 | 65 98427.6001

Dr. Fernando Miranda ITC Vertebral Jd Goiás: Rua 14, Jd Goiás, Edf. Flamboyant Park Business - Sl. 2202/2203 - Goiânia/GO 62 3928.4350 65 98427.6001

Guia de profissionais

PSICANALISE

Humberto Cícero Fonseca Araújo Corpo & Mente Clínica Integrada: Av. Cora Coralina, nº 48, St. Sul - Goiânia/GO Equilibrium Centro Integrado: Av. São Francisco, nº 1075, Jundiaí - Anápolis/GO

Dr. Guilherme Faleiro

62 99923.4619 62 99130.9581

ITC Vertebral Unid. Marista: Rua T-55, Nº 199, Setor Marista - Goiânia/GO

PSICOLOGIA

62 3924.3008 62 99907.7753

Larissa Farah Afiune

Dr. Lucas Signates

Clínica Serene:

ITC Vertebral Unid. Marista:

Rua Antônio de Souza Ramos, nº 150, Jundiaí - Anápolis/GO

Rua T-55, Nº 199, Setor Marista - Goiânia/GO

62 99968.5628

62 3924.3008 62 99907.7753

Dr. Maurício Romão Batista Re Hab Neuro: 62 98135.4565

FONOAUDIOLOGIA

Dr. Carlos Henrique de A. Ferreira Teuto Centro Auditivo:

Marina Guimarães de Macêdo Rua 104-C, nº 47, Setor Sul - Goiânia/GO 62 3101.3100 | 62 99263.9892

PSICOPEDAGOGIA

Kariny Gomes Garcia Corrêa Instituto Eu - Psicologia e Autoconhecimento:

Av. Dr. Ismerino Soares de Carvalho, 528

Ed. Buena Vista Office Design, Av. T-4, 619, Sala 607

St. Aeroporto - Goiânia/GO

St. Bueno - Goiânia/GO

62 3212.0214

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REVISTA SAÚDE GOIÂNIA - EDIÇÃO 13 - 29/03/2019  

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