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ANO XXIX Edição 07 SETEMBRO 2018

A Sabedoria em defesa da Vida

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Documento de Aparecida convida a nos nutrirmos da Palavra de Deus (n. 199). Atendendo a este apelo a Igreja no período de 2016 a 2019 se propôs a aprofundar o tema “em defesa da vida.” Neste ano de 2018, tomando como base o Livro da Sabedoria, somos convidados a refletir o tema “A Sabedoria em defesa da vida”. A Sabedoria é um espírito amigo do ser humano (Sb 1,6). A Sabedoria é uma expressão da amizade de Deus por nós, seres humanos. O livro da Sabedoria está entre os textos escritos no final do período do Antigo Testamento, num momento fundamental

do diálogo entre o judaísmo e a cultura grega. Neste sentido, ele é um bom predecessor do Novo Testamento. Por isso foi escrito em grego e pertence aos chamados livros Deuterocanônicos, por se encontrar apenas na Bíblia grega e, consequentemente, não entrar nem na Bíblia hebraica e nem no Cânon das igrejas protestantes. É atribuído a Salomão, mas provavelmente, o autor foi um judeu de Alexandria, no Egito. Como fruto dessa comunidade, o livro está marcado culturalmente por uma forte influência helenista.


O autor conhece, por um lado, a História do seu povo e a fé num Deus sempre presente e pronto a intervir nela; e por outro, sente a forte atração que as principais filosofias helenísticas e as diversas religiões exercem na vida dos seus irmãos de raça e de fé. Por isso, tenta estabelecer o diálogo entre fé e cultura grega, de modo a sublinhar que a sabedoria que brota da fé e conduz a vida dos israelitas é superior à que inspira o modo de viver dos habitantes de Alexandria. Com este livro, o autor dirige-se, pois, a dois destinatários diferentes: aos judeus de Alexandria, direta ou indiretamente perseguidos pelo paganismo do ambiente; e aos próprios pagãos, sobretudo aos intelectuais helenistas, mais abertos à cultura hebraica, intentando convertê-los ao Deus verdadeiro. A proposta de vida no livro da Sabedoria, presente na revelação de Deus, manifestada na História e no mundo criado, é desenvolvida em três partes: I. A Sabedoria e o destino do homem (1,1-5,23): descreve-se a sorte do justo e do ímpio, à luz da fé; sendo a justiça imortal, Deus reserva a imortalidade aos justos. II. Elogio à Sabedoria (6,1-9,18): origem, natureza, propriedades e dons que acompanham a sabedo-

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ria, como personificação de Deus; elogio à sabedoria, elevando-a acima dos valores mais apreciados neste mundo. III. A Sabedoria na História de Israel (10,1-19,22): descreve-se a presença e a atividade da sabedoria em toda a História do povo de Israel com especial acento sobre o Êxodo, em forma de pesquisa e de contrastes, que caracterizam o estilo desta terceira parte. O autor também manifesta conhecimentos profundos de outros livros: Gênesis, Provérbios, Eclesiástico e Isaías. Merece um relevo especial a brilhante polêmica contra a idolatria. No início da sua caminhada, o povo de Deus não tinha uma preocupação em preservar apenas sua experiência explicitamente religiosa. Eles iam recolhendo tudo que pudesse servir para a vida. Aos poucos, porém, aprofundando suas próprias raízes, o povo foi percebendo que, na origem de toda sabedoria humana, existe um reflexo da Sabedoria Divina. Afinal, Deus é o Deus da Vida. Esta Sabedoria Divina, presente em tudo, desde a criação do Universo, começa a ser usada como critério para ajudar o povo a discernir os sinais de Deus na vida e na história. Pe. Clesio Facco, SAC

RETIRO ESPIRITUAL DOS POSTULANTES E NOVIÇOS

ntre os dias 23 a 27 de julho, em Itaara (RS), na chácara de encontros dos Irmãos de Schoenstatt, vivenciamos nossa semana de espiritualidade conduzida pelo Professor Doutor e Diácono permanente Ricardo Rossato, que no decorrer da semana abordou diversos temas. Ao longo da mesma pudemos refletir sobre a pessoa de Jesus Cristo, Maria, a Igreja, as Bem-Aventuranças e, de modo particular, sobre o sentido da vida. Foram momentos oportunos que nos ajudaram a refletir sobre o nosso discernimento vocacional e, principalmente, dignificar mais o nosso papel na missão evangelizadora da Igreja que, segundo nos pede o Papa Francisco, consiste, em primeiro lugar, ser “uma Igreja em saída”. Tivemos momentos fortíssimos de espiritualidade através da liturgia das horas, missas, adoração e reflexão pessoal. O diácono Rossato com sua profunda sabedoria nos exortou e nos motivou a trilhar nossa caminhada sem medo. Em uma de suas falas nos disse: “as pessoas costumam dizer que as coisas não são fáceis, para demonstrar serem capazes e superiores para 2 | SETEMBRO 2018

realizá-las”. Isso nos possibilita perceber a nossa capacidade de assumir sem medo nosso papel em nosso apostolado. Por fim, rendemos graças a Deus pelas experiências que tivemos no decorrer do retiro e, principalmente, por estarmos todos animados para o retorno das atividades do Colégio Máximo Palotino. Louvado seja Deus por este semestre que se inicia! Postulante Jhenisson Rossi INFORMATIVO PALOTINO


COMUNIDADE LOCAL SÃO VICENTE PALLOTTI SE REUNE EM CASCAVEL

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Comunidade Local São Vicente Pallotti esteve reunida na paróquia Nossa Senhora de Fátima, em Cascavel (PR), nos dias 27 e 28 de agosto de 2018. Os anfitriões da casa, padres Danilo Dotto e Romeu Ullrich, acolheram os confrades com alegria, bem como serviram chimarrão e suculento jantar, no anoitecer do dia 27. Além disso, teve momento para jogos e partilha de vida espontânea. A manhã do dia 28 foi dedicada para relembrar as datas das atividades da comunidade, comunicações, breve partilha e momento de estudo, com a presença da psicóloga Diocleide Silva, sobre o fenômeno da Constelação Familiar. Segundo a psicóloga, a Constelação Familiar é um método desenvolvido pelo psicoterapeuta alemão Bert Hellinger, que fez observações empíricas, como missionário católico na África do Sul. Ao estudar psicanálise e diversas formas de psicoterapia familiar, concluiu que há três princípios norteadores: pertencimento, compensação e ordem nos grupos familiares ao longo de gerações. O novo método tem provocado controvérsias nos atendimentos espirituais pelas paróquias da região. Muitas pessoas têm buscado solução mágica para seus problemas nas Constelações Familiares. Grupos eclesiais têm condenado tal prática. De acordo com a psicóloga, existe muito charlatanismo, confusão com o espiritismo

e pessoas não preparadas para conduzir o método. Além disso, não é um método cientificamente comprovado. “Sou professora universitária há dezesseis anos e tenho estudado sobre as Constelações Familiares. Quando surgiu no Brasil meus colegas começaram a condenar. Fui estudar para depois criticar. Entendi que é um método que ajuda as pessoas a perceberem a causa do problema e oferece ferramentas para a solução. A solução está na mudança de atitudes da própria pessoa. É viver o momento presente e deixar o seu passado no seu lugar. Na vida nada é em vão, é bênção ou uma lição”, concluiu.

Editor Pe. Sérgio Lasta, SAC Supervisão Editorial Pe. Jadir Zaro, SAC Projeto Gráfico e Diagramação Juarez Rodolpho dos Santos Revisão Flávia Polo Expedição Bianca Bugs, Andrielle Hoppe - Revista Rainha dos Apóstolos Impressão e Acabamento Gráfica Pallotti - Santa Maria Tiragem: 400 exemplares

Pe. Judinei Vanzeto, SAC

ORIENTAÇÕES PARA ENVIO DE MATÉRIAS Seis perguntas básicas que devem ser respondidas ao escrever uma matéria para o Informativo Palotino: (o que , onde, quando, quem, como e por que?) Textos com no máximo 15 linhas em fonte 12 (Times New Roman), seguido de foto. Enviar até o dia 10 de cada mês, para o e-mail:

informativopalotino@gmail.com


ESTUDOS PALOTINOS

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o dia 17 de maio de 2018 o grupo de Postulantes do Colégio Máximo Palotino, juntamente com o Pe. Mercio José Cauduro, realizou um estudo tendo como foco o bicentenário de ordenação sacerdotal de nosso santo fundador. Para alcançar tal objetivo, servimo-nos do livro O Espírito Sacerdotal Segundo São Vicente Pallotti, escrito pelo Reitor Geral dos Padres e Irmãos Palotinos, Pe. Jacob Nampudakam. O encontro realizou-se em Vale Vêneto, ambiente propício para esse estudo, pois este local é o berço da presença e atuação dos Padres e Irmãos Palotinos no Brasil. Deu-se início ao encontro com uma oração e em seguida iniciamos o estudo do livro. Tal estudo se deu de forma partilhada. Uma manhã produtiva e profícua de grandes ensinamentos que nos foram possibilitados através das exposições feitas pelos membros do grupo, pela troca de experiências a partir de nossos conhecimentos de São Vicente Pallotti e a mediação do Pe. Mercio José Cauduro.

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Logo após as exposições feitas e o almoço, fomos, juntamente com o Pe. Mercio, conhecer Vale Vêneto, um lugar rico em histórias, experiências e vivências dos palotinos de ontem que inspiram a vivência do carisma de Pallotti aos palotinos de hoje. Também tivemos a oportunidade de conhecer o museu MIEM (Museu do Imigrante Italiano Eduardo Marcuzzo), que contém um vasto acervo de objetos dos primeiros imigrantes italianos, aos quais devemos a iniciativa para a vinda dos palotinos ao Brasil, acervo este que possibilita perceber a riqueza cultural italiana. Foi um dia muito proveitoso: aprofundamos nosso conhecimento sobre a compreensão do sacerdócio em Vicente Pallotti, conhecemos um pouco mais das origens da presença palotina no Brasil e estreitamos os laços fraternos entre nós postulantes. Além disso, este dia serviu como motivação para nos aprofundarmos cada vez mais no conhecimento da vida de São Vicente Pallotti, bem como de seu carisma e sua espiritualidade. Postulante Rafael Pereira

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A COMUNIDADE LOCAL PE. SENITO DURIGON

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Comunidade Local contou com a presença do Provincial para a visita logo após o Encontro da UAC em Campo Grande (MS), que foi muito positivo, contando com grande número de participantes de diferentes localidades, onde os palotinos se envolvem com atividades pastorais. Os ecos dos participantes foram ótimos, assim como dos grupos envolvidos nas diversas atividades de organização do Encontro. Pe. Clésio participou do encontro e permaneceu para visitar os membros da Comunidade Local, tendo um diálogo com os membros e fazendo refeições nas casas. Missa do Encerramento do Encontro Nacional da UAC, no Santuário São Judas Tadeu de Campo Grande (MS) A visita foi encerrada com a reunião no dia 11 de junho na casa do Centro de Formação, onde fez várias comunicações. Agradeceu o empe- Província. É incentivadora e registra também alguns nho dos padres e leigos pelo Encontro da UAC, assim desafios. Nesta reunião, tratamos da Romaria de como do Conselho de Leigos Local. Lembrou que este Nossa Senhora Aparecida, da Visita da Relíquia de ano o tema central da nossa reflexão é a vida frater- Elizabeth Sanna e da divulgação da Revista Rainha. No Centro de Formação São Vicente Pallotti, agora na, que dá sentido à vida religiosa; que irmãos não se escolhe, mas com eles se convive. Sugeriu-nos dois sob a coordenação dos padres, se trocou todas as toartigos para refletir em comunidade. Mencionou o en- madas e a prefeitura cobra a construção da calçada no contro de formação permanente para os padres e os lado da casa que era o antigo Seminário. Pretende-se dar início após a Romaria. O Centro precisa também espaços importantes de qualificar os leigos através da de uma pintura. Pe. Claudemir (tesoureiro) se empeformação: ISEP, EVIPAL, ESFOCÃ. Falou do Encontro nha muito no cuidado com o Centro de Formação, em de Palotina, da reflexão necessária sobre a Carta dos sintonia com os demais padres. Outro assunto foi a Visitadores, da festa dos jubilares, do diaconato do possibilidade da Província assumir uma Paróquia na Antônio em agosto e da consagração do irmão Aquino diocese de Chapecó. Os membros da Comunidade são na São Judas Tadeu no dia 16 de dezembro do corfavorável à proposta. Destacaram, porém, que seja rente ano. Colocou-nos a par da situação dos doenuma paróquia na cidade de Chapecó ou proximidades tes da Província, da missão no Acre, da economia e e não de interior. ainda respondeu perguntas dos membros. Agradeceu Por fim, acolhemos também o Pe. Wellington na o acolhimento recebido e encerramos com o almoço. Comunidade Local e desejamos um bom trabalho Além dos encontros ordinários da semana que na Paróquia São Judas Tadeu. Ao Pe. José Carlos fica sempre fazemos, a Comunidade Local se reuniu ofinossa fraternidade, estímulo e agradecimento pela cialmente dia 13 de agosto para ler e refletir a Carta presença e empenho dele nas atividades pastorais da do Conselho Geral da SAC à Província. Foram feitos Comunidade Local, sobretudo sua dedicação à comuvários comentários e registrados para oportunamennidade paroquial São Judas Tadeu. te serem apresentados no Encontro de Vale Vêneto. Pe. José Vicente do Carmo, SAC Em geral, a Carta faz referências muito positivas à

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EVANGELIZAÇÃO NAS FAZENDAS

“Ide por todo mundo e pregai o Evangelho a toda criatura” (Mc 16,15). Eis o pedido, eis a ordem do Mestre Jesus dada a seus discípulos e por eles executada fielmente, com grande amor e sacrifício. Isto a Igreja sempre fez e faz ainda hoje pelo mundo afora sem distinção de raças, posições sociais, culturais e idades. É o que, por nossas atividades pastorais, fazemos também nós, por toda parte. Nosso pai espiritual, São Vicente Pallotti, pelo seu ardor missionário, deu-nos o exemplo e muito insistiu para que fizéssemos o mesmo.

“Assim como a corça suspira pelas águas correntes, suspira, igualmente, minha alma por Vós ó meu Deus” (Sl 41,1). Nesta profunda oração do salmista encontramos bem manifesta a necessidade do Infinito, tão presente e tão forte no mais íntimo de toda pessoa. Nossa evangelização é uma resposta a este anseio 6 | SETEMBRO 2018

humano. Através das nossas liturgias, palavras, atitudes de amor e acolhimento estamos indo ao encontro desta sede do povo de Deus, tentando transmitir-lhe a mesma mensagem do Senhor Jesus. O que mesmo queremos destacar aqui é esta ação pastoral um pouco diferenciada, não feita pela maioria de nossas paróquias que vivem em áreas urbanas, nas grandes e médias cidades, nas pequenas vilas ou nas capelas que, mesmo em região agrícola, tem uma vida com características urbanas. Queremos colocar em evidência um trabalho de evangelização entre pessoas e famílias que vivem em fazendas, tão necessitadas da assistência religiosa, morando longe das vilas e cidades, longe de tudo e de todos. Ali não se pode, ao pé da letra, aplicar as normas e princípios da pastoral urbana, porque as grandes distâncias, as precárias estradas, as intempéries do clima, os meios de locomoção dificultam muito sua participação nas celebrações religiosas em centros maiores. A paróquia de Nova Alvorada do Sul (MS), vive fortemente esta realidade. São, aproximadamente, trinta fazendas, algumas das quais são necessários percorrer cem quilômetros para chegar, constituindo-se num enorme desafio, mas sempre enfrentado com coragem pelos padres que aqui trabalharam e aqui trabalham. Desde o começo desta paróquia procurou-se dar atenção especial para esta significativa parcela do INFORMATIVO PALOTINO


povo de Deus. Houve uma organização inicial a cada ano aprimorada no sentido de melhor levar a mensagem do Evangelho. Neste sentido, muito temos que agradecer e lembrar o saudoso Pe. José Carlos Stefanello, popular padre Zeca. É dele o grande mérito da primeira organização deste trabalho, com a formação de pequenos grupos de fazendas, de acordo com o interesse e a localização das mesmas. Pe. Laurindo Zeni tem melhorado muito o programa de atendimento a estes núcleos de fazendas. Para isto, estão sendo importantes alguns modernos meios de comunicação como: internet, celular, grupos de whatsapp, melhores carros para ir e vir. Mas, na verdade, esta é uma pastoral bem diferenciada da pastoral urbana. As exigências da evangelização urbana não podem, ao pé da letra, ser aplicadas neste imenso interior, onde encontramos grande necessidade de Deus, onde as pessoas, em quase sua totalidade, ali trabalham como empregados, enquan-

to os donos moram em outros estados ou nas grandes cidades, mas que, na sua maioria, apoiam, plenamente, a presença da igreja junto às suas propriedades e, às vezes, fazem questão de participar destes encontros eucarísticos. Nestes pequenos núcleos de fazendas, mensalmente, se celebram missas, nas áreas das casas, às vezes debaixo de frondosas árvores e também em capelinhas, raramente existentes. São celebrações lindas, simples, devotas e bem participadas, tendo um número médio de trinta a quarenta pessoas, quase sempre comparecendo as famílias completas. De quando em quando se faz necessário a catequese dos sacramentos – Matrimônio, Batismo, Primeira Eucaristia e Crisma. Há lugares onde se deveria partir para uma verdadeira missão. No entanto, diante das tantas dificuldades, é indispensável o bom senso, ter atitudes do Bom Pastor, no sentido de compreender, acolher a todos da melhor maneira e, na medida do possível, preparando algum pai ou mãe para que dê catequese em pequenos grupos. Na maior parte das celebrações feitas ao entardecer, por questões do trabalho, é costume, após a missa, servir um jantar para todos os presentes, criando-se assim um maravilhoso ambiente social onde, na simplicidade e na alegria, vive-se um bom espírito cristão, com uma bela convivência familiar. Pe. Valmor Righi, SAC

PROVÍNCIA NOSSA SENHORA CONQUISTADORA SANTA MARIA (RS) - BRASIL | Padres e Irmãos Palotinos CRONOGRAMA DAS VISITAS DO CONSELHO PROVINCIAL EM 2018 04

02 a 05/10/2018

Comunidade Local Pe. Mateus Giuliani (RS)

05

15 a 18/10/2018

Comunidade Local Pe. Gabriel Bolsan (RS)


A CASA PALLOTTI DE PORTO ALEGRE (RS) Este texto poderia ser considerado um convite.

Dizendo assim, já se dissipam partes das estranhezas de alguns possíveis leitores o tratar de semelhante tema neste local. Não é, portanto, um histórico do surgimento e da percepção da necessidade de sua construção, nem do esforço do planejamento e construção da obra, nem da integração se houve ou não da Província com a comunidade e sociedade, nem do júbilo de concluir a obra e, finalmente, nem do presente olhar retrospectivo satisfeito. Histórico que, por justa gratidão, ela mereceria. Ela e todas as obras edilícias, onde muitos de nossos confrades aplicaram grande parte de sua vida de consagrados palotinos com a clara convicção de atuarem o Carisma de São Vicente Pallotti. Não sei se há dúvidas, por exemplo, sobre a importância da construção do Seminário, em Másio, por Faà di Bruno, para a nascente Pia Sociedade das Missões chegar a Alemanha e de lá surgir a miríade de missionários aos quais também nós devemos o nascimento? O convite é feito primeiramente aos confrades e é estendido aos que os acompanham: “Venham à CASA PALLOTTI”. Porto Alegre é uma cidade estratégica. Sempre que vierem à Porto Alegre, mesmo que de

passagem, a trabalho ou lazer, a Casa está à disposição. Se digo Casa, digo por metonímia. Sua localização, seu tamanho e possibilidades são todos conhecidos. A CASA PALLOTTI é Casa Palotina. Ela sempre foi a Casa do Pároco e abrigou outrora a Secretaria, mas nunca foi Casa Paroquial. Sempre foi Casa do Diretor do Instituto São Vicente Pallotti, mas nunca foi o Escritório do Diretor. Sempre recebeu hóspedes, mas nunca foi Hotel. À CASA PALLOTTI lhe coube tal nome porque nenhum outro a identificava por completo, dado que suas funções não se limitavam a nenhuma delas em particular ou de alguma outra que pudesse ser acrescida para multiplicar exemplos. Ao concluir repito que a CASA PALLOTTI é Casa Palotina. Venham! Estão todos convidados. A Casa está à disposição. Ir. Leandro C. Benetti, SAC - Reitor da Casa Pe. Airton J. Dallazen, SAC - Secretário CL

Informativo Palotino Setembro 2018  

Informativo da Sociedade Vicente Pallotti - Setembro 2018 Padres e Irmãos Palotinos Província Nossa Senhora Conquistadora - Santa Maria - RS

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Informativo da Sociedade Vicente Pallotti - Setembro 2018 Padres e Irmãos Palotinos Província Nossa Senhora Conquistadora - Santa Maria - RS

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