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Guia médico

Revista Saúde Edição 11 | Fevereiro . 2019 | Apucarana/Arapongas.PR

Dr. Alex Alves Pereira Médico CRM-PR 34704

Méd Hair Center Rua Condor, 725 - Arapongas-PR 43 3055-3653 / 9 9961-5674 Rua Doutor Amarilio Rocha, 18 Vila Maristela - Presidente Prudente-SP

Dr. Alexandre Lanfranchi Júnior

Dr. Alexandre Rizzato Calegari

CRM/PR 14542 | Cirurgia Vascular - RQE: 9397

Cirurgião do Aparelho Digestivo

Ecografia Vascular com Doppler - RQE: 22423

Clínica Angios Rua Flamingos, 1530 - Arapongas-PR 43 3274-0008 Centro Médico Rua Bandeirantes, 517 - Apucarana-PR 43 3424-4200

Centro Médico Vera Cruz Rua Osório Ribas de Paula, 16, Apucarana - PR 43 3420-8800

Dr. Alexandre Tsuji Amorim

Dra. Camila Mortatti

Cirurgia Geral CRM/PR 20733 | RQE 42

Médica

Policlínica Santa Rita Rua Noitibó, 11, Esquina com Rua Flamingos - Arapongas-PR 43 3252-2044 | 99636-9101 Centro Clínicas Rua Gastão Vidigal, 988 Apucarana-PR 43 3422-0598

6

CRM/PR 26402 | RQE 17523

CRM/PR 34132

Clínica Paula Palma Unidade de Arapongas Rua Nhambu, 140 - Arapongas-PR 43 99120-0882 | 43 3011-0881

Dra. Camila Orathes

Dra. Caroline Cilião

Dermatologia

Dermatologia

CRM/PR 29155 | RQE 23158

CRM/PR 27944 | RQE 19040

Rua Nagib Daher, 1115 - Apucarana-PR 43 3033 5943 | 9 9870 2942

Clínica Integrada Rua Desembargador Clotário Portugal- 933 - Apucarana-PR 43 3423-0792 - 43 3422-6271

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Guia médico Dra. Daniela M. J. Carneiro Lobo Otorrinolaringologia CRM/PR 17315 | RQE 21079

Clínica Modelo: Rua Harpia, 509 - Arapongas - PR 43 3252-0311

Dr. Fábio Trevisan

Dr. Fabricio Bussadori

Medicina da Dor | Anestesiologista

Cardiologia

CRM/PR 18564 | RQE 19669 RQE 12560

CRM/PR 16123 | RQE 9864

CINP Av. Ayrton Senna da Silva, 550 Torre Montello - 18º andar - Gleba Palhano - Londrina - PR 43 3323-9935 | 43 99993-5731

Dr. Fabrício Devides Alves

Clínica Cardiológica Dr. Olair Bussadori Rua Harpia, 532 - Centro - Arapongas-PR 43 3252-1330 | 43 9 9956-0348

Dermatologia

Dra. Fernanda Satake Osugue

CRM/PR 24417 | RQE 18.238

Endocrinologia e Metabologia CRM/PR 40062 | RQE 23759

Clínica Bel Pelle Rua Galdino Gluck Jr., 280, Sala 302 Apucarana-PR 43 3034-3714

Multiclínica Rua Oswaldo Cruz, 1600 - Apucarana-PR 43 3422-1334

Dr. Gustavo Jun Osugue

Dr. José Marcos Lavrador

Médico Neurocirurgião CRM/PR 39.912 | RQE 23791

Ortopedia e Traumatologia

Multiclínica Rua Oswaldo Cruz, 1600 - Apucarana - PR 43 3422-1334

Clínica de Ortopedia Apucarana Rua Rio Branco, 680 - Apucarana-PR 43 3422-0014

CRM/PR 8721 | RQE 5256

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Guia médico

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Dr. Júlio Dutra Médico Psiquiatra CRM/PR 23435 | RQE 18080

Clínica Toledo Rua Érico Veríssimo, 76 - Bairro 28 de Janeiro - Apucarana-PR 43 3033-4301 | 43 99176-4330

Dr. Lanier Tadeu Garcia de Paula Júnior Médico CRM/PR 35080

Clínica Cardiológica Dr. Olair Bussadori Rua Harpia, 532 - Centro - Arapongas-PR 43 3252-1330 | 43 9 9956-0348

Dra. Nathalia Augusta Grigoli Zardo Dermatologia

Dr. Luís Fernando Cardoso Dias Neurologia - Neurocirurgia CRM/PR 11321 | RQE 4111 | RQE 4110 Clínica de Neurologia e Neurocirurgia Rua Rolinhas, 965 Sala 2 - Térreo Centro - Arapongas-PR 43 3252-4717 Honpar Rodovia PR 218 Km 01 - Arapongas-PR 43 3275-0200

Dr. Paulo C. Beletato Ortopedia e Traumatologia CRM/PR 17.267 | RQE 10447

CRM/PR 24350 | RQE 2351

Clínica Bel Pelle Rua Galdino Gluck Jr., 280, Sala 302 Apucarana-PR 43 3034-3714

Dr. Rafael William de Souza Neurologia CRM/PR 26931 | RQE 18196 Instituto do Coração e Cirurgia Vascular Centro de Especialidades Rua Perdizes, 1700 - Arapongas-PR rafaelneurologia@gmail.com 43 3055-2790 | 98815-2234 8

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Policlínica Santa Rita Rua Noitibo 11 - Arapongas-PR 43 3252-2044

Dr. Rodrigo Faria Médico CRM/PR 21341

CIS Centro Médico de Saúde Rua Flamingos, 1100 - Arapongas-PR 43 3274-1485 | 43 99114 3884


(43) 3420-8500 Des. Clotรกrio Portugal, 927 - Apucarana PR

Apucarana


Índice

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Aneurisma Cerebral

Dr. Luís Fernando Cardoso Dias

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Microinfusão de Medicamentos na Pele: novas possibilidades de tratamento no consultório do Dermatologista

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Ronco e Apnéia

Dr. Rafael Junqueira Faenza

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O que é Bioimpedância elétrica e como ela pode auxiliar no processo de perda de peso?

38

ESPECIAL CAPA Mito ou verdade? Implantes em até 3 dias? Oral Sin

40

Se você tem alguma cicatriz: Leia isso!

26

Samira Poliseli Furtado

Manchas depois do tratamento de varizes e vasinhos: como resolver? Dr. Alexandre Lanfranchi Junior

22

Cefaleias: como a Medicina da Dor pode te ajudar? Dr. Fábio Trevisan

20

Dr. Alexandre Rizzato Calegari

Dra. Fernanda Satake Osugue

18

16

Dra. Camila Orathes

Balão Intragástrico

42

Lesões mais comuns do joelho Dr. Paulo C. Beletato

30

36

22

Perguntas comuns sobre Enxaqueca Dr. Rafael William de Souza

44

24

Obtenção de unidades foliculares do tórax anterior pela técnica FUE

COMER COM PRAZER E SEM CULPA Será que tudo que eu gosto é mesmo ilegal, imoral ou engorda? Magrass

Dr. Alex Alves Pereira

40

26

Síncope cardíaca

Dr. Lanier Tadeu Garcia de Paula Júnior Dr. Fabricio Bussadori

30

O que são olheiras? Quais são as causas dessas manchas ao redor dos olhos? Dra. Caroline Cilião

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46

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MD Codes, o lifting sem cortes Dr. Fabrício Devides Alves Dra. Nathalia Augusta Grigoli Zardo

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A relação Médico-Paciente e as demandas judiciais Pollyana Cristina dos Santos Rossatto Fernanda Beatriz Mendes Reis


Expediente

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REVISTA TRIMESTRAL Fevereiro/2019 | ANO 3 | Nº 11 | Apucarana/Arapongas.PR Editora Lopes e Rampani Ltda - CNPJ 07.986.256/0001-69 Arapongas/Apucarana - Henriques & Pontim LTDA. CNPJ: 18.105.184/0001-10 ESCRITÓRIOS Umuarama (sede): Rua Paulo Pedrosa de Alencar, 4291 - Ed. Manhattan Garden - CEP: 87501-270 | Centro | Tel.: 44 3622-8270 e-mail: revistasaude@sempresaude.com.br - Maringá: Av. Humaitá, 452 - Centro Empresarial Dalla Costa - Sala 303 CEP: 87014-200 | Zona 4 | Tel.: 44 3346-4050 - e-mail: artemaringa@sempresaude.com.br COLABORADORES LAYOUT E DIAGRAMAÇÃO: Alison Henrique, André Silva, Bruno Assunção, Dyego Bortoli, João Paulo Zequin, Jean Carlos, Marcio Garcia e Thiago Mantovani. CORREÇÃO ORTOGRÁFICA: Prof. Tallis O. F. Resende, Prof. Maria de Fátima dos Santos. JORNALISTA RESPONSÁVEL: Caio Henrique dos Santos Rosa - 0011175/PR CIRCULAÇÃO: Apucarana/Arapongas e Região FRANQUIAS Apucarana/Arapongas-PR - Leandro Henrique | Paula Renatha Pontim - comercial@sempresaude.com.br - 43. 99611-5553 | 43. 99611-5563 - Araçatuba/Birigui-SP - Anderson Hernandes | Carol Lopes - aracatuba@sempresaude.com.br - 18. 99740-2777 | 18. 99813-7777 - Boa Vista-RR - Julio Graziani Carlos - boavista@sempresaude.com.br - 95. 99169-4071 - Campina Grande-PB - Everton Barros | Victor Lima - campinagrande@sempresaude.com.br - 83. 99988-0372 | 83. 99988-0429 - Campo Mourão-PR - Rafael Morimoto - rafael@sempresaude.com.br 44. 99911-8081 | 44. 98811-6206 - Chapecó-SC - Fábio Bortolone - chapeco@sempresaude.com.br - 49. 99916-5719 - Cianorte-PR - Paulo Paixão | Andreia Gabriel - cianorte@sempresaude.com.br - 44. 99922-0310 | 44. 3346-4050 - Criciúma-SC - José Carlos Junqueira Alvarenga | Sandra Alvarenga - criciuma@sempresaude.com.br - 48. 99912-5253 | 48. 99914-0810 - Cuiabá-MT - Márcio Costa - cuiaba@sempresaude. com.br - 66. 99683-1899 - Florianópolis-SC - Paulo Victor Frasson Cordeiro - floripa@sempresaude.com.br - 48. 99133-3334 | 48. 996105357 - Foz do Iguaçu -PR - Rosana Segovia - rosana@sempresaude.com.br - 45. 99991-2500 - Goiânia-GO - Tiago de Souza Brito | Josiane Vicentim - goiania@sempresaude.com.br - 62. 99649-2036 | 62. 98326-2003 - João Pessoa-PB - José Adriano Danhoni Neves | Ednéia Tenório - joaopessoa@sempresaude.com.br - 83. 98750-7070 | 83. 98812-7080 - Joinville-SC - Ana Paula de Campos | Bruno Bellio - joinville@ sempresaude.com.br - 47. 99930-6364 | 47. 99930-7637 - Londrina-PR - Leandro Henrique | Paula Renatha Pontim - londrina@sempresaude. com.br - 43. 99611-5553 | 43. 99611-5563 - Macaé/Rio das Ostras-RJ - Andreia Garcia | Paulo Cesar Ceranto - macae@sempresaude.com. br - 22. 98847-5455 | 22. 98842-9166 - Maringá-PR - Paulo Paixão | Andreia Gabriel - paulopaixao@sempresaude.com.br - 44. 99922-0310 | 44. 3346-4050 - Natal-RN - Dirceu Filho - natal@sempresaude.com.br - 83. 98788-7070 - Palmas/Araguaína-TO - Fábio Lima - palmas@ sempresaude.com.br - 63. 98503-9960 | 44. 99829-0245 - Paranavaí-PR - Paulo Paixão | Andreia Gabriel - paranavai@sempresaude.com.br - 44. 99922-0310 | 44. 3346-4050 - Ponta Grossa-PR - Sérgio Oliveira | Mara Megda - pontagrossa@sempresaude.com.br - 42. 99987-8180 | 42. 98418-1290 - Porto Velho-RO - Arthur Marandola - portovelho@sempresaude.com.br - 69. 99366-1466 | 69. 99366-1470 - Ribeirão Preto-SP - Eduardo Borges - ribeirao@sempresaude.com.br - 16. 99711-7770 - Rio Verde-GO - Marcelo Piai | Verônica Venâncio - rioverde@ sempresaude.com.br - 64. 99625-8105 | 64. 99625-8305 - Rondonópolis-MT - Marcio Costa | Fernanda Lima - rondonopolis@sempresaude. com.br - 66. 99683-1899 | 66. 98139-7824 - São José dos Campos-SP - Marcelo Piai | Verônica Venâncio - sjcampos@sempresaude.com. br - 12. 99625.8005 | 12. 99625-1005 - São José do Rio Preto-SP - Renato Dias Renovato | Kelly Renovato - riopreto@sempresaude.com. br - 17. 99669-1700 | 17. 99669-7771 - Sinop/Sorriso/Lucas do Rio Verde-MT - Emerson do Carmo | Luiz Carlos Rampani - rampani@ sempresaude.com.br - 66. 99994-2442 | 66. 99659-7210 - Uberlândia-MG - Wander Marcio Rosada - uberlandia@sempresaude.com.br - 34. 99990-2479 | 34. 99967-1225 - Umuarama-PR - Ueslei Rampani | Marcelo Adriano - revistasaude@sempresaude.com.br - 44. 98407-0698 | 44. 99941-9930 | 44. 3622-8270

NOSSA CAPA MITO OU VERDADE Implantes em até 3 dias? Dr. Anderson Podanoschi Mendes Especialista em Implantodontia - CRO/PR 20530

Foto Capa Kadu Nakaguishi Fotografia - 43 3033-2852

DIREÇÃO GERAL

Marcelo Adriano Lopes da Silva

FRANQUEADOS DESTA UNIDADE

Ueslei Dias Rampani

Leandro Henrique

Paula Renatha

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Aneurisma Cerebral

DR. LUÍS FERNANDO CARDOSO DIAS CRM/PR 11321 NEUROLOGIA - RQE 4111 NEUROCIRURGIA - RQE 4110

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Aneurisma cerebral é uma dilatação, geralmente em forma sacular, de um vaso sanguíneo no cérebro. Pode ser formado por uma predisposição congênita (um defeito na camada muscular da parede da artéria) e tende a surgir em áreas nas quais há uma curvatura e bifurcações arteriais. Os aneurismas também podem surgir por aterosclerose ou hipertensão, embolos, infecções, traumas e outras condições mais raras. A rotura de um aneurisma é relatada em uma taxa de 5 a 8 casos a cada 100.000 habitantes anualmente e apresenta pico de incidência na 5º década de vida. Estima-se que 2 a 5% da população geral apresentam aneurismas cerebrais intracranianos que nunca romperam. A hemorragia pós-rotura de um aneurisma cerebral é um evento catastrófico. Aproximadamente 10% dos pacientes com rotura de aneurisma morrem antes de alcançar o hospital, 25% morrem nas 24 horas do início do sangramento e aproximadamente 45% morrem dentro de 30 dias do sangramento se não forem tratados; somente um terço dos pacientes terá uma boa evolução após tratamento. A mortalidade da doença é alta, variando de 27 a 43% no mundo. Entre os pacientes que alcançam vivos o hospital, muitos têm subsequente precoce mortalidade por complicações comuns da hemorragia pela rotura do aneurisma, incluindo novo sangramento, vasoespasmo (estreitamento dos vasos), isquemias cerebral tardia, hidrocefalia, aumento da pressão intracraniana, crises epilépticas e complicações cardíacas.

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Após o sangramento inicial e passadas as primeiras horas, os pacientes podem apresentar instabilidade clínica com graves consequências e ficam sujeitos a basicamente 3 situações: • Podem apresentar um novo sangramento, caso o aneurisma ainda não tenha sido tratado (clipado cirurgicamente ou embolizado), o que tem seu prognóstico consideravelmente piorado; • Podem melhorar progressivamente após o tratamento do aneurisma, que é uma situação desejada por todos, apesar de ainda poder apresentar um estreitamento arterial (vasoespasmo) mesmo operado com clipagem ou embolização. • Podem apresentar complicação tardia da doença – vasoespasmo. O vaespasmo sintomático é um termo genérico que na maior parte das vezes, refere-se a uma série de sintomas de deterioração neurológica e cujo correlato angiográfico (exame dos vasos cerebrais) é a constrição dos vasos. Existem duas formas de tratamento atualmente, a microcirurgia do cérebro com localização e fechamento do aneurisma através de um clipe apropriado ou embolização que se faz através de um cateterismo indo por dentro do vaso até o local do aneurisma e fechando o aneurisma por dentro dele com pequenas molas. Os pacientes com hemorragia cerebral por aneurisma roto terão um prognóstico melhor quando tratados em centros especializados e com profissionais experientes, tanto neurocirurgiões quanto intensivistas em UTI. MAIS INFORMAÇÕES CONSULTE NOSSO GUIA DAS PÁGINAS 6 A 8


Microinfusão de Medicamentos na Pele: novas possibilidades de tratamento no consultório do Dermatologista A microinfusão de medicamentos na pele (MMP®) desponta como técnica inovadora para diversos tratamentos na dermatologia. DRA. CAMILA ORATHES DERMATOLOGIA CLÍNICA, ESTÉTICA E TRICOLOGIA CRM/PR 29155 | RQE 23158 • Médica formada na Universidade Estadual de Maringá; • Residência Médica de Dermatologia no Hospital Santa Casa de Curitiba; • Membro titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).

Atualmente, contamos com um arsenal cada vez maior para os tratamentos dermatológicos. Das doenças aos cuidados estéticos, a abordagem diagnóstica e os tratamentos estão em constante evolução. Uma técnica desenvolvida recentemente pelo médico dermatologista brasileiro Dr. Samir Abranche, e que tem ganhado destaque em vários seguimentos da dermatologia, é a microinfusão de medicamento na pele (MMP®). Este tratamento consiste na introdução de diversas substâncias dentro das camadas da pele através de microagulhas. As microagulhas são acopladas a um aparelho e trabalham em movimentos contínuos de vai e vem, entregando a medicação desejada na pele. Devido a este mecanismo de forças de cisalhamento, os ativos conseguem ser distribuídos uniformemente e na profundidade desejada pelo médico. A depender da necessidade do paciente, são usados diferentes medicamentos e ativos. Hoje usamos a MMP para tratar doenças de pele como psoríase, leucodermia gutata (manchas brancas causadas pelo sol), verrugas, alguns tumores benignos e outras dermatoses. Na tricologia (parte da dermatologia que trata os cabelos e couro cabeludo), a técnica vem apresentando resultados promissores no tratamento da alopecia androgenética (calvície) e outras causas de queda dos fios. Também aplicamos ativos clareadores no tratamento do melasma e manchas; medicamentos antioxidante e antienvelhecimento para melhora do viço da pele, cicatrizes e estrias.

O tratamento com a técnica de MMP não é totalmente indolor, mas de forma geral é bem tolerado pelos pacientes, para os mais sensíveis podemos utilizar anestésicos em creme. A sessão geralmente é rápida, durando em média 40-45 minutos. O número de sessões varia de acordo com a patologia e a necessidade do paciente, seja para lesões de pele ou cabelos. O intervalo entre as mesmas irá variar de acordo com a indicação para cada caso. É importante destacar que esta técnica exige conhecimentos específicos para ser realizada e por essa razão recomenda-se que os pacientes procurem médicos dermatologistas que sejam membros da Sociedade Brasileira de Dermatologia. O tratamento muitas vezes associa-se a outros cuidados que serão prescritos pelo médico.

Afecções tratadas através da microinfusão de medicamentos na pele:

• Leucodermia Solar; • Cicatrizes de Acne; • Fotoenvelhecimento; • Melasma; • Queloides; • Verrugas; • Cicatrizes; • Estrias; • Alopécia Androgenética (Calvície), • Psoríase; • Siringomas.

• O esquema ilustra a entrega de medicamento na derme (camada da pele). Através da microagulhas que fazem um movimento de vai-e-vem a substância desejada é infundida na região ideal da pele.

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MAIS INFORMAÇÕES CONSULTE NOSSO GUIA DAS PÁGINAS 6 A 8


Ronco e Apnéia

DR. RAFAEL JUNQUEIRA FAENZA ODONTOLOGIA CRO/PR 7572 • Especialista em Dentística e Estética; • Especialista em Implantodontia; • Especialista em Prótese; • Mestre em Prótese e Reabilitação Oral.

O ronco é caracterizado por ruídos durante o sono, mas esse barulho que pode com certeza incomodar muito, pode não se tratar de um simples desconforto sonoro, pode estar acompanhado de uma intercorrência muito comum nestes casos e que no entanto é bem mais preocupante; a apneia.

A apneia é uma interrupção na respiração que se repete diversas vezes durante o sono nas pessoas que roncam, estas pausas na entrada de ar provocam a diminuição da concentração de oxigênio no sangue, provocando consequências bem mais sérias que um desconforto ao dormir. A redução de oxigênio estimula o sistema nervoso, que eleva o ritmo dos batimentos cardíacos e provoca a contração dos vasos sanguíneos contribuindo para o aumento da pressão arterial, provocando um aumento do risco cardíaco. Além disso, favorece o acúmulo de gordura abdominal e a resistência à insulina (hormônio que permite à glicose entrar nas células e gerar energia), condições que contribuem para o surgimento do diabetes.

COA Centro de Odontologia Avançada

Atualmente, o ronco e a apneia são considerados fatores desencadeantes/ contribuintes de várias patologias tais como: obesidade, doenças cardíacas, arritmias, stress crônico, depressão, diabetes, doenças autoimunes e doenças psicossomáticas, citando somente

43 3252-1086 43 3276-1623 Rua Marabú, 336 - Arapongas/PR

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algumas das mais diversas patologias que podem atingir uma pessoa que não consegue relaxar como deveria durante o seu descanso. Alguns sinais (mas não os únicos) da presença da apneia são: respiração ofegante, sensação de sufocamento ao dormir, sono agitado, sonolência ao longo do dia, dificuldade de concentração, dor de cabeça matinal. Existem diversos tratamentos tais como medicamentos, cirurgias, aparelhos externos de respiração/pressão negativa e aparelhos intra-orais, cada um com suas vantagens e suas desvantagens. Neste sentido os aparelhos intra-orais têm se destacado por não serem invasivos, fáceis de confeccionar e usar, apresentando poucas desvantagens e descartando processos cirúrgicos. O uso e adaptação a estes aparelhos é relativamente bem mais simples e rápido se comparado as outras alternativas de tratamento, além disso é considerando como o tratamento que tem um dos melhores índices de resolução efetiva do ronco e da apneia.


Cefaleias: como a Medicina da Dor pode te ajudar?

DR. FÁBIO TREVISAN CRM/PR 18564 ANESTESIOLOGIA - RQE 12560 MEDICINA DA DOR - RQE 19669

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A Medicina da Dor é uma área de atuação da Anestesiologia que atua no alívio da dor e na melhoria da qualidade de vida dos pacientes que sofrem com a dor crônica; e que, além de todos os tratamentos convencionais habitualmente disponíveis, também pode se utilizar de procedimentos minimamente invasivos, tanto para diagnosticar quanto para tratar a dor crônica. E entre os diversos tipos de dor crônica em que a Medicina da Dor pode atuar, uma das maiores contribuições desta especialidade médica, em uma estreita relação com a Neurologia, está na possibilidade de se realizar um diagnóstico mais preciso e um tratamento mais eficaz dos mais de 150 tipos de cefaleias atualmente catalogadas, as populares dores de cabeça. As cefaleias são uma das mais frequentes causas de dor que levam os pacientes a procurar por auxílio médico. Estudos recentes afirmam que até 95% da população mundial já sofreu, ou então irá sofrer, com pelo menos um episódio de cefaleia ao longo da vida, e que aproximadamente 50% da população mundial sofre com crises frequentes. Basicamente, as cefaleias podem ser divididas em primárias e secundárias. As cefaleias secundárias, também definidas como anatômicas, são aquelas causadas por alguma outra doença neurológica, como por exemplo os tumores cerebrais, as infecções neurológicas, os acidentes vasculares cerebrais, as hemorragias intracranianas, entre tantas outras causas possíveis e, felizmente, são menos comuns. Já as cefaleias primárias, também definidas como funcionais, são aquelas em que não existe nenhum outro transtorno neurológico como causa da dor, são bem mais comuns e, embora sejam consideradas benignas, podem causar limitações para as atividades diárias habituais e, até mesmo, incapacidade laborativa. Entre as cefaleias primárias, ou funcionais, os dois tipos mais comuns são a enxaqueca e a tipo tensional. A enxaqueca, também conhecida como migrânea, acomete aproximadamente 15% da população brasileira, é muito mais frequente no sexo feminino e é considerada uma das principais causas de falta ao trabalho. Existe um forte componente hereditário envolvido, estudos revelam que uma pessoa cujos pais já sofram com a enxaqueca possui aproximadamente 75% de possibilidade de também vir a apresentar a doença. A crises de enxaqueca podem ser desencadeadas pelo consumo de alguns alimentos (por exemplo, o chocolate, as verduras verde escuras, o leite e os seus inúmeros derivados, o café, as bebidas energéticas, as bebidas alcoólicas, o vinho e o suco de uva tintos), pelo tabagismo, pelo estresse e pela privação de sono, e são caracterizadas por dor do tipo latejante ou pulsátil, de forte intensidade, habitualmente

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hemicranianas, ou seja, que acometem apenas uma metade da cabeça, associadas com intolerância à luz (fotofobia) e ao som (fonofobia), náuseas e vômitos. Clinicamente bem diferente da enxaqueca, a cefaleia do tipo tensional está relacionada com a contratura exagerada dos vários músculos presentes na região craniana e também na região cervical, suas crises são caracterizadas por dor do tipo aperto, de leve a moderada intensidade, habitualmente holocranianas, ou seja, que acometem as duas metades da cabeça simultaneamente, sendo rara a presença de fotofobia, fonofobia, náusea e/ou vômito. Existem inúmeras possibilidades de tratamento das cefaleias, que se estendem desde os mais simples até os mais complexos. Um arsenal imenso de medicações atualmente disponíveis permite inúmeras possibilidades de combinações entre si, permitindo a criação de protocolos individualizados de analgesia que podem ser utilizados tanto para tratar uma crise já instalada quanto para prevenir o surgimento de uma nova crise. E em casos mais refratários, que habitualmente não melhoram com os tratamentos iniciais mais conservadores e mais simples, a Medicina Intervencionista da Dor dispõe de alguns importantes recursos complementares, como a realização de bloqueios anestésicos e, até mesmo, a aplicação da toxina botulínica, ambos realizados em alvos específicos e com muita segurança. Os vários tipos de cefaleia, assim como todas as outras causas de dor crônica, pode ser aliviada significativamente e gerenciada de maneira saudável pelo médico especialista em Medicina da Dor. Portanto, não perca o seu tempo, não atrase o seu diagnóstico e não comprometa o seu tratamento, procure diretamente por um médico que seja especialista no assunto, que realmente saiba muito bem como diagnosticar e tratar a sua dor. O Dr. Fábio Trevisan, é médico formado pela UEL (Universidade Estadual de Londrina), com especialização em Anestesiologia, em Medicina da Dor, em Medicina Intervencionista da Dor e em Medicina Intensiva, é portador do Título de Especialista em Anestesiologia (RQE 12560), do Certificado de Atuação na Área da Dor (RQE19669) e do Título de Especialista em Medicina Intensiva (RQE 22925) e, atualmente, é um dos pesquisadores do Programa de Mestrado e Doutorado em Ciências da Saúde no Hospital Sírio Libanês (São Paulo/ SP) e um dos docentes da Especialização em Controle da Dor e Medicina Paliativa na Centro Universitário Uningá (Maringá/PR). MAIS INFORMAÇÕES CONSULTE NOSSO GUIA DAS PÁGINAS 6 A 8


Manchas depois do tratamento de varizes e vasinhos: como resolver?

DR. ALEXANDRE LANFRANCHI JUNIOR CRM/PR 14542 CIRURGIA VASCULAR - RQE 9397 ECOGRAFIA VASCULAR COM DOPPLER - RQE 22423

Em algumas situações, basta adotar alguns cuidados e esperar o tempo passar para que sumam e a pele volte a ter a tonalidade de antes. As manchas depois, do tratamento de varizes e vasinhos, são um efeito colateral indesejado que, na maioria dos casos, a paciente quer ver resolvido o quanto antes. Em algumas situações, basta adotar alguns cuidados e esperar o tempo passar para que sumam e a pele volte a ter a tonalidade de antes. Em outras, é preciso buscar a ajuda de um dermatologista para solucionar o problema. Por que surgem as manchas depois do tratamento de varizes e vasinhos?

É comum surgirem manchas depois do tratamento de varizes e vasinhos, principalmente quando é feita a escleroterapia de varizes com espuma ou após cirurgia. Elas têm duas possíveis causas: a degradação da hemoglobina ou a hiperpigmentação pós-inflamatória. A hemoglobina é o pigmento contido nos glóbulos vermelhos, responsável pela cor vermelha do sangue. Quando as manchas são causadas pela degradação, o pigmento acaba depositado na derme, principalmente vindo dos hematomas e equimoses que ficam após o tratamento, e que é dificílimo não ocorrer. Já as manchas, derivadas da reação inflamatória gerada pela escleroterapia, ocorrem em função do excesso de produção de melanina pelas células da pele, em resposta à agressão sofrida.

Como se livrar das manchas?

A maioria dessas manchas podem desaparecer espontaneamente após algum tempo. Nesse período, o importante é não expor ao sol a pele com as marcas. O sol pode agir como um “fixador” da mancha,

ou seja, a pele manchada, exposta ao sol, corre o risco de ficar marcada para sempre. Usar filtro solar com Fator de Proteção (FPS) alto pode ajudar a impedir o efeito do sol na pele manchada, mas o melhor mesmo é evitar a exposição solar. Alguns tratamentos que aceleram o processo de recuperação da pele são o uso de cremes clareadores e de alguns tipos de ácido, no caso das manchas ocasionadas pela hiperpigmentação. Em alguns casos, no tratamento pode ser utilizado Laser. Nestes casos, o auxílio de um médico Dermatologista é fundamental. A indicação do produto mais adequado, na concentração correta, ou outra modalidade terapêutica, deve ser feita, impreterivelmente, por um especialista. Os tratamentos para varizes nunca devem ser realizados por um profissional da saúde sem habilitação, pois o emprego incorreto da técnica, o uso inadequado das substâncias esclerosantes e a falta de conhecimento para aplicação do medicamento aumentam as chances de as manchas surgirem, sem contar as demais complicações que podem ocorrer. Sempre certifique-se de que o médico é especializado antes de iniciar qualquer procedimento.

• Fonte: Portal Terra

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Perguntas comuns sobre Enxaqueca O que é enxaqueca?

DR. RAFAEL WILLIAM DE SOUZA CRM/PR 26931 NEUROLOGISTA - RQE 18196

A enxaqueca ou migrânea é uma doença neurológica, com base biológica multifatorial relacionada a fatores ambientais e genéticos, de diagnóstico clínico com predominância em jovens, principalmente mulheres, e que pode ser prevenida e tratada. Ela se caracteriza por uma dor latejante geralmente unilateral (em um dos lados da cabeça), de intensidade média a forte, piora com atividade física rotineira (como subir escadas) e que dura de quatro a 72 horas. É uma dor incapacitante que obriga, muitas vezes, o paciente a recolher-se em um ambiente escuro em virtude dos sintomas associados a ela, como hipersensibilidade à luz e ruídos, náuseas e vômitos.

O que fazer durante a crise?

Os pacientes com crises frequentes de enxaqueca devem sempre ter seus medicamentos à mão. Após a dor de cabeça iniciar é comum ocorrer um processo de sensibilização central, que mantém a cefaleia e a torna mais resistente aos analgésicos, diminuindo sua eficácia. Isso significa que quanto mais tempo o paciente esperar para tratar a crise, mais resistente a dor será à medicação.

Como prever que a crise está por vir?

Quando o paciente apresenta sintomas visuais, sensitivos ou até mesmo alteração na fala antes da dor, ele tem a chamada migrânea com aura (as auras visuais são as mais frequentes). Essas sensações podem durar entre poucos minutos até uma hora, seguidos da dor de cabeça típica da enxaqueca. Entre os sinais mais comuns de enxaqueca com aura estão: pontos brilhantes ou manchas escuras em forma de mosaico na visão e dormências ou formigamentos pelo corpo.

Quais são os fatores desencadeantes mais comuns?

O estresse é um dos fatores desencadeantes mais comuns da enxaqueca. Situações, como enfrentar congestionamento no trânsito, alto nível de pressão no trabalho, excesso de expediente e discussões familiares contribuem para isso. Jejum prolongado, uso de bebida alcoólica (principalmente o vinho tinto) e consumo excessivo de café também disparam a crise. Outros fatores desencadeantes comuns são o chocolate, os refrigerantes à base de cola (quando em excesso), o chá preto, exposição a alta luminosidade, alterações de sono, entre outros. 22

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É possível evitar a enxaqueca causada pela menstruação?

Como a menstruação é uma oscilação hormonal cíclica, nem sempre conseguimos impedir o surgimento da enxaqueca menstrual, mas algumas medidas podem amenizá-la, como procura de fatores de piora da dor ou até mesmo uso de certos medicamentos indicados pelo neurologista.

O excesso de analgésicos pode provocar dor de cabeça?

O uso desmedido de analgésicos sem suporte médico apropriado pode causar uma forma de dor de cabeça chamada de cefaleia por abuso de medicação, que pode ser diária ou quase diária e levar a mais incapacidade para o paciente e perda da qualidade de vida.

Problemas na visão e sinusite causam enxaqueca?

A enxaqueca é apenas um dos tipos de dor de cabeça. Alguns problemas na visão e a sinusite podem causar dores de cabeça que, em geral, possuem sintomas diferentes da enxaqueca.

Enxaqueca é causada por problemas no fígado e estômago?

Como a maioria das pessoas tem náusea e vômitos nas crises, é comum a associação entre a enxaqueca e preocupações referentes a problemas de estômago e fígado. Porém, esses incômodos ocorrem como parte do próprio processo químico da dor, que faz com que o estômago se dilate e fique paralisado, causando sensação de indigestão e enjoo. Mesmo o fato de certos alimentos desencadearem episódios de enxaqueca em algumas pessoas, não tem a ver com a digestão e sim com a ação de certas substâncias derivadas dos alimentos (como tiramina e nitritos) que agem diretamente no cérebro, desencadeando as crises de enxaqueca.

Dormir muito ajuda a melhorar?

Em muitas pessoas, a privação de sono desencadeia dores de cabeça. Mas dormir mais do que se está acostumado também é um gatilho para as crises. Um caso relativamente comum é a chamada “enxaqueca de fim de semana”, na qual o paciente só sente dores no sábado e no domingo, quase sempre porque dorme muito mais tempo do que o habitual. O segredo, portanto, é ter um ritmo de sono regular. MAIS INFORMAÇÕES CONSULTE NOSSO GUIA DAS PÁGINAS 6 A 8


DR. ALEX ALVES PEREIRA CRM/PR 34704 MÉDICO • Transplante Capilar (Técnicas FUE e FUT); • Tratamento Clínico para Queda e Recuperação Capilar.

Aos pacientes que procuram tratamento cirúrgico de transplante capilar o grande desafio é encontrar áreas doadoras com número de unidades foliculares suficientes para a correção de regiões com ausência parcial e/ou total de fios de cabelos.

INÍCIO DO TRATAMENTO

Obtenção de unidades foliculares do tórax anterior pela técnica FUE

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• É possível remover unidades foliculares de outros locais do corpo para transplanta-los no couro cabeludo?

DIA DA CIRURGIA

Recebemos em nossa clínica pacientes muito jovens com histórico familiar de calvície, pacientes que tentaram, por conta própria, tratamentos medicamentosos e/ou tópicos, pacientes com queda capilar por uso de determinados medicamentos, doenças metabólicas, autoimunes, tratamento químico (principalmente pelo uso de formol), tratamentos por radioterapia, quimioterapia e pacientes que já realizaram tratamento cirúrgico de transplante capilar em outras clínicas e que hoje necessitam de correções. • Como proceder quando não encontramos um número suficiente de unidades foliculares no couro cabeludo?

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• O aspecto dos fios removidos de outras áreas ficam iguais os da área receptora no couro cabeludo? • O cabelo extraído de outra área cresce na mesma proporção que o “original” do couro cabeludo?

Para maiores informações entre no site www.medhaircenter.com.br 24

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PÓS CIRURGIA COM 6 DIAS

Caso Clínico: Paciente de 30 anos de idade com histórico familiar de calvície procurou o serviço com queixas de “testa muito grande” e visualização do couro cabeludo por densidade capilar baixa em região de coroa. Já utilizou tratamento medicamentoso e tópico sem acompanhamento médico e sem obter sucesso. Após anamnese completa, estudo por videodermatoscópio, fotos e exames laboratoriais, foi realizado o plano de tratamento que, no caso, era o cirúrgico. Segundo explicações ao paciente, por motivos particulares, o mesmo não quis o tratamento cirúrgico pela técnica FUT pelo fato de deixar cicatriz linear em local e, pela técnica FUE, teríamos número baixo de extração de unidades foliculares em região de nuca (700 unidades pelo estudo individualizado) sendo preciso por volta de 1.200 unidades para a correção das áreas afetadas. Decidimos então utilizar a extração de unidades foliculares da região de tórax anterior (1.300 unidades) resolvendo assim o problema.

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Síncope cardíaca Síncope cardíaca é uma perda súbita da consciência devida à hipoperfusão cerebral global transitória caracterizada por início rápido de curta duração e recuperação completa e espontânea. As principais causas de síncope cardíaca podem ser: DR. LANIER TADEU GARCIA DE PAULA JÚNIOR MÉDICO CRM/PR 35080

DR. FABRICIO BUSSADORI CARDIOLOGISTA CRM/PR 16123 - RQE 9864

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• Taqui ou Bradiarritmias • Arritmias Genéticas (como QT longo, síndrome de brugada, QT curto e extrassístoles com intervalo de acoplamento ultracurto). • Cardiopatias estruturais: Pacientes com disfunção miocárdica, ou seja, perda da força muscular cardíaca, estenose aórtica valvar, miocardiopatia chagásica, miocardiopatia hipertrófica e displasia arritmogênica do ventrículo direito. • Causas Medicamentosas: Diuréticos e Betabloqueadores, no caso de síncope reflexa e intolerância ortostática (paciente que fica muito em pé). • Síncopes causadas por distúrbios psiquiátricos, metabólicos ou endócrinos.

Sintomas: Náuseas, Vômitos, Sudorese, palpitações, durante o evento e sempre devemos perguntar ao paciente se ele se lembra do evento ocorrido, se houve movimentos convulsivos e lesão corporal. Devemos investigar histórico familiar em parentes de primeiro grau de morte súbita, doença cardíaca, uso medicações, entre outros. No exame físico, não podemos esquecer a hipotensão vasovagal (quando o indivíduo muda rapidamente da posição supina para ortostática, levando à síncope).

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Descrevemos brevemente alguns Exames complementares

• Eletrocardiograma: Avaliação inicial do paciente. • Teste ergométrico para avaliar suspeita de isquemia ou síncope no esforço ou logo após o esforço. • Holter para investigação de arritmias e isquemia silenciosa. • Ecocardiograma quando há suspeita de doença valvar e perda da força muscular. • Cateterismo Cardíaco nos casos de suspeita de doença arterial coronariana como causa de Síncope. • Angiotomografia de Coronárias: quando suspeita de coronária anômola, entre outros exames.

Precauções: • Pacientes sem contraindicações prévias devem ingerir bastante água por dia; • Alimentar-se de 3 em 3 horas, evitando jejum prologado; • Evitar posição ortostática por tempo prolongado; • Usar meias elásticas de média compressão; • Casos de desmaios recorrentes devem ser avaliados preferencialmente por um médico cardiologista.

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O que são olheiras? Quais são as causas dessas manchas ao redor dos olhos? DRA. CAROLINE CILIÃO CRM/PR 27944 DERMATOLOGIA - RQE 19040 • Médica Formada pela Universidade Estadual de Maringá (UEM); • Residência Médica pela Universidade Estadual de Londrina (UEL); • Membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).

Chamamos de olheira todas as alterações de cor nas pálpebras inferiores. Ao contrário do que a maioria das pessoas pensam, as olheiras são classificadas de formas diferentes e, consequentemente, apresentam causas e tratamentos distintos. Elas podem se apresentar como: • Profundas: olheiras com sulcos que fazem sombra na pálpebra inferior, aumentando a cor do local e o aspecto de cansaço. • Bolsas de gordura: devido ao envelhecimento da região, ocorre flacidez do músculo que segura as bolsas de gordura que ficam proeminentes, aparentando aspecto de cansaço. Suas principais causas são o envelhecimento e o componente hereditário. • Flacidez: excesso de pele em pálpebra inferior, geralmente relacionado por perda de colágeno e gordura. Também está relacionado com o envelhecimento e apresenta aspectos de aumento da cor e cansaço. • Aumento da vascularização local: devido ao aumento da vascularização em pálpebras inferiores, os vasinhos podem ser vistos pela transparência que se dá à pele. Suas causas estão relacionadas à alergias e doenças respiratórias que afetam a drenagem linfática. • Hiperpigmentação: depósito de substâncias que mancham a pele, como a melanina e a hemossiderina. Esse tipo de olheira é a mais comum.

As olheiras têm cura? De que maneira podemos tratá-las? Infelizmente não existe um tratamento definitivo para as olheiras, porém, existem meios de prevenção e tratamento das causas. Os casos e tipos de olheiras devem ser tratados individualmente. No caso de olheiras profundas, por exemplo, o tratamento mais indicado é o preenchimento com ácido hialurônico - muitas vezes, iniciamos com a reestruturação da maçã do rosto, o que provoca uma melhora do sulco, e posteriormente o preenchimento do sulco nasolacrimal. Já em pacientes que possuem aumento da vascularização local, os lasers são ótimos tratamentos. Quais são os dermocosméticos e ativos mais indicados para o tratamento e clareamento das olheiras? Para pacientes com hiperpigmentação nas pálpebras inferiores, podem ser usados clareadores tópicos, é claro que em conjunto com a mudança de hábitos de vida - evitar tabagismo e alcoolismo, ter uma alimentação saudável, ingerir muita água e dormir adequadamente. Os ativos para uso tópico que mais gosto para olheiras são: ácido kojico, ácido tioglicólico, ácido fítico, hidroquinona, vitamina k e retinol.

Em geral, as causas das olheiras estão relacionadas à falta de sono, excesso de exposição solar e hereditariedade. Além das causas específicas citadas acima, como pessoas que têm alergias e problemas respiratórios – principalmente aquelas que são respiradores bucais, e pacientes com falta de nutrientes. As olheiras podem ficar realçadas em mulheres durante o período menstrual e/ou na gravidez. Algumas medicações, estresse físico e emocional, álcool e tabagismo também agravam as olheiras. O que podemos fazer para evitar as olheiras? Melhorar a qualidade do sono, evitar a exposição excessiva ao sol, o consumo de álcool e cigarro, reduzir o estresse, repor nutrientes necessários ao organismo com uma boa dieta alimentar, e no caso de pacientes alérgicos, buscar tratamento específico.

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Balão Intragástrico O Balão Intragástrico é um tratamento moderno, sem cirurgia, medicação ou internamento, para combater a obesidade, melhorar sua saúde e sua qualidade de vida.

DR. ALEXANDRE RIZZATO CALEGARI CRM/PR 26402 CIRURGIÃO DO APARELHO DIGESTIVO - RQE 17523 • Residência em cirurgia geral e aparelho digestivo pela faculdade estadual de São José do Rio Preto; • Membro titular do colégio brasileiro de cirurgia digestiva; • Cirurgião preceptor da residência de cirurgia geral do hospital nossa senhora das graças Apucarana.

O BALÃO INTRAGÁSTRICO, aprovado pela ANVISA - Agência Nacional de Vigilância Sanitária, visa interferir na evolução do sobrepeso e evitar a obesidade. “O balão é colocado em um procedimento endoscópico simples e retarda o esvaziamento do estômago”, explica o cirurgião do aparelho digestivo José Afonso Sallet. Como funciona o balão intragástrico? O balão reduz a capacidade do estômago e a pessoa se sente saciada comendo menos. O balão também distende o estômago, provocando a liberação de um hormônio que faz com que o estômago contraia menos e a digestão aconteça mais devagar. Quando a comida demora para ser digerida, a saciedade é prolongada. Ação neurológica: O balão encosta na parede do estômago e estimula neurotransmissores que mandam sinais para o sistema nervoso central de que aquela pessoa está saciada. Este é um mecanismo de defesa do corpo. Se ele não existisse, nós seríamos capazes de comer até romper o estômago. E para quem é indicado o balão intragástrico? Quem tem IMC entre 27 e 32,7 e não teve sucesso com outros métodos de emagrecimento, quem precisa perder peso antes de realizar uma cirurgia e quem tem problemas associados ao excesso de peso,

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como diabetes tipo II, colesterol elevado e problemas ortopédicos. Como ele é instalado e favorece a perda de peso? A colocação é feita através de uma endoscopia, onde o paciente é anestesiado e um tubo é introduzido pela boca até o estômago. O balão de silicone, ainda murcho, é inserido e, então, insuflado lá dentro. O paciente volta para casa horas depois. Uma vez cheio, ele permanece dentro do estômago de seis meses a um ano, dependendo do balão. Ali, adere aos alimentos sólidos, o que retarda o esvaziamento gástrico e, assim, prolonga a saciedade. Quando seu prazo de validade expira, é retirado via endoscopia. A perda de peso mais importante acontece nos primeiros meses da colocação do balão, mas os resultados podem ser observados já nas primeiras semanas. Durante o período em que o paciente permanece com o balão, passa por acompanhamento periódico com o médico gastroenterologista. É fundamental também que o paciente receba orientação nutricional para uma reeducação alimentar e pratique uma atividade física para potencializar a perda de peso e auxiliar na melhoria da qualidade de vida. Ainda tem dúvidas sobre esse ser o método de emagrecimento mais adequado para sua situação? MAIS INFORMAÇÕES CONSULTE NOSSO GUIA DAS PÁGINAS 6 A 8


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O que é Bioimpedância elétrica e como ela pode auxiliar no processo de perda de peso? DRA. FERNANDA SATAKE OSUGUE ENDOCRINOLOGIA E METABOLOGIA CRM/PR 40062 | RQE 23759 • Titulada pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia; • Mestrado em Ciências na Área de Clínica Médica (área de estudo: Diabetes tipo 2/ Obesidade) pela Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP.

Bioimpedância é um método de avaliação da composição corporal, onde é possível estimar a quantidade de gordura, massa magra (muscular), quantidade de água corporal e taxa metabólica (calorias gasta em repouso por dia) que são parâmetros importantes para um melhor estudo do corpo e para que o paciente, quando inserido num programa de reeducação alimentar e atividade física, consiga visualizar melhor sua evolução, uma vez que a balança por si só não é um instrumento capaz de diferenciar ganho de massa muscular x perda de gordura, algo que pode até frustrar uma pessoa, por exemplo, que ganhou massa muscular extremamente benéfico para o metabolismo e saúde, mas que na balança comum pode resultar em aumento do peso corporal! O exame de bioimpedância é feito através da aplicação de uma pequena corrente elétrica pelo corpo imperceptível pelo paciente e baseia-se no fato de que os tecidos do corpo têm uma resistência natural à passagem da corrente elétrica que é a chamada bioresistência ou bioimpedância. Exemplificando: os músculos e a água corporal têm baixa resistência, enquanto a gordura tem alta resistência e através dessa diferenciação o aparelho é capaz de estimar a composição corporal e auxiliar no melhor entendimento e acompanhamento nos processos de perda de peso ou melhora da performance física. O procedimento dura menos de dez minutos, mas exige um pequeno preparo (ver tabela ao lado). Atenção! Gestantes e portadores de marca-passo ou aparelho eletrônico interno que dê suporte à vida não devem realizar o exame. Pacientes portadores de placas metálicas em braço e perna em lados opostos do corpo também não devem realizar por causar erro de leitura.

Antes da realização da bioimpedância, é recomendado seguir o protocolo a seguir: • Não consumir bebidas alcoólicas e evitar consumo excessivo de cafeína (café, chá, chocolate) 24h antes do teste; • Não realizar atividade física extenuante nas 24 horas anteriores ao teste; • Jejum de alimentos e bebidas 4h antes do teste; • Não estar febril no dia do teste; • Não estar no período menstrual (mulheres).

Referência: Bioelectrical impedance analysis Part I: review of principles and methods – U G Kylea, I Bosaeusb, A D De Lorenzoc et al – Clinical Nutrition (2004) 23, 1226–1243

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Se você tem alguma cicatriz: Leia isso! Como suas dores podem estar relacionadas à sua cicatriz!

SAMIRA POLISELI FURTADO CREFITO 08/193772- F FISIOTERAPEUTA • CO em Osteopatia pela Escuela de Osteopatia de Madrid; • Especialista pelo Hospital Universitário de São Paulo- USP; • Fisioterapeuta pela Universidade do Norte do Paraná.

Samira.Poliseli @samirapoliseli samira.osteopatia@hotmail.com Clínica Funcional Beta

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Algumas pessoas sofrem por anos com dores sem descobrir a real origem dessa condição, e o objetivo desse artigo é mostrar como “simples” alterações no nosso corpo podem desencadear dores e lesões, e especialmente vamos relacionar as cicatrizes com dores no corpo. Ter uma cicatriz pode não ser apenas um problema estético e sim, um problema mecânico. Uma cicatriz gera disfunções e alterações na mobilidade da região acometida e pode repercutir em outras regiões do corpo devido sua relação com as fáscias, músculos e sistema nervoso. As fáscias se encontram presentes em todo o corpo, envolvendo todos os tecidos (ossos, músculos, órgãos internos, etc) e isso faz com o que os tecidos do corpo se deslizem um sobre o outro, permitindo o movimento corporal harmônico. Durante o processo cicatricial, o tecido lesionado é substituído por um tecido novo (tecido conectivo ou conjuntivo), o qual não apresenta a mesma elasticidade, interferindo no deslizamento tecidual e diminuindo a mobilidade local (o que chamamos de hipomobilidade), causando assim sobrecarga mecânica, levando o organismo a fazer compensações posturais aumentando as chances do surgimento de dores e lesões, além de outros problemas como: alteração do funcionamento das vísceras, dos órgãos do sistema digestivo, uro-ginecológico e respiratório. Durante uma cirurgia é necessário abrir as camadas de tecidos gerando aderência entre os músculos envolvidos na região, o que impede a perfeita contração desse músculo e deslizamento dos tecidos relacionados. Essas fixações interferem de forma patológica na postura do indivíduo e movimentos locais gerando estímulos nocivos constantes, o que causa compensações no corpo propiciando o surgimento de dores. Alguns exemplos são mulheres com queixas de lombalgia ou lombociatalgia (dor irradiada para as pernas) após ter sido submetida à cesárea ou abdominoplastia. Pessoas com dorsalgia (dor na região do meio das costas) após ter realizado colecistectomia (retirada da vesícula). Alterações intestinais e constipação após cirurgia de

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apêndice. Dores na cervical relacionadas à tireoidectomia, entre outras. O tamanho e aspecto da cicatriz não é o mais importante, uma cicatriz pequena pode estar desencadeando modificações teciduais significativas, por isso a importância de se realizar uma avaliação específica e profunda do quadro geral do paciente, histórico da dor, avaliação física com testes e palpações, conseguindo assim diagnosticar e mensurar o quanto sua cicatriz está influenciando em sua dor. A causa de uma dor é muito individual e particular de cada um, as alterações decorrentes das cicatrizes (seja por cirurgia estética, renal, retirada da vesícula biliar, cirurgia estomacais, ginecológicas entre outras) se manifestam e repercutem em qualquer parte do corpo. E como tratar? Alimentação adequada, estilo de vida, equilíbrio emocional e manter o corpo em movimento são fatores essenciais para nossa qualidade de vida. Por isso, a necessidade de examinar o corpo de forma global para encontrar o ponto de origem das dores e como isso está afetando outras regiões, evitando que o problema agrave. A Osteopatia é uma área da fisioterapia e o tratamento é realizado com as mãos, atuando sobre as desordens e disfunções do corpo. Ela se divide em estrutural, craniana e visceral Cabe ao profissional osteopata, detectar e diagnosticar a dor e suas relações, para traçar a melhor conduta terapêutica, consistindo na utilização de técnicas que promovam a melhoria da região da cicatriz e demais bloqueios. Diminuindo os sintomas com melhora significativa da mobilidade do corpo, rigidez muscular e do quadro dor. A osteopatia olha para o indivíduo como um todo, proporciona um tratamento eficaz contribuindo positivamente para a qualidade de vida do paciente.


Lesões mais comuns do joelho O joelho é uma das maiores articulações do nosso corpo, formado pelo fêmur, tíbia e patela. Tudo isso ligado por estruturas como o menisco, tendões, músculos e ligamentos. Como é propenso a lesões diretas e indiretas, além de ser bastante exigido, o joelho é uma das áreas que mais sofrem com lesões.

DR. PAULO C. BELETATO ORTOPEDIA E TRAUMATOLOGIA CRM/PR 17267 - RQE 10447 • Presidente da Associação Médica de Arapongas - ASSOMAR; • Médico Oficial Reservista do Hospital das Forcas Armadas Brasileira; • Membro titular da sociedade brasileira de ortopedia e traumatologia - SBOT.

LESÃO DE MENISCO O menisco fica localizado no meio do joelho, entre o fêmur e a tíbia. Existem dois meniscos, um interno e um externo, ambos funcionam como elementos de absorção dos impactos. Este tipo de lesão é muito comum, sobretudo nos esportes de contato embora possa ocorrer em qualquer idade. Os sintomas envolvem dores na interlinha articular dos joelhos sendo possível bloqueio do mesmo, causando estalidos ou travamento em posições específicas. O tratamento na maioria das vezes deve ser realizado com cirurgia artroscópica para reparar ou retirar a parte rompida. LESÃO DO LIGAMENTO CRUZADO ANTERIOR (LCA) O LCA é uma estrutura fibrosa rígida que liga firmemente a tíbia ao fêmur, assegurando estabilidade ântero-posterior e rotacional do joelho. A lesão do LCA pode acontecer quando ocorre uma mudança rápida de direção, parada repentina ou entorse do joelho, muito comum em esportes de contato como o futebol. Sabemos que o LCA não tem capacidade de cicatrização ou regeneração e quando ocorre sua rotura total, comumente tem a necessidade de tratamento cirúrgico, considerando a idade e nível de atividade física. O método de tratamento é a reconstrução cirúrgica com outro ligamento transplantado no joelho por meio de artroscopia. LUXAÇÃO PATELAR A patela é o osso que está localizado na frente do joelho. Em uma articulação normal, a patela está centrada na tróclea, fazendo parte do mecanismo extensor do joelho. A luxação ocorre quando esse osso sai da tróclea. A lesão pode ocorrer diretamente, por uma pancada, ou indiretamente, por uma torção no joelho. O tratamento da luxação começa pela recolocação do osso no lugar e imobilização temporária. Depois, é necessário um reforço do músculo em torno da região, visando a retomada da estabilidade. Em caso de luxação recidivante, pode ser necessária uma cirurgia.

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ANATOMIA DO JOELHO

CONDROMALÁCIA PATELAR Essa lesão decorre de um amolecimento da cartilagem da patela. Apesar de não ter uma causa exata, pode ser relacionada a fatores anatômicos, desequilíbrio muscular com sobrecarga na patela. O principal sintoma é a dor na parte anterior do joelho, e que pode aparecer em atividades básicas como subir e descer escadas, agachar, dirigir, ao se levantar da cadeira. O tratamento recomendado inclui medicações e fisioterapia. ARTROSE É uma lesão degenerativa que leva a desgaste nas cartilagens do joelho. A cartilagem articular tem por função promover o deslizamento, sem atrito, entre duas extremidade ósseas durante o movimento. Os sintomas podem ser agudos ou progressivos e estar presentes crepitações ou estalidos, dor, inchaço ou sensação de aumento articular, calor local, limitação de movimento e por fim, dificuldade no apoio para caminhar. A artrose piora progressivamente com o tempo e não existe cura. Mas os tratamentos podem retardar a progressão da doença, aliviar a dor e melhorar a função articular. O tratamento vai desde medicações, fisioterapias, até infiltrações e procedimentos cirúrgicos. MAIS INFORMAÇÕES CONSULTE NOSSO GUIA DAS PÁGINAS 6 A 8


COMER COM PRAZER E SEM CULPA Será que tudo que eu gosto é mesmo ilegal, imoral ou engorda? Você é daquelas pessoas que vive com medo de comer e engordar, ou de comer e prejudicar a sua saúde? Pois saiba que é por meio da alimentação que levamos energia e nutrientes para as nossas células e que é justamente para garantir a preservação da espécie que o ato de comer é tão prazeroso e valorizado socialmente por nós, seres humanos. Para os nossos antepassados, lá na época das cavernas, a busca pelo alimento era o principal desafio diário. E esse desafio era quase sempre muito arriscado: grandes distâncias, altura das árvores, frequente risco de confronto com animais selvagens e perigosos (que também buscavam por alimento). Para garantir a necessidade de buscar nutrientes num meio ambiente tão hostil superasse o medo, a natureza providenciou que o ato de comer fosse mais prazeroso e recompensador possível, pois, se não fosse assim, nossos antepassados nem sairiam do abrigo das cavernas, ficariam por lá, morreriam e nós nem existiríamos. Hoje, o desafio é exatamente o oposto. Existe uma imensa facilidade no acesso aos alimentos e a maioria das pessoas precisa, agora, controlar-se para se comer pouco e não adoecer. Isso acontece, principalmente, em decorrência das alterações provocadas nos alimentos pelo processo de industrialização, fazendo com que os alimentos cheguem à nossa mesa desbalanceados e sem conter todos os nutrientes que precisamos. • Mousse Romeu e Julieta – Receita presente no Magrass Club

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MD Codes, o lifting sem cortes Conheça a técnica que promove o rejuvenescimento facial apenas com a aplicação de ácido hialurônico, sem necessidade de intervenção cirúrgica. DR. FABRÍCIO DEVIDES ALVES DERMATOLOGIA CRM/PR 24417 - RQE 18238 • Membro Titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia; • Membro Titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica.

DRA. NATHALIA AUGUSTA GRIGOLI ZARDO DERMATOLOGIA CRM/PR 24350 - RQE 2351 • Membro Titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

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Quando o assunto é rejuvenescimento facial, a novidade da vez é o MD Codes, abreviação para Medical Codes (Códigos Médicos). O método foi desenvolvido pelo cirurgião plástico Maurício de Maio, que levou 20 anos pesquisando como fazer o lifting facial apenas com aplicações de ácido hialurônico, ou seja, sem necessidade de intervenção cirúrgica. O MD Codes é uma nova abordagem de rejuvenescimento e sustentação facial que chegou ao Brasil em junho de 2016. Cada vez mais difundido nos consultórios dermatológicos, o tratamento é capaz não só de remodelar o contorno do rosto como de prevenir o aparecimento precoce da flacidez em pacientes predispostos. O método consiste na aplicação de ácido hialurônico em pontos específicos da face, os quais são chamados “códigos de tratamento”. O objetivo é tratar as imperfeições e realçar os pontos positivos de forma segura, efetiva e minimamente invasiva. O ácido hialurônico possui a propriedade de hidratar a pele e corrigir a perda volumétrica, melhorando os contornos e conferindo suporte e ancoragem para as estruturas faciais. Cada área exige uma abordagem diferente e a aplicação deve ser feita somente por dermatologistas treinados, já que dominar com precisão a anatomia da face e as alterações causadas pelo envelhecimento cutâneo, ósseo e muscular são pilares essenciais para um tratamento bem-sucedido.

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O ácido hialurônico possui a propriedade de hidratar a pele e corrigir a perda volumétrica, melhorando os contornos e conferindo suporte e ancoragem para as estruturas faciais.

INDICAÇÕES O procedimento pode ser realizado tanto em pessoas mais maduras, com a indicação de rejuvenescer e embelezar a aparência da face, quanto de forma preventiva em pessoas mais jovens. São diversos os pontos no rosto indicados para a aplicação, desde a testa até a região mandibular. As áreas tratadas com maior frequência são as maçãs do rosto (malar) e a parte inferior dos lábios e da face. O período de ação do tratamento depende da região e das características individuais de cada paciente, e os efeitos podem durar até dezoito meses. Porém, mesmo após esse período, é possível observar uma melhora sustentada das regiões, devido ao estímulo na produção de colágeno. A recuperação é imediata, não havendo necessidade de repouso ou ausência no trabalho.

MAIS INFORMAÇÕES CONSULTE NOSSO GUIA DAS PÁGINAS 6 A 8


A relação Médico-Paciente e as demandas judiciais

POLLYANA CRISTINA DOS SANTOS ROSSATTO

Estamos vivenciando nas últimas décadas, uma deterioração das relações, onde as pessoas não buscam mais resolver suas insatisfações amigavelmente, procurando diretamente o judiciário para resolver seus problemas, não mais como ultima ratio (último recurso), mas como se fosse a única forma. Tal cenário tem se estendido para a relação médico-paciente.

OAB/PR 60.365 • Especialista em Direito e Processo Tributário Empresarial pela PUC-PR; • Especializanda em Direito Médico; pollyanasantos@niwaadvogados.com.br

FERNANDA BEATRIZ MENDES REIS OAB/PR 65.771 • Graduada em Direito pela UEL - Universidade Estadual de Londrina; • Especialista em Direito e Processo Penal pela UEL - Universidade Estadual de Londrina. fernandamendes@niwaadvogados.com.br

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Em face dessa premissa, o que se verifica na atualidade é o aumento gradativo de ações judiciais contra os profissionais médicos. Embora para o médico, a Medicina seja um compromisso de meios, para o paciente e para a sociedade, ela é vista como uma cruel expectativa de resultados. O doente e seus familiares vão ao médico em busca de resultados e não aceitam qualquer outro resultado, que não o por eles esperado. Atualmente, todo mau resultado, ou mesmo um resultado diferente do esperado de um tratamento, seja clínico ou cirúrgico, é considerado pelo paciente e familiares um erro médico, o que, sabemos, não é verdade! Qualquer ação movida contra o médico marca sua carreira negativamente e a própria autoestima do profissional fica muito abalada. Os motivos são os mais variados possíveis, mas é importante destacar que a grande maioria das disputas judiciais da área médica não está diretamente relacionada ao erro médico, mas sim à má qualidade da relação médico-paciente. Por esta razão, o profissional médico deve se conscientizar que uma relação absolutamente humanizada é tão imprescindível quanto o conhecimento técnico para entregar uma medicina de qualidade ao paciente. O paciente, hoje, tem muito mais acesso à informação, por meio das mídias sociais, internet. A relação médico-paciente sempre foi muito vertical, porém ela vem se horizontalizando, colocando o paciente de frente com o profissional, e não abaixo dele. O médico deve se adaptar a esta realidade, principalmente quando se trata de ouvir e compreender o que o paciente tem a lhe dizer.

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Essas evidências demonstram também que é imprescindível o aperfeiçoamento do ensino médico, para que, desde a sua graduação, o profissional possa desenvolver habilidades que permitam identificar e compreender as situações de risco e corresponder às exigências da sociedade atual. A sociedade está mais atenta em relação a seus direitos, buscando-os judicialmente quando julgam que os mesmos foram ultrajados, e isso traz repercussões na área da saúde. Busca-se no judiciário o direito a exames, procedimentos e medicamentos de alto custo por vezes negados pela saúde complementar ou pelo Estado, além de questionamentos judiciais contestando procedimentos médicos, exames subsidiários e diagnósticos em constrangimento aos profissionais envolvidos. Imperioso nesta realidade atual, que os médicos passem a adotar condutas preventivas, que consistem, basicamente, em formação e educação continuada, práticas seguras e protocolos, gerenciamento do risco através da identificação, análise, avaliação, tratamento e monitoramento dos riscos, com implementação de ações para reduzir as consequências ou probabilidade de ocorrência. Além disso, a atuação de um advogado especializado pode fazer a diferença na defesa do médico, tanto no auxílio quanto às condutas preventivas, quanto na esfera judiciária ou perante os Conselhos de Classes. Profissionais capacitados e instruídos no direito médico-hospitalar e com extenso conhecimento técnico na área da legislação em saúde, utilizam-se das melhores ferramentas para demonstrar a conduta profissional adequada, dentro de Protocolos e da Medicina Baseada em Evidências.


#curtas |

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ENCONTRO NO RIO Em recente encontro no Rio de Janeiro, a ex BBB, Fani Pacheco estudante do curso de medicina, citou como referência na Psiquiatria o Dr. Júlio Dutra.

PROVA DE CAIOBÁ O Dr. João Araújo, em treino com seu grupo de Triathlon, uma preparação para a prova de Caiobá.

PASSEIO A CURITIBA Dr. Luís Fernando e sua esposa Tatiana Bedana em visita ao Santuário Nossa Senhora de Guadalupe, na cidade de Curitiba-PR.

EM PORTUGAL Entre uma agenda e outra, o Dr. Rodrigo Faria visitou a cidade de Lisboa - Portugal, onde teve a oportunidade de conhecer a Torre de Belém, um dos monumentos mais tradicionais da cidade de Lisboa.

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PRIMEIRO ANINHO DE HELENA Um bosque encantado cheio de muito amor e muita dedicação. O casal Naiane e Eduardo com a filha Laura, comemoraram ao primeiro aninho da caçula, Helena, rodeados de amigos e familiares. A festa estava linda, tudo preparado pelo Restaurante Quintal de Casa. Créditos ao Fotógrafo Cristian George. 56

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PRIMEIRO ANINHO DE HELENA

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JANTAR 30 ANOS DA UNIMED APUCARANA A Unimed Apucarana realizou, no dia 10 de novembro de 2018, o Jantar 30 anos, evento alusivo às três décadas de existência da cooperativa. Para esta ocasião, cooperados, colaboradores, dirigentes de outras Unimeds e convidados se reuniram na Sociedade Rural de Apucarana para prestigiar este grande marco. 58

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“Esta festa simboliza como completar 30 anos de uma organização é especial. A Unimed Apucarana tem muito a celebrar. Reunimos nessa noite cooperados e colaboradores com o objetivo de agradecer essa grande equipe que forma a cooperativa, fazendo com que ela seja cada vez melhor”, afirma Marly. rsaude.com.br | Fevereiro . 2019 | Revista Saúde

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INAUGURAÇÃO CLÍNICA PALMA No início de dezembro 2018, foi inaugurada a primeira unidade da Rede de Franquia Dra. Paula Palma, em Arapongas/PR. A Dra. Camila Mortatti é a responsável pela nova clínica, que tem a disposição todos os tratamentos estéticos corporais e faciais. 60

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INAUGURAÇÃO CLÍNICA PALMA

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Guia de profissionais

CARDIOLOGIA

Dr. Fabricio Bussadori Clínica Cardiológica Dr. Olair Bussadori Rua Hárpia, 532 - Centro - Arapongas-PR 43 3252-1330 | 43 9 9956-0348

CIRURGIA GERAL

Dr. Alexandre Tsuji Amorim Policlínica Santa Rita Rua Noitibó, 11- Esquina com Rua Flamingos - Arapongas-PR 43 3252-2044 | 99636-9101 Centro Clínicas Rua Gastão Vidigal, 988 - Apucarana-PR 43 3422-0598

Revista Saúde Edição 11 | Fevereiro . 2019 | Apucarana/Arapongas.PR

Dra. Camila Mortatti Clínica Paula Palma Unidade de Arapongas Rua Nhambu, 140 - Arapongas-PR 43 99120-0882 | 43 3011-0881

Dr. Lanier Tadeu Garcia de Paula Júnior Clínica Cardiológica Dr. Olair Bussadori Rua Hárpia, 532 - Centro - Arapongas-PR 43 3252-1330 | 43 9 9956-0348

Dr. Rodrigo Faria CIS Centro Médico de Saúde Rua Flamingos, 1100 - Arapongas-PR 43 3274-1486 | 43 99114-3884

MEDICINA DA DOR CIRURGIÃO DO APARELHO DIGESTIVO

Dr. Alexandre Rizzato Calegari Centro Médico Vera Cruz Rua Osório Ribas de Paula, 16 - Apucarana - PR 43 3420-8800

CIRURGIA VASCULAR

CINP Av. Ayrton Senna da Silva 550, Torre Montello - 18º andar Gleba Palhano - Londrina - PR 43 3323-9935 | 43 99993-5731

NEUROLOGIA

Dr. Alexandre Lanfranchi Júnior

Dr. Gustavo Jun Osugue

Clínica Angios Rua Flamingos, 1530 - Arapongas-PR 43 3274-0008

Multiclínica Rua Oswaldo Cruz, 1600 - Apucarana - PR 43 3033-2221

Centro Médico Rua Bandeirantes, 517 - Apucarana-PR 43 3424-4200

Dr. Luís Fernando Cardoso Dias

DERMATOLOGIA

Dra. Camila Orathes Rua Nagib Daher, 1115 - Apucarana-PR 43 3033-5943 | 9 9870-2942

Dra. Caroline Cilião Clínica Integrada Rua Desembargador Clotário Portugal, 933 - Apucarana-PR 43 3423-0792 | 43 3422-6271

Dra. Nathalia Augusta Grigoli Zardo Clínica Bel Pelle Rua Galdino Gluck Jr., 280 - Sala 302 - Apucarana-PR 43 3034-3714

Dr. Fabrício Devides Alves Clínica Bel Pelle Rua Galdino Gluck Jr., 280 - Sala 302 - Apucarana-PR 43 3034-3714

ENDOCRINOLOGIA

Dra. Fernanda Satake Osugue Multiclínica Rua Oswaldo Cruz, 1600 - Apucarana-PR 43 3422-1334

MEDICINA

Dr. Alex Alves Pereira Méd Hair Center Rua Condor, 725 - Arapongas-PR 43 3055-3653 | 9 9961-5674 Rua Doutor Amarilio Rocha, 18 - Vila Maristela - Presidente Prudente-SP

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Dr. Fábio Trevisan

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Clínica de Neurologia e Neurocirurgia Rua Rolinhas, 965 - Sala 2 Térreo - Centro - Arapongas-PR 43 3252-4717 HONPAR Rodovia PR 218 Km 01 - Arapongas-PR 43 3275-0200

Dr. Rafael William de Souza Instituto do Coração e Cirurgia Vascular Centro de Especialidades Rua Perdizes, 1700 - Arapongas-PR 43 3055-2790 | 98815-2234

ORTOPEDIA E TRAUMATOLOGIA

Dr. José Marcos Lavrador Clínica de Ortopedia Apucarana Rua Rio Branco, 680 - Apucarana-PR 43 3422-0014

FISIOTERAPIA

Natália Carletto Lazaretti Moviment Studio de Pilates e Fisioterapia Rua Osório Ribas de Paula, 94 - Centro - Edifício Millenium 4º andar - sala 403 - Apucarana-PR 43 3122-2909 | 43 99916-1120

Nayara Tahiana Catenace Pereira Moviment Studio de Pilates e Fisioterapia Rua Osório Ribas de Paula, 94 - Centro - Edifício Millenium 4º andar - sala 403 - Apucarana-PR 43 3122-2909 | 43 99916-1120

Samira Poliseli Furtado Clínica Funcional Beta Rua Pica Pau, 1018 – Arapongas-PR 43 3011-1399 | 43 99812-2486

ODONTOLOGIA

Dr. Anderson Podanoschi Mendes Oral Sin - ARAPONGAS Rua Beija-Flor, 690 - Arapongas-PR 43 3152-6130

Dr. Fabiano Bussadori Rua Pica-Pau, 455 - Arapongas-PR 43 3055-2299

Dr. Gustavo Lopes Rua Antonio José de Oliveira, 364 - Barra Funda - Apucarana-PR 43 3122-3132 | 43 99928-3949

Dra. Helen Ponte Silva Odontologia Pontes Rua Osvaldo Cruz, 1148 – Apucarana-PR 43 3422-1914

Dr. Rafael Junqueira Faenza COA - Centro de Odontologia Avançada Rua Marabú, 336 - Arapongas-PR 43 3252-1086 | 43 3276-1623

Dr. Paulo C. Beletato

Dr. Tulio Ponte Silva

Policlínica Santa Rita Rua Noitibo, 11 - Arapongas-PR 43 3252-2044

Odontologia Pontes Rua Osvaldo Cruz, 1148 – Apucarana-PR 43 3422-1914

OTORRINOLARINGOLOGIA

Dra. Daniela M. J. Carneiro Lobo Clínica Modelo Rua Hárpia, 509 - Arapongas - PR 43 3252-0311

PSIQUIATRIA

Dr. Victor Henrique Lucas Odontologia Pontes Rua Osvaldo Cruz, 1148 – Apucarana-PR 43 3422-1914

PSICOLOGIA

Dr. Júlio Dutra

Stélios Sant’Anna Sdoukos

Clínica Toledo Rua Érico Veríssimo, 76 - Bairro 28 de Janeiro - Apucarana-PR 43 3033-4301 | 43 99176-4330

Rua Nagib Daher, 576 - 7º Andar - Sala 702 Ed. Centro Empresarial - Apucarana-PR 43 3422-2560 | 43 99618-2085


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REVISTA SAÚDE APUCARANA/ARAPONGAS - EDIÇÃO 11 - 18/02/2019  

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