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Índice Novas Técnicas Terapêuticas em Medicina Nuclear

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Dr. Bruno Galafassi Ghini

Só há Beleza onde há Saúde! A estreita relação entre o corpo belo e o saudável

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Dr. Pedro Ruguê Dra. Fernanda Braga

Como usar a tecnologia a seu favor?

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Dra. Heloise Medeiros

Dor ou dormência nas mãos de gestantes têm tratamento com especialista

Revista Saúde Edição 14 | Junho . 2019 | Goiânia/Anápolis . GO

Botox® no tratamento de bruxismo Dra. Alessandra Meireles

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Melasma: Causas, Sinais e Tratamentos

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Dra. Vivian Vasconcellos Pedruzzi

Aparelho invisível? Os Alinhadores Ortodônticos e a evolução do aparelho dentário convencional

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Dr. Allisson Filipe Lopes Martins

Canelite

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Dr. Alano Ribeiro de Q. Filho

Reforma da previdência: um dos debates mais atrasados da história

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Ana Paula Godinho Nilton Molina

Síndrome de Burnout e a Hipnoterapia

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Dr. Humberto Cícero Fonseca Araújo

Você sabe o que é a Alopecia Areata?

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Dra. Lorena Dourado

DIU no Pós Parto: A partir de quando posso utilizar o DIU? Existe Contraindicação?

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Dr. Glauco Prado Silva

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Revista Saúde | Junho . 2019 | rsaude.com.br

Doenças Reumatológicas Dra. Paula Menezes De Aquino Ramos

Ceratocone?

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Dr. Fábio Daga

Fez cirurgia plástica? Reabilitação tecidual é o caminho mais seguro para o pós-operatório

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Dra. Jéssika Campos

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Dr. Henrique Bufaiçal

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Seu filho ouve bem?

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Dra. Pauliana Lamounier

ESPECIAL CAPA Planejamento é Fundamental para Construir um Belo Sorriso

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Dra. Daniela Neder

Tenho hérnia de disco, e agora?

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Dr. Guilherme Faleiro

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Por que as costas doem tanto? Conheça as causas Dr. Aurélio Arantes

Toxina botulínica: uma aliada à saúde

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Dra. Helena Recart Costa Dra. Dillays Raydylayde Silva Siqueira

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Tratamento endoscópico da obesidade: Endosutura gástrica

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Dr. Luiz Henrique De Sousa Filho

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Doença Mão-Pé-Boca uma “Nova” Virose? Dra. Maryana Beltrão de Carvalho Tavares

Lesão no joelho demanda avaliação de ortopedista especializado

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Dr. Ulbiramar Correia da Silva Filho

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Expediente

Revista Saúde Edição 14 | Junho . 2019 | Goiânia/Anápolis . GO

REVISTA TRIMESTRAL Junho/2019 | ANO 04 | Nº 14 | Goiânia/Anápolis.GO Editora Lopes e Rampani Ltda - CNPJ 07.986.256/0001-69 ESCRITÓRIOS Umuarama (sede): Rua Paulo Pedrosa de Alencar, 4291 - Ed. Manhattan Garden - CEP: 87501-270 | Centro | Tel.: 44 3622-8270 e-mail: revistasaude@sempresaude.com.br - Maringá: Av. Humaitá, 452 - Centro Empresarial Dalla Costa - Sala 303 CEP: 87014-200 | Zona 4 | Tel.: 44 3346-4050 - e-mail: artemaringa@sempresaude.com.br COLABORADORES LAYOUT E DIAGRAMAÇÃO: Alison Henrique, André Silva, Bruno Assunção, Dyego Bortoli, Jean Carlos, Marcio Garcia. CORREÇÃO ORTOGRÁFICA: Debora Angelotto e Marcia Souza FOTOGRAFIAS: Hevelyn Gontijo - 62 3920 0070 JORNALISTA RESPONSÁVEL: Caio Henrique dos Santos Rosa - 0011175/PR CIRCULAÇÃO: Goiânia, Anápolis e região FRANQUIAS Apucarana/Arapongas-PR - Leandro Henrique | Paula Renatha Pontim - comercial@sempresaude.com.br - 43. 9611-5553 | 43. 9611-5563 - Araçatuba/Bauru-SP - Anderson Hernandes - aracatuba@sempresaude.com.br - 18. 99740-2777 - Boa Vista-RR - Julio Graziani Carlos boavista@sempresaude.com.br - 95. 99169-4071 - Cacoal/Ji-Paraná-RO - Flávio Junior Bezerra Paixão - paixao@sempresaude.com.br - 69. 99278-5703 - Campo Mourão-PR - Rafael Morimoto - rafael@sempresaude.com.br - 44. 9911-8081 | 44. 8811-6206 - Chapecó-SC - Fábio Bortolone - chapeco@sempresaude.com.br - 49. 9916-5719 - Cianorte-PR - Paulo Paixão - cianorte@sempresaude.com.br - 44. 3269-6430 | 44. 9922-0310 - Criciúma-SC - José Carlos Junqueira Alvarenga - criciuma@sempresaude.com.br - 48. 9912-5253 - Cuiabá-MT - Cristiana L. G. Donegá - cuiaba@sempresaude.com.br - 65. 8111-2423 | 65. 9640-2423 - Foz do Iguaçu -PR - Rosana Segovia - rosana@sempresaude. com.br - 45. 9991-2500 - Florianópolis-SC - Paulo Victor Frasson Cordeiro - floripa@sempresaude.com.br - 48. 9133-3334 | 48. 9610-5357 - Goiânia-GO - Tiago Brito - goiania@sempresaude.com.br - 62. 9951-1899 - João Pessoa-PB - José Adriano Danhoni Neves | Ednéia Tenório - joaopessoa@sempresaude.com.br - 83. 98750-7070 | 83. 98812-7080 - Joinville-SC - Ana Paula de Campos - joinville@sempresaude. com.br - 47. 9930-6364 - Londrina-PR - Leandro Henrique | Paula Renatha Pontim - londrina@sempresaude.com.br - 43. 9611-5553 | 43. 9611-5563 - Macaé/Rio das Ostras-RJ - Andreia Garcia | Paulo Cesar Ceranto - macae@sempresaude.com.br - 22. 98847-5455 | 22. 988429166 - Maringá-PR - Paulo Paixão - paulopaixao@sempresaude.com.br - 44. 3269-6430 | 44. 9922-0310 - Natal-RN - Dirceu Filho - natal@ sempresaude.com.br - 83. 98788-7070 - Palmas/Araguaína-TO - Jefferson Fila de Andrade | Rafael Thomaz - palmas@sempresaude.com.br - 63. 98503-9960 | 63. 98426-2494 - Paranavaí-PR - Paulo Paixão - paranavai@sempresaude.com.br - 44. 3269-6430 | 44. 9922-0310 - Ponta Grossa-PR - Sérgio Oliveira | Mara Megda - pontagrossa@sempresaude.com.br - 42. 9987-8180 | 42. 8418-1290 - Porto Velho-RO - Arthur Marandola | Rafael Morimoto - portovelho@sempresaude.com.br - 69. 9366-1466 | 69. 9366-1470 - Presidente Prudente-SP - Alexandre Lúcio Martins - prudente@sempresaude.com.br - 18. 98111-5145 - Ribeirão Preto-SP - Josy Vilela Le Senechal - ribeirao@sempresaude.com.br - 16. 99711-7770 - Rondonópolis-MT - Marcio Costa - rondonopolis@sempresaude.com.br - 66. 9683-1899 - São José dos Campos-SP - Marcelo Piai | Verônica Venâncio - sjcampos@sempresaude.com.br - 12. 99625.8005 | 12. 99625-1005 - São José do Rio Preto-SP - Renato Dias Renovato - riopreto@sempresaude.com.br - 17. 99669-1700 - Sinop/Sorriso/Lucas do Rio Verde-MT - Emerson do Carmo - rampani@sempresaude. com.br - 66. 99994-2442 | Luiz Carlos Rampani - rampani@sempresaude.com.br - 66. 9659-7210 | - Uberaba-MG - Wander Marcio Rosada uberaba@sempresaude.com.br - 34. 9990-2479 - Uberlândia-MG - Wander Marcio Rosada - uberlandia@sempresaude.com.br - 34. 9990-2479 - Umuarama-PR - Ueslei Rampani | Marcelo Adriano - revistasaude@sempresaude.com.br - 44. 8407-0698 | 44. 9941-9930 | 44. 3622-8270

NOSSA CAPA O Planejamento é fundamental para construir um belo sorriso! Dra. Daniela Neder CRO/GO 9794 Implantondia e Estética

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DIREÇÃO GERAL

Marcelo Adriano Lopes da Silva

FRANQUEADOS DESTA UNIDADE

Ueslei Dias Rampani

Tiago Brito (Diretor)

Josiane Vicentim (Diretora)

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Novas Técnicas Terapêuticas em Medicina Nuclear A medicina nuclear é uma especialidade médica que faz uso de substâncias radiativas para diagnosticar doenças, e em alguns casos também para tratá-las. Determinados isótopos radiativos emitem partículas subatômicas que tem a capacidade de agredir o tecido doente, seja ele tumoral ou não. Muitas vezes esses tratamentos não necessitam de internação, porém algumas precauções devem ser tomadas para evitar a exposição de outras pessoas à radiação, particularmente mulheres grávidas e bebês. O tratamento mais difundido nessa especialidade é a radioiodoterapia, onde se usa um isótopo do iodo (131I) para tratar doenças benignas e câncer da tireoide. Essas células doentes extraem o iodo circulante na corrente sanguínea, e ao fazer isso com o iodo radiativo acabam por se destruir. O tratamento é feito por via oral e é seguro mesmo para pessoas alérgicas a iodo. Outro tratamento introduzido recentemente é feito para metástases ósseas em casos de câncer de próstata. O isótopo usado nesses casos é o rádio (223Ra), que se concentra nos ossos e elimina partículas que destroem as células cancerígenas, mas

tem efeito limitado nas células sadias próximas. A administração do tratamento é por via venosa, e demora apenas um minuto. É feita uma injeção a cada 4 semanas até completar o total de 6 injeções. Os resultados mostram aumento na sobrevida dos pacientes com metástases ósseas resistentes a outros tratamentos. E por fim existe ainda um tratamento específico para tumores chamados neuroendócrinos. Esse é um termo genérico para tumores raros e de crescimento lento, originados de células do sistema endócrino que estão situadas em diferentes partes do corpo, principalmente no intestino,

pulmão, pâncreas e ovários. O isótopo utilizado nesses casos é o Lutécio (177Lu-DOTATATE), administrado também por via venosa, e usualmente são realizadas 4 injeções com um intervalo mínimo de 6 semanas entre elas.

Todos os tratamentos devem ser precedidos de consulta com o médico nuclear, para verificar necessidades específicas de cada caso ou contraindicações, e para orientar a sequência do tratamento.

Mais Informações

DR. BRUNO GALAFASSI GHINI MEDICINA NUCLEAR - CRM/GO 9326 | RQE 7429

• Médico Nuclear Graduado pela UNICAMP; • Título de Especialista pelo Colégio Brasileiro de Radiologia (CBR) e pela Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN).

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Só há Beleza onde há Saúde! A estreita relação entre o corpo belo e o saudável Vivemos em nosso país uma verdadeira epidemia de obesidade e sobrepeso, levando em conta que o Brasil é um país tropical e temos uma crescente exposição da nossa imagem nas redes sociais, é muito comum em nosso consultório pacientes incomodados com o peso, e que buscam melhorar a silhueta.

Sempre que recebemos um paciente assim, nosso foco é explicar sobre as possibilidades do tratamento multidisciplinar que prioriza sua saúde e bem-estar para devolver qualidade de vida e, consequentemente, melhorar a aparência e sua autoestima. O ganho estético, em muitos casos, é muito mais duradouro e vem como bônus da mudança de estilo de vida. Quando falamos de excesso de peso, levamos em consideração que a maioria da população adulta já esteve, em algum momento da vida, tentando emagrecer, e das que conseguem emagrecer, poucas conseguem manter-se magras. Sabemos ainda que os pacientes demoram em média 6 anos entre a primeira tentativa de perder peso e a busca pela ajuda de um profissional médico. A verdade é que realmente não é simples perder e manter peso, pois não se resume a “comer menos do que gasta”. O meu papel é conduzir o paciente por um caminho seguro para um emagrecimento saudável e duradouro. O primeiro passo é proporcionar um bom tempo de consulta para avaliar as características individuais do paciente como, o padrão alimentar, as possíveis doenças relacionadas ao excesso de peso e a COMPOSIÇÃO CORPORAL. A bioimpedancia, realizada sempre nas consultas, avalia a composição corporal, que é a quantidade de massa magra e de massa gorda no corpo. Vigiar e melhorar essa relação, sera fundamental para evitar o efeito sanfona, pois a perda de massa magra reduz diretamente o metabolismo. Existem inclusive pacientes com peso adequado, porém, com alto percentual de gordura e/ou baixa massa magra, e nestes casos a aparência estética e a saúde também podem estar comprometidas. Começamos então o processo ativo de perda de peso e/ou melhora da composição corporal, construindo pilares que irão evitar o reganho do peso, prevenir a queda do metabolismo, preservando massa magra e conquistando um novo equilíbro metabólico. São eles: Hábitos alimentares saudáveis, atividade fisica, sono de qua-

lidade, intestino saudável e tratamento medicamentoso, que pode atuar nos distúrbios de saciedade, hormonais ou alterações comportamentais ligadas à alimentação. Devemos conversar com paciente sobre sua individualidade e expectativa, “comparar-se consigo mesmo” e desenvolver autocuidado. É muito positivo, já nesta fase, proporcionar procedimentos estéticos que não dependem do peso, como preenchimentos para rejuvenescimento facial e cuidados com a pele, buscando melhora global. Manutenção do peso perdido: o nosso maior objetivo e desafio! O corpo tem mecanismos de defesa do peso perdido, somos conservadores de energia! E como isso funciona? Após perder 10% do peso, por exemplo, para manter este novo peso é preciso comer 20% menos ou aumentar o “gasto” (intensificando os exercícios físicos), pois nosso organismo reduz o gasto energético e, ainda, após anos, a fome estará maior devido a elevação de hormônios que aumentam o apetite. Por isso o acompanhamento deve continuar por longo prazo, onde encorajo meus pacientes a persistirem com hábitos saudáveis e aumentar a atividade física, pois 90% das pessoas que mantém a perda são físicamente ativas e medicações ainda podem ser necessárias para lidar com essa adaptação metabólica. A importância da Cirurgia Plástica bem indicada: A cirurgia plástica é um procedimento já consolidado para oferecer resultados rápidos nos casos em que apenas a alimentação saudável e os exercícios físicos não

DR. PEDRO RUGUÊ CIRURGIA PLÁSTICA - CRM/GO 17171 RQE 13141

• Formado universidade federal de Goiás; • Cirurgia Geral Hospital das Clinicas da Universidade Federal de Goiás; • Cirurgia Plástica Hospital Reginal da Asa Norte, SES, Distrito Federal; • Membro da sociedade brasileira de cirurgia plástica.

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podem solucionar sozinhos. Justamente por isso a CP não pode ser vista como um método de emagrecimento, mas sim como uma aliada para modificar a distribuição de gordura no corpo e eliminar gordura daquelas regiões mais resistentes à perda de peso. Quando bem indicada, a cirurgia traz resultados muito positivos para melhorar o contorno corporal, tratando a gordura localizada, a flacidez de pele, a aparência de cicatrizes, entre outros incômodos. Isso ajuda o paciente a manter os benefícios da cirurgia mesmo se tiver um pequeno ganho de peso. Porém, a mudança de hábitos e o acompanhamento multidisciplinar garantem resultados melhores e mais duradouros. Conheça diferentes alterações relacionadas à gordura e seus diferentes tratamentos: Quando o contorno corporal é um problema, podemos estar diante de diferentes alterações, sendo muito importante na consulta diferenciar qual, ou quais, as características que desagradam o paciente e fazer o diagnostico correto, para só assim indicar o tratamento adequado. Didaticamente podemos aqui citar três diferentes alterações de maior queixa dos pacientes: ¹A famosa Barriguinha de Choppe, termo popularmente usado para denominar o abdômen globoso, muito comum em homens e também um dos mais perigosos para a saúde, trata-se do acumulo de gordura intra-abdominal, e seu aumento está relacionado ao maior risco de doenças cardiovasculares, endocrinometabolicas dentre outras. Esta responde bem à mudança de estilo de vida e hábitos saudáveis, sendo seu tratamento eminentemente clínico, onde o medico endocrinologista é parte crucial no acompanhamento. ²A Pochete, Pneuzinho e Culote, que são denominações caracterizadas pelo acumulo de gordura no subcutâneo em regiões características, e podem estar presentes mesmo em pacientes com hábitos de vida e peso adequados. Estes são os casos de melhor indicação para o trata-

mento com lipoaspiração e lipoescultura, onde podemos redefinir a distribuição de gordura retirando de regiões inestéticas, como culote, flancos e barriga, e valorizando o glúteo por exemplo. ³O Excesso de Tecido e a Flacidez Abdominal, ocorre principalmente em paciente pós-gestação e pós grande perda de peso, e é comum observarmos que perdem a silhueta e cintura. Nesses casos, geralmente ocorre também à perda da firmeza do cinturão (musculo aponeurático), tecnicamente chamado de diástase de músculos retos abdominais, associado ou não ao excesso de pele na região. Para esses casos, a cirurgia plástica através da abdominoplastia clássica ou até mesmo miniabdominoplastia pode ser a solução. Lembre-se, só terá um corpo com aparência atlética, quem tiver hábitos atléticos, independente de ter feito cirurgia plástica ou não!

Assim trabalhamos com o intuito de que o paciente ganhe além de “um corpo bonito para o próximo verão”, como a tranquilidade de passar todas as estações de sua vida sem flutuações bruscas no peso, mantendo saúde, qualidade de vida e aparência atraente. Esta é a tradução do nosso conceito máximo: “Só há beleza onde há saúde!”

DRA. FERNANDA BRAGA ENDOCRINOLOGIA E METABOLOGIA - CRM/GO 17171 RQE 13141

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• Residência Médica em Clínica Médica pelo Hospital Geral de Goiânia (HGG); • Residência Médica em Endocrinologia e Metabologia pelo Instituto Estadual de Diabetes e Endocrinologia Luiz Capriglione (IEDE/RJ); • Preceptora das Residências de Clínica Médica e de Endocrinologia e Metabologia do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Goiás • (HC-UFG/GO). rsaude.com.br | Junho . 2019 | Revista Saúde

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Como usar a

tecnologia a seu favor? Apesar de, a tecnologia ser hoje uma realidade presente na rotina da maioria da população, é comum a falta de confiança quando falamos da utilização dela para facilitar nossa rotina. Quando o assunto é saúde, a desconfiança é ainda maior. Esse é o grande fato para a não adesão dos aplicativos e como alternativa para a prática de exercícios, que se resumem em ferramentas para aparelhos móveis que podem dar uma força enorme na hora de entrar em forma.

As utilizações dos aplicativos neste fim são uma alternativa de acesso a informações para uma alimentação mais equilibrada e saudável, como também para introdução de atividades a rotina, e por ultimo e não menos importante, a ingestão de água, que servem como aquele empurrão para um início.

O leque de aplicativos cresce a cada dia, atendendo as mais diversas demandas, alguns possibilitam o controle diário de calorias, além de armazenar os dados inclusos de refeições anteriores, ingestão de água, de classificar em macro nutrientes (proteína, carboidrato, gordura), ajudando na percepção para a sua alimentação diária e os contadores de gastos calóricos com atribuições específicas de cada atividade física, o que já é o primeiro passo. Não podemos nos esquecer de que, a disciplina é fundamental para o

sucesso, assim como quando executamos um plano alimentar. É preciso ter em mente que estes aplicativos não são capazes de lidar com as características pessoais de cada pessoa, muito diferente do que ocorre em uma consulta com o profissional, que avalia de forma minuciosa e individual. De forma que, os aplicativos não substituem o acompanhamento de um especialista, que proporciona um cuidado completamente diferente e com resultados muito mais efetivos.

DRA. HELOISE MEDEIROS MÉDICA CRM/GO 14810

• Graduada em Medicina pela Universidade de Ribeirão Preto; • Pós-Graduada em Nutrologia pela Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN).

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Dor ou dormência nas mãos de gestantes têm tratamento com especialista A gravidez é um momento cheio de alegrias, mas também com muitas mudanças hormonais no corpo feminino, e cheio de desafios para a nova mãe, que tem sua rotina completamente transformada depois da chegada do bebê. Todas essas mudanças podem predispor a mulher algumas condições de saúde durante a gravidez e no pós-parto. Nas mãos, observamos com certa frequência a incidência da Síndrome do Túnel do Carpo e da Tendinopatia de De Quervain.

do túnel do carpo, pode também ocorrer atrofia dessa musculatura e essa condição é um sinal de gravidade. As dores na base do polegar, com dificuldade de movimentação do punho são os sintomas iniciais da tendinite de De Quervain. A inflamação normalmente começa na reta final da gestação, no terceiro trimestre.

Sintomas gerais

Na grande maioria das vezes essas alterações são transitórias e acontecem no final da gestação ou no período pós-parto. Elas acabam regredindo, mas isso não significa que a mulher precise aceitar o incômodo e esperar passar. É possível realizar medidas de controle conservador e sem necessidade do tratamento cirúrgico. O mais importante é que a paciente procure um ortopedista especialista em mãos para um diagnóstico preciso, pois ele é o profissional mais adequado para indicar o tratamento correto.

Na Síndrome do Túnel do Carpo, os sintomas iniciais são dores e dormência noturnas nas mãos, principalmente nos primeiros dedos (polegar, indicador e dedo médio), além de formigamento à noite. Pouco a pouco, pode haver perda de sensibilidade nos dedos, debilidade na mão e dificuldade para agarrar objetos. Outro fator que merece a atenção é a atrofia da região tenar da mão, onde ficam os músculos da base do polegar. Se esse nervo fica apertado dentro

Ao sentir qualquer incômodo, busque um ortopedista especialista em mãos

É possível realizar medidas de controle conservador e sem necessidade do tratamento cirúrgico.

DR. HENRIQUE BUFAIÇAL CRM/GO 11627 CIRURGIA DA MÃO - RQE 7911 ORTOPEDIA E TRAUMATOLOGIA - RQE 7921

• Especialista em Cirurgia da Mão e Microcirurgia; • Graduado em Medicina na Universidade Federal de Goiás - UFG; • Residência em Ortopedia e Traumatologia no Hospital das Clínicas – UFG; • Residência em Cirurgia da Mão no Hospital Ortopédico de Belo Horizonte/MG; • Fellow em Cirurgia na Mão e Microcirurgias pelo Institut Européen de la Main França/Luxemburgo; • Chefe do Serviço de Mão do CRER.

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Melasma: Causas, Sinais e Tratamentos Melasma é um transtorno para muitas mulheres, e também homens. Ele causa manchas escuras na pele, principalmente do rosto, mas pode ocorrer nos braços e colo. Ocorre em pessoas geneticamente predispostas, por uma alteração das células (melanócitos) que produzem os pigmentos de cor da pele (melanina).

CAUSAS

Sempre oriento aos pacientes sobre o que pode piorar o melasma, pois evitar estes estímulos é o primeiro passo para obter um bom tratamento e excelentes resultados. Onde devemos evitar a radiação ultravioleta, a luz visível, o calor, a fricção, e ter cuidados com mudanças hormonais e produtos cosméticos que podem piorar os episódios de melasma.

SINAIS

O melasma é percebido pelo escurecimento de áreas da pele às vezes acompanhado de vasos. As cores variam de marrom a preto de acordo com o tom de pele. O formato é irregular e simétrico, afetando os dois lados do rosto.

TRATAMENTOS

O Médico Dermatologista é o profissional mais indicado para diagnosticar e tratar esta condição. Os tratamentos variam, mas sempre compreendem hábitos de proteção contra os estímulos do melasma e, também incluem o uso de medicamentos tópicos, orais e procedimentos para o

clareamento. É importante lembrar, que o tratamento prevê um conjunto de medidas para clarear, estabilizar e impedir que o pigmento volte. Fotoproteção: é o segundo passo fundamental para que o tratamento tenha efeito. Aplicar um filtro solar potente, com frequência e quantidade adequada é uma medida essencial. Em especial, procure filtros que tenham FPS mínimo de 50, proteção contra os raios ultravioleta A (UVA), ultravioleta B (UVB) e capacidade de barreira física. Nos últimos anos, foram desenvolvidos filtros com medicamentos clareadores que auxiliam no tratamento do melasma mesmo durante o dia. Cremes antioxidantes: são utilizados para ajudar na proteção da pele contra os danos do sol. O conceito atual do tratamento de Melasma considera os antioxidantes, junto com o uso de filtros, para manter os benefícios obtidos. Cremes clareadores:   são utilizados para a remoção das manchas. Os resultados começam a aparecer em dois meses, e mesmo com resultados mais rápidos, o tempo necessário para estabilizar a pele e impedir que mínimas exposições façam retornar o pigmento, pode ser de muitos meses ou anos. Assim, o conceito principal é que os pacientes necessitem de tratamento constante, porém individualizado de acordo com cada fase do tratamento, tipo de pele e estilo de vida. Existem diversos tipos de clare-

adores que podem ser manipulados conforme a individualidade de cada pele, mas sempre com uma boa orientação para garantir um bom resultado e sem riscos. Tratamentos orais: são indicados para potencializar o efeito dos cremes terapêuticos e dos protetores solares, como o Polypodium leucotomus, que tem ação antioxidante para auxiliar na proteção contra os danos causados pelo sol. Alguns tratamentos orais exigem um seguimento com exames de sangue para que não tragam riscos à saúde. Peelings e Indução Percutânea de colágeno:  estes procedimentos podem clarear a pele de forma gradual e até mais rapidamente do que os cremes. Existem diversos tipos: alguns mais superficiais e outros mais profundos da pele. O dermatologista é o profissional capacitado para realizar o tratamento de forma a trazer melhor resultado, com cuidado para não gerar mais pigmentação. Laser e Luz Intensa Pulsada: é ainda um tratamento controverso, existem algumas formas de energia luminosa que podem ajudar no clareamento do Melasma desde que realizada com cuidado, motivo pelo qual deve ser realizado por um profissional experiente. Procure o médico dermatologista para um diagnóstico seguro para definir o tratamento mais adequado ao seu tipo de pele e estilo de vida.

DRA. VIVIAN VASCONCELLOS PEDRUZZI DERMATOLOGISTA CRM 18322 | RQE 11136

• Pós-graduação em Cabelos pela Universidade de Mogi das Cruzes; • Especialista em Dermatologia pelo Hospital das Clínicas e Universidade Federal de Goiás; • Graduação em Medicina pela Faculdade de Medicina da Santa Casa de Misericórdia do Espírito Santo.

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Aparelho

invisível? Os Alinhadores Ortodônticos e a evolução do aparelho dentário convencional

A má posição dos dentes é um problema frequente que atinge diversas faixas etárias e pode causar doenças na gengiva, dores de cabeça, alteração da respiração e problemas estéticos. A correção dos dentes mal posicionados é realizada, na maioria das vezes, por meio dos aparelhos ortodônticos por um cirurgião-dentista especialista em Ortodontia. Aparelhos Ortodônticos são dispositivos odontológicos que possibilitam a movimentação dentária, convencionalmente fabricados de liga metálica e colados na frente dos dentes. O uso de aparelhos ortodônticos convencionais pode se tornar desconfortável por alguns fatores. O problema estético causado pelo “sorriso metálico”, a necessidade de higienização

mais minuciosa e demorada, além da possibilidade de aparecimento de lesões traumáticas na boca ocasionadas pelo aparelho desestimulam muitos pacientes na procura do tratamento ortodôntico. O aspecto estético negativo tem sido contornado pelo uso de aparelhos linguais, que tem sua colagem feita atrás dos dentes, ou ainda pelos aparelhos estéticos, que são fabricados em materiais transparentes ou de cor semelhante ao dente. Apesar de estéticos, estes aparelhos ainda demandam uma higienização criteriosa e não eliminam a possibilidade de trauma local na parte interna dos lábios, língua e bochechas. Os alinhadores ortodônticos, ou “aparelhos invisíveis”, são os mais modernos da atualidade e foram introduzidos com o avanço da Odontologia Digital. O uso dos alinhadores elimina fatores negativos do tratamento ortodôntico convencional pois são mais confortáveis, mais fáceis de higienizar por serem removíveis e praticamente não alteram a estética facial. São confeccionados em material termoplástico transparente e translúcido, de pequena espessura, semelhante às placas de clareamento dentário e possibilita um alinhamento dentário seguro e eficaz.

O planejamento individualizado para cada paciente e a produção dos alinhadores são realizadas de modo completamente digital. A etapa de moldagem das arcadas dentárias é substituída pelo escaneamento intra-oral e obtenção de modelos virtuais, que são manipulados para definir as correções necessárias ao longo do tratamento. Por meio de softwares específicos, os alinhadores são gerados e, posteriormente, confeccionados em impressora 3D. O acompanhamento rigoroso pelo ortodontista deve ser realizado para que o tempo de uso dos alinhadores seja estipulado e suas trocas sejam realizadas no período correto. Dessa forma, podemos obter a correção dentária desejada e um sorriso mais harmônico. Os alinhadores ortodônticos são capazes de promover a correção de problemas de mal posicionamento dentários, minimizando os riscos de lesões traumáticas, possibilitando uma melhor higienização da boca e até mesmo reduzindo o tempo do tratamento. O cirurgião-dentista, especialista em Ortodontia e habilitado no uso dos alinhadores, é o profissional capaz de tirar todas as dúvidas quanto ao uso e indicação desses modernos aparelhos ortodônticos.

DR. ALLISSON FILIPE LOPES MARTINS CIRURGIÃO DENTISTA | ORTODONTISTA CRO/GO 12.446

• Mestre em Odontologia pela Faculdade de Odontologia da Universidade Federal de Goiás; • Graduação em Odontologia pela Universidade Federal de Goiás; • Especialista em Ortodontia pela Faculdade de Sete Lagoas - MG; • Especialista em Odontologia do Trabalho pela Faculdade São Leopoldo Mandic; • Habilitação em Lasers em Odontologia pela Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo.

Melo Clinic: Rua 1.130, Nº 173, Setor Marista - Goiânia/GO @allissonfilipe (62) 3241-2535 | 22

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Canelite Os adeptos da prática de corrida de rua têm aumentado no Brasil e particularmente em Goiânia, rica em parques e pistas de caminhada. Uma dor na região das canelas, no entanto, pode aparecer e incomodar. Canelite é o nome mais popular desta patologia que também é chamada de Shin splint, síndrome do estresse tibial medial (SETM ), síndrome do estresse tibial, síndrome tibial posterior e síndrome do sóleo.

A SETM é uma patologia muito frequente nos corredores e militares e representa 13,2% a 17,3% de todas as lesões em corredores e mais de 22% das lesões encontradas em dançarinos de aeróbica. A dor está presente ao longo do bordo póstero-medial da tíbia numa extensão de 5cm e por pelo menos 2 semanas. A dor é geralmente localizada e apresenta caráter insidioso, piora com as atividades de impacto e manifesta-se inicialmente após o treinamento, evoluindo para a limitação progressiva da atividade física. Embora vários estudos tenham procurado estabelecer a exata fisiopatologia para a SETM, esta permanece ainda não resolvida. Até recentemente, a teoria mais aceita de uma inflamação do periósteo (periostite por tração) no aspecto medial da tíbia, gerada pela ação dos músculo sóleo, músculo flexor longo dos dedos e fáscia crural profunda, foi considerada a etiologia mais provável. Alguns fatores, no entanto, podem au-

mentar a incidência da canelite: a pronação excessiva do pé, o estiramento do músculo sóleo, as atividades de impacto repetitivo, o aumento súbito na frequência, intensidade e duração da atividade esportiva, o treinamento em superfícies rígidas (concreto e asfalto, por exemplo), técnicas de treinamento inapropriadas, aumento súbito na intensidade de treinamento, mudanças no calçado, desequilíbrios musculares, deficiências de flexibilidade, elevado índice de massa corporal, lesões pregressas e anormalidades biomecânicas. O ortopedista ou médico do esporte mediante uma história clínica e exame físico poderá solicitar exames de imagem para confirmar o diagnóstico e graduá-lo em gravidade. Atualmente a classificação se baseia na Ressonância Nuclear Magnética que permite também diagnóstico diferencial com Fratura por Estresse da Tíbia, Síndrome Compartimental da Perna, infecções e tumores ósseos. O tratamento varia em tempo de acordo com o grau da doença no momento do diagnóstico. O tratamento conservador se baseia na manutenção das atividades físicas para o condicionamento cardiovascular, evitando-se a realização de movimentos com situações de impacto (saltos,

corridas). As atividades de vida diária são mantidas sem limitações, inclusive a deambulação com carga é permitida desde o início do tratamento. O uso de medicamentos antinflamatórios por período de até 7 dias e/ou analgésicos, assim como a crioterapia na fase aguda permitem aliviar a dor, condição esta que permite ao atleta iniciar precocemente o processo de reabilitação específico. A fisioterapia deve ser iniciada desde o princípio do tratamento, podendo atuar com auxilio do Ultrassom pulsado de baixa intensidade, trabalho de alongamento muscular e reequilíbrio muscular do tornozelo. Neste processo, o atleta inicia progressivamente o retorno às atividades de caminhada, trote e corrida com um planejamento por profissional de educação física até a normalização das condições de treinamento. Frase para ser colocada em separado e destaque: “Importante que no início dos sintomas, o atleta já procure um médico ortopedista, já que neste momento o tratamento será mais breve e não necessitará retirar totalmente o atleta da atividade esportiva.”

DR. ALANO RIBEIRO DE Q. FILHO ORTOPEDIA E TRAUMATOLOGIA CRM/GO 11499 | SBOT: 11779 | RQE: 7181

• Membro Titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia; • Especialista em Reconstrução e Alongamento Ósseo; • Membro Titular Comitê ASAMI da SBOT; • Chefe do Serviço de Reconstrução e Alongamento Ósseo do CRER.

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INFORME PUBLICITÁRIO

Reforma da previdência: um dos debates mais atrasados da história O Brasil discute há mais de vinte anos caminhos para garantir a sustentabilidade do sistema de previdência social. Nesse período passaram pelo Congresso várias propostas de reforma. Todos esses anos passados, o nível de urgência continua alto. A principal razão disso é de natureza econômica. O Brasil destina 16% do PIB para cobrir gastos previdenciários. Da receita de R$ 1.3 trilhão provenientes do recolhimento de impostos federais, estaduais e municipais em 2018, aproximadamente R$ 600 bilhões foram destinados para pagamento de benefícios previdenciários. Para trazer ao debate questões de ordem demográfica e social, verificamos que nos anos 60, a razão de trabalhadores da ativa versus aposentados era 12 para 1. Em 2000, esta proporção caiu para aproximadamente 4 para 1. Hoje caminhamos para uma razão de quase 2 contribuintes para cada um pensionista ou aposentado. Essa realidade não contempla o futuro de curto prazo do fenômeno da longevidade, que sobre o aspecto social é muito positivo, mas representa grande impacto econômico. Os cálculos atuariais ainda não capturam o grande salto de expectativa de sobrevida depois da aposentadoria dos brasileiros. Está claro, no entanto, que teremos cada vez mais pessoas aposentadas gozando dos benefícios por mais tempo, sem que suas contribuições tenham sido calibradas para isso. Inversamente proporcional é a taxa de fecundidade, os casais estão tendo menos filhos. Em um sistema financeiro de repartição simples, a queda da natalidade exerce significativo impacto, pois haverá, no futuro próximo, menos adultos para retroalimentar o modelo. Todo este cenário leva à constatação, que com toda certeza, o Brasil está há pelo menos trina anos atra-

sado na reforma da previdência. O Ministério da Economia analisa algumas propostas de reforma previdenciária, vou me ater apenas a dois pontos principais do documento da Fipe: O primeiro é a necessidade de adotar a idade mínima para a aposentadoria, o projeto propõe que em 2020 os homens aposentem-se a partir dos 57 anos e as mulheres aos 52. A partir daí, a cada 2 anos, aumentaria 1 ano a essa idade mínima, chegando-se aos 65 anos, por volta de 2038. O segundo ponto é a criação de um novo sistema para cerca de 40 milhões de jovens nascidos a partir de 2005 e que ainda estão fora do mercado de trabalho, o sistema tem como foco desonerar a folha de pagamento e não distingue os benefícios de celetistas, servidores públicos civis ou militares. Um sistema, portanto, equilibrado e universal. Para o Brasil ser considerado o país do futuro, precisa resolver os problemas do passado e considerar um programa de previdência social sustentável. No curto prazo (10 anos), a proposta de reforma apresentada pela Fipe estima uma economia de cerca de R$ 1 trilhão. É fundamental que o Brasil sinalize para o mercado que o país tem jeito, mesmo considerando os impactos de médio e longo prazo que a esperada reforma da previdência produzirá.

ANA PAULA GODINHO

NILTON MOLINA

CONSULTORA FINANCEIRA

PRESIDENTE DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA MONGERAL AEGON SEGUROS E PREVIDÊNCIA

PARCEIRA DA SEGURADORA MONGERAL AEGON

62 98151-3151


Síndrome de Burnout e a Hipnoterapia A Síndrome de Burnout, ou Síndrome do Esgotamento Profissional, é um distúrbio psíquico descoberto em 1974 por Freudenberger, um médico americano. A Síndrome está registrada no grupo 24 do CID-11 como um dos fatores que influenciam a saúde ou o contato com serviços de saúde, entre os problemas relacionados ao emprego e desemprego.

Sua principal característica é o estado de tensão emocional e estresse crônicos provocados por condições de trabalho físicas, emocionais e psicológicas desgastantes. A síndrome  se manifesta especialmente em pessoas cuja profissão exige envolvimento  interpessoal direto e intenso. O sintoma típico da Síndrome de Burnout  é a sensação de esgotamento físico e emocional que se reflete em atitudes negativas, como: • Ausências no Trabalho; • Agressividade; • Isolamento; • Irritabilidade; • Dificuldade de Concentração; • Lapsos de Memória; • Ansiedade, Tristeza, Insegurança, Pessimismo, Baixa Autoestima; • Dores de Cabeça; • Sudorese, Palpitação, Dores Musculares, Insônia, Crises de Asma e Distúrbios Gastrointestinais são manifestações físicas que podem

estar associadas à síndrome. A Hipnoterapia é altamente indicada no controle desses sintomas através da Hipnose Clássica e Hipoanálise, as sugestões pós-hipnóticas controlam a maior parte dos sintomas, além de promover uma harmonização do sistema psíquico, utilizando de mecanismos de indução e projeção a utilização de hipnose condicionativa, trazendo uma melhora rápida de todos os sintomas já nas primeiras 5 sessões. Em muitos casos, a Psicanálise associada acelera o processo de equilíbrio psicológico, melhorando a qualidade de vida do paciente e melhorando seu relacionamento com o trabalho, como também nos contatos interpessoais. Durante a investigação com a Hipnoterapia em regressão de linha do tempo buscamos as situações que possam ter desencadeado a síndrome, e com o processo de dissociação de imagens e sugestão hipnoterápica, vamos harmonizado o paciente.

Entre em contato para saber mais sobre os benefícios da Hipnoterapia e Psicanálise!

DR. HUMBERTO CÍCERO FONSECA ARAÚJO HIPNÓLOGO CRT/GO 48448 | PSICANALISTA CRTP/GO 26703

• Doutorado em Teologia e Psicanálise Transpessoal; • Mestre em Psicanálise Transacional; • Hipnólogo Especialista em Ansiedade e Depressão; • Psicanalista e Terapeuta.

Corpo & Mente - Clínica Integrada: Av. Cora Coralina, nº48, Setor Sul - Goiânia/GO 62 3645-1209 | 9.9923-4619 Equilibrium Centro Integrado de Saúde: Av. São Francisco, nº 1075, Jundiaí – Anápolis/GO 9.9130-9581 | www.humbertopsicanalista.com 26

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Você sabe o que é a Alopecia Areata? “Doutora, percebi uma área sem nenhum fio de cabelo na minha cabeça, o que pode estar acontecendo?”

Embora algumas pessoas pensem que pode ser apenas uma “barbeiragem” do cabelereiro, geralmente falhas que surgem repentinamente nos cabelos tem como causa mais comum a alopecia areata. Conforme explica a Dra. Lorena Dourado Alves, Dermatologista com Título de Especialista pela Sociedade Brasileira de Dermatologia e Formação em Tricologia (ciência que estuda o cabelo) pela Faculdade de Medicina do ABC e pela USP, existem várias causas de queda de cabelo. “As falhas no cabelo que chamamos de “placas” podem ter causas variadas sendo as mais comuns, a Tinea capitis, a alopecia areata e a tricotilomania.” Nessa edição da Revista Saúde explicaremos um pouco mais sobre a Alopecia Areata. A incidência estimada ao longo da vida de desenvolver Alopecia Areata na população geral é de cerca de 1,7% (quase 2 pessoas a cada 100), tanto nas suas formas leves ou graves, por isso é importante conhecer essa doença.

Conforme explica a Dra. Lorena Dourado, “A Alopecia Areata é uma doença genética e autoimune na qual o organismo da pessoa começa a “atacar” seu próprio fio de cabelo, gerando um processo inflamatório na base do pelo, o que leva a queda do cabelo. É uma inflamação, não cicatricial, que não chega a destruir o fio do cabelo, dessa forma, o cabelo pode voltar a nascer no local. Pode atingir apenas uma área do couro cabeludo, formando uma falha localizada, geralmente arredondada e sem nenhum fio no local, mas pode atingir outros pelos do corpo como barba, sobrancelha, pelos corporais e pode em alguns casos levar a perda de todos os pelos da cabeça ou do corpo. Em algumas pessoas os cabelos voltam a nascer mesmo sem tratamento, outras voltam apenas com o tratamento e outras o cabelo não volta a nascer. Em algumas pessoas os pelos podem voltar a nascer brancos ou com alterações, ficando mais lisos ou mais crespos, no local. Algumas pessoas tem um episódio na vida e não volta mais a ter e outras, persistem com episódios durante toda a vida. Muitas pesquisas estão sendo feitas em busca de um

tratamento, sem muitos efeitos colaterais, para tentar evitar que se tenha novos episódios da doença.” Sabe-se que como em todas as doenças autoimunes, fatores estressantes podem desencadear ou agravar o quadro, mas é importante lembrar que é uma doença que só vai acontecer se a pessoa tiver a genética para desenvolver a doença e, portanto, não é uma doença contagiosa e nem uma doença que só acontece em pessoas estressadas. “A Alopecia Areata é uma doença que leva a um impacto psicológico significativo na vida da maioria das pessoas que apresentam a doença, bem como dos seus familiares.” Afirma a Dra. Lorena Dourado. Se perceber que seus cabelos estão caindo mais que o normal ou passando por alterações como falhas localizadas, procure um dermatologista com título de especialista pela Sociedade Brasileira de Dermatologia para que ele te examine, faça seu diagnóstico e inicie, se necessário, seu tratamento. “O mais importante é fazer o diagnóstico correto e iniciar o tratamento adequado o mais precocemente possível”, conclui a Dra. Lorena Dourado.

DRA. LORENA DOURADO DERMATOLOGIA CRM/GO 11663 | RQE 7207

• Especialista em Dermatologia pela UFG (MEC) e pela SBD; • Formação em Tricologia (ciência que estuda o cabelo) pela Faculdade de Medicina do ABC e pela USP; • Dermatologista Responsável pelo Ambulatório de Cabelos da UFG.

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DIU no Pós Parto: A partir de quando posso utilizar o DIU? Existe Contraindicação? Segundo a pesquisa “Nascer no Brasil 2014”, 55% das gestações não são planejadas e esse percentual chega a 66% nas adolescentes. O Dispositivo Intrauterino (DIU) é um objeto de plástico flexível em formato de “T” que atua como contraceptivo. Existem dois tipos de DIU, o Não Hormonal (DIU de Cobre ou DIU de Prata) e o de Liberação Hormonal. Segundo a Organização Mundial da Saúde – OMS, este é o método mais utilizado no mundo, com 170 milhões de usuárias, mas que no Brasil ainda não é muito popular, onde apenas 1,9% das mulheres em idade fértil o utilizam, de acordo com o Ministério da Saúde.

O DIU de Liberação Hormonal, como o próprio nome diz, libera de forma periódica um tipo de progesterona sintética (Levonorgestrel), que torna o muco cervical mais espesso, dificultando a passagem dos espermatozoides, impedindo assim a fecundação, e sua vida útil média é de cinco anos. Ambos devem ser introduzidos dentro do útero, com ou sem analgesia, por um médico ginecologista/obstetra, e é recomendado no primeiro ano a fazer o controle semestral por meio de ultrassom, e após, anualmente junto com os exames ginecológicos de rotina.

Há Contraindicações?

O DIU é contraindicado para mulheres virgens, com má-formação no útero, com sangramentos de origem não esclarecida, câncer uterino, e também com infecção pélvica aguda. Em caso de infecção, deve ser realizado o tratamento antes da utilização do método.

Como o DIU funciona?

Quando Colocar? O DIU Não Hormonal (de Cobre

ou de Prata) causa uma inflamação no endométrio (tecido que reveste internamente o útero), e deixa o muco cervical com grande concentração de cobre, criando uma substância tóxica ao espermatozoide, impedindo que ele fecunde o óvulo, e sua duração média é de dez anos.

A inserção do DIU, independente do tipo de DIU, pode ser em qualquer dia do ciclo menstrual, desde que excluído o quadro de gravidez. No pós-parto existem duas situações, onde no Parto Normal o DIU pode ser inserido imediatamente, ou seja, até 10 minutos após a saída da placenta, o que provoca menos chance de expulsão, e também poderá ser inserido até 48 horas após o parto, e caso não seja, após esse período a mulher deverá esperar 40 dias para inserir o DIU, e no caso de Cesariana, o DIU poderá ser inserido durante a cirurgia ou também após os 40 dias do parto.

Qual é a Eficácia? Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o DIU de liberação hormonal expõe a mulher a 0,2% de chance de gravidez, enquanto o DIU de cobre tem 0,8% de chance. Ambos são bastante eficazes para evitar a gravidez, para efeito de comparação, a laqueadura é em média 99,6% eficaz (0,4% de chance), e a pílula anticoncepcional pode falhar em até 9% das vezes, devido a esquecimentos, uso inadequado ou por interação com outros medicamentos.

A Amamentação NÃO Substitui a Contracepção! A amamentação por si só é contraceptiva, pois a prolactina (hormônio responsável por estimular a lactação) faz com que não haja ovulações regulares. Não havendo ovulações, consequentemente não ocorrerá gravidez. Mas nem sempre é assim, pois pode haver flutuações nos valores da prolactina e ocorrer ovulação, mesmo com amamentação regular. Esta situação varia de mãe para mãe, e pode resultar numa gravidez não desejada. Desta forma, é conveniente que a mãe faça algum tipo de contracepção a seguir ao parto, mesmo enquanto amamenta. Referência Bibliográfica: Estudo Choice Realizado nos EUA.

DR. GLAUCO PRADO SILVA GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA CRM/GO 11559 | RQE 6093

• Médico Especialista em Ginecologia/Obstetrícia e em Colposcopia do Trato Genital Feminino pelo Hospital das Forças Armadas (HFA) de Brasília-DF; • Graduado em Medicina pela Fundação Educacional Serra dos Órgãos (FESO); Faculdade de Medicina de Teresópolis-RJ.

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Botox

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no tratamento de bruxismo O Bruxismo é uma disfunção temporamandibular que provoca o hábito muito comum que as pessoas tem em ranger ou apertar (bruxismo) os dentes, ocorrendo o desgaste dos mesmos.

Pode ocasionar dores ao abrir a boca com estalidos na articulação mandibular (ATM), dores no ouvido, na cabeça, nos músculos do pescoço, perda do esmalte dos dentes e mobilidade. Esta doença atinge cerca de 40% da população mundial. Ela afeta ainda na Hipertrofia do Masseter arredondando o rosto, causando a hiperatividade do músculo nas suas funções: mastigação, fonação e deglutição. Desencadeando também dores no músculo Temporal. Hoje o melhor tratamento e resultado já conhecido é a aplicação da Toxina Botulínica (Botox) nos músculos da

mastigação Masseter e Temporal, bloqueando a liberação da neurotransmissora chamada Acetilcolina, que transporta mensagens entre o cérebro e as fibras musculares, relaxando-as, melhorando a oclusão dos dentes, diminuindo o desgaste e protegendo assim o seu esmalte e fraturas. Haverá também uma redução nas enxaquecas. Esse relaxamento é observado em 48 horas após a aplicação e aumenta até o 14º dia. O efeito dura de 4 a 6 meses, dependendo do metabolismo de cada paciente. Nem todas as pessoas podem se submeter ao método. Por ausência de estudos, há contra indica-

ções para grávidas e lactantes, pessoas intolerantes à lactose e alérgicos a albumina (proteína do ovo). O uso da Toxina Botulínica por Cirurgiões dentistas foi autorizado segundo a Resolução 176/2016, pelo CFO (Conselho Federal de Odontologia) com finalidade Terapêutica funcional e/ou estética, melhorando as dores musculares e linhas de expressões. Ainda tem seu benefício estético melhorando o contorno do rosto devolvendo uma Harmonização da Face. A vantagem do uso do Botox no bruxismo é um resultado eficaz e rápido, sem quase nenhuma contraindicação.

DRA. ALESSANDRA MEIRELES CIRURGÃ DENTISTA CRO/GO: 5851

• Especialista em Harmonização Orofacial (Botox e Preenchimentos) pela ABO/GO; • Membro da Equipe de Pós-graduação da Faculdade UNIP de Goiânia/GO; • Pós Graduada em Ortodontia pela UNINGA - (Orthoway Goiânia); • Graduação em Odontologia pela UNIBE – Uberaba/MG.

(62) 3926-1717 |

Rua P -13, 106 sala 02 e 03 Setor dos Funcionários Rua 03, 800, Sala 502, ED. Office Tower, Setor Oeste (62) 98203-8168 | @draalessandrameireles | Alessandra Meireles rsaude.com.br | Junho . 2019 | Revista Saúde

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Doenças Reumatológicas Existe uma idade para o aparecimento destas doenças?

Apesar do que se imagina, as doenças reumáticas não ocorrem somente em idosos. Qualquer pessoa de qualquer idade (crianças, jovens e adultos) pode ser acometida de algum tipo de doença reumática.

Causas

Geralmente, esses doenças ocorrem quando o sistema imunológico falha e começa a reconhecer o próprio organismo como agente agressor, ou seja, começa a atacá-lo. Nestes casos as doenças reumatológicas estão associadas a alterações de autoimunidade e costumam cursar com a presença de autoanticorpos no sangue. Ou quando há desgaste de tecidos e/ou órgãos, algo que acontece naturalmente conforme a idade avança ou são desencadeadas por atividades repetitivas ou inapropriadas,

uso de medicamentos, sedentarismo entre outros fatores. Estes por sua vez são conhecidos por reumatismo de partes moles (bursite, fasciíte, tendinites, osteoartrite entre outros).

São muitas as doenças que compõe o grupo de doenças Reumatológicas. As mais comuns são artrite reumatoide, artrite psoriásica, espondilite anquilosante, Lúpus, osteoartrite, gota, osteoartrite, tendinites e bursite

Sintomas

A dor é o sintoma mais determinante quando falamos de doenças reumatológicas, no entanto, existem características da dor que a diferenciam e podem ajudar a um diagnóstico. Além do sistema locomotor, elas podem afetar outros órgãos.

Importância do Diagnóstico Precoce

Como em todas as outras patologias, quanto mais cedo uma doença reumática for detectada, maior será a probabilidade de tratamento adequado. Em alguns casos, um diagnóstico tardio pode tornar completamente irreversível o curso de uma doença.

As doenças reumáticas, assim como outras enfermidades crônicas, têm tratamento. Se a doença for descoberta no início e tratada de maneira adequada por um profissional capacitado, o paciente reumático pode levar uma vida normal e sem dores, minimizando o risco de incapacidade física.

DRA. PAULA MENEZES DE AQUINO RAMOS REUMATOLOGISTA CRM/GO 13041 | RQE 7997

• Graduação em Medicina pelo Centro de Ensino Superior de Valença; • Professora do Centro Universitário de Anápolis; • Membro da Sociedade Brasileira de Reumatologia; • Residência em Clínica Médica pela Santa Casa de Misericórdia de Goiânia; • Residência em Reumatologia pelo Hospital Geral de Goiânia.

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Ceratocone? Normal

Ceratocone

1- O que é ceratocone?

O ceratocone é uma doença da córnea, região mais externa do globo ocular, na qual a força mecânica do tecido é reduzida. Isso faz com que a córnea se deforme para frente, tomando a forma de um “cone”. O que resulta em um astigmatismo irregular, ou seja, a córnea se torna tão irregular que os óculos não podem mais ser usados ​​para corrigir os efeitos visuais do ceratocone de forma eficaz, embora isso ainda seja possível com o uso de lentes de contato especiais nos estágios iniciais da doença. A córnea pode continuar a inchar e afinar na ponta, aumentando a quantidade de astigmatismo ao longo do tempo. Embora a doença seja conhecida há mais de 150 anos, nossa compreensão do que causa o ceratocone aumentou significativamente nos últimos anos.

2- Quais são os sintomas?

O principal sintoma do ceratocone é a redução da acuidade visual, que não pode ser corrigida com óculos. Nos estágios iniciais da doença, as bordas dos objetos podem parecer borradas e essa alteração é mais perceptível durante a noite. À medida que a doença progride, pode resultar em visão dupla, tripla e até quádrupla.

Como o mês de junho é denominado Junho Violeta na oftalmologia, com o intuito de conscientização sobre o ceratocone, o Dr. Fábio Daga irá responder algumas perguntas relacionados à essa enfermidade 3- Quão comum é a doença? Infelizmente muito mais comum do que se pensava anteriormente. Uma das publicações científicas mais citadas sobre ceratocone em 1986, afirma que a incidência da doença é de 1 pessoa a cada 2000. Esta estatística faz com que o ceratocone seja uma doença “rara”. No entanto, esse estudo foi realizado usando métodos de pesquisa e instrumentos diagnósticos antigos. Na realidade, o ceratocone provavelmente é muito mais comum! Um estudo recente realizado em crianças e adolescentes estimou um frequência de 1 em 21 pessoas!

4- O ceratocone para de progredir? Com o aumento da idade, o tecido conjuntivo ocular corneal, mais especificamente o colágeno, torna-se cada vez mais rígido. Portanto, a tendência da doença é parar muitas vezes entre o 35º e 45º anos de vida. No entanto, também vemos pacientes que ainda têm ceratocone ativo ao final dos 50 anos. Portanto o envelhecimento diminui a probabilidade de progressão do ceratocone, mas essa probabilidade nunca será zero.

5- E é possível parar a progressão do ceratocone artificialmente?

Sim. O “cross linking” da córnea é uma operação que pode interromper a progressão da doença com uma chance de sucesso superior a 90%. O “cross linking” é uma técnica que combina luz UV (UV-A) e riboflavina (vitamina B2) para causar uma reação fotoquímica que endurece mecanicamente a córnea, aumentando o número de ligações cruzadas no colágeno. A taxa de sucesso do procedimento é bem superior a 90%, e o efeito já é detectado horas após o procedimento. O mesmo pode ser realizado em qualquer idade, mas é mais comum em pessoas com idade entre 6 e 60 anos.

É importante procurar um oftalmologista experiente para que o diagnóstico da doença seja feito corretamente, de forma que o acompanhamento do paciente, e a hora correta da indicação do procedimento sejam feitas! Mais Informações

DR. FÁBIO DAGA OFTALMOLOGISTA CRM/GO 22.410 | RQE 11596

• Graduado em medicina pela Universidade Federal do Paraná - UFPR; • Residência em Oftalmologia pela Irmandade Santa Casa de Misericórdia de São Paulo - ISCM/SP; • Especialização em Glaucoma pela Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP; • Especialização em Catarata e Cirurgia Refrativa pela Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP; • Doutorado na Universidade da Califórnia em San Diego – UCSD; • Doutorado no Duke Eye Center, da Duke University; • Membro da Sociedade Brasileira de Glaucoma, da Sociedade Brasileira de Catarata e Cirurgia Refrativa, da American Glaucoma Society, e da American and European Societies of Cataract and Refractive Surgery.

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Fez cirurgia plástica? Reabilitação tecidual é o caminho mais seguro para o pós-operatório A maioria das pessoas que investe na escolha de um bom cirurgião e de um hospital equipado se esquece de pensar no pós-operatório da cirurgia plástica, um processo fundamental para a recuperação funcional e para o resultado satisfatório da cirurgia. Infelizmente, ainda é comum o encaminhamento para sessões de drenagem linfática e uso de aparelhos, como ultrassom e radiofrequência. Essas técnicas são inadequadas para o complexo processo de reabilitação do tecido após o trauma sofrido na cirurgia. Na I Jornada de Fisioterapia em Cirurgia Plástica Estética e Reconstrutiva, realizada no ano passado, no Rio de Janeiro foi abordado e discutido sobre a importância da reabilitação após a cirurgia, a fisioterapia se torna um caminho seguro porque proporciona ao paciente uma recuperação muito mais rápida e com o mínimo de dor. O paciente recebe alta com poucas sessões e volta mais rapidamente às suas atividades cotidianas. Após a cirurgia, o paciente pode apresentar comprometimento respiratório, funcional, dores musculares, articulares e dificuldade de realizar alguns movimentos, mesmo depois de meses após a cirurgia. Isso ocorre devido à limitação no pós-operatório imediato, como as posturas antálgicas que precisam ser adotadas. Só o fisioterapeuta é capaz de avaliar a função neuromioarticular do paciente, prevenir e detectar esses possíveis comprometimentos e usar a abordagem certa para isso, como por exemplo, as mobilizações articulares e cinesioterapia.

Por que a drenagem não é adequada? A drenagem linfática não é eficaz na reabilitação da cirurgia porque é uma técnica indicada para a redução de edema (acúmulo de líquidos) e o processo de reparo tecidual envolve outros processos e características além do edema. Na linha que pratico – que inclui terapia manual, terapia manual ortopédica, terapia de contenção, cinesioterapia e exercícios respiratórios -, esses tratamentos são empregados em cada momento da recuperação, a fim de deixar a paciente mais apto. “Não é normal sentir dor durante as sessões de fisioterapia no pós-operatório. Inclusive quando falamos de fibroses tardias, mesmo após anos, o tratamento correto não deve causar dor”.

“Essa atuação do fisioterapeuta começa já no intraoperatório, dentro do centro cirúrgico, com a Terapia Compressiva para conter a lesão causada pela cânula e pelo descolamento da pele”. Quando o organismo inicia o processo de cicatrização começa a formar um novo tecido (tecido cicatricial) para preencher os espaços lesados e ele precisa de reabilitação adequada. O objetivo principal da fisioterapia no pós-operatório é reorganizar as estruturas dos tecidos, devolvendo funcionalidade e flexibilidade, favorecendo o metabolismo normal. Assim, o paciente não sofrerá com “fibroses” que são os tecidos cicatriciais desorganizados que tornam o aspecto da pele irregular e inestético, nem com as “aderências”, que são fibroses sem mobilidade dos tecidos e nem com a “retração”, quando a pele é repuxada por um tecido cicatricial adjacente.

Quais as vantagens para o paciente? A grande vantagem para o paciente é que conseguimos controlar a área de lesão que ocorre na cirurgia, processo que causa um trauma e dá início a um processo inflamatório muito grande. Porém, uma vez que conseguimos - imediatamente após a cirurgia -, conter essa área de lesão, conseguimos conter todos os eventos que são subsequentes a ela, cobrindo todas as faixas de cicatrização, além de garantir um pós-operatório com o mínimo de dor e uma recuperação mais rápida.

DRA. JÉSSIKA CAMPOS FISIOTERAPEUTA PÓS-GRADUADA EM DERMATOFUNCIONAL CREFITO 159564 - F - GO

• Reabilitação em Pós-Cirurgia Plástica Estética e Reparadora, Bariátrica, Vascular e Remoção Cirúrgica de Hemangioma; • Tratamento de Linfedema; • Tratamento de fibroses e aderências pela técnica de Terapia Manual; • Formada em Linfoterapia e certificada internacionalmente no Tratamento de Edemas e Linfedemas pela Ècole de Drainage Lymphatique Leduc Bruxelles, na Bélgica.

62 99933-7628 | 62 99158-4596 Atendimentos: Femina Day Clinic Hospital de Cirurgia Plástica R. 15, 1370 - St. Marista, Goiânia - GO - Home Care | Atendimento Domiciliar 36

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Seu filho ouve bem? São nos primeiros 3 anos de vida que a criança experimenta os estágios mais intensos de desenvolvimento da fala e da linguagem. O teste da orelhinha deve ser realizado até 1 mês de idade para que todas as crianças com deficiência auditiva sejam diagnosticadas antes dos 3 meses e recebam intervenção adequada até os 6 meses. O quanto antes for feito o diagnóstico e tratamento da perda auditiva maior será a possibilidade de que essa criança com deficiência auditiva apresente desempenho comunicativo e escolar próximo ao das crianças que ouvem normalmente. Alguns indicadores de risco de perda auditiva requerem uma avaliação audiológica completa, independente dos resultados do teste da orelhinha,

dimento escolar, pode ter perda audi-

como história familiar de perda auditi-

tiva e deve ser avaliada pelo otorrino-

va, infecções na gestação, internação

laringologista. Mesmo graus leves de

em UTI neonatal, icterícia, uso de anti-

diminuição da audição podem causar

bióticos, entre outros.

alteração no rendimento escolar da

Além disso, todas as crianças devem

criança e desatenção. A perda audi-

submeter-se a um acompanhamento

tiva na infância, não tratada, pode

da audição e comunicação, mesmo sem

ocasionar atraso nas habilidades da

os fatores de risco acima descritos.

fala e linguagem ao longo da vida re-

A criança que fala muito alto, pede

sultando em menores níveis de esco-

sempre para aumentar o volume da

laridade e oportunidades de emprego

tv, troca letras, apresenta baixo ren-

na vida adulta.

Qualquer preocupação nesse sentido deve ser valorizada. Procure o otorrinolaringologista e afaste o diagnóstico de perda auditiva.

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DRA. PAULIANA LAMOUNIER OTORRINOLARINGOLOGISTA - CRM/GO 12682 | RQE 7943

• Mestre e Doutoranda pela UNB; • Preceptora da Residência médica do CRER- GO; • Otologista da equipe de Reabilitação Auditiva e Implante Coclear do CRER-GO. rsaude.com.br | Junho . 2019 | Revista Saúde

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Planejamento é Fundamental

Especial Capa

para Construir um Belo Sorriso Construir um sorriso bonito é como construir uma casa. Mas não adianta gastar uma fortuna com mobília e decoração se o piso está afundando e as paredes estão caindo. Ou seja, não adianta buscar tratamentos estéticos se a base estrutural dos dentes não está saudável e segura, ou se o alinhamento dos dentes e a mordida não estão corretos. Por isso, o planejamento é essencial para um resultado satisfatório e o profissional que vai executá-lo também precisa combinar diversas habilidades. Digo isso porque de tempos em tempos recebo no consultório pacientes que querem investir na beleza do sorriso e já chegam decididos por um tratamento porque um conhecido fez ou viu o resultado de algum famoso. Porém, sempre gosto de conversar com o paciente e explicar que cada caso é único e precisa ser avaliado com calma para traçarmos um planejamento personalizado que vai garantir a saúde bucal e o melhor resultado estético possível com maior durabilidade.

Papel dos dentes na nossa saúde

Acho importante salientar que, apesar de nosso sorriso ser um cartão de visitas, o papel essencial dos nossos dentes é facilitar a tarefa mais vital que temos: nos alimentar. Para isso contamos com vários tipos de dentes, com formatos e funções diferentes que nos permitem rasgar ou triturar os alimentos, mas também exercem papel fundamental na primeira etapa da nossa digestão. O ato de morder e triturar o alimento é fisiológico e complexo e envolve atividades neuromusculares e digestivas. Nossa salivação durante a trituração dos alimentos facilita a deglutição e a ação das enzimas digestivas do estômago e principalmente do pâncreas. Portanto, comer com atenção e mastigar bem os alimentos é o começo do processo de digestão. Azias, problemas digestivos e até mesmo a sonolência após a refeição podem ser em decorrência da mas-

tigação inadequada. Sendo assim, se nossos dentes perdem força ou estamos com a mordida desalinhada e não mastigamos corretamente, nosso processo digestivo se desequilibra e perdemos qualidade de vida.

Implantes, próteses ou correções ortodônticas

A partir da primeira avaliação com o paciente, pequenos problemas como cáries, inflamações ou gengivites devem ser solucionadas. O próximo passo dentro do planejamento é avaliar casos em que percebemos que os dentes não têm força o suficiente para uma mastigação adequada, sejam quais forem as causas, como falta de dentes, precariedade de próteses ou ainda o desgaste por bruxismo. Para esses problemas, temos algumas opções de tratamento como os implantes ou próteses, que devem ser feitos por profissionais capacitados. No caso dos implantes, além do medo comum de dentista, muitas pessoas pensam que o tratamento para implantes dói ou demora muito, quando na verdade os tratamentos atuais são mais rápidos, com menor tempo de recuperação e com menos desconforto, como é o caso da cirurgia guiada por computador, que realizamos aqui na CENII. A técnica possibilita o planejamento do procedimento cirúrgico por meio de um software específico para, através de uma tomografia computadorizada, planejar o local dos implantes virtualmente com grande precisão e segurança para indicar a melhor posição. Com o guia cirúrgico que vai direcionar o implante corretamente dentro do osso, é feita a entrada na gengiva, dispensando a realização de cortes com conforto, precisão, segurança e rapidez, permitindo breve retorno às atividades normais, sem pontos, com menos inchaço, dores e medicamentos. Caso haja alguma necessidade de corrigir a posição dos dentes e dos ossos maxilares, o ortodontista entra

Construir um sorriso bonito é como construir uma casa.

em cena para somar com o planejamento para melhorar o sorriso do paciente de maneira completa. Alguns problemas solucionados por ele podem ser o alinhamento dos dentes, sobremordida, mordida cruzada ou cruzada anterior, mordida aberta, desvio de linha mediana, diastema e apinhamento (muitos dentes para serem acomodados na arcada dentária).

Correções estéticas

Após as correções na estrutura e na posição dos dentes, passamos para a parte estética, onde alguns tratamentos prévios podem ser necessários, como a plástica gengival, bichectomia, clareamento, etc. Caso tudo corra bem nessa fase, aí sim iniciamos o planejamento para a colocação de facetas ou lentes de contato dentais. Esse é o último processo na construção de um belo sorriso e talvez seja o que demanda mais tempo e paciência, pois a fabricação das lâminas é super personalizada e artesanal. Após simulações de cor e formatos feitos no consultório, profissional e paciente definem a aparência final e a técnica para colocação das lâminas.

Resultados de excelência

O resultado de qualidade e a durabilidade das facetas e lentes dependem, majoritariamente, de um bom planejamento, como falamos lá no começo. Cada caso precisa de estudo, estratégia, correções e tratamentos específicos, além da habilidade do profissional em executar o que foi proposto com maestria. No consultório sou muito exigente e trabalho com uma equipe altamente comprometida e qualificada, além de parceiros sérios para a confecção das lâminas que também primam pela excelência. O resultado não pode ser outro: satisfação total dos pacientes e casos que me deixam ainda mais apaixonada pelo meu trabalho.

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Tenho hérnia de disco, e agora? -inflamatórios, educação nos hábitos prejudiciais a coluna, fortalecimento da musculatura adequada para proteção da coluna, melhora da mecânica de movimento entre outras necessida-

Cerca de 80% dos brasileiros já sofreram ou sofrem de dor na coluna, diversas alterações podem ser consideradas como causa destas dores incluindo uma gama de doenças, e a hérnia de disco é uma das principais causas deste sintoma que podem causar muito desconforto e até incapacidade.

des, o importante é que seja realizado um bom diagnóstico fisioterapêutico (Diagnóstico Cinético Funcional) com o objetivo de identificar as necessidades individuais de cada paciente. Recursos modernos como a Tração Computadorizada, tratamento manuais como a osteopatia ou a terapia mecânica, além da estabilização segmentar, são recursos com grande eficácia no tratamento de pacientes com hérnia de disco e amplamente utilizado no ITC Vertebral com uma eficácia de tratamento com mais de 87%. Entretanto devemos deixar um Oque há alguns anos atrás pode-

alerta, a escolha de não tratar uma

ria ser considerada uma doença difícil

hérnia pode custar caro para sua saú-

de ser tratada, com a melhora no en-

de no futuro, as dores podem piorar

tendimento da doença e a evolução

quando não tratado adequadamente

da fisioterapia nos últimos anos, o

podendo chegar à perda da capacida-

tratamento da hérnia tem se mostra-

de funcional.

do cada vez mais eficaz onde o trata-

Foi diagnosticado com hérnia de

mento conservador (não cirúrgico)

disco, entre em contato com nossa

tem sido uma boa escolha por parte

unidade, será um prazer contribuir

da maioria dos pacientes e é observa-

com a saúde da sua coluna.

do que o tratamento cirúrgico e não cirúrgico a médio e longo prazo tem resultados muito parecidos. O tratamento conservador da hérnia deve ser uma abordagem multimodal, ou seja, contendo diversas modalidades de tratamento que irão oferecer ao paciente recursos anti-

DR. GUILHERME FALEIRO FISIOTERAPEUTA – CREFITO 11/139486F

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Por que as costas doem tanto? Conheça as causas

A dor nas costas é a causa mais comum de atendimentos ortopédicos em unidades de emergência. Estima-se que aproximadamente 80% da população mundial sofrerá ao menos uma crise de dor incapacitante durante a vida.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a cada 10 pessoas, 8 terão ao menos uma crise de dor nas costas durante a vida, podendo daqui a poucos anos ser a principal causa de incapacitação. Fato, que não só gera transtornos físicos e psíquicos aos pacientes como também impacta diretamente na condição socioeconômica local. De forma didática sabemos ser a dor nas costas dividida em aguda ou crônica e em mecânica, não mecânica e visceral. Dor que começa e permanece por mais de 12 semanas é tida como crônica, abaixo disso, aguda. Além disso, é importante sabermos se a mesma piora com esforço físico ou movimentos repetitivos ou não. A primeira situação se enquadra como dor mecânica. Por fim temos a chamada visceral, que nada mais é que uma dor nas costas que tem por causa não a coluna, mas sim outras doenças, como por exemplo: prostatite, endometriose, doença inflamatória pélvica crônica, doenças renais, gastrointestinais e até mesmo os aneurismas de aorta. A dor mecânica é a mais prevalente na população, e se manifesta por alguns tipos de doenças: osteoartrose (degeneração), hérnia de disco, espondilolistese, estenose de canal, síndrome facetaria e até as fraturas por osteoporose. Menos frequentes, as causas para uma dor não-mecânica

seriam: neoplasias (tumores), infecções e osteoartrites (doenças reumatológicas). Entretanto o principal enfoque aqui seriam causas externas a tudo que já foi dito. Os estudos mostram que a faixa etária que procura atendimento em unidades de emergência por conta de dor nas costas vai de 35 a 55 anos, com predomínio entre as mulheres. Fatores psicológicos, alterações do humor, ansiedade e depressão figuram como causas importantíssimas. Associado a eles teríamos ainda o sedentarismo (completa falta de atividade física) e o sobrepeso/ obesidade. O estilo de vida que se leva, portanto, é essencial no combate às crises de dor nas costas, bem como suas recidivas que chegam a aproximadamente 40% nos próximos seis meses e em impressionantes 73% nos próximos anos, de acordo com a literatura. Por mais variadas que sejam as causas de dor nas costas, o importante é sempre procurar manter um estilo de vida saudável através principalmente de alimentação balanceada e atividade física regular além, é claro, de sempre procurar regularmente um médico especialista para que as terríveis dores passem bem longe.

DR. AURÉLIO ARANTES ORTOPEDISTA - CRM/GO 11500 | TEOT 11807 | RQE 7219

• ​Graduado pela Universidade Federal de Goiás (UFG) • Residência Médica em Ortopedia e Traumatologia pelo Hospital das Clínicas da UFG • Especialização em Cirurgia da Coluna Vertebral pela Universidade Federal de Goiás e CRER • Membro da Sociedade Brasileira de Coluna • Membro titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT) • Membro titular da Sociedade Brasileira de Coluna (SBC) • Preceptor da residência médica em Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas da UFG • Membro do Serviço de Coluna Vertebral do Centro de Ortopedia Especializada - COE

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Toxina botulínica: uma aliada à saúde Substância além de auxiliar nos tratamentos das rugas é utilizado em algumas doenças e correções A toxina botulínica, conhecida popularmente pela marca botox é uma neurotoxina produzida por uma bactéria chamada clostridium botulinum, que ao encontrar-se em um ambiente propício se multiplica e produz sorotipos. Ela ganhou força com o uso nas famosas, sendo eficaz principalmente, no tratamento das rugas, deixando o rosto com um aspecto mais jovem. “Muitas pacientes nos procuram por estarem incomodadas com as linhas de expressão, mas vale lembrar que a indicação depende de uma avaliação individualiza para conseguir resultados harmônicos e naturais”, comenta a dermatologista, Helena Recart Costa. Para a Dra. Dillays Raydylayde Silva Siqueira a toxina também pode ser utilizada para prevenção, “muitas pessoas nos procuram buscando um tratamento para prevenir as rugas e adiar ação do envelhecimento, sugerimos que neste caso seja iniciado por volta dos 25 anos”, ressalta a dermatologista.

DRA. HELENA RECART COSTA DERMATOLOGIA - CRM/GO 19057

• Graduação em Medicina pela Escola Superior de Ciências da Saúde-DF (ESCS); • Especialista em Dermatologia pelo Hospital de Doenças Tropicais de Goiás (HDT); • Membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD). Mais Informações

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Aplicação e ação A toxina, em todos os casos, é aplicada por meio de injeções. “Este procedimento deve ser realizado por um profissional habilitado, já que seu mau uso pode levar a uma face muito paralisada, com aspecto artificial”, comenta a dermatologista, Dra. Helena Recart. Já a Dra. Dillays explica que a ação da toxina acontece na musculatura. “Nas rugas a substância bloqueia o músculo, impedindo que haja a contração, em linhas já existentes ele retira a tensão, o que faz com que as rugas sejam amenizadas. No caso do tratamento preventivo, a toxina age na contração que é paralisada, onde não haverá formação de rugas”, explica a dermatologista Dillays Siqueira. Uso em doenças e correções Além de suavizar e prevenir rugas e linhas de expressão, a toxina pode ser utilizada em outros procedimentos, “podemos utilizar a substância para tratar assimetrias em paralisias faciais, na hiperidrose que é o suor intenso em áreas como mãos, axilas e

pés, bruxismo, enxaqueca e correção de sorriso gengival. Também pode ser usada, na neurologia, na espasticidade disfuncional (rigidez muscular excessiva) e vários outros problemas de saúde” diz a dermatologista Helena Recart. Contraindicações Como em todo tratamento, é preciso ter cautela e procurar profissionais especializados. De acordo com a dermatologista Dillays Siqueira é possível que haja reação alérgica, embora muito rara. Por este motivo é ideal conversar com o médico que realizará o procedimento e contar seu histórico de alergias. “Gestantes ou mulheres que estão amamentando, portadores de doenças neuromusculares, imunológicas e coagulopatias não devem passar por este tipo de aplicação”, comenta a Dra. Helena Recart. A dermatologista também explica que em doses excessivas, este procedimento pode causar a perda da expressão, a qual é revertida com o tempo. Jornalista: Isabella Negrini

DRA. DILLAYS RAYDYLAYDE SILVA SIQUEIRA DERMATOLOGIA - CRM/GO 18282

• Graduação em Medicina pela Universidade Federal de Pelotas; • Especialista em Dermatologia pelo Hospital de Doenças Tropicais de Goiás (HDT). Mais Informações


Tratamento endoscópico da obesidade: Endosutura gástrica A obesidade e as doenças a ela relacionadas, como a hipertensão, diabetes, infarto, acidente vascular encefálico, dentre outras, representam um importante problema de saúde pública em todo o mundo. Dados recentes do Ministério da Saúde mostram que mais de 50% da população brasileira é portadora de excesso de peso e aproximadamente 20% dos brasileiros são obesos.

Além das diversas doenças decorrentes da obesidade, esta é uma condição que gera uma série de alterações psicossociais, como baixa autoestima e isolamento social. O Índice de Massa Corporal (IMC) é o critério mais adotado mundialmente para definir sobrepeso e obesidade. Este índice é calculado dividindo o peso (em quilogramas) pela altura (em metros) ao quadrado (IMC=altura/peso²). O sobrepeso é definido com IMC maior que 25 kg/m² e a obesidade quando este índice ultrapassa os 30 kg/m². As mudanças comportamentais e dos hábitos alimentares, associadas à prática regular de atividades físicas, são fundamentais para a perda de peso. Entretanto, muitos indivíduos não conseguem manter um peso adequado, adotando apenas estas medidas. Por isso, atualmente existem vários métodos de tratamento do sobrepeso e da obesidade. Um dos métodos mais recentes de tratamento da obesidade é a En-

dosutura Gástrica (também conhecida como Gastroplastia Endoscópica). Como o próprio nome diz, este é um procedimento realizado totalmente por endoscopia, sem cortes ou incisões no abdome. A Gastroplastia Endoscópica consiste na realização de pontos de sutura no estômago, fazendo com que ele assuma um formato tubular, reduzindo em até 60% o seu volume inicial. Com isso, o indivíduo se sente saciado (“cheio” ou “satisfeito”) ao ingerir pequena quantidade de alimentos. Este método foi descrito inicialmente no ano de 2013, desde então, diversas universidades e centros médicos em todo o mundo vem realizando pesquisas e trabalhos com o intuito de aperfeiçoá-lo. Atualmente, quase 10.000 procedimentos já foram realizados em diversos países. No Brasil, este método foi aprovado recentemente pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e os primeiros procedimentos foram realizados no ano de 2016.

A Endosutura Gástrica é indicada para indivíduos que apresentam IMC maior que 30 kg/m² e que não obtiveram sucesso com outros tratamentos. Mesmo o paciente que já se submeteu à cirurgia bariátrica pode se beneficiar deste novo método. Trata-se de um procedimento seguro, com riscos mínimos de complicações e rápida recuperação do paciente (a maioria dos pacientes recebe alta hospitalar no mesmo dia ou no dia seguinte ao procedimento). A perda de peso a longo prazo é bastante satisfatória. Pacientes seguidos por 2 anos após o procedimento apresentaram uma perda em torno de 20% do peso (em média, 20 a 25 kg). Por fim, é importante ressaltar, que assim como em qualquer outro tratamento para o sobrepeso e a obesidade, o seguimento com equipe multidisciplinar, incluindo médico, nutricionista, psicólogo, educador físico, dentre outros profissionais, é fundamental para a perda de peso mantida a longo prazo.

DR. LUIZ HENRIQUE DE SOUSA FILHO GASTROENTEROLOGIA E ENDOSCOPIA DIGESTIVA CRM GO 11.825 | RQE 12.607

• Especialista em Gastroenterologia e Endoscopia Digestiva pela Universidade de São Paulo (USP); • Membro Titular da Federação Brasileira de Gastroenterologia (FBG); • Membro Titular da Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva (SOBED); • Presidente da Sociedade Goiana de Gastroenterologia (SGG / FBG-GO); • Diretor da Clínica Cirúrgica Digestiva e Obesidade (CCDO); • Coordenador dos Cursos “Imersão em Cirurgia e Endoscopia” (IMERSÃO).

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Doença Mão-Pé-Boca uma “Nova” Virose? Nos últimos meses, a Doença Mão-Pé-Boca chegou ao conhecimento dos pais e os alardeou como se fosse uma doença nova. Entretanto, nós pediatras sabemos que se trata de uma enfermidade comum na época do verão e outono. A doença, comumente de caráter benigna e contagiosa, é causada por vírus, sendo o Coxsackie, da família do enterovírus, o mais recorrente.

A transmissão ocorre por via fecal-oral através das secreções, tais como: tosse, espirros, saliva e fezes. Assim o compartilhamento de objetos como brinquedos e chupetas pode transmitir a doença, a qual ocorre, comumente, em menores de 5 anos. O outono, por ser uma época mais fria, favorece a aglomeração das pessoas, o que consequentemente aumenta o contágio e ocorrência de surtos. Os sinais e sintomas iniciais podem ser inespecíficos, trazendo confusão com outras viroses comuns da infância. Nos primeiros dias, a criança pode apresentar febre, inapetência, mal-estar, vômitos e diarreia. No entanto, nos dias seguintes surgem vesículas (bolhas) na palma da mão, dedos, nádegas, boca e sola dos pés, e essas podem permanecer de 7 até 10 dias. Todavia, não são todas as crianças que apresentam a síndrome clássica. Algumas podem apresentar lesões mínimas como aftas ou até mesmo ausência das mesmas. Por isso, o diagnóstico médico é baseado, normalmente na clínica, não necessitando de exames laboratoriais. Como a maioria das doenças virais na infância, a Doença Mão-Pé-Boca não possui tratamento específico e

sim de suporte como antitérmicos e analgésicos. O mais importante é manter a criança hidratada! Além disso, é esperado baixa aceitação alimentar, portanto deve-se investir em alimentos líquidos e pastosos nos primeiros dias e, em caso de lesões dentro da boca, evitar alimentos ácidos. As crianças devem permanecer afastadas da escola ou creche enquanto mantiverem febre e baixa aceitação alimentar, o que geralmente, ocorre nos primeiros 5 dias do início dos sintomas. Uma complicação que comumente presenciamos no consultório ou pronto-socorro, após o quadro inicial, é o descolamento da ungueal (unha) cerca de 2 semanas até 2 meses do início dos sintomas. É possível apresentar a Doença Mão-Pé-Boca mais de uma vez? Sim, porque ela é causada por mais de um tipo de vírus. Os enterovírus podem permanecer até 2 semanas na mucosa oral e até 4 semanas nas fezes. Então, a melhor forma de se proteger e evitar a doença é manter a higiene adequada, como: lavar as mãos após usar o banheiro, higienização adequada das mãos após troca de fraldas e não compartilhamento de objetos pessoais.

DRA. MARYANA BELTRÃO DE CARVALHO TAVARES Mais Informações

PEDIATRA CRM/GO 21528 | RQE: 12992

• Graduação em Medicina pela Universidade Pontifícia Universidade Católica de Goiás; • Especialista em Pediatria pelo Hospital Infantil Cândido Fontoura São Paulo. rsaude.com.br | Junho . 2019 | Revista Saúde

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Lesão no joelho demanda avaliação de ortopedista especializado Quem acompanha jogos de futebol já ouviu falar no Ligamento Cruzado Anterior (LCA), o tecido responsável por unir o fêmur (osso da coxa) à tíbia (osso da perna) que, só na edição 2018 da Série A do Campeonato Brasileiro, deixou sete jogadores fora de suas equipes. Mas se engana quem pensa que só atletas profissionais estão expostos a esse risco. Os “atletas de fim de semana” têm chances iguais ou maiores de lesionar esse ligamento e, além deles, algumas características específicas podem predispor qualquer um a essa lesão. É preciso ficar atento pois, em boa parte dos casos, só o tratamento cirúrgico é capaz de devolver a qualidade de vida. Durante a prática esportiva, o dano articular por trauma no joelho pode ocorrer em um choque com o adversário ou sem qualquer contato, motivado pela rotação com o pé fixo no chão ou a hiperextensão do joelho (as famosas “furadas de bola” na pelada com os amigos). Porém, a ruptura do LCA também pode ocorrer em pessoas com características que as predisponham a essa lesão, como o formato do osso e o desequilíbrio muscular.

Por que buscar um especialista?

A maioria dos pacientes afirmam sentir ou até mesmo ouvir o estalo no joelho no momento da lesão e pode sofrer queda em função da dor e falta de estabilidade. Mais tarde, a área é tomada pelo inchaço (edema) e dor ao caminhar. Sendo assim, apenas com uma visita ao médico ortopedista especializado será possível dimensionar a lesão e traçar, com precisão, qual será o tratamento mais adequado, visto que é necessário avaliar outros fatores como as lesões associadas e características morfofisiológicas do paciente.

Em alguns casos, é necessária uma avaliação isocinética em 3D com análise do movimento para diminuir o fator de risco. Seja com o tratamento conservador ou cirúrgico, é importante o acompanhamento multiprofissional, com o fisioterapeuta e o educador físico. E o paciente não deve encarar como normal a incapacidade de realizar movimentos específicos após a ruptura do ligamento. Sem tratamento, atividades cotidianas podem ser um risco como, por exemplo, para um paciente que precisa subir escadas, caso o joelho saia do lugar, ele pode desequilibrar e cair.

Todos os casos de lesão no joelho precisam de cirurgia?

Nem todos os casos são cirúrgicos e existem algumas tentativas que podem ser feitas, inclusive considerando a disposição do paciente a abrir mão do esporte que originou a lesão. Porém, com a diminuição da dor, o paciente acredita que recuperou sua funcionalidade, apesar das limitações e abandona o tratamento. O resultado da negligência pode ser a sobrecarga de outras áreas da articulação e isso pode desencadear um processo gradativo na perda de qualidade de vida. A lesão meniscal é uma das consequências com o decorrer do tempo. Em seis meses já começam os indícios dessa lesão e estudos apontam que, em cinco anos, 89% dos meniscos estão lesados. Portanto, mais importante que se preocupar com a indicação ou não da cirurgia, é procurar um médico para que ele avalie a lesão e dê opções. Além disso, existem várias técnicas para devolver a função completa do LCA, inclusive procedimentos minimamente invasivos, como a artroscopia, que proporcionam um pós-operatório menos doloroso e com mais mobilidade.

Para pacientes ativos, a vantagem da substituição do ligamento ou do enxerto no tendão é restaurar a anatomia e a biomecânica normal do joelho, o que possibilita que o paciente volte a praticar esportes sem o risco de novas lesões. Com a recuperação adequada com fisioterapia, o paciente recupera o movimento normal do joelho, além da força, agilidade e confiança para retornar ao esporte.

DR. ULBIRAMAR CORREIA DA SILVA FILHO ORTOPEDIA E TRAUMATOLOGIA CRM/GO 11552 | SBOT 12166 | RQE 7240

• Treinamento Avançado em Cirurgia do Joelho; • Membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia do Joelho; • Membro da Sociedade Brasileira de Artroscopia e Traumatologia do Esporte - SBRAT; • Graduação na Universidade Federal de Goiás; • Residência Médica em Ortopedia e Traumatologia no Hospital das Clínicas - UFG; • Membro Titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia - SBOT; • Preceptor da Residência em Ortopedia do Hospital das Clínicas – UFG; • Preceptor do Estágio em Cirurgia do Joelho (r4) no CRER: Centro de Reabilitação e Readaptação Dr. Henrique Santillo.

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SEGUROS E PREVIDÊNCIA A Consultora Financeira Ana Paula Godinho, parceira da Seguradora Mongeral Aegon, esteve presente na posse do Presidente da Federação Nacional dos Delegados de Policia Civil - Dr Mozart Felix no dia 11 de Junho, e apresentou o portfólio de produtos direcionados aos policiais civis. Vem ótimos projetos por aí!

PROJETO MÉDICAS DOS CABELOS A Dra. Lorena Dourado e outras 7 amigas dermatologistas, todas com formação em tricologia (ciência que estuda os cabelos), deram início ao projeto @medicasdoscabelos neste mês de abril de 2019. O objetivo do projeto é levar informação a todos sobre as doenças e os cuidados com o cabelo e o couro cabeludo. A foto acima foi tirada durante o III Simpósio de Cabelos e Unhas da SBD – RESP realizado em São Paulo nos dias 4 a 6 de abril.

GAIN ESPECIAL EDITION 2019 GALDERMA A MedComerce – Medicamentos e Produtos Hospitalares, representada pelo Gerente Geral Fernando Abreu, fez parte da seleta lista de convidados para participar do GAIN Special Edition 2019, evento exclusivo promovido pelo laboratório Galderma. O evento aconteceu em Nova York, abordou o que existe de mais moderno, focado sempre no que há de melhor para os pacientes.

CONFERÊNCIA INTERNACIONAL O Cirurgião Bucomaxilofacial Dr. Luis Gustavo J. Paiva esteve neste mês de maio no Rio de Janeiro para o 24º International Conference on Oral & Maxillofacial Surgery 2019, o principal fórum internacional de pesquisa, teoria e questões relacionadas à cirurgia oral e maxilofacial para cirurgiões, e profissionais de saúde afins.

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Revista Saúde Junho . 2019 Goiânia/Anápolis . GO

MONGERAL AEGON O time da Seguradora Mongeral Aegon de Goiânia recebeu no dia 29 de maio o Sr. Nilton Molina - Presidente do Conselho de Administração da Seguradora, para falar de um tema muito importante para a atual situação do país: a Reforma da Previdência. Foi um momento enriquecedor!

VIAGEM AO CHILE A Dra. Daniela Neder e seu esposo Edmur Neder, estiveram no Chile em comemoração aos 24 anos de casamento, onde puderam desfrutar de paisagens exuberantes. Nossos parabéns ao casal!

CONGRESSO INTERNACIONAL DE OSTEOPATIA O Dr. Lucas Signates, a Dra Marília Ferreira e o Dr. Guilherme Faleiro do ITC Vertegral, estiveram no CIOST 2019 – Congresso Internacional de Osteopatia, evento realizado entre os dias 31 de maio a 2 de junho em Campinas-SP, e traz o que a de mais novo e atual no cenário mundial de Osteopatia.

ATUALIZAÇÃO PROFISSIONAL O Médico Cirurgião Plástico Dr. Pedro Ruguê, esteve em Istambul na Turquia se atualizando em Rinoplastia junto aos maiores nomes mundiais da especialidade, o Dr. Richard E. Davis e o Dr. Enrico Robotti presentes na foto.

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MONGERAL AEGON

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CONGRESSO BRASILEIRO DE COLUNA

O Dr. Deusdedith Vaz, médico com mais de 10 anos de experiência, e também, Superintendente de Gestão Integrada na Vice-Governadoria do Estado de Goiás, após dificuldades com os planos de seguro que possuía, optou por aderir ao Seguro da Mongeral Aegon, através da consultora Financeira Ana Paula Godinho. Uma excelente escolha!

11º CONGRESSO MUNDIAL DE PESQUISAS EM CABELOS A Dra. Lorena Dourado esteve em Sitges-Barcelona para participar do 11º Congresso Mundial de Pesquisas em Cabelos, realizado entre os dias 24 e 27 de abril, uma reunião abrangente de pesquisa internacional de cabelo para o avanço dos conhecimentos em crescimento de cabelo, doenças do cabelo e couro cabeludo e cuidados clínicos.

No início de maio, o médico ortopedista e especialista em cirurgia da coluna vertebral, Aurélio Arantes, marcou presença na 17ª edição do Congresso Brasileiro de Coluna, realizado em São Paulo. O evento reuniu profissionais nacionais e internacionais para discussões focadas nas grandes áreas da cirurgia da coluna vertebral, como deformidades, doenças degenerativas, tumor, trauma e cirurgia minimamente invasiva.

OS MAIS INFLUENTES NA COMUNICAÇÃO EM GOIÁS

Sócias da agência Plena Estratégias Criativas, a publicitária Mariana Dalcin e a jornalista Karolina Vieira foram premiadas na 16ª edição do prêmio Os Mais Influentes da Comunicação em Goiás 2019, realizado pela Contato Comunicação. Com apenas três anos de mercado, a agência conquistou o 1º lugar na categoria “Assessoria de Imprensa” e Karolina conquistou a 2ª posição na categoria “Jornalista”. A agência atua com relacionamento com a mídia, conteúdo e presença digital voltado para médicos e profissionais de saúde.

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ATENDIMENTO EM RIO VERDE O Médico Cirurgião Plástico Dr. Alexandre Engell esteve em Rio Verde-GO no inicio do mês de maio para os primeiros atendimentos na cidade. Na foto esta com a Enfermeira Narida Cristina, Gerente da Afinare – Clinica Especializada em Emagrecimento, com quem fechou uma parceria superespecial, e estará realizando seus atendimentos no local. Sucesso em mais essa caminhada!

CURSO INTERNACIONAL No início deste ano, a fonoaudióloga Daniella de Pádua Sales Brom realizou visita técnica no The Children’s Hospital of Philafelphia para a contemplação do segundo módulo do Curso que está realizando como Trainee Speech Therapist nos Estados Unidos. Todo o conhecimento está sendo aplicado em sua clínica Fono Baby Kids, em Goiânia, e o conteúdo também fará parte da formação para pais e familiares “Linguagem e Interação Além das Telas” que será realizada em no mês de Agosto na capital.

CURSO DE IMERSÃO EM ODONTOLOGIA ESTÉTICA As consultoras Ana Paula Godinho e Naíma Marinari estiveram presentes no Curso de Imersão em Odontologia Estética que foi realizado nos dias 10 e 11 de maio na clinica Spa Relancer, com o Prof. Dr. Carlos de Carvalho e o Dr. Pablo Siqueira. Foi um sucesso!

VIAGEM À PASSEIO A médica dermatologista Dra. Vivian Pedruzzi e seu marido Dr. Thiago Boghi, juiz de direito, estiveram neste mês de maio em Domingos Martins no Espirito Santo para conhecer esta maravilhosa cidade turística. Na foto, passeiam curtindo o clima frio ao escurecer da romântica e aconchegante cidade.

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VIAGEM EM FAMÍLIA O médico ortopedista Dr. Thiago Caixeta, acompanhado da esposa, filho e os pais, estiveram na Suíça. O país esta situado no meio dos Alpes, e possui algumas das mais lindas paisagens de montanhas e de lagos de altitude do mundo. A cidade de Zurique, onde foram tiradas as fotos é a maior cidade da Suíça, uma das mais belas, sendo o principal centro comercial cultural e também chamada de “Capital Cultural da Suíça”.

XXXI CONGRESSO BRASILEIRO DE CIRURGIA DERMATOLÓGICA

XX CONGRESSO BRASILEIRO DE CIRURGIA BARIÁTRICA E METABÓLICA

A Dra. Lorena Dourado foi uma das palestrantes do curso: Alopecias: Procedimentos e Transplante Capilar, além de coordenadora no XXXI Congresso Brasileiro de Cirurgia Dermatológica, que aconteceu em Goiânia, entre os dias 01 e 04 de Maio deste ano. com o tema: Tricograma: uma ferramenta clássica para o diagnóstico das alopecias Na foto além da Dra. Lorena, estão os demais palestrantes do evento.

Os integrantes do corpo clínico da CCDO, o Dr. Luiz Henrique de Sousa, o fisioterapeuta Vinicius Portilho e o Dr. Luiz Henrique de Sousa Filho, estiveram em Curitiba-PR para o XX Congresso Brasileiro de Cirurgia Bariátrica e Metabólica que aconteceu de 15 a 18 de maio. O congresso abre espaço para a discussão de técnicas, dicas e estratégias que tornam os procedimentos cada vez mais seguros e com melhores resultados.

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ATUALIZAÇÃO PROFISSIONAL O médico oftalmologista Dr. Fábio Bernardi Daga esteve neste mês de maio em São Paulo para o XVIII Simpósio Internacional da Sociedade Brasileira de Glaucoma, que ocorreu entre os dias 26 e 29, ministrou palestra sobre Campimetria por Realidade Virtual. Na sequência, em Brasília falando sobre Cirurgia de Catarata no Glaucoma de Ângulo Fechado e uso dos Dispositivos Micro Invasivos para o Tratamento do Glaucoma (MIGS) na BRASCRS 2019 - Congresso da Sociedade Brasileira de Catarata e Cirurgia Refrativa entre os dias 29 de maio e 01 de Junho. Revista Saúde | Junho . 2019 | rsaude.com.br


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CURSO DE ELEGÂNCIA E BELEZA COM FOTÓGRAFO DUDU MEDEIROS Entre os dias 26 e 27 de abril na Fazenda Flamboyant, ocorreu o curso de elegância e beleza com fotógrafo Dudu Medeiros, Descanso e Bem-estar. Em uma fazenda charmosíssima com um bom gosto incrível que colaborou para tornar o momento ainda mais especial!

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II TORNEIO DE TÊNIS ASJUSTEGO A academia Go Winner de Tênis esteve de portas abertas nos dias 17 e 18 de maio para receber o segundo torneio de tênias da ASJUSTEGO – Associação dos Servidores da Justiça Trabalhista do Estado e Goiás. O torneio foi dividido em categorias de simples e duplas, em dois dias de muito esporte e confraternização entre amigos. Parabéns a todos os participantes! 64

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TERAPIA CAPILAR PHYTO PARIS A Marcia Uto, proprietária do salão Le Essence, participou do curso sobre os protocolos dos produtos da Phyto Paris, ministrado pela Júliana, terapeuta capilar da Phyto, que contou também com a Dra. Letícia Pinheiro que veio falar um pouco sobre terapia capilar. 66

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ESPORTE

FOTOGRAFIA

Go Winner Tennis

Hevelyn Gontijo

Av. C-197, Qd. 498-a Lt.7, Jardim Améria - Goiânia/GO

IMAGEBUZZ Filmes

62 3991.2310

62 3920.0070

TECFIT - Academia Sim Pesos Rua 1129, nº 234, St. Marista - Goiânia/GO 62 3609.1661 | 62 99844.0909

FISIOTERAPIA

Dr. Dennis Egidio G. Dias Atlantys Sports: Av. Perimetral, nº 828, St. Campinas - Goiânia/GO

Guia de profissionais

ODONTOLOGIA

Dra. Alessandra Meireles Rua P-13, nº 106, Salas 02 e 03, Setor dos Funcionários - Goiânia/GO 62 3926-1717 | 62 98203-8168

Dr. Allisson Filipe Lopes Martins Melo Clinic:

62 3233.3690 62 99236.8799 Rua 1.130, nº 173, St. Marista - Goiânia/GO

Dr. Fernando Miranda

62 3241.2535

ITC Vertebral Unid. Marista:

Dra. Daniela Neder Rua T-55, Nº 199, Setor Marista - Goiânia/GO CENII - Centro Integrado de Implantodontia: 62 3924.3008 62 99907.7753 Av. José R. de Morais Neto, Qd.171 Lt.32, Sala 05, Galeria

Dr. Guilherme Faleiro ITC Vertebral Unid. Marista:

Amazônia, Parque Amazônia - Goiânia/GO 62 3954.9944 62 98511.4361

Rua T-55, Nº 199, Setor Marista - Goiânia/GO 62 3924.3008 62 99907.7753

Dr. João Felipe Quirino da Silva Jr. Odonto Excellence:

Dra. Jéssika Campos Rua 86, nº 815, St. Sul - Goiânia/GO Femina Day Clinic: 62 3996.3871 62 99357.2331 Rua 15, nº 1370, St. Marista - Goiânia/GO 62 99933.7628 62 99158.4596

Dr. Lucas Signates ITC Vertebral Unid. Marista: Rua T-55, Nº 199, Setor Marista - Goiânia/GO 62 3924.3008 62 99907.7753

FONOAUDIOLOGIA

Dra. Mirian Maurícia Mota de Oliveira Odonto Excellence: Rua 86, nº 815, St. Sul - Goiânia/GO 62 3996.3871 62 99357.2331

PSICANALISE

Humberto Cícero Fonseca Araújo

Dr. Carlos Henrique de A. Ferreira

Corpo & Mente Clínica Integrada:

Teuto Centro Auditivo:

Av. Cora Coralina, nº 48, St. Sul - Goiânia/GO

Av. Dr. Ismerino Soares de Carvalho, 528

Equilibrium Centro Integrado:

St. Aeroporto - Goiânia/GO

Av. São Francisco, nº 1075, Jundiaí - Anápolis/GO

62 3212.0214

62 99923.4619 62 99130.9581

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REVISTA SAÚDE GOIÂNIA EDIÇÃO 14 - 20/06/2019  

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